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O ano foi marcado por uma das piores crises políticas da história do País. A população se manifestou nas ruas com os “panelaços” e as marchas anticorrupção. Diferentes categorias profissionais entraram em greves prolongadas e houve até pedidos formais de impeachment da presidente Dilma Rousseff.
Um dos temas mais importantes debatidos na Câmara dos Deputados foi a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos em casos de crimes hediondos.
Foi sancionada a lei que amplia os direitos dos empregados domésticos com itens como seguro-desemprego, salário-família, auxílio-creche e seguro contra acidentes de trabalho.
Os atentados promovidos por radicais islâmicos ao longo do ano, sobretudo em Paris, provocaram enorme tensão mundial. Destaque para os ataques à sede da revista Charlie Hebdo e para a série de atentados em novembro, que deixaram dezenas de mortos.
O terrorismo provocado pelo Estado Islâmico e as instabilidades políticas causadas pelas guerras civis, especialmente na Síria, resultaram num surto migratório de muçulmanos para países da Europa.
A reaproximação entre Estados Unidos e Cuba foi assunto de destaque na política internacional. Os países anunciaram a retomada das relações diplomáticas depois de mais de cinco décadas de rompimento.
A região metropolitana de São Paulo vive sua maior crise hídrica desde 1930. A situação continua crítica no sistema Cantareira, cujo nível bateu sucessivos recordes negativos, exigindo a utilização inédita da reserva técnica (o volume morto).
O excesso de carros nas grandes cidades é uma questão que vem se agravando nas últimas décadas. Entre as principais causas, está a falta de planejamento urbano. No Brasil, entre junho e julho de 2015, foram contabilizados mais de 163 mil novos carros nas ruas, segundo o Denatran. É o equivalente a 5.441 novos veículos por dia no País.
Muitas regiões do mundo lembraram em agosto os 70 anos do ataque nuclear lançado sobre as cidades japonesas de Hiroshima e Nagasaki, matando mais de 200 mil pessoas. O uso das bombas atômicas no fim da Segunda Guerra Mundial é considerado a maior catástrofe causada pelo homem na história da humanidade.
O fenômeno “efeito viral” nas redes sociais ganhou espaço em 2015. Ele é atribuído a conteúdos que acabam ganhando grande repercussão na internet, muitas vezes, inesperada. As mídias sociais e seu poder de viralização são a nova aposta do marketing digital.
A discriminação e o racismo em relação aos negros voltaram a estampar as manchetes dos jornais em 2015. Autores de comentários ofensivos na internet foram condenados por crime de injúria racial.
Além disso, recentemente ocorreram atentados em Paris, na França; outra dica é estudar para entender o que motivou tais atentados, pois isso também pode cair na prova.

Fonte: Mundo Vestibular
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A primeira etapa do Seriado UFMG 2025–2027 marcou oficialmente a estreia de um novo modelo de seleção da Universidade Federal de Minas Gerais e, mais do que isso, revelou com clareza o perfil de estudante que a instituição pretende formar e selecionar ao longo dos próximos anos. A prova combinou questões objetivas tradicionais, alinhadas à Base Nacional Comum Curricular (BNCC), com uma questão discursiva de caráter reflexivo e argumentativo, que exigiu domínio da escrita, leitura crítica e capacidade de articulação de ideias. Esse equilíbrio entre objetividade e argumentação mostra que o seriado não avalia apenas conteúdo, mas também maturidade intelectual desde a 1ª série do Ensino Médio. Neste post, você confere uma análise completa da 1ª fase do Seriado UFMG, com foco na questão discursiva, nos textos motivadores, nos critérios de correção, na estrutura da prova objetiva e no que tudo isso indica para quem seguirá no processo até 2027. Como foi estruturada a prova da 1ª fase do Seriado UFMG? A prova foi composta por 45 questões objetivas, distribuídas entre as quatro áreas do conhecimento previstas na BNCC, e 1 questão discursiva, totalizando 49 pontos na etapa. Embora a parte objetiva represente a maior parcela da nota, a discursiva exerce papel estratégico, pois avalia competências que não aparecem nas alternativas de múltipla escolha, como argumentação, clareza textual e posicionamento crítico. Esse modelo reforça uma tendência já observada em grandes vestibulares: não basta acertar conteúdo, é preciso saber pensar e escrever sobre ele. Como foi a questão discursiva da 1ª fase do Seriado UFMG? A questão discursiva teve como tema “a importância das línguas para a humanidade” e solicitou a produção de um artigo de opinião, com mínimo de 12 e máximo de 15 linhas, a ser publicado em um jornal de grande circulação. Desde o comando, a banca deixou claro que o candidato deveria: A discursiva valeu 4 pontos, o que pode parecer pouco à primeira vista, mas, na prática, funciona como um forte critério de desempate, especialmente entre candidatos com desempenho semelhante na prova objetiva. Quais textos motivadores embasaram a discursiva? A coletânea apresentou quatro textos, que dialogavam de forma complementar: Essa diversidade textual exigiu do candidato leitura atenta, interpretação crítica e habilidade de diálogo entre linguagens verbais e não verbais, algo que se aproxima muito do que é cobrado em vestibulares como ENEM, UNICAMP e FUVEST. O que a banca avaliou na questão discursiva? A correção da discursiva seguiu critérios objetivos e bem definidos no edital. Foram considerados: Além disso, a banca analisou: A resposta deveria ser manuscrita, com caneta azul ou preta transparente, o que reforça a necessidade de treino também no formato físico da prova. Como foi a prova objetiva da 1ª fase da UFMG? De modo geral, a prova objetiva manteve semelhanças com vestibulares mais tradicionais. As questões apresentaram enunciados diretos, especialmente em Matemática e Ciências da Natureza, com cobrança de conteúdos clássicos, como: Esse formato indica que o seriado não abandona o conteúdo, mas o complementa com avaliação de competências mais complexas na parte discursiva. Linguagens e Ciências Humanas: onde a prova mais exigiu interpretação Em Linguagens e Ciências Humanas, a prova apresentou maior diversidade textual e exigência interpretativa. Obras e referências culturais apareceram tanto nos enunciados quanto nas alternativas, como: Já nas línguas estrangeiras, os temas abordaram questões contemporâneas, como guerra, meio ambiente, esporte, bullying e vacinação, exigindo leitura contextualizada e atenção ao sentido global dos textos. A interdisciplinaridade apareceu de forma efetiva? Apesar de a UFMG anunciar a interdisciplinaridade como eixo central do Seriado, nesta primeira etapa ela apareceu de forma mais concentrada na questão discursiva e em alguns itens de Linguagens. Ainda assim, o modelo aponta para uma tendência clara: a universidade valoriza a capacidade de conectar saberes, e isso tende a se intensificar nas próximas fases. O que essa prova revela sobre o perfil de aluno que a UFMG busca? A 1ª fase do Seriado UFMG deixa evidente que a universidade procura estudantes que sejam: Não se trata apenas de acertar respostas, mas de construir pensamento. Como se preparar para as próximas fases do Seriado UFMG? Diante desse cenário, a preparação precisa ser estratégica e contínua. É fundamental: 👉 Na Redação Online, você encontra: ✔ correções em até 24h ✔ treino para todos os gêneros discursivos ✔ Clube do Livro integrado à escrita✔ preparação para ENEM, vestibulares e concursos