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Cada artigo é elaborado para ajudar estudantes a desenvolver habilidades de escrita dissertativo-argumentativa, com exemplos práticos, modelos de introdução e conclusão, e repertórios que podem ser utilizados em qualquer tema de redação. Nossos conteúdos são atualizados regularmente para acompanhar as tendências dos vestibulares e as mudanças na matriz de referência do ENEM.
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Quer saber mais sobre pressão escolar e saúde mental? Confira a lista de repertório que preparamos para o tema! Se você é estudante, já deve ter se deparado com este assunto em algum momento. Os casos de depressão, por exemplo, têm aumentado quando falamos de estudantes que estão se preparando para vestibulares. A cobrança por resultados, a pressão para se sair bem e até mesmo a competição com os colegas são desencadeadores de doenças mentais. Por isso decidimos abordar este tema aqui! Para ajudar a desenvolver a sua tese e preparar os seus argumentos sobre o tema desta semana, trouxemos conteúdos que tratam sobre o assunto. Assim, estude-os e selecione aqueles que vão te auxiliar na defesa do seu ponto de vista na redação. Boa leitura! MATÉRIA | Dinheiro e pressão na escola são as maiores causas de ansiedade para jovens no Brasil Esta matéria cita um estudo que concluí que apenas 16% dos adolescentes brasileiros se sentem “emocionalmente bem”. A conclusão da Fundação Varkey, que realizou a pesquisa, é a de que problemas com dinheiro e a pressão escolar são as maiores fontes de ansiedade para os adolescentes brasileiros. Vale a pena ler a matéria e anotar os dados citados, para ajudar a desenvolver a argumentação. LIVRO | Saúde Mental na Escola: O que os Educadores Devem Saber Este livro é interessante pois aborda o papel da escola e, mais especificamente, dos professores, no que diz respeito à saúde mental dos estudantes. A obra traz dicas e exemplos que auxiliam os educadores a lidarem com questões de saúde mental na escola. SÉRIE | Os 13 porquês Baseada na obra literária de mesmo nome, do autor Jay Asher, a série aborda muitos assuntos polêmicos que envolvem problemas na adolescência, como depressão, bullying, abuso sexual e suicídio. Os episódios contam a vida de Hanna Baker, adolescente que se suicida e deixa 7 fitas com gravações onde enumera 13 razões que a levaram ao suicídio. Dentre os motivos estão alguns relacionados especificamente à escola, como o bullying sofrido pela aluna quando os colegas colocam seu nome na lista sobre as garotas mais atraentes da escola. Por fim, descobrimos que, após passar por diversos momentos difíceis na escola, Hanna conta sua história para o conselheiro escolar Kevin Potter, que duvida das narrativas contadas pela jovem. Ao assistir a série, é importante notar como a postura do conselheiro impacta a decisão de Hanna de tirar sua vida, e como o final poderia ter sido diferente. VÍDEO | Saúde mental na escola e na universidade Neste vídeo, a Youtuber Louie ponto fala sobre a ansiedade que o mestrado desencadeou em sua vida. Além disso, Louie narra histórias vivias enquanto estava no ensino médio, como a convivência com professores homofóbicos. Vale a pena assistir ao vídeo para entender quais vivências escolares podem ser gatilhos para os transtornos mentais dos adolescentes. SÉRIE | Merlí Esta série narra o cotidiano de Merlí Bergeron, um professor de filosofia que tem métodos nada tradicionais de ensino. No decorrer dos episódios o público vai conhecendo as histórias dos alunos de Merlí. O professor, então, ajuda os alunos a solucionarem seus problemas pessoais, que envolvem desde questões com os pais até a pressão sofrida no ambiente escolar. FILME | The Breakfast Club (Clube dos Cinco) Estreado em 1985, o filme conta a história de 5 estudantes totalmente diferentes que são forçados a passar um sábado na escola, na detenção. No decorrer do longa os telespectadores conhecem as perspectivas dos jovens, que relatam seus problemas familiares e que não sabem lidar com a pressão constante sobre eles (ou com a falta desta). Vale a pena assistir a este clássico e fazer as suas anotações! FILME | Sociedade dos Poetas Mortos John Keating, o novo professor de Inglês, começa a lecionar em escola preparatória de meninos conhecida pelo alto padrão e tradicionalismo. Utilizando métodos não muito ortodoxos para atingir seus alunos, que enfrentam enormes pressões de seus pais e da escola, ele os ajuda a se livrarem da timidez, seguirem seus sonhos e aproveitarem cada dia. Como você pode ver, já citamos diversos materiais e trouxemos conteúdos que podem te ajudar a refletir sobre o tema. Lembrou de algum filme, livro ou vídeo que trate sobre o assunto, e que não citamos aqui? Conta pra gente! Talvez o seu repertório sociocultural possa ajudar outras pessoas a pensarem sobre o tema! Organize os repertórios e escreva seu texto!

Você já parou para refletir sobre ”Pressão escolar e saúde mental”? Confira o tema da semana e escreva a sua redação sobre ele! A pressão para se sair bem na escola afeta diversos alunos. Em temos de pandemia, alunos e professores se viram em uma situação inusitada, pois agora o foco é o ensino a distância. Sendo assim, é importante a reflexão acerca da pressão escolar e saúde mental nos dias de hoje. Leia os textos motivadores a seguir e, com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo sobre o tema “Pressão escolar e saúde mental”. TEXTO 1 No contexto da pandemia de Covid-19, muitos foram os desafios impostos pela necessidade de cumprir os protocolos de controle da doença. Na rotina dos estudantes, a pressão escolar é grande, afeta a estabilidade psicológica e causa impactos negativos preocupantes. Por essa razão, é necessário buscar medidas que preservem a saúde mental de crianças e adolescentes. Tendo isso em vista, o psicólogo Antônio Chaves Filho, irá explicar como a pressão escolar impacta a saúde dos jovens, principalmente, nos períodos de provas finais e na chegada do Enem e de outros vestibulares. Entenda o que deve ser feito para que essa pressão não resulte em comprometimentos emocionais e em sensações potencialmente negativas. Relação entre pressão escolar e saúde mental A necessidade de isolamento social criou um cenário propício para situações de estresse e ansiedade, o que compromete tanto a saúde mental dos educadores quanto a dos estudantes que sofrem com a pressão escolar na pandemia. As mudanças no processo de ensino e aprendizagem comprometem não apenas a qualidade do ensino, como aumentam os riscos de desajustes mentais. Todo esse processo gera um sofrimento psíquico e contribui para o desenvolvimento de sintomas que colocam em xeque a estabilidade emocional do estudante. Os mais evidentes são irritabilidade, apatia, insônia, mau humor, desinteresse pela escola e problemas de concentração. Além disso, as aulas remotas causam maior pressão escolar porque responsabilizam a criança e o adolescente pelo próprio aprendizado. Por ser muito diferente dos meios convencionais, essa prática gera muita preocupação entre os profissionais da saúde. Tanto que a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) elaborou uma cartilha com orientações sobre a saúde da criança e do adolescente na pandemia. Nessas circunstâncias, os estudantes sofrem uma sobrecarga enorme, tornam-se mais vulneráveis à depressão, aos sentimentos de frustração e ao esgotamento mental. Por isso, crianças e adolescentes necessitam de mais apoio dos pais e de avaliação profissional para reequilibrar as sensações. Ensino remoto e os reflexos na qualidade de vida O ensino remoto também tem seus desafios no quesito qualidade de vida, já que o fato de o aluno ter que dar conta de suas tarefas escolares praticamente sozinho gera muita insegurança. Devido à pandemia de coronavírus, todos tiveram que se adaptar, de forma abrupta, a esse novo modelo de ensino. O setor da Educação foi um dos mais afetados pela atual pandemia, o que resultou em grandes impactos do ensino remoto sobre o bem-estar e a qualidade de vida de alunos e professores. De repente, berçários, escolas e faculdades foram fechadas e todos precisaram se adaptar a essa metodologia. Na verdade, ninguém estava preparado para lidar com os desafios impostos pela pandemia. Consequentemente, novas sensações negativas afloraram e influenciaram a estabilidade psicológica de pais, educadores e alunos. Quanto mais nova a criança, mais variável é o seu comportamento e menor a capacidade para lidar com o estresse e os desafios diários, segundo o Jornal da USP. Além de todas as correlações mentais associadas ao período de quarentena, o medo de tirar nota baixa e de ser reprovado no final do ano também influencia bastante e gera muitos conflitos. Nesse contexto, pais e professores precisam apoiar os estudantes e, se necessário, encaminhá-los para avaliação com um profissional especializado no cuidado com as emoções. Necessidade de atenção à pressão pré-vestibular Época de vestibular é, geralmente, um período de tensão familiar. O jovem vestibulando precisa se adaptar a uma jornada diferente e dedicar grande parte do dia e da noite a horas de estudo. Por essa razão, muitos estudantes abrem mão de várias coisas durante essa etapa e entram em uma rotina que exige muita dedicação e esforço. Nessa perspectiva, percebe-se que a maioria dos jovens está batalhando cada vez mais por bons resultados no Enem e nos vestibulares mais concorridos de faculdades públicas. Nessas circunstâncias, ainda há uma sobrecarga enorme de desafios gerados pela pressão escolar, sobretudo, para estudantes concluintes do Ensino Médio. Essa rotina exige muitas horas de estudo e, com isso, pode prejudicar a saúde física e gerar desequilíbrios na saúde mental. São incontáveis listas de exercícios e aulas em demasia que levam ao cansaço mental extremo, noites mal dormidas, irritabilidade e crise de pânico. Muitos jovens recorrem a medicamentos para aperfeiçoar o desempenho, pois além da pressão escolar, ainda existe a incerteza de qual carreira seguir. Cobranças familiares e a pressão dos pais sobre a escolha do curso geram medo e angústia. Porém, adultos devem ter a sensatez de deixar que o filho faça essa escolha, de acordo com a vocação dele e vontade própria. Fonte: hospital santa monica TEXTO 2 A Organização Mundial da Saúde (OMS) alerta: 1 em cada 5 adolescentes enfrentará problemas de saúde mental, cujos casos cresceram exponencialmente nos últimos 25 anos. A maior parte, porém, não é diagnosticada ou tratada. Na escola, problemas de saúde mental podem piorar o desempenho e ampliar a evasão escolar. Embora a capacitação de professores seja uma medida importante, a saúde mental ainda está fora da formação. “Na classe de 30 alunos, estima-se que entre 3 e 5 terão algum problema de saúde mental, incluindo transtornos de ansiedade, depressão e déficit de atenção e hiperatividade”, explica Rodrigo Bressan, autor de Saúde Mental na Escola e fundador do Y-Mind – Centro de Prevenção em Transtornos Mentais, que defende uma maior conscientização sobre o tema para os educadores. 75% dos transtornos mentais começam antes dos 24 anos50% dos transtornos mentais começam antes dos 14 anos18% foi

Prepare-se para o ENEM! Explore o tema do êxodo urbano na pandemia com textos motivadores e a proposta de redação dissertativa-argumentativa. Analise o movimento de pessoas buscando refúgio fora das g

Quer saber mais sobre a questão do êxodo urbano na pandemia? Confira a lista de repertórios que preparamos para este tema! Como já era de se esperar, a pandemia do novo Coronavírus causou mudanças significativas na sociedade. Uma delas é o êxodo urbano, que foi nosso último tema de redação. Neste texto, indicaremos alguns repertórios sobre essa temática! SÉRIE | Amor e Sorte Para não perder o costume, vamos lhe mostrar uma forma de se divertir e adquirir repertório sociocultural ao mesmo tempo. Disponível na Globoplay, a série “Amor e Sorte” é estrelada por Fernanda Montenegro e Fernanda Torres. Durante a pandemia, as atrizes, junto com a família, decidiram passar quatro meses no meio do mato, como assim elas descrevem, e nesse período nasceram as personagens Gilda e Lúcia. https://youtu.be/zsjcEdqBHe8 VÍDEO | Quais serão as consequências do êxodo urbano e como lidar com elas? A ONG Rizomar, desde 2017, procura oferecer caminhos para quem quer partir da cidade para o campo. Neste vídeo, o comunicador Victor Mal, membro da organização, discorre sobre como os neorrurais podem se adaptar à nova realidade. VÍDEO | Êxodo urbano em tempo de pandemia Com o objetivo de explorar essa temática, o Sesc São Paulo promoveu uma conversa riquíssima entre estudiosos. Nela, Fabelis Mafron Pretto – professora colaboradora do Departamento de Geociências da UEPG – afirma que o êxodo urbano tem o potencial de provocar a valorização da natureza. Já Tadeu Alencar Arrais – professor associado da UFG – aponta que esse fenômeno pode reavivar a ideia da cidade enquanto uma coisa doente e insalubre, o que já ocorreu no século XIX. Ele ainda nos lembra que essa imagem urbana foi retratada em obras de autores consagrados, como Émile Zola e Victor Hugo, os quais trouxeram para a literatura o lado “obscuro” de Paris e seus esgotos fétidos. LIVRO | A última criança na natureza O escritor e jornalista Richard Louv fala sobre o “deficit de natureza” causado pelo isolamento social em decorrência da pandemia da Covid-19. Para ele, êxodo urbano seria uma consequência disso. “Ironicamente, a pandemia atual, por mais trágica que seja, aumentou o déficit de natureza, mas também fez crescer dramaticamente a consciência pública da profunda necessidade humana de conexão com a natureza”, afirma o autor para o Correio Braziliense. MÚSICA | A vida no interior A música da banca Regganóis retrata os benefícios oferecidos pela vida no interior, buscados por muitos brasileiros em tempos de pandemia. Confira a letra: É longe de tudo e no meio do nada,o ar é puro, puro como a água ,eu posso caminhar no meio da rua ,na boa sem niguém buzinar, A vida no interior me faz tão bem! o cheiro de terra molhada no ar ,avisando que a chuva já tá pra chegar,tem um amigo que eu posso contar ,tem natureza pra todo lugar, A vida no interior me faz tão bem! o bate-bola rola no meio da rua ,com traves de chinelo,uma fogueira, um violão e a lua,pra iluminar o céu, A vida no interior me faz tão bem! Trouxemos materiais e conteúdos que podem te ajudar a refletir sobre o tema. Lembrou de algum filme, livro ou vídeo que trate sobre o assunto, e que não citamos aqui? Conta pra gente! Talvez o seu repertório sociocultural possa ajudar outras pessoas a pensarem sobre o tema! Após escrever a sua redação, não se esqueça de enviá-la pra gente! Nós corrigimos seus textos em até 3 dias úteis!

Você já parou para pensar o ”Êxodo urbano na pandemia”? Confira a proposta da semana e escreva a sua redação sobre ela! Leia os textos motivadores a seguir e, com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo sobre o tema “Êxodo urbano na pandemia”. TEXTO 1 O movimento de êxodo urbano, quando as pessoas deixam de viver nas grande cidades em busca de uma vida no campo, ou em centro menores, não é novidade na história da humanidade. Em tempos de grandes pandemias, há uma tendência dessa movimentação ganhar ainda mais força. A população de Nova York, por exemplo, diminuiu 66% entre 1920 e 1970 após a pandemia da gripe espanhola. O atual contexto pandêmico do Brasil, um levantamento feito pelo grupo imobiliário ZAP mostrou que de janeiro a maio de 2020 a procura por imóveis com mais de 100 quilômetros de distância de São Paulo, o maior centro urbano do país, cresceu 340%. Além disso, muitas vezes por questões de sobrevivência, também há uma movimentação de pessoas voltando para suas regiões ou cidades de origem – no interior – pelo fato de perderem sua fonte de renda durante a pandemia e se verem obrigadas a voltarem para perto de suas famílias. Muitas vezes as condições de vida nas grandes cidades colocam essa parcela da população em situações de vulnerabilidade. Fonte: hypeness – êxodo urbano e pandemia as pessoas estão mesmo deixando as cidades TEXTO 2 Quando notou que gastava R$ 2.000 por ano em couve orgânica, Luísa Matsushita começou a repensar sua vida em São Paulo. Pouco tempo depois, em meados de 2017, a artista plástica e vocalista da banda Cansei de Ser Sexy vendeu seu apartamento de 98 metros quadrados em Higienópolis e se mudou para um pequeno barraco que ela mesmo construiu numa região cercada por ruas de terra em Garopaba, Santa Catarina. “Um vizinho meu é um cavalo, e o outro são várias vacas, um cavalo e umas galinhas. Eu nunca imaginei que seria essa pessoa que acorda às 5h30 e vai surfar. Eu não era a sereia do mar que curtia praia. Eu sempre fui a criança que ficava dentro do quarto desenhando”, conta, numa ligação telefônica com sons de grilo e coaxar de sapos ao fundo. Trocar o barulho dos carros da metrópole pelo zumbido dos insetos no meio do mato —ou da praia— é um sonho que passou a ser realizado por artistas e milionários de outras profissões nos últimos anos. Impulsionados pela pandemia e em busca de mais isolamento social em oposição à densidade das capitais, eles deram forma ao seu idílio no campo, seja em casas de 12 metros quadrados, como a de Matsushita, ou em mansões de quatro suítes e seis vagas na garagem que valem R$ 8 milhões em condomínios de luxo próximos a São Paulo. “Com a pandemia, o papel da grande cidade foi ainda mais questionado”, afirma Stefano Arpassy, futurólogo da agência de tendências WGSN. Saturados da lógica da competitividade e da produtividade das metrópoles, que foi o que os atraiu num primeiro momento, devido às oportunidades de trabalho, essas pessoas agora vão em busca de uma vida mais saudável para a mente e o corpo e maior qualidade de vida, acrescenta o pesquisador. Quem encara essa mudança são aqueles que podem exercer seus trabalhos de forma remota, como artistas e profissionais liberais, e que não dependem integralmente da dinâmica da vida na cidade grande, acrescenta Arpassy. Por não se tratar de um movimento de massas, no entanto, ele acha incorreto definir esse cenário como êxodo urbano. Fonte: folha uol – pandemia turbina fuga das cidades e influencers vendem novo lifestyle rústico chique TEXTO 3 O historiador Laurent-Henri Vignaud, da Universidade de Borgonha, afirma que “uma epidemia sempre é um momento de teste para uma sociedade e uma época”. Podemos concordar com o historiador – e ainda acrescentar – que além de um momento de teste, a pandemia também acarreta importantes mudanças sociais. Assim como as grandes epidemias no passado, o coronavírus tem deixado marcas por todo o planeta, com países em isolamento, fronteiras fechadas e uma economia fragilizada. Ao lembrarmos da gripe espanhola, em 1918, e da peste negra, no século XIV, causadoras de profundas transformações sociais na época, teremos poucos elementos em comum entre a Europa do final da Idade Média ou então da Primeira Guerra Mundial com a nossa sociedade atual, globalizada e super conectada. Analisemos dois cenários sociais distintos causados – e incrementados – pela pandemia da Covid-19. O primeiro deles é a observação de um êxodo urbano, de características centradas na busca por melhor qualidade de vida; e o segundo aspecto define a aceleração do e-commerce, em constante incremento como opção pessoal – e até como sobrevivência dos usuários em reclusão – para abastecimento de bens de consumo. Já não é de hoje que a turbulência das grandes cidades causa problemas significativos de ansiedade e estresse. Seja pelo efeito nocivo de horas e horas no rush do trânsito de início e fim de expediente, seja pela aglomeração em espaços de compras, falta de tempo para atividades recreativas ou insegurança. Um número significativo de famílias impactadas pelo estresse – que aumenta concomitantemente com o número de casos da doença – contribui para um aumento à procura de moradas maiores e com área verde, longe dos grandes centros, em cidades de porte médio ou mesmo pequenas e até em zonas rurais. Assim se verifica em alguns países como Estados Unidos, França e Canadá, dentre outros. Em Nova York, uma das cidades mais atingidas pelo novo coronavírus, observa-se uma tendência de êxodo urbano determinando uma demanda por cidades mais baratas, menores e mais seguras, uma vez que o vírus torna os grandes centros urbanos bem mais vulneráveis pela maior densidade populacional. Em Montreal e Toronto, no Canadá, cidades atingidas duramente pela crise sanitária e – onde o dia a dia é rápido e envolvente – as inseguranças e restrições tornaram a vida insuportável para alguns

Quer saber mais sobre a representatividade no esporte? Confira a lista de repertórios que preparamos para o tema! Se você gosta de praticar algum esporte, com certeza deve saber que estamos em época de Olimpíadas, certo? Nos noticiários, inclusive, há gente dizendo que estas são as Olimpíadas das mulheres, pois elas têm conquistado boa parte das medalhas nas provas. Nesta edição dos jogos as mulheres brasileiras já quebraram o recorde de medalhas conquistadas: são 8 pódios (dentre ouro, prata e bronze) até agora. Mas, além das mulheres, é interessante destacar outras minorias que vêm tendo visibilidade nos esportes, e é sobre isso que iremos falar agora! Para ajudar a desenvolver a sua tese e preparar os seus argumentos sobre o tema da semana, trouxemos conteúdos que tratam sobre o assunto. Assim, estude-os e selecione aqueles que vão te auxiliar na defesa do seu ponto de vista na redação. Boa leitura! Livro sobre representatividade no esporte | O dia em que as mulheres viraram a cabeça dos homens Já abordamos aqui, anteriormente, questões relacionadas ao futebol feminino. Neste livro o assunto é o mesmo: René Rodrigues Simões conta sobre como foi o convite e o processo de aceitação para ser o treinador da seleção feminina brasileira de futebol. A leitura vale a pena, como uma forma de ter contato mais aprofundado com a história do futebol feminino brasileiro (apesar de ser um livro escrito por um homem). Encontrado em: Amazon. FILME | Uma skatista radical Nas Olimpíadas todos se emocionaram com Rayssa Leal, a brasileira nordestina de 13 anos que conquistou medalha de prata na modalidade de Skate Street. Indo para as telonas, a Netflix disponibiliza o filme “Uma skatista radical”. Este filme é muito emocionante pois nele nos deparamos com a dura realidade das famílias e, principalmente, das meninas que vivem na região rural da Índia e têm de seguir fielmente as tradições do país. Aqui conhecemos Prerna, que encontra no skate o refúgio para a sua vida. O destaque nos créditos do filme é emocionante, pois descobrimos, neste momento, que para a produção do filme houve a construção de uma pista de skate real naquela região da Índia. Assim, hoje o Desert Dolphin Skatepark é um dos maiores partes que skate no país, e tudo isso graças às filmagens. A seguir, confira um vídeo sobre como usar a fadinha do Skate Street brasileiro em suas redações: FILME | King Richard: Criando Campeãs Venus e Serena Williams são duas estrelas do tênis americano. Este filme, estrelado por Will Smith, narra a história de Richard Williams, o pai das duas jogadoras. A produção mostra detalhes de todos os obstáculos superados pelo pai e pelas meninas. Além disso, há ensinamentos de Richard sobre empoderamento negro e de classes, fazendo com que as duas viessem a se tornar referência para muitas outras jovens negras e pobres pelo mundo. O filme ainda não foi lançado, mas podemos assistir ao trailer: A estreia do longa está prevista para o dia 19 de novembro deste ano, nos cinemas e na HBO Max. ARTIGO | Uma Análise da Representatividade Feminina nos Esportes Eletrônicos Os e-Sports ou esportes eletrônicos são termos que se referem às competições de jogos eletrônicos em que os embates são realizados por profissionais e assistidos por uma audiência presencial ou online. O artigo em questão propõe uma reflexão sobre a participação feminina nos e-Sports. O primeiro registro de uma competidora em campeonatos deste gênero ocorreu apenas em 2000, com Lee Ji Eun. Além disso, no Brasil apenas 3 campeonatos femininos foram realizados até hoje. Sendo assim, percebe-se que ainda há muito a melhorar quando falamos de representatividade feminina nos e-Sports. O artigo pode ser encontrado aqui. FILME | Menina de ouro Menina de Ouro é um filme de 2004 do gênero drama. Foi indicado a 7 categorias do Oscar, tendo vencido como melhor filme, melhor diretor, melhor atriz e melhor ator coadjuvante. Com este repertório, não tinha como deixar este filme de fora da nossa lista. Confira a sinopse do filme abaixo: Frankie Dunn (Clint Eastwood) passou a vida nos ringues, tendo agenciado e treinado grandes boxeadores. Frankie costuma passar aos lutadores com quem trabalha a mesma lição que segue para sua vida: antes de tudo, se proteja. Magoado com o afastamento de sua filha, Frankie é uma pessoa fechada e que apenas se relaciona com Scrap (Morgan Freeman), seu único amigo, que cuida também de seu ginásio. Até que surge em sua vida Maggie Fitzgerald (Hilary Swank), uma jovem determinada que possui um dom ainda não lapidado para lutar boxe. Maggie quer que Frankie a treine, mas ele não aceita treinar mulheres e, além do mais, acredita que ela esteja velha demais para iniciar uma carreira no boxe. Apesar da negativa de Frankie, Maggie decide treinar diariamente no ginásio. Ela recebe o apoio de Scrap, que a encoraja a seguir adiante. Vencido pela determinação de Maggie, Frankie enfim aceita ser seu treinador. Atualmente, o longa está disponível na Amazon Prime Video. Representatividade LGBT nas Olimpíadas | Douglas Souza Neste artigo aqui você irá conhecer mais sobre o jogador de voleibol Douglas Souza. O jogador ganhou fama durante os jogos olímpicos, por postar vídeos e fotos descontraídas. Apesar de a sua homossexualidade não ser o foco dos vídeos, Douglas sabe a importância de ser o único jogador homossexual na seleção brasileira de vôlei. Vale a pena a leitura do artigo. Trouxemos materiais e conteúdos que podem te ajudar a refletir sobre o tema. Lembrou de algum filme, livro ou vídeo que trate sobre o assunto, e que não citamos aqui? Conta pra gente! Talvez o seu repertório sociocultural possa ajudar outras pessoas a pensarem sobre o tema! Após escrever a sua redação, não se esqueça de enviá-la pra gente! Nós corrigimos seus textos em até 3 dias úteis!

Você já parou para pensar na importância da ”Representatividade no esporte ”? Confira a proposta da semana e escreva a sua redação sobre ela! Nos últimos dias o mundo todo parou para assistir às competições dos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020. Aqui no Brasil não foi diferente: nos emocionamos com o skate, com as medalhas da ginástica artística e com os saques do voleibol. O esporte emociona, porém, é importante falarmos também sobre representatividade em relação a isso. Leia os textos motivadores a seguir e, com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo sobre o tema “Representatividade no esporte”. TEXTO 1 As histórias são mais raras do que no passado, mas ainda machucam. Se a representatividade dos negros cresceu nas delegações olímpicas e paralímpicas do Brasil nos últimos anos, o racismo infelizmente não abandonou o cotidiano destes atletas. Seja no ambiente esportivo ou fora dele, de forma velada ou explícita, o preconceito ainda se faz presente. Quando se observa as posições de poder do esporte nacional, o cenário ainda é discrepante. Nenhum dos 33 presidentes das Confederações Olímpicas Brasileiras é negro – Gerli Santos foi o mandatário da Confederação Brasileira de Esgrima (CBE) por quatro anos, mas não segue mais no cargo. Entre os principais dirigentes do Comitê Olímpico do Brasil, todos são brancos. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) afirma que mais da metade da população brasileira se declara negra ou parda no censo. Mas nem o COB nem o Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) possuem um levantamento preciso sobre quantos eram os atletas negros a competirem na Rio 2016. Como esta declaração de etnia, pelos conceitos do IBGE, é pessoal e voluntária, não podemos precisar a expressão total da participação negra nas delegações nacionais. Fonte: ge globo – Consciência negra: representatividade no esporte cresce, mas racismo ainda fere TEXTO 2 Lucas Alcântara, homem trans e corredor, relatou um pouco de sua história em entrevista ao Eu Atleta, Globo. Lucas destacou a importância da representatividade em todos os segmentos, pois é uma forma de encorajar e inspirar outras pessoas e outras histórias. “Em 2017, eu entendi que era uma pessoa trans e me dediquei muito à corrida, porque era uma forma de terapia também” – lembra o esportista, explicitando que a atividade física o ajudou a superar as adversidades. “Quando um clube lança uma modalidade, a tendência é que outros façam o mesmo com o tempo. Acredito muito que o esporte é um meio de interação social muito grande, tem um papel importante na vida das pessoas. Poder liderar esse grupo, com pessoas em vários níveis diferentes, está sendo bem especial. Acredito que vá ser um divisor de águas na modalidade no meio LGBTQIA+ no Rio, fortalecendo o esporte”, disse. “Participando de competições, mostramos que nós existimos, que o esporte LGBTQIA+ existe, que a gente pode jogar futebol, correr, fazer o que quiser. É importante sermos vistos”, destaca. Fonte: observatoriog uol – Homem trans, líder de equipe de corrida relata sua história e comemora representatividade TEXTO 3 Todos os dias, mulheres no mundo todo enfrentam obstáculos pelo simples fato de serem… mulheres. No esporte, não é diferente. A prática de exercícios físicos por mulheres no país é 40% inferior aos homens, segundo o relatório “Movimento é Vida”, do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) – um indicativo de que o cenário esportivo ainda tem muita desigualdade de gênero. Por trás de todos os dados, números e pesquisas, temos histórias fortes, recorrentes e graves, como a de Gisele Vale, enfermeira obstetra: – Eu já sofri um estupro na rua, isso acabou com meu psicológico. Buscar uma arte marcial me deu segurança, voltei a ter vida – desabafou. Gisele faz parte de um grupo exclusivamente feminino reunido pela securitária e faixa preta Pricila Engelberg para encorajar mulheres que querem praticar o jiu-jitsu, mas não têm meios nem companhia do mesmo sexo. – Eu comecei o jiu-jitsu quando ainda era muito machista, quase não tinham mulheres, quase 90% homens e duas mulheres no tatame. Tinha o preconceito de ser faixa branca, eles não queriam treinar comigo. Você tem que dar a cara à tapa, mostrar que não é a força que vai garantir a finalização, mas a técnica – contou Pricila, sobre os treinos do jiu-jitsu entre homens e mulheres. A professora e pesquisadora da Unicamp, de Campinas, Helena Altmann é quem escreveu o artigo complementar “Atividades Físicas Esportivas e Mulheres no Brasil”. Ela lembra que na legislação brasileira, no período da ditadura militar, esportes como o jiu-jitsu já foram proibidos para mulheres. “Art. 54. Às mulheres não se permitirá a prática de desportos incompatíveis com as condições de sua natureza, devendo, para este efeito, o Conselho Nacional de Desportos baixar as necessárias instruções às entidades desportivas do país” (DECRETO-LEI Nº 3.199, DE 14 DE ABRIL DE 1941). Em 1965, o Conselho Nacional de Desportos deliberou: 2. Não é permitida [às mulheres] a prática de lutas de qualquer natureza, futebol, futebol de salão, futebol de praia, polo-aquático, pólo, rugby, halterofilismo e baseball. A cultura de não incentivar as mulheres aos esportes, principalmente coletivos, pode ser explicada inclusive pelo pouco acesso ao lazer devido às tarefas domésticas, que ocupam em média 20,5 horas semanais das mulheres, enquanto os homens gastam 10 horas por semana nas atividades de casa. A falta de segurança, o preconceito, a falta de incentivo nas escolas, todos esses são fatores que devem ser apontados quando se constata que o esporte no Brasil não tem o mesmo acesso por meninos e meninas. O relatório do PNUD indica uma urgência em se criar políticas públicas que possam permitir maior igualdade. Fonte: ge globo – Mulheres no Esporte: o tabu e a história por trás da pouca representatividade feminina Confira agora uma lista de repertórios para o tema “Representatividade no esporte”. Após escrever a sua redação, envie em nossa plataforma e receba a correção em até 3 dias úteis!

Prepare-se para a redação! Abordamos o vício em videogames em crianças e adolescentes, um tema crucial à luz da classificação da OMS como distúrbio. Explore textos motivadores e desenvolva sua argumen

Quer conferir repertórios para o tema ”Vício em videogames na infância e na adolescência”? Nós separamos alguns para você! O vício em games tem cada vez mais se tornado um problema para as famílias. Por conta disso, a discussão tem ganhado palco e vale muito a pena escrever uma redação sobre ela. Não sabe o que usar de repertório para o tema da semana? Temos algumas dicas abaixo: CONSEQUÊNCIAS DO VÍCIO EM VIDEOGAMES | REPORTAGEM 1O programa “Domingo espetacular” fez uma reportagem expondo a gravidade da temática. Nela, fica claro que o vício em games pode causar danos à saúde, como obesidade, insônia, falta de sociabilidade, etc. Além disso, a fala do psiquiatra Felipe Picon é bastante importante, pois elucida possíveis causas do vício. COMO A FICÇÃO MOSTRA O VÍCIO EM GAMES | REPORTAGEM O “Fantástico” também abordou o problema e trouxe, entre outras coisas, a ficção para explorá-lo. Na novela “Malhação: viva a diferença”, o personagem Julinho é viciado em games, o que preocupa Josefina, sua mãe, que tenta controlá-lo. BLACK MIRROR | SÉRIE Outro personagem que enfrentou problemas com os games foi Robert Daly, da quarta temporada da série “Black Mirror”. Ao ter dificuldades nas relações interpessoais, ele recorre a um jogo em vez de procurar medidas saudáveis e efetivas para resolver a situação. VÍCIO EM GAMES NA PANDEMIA | REPORTAGEM A pandemia da Covid-19 se concretizou como mais um obstáculo na vida dos responsáveis que precisam lidar com o vício em games por parte de seus filhos. Nesta reportagem, o psicólogo Romani Souza afirma que esse período propicia até mesmo a recaída de pessoas que haviam se “curado” da dependência em jogos. Além disso, para ele, a fuga no mundo eletrônico pode ser uma forma de preencher o vazio sentimental vivido por muitos nesse momento peculiar. JOGOS VIOLENTOS GERAM VIOLÊNCIA? | VÍDEO Uma questão muito antiga que envolve essa temática é: afinal, jogos violentos podem gerar violência na vida real? Para alguns, uma coisa não tem ligação para outro. Para outros, a violência contida nos games pode ser uma das responsáveis por massacres ocorridos em escolas. Para não deixar essa discussão muito superficial, o canal The Enemy traz as reflexões da pesquisadora Beatriz Blanco, que fala como podemos abordar o assunto do consumo de games e mídia em geral de forma mais eficiente. De acordo com ela, é preciso contextualizar o videogame, que pode fomentar a violência, sim, mas como uma consequência, e não como causa do problema. TERAPEUTA EXPLICA O VÍCIO EM VIDEOGAMES | VÍDEO Neste vídeo, a terapeuta ocupacional Isis Falcão dá uma explicação biológica sobre o vício: de acordo com ela, nosso cérebro possui um sistema de recompensa, o qual libera dopamina e nos dá a sensação de prazer. Isso acontece quando a criança joga, o que explica a vontade de realizar essa atividade com frequência. Lembrou de algum outro repertório sobre o assunto? Conta pra gente! Talvez a sua sugestão possa ajudar outras pessoas a pensarem sobre o tema ”Vício em videogames na infância e na adolescência”! Quer receber as correções de suas redações em até 3 dias úteis? Acesse nosso site e comece AGORA a utilizar a nossa plataforma!

Você já parou para pensar no tema ”Vício em videogames na infância e na adolescência”? Confira a proposta da semana e escreva a sua redação sobre ela! Leia os textos motivadores a seguir. Assim, com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo sobre o tema ”Vício em videogames na infância e na adolescência”. Use a modalidade escrita formal da língua portuguesa e apresente proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Então, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista. Texto 1 Pela primeira vez na história, a OMS (Organização Mundial de Saúde) classificou o vício em videogame como um distúrbio mental. Em janeiro de 2018, foi anunciado que o transtorno de vício em games seria incorporado como doença pelo 11º Catálogo Internacional de Doenças. O documento descreve o problema como um padrão de comportamento frequente de vício em games, tão grave que leva o indivíduo a preferir os jogos a qualquer outro interesse na vida. Para Marcelo Calcagno Reinhardt, médico especialista em Psiquiatria da Infância e Adolescência, a medida da OMS “reflete o retrato do comportamento da sociedade pós-moderna, em que a diversão em muitos casos é em demasia, os horários são inadequados, alguns jogos, inclusive estão sendo usados por crianças com faixa etária incompatível com a temática e que incitam a violência e aumentam a ansiedade”. Alguns países identificaram essa condição e já adotaram medidas mais severas para combater o problema. Na Coreia do Sul, por exemplo, o governo criou uma lei para proibir o uso de games por pessoas menores de 18 anos entre meia-noite e seis da manhã. No Japão, os jogadores recebem uma advertência caso ultrapassem mais do que uma determinada quantidade de horas por mês jogando videogame. Até na China, gigante do mundo tecnológico, determina-se um limite de quantidade de horas que uma criança pode jogar. Para a Associação Americana de Pediatria, os pais devem limitar o tempo que seus filhos passam em frente à tela, seja televisão, computador, celular ou tablet, para duas horas por dia. Esse tempo não inclui, no entanto, o uso dos aparelhos para fins acadêmicos. Fonte: ndmais – adaptado Texto 2 A pesquisa, publicada no Developmental Psychology Journal, da Associação Americana de Psicologia, determina qual é a proporção de pessoas suscetíveis à dependência em video games. Os cientistas descobriram que, para 90% dos jogadores, os games são apenas um passatempo divertido, não sendo prejudiciais ou representando consequências negativas por muito tempo. No entanto, 10% podem se tornar realmente viciados, com consequências de longo prazo para saúde mental, social e comportamental. O vício é caracterizado pelo tempo excessivo gasto jogando videogame, pela dificuldade em parar de jogar e pela interrupção de outras atividades saudáveis devido aos jogos. Resultados da pesquisa da BYU Durante 6 anos, 385 adolescentes fãs de videogame na transição para a vida adulta responderam a vários questionários uma vez por ano. O objetivo das perguntas era medir sintomas como depressão, ansiedade, agressão, delinquência, empatia, sociabilidade e timidez. Os relatórios buscavam identificar níveis de reatividade sensorial, estresse financeiro e uso problemático de telefones celulares. Foram encontradas duas principais características dos viciados em jogos eletrônicos: ser homem e ter baixos níveis de sociabilidade. Graus mais altos de comportamento pró-social ou voluntário, destinado a beneficiar outra pessoa, tendiam a ser um fator protetor contra os sintomas de dependência. O estudo ainda encontrou três trajetórias de vício em video games. Um nível baixo apareceu em 72% dos adolescentes pesquisados; 18% apresentaram sintomas moderados ao longo do estudo; e apenas 10% tiveram níveis crescentes e preocupantes de vício. Desconstrução de estereótipo O estudo também desconstruiu o estereótipo de jogadores que moram no porão dos pais e são incapazes de se sustentar financeiramente ou conseguir um emprego por causa da fixação em jogos eletrônicos. Pelo menos no caso das pessoas que participaram do estudo, os viciados em video games pareceram ser tão financeiramente estáveis e ter um desenvolvimento profissional quanto aqueles que não são dependentes. Fonte: tecmundo – adaptado Texto 3 Crianças que jogam até 16 horas de videogames por dia podem estar viciadas e desenvolver comportamento mais agressivo, intolerante e de isolamento da sociedade, segundo aponta um estudo da Associação Britânica de Gerenciamento da Raiva (BAAM, na sigla em inglês). Em uma pesquisa que ouviu 204 famílias da Grã-Bretanha, a entidade ressalta os riscos do excesso da atividade e a necessidade de que os pais estabeleçam limites na relação que as crianças desenvolvem com os jogos eletrônicos. Os pais de crianças entre 9 e 18 anos acreditam que o videogame influencie o convívio familiar e as habilidades sociais de seus filhos. A pesquisa apurou que 46% dos pais acham que o excesso dos jogos leva a menos cooperação em casa. “A situação mais típica que encontramos é da criança que se torna irritada e agressiva quando solicitada a arrumar o quarto, fazer os deveres de casa ou jantar, quando o que ela realmente quer é continuar jogando videogame”, disse à BBC Brasil Mike Fisher, diretor da BAAM. Na escola, professores se queixam de alunos com falta de concentração, sonolência, irritabilidade e dificuldades de interagir com os colegas. Mas esses são apenas alguns dos efeitos que a obsessão pelos jogos pode causar, explica Fisher. Estudos e exemplos práticos mostram que a continuidade do isolamento social pode levar a casos extremos como os dois adolescentes que mataram 12 colegas e um professor em Columbine, nos Estados Unidos, em 1999, e do norueguês Anders Breivik, que em julho do ano passado matou 69 pessoas em um ataque a uma colônia de férias. Nos dois casos emblemáticos os assassinos passavam mais de dez horas por dia jogando videogames violentos. “Breivik admitiu jogar ‘Call of Duty’, um game de violência, por mais de 16 horas por dia, com o objetivo de treinar a coordenação necessária para atirar com eficiência”, diz Fisher. Fonte: bbc Confira agora uma lista de repertórios para o tema ”Vício em videogames na infância
Prepare-se para a redação! Explore os impactos ambientais do consumo excessivo de carne. Descubra como a produção e o consumo afetam o planeta, com dados sobre emissões de gases, uso da água e demanda

Quer conferir repertórios para o tema ”Impactos ambientais do consumo de carne”? Nós separamos alguns para você! Não é de hoje que se questiona se o consumo excessivo de carne faz mal para nós, humanos. Com o passar do tempo, a discussão foi ainda mais longe, alertando sobre os impactos ambientais que isso pode ocasionar. Devido à relevância da discussão, propomos um tema de redação com essa temática e, neste texto, vamos indicar alguns repertórios para você usar na sua redação. A Carne é fraca | Documentário Para começar, que tal assistir a um documentário? Disponível no Youtube, “A carne é fraca” trata sobre a indústria da carne brasileira e demonstra os impactos dela no meio ambiente, nos animais e na nossa saúde. Cowspiracy | Documentário Vamos sugerir mais um documentário, pois é difícil falar sobre qualquer questão que envolva o consumo de carne sem mencionar “Cowspiracy”, disponível na Netflix. De acordo com o GZH, “Ao ler relatórios oficiais das Nações Unidas a respeito dos impactos negativos da pecuária sobre o meio ambiente, o cineasta Kip Andersen decidiu ir até as sedes das principais organizações ambientalistas do mundo para entender por que elas não falam sobre o assunto. O resultado está em Cowspiracy, documentário rico em dados estatísticos que traz entrevistas com representantes de ONGs e do governo americano. “ Explicando | Documentário A série “Explicando”, da Netflix, explora temas variados e, em sua segunda temporada, em novembro de 2019, foi ao ar um episódio que tem como pauta a insustentabilidade do consumo de carne, lançando a seguinte pergunta: “O aumento mundial do consumo de carne está se tornando insustentável. Será que as alternativas ao produto resolverão esse problema no futuro?” Os Simpsons | Animação Para fechar com “chave de ouro”, vamos mais uma vez lhe provar que é possível adquirir repertório sociocultural de forma orgânica – sem decoreba de citações e conceitos os quais você não domina – enquanto se diverte. Em 1995, foi ao ar mais um episódio de Os Simpsons, um dos desenhos mais famosos do mundo. Intitulado “Lisa, a Vegetariana”, ele marca o dia em que a personagem Lisa , que já havia demonstrado preocupação com o meio ambiente em outros momentos, decide parar de consumir carne. Confira também outros repertórios para usar neste tema! Lembrou de algum outro repertório sobre o assunto? Conta pra gente! Talvez a sua sugestão possa ajudar outras pessoas a pensarem sobre o tema “Desafios no combate à pobreza menstrual”! Quer receber as correções de suas redações em até 3 dias úteis? Acesse nosso site e comece AGORA a utilizar a nossa plataforma!
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