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O Blog do Redação Online é a maior fonte de conteúdo gratuito sobre redação para ENEM, vestibulares e concursos públicos no Brasil. Com mais de 1.400 artigos escritos por professores especializados, nosso blog cobre temas atuais, técnicas de escrita, repertório sociocultural e análises detalhadas das competências avaliadas nas provas.
Cada artigo é elaborado para ajudar estudantes a desenvolver habilidades de escrita dissertativo-argumentativa, com exemplos práticos, modelos de introdução e conclusão, e repertórios que podem ser utilizados em qualquer tema de redação. Nossos conteúdos são atualizados regularmente para acompanhar as tendências dos vestibulares e as mudanças na matriz de referência do ENEM.
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Ver Planos de CorreçãoVeja mais um tema que o Redação escolheu para você! Texto I Professor sob ameaça por Tory Oliveira Após aumento de casos, sindicatos criam centrais de atendimento a docentes vítimas de violência física e psicológica dentro da escola Desde fevereiro de 2011, uma funcionária do Sindicato dos Professores do Estado de Minas Gerais passa o dia ao lado do telefone. Sua missão é receber e registrar denúncias de agressão feitas por docentes. O disque-denúncia foi uma das soluções encontradas para ajudar o professor mineiro a enfrentar esse tipo de situação. “Já era do nosso conhecimento a violência no ensino público, mas as evidências de acontecimentos em escolas particulares nos preocuparam”, explica o presidente do Sinpro/MG, Marco Eliel. O assassinato do professor de Educação Física Kássio Vinícius Castro Gomes, atacado por um aluno a facadas nos corredores do centro universitário em que lecionava na capital mineira, em dezembro de 2010, também ajudou a catalisar o lançamento de uma campanha contra a violência nas escolas. De lá para cá, foram registradas 131 denúncias. Segundo Eliel, uma a cada três dias. No Rio Grande do Sul, o Sindicato dos Professores do Ensino Privado (Sinpro/RS) criou o Núcleo de Apoio ao Professor Contra a Violência (NAP) no fim de 2007. “A razão foi o aumento do número de relatos de sofrimento”, conta Cecília Maria Martins Farias, diretora do Sinpro e coordenadora do NAP. Trata-se de uma equipe multidisciplinar responsável por oferecer assessoria psicológica e jurídica. O centro atende a cerca de 40 pessoas por ano. Pesquisa realizada pelo sindicato gaúcho revelou que, para 37% dos entrevistados, as direções das escolas são omissas em relação à violência. Para 80% dos 440 docentes do ensino privado ouvidos, o encaminhamento é insatisfatório. Na opinião da coordenadora do NAP, são poucas as escolas privadas que enfrentam a questão. “É importante que haja momentos para falar sobre o assunto com a comunidade escolar.” Professora universitária do Rio Grande do Sul, C. A., de 40 anos, buscou os serviços do NAP após anos de hostilidade por parte de colegas e de omissão por parte da diretoria. “Ninguém se preocupa, acham que é frescura de mulher. A gente é considerada louca”, contou emocionada a docente, que não quis se identificar. Por causa de disputas políticas dentro da universidade, C. passou a ser alvo de um grupo que assumiu seu antigo cargo. Quando resolveu registrar um boletim de ocorrência, ouviu da direção que o problema era dela. “O silêncio é a pior coisa. Sofri agressões e virei motivo de piadas.” […] Reflexo social A agressão ao professor não é algo isolado, mas fruto de uma relação violenta que se estabelece entre o corpo discente, entre alunos e professores, entre o sistema educacional e os estudantes ou mesmo entre a escola e a comunidade. “Essa questão é algo complexo e sistêmico”, analisa Patrícia Constantino, pesquisadora do Centro Latino Americano de Estudos de Violência e Saúde da Fiocruz. “A escola está inserida numa sociedade que identifica a violência como forma de resolver conflitos”, afirma a doutora em Psicologia pela USP, Luciene Tognetta. Segundo a organizadora do livro É Possível Superar a Violência nas Escolas?, os conflitos nas instituições de ensino são agravados pela “terceirização” da educação dos estudantes. A família, tradicionalmente responsável pela formação moral dos alunos, já não dá conta desse processo, analisa. Já para a psicanalista e doutora em educação Roseli Cabistani, a violência é uma questão social. “A escola é testemunha e palco de um ‘sintoma social’, algo que extrapola e é uma denúncia do mal-estar na educação e na sociedade.” […] Fonte Texto 2 Fonte: Cícero Texto 3 SP: quase metade dos professores já sofreu alguma agressão nas escolas Pesquisa em São Paulo, que ouviu 1.400 docentes, mostra que 84% conhecem algum caso de violência onde lecionam O Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp) divulgou nesta quinta-feira uma pesquisa sobre a violência praticada nas escolas estaduais de 167 municípios. Os índices mostram que 44% dos 1.400 professores ouvidos já sofreram algum tipo de violência na escola. A agressão verbal é a forma mais comum de ataque, tendo atingido 39% dos docentes, seguida de assédio moral (10%), bullying (6%), agressão física (5%), discriminação (5%) e furto (5%). No total, 84% dos profissionais ficaram sabendo, em 2012, de casos de agressão nas escolas onde lecionam e 57% as consideram violentas. Em média, quem mais sofre violência escolar são os educadores do sexo masculino que lecionam no ensino médio: 65% deles foram agredidos de alguma forma. A taxa mais baixa é para o professor homem do ensino fundamental um – um em cada quatro docentes foi violentado. De acordo com 95% dos entrevistados, o principal autor da violência na escola é o próprio aluno, que também é a maior vítima, como dizem 83% dos profissionais. […] Quando perguntados sobre quem deve ser o principal colaborador para reduzir a violência na escola, 35% afirmaram que a tarefa cabe aos pais ou responsáveis, enquanto 25% disseram que a própria escola deve tomar a iniciativa. Nesse quesito, o estudo mostra que 71% das escolas menos violentas possuem algum tipo de campanha contra a violência escolar, contra 57% nas escolas mais violentas. Fonte Com base nos textos acima, no seu conhecimento e na pesquisa que você fará sobre o tema, redija um texto dissertativo-argumentativo que reflita sobre a violência nas escolas brasileiras.

Confira mais uma dica de tema do Redação Online para você! Texto 01 “[…] Mas a queda da taxa de mortalidade pode causar uma errônea banalização da Aids. Apenas no primeiro semestre de 2014, 65 novos casos foram registrados em Franca e região pelo Programa Municipal DST/Aids. Segundo dados do Programa, 60% dos diagnósticos são de pessoas heterossexuais, 50% tem dos diagnosticados têm idade entre 21 a 35 anos, e o número de homens portadores do HIV é o dobro do total de casos registrados entre as mulheres.” Fonte Texto 02 Com o sucesso dos coquetéis anti-Aids, nos anos 90, os pacientes deixaram de receber sentenças de morte ao serem diagnosticados. No entanto, os bons resultados do tratamento parecem ter tornado a sociedade mais complacente e os cuidados com a prevenção diminuíram. O Brasil vem registrando uma média de 38 mil novos casos por ano e de mil mortes por mês. O médico infectologista Jean Gorinchteyn acredita que os índices podem ser ainda maiores. O Ministério da Saúde obriga que seja feita uma notificação de testes que derem positivo para o vírus HIV em qualquer estabelecimento do país, seja na rede pública ou privada. “Esses números vão realmente expressar a realidade”, aponta o especialista.Ele destaca que a população jovem é a mais vulnerável. “Eles têm informação e acesso ao preservativo, mas não usam. Tratamento, na cabeça das pessoas, é igual a cura. Essa visão distorcida faz com que haja uma banalização dos riscos”, afirma Gorinchteyn. O infectologista ressalta que muitos jovens deixam de usar camisinha após quatro ou cinco relações com a mesma parceira, sem, no entanto, fazer exames sorológicos. Texto 03 Jovens como o morador de Rio do Sul fazem parte de um grupo que gera preocupação em Santa Catarina. O número de pessoas de 15 a 19 anos portadores da doença saltou 56% no Estado de 2012 a 2013. Desde o início deste ano até outubro, foram 50 novos casos diagnosticados. Para a gerente de Vigilância das DST/aids e Hepatites Virais da Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina, Ingrid Bittencourt, há uma certa banalização da aids, porque com a medicação e tratamento, muitos acreditam que o vírus não leva o paciente à morte: Estamos retomando essa conversa, porque aids mata. Se não se cuidar, realmente Mas se o paciente tratar, pode ter qualidade de vida. Assim como o Estado, Florianópolis é a segunda Capital no país em número de casos detectados. A gerente de Vigilância Epidemiológica de Florianópolis, Ana Cristina Vidor, afirma que houve um relaxamento no uso da camisinha. No início, todos os grupos sociais tinham medo da doença e começamos a perceber mudanças de comportamento e o crescimento no uso de Agora, o uso está muito menor que outros anos. Fonte Texto 04 “Doença comum” Hoje, vivemos uma terceira onda de como a Aids é apresentada no Brasil. As últimas políticas anunciadas indicam que o caminho governamental para o enfrentamento passa por duas ordens claras: descubra o mais rápido possível, e não transmita à ninguém. Alheio à realidade das pessoas que vivem com HIV, principalmente nas questões apontadas pela sociedade civil organizada, o governo federal investe cada vez mais em ações fáceis, desprezando anos de avanços na concepção de saúde aliada a direitos humanos. Assistimos a propostas curiosas, como o fim do aconselhamento na testagem e a venda de kits de autotestagem em farmácias e outros locais. Um resultado que impacta fortemente a vida de uma pessoa acaba ao lado de sabonetes e cotonetes. Na ânsia de localizar o vetor transmissor do HIV, várias organizações da sociedade civil estão sendo cooptadas para esta prestação de serviços ao Ministério da Saúde, testando pessoas vulneráveis sem garantia de retaguarda de tratamento. Os ativistas dessas organizações contam apenas com um treinamento raso. Além disto, a sucessiva insistência de transferência do atendimento especializado para a atenção básica e a mudança recente do esquema de medicamentos – fornecendo remédios fortes para a pessoa com diagnóstico positivo, independente do seu quadro de saúde – são fatores de culpabilização e de responsabilização à pessoa que vive com HIV ou com Aids. Vivemos um tempo de banalização da própria vida com aumento da violência e dos crimes institucionais, com a ampliação do descaso do Estado e com a queda da intersetorialidade como preceito de saúde pública mais ampla. Vivemos também um tempo de banalização da Aids. Se antes o medo se destacava, e depois venderam a ideia do controle, hoje nota-se a estratégia de tornar banal um resultado positivo. A resposta do momento é totalmente medicamentosa. Saúde pública sem direitos humanos respeitados é mero higienismo disfarçado, que gera banalização de coisas sérias e respostas meramente artificiais e limitadas. Fonte

Confira mais uma dica de tema do Redação Online para você! Leia os textos abaixo e faça uma redação sobre Tema de redação: situação política do Brasil. Texto 1 A Câmara dos Deputados elegeu na tarde desta quinta-feira (17), em votação aberta, os 65 integrantes da comissão especial que primeiro analisará o pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff. O prazo inicial para apresentar os nomes era até 12h, mas foi prorrogado até 13h (veja a lista com os integrantes da comissão ao final desta reportagem). A comissão foi eleita por 433 votos a favor e apenas 1 contrário, do deputado José Airton Cirilo (PT-CE). “Está eleita a comissão especial destinada a dar parecer quanto à denúncia contra a senhora presidente da República”, anunciou o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), às 15h48. Pela proporcionalidade das bancadas, PT e PMDB serão os dois partidos com mais integrantes na comissão, 8 cada. O PSDB terá 6 representantes. Cunha também anunciou que está convocada para as 19h desta quinta uma sessão em um dos plenários das comissões para a eleição de presidente e relator da comissão do impeachment. Segundo o presidente da Câmara, 45 dias é um “prazo razoável” para concluir toda a tramitação do processo de impeachment na Casa. Fonte Texto 2 Apesar do crescimento do tamanho do protesto contra a presidente Dilma Rousseff, o perfil dos manifestantes que foram à avenida Paulista neste domingo (13) se manteve elitizado. Os dados são de pesquisa do Datafolha feita por meio de 2.262 entrevistas durante o ato. A exemplo das outras grandes manifestações contra Dilma ao longo do ano passado, os manifestantes deste domingo tinham renda e escolaridade muito superiores à média da população. Segundo o instituto, a maioria dos participantes eram homens e com idade superior a 36 anos. Disseram que possuem curso superior 77% dos entrevistados, enquanto no município o índice é de 28%. O patamar é praticamente o mesmo do aferido pelo Datafolha em outras quatro manifestações pelo impeachment em São Paulo. Fonte Charge Faça uma redação sobre Tema de redação: situação política do Brasil e nos envie!

Mais uma dica de tema de redação para você! Leia os textos abaixo e escreva uma redação com o Tema: a questão dos transgênicos. Texto I Polêmica sobre alimentos transgênicos chega ao Brasil Por Andréa Paes Alberico A polêmica em torno dos alimentos geneticamente modificados ganhou força no Brasil depois que o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) começou a se manifestar contra a produção dos transgênicos. Há duas semanas, a revista Veja publicou uma reportagem criticando a postura do movimento, acusando-o de estar na contramão do progresso. Mas o que, afinal, são os alimentos transgênicos ou OGMs (Organismos Geneticamente Modificados) e por que causam tanto debate? Em termos gerais, os transgênicos são todas as plantas e animais com gene de outra espécie introduzido. Os genes são carregados para dentro do organismo geralmente através de um vírus, que tem neutralizados seus genes patogênicos para servir só para o transporte de gene que se quer introduzir. Não há ainda animais transgênicos, embora haja experiências nessa área. “O que existe hoje são plantas e fármacos transgênicos”, explica Marijane Lisboa, coordenadora da campanha “Brasil livre de transgênicos”, do Greenpeace – entidade ambiental que, há mais de três anos, vem lutando, no mundo inteiro, para que não se autorize o plantio comercial e o consumo de plantas geneticamente modificadas. De acordo com Rubens Onofre Nodari, doutor em Genética e membro do grupo de estudos sobre plantas transgênicas da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), a safra de transgênicos no mundo foi de aproximadamente 27,5 milhões de hectares —e ainda está sendo colhida. Em 1997, foi de cerca de 12,6 milhões de hectares (os números excluem a China, que também produz transgênicos, mas de onde não há dados. Juntos, EUA, Canadá e Argentina respondiam por 98% dos plantios no ano passado. No Brasil, foram aprovadas, pela Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio), desde 1997, 626 liberações planejadas de OGMs no meio ambiente, experimentais ou demonstrativas. São culturas de algodão, arroz, batata, cana-de-açúcar, eucalipto, fumo, milho e soja. Para a instalação desse tipo de liberação —experimental ou demonstrativa—, basta a autorização da Comissão. Em outubro do ano passado, foi publicado no Diário Oficial da União um parecer técnico conclusivo da CTNBio aprovando a solicitação da Monsanto do Brasil Ltda. de liberação comercial da soja geneticamente modificada, que é tolerante ao herbicida Roudup Ready, de sua fabricação. O parecer da CTNBio é o primeiro passo para que a empresa possa plantar comercialmente essa soja no país: é preciso, agora, autorização dos ministérios da Agricultura e do Meio Ambiente e, no da Saúde, são feitos registros dos produtos. Os problemas As consequências para a saúde humana do consumo de transgênicos e de seus produtos ainda são desconhecidas e é esse o principal motivo da Europa ser contra a sua utilização. “Não há dados sobre riscos à saúde humana. Não dá para ser conclusivo”, diz Rubens Nodari. O impacto sobre o meio ambiente da introdução dos OGMs é outro ponto levantado: “há mais risco de se provocar um desequilíbrio na natureza”, diz Marijane Lisboa. “Vai se usar herbecida de amplo espectro, destruindo também plantas que são habitats para animais benéficos. O desequilíbrio nos deixa mais vulneráveis para catástrofes naturais, como, por exemplo, novas pragas”, afirma ela. Outro problema ambiental diz respeito à possível destruição da variedade genética, que constitui o banco de dados da natureza. “Perdendo-se isto, não se pode mais recorrer a ela quando se precisa criar novas variedades, por exemplo. Não se pode criar algo do nada”, diz Marijane Lisboa. Há ainda o aspecto comercial: “o mercado europeu e o Japão estão mais interessados em ter produtos não transgênicos. Os Estados Unidos estão perdendo mercado para o Brasil, que é o segundo maior produtor mundial de soja. Se só os transgênicos fossem disponibilizados para o mercado mundial, o mundo que teria que se render”, diz Marijane Lisboa. Os transgênicos têm impacto também na economia rural familiar. “A pequena propriedade rural é responsável pela produção de alimentos para o Terceiro Mundo”, diz Marijane Lisboa, acrescentando que “se esses produtores são alijados do mercado, a segurança alimentar fica cada vez mais ameaçada”. […] Fonte: correio cidadania Texto II Câmara aprova retirada de aviso de produtos transgênicos. A Câmara dos Deputados aprovou na terça-feira 28 o projeto que acaba com a exigência de afixar o símbolo de transgenia nos rótulos de produtos geneticamente modificados (OGM) destinados a consumo humano. O texto modifica a Lei 11.105/2005 que determinava a obrigação da informação em todos os produtos destinados a consumo humano que contenham ou sejam produzidos com OGM ou derivados, por exemplo, milho, soja, arroz, óleo de soja e fubá. De acordo com o projeto, o aviso aos consumidores somente será obrigatório nas embalagens dos alimentos que apresentarem presença de organismos transgênicos “superior a 1% de sua composição final, detectada em análise especifica” e deverá constar nos “rótulos dos alimentos embalados na ausência do consumidor, bem como nos recipientes de alimentos vendidos a granel ou in natura diretamente ao consumidor”. Nesses casos, deverá constar no rótulo as seguintes expressões: “(nome do produto) transgênico” ou “contém (nome do ingrediente) transgênico.” Assim como ocorreu com a aprovação do projeto de lei sobre a biodiversidade, o debate sobre o fim da exigência do rótulo colocou em oposição deputados da bancada ruralista e defensores do meio ambiente, que argumentaram que o projeto retira o direito do consumidor de saber o que está comprando. “O projeto é excelente, garantimos o direito do consumidor ser informado”, defendeu o deputado Domingos Sávio (PSDB-MG), membro da bancada ruralista. Segundo ele, 90% da soja e do milho comercializados no Brasil têm produtos transgênicos em sua composição. “Nós não podemos, nós mesmos, criar obstáculos para o consumo dos nossos produtos. O agronegócio é que alimenta o país”, reiterou o deputado Valdir Colatto (PMDB-SC), relator da matéria na Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio. “Eu queria alertar que esse projeto visa a diminuir o nível de informações que tem hoje. Ele não está acrescentando nada; ele está retirando

Já imaginou se umas questões do vestibular citar algo sobre o Estado Islâmico? Ou então se for tema de redação, o que você diria? Como vêm sendo um tema de atualidade, todos tem comentado, viemos explicar o porquê o Estado Islâmico é a organização terrorista mais poderosa do mundo. Origem A organização começou no Iraque e ficou conhecida como Al Qaeda no Iraque (AQI). O grupo agia contra as tropas dos EUA, que estavam presentes desde 2003 no território iraquiano, com o pretexto de combater o terrorismo, e os xiitas locais. Depois de dominar o território da Síria, em 2014 passou a ser chamado de Estado Islâmico (EI). O grupo hoje é liderado por Abu Bakr al-Baghdadi, o califa. O califado O califado é uma referência aos antigos impérios Islã surgidos após a morte do profeta Maomé. Como eles seguem rigidamente a lei islâmica – a sharia – são governados pelo califa, que são sucessores de Maomé genéticamente (como acreditam os xiitas) ou levantado pelo povo (como pregam os sunitas). O califa é a autoridade máxima, tanto política como religiosa. Iraque e Síria A base do EI encontra-se principalmente no norte da Síria e do Iraque. Mas o líderes não ficam por lá. O grupo dominou essas áreas por que não havia autoridade forte o suficiente que os detivessem. Quando os Estados Unidos se retirou do Iraque em dezembro de 2011, provocou um vácuo de segurança. O EUA estava com uma intervenção militar no país desde 2003. Recrutamento Como todo exército, eles também precisam de soldados dedicados. Apesar de serem um grupo radical que praticam o terrorismo, o EI não tem dificuldade de recrutar voluntários que lutem por sua causa. No Iraque, o EI recebeu membros do antigo Exército de Saddam Hussein, desfeito após a deposição do ditador, em 2003. O EI atrai voluntários de todas as partes do mundo, inclusive do Ocidente. Muçulmanos desiludidos com a segregação e a falta de oportunidades aceitam engrossar as fileiras do EI com a promessa de salvação. Utilizando tecnologias de comunicação que vão de vídeos no YouTube a revistas online, o grupo manipula o discurso religioso para incitar o ódio e atingir seus objetivos políticos. Fonte Guia do Estudante Não esqueça de sempre conferir o nosso blog para estar por dentro das atualidades que podem cair no Enem, vestibulares e concursos públicos! Além disso, treine depois a escrita e garanta que tenha dominado esse tema e a sua nota máxima!

Um dos grandes medos de muitos dos vestibulandos é o tema da redação. Muitos têm pavor de chegar no dia da prova e ver que o tema proposto é um que não sabe o que falar, ou muitas vezes, nem sabe sobre o que se trata. A pergunta que fica, então, é: como você pode se preparar para que isso não ocorra? Veja dicas sobre O tema! Lembre-se de que o ENEM e os principais vestibulares sempre darão sugestões de assuntos que estão em pauta na sociedade nos últimos meses. Por isso, é importante ficar muito atento a tudo que está ocorrendo no Brasil e no mundo. Assistir telejornais, ler muita coisa na internet e ficar muito bem informado são as melhores maneiras de estar preparado para qualquer tipo de tema. Praticar também é outro fator de suma importância! Pegue uma lista de temas, ou crie a sua própria lista com os tópicos que você nota que estão em alta e treine muito. Faça um texto para cada assunto que você acha que pode cair como tema de redação. O importante também é não se amedrontar, leia com bastante atenção as informações e instruções que o vestibular passa. Com calma, você vai relembrar tudo que leu e treinou e, provavelmente, terá como fazer uma redação com uma ótima argumentação. Não se esqueça, então: leia muito e se informe! Esses são as principais dicas que te farão perder o medo de qualquer tema. Não fique mais com medo do temido O tema! Venha estudar conosco!

Veja um tema para você treinar suas redações, que a equipe do Redação escolheu! As famílias brasileiras financiam a maior parte das despesas de saúde no país, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Do total gasto em 2007, cerca de 128 bilhões de reais (57,4%) vieram dos bolsos dos cidadãos, ante 93 bilhões de reais (41,6%) provenientes do setor público. Venha ver sobre Tema de redações: Sistemas de saúde. O problema é que tanto o serviço público quanto o privado desafiam a saúde e o fôlego dos brasileiros. O maior estorvo, é claro, está no atendimento oferecido pelo governo. De acordo com levantamento realizado junto a secretarias de saúde de sete capitais (São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Brasília, Fortaleza, Belo Horizonte e Curitiba), ao menos 171.600 pessoas estão na fila para fazer uma cirurgia eletiva – procedimento agendado, que não possui característica de urgência. A demora para a realização de um procedimento ortopédico, por exemplo, pode levar até cinco anos. A qualidade do serviço também é influenciada pela insatisfação dos médicos que trabalham para o Sistema Único de Saúde (SUS). De acordo com o Instituto Brasileiro para Estudo e Desenvolvimento do Setor de Saúde, em média, a remuneração dos profissionais da área pública é metade da paga pela privada. Em alguns casos, a diferença é exorbitante: uma equipe de seis profissionais recebe 940 reais do SUS por cirurgia, enquanto receberia até 13.500 reais dos planos de saúde. Frente a esse quadro, cresce ainda mais a importância da discussão acerca do sistema público de saúde – alimentado com o dinheiro que sai do bolso do contribuinte. Mas que, em geral, não trata bem esse cidadão. Com base no texto motivador acima, escreva uma redação sobre o Tema de redações: Sistemas de saúde.

Veja um tema para você treinar suas redações, que a equipe do Redação escolheu! Texto 1: O Programa Mais Médicos faz parte de um amplo pacto de melhoria do atendimento aos usuários do Sistema Único de Saúde, que prevê mais investimentos em infraestrutura dos hospitais e unidades de saúde, além de levar mais médicos para regiões onde há escassez e ausência de profissionais. Com a convocação de médicos para atuar na atenção básica de municípios com maior vulnerabilidade social e Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEI), o Governo Federal garantirá mais médicos para o Brasil e mais saúde para você. A iniciativa prevê também a expansão do número de vagas de medicina e de residência médica, além do aprimoramento da formação médica no Brasil. Fonte: Ministério da Saúde Texto 2 Programa Mais Médicos não passa de maquiagem no SUS A saúde representa um dos maiores índices de reprovação governo da presidente Dilma Rousseff. Praticamente três em cada quatro brasileiros (74%) desaprovam as medidas de atendimento na rede pública de saúde, segundo pesquisa CNI/Ibope divulgada em março deste ano. Na tentativa de reverter esse índice, o governo federal lançou o programa Mais Médicos com o objetivo de ampliar o número de profissionais brasileiros e estrangeiros atuantes na rede pública de saúde em cidades do interior e nas periferias dos grandes centros. “Esse plano, totalmente inconsistente, não passa de uma maquiagem do sistema”, afirma o oftalmologista Hilton Medeiros. Segundo ele, os médicos não vão para o interior por total falta de estrutura para trabalhar. “De que adianta instalar um profissional num puxadinho de madeira improvisado às margens do Rio Amazonas sem água potável, sem fio para sutura, sem seringa, sem maca? Hoje, infelizmente, os profissionais que trabalham com atenção básica no Brasil fazem isso por vocação, não por reconhecimento”, completa. Alegar que não há médicos o suficiente no país é uma falácia. O estudo “Demografia Médica no Brasil”, divulgado no final de 2011, mostra que, em termos absolutos, o Brasil é o quinto país do mundo com o maior número de médicos. São ao todo 371.788 profissionais, 4,05% da população médica mundial e 19,2% dos médicos das Américas. Está atrás apenas da China (1.905.436), Estados Unidos (793.648), Índia (640.801) e Rússia (614.183). Fonte: Blog do Callado Texto 3: Os médicos estrangeiros que participam do Programa Mais Médicos, do governo federal, mostraram mais interesse de trabalhar em regiões brasileiras menos necessitadas do País e deixaram em últimos lugares justamente as áreas mais carentes. Levantamento divulgado hoje pelo Ministério da Saúde aponta que, dos 715 profissionais que quiseram participar dessa empreitada que tem a marca pessoal da própria presidente Dilma Rousseff, 204 foram selecionados para a Região Sul do País, depois de um cruzamento de dados de regiões de interesse apontadas pelos candidatos. A assessoria do Ministério explicou que a maior parte das cidades apontadas está localizada em áreas de fronteira e atribuiu o maior interesse pela região ao fato de muitos dos interessados serem argentinos. O maior número de concorrentes é de espanhóis, seguidos por portugueses e, depois, por médicos do país vizinho. A Região Sudeste foi a segunda que teve mais municípios selecionados pelos interessados, um total de 162. No Nordeste, 153 médicos receberam o aval da Saúde. Já as Regiões Norte (137) e Centro-oeste (59) foram as que despertaram menor interesse dos profissionais. Juntas (196), elas tiveram menos citações do que o Sul. O Ministério informou que o Mais Médicos registrou adesão de 3.511 municípios e que a seleção de profissionais começou com candidatos brasileiros, um total de 938. Agora, o governo completa a lista com os 715 estrangeiros, que foram divididos em dois grupos. O primeiro, formado por 521 clínicos, é o de “estrangeiros de fato”. O segundo, que conta com 194 pessoas, foi criado com brasileiros que se formaram no exterior e que recebem esse tratamento diferenciado porque não têm diploma validado no Brasil. No ato da inscrição ao programa, os interessados deviam, além de entregar a documentação, escolher seis cidades de interesse entre as que aderiram ao programa. Cada uma das cidades tinha de apresentar um perfil, como ser de grande ou pequeno porte ou estar numa região metropolitana, por exemplo. O Ministério, em seguida, realizou um cruzamento de dados com os municípios de interesse e a necessidade de médicos com o objetivo de preencher o maior número de vagas possível. A lista divulgada pelo governo hoje, portanto, continha o nome do médico e o lugar para onde ele foi selecionado entre os municípios pré-indicados por ele mesmo. Os profissionais terão até segunda-feira para confirmar o interesse na vaga. Fonte: Municípios Baianos Com base nos textos motivadores acima, escreva uma dissertação sobre o tema: A relevância do programa Mais Médicos para a saúde brasileira

Veja um tema para você treinar suas redações, que a equipe do Redação escolheu! INSTRUÇÃO: Leia atentamente os textos seguintes e faça uma redação sobre Tema de redações: Humanos e animais. Dose pra cachorro Remédios de gente agora também são usados para melhorar a qualidade de vida dos animais Duda Teixeira Os animais de estimação costumam ficar parecidos com seus donos — e a semelhança não se limita a trejeitos e hábitos. Muitos cães, que passam o dia confinados em apartamento, empanturrando-se de comida, tornam-se obesos e sofrem de depressão. Natural, então, que compartilhem os remédios criados para os seres humanos. No início deste ano, a Food and Drug Administration (FDA), agência que controla a venda de alimentos e de remédios nos Estados Unidos, deu aval a dois novos medicamentos para cães. O primeiro deles, que começará a ser vendido pela Pfizer neste mês, pretende combater a obesidade canina. Atua de maneira análoga à de alguns inibidores de apetite vendidos em farmácias, que limitam a absorção de gordura no intestino. O outro medicamento é uma goma de mascar com irresistível (para os cães) sabor de bife, que traz na composição a fluoxetina, a mesma substância do antidepressivo Prozac. A Eli Lilly, fabricante do produto, estuda outros seis remédios baseados, em parte, em moléculas utilizadas em medicamentos para humanos. Todos são esperados para os próximos quatro anos. O interesse dos grandes laboratórios farmacêuticos nos animais de estimação explica-se pelo potencial de consumo. Nos Estados Unidos, existem quase 163 milhões de cães e gatos, cujos donos gastam 5 bilhões de dólares anualmente com seus companheiros. Nos últimos cinco anos, a FDA aprovou mais de duas dúzias de remédios para esses animais, muitos deles bem parecidos com similares criados para uso humano. Na verdade, o homem e o cão compartilham a mesma fisiologia básica. “Em geral, os medicamentos liberados para uso humano foram testados antes em animais”, diz o zootecnista Alexandre Rossi, de São Paulo. A diferença desses novos remédios em relação à farmacologia veterinária tradicional está no fato de que não pretendem simplesmente curar doenças. Seu objetivo é melhorar a qualidade de vida dos bichos, atacando alguns problemas crônicos, como ansiedade, excesso de peso, má digestão ou tosse. (Veja, 09.05.2007.) Arrastão tira cachorros de praias do litoral norte As Sociedades de Bairros de São Sebastião querem conscientizar donos sobre perigos causados por animais. Lei proíbe a presença de bichos nas areias, mas proprietários nem ligam. As 16 sociedades de bairro das praias de São Sebastião, litoral norte, fazem hoje um arrastão advertindo sobre o perigo representado pelos cães na areia. Uma lei municipal proíbe a entrada de animais na praia, mas poucas pessoas respeitam a regra. É o caso da decoradora Mey Freitas, que não abre mão de levar seu cão de estimação à praia de Boiçucanga. “Todo mundo adora o ‘Caco Antibes’.” Segundo ela, o maior problema é com os cães vira-latas. “Meu cachorro não faz xixi nem cocô na areia.” Ela admite que prefere pagar multa a deixar o cachorro em casa. Para a Sociedade Amigos da Praia de Maresias (Somar), a falta de fiscalização e punição contra este tipo de atitude é o maior inimigo de seus projetos. “Mas hoje vamos alertar a população”, diz o presidente da Somar, José Roberto Praça de Menezes. Castração de animais — “Além de causar doenças e morder os banhistas, os animais rasgam os sacos de lixo espalhando sujeira pela praia toda”, alerta a secretária da sociedade, Ana Maria de Oliveira. “Além de passeatas, nós também fazemos uma campanha de castração de animais. Quem leva o bicho ao posto veterinário ganha uma camiseta.” (O Estado de S.Paulo, 27.01.2001.) Rock da cachorra Eduardo Dussek — Leo Jaime Uauuu, uauuu, uauuu… Ahhh… Uauuu, uauuu, uauuu… Ahhh… Baptuba, uap baptuba Baptuba, uap baptuba Baptuba, uau uau uau uau uau Troque seu cachorro por uma criança pobre (Baptuba, uap baptuba) Sem parente, sem carinho, sem ramo, sem cobre (Baptuba, uap baptuba) Deixe na história de sua vida uma notícia nobre Troque seu cachorro (uauuu) Troque seu cachorro (uauuu) Troque seu cachorro (uauuu) Troque seu cachorro (uauuu) Troque seu cachorro por uma criança pobre Tem muita gente por aí que está querendo levar uma vida de cão Eu conheço um garotinho que queria ter nascido pastor-alemão Esse é o rock de despedida pra minha cachorrinha chamada “Sua-mãe” É pra Sua-mãe (é pra Sua-mãe) É pra Sua-mãe (é pra Sua-mãe) É pra Sua-mãe (é pra Sua-mãe) É pra Sua-mãe Esse é o rock de despedida pra cachorra “Sua-mãe” Seja mais humano, seja menos canino Dê guarita pro cachorro, mas também dê pro menino Se não um dia desses você vai amanhecer latindo Uau, uau, uau Proposta de Redação Baseando-se em sua experiência e nos textos apresentados nesta prova, escreva uma redação, no gênero dissertativo, sobre o seguinte tema: HÁ EXAGERO NA RELAÇÃO ENTRE HUMANOS E ANIMAIS DE ESTIMAÇÃO? Faça uma redação com o Tema de redações: Humanos e animais e nos envie!

Com base nos exemplos de edições anteriores, preparamos uma lista dos assuntos que podem ser abordados na prova de redação da Fuvest 2016. São onze destaques do Brasil e do mundo que mais chamaram a atenção da opinião pública e que rendem boas argumentações. Venha ver sobre nossas apostas de Possíveis temas da redação da Fuvest 2016! Crise na política nacional O ano foi marcado por uma das piores crises políticas da história do País. A população se manifestou nas ruas com os “panelaços” e as marchas anticorrupção. Diferentes categorias profissionais entraram em greves prolongadas e houve até pedidos formais de impeachment da presidente Dilma Rousseff. PEC da Maioridade Penal Um dos temas mais importantes debatidos na Câmara dos Deputados foi a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos em casos de crimes hediondos. PEC das Domésticas Foi sancionada a lei que amplia os direitos dos empregados domésticos com itens como seguro-desemprego, salário-família, auxílio-creche e seguro contra acidentes de trabalho. Fanatismo religioso Os atentados promovidos por radicais islâmicos ao longo do ano, sobretudo em Paris, provocaram enorme tensão mundial. Destaque para os ataques à sede da revista Charlie Hebdo e para a série de atentados em novembro, que deixaram dezenas de mortos. Surto migratório O terrorismo provocado pelo Estado Islâmico e as instabilidades políticas causadas pelas guerras civis, especialmente na Síria, resultaram num surto migratório de muçulmanos para países da Europa. Retomada das relações entre EUA e Cuba A reaproximação entre Estados Unidos e Cuba foi assunto de destaque na política internacional. Os países anunciaram a retomada das relações diplomáticas depois de mais de cinco décadas de rompimento. Crise hídrica A região metropolitana de São Paulo vive sua maior crise hídrica desde 1930. A situação continua crítica no sistema Cantareira, cujo nível bateu sucessivos recordes negativos, exigindo a utilização inédita da reserva técnica (o volume morto). Mobilidade urbana O excesso de carros nas grandes cidades é uma questão que vem se agravando nas últimas décadas. Entre as principais causas, está a falta de planejamento urbano. No Brasil, entre junho e julho de 2015, foram contabilizados mais de 163 mil novos carros nas ruas, segundo o Denatran. É o equivalente a 5.441 novos veículos por dia no País. Os 70 anos do ataque nuclear no Japão Muitas regiões do mundo lembraram em agosto os 70 anos do ataque nuclear lançado sobre as cidades japonesas de Hiroshima e Nagasaki, matando mais de 200 mil pessoas. O uso das bombas atômicas no fim da Segunda Guerra Mundial é considerado a maior catástrofe causada pelo homem na história da humanidade. O poder da viralização O fenômeno “efeito viral” nas redes sociais ganhou espaço em 2015. Ele é atribuído a conteúdos que acabam ganhando grande repercussão na internet, muitas vezes, inesperada. As mídias sociais e seu poder de viralização são a nova aposta do marketing digital. Racismo no Brasil A discriminação e o racismo em relação aos negros voltaram a estampar as manchetes dos jornais em 2015. Autores de comentários ofensivos na internet foram condenados por crime de injúria racial. Além disso, recentemente ocorreram atentados em Paris, na França; outra dica é estudar para entender o que motivou tais atentados, pois isso também pode cair na prova. Fonte: Mundo Vestibular O que achou de nossas apostas Possíveis temas da redação da Fuvest 2016?
Leia os textos abaixo e faça uma redação com a Proposta de redação: reféns do tempo. Texto 1 A sensação dos dias de poucas horas O ano passou rápido? Não dá para cumprir todas as obrigações dentro dos prazos? O dia parece cada vez mais curto? Por que não se tem mais tempo para nada? O estilo de vida atarefada e a dificuldade de conciliar compromissos profissionais com relações sociais dão uma nítida impressão de que o tempo voa. Dentre os principais motivos para que isso aconteça está o aumento de tarefas e obrigações que as pessoas se envolvem nos dias de hoje. Cria-se, assim, uma sensação pessoal de que há cada vez menos tempo para si. Florival Scheroki, doutor em Psicologia Experimental pela Universidade de São Paulo e psicólogo clínico, explica: “Há realmente essa impressão de que o tempo se acelerou. Na realidade, é uma percepção que as pessoas têm que não cabe, no tempo disponível, tudo aquilo que elas têm que fazer”. Maria Helena Oliva Augusto, professora do Departamento de Filosofia e Ciências Sociais da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, concorda: “É como se o ritmo do tempo se acelerasse. Na verdade, a percepção temporal muda por conta dos inúmeros compromissos que estão presentes no cotidiano, que fazem não se dar conta de perceber o tempo de maneira mais tranquila”. A sensação dos dias de poucas horas – Revista Espaço Aberto, Janeiro/Fevereiro de 2012. Extraído e adaptado de https://www.ip.usp.br/portal/index.php?option=com_content&view=article&id=3330%3Aasensacao-dos-dias-de-poucas-horas&catid=46%3Ana-midia&Itemid=97&lang=pt Texto 2 […] Então começa mais um dia, sempre a mesma correria Em algum momento parecia aquele Show de Truman Sempre as mesmas notícias, traficantes e polícias Terroristas, extremistas, bombas do Talibã E todo mundo atrás do troco, mal se vê, se falam pouco Cada um com um fone louco, vendo Face ou Instagram No ritmo acelerado com a sensação de sugado E aquilo que tem sonhado cê deixou pra amanhã, não […] Rael. Hoje é dia de ver Trecho extraído de: https://www.vagalume.com.br/rael/hoje-e-dia-dever.html#ixzz3rD8tiwe5 Texto 3 Texto 4 Todos os dias quando acordo Não tenho mais o tempo que passou Mas tenho muito tempo Temos todo o tempo do mundo Todos os dias antes de dormir Lembro e esqueço como foi o dia Sempre em frente Não temos tempo a perder […] Legião Urbana. Tempo perdido. Trecho extraído de: https://www.vagalume.com.br/legiao-urbana/tempoperdido.html#ixzz3rDB4MlIW Com base nos textos apresentados acima, produza uma dissertação sobre o tema: SOMOS REFÉNS DO TEMPO. Faça uma redação e nos envie para correção com o Redação Online!
Venha ver sobre Proposta de redação: Variação e preconceito linguístico! Texto 01 A variação linguística é um fenômeno que acontece com a língua e pode ser compreendida por intermédio das variações históricas e regionais. Em um mesmo país, com um único idioma oficial, a língua pode sofrer diversas alterações feitas por seus falantes. Como não é um sistema fechado e imutável, a Língua Portuguesa ganha diferentes nuances. O português que é falado no Nordeste do Brasil pode ser diferente do português falado no Sul do país. Claro que um idioma nos une, mas as variações podem ser consideráveis e justificadas de acordo com a comunidade na qual se manifesta. As variações acontecem porque o princípio fundamental da língua é a comunicação, então é compreensível que seus falantes façam rearranjos de acordo com suas necessidades comunicativas. Os diferentes falares devem ser considerados como variações, e não como erros. As variações linguísticas acontecem porque vivemos em uma sociedade complexa, na qual estão inseridos diferentes grupos sociais. Alguns desses grupos tiveram acesso à educação formal, enquanto outros não tiveram muito contato com a norma culta da língua. Podemos observar também que a língua varia de acordo com suas situações de uso, pois um mesmo grupo social pode se comunicar de maneira diferente, de acordo com a necessidade de adequação linguística. Prova disso é que você não vai se comportar em uma entrevista de emprego da mesma maneira com a qual você conversa com seus amigos em uma situação informal, não é mesmo? Apesar de algumas variações linguísticas não apresentarem o mesmo prestígio social no Brasil, não devemos fazer da língua um mecanismo de segregação cultural, corroborando com a ideia da teoria do preconceito linguístico, ao julgarmos determinada manifestação linguística superior a outra, sobretudo superior às manifestações linguísticas de classes sociais ou regiões menos favorecidas. (A variação linguística – A língua em movimento. Extraído e adaptado de https://www.portugues.com.br/redacao/variacao-linguistica-lingua-movimento.html). Texto 02 Não existe homem sem língua. Mesmo as pessoas com deficiências diversas adotam um sistema de comunicação. Quem é surdo, por exemplo, usa a linguagem de sinais. Sendo assim, não existe razão para que tenhamos preconceito com relação a qualquer variedade linguística diferente da nossa. Preconceito linguístico é o julgamento depreciativo, desrespeitoso, jocoso e, consequentemente, humilhante da fala do outro ou da própria fala. O problema maior é que as variedades mais sujeitas a esse tipo de preconceito são, normalmente, as com características associadas a grupos de menos prestígio na escala social ou a comunidades da área rural ou do interior. Historicamente, isso ocorre pelo sentimento e pelo comportamento de superioridade dos grupos vistos como mais privilegiados, econômica e socialmente. O preconceito linguístico – o mais sutil de todos eles – atinge um dos mais nobres legados do homem, que é o domínio de uma língua. Exercer isso é retirar o direito de fala de milhares de pessoas que se exprimem em formas sem prestígio social. Não quero dizer com isso que não temos o direito de gostar mais, ou menos, do falar de uma região ou de outra, do falar de um grupo social ou de outro. O que afirmo e até enfatizo é que ninguém tem o direito de humilhar o outro pela forma de falar. Ninguém tem o direito de exercer assédio linguístico. Ninguém tem o direito de causar constrangimento ao seu semelhante pela forma de falar. (O preconceito linguístico deveria ser crime. Extraído e adaptado de https://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/0,,EMI110515-17774,00-O+PRECONCEITO+LINGUISTICO+DEVERIA+SER+CRIME.html) Texto 03 Escreva uma redação sobre Proposta de redação: Variação e preconceito linguístico e nos envie para correção!
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