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Propostas atualizadas com análises, exemplos e repertórios para praticar a escrita dissertativo-argumentativa.
Domine as 5 competências avaliadas na redação do ENEM com dicas práticas e exemplos reais de redações nota 1000.
Citações, dados estatísticos, filmes, livros e referências culturais para enriquecer sua argumentação.
Análise dos temas cobrados em edições anteriores do ENEM e previsões para as próximas provas.
Artigos sobre políticas educacionais, vestibulares, ensino superior e temas relevantes para a educação brasileira.
Estratégias de preparação para concursos públicos com foco em redação discursiva e dissertativa.
O Blog do Redação Online é a maior fonte de conteúdo gratuito sobre redação para ENEM, vestibulares e concursos públicos no Brasil. Com mais de 1.400 artigos escritos por professores especializados, nosso blog cobre temas atuais, técnicas de escrita, repertório sociocultural e análises detalhadas das competências avaliadas nas provas.
Cada artigo é elaborado para ajudar estudantes a desenvolver habilidades de escrita dissertativo-argumentativa, com exemplos práticos, modelos de introdução e conclusão, e repertórios que podem ser utilizados em qualquer tema de redação. Nossos conteúdos são atualizados regularmente para acompanhar as tendências dos vestibulares e as mudanças na matriz de referência do ENEM.
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Na edição de 2026, o Sistema de Seleção Unificada (SISU) alcança um marco histórico: serão 274,8 mil vagas ofertadas, distribuídas em 7.388 cursos, de 136 instituições públicas, configurando a maior edição do SISU em número de instituições participantes desde a criação do programa. Criado pelo Ministério da Educação (MEC), o Sistema de Seleção Unificada é a principal porta de entrada para cursos de graduação gratuitos em universidades e institutos públicos de todo o Brasil. Além disso, a inscrição no SISU é totalmente gratuita e deverá ser realizada exclusivamente pela internet, por meio do Portal Único de Acesso ao Ensino Superior, no período de 19 a 23 de janeiro de 2026. Durante esse prazo, o candidato poderá se inscrever em até duas opções de curso, definidas em ordem de preferência, respeitando as regras de classificação, os pesos das notas do Enem e as modalidades de concorrência disponíveis. 👉 Atenção: fora desse período, não será possível realizar a inscrição, o que torna essencial o acompanhamento atento do cronograma oficial para não perder a oportunidade de concorrer a uma vaga na educação superior pública.Neste guia completo, você encontrará todas as informações oficiais do edital para que você consiga entender o SISU do início ao fim, sem depender de outras fontes. Quando abrem as inscrições para o SISU 2026? As inscrições para o SISU 2026 ocorrem de 19 a 23 de janeiro de 2026, exclusivamente pela internet, no site sisualuno.mec.gov.br. A inscrição é gratuita e só pode ser feita dentro desse período. Fora dessas datas, não é possível ingressar no processo seletivo. 👉 Dica estratégica: marque essas datas e acompanhe o sistema diariamente, pois a nota de corte muda todos os dias. Como funcionará o SISU 2026? O SISU 2026 funcionará em etapa única de inscrição, assim como ocorreu em 2025. Isso significa que: A classificação ocorre com base: Quem pode participar do SISU 2026? Pode participar do SISU 2026 o candidato que, cumulativamente: O sistema desconsidera automaticamente: Qual nota será usada no SISU 2026? O SISU 2026 considera as três últimas edições do Enem:2023, 2024 e 2025. O sistema escolhe automaticamente, para cada curso, a edição que gerar a melhor média ponderada, considerando: O candidato não escolhe qual nota usar. O próprio sistema seleciona a mais vantajosa. Como se inscrever no SISU 2026? (passo a passo) A inscrição no SISU 2026 é gratuita, feita exclusivamente pela internet e ocorre entre os dias 19 e 23 de janeiro de 2026. Todo o processo é organizado pelo Ministério da Educação (MEC) e acontece no Portal Único de Acesso ao Ensino Superior. Veja, abaixo, o passo a passo completo para não errar na inscrição: 1. Acesse o site oficial do SISU O candidato deve acessar o endereço:👉 sisualuno.mec.gov.br ⚠️ Não existe inscrição presencial nem por outros sites. Todo o processo ocorre nesse portal. 2. Faça login com sua conta gov.br Para entrar no sistema do SISU, é obrigatório possuir uma conta gov.br. Sem a conta gov.br, não é possível se inscrever. 3. Confira suas notas do Enem Após o login, o sistema: 📌 O candidato não escolhe manualmente a nota: o sistema faz isso de forma automática. 4. Preencha seus dados pessoais, sociais e econômicos Nesta etapa, o candidato deve informar: ⚠️ É fundamental preencher apenas informações que possam ser comprovadas no momento da matrícula. 5. Escolha até duas opções de curso O candidato pode escolher: As opções são indicadas como: 6. Acompanhe as notas de corte diariamente A partir do segundo dia de inscrição, o sistema passa a divulgar: Durante o período de inscrição, é possível: 📌 Apenas a última inscrição salva, ao final do prazo, será considerada. 7. Finalize e acompanhe o resultado Após concluir a inscrição: Quando sai o resultado do Enem usado no SISU 2026? O resultado do Enem 2025, que pode ser utilizado no SISU 2026, é divulgado antes do início das inscrições do SISU, permitindo que o candidato analise suas chances antes de se inscrever. O que aconteceu com o SISU 2025 e o que muda em 2026? O SISU 2025 já havia adotado a inscrição em etapa única. Em 2026, o modelo é mantido, mas com ajustes importantes, como: Essas mudanças não alteram a essência do programa, mas aprimoram o processo seletivo. O que é nota de corte no SISU? A nota de corte é a menor nota necessária, naquele momento, para estar entre os classificados dentro do número de vagas disponíveis. Ela: A nota de corte não garante vaga, pois a classificação é dinâmica até o encerramento das inscrições. Como escolher os cursos no SISU 2026? Durante a inscrição, o candidato pode escolher: É possível alterar as opções quantas vezes quiser, dentro do prazo de inscrição.Somente a última escolha registrada será considerada. Como funcionam as cotas no SISU? O SISU segue a Lei nº 12.711/2012 (Lei de Cotas) e as ações afirmativas próprias das instituições. As cotas contemplam: O candidato pode concorrer: Qual é a documentação exigida no SISU? Documentação básica: Para candidatos de cotas: ⚠️ Cada instituição pode exigir documentos adicionais. Sempre confira no sistema e no site da universidade. O que fazer se não for selecionado na chamada regular? O candidato pode manifestar interesse na lista de espera, no período de:29 de janeiro a 2 de fevereiro de 2026. A lista de espera: Quais são os prazos do SISU 2026? Resumo final: o que você precisa lembrar sobre o SISU 2026 O SISU 2026: Informação, organização e estratégia fazem diferença no resultado. Vai fazer o SISU pela primeira vez? Se você está começando agora, saiba que a redação do Enem é decisiva para sua classificação no SISU. 👉 Na nossa plataforma, você encontra:

Braille: ferramenta essencial para inclusão e cidadania de pessoas com deficiência visual. Tema relevante em vestibulares e no ENEM.

Planejar o calendário escolar com antecedência deixou de ser apenas uma questão administrativa. Em 2026, gestores, coordenadores e diretores precisam olhar para os feriados nacionais como ferramentas de organização pedagógica, planejamento institucional e tomada de decisão estratégica. Pensando nisso, reunimos neste conteúdo: Quais são os feriados nacionais no Brasil em 2026? Antes de qualquer planejamento pedagógico ou institucional, o primeiro passo é ter clareza sobre todas as datas oficiais. Em 2026, o Brasil terá os seguintes feriados nacionais: Data Dia da semana Feriado 01/01/2026 Quinta-feira Confraternização Universal 16/02/2026 Segunda-feira Carnaval 17/02/2026 Terça-feira Carnaval 03/04/2026 Sexta-feira Paixão de Cristo 21/04/2026 Terça-feira Tiradentes 01/05/2026 Sexta-feira Dia do Trabalho 04/06/2026 Quinta-feira Corpus Christi 07/09/2026 Segunda-feira Independência do Brasil 12/10/2026 Segunda-feira Nossa Senhora Aparecida 02/11/2026 Segunda-feira Finados 15/11/2026 Domingo Proclamação da República 20/11/2026 Sexta-feira Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra 25/12/2026 Sexta-feira Natal Ter esse panorama permite que a escola antecipe ajustes no calendário letivo, organize avaliações e evite improvisos ao longo do ano. Com o Redação Online, sua instituição pode planejar produções escritas, avaliações e projetos de linguagem ao longo de todo o ano, com correção de todos os gêneros textuais e relatórios pedagógicos por turma e série. Quais são os 12 feriados nacionais oficiais? Embora o calendário de 2026 apresente 13 datas amplamente utilizadas, a legislação brasileira reconhece oficialmente 12 feriados nacionais. Eles são: Além desses, o Carnaval e Corpus Christi são considerados pontos facultativos, mas amplamente adotados por escolas e instituições de ensino, o que reforça a necessidade de planejamento. É justamente nesses períodos de ponto facultativo e feriados prolongados que muitas escolas enfrentam perda de ritmo pedagógico. A diferença está em quem planeja com antecedência. O Redação Online permite organizar atividades por gênero textual, aplicar produções orientadas e acompanhar a evolução da escrita mesmo em semanas encurtadas, com correção estruturada e feedback pedagógico. Quais são as melhores datas para feriados em 2026? Do ponto de vista da gestão escolar, as “melhores” datas não são apenas aquelas que caem em segundas ou sextas-feiras. São as que permitem planejamento pedagógico inteligente. Em 2026, destacam-se: Essas janelas permitem que a escola: Calendário bem usado não gera pausa. Gera ritmo, previsibilidade e resultado. Com o Redação Online, sua escola conta com: Quer usar 2026 com estratégia desde agora? Receba gratuitamente o calendário escolar 2026 com orientações de uso pedagógico. Como o Redação Online ajuda sua instituição a planejar 2026 com segurança Independentemente das datas do calendário, o maior desafio das escolas é manter continuidade pedagógica, especialmente no ensino da escrita. O Redação Online foi criado exatamente para isso. ✔ Correção de todos os tipos de gêneros textuais✔ IA pedagógica aliada a corretores especialistas✔ Banco de temas sempre atualizado✔ Relatórios por aluno, turma e série✔ Materiais específicos para coordenadores✔ Apoio direto à gestão pedagógica Mais do que corrigir textos, a plataforma ajuda a escola a planejar, acompanhar e comprovar aprendizagem ao longo de todo o ano. Conclusão Planejar os feriados nacionais de 2026 é uma decisão estratégica.Mas transformar esse calendário em aprendizagem real exige método, dados e acompanhamento. Se sua instituição busca: O Redação Online é a escolha certa para 2026.

A expressão popular “em briga de marido e mulher, ninguém mete a colher” reflete uma herança cultural marcada pela naturalização da violência doméstica e pela crença de que conflitos familiares devem permanecer restritos ao espaço privado. No entanto, diante do aumento dos casos de agressão e feminicídio no Brasil, essa lógica vem sendo amplamente questionada. Em 2025, debates públicos, campanhas institucionais e reportagens jornalísticas evidenciam que a omissão social diante da violência de gênero contribui diretamente para sua perpetuação. Quando vizinhos, familiares ou conhecidos silenciam diante de agressões, reforça-se um ciclo de violência que pode resultar em danos físicos, psicológicos e até na morte das vítimas.Nesse contexto, surge uma indagação central para vestibulares e concursos: até que ponto a sociedade deve intervir em situações de violência doméstica? Discutir esse tema exige compreender que a violência contra a mulher não é apenas um problema individual, mas uma questão social, cultural e legal que demanda posicionamento coletivo. Textos motivadores sobre a omissão diante da violência doméstica no Brasil Os textos a seguir apresentam diferentes perspectivas sobre a responsabilidade social diante da violência doméstica e auxiliam na problematização do tema proposto. Texto I – Em briga de marido e mulher, a sociedade pode se omitir diante da violência? Durante a campanha Agosto Lilás, uma roda de conversa realizada em Itabira (MG) reforçou que a violência doméstica não deve ser tratada como um assunto privado. O encontro reuniu representantes da Polícia Civil, Polícia Militar, Ministério Público e profissionais da psicologia para discutir os impactos da omissão social nos casos de agressão contra mulheres. Segundo os debatedores, a reprodução de ditados populares que incentivam o silêncio contribui para a escalada da violência, que frequentemente se inicia com agressões psicológicas e evolui para formas mais graves, como a violência física e o feminicídio. Autoridades destacaram que a legislação brasileira prevê mecanismos de denúncia acessíveis a qualquer cidadão, rompendo com a ideia de que apenas a vítima pode ou deve agir. Além disso, especialistas apontaram que a violência de gênero atravessa classes sociais, níveis de escolaridade e contextos culturais, o que evidencia seu caráter estrutural. Dessa forma, a omissão coletiva não apenas falha em proteger a vítima, como também fortalece padrões culturais machistas que sustentam a agressão. Fonte adaptada: Vila de Utopia Texto II – Quando a violência acontece diante de todos, por que a sociedade ainda se omite? Dados recentes do DataSenado revelam que a violência doméstica segue sendo um problema estrutural no Brasil, marcado não apenas pela agressão em si, mas pela omissão coletiva. Em 2025, 3,7 milhões de mulheres brasileiras sofreram algum tipo de violência doméstica ou familiar, segundo a Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher, realizada com mais de 21 mil entrevistadas em todo o país. Um dos dados mais alarmantes do levantamento é que 71% das agressões ocorreram na presença de outras pessoas, incluindo vizinhos, familiares e, principalmente, crianças. Em grande parte desses casos, ninguém interveio: o DataSenado identificou que, em 40% das situações, nenhuma testemunha ofereceu qualquer tipo de ajuda à vítima, o que evidencia a naturalização da violência e o medo de “se envolver”. Além disso, a pesquisa aponta que a violência costuma ser recorrente. Quase 60% das vítimas relataram agressões ocorrendo há menos de seis meses, enquanto uma parcela significativa convive com a violência há mais de um ano. Ainda assim, a maioria das mulheres não busca ajuda formal. Apenas 28% registraram denúncia em delegacias, e somente 11% acionaram o Ligue 180, canal oficial de atendimento à mulher. Entre os principais motivos para não denunciar estão o medo de prejudicar os filhos, a descrença na punição do agressor e a esperança de que a agressão não se repita. Esses fatores reforçam que a omissão não é apenas individual, mas também institucional e cultural, sustentada por uma sociedade que ainda trata a violência doméstica como um problema privado. Outro aspecto preocupante revelado pelo estudo é que 79% das brasileiras acreditam que a violência contra a mulher aumentou, e 71% consideram o Brasil um país muito machista. Embora a maioria conheça a existência da Lei Maria da Penha, apenas uma parcela reduzida afirma compreendê-la plenamente, o que dificulta o acesso aos mecanismos de proteção e denúncia. Dessa forma, os dados do DataSenado evidenciam que o silêncio social diante da violência doméstica contribui para a continuidade do ciclo de agressões. Quando a sociedade escolhe “não meter a colher”, ela não permanece neutra: torna-se parte do problema. Fonte adaptada: Agência Senado – DataSenado Texto III – Quando a linguagem silencia a violência, quem está sendo protegido? A naturalização da violência doméstica também se constrói por meio da linguagem. É o que demonstra o artigo “Em briga de marido e mulher, ninguém mete a colher”: um olhar dialógico para webnotícias sobre violência contra a mulher, publicado em 2024 na revista Diálogo das Letras, pelas pesquisadoras Maria Lígia Freire Guilherme e Rodrigo Acosta Pereira. A partir da análise de 15 webnotícias veiculadas em grandes portais do jornalismo brasileiro, como Globo.com, UOL e Metrópoles, os autores investigam como a violência contra a mulher é discursivizada pela mídia hegemônica, especialmente em torno do Dia Internacional da Mulher (8 de março). O estudo parte da Análise Dialógica do Discurso, fundamentada nos escritos de Mikhail Bakhtin, para compreender como os sentidos sociais são produzidos, reforçados ou silenciados nos textos jornalísticos. Os resultados revelam que a violência contra a mulher é frequentemente apresentada de forma descontextualizada, individualizada ou suavizada, o que contribui para sua invisibilização enquanto problema estrutural. Segundo os autores, esse tipo de abordagem discursiva reforça uma cultura machista ao tratar a violência como um evento isolado, e não como resultado de relações históricas de desigualdade de gênero. Nesse contexto, o ditado popular “em briga de marido e mulher, ninguém mete a colher” aparece como um enunciado ideológico, que legitima a omissão social e desloca a violência do campo público para o privado. A pesquisa mostra que, ao repetir ou naturalizar esse tipo de discurso, a mídia contribui para a manutenção do silêncio, da passividade e da
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