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Domine as 5 competências avaliadas na redação do ENEM com dicas práticas e exemplos reais de redações nota 1000.
Citações, dados estatísticos, filmes, livros e referências culturais para enriquecer sua argumentação.
Análise dos temas cobrados em edições anteriores do ENEM e previsões para as próximas provas.
Artigos sobre políticas educacionais, vestibulares, ensino superior e temas relevantes para a educação brasileira.
Estratégias de preparação para concursos públicos com foco em redação discursiva e dissertativa.
O Blog do Redação Online é a maior fonte de conteúdo gratuito sobre redação para ENEM, vestibulares e concursos públicos no Brasil. Com mais de 1.400 artigos escritos por professores especializados, nosso blog cobre temas atuais, técnicas de escrita, repertório sociocultural e análises detalhadas das competências avaliadas nas provas.
Cada artigo é elaborado para ajudar estudantes a desenvolver habilidades de escrita dissertativo-argumentativa, com exemplos práticos, modelos de introdução e conclusão, e repertórios que podem ser utilizados em qualquer tema de redação. Nossos conteúdos são atualizados regularmente para acompanhar as tendências dos vestibulares e as mudanças na matriz de referência do ENEM.
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Você já ouviu falar em arquitetura hostil? Conheça esta proposta de redação sobre o assunto e pesquise sobre esse tema da atualidade. Leia os textos motivadores. Com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo sobre o tema “Arquitetura hostil e exclusão de pessoas em situação de rua”. Use a em modalidade escrita formal da língua portuguesa e apresente proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista. Confira o tema Arquitetura hostil e exclusão de pessoas em situação de rua: Texto 1 Arquitetura hostil: a cidade é para todos? Você já ouviu falar do termo Arquitetura hostil? Cunhado em junho de 2014 pelo repórter Ben Quinn no jornal britânico The Guardian, a matéria originalmente intitulada Anti-homeless spikes are part of a wider phenomenon of ‘hostile Architecture(As pontas de ferro anti-desabrigados são parte de um fenômeno mais amplo conhecido como “arquitetura hostil”) [1] surpreendeu cidadãos de todo o mundo que passaram a notar em seus contextos as práticas listadas por Quinn. Ali ele discorreu sobre como o desenho urbano têm influenciado o comportamento e o convívio, criticando como a abordagem ao mesmo tem buscado excluir moradores em situação de rua dos centros urbanos. Das soluções urbanas expostas, bancos desenhados especialmente para exclusão de moradores de rua e skatistas e ainda espetos sobre muretas ou proteções sob marquises foram alguns dos exemplos citados. Os exemplos são muitos: em Guangzhou, na China, em uma área livre coberta abaixo de um dos viadutos da cidade, foram introduzidas milhares de pedras pontiagudas para evitar que moradores de rua se apropriassem do espaço como abrigo. A mesma solução foi aplicada abaixo de viadutos e passarelas de Belo Horizonte, em Minas gerais, e em muitas outras cidades pelo mundo. Os exemplos podem ser ainda mais ríspidos. Cercas elétricas, arames farpados, grades no perímetro de praças e gramados, bancos públicos com larguras inferiores ao recomendado pelas normas de ergonomia, bancos curvados ou ainda assumindo geometrias irregulares, lanças em muretas e guarda-corpos, traves metálicas em portas de comércios, pedras em áreas livres, gotejamento de água em intervalos estabelecidos sob marquises, e tudo que puder de alguma forma afastar ou excluir pessoas “indesejáveis” dos locais públicos urbanos. Fonte: https://www.archdaily.com.br/br/888722/arquitetura-hostil-a-cidade-e-para-todos Texto 2 Encruzilhada urbana: desafios para conciliar uso do espaço público, segurança e direitos humanos Antigas gerações tinham a curiosa superstição de colocar uma vassoura atrás da porta do quarto quando chegava uma visita indesejada. Era uma espécie de simpatia para que o intruso não se demorasse. À espera pela retirada do sujeito, o sorriso ficava cada vez mais amarelo, a bandeja com suco e bolo era sutilmente retirada e, com a resistência do visitante, só faltava exibir a vassoura para que a pessoa entendesse que sua permanência não era bem-vinda. Em 2012, as autoridades de Londres inauguraram a versão explícita da mensagem “você não deve demorar aqui” com a colocação em espaços públicos de bancos de concreto com superfície irregular. O banco de Camden, referência ao distrito da cidade onde surgiu, virou assim o símbolo da chamada arquitetura hostil, aplicada para deixar claro que o uso de determinados equipamentos públicos não é tão público assim. No Vale do Canela, por exemplo, há um viaduto sob o qual foram colocados espetos no solo de terra batida para evitar que pessoas permaneçam no local. Na Rua Tuiuti, no Centro, um condomínio colocou objetos pontiagudos na superfície de sua área externa para evitar que pessoas passem a noite por ali. Uma discussão que envolve não apenas o afastamento de pessoas consideradas indesejáveis, mas, no contexto brasileiro, a própria demanda por segurança por parte de moradores que se sintam ameaçados com a presença de estranhos perto da entrada de sua residência, especialmente à noite. A antropóloga Jamile Borges acredita que a arquitetura hostil retoma uma visão higienista e a noção de que a cidade não é para todos. “Passa a ser uma cidade camarotizada, guetificada”, diz a antropóloga. Para ela, uma instituição adota um padrão arquitetônico que inclui grades para evitar, por exemplo, que mendigos durmam e ali eventualmente façam suas necessidades fisiológicas – atacam-se os efeitos, mas não a causa. “O fato de que temos mais 220 mil pessoas morando nas ruas no Brasil mostra que nunca tivemos políticas públicas para resolver a pobreza”, pontua. Fonte: https://atarde.uol.com.br/muito/noticias/2140908-encruzilhada-urbana-desafios-para-conciliar-uso-do-espaco-publico-seguranca-e-direitos-humanos Texto 3 Papa denuncia “arquitetura hostil” contra mais pobres O papa Francisco condenou que os pobres sejam tratados como lixo e denunciou a “arquitetura hostil” contra essa camada da população. “Passam-se os séculos, mas a condição de ricos e pobres se mantém inalterada, como se a experiência da história não nos tivesse ensinado nada”, disse o pontífice, ao analisar a “desigualdade” que reina nas sociedades modernas. É preciso nomear as novas formas de escravidão, disse ele. Sensível ao tema, o sumo pontífice mencionou, entre esses novos escravos, os imigrantes, os órfãos, os desempregados, as prostitutas, os dependentes químicos, os marginalizados e as vítimas de violência. “Chegou-se ao ponto de teorizar e construir uma arquitetura hostil para se desfazer de sua presença, inclusive nas ruas, últimos lugares de acolhida”, afirmou. São pessoas tratadas como lixo, disse, e não há sentimento de culpa por parte dos cúmplices do que ele qualificou como um escândalo. “Aos pobres não se perdoa sequer sua pobreza”, completa o papa, que também condena “a crueldade mediante a violência da arbitrariedade”. Fonte: https://g1.globo.com/mundo/noticia/2019/06/13/papa-denuncia-arquitetura-hostil-contra-mais-pobres.ghtml Escreva uma redação sobre o tema Arquitetura hostil e exclusão de pessoas em situação de rua após conferir uma lista de repertórios socioculturais que preparamos!

Confira alguns repertórios socioculturais pertinentes ao tema da redação do Enem digital. Aproveite para treinar a escrita sobre esse assunto! A primeira edição do Enem digital trouxe como tema de redação “O desafio de reduzir as desigualdades entre as regiões do Brasil“. Nós já fizemos uma análise do tema da redação do Enem digital, então agora traremos alguns conteúdos e referências que o participante poderia fazer uso em seu texto para melhorar a argumentação e garantir uma nota alta na competência 2. Acompanhe as nossas indicações! 1. Jogos Vorazes (filme, 2012) Nas nossas redes sociais, alguns participantes mencionaram o uso de Jogos Vorazes como repertório sociocultural. De fato, histórias distópicas costumam narrar eventos análogos a situações vividas na realidade ou demonstrar possibilidades de futuro de acordo com as nossas ações no agora. Certamente você já deve ter visto ou ouvido falar da saga escrita por Suzanne Collins que fez muito sucesso na adaptação para o cinema. No caso do tema de redação do Enem digital, cabe destacar as desigualdades entre os 12 distritos de Panem. Quanto mais afastados da capital, ou a depender dos recursos que cada distrito poderia oferecer, mais necessitadas eram as pessoas, que tinham dificuldades para viver dignamente. Quem usou esse repertório, portanto, teve uma boa sacada. Assim, se você não conhece ainda os livros ou os filmes sobre a heroína Katniss Everdeen, vale a pena conferir. É possível identificar na obra diversos aspectos sociais que podem vir a ser tema de redação algum dia. Assista ou leia, e fique atento! https://youtu.be/SUyLvbbm0pk 2. Expresso do amanhã (filme, 2013) Na mesma toada de Jogos Vorazes, “Expresso do amanhã” também mostra uma sociedade distópica em que a condição social das pessoas é determinada pela posição delas em um trem. Após uma fracassada tentativa de conter o aquecimento global, os habitantes do planeta foram obrigados a viver em um trem, e em cada vagão há diferenças, sendo o último aquele em que as pessoas mais passam dificuldades. Assim, novamente temos a metáfora de que quanto mais distante do “líder” ou “centro”, mais escassos são os recursos à população. Portanto, é mais ou menos como acontece se pensarmos na diferença entre Norte/Nordeste e Sul/Sudeste no Brasil. Outras reflexões podem surgir a partir dessa obra cinematográfica, portanto vale a pena assistir. A Netflix também lançou em 2020 uma série baseada na história. Então, confira! 3. Artigo: 5 causas da desigualdade econômica Confira esse artigo publicado no site politize! sobre as causas da desigualdade econômica no Brasil. Provavelmente, quem fez a prova deve ter usado como um dos argumentos o que leva o país a ser tão desigual entre as suas regiões. Certamente, saber isso pode nos dar caminhos para pensar em soluções para esse problema. Além de explicar o que é desigualdade econômica, cita como causas: a herança colonial, a desigualdade de gênero, a segregação racial, a localização geográfica e as relações de comércio exterior, e o acesso á educação. Então leia, anote, saber sobre esse assunto sempre pode ajudá-lo em alguma situação da vida mais à frente, não só para a redação (mas também pra ela, por que não?). 4. Ilha das flores (curta-metragem, 1989) Esse curta é quase um clássico brasileiro, do cineasta Jorge Furtado. A obra, realizada há mais de 30 anos, infelizmente, está mais atual do que nunca. Nela, é mostrada, com uma linguagem quase científica, mas sobretudo ácida, como as relações desiguais entre os seres humanos são determinadas pela economia. Assim, um narrador conta o ciclo de vida de um tomate e mostra a diferença entre ele, seres humanos e porcos. Vale muito a pena assistir! https://youtu.be/60zZ5RcugII 5. O Brasil (segundo Milton Santos) – entrevista completa O texto motivador número 4 da proposta de redação do Enem digital trouxe um trecho da entrevista com Milton Santos a respeito de sua obra “O Brasil: Território e Sociedade no Início do Século 21”. Que tal ler essa entrevista completa e aprender um pouco mais com um dos nossos grandes pensadores nacionais? 6. IBGE: Condições de vida, desigualdade e pobreza Outra importante fonte de informações sobre o nosso país é o IBGE. Por meio de suas pesquisas, sempre é possível fundamental muito bem e de forma pertinente muitos temas que falam sobre questões sociais nacionais. Desse modo, procure informar-se sobre os principais levantamentos feitos pelas pesquisas do instituto, que ajudam a entender melhor nossas desigualdades e vulnerabilidades. Aqui você vai encontrar o acesso a essas importantes contribuições do IBGE. 7. Ipea: Desenvolvimento Regional No Brasil Políticas, Estratégias e Perspectivas O Intituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) também é uma importante fonte de informações que, se você ainda não conhece, precisa conhecer. No site do Ipea é possível acessar diversas informações sobre o Brasil e a economia nacional, ou seja, tem muitas referências que podem ser úteis em diversas temáticas de redação e mesmo para outras provas, como geografia e atualidades. Assim, destacamos a obra Desenvolvimento Regional No Brasil Políticas, Estratégias e Perspectivas, disponível on-line no site, para que você se informe mais sobre o tema da redação do Enem digital. Essas são algumas da nossas sugestões, mas queremos saber quais repertórios você usou no seu texto! Escreva nos comentários! Se não fez a prova, pode começar a treinar para o Enem 2021 escrevendo sobre esse assunto, o que acha? Então comece a sua preparação e conte com a gente para ajudá-lo! Conheça nossos planos e venha para o Redação Online!

Veja qual foi o tema da redação do primeiro Enem digital e confira nossa análise sobre ele. Você estava esperando por esse assunto na prova? No último domingo (31 de janeiro), aplicou-se pela primeira vez o Enem digital em alguns municípios brasileiros. Novamente, em função da pandemia e de algumas situações de problemas técnicos em locais de prova, houve um elevado número de abstenção: 68,1%. Assim, o total de participantes foi de pouco menos de 30.000. Certamente havia muita expectativa com relação ao tema de redação. Para a versão digital do Exame, a escolha foi “O desafio de reduzir as desigualdades entre as regiões do Brasil”. Embora seja um assunto que se comente bastante no nosso dia a dia, é provável que a escolha da temática surpreendeu muita gente. Hoje, vamos analisar esse tema, os textos motivadores e o direcionamento dado pela frase temática. Acompanhe a leitura! Relevância e recorte do tema As desigualdades entre as regiões do país não são uma novidade. Historicamente, temos Sul e Sudeste mais valorizados economicamente e socialmente, enquanto Norte e Nordeste recebem, via de regra, menos investimento estatal. A situação atual da pandemia de coronavírus, recentemente, escancarou essas desigualdades. Desse modo, vemos estados como Amazonas e Pará sofrendo com a falta de estrutura na área da saúde para atender a sua população, por exemplo. Assim, era necessário que o participante conhecesse bem os aspectos macrossociais que poderiam fazer parte da sua argumentação. Isso porque o tema em si não determinou que tipo de desigualdade (se em termos educacionais, de infraestrutura, de educação, econômicos etc.), embora os textos motivadores dessem destaque para a pobreza e para a renda. Além disso, diferentemente do tema de redação do Enem impresso, que teve um recorte aberto, no Enem digital temos um direcionamento, sendo a palavra-chave DESAFIO muito importante para interpretar sobre o que o participante precisava escrever. Portanto, a existência dessa palavra na frase-temática define que o texto deveria, necessariamente, versar sobre formas de amenizar essas desigualdades e os entraves para a igualdade. Expôr, portanto, as causas das desigualdades e como solucioná-las. Textos motivadores da proposta de redação do Enem digital A prova do Enem digital apresentou quatro textos motivadores, sendo um deles composto por alguns dados estatísticos sobre o Produto Interno Bruto (PIB) nacional e sobre o índice de desenvolvimento humano (IDH). Para compreendê-los melhor, é fundamental saber o que é PIB e o que indica o IDH. Veja: o PIB corresponde à soma de todos os bens e serviços finais produzidos por um país, estado ou cidade, geralmente no período de um ano. o IDH é a medida usada para saber o grau de desenvolvimento de uma determinada sociedade em termos de educação, saúde e renda. Assim, quanto mais próximo de zero, menor é o indicador para esses quesitos. Uma informação interessante que podemos tirar dos gráficos apresentados é que enquanto houve uma queda no PIB nas regiões Sul e Sudeste, nas demais houve aumento, mesmo que ainda não seja muito significativo. Com relação ao IDH também se percebe que houve uma variação positiva em todas as localidades entre 2000-2010. Assim, isso corrobora algumas informações do primeiro texto, de que houve uma melhoria em anos mais recentes com relação à renda e alguns serviços, como infraestrutura, atendimento médico e escolaridade. No entanto, ainda assim é bastante acentuada a desigualdade entre as regiões brasileiras. O quarto texto motivador traz um trecho de entrevista com Milton Santos, um dos pensadores brasileiros que sugerimos que vocês conhecessem mais, lembram? Quem acatou nossa dica certamente tinha bastante referencial teórico para demonstrar repertório sociocultural produtivo na redação, não é mesmo? Para ele, a globalização acentuou as diferenças sociais e, assim, beneficia apenas pequenos grupos. Porém, ele afirma que é possível haver integração pelo uso das tecnologias. Por fim, o texto III mostra que em 2019 o IBGE ainda identificou as disparidades de renda per capita entre as regiões brasileiras. Assim, vemos a existência de pouco ou demorado avanço em regiões mais periféricas enquanto as mais centrais seguem sendo as mais ricas do país. Em especial, mostra que houve um aprofundamento dessas diferenças na contemporaneidade, em especial no Norte e no Nordeste. Possibilidades de tese e argumentação Embora não seja um tema difícil, ele requer do participante atenção para que não abordasse genericamente o assunto e, além disso, necessitava um olhar voltado aos meios de solucionar esse problema. Alguns dos seguintes argumentos poderiam ser abordados: desinteresse estatal em investir nas regiões desfavorecidas e resolver de modo permanente essas desigualdades; pouca visibilidade dessas regiões nas mídias (basta lembrar o caso do “apagão” recente no Amapá, por exemplo); falta de oportunidades de emprego e renda, com regiões muito dependentes ainda apenas do turismo; descaso com problemas recorrentes, como falta de acessos fáceis a esses locais (relembre a situação de caminhões com oxigênio que atolaram em uma BR que há 30 anos aguarda por melhorias no Norte do país). Na sua argumentação, seria importante citar alguns dados como o do PIB e do IDH, mesmo que contextualizados a partir dos textos motivadores (sem fazer cópia), para sustentar essa desigualdade entre as regiões. Os exemplos recentes, trazidos em especial pela pandemia, como os indicados acima, também poderiam fazer parte da argumentação para mostrar o quanto as regiões Norte e Nordeste ainda são pouco assistidas pelos governos. Finalmente, esse tema propicia elaborar uma boa proposta de intervenção pelo participante, uma vez que ele provavelmente apresentou causas e agora é a vez de propor soluções. De acordo com a abordagem, era a hora de mostrar como resolver ou diminuir essas desigualdades, indicando agentes, ações, modos/meios, efeitos e detalhando algum desses 5 elementos obrigatórios. Por exemplo, propor uma distribuição mais equitativa dos impostos para os locais que mais necessitam. Na nossa próxima postagem traremos alguns repertórios que poderiam constar na redação sobre “O desafio de reduzir as desigualdades entre as regiões do Brasil”. O que você achou desse tema? Responda nos comentários? Até a próxima! 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Prepare-se para o ENEM Digital 2020! Explore o complexo tema da desigualdade regional no Brasil. Analise dados do IBGE e textos de apoio para construir uma redação dissertativa-argumentativa consisten

Confira a proposta completa de redação cobrada no ENEM DIGITAL 2020! TEXTO I Na década de 1970, o Brasil não era apenas um país pobre. A maior parte dos seus municípios era habitada por elevada concentração de pobres, e a carência de serviços essenciais era generalizada. Nos últimos quarenta anos, ocorreu sensível melhora nas condições de vida das cidades brasileiras. A renda per capita aumentou, a concentração de pobres diminuiu e a cobertura de serviços de infraestrutura física, bem como a oferta de médicos e os níveis de escolaridade melhoraram sensivelmente. Entretanto, a desigualdade de riqueza entre os municípios brasileiros permaneceu rigorosamente estável, a desigualdade territorial da concentração da pobreza aumentou e diminuíram as desigualdades no acesso a serviços básicos de energia elétrica, água e esgoto, coleta de lixo e níveis de escolaridade. A trajetória da melhora teve, contudo, marcada expressão regional. Nos últimos quarenta anos, ela se iniciou nos municípios mais ricos, nos quais a universalização dos serviços antecede – em muito – a expansão da cobertura aos demais. A melhora das coberturas nas Regiões Sul e Sudeste constitui o primeiro ciclo de expansão para todas as políticas, ainda que com ritmos diferentes para cada política setorial. A melhora da cobertura para as Regiões Sul e Centro-Oeste constitui o segundo ciclo de expansão para todas as políticas. Por fim, as Regiões Norte e Nordeste são a última área de expansão da oferta de serviços. ARRETCHE, M. Trazendo o conceito de cidadania de volta: a propósito das desigualdades territoriais. In: ARRETCHE, M. (Org.). Trajetórias das desigualdades: como o Brasil mudou nos últimos cinquenta anos. São Paulo: Ed. Unesp/CEM, 2015 (adaptado). TEXTO II O IBGE divulgou dados sobre a renda em cada estado em 2019. A pesquisa mostrou uma disparidade grande entre as diferentes unidades da federação. Distrito Federal, São Paulo e Rio de Janeiro aparecem como os locais com maior rendimento domiciliar per capita. Além de mostrar as distâncias entre cada estado, os números do IBGE revelam disparidades expressivas entre as regiões brasileiras no ano de 2019. Em especial, fica evidente o menor rendimento por pessoa em estados das Regiões Norte e Nordeste. Todos os estados das Regiões Norte e Nordeste tiveram rendimentos per capita menores que os estados das Regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste em 2019. Isso significa que os 16 estados do Brasil com menor renda domiciliar per capita foram os 16 estados pertencentes às Regiões Norte e Nordeste. Da mesma forma, as 11 unidades com maior rendimento em 2019 são as que compõem Sul, Sudeste e Centro-Oeste. Disponível em: nexo jornal. Acesso em: 30 set. 2020 (adaptado). TEXTO III Qual momento específico da ocupação do território brasileiro acentuou de modo mais relevante as desigualdades sociais? Santos – A globalização. Ela representa mudanças brutais de valores. Os processos de valorização e desvalorização eram relativamente lentos. Agora há um processo de mudança de valores que não permite que os atores da vida social se reorganizem. Até a classe média, que parecia incólume, está aí ferida de morte. Em “O Brasil” o sr. diz que a globalização agrava as diferenças regionais brasileiras. Até que ponto ela também integra? Santos – Ela unifica, não integra. Há uma vontade de homogeneização muito forte. Unifica em benefício de um pequeno número de atores. A integração é mais possível do que era antes. As novas tecnologias são uma formidável promessa. A globalização é uma promessa realizável e a integração será realizada. Entrevista de Milton Santos em 2001. Disponível em: folha uol. Acesso em: 18 jul. 2020. Proposta de redação do Enem Digital 2020 A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “O desafio de reduzir as desigualdades entre as regiões do Brasil”, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista. Após escrever sua redação, envie em nossa plataforma e receba a correção em até 3 dias úteis de nossos professores especialistas!

Conheça repertórios e referências para poder escrever sobre o tema “Whitewashing e o racismo no cinema e TV”. Agora que você já conferiu o tema de redação sobre whitewashing, aposto que já lembrou de situações que ocorreram no Brasil sobre o assunto, não é mesmo? Pois é, em 2016, a novela “Sol Nascente” apresentou atores brancos como representantes de uma família asiática. Assim, no ano de 2020, em uma live, a atriz Dani Suzuki trouxe à tona novamente o tema do racismo no cinema e na TV. A seguir, apresentamos alguns conteúdos para que você saiba um pouco mais sobre o tema e utilize situações como referências socioculturais na sua redação. Então, acompanhe a leitura e depois coloque a mão na massa! 1. O que é whitewashing? Saber conceitos é superimportante na hora de escrever o seu texto. Assim, dê uma olhada nesse material feito pela FOLHA que explica, de forma didática e com exemplos, o termo. Certamente você lembrará de outras situações que pode usar no seu projeto de texto a partir dessa leitura. Acesse agora mesmo! 2. Artigo: Remakes de filmes e séries: há limite para troca de etnias? Leia na íntegra um artigo cujo trecho está nos textos motivadores do nosso tema de redação. Assim, saiba um pouco mais sobre com o racismo no cinema e na TV se apresentam e o que pode ser feito para repensar essas ocorrências. 3. Artigo: ‘Whitewashing’: relembre críticas à escolha de atores com pele mais clara que seus personagens Se é de exemplos que você precisa, seus problemas acabaram! Leia este artigo e relembre alguns casos famosos de atores escalados para papéis que poderiam trazer mais representatividade e diversidade para a TV e o cinema. 4. Podcast: Lista Preta – #3 – Hollywood: Estereótipos Racistas,White Savior e whitewashing Chegou aquele momento de colocar os fones de ouvido e adquirir repertório enquanto laça a louça ou leva o cachorrinho para passear. No episódio 3 do podcast Lista Preta. A ideia foi discutir os estereótipos racistas, a figura do “branco salvador”e o whitewashing que têm espaço, até hoje, no cinema. Às vezes é complicado entender certas questões quando elas não no afetam diretamente, então, não deixe de ouvir para aprender mais! 5. Vídeo: CASOS de WHITEWASHING MAIS ABSURDOS nas NOVELAS Neste vídeo do canal Melodramáticos são comentados os casos de embranquecimento nas novelas que, segundo o canal, foram os “mais descarados”. Assim, clique e confira! https://www.youtube.com/watch?v=SiFqidfeoZc 6. Vídeo: racismo e Entretenimento – “Whitewashing” Então, aproveite que você já está na plataforma de vídeos e assista também essa discussão proposta pelo canal “Papo de Preta”.https://www.youtube.com/watch?v=GgToYKuTlJo 7. Vídeo: Embranquecimento e falta de representatividade na mídia | Paula Kim Vídeo bastante necessário para entendermos como as pessoas asiáticas são representadas de forma estereotipada na mídia. Certamente você vai aprender bastante nesses menos de 3 minutos de vídeo. Portanto, assista! https://www.youtube.com/watch?v=j7ZDgFxLImIEntão, agora é com você! Faça sua própria pesquisa, relembre outros casos de whitewashing e racismo no cinema e na tv e, assim, escreva uma redação bem articulada sobre o assunto. Precisa de ajuda com a correção? Conheça nossos planos e comece agora mesmo a se preparar para as próximas provas. Venha com a gente!

Você sabe o que é Whitewashing? Confira nosso tema de redação, pesquise sobre o assunto e comece a treinar a sua escrita! Com base nos conhecimentos adquiridos ao longo de sua formação e a partir da leitura dos textos motivadores a seguir, escreva uma redação de até 30 linhas sobre o tema “Whitewashing e o racismo no cinema e na TV. Para tanto, use a modalidade padrão da língua portuguesa. Além disso, apresente uma proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Confira o tema Whitewashing e o racismo no cinema e na TV: Texto 1 Whitewashing: entenda o que significa o termo e a polêmica por trás dele […] a atriz israelense Gal Gadot – conhecida por seu papel como Mulher-Maravilha – publicou em suas redes sociais que viverá nos cinemas Cleópatra, a poderosa rainha do Egito. O anúncio, no entanto, gerou polêmica e reacendeu o debate sobre a prática de whitewashing. A palavra inglesa significa algo como “lavagem branca” ou ” embranquecimento”. De fato, o termo se refere ao hábito de produções culturais contratarem atores brancos para interpretar personagens que pertencem a outras etnias, como negros, asiáticos e latinos, por exemplo. A crítica, então, se deve à escalação de uma atriz de pele clara para interpretar uma importante figura da história do continente africano. Ainda assim, há quem defenda a escolha alegando que Cleópatra tinha descendência grega. Outros acreditam que o discurso sobre o whitewashing seria, na verdade, apenas uma forma de disfarçar pensamentos antissemitas (aversão a judeus). Isso porque Gadot é israelense. Fonte: dci Texto 2 Remakes de filmes e séries: há limite para troca de etnias? Alta Fidelidade, a série, traz a atriz Zoë Kravitz, uma mulher negra, reprisando o papel que no cinema foi do ator John Cusack, um homem branco. […] A troca de gênero e etnia dividiu opiniões entre os fãs da obra original, o que leva ao questionamento sobre os limites para trocas étnicas em adaptações audiovisuais. Assim, para Raul Perez, roteirista e cofundador do Instituto Nicho 54, […] , existem duas discussões acontecendo e deve-se diferenciá-las para não criar uma falsa simetria e a ideia de que são lados opostos do mesmo debate. “De um lado, você tem personagens e figuras históricas originalmente negras, interpretados nas telas por atores caucasianos. Nesse caso, a discussão é sobre o apagamento de personalidades racializadas para atender ao que a indústria do cinema estabelece como o padrão, notadamente branco, cisgênero, heterossexual, masculino. É o chamado whitewashing, tornar personagens brancos para atender as demandas da indústria”. Quando Raul cita o whitewashing no cinema, é possível lembrar imediatamente da adaptação cinematográfica de Othello feita em 1965, baseada na obra Otelo, O Mouro de Veneza de William Shakespeare, lançada em 1603. Na história, o personagem principal é um general mouro cristão do exército veneziano de pele escura. No filme, dirigido por Stuart Burge, Othello é interpretado pelo ator britânico Laurence Olivier, que pratica o chamada blackface, ou seja, se pintou de preto por completo. […] A falta ou a ausência de pessoas negras e latinas no audiovisual gera discussão e se apresenta em números até hoje. “O que vemos nas telas é também um reflexo da ausência de profissionais negros envolvidos nessas produções atrás das câmeras. Ademais, a UCLA fez uma pesquisa que aponta que só 5,5% dos filmes nos EUA tiveram direção de pessoas negras em 2019”. Texto 3 Representatividade em Hollywood: onde estão os latinos? Pensar em Hollywood para muitos remete a um imaginário de glamour, fama e dinheiro. Esse mundo aparentemente ideal, no entanto, enfrenta desafios na tentativa de se inserir em uma nova era nas quais discussões e movimentos sociais acerca de racismo e representatividade ganham cada vez mais força. Então, é fato que Hollywood ainda não é e nunca foi sinônimo de diversidade e representação de minorias. Nos primórdios, suas produções eram ostensivamente brancas. Usavam e abusavam de táticas como o blackface e o yellowface (práticas nas quais atores e atrizes brancos são maquiados para interpretarem personagens negros e asiáticos respectivamente). Ou até o whitewashing, a substituição (ou melhor, apagamento) de personagens de outras etnias pela utilização de artistas caucasianos, muito utilizado após a condenação dessas outras práticas. Essas táticas, aliadas do uso constante de estereótipos que reduzem etnias a meras representações depreciativas, se encontram presentes em inúmeros filmes de sucesso. Fonte: jornalismojunior Texto 4 A importância da representatividade asiática no cinema e na televisão Para Todos os Garotos que Já Amei […] pode parecer só mais uma comédia adolescente clichê, mas ganhou ainda mais fãs por ter a atriz vietnamita em papel importante e comum, sem reproduzir clichês e estereótipos asiáticos. Então, esse foi um grande passo para a discussão sobre a representatividade asiática na indústria do cinema e entretenimento. Em geral, escalam-se asiáticos para filmes e novelas para interpretar papéis rasos sempre com as mesmas características. São nerds, bons em matemática, entusiastas da tecnologia, ingênuos e tímidos. Isso sem contar o fato de todos os povos e etnias do continente se resumirem a japoneses e chineses. Além de não se sentirem representados, a reprodução desses tipos de estereótipos pode afetar a autoestima e a confiança. Assim, especialmente crianças podem se sentir inferiores por não cumprirem os papéis que esperam delas. Isso acontece mesmo no Brasil, a maior comunidade com origem japonesa fora do Japão. De fato, são mais de 2 milhões de japoneses e descendentes e mais de 50 mil descendentes chineses. Além disso, há um crescimento muito grande de outras etnias asiáticas no país. Fonte: claudia abril Escreva uma redação sobre o tema Whitewashing e o racismo no cinema e na TV após conferir uma lista de repertórios socioculturais que preparamos!

Enfim, passou o primeiro dia de Enem 2020. O que você achou do tema de redação? Venha com a gente analisar a proposta do Inep! Em um momento tão atípico que estamos vivendo, muitos participantes fizeram as provas do primeiro dia de Enem 2020 no último domingo (17). Apesar dos relatos sobre as dificuldades em acessar as salas de prova, e a divulgação de um índice de abstenção recorde (51,5%), o tema de redação também foi assunto. Estávamos ansiosos, não é mesmo? Embora houvesse muitas apostas de que o tema não teria nada a ver com a pandemia, o fato é que, de alguma forma, ele resvala na situação que vivenciamos desde março do ano passado. Mais adiante vamos ver por quê. Assim, o tema de redação do Enem 2020 foi: “O estigma associado às doenças mentais na sociedade brasileira“. De fato, saúde mental esteve em evidência nos últimos meses, e também se fala mais sobre o assunto em anos mais recentes. Acontece que, como mostrado no texto motivador III, doenças como a depressão aumentaram de modo alarmante na atualidade, tornando-se uma questão que precisa fazer parte das discussões da sociedade, especialmente a brasileira, a qual é a mais depressiva da América Latina. Em virtude disso, inclusive, em 2014 iniciou a campanha brasileira conhecida como “Setembro amarelo”. Assim, ela visa à prevenção de suicídios. No domingo, em uma live em nosso perfil no Instagram, alguns participantes comentaram que usaram a campanha em seus textos. Além disso, muita gente achou o tema fácil. Mas você sabe quais caminhos poderiam ter sido tomados para tratá-lo completamente? Acompanhe a nossa análise. Palavras-chaves do tema de redação Enem 2020 A compreensão da proposta é um momento decisivo para você ir bem ou não na redação. Isso porque é fundamental que o tema seja abordado de forma completa. Portanto, você deve atentar-se às palavras-chaves presentes na frase temática para poder atender ao solicitado pela banca. Nesse caso, temos duas expressões que são essenciais: estigma e doenças mentais. Além delas, temos outra que é complementar: na sociedade brasileira. Mas o que é um estigma? Muita gente nas redes sociais achou que essa palavra – pouco usual no nosso dia a dia – pegaria muitas pessoas desprevenidas. O texto motivador II trazia o origem da palavra, portanto, quem é bom em interpretação não sentiu dificuldades. No entanto, lembre-se que embora indicado, não é obrigatório usar exatamente essa palavra na sua redação. Assim, se você usou sinônimos, provavelmente se deu bem também. Podemos citar alguns: desaprovação, marca, marginalização, preconceito, julgamento ao que foge do padrão entre outras. Outro cuidado a tomar é não falar apenas de saúde mental, sem abordar as doenças. Historicamente, pessoas diagnosticadas com algum tipo de transtorno mental são estigmatizadas e isoladas do convívio social. Esse seria um bom ponto de partida, aliás. Assim, se você falou de estigma e de doenças mentais, as chances de atingir as notas mais altas na competência 2 são grandes. Porém, como você sabe, ainda é preciso demonstrar repertório sociocultural pertinente e produtivo. Quais abordagens você poderia usar? Veremos no próximo tópico. Argumentos que poderiam estar no desenvolvimento Veja por quais caminhos o seu projeto de texto poderia passar: falta de informação sobre as doenças mentais; pouca discussão sobre o assunto nas mídias; medicalização das pessoas que apresentam algum transtorno para que se adéquem à “normalidade”; medicalização de crianças muito jovens para que desempenhem melhor na escola; valorização da “vida perfeita” divulgada nas redes sociais e a pressão que isso causa nas pessoas; ausência de políticas públicas que previnam danos à saúde mental da população; minimização de problemas como a depressão, muitas vezes vistos sem seriedade; causas dos estigmas (histórico relacionado aos manicômios no Brasil, por exemplo); preconceito a tudo que desvia do que é considerado “normal”; entre outros. A equipe do Redação Online produziu uma redação-modelo com base nesse tema. Leia e veja de que forma poderia ter argumentado sobre o assunto no seu texto. Tema com recorte aberto Há alguns anos o Enem não tem fechado tanto o recorte para tratamento do tema. Desse modo, as possibilidades de abordagem são mais amplas. Isso pode ser bom ou ruim, depende do seu nível de proficiência na escrita de textos dissertativos-argumentativos. Ao não pedir que se fale sobre desafios ou forma de combate ao estigma, o participante não se limita a apenas um olhar sobre a proposta. Desse modo , se você abordou completamente e usou referências pertinentes, provavelmente foi muito bem na redação Enem 2020. Repertórios pertinentes ao tema Assim como na nossa redação-modelo, alguns participantes relataram na live e nas redes sociais que usaram o filme “Coringa”. De fato, ele encaixa perfeitamente no tema, especialmente se a condução do texto levava às ausência de políticas públicas de saúde mental eficientes. Trabalhar com esse tipo de referência, atual e de amplo conhecimento, é sempre uma excelente aposta no texto. Além desse filme, você poderia ter usado séries, livros, novelas, entre outras formas de arte que demonstram seu conhecimento de mundo e a capacidade de relacioná-lo ao assunto. Confira algumas possibilidades: filme: Bicho de Sete Cabeças (2000); filme: Nise – O Coração da Loucura (2015); série: 13 Reasons Why; livro: O alienista; pensador: Michel Foucault, com a obra “História da loucura”; livro: Holocausto brasileiro (2013); etc. Em breve traremos aqui no blog mais detalhadamente alguns repertórios que poderiam ser usados nessa redação. É claro que fica muito fácil sugerir agora que já sabemos o tema, não é? Mas não se preocupe! Se não usou algum desses que citamos, temos certeza que escolheu algo interessante também. Coloque nos comentários as suas referências! Estamos curiosos para saber! Proposta de intervenção A conclusão da redação depende muito do projeto de texto, portanto há uma infinidade de maneiras de concluir. Se você falou de políticas públicas, provavelmente os governos (municipais, estaduais e federal) apareceram como agentes. Se tratou pelo viés da medicalização na infância, a escola pode figurar na sua intervenção. O que não poderia faltar mesmo eram os 5 elementos obrigatórios. Se

Confira um exemplo de redação sobre o estigma das doenças mentais no Brasil, tema do ENEM 2020. Analise a argumentação, a estrutura e inspire-se para a sua própria redação. Veja também outros exemplos

Você precisa escrever uma redação sobre exclusão digital, mas não possui repertórios para o tema? Leia este artigo e fique preparado(a)! Aqui, você encontrará informações relevantes e dicas úteis que enriquecerão seu texto. De fato, se antes da pandemia de coronavírus já estávamos cientes dos malefícios da exclusão digital para a sociedade, com a chegada dela isso se tornou ainda mais evidente. Certamente, você ou alguém que você conhece já esteve sem acesso à internet. No mundo atual, isso é quase como estar em isolamento duplo. Assim, para muitas pessoas, a falta de acesso ao mundo digital significa estar excluído de oportunidades essenciais. Além disso, com o advento do ensino remoto em 2020, diversos estudantes viram seu direito à educação ser comprometido, sem dúvida, destacando a urgência de abordar a exclusão digital. Desse modo, incluir mulheres, idosos e pessoas com deficiência no mundo digital segue sendo um desafio. Então, para que você consiga fazer um bom projeto de texto na sua redação, separamos alguns repertórios para o tema. Repertórios para o tema sobre exclusão digital! 1. Vídeo: Exclusão Digital – Conexão – Canal Futura Primeiramente, no programa, Luiza Mesquita e Bernardo Sorj discutem “o que o país perde com os excluídos digitais?”. Além disso, eles exploram como a exclusão digital afeta diferentes camadas da sociedade. https://youtu.be/3l1_DZ4mpbk 2. Artigo: Direito à Internet e às Novas Tecnologias Digitais Em seguida, Victor Hugo Pereira Gonçalves argumenta que a inclusão digital é um direito fundamental. Igualmente, ele analisa as causas da exclusão digital, como a falta de políticas públicas e exclusões sociais históricas. 3. Filme: Eu, Daniel Blake (2016) Ademais, este filme ilustra os desafios da exclusão digital. Daniel Blake, um carpinteiro que não domina a tecnologia, enfrenta barreiras burocráticas para acessar benefícios governamentais. Isto é, o filme aborda a interação de gerações e questões sociais relevantes. 4. Pesquisa: PNAD Contínua TIC 2018 A pesquisa do IBGE revela que 79,1% dos domicílios brasileiros têm acesso à internet. Porém, ainda há uma porcentagem significativa excluída digitalmente. Portanto, é essencial explorar esses dados. 5. Livros clássicos da literátura: “1984” de George Orwell Este clássico distópico reflete sobre o controle da informação, já que a exclusão digital pode ser comparada ao acesso restrito em 1984, destacando a importância do acesso à informação. 6. Livro “Admirável Mundo Novo” de Aldous Huxley Da mesma forma, Huxley explora um mundo dominado pela tecnologia. A obra reflete sobre as consequências da exclusão digital em uma sociedade hiperconectada. 7. Documentário: “The Social Dilemma” (2020) Por outro lado, este documentário recente da Netflix realça o papel das redes sociais no mundo moderno, destacando a relevância da inclusão digital. Dessa maneira, é relevante para o tema da exclusão digital, já que mostra como a falta de acesso às redes sociais pode significar estar fora de importantes conversas sociais. https://youtu.be/uaaC57tcci0?si=yWe8xi3ByoSoeXCD 8. Podcast: Café da Manhã É válido mencionar que o episódio “A Pandemia Expõe a Desigualdade da Internet Brasileira” discute como a crise sanitária ampliou a exclusão digital. Ademais, aborda a dependência de uma boa conexão para educação e trabalho durante a pandemia. 9. Artigo: Plataformas Digitais Acessíveis para Pessoas com Deficiência Em contra partida, este artigo mostra a exclusão digital enfrentada por pessoas com deficiência. Apenas um dos 50 sites de empresas brasileiras analisados era acessível. Portanto, a questão vai além do acesso à internet, incluindo a acessibilidade. 10. Artigo: LIVE | Acesso à Internet: Desigualdades, Qualidade e Direitos do Consumidor Outrossim, uma live do Idec discute a importância do acesso à internet durante a pandemia, já que a discussão é fundamental para entender como a exclusão digital afeta os direitos do consumidor e a igualdade social. https://youtu.be/fD5rRSc2NaI Por fim, essas são nossas dicas de repertórios para “Exclusão digital” e lembre-se: seu repertório deve ser relevante e bem aplicado. Faça sua pesquisa e organize os dados para um texto coerente. Confira , também, uma videoaula completa da professora Chaiany Farias para saber tudo sobre esse eixo temático! https://youtu.be/lpWaveoBmWQ?si=XkePspVRXrAPgJiI Quer melhorar na redação? Conheça nossos planos de correção no Redação Online e receba feedback detalhado de nossa equipe. Venha melhorar suas habilidades conosco!

Durante a pandemia, a questão da exclusão digital ganhou evidência. Você já refletiu sobre essa questão e os impactos disso na sociedade brasileira? Se não, aproveite para pensar sobre isso e escrever uma redação! Assim, fique preparado(a) para o Enem! Com base nos conhecimentos adquiridos ao longo de sua formação e a partir da leitura dos textos motivadores a seguir, escreva uma redação de até 30 linhas sobre o tema “Exclusão digital”. Para tanto, use a modalidade padrão da língua portuguesa. Além disso, apresente uma proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Confira o tema sobre Exclusão Digital: Texto 1 Fonte: https://petletras.paginas.ufsc.br/files/2020/05/charge.jpg Texto 2 Exclusão digital em tempos de pandemia Desde 2005, o Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), por meio do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br) do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br) — com a finalidade de mapear o acesso à infraestrutura das tecnologias de informação nos domicílios urbanos e rurais do país, e as formas de uso delas por indivíduos de 10 anos de idade ou mais — realiza, anualmente, a pesquisa TIC Domicílios. De acordo com o último desses estudos, publicado em 28 de outubro de 2019, percebeu-se que, entre 2008 e 2018, ocorreu significativo aumento no número de lares brasileiros com acesso à internet. O estudo aponta que, em 2008, apenas 18% dos domicílios brasileiros tinham acesso à rede. Dez anos depois, esse percentual saltou para 67% de residências conectadas. Sem dúvida, um notável avanço. […] Isso, no entanto, não quer dizer que esses direitos estejam igualmente distribuídos entre a população brasileira. Afinal, se o acesso à rede mundial de computadores já é realidade em mais de 90% dos lares mais abastados, menos da metade (48%) das residências dos indivíduos das classes D e E gozam do mesmo privilégio, conforme detalha a referida pesquisa. E, como aponta o TIC Domicílios 2018, o alto custo dos serviços em questão é, segundo os moradores desses domicílios, o principal motivo que os levou a não possuir internet em suas casas. Essa constatação – baixíssimo nível, quando se fala da camada menos favorecida da população, de acesso à rede mundial de computadores – é, para dizer o mínimo, preocupante. Isso porque, em consonância com o relatório elaborado em 2009 pelo Banco Mundial, cada aumento de 10 pontos percentuais nas conexões de internet de banda larga de um determinado país corresponde a um respectivo crescimento de 1,3% no Produto Interno Bruto (PIB). Nítido, sobretudo em um mundo cada vez mais globalizado e conectado, que não há como se falar em comunicação, liberdade de expressão ou desenvolvimento, sem considerar a internet como um meio fundamental para a geração de conhecimento e circulação de informações. Com a chegada da pandemia de Covid-19, a desigualdade ganhou contornos ainda mais claros, na medida em que a internet tem funcionado como ferramenta essencial para diversas atividades como o trabalho remoto, o acesso à informação e entretenimento e a utilização de serviços tecnológicos, tais como aplicativos de comida delivery e mobilidade urbana – que, igualmente, contribuem para que os usuários de tais serviços fiquem mais protegidos dos riscos causados pela pandemia. Portanto, enquanto alguns encontram-se amplamente conectados, ampliando suas ações online (teletrabalho, videoconferências, cursos e aulas virtuais), outros, em virtude de sua precária situação econômica, permanecem à margem de um processo evidenciado como nunca antes: o papel da tecnologia cada vez maior e a importância de uma agenda de inclusão digital. Fonte: https://politica.estadao.com.br/blogs/fausto-macedo/exclusao-digital-em-tempos-de-pandemia/ Texto 3 Exclusão digital é barreira para mulheres rurais As mulheres rurais são o grupo menos conectado às Tecnologias da informação e Comunicação na maior parte dos países da América Latina e do Caribe. É isso que concluiu um estudo conduzido pela Universidade de Oxford, da Inglaterra. O levantamento foi coordenado pela cientista social italiana Valentina Rotondi. Ela se baseou em dados da Pesquisa Mundial Gallup, informações dos países e de rastreamento da rede social Facebook, em 17 dos 23 países da região analisada. Menos mulheres declararam possuir celulares em comparação com homens. Mulheres de baixa escolaridade que vivem em áreas rurais são as menos conectadas. Segundo autoridades a situação mostra o quadro de desigualdade e que a conectividade traz acesso a mercados, informação e serviços financeiros. “O estudo revela que o acesso reduzido a telefones celulares e a internet se soma a diversos problemas enfrentados pelas mulheres no campo, como as barreiras à obtenção de financiamento, à captação, ao emprego formal e à propriedade da terra”, disse o diretor-geral do IICA, Manuel Otero. A proporção de pessoas que possuem telefones celulares nos países analisados aumentou cerca de 80% em 2017 e 45% desde 2006 e a lacuna entre os gêneros na posse de celulares diminuiu na última década. No entanto, voltou a piorar nos últimos cinco anos. Enquanto no Brasil e na Argentina há uma situação de quase paridade entre homens e mulheres, Guatemala e o Peru são exemplos de nações onde a diferença é maior, enquanto no Chile e no Uruguai a proporção tende a favorecer as mulheres. O estudo concluiu que, de modo geral, quanto menor a diferença de gênero na posse de celulares, melhores são as perspectivas para a inserção de mulheres no mercado de trabalho e menores são as disparidades entre os gêneros em trabalhos vulneráveis e desemprego juvenil. O estudo “Desigualdade digital de gênero na América Latina e Caribe” teve apoio do Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA), Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA). Fonte: https://www.agrolink.com.br/noticias/exclusao-digital-e-barreira-para-mulheres-rurais_440947.html Escreva a sua redação sobre o tema Exclusão digital após conferir uma lista de repertórios socioculturais que preparamos!

Saiba mais sobre a literacia familiar por meio de repertórios que selecionamos para ajudar a fundamentar a sua argumentação na redação! O tema de redação que preparamos para esta semana tem como foco a literacia familiar. Você já tinha ouvido falar sobre isso? Trata-se de um conceito trabalhado por pedagogos norte-americanos e que, em 2019, veio para o Brasil. Mais especificamente, o tema passou a ser evidenciado no país em função de um programa governamental, o “Conta pra mim”. No entanto, isso não significa que algumas das ideias sobre literacia familiar já não fizessem parte do nosso cotidiano. Assim, o envolvimento dos pais na educação dos filhos e no incentivo à leitura já é previsto tanto pela Constituição quanto pelas políticas educacionais. Caso você não esteja familiarizado com o assunto, separamos alguns conteúdos que poderão ajudar a fundamentar a sua argumentação na redação. Lembre-se de que o desenvolvimento de um bom projeto de texto é um passo fundamental para um bom texto ( e quem sabe até uma redação nota mil!). Portanto, a pesquisa sobre a temática deve ser aprofundada, então não fique restrito(a) às nossas sugestões. Selecionar, relacionar, interpretar e organizar as informações deve ser o seu objetivo em todo o texto que for produzir. Então, vamos às dicas? Acompanhe! 1. Notícia: MEC lança material para incentivar pais a lerem para os filhos Que tal começar vendo esta notícia de quando o “Conta pra mim” foi lançado pelo MEC? No vídeo e no texto, você saberá que se trata de um programa que faz parte da Política Nacional de Alfabetização (PNA). Além disso, conhecerá os objetivos do programa, materiais produzidos e os valores de verba destinados a ele. Também saberá um pouco mais sobre a PNA e sobre o que é a literacia familiar. Assim, não perca tempo: clique e confira! 2. Entrevista: Catherine Snow Lei a íntegra da entrevista com a professora de Harvard Catherine Snow para a Revista Nova Escola. Realizada em março de 2020, buscou mostrar o que a educadora – que é uma das referências do MEC na defesa da literacia familiar – sugere como forma de as famílias contribuírem para o desenvolvimento literário dos filhos. Então, por se tratar de um argumento de autoridade, vale a pena você conhecer mais sobre essas ideias. 3. Reportagem: Incentivo à leitura na Educação Infantil: como envolver a família Ainda na revista Nova Escola você pode encontrar esta matéria que explica de que forma a escola pode ajudar a envolver os pais na educação dos filhos. Além de mostrar algumas iniciativas de educadores para estimular essa aproximação entre família e escola, a matéria explica um pouco mais sobre a literacia familiar. Além disso, apresenta alguns pontos de normativas da educação nacional e aponta dicas para educadores estimularem as crianças a terem o gosto pela leitura. Então, quem sabe algumas delas não ajudam você a pensar em uma proposta de intervenção? Não deixe de ler! 4. Filme: O contador de histórias (2009) Este filme baseia-sena história real do educador e contador de histórias Roberto Carlos Ramos. Aos 6 anos ele foi deixado por sua mãe na Fundação Estadual para o Bem Estar do Menor (Febem), pois ela acreditava que assim ele teria uma vida melhor. No entanto, a instituição não era nada do que se imaginava à época. Assim, o menor passou a se envolver em delitos e chegou até a ser usuário de drogas. A vida do garoto muda aos 13 anos quando uma pedagoga francesa, Margherit Duvas, aparece. Ela dá a ele um lar, alfabetiza e incentiva a estudar. Trata-se, portanto, de uma história de sucesso de uma responsável que transformou o destino de um jovem por meio da educação, do carinho e da literatura. Assista! https://www.youtube.com/watch?v=1Aqn_jO_HAM&pp=ygUhbyBjb250YWRvciBkZSBoaXN0w7NyaWFzIHRyYWlsZXIg 5. Filme: As Aventuras do Avião Vermelho (2014) Esta animação inspirou-se na obra de Érico Veríssimo de mesmo nome. Nela, narra-se a história de Fernandinho, menino de 8 anos que, após a morte da mãe, fica solitário. O pai, então, tenta animá-lo com presentes. Mas o que consegue tirá-lo da tristeza é receber do pai um livro que foi da sua infância. Tem bastante a ver com o nosso tema de redação, hein? Procure saber mais sobre o filme ou mesmo sobre o livro que deu origem a ele.https://www.youtube.com/watch?v=VSSdaFnekmY&pp=ygUlYXZlbnR1cmFzIGRvIGF2acOjbyB2ZXJtZWxobyB0cmFpbGVyIA%3D%3D 6. Caderno da Política Nacional de Alfabetização (PNA) Em agosto de 2019 o MEC divulgou o Caderno da Política Nacional de Alfabetização. Ele é um guia que explica detalhadamente a PNA. Além de trazer dados a respeito do cenário atual da alfabetização, marcos históricos e normativos brasileiros, aborda conceitos, como o da literacia familiar. De acordo com o Ministério da Educação, a política se inspira no que é realizado em países que tiveram aumento de seus indicadores educacionais. Assim, cita como exemplos: Austrália, Canadá, Chile, Estados Unidos, França e Portugal. Então, consulte o caderno e anote algumas informações para fundamentar a argumentação da sua redação. Certamente você encontrará muitos dados nele. Agora é com você! Depois de ler e acessar as nossas recomendações, procure outros conteúdos que tenham a ver com seu projeto de texto sobre a Literacia Familiar. Faça uma redação no estilo Enem e mande pra gente! Ainda não conhece nossos planos de correções de redação? Não perca mais tempo! Escolha o seu agora mesmo e receba a ajuda dos nossos corretores para se dar muito bem na prova! Até mais!
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