Oferta Especial: Garanta sua vaga em:
00
DIAS
14
HORAS
06
MINUTOS
51
SEGUNDOS
🚀 Redação Online agora é parte do ecossistema Ennia Education - empresa global de soluções tecnológicasConheça →
Logo Redação Online - Plataforma #1 em Correção de Redação ENEM com 5 alunos NOTA 1000
Como FuncionaDepoimentosPlanosFAQ
Como FuncionaDepoimentosPlanosFAQ

Blog

Conteúdos exclusivos sobre redação, preparação para provas e dicas para alcançar a nota máxima

Quer aprender na prática?

Envie suas redações e receba correção profissional em até 24h com feedback detalhado de especialistas aprovados nas melhores universidades

Ver Planos de Correção

📚 Estudos e Redação

  • Temas de redação
  • Guia de Redação Enem
  • Redação Nota mil no Enem

📖 Recursos e Materiais

  • Blog do Redação Online
  • Mapa do site

🤝 Empresa e Suporte

  • Dúvidas frequentes
  • Trabalhe conosco
  • Quero ser corretor
  • Contato

Endereços

📍 MATRIZ

Sapiens Parque

Av. Luiz Boiteux Piazza, 1302 - Cachoeira do Bom Jesus,
Florianópolis - Santa Catarina, 88056-000

📍 FILIAL

ESTAÇÃO HACK FROM FACEBOOK

AV PAULISTA - TÉRREO - BELA VISTA, SÃO PAULO - SP

Empresa

SITE 100% SEGURO
SSL CERTIFICADO
Certificações de segurança e conformidade - Site 100% seguro com SSL

🔗 Links Rápidos

Planos e PreçosNossa MetodologiaEspecialistasDepoimentos

💬 Atendimento

Seg-Sex: 8h às 18h

Sáb: 8h às 12h

WhatsApp

Copyright © 2026. Todos os direitos reservados da Redação Online.

    direitos humanos
    Otavio Pinheiro
    3 min

    DIREITOS HUMANOS: O que é e por que tem que estar na sua redação

    Para alguns pode soar um pouco estranho que um dos critérios de avaliação da Redação ENEM seja o de que o texto não apresente um conteúdo que fira os Direitos Humanos. No entanto, vale refletirmos um pouco sobre esse critério. Que tal iniciarmos relembrando o que são os Direitos Humanos? Segundo a ONU, Organização das Nações Unidas, Diretos Humanos: “são direitos inerentes a todos os seres humanos, independentemente de raça, sexo, nacionalidade, etnia, idioma, religião ou qualquer outra condição. ” Esmiuçando um pouquinho, podemos dizer que os Direitos Humanos compreendem todos os direitos básicos dos seres humanos. E que direitos seriam esses? Desde o direito à vida, à propriedade privada, liberdade de pensamento, de expressão, de crença, igualdade formal, ou seja, de todos perante a lei, direitos à nacionalidade, de participar do governo do seu Estado, podendo votar e ser votado. Estes são os direitos civis de cada cidadão no Brasil ou em qualquer outro país membro da ONU. A Declaração Universal dos Direitos Humanos nos diz que “Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos. Dotados de razão e de consciência, devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade.”, a partir dessa declaração podemos apreender que qualquer atitude que vá contra a essa diretriz fere ou desrespeita os direitos de alguém como, por exemplo, atitude racista, homofobia, xenofobia, discriminação por classe social ou condição de vida (discriminar um presidiário, por exemplo). Na verdade, essa premissa da ONU nem precisaria ser um critério de avaliação do ENEM, mas sim uma forma natural de conduta de todo cidadão. No entanto, há, ainda, muitos casos de preconceito e desrespeito com o outro. Esse é o motivo para que o ENEM cobre essa postura dos alunos, pois faz parte da formação de um cidadão refletir sobre os Direitos Humanos e ter atitudes em comunhão com a sociedade. Infelizmente, não é raro encontramos redações escritas no ENEM com conteúdo que fere os Direitos Humanos, como podemos ver no link abaixo do site Guia do Estudante, que nos traz alguns exemplos em que alunos desrespeitaram os Diretos Humanos na redação ENEM, confira: https://guiadoestudante.abril.com.br/enem/o-que-e-preciso-saber-sobre-direitos-humanos-para-a-redacao-do-enem/ Por isso, vale relembrar a “Competência 5”, dentre os critérios de avaliação da Redação ENEM: “Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos. ”. Nesse sentido, fica claro que de nada adianta fazer uma proposta completa, com os 5 elementos exigidos (quem faz, o que faz, como faz, objetivo e detalhamento), se ela ferir os preceitos que vimos acima.  Caso isso aconteça, sua nota na competência 5 será zerada. Ninguém quer perder 200 pontos, né? Então, fique ligado (a)! Para saber mais: https://nacoesunidas.org/direitoshumanos/

    Para vestibulandosTopo de funilrepertório sociocultural
    13 de jun. de 2017
    Tema de Redação: 500 anos da Reforma Protestante
    Otavio Pinheiro
    5 min

    Tema de Redação: 500 anos da Reforma Protestante

    Com base nos textos motivadores abaixo desse tema de redação, produza uma redação dissertativo-argumentativa sobre o tema: OS 500 ANOS DA REFORMA PROTESTANTE. Texto 1 A REFORMA PROTESTANTE DE MARTINHO LUTERO Ao questionar a visão de mundo teocêntrica (que coloca a religião no centro da sociedade), o humanismo renascentista foi como uma bomba que abalou as estruturas da Igreja Católica Apostólica Romana. Muitos intelectuais passaram a criticar abertamente as doutrinas católicas. Mesmo entre os religiosos surgiram pessoas que contestavam o poder excessivo que a Igreja desempenhava na sociedade. Apesar disso, o humanismo ainda se restringia ao meio intelectual, não atingindo as camadas populares da sociedade. Essa situação somente se modificou quando as ideias humanistas chegaram à religião. E o ambiente propício para isso foi encontrado na região da Alemanha. Pois no começo do século XVI não existia uma Alemanha unificada como conhecemos hoje. Na região existiam vários pequenos reinos e principados que, por sua vez, estavam abrigados debaixo do enfraquecido Sacro Império Romano. Na região, a economia era muito atrasada se comparada a outras áreas da Europa. A nobreza constituía a camada social dominante e a clero (padres, monges e bispos), apesar de dominarem no aspecto ideológico, não tinham o mesmo domínio político que desfrutavam em outras regiões. Para piorar a situação de miséria do povo, no início do século XVI, chagaram a região cobradores de indulgências (documento que garantia o perdão dos pecados ao portador). Os “padres indulgentes” tinham por missão vender o máximo de documentos expiatórios que pudessem aos empobrecidos camponeses alemães. Foi dentro deste contexto que surgiu o monge católico Martinho Lutero (1483-1546). Lutero, assim como muitos monges da época, não concordava com a “venda do perdão” e, muito menos, com a exploração que seus conterrâneos estavam submetidos. Com isso, em outubro de 1517, Lutero afixou na porta do castelo de Wittenberg suas famosas 95 Teses. Nelas, o monge alemão, defendia a extinção das indulgências e condenava o luxo de que desfrutava o papa em Roma. Para surpresa do alto clero romano, Lutero obteve o apoio de praticamente todos os setores da sociedade alemã. Com isso, o papa Leão X exigiu que Martinho Lutero se arrependesse e se retratasse. Como o monge  negou-se, foi excomungado (expulso da Igreja) pelo papa. Fato que levou uma série de nobres alemães a se desligarem da Igreja de Roma. Livre das limitações teológicas a que estava submetido, Lutero passou a escrever uma série de livros e tratados onde defendia a revitalização (renascimento) da Igreja. Nestes livros, Lutero estabeleceu a Bíblia como a mais alta autoridade doutrinária da Igreja. Para ele, todas as doutrinas deveriam ter a Bíblia como fundamento. Para Lutero, a salvação era fruto direto da fé do cristão em Deus. Ao contrário do que defendiam os católicos, para o reformador, não havia intermediários entre os homens e Deus. A salvação somente poderia ser alcançada pelo relacionamento entre o fiel e Deus. Enquanto Igreja Católica defendia ser ela mesma a intermediária entre os homens e Deus. Lutero afirmava que a Igreja não era o caminho até o Senhor, o papel da Igreja era o de apontar o caminho até Deus. Mas, mesmo que criticasse a atuação da Igreja, Lutero defendia a existência dela, pois, o fiel necessitava fazer parte da Igreja (que era o Corpo de Cristo). Texto 2 Consequências da Reforma Protestante A Reforma Religiosa pode ser entendida como um movimento religioso de contestação ao poder da Igreja Católica. Ocorrido na Europa no século XVI, teve como principais movimentos a Reforma Luterana (Alemanha), A Reforma Calvinista (França) e a Reforma Anglicana (Inglaterra). Principais consequências da Reforma Religiosa: Diminuição da influência e do poder da Igreja Católica na Europa; Surgimento de novas igrejas cristãs como, por exemplo, Igreja Anglicana, Igreja Luterana e Igreja Calvinista; Diminuição da interferência da Igreja Católica no poder político dos monarcas; Fortalecimento dos princípios sociais e econômicos da burguesia, que passaram a ser sustentados pela aprovação do lucro (doutrina calvinista); Reação da Igreja Católica (Contra-Reforma) ao movimento de Reforma Protestante. Neste contexto de reação foi reativada a Inquisição, criada a Companhia de Jesus e estabelecido o combate ao protestantismo; Tradução da Bíblia para outros idiomas, entre eles o alemão e o francês. Desta forma, mais pessoas passaram a ter acesso à leitura da Bíblia; Surgimento de conflitos sociais de ordem religiosa, além de perseguições pelo mesmo motivo. Muitos destes conflitos foram estimulados ou tiveram como patrocinadores os monarcas europeus. Em 1572, cerca de 30 mil protestantes foram assassinados por católicos na França. O episódio ficou conhecido como “O Massacre da Noite de São Bartolomeu”; Surgimento de movimentos sociais, que tinham como propósito a implantação de um sistema social e econômico mais justo. Entre estes, podemos citar a Guerra dos Camponeses que estourou na Alemanha no ano de 1525. Este movimento pretendia abolir as obrigações dos servos e a propriedade privada, criando um sistema agrário igualitário. Foi severamente reprimido pelos príncipes alemães. Fonte: https://www.suapesquisa.com/protestante/consequencias_reforma.htm Texto 3 Fonte: Sicipb

    Para vestibulandosbanco de temas de redaçãoTopo de funil
    12 de jun. de 2017
    Marco Civil da Internet
    Otavio Pinheiro
    7 min

    Tema de Redação: Marco Civil da Internet

    Com base nos textos motivadores abaixo, produza uma redação dissertativo-argumentativa sobre o tema: MARCO CIVIL DA INTERNET. Texto 1 Declarações de Kassab reacendem revolta contra limite de banda larga fixa Com o discurso de “beneficiar o usuário”, o ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab, afirmou na quinta-feira (12) ao Poder 360 que o governo deverá limitar a franquia de dados em banda larga fixa a partir do segundo semestre de 2017. “Nosso objetivo é beneficiar o usuário. O ministério trabalha para que o usuário seja cada vez mais beneficiado com melhores serviços”, declarou.  Em abril de 2016, depois de polêmica e revolta na sociedade civil e em entidades de defesa ao consumidor e aos direitos na rede, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) congelou (por ora) o objetivo das operadoras de impor um limite de consumo de dados mensal para assinantes de banda larga fixa. Agora, o governo esclarece que pretende implementar a medida. Na prática, o plano é que a banda larga funcione da mesma forma que a internet móvel: ao atingir a franquia, a velocidade da conexão cai ou é interrompida. O acesso só será restabelecido com o pagamento de um pacote adicional. À época da polêmica, o discurso das operadoras se baseava na capacidade de gerir com maior eficácia a demanda de cada cliente (foi usada uma metáfora desonesta que relacionava internet à água). A ideia é: quem usa menos (para acessar e-mails e de vez em quando redes sociais) paga o básico; quem usa mais (assiste a séries e filmes com frequência) paga o básico e um pacote extra quando a internet for interrompida (como se a internet fosse um recurso natural esgotável ou um tipo de entretenimento a ser usado com moderação). Cessar o tráfego pelos motivos alegados é, além de ilegal conforme o Marco Civil da Internet, uma maneira injusta de onerar qualquer estudante que precisa de conexão ilimitada para ensino à distância, qualquer trabalhador autônomo que fica 12 horas on-line e qualquer usuário que tenha o direito de assistir a quantos filmes desejar pelo serviço de streaming que paga mensalmente. Aí está o desafio das operadoras: o streaming. Com a ascensão de serviços como YouTube (o Brasil é a segunda maior audiência global), Netflix (somos a terceira) e Globo Play, o investimento para tal demanda de bytes é alto, assim como a carga tributária. São as mesmas operadoras que viram despencar o interesse dos clientes pelos pacotes que oferecem pela TV a cabo. Nos últimos 12 meses, o Brasil perdeu 252 mil assinaturas, conforme a Anatel. Na internet, a polêmica já voltou: a hashtag #NaoAOLimiteDeInternet é a mais comentada do Twitter.  Fonte: https://epoca.globo.com/tecnologia/experiencias-digitais/noticia/2017/01/declaracoes-de-kassab-reacendem-revolta-contra-limite-de-banda-larga-fixa.html Texto 3 O projeto, que na verdade é a incorporação de outros 37 projetos similares, foi aprovado na noite de terça feira (25 de março de 2014) pela câmara dos deputados, e segue em seguida para a aprovação do senado. O Projeto de Lei 2126/11, mais conhecido como Marco Civil tem sido assunto de debate no país desde 2009. Sendo chamado também de Constituição da Internet Brasileira, o projeto ganhou força, quando foram descobertas as práticas de espionagem usadas pelo governo americano contra o Brasil e outros países. O receio é que a aprovação de tal lei crie uma espécie de censura à atual liberdade que existe no ambiente online. Além de ser divulgada por certos sites como um novo tipo de censura, a proposta ainda tem como Google e Facebook como opositores de certos itens. A oposição dessas empresas se dá principalmente a um ponto, em que a lei era particularmente taxativa: a criação de data centers nacionais para as empresas de internet, uma atitude drástica em relação à espionagem norte-americana. Apesar do fato de contar com opositores, o deputado federal Alessandro Molon (PT-RJ) divulgou ainda em novembro de 2013 a versão final do texto do Marco Civil para ser votada na câmara. De acordo com ele, os principais pontos do projeto são: privacidade, vigilância na web, internet livre, dados pessoais, fim do marketing dirigido, liberdade de expressão, conteúdo ilegal e armazenamento de dados. Embora tenha enfrentado fortes oposições partidárias, e principalmente das agências de telecomunicações, o texto foi aprovado na câmara após ter algumas exigências excluídas ou reformuladas. O trecho mais polêmico do projeto de lei trata sobre a neutralidade da web. De acordo com este princípio os provedores de serviços de internet não podem ofertar serviços de conexões diferenciadas, como por exemplo, pacotes somente para acesso a e-mails, ou somente vídeos ou redes sociais. A neutralidade foi o princípio que causou mais debate durante todo o processo, já que em sua forma original, o texto prevê que as empresas de telecomunicação que oferecem serviços de internet sejam neutras no tráfego de dados, não importando a sua origem ou o seu destino. Com isso, o usuário continua livre para usar toda a velocidade de conexão contratada, para acessar qualquer tipo de conteúdo, sem a preocupação de traffic shaping, ou ver a sua velocidade dar prioridade em certos tipos de serviços, que demandem mais banda, como streaming de vídeos, por exemplo. Armazenamento de dados A medida, tida pelo governo como principal alternativa contra a espionagem internacional foi excluída da lei, para que ela tivesse mais possibilidade de ser aprovada. Isso significa que aquela idéia de as grandes empresas de internet terem seus data centers aqui no Brasil foi abandonada. Porém ficou acordado que “em qualquer operação de coleta, armazenamento, guarda e tratamento de registros, dados pessoais ou de comunicações por provedores de conexão e de aplicações de internet, em que um destes atos ocorram em território nacional, deverá ser obrigatoriamente respeitada a legislação brasileira, os direitos à privacidade, à proteção dos dados pessoais e ao sigilo das comunicações provadas e dos registros”. A lei tem como um dos seus grandes pilares a Liberdade de Expressão, e este foi um dos textos que se manteve e foi aprovado. Com isso as aplicações e provedores de acesso não serão mais responsabilizados por postagens de seus usuários, e as publicações só serão retiradas, obrigatoriamente do

    Para vestibulandosbanco de temas de redaçãoTopo de funil
    09 de jun. de 2017
    Coesão e Coerência
    Otavio Pinheiro
    2 min

    Coesão e Coerência

    Afinal, o que é coesão e coerência? Quando nosso professor de redação nos fala que nosso texto está sem coesão e/ou sem coerência, temos dificuldade de perceber qual seria, de fato, o problema como o nosso texto. Chega de dúvidas! Confira o post que preparamos exclusivamente sobre esse tópico. Afinal, esses são alguns dos itens avaliados na redação ENEM. De um modo simples, coesão é a forma como um parágrafo está relacionado a outro. Percebemos se o texto está coeso se, ao lê-lo, conseguimos sentir que as ideias de cada parágrafo estão alinhadas entre si, se há harmonia entre os conteúdos expostos. Vale destacar o que aborda a Competência 4 da Redação ENEM: Competência 4: Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação. Nesse aspecto vai ser avaliado se o texto está bem articulado e coeso, ou seja, se ele está alinhado do início ao fim, sem contradições ou com termos mal-empregados. E por que que sempre que falamos de coesão logo lembramos de coerência? Isso é simples, pois os argumentos que você escolhe para desenvolver seu texto implicam diretamente em se ele vai ter coerência. Ou seja, um fio condutor entre as ideias lançadas. Por exemplo, se o tema do texto for “redução da maioridade penal”, e você inicia o texto com argumentos contrários a redução da maioridade penal, e lá no terceiro parágrafo você traz um argumento dizendo que “reduzir a maioridade penal seria uma forma de diminuir a criminalidade”, consequentemente, seu texto perde coerência. Se os argumentos estão se contradizendo, a probabilidade de a coesão ficar comprometida é enorme, pois o texto já está incoerente. Por isso, atente-se em escolher bons argumentos e desenvolve-los de modo que estejam em harmonia, construindo, ao longo do texto, uma ideia coerente e bem articulada.

    Para vestibulandosplano de estudoTopo de funil
    06 de jun. de 2017
    Vida inteligente fora da Terra
    Otavio Pinheiro
    3 min

    Tema de Redação: Vida inteligente fora da Terra

    Com base nos textos motivadores abaixo, produza uma redação dissertativo-argumentativa sobre o tema: VIDA INTELIGENTE FORA DA TERRA. Texto 1 Há civilizações inteligentes fora da Terra e elas poderiam estar presentes em até quase 40 mil planetas, segundo novos cálculos feitos por Duncan Forgan, um astrofísico da Universidade de Edimburgo, na Escócia. As atuais pesquisas estimam que haja pelo menos 361 civilizações inteligentes em nossa galáxia, e possivelmente 38 mil fora dela. Mesmo que haja quase 40 mil planetas com vida, no entanto, é muito pouco provável que seja estabelecido qualquer contato com vida alienígena. Pesquisadores apresentam estimativas de vida inteligente fora da Terra com frequência, mas é um processo quase que de adivinhação – estimativas recentes variam entre um milhão e menos de um planeta com alguma forma de vida. “É um processo para quantificar nossa ignorância”, disse Forgan. Em seu artigo, Forgan conta que criou uma simulação de uma galáxia parecida com a nossa, permitindo que ela desenvolva sistemas solares baseados no que se conhece a partir da existência dos planetas fora do nosso sistema solar – os chamados exoplanetas. Esses mundos alienígenas simulados foram então submetidos a três cenários diferentes. O primeiro cenário parte da premissa de que o surgimento da vida é difícil, mas sua evolução é fácil. Neste caso, haveria 361 civilizações inteligentes na galáxia. O segundo parte do princípio de que a vida pode surgir facilmente, mas sua evolução para vida inteligente seria difícil. Nessas condições, a estimativa é de que haveria 31.513 outros planetas com alguma forma de vida. O terceiro caso examina a possibilidade de que a vida poderia ter passado de um planeta para outro durante colisões de asteroides – uma teoria popular de como a vida surgiu na Terra. Neste caso, a estimativa é de que haveria 37.964 civilizações inteligentes. Fonte: https://noticias.terra.com.br/ciencia/espaco/existe-vida-inteligente-em-38-mil-planetas-estima-cientista,cd08cd95a78ea310VgnCLD200000bbcceb0aRCRD.html Texto 2 Estamos sós, garante o astrofísico inglês John Gribbin, autor de Alone in the Universe: Why Our Planet is Unique (Sozinhos no Universo: Por que Nosso Planeta É Único, sem edição no Brasil). No livro recém-lançado nos Estados Unidos, o cientista joga um balde de água fria na crença de que há vida inteligente fora da Terra. Gribbin defende que a vida pode existir em outros planetas, sim, porém não complexa e inteligente como em nosso planeta. Para ele, é praticamente impossível que outro astro tenha passado pelos estágios necessários ao desenvolvimento de uma civilização. “A vida surgiu na Terra cerca de 4 bilhões de anos atrás. Mas a civilização só apareceu há cerca de 10.000 anos, e a era industrial, apenas há poucas centenas de anos”, justifica. O que torna o planeta Terra único, na visão de Gribbin, é uma série de acasos que criaram o ambiente ideal para o surgimento da vida inteligente. A Terra teve a “sorte” de estar relativamente a salvo de uma série de perigos, como buracos negros, estrelas que emitem radiação mortal e supernovas, as enormes explosões de estrelas de grande massa. Além disso, a posição da Terra no Sistema Solar é relativamente protegida das grandes nuvens de meteoritos. Gribbin também refuta o argumento mais usado pelos defensores de vida extraterrestre: de que em um universo com tantas estrelas e planetas é quase impossível que não exista vida inteligente em pelo menos um deles. “Apesar de a Via Láctea provavelmente ter cerca de um trilhão de estrelas, a enorme maioria delas não possibilita a existência da vida”, diz. Fonte: https://veja.abril.com.br/ciencia/nao-adianta-procurar-vida-inteligente-fora-da-terra/

    Para vestibulandosbanco de temas de redaçãoTopo de funil
    05 de jun. de 2017
    imagem de pátio externo de penitenciária
    Otavio Pinheiro
    10 min

    Tema de Redação: Crise Penitenciária no Brasil

    Com base nos textos motivadores abaixo, produza uma redação dissertativo-argumentativa sobre o Proposta de redação: Crise penitenciária no Brasil. Texto 1 ONU pede medidas efetivas de prevenção à violência nos presídios brasileiros Em nota, o Escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH) lamentou o assassinato de mais de 30 internos da Penitenciária Agrícola de Monte Cristo, em Boa Vista, em Roraima, na madrugada desta sexta-feira (6) e reiterou às autoridades brasileiras a necessidade de uma investigação “imediata, imparcial e efetiva” dos fatos. O representante para América do Sul do ACNUDH, Amerigo Incalcaterra, condenou a violência ocorrida e pediu imediata investigação dos fatos, visando a atribuição de responsabilidades pela ação e omissão do estado, que é o principal responsável pelos presos sob sua custódia. “A ausência de implementação de uma política penal e carcerária de acordo com as normas internacionais de direitos humanos no Brasil tem sido apontada de forma reiterada pelos órgãos das Nações Unidas, o que leva a uma crescente crise do sistema penitenciário no país. Essa crise é evidenciada por episódios de massacres como recentemente aconteceu no Complexo Anísio Jobim, em Manaus, e hoje em Roraima”, disse a nota. O representante também pediu que os governos estadual e federal adotem medidas efetivas de prevenção à violência, incluindo as execuções sumárias, a tortura e outros tratamentos cruéis, desumanos ou degradantes em locais de privação de liberdade, de maneira a responder à situação crônica que o sistema penitenciário brasileiro enfrenta. Entre essas medidas, ele reiterou a importância do fortalecimento da atuação autônoma do Mecanismo Nacional de Prevenção e Combate à Tortura e do treinamento de funcionários para cumprimento das Regras Mínimas das Nações Unidas para Tratamento dos Presos, as Regras de Mandela. O ACNUDH manifestou também sua solidariedade com as famílias das vítimas. Fonte: naçõesunidas – onu pede medidas efetivas de prevenção à violência nos presídios brasileiros Texto 2 Fonte: Jornal de Brasília Texto 3 5 PROBLEMAS CRÔNICOS DAS PRISÕES BRASILEIRAS- E COMO ESTÃO SENDO SOLUCIONADOS AO REDOR DO MUNDO Um dos principais problemas do sistema penitenciário brasileiro é a superlotação. Com a quarta maior população carcerária do mundo, o Brasil possui, segundo o Ministério da Justiça, 622 mil detentos, mas apenas 371 mil vagas. A cada mês, penitenciárias de todo o país recebem 3 mil novos presos. E desde 2000, a população carcerária praticamente dobrou de tamanho. Especialistas ouvidos pela BBC Brasil acreditam que a solução desse problema estaria na combinação de penas alternativas ─ e mais curtas, dependendo do crime cometido ─ e julgamentos mais rápidos. “Para melhorar a situação atual, o Brasil deve, em primeiro lugar, reduzir o número de prisioneiros, começando pelos que estão presos aguardando julgamento. Se a prisão é um lugar para a reabilitação, elas não podem estar repletas de pessoas que ainda não foram consideradas culpadas”, diz à BBC Brasil Alessio Scandurra, coordenador do Observatório Europeu das Prisões, sediado em Roma. “Inevitavelmente, as penitenciárias acabam se tornando lugares para estocar gente, verdadeiros armazéns humanos, e não promovem a reinserção social”, acrescenta. Atualmente, três em cada dez presos brasileiros esperam ser julgados pelos crimes que cometeram atrás das grades. Na Suécia, por exemplo, 80% dos prisioneiros são condenados a menos de um ano de prisão. Juízes também vêm dando penas menores especialmente para crimes relacionados a drogas. O mesmo ocorre na Noruega. No país escandinavo, a condenação máxima ─ com raras exceções, como genocídio ou crimes de guerra ─ é de 21 anos. O extremista norueguês Anders Behring Breivik, autor confesso de um ataque armado em 2011 que resultou na morte de 77 pessoas, foi condenado à pena máxima. A pena (em média, 100 dias por cada vida que ceifou), foi considerada excessivamente branda em vários cantos do mundo ─ mas muitos noruegueses, incluindo pais que perderam seus filhos no massacre, se mostraram satisfeitos com o veredicto. O que muitos fora da Noruega talvez não sabiam é que, a cada cinco anos, serão feitas avaliações sobre o comportamento do preso e o potencial de sua reabilitação, e a pena pode ser estendida em igual período, indefinitivamente. Mas se as autoridades perceberem que Breivik não está se recuperando, ele pode permanecer na prisão para sempre. Já o Estado americano do Oregon reduziu o tempo de prisão para quem comete infrações de menor gravidade, como falsidade ideológica e porte de maconha para consumo próprio. Outros Estados do país também vêm fazendo o mesmo, revendo penas mínimas e reclassificando infrações. 2) Reincidência A reincidência ─ ou seja, voltar a praticar o crime ─ é um problema global. Mas no Brasil tem dimensões muito maiores. Segundo estatísticas oficiais, 70% dos que deixam a prisão acabam cometendo crimes novamente. A solução para esse problema, na avaliação de especialistas, passa pelo tratamento recebido pelos detentos. Sendo assim, medidas socioeducativas dentro das prisões são indispensáveis para reintegrá-los à sociedade. Um relatório sobre reincidência realizado pelo Departamento de Justiça dos Estados em 2007 mostrou que um encarceramento mais rígido aumenta, na verdade, as chances de um ex-detento voltar a cometer crimes. Enquanto isso, indica o estudo, prisões que incorporam “programas cognitivos-comportamentais baseados na teoria de aprendizagem social” são mais efetivas em manter ex-detentos longe das grades. A Noruega, por exemplo, segue o modelo chamado de “justiça restaurativa”, em oposição à concepção tradicional da justiça criminal – a justiça punitiva-retributiva, que vigora no Brasil. Esse sistema propõe reparar os danos causados pelo crime (não somente às vítimas, mas também à sociedade e ao criminoso) em vez de punir pessoas. Foca-se, assim, em reabilitar os prisioneiros. Um dos exemplos mais notórios disso no país é a prisão de segurança máxima de Halden. Ali não há grades nas janelas, as cozinhas são equipadas com objetos pontiagudos e guardas e prisioneiros mantêm uma relação de amizade. As celas também possuem TV de tela plana, minirrefrigerador e banheiro privativo. Descrita como a penitenciária mais “humana do mundo”, Halden busca preparar os detentos para a vida fora da prisão por meio de programas vocacionais: marcenaria, oficinas de montagem e até um estúdio

    Para vestibulandosbanco de temas de redaçãoTopo de funil
    01 de jun. de 2017
    Redação do ENEM
    Otavio Pinheiro
    3 min

    Como eu posso acertar nas competências da Redação do Enem?

    Fique por dentro de cada item de avaliação das competências da Redação do ENEM O primeiro passo para mandar bem na redação do ENEM é saber o que vai ser avaliado em seu texto. Por isso, é muito importante conhecer as 5 competências da Redação do ENEM. Essas competências nada mais são que os critérios utilizados pelos corretores para atribuir uma nota ao seu texto. Então a dica é que você produza o seu texto já tendo em mente o que será avaliado. Vamos conhecer cada uma das competências da Redação do Enem? Competência 1 Demonstrar domínio da modalidade escrita formal da Língua Portuguesa. Nessa competência, é avaliado se o aluno tem domínio da escrita, de regras gramaticais, se consegue produzir um texto sem traços de oralidade, respeitando regras de pontuação, acentuação, entre outras. Competência 2  Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo em prosa. Para garantir 200 pontos nessa modalidade, o aluno deve trazer referências externas para o seu texto, como, por exemplo, um trecho de música, uma citação de um filósofo ou escritor famoso, relatar alguma reportagem lida, falar sobre documentários e/ou filmes. É importante não esquecer de citar a fonte e, claro, que esteja coerente com os demais argumentos do texto. Demonstrar um grande reportório sócio-cultural juntamente com um excelente domínio do texto dissertativo-argumentativo é a receita para conquistar a nota máxima nessa competência.  Competência 3 Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista. Essa competência avalia se você consegue expressar suas opiniões e defendê-las de forma coerente com o argumento e ponto de vista escolhido por você, bem como se você compreendeu de fato a proposta do tema de redação. Competência 4 Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação. Nesse aspecto vai ser avaliado se o texto está bem articulado e coeso, ou seja, se ele está alinhado do início ao fim, sem contradições ou com termos mal-empregados. O texto deve fluir do começo ao fim, com o mesmo ritmo, tendo estética harmoniosa. Não faz sentido seu texto ser objetivo e de linguagem simples, e, de repente, você jogar uma mesóclise ou um “destarte”. Competência 5 Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos. Essa competência é muito importante, pois além de verificar se o aluno consegue desenvolver um raciocínio crítico sobre o tema da redação, espera-se, no ENEM, que o aluno consiga pensar numa forma de intervir na questão abordada. Por isso, o aluno deve fechar o seu texto com uma proposta de intervenção que responda as perguntas “O que se pode fazer para resolver esse problema”, “Com colocar essa ideia em prática”, e “Quem é responsável para que isso aconteça”. Para conseguir 200 pontos em cada competência e fechar sua redação ENEM com a nota 1000, você vai precisar ter em mente o que cada competência do ENEM avalia em seu texto e praticar a escrita até estar bem afiado. Acima de tudo, não podemos esquecer que o texto tem que ser uma coisa única, com um só fluxo e linha de raciocínio. Vamos lá? Fonte: Guia da redação Enem/ Inep-MEC

    Para vestibulandosredação nota 1000Topo de funil
    31 de mai. de 2017
    Otavio Pinheiro
    4 min

    Mais e mas, mal e mau: onde e como usar corretamente

    Diferença entre mal e mau, mais e mas. Veja nossas dicas para não ter mais dúvidas com essas palavrinhas da Língua Portuguesa. E agora? Escrevo mal com “L” ou mau com “U”? E como vou saber se é mas ou mais? Essas dúvidas são recorrentes porque essas são palavras homôfonas, ou seja, palavras que têm o mesmo som ou sons muito próximos. Por isso, vamos te ajudar a entender como usar corretamente cada um dos casos. O melhor macete para não errar no uso de mau ou mal é substituir mal por bem (se a frase fizer sentido, usa-se “mal”), e mau por bom (se a troca for coerente, então é “mau”). Dessa forma, você pode verificar qual das duas palavras mantém o sentido da frase e ter certeza do uso correto. Vamos detalhar cada caso para que não reste dúvidas. Confira algumas diferenças de mau e mal: Mau: É sempre um adjetivo (Regra: é usado como contrário de bom.) Exemplos: João é um mau jogador de vôlei, mas um bom jogador de basquete. O mau humor de Raquel me deixa chateada. Mal: Pode ser um advérbio, um substantivo ou uma conjunção temporal: Agora que você entendeu a diferença entre mau ou mal, vamos ver como distinguir mas e mais. Quando o assunto é “mais” e “mas”, esses errinhos são mais comuns do que se pode imaginar. As pessoas acabam trocando o adverbio de intensidade MAIS, com a conjunção adversativa MAS. Então, para não errar mais, presta atenção: Confira algumas diferenças de mas e mais: Mais: Advérbio de intensidade: expressa ideia de intensidade; quantidade.Exemplos: – Gosto mais de banana.– Mais uma vez, Marina chegou atrasada.– Comprou mais pães do que o necessário. Mas: Conjunção adversativa: tem ideia de oposição. Pode ser substituído por outras conjunções adversativas, como: contudo, todavia, entretanto, não obstante, e no entanto. Exemplos: – Era feliz, mas não sabia.– Adorava churrasco, mas não tinha dinheiro para comprar carne.– Dormiu muito, mas continuava cansado. Agora, com esses exemplos e dicas de como usar mais e mas, mal e mau, não dá mais pra errar no seu texto, hein!? Não esqueça de colocar tudo em prática com a gente e garantir a nota máxima na redação! Veja quais são as principais dúvidas sobre mais e mas, mau e mal: Leia esses artigos relacionados:

    Para vestibulandosplano de estudoTopo de funil
    29 de mai. de 2017
    febre amarela
    Otavio Pinheiro
    11 min

    Tema de Redação: Febre Amarela

    Com base nos textos motivadores abaixo, produza uma redação dissertativo-argumentativa sobre o tema: SURTO DE FEBRE AMARELA NO BRASIL: DEVEMOS NOS PREOCUPAR? Texto 1 Surto em Minas Gerais confirma expansão da febre amarela no país Especialista recomenda incluir vacina no Programa Nacional de ImunizaçõesNo atual surto de febre amarela, especialistas veem sinais de mudança numa velha doença que nunca deixou de trazer desafios. A manifestação da forma silvestre em Minas Gerais confirma a hipótese de que o problema está em expansão. E especialistas propõem que a vacina seja incluída no Programa Nacional de Imunizações, distribuída a todas as crianças. Para pesquisadores do Instituto Adolfo Lutz, em São Paulo, há ainda sinais de uma transformação de perfil em curso.A febre amarela silvestre ataca principalmente macacos do gênero Alouatta, os bugios. Mas há cerca de um ano, o grupo do diretor técnico do Núcleo de Doenças de Transmissão Vetorial do Adolfo Lutz, Renato Pereira de Souza, encontra outras espécies de primatas mortas em surtos que não afetaram humanos. Os mais numerosos macacos-prego (Cebus) e micos do gênero Callithrix, como o mico-estrela, também têm sido mortos por febre amarela. O por quê ninguém sabe. — Temos um grande problema com a febre amarela. Essas duas espécies de macacos eram resistentes, mas temos encontrado pregos e micos mortos. Não sabemos se o vírus mudou ou se algum tipo de desequilíbrio provocou esses episódios. Não é possível dizer que o perigo aumentou. Mas a incerteza está maior. Por isso, a vigilância de casos em humanos, em primatas silvestres e de infecção de mosquitos é tão fundamental. A febre amarela está associada ao desequilíbrio ambiental, e alguma coisa está acontecendo — destaca Souza. O grupo dele analisou macacos mortos no estado de São Paulo desde maio de 2016, quando ocorreu também um caso humano letal, no município de São José do Rio Preto. — De novembro para cá, os surtos em macacos, que chamamos de epizootias, parecem ter se intensificado. Além disso, em dezembro passado, foi registrado um caso de febre amarela silvestre num morador da região de Ribeirão Preto. Achamos que o surto em Minas é parte disso — observa Souza. A diferença entre a febre amarela urbana e a silvestre é o mosquito transmissor. O vírus é o mesmo. Assim como a manifestação da doença. A forma silvestre é transmitida pelos mosquitos Haemagogus e Sabethes e tem como hospedeiros os macacos. Já a forma urbana ocorre quando uma pessoa doente é picada pelo Aedes aegypti, que infecta depois outras pessoas e dá início a um ciclo de transmissão. A febre amarela é menos comum do que a dengue, mas tem a maior taxa de letalidade entre as arboviroses. Em uma semana, pode matar entre 15% e 45% das vítimas. A dengue mata 1%. E a zika e a chicungunha, menos que isso. O virologista Pedro Fernando da Costa Vasconcelos, um dos maiores especialistas em febre amarela do mundo, com mais de 50 artigos e capítulos e livro publicados, não vê perigo agora de uma epidemia da forma urbana. Mas afirma que o caso de Minas mostra estar na hora de incorporar a vacina contra a febre amarela ao Programa Nacional de Imunizações (PNI). — Um estudo do meu próprio grupo mostrou há muito tempo que a vacina pode em alguns casos causar efeitos indesejáveis. Mas hoje os benefícios da vacina superam os riscos, e ela deveria ser oferecida a crianças em todo o Brasil. Aí teríamos uma proteção muito maior da população — afirma Vasconcelos, especialista em arboviroses (transmitidas por artrópodes, como os mosquitos) e diretor do Instituto Evandro Chagas, um dos centros nacionais de referência de pesquisa de vírus, em Ananindeua, no Pará. Desde que chegou ao Brasil na companhia do Aedes aegypti a bordo dos navios negreiros, a febre amarela tem sido um pesadelo de saúde pública. A febre amarela urbana não é registrada oficialmente no Brasil desde 1942. Mas a silvestre jamais desapareceu. Se tornou endêmica na Amazônia. E casos esporádicos ocorrem em outras partes do país. Desde 2001, segundo Pedro Vasconcelos, a febre amarela se expande rumo ao litoral, a mais populosa faixa do Brasil e também a mais vulnerável por estar fora das áreas de recomendação de vacina. — Desde 2001, a doença está em expansão para o litoral. Isso é preocupante e muito claro. Por isso, defendo uma revisão do programa de imunização agora. A vacina é muito eficiente, capaz de conter epidemias. Temos que nos antecipar a elas. E a vacinação é a melhor forma de fazer isso — salienta Vasconcelos. Ele lembra que no Espírito Santo, onde foram registrados dois casos suspeitos e encontrados macacos mortos, há cerca de 80 anos não havia surtos. — Curiosamente, o ciclo da febre amarela silvestre foi descrito no Vale do Canaã, nos anos 30. Mas o estado estava fora da zona de risco. Hoje vemos que não é mais assim. E é preciso aproveitar enquanto a situação está sob controle para imunizar a população — diz. Fonte: O Globo Texto 2 Brasil está sentado em ‘bomba-relógio’, diz especialista sobre febre amarela O aumento de casos de febre amarela silvestre (transmitida em regiões rurais e de mata) em Minas Gerais pode ser um surto cíclico da doença, como o já observado em 2009. Mesmo assim, o país corre risco de ver um retorno dela às áreas urbanas, avaliam pesquisadores. Desde o início de janeiro, 23 casos suspeitos foram notificados no interior de Minas Gerais – 14 deles levaram à morte dos pacientes. Segundo a Secretaria de Saúde do Estado, 16 deles são considerados prováveis, após exames apontarem a presença do vírus, mas ainda estão sendo investigados. No interior de São Paulo, uma morte foi confirmada como causada pela febre amarela silvestre em dezembro, a primeira desde 2009. “Já esperávamos um surto maior da febre amarela silvestre, mas devemos nos preocupar, sim. Estamos sentados em uma bomba-relógio”, disse à BBC Brasil o epidemiologista Eduardo Massad, da USP. “Precisamos entender o risco de reintrodução de febre amarela urbana, o que seria

    Para vestibulandosbanco de temas de redaçãoTopo de funil
    29 de mai. de 2017
    Indígenas Brasileiros
    Otavio Pinheiro
    2 min

    Tema: Indígenas Brasileiros na Contemporaneidade

    Com base nos textos motivadores abaixo, produza uma redação dissertativo-argumentativa sobre o Tema: Indígenas Brasileiros na Contemporaneidade. Texto 1 De acordo com a Fundação Nacional do Índio (FUNAI), a atual população indígena do Brasil é de aproximadamente 818.000 indivíduos, representando 0,4% da população brasileira. Vivendo em aldeias somam 503.000 indígenas. Há, contudo, estimativas de que existam 315 mil vivendo fora das terras indígenas, inclusive em áreas urbanas. A plena cidadania do índio depende de sua integração à sociedade nacional e do conhecimento, mesmo que precário, dos valores morais e costumes por ela adotados. A Constituição de 1988 realizou um grande esforço no sentido de elaborar um sistema de normas que pudesse efetivamente proteger os direitos e interesses dos índios brasileiros. Representou, ademais, um largo passo à frente na questão indígena, com vários dispositivos nos quais dispõe sobre a propriedade das terras ocupadas por eles, a competência da União para legislar sobre populações indígenas e a preservação de suas línguas, usos, costumes e tradições. Fonte: cola da web Texto 2 Os povos indígenas do Brasil ainda têm muitos desafios a enfrentar como forma de buscar melhores condições e também garantir os poucos direitos já conquistados. Muitos já vivem em territórios demarcados, mas mesmo assim ainda enfrentamos diversas situações, como conviver com os inúmeros conflitos pela terra. Afinal, algumas terras indígenas contam com invasões de madeireiros e de garimpeiros. Por falta de uma ação mais efetiva do governo, esses confrontos ficam sem uma solução. Precisamos buscar mecanismos para debater esses problemas e aumentar a participação dos índios nas discussões das políticas públicas para o nosso povo, pois nossa presença nisso é muito baixa. Fonte: rede sustentabilidade Texto 3: Fonte: brasil de fato

    Para vestibulandosbanco de temas de redaçãoTopo de funil
    25 de mai. de 2017
    Como Estudar para o ENEM?
    Otavio Pinheiro
    2 min

    Como Estudar para o ENEM – dicas?

    Organize seus estudos e garanta as melhores notas no ENEM. E ai, Como Estudar para o ENEM – dicas? Se você tem dificuldades para organizar sua rotina de estudos para o ENEM, confira o esquema para ganhar tempo, estar com o conteúdo em dia e ainda garantir nota máxima nas provas. A prova  é dividida em 4 áreas do conhecimento e mais a redação, valendo 20% cada umas da áreas, assim como a redação. Uma sugestão é você dedicar cada dia da semana para uma das áreas e um dia para a redação e leituras de atualidades, veja: Ciências da Natureza e suas Tecnologias: química, física, biologia, energia e preservação ambiental. Ciências Humanas e suas Tecnologias história, sociologia, geografia e filosofia. Linguagens e Códigos: português, literatura, artes, educação física e línguas (inglês e espanhol). Matemática: inclui comparações numéricas, sistemas de medidas, álgebra, interpretação de gráficos e tabelas, entre outros. Redação: neste item, além da prática da escrita você pode incluir as leituras de revistas e sites de notícias. Estar atualizado é fundamental para realizar o ENEM. Assim, você dedica um tempo a cada conteúdo e ainda pode aproveitar os finais de semana para revisar os mais importantes. Além disso,  lembre-se de se alimentar bem, fazer exercícios físicos, manter uma boa rotina de sono e conviver com sua família e amigos. Isso ajuda a te deixar relaxado e confiante nos seus estudos. Não adianta de nada se matar de estudar se você está cansado demais pra absorver o conteúdo. Vale lembrar que cada área de conhecimento e a redação são avaliados individualmente, e pode chegar até 1000 pontos por área. Ou seja, é importante estar afiado em todos os conteúdos e garantir as melhores notas. O que achou de nossas dicas de Como Estudar para o ENEM – dicas? Venha estudar com a gente e garantir sua nota 1000!

    Para vestibulandosredação nota 1000Topo de funil
    23 de mai. de 2017
    Tema de Redação: O Tabagismo Nos Dias Atuais
    Otavio Pinheiro
    6 min

    Tema de Redação: O Tabagismo Nos Dias Atuais

    PROPOSTA DE REDAÇÃO Com base nos textos motivadores abaixo, produza uma redação dissertativo-argumentativa sobre o tema: O TABAGISMO NOS DIAS ATUAIS. Texto 1 Lei Antifumo nº12.546/2011 Além da proibição de fumar nos locais totalmente fechados, em todo o país, agora também impede o fumo nos locais parcialmente fechados em qualquer um de seus lados por uma parede, divisória, teto ou toldo. E nada de fumódromos. A lei vale também para áreas comuns de condomínios e clubes O que muda para a população e para os estabelecimentos? Agora é proibido fumar em locais parcialmente fechados em qualquer um de seus lados por uma parede, divisória, teto ou toldo. Os estabelecimentos serão fiscalizados, poderão receber advertência, multas que podem chegar a R$ 1,5 milhão (descumprimento das normas sanitárias) e até mesmo serem interditados e terem sua autorização de funcionamento cancelada. A Lei vale também para áreas comuns de condomínios e clubes. Fonte: portal arquivos saude gov Texto 2 Fonte: Governo Federal Texto 3 Fumar tornou-se inerente ao ser humano. Onde há fumaça, provavelmente haverá um dos 1,2 bilhão de fumantes do mundo, e vice-versa. Tudo graças a uma planta descoberta há cerca de 500 anos na América. Sim, o tabaco, a planta que recheia cigarros, cachimbos e charutos, é originário da América e era desconhecido pelos europeus até 1498. Desde então, o consumo mundial só fez crescer, espalhar-se e sofisticar-se. Atualmente morrem 3,5 milhões de pessoas por ano vítimas do fumo. Em 2030, serão 10 milhões. Mas até a década de 50 ninguém sabia disso. Foi então que surgiram as primeiras pesquisas associando o tabaco ao câncer de pulmão. Em 1962, o governo inglês anunciou que o cigarro fazia mal. A indústria respondeu de várias formas. Uma delas foi o lançamento de produtos supostamente menos agressivos, como o cigarro com filtro. Outra foi abandonar de vez qualquer alusão à saúde e realçar o sabor dos produtos. A imagem passou a contar como nunca. Foi quando os logotipos das marcas de cigarro começaram a aparecer nos carros de corridas. Por fim, as indústrias descobriram o consumidor de ouro: o adolescente. Segundo uma pesquisa feita em 1977 pela BAT, “a instalação do hábito de fumar é um fenômeno adolescente. O hábito se instala principalmente aos 15 ou 16 anos”. Quanto mais cedo começa, maior a chance de fumar por 30 anos ou mais. Era vital atingir tal público. A indústria sempre negou mirar os jovens, mas alguns documentos secretos que vieram à tona indicam que se discutia muito a importância desse público. No Brasil, 90% dos fumantes compraram o primeiro maço na adolescência. Controlar a divulgação de um hábito é difícil, ainda mais se quem lucra com ele tem dinheiro para promovê-lo de formas não controladas, como no caso do cigarro. Muitos países baniram anúncios na TV, mas as pessoas continuavam aparecendo fumando na TV, em novelas e filmes. Em 1998, metade dos britânicos entrevistados em uma pesquisa disse ter visto um anúncio de cigarros na TV nos seis meses anteriores, embora eles estivessem banidos desde 1965. Outro caminho adotado pelos governantes para controlar a indústria foi a Justiça. Mas as evidências ligando o fumo a doenças eram estatísticas, epidemiológicas. Para vencer uma ação contra as empresas era preciso provar que uma coisa causava a outra, e isso era difícil. As empresas só foram perder ações na Justiça americana na década de 90. No Brasil, há muitos casos de vitórias em primeira instância, mas ninguém recebeu nada, porque as empresas sempre recorreram. Em 1998, acuada por todos os lados, a indústria fez um acordo com 46 estados americanos, prometendo pagar 246 bilhões de dólares em 35 anos, para cobrir os custos com fumantes doentes. Em 1776, Adam Smith, o pai da economia moderna previu: “Rum, açúcar e tabaco não são produtos vitais, mas têm grande consumo, o que faz deles objetos ideais para taxação”. Dito e feito: o cigarro até hoje é fonte de receita para o governo. Na Inglaterra, o imposto morde 80% do preço do maço, teoricamente para custear o controle do hábito e o tratamento de doenças. Mas essas tarefas consomem só 16% do bolo. No Brasil, o imposto equivale a 70% do preço final, e o cigarro é o produto industrializado que mais paga imposto, o que faz da Souza Cruz o maior contribuinte industrial privado do país e do Brasil um dos países em que o cigarro tem maior importância na receita fiscal. No total, o governo arrecada 6 bilhões de reais, dos quais 2 bilhões são gastos com a saúde dos fumantes. Aumentar os impostos diminui o uso. Estima-se que, para cada 10% de aumento no preço, o consumo caia 8%. O problema é o contrabando, que muitas vezes já é incentivado pela indústria. Por aqui, o contrabando começou na década de 90 e atualmente responde por um terço dos cigarros vendidos. Isso apesar de o cigarro brasileiro ser um dos mais baratos do mundo. Mas, se os malefícios do cigarro são tão conhecidos, por que ainda há tantos fumantes? Bem, a primeira baforada deve-se ao marketing do cigarro. Outras a sucedem porque a nicotina vicia mais que a cocaína. Segundo o médico Daniel Deheinzelin, do Hospital do Câncer de São Paulo, com apenas sete a 14 dias de uso contínuo o fumante está dependente. Já largar o cigarro é difícil. Só 3% das pessoas que tentam abandonar o cigarro conseguem fazê-lo, geralmente após tentar cinco vezes. E olha que não é pouca gente tentando ficar longe da fumaça: 80% dos fumantes brasileiros dizem querer parar. A fórmula mais eficaz para chegar lá é usar três armas combinadas. 1) Medicamentos que reduzam a abstinência, que podem ser de dois tipos. Os primeiros são os antidepressivos, que reduzem a ansiedade. Os outros são os repositores de nicotina, vendidos em adesivos ou chicletes. Eles fornecem nicotina suficiente para evitar a abstinência, mas não contêm alcatrão, que é o mais nocivo. 2) Psicoterapia, para identificar as situações em que há risco de fumar e ajudar a enfrentá-las. 3) Apoio dos

    Para vestibulandosbanco de temas de redaçãoTopo de funil
    22 de mai. de 2017
    Anterior
    1108109110121

    1444 artigos encontrados

    Próxima