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    Otavio Pinheiro
    4 min

    Tema de redação: O desperdício de alimentos no Brasil

    TEXTO 1 Fonte: www.institutoakatu.com.br/ Acesso em 05/12/2019 TEXTO 2 A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) estuda a criação de uma rede em torno da cadeia produtiva de alimentos no Brasil para conter o desperdício. O país é considerado um dos dez que mais desperdiçam comida em todo o mundo, com cerca de 30% da produção praticamente jogados fora na fase pós-colheita. O objetivo da FAO na América Latina e Caribe é montar uma rede de entidades com organizações não governamentais (ONGs), universidades e institutos de pesquisa com o propósito de reduzir a perda na produção e na pós-colheita dos alimentos. Ao governo, caberia providenciar a melhoria de fatores como infraestrutura para transporte dos alimentos, como existe nos Estados Unidos. “O que se tem que fazer no Brasil é uma rede de formadores que possa, junto com o governo, empresas privadas e ONGs, trabalhar nisso tudo”, afirmou o engenheiro agrônomo da Embrapa Indústria de Alimentos, Murilo Freire. O governo brasileiro entraria com a legislação, com infraestrutura e armazenamento adequados, explicou Freire. Integrante do Comitê de Especialistas em Redução de Perdas e Desperdícios para a América Latina e Caribe da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), o pesquisador disse que o problema ocorre em toda a cadeia produtiva, que tem deficiência de infraestrutura e manuseio, plantio errado, doenças e enfrenta problemas referentes à embalagem, ao transporte e ao armazenamento. Segundo Freire, os produtos são desperdiçados porque ou estão fora do prazo de validade ou não foram consumidos por serem identificados como malformados ou fora do padrão estabelecido pela legislação do Ministério da Agricultura. A meta do comitê é montar uma rede na região para diminuir as perdas na produção desses alimentos. “O desperdício ocorre quando o alimento produzido é jogado fora, ou seja, ele não chega a quem necessita”, disse Freire. Um exemplo disso, segundo o engenheiro, é o caso dos frutos feios, que não são padronizados nem têm um apelo de venda comercial elevado, mas têm as proteínas, vitaminas e sais minerais de um produto normal. “Esse é o desperdício. São alimentos produzidos, mas não usados”. Fonte: www.institutoakatu.com.br/ Acesso em 05/12/2019 TEXTO 3 Todos os anos, cerca de 1,3 bilhão de toneladas de alimentos são desperdiçadas ou perdidas em todo o mundo. Ou seja, cerca de um terço de tudo que produzimos acaba na lata do lixo. No Brasil, só os supermercados perderam em faturamento R$ 7,11 bilhões em alimentos descartados em 2016, de acordo com a Abras (Associação Brasileira de Supermercados). Estima-se, no entanto, que em toda cadeia produtiva (campo, indústria, varejo e o consumidor) este valor seja ainda maior. Anualmente, o país descarta cerca de 41 mil toneladas de alimentos, o que o coloca entre os 10 principais países que mais desperdiçam comida, de acordo com Viviane Romeiro, coordenadora de Mudanças Climáticas do World Resources Institute (WRI) Brasil à Agência Brasil em 2016. Entre os produtos, frutas, hortaliças, raízes e tubérculos são os mais descartados: quase metade do que é colhido é jogado fora, segundo dados da FAO (Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação). Entre cereais, o desperdício é de 30%. Entre os pescados, carne de gado e produtos lácteos, o descarte chega a ser de 20%. Após a leitura dos textos motivadores somada aos seus conhecimentos a respeito do assunto, redija uma dissertação argumentativa com no máximo 30 linhas na modalidade da linguagem padrão da Língua Portuguesa sobre o tema: O desperdício de alimentos no Brasil. Leia também: Tema de Redação: Desastres ambientais Tema de Redação: Saneamento básico no Brasil Tema de Redação: Meios para o controle do lixo gerado no Brasil Tema de Redação: A Reciclagem de Lixo no Brasil Tema de Redação: Lixo eletrônico e impactos socioambientais

    Para vestibulandosbanco de temas de redaçãoTopo de funil
    17 de dez. de 2019
    Como funciona a redação do vestibular UNIFESP?
    Otavio Pinheiro
    6 min

    Como funciona a redação do vestibular UNIFESP?

    Se a sua intenção é concorrer a uma das vagas disponíveis na Universidade Federal de São Paulo (conhecida pela sigla UNIFESP), então esse texto é especial para você. Hoje vamos conhecer mais especificamente como funciona o teste de redação dessa universidade. Além da forma de ingresso tradicional pelo ENEM, a UNIFESP mantém também a parte avaliativa na modalidade mista composta por uma redação e algumas questões para os cursos de ciências biológicas na modalidade médica, medicina, engenharia química e fonoaudiologia. As provas são realizadas pela VUNESP. Uma das principais características das provas de redação elaboradas pela VUNESP é a valorização do aspecto estrutural. Isso significa que a atenção aos elementos fundamentais que compõem a dissertação argumentativa e aos recursos expressivos (pontuação, ortografia, gramática, coerência e coesão) é o básico do básico na hora de construir seu texto. A conexão entre as ideias dentro do parágrafo e a ligação entre os parágrafos é algo de extrema importância, pois essas conexões estabelecem o que se chama de progressão textual, componente avaliativo de grande peso no momento da formação da nota final. Por conta do peso avaliativo da progressão textual, a linguagem empregada na redação acaba se tornando uma estratégia de ouro para os candidatos, uma vez que é ela que vai te fornecer os conectivos adequados para que você consiga criar ligação entre as partes, por isso, foco no estudo dos elementos conectivos de coesão. A linguagem exigida pela banca corretora é a linguagem padrão (ou norma padrão). Dessa forma, conseguimos concluir que gírias e expressões populares não são aceitas, podendo até mesmo levar ao desconto de conceitos. A presença de um termo que se desvie da norma padrão só será aceita caso o tema permita a inclusão. Frequentemente, após os textos motivadores, a UNIFESP lança seu tema em forma de questão e o autor da redação deverá necessariamente responder a essa questão ao longo da produção. É interessante observar que as questões trazem sempre um caráter polêmico, sem posição óbvia, o que exige do candidato uma argumentação com maior sustentação e clareza. Como não há resposta evidente, a questão permite que ambas as alternativas de resposta sejam relevantes e plausíveis, sendo assim, assumir uma postura extremamente radical é um risco. Tente sempre praticar a empatia (colocar-se no lugar do outro) durante a escritura de sua redação para procurar compreender porque uma saída diferente da sua também tem sentido. Com certeza, isso te auxiliará na defesa de seu ponto de vista. Exercite a habilidade de contra-argumentar. Para a redação da UNIFESP, defender o seu ponto de vista é essencial, mas mostrar as falhas ou fraquezas da outra forma de pensar é um recurso que deve estar presente no seu texto. Basicamente, o caminho a se percorrer durante a produção textual é: apresentação do seu ponto de vista- defesa do ponto de vista- apresentação do ponto de vista contrário- enfraquecimento do ponto de vista contrário- retomada do seu ponto de vista. A leitura será sua grande aliada durante o período de preparo para essa avaliação. Você perceberá por meio dos últimos temas selecionados pela organizadora que estar por dentro das atualidades daquilo que acontece socialmente em vários segmentos (saúde, política, educação, liberdade de expressão etc.) é indispensável para a construção de um bom texto. Como já é de se imaginar a partir das características que vimos nos parágrafos acima, os critérios de avaliação e correção da UNIFESP (que segue, portanto, o padrão da VUNESP) são tema, estrutura e expressão. Para o tema, devemos pensar: realmente falamos sobre o assunto proposto? Houve desvio da temática em alguma linha ou parágrafo? A temática foi desenvolvida com a profundidade necessária? Já para a estrutura, precisamos considerar as clássicas partes do texto dissertativo-argumentativo: meu texto tem todas as características do gênero? As partes estão na ordem correta? Minha introdução contém o assunto e meu ponto de vista sobre o assunto? O desenvolvimento traz argumentos que verdadeiramente sustentam meu ponto de vista e enfraquecem o ponto de vista contrário? Minha conclusão apresenta uma proposta de solução viável, contendo os agentes necessários? Para te ajudar a ter um panorama melhor sobre a redação da UNIFESP, reunimos os cinco últimos temas da avaliação (considere que a prova é aplicada no final do ano ant威而鋼erior, sendo assim, o tema de 2015 compôs a prova do final do ano de 2014, e assim sucessivamente). Perceba como todos eles admitem a adoção de mais de um ponto de vista. 2015- Tema: O financiamento de campanhas eleitorais por empresas deve ser proibido? 2016- Tema: A adoção da pena de morte pode contribuir para a redução do número de crimes hediondos no Brasil? 2017- Tema: O voto nulo é um ato político eficaz? 2018- Tema: As redes sociais estreitam os laços entre as pessoas ou as tornam egoístas? 2019- Tema: Eutanásia: entre a liberdade de escolha e a preservação da vida. Sem exceção, todos os temas permitem que o candidato adote uma posição positiva ou negativa sobre o assunto e, na verdade, o que importa não é a visão a favor ou contra o assunto em questão, mas sim quanto o autor do texto deixa sua perspectiva clara e quão qualitativos são seus argumentos. A banca corretora não está em nenhum momento preocupada com que você “acerte” o que eles pensam sobre o tema, mas sim com que você seja capaz de desenvolver uma ideia clara, razoável, pertinente e coerente. Também conseguimos notar que os assuntos selecionados pela VUNESP para a redação da UNIFESP são atuais (de acordo com o ano em que foram cobrados) e extremamente relevantes para a sociedade. Pensar em como essas temáticas impactam a vida real dos cidadãos é um bom ponto de partida para a construção do seu texto. Considere, por fim, que não há a opção do candidato “ficar em cima do muro”. Para que a produção textual seja desenvolvida, obrigatoriamente o autor deverá formar um ponto de vista. É impossível ser imparcial com temas assim, mas sua parcialidade deve ser seguida de razoabilidade, a fim de que,

    Para vestibulandoscorreção de redaçãoMeio de funil
    17 de dez. de 2019
    Análise do tema da redação do ENEM 2019
    Otavio Pinheiro
    6 min

    ENEM 2019: Análise do tema de redação

    Venha ver nossa Análise do tema da redação do ENEM 2019! O tema da redação de 2019, Democratização do acesso ao cinema no Brasil, deixou muita gente surpresa e dividiu opiniões, isso porque, para alguns especialistas, a temática foi específica demais e um tanto quanto descolada da realidade de alguns alunos, já para outros entendidos do assunto, a proposta foi relevante e vem de encontro a uma real necessidade em nosso país, mesmo que não em caráter prioritário, uma vez que temos vários outros problemas mais sérios a serem discutidos e solucionados. Um assunto voltado à democratização dos meios culturais já era esperado para este ano, pois é inegável que apenas uma pequena parcela da população tem acesso a atividades de cultura como teatro, exposições, cinema, literatura, música e movimentos artísticos em geral, quer seja por razões geográficas quer seja pelo valor agregado a essas atividades. Segundo um dos próprios textos motivadores deste ano, apenas 17% da população brasileira frequenta o cinema. Num país de mais de 200 milhões de habitantes, esse é um número bastante baixo, mesmo que durante os sábados você veja no cinema do shopping da sua cidade (caso haja) aquelas filas imensas. Havia muitos caminhos a serem seguidos para a produção textual. Apesar de aparentemente ser um tema menos abrangente, falar de acesso ao cinema permitia que você construísse sua argumentação sobre pilares diferenciados, sempre alinhados à proposta central, é claro, pois isso é fundamental para a conquista de uma boa nota final. Uma das possibilidades seria encaminhar a redação para o fato de que filmes são também uma expressão de cultura e que permitem o conhecimento do mundo, usos, costumes e história por meio da ficção, sendo assim, o direito deveria ser de fato assegurado a todos, independentemente da idade, condição ou aspectos geográficos. Ao pensarmos nas pequenas cidades, aquelas que frequentemente têm menos de dez mil habitantes registrados, não há salas de cinema disponíveis e muitas pessoas nunca nem mesmo assistiram a um filme nas grandes telas, por que isso ocorre? Seria o cinema um direito apenas das grandes metrópoles? Sabemos que não, então qual seria a justificativa? No caso de pessoas com necessidades especiais, como surdos, por exemplo, apenas filmes com legenda são o suficiente para transmitir toda a ideia do enredo? E no que diz respeito às pessoas cegas, apenas o áudio é o bastante? É possível termos compreensão completa da história e da mensagem de um filme ao somente lermos ou ouvirmos as falas? Com relação à acessibilidade, há ainda mais um ponto relevante que poderia constar em sua redação: pessoas com qualquer dificuldade com relação à mobilidade (cadeirantes, usuários de muletas, bengalas ou andadores) conseguem frequentar um espaço que usualmente é construído no formato de degraus? É possível imaginar que, para essas pessoas, há a primeira fileira, mas a experiência é exatamente a mesma na primeira e na última fileira da sala de cinema? Cidadãos portadores de autismo também poderiam integrar seus argumentos. Uma criança ou adulto autista, diante das últimas tecnologias sonoras, com capacidade de até mesmo fazer tremer a estrutura física das salas, suportaria uma sessão completa sem uma possível crise? Na contrapartida, diminuir o nível de som das salas de cinema não afetaria todos os outros espectadores que não carregam necessidades especiais? Como então isso seria democrático? De toda a produção cinematográfica mundial, apenas alguns filmes (frequentemente americanos ou britânicos) são disponibilizados nos cinemas brasileiros, tudo isso pensando na possibilidade de grande bilheteria, o que gera lucro tanto para as redes de cinema quanto para as produtoras em si. Discutimos acima que o cinema é uma forma de contato com o mundo e sua cultura, mas se temos acesso a apenas uma fonte de produção, não estamos sendo lesados em nosso direito sem nem ao menos termos real consciência? Por que outras pessoas têm escolhido o que nós assistimos? E com quais critérios? As plataformas de streaming disponibilizadas atualmente impactam de alguma maneira o acesso ao cinema e a produção cinematográfica como um todo? De que forma? Como as grandes redes de salas de cinema, como Cinemark e PlayArte, com suas experiências nada pessoais e democráticas, podem continuar sendo relevantes para a sociedade? E, claro, não poderíamos deixar de abordar o quesito valor de ingresso, argumento que certamente deve ter integrado uma grande parte das redações de 2019. Em grandes cidades, o ingresso (sem nenhum tipo de desconto ou benefício) chega a custar uma média de R$30,00 aos finais de semana. Considerando o salário mínimo atual de R$998,00 e o valor da cesta básica, com base em pesquisa realizada pela DIEESE (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) em 18 estados, de R$482,40, em São Paulo (estado com valor médio mais alto) e de R$362,93 em Salvador (menor valor médio), o preço de R$30,00 faz sentido? É coerente pensar que uma entrada de cinema custe o mesmo que 10 quilos de arroz?  Vejam como o tema abre um leque incrível de possibilidades de discussão, desde a mais óbvia até a mais aprofundada. Além da discussão, as propostas de intervenção também são várias e passam muito além do clássico “o governo deveria baixar o valor do ingresso e abrir mais salas de cinema em todo o país”.  Com relação ao barateamento dos ingressos, quais financiamentos podem ser feitos a fim de baixar o preço final? Há possibilidades de parcerias? De que tipo? Escolas públicas, por exemplo, podem exibir aos finais de semana filmes? O que diz a lei a respeito desse tipo de exibição? Já sobre a acessibilidade, criar sessões específicas e especiais (como a Cine Materna, por exemplo, que permite que as mamães frequentem o cinema com seus bebês), com ajustes de som e espaço é uma boa ideia? Qual outra forma de tornar o cinema acessível para todos? Como essas sessões específicas impactariam o lucro das redes? Seria adequado e viável financeiramente? Por fim, que outros espaços, além dos tradicionais, podem ser utilizados para que pessoas ao redor do país inteiro tenham uma experiência cinematográfica?

    Para vestibulandosbanco de temas de redaçãoTopo de funil
    08 de nov. de 2019
    ENEM 2019: Modelo de redação com tema proposto
    Otavio Pinheiro
    3 min

    ENEM 2019: Modelo de redação com tema proposto

    Venha ver nossa análise do ENEM 2019: Modelo de redação com tema proposto! Que todo mundo ficou surpreso com o tema de redação do ENEM 2019 (Democratização do acesso ao cinema no Brasil) a gente sabe! Mas qual seria um modelo de redação interessante para o que foi proposto na prova? O Redação Online preparou uma redação na qual você possa se basear! Confira: “A gente não quer só comida. A gente quer comida, diversão e arte.” A canção do grupo musical “Titãs” mostra que o cidadão necessita de lazer e arte tão como precisa de comida. Todavia, na atualidade, muitos brasileiros não têm acesso à cultura, sobretudo a filmes, o que denota uma realidade que fere preceitos constitucionais e priva o sujeito da construção do senso crítico promovida por muitas obras cinematográficas. Dessa forma, a democratização do acesso ao cinema brasileiro deve ser encarada como algo urgente. De início, ressalta-se que o direito à cultura e ao lazer é previsto na Constituição Federal. Contudo, o alcance ao espaço cinematográfico ainda é privilégio de poucos, especialmente por conta de questões sociais. Sobre isso, pesquisas da Ancine revelam que muitas cidades periféricas não têm cinema, principalmente as que se localizam nas regiões Norte e Nordeste, que, por conta de indicadores financeiros, são preteridas pelos empresários do ramo em questão. Logo, se a CF não for respeitada, pessoas continuarão impedidas de experienciarem a arte por meio das “telonas”. Ademais, o cinema, além ser uma forma de lazer, é também um instrumento de promoção do senso crítico, que faz com que o indivíduo compreenda o mundo ao seu redor. Um exemplo disso é o filme “Tempos modernos”, o qual atuou, na época do seu lançamento, como um importante propulsor da reflexão acerca dos modos de produção Taylorista e Fordista. Assim, ao tirar do homem o acesso às películas, aniquila-se também a sua oportunidade de refletir criticamente por meio da arte e, consequentemente, evoluir intelectualmente.  Portanto, faz-se necessário que a democratização do acesso ao cinema seja efetivada. Dessa maneira, o Ministério da Cidadania – atual responsável pelas questões culturais do Brasil – deve incentivar a instalação de salas cinematográficas em cidades periféricas brasileiras. Isso será feito por meio de incentivos ficais e tem como intuito ampliar o alcance das obras a todos os cidadãos. Além disso, é importante que o mesmo órgão amplie projetos como o “Vale cultura” para que as classes mais baixas possam usufruir de tal ampliação. Assim, a Carta Magna será respeitada e o desejo de arte e de diversão do povo será atendido.  E aí, o que você achou? Conte pra gente nos comentários! Veja também: Redação ENEM: Análise dos 11 últimos temas cobrados na prova 10 erros que você NÃO DEVE cometer na redação do ENEM Como fazer uma boa proposta de intervenção na redação do ENEM? Análise do Tema da Redação do Enem 2018 Redação Nota 1000 ENEM 2018: Uma Análise Completa

    Para vestibulandosredação nota 1000Meio de funil
    05 de nov. de 2019
    Otavio Pinheiro
    4 min

    Tema de Redação: Desaparecimento de pessoas no Brasil

    TEXTO 1: Foi publicada no DOU de 18 de março, em edição extra, a lei 13.812/19, que institui a Política Nacional de Busca de Pessoas Desaparecidas. A nova norma também cria o Cadastro Nacional de Pessoas Desaparecidas, que será composto de informações públicas e sigilosas para fins da identificação da pessoa desaparecida. De acordo com a lei, os órgãos que participarão da política nacional serão os órgãos de segurança pública; de Direitos Humanos e de Defesa da Cidadania; os institutos de identificação, de medicina legal e de criminalística; Ministério Público; a Defensoria Pública; a Assistência Social; os conselhos de direitos com foco em segmentos populacionais vulneráveis e os Conselhos Tutelares. Sobre o cadastro, ele será composto de informações públicas, de livre acesso por meio da internet, banco de informações sigilosas, destinado aos órgãos de segurança pública, e também um banco de informações sobre dados genéticos e não genéticos das pessoas desaparecidas e de seus familiares. Também está prevista na lei a elaboração de um relatório anual com as estatísticas acerca dos desaparecimentos, em que deverão constar número total de pessoas desaparecidas; número de crianças e adolescentes desaparecidos; quantidade de casos solucionados e causas dos desaparecimentos solucionados. Reformulação O Brasil já dispõe de um cadastro, inicialmente destinado a crianças e adolescentes desaparecidos, previsto na lei 12.127/09. Coordenado pelo Ministério da Justiça, hoje também inclui adultos. De acordo com a relatora do PL da novel legislação, Eliziane Gama, os dados não são suficientes para a investigação, além de outras falhas. Agora pela lei, hospitais, clínicas e albergues, sejam públicos ou privados, devem informar às autoridades o ingresso ou cadastro em suas dependências de pessoas sem a devida identificação. Para ajudar na localização, o governo poderá promover convênios com emissoras de rádio e televisão para a transmissão de alertas urgentes de desaparecimento. Fonte: https://www.migalhas.com.br/Quentes/17,MI298389,21048-Lei+cria+politica+nacional+para+busca+de+desaparecidos TEXTO 2: Em 2017, de acordo com dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, foram registrados em todo o Brasil 82.684 desaparecimentos, aumento considerável se comparado a 2016, que registrou 71.796 casos de pessoas desaparecidas. São 226 desaparecimentos por dia. Somente no estado de São Paulo, em 2018, foram registrados 24.368 desaparecimentos, de acordo com o Ministério Público do Estado (MP-SP). Desse total, 215 eram crianças de 0 a 7 anos, 1.035 eram crianças de 8 a 12 anos e 7.255 eram adolescentes. Isso representa 8.505 crianças e adolescentes – um terço do total de desaparecidos no estado. Os desaparecimentos são classificados de três formas: voluntário (fuga do lar devido a desentendimentos familiares, violência doméstica ou outras formas de abuso dentro de casa), involuntário (afastamento do cotidiano por um evento sobre o qual não se possui controle, como acidentes ou desastres naturais) e forçado (sequestros realizados por civis ou agentes de Estados autoritários). O desaparecimento forçado é o mais assustador para as famílias. Redes de pedofilia, tráfico de órgãos, prostituição e escravidão moderna estão entre os motivos para um desaparecimento forçado. Infelizmente, o Brasil está bem atrasado em políticas públicas para evitar que mais crianças desapareçam. Nem todos os estados disponibilizam dados sobre desaparecimentos com divisão por faixa etária e não existe um dado oficial sobre quantas crianças e adolescentes desaparecem por ano em todo o Brasil. Fonte: https://observatorio3setor.org.br/noticias/perigo-ignorado-226-pessoas-desaparecem-por-dia-no-brasil/ TEXTO 3: Fonte: Diego novaes A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Desaparecimento de pessoas no Brasil”. Leia também: Tema de redação: Crianças em situação de rua no Brasil Tema de Redação: Saúde mental no século XXI Tema de Redação: Saneamento básico no Brasil Tema de Redação: Doação de Órgãos no Brasil Tema de Redação: Assédio por intrusão (stalking) Tema de Redação: Demarcação de terras e impactos na cultura indígena

    Para vestibulandosbanco de temas de redaçãoTopo de funil
    31 de out. de 2019
    ENEM 2019 - 15 assuntos de atualidades para se conhecer
    Otavio Pinheiro
    7 min

    REDAÇÃO ENEM 2019: 15 assuntos de atualidades para se ter conhecimento

    E aí, pessoal, como estão os corações a pouquíssimos dias da prova? Com certeza, batendo mais forte ainda, certo? Esse é o momento de juntarmos tudo o que estudamos ao longo dos meses de preparo e simplesmente arrasarmos no ENEM. Trouxemos ENEM 2019 – 15 assuntos de atualidades para se conhecer! Sabemos que as provas desse teste são formuladas logo no início do ano, mas há vários assuntos bem atuais que podem nos auxiliar a responder às questões ou até mesmo a desenvolver a redação. Por isso, vamos dar uma olhadinha no que não pode passar em branco? 1-      Polarização política no Brasil e no mundo Desde as últimas eleições presidenciais, a polarização política ficou mais evidente, entretanto, os embates entre a esquerda e a direita extremistas não são novidade tanto em nosso país quanto em países internacionais. Conhecer melhor sobre esse fenômeno pode te ajudar a responder com mais propriedade às questões de história e, claro, atualidades. A depender do tema da redação, é possível até mesmo usar o fato como argumento ao longo do seu desenvolvimento, apenas tome cuidado para não se posicionar dentro do texto. 2-      Nova previdência Em discussão já há alguns anos e em vias de se tornar realidade, as propostas relacionadas à nova previdência carregam uma série de pontos a serem levantados, tanto sob o ponto de vista positivo quanto sob o ponto de vista negativo. Fato é que muito do que se discute hoje com relação a se criar novas leis a fim de garantir a aposentadoria de todos está intimamente ligado à crescente corrupção política, por conta disso, os dois assuntos andam de mãos dadas. Na redação, há várias alternativas e caminhos para se incluir a nova previdência, desde os reflexos da corrupção até mesmo o aumento da expectativa de vida na população brasileira.  3-      Imigração no Brasil Conflitos mundiais desencadearam uma série de fugas (em especial no continente africano e Oriente Médio) para países europeus e também para o Brasil. Desde 2011, nosso país tem recebido pessoas de diversas origens e tentado criar situações minimamente dignas para que elas vivam aqui. Se por um lado discutem-se aspectos ligados à obrigatoriedade de fazer valer a humanidade, por outro é cabível pensar: Um país que não oferece boas condições de vida para seus próprios filhos tem condição de receber uma população ainda maior? Quais são os impactos diretos na educação, saúde, empregabilidade, inflação, mobilidade urbana, segurança e moradia? Como é possível notar, a imigração para o Brasil pode render muitas linhas de argumentação na sua produção textual.   5-      Escola sem partido Uma escola neutra, sem tendenciosidade política, sem extremismos e doutrinação é o que propõe o que conhecemos como escola sem partido, mais uma temática polêmica e que dá aquele pequeno pano para manga. Educadores e cientistas políticos nos fornecem duas visões interessantes, mas opostas: a primeira é a de que a escola deve ser realmente neutra, cabendo à família e ao indivíduo o encaminhamento político dos alunos, já a segunda considera que a escola, enquanto espaço de discussão e pluralidade de ideias, deve sim tratar de temas especificamente políticos, apresentando variadas concepções. E você, o que pensa sobre isso? Escola neutra ou com discussão política? Quais são os benefícios e os prejuízos de cada uma das posições? E por quê? 7-      Educação domiciliar Também conhecida internacionalmente como homeschooling, já há alguns anos discute-se o projeto de lei que visa à autorização da educação domiciliar. Pouco se sabe ainda sobre os pormenores do projeto, mas essencialmente a ideia é de que os pais tenham direito a escolher se seus filhos serão ensinados na escola tradicional ou na própria casa, com o auxílio de tutores. Basicamente, a intenção inicial é que, com a vigência da educação domiciliar, todos tenham acesso à educação, mesmo em áreas rurais onde não há escolas por perto. Por não sabermos qual é a ideia exata de funcionamento do projeto, é bastante complicado promovermos uma discussão de qualidade e com argumentos consistentes, sendo assim, mantenha ainda posições moderadas a respeito.   8-      Questão indígena Desde o início do governo do atual presidente, a questão indígena voltou a figurar as discussões no país. Isso se deu por conta da retirada da FUNAI do Ministério da Justiça, passando a fazer parte do Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos, sendo assim, o Ministério da Justiça não é mais o órgão competente por demarcar e proteger terras indígenas. A principal questão aqui é a seguinte: Com a mudança de ministérios, é possível dizer que a exploração territorial, mineral e agrícola aumentará nos territórios indígenas? Por quê? 9-      Crise econômica Um tema que traz vários subtemas com ele, dentre eles o empobrecimento da população, a empregabilidade e o desemprego, a diminuição do poder de compra da nação, a má distribuição de renda e a ameaça à segurança. Como a crise econômica tem se acentuado já há alguns anos, seja nas questões ou seja na redação o assunto deve aparecer no ENEM 2019. 10-  Incêndio em patrimônios culturais Em setembro de 2018, tivemos o devastador incêndio no Museu Nacional da Quinta da Boa Vista, no Rio de Janeiro. Em abril de 2019, o telhado da catedral de Notre-Dame, em Paris, foi destruído, também tomado por fogo. Tais perdas chamam nossa atenção para a conclusão: Por que patrimônios culturais de tão grande importância têm tido seu cuidado deixado em segundo plano? É muito interessante também que você avalie qual é a relevância dos patrimônios culturais com relação à preservação das características de um povo e à educação das futuras gerações.  11-  Coreia do Norte e seu programa nuclear Parece realmente um assunto muito distante de nós, mas a ameaça da Coreia do Norte com seu programa nuclear é um fator que pode impactar o mundo todo, ocasionando até mesmo uma nova guerra mundial. Você pode imaginar o impacto de uma guerra mundial no mundo moderno? 12-   Atentados terroristas Mais uma

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    31 de out. de 2019
    Coringa: saiba como usar esse filme na redação
    Otavio Pinheiro
    5 min

    Como usar o filme CORINGA nas redações?

    Saiba sobre o filme Coringa: saiba como usar esse filme na redação! Olá, pessoal! Como estão? O Lucas Felpi, nosso parceiro, preparou uma dica muito legal para quem quer usar o filme CORINGA em suas redações! Sim, você leu certo: é possível fazer isto! CORINGA (FILME) 2019 • 2h02min • 16+ SINOPSE: Arthur Fleck é um homem que luta para encontrar o seu caminho na sociedade fraturada de Gotham. Preso em uma existência cíclica entre a apatia e a crueldade, Arthur toma uma decisão ruim que provoca uma série de acontecimentos nesse estudo de personagem ambicioso. DOENÇAS MENTAIS Arthur Fleck sofre de um transtorno denominado Transtorno da Expressão Emocional Involuntária, cujo aspecto marcante é a risada incontrolável, mas também exibe sintomas de depressão, distúrbios alimentares, alucinações e esquizofrenia. Ele é negligenciado, ignorado e atacado por sua condição, enquanto todos desviam seus olhos para ele nas ruas— uma apatia que é dolorosamente retratada no filme. O PAPEL DA ASSISTÊNCIA SOCIAL Fleck visita regularmente o serviço de assistência social de Gotham para sessões de terapia e fornecimento de seus pesados medicamentos. Ao ponto em que sua terapeuta já não consegue mais escutar os pacientes, o programa têm seu orçamento cortado e ele fica sem os remédios. É a partir do corte de recursos públicos que a queda do protagonista têm início. PORTE DE ARMAS Uma das maiores polêmicas do longa é a abertura do debate para o armamento estadunidense: é exposto como a violência do icônico Coringa têm origem na facilidade de aquisição de armas de fogo. Um colega de trabalho, Randall, empresta a Arthur uma arma para sua proteção após um incidente com garotos o espancando na rua. Da próxima vez, os atacantes seriam mortos. CRIAÇÃO DE UM SOCIOPATA Ao longo da narrativa, o espectador acompanha o agonizante processo de transformação de psicose em psicopatia, resultado de múltiplos fatores sociais impostos ao frágil personagem. Em realidade, no caso do filme, Coringa se torna um sociopata: diferentemente de um psicopata, que têm seu comportamento inato, um sociopata desenvolve as características durante a vida, por meio de traumas, da educação e da família. ABUSO FÍSICO E PSICOLÓGICO Quando menor, Fleck sofria da violência doméstica do namorado abusivo de sua mãe. Penny, que também sofre de problemas mentais, adotou Arthur e o levou para ser criado em um ambiente hostil e vulnerável, onde seu namorado chega a amarrar a criança em um aquecedor por um longo período de tempo e causa traumas psicológicos e físicos em sua cabeça. MARGINALIZAÇÃO SOCIAL Em “Coringa”, é discutido a segregação de diversas camadas que são base da estrutura social. Profissões pouco valorizadas, como palhaços de rua, se tornam invisíveis e alvo de piadas. Pela perspectiva de um comediante desajeitado, vemos Arthur mal-remunerado, demitido e ridicularizado por todos: desde o público de seu stand-up, homens na rua, até apresentadores de televisão. DESCASO POLÍTICO Thomas Wayne é o representante da elite de Gotham. Em uma cidade corrupta e que permite apenas a prosperidade dos ricos, Wayne concorre à prefeitura e diz em um de seus declaramentos televisivos que a pobreza é uma condição inata, como uma casta inferior, chamando os que a ela pertencem de “palhaços”. A partir de então, a máscara de palhaço vira um símbolo de resistência (Bella Ciao?). VIOLÊNCIA POLICIAL Em uma das perseguições de detetives ao Coringa, os policiais o procuram por vagões de trem com civis vestindo máscaras de palhaços. Em meio à confusão, brigas intensificam e os policiais recorrem às suas armas: um detetive mata um civil. Poderia ser Ágatha Félix. JUSTIÇA PELAS PRÓPRIAS MÃOS O filme aborda a violência popular como uma forma de vingança à realidade opressora, levando à morte dos representantes da elite (a família Wayne, por exemplo) e dos opressores dos marginalizados (os homens que atacam Arthur no metrô). Embora seja um outro tipo de vigilante, é demonstrado o efeito da justiça pelas próprias mãos: caos. LUTA DE CLASSES A revolução iniciada no final do filme representa a inversão de poder: os trabalhadores tomam o controle antes da elite, o que Marx teoriza como “luta de classes”. Para o filósofo, a história é feita de transformações no status quo causadas pela revolta da classe oprimida contra a classe opressora. EXEMPLO: Tema Unesp 2017: “A riqueza de poucos beneficia a sociedade inteira?” No filme de 2019 “Coringa”, Arthur Fleck é um palhaço mal-sucedido que se tornaria o futuro arqui-inimigo de Batman ao iniciar uma rebelião popular contra a aristocracia local. Em Gotham, uma cidade corrupta e elitista que impede a prosperidade econômica dos desfavorecidos, Fleck é ridicularizado, rejeitado e violentado em cenas dolorosas que retratam a origem de sua violência vingativa. De fato, na realidade atual, a concentração de renda e a subcondição das camadas pobres resultam em mazelas sociais prejudiciais à todos: a perda de dignidade muitas vezes leva à criminalidade. Gostou desta super dica? Não deixe de seguir estes perfis no instagram (é só clicar em cada um): @redacaonline @lfelpi Veja também: Como usar a série ELITE em suas redações? Como usar a série GREY’S ANATOMY nas redações? Como usar a série LA CASA DE PAPEL nas redações? Como usar a série DARK em suas redações? Como usar a série THE SOCIETY em suas redações? Como usar a série YOU em suas redações? Como usar a série SEX EDUCATION em suas redações?

    Para vestibulandosfilmes para usar na redaçãoMeio de funil
    18 de out. de 2019
    tema-de-redacao-desafios-do-jornalismo-contemporaneo
    Otavio Pinheiro
    4 min

    Tema de Redação: Desafios do jornalismo contemporâneo

    Você já ouviu falar de jornalismo contemporâneo? Ele está cada vez mais presente e pode cair no tema de redação do Enem, vestibulares e concursos. Confira os textos motivadores! Texto 1: Há quem defenda que 2018 seja lembrado como o ano em que as mídias sociais viraram a chave e enfrentaram, com vantagem, as tradicionais plataformas de comunicação: rádio, TV e jornal. Os resultados das eleições, definitivamente, ligaram a luz vermelha. O horário político na televisão costumava ter relevância ao ponto de definir alianças entre partidos. Mas o que se viu, em 2018, foi que o vencedor do pleito presidencial optou pelo uso do WhatsApp e colheu o melhor resultado. O sentimento que mobilizou as pessoas durante o ano foi o desejo de interagir e contribuir com opinião, mesmo que não fosse a sua, mas algo que ratificasse a sua linha de pensamento e justificasse a preferência por determinado candidato. E pouca gente escapou de compartilhar, nas redes sociais, as chamadas Fake News. Com as novas regras ou a falta delas, muitos que se intitulam influenciadores digitais ignoram os princípios básicos que regem a prática do Jornalismo, o qual prevê a checagem das informações e a necessidade de ouvir as diferentes versões do fato em questão. A Internet, que democratizou o acesso a conteúdos remotos, também dá poderes a pessoas com certo carisma, mas nem sempre com conhecimento e com as técnicas apropriadas para divulgar uma notícia verdadeira. Mais do que nunca, o papel das faculdades de Jornalismo e a atuação do profissional de imprensa tornaram-se fundamentais. A expectativa é de que, passada a primeira fase em que a maioria das pessoas quer experimentar o papel de ‘noticiarista’, a sociedade possa reconhecer que dar uma notícia é um trabalho que tem uma certa complexidade. Contar uma experiência ou manifestar a opinião é o direito de todos, mas só será notícia se afetar a vida de muitas pessoas. Ouvinte, leitor, telespectador e internautas têm a importante missão de exigir qualidade no produto que lhe entrega e nunca abrir mão de comparar mais de uma fonte noticiosa. Assim como se faz quando se desconfia de um prognostico médico. Fonte: https://coletiva.net/artigos/desafios-do-jornalismo-na-era-digital,288481.jhtml Texto 2: O Papa Francisco assinalou na segunda-feira os desafios do jornalismo na era digital, durante a audiência concedida à União Católica da Imprensa Italiana na Sala Clementina do Palácio Apostólico. “Na era da internet, a tarefa do jornalista é identificar as fontes críveis, contextualizá-las, interpretá-las e hierarquizá-las”, indicou o Santo Padre, que deu como exemplo que, quando “uma pessoa morre de frio na rua, não vira notícia, mas se caem dois pontos na Bolsa de valores todas as agências falam disso. Há algo que não funciona”. Nesse sentido, o Pontífice incentivou os membros da União Católica da Imprensa Italiana a “ser voz da consciência de um jornalismo capaz de distinguir o bem do mal, as escolhas humanas das desumanas. Porque hoje existe uma confusão que não se distingue, e vocês precisam ajudar para que não seja assim”. “O jornalista, que é o cronista da história, é chamado a reconstruir a memória dos fatos, a trabalhar pela coesão social, a dizer a verdade a todo custo: há também uma parresia – ou seja, um valor – do jornalista, sempre respeitosa e não arrogante”, assinalou. O Papa Francisco disse que “isso também significa ser livre diante do público: falar em um estilo evangélico: ‘sim, sim’, ‘não, não’, porque o resto vem do maligno”. Assinalou que “a comunicação precisa de palavras verdadeiras no meio de tantas palavras vazias. Nisso vocês têm uma grande responsabilidade: as suas palavras contam o mundo e o modelam, as suas histórias podem gerar espaços de liberdade ou de escravidão, de responsabilidade ou dependência do poder”. Fonte: https://www.acidigital.com/noticias/papa-francisco-assinala-os-desafios-do-jornalismo-na-era-digital-68313 A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Desafios do jornalismo contemporâneo”. Leia também: Tema de redação: Redes Sociais e o novo conceito de felicidade Tema de Redação: Desafios da alfabetização tecnológica para os idosos Tema de redação: Tecnologia une ou separa as diferentes classes sociais? Tema de redação: O reflexo da tecnologia no mercado de trabalho e as novas profissões Tema de Redação: Lixo eletrônico e impactos socioambientais

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    11 de out. de 2019
    Como usar a série EUPHORIA nas redações?
    Otavio Pinheiro
    6 min

    Como usar a série EUPHORIA nas redações?

    Olá, pessoal! Tudo certinho? Que somos fãs de uma boa série vocês já sabem! Desta vez, trouxemos uma dica de como usar a série EUPHORIA nas redações em parceria com o Lucas Felpi, que tirou NOTA 1000 na redação do ENEM 2018! Bora anotar tudo? EUPHORIA (SÉRIE) 2019 – 1 temporada – 53min Sinopse: O dia-a-dia de um grupo de estudantes do Ensino Médio, à medida que eles exploram novos amores e amizades em um mundo de sexo, drogas, traumas e mídias sociais. HIPERATIVIDADE, ANSIEDADE E DEPRESSÃO A protagonista da série, Rue Bennett, sofre de distúrbios psicológicos e enfrenta desde a infância o diagnóstico de transtorno de déficit de atenção e hiperatividade, causa da sua dependência por drogas. As pílulas que ela ingere a fazem esquecer dos problemas do mundo e a viver em um universo paralelo, onde os problemas desaparecem. USO DE DROGAS POR JOVENS O enredo conta a história de Rue desde o seu nascimento até a adolescência, no Ensino Médio passando por uma fase de transformação de identidade. É visto como a personagem controla as crises psíquicas de sua doença através de drogas ilícitas e de remédios que estimulam o cérebro a um estado de êxtase. No decorrer da trama, ela precisa frequentar centros de reabilitação e apoio para manter-se distante do seu vício e retornar a uma vida “limpa”. GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA E ABORTO Na série, Cassie tem um vídeo íntimo vazado por um parceiro, sendo alvo de piadas pelo time de futebol americano. Após algum tempo, ela conhece e se relaciona com Chris McKay, um dos jogadores do time, do qual acaba engravidando. Com receio de não conseguir realizar seus objetivos, a garota decide interromper a gestação e busca a ajuda da mãe para a acompanhar nessa situação. O método abortivo é realizado numa clínica e é retratada com detalhes a realidade dolorosa da retirada de um feto a cada procedimento. RELACIONAMENTO ABUSIVO Nate Jacobs é o típico atleta personificação de masculinidade tóxica. Ele namora Maddy, uma líder de torcida, em uma relação abusiva na qual ele chega a estrangular a menina, deixando o seu pescoço com hematomas. Mesmo a vítima tentando esconder, a escola e a família denunciam o agressor e ele manipula e muda a história para transferir sua culpa. Ao mesmo tempo, Maddy protege o namorado e faz de tudo para ele não seja preso, em uma situação bastante conturbada onde a vítima não consegue distinguir amor e violência. PORNOGRAFIA E NUDEZ Na trama, Nate se passa por “Tyler” em um aplicativo de paquera e, assim como seu pai, seduz Jules, uma menina que acaba enviando fotos nua para ele, sem saber que ele é na verdade o garoto que ela considera repugnante. Nate revela ser o cara do aplicativo e ameaça a entregar para a polícia pelo crime de pornografia infantil, já que ela é menor de idade. Assim, ele consegue uma testemunha para mentir sobre a violência doméstica que ele cometeu contra a namorada. TRAUMAS NA INFÂNCIA Em um determinado momento, descobrimos a origem do vício de Rue: seu pai, com câncer terminal, tomava remédios pesados em casa, que se tornavam facilmente acessíveis para a jovem. Ela passou a usá-los sem prescrição médica e tornou-se dependente deles para controlar seus problemas psicológicos. Outro trauma retratado é o episódio de Jules internada num hospital psiquiátrico aos 11 anos pela depressão e automutilação. TRANSEXUALIDADE Jules aos 13 anos passou pelo processo da transição de gênero. Ela coloca implantes de silicone, passa a se vestir de acordo com sua identidade e, aos 16 anos, começa a se relacionar com homens em aplicativos. A mesma possuía um padrão ideal para se relacionar, brancos, casados ou noivos, heterossexuais, que sempre a tratavam da mesma forma como um objeto sexual, guardando cada situação em sua memória. TRÁFICO DE DROGAS Além do uso de drogas, vemos também o tráfico em si, seus fornecedores e as tristes razões pelas quais alguém entra nesse mundo. O personagem Ashtray (cuja tradução é cinzeiro) tem 10 anos de idade, tatuagens no rosto e é traficante com seu irmão mais velho Fezco, junto do qual cuida de sua avó, que perdeu a habilidade locomotora. Fezco é amigo de infância de Rue e se torna responsável por alimentar o vício da garota, fornecendo as drogas DESCOBERTA DE ORIENTAÇÃO SEXUAL Nos últimos episódios da série, Rue se encontra apaixonada por Jules, um afeto que ultrapassa o forte laço de amizade entre as duas. Elas ficam juntas sem estabelecer algo sério, apesar de Rue querer um relacionamento, marcando tanto uma nova descoberta sexual de Rue quanto uma redescoberta de interesses por parte de Jules. BULLYING/GORDOFOBIA E EMPODERAMENTO A personagem Kat é uma garota que sofreu bullying na escola desde a infância, quando todos a chamavam de “gorda”, insinuando que a mesma não praticava esportes por preguiça e sedentarismo. Ao contrário de muitos, ela nunca se importou com os comentários e sempre aceitou o seu corpo. Apesar de a julgarem, Kat entra para o mundo das “camgirls” para ganhar dinheiro e desenvolve ainda mais segurança e autonomia sobre si mesma e suas relações sexuais. CONDENAÇÃO INOCENTE E FALSA ACUSAÇÃO Como dito, Nate, após estrangular sua namorada, cria um plano com ela para se livrar da acusação contra ele. Nate passa a ameaçar um personagem que aparece no primeiro episódio, que se relacionou com sua namorada na primeira festa da série, o coagindo a confessar e se entregar por um crime que ele não cometeu em troca do sigilo de sua relação com uma menor de idade, Maddy. TRAIÇÃO/DETERMINISMO Cal Jacobs é o pai de Nate, parte de uma das famílias mais ricas e poderosas da cidade por comandar uma grande construtora. Cal é um dos mais respeitados empresários da cidade, mas trai a esposa com personagens LGBTs, comprando o silêncio dos parceiros sexuais. Nate é influenciado pelo caráter mentiroso e corrupto de seu pai, e repete comportamentos, atos e valores, como um espelho um do outro de ciclos abusivos com seus familiares e amigos. Gostou

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    08 de out. de 2019
    tema-de-redacao-lixo-eletronico-e-impactos-socioambientais
    Otavio Pinheiro
    5 min

    Tema de Redação: Lixo eletrônico e impactos socioambientais

    Texto 1: O depósito irregular de lixo é um problema que afeta o mundo todo. Quem sofre mais, no entanto, são os países em desenvolvimento. Alvo dos restos das grandes nações desenvolvidas, precisam lidar com um problema que não é seu e que, além de tudo, é ilegal. Mais recentemente esses países têm lidado com um acúmulo específico de lixo: o lixo eletrônico, também chamado de e-lixo. Baterias, celulares, e computadores quebrados e inúmeros produtos tóxicos estão invadindo territórios por vias ilegais, causando problemas ambientais e diplomáticos. Esse problema ambiental cresceu muito nas últimas décadas. Pegamos como exemplo o continente africano. Há muitos países da África que possuem tecnologia de captação dos raios solares para gerar energia para casas mais pobres. O problema é que eventualmente as placas solares caem em desuso. Ao estragarem, somam-se aos milhares de computadores e de aparelhos celulares. Ficam em depósitos, irregularmente descartados nas ruas, causando um impacto ambiental absurdo. No Japão, por outro lado, a situação é oposta a do continente africano. Um dos maiores produtores de tecnologia avançada do mundo são responsáveis também pela maior taxa de reciclagem desse tipo de produto: cerca de 90%. Na Europa há uma divisão na balança do cuidado com o lixo eletrônico. Quanto mais ao Norte, da Alemanha para os países nórdicos, maior é a taxa de reciclagem desse tipo de lixo. Ao sul, em países mais pobres do continente europeu, o cenário é parecido com o de países emergentes. Os Estados Unidos têm uma boa política de descarte de lixo eletrônico. O problema é não haver locais preparados para fazer a reciclagem desse lixo. A solução encontrada foi enviar todas as milhares de toneladas desse lixo para a China. Os custos são altíssimos, e a relação entre estadunidenses e chineses está a cada mês mais abalada. Vincent Yu, chinês que trabalha na empresa Fortune Sky USA, uma das denunciadas por enviar toneladas de e-lixo para a China, se defendeu ao jornal estadunidense Boston Globe afirmando que tudo foi um engano. “Achávamos que estavámos exportando computadores de segunda mão, e não monitores e televisores velhos”, disse. A mesma empresa já foi flagrada exportando computadores e outros componentes velhos para Malásia, Vietnã e outros países asiáticos. Os chineses estão bastante cansados de receber o lixo norte-americano. Como consequência, estão recusando os eletrônicos dos Estados Unidos ou aumentando os preços para fazer o serviço. Isso causa está causando uma crise grave em todo o planeta, que a médio e a longo prazo terá efeitos muito negativos no meio ambiente. A crise do lixo eletrônico cria também a necessidade de falarmos sobre o colonialismo tóxico. Essa expressão define bem a relação que se estabelece entre países desenvolvidos, principalmente os que um dia foram colonizadores, e seus colonizados. A ideia ou a atitude de enviar lixo para um país menos desenvolvido, seja legal ou ilegalmente, é bastante danosa. Do ponto de vista político e democrático, evidentemente, é uma forma de manter vínculos colonialistas entre duas nações independentes. Fonte: https://www.acordacidade.com.br/noticias/213625/a-guerra-mundial-pelos-descartes-de-lixo-eletrnico.html?mobile=true Texto 2: O lixo eletrônico pode causar câncer e uma série de doenças devido a predominância dos metais pesados. O professor de Engenharia Ambiental Marco Antonio Cismeiro Bumba alerta para problemas causados pelo descarte incorreto desse tipo de resíduo. “A maioria dos metais pesados tende a causar tumores. Eles são bioacumulativos (entram no corpo e se acumulam)”, explica. Segundo Bumba, além dos metais pesados, outros materiais presentes no lixo eletrônico podem causar doenças. O alumínio é outro exemplo, porque se acumula no cérebro. A contaminação do solo e dos rios também é agravada pelo descarte irregular de lixo eletrônico. “Quando você descarta um celular no lixo, é descartado plástico que vai para o meio ambiente e circuitos com metais que acabam contaminando o solo do lixão”, aponta o professor. “Temos uma grande quantidade deles nos rios. Podem atingir lençóis subterrâneos que abastecem os rios”. Uma pesquisa de 2017 da Organização das Nações Unidas (ONU) apontou que o Brasil é o sétimo maior produtor de lixo eletrônico no mundo. Ao todo, o país gera 1,5 milhão de toneladas por ano. Francisco Antonio Nogueira da Silva, supervisor operacional do Projeto Lixo Eletrônico da fundação Settaport, chama atenção para a falta de conscientização em relação ao descarte. “Há pouco tempo, as pessoas não separavam, porque misturavam todos os tipos de lixo. Acham que pode por lixo eletrônico junto com comida. Esse lixo pode causar câncer e pode afetar o meio ambiente, pode afetar a saúde. O pessoal não entende isso”, aponta Nogueira. Fonte: https://g1.globo.com/sp/santos-regiao/educacao/noticia/2019/06/15/descarte-incorreto-de-lixo-eletronico-traz-risco-de-cancer-e-problemas-ambientais.ghtml Texto 3: Fonte: Sponholz Texto 4: Fonte:hnbernardes A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Lixo eletrônico e impactos socioambientais”. Leia também: Redação ENEM: análise dos 10 últimos temas cobrados na prova Tema de redação: HIV na terceira idade Tema de redação: Trabalho escravo em discussão no Brasil Tema de redação: Jornada de trabalho no Brasil Tema de redação: As dificuldades da inserção de jovens no mercado de trabalho Tema de redação: Trabalho infantil no Brasil Dados confiáveis para usar nas redações

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    07 de out. de 2019
    Como usar a série GREY’S ANATOMY nas redações?
    Otavio Pinheiro
    5 min

    Como usar a série GREY’S ANATOMY nas redações?

    A dica da série mais pedida, Grey’s Anatomy, nas nossas redes sociais finalmente saiu! Preparamos com muito carinho, junto com o Lucas Felpi, uma lista de temas relacionados à série! Bora anotar tudinho? GREY’S ANATOMY (SÉRIE) 2005– • 15 temporadas • 45min Sinopse: Durante sua residência, Meredith Grey vive paixões profissionais e pessoais com seus colegas médicos em um hospital em Seattle. SAÚDE PÚBLICA No geral, a série “Grey’s Anatomy” descreve o cotidiano do Seattle Grace Hospital, um hospital em Seattle, e na vida dos médicos, cirurgiões e residentes. Sendo um hospital particular, vemos inúmeros casos de pessoas que não conseguem atendimento de qualidade em hospitais da rede pública e são levadas a gastar milhares de dólares ali, mesmo às vezes sem ter condições. EMPODERAMENTO FEMININO A série trabalha com personagens femininas com uma história de luta, dando posições de destaque para mulheres negras, pobres, que sofreram abuso ou maus-tratos, para contarem suas histórias e os espectadores acompanharem sua evolução. Além de retratar como a desigualdade de gêneros é vista na realidade, é possível traçar o caminho que elas passaram para estarem na posição em que estão. ATENÇÃO: spoilers da 1ª temporada! RACISMO Miranda Bailey, uma das médicas do seriado, atende um jovem paramédico que chega ao hospital, mas esse se nega a ser atendido por uma negra, sem dar detalhes. No atendimento, George O’Malley, um interno, descobre uma tatuagem da suástica nazista em sua barriga – o mesmo era um neonazista, ainda comuns no século XXI e reemergentes, como visto no caso de Charlottesville em 2017. QUESTÃO DOS REFUGIADOS Um dia, Izzie Stevens recebe uma senhora japonesa que não sabe falar inglês, mas procura ajuda todo o dia. Ao final do dia, Izzie encontra a senhora escondida no estacionamento do hospital com sua filha ferida, sem poder entrar no hospital ou seria deportada. ATENÇÃO: spoilers da 2ª temporada! ÉTICA NA MEDICINA Quando seu marido precisa de um novo coração, Izzie decide cortar o fio do DIV, que deixa seu marido estável, para que ele piore e suba na fila do transplante. Um ato antiético e errado, mas indiretamente consequência da falta de disponibilidade de doadores e das longas filas por sobrevivência. EUTANÁSIA Quando Meredith Grey e Derek Shepherd, no momento separados, descobrem que seu cachorrinho Doc está com um câncer em fase terminal, eles decidem juntos pedir ao veterinário Finn aplicar eutanásia no cachorrinho para que ele não sofra mais com sua doença. ATENÇÃO: spoilers da 6ª temporada! TERRORISMO/TIROTEIOS Quando um senhor recém-viúvo aponta os médicos como responsáveis pela morte de sua esposa, um tiroteio acontece no hospital. Ele compra uma arma, e dispara tiros no estabelecimento, ferindo e matando diversas pessoas como vingança, suicidando-se em seguida. ATENÇÃO: spoilers da 7ª temporada! HOMOFOBIA A cirurgiã Callie Torres se descobre LGBT na 4ª temporada, em um processo de estranhamento. Agora, quando seus pais vão a Seattle para seu casamento com a Dr. Arizona Robbins, eles não aceitam o ralacionamento homossexual e sua mãe trata a noiva de forma rude e homofóbica. No final, ela decide não comparecer ao casamento da filha. ATENÇÃO: spoilers da 8ª temporada! ADOÇÃO Derek e Meredith, um casal que se vê incapaz de ter filhos biológicos, optam pelo processo de adoção. Vendo Zola, uma menina africana que chegou em um projeto de Arizona e Alex, se apaixonam pela doce menina e finalmente a adotam como sua filha. ABORTO Na 8ª temporada, Cristina Yang decide abortar uma gravidez, por não se sentir preparada para ser mãe e preferir focar em sua carreira de como médica. O processo exemplifica o dilema vivido por muitas mulheres na realidade que precisam conciliar planejamento familiar com carreira profissional. ATENÇÃO: spoilers da 12ª temporada! ALCOOLISMO O personagem Richard Webber, cirurgião do hospital, tem problemas de alcoolismo ao longo da série. Em certo ponto, ele já havia perdido o posto de cirurgião chefe por voltar a beber. Depois da perda de sua esposa Adele, com Alzheimer, ele começa a lutar contra seus problemas com o álcool e ir a encontros de AA. GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA Na série, Betty Nelson é uma adolescente que fica grávida de um traficante de drogas. Durante a gestação, ela foge de casa por medo de seus pais, mas ao final dá a luz a seu filho, Leo, e ele vai para adoção. A linha narrativa de Betty demonstra realidades tanto das dificuldades de carregar um bebê na adolescência e quanto do uso de drogas, como vemos a seguir. ATENÇÃO: spoilers da 15ª temporada! DROGAS ENTRE OS JOVENS Quando Betty começa a se envolver no mundo das drogas, ela se vê um buraco sem saída, mesmo indo a clínicas de reabilitação. Ao mesmo tempo, a gravidade de seus atos só começa a ser percebida quando ela perde o seu namorado por uma overdose. ESTUPRO Na 15ª temporada, a personagem Jo Karev descobre ser fruto de um estupro sofrido por sua mãe. Apesar de ter tido o bebê, a jovem universitária dá a filha para adoção, pois ela era uma lembrança constante da violência que havia sofrido. Em outra cena muito emocionante, uma vítima de estupro chega ao hospital mas não quer passar pelos corredores até a sala de cirurgia, por medo de sua reação ao ver os homens pelo caminho. Assim, todas as mulheres do hospital se reunem no corredor para que ela pudesse se sentir segura. Gostou desta super dica? Não deixe de seguir estes perfis no instagram (é só clicar em cada um): @redacaonline @lfelpi @imperiogreys VEJA TAMBÉM: Como usar a série ELITE em suas redações? Como usar a série LA CASA DE PAPEL nas redações? Como usar a série OLHOS QUE CONDENAM em suas redações? Como usar a série DARK em suas redações? Como usar a série THE SOCIETY em suas redações? Como usar a série YOU em suas redações? Como usar a série SEX EDUCATION em suas redações?

    Para vestibulandosSéries para citar na redaçãoMeio de funil
    02 de out. de 2019
    tema-de-redacao-impactos-do-agronegocio-na-saude
    Otavio Pinheiro
    3 min

    Tema de Redação: Impactos do Agronegócio na saúde

    Texto 1: O aumento do número de agrotóxicos registrados anualmente pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) tem sido acompanhado de uma elevação das notificações do Sistema Único de Saúde (SUS) de pessoas intoxicadas por esses produtos. Em ritmo acelerado, substâncias nocivas à saúde e ao meio ambiente são validadas para que o agronegócio proteja as lavouras. No entanto, isso deixa os brasileiros mais expostos a enfermidades, como câncer, problemas reprodutivos e distúrbios comportamentais. Enquanto o número de validação de agrotóxicos pelo Mapa, em 2015, foi de 139, e o do Ministério da Saúde sobre intoxicações, de 12.797 casos; em 2018, a pasta da Agricultura aprovou o uso de 450 produtos na lavoura; e as notificações de enfermidade subiram para 15.107. Apesar disso, até julho deste ano, houve um crescimento acelerado na validação de novos agrotóxicos: 262 foram aprovados. Quanto às mortes por intoxicação, segundo a Pasta da Saúde, caíram de 518, em 2015 para 445 em 2017 — os números de 2018 ainda não foram tabulados. O órgão informou também que, dos 220.045 casos de intoxicação exógena por tentativas de suicídio registrados de 2007 a 2017, 16.195 (7,3%) se referem a pessoas que injetaram agrotóxicos no próprio corpo. O Ministério da Saúde informou que o incremento do número de notificações de intoxicações por agrotóxicos é uma tendência observada desde o início da série histórica, em 2007. “Os fatores que contribuem para esse incremento ano a ano podem ser diversos, desde uma possível intensificação do uso desses produtos, como também uma maior sensibilidade dos serviços de saúde para a identificação e notificação dos casos”, informou o órgão, por meio de nota. Fonte: https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/brasil/2019/09/01/interna-brasil,780159/intoxicacao-por-agrotoxicos-aumenta-com-liberacao-de-produtos.shtml Texto 2: O que o modelo de produção agrícola prevalente no Brasil hoje tem a ver com a obesidade crescente da população brasileira? Ambos estão intimamente ligados, com impacto extremamente negativo na saúde dos brasileiros – especialmente os de baixa renda -, segundo os participantes do encontro “Por outra agricultura: construindo alternativas ao agronegócio”, realizado no Dia Internacional da Agricultura Familiar, no Ateliê do Bixiga, em São Paulo. A escassez de subsídios para a agricultura familiar e orgânica, em comparação à oferta de recursos alocados para o agronegócio, foi um dos principais pontos discutidos. A medida torna extremamente baratos produtos como cana, milho, trigo e soja, produzidos em esquema de monocultura, em extensos latifúndios. Resultado: o brasileiro se abastece mais de alimentos industrializados, ultraprocessados, feitos com essas matérias-primas, e deixa de consumir frutas, verduras e legumes sem agrotóxicos. Motivo: preços e aparência mais atraentes, no último caso estimulada pelas embalagens e pela publicidade. Fonte: https://bit.ly/2nn0gyr   A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Impactos do Agronegócio na saúde”. Leia também: Tema de Redação: Dessalinização da Água Tema de Redação: Demarcação de terras e impactos na cultura indígena Tema de Redação: Promoção da Saúde e Bem-Estar Tema de Redação: Formas para alcançar o equilíbrio entre saúde e beleza Tema de Redação: Os desafios da alimentação escolar no Brasil

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    02 de out. de 2019
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