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Veja mais um tema escolhido pela equipe do Redação! A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo na modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema: A importância das leis de incentivo para a cultura. Sua redação deve apresentar proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista. Atente-se para o número mínimo de 7 linhas e máximo de 30 para desenvolver suas ideias. Texto 01 A cultura – somatória de costumes, tradições e valores – é um jeito próprio de ser, estar e sentir o mundo, ‘jeito’ este que leva o indivíduo a fazer, ou a expressar-se, de forma característica. Ora, SER é também PERTENCER – a algum lugar, a alguma fé ou a um grupo, seja família, amigos ou povo. Daí ser a cultura um forte agente de identificação pessoal e social, um modelo de comportamento que integra segmentos sociais e gerações, uma terapia efetiva que desperta os recursos internos do indivíduo e fomenta sua interação com o grupo e um fator essencial na promoção da saúde, na medida em que o indivíduo se realiza como pessoa e expande suas potencialidades. A percepção individual do mundo é influenciada pelo grupo. Aquilo que o grupo aprova ou valoriza tende a ser selecionado na percepção pessoal; já o que é rejeitado ou indiferente aos valores do grupo tem menor possibilidade de ser selecionado pela percepção do sujeito – e se for significativa para o sujeito, este o guarda para si ou o elabora de forma a adaptá-lo aos valores grupais, seja de foram lúdica, simbólica ou distorcida, no intuito de evitar a censura coletiva. O indivíduo que consegue burlar a censura grupal e introduzir nela uma significativa mudança de valores adquire o poder de influenciar a História, daí o dizer-se que ‘os poetas são profetas’. Explica-se, assim, o medo que os governos autoritários e ditatoriais tem da elite cultural a a perseguição política acirrada que os representantes da cultura tem sofrido através dos séculos – por exemplo, queima de livros e de sábios nas fogueiras da Inquisição, acusados de bruxaria e de pacto com o demônio. Os povos evoluem através de mudanças significativas em sua cultura e as mudanças acontecem rapidamente quando o clima político é de liberdade; caso contrário demora apenas mais uma pouquinho, o tempo de o pensamento, que é livre, romper os grilhões da intolerância. (A importância da cultura na formação do cidadão. Extraído e adaptado de qdivertido) Texto 02 As leis de incentivo à cultura existem no Brasil desde a década de 1990, mas ainda são pouco utilizadas pelos empresários, produtores e artistas por diversos motivos, sendo o principal, o desconhecimento de seus mecanismos e benefícios. Como o próprio nome já diz, estas leis visam incentivar às empresas a patrocinarem projetos culturais, através de isenção fiscal. Há a Lei Federal, conhecida como Lei Rouanet, as Leis Estaduais e em apenas alguns municípios mineiros há a lei municipal de incentivo à cultura. (A importância das leis de incentivo para a cultura. Extraído e adaptado de diagrarte – A importância das leis de incentivo para a cultura) Mande sua redação com Tema: a importância das leis de incentivo para a cultura para nossa correção detalhada!

Veja um novo tema de redação escolhido pela equipe do Redação Online sobre a cultura do estupro! A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo na modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema: cultura do estupro. Sua redação deve apresentar proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista. Atente-se para o número mínimo de 7 linhas e máximo de 30 para desenvolver suas ideias. Texto 1 de redação sobre estupro O que é a cultura do estupro e por que é preciso falar sobre ela Caso de estupro coletivo no Rio colocou em evidência o debate sobre o conjunto de crenças que coloca a culpa na vítima O estupro coletivo de uma jovem de 16 anos no Rio de Janeiro e a divulgação do vídeo do crime em redes sociais colocou em evidência o debate público sobre cultura do estupro, o mecanismo de aceitação e replicação de conceitos que normalizam o estupro com base em construções sociais sobre gênero e sexualidade. A cultura do estupro só é possível em um contexto em que haja profunda desigualdade de gênero. Para que ela exista, é preciso que haja uma constante desumanização da mulher e objetificação de seu corpo. Como funciona a cultura do estupro A cultura do estupro é uma construção que envolve crenças e normas de comportamento, estabelecidas a partir de valores específicos, que acabam banalizando, legitimando e tolerando a violência sexual contra a mulher. A maioria dessas normas está calcada na noção de que o valor da mulher como ser humano está atrelado a uma lista de condutas que envolvem, frequentemente, uma moralidade relacionada à sexualidade. O problema está na subjetividade desse conjunto de condutas e na maneira como elas se prestam a controlar o corpo, a liberdade e a sexualidade da mulher. A existência dessas normas já caracteriza uma falta de direito da mulher sobre o próprio corpo e suas vontades. A partir daí, socialmente aceita-se que ela seja desumanizada e seja vista como um objeto. É por isso que há a ideia de que existem mulheres “com valor” e “sem valor” – só objetos perdem valor. Outro elemento que aparece quando o valor da mulher é conectado com o controle de sua sexualidade é a ideia de que é necessário preservar sua castidade para ser vista como digna de valor e respeito. A discussão sobre consentimento passa pelo controle da sexualidade feminina e, ainda hoje, a ideia de que “quando mulher fala ‘não’, quer dizer ‘sim’”, que segue corrente no senso comum, ajuda a compor esse quadro. É esse pano de fundo que, diante da notícia de um estupro, permite comentários que questionam a roupa que a vítima usava, o que ela fazia na rua à noite ou se ela não teria “provocado” o agressor. Nesse contexto, a culpa do estupro muitas vezes é atribuída à mulher e a responsabilidade de evitá-lo também é sua responsabilidade. O estuprador como ‘monstro’ A cultura do estupro estimula a crença de que, se a mulher é estuprada, de alguma maneira a culpa foi dela. Se não é possível encontrar razões dentro dessa lista de condutas para culpá-la, então assume-se que o agressor tem algum tipo de patologia – “um monstro”. No entanto, a noção de que apenas “monstros”, portadores de uma patologia, sejam capazes de cometer um estupro não explica a imensa prevalência deste crime no mundo. No Brasil, de acordo com o Anuário do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, todos os anos 50 mil pessoas são estupradas. Acredita-se, contudo, que o número seja cerca de dez vezes maior. O estupro é um dos crimes mais subnotificados no mundo todo. O motivo: o mecanismo que culpa a mulher pelo estupro faz com que ela também se sinta culpada pela violência que sofreu. Além disso, há a noção de que existe um valor da mulher atrelado ao seu corpo e à não violação dele. Por isso, mulheres sentem receio de falar sobre o que sofreram por vergonha. Por fim, o aparato institucional de denúncia e atendimento ainda não está totalmente preparado para lidar com casos dessa natureza. Nos EUA, o Centro de Controle e Prevenção de doenças estima que uma a cada cinco mulheres serão estupradas em algum momento da vida. E ¾ das vítimas são estupradas por homens que as conhecem, e não por um estranho em um beco escuro. O que é a cultura do estupro e por que é preciso falar sobre ela. Extraído e adaptado de nexo jornal – O que é a cultura do estupro Texto 2 sobre redação do estupro Texto 3 O estupro do poder O menino de 9 anos começou a chorar quando contou o que havia acontecido com ele. Alguns dias antes, enquanto procurava por comida junto com um amiguinho, encontrou dois adultos que falaram que tinham alguns alimentos sobrando e que poderiam dividir um pouco com eles – em troca de um pequeno favor. O favor? Que os meninos fizessem sexo oral nos adultos. Sem comer há dias, as crianças acabaram cedendo. Depois de ganhar a comida, traumatizados, os pequenos não conseguiram voltar para casa e acabaram abandonando seus lares. A história acima aconteceu em 2014, os meninos de 9 anos eram moradores de um campo de refugiados na República Centro-Africana e os adultos que os extorquiram por comida eram soldados franceses de uma força de paz da ONU. E a história não para por aí: segundo um relatório interno da própria Organização, outras 11 crianças no país africano foram estupradas analmente ou forçadas a fazer sexo oral em membros da força de paz, tudo em troca de comida. Quase que pior que as histórias de estupro foi o que a ONU fez com o relatório que continha essas denúncias. O documento foi encaminhado de funcionário a funcionário a funcionário – sem que ninguém tomasse nenhuma providência.

Veja mais um tema escolhido pela equipe do Redação! A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo na modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o Tema de redaçao: UBER VS Taxi. Sua redação deve apresentar proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista. Atente-se para o número mínimo de 7 linhas e máximo de 30 para desenvolver suas ideias. Texto 01 Uber é um aplicativo para dispositivos móveis que coloca os usuários em contato direto com os automóveis de passageiros com condutor. A pedra fundamental deste serviço de táxi? A geolocalização dos nossos celulares. Grande inimigo dos táxis tradicionais, o Uber incomoda porque a empresa da Califórnia não segue as regras administrativas e comerciais tradicionais deste mercado. (Uber o que é isso? Conheça o concorrente dos Táxis. Extraído e adaptado de artigos softonic). Texto 02 Muitas pessoas ainda não ouviram falar do Uber, mas isso vai mudar rapidamente, aliás, já está mudando. O Uber é um aplicativo que permite a qualquer pessoa, com um “smartphone”, chamar um carro com motorista, como se fosse um táxi. Em poucos minutos o veículo de boa qualidade, chega ao local definido com um motorista educado para o levar ao seu destino. Música? Pode escolher, se tiver o aplicativo “Spotify” no seu telefone, a música é a sua. Preço? Na versão básica, o Uber X, é mais barato do que um táxi. Chegando ao final, o valor é cobrado diretamente no seu cartão de crédito cadastrado, o que acaba com o tradicional “é que não tenho troco para 50”. No final da viagem, você recebe no seu telefone um recibo e um pedido para avaliar o serviço entre 1 a 5 estrelas. Este serviço fantástico tem tido imensas reclamações por parte dos taxistas, que acusam o Uber de ser inseguro, ilegal, pouco profissional e claro, de roubar empregos. (Não é o Uber que tem que mudar, são os taxistas. Extraído e adaptado de gppaschoal jusbrasil) Texto 03 Confusão no trânsito. Tudo por causa de um aplicativo para celular. Através dele, você pode chamar um carro, como um táxi. Com um motorista, parecido com um táxi. Só que não é um táxi. Os taxistas de verdade estão reclamando há muito tempo dizendo que é concorrência desleal, que o serviço é ilegal. Fizeram vários protestos e o maior deles foi nesta sexta-feira, no Rio de Janeiro. O clima está tenso e tem gente querendo partir para a briga. Taxista: Você é Uber? Motorista: Não, por quê? Taxista: É Uber, sim! E o que você está fazendo aqui? Motorista: Esperando uma pessoa. Taxista: Esperando uma pessoa na Uber? Sai daqui senão vou quebrar você tudinho. Não aparece aqui, não. Não aparece! E vou falar pra você na boa: Uber aqui não cola, não. Vou quebrar você e o carro. Caminha, já era. O que você vem fazer aqui? Sai e fala pros seus camaradas não aparecer aqui, senão nós vai matar e quebra mesmo. O motorista ameaçado é na verdade um jornalista do Fantástico que percorreu as ruas de São Paulo dirigindo um carro preto. A cena aconteceu na saída de uma casa noturna, esta semana. Quem fez as ameaças foi um taxista. (Entenda a briga entre taxistas e os motoristas do aplicativo Uber. Extraído e adaptado de g1 globo). Texto 04 Escreva uma redação sobre Tema de redaçao: UBER VS Taxi e nos envie para correção!

Mais um tema escolhido pelo Redação para você! A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo na modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema: O brasileiro e a ética. Sua redação deve apresentar proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista. Atente-se para o número mínimo de 7 linhas e máximo de 30 para desenvolver suas ideias. Texto I “[…] As pessoas se queixam da falta de ética no Brasil e não se dão conta de que isso se deve a pouca oportunidade que o brasileiro comum tem de escolher ser ético ou não. Eu tenho tanto direito a ser corrupto quanto qualquer outro cidadão, mas não tenho oportunidade de sequer ouvir uma proposta para decidir se aceito. A corrupção continua ao alcance apenas de uns poucos privilegiados. Por que só uma pequena casta pode decidir se vai ter um comportamento ético enquanto a maioria permanece condenada à ética compulsória, por falta de alternativas? Quando me perguntam se sou ético, a única resposta que posso dar é a mesma que dou quando me perguntam se gosto do vinho Chateau Petrus: não sei. Nunca provei.[…]” Disponível em: https://cultura.estadao.com.br/noticias/geral,meu-valor-imp-,1156281 Texto II Disponível em: https://obviousmag.org/mulher_cultura_plural/2015/03/nos-brasileiros-por-anos-a.html Texto III Evasão fiscal anual no Brasil ‘equivale a 18 Copas do Mundo’ Mesmo antes da disparada na cotação do dólar, US$ 280 bilhões já seria um número impressionante. Segundo uma pesquisa da Tax Justice Network (rede de justiça fiscal, em tradução livre, organização internacional independente com base em Londres, que analisa e divulga dados sobre movimentação de impostos e paraísos fiscais), este é o montante que o Brasil teria perdido, apenas em 2010, com a evasão fiscal – em 2011, ano de divulgação do estudo, isso equivalia a R$ 490 bilhões. O número vem de estimativas feitas com base em dados como PIB, gastos do governo, dimensão da economia formal e alíquotas tributárias. Segundo um dos pesquisadores da organização, estudos sobre evasão fiscal mostram que as estimativas do que deixa de ser arrecadado leva em conta também a economia informal. O valor coloca o Brasil atrás apenas dos Estados Unidos numa lista de países que mais perdem dinheiro com evasão fiscal. É 18 vezes maior que o orçamento oficial da Copa do Mundo de 2014 e quase cinco vezes mais que o orçamento federal para a Saúde em 2015, por exemplo. É bem maior que os R$ 19 bilhões que a Polícia Federal acredita terem sido desviados da União por um esquema bilionário de corrupção envolvendo um dos principais órgãos do sistema tributário brasileiro, o Carf – a agência responsável pelo julgamento de recursos contra decisões da Receita Federal, e que é o principal alvo da Operação Zelotes. Mas para diversos estudiosos da área, a deflagração da ação policial pode representar o momento em que a sonegação ocupe um espaço maior nas discussões sobre impostos no Brasil, normalmente dominadas pelas críticas à carga tributária no país. […] Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/noticias/2015/04/150415_brasil_zelotes_evade_fd

Veja mais um tema escolhido para você pelo Redação! A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo na modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema: Limitação da internet fixa no Brasil. Sua redação deve apresentar proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista. Atente-se para o número mínimo de 7 linhas e máximo de 30 para desenvolver suas ideias. TEXTO I Presidente da Anatel diz que era da internet ilimitada acabou Agência afirmou que não há mais possibilidades para que as operadoras ofereçam serviços sem uma limitação O presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), João Resende, afirmou nesta segunda-feira que a era da internet ilimitada acabou, segundo o jornal Folha de São Paulo. A agência afirmou que não há mais possibilidades para que as operadoras ofereçam serviços sem uma limitação, o que obrigará o segmento a migrar para o modelo de franquias. — A oferta tem que ser aderente à realidade. Nem todos os modelos cabem a ilimitação total do serviço, porque a rede não suporta. Essa questão do infinito acabou educando mal o usuário — disse Resende. O presidente justificou que o uso de dados cresceu rapidamente nos últimos anos, principalmente por causa do uso de serviços de transmissão de vídeos, como YouTube e Netflix, e jogos online. Nesta segunda-feira, a Anatel emitiu uma determinação que impede o corte, redução de velocidade ou cobrança extra por parte das operadoras aos clientes que consumiram toda a franquia por 90 dias, até que as empresas apresentem algumas adequações. Entre elas está disponibilizar uma ferramenta para acompanhamento do uso de dados e informar o consumidor quando a franquia está acabando — medidas previstas em lei pelo menos desde 2013. Com isso, na prática, as empresas ficarão livres para vender planos com limite de franquia, mudança amplamente criticada por organizações de defesa do consumidor e especialistas em internet. A Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Proteste) afirmou que, com esta determinação, a Anatel ainda acabou “dando aval” para o bloqueio do serviço após o uso da franquia, depois que as empresas comprovares as adequações. A ONG alega que isso é ilegal, pois a lei só permite o corte em casos de atraso no pagamento. Disponível em clicrbs – presidente da anatel diz que era da internet ilimitada acabou. Acesso em 08.05.2016. TEXTO II Usuários protestam contra limite de dados de internet por operadoras Petição no Avaaz reúne mais de 272 mil assinaturas desde 22 de março Por meio de páginas no Facebook e petições on-line, usuários de serviços de banda larga fixa têm protestado contra as medidas de grandes operadoras do país de limitar o uso de dados de internet –e até de cortar a conexão caso os pacotes contratados sejam excedidos, prática já existente na internet móvel. Em três dias desde sua criação, no último sábado (9), a página no Facebook Movimento Internet Sem Limites, que advoga contra a medida, já obteve mais de 149 mil curtidas. Uma petição na plataforma Avaaz reúne mais de 278 mil assinaturas desde sua postagem em 22 de março. A mobilização começou em fevereiro, quando a Vivo anunciou que iria bloquear ou reduzir a conexão de novos clientes que ultrapassem o plano contratado –com limites mensais de consumo entre 10 Gbytes e 130 Gbytes. Assistir a um filme ou série no Netflix gasta cerca de 1 Gbyte de dados por hora, com definição de vídeo padrão, ou até 3 Gbytes por hora em alta definição. Os novos contratantes da Vivo têm condições “promocionais” até 31 de dezembro deste ano, quando passa a valer o bloqueio. Contratos assinados antes das mudanças não serão afetados. Qualquer alteração ou melhoria no pacote resulta em um novo contrato, portanto, elegível ao novo modelo de cobrança. Sites especializados informaram que a Oi começaria a reduzir a velocidade da conexão após o fim do pacote. A empresa nega e diz que “não pratica redução de velocidade ou interrupção da navegação após o fim da franquia”. Já a Net afirma que sempre trabalhou com limite de consumo de dados, reduzindo a velocidade para a menor faixa disponível (1 Mbps) até o fim do mês, caso o plano seja ultrapassado. “A existência do limite da franquia de dados não é a questão, a Anatel já tem uma regulamentação para isso”, diz Rafael Zanatta, pesquisador de telecomunicações do Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor). “O que nos assustou, e levamos isso para o Ministério da Justiça, é que as reduções são gritantes e feitas de forma sequenciada pelos principais players do mercado.” O Idec pretende entrar com uma ação na Justiça nesta semana contra a limitação, alegando que ela fere o Código de Defesa do Consumidor –ao elevar o custo sem justificativa técnica– e o Marco Civil (segundo o qual a conexão só pode ser cortada se a conta não for paga). As operadoras não comentaram as acusações. A Anatel disse que não regulamenta o tema. “A prática do bloqueio de internet após o consumo da franquia não é determinada pela agência tampouco advém de sua regulamentação.” Mas a agência estabeleceu que cabe às operadoras comunicarem sobre a proximidade do término da franquia e disponibilizar algum recurso que possibilite acompanhar o uso do serviço contratado. Disponível em folha uol – usuários protestam contra limite de dados de internet por operadoras. Acesso em 08.05.2016. TEXTO III Posição da Anatel sobre limite na banda larga é ‘inaceitável’, diz OAB Para presidente da ordem, agência informa às empresas ‘o que devem fazer para explorar o cidadão’ O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Claudio Lamachia, afirmou nesta terça-feira, 19, que é ‘inaceitável’ a resolução cautelar da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) publicada no Diário Oficial da União. A medida impõe às empresas telefônicas condições para implantar novo modelo de prestação de serviços. O presidente da Anatel, João Rezende, disse

Veja mais um tema escolhido pela equipe do Redação! A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo na modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema: Depressão no meio acadêmico. Sua redação deve apresentar proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista. Atente-se para o número mínimo de 7 linhas e máximo de 30 para desenvolver suas ideias. TEXTO I Depressão tem alta taxa entre os estudantes Doença provoca baixo desempenho acadêmico e pode levar a problemas mais graves, que vão da evasão até a dependência química Metade dos universitários brasileiros vivenciou algum tipo de crise emocional no ano passado. A depressão foi a mais representativa: atingiu cerca de 15% dos estudantes, enquanto a média geral entre jovens de até 25 anos fica em torno de 4%. Os dados sobre os universitários são da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes). Para psicólogos e professores, a principal causa dessas crises é a mudança da adolescência para a vida adulta, que ocorre bem na fase em que o jovem está na graduação. Por causa das cobranças, o estudante se sente pressionado e confuso e o resultado é a falta de motivação para estudar, dificuldade de concentração, baixo desempenho acadêmico, reprovação, trancamento de disciplinas e, na pior das hipóteses, evasão. “É o período em que o estudante vai consolidar sua personalidade e ganhar características do curso que escolheu. Essa formação de identidade, somada à necessidade de corresponder às expectativas dos outros, gera estado depressivo”, explica o professor e coordenador da Clínica de Psicologia da Universidade Tuiuti do Paraná (UTP), Luiz Henrique Ramos. Cobrança Nem sempre o sofrimento é causado apenas pela tentativa de mostrar à família e aos amigos que dá conta da vida adulta. A cobrança de si mesmo por um bom desempenho também é responsável por causar ansiedade nos universitários. Segundo Ramos, algumas situações específicas durante o curso podem desencadear o problema. No caso dos cursos de Saúde, a hora de atender o paciente pode gerar medo, insegurança e causar situações de ansiedade e depressão. Os estudantes de Medicina estão entre os grupos mais atingidos, segundo o psiquiatra e professor de Medicina da Universidade Católica do Paraná (PUCPR) Dagoberto Hungria Requião. Além do medo do início do atendimento, o contato com corpos nas aulas de Anatomia também pode causar tristeza e desânimo. “Ele chega ao curso superior entusiasmado e se depara logo com a morte. Nem todos estão preparados e têm maturidade para isso. ” Formada há três anos, a médica Amanda – que não quis ser identificada – lembra que passou por um estado de depressão no primeiro ano da faculdade. Depois de poucos meses de aula, começou a faltar. “Não ia mais e nem fazia provas. Simplesmente ficava em casa vendo televisão. Hoje sei que o que senti foi medo de comparação com as notas dos colegas, pois tinha acabado de passar pela pressão do vestibular e não aguentava mais aquilo. ” Após quatro meses em casa, ela procurou um médico, tomou remédio e em pouco tempo estava de volta à sala de aula. Disponível em gazeta do povo – depressão tem alta taxa entre os estudantes. Acesso em 03.05.2016. TEXTO II Núcleo ajuda alunos da Faculdade de Medicina com depressão Cerca de 100 estudantes de medicina já receberam atendimento para tratar transtornos emocionais O Núcleo de Apoio Psicopedagógico e Bem-Estar do Estudante de Medicina (NAPEM) da Universidade de Brasília completa um ano hoje (15). O NAPEM é responsável por dar apoio psicológico aos estudantes da Faculdade de Medicina (FM), que, com a alta cobrança nos estudos e o contato com a dura realidade dos hospitais, apresentam sintomas da depressão. No primeiro ano de funcionamento cerca de cem estudantes foram atendidos pelo Núcleo. Neste período, os profissionais observaram que as principais causas da depressão são: decepção com o curso, dificuldades de obter desempenho satisfatório, estresse relacionado a adaptação do estudante fora da sua cidade de origem, problemas financeiros e conflitos familiares. Para o diretor da FM, Paulo César de Jesus, os transtornos emocionais podem surgir em três momentos de maior dificuldade para os estudantes: no primeiro semestre a partir do contato com corpos nas aulas de Anatomia; no quinto semestre, devido a convivência com doentes graves; e no final do curso, quando o estudante fica oito horas por dia no hospital vivenciando a rotina médica, no que é chamado de internato. “Lemos muito sobre casos de depressão e já foi diagnosticado que os estudantes de medicina estão mais propícios a isso. E como já trabalho há mais de 25 anos e convivo com estudantes em momentos diferentes, dá para perceber que há um sofrimento maior nesses momentos”, afirma. O núcleo de apoio surgiu depois que professores observaram que grande parte dos alunos apresentavam quadros de ansiedade, tristeza profunda, desânimo, baixo rendimento, o que provocava o trancamento do curso. Essas questões são trabalhadas no NAPEM por um técnico em assuntos educacionais que aborda as dificuldades de aprendizado, além do psiquiatra que cuida da área de saúde mental, tratando de conflitos pessoais e dificuldades emocionais. O médico psiquiatra, Francisco da Costa, explica que no atendimento o aluno recebe aconselhamentos, faz breves sessões de terapia e quando o caso precisa de um acompanhamento mais detalhado é enviado para um outro profissional. Disponível em campus fac unb – núcleo ajuda alunos da faculdade de medicina com depressão. Acesso em 03.05.2016

Veja mais um tema de proposto pelo Redação! A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo na modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema: Marco Regulatório dos jogos no Brasil. Sua redação deve apresentar proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista. Atente-se para o número mínimo de 7 linhas e máximo de 30 para desenvolver suas ideias. TEXTO I Legalização de jogos pode quintuplicar a arrecadação do país com loterias Está em debate na Câmara proposta que pretende legalizar jogos oficialmente proibidos, como bingos, cassinos e máquina de jogos, por exemplo. Legalização de jogos ainda oficialmente proibidos pode quintuplicar a arrecadação do país com loterias e jogos. A estimativa foi feita, nesta quarta-feira, pelo vice-presidente de fundos de governo e loterias da Caixa Econômica Federal, Fábio Cleto, em audiência da comissão especial do marco regulatório dos jogos. Em 2014, a arrecadação das loterias da Caixa foi de R$ 13,5 bilhões e deve chegar a cerca de R$ 15 bilhões neste ano. Segundo Cleto, a legalização de jogos ainda proibidos – como bingos, cassinos e máquina de jogos, por exemplo – pode elevar esse valor para algo próximo a R$ 50 bilhões. A comissão especial analisa 14 projetos de lei (PL 442/91 e apensados) que legalizam vários jogos, inclusive o de bicho e os eletrônicos, via internet. A discussão também acontece em meio à intenção do governo em buscar novas fontes de recursos. Para o deputado Paulo Azi, do DEM baiano, uma eventual legalização pressupõe eficiência na fiscalização do poder público. “É fundamental que possamos entender como aproveitar o know-how da Caixa Econômica para a instalação, o controle, a fiscalização e o funcionamento dessas atividades, uma vez colocadas em funcionamento. Até porque eu entendo que cada tipo de jogo merece um tratamento diferente. Acho muito difícil que possamos construir uma legislação com um único modelo de autorização de funcionamento do governo para a iniciativa privada”. Fábio Cleto, da Caixa, citou estudos da Fundação Getúlio Vargas que mostram um movimento anual de apostas estimado em até R$ 1,8 bilhão em relação aos bingos e até R$ 3 bilhões, no caso dos cassinos, mesmo proibidos no Brasil. No caso do jogo do bicho, a arrecadação estimada, em 2014, ficou entre R$ 1,3 bilhão e R$ 2,8 bilhões. O dirigente da Caixa recomendou alguns cuidados que devem constar do marco regulatório dos jogos. “O mais importante é ter a certeza de que eventuais grupos interessados em explorar jogo no Brasil, seja em nível nacional ou local, tenham tamanho, porte, condições financeiras e, obviamente, lisura compatíveis com o tamanho do desafio de explorar jogo em um país do tamanho que é o Brasil. O potencial aqui é muito alto. Isso já acontece, mas de forma ilegal, e existe mercado para isso e a escolha de parceiros para o Estado explorar o jogo de forma mais efetiva tem que passar pela plena confiança nesta parceria”. Disponível em camara leg camara Acesso em 04.05.2016. TEXTO II Projeto que legaliza jogos de azar no país avança no Senado A Comissão Especial de Desenvolvimento Nacional aprovou nesta quarta-feira (9) o projeto de lei que autoriza o funcionamento de cassinos e bingos no país e regulamenta a exploração de jogos de azar como o jogo do bicho e jogos eletrônicos de aposta. O colegiado analisou mudanças no substitutivo apresentado pelo senador Blairo Maggi (PR-PT) e concluiu sua votação. Agora, o texto será analisado pelo plenário da Casa antes de ser enviado à Câmara dos Deputados. O projeto já havia sido aprovado pela comissão em dezembro mas voltou à pauta do colegiado devido a uma série de emendas que foram apresentadas por senadores. Segundo Maggi, das 16 mudanças propostas, ele acatou cinco. Uma delas proíbe que cônjuges, companheiros ou parentes de primeiro grau de pessoas com mandato eletivo também sejam donas de estabelecimentos que exploram o jogo de azar. Inicialmente, o texto proibia apenas os próprios políticos de serem donos dos negócios. Outra emenda acatada pelo senador estende os requisitos de idoneidade a todos os sócios de pessoa jurídica que detém direitos para a exploração dos jogos de azar. Segunda Maggi, essas mudanças garantem a maior controle sobre quem são as pessoas autorizadas a explorar jogos de azar. No início de fevereiro, a Procuradoria-Geral da República publicou uma nota técnica contra o projeto por entender que ele não cria mecanismos mínimos de controle pelo Estado contra a lavagem de dinheiro e a sonegação de impostos. A proposta, no entanto, faz parte de um conjunto de medidas referendadas pelo governo para se ampliar a arrecadação federal como forma de recuperar o caixa da União no momento de grave crise econômica. Segundo o autor do projeto, senador Ciro Nogueira (PP-PI), o país deixa de arrecadar cerca de R$ 15 bilhões todos os anos com a falta de regulamentação do setor. Disponível em Folha de São Paulo. TEXTO III Ao invés de diminuir, a corrupção deve aumentar com a legalização dos jogos de azar, diz MPF Termina nesta quinta-feira (11) o prazo para a interposição de recurso no Senado em relação ao projeto de lei 186/2014, que regulariza a exploração dos jogos de azar no Brasil. Se pelo menos nove senadores não se manifestarem para que a discussão vá ao plenário da Casa, a proposta segue diretamente para a Câmara dos Deputados. E, para o Ministério Público Federal (MPF), há um sério risco de incentivo à corrupção no País. Na opinião da entidade, que vem se destacando por sua atuação na Operação Lava Jato, ao invés de trazer mais recursos aos cofres públicos – o governo federal estima uma arrecadação mínima de R$ 15 bilhões com a regulamentação –, o projeto poderá incentivar a lavagem de dinheiro e a sonegação de impostos no Brasil. Segundo o MPF, os órgãos de controle fiscalização dos Estados não estão prontos para

Veja mais um tema elaborado para você pelo Redação! A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo na modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema: O agronegócio como ameaça ao meio ambiente. Sua redação deve apresentar proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista. Atente-se para o número mínimo de 7 linhas e máximo de 30 para desenvolver suas ideias. Escreva sobre Tema de Redação: O agronegócio como ameaça ao meio ambiente. TEXTO I Agropecuária é principal ameaça para espécies em extinção Dados do Ministério do Meio Ambiente apontam que em todos os biomas terrestres atividade é vetor para risco de extinção MANAUS – A nova relação de espécies ameaçadas de extinção (clique aqui para ver a lista completa), divulgada na semana pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA) e pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), aponta que a agropecuária é a principal ameaça para fauna em risco no Brasil. Os dados apresentados pelo MMA ilustram um ciclo já conhecido por ambientalistas, em que florestas são substituídas primeiro por pastos, para, depois, darem lugar a plantações de monocultivo em latifúndios com uso intensivo de agrotóxicos e alto impacto ambiental. O avanço das fronteiras agrícolas acontece em todos os biomas terrestres com amplo financiamento de bancos públicos e privados, que, por vezes, desconsideram a variável ambiental ao conceder empréstimos e facilidades de financiamento. O avanço da a pecuária na Amazônia, por exemplo, tem sido apoiado com recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO), que é gerenciado pelo Banco da Amazônia. Trata-se de fundo criado para promover o crescimento equilibrado da região, com o objetivo. Em todos os biomas terrestres, o avanço e intensificação da produção agropecuária são apontados como principal vetor para o risco de extinção, conforme é possível observar no gráfico divulgado pelo MMA e reproduzido abaixo: O infográfico também traz informações significativas sobre outras ameaças graves ao meio ambiente. No bioma Marinho, na Amazônia e no Pantanal, a captura é fator de grave risco para a fauna. No Cerrado e no Pampa, ela fica praticamente junto com as queimadas, comuns na limpeza de terreno para abertura de pastos. Na Mata Atlântica e em Ilhas, a expansão urbana assume papel de destaque. Na Caatinga, o destaque é para a mineração. Além da divisão de vetores de risco por biomas, a divulgação do MMA também apresenta o número de espécies ameaçadas, conforme é possível observar no infográfico abaixo (clique aqui para ver todas as espécies). A quantidade aumentou significativamente de 2003 para 2014, mas isso se justifica também pelo fato de mais espécies terem sido analisadas nesta edição. Fonte TEXTO II TEXTO III Planos para o Cerrado comprometem metas de clima e biodiversidade O Governo Federal precisa esclarecer como o Brasil cumprirá suas metas de redução de emissões de gases de efeito estufa e de conservação da biodiversidade assumidas perante as Nações Unidas frente à expansão do agronegócio no Maranhão, Piauí, Tocantins e Bahia. No chamado Mapitoba, soma das iniciais dos quatro estados, o avanço das lavouras de soja, milho e algodão fez o desmatamento do Cerrado crescer 62% desde 2007. E entre junho de 2014 e junho de 2015, a savana brasileira perdeu 3,5 mil quilômetros quadrados de vegetação nativa o equivalente a três cidades como o Rio de Janeiro -, como mostrou Época em dezembro passado. O alvo dos planos estatais naqueles quatro estados é uma área quase do tamanho do Chile e, se 10% dela forem desmatados, as emissões de gases que ampliam o aquecimento planetário crescerão em mais de um bilhão de toneladas de carbono. Isso neutralizaria um terço das emissões evitadas pela redução do desmatamento na Amazônia desde 2004, como lembram pesquisadores como Daniel Nepstad, do Earth Innovation Institute. As emissões por desmatamento e queima de Cerrado já empatam ou até ultrapassam as oriundas da destruição da Amazônia. Afinal, além da vegetação acima do solo, a grande e profunda massa de raízes que dá sobrevida à vegetação cerratense e garante um suprimento de água durante os meses de seca também abriga enormes estoques de carbono. As perdas de Cerrado por uso do fogo crescem de forma alarmante a cada ano, fazendo do Brasil um dos campeões mundiais em queimadas. Não se pode esquecer, ainda, das emissões provocadas pela flatulência de um rebanho superior a 100 milhões de cabeças de gado bovino e pelas cadeias interna e internacional de transportes e produção de insumos ligadas a agropecuária. A expansão do agronegócio ao norte do Cerrado também aumentará a degradação de águas e solos pelo uso intensivo de fertilizantes e agrotóxicos. Tornando ainda mais cinzento o futuro de nossa savana, é justamente na nova frente de avanço do agronegócio que estão os últimos grandes remanescentes íntegros do Cerrado. Unidades de conservação cobrem 11% da região, ou 8,4 milhões de hectares, mas a maioria delas é de Uso Sustentável, onde a manutenção da biodiversidade costuma ser menos efetiva do que em reservas biológicas e parques nacionais, por exemplo. Fonte Escreva uma redação sobre Tema de Redação: O agronegócio como ameaça ao meio ambiente e nos envie!

Veja mais uma dica de tema que o Redação escolheu para você! A partir da leitura dos textos motivadores seguintes e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o Tema: A reinserção de ex-presidiários na sociedade brasileira, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista. Texto 1: “Odair José Borges está preso há oito anos. Pelas suas contas, deixará o presídio de Curitibanos, localizado na cidade catarinense de São Cristóvão do Sul, em 2017, por conta da remissão da pena obtida com seu trabalho de atividades gerais na administração da unidade prisional. Terá 35 anos. O tempo na prisão não foi, porém, totalmente desperdiçado. ‘Hoje estudo matemática, física e história. E estou no ensino médio’, diz, orgulhoso. ‘Pretendo sair e fazer um curso profissionalizante. Eu ainda não sei exatamente o quê, só sei que quero tocar minha vida para a frente.’ A penitenciária de Curitibanos, na qual Borges cumpre pena, é uma exceção no medieval sistema carcerário do Brasil. Na unidade todos trabalham e têm oportunidade de estudar. Nascido em família pobre, um de oito irmãos, o detento mal completou a quarta série do ensino fundamental. Culpa da distância entre sua casa e a escola e da necessidade de trabalhar para complementar a renda da família. Chegou a atuar como ajudante de produção em uma fábrica da Perdigão, antes de, segundo ele, ‘cometer um erro’. Seu maior receio é não ser aceito no mercado de trabalho quando deixar a cadeia. ‘Sempre dá aquele medo da rejeição, mas estou me preparando para reconstruir minha vida.’” Fonte Texto 2: “Nos corredores da Associação de Proteção e Amparo aos Condenados (Apac) de Itaúna (MG), é difícil diferenciar presos e funcionários. Todos usam o mesmo tipo de roupa, têm a mesma aparência saudável e ninguém está dentro das celas. Não há agentes penitenciários armados. Essa estrutura é replicada em quase 40 unidades prisionais pelo Brasil. Enquanto no sistema penitenciário comum 70% dos egressos voltam a cometer crimes segundo dados do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), na Apac esse número não ultrapassa 15%, de acordo com o mesmo órgão. Em 42 anos de existência, suas unidades nunca registraram uma rebelião ou assassinato.” Fonte Mande sua redação com o Tema: A reinserção de ex-presidiários na sociedade brasileira para correção!

Veja mais essa dica de tema que o Redação traz para você! As redes sociais, entre elas facebook e twitter, têm sido tema de amplos debates no que se refere a seu uso. É comum encontrarmos notícias, editoriais e artigos de opinião (também chamados de artigos assinados) que discutem esse assunto. O artigo de opinião é um texto em que o autor expõe seu ponto de vista, sustentado, geralmente, em dados e opiniões de outros autores/fontes, com o objetivo de convencer o leitor. Veja excertos que tratam do tema redes sociais: O psicólogo e diretor de segurança da Safernet Brasil, Rodrigo Nejm, preparou 10 dicas de segurança para você. Uma dessas dicas é a seguinte: “Pense duas vezes antes de publicar – Lembre-se de que uma rede social é um espaço público e que toda informação que você colocar lá vai ficar disponível para grande parte dos usuários. São amigos dos amigos dos amigos… Por isso é muito importante pensar bem no tipo de informação que vai publicar e evitar exposição desnecessária.” Fonte A internet se desenvolveu de tal forma nos últimos tempos que foi proporcionando aos poucos a criação de diversos meios e serviços que ajudaram a democratizar a informação. Fez também com que grande parte da população do globo tivesse rápido acesso a vários tipos de informações e pudesse compartilhar essas informações através das redes sociais de comunicação e interação, ao mesmo tempo e em tempo real de forma livre. (Victor Seiji Endo. Redes sociais: a democratização da informação e comunicação) Fonte Especialista em Direito Eletrônico/Direito Digital, o advogado Rafael Fernandes Maciel vem estudando muito o tema e faz alertas sobre esse assunto que julga de extrema relevância. Ele afirma que as pessoas podem dizer o que quiserem em sites como Twitter e Facebook, desde que não atinjam direitos dos outros. Fonte Considerando esses excertos, elabore um artigo de opinião sobre o uso das redes sociais no mundo contemporâneo.
Veja mais um tema que o Redação escolheu para você! Texto I Professor sob ameaça por Tory Oliveira Após aumento de casos, sindicatos criam centrais de atendimento a docentes vítimas de violência física e psicológica dentro da escola Desde fevereiro de 2011, uma funcionária do Sindicato dos Professores do Estado de Minas Gerais passa o dia ao lado do telefone. Sua missão é receber e registrar denúncias de agressão feitas por docentes. O disque-denúncia foi uma das soluções encontradas para ajudar o professor mineiro a enfrentar esse tipo de situação. “Já era do nosso conhecimento a violência no ensino público, mas as evidências de acontecimentos em escolas particulares nos preocuparam”, explica o presidente do Sinpro/MG, Marco Eliel. O assassinato do professor de Educação Física Kássio Vinícius Castro Gomes, atacado por um aluno a facadas nos corredores do centro universitário em que lecionava na capital mineira, em dezembro de 2010, também ajudou a catalisar o lançamento de uma campanha contra a violência nas escolas. De lá para cá, foram registradas 131 denúncias. Segundo Eliel, uma a cada três dias. No Rio Grande do Sul, o Sindicato dos Professores do Ensino Privado (Sinpro/RS) criou o Núcleo de Apoio ao Professor Contra a Violência (NAP) no fim de 2007. “A razão foi o aumento do número de relatos de sofrimento”, conta Cecília Maria Martins Farias, diretora do Sinpro e coordenadora do NAP. Trata-se de uma equipe multidisciplinar responsável por oferecer assessoria psicológica e jurídica. O centro atende a cerca de 40 pessoas por ano. Pesquisa realizada pelo sindicato gaúcho revelou que, para 37% dos entrevistados, as direções das escolas são omissas em relação à violência. Para 80% dos 440 docentes do ensino privado ouvidos, o encaminhamento é insatisfatório. Na opinião da coordenadora do NAP, são poucas as escolas privadas que enfrentam a questão. “É importante que haja momentos para falar sobre o assunto com a comunidade escolar.” Professora universitária do Rio Grande do Sul, C. A., de 40 anos, buscou os serviços do NAP após anos de hostilidade por parte de colegas e de omissão por parte da diretoria. “Ninguém se preocupa, acham que é frescura de mulher. A gente é considerada louca”, contou emocionada a docente, que não quis se identificar. Por causa de disputas políticas dentro da universidade, C. passou a ser alvo de um grupo que assumiu seu antigo cargo. Quando resolveu registrar um boletim de ocorrência, ouviu da direção que o problema era dela. “O silêncio é a pior coisa. Sofri agressões e virei motivo de piadas.” […] Reflexo social A agressão ao professor não é algo isolado, mas fruto de uma relação violenta que se estabelece entre o corpo discente, entre alunos e professores, entre o sistema educacional e os estudantes ou mesmo entre a escola e a comunidade. “Essa questão é algo complexo e sistêmico”, analisa Patrícia Constantino, pesquisadora do Centro Latino Americano de Estudos de Violência e Saúde da Fiocruz. “A escola está inserida numa sociedade que identifica a violência como forma de resolver conflitos”, afirma a doutora em Psicologia pela USP, Luciene Tognetta. Segundo a organizadora do livro É Possível Superar a Violência nas Escolas?, os conflitos nas instituições de ensino são agravados pela “terceirização” da educação dos estudantes. A família, tradicionalmente responsável pela formação moral dos alunos, já não dá conta desse processo, analisa. Já para a psicanalista e doutora em educação Roseli Cabistani, a violência é uma questão social. “A escola é testemunha e palco de um ‘sintoma social’, algo que extrapola e é uma denúncia do mal-estar na educação e na sociedade.” […] Fonte Texto 2 Fonte: Cícero Texto 3 SP: quase metade dos professores já sofreu alguma agressão nas escolas Pesquisa em São Paulo, que ouviu 1.400 docentes, mostra que 84% conhecem algum caso de violência onde lecionam O Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp) divulgou nesta quinta-feira uma pesquisa sobre a violência praticada nas escolas estaduais de 167 municípios. Os índices mostram que 44% dos 1.400 professores ouvidos já sofreram algum tipo de violência na escola. A agressão verbal é a forma mais comum de ataque, tendo atingido 39% dos docentes, seguida de assédio moral (10%), bullying (6%), agressão física (5%), discriminação (5%) e furto (5%). No total, 84% dos profissionais ficaram sabendo, em 2012, de casos de agressão nas escolas onde lecionam e 57% as consideram violentas. Em média, quem mais sofre violência escolar são os educadores do sexo masculino que lecionam no ensino médio: 65% deles foram agredidos de alguma forma. A taxa mais baixa é para o professor homem do ensino fundamental um – um em cada quatro docentes foi violentado. De acordo com 95% dos entrevistados, o principal autor da violência na escola é o próprio aluno, que também é a maior vítima, como dizem 83% dos profissionais. […] Quando perguntados sobre quem deve ser o principal colaborador para reduzir a violência na escola, 35% afirmaram que a tarefa cabe aos pais ou responsáveis, enquanto 25% disseram que a própria escola deve tomar a iniciativa. Nesse quesito, o estudo mostra que 71% das escolas menos violentas possuem algum tipo de campanha contra a violência escolar, contra 57% nas escolas mais violentas. Fonte Com base nos textos acima, no seu conhecimento e na pesquisa que você fará sobre o tema, redija um texto dissertativo-argumentativo que reflita sobre a violência nas escolas brasileiras.

Confira mais uma dica de tema do Redação Online para você! Texto 01 “[…] Mas a queda da taxa de mortalidade pode causar uma errônea banalização da Aids. Apenas no primeiro semestre de 2014, 65 novos casos foram registrados em Franca e região pelo Programa Municipal DST/Aids. Segundo dados do Programa, 60% dos diagnósticos são de pessoas heterossexuais, 50% tem dos diagnosticados têm idade entre 21 a 35 anos, e o número de homens portadores do HIV é o dobro do total de casos registrados entre as mulheres.” Fonte Texto 02 Com o sucesso dos coquetéis anti-Aids, nos anos 90, os pacientes deixaram de receber sentenças de morte ao serem diagnosticados. No entanto, os bons resultados do tratamento parecem ter tornado a sociedade mais complacente e os cuidados com a prevenção diminuíram. O Brasil vem registrando uma média de 38 mil novos casos por ano e de mil mortes por mês. O médico infectologista Jean Gorinchteyn acredita que os índices podem ser ainda maiores. O Ministério da Saúde obriga que seja feita uma notificação de testes que derem positivo para o vírus HIV em qualquer estabelecimento do país, seja na rede pública ou privada. “Esses números vão realmente expressar a realidade”, aponta o especialista.Ele destaca que a população jovem é a mais vulnerável. “Eles têm informação e acesso ao preservativo, mas não usam. Tratamento, na cabeça das pessoas, é igual a cura. Essa visão distorcida faz com que haja uma banalização dos riscos”, afirma Gorinchteyn. O infectologista ressalta que muitos jovens deixam de usar camisinha após quatro ou cinco relações com a mesma parceira, sem, no entanto, fazer exames sorológicos. Texto 03 Jovens como o morador de Rio do Sul fazem parte de um grupo que gera preocupação em Santa Catarina. O número de pessoas de 15 a 19 anos portadores da doença saltou 56% no Estado de 2012 a 2013. Desde o início deste ano até outubro, foram 50 novos casos diagnosticados. Para a gerente de Vigilância das DST/aids e Hepatites Virais da Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina, Ingrid Bittencourt, há uma certa banalização da aids, porque com a medicação e tratamento, muitos acreditam que o vírus não leva o paciente à morte: Estamos retomando essa conversa, porque aids mata. Se não se cuidar, realmente Mas se o paciente tratar, pode ter qualidade de vida. Assim como o Estado, Florianópolis é a segunda Capital no país em número de casos detectados. A gerente de Vigilância Epidemiológica de Florianópolis, Ana Cristina Vidor, afirma que houve um relaxamento no uso da camisinha. No início, todos os grupos sociais tinham medo da doença e começamos a perceber mudanças de comportamento e o crescimento no uso de Agora, o uso está muito menor que outros anos. Fonte Texto 04 “Doença comum” Hoje, vivemos uma terceira onda de como a Aids é apresentada no Brasil. As últimas políticas anunciadas indicam que o caminho governamental para o enfrentamento passa por duas ordens claras: descubra o mais rápido possível, e não transmita à ninguém. Alheio à realidade das pessoas que vivem com HIV, principalmente nas questões apontadas pela sociedade civil organizada, o governo federal investe cada vez mais em ações fáceis, desprezando anos de avanços na concepção de saúde aliada a direitos humanos. Assistimos a propostas curiosas, como o fim do aconselhamento na testagem e a venda de kits de autotestagem em farmácias e outros locais. Um resultado que impacta fortemente a vida de uma pessoa acaba ao lado de sabonetes e cotonetes. Na ânsia de localizar o vetor transmissor do HIV, várias organizações da sociedade civil estão sendo cooptadas para esta prestação de serviços ao Ministério da Saúde, testando pessoas vulneráveis sem garantia de retaguarda de tratamento. Os ativistas dessas organizações contam apenas com um treinamento raso. Além disto, a sucessiva insistência de transferência do atendimento especializado para a atenção básica e a mudança recente do esquema de medicamentos – fornecendo remédios fortes para a pessoa com diagnóstico positivo, independente do seu quadro de saúde – são fatores de culpabilização e de responsabilização à pessoa que vive com HIV ou com Aids. Vivemos um tempo de banalização da própria vida com aumento da violência e dos crimes institucionais, com a ampliação do descaso do Estado e com a queda da intersetorialidade como preceito de saúde pública mais ampla. Vivemos também um tempo de banalização da Aids. Se antes o medo se destacava, e depois venderam a ideia do controle, hoje nota-se a estratégia de tornar banal um resultado positivo. A resposta do momento é totalmente medicamentosa. Saúde pública sem direitos humanos respeitados é mero higienismo disfarçado, que gera banalização de coisas sérias e respostas meramente artificiais e limitadas. Fonte
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