Atualizado em
Conteúdos exclusivos sobre redação, preparação para provas e dicas para alcançar a nota máxima
Os guias e páginas mais consultadas para entender estrutura, ver exemplos de redação nota 1000 e escolher a correção ideal para o seu objetivo.
Propostas atualizadas com análises, exemplos e repertórios para praticar a escrita dissertativo-argumentativa.
Domine as 5 competências avaliadas na redação do ENEM com dicas práticas e exemplos reais de redações nota 1000.
Citações, dados estatísticos, filmes, livros e referências culturais para enriquecer sua argumentação.
Análise dos temas cobrados em edições anteriores do ENEM e previsões para as próximas provas.
Artigos sobre políticas educacionais, vestibulares, ensino superior e temas relevantes para a educação brasileira.
Estratégias de preparação para concursos públicos com foco em redação discursiva e dissertativa.
O Blog do Redação Online é a maior fonte de conteúdo gratuito sobre redação para ENEM, vestibulares e concursos públicos no Brasil. Com mais de 1.400 artigos escritos por professores especializados, nosso blog cobre temas atuais, técnicas de escrita, repertório sociocultural e análises detalhadas das competências avaliadas nas provas.
Cada artigo é elaborado para ajudar estudantes a desenvolver habilidades de escrita dissertativo-argumentativa, com exemplos práticos, modelos de introdução e conclusão, e repertórios que podem ser utilizados em qualquer tema de redação. Nossos conteúdos são atualizados regularmente para acompanhar as tendências dos vestibulares e as mudanças na matriz de referência do ENEM.
Envie suas redações e receba correção profissional em até 24h com feedback detalhado de especialistas aprovados nas melhores universidades
Ver Planos de CorreçãoVocê já parou para pensar nos impactos ambientais causados pelo consumo excessivo de carne? Confira a proposta da semana e escreva a sua redação sobre ela! Leia os textos motivadores a seguir. Assim, com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo sobre o tema ”Impactos ambientais do consumo excessivo de carne”. Use a modalidade escrita formal da língua portuguesa e apresente proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Então, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista. Texto 1 O consumo excessivo de carne não só afeta a saúde das pessoas como também prejudica o meio ambiente”, resume o professor de nutrição Lluís Serra-Najem, da Universidade de Las Palmas, nas Ilhas Canárias. Existem quatro variáveis ambientais que limitam a produção de carne em escala global: a superfície ocupada pelas pastagens; a água consumida, tanto por parte dos animais como no processo de produção; os gases de efeito estufa provocados pela flatulência do gado —atualmente 14,5% do que é lançado na atmosfera, segundo a a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO)—, e a energia necessária durante o processo. Atualmente, grande parte da população mundial não consome produtos à base de carne nem laticínios, mas à medida que as condições socioeconômicas dos países em desenvolvimento melhoram, a demanda por esses alimentos aumenta, colocando em xeque os recursos ambientais da Terra. Será que o mundo come carne para além de suas possibilidades? Para que uma vaca produza 1 quilo de proteína, ela precisa consumir entre 10 e 16 quilos de cereais, enquanto um porco requer 4 quilos. “Para produzir um filé de 200 gramas, são necessários cerca de 45 bacias de cereais”, ilustra Laura Ordóñez, cientista ambiental e professora da Escola Internacional de Naturopatia, em Granada, na Espanha. Fonte: brasil el pais Texto 2 Nos últimos 50 anos, o consumo de carne no mundo aumentou de forma acelerada. Hoje, a produção é quase cinco vezes maior do que no começo da década de 1960. O salto foi de 70 milhões de toneladas para mais de 330 milhões em 2017. No Brasil, esse cenário não é diferente. Desde 1990, o consumo de carne quase dobrou. Essa tendência é impulsionada, em grande parte, pelo aumento da renda média do brasileiro. Países que registraram um importante crescimento econômico nas últimas décadas refletem um aumento na alimentação baseada em proteína animal. Um brasileiro come, em média, 40 quilos de carne bovina por ano, o que coloca o país na quarta posição do ranking de consumo desse tipo de proteína. Além disso, um brasileiro médio come também 11 quilos de porco e 32 quilos de frango todo ano. Para conter uma crise alimentar e uma catástrofe climática, é importante reduzir a ingestão de proteína de origem animal. Nesse cenário, o relatório do Instituto de Recursos Mundiais (WRI) aponta que os consumidores devem reduzir em 40% a ingestão de carne. As alternativas que o estudo indica para não piorar o quadro do aquecimento global ou gerar desequilíbrio alimentar são praticar o consumo consciente, elevar a produção por hectare e acabar com o desperdício de alimentos, que atinge um terço da população mundial. Afinal, quais são os prejuízos do alto consumo de carne para a sociedade? Além de afetar o meio ambiente de diversas formas, a pecuária está diretamente relacionada com as emissões de gases. Esses animais liberam grandes quantidades de gás metano na atmosfera, que pode poluir até 21 vezes mais do que o gás carbônico. Além disso, o desmatamento causado para manter a agricultura e a pecuária em ampla escala colabora para a redução de florestas que atuam como importantes regiões de retenção de carbono. Outro problema das grandes áreas devastadas é o impacto na biodiversidade local. Há cientistas que afirmam que os países ocidentais devem reduzir 90% do consumo de carne para controlar o aquecimento global e evitar que o planeta entre em crise. Além dos pontos apresentados, a produção de alimentos usa quantidades insustentáveis de água. A Organização das Nações Unidas (ONU) prevê que a população mundial chegará a9,7 bilhões de pessoas até 2050, o que exigirá aumentar em 50% a produção de alimentos para sustentar todas as pessoas. Se seguirmos os mecanismos atuais, isso pode gerar impactos ambientais irreparáveis e fazer com que a Terra deixe de ser um espaço seguro para a humanidade. Fonte: blog brkambiental Texto 3 Fonte: eco debate Confira agora uma lista de repertórios para o tema ”Impactos ambientais do consumo excessivo de carne” . Após escrever a sua redação, envie em nossa plataforma e receba a correção em até 3 dias úteis!

É muito importante conhecer a diferença entre ASSUNTO e TEMA se você está se preparando para a redação do ENEM, vestibular ou concurso! Aprenda conosco neste artigo! Entre todas as provas que os estudantes encaram, de olho em uma vaga na universidade ou num concurso, a redação é aquela que mais apreensão causa. E o motivo todo mundo já conhece: não saber se está preparado(a) para escrever sobre o tema de redação. Mas você sabia que muita gente confunde assunto e tema e, por isso, acaba, às vezes, fugindo daquilo que deveria ter tratado no texto? Pois é, por isso, neste post, vamos mostrar para você a diferença entre eles para que isso não seja mais uma coisa para se preocupar. Vamos lá? O que é o assunto de uma redação? Quando procuramos o assunto de uma redação, estamos falando de algo mais amplo, genérico, que pode servir de base para diversos temas. Como assim? Calma! O assunto pode ser algo como cidadania, desigualdade, violência urbana, sustentabilidade. Ou seja, lembra de quando a gente conversou por aqui sobre eixos temáticos? Pois então, eles nada mais são do que ASSUNTOS (gerais) que podem cair na prova. Porém, não tem como sabermos exatamente o recorte que será feito desse assunto. Por exemplo, quando se trata de cidadania, vários desdobramentos podem ser feitos: direito ao aborto, maioridade penal, ações afirmativas, eleições, entre outros. Viu como pra um mesmo assunto podem haver vários caminhos? É por isso que a gente sempre afirma: quanto mais você souber sobre determinado assunto, mais preparado(a) você estará para escrever sobre qualquer tema. Fechou? Como identificar o tema da redação? Agora que você já sabe o que é o assunto, vamos entender como identificar o tema da redação e assim evitar a fuga na hora de escrever o texto. A fuga do tema pode levar a sua nota a zero no Enem e nos vestibulares e concursos. Isso porque compreender o tema demonstra a capacidade de o candidato fazer interpretações corretas dos textos, sejam os motivadores, sejam os próprios enunciados das provas e a frase temática. Nesse sentido, errar o tema é uma tremenda bola fora e pode comprometer todo o seu ano de estudos. No último Enem, quase 1% dos participantes zerou a prova de redação por fuga do tema, maior motivo das notas zero. Pode parecer um número baixo, no entanto, quando vemos o total de provas corrigidas, isso equivale a mais de 27 mil notas zero por fuga do tema. É bastante coisa, não é mesmo? E tudo isso pode ser evitado prestando bastante atenção na frase temática. Resumidamente, podemos dizer que o tema é a ênfase que se quer dar dentro de determinado assunto. Ele, necessariamente, traz uma perspectiva, um olhar (alouuu, também se chama ponto de vista!) sobre determinado assunto. Além disso, ele propiciará uma discussão e uma tomada de posição diante dele – no Enem, a gente chama isso de tese. Vamos ver melhor isso com um exemplo? Diferença entre assunto e tema na prática Um bom jeito de entender a diferença entre assunto e tema da redação é pegar uma frase temática e analisá-la. Vamos usar aqui a do Enem impresso 2020: “O estigma associado às doenças mentais na sociedade brasileira”. Nesse caso, o assunto mais amplo, o geral, está no universo das doenças mentais. Perceba que muita gente levou à discussão para a questão da “saúde mental”, que pode até ter suas aproximações, mas não é o assunto. A menos que você tratasse da ausência de saúde mental, aqui corria-se o risco de fugir do tema, caso o participante não tenha se atentado a isso. Diante do assunto “doenças mentais”, o recorte feito diz respeito ao estigma associado a elas na sociedade brasileira. Veja bem: não se tratava de falar de inclusão de pessoas com doenças mentais, nem de melhores tratamentos indicados para pessoas com esse tipo de enfermidade. Aqui, o foco da discussão estava em como o estigma aparece e como ele afeta as relações na sociedade. Ficou mais claro? Nesse tema específico, era importante saber o significado da palavra estigma, que é, nesse caso, o social, ou seja, uma “marca” que, em geral, demonstra desaprovação diante de determinado comportamento. Por isso é importante ter um bom vocabulário e ler com atenção os textos motivadores que, quase sempre, trazem explicações que ajudam a compreender termos que podem não ser usuais para a maioria dos candidatos. Outro exemplo, e que gerou bastante polêmica na época, tem a ver com o tema de 2017 do Enem: “Desafios para a formação educacional de surdos no Brasil”. Naquele ano, o assunto mais amplo dizia respeito à Educação, porém o recorte (ou tema) era bem específico: formação educacional de surdos. No entanto, muita gente “sentou na graxa”, tratando de pessoas com deficiência de um modo geral, sem escrever sobre a questão dos surdos e suas especifidades. Capisce? https://youtu.be/OVmU3jxrIFE Curtiu as dicas sobre assunto e tema? Que tal ir agora à nossa plataforma e escolher um tema para treinar a escrita da redação? Depois, envie o texto para os nossos corretores para eles mandarem aquele feedback dizendo que você tirou 200 pontos na competência II! Até a próxima!

Prepare-se para o ENEM! Explore o tema da pobreza menstrual com textos motivadores e dados impactantes sobre a realidade brasileira. Entenda os desafios e construa sua argumentação para uma redação no

Quer conferir repertórios para o tema ”Desafios no combate à pobreza menstrual”? Nós separamos alguns para você sobre a pobreza menstrual! Já estamos em 2021 e, ainda hoje, em vários cantos do mundo, pessoas que menstruam precisam enfrentar a pobreza menstrual, um problema que tem sido potencializado pela crise financeira que assola vários países, inclusive o Brasil. Solucionar essa questão é algo urgente, e o caminho para isso começa pela desconstrução da menstruação como tabu. Pensando nisso, escolhemos tal discussão para compor o nosso tema de redação desta semana e, agora, vamos sugerir alguns repertórios para você usar no seu texto. O QUE É A POBREZA MENSTRUAL? | VÍDEO Neste vídeo, a médica e ex-BBB Marcela Mc Gowan explica sobre a pobreza menstrual e traz um dado um tanto quanto alarmante: no Brasil, absorvente não é visto como item básico. Diferentemente do papel higiênico e da pasta de dente, por exemplo, ele é tributado como artigo de luxo, com 25% de impostos. https://youtu.be/eHKQ6KdOQbY MULHERES EM SITUAÇÃO DE RUA E MENSTRUAÇÃO | Vídeo sobre pobreza mestrual E como as pessoas que vivem situação de rua e menstruam lidam com esse problema? Este vídeo mostra como algo que deveria ser natural – a menstruação – torna-se um problema a mais na vida dessas pessoas. https://youtu.be/gV5LPVW5qg4 ABSORVENDO O TABU | Curta-metragem sobre pobreza menstrual Na Netflix, temos o curta-metragem “Absorvendo o tabu”. De acordo com Suzana Vidigal – colunista do site “Vida simples” – o documentário ganhador do Oscar em 2019 “mostra como foi desenvolvida uma máquina para fazer absorventes biodegradáveis e de baixo custo nos vilarejos indianos. Além de como as mulheres e meninas são capacitadas para trabalhar nessa produção e venda de absorventes (criando, inclusive, uma fonte de renda numa sociedade machista e patriarcal), e como é possível quebrar o tabu e levar informação sobre algo que deveria ser tratado com naturalidade. Um filme sobre transpor barreiras com iniciativa e altruísmo.” HÁ SOLUÇÃO PARA A POBREZA MESNTRUAL? | TEDx E o que tem sido feito para resolver tudo isso? Ainda estamos bem longe de uma solução efetiva, mas, entre outras ações que estão em curso, temos a ideia de Rafaella de Bona. Formada em Mecânica Industrial e estudante de Design de Produto na Universidade Federal do Paraná, em 2019, ela ganhou o Prêmio iF DESIGN TALENT AWARD com o Projeto Maria, que consiste em um absorvente interno orgânico para as mulheres em situação de rua de Curitiba. https://youtu.be/fbBvGQ5mrk4 Lembrou de algum outro repertório sobre o assunto? Conta pra gente! Talvez a sua sugestão possa ajudar outras pessoas a pensarem sobre o tema “Desafios no combate à pobreza menstrual”! Quer receber as correções de suas redações em até 3 dias úteis? Acesse nosso site e comece AGORA a utilizar a nossa plataforma!

Você já ouviu falar sobre “Pobreza Menstrual”? Confira a proposta de redação da semana e escreva a sua redação sobre a proposta! Leia os textos motivadores a seguir. Assim, com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo sobre o tema ”Desafios no combate à pobreza menstrual”. Use a modalidade escrita formal da língua portuguesa e apresente proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Então, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista. TEXTO 1 Uma pesquisa online encomendada pela marca Always descobriu que, em algum momento da vida, 29% das entrevistadas não tiveram dinheiro para comprar produtos higiênicos voltados ao período menstrual. Realizado pela Toluna no início de 2020, o levantamento contou com a participação de 1.124 brasileiras de 16 a 29 anos de todas as regiões e classes sociais. Pelo menos metade das respondentes contou já ter substituído os absorventes por soluções alternativas, com destaque para o papel higiênico. Durante um evento sobre a pesquisa, a antropóloga Mirian Goldenberg apontou outro dado impactante: 63% das jovens se sentem pouco confiantes na fase menstrual. “A falta de absorvente multiplica isso. E acontece todo mês!”, comentou. Fonte: saúde abril – pobreza menstrual e realidade no brasil TEXTO 2 A pobreza menstrual traz consequências negativas em diversos setores da vida. Pode impactar a saúde quando pessoas que menstruam recorrem a materiais anti-higiênicos que aumentam o risco de infecções urinárias. Também pode provocar constrangimento e estresse, além de prejudicar a vida escolar quando as meninas deixam de ir à escola por estarem menstruadas. […] Autoridades e legisladores estão começando a voltar sua atenção para o tema da pobreza menstrual. Recentemente, a Escócia se tornou o primeiro país do mundo a garantir a obrigatoriedade do fornecimento de produtos de higiene menstrual gratuitamente para a população. O projeto de lei foi aprovado pelo parlamento escocês em novembro de 2020. Em dezembro de 2020, o Conselho Nacional dos Direitos Humanos fez uma recomendação oficial ao presidente da República, da Câmara dos Deputados e do Senado Federal a respeito da necessidade de se criar um marco legal para superar a pobreza menstrual no Brasil. O estado do Rio de Janeiro já se moveu nesta direção, sancionando em julho de 2020 uma lei para incluir absorventes na cesta básica. No Piaui, o movimento Girl Up redigiu o projeto de Lei Menstruação Sem Tabu Número 36/2020, que coloca o absorvente como item de primeira necessidade – o PL aguarda apenas a sanção do governador Wellington Dias. Fonte: plan org – entenda o que é a pobreza menstrual TEXTO 3 Não é mimimi, são direitos humanos. O combate à pobreza menstrual, algo que vem crescendo no mundo e felizmente no Brasil também, precisa ser um grito de todos que se importam com educação. Meninas deixam de ir à escola e até acabam por abandoná-la porque não têm absorventes quando estão menstruadas. Sim, é algo básico. Mas um problema real e triste em um país com milhões de famílias vulneráveis – empobrecidas mais ainda com a pandemia. […] Uma em dez meninas no mundo perde aulas quando está menstruada, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU). As estimativas são de que elas ficam sem ir à escola 45 dias por ano. Outro estudo do Unicef e do UNFPA sobre pobreza menstrual, divulgado mês passado, indica que no Brasil há 4 milhões de meninas que não têm itens básicos de higiene nas escolas para quando estão menstruadas. E 713 mil que vivem sem acesso a banheiro ou chuveiro. Adolescentes negras têm três vezes mais chances de estarem nessa situação. Pode parecer bobagem, mas um pacote de um bom absorvente custa pelo menos R$ 10 e um só às vezes não é suficiente para o período menstrual. O valor é alto para famílias pobres. Há relatos de meninas que usam jornal e miolo de pão como absorvente, algo trágico e que pode claramente levar a infecções. Fonte: educação estadão – geral,pobreza menstrual Confira agora uma lista de repertórios para o tema ”Desafios no combate à pobreza menstrual” . Após escrever a sua redação, envie em nossa plataforma e receba a correção em até 3 dias úteis!

Enfrente o desafio da redação sobre o acesso à universidade pública! Analise textos motivadores sobre desigualdade, cotas e o impacto da pandemia. Desenvolva um texto dissertativo-argumentativo nota 1

Quer conferir repertórios que com o tema ”Desafios no acesso à universidade pública”? Nós separamos alguns para você! A discussão sobre os desafios no acesso à universidade pública é extremamente importante, por isso a escolhemos para compor um tema de redação dessa semana e, agora, indicaremos a você alguns repertórios que podem ser usados na no seu texto. VÍDEOS | Como a desigualdade interfere no acesso à universidade pública? É impossível não associar essa temática à desigualdade social. No vídeo abaixo, o economista Naércio Menezes Filho, professor do Insper e da USP, e a socióloga Márcia Lima, professora da USP, debatem sobre as condições desiguais que caracterizam a educação no país e o que é preciso para reverter esse quadro. A desigualdade deixa alunos e professores de escola pública sem perspectivas, o que prejudica o futuro de milhares de jovens. 60% dos estudantes de escolas públicas não esperam chegar ao ensino superior. Muito associado ao nosso tema, o debate sobre as cotas pode ser usado em seu texto. A música de Bia Ferreira nos mostra que é possível, sim, usar a arte para promover reflexões sobre assuntos de muita relevância: FILME | Que horas ela volta? Val deixa sua filha em Pernambuco e se muda para São Paulo em busca de emprego. Na cidade grande, ela se torna babá e empregada doméstica na casa de uma família rica. Porém, após 13 anos, sua filha vai a São Paulo com o objetivo de fazer vestibular e estudar em uma universidade pública. O filme aborda, além de outros assuntos, as maneiras como os níveis de instrução são desenvolvidos em diferentes classes sociais, escancarando a desigualdade social e o preconceito existentes. Pensadores brasileiros que tratam sobre desigualdade e acesso à educação Anísio Teixeira Brasileiro, Anísio atuou no campo da educação no início e metade do século XX e foi pioneiro na defesa do ensino público para todos. Defendeu o ensino gratuito, público, laico e obrigatório. Criou a rede municipal de ensino completa, da escola primária à universidade. Paulo Freire Freire entendia que o objetivo maior da educação é conscientizar o aluno e que, no caso das camadas menos favorecidas da sociedade, isso significaria levá-las a entender sua situação de oprimidas e a agir pela própria libertação. Darcy Ribeiro Defendeu a educação básica integral e acreditava que a miscigenação poderia transformar o Brasil em uma grande democracia étnica. Fundou a UnB, foi ministro da Educação e, ao longo de sua vida, trabalhou pela escola pública, pela educação dos indígenas e pela qualidade do ensino infantil. Florestan Fernandes Lutou pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, pela escola pública, pela valorização e qualificação do professor e pela presença do Estado na educação brasileira. Maria Teresa Mantoan Defensora da educação inclusiva e do direito de todo cidadão ao ensino do nível básico ao superior. Nísia Floresta Nísia defendia que a educação deve ser de todos, inclusive das mulheres. Rui Barbosa Defendeu um sistema nacional de ensino baseado na universalização e gratuidade, do jardim de infância à universidade. DADOS | Como é o acesso à universidade pública para o povo indígena? De acordo com Censo de Educação Superior, dos mais de 49.000 índios que cursam o ensino superior no Brasil, apenas 25% está em universidades públicas. Lembrou de algum filme, livro ou vídeo que trate sobre o assunto, e que não citamos aqui? Conta pra gente! Talvez o seu repertório sociocultural possa ajudar outras pessoas a pensarem sobre o tema “Desafios no acesso à universidade pública”! Organize os repertórios e escreva seu texto! Bora escrever? Agora que você já sabe um pouco mais sobre o tema, chegou a hora de praticar para chegar à nota mil.

Confira os textos motivadores a seguir e escreva uma redação sobre o tema ”Desafios no acesso à universidade pública”! Afinal o acesso à universidade pública não é algo fácil! Leia os textos motivadores a seguir. Assim, com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo sobre o tema ”Desafios no acesso à universidade pública”. Use a modalidade escrita formal da língua portuguesa e apresente proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Então, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista. TEXTO 1 Depois de um ano escolar completamente atrapalhado pela pandemia de Covid-19, as provas da edição de 2020 do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) estão marcadas para começar no próximo domingo (17), sob a expectativa de revelar discrepâncias ainda maiores do que o usual. […] De acordo com os dados da última edição da avaliação, 22,4% dos estudantes não tinham acesso à internet, e 46% não tinham computador em casa. Considerando que a situação sanitária decorrente do novo coronavírus deixou as escolas brasileiras fechadas por praticamente o ano todo, o déficit de aprendizagem deve se refletir na prova. “Importante frisar que esta desigualdade não deve ser apenas entre estudantes de escolas públicas e privadas de alto nível [como nas edições anteriores], mas entre os próprios estudantes da escola pública, que formam um grupo bastante heterogêneo”, afirma o ex-secretário de Educação de São Paulo Alexandre Schneider, presidente do Instituto Singularidades e pesquisador da Universidade de Columbia e da Fundação Getúlio Vargas. “Os estudantes das escolas privadas partirão de uma posição ainda mais vantajosa do que nos anos anteriores e haverá uma maior disputa entre os alunos de escola pública nas vagas reservadas às políticas de cotas, o que prejudicará o acesso dos mais vulneráveis à universidade”, acrescenta Fonte: Portal G1 Globo TEXTO 2 Para muitos, conseguir entrar em uma faculdade é a realização de um sonho com a perspectiva de um futuro melhor ao atuar na profissão escolhida. No entanto, o acesso ao ensino superior no Brasil ainda continua restrito e os estudantes se esbarram nas dificuldades de fazer uma graduação. O número de oportunidades para o ensino superior é um dos fatores, reduzindo à duas alternativas: tentar conseguir uma pontuação alta para ter acesso aos benefícios de programas oferecidos pelo governo ou entrar em uma faculdade particular e não ter como arcar com a mensalidade integral do curso. De acordo com o MEC, analisando dados gerais da rede privada, houve o registro da primeira queda nas matrículas em um período de 25 anos, com uma redução de 16.529 alunos (0,3%). Outro ponto que reduz mais as chances de obter uma formação profissional é a desigualdade racial. De acordo com Censo do Ensino Superior 2016, predominam nas regiões Sul com 79,93%, Sudeste com 59,63% e Centro Oeste com 46,15%, Nordeste com 32,52%, e Norte com 23,61% pessoas brancas no ensino superior. Já para pessoas pretas o número cai: Sul com 4,37%, Nordeste com 12,27%, Centro Oeste com 8,90%, Sudeste com 8,42% e Norte com 7,71%. E aqueles que se declaram pardos há maior predominância na região Norte com 63,08% e Nordeste com 51,79%. As pessoas amarelas e indígenas são as que sofrem ainda mais para ter acesso ao ensino superior principalmente na região Sul com 1,20% e 0,26%, Sudeste com 2,30% e 0,43% e Centro Oeste com 2,69% e 0,61% respectivamente. Fonte: Educa mais Brasil TEXTO 3 Segundo a pesquisadora Tatiana Dias Silva, autora de estudo sobre ação afirmativa e população negra na educação superior, publicado em agosto pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 36% dos jovens brancos naquela faixa etária estão estudando ou terminaram sua graduação. Entre pretos e pardos, esse percentual cai pela metade: 18%. A Meta 12 do Plano Nacional de Educação (Lei n° 13.005/2014) prevê que, até 2024, 33% da população de 18 a 24 anos estejam cursando ou concluindo a universidade. A preocupação da especialista é que a desigualdade persista por muito tempo e afete o desenvolvimento do país. “Como sociedade isso é inadmissível. Se a questão racial é um elemento estruturante, ele precisa ser enfrentado. Como a gente pode pensar o projeto de desenvolvimento do país que não incorpora esse desenvolvimento para todos os grupos?”, pergunta em entrevista à Agência Brasil. A partir da base dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o estudo de Tatiana Silva contabiliza que, em 2017, 22,9% de pessoas brancas com mais de 25 anos tinham curso superior completo. A proporção de negros com a mesma escolaridade era de 9,3%. Fonte: Agência Brasil TEXTO 4 Fonte: blog do Catarino Confira agora uma lista de repertórios para o tema “Desafios no acesso à universidade pública” . Após escrever a sua redação, envie em nossa plataforma e receba a correção em até 3 dias úteis!

Prepare-se para o ENEM! Explore o tema "Relacionamento abusivo entre pais e filhos" com nossos textos motivadores. Entenda o ciclo do abuso, identifique sinais e construa uma redação dissertativo-argu

Quer saber mais sobre relacionamento abusivo entre pais e filhos? Confira a lista de repertório que preparamos para o tema! Que atire a primeira pedra quem nunca pensou que nossos pais são os grandes responsáveis por nossas crises, choros e traumas. A verdade é que todo tipo de relacionamento é complicado em algum nível, pois nenhuma pessoa é igual à outra. Quando falamos de pais, então, a coisa tende a piorar, pois passamos as primeiras etapas da nossa vida ao lado deles (infância e adolescência, pelo menos). Estas primeiras etapas são aquelas em que nos sentimos mais sensíveis e inseguros, e por isso tudo que nossos pais fazem ou dizem tende a nos afetar. Para ajudar a desenvolver a sua tese e preparar os seus argumentos sobre o tema dessa semana, trouxemos conteúdos que tratam sobre o assunto. Assim, estude-os e selecione aqueles que vão te auxiliar na defesa do seu ponto de vista na redação. Boa leitura! Precisamos falar sobre filhos que estão em quarentena com pais abusivos Não é fácil identificar uma relação abusiva, e é ainda mais complicado de ver isto em relações entre pais e filhos. Neste artigo você irá ler sobre os filhos que estão isolados em quarentena com pais abusivos. As dificuldades com relação a isto são duas: identificar a relação tóxica e superá-la, pois, diferente de namoros, não há como simplesmente “terminar” uma relação com os pais. Leia o artigo com calma, para entender mais sobre o assunto antes de iniciar a escrita da sua redação. Framing Britney Spears: A Vida de uma Estrela | Movimento #FreeBritney Neste documentário, disponível no Globoplay, pessoas próximas à cantora avaliam sua carreira, enquanto ela batalha com o pai no tribunal. Além do documentário, é importante destacar o movimento “Free Britney”, que pede a liberdade da cantora. Desde 2008 os bens, a carreira e a vida pessoal de Britney são controlados pelo pai, Jamie Spears. De lá para cá, algumas pessoas têm citado abusos do pai. Iggy Azalea fez, recentemente, revelações sobre o assunto, como neste trecho: “Eu a vi restringida até mesmo nas coisas mais bizarras e triviais: como quantos refrigerantes ela podia beber”. Relacionamentos entre mãe e filho nos filmes de Xavier Dolan Os filmes “Eu matei minha mãe” e “Mommy” – ambos do ator e cineasta canadense Xavier Dolan – mostram relações conturbadas entre uma mãe e seu filho. No primeiro deles (Eu matei minha mãe), de 2009, é o próprio Xavier quem vive o personagem Hubert, filho de 17 anos de idade que vê a mãe com desprezo. A relação que se constrói entre a mãe e o filho se torna cada vez mais abusiva no decorrer do tempo. No filme Mommy (2014), dirigido por Dolan, Diane Després é uma mulher com muitos problemas: um deles é seu filho, Steve, que acaba de ser expulso da instituição onde vinha sendo tratado por problemas de comportamento. Juntos, os dois têm uma relação de amor e ódio, expressa em picos de carência e violência. A tensão entre os dois é constante e qualquer motivo faz com que as conversas progridam para agressões. FILME | Lady Bird Neste filme de 2017 é retratada a história de Christine McPherson, adolescente, e de sua mãe. A mãe frequentemente demonstra impaciência ao ver Christine tomando decisões com as quais não concorda. Vale destacar, no filme, a frustração da mãe quanto ao futuro imaginado para a filha, o que é um indício de relação abusiva entre pais e filhos. Carta ao pai | O desabafo de Kafka Conhecido pela obra A Metamorfose, Kafka é conhecido hoje como um dos maiores escritores alemães de todos os tempos. Em Carta ao pai podemos ler a carta que Kafka escreveu (e nunca enviou) para seu pai, após ter ficado insatisfeito com a reação deste diante do anúncio de seu noivado. Nela, o filho expõe toda a sua mágoa em relação ao pai autoritário, que ele chama, alternadamente, de tirano, regente, rei e Deus. FILME| Fuja Este filme, disponível na Netflix, traz a história de uma mãe que cuida de sua filha e, juntas, elas passam por várias dificuldades. Até aí tudo bem, certo? Devido a problemas de saúde, Chloe (a filha) toma remédios e vive isolada com a mãe. De acordo com os títulos de abertura, Chloe convive com uma série de doenças: arritmia, hemocromatose, asma, diabetes e paralisia. Isso a coloca em uma cadeira de rodas e ela precisa de uma variedade diária de comprimidos. Porém, na verdade é a mãe quem faz a filha ficar com a paralisia, devido aos medicamentos dados, para que esta fique sempre ao seu lado. Pegue sua pipoca e curta este ótimo suspense! MINISSÉRIE | The Act The Act, minissérie original de 2019 da Hulu, dramatiza a história verídica de Dee Dee e Gypsy, conhecidas mundialmente por um dos crimes mais bizarros dos EUA. A trama aborda o complexo e absurdo abuso parental sofrido por Gypsy, uma jovem que passou a vida inteira acreditando que tinha uma grave doença por causa de Dee Dee, sua mãe superprotetora. Como você pode ver, já citamos diversos materiais e trouxemos conteúdos que podem te ajudar a refletir sobre o tema. Além destes, é importante que você faça sua própria pesquisa sobre o assunto. Lembrou de algum filme, livro ou vídeo que trate sobre o assunto, e que não citamos aqui? Conta pra gente! Talvez o seu repertório sociocultural possa ajudar outras pessoas a pensarem sobre o tema “Relacionamento abusivo entre pais e filhos”! Organize os repertórios e escreva seu texto!

Confira os textos motivadores a seguir e escreva uma redação sobre o tema ”Relacionamento abusivo entre pais e filhos”! Há uma brincadeira que diz que “a nossa conta da psicóloga deveria ser enviada aos nossos pais”. Esta brincadeira surgiu devido aos inúmeros traumas causados nos filhos por seus progenitores. Como este é um assunto relevante, resolvemos trazer um tema de redação a respeito: Relacionamento abusivo entre pais e filhos. Leia os textos motivadores a seguir e, com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo sobre o tema “Relacionamento abusivo entre pais e filhos”. TEXTO 1 Quando falamos em relacionamentos abusivos, a discussão muitas vezes se restringe às relações amorosas. No entanto, amigos, colegas de trabalho e mesmo familiares podem criar laços tóxicos. A psicóloga Josie Conti explica que pode ser difícil perceber quando um relacionamento passa do limite comum dos altos e baixos e começa a ser abusivo. “Todo relacionamento sofre nuances, assim como o nosso humor no dia a dia se altera. Mas existe um um ponto nas relações que pode indicar um desajuste maior do que o esperado”, diz. Esse ponto seria, segundo a psicóloga, quando há um desequilíbrio grande entre perdas e ganhos para as duas partes. Em relacionamentos abusivos, uma das pessoas sempre precisa ceder e sofre com isso, enquanto a outra ‘dita as regras’. Essa dinâmica se aplica, por exemplo, àquele amigo que começa a ignorar o outro em uma conversa quando é contrariado, aos pais que fazem o filho sentir que não será amado a menos que cumpra certas exigências, como escolher certa profissão, entre outras atitudes que exijam esforço e concessões emocionais de apenas uma parte. “Enquanto a pessoa engole essas atitudes para não magoar o outro, ela magoa a si mesma e vai se fragilizando como ser humano”, explica Josie. Para identificar um relacionamento abusivo, a psicóloga explica que é preciso prestar atenção a um ciclo que se repete. Primeiro, começam a ocorrer momentos de tensão motivados por algo sem significância. Em seguida, há incidentes de comportamento abusivo – que pode ser físico ou emocional. Gritos, xingamentos, ameaças, vitimização, intimidação e culpabilização são alguns exemplos. Depois disso, há reconciliação. A pessoa abusiva pede desculpa ou acha desculpas para seu comportamento abusivo. Com isso, começa uma fase de calmaria, em que a vítima consegue perdoar o ‘incidente’ e o relacionamento volta a ser ‘bom’. Pelo menos até o próximo momento de tensão, quando tudo recomeça, alerta Josie. “É um ciclo destrutivo que vai minando a autoestima da pessoa, e ela não enxerga que pode sair, encontra até mesmo desculpas para o outro.” O relacionamento abusivo normalmente só chega ao fim quando a vítima percebe o ciclo e impõe uma mudança de comportamento ou rompe a relação. Mas isso pode demorar muito para acontecer, pois há uma ‘simbiose’ entre as duas pessoas, explica Josie. Enquanto uma das partes sente que ‘precisa’ da outra, aquele que abusa nutre seu narcisismo ou necessidade de controle e de imposição a partir do abuso. Segundo a psicóloga, um relacionamento abusivo pode, sim, ser melhorado com terapia. “Pode ser até que o abusador sofra por fazer isso [ter atitudes abusivas] – a não ser no caso dos sociopatas. Se for um relacionamento tóxico, buscar terapia pode ajudar a identificar o que faz o abusador precisar desse controle. Há sim uma possibilidade de melhora.” Já com a vítima, trabalha-se a autoestima e a necessidade de impor limites e se libertar do ciclo. Fonte: emais estadão – relacionamento abusivo não acontece apenas entre casais TEXTO 2 Eu passei a minha vida inteira escutando coisas como “Queria ser amiga dos meus pais como você”, “Eu considero os seus pais como meus, porque com os que tenho não posso contar” e coisas do gênero. Quando era mais nova, me considerava apenas uma pessoa sortuda – afinal, eu sempre tive meus pais como meus melhores amigos, eles sempre me deram liberdade de conversar sobre qualquer assunto com eles. Hoje em dia, depois de adulta, percebi que alguns dos casos citados pelos meus amigos se classificavam como relacionamento abusivo – e, claro, conversar com meu psicólogo sobre o assunto também me fez prestar mais atenção nessas coisas externas. Sim, isso existe entre pais e filhos também! No entanto, vamos com calma: não é porque seu pai não te deixou ir naquela festa por causa do horário ou porque sua mãe deu uma bronca em você por algo errado que encontrou, que significa que você está em um relacionamento abusivo com seus pais, ok? Não vamos confundir as coisas! O fato deles falarem ‘não’ algumas vezes ou não deixarem que tudo aconteça da forma que a gente quer, não significa que rola algum tipo de abuso, pelo contrário, eles estão apenas exercendo a função de pais. O relacionamento abusivo, neste caso, acontece como em um namoro. Sabe quando você vê uma mãe colocando todas as ações do filho como inferiores? Quando não o aceita do jeito que ele é, bate, tranca dentro de casa e se acha no direito de fazer o que bem entende ele, porque, afinal, “fomos nós que te colocamos no mundo”? Ou qualquer tipo de abuso psicológico, físico ou sexual? ISSO, sim, é problemático – e muito. Também existe aquele tipo de relacionamento que não chega a ser tão grave quanto agressões e questões psicológicas, mas atinge tanto quanto: quando os pais sentem dificuldade de “liberar as amarras” e te impedem de crescer, algumas vezes até fazendo chantagem emocional quando você pensa em morar sozinho, por exemplo, ou começa a namorar e, consequentemente, fica menos tempo em casa. O pior de tudo é que muita gente de fora da situação realmente passa a mão na cabeça de pais e mães que tomam atitudes assim, aquele famoso “não é minha família, não vou me meter, eles sabem o que é melhor para a educação do filho deles”. Nem sempre é assim! Mas não vamos depositar toda a culpa nos pais que agem dessa forma. Na maioria dos casos, isso

Quer saber mais sobre o tema ”O conflito entre gerações”? Confira alguns repertórios que listamos para que você consiga desenvolver a sua redação! O conflito entre gerações pode trazer consequências em diversos setores da sociedade, como no ambiente familiar e no trabalho, por exemplo. Por esse motivo, construímos uma proposta de redação com essa temática para vocês e, agora, daremos dicas de repertórios que podem ser usados no seu texto. FILME | Sexta-feira muito louca A prova de que essa discussão não “sai de moda” está no filme “Sexta-feira muito louca”, que, em 2004, já abordava o conflito geracional entre mãe e filha. Após muitos embates, Tess e Anna são acometidas por uma maldição chinesa que provoca uma troca de corpos. Vivendo “na pele” uma da outra, ambas reveem as suas atitudes. Para quem não sabe, esse filme é um dos remakes do longa-metragem “Se eu fosse minha mãe”, de 1976. Em 2018, uma nova versão foi feita pela Disney. https://youtu.be/TzcQoJqNAGA FILME | Up: Altas Aventuras Nesta animação, Carl, um idoso ranzinza e recluso, decide voar com sua casa utilizando balões de gás. Sem querer, ele leva Russell, um escoteiro focado em realizar boas ações, e terá que conviver com o menino em sua aventura. O filme aborda o conflito entre gerações muito distantes de forma muito divertida e adorável! MÚSICA | Pais e filhos (Legião Urbana) Ainda pensando nos atritos geracionais no seio familiar, que tal trabalhar com uma música? Lançada no álbum “As quatro estações” em 1989, a canção “Pais e filhos”, escrita por Renato Russo ,traz, de forma alternada, a voz dos pais e de sua filha, que comete suicídio: “Estátuas e cofres e paredes pintadas Ninguém sabe o que aconteceu Ela se jogou da janela do quinto andar Nada é fácil de entender” Em seguida, temos a voz dos pais, que parecem consolar a filha: “Dorme agora, é só o vento lá fora.” Mas é no trecho abaixo que a reflexão acerca do choque geracional fica mais clara: “Você me diz que seus pais não lhe entendem Mas você não entende seus pais Você culpa seus pais por tudo E isso é absurdo São crianças como você O que você vai ser Quando você crescer?” TEDx Talks | Conflito de gerações no Mercado de trabalho E qual o impacto dos conflitos geracionais no mercado de trabalho? Lina Nakata, doutora em administração pela USP – Universidade de São Paulo – , discorreu sobre isso em um TEDx Talks. Recentemente, a jornalista Renata Ceribelli lançou um podcast chamado “Prazer, Renata”, que, entre outras coisas, pretende refletir sobre as diferenças e as semelhanças entre mulheres de diferentes gerações. Os materiais que listamos vão, com certeza, ajudar você a refletir sobre o tema. Lembrou de algum outro repertório que trate sobre o assunto? Conte pra gente nos comentários! Talvez o seu repertório sociocultural possa ajudar outros estudantes! Agora, organize estes repertórios listados e escreva a sua redação! Lembre-se de que enviando a sua redação em nossa plataforma, você a recebe corrigida em até 3 dias úteis!
891 artigos encontrados