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    Tema de redação: As dificuldades inserção de jovens no mercado de trabalho
    Otavio Pinheiro
    4 min

    Tema de redação: As dificuldades inserção de jovens no mercado de trabalho

    O tema de redação “As dificuldades de inserção de jovens no mercado de trabalho e sua importância” aborda uma questão relevante e atual. A transição dos jovens para o mercado de trabalho é um desafio enfrentado por muitos países, inclusive o Brasil, e envolve uma série de obstáculos e dificuldades. Nesse contexto, a importância da inserção dos jovens no mercado de trabalho é ampla e abrange diferentes aspectos. Confira abaixo textos motivadores sobre o tema para escrever sua redação: Texto 1 sobre inserção de jovens no mercado de trabalho “[…] Allison Andrade, de 25 anos, se formou em Publicidade e tem uma pós no exterior. Conta que ao terminar o curso, “estava trabalhando satisfeito com as ofertas do mercado”, mas depois de se especializar no exterior com o intuito de conseguir um melhor salário e posição laboral, encontrou uma barreira. “Há saturação. As empresas não prezam se a pessoa fez uma boa faculdade nem uma pós, pelo menos nesta área, o que importa é aceitar trabalhar ganhando pouco, mesmo sem formação adequada”, lamenta. Andrade resolveu mudar de área e optou por Engenharia Civil, depois de passar dois semestres cursando os cursos de Ciência e Engenharia da Computação. Para ele, existe uma melhor perspectiva de salário, já que “a demanda de engenheiros é grande e o mercado necessita profissionais bem qualificados”. Andrade é o retrato de uma das gerações mais bem preparadas que se frustram ao chegar ao mercado de trabalho, mas seu perfil não é uma realidade apenas no Brasil. A OCDE, em recente estudo sobre o impacto da educação no nível econômico do jovem, constatou que isso ocorre a nível mundial. Rodrigo Castañeda Valle, da área de inovação e medição do progresso educacional e de habilidades da organização, não acredita que tudo se deva a que o jovem não saiba direito o que quer. Em alguns países, como o Brasil, “a boa remuneração de técnicos ou pessoas sem formação superior é um dos fatores que desestimula os jovens a continuarem seus estudos”. Segundo o estudo, 67% dos brasileiros com o segundo grau estão empregados, contra 55%, de média entre os países da OCDE.[…]” Fonte: https://brasil.elpais.com/brasil/2014/02/04/sociedad/1391544951_779657.html Texto 2 Fonte: https://rgcriativo.com.br/post/169/Mercado-de-Trabalho-ebaaa.html Texto 3 “[…] De fato existem vagas, entretanto, o mercado está mais exigente e a gama de profissionais capacitados está maior. Segundo a vice-presidente da Associação Brasileira de Recursos Humanos – Seccional Paraná (ABRH-PR), Susane Zanetti, em alguns casos há milhares de interessados em uma vaga, e o filtro das empresas está cada vez mais restrito, colocando o jovem em desvantagem. São profissionais com anos de experiência e que falam duas ou três línguas fluentemente contra jovens que concluíram o Ensino Médio e, em alguns casos, imaturos, ansiosos e impacientes. Ainda conforme a retrospectiva do IBGE, o percentual da População em Idade Ativa (PIA) com 11 anos ou mais de estudo passou de 46,7% para 63,8%. ‘É como se vivêssemos uma dicotomia, uma coisa muito antagônica. Termos tantos jovens desempregados e termos estas vagas. Por conta do mercado estar muito exigente, às vezes, é muito difícil este jovem conseguir, principalmente, se ele não tem nenhuma experiência’, disse Zanetti. Além disso, comportamentos normais para essa faixa etária acabam interferindo. Algo que, aparentemente, ficaria em segundo plano, destacou Zanetti, ainda tem importância nos processos seletivos, e acaba funcionando como uma armadilha para os jovens. ‘Eles são muito ingênuos ainda em algumas questões que para as empresas são importantes. A empresa busca conhecer esse jovem e entender um pouco das características que ele tem para saber se são compatíveis com a cultura e valores da empresa. As questões comportamentais ainda são muito significativas. Esse é um dos motivos em que, normalmente, o jovem não vai para frente nas entrevistas’. Algumas perguntas básica, exemplificou Zanetti, ficam sem resposta, como quando o entrevistador pede para o candidato citar os próprios pontos fortes.” Fonte: https://g1.globo.com/pr/parana/noticia/2014/03/apesar-do-aumento-de-vagas-jovens-tem-dificuldades-para-o-1-emprego.html Com base nos textos motivadores e no seu conhecimento, produza um texto dissertativo-argumentativo tendo como tema: As dificuldades inserção de jovens no mercado de trabalho.

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    26 de mar. de 2018
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    Otavio Pinheiro
    3 min

    Ensino tradicional x Escolas inovadoras: quebra de paradigmas na educação

    Texto I “’[A escola] precisa abrir mão de muitos mecanismos que são contrários à emancipação, como as aulas fechadas (no espaço e no tempo), as turmas isoladas, as provas como sinônimo de avaliação, os mecanismos punitivos e repressivos como advertência, suspensão e expulsão etc., precisa dar voz de fato para todos os agentes da comunidade’, afirma Osvaldo Souza, professor da Escola Politeia, localizada em São Paulo (SP), em entrevista ao Hypeness. […] a escola, que fica na zona oeste da cidade, é referência nacional em inovação e ensino democrático. Em salas que estimulam o contato entre as crianças de diferentes idades, os alunos são incentivados a pensar por si, com o objetivo de se desenvolverem de forma autônoma. […]estimula-se o aprendizado por meio de pesquisas. Os temas são selecionados a partir dos próprios interesses de cada criança e geralmente abordam mais de uma disciplina, sempre contando com o suporte de um orientador. Assim, os alunos são capazes de resolver os problemas que escolhem para si, desenvolvendo capacidade crítica e adquirindo um conhecimento que muitas vezes vai além de sua área inicial de interesse. Um bom exemplo disso é a história de uma das alunas que decidiu pesquisar sobre animais abandonados na rua. O estudo sobre o assunto a levou a conhecer a cadela russa Laika, que foi enviada ao espaço. A curiosidade sobre o tema fez com que ela descobrisse o contexto da experiência, a Guerra Fria, e o entendimento sobre todos os conceitos políticos envolvidos. Por que dividir o ensino em matérias quando o mundo está conectado?” Fonte: https://www.hypeness.com.br/2015/01/como-iniciativas-de-educacao-inovadoras-buscam-transformar-o-ensino-no-brasil/ Texto II   Fonte: https://umolharsobreaavaliacao.blogspot.com/2016/05/charges-ebaaa.html Texto III “[…] O ensino de palestra, por meio do qual o professor fala por dezenas de minutos para os alunos, ainda que com espaço para perguntas, é cansativo, desmotivador, pouco capaz de identificar grandes qualidades e deficiências de cada educando, menos apto à memorização do conhecimento, apesar de focado nesse aspecto, dentre vários outros problemas. Em 1993 – há 24 anos, portanto – o professor Alisson King, associado da Universidade do Estado da Califórnia em São Marcos, publicou um artigo seminal que causou impacto nos Estados Unidos. Ele lembrava que o ensino tradicional de transmissão de informação seria insuficiente para que os alunos pudessem lidar com os problemas complexos do século XXI, que ainda estava por se desvelar. King lembrava que conhecimento não se transmite, mas apenas a informação. O modelo tradicional, amplamente adotado no Brasil até hoje, visa lançar informação sobre os alunos, que frequentemente não prestam atenção, ou, quando prestam, absorvem pouco, ou, quando conseguem absorver mais, o fazem porque anotaram o que o professor dizia, exercendo um aprendizado um pouco mais ativo, que, como está multiplamente provado, é mais eficiente do que o passivo […]” Fonte: https://www.cartacapital.com.br/blogs/vanguardas-do-conhecimento Com base nos textos motivadores e no seu conhecimento, produza um texto dissertativo-argumentativo tendo como tema: Ensino tradicional x Escolas inovadoras: quebra de paradigmas na educação.

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    22 de mar. de 2018
    Banca de Concurso: FGV
    Otavio Pinheiro
    6 min

    Banca de Concurso: FGV

    As provas da banca da FGV são difíceis, meu filho. Eles gostam de cobrar tudo que está no edital, os enunciados não são objetivos, mas sim cheios de figuras de linguagem, obrigando você, meu amiguinho, ser bom em interpretação de texto. Mas tenho uma boa notícia: diferente de outros concursos, a banca da FGV tem uma redação mais fácil do que as questões objetivas. Aqui, nesse texto querido, te ensinamos a como não ter medo do bicho papão chamado concurso com redação. Então, agora que você é uma criança grandinha, vamos te apresentar a prova de redação da FGV e te dar umas dicas que são de estourar a boca do balão. Já começo com impacto: a FGV não chama a redação de redação. sso mesmo. Eles chamam de prova escrita discursiva. Geralmente, a produção cobrada pela banca deve ter de 20 a 30 linhas e traz um ou dois textos como tema motivador (lembrando que imagem também é considerada texto motivador) e vale 20 pontos ao total. E pode, ainda, ser cobrada mais de uma produção: na Prova para Policial Legislativo Federal de 2012, por exemplo, havia uma proposta de redação de texto dissertativo-argumentativo e também uma questão discursiva. Em grande parte das provas, os critérios de correção são divididos assim (esses critérios foram retirados do edital do Concurso Público para o Tribunal Regional do Trabalho da 12ª Região, que você pode acessar aqui): PARTE 1- ESTRUTURA TEXTUAL GLOBAL (A) ABORDAGEM DO TEMA 8 pontos Considera a capacidade de o candidato selecionar argumentos convenientes, dentro do perfil esperado, assim como a boa seleção desses argumentos. (B) PROGRESSÃO TEXTUAL 7 pontos Considera a capacidade de o candidato mostrar coesão e coerência entre os parágrafos componentes do texto por ele redigido, assim como a distribuição do tema por uma evolução adequada de suas partes.  PONTUAÇÃO MÁXIMA – PARTE 1 = 15 pontos PARTE 2 – CORREÇÃO GRAMATICAL  A correção gramatical será considerada sob o aspecto da melhor expressão escrita do ponto de vista comunicativo, ou seja, de sua adequação à situação comunicativa. PONTUAÇÃO DEDUÇÃO POR CADA ERRO (A) SELEÇÃO VOCABULAR 2 pontos 0,2 ponto  Considera problemas de inadequação vocabular, troca entre parônimos, emprego de palavras gerais por específicas, emprego de vocábulos de variação linguística inadequada, marcas de oralidade. (B) NORMA CULTA 3 pontos 0,3 ponto Considera problemas gerais de construção frasal do ponto de vista comunicativo. PONTUAÇÃO MÁXIMA – PARTE 2 = 5 pontos A redação será zerada se: Você fugir ao tema; Você não escrever o texto; Você preencher a identificação em lugar indevido; Se sua letra for ilegível; Ainda, será descontado 0,4 ponto para cada linha completa não escrita, considerando o mínimo de linhas exigido de 20 linhas e, também, reduzido 0,2 ponto para cada linha completa excedente ao máximo permitido no subitem, de 30 linhas. Apesar de os corretores considerarem os quesitos de correção um tanto benevolentes, ainda sim, são descontados 0,2 pontos por desvio à norma culta. É bom estudar questões gramaticais das quais você sempre tem dúvida, portanto. Por isso que se faz mais do que necessário você conferir o edital da sua prova, e, claro, incluir redação na sua rotina de estudos, além de interpretação de texto, que será útil não só na redação, mas em toda a prova. Além disso, é mais do que essencial estar bem informado e ter um bom nível de leitura, já que nem todos os comandos ou os temas das redações são objetivos e diretos como são em outras provas. Ah, antes que eu esqueça: os temas, geralmente, são sobre temas atuais. Chamamos atenção aqui pra‘quilo que é necessário para escrever aquela redação linda: uso correto da linguagem, coerência e coesão, domínio lexical e gramatical e argumentação profunda. Leia sempre o comando e a coletânea de textos motivadores com calma, sublinhe as palavras chave, para ter certeza que sua redação aborda tudo que o comando fala sobre. Por exemplo: se o comando pede para que você discuta dificuldades e medidas sobre um certo assunto no Brasil, você tem que falar sobre as dificuldades e as medidas, nessa ordem, e ambas. Respeite a progressão textual. Agora: por que dissemos, ali em cima, em grande parte das provas? Para você, concurseiro avisado, não preciso nem dizer que o estilo de proposta muda de prova para prova (de instituição para instituição), de cargo para cargo e de nível para nível. Ainda, para você entender melhor o modelo de redação, deixamos aqui duas propostas recentes da banca 1.Prova Técnico TRT 12 – 2017 São bastante conhecidos os sete pecados capitais tradicionais, mas, em função das mudanças ocorridas na sociedade atual, o Vaticano criou, em março de 2008, um conjunto de novos pecados adaptados à era da globalização. – Experimentos “moralmente dúbios” com células-tronco: a Igreja Católica defende a ideia de que a vida começa no momento da formação do embrião. Portanto, condena qualquer tipo de pesquisa científica com embriões humanos e células-tronco embrionárias. – Uso de drogas: as drogas causam dependência física e psicológica nos usuários e prejudicam o funcionamento harmonioso da família. É uma atitude contra a vida humana. – Poluição do meio ambiente: a poluição do ar, água e solo trazem prejuízos sérios ao meio ambiente e à saúde das pessoas. – Agravamento da injustiça social: o capitalismo criou, em muitos países, uma má distribuição de renda, deixando à margem da sociedade grande parcela da população (os excluídos sociais). – Riqueza excessiva: o capitalismo favoreceu a concentração de renda, muitas vezes, de forma excessiva. Algumas pessoas concentram bilhões de dólares, enquanto outros, não têm sequer o que comer. – Geração de pobreza: a pobreza e a miséria estão espalhadas pelo mundo. Cometem esse pecado aqueles que contribuem para a geração dessas condições sociais. – Violações bioéticas. Por exemplo, controle de natalidade: é considerada violação bioética toda atitude que pretende evitar a geração de vida de forma natural (uso de contraceptivos, cirurgias, aborto, inseminação artificial). Qual desses “novos pecados capitais” lhe parece mais danoso ao ser humano? Faça um texto dissertativo-argumentativo com

    Para concursosVestibular FGVTopo de funil
    21 de mar. de 2018
    tema-de-redacao-porte-de-armas-no-brasil
    Otavio Pinheiro
    3 min

    Tema de redação: O porte de armas no Brasil

    O Tema de Redação “O Porte de Armas no Brasil” está muito em voga e esta é uma excelente oportunidade para você treinar sua redação. Vamos aos textos de apoio? Texto I “[…] de acordo com os indicadores da época, os anos em que a população podia se armar para teoricamente ‘fazer frente à bandidagem’ não foram de paz absoluta, mas de crescente violência, segundo dados do Ministério da Saúde e do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada. De 1980 até 2003, as taxas de homicídios subiram em ritmo alarmante, com alta de aproximadamente 8% ao ano. A situação era tão crítica que, em 1996, o bairro Jardim Ângela, em São Paulo, foi considerado pela ONU como o mais violento do mundo, superando em violência até mesmo a guerra civil da antiga Iugoslávia, que à época estava a todo o vapor. Em 1983 o Brasil tinha 14 homicídios por 100.000 habitantes. Vinte anos depois este número mais do que dobrou: alcançando 36,1 assassinatos para cada 100.000. Para conter o avanço das mortes foi sancionado, em 2003, o Estatuto do Desarmamento, que restringiu drasticamente a posse e o acesso a armas no país e salvou mais de 160.000 vidas, segundo estudos.  Atualmente a taxa está em 29,9 o que pressupõe que o desarmamento não reduziu drasticamente os homicídios mas estancou seu crescimento. “ Fonte: brasil elpais – politica Texto II […] Fonte: folha uol – maioria no pais segue contraria a ampliação do porte de armas legal Texto III “[…] A perversão é total. Note-se que a liberdade de escolha e o direito à autodefesa são pilares de uma sociedade livre e democrática. Não se trata de nenhum direito de matar, mas do direito de conservação da própria vida. Os que advogam pelo desarmamento dos cidadãos almejam que o cidadão fique completamente desguarnecido diante de criminosos que invadem suas residências. Os cidadãos não escolhem seus representantes para que estes suprimam sua liberdade de escolha. Posso perfeitamente pretender não ter nenhuma arma, mas isso não significa que o meu direito deva ser abolido. A situação é tanto mais esdrúxula porque nada é feito no que diz respeito ao verdadeiro combate à criminalidade. Os bandidos continuam a ter livre acesso às armas de fogo e ao porte de armas no Brasil, mesmo que de maneira ilegal. O mercado negro os supre muito bem. Por uma absurda inversão, o problema passa a ser dos cidadãos, os que pagam impostos e deveriam ser protegidos contra qualquer violência. O Estado não consegue coibir a violência, seu dever primeiro, e nega a seus membros que o façam, negando-lhes qualquer direito a respeito. O cidadão fica à mercê dos criminosos. Pior ainda, os criminosos são ainda tratados com a máxima consideração pelos ditos representantes dos direitos humanos, enquanto suas vítimas são relegadas ao esquecimento. […]” Fonte: epoca globo – devemos liberar armas sim Com base nos textos motivadores e no seu conhecimento, produza um texto dissertativo-argumentativo tendo como tema: O porte de armas no Brasil.

    Para vestibulandosbanco de temas de redaçãoTopo de funil
    19 de mar. de 2018
    Tema de Redação: Adolescentes e o vício em games
    Otavio Pinheiro
    3 min

    Tema de Redação: Adolescentes e o vício em games

    O tema de redação “Adolescentes e o vício em games” aborda uma preocupação crescente na sociedade contemporânea, à medida que os jogos eletrônicos se tornam cada vez mais acessíveis e populares. O vício em games refere-se a um padrão de comportamento compulsivo e excessivo em relação aos jogos, interferindo nas atividades cotidianas e comprometendo o bem-estar e o desenvolvimento saudável dos adolescentes. Os jogos eletrônicos oferecem uma experiência imersiva e estimulante, com narrativas envolventes e desafios atraentes, o que pode levar os adolescentes a desenvolverem um engajamento excessivo e prolongado. Esse engajamento exacerbado pode resultar em negligência de responsabilidades escolares, sociais e familiares, levando a problemas de saúde física e emocional, isolamento social e queda no desempenho acadêmico. Confira os textos motivadores sobre o tema: Texto 1 “Pode haver problemas por trás dos olhares fixos da garotada que dedica tempo e energia demais aos videogames. Uma pesquisa feita na Ásia com 3.000 crianças em idade escolar indicou que uma em cada dez era ‘viciada’ em games. Segundo os pesquisadores, apesar de as crianças já apresentarem problemas comportamentais, o uso excessivo de videogames aparentemente agravou os distúrbios. De acordo com Douglas Gentile, diretor do laboratório de pesquisa de mídia da Universidade do Estado de Iowa, ‘quando as crianças se viciam, depressão, ansiedade e fobias sociais se agravam. Quando elas conseguem superar o vício, esses problemas melhoram.’ Ele diz que nem os pais nem os serviços de saúde estão prestando atenção suficiente nos efeitos dos videogames sobre a saúde mental das crianças. – Tendemos a abordá-los como entretenimento, como apenas um jogo, e a esquecer que o entretenimento também nos afeta. De fato, se não nos afeta, o definimos como ‘entediante’. No levantamento, as crianças disseram que jogavam videogame, em média, por 20 horas por semana. Entre 9% e 12% dos meninos foram considerados como viciados pela pesquisa, contra 3% a 5% no caso das meninas. […]” Fonte: noticias r7 – estudo liga uso de games à depressão Texto 2 “Pela primeira vez, vício em games é considerado distúrbio mental pela OMS Comportamento viciado em videogame, sem controle de frequência e intensidade, pode representar um problema de saúde mental. O vício em jogos de videogame passou a ser considerado pela primeira vez um distúrbio mental pela Organização Mundial da Saúde. A 11ª Classificação Internacional de Doenças (CID) irá incluir a condição sob o nome de “distúrbio de games”. O documento descreve o problema como padrão de comportamento frequente ou persistente de vício em games, tão grave que leva “a preferir os jogos a qualquer outro interesse na vida. […]” Fonte: g1 globo – pela primeira vez vício em games é considerado disturbio mental Texto 3 Fonte: Charges Online Com base nos textos motivadores e no seu conhecimento, produza um texto dissertativo-argumentativo tendo como tema: Adolescentes e o vício em games.

    Para vestibulandosbanco de temas de redaçãoTopo de funil
    15 de mar. de 2018
    por-que-voce-deve-comecar-a-estudar-redacao-agora
    Otavio Pinheiro
    7 min

    Por que você deve começar a estudar redação agora?

    Lembra que a gente te deu umas dicas básicas pra tentar sair da fossa pós-resultado não tão bom no ENEM? Se não viu, tá perdido, vamos deixar o texto aqui. Já estamos em março, o carnaval já passou, o que significa que o ano começou oficialmente, então, era pra você já ter superado o que ficou no ano passado. Já superou? O que tá faltando, então? Falta começar a estudar redação. E se você me dizer “mas só estamos em março”, eu te digo “já estamos em março” e você deve começar a estudar redação agora. Quer saber por quê? Chega mais! Por que começar a estudar redação agora? 1) Já viu alguém chutar em redação e se dar bem? Não Já falamos várias vezes que redação é uma coisa subjetiva, lembra? Então, coleguinha, não há a menor possibilidade de você chutar na redação e ter um bom resultado. Não tem somatória, não tem múltipla escolha. É só você, sua cabeça genial, a proposta e a folha, e esse quarteto precisa ser fantástico. Duro, né? Mas é a realidade e você, além de aceitá-la, precisa lidar com ela, assim como um atleta olímpico lida com o fato de que precisa começar a treinar muito antes da competição, pois é no treinamento que ele descobre quais são suas fraquezas e quais são os seus pontos fortes e, junto com uma equipe, trabalha da melhor forma com as duas coisas. Neste caso, você é o atleta e nós somos a equipe técnica. Quanto antes você nos enviar os seus textos e nós apontarmos o que você tá fazendo de bacana e o que precisa melhorar, mais tempo teremos para chegarmos a um bom resultado. Simples, não? 2) Gente organizada não se desespera Adota essa frase como um mantra pra sua vida. Já viveu a sensação de ser convidado de surpresa pra um evento e não conseguir achar uma peça de roupa no seu armário porque ele tá parecendo uma zona de guerra? É sofrido demais e aposto que você não quer reproduzir isso na hora de fazer a redação e não saber de que canto da sua vasta cabecinha você vai tirar as ideias pro seu texto. Já viu a quantidade de matéria que tem pra estudar? Então, a gente não tá aqui pra te desanimar, mas não podemos deixar de te dizer que, sim, é bastante coisa. Mas, se você se organizar, as coisas serão mais fáceis. E como faz isso? Construindo hábitos e rotinas. Determine, dentro da sua rotina de estudo, um dia específico para produzir texto e coloque a meta de nunca encerrar uma semana sem escrever pelo menos uma redação. Anota aí também que você precisa estudar atualidades, pois não dá pra construir uma boa argumentação sem ter o que falar sobre o tema. Por fim, pega mais esta dica: escolha um método de organização de estudos. Tem gente que enche o quarto de post its, tem gente que usa a agenda colorida. Cabe a você escolher a melhor forma de se organizar, de acordo com as suas especificidades. Já falamos aqui sobre o quanto é importante respeitar a sua individualidade, e com método de estudo não é diferente. O que não dá pra fazer é simplesmente não bolar uma estratégia. Já viu treinamento sem tática? Não rola. 3) Sabe os imprevistos? Eles existem Além do vestibular e do ENEM, você tem toda uma vida pra viver. Eles são apenas uma coisa no meio de tantas outras: trabalho, escola (pra quem ainda tá no terceirão), graduação (pra quem tá cursando uma mas quer partir pra outra ou fazer duas), família, amigos, crush, Netflix (essa danadinha comedora de tempo), festa (ninguém é de ferro), mais crush, gato, cachorro, outro crush, muito meme pra rir, papagaio e periquito. É um tantão de coisa, né? E isso contribuiu bastante para que a nossa vida não siga um curso certinho, em linha reta, e faça curvas, às vezes bem radicais, de vez em quando. E tá tudo bem, viu? Seria muito monótono se não fosse assim. Mas se você tem um objetivo, precisa levar em conta a loucura toda que envolve este negócio que chamamos de viver. O que quer dizer que, se você estiver treinando desde cedo, os imprevistos não vai botar seu plano a perder. Ficou doente? Terminou um namoro? Perdeu algum ente querido? Poxa crush por que você não me nota? Jurou que ia ver só um episódio da sua série preferida, mas quando se deu conta estava diante daquela mensagem da Netflix perguntando se você está vivo? Acumulou muito trabalho? Acontece. E se você pudesse prever ou evitar, não se chamaria imprevisto. Mas como você começou a treinar desde já, não vai ter problema nenhum se você sair um pouco do percurso que traçou porque precisou viver um luto, porque pegou catapora ou simplesmente porque sua saúde mental te pediu uma pausinha (e você deu, pois ela é importante demais) pra reunir as energias e voltar melhor do que antes. A gente vai sentir saudade de receber seu texto pra corrigir, mas vamos sobreviver e, o que mais importante, sua plano de estudo também vai. 4) Agora uma coisa bem óbvia: tendo mais tempo, você consegue aprender com mais calma Aposto que você já ouviu alguém mais velho te dizer que “o apressado como cru”. E seja lá quem foi que te disse isso, saiba que a criatura tem razão. Sabe aquela lasanha de microondas que ficou congelada no meio? Que nojeira. Não queira que aconteça a mesma coisa com a sua redação porque você simplesmente decidiu estudar em cima da hora. Se você começar agora, vai ter tempo para estudar como se usa aquela vírgula, aquela crase, trabalhar o seu texto por partes. Olha só que coisa linda! Vai poder aprender os vários tipos de introdução e, na hora da prova, vai poder se dar ao luxo de escolher qual delas se encaixa melhor com a proposta de redação. Vai poder treinar diferentes estratégias argumentativas diferentes.

    Para vestibulandosredação nota 1000Meio de funil
    14 de mar. de 2018
    Tema de redação: Crianças em situação de rua no Brasil
    Otavio Pinheiro
    3 min

    Tema de redação: Crianças em situação de rua no Brasil

    Leia os textos abaixo e faça uma redação sobre Tema de redação: Crianças em situação de rua no Brasil. Texto I “Eram 23h43 daquele 23 de julho de 1993 quando um grupo de homens mascarados abriu fogo contra mais de 70 crianças e jovens que dormiam em frente à Igreja da Candelária, no centro do Rio de Janeiro. Oito morreram, e os que sobreviveram ainda sofrem com as sequelas da violência. Duas décadas depois, um dos crimes mais atrozes da história do Rio parece cair no esquecimento– e a sensação é de impunidade. A investigação da Chacina da Candelária, como o massacre ficou conhecido, levou à condenação de três policiais militares. Considerado o principal responsável, Marcus Vinícius Emmanuel Borges recebeu indulto da Justiça e foi liberado após 18 anos de prisão. O Ministério Público do Rio recorreu da sentença, e o indulto acabou sendo suspenso. Desde então, ele é considerado foragido. Os outros dois condenados – Marcos Aurélio Dias Alcântara e Nelson Oliveira dos Santos Cunha – receberam penas superiores a 200 anos, mas também foram indultados e hoje estão soltos. […]” Fonte: https://www.cartacapital.com.br/sociedade/chacina-da-candelaria-completa-20-anos-com-autores-soltos-826.html Texto II Fonte: humor político – especial dia das crianças Texto III “[…] Censo divulgado ontem pelo go­­verno federal mostra que o Brasil tem 23.973 crianças e adolescentes vivendo nas ruas de 75 cidades com mais de 300 mil habitantes. Essa é a primeira pesquisa que mostra a realidade dessa população. O Paraná tem a quarta maior população infantil de rua do país, com 1.172 me­­ninos e meninas. Entre os adolescentes e crianças ouvidos, 63% disseram que vivem nessa situação por causa de brigas familiares e violência doméstica. O estudo comprova o que ou­­tras pesquisas de menor alcance já tinham demonstrado: a maior parte dessa população é do sexo masculino e está na faixa etária dos 12 aos 15 anos. Metade dos entrevistados revelou que vive nessa situação há mais de um ano, o que é considerado um dado preocupante por especialistas, já que, quanto maior o vínculo com a rua, maior a dificuldade de se reverter a trajetória de vida. O estado com o maior número de crianças vivendo nas ruas é o Rio de Janeiro, com 5.091; a seguir vem São Paulo (4.751) e Bahia (2.313). […]” Fonte: gazeta do povo – 23 mil crianças ainda vivem nas ruas no brasil Com base nos textos motivadores e no seu conhecimento, produza um texto dissertativo-argumentativo tendo com o Tema de redação: Crianças em situação de rua no Brasil.

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    12 de mar. de 2018
    Redação pra concurso: não criemos pânico
    Otavio Pinheiro
    7 min

    Redação pra concurso: não criemos pânico

    Não é raro ouvirmos a seguinte frase: “se o concurso tiver redação, eu nem faço”. Calma lá, coleguinha. Não dá pra desistir da carreira que você quer por causa de uma simples redação (tá, ok, às vezes não é tão simples), né? Bora se juntar a nós, do Redação Online, e superar este medo. Como diria o nobre Chapolin: não criemos pânico! Não deixe a sua escrita “enferrujar” Ser concurseiro é, entre outras coisas, lidar com a incerteza. É comum rolar aquela expectativa quanto à abertura ou não do edital de um concurso que você está esperando, né? Se for uma prova para cargos federais e levarmos em conta o momento que o país vive, a coisa fica ainda mais complicada. Então, pega este conselho: não pare de escrever! Eu não espero o edital chegar para fazer redação, faço todo dia. Faço todo dia (Ok, todo dia, não. Só quis “pablovittarizar” a frase hehehe). Brincadeiras à parte, é muito importante, sim, que você não deixe de escrever entre o intervalo de um concurso em outro, mesmo que ele seja grande. Ou, ainda, se está se preparando para o primeiro concurso e não sabe quando abre o edital, é mais importante ainda que você comece escrever logo e mantenha uma regularidade de produções. Assim como sempre digo para vestibulandos, coloque uma meta de mínimo uma redação feita e corrigida por semana. Nossos corretores estão ansiosos para corrigir seu texto, manda logo! Ter confiança é top, mas na medida certa Já fez vários concursos e se sente top das Galáxias em redação? Que ótimo! É importante demais se sentir seguro, mas não pode deixar que a sua confiança lhe faça acreditar que não tem mais nada pra melhorar, pois sempre tem. Sem-pre! Além disso, não podemos esquecer que aquela redação que você fez e foi super bem era sobre outro tema e teve os critérios de correção estabelecidos por outra banca de professores (vou falar mais sobre isso), tá? E, como falei acima, não deixe sua habilidade escrita “enferrujar”. Nunca fez concurso, mas, na escola, era do queridinho dos professores de redação? É um bom começo!  Mas isso não quer dizer que você vai poder abdicar de treinar a sua produção textual, hein? Lembre-se que estamos lidando com contextos diferentes e, mais uma vez (sim, vou ser chata, pois isso é muito importante), reforço que não dá para parar de escrever e perder a prática. Fique íntimo dos critérios de correção É aquele negócio: pra jogar, tem que saber as regras. Já pensou o micão que seria participar de um campeonato de xadrez sem antes conhecer e estudar as regras do jogo? Ou chegar no jogo de xadrez achando que vai jogar poker? Com redação não é diferente, não. Pensa no pânico da criaturinha que não conferiu o edital, vai pro concurso crente que vai escrever uma dissertação e, ao chegar lá, dá de cara com um estudo de caso. Por isso, leia o edital com muita atenção e, mais do que isso, procure entender claramente os critérios adotados para a correção da redação. Leu uma vez e não entendeu? Bora ler de novo. Ainda tem dúvida? Procure ajuda. No facebook, por exemplo, é comum ter grupos relacionados a concursos. Se você for nosso aluno no Plano MED, você pode, também, pedir ajuda do seu querido tutor, que tá ansioso pra responder suas perguntinhas. Além disso, lembre-se que, no Redação Online,independente do plano escolhido, você pode enviar o edital da prova e ter uma correção de acordo com os critérios da banca, tá? Se ainda não conhece o site, tá perdendo. Pesquise sobre o temas cobrados anteriormente Bom, o tema da redação não vai se repetir, mas sabemos que, assim como no vestibular e no ENEM, as bancas costumam de seguir um “padrão” na hora de escolher o tema.   “Ai, no outro concurso que eu fiz, pesquisei um monte sobre o tema e caiu algo nada a ver com nada.” Bom, vamos lá. Primeiro, os temas não surgem do nada, certo? E, segundo, é meio clichê dizer isto,mas vou arriscar: o tempo que você gasta adquirindo conhecimento nunca é um desperdício. Além disso, ao estudar alguns temas, você está estudando atualidades, matéria que é cobrada em alguns concursos. Por fim, o estudo do tema também vai lhe permitir conhecer características específicas da elaboração da proposta de acordo com a banca organizadora. Exemplo: há bancas que elaboram propostas com textos longos, outras preferem textos curtos acompanhados de imagens, enquanto algumas optam por gráficos. Enfim, há algumas possibilidades. E nem preciso lhe dizer que é muito bom ir para a prova tendo ideia do que vai encontrar, né? Não se esqueça de treinar o famigerado uso da língua e famigerada interpretação de texto É, não dá escapar, você tem que dominar o uso da língua. Além ter precisar disso para a prova de Língua Portuguesa, sua redação também precisa ser construída com o uso da norma padrão do português brasileiro. Então, tá liberado tirar uns minutinhos pra esbravejar: Pronto, já deu! Agora vamos engolir o choro, a raiva e estudar. Como faz isso? Bem, além de dominar a teoria, você precisa da prática. Uma boa dica é enviar seu texto pra gente, ver quais os erros que você tá cometendo com frequência e focar no estudo da matéria relacionada a eles. Exemplo: os corretores apontam frequentemente que você tem dificuldade com o uso da vírgula? A partir de hoje seu objetivo de vida é ser a rainha ou o rei da vírgula. Tá, não precisa tanto. Mas precisa estudar as regras da vírgula, sim. E sabe o que é mais legal? Se você caprichar no estudo e manter uma frequência bacana de envio de redações, vai ver a mágica da evolução acontecendo. Quando menos se der conta, vai tá usando a virgulinha lindamente. E a interpretação de texto, hein? É importantíssima. Sem ela, você vai queimar na largada, pois vai ter dificuldades entender o que pede a proposta de redação e também

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    09 de mar. de 2018
    Tema: A autonomia da mulher brasileira nos casos de interrupção da gestação.
    Otavio Pinheiro
    3 min

    Tema: A autonomia da mulher brasileira nos casos de interrupção da gestação.

    Leia os textos abaixo e faça uma redação sobre Tema: A autonomia da mulher brasileira nos casos de interrupção da gestação. Texto I “[…] Para se falar em autonomia, há que se verificar se existe liberdade de pensamento, sem coações internas ou externas. Se não existir possibilidade de escolha, não se pode falar em liberdade e, por conseguinte, não existe autonomia. Deste modo, a autonomia nada mais é que uma liberdade moral, conferida a todos e que deve ser respeitada. Tendo em vista o controle social, o estado psíquico do ser humano, as suas relações sociais, se torna impossível falar numa autonomia pura, desvinculada de qualquer coação interna ou externa; no entanto, existem algumas situações em que é visível a falta total da autonomia. Se não há liberdade, a autonomia não é desenvolvida de forma ampla: é o que ocorre, por exemplo, com a falta de recursos em membros de determinado grupo social tornando-os vulneráveis e os impedindo-os de ter escolhas, seja pela falta de recursos econômicos, seja pela falta de conhecimentos. […]“ Fonte: https://periodicos.ufpb.br/ojs/index.php/ged/article/view/20428/11799 Texto II  “[…]A criminalização é incompatível com os seguintes direitos fundamentais: os direitos sexuais e reprodutivos da mulher, que não pode ser obrigada pelo Estado a manter uma gestação indesejada; a autonomia da mulher, que deve conservar o direito de fazer suas escolhas existenciais; a integridade física e psíquica da gestante, que é quem sofre, no seu corpo e no seu psiquismo, os efeitos da gravidez; e a igualdade da mulher, já que homens não engravidam e, portanto, a equiparação plena de gênero depende de se respeitar a vontade da mulher nessa matéria. (…) A tudo isto se acrescenta o impacto da criminalização sobre as mulheres pobres. É que o tratamento como crime, dado pela lei penal brasileira, impede que estas mulheres, que não têm acesso a médicos e clínicas privadas, recorram ao sistema público de saúde para se submeterem aos procedimentos cabíveis. Como consequência, multiplicam-se os casos de automutilação, lesões graves e óbitos”. […]” Fonte: https://justificando.cartacapital.com.br/2017/08/09/quais-sao-as-ultimas-noticias-sobre-o-direito-ao-aborto-no-brasil/ Texto III Fonte: https://www.pragmatismopolitico.com.br/2013/08/quem-e-a-mulher-brasileira-que-aborta.html Texto IV “[…]No Brasil, o aborto é permitido pelo Código Penal em duas situações: em caso de estupro e quando há risco de morte para a gestante. A partir de 2012, o Supremo Tribunal Federal (STF) deixou de considerar crime o abortamento em casos de anomalias fetais graves e incompatíveis com a vida extrauterina. Em 2013, foi sancionada a lei que obriga os hospitais do SUS a prestar atendimento emergencial, integral e interdisciplinar às vítimas de violência sexual. Apesar de não mencionar a palavra ‘aborto’, a lei garante os cuidados das lesões físicas, o amparo social e psicológico, a profilaxia de doenças sexualmente transmissíveis e da gravidez, entre outros direitos. Em último caso, a mulher pode interromper a gravidez forçada. A realidade, no entanto, não é bem assim. Nem todos os hospitais garantem acesso a serviços de saúde voltados às vítimas de estupro, e poucos oferecem o abortamento seguro, realizado em condições de higiene e segurança e por equipe de saúde, nos casos previstos na lei.” Fonte: https://drauziovarella.com.br/mulher-2/aborto-legal/ Com base nos textos motivadores e no seu conhecimento, produza um texto dissertativo-argumentativo tendo com o Tema: A autonomia da mulher brasileira nos casos de interrupção da gestação.

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    09 de mar. de 2018
    Tema de redação – Empreendedorismo social: é possível?
    Otavio Pinheiro
    4 min

    Tema de redação – Empreendedorismo social: é possível?

    Leia os textos abaixo e escreva uma redação sobre Tema de redação – Empreendedorismo social: é possível? Texto I “[…] Empreendedorismo social é um termo que significa um negócio lucrativo e que ao mesmo tempo traz desenvolvimento para a sociedade. As empresas sociais, diferentes das ONGs ou de empresas comuns, utilizam mecanismos de mercado para, por meio da sua atividade principal, buscar soluções de problemas sociais. Os negócios sociais integram a lógica dos diferentes setores econômicos e oferecem produtos e serviços de qualidade à população excluída do mercado tradicional, ajudando a combater a pobreza e diminuir a desigualdade. Inclusão social, geração de renda e qualidade de vida são os objetivos principais dos negócios sociais, que também são economicamente rentáveis. Este tipo de negócio com impacto social tem proliferado por todo o País, por uma geração de empreendedores que pautam sua estratégia em valores sustentáveis. Diversas instituições têm colaborado para a conceituação e fomento deste novo modelo de negócio. A organização internacional Artemisia, a Ashoka, pioneira no campo da inovação social, e a Fundação Schwab, responsável pelo prêmio Empreendedor Social no Brasil, são alguns dos órgãos que estimulam o desenvolvimento destes negócios. Um exemplo de negócio transformador e de impacto social é a Feira Preta, a maior feira de cultura negra da América Latina. Por meio de ações, feira de negócios e eventos culturais, a organização busca fomentar o empreendedorismo étnico e fortalecer a cultura negra no País. Em 10 edições, a feira já reuniu 400 artistas, 500 expositores e mais de R$ 2 milhões de circulação monetária e 40 mil visitantes. […]” Fonte: https://www.brasil.gov.br/cidadania-e-justica/2012/02/empreendedorismo-social-gera-lucro-e-desenvolvimento Texto II “[…] Nada disso no fundo é novo, mas pessoas de boa vontade são sempre bem-vindas. Ainda mais em tempo de individualismo atroz como “filosofia” de vida dominante. Esse empreendedorismo social, no entanto, deve ser compreendido. Ele parece fruto do desencanto com governos e ideologias de qualquer espécie. Baseia-se num voluntarismo do bem e volta as costas para qualquer política – a não ser as micropolíticas de intervenção local. Acredita piamente na ação em casos específicos e na multiplicação espontânea dos seus agentes, uma espécie de corrente que, em certo prazo, seria capaz de mudar o planeta. Não faz uma crítica estrutural do modelo econômico dominante, apenas deplora seus efeitos – como se uma coisa estivesse desligada da outra. Enfim, como definiu um desses personagens, o empreendedor social é um misto do capitalista ávido de lucro com Madre Teresa de Calcutá. É preciso ver se personagem tão contraditório para em pé.” Fonte: https://cultura.estadao.com.br/blogs/luiz-zanin/quem-se-importa-e-o-empreendedorismo-social/ Texto III “[…] O GRAAC, uma das mais eminentes instituições de empreendedorismo social no Brasil, atende a crianças e adolescentes com câncer. Ele possui um centro de pesquisa que trabalha em conjunto com a Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) e um hospital em Botucatu atendendo três mil pessoas/ano. O impacto que traz ao tratamento e à vida dos seus pacientes é essencial, todavia o tamanho do público e o seu escopo representam um pequeno percentual em um sistema de saúde de um país com mais de 200 milhões de habitantes. O GRAAC recebe verbas diretas do SUS, além de doações empresariais feitas através de renúncia fiscal – que seriam os investimentos indiretos do estado. […] A ação empreendedora é ágil e bastante inovadora, contrastando com a burocracia de grandes instituições e do Estado. Entretanto, devemos ser cautelosos com o poder que ela tem na resolução de problemas altamente complexos como emprego, saúde, educação, questões que necessitam de análises profundas e soluções igualmente complexas. O crescente hype em cima do empreendedorismo pode causar nebulosidade na discussão desses problemas, apontando para soluções de baixa eficácia. O empreendedorismo deve ser estimulado, mas longe de um discurso panfletário que o projete como a panaceia do mundo neste início de século 21.” Fonte: https://papodehomem.com.br/por-que-o-empreendedorismo-talvez-nao-seja-a-solucao-dos-nossos-problemas/ Com base nos textos motivadores e no seu conhecimento, produza um texto dissertativo-argumentativo tendo com o Tema de redação – Empreendedorismo social: é possível?

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    02 de mar. de 2018
    Existe vida pós-ENEM
    Otavio Pinheiro
    8 min

    Existe vida pós-ENEM

    Sabemos o que você sente. Todos nós da equipe fomos adolescentes e achávamos que, pra tudo dar certo, aquela prova tinha que dar certo. E que se não fosse assim, como seria? Acho que é claro: a vida tem uma caminho traçadinho. Não tem muito o que inventar. Você vai do fundamental pro médio, do médio pra faculdade, da faculdade pro casamento/emprego/filhos. Aliás, você estudou 8 anos pra chegar até aqui. Seus pais te sustentaram, você estudou o que pôde, se estressou bem mais do que podia e devia, abriu mão de muita diversão pra que isso, que tinha que dar certo, desse certo. Ou, ainda, você não tinha quem lhe sustentasse e teve que se virar nos 30 para conseguir ganhar o pão de cada dia e, ao mesmo tempo, estudar pra que essa correria não fosse sua realidade pra sempre. Aí chegou o grande dia, você estava lá, tinha todo o conteúdo na cabeça, sabia que aquela era a hora, mas não rolou. E por que não rolou? Agora é a hora de usar essa cabecinha linda pra dar uma analisada no que aconteceu e aproveitar cada oportunidade dessa situação (talvez infeliz), já que somos os funcionalistas dessa pós-modernidade. Deixa o passado só um pouquinho pra trás e mergulha aqui no presente comigo e responda depois se Existe vida pós-ENEM: 1. Tá tudo bem: o caminho tem que se encaixar em você, e não você nele. Já percebeu que muita gente que passa no vestibular o faz porque tá bem mentalmente? Na receitinha de sucesso de vários vestibulandos consta exercícios, sono em dia e lazer com os coleguinhas. Será que isso não os deixou confortáveis, pois, quando a sua vida vai bem, você se sente confiante e a tendência é que outras coisas caminhem no mesmo ritmo? Há também aquele apoio, aquela certeza de que, se der tudo errado, você ainda tem todo o resto dando certo. Você não está disposto a deixar a peteca cair – pra pular no poço da sua narrativa pessoal de sofrimento para procurar. É normal as coisas não darem certo de primeira. Será que não é melhor diminuir a pressão sobre algo que é importante, mas não tudo? (Lembre-se sempre: sua saúde mental, sim, é tudo!). Se você parar pra perceber, esses processos são construídos pra que uma bigorna de pressão seja jogada em você de uma vez só. Meses se preparando pra algumas horas de um dia só. Percebe a desproporcionalidade? Portanto, não tratar o vestibular/concurso/enem como o top dos tops dos sacrifícios colabora e muito pra diminuir a mística envolta nesse negócio. Não se deixe afogar nesse mar de pressão que você se coloca. Sempre tenha seus cais. E, mais fácil do que fingir ter uma vida legal, é realmente ter uma. Continue a remar! 2. Encontre sua forma de estudar. Talvez você não goste de gente. Talvez não goste de vozes altas, de ficar sozinho, de escrever. Não tem receita mágica: há o que dá e não dá certo pra você. Encontre o seu jeito de estudar, aquele em que o conteúdo flua diretamente pra dentro da sua cabeça. Eu sei que você é constantemente bombardeado por histórias de sucesso e tá tudo bem se inspirar em alguém, mas a fórmula do outro pode não ser aplicável pra você e tá tudo bem, também. Respeite as suas individualidades. Exemplo: aquela sua prima que passou de primeira no vestibular, já foi aprovada em 3 concursos e virou o assunto dos almoços de família acordava cedinho pra estudar, lia livro de cabeça pra baixo pendurada numa árvore e ainda fazia flexão durante a leitura. Pode ser que você tenha um rendimento bem ruim se acordar muito cedo, tenha medo de altura e não consiga fazer flexões,  mas super se sai bem quando estuda à noite e sentadinho na sua cadeira preferida. Tá ok, viu? O lance é se organizar. Se forçar a fazer algo que não serve pra você só vai fazer você perder tempo. Ah, se mantenha aberto: todo conhecimento é válido e importante. Não faça birra pra umas matérias aí (redação mesmo, nem pense)! É natural que você tenha mais facilidade para aprender alguns conteúdos enquanto sente dez tipos de desespero diferentes quando vai estudar outro. O que não dá pra fazer é simplesmente desistir daquilo que te parece mais difícil. E, se você parar pra perceber, tudo está conectado. Holístico demais, eu sei, mas sempre dizemos aqui que tudo serve como referência pra redação, por exemplo. Não gosta de estudar geografia? Não curte história? Desistiu da humanidade, não lê mais jornal e tá por fora do que tá rolando no Brasil e no mundo? Assim não dá, amiguinho. Lembre-se de que você precisa de conteúdo para a sua produção textual e de que uma disciplina não deixará de ser cobrada só porque você não tem crush com ela (seria ótimo, mas não rola). O mesmo vale para as exatas, viu? A banca não vai aliviar pra você só porque você é de humanas e fica nervoso na hora de conferir o troco. Enfim, não fuja do que te desafia. Uma coisinha só: não dá pra negar que qualquer projeto em que há muito planejamento tem uma chance altíssima de dar certo. Faça seu planejamento, coloque revisão na conta, seu sono em dia, férias, os amigos da escola, seus pais, namorada, hobby, o exercício que te deixe feliz. Coloque o google agenda pra trabalhar. Vixe, coisa pra caramba, neném. Mas você dá conta. 3. Dê um tempo pra sua cabeça A gente não esquece que você é gente. Mas, as vezes, nós mesmos esquecemos que somos gente. De carne e osso, cheio de sonhos, vontades e nervosismo. Vou repetir o que diz o título: dê um tempo pra sua cabeça. A carga mental que não conseguir algo que é importante pra você deixa é gigante. Dá uma respirada pra ela ir embora aos poucos. Saia um dia pra praia sozinho. Leia poemas, uma revista de fofoca, caia no

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    02 de mar. de 2018
    Tema de Redação: UFSC 2016
    Otavio Pinheiro
    4 min

    Tema de Redação: UFSC 2016

    O tema da redação do Vestibular da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) de 2016 foi “A persistência da violência contra a mulher na sociedade brasileira”. Esse tema aborda uma problemática social relevante, que é a violência de gênero e suas diversas manifestações no contexto brasileiro. As propostas feitas para os candidatos elaborarem suas redações foram as seguintes: Proposta 1 para o tema de redação UFSC 2016 Considere os textos abaixo e crie uma lenda a ser contada por um sábio indígena às crianças de sua aldeia. Texto 1: Em todas as culturas, as lendas surgem como narrativas que o homem encontrou para compreender e dar sentido aos fatos e eventos da vida e do mundo. Muitas lendas explicam a origem das coisas, como certos alimentos; práticas culturais, como a agricultura; e fenômenos naturais, como o trovão e os eclipses. O contato dos povos indígenas com comunidades próximas tornou algumas dessas lendas conhecidas, de modo que foram absorvidas pela cultura regional brasileira. Mitos e lendas da cultura indígena. Museu do Índio – PROGDOC. Disponível em: . [Adaptado]. Acesso em: 15 out. 2015 Texto 2: O grande narrador é considerado pelos povos indígenas uma pessoa mais sábia e maiscompleta. Ele conhece as histórias dos tempos antigos e da formação do mundo e, por isso,sabe pensar sobre os problemas dos tempos presentes. Muitos dos fenômenos da atualidade,como as doenças, a morte e a guerra, tiveram origem em algum acontecimento dos temposprimeiros.[…] As lendas indígenas não desapareceram, mesmo com todas as mudanças no mundomoderno. Elas ainda permanecem vivas porque são muito importantes para os povos indígenas,porque são a sua verdade sobre o mundo, e também porque fazem parte de uma tradição muitoantiga, transmitida por pessoas que vivem por aqui há milhares de anos.Elas são uma demonstração de que, por trás da aparência de simplicidade, os povos indígenaspossuem um universo de imaginação e de pensamento muito rico.CESARINO, Pedro. Histórias indígenas dos tempos antigos. São Paulo: Claro Enigma, 2015, p. 11-12. [Adaptado]. Texto 3: Proposta 2 para o tema de redação UFSC 2016 Considere os textos abaixo e escreva uma dissertação sobre o papel das festas populares nacontinuidade de uma memória coletiva: Texto 1 As festas podem ser examinadas do ponto de vista da atividade lúdica, mas também como um acontecimento de integração da realidade das comunidades envolvidas, no sentido de avaliar seu potencial como formadora da cidadania, da conscientização e da participação social. […] Ao expor a cultura, a memória histórica e os usos dos povos, as festas populares podem subverter as propostas de turismo predatório, beneficiando as comunidades envolvidas em tal atividade.FERREIRA, Maria Narareth. Comunicação, resistência e cidadania: as festas populares. Comunicação e informação, v. 9, n. 1, p. 111-117, 2006. [Adaptado]. Texto 2 As festas populares são momentos ímpares de expressão e de manifestação da cultura popular, de sociabilidade, integrando diversas tradições, nas quais as camadas populares se envolvem com intensidade. As festas possuem um potencial para se tornarem um momento de manifestação popular ou mesmo de quebra de comportamentos padronizados.SOUZA, João Carlos de. O caráter religioso e profano das festas populares: Corumbá, passagem do século XIX ao XX. Revista Brasileira de História, São Paulo, v. 24, n. 48, p. 331-351, 2004. Proposta 3 para o tema de redação UFSC 2016 Considere os textos abaixo e redija uma crônica que tematize um aspecto das relações desolidariedade na sociedade contemporânea. Texto 1 A caridade da esmola é vertical, semeia costumes ruins e é humilhante. Como diz um provérbio africano, a mão que dá está sempre acima da mão que recebe. Mas as relações de solidariedade, que são horizontais, geram respostas completamente diferentes. Entrevista com Eduardo Galeano. Carta maior, 29 jan. 2010. Disponível em: . [Adaptado]. Acesso em: 25 nov. 2015. Texto 2 Se concordarmos com o conceito de solidariedade como vínculo de responsabilidade recíproca, já teremos saído do uso vago dessa expressão atribuído pelo senso comum. ALMEIDA, João Carlos. Antropologia da solidariedade. Notandum, Universidade do Porto, v. 14, p. 67;70, 2007. Disponível em: . [Adaptado]. Acesso em: 25 nov. 2015. Estudar e praticar os temas que já caíram na redação das provas da UFSC é o melhor jeito para se preparar para esse vestibular! Não esqueça de na hora de praticar ter sempre um corretor especializado te orientado para garantir a nota máxima na prova!

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    28 de fev. de 2018
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    1100101102121

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