
Com a expansão das redes sociais e das plataformas digitais, consolidou-se no Brasil um discurso cada vez mais recorrente: o de que o ensino superior perdeu relevância diante das oportunidades oferecidas pela internet. Influenciadores digitais, criadores de conteúdo e figuras públicas passaram a difundir a ideia de que “não vale a pena fazer faculdade”, reforçando a noção de que o sucesso financeiro pode ser alcançado rapidamente por meio de jogos online, apostas, monetização de perfis ou produção de vídeos virais.
Esse imaginário, amplamente disseminado no ambiente digital, contribui para a construção de uma percepção social que desvaloriza a formação universitária, enfraquece o papel da universidade na produção de conhecimento e compromete a formação crítica da juventude brasileira. Nesse contexto, torna-se fundamental refletir sobre as perspectivas da desvalorização do ensino superior no Brasil, especialmente diante da crescente influência digital e de seus impactos culturais, econômicos e democráticos.
O Brasil vivencia um processo contínuo de esvaziamento simbólico e prático do ensino superior. A universidade, historicamente associada à mobilidade social, à produção científica e à formação cidadã, tem sido alvo de discursos que a classificam como desnecessária, ideológica ou pouco rentável. Segundo dados do Censo da Educação Superior, mais de 75% dos jovens entre 18 e 24 anos não frequentam a universidade, evidenciando um afastamento significativo da juventude em relação à graduação.
Além disso, o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), principal porta de entrada para o ensino superior, registrou em 2024 o menor número de inscrições confirmadas dos últimos anos, com cerca de 4,3 milhões de participantes. Esse cenário revela não apenas dificuldades econômicas, como desemprego, baixos salários e alto custo das mensalidades, mas também uma mudança cultural profunda: cresce entre os jovens a percepção de que o diploma universitário não compensa o investimento.
Esse processo é intensificado pela atuação de influenciadores digitais e líderes religiosos que deslegitimam o valor da universidade, ao mesmo tempo em que exaltam trajetórias de sucesso baseadas na internet e no ganho rápido de dinheiro. Tal discurso alimenta uma ilusão de ascensão fácil e contribui para o enfraquecimento do pensamento crítico, da ciência e da formação intelectual. Ao desvalorizar o ensino superior, o país compromete não apenas o futuro profissional de sua juventude, mas também a própria democracia e a capacidade coletiva de transformação social.
Fonte adaptada:Revista Vertigem
A lógica de valorização do sucesso financeiro rápido, impulsionada pelas redes sociais, ganhou novo fôlego a partir de declarações públicas de influenciadores digitais. Em dezembro de 2025, a influenciadora Sammy Sampaio gerou ampla repercussão ao afirmar que, atualmente, influenciadores ganham mais dinheiro do que médicos, mesmo sem passar por longos anos de formação acadêmica. A fala foi feita durante um evento internacional, ao responder se “vale a pena” ser influenciador no Brasil.
Segundo a influenciadora, profissionais da medicina estudam por cerca de 25 anos para alcançar uma remuneração semelhante àquela obtida por criadores de conteúdo digital ao publicar sequências de stories ou vídeos curtos. A declaração provocou forte reação nas redes sociais, especialmente por ser interpretada como um discurso que minimiza o valor do ensino superior e da formação técnica especializada.
A repercussão do caso evidencia um fenômeno social mais amplo: a construção de narrativas que colocam o diploma universitário como dispensável diante da promessa de enriquecimento por meio da internet. Esse tipo de discurso, quando amplamente difundido, contribui para a fragilização da credibilidade do conhecimento acadêmico e reforça a ideia de que o esforço intelectual, científico e profissional não é mais necessário para alcançar reconhecimento social e sucesso econômico.
Além disso, críticas feitas por internautas apontaram o risco desse imaginário para as futuras gerações, ao questionarem quais seriam as consequências sociais de um cenário em que jovens abandonam a formação acadêmica em favor do engajamento digital. Assim, o episódio ilustra como a influência digital pode atuar como vetor simbólico da desvalorização do ensino superior, impactando escolhas educacionais e a percepção coletiva sobre o papel da universidade na sociedade brasileira.
Fonte adaptada:Metrópoles – Coluna Fábia Oliveira
Como a ausência de formação acadêmica entre grandes influenciadores digitais impacta a qualidade do debate público e a circulação de informações no Brasil?
Reportagem publicada pela revista Veja evidencia que grande parte dos maiores influenciadores digitais do país alcançou projeção nacional sem concluir o ensino superior e, em alguns casos, sequer a educação básica. Nomes como Virginia Fonseca, Zé Felipe, Whindersson Nunes e Carlinhos Maia acumulam milhões de seguidores e movimentam cifras expressivas na economia digital, embora não tenham passado por uma formação universitária formal. Segundo a análise apresentada, essa ausência de formação tende a refletir em limitações na construção de pensamento crítico, na capacidade de contextualizar temas complexos e na responsabilidade social dos conteúdos divulgados.
A reportagem destaca que a universidade não se restringe à transmissão de conhecimentos técnicos, mas exerce papel fundamental na formação ética, crítica e cidadã dos indivíduos. Quando figuras públicas com alto poder de influência produzem conteúdos informativos ou opinativos sem embasamento acadêmico, amplia-se o risco de simplificação excessiva de problemas sociais, disseminação de desinformação e fragilização da credibilidade pública. Assim, o texto aponta que a desvalorização do ensino superior, reforçada por discursos que exaltam o sucesso financeiro sem escolarização, contribui para um cenário em que a experiência pessoal se sobrepõe ao conhecimento científico validado.
Fonte adaptada: Veja

De que forma a charge evidencia a desvalorização da educação formal em meio à ascensão dos influenciadores digitais no Brasil?
A charge publicada no Blog do AFTM apresenta, de maneira irônica e crítica, o contraste entre a valorização crescente dos influenciadores digitais e o enfraquecimento simbólico da educação formal no país. Na imagem, um personagem afirma que o Brasil já possui mais “digital influencers” do que professores, enquanto outro responde, de forma sarcástica, que não conhece a qualidade da educação, mas acredita que “a qualidade das dancinhas vai melhorar muito”.
O humor gráfico evidencia uma crítica direta ao deslocamento de prestígio social: enquanto a formação educacional e o papel do professor são tratados com descaso, conteúdos superficiais voltados ao entretenimento ganham centralidade e reconhecimento. A charge denuncia, assim, uma inversão de valores, em que o sucesso digital imediato é exaltado em detrimento do investimento em educação, formação crítica e conhecimento científico. Ao recorrer à ironia, o texto visual provoca reflexão sobre as consequências sociais desse fenômeno para o futuro da educação e da cidadania no Brasil.
Fonte:Blog do AFTM – Charge “Digital Influencers”.
Causa:
a ascensão de influenciadores digitais bem-sucedidos financeiramente, aliada à exposição constante de ganhos rápidos nas redes sociais.
Consequência:
a construção de uma percepção social de que o ensino superior é dispensável, enfraquecendo a valorização do conhecimento científico e da formação crítica.
Possível solução:
políticas públicas de valorização da universidade, aliadas à divulgação científica acessível e à aproximação entre produção acadêmica e sociedade.
Causa:
a ausência de formação acadêmica sólida entre produtores de conteúdo que ocupam posições de referência pública.
Consequência:
a circulação de discursos rasos, opiniões sem embasamento técnico e confusão entre experiência pessoal e conhecimento validado, afetando debates sobre saúde, política e economia.
Possível solução:
incentivo à alfabetização midiática e digital, além do fortalecimento do papel da universidade como espaço de produção de conhecimento confiável.
Por fim, a desvalorização do ensino superior no Brasil não ocorre de forma espontânea, mas resulta de transformações econômicas, culturais e digitais que privilegiam o imediato em detrimento da formação crítica. Embora as redes sociais ampliem vozes e oportunidades, elas não substituem o papel da universidade na construção do pensamento, da ciência e da cidadania. Reconhecer essa tensão é essencial para que o país não abra mão do conhecimento como base de desenvolvimento social e democrático.
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Durante décadas, o Brasil foi definido como um país miscigenado, marcado pela convivência entre diferentes povos e culturas. No entanto, apesar dessa diversidade amplamente reconhecida no discurso social, grande parte da população brasileira desconhece sua própria ancestralidade. Esse distanciamento entre a realidade genética e a memória histórica revela um processo profundo de apagamento das origens africanas e indígenas na formação do país. Uma pesquisa científica inédita, publicada na revista Science e divulgada pelo Jornal Nacional, confirmou que o Brasil é o país mais miscigenado do mundo, reunindo uma complexa combinação de ancestralidades europeias, africanas e indígenas. Ainda assim, relatos pessoais mostram que muitos brasileiros sabem pouco ou quase nada sobre a história de suas famílias, especialmente quando se trata de origens não europeias. Esse desconhecimento não ocorre ao acaso, mas está ligado a um passado marcado por colonização, escravidão e violência, cujas consequências permanecem inscritas tanto na estrutura social quanto no próprio DNA da população. Dessa forma, discutir como o desconhecimento da própria ancestralidade reflete o apagamento histórico da miscigenação no Brasil torna-se fundamental para compreender os impactos da desigualdade racial, da invisibilização de povos originários e da forma como a história oficial foi construída. O tema dialoga diretamente com questões de identidade, memória coletiva, ciência e justiça social, sendo altamente pertinente para redações do ENEM, vestibulares e concursos. Textos motivadores sobre miscigenação no Brasil Texto I — Brasil é o país mais miscigenado do mundo, conclui pesquisa inédita Reprodução jornal nacional Uma pesquisa científica inédita concluiu que o Brasil possui a maior diversidade genética do mundo. O estudo, conduzido por pesquisadores da Universidade de São Paulo e integrante do projeto DNA do Brasil, analisou o genoma de mais de 2,7 mil pessoas de diferentes regiões, incluindo capitais e comunidades ribeirinhas. Os resultados mostram que a população brasileira é composta, em média, por 60% de ancestralidade europeia, 27% africana e 13% indígena, com variações regionais significativas. A pesquisa também revelou que a miscigenação brasileira foi marcada por profundas desigualdades históricas. Cerca de 71% da herança genética masculina tem origem europeia, enquanto 77% da herança genética feminina é africana ou indígena, evidenciando relações assimétricas e episódios de violência durante o período colonial. Além disso, os cientistas identificaram mais de 8 milhões de variações genéticas inéditas, muitas delas relacionadas a ancestralidades pouco estudadas, como as africanas e indígenas, tradicionalmente ausentes dos grandes bancos de dados genéticos. Esses dados demonstram que, embora a miscigenação seja uma característica central da formação do Brasil, a história das populações que a compõem foi frequentemente silenciada ou distorcida. Assim, a ciência genética surge não apenas como ferramenta para avanços na saúde, mas também como meio de revelar narrativas históricas apagadas e promover uma reflexão crítica sobre identidade e memória no país. Fonte adaptada: Jornal Nacional. Texto II — Como a miscigenação, a imigração e a violência histórica deixaram marcas no DNA dos brasileiros? Um estudo científico publicado na revista Science e divulgado pela BBC News Brasil revelou que a história da colonização do país não está registrada apenas em livros, mas também no DNA da população atual. A partir do sequenciamento completo do genoma de mais de 2,7 mil brasileiros, pesquisadores identificaram evidências diretas dos fluxos migratórios, da escravidão e das relações desiguais que marcaram os últimos cinco séculos da formação do Brasil. Os dados mostram que a miscigenação brasileira ocorreu de forma profundamente assimétrica. Mais de 70% da herança genética masculina tem origem europeia, enquanto a maior parte da herança genética feminina é africana ou indígena. Esse desequilíbrio evidencia um passado marcado pela violência colonial, pela escravização de povos africanos e pela exploração de mulheres indígenas e negras, cujas histórias foram sistematicamente silenciadas ao longo do tempo. Além disso, o estudo aponta que o Brasil foi palco do maior deslocamento intercontinental de populações da história. Entre os séculos XVI e XIX, cerca de 5 milhões de europeus migraram para o país, enquanto ao menos 5 milhões de africanos foram trazidos à força como pessoas escravizadas. Esse processo resultou em uma diversidade genética inédita, com combinações de ancestralidades que não existem nem mesmo nos continentes de origem. Apesar dessa riqueza genética, muitos brasileiros desconhecem sua própria ancestralidade, especialmente quando ligada a povos africanos e indígenas. Esse desconhecimento não é aleatório, mas consequência de um apagamento histórico promovido por narrativas oficiais que privilegiaram a herança europeia e minimizaram a violência estrutural que sustentou a miscigenação no país. Assim, o DNA brasileiro passa a funcionar como um documento histórico vivo, revelando desigualdades, exclusões e silenciamentos que ainda impactam a construção da identidade nacional. Fonte adaptada: BBC News Brasil TEXTO III Como a miscigenação no Brasil revela um processo histórico marcado por violência, apagamento e ressignificação cultural? Segundo o antropólogo Darcy Ribeiro, a identidade brasileira se consolidou a partir de um processo histórico complexo, marcado tanto por violência e imposição quanto por resistência e ressignificação cultural. A miscigenação entre indígenas, africanos e europeus não ocorreu de forma espontânea ou harmoniosa, mas foi atravessada por relações de poder desiguais. Ao longo da colonização, o encontro entre esses grupos foi mediado por dominação territorial, escravidão e exploração. Ainda assim, povos indígenas e africanos resistiram, preservando saberes, tradições e práticas culturais que influenciam profundamente a sociedade brasileira até hoje. Compreender a miscigenação no Brasil, portanto, significa ir além da diversidade étnica. Implica reconhecer os conflitos históricos, os processos de adaptação e as criações culturais que deram origem à formação do povo brasileiro. Nesse contexto, o desconhecimento da própria ancestralidade pode ser entendido como reflexo de um apagamento histórico, especialmente das contribuições indígenas e africanas, frequentemente silenciadas nos registros oficiais e no ensino tradicional da história nacional. Fonte adaptada: jurismenteaberta TEXTO IV – De que forma a arte brasileira revela a miscigenação e as desigualdades sociais invisibilizadas na história do país? Pintada em 1933, a obra Operários, da artista modernista Tarsila do Amaral, é considerada um dos principais retratos do processo de industrialização brasileira, especialmente no estado de São Paulo. A tela apresenta cinquenta e um trabalhadores da indústria, organizados lado a lado,
A primeira etapa do Seriado UFMG 2025–2027 marcou oficialmente a estreia de um novo modelo de seleção da Universidade Federal de Minas Gerais e, mais do que isso, revelou com clareza o perfil de estudante que a instituição pretende formar e selecionar ao longo dos próximos anos. A prova combinou questões objetivas tradicionais, alinhadas à Base Nacional Comum Curricular (BNCC), com uma questão discursiva de caráter reflexivo e argumentativo, que exigiu domínio da escrita, leitura crítica e capacidade de articulação de ideias. Esse equilíbrio entre objetividade e argumentação mostra que o seriado não avalia apenas conteúdo, mas também maturidade intelectual desde a 1ª série do Ensino Médio. Neste post, você confere uma análise completa da 1ª fase do Seriado UFMG, com foco na questão discursiva, nos textos motivadores, nos critérios de correção, na estrutura da prova objetiva e no que tudo isso indica para quem seguirá no processo até 2027. Como foi estruturada a prova da 1ª fase do Seriado UFMG? A prova foi composta por 45 questões objetivas, distribuídas entre as quatro áreas do conhecimento previstas na BNCC, e 1 questão discursiva, totalizando 49 pontos na etapa. Embora a parte objetiva represente a maior parcela da nota, a discursiva exerce papel estratégico, pois avalia competências que não aparecem nas alternativas de múltipla escolha, como argumentação, clareza textual e posicionamento crítico. Esse modelo reforça uma tendência já observada em grandes vestibulares: não basta acertar conteúdo, é preciso saber pensar e escrever sobre ele. Como foi a questão discursiva da 1ª fase do Seriado UFMG? A questão discursiva teve como tema “a importância das línguas para a humanidade” e solicitou a produção de um artigo de opinião, com mínimo de 12 e máximo de 15 linhas, a ser publicado em um jornal de grande circulação. Desde o comando, a banca deixou claro que o candidato deveria: A discursiva valeu 4 pontos, o que pode parecer pouco à primeira vista, mas, na prática, funciona como um forte critério de desempate, especialmente entre candidatos com desempenho semelhante na prova objetiva. Quais textos motivadores embasaram a discursiva? A coletânea apresentou quatro textos, que dialogavam de forma complementar: Essa diversidade textual exigiu do candidato leitura atenta, interpretação crítica e habilidade de diálogo entre linguagens verbais e não verbais, algo que se aproxima muito do que é cobrado em vestibulares como ENEM, UNICAMP e FUVEST. O que a banca avaliou na questão discursiva? A correção da discursiva seguiu critérios objetivos e bem definidos no edital. Foram considerados: Além disso, a banca analisou: A resposta deveria ser manuscrita, com caneta azul ou preta transparente, o que reforça a necessidade de treino também no formato físico da prova. Como foi a prova objetiva da 1ª fase da UFMG? De modo geral, a prova objetiva manteve semelhanças com vestibulares mais tradicionais. As questões apresentaram enunciados diretos, especialmente em Matemática e Ciências da Natureza, com cobrança de conteúdos clássicos, como: Esse formato indica que o seriado não abandona o conteúdo, mas o complementa com avaliação de competências mais complexas na parte discursiva. Linguagens e Ciências Humanas: onde a prova mais exigiu interpretação Em Linguagens e Ciências Humanas, a prova apresentou maior diversidade textual e exigência interpretativa. Obras e referências culturais apareceram tanto nos enunciados quanto nas alternativas, como: Já nas línguas estrangeiras, os temas abordaram questões contemporâneas, como guerra, meio ambiente, esporte, bullying e vacinação, exigindo leitura contextualizada e atenção ao sentido global dos textos. A interdisciplinaridade apareceu de forma efetiva? Apesar de a UFMG anunciar a interdisciplinaridade como eixo central do Seriado, nesta primeira etapa ela apareceu de forma mais concentrada na questão discursiva e em alguns itens de Linguagens. Ainda assim, o modelo aponta para uma tendência clara: a universidade valoriza a capacidade de conectar saberes, e isso tende a se intensificar nas próximas fases. O que essa prova revela sobre o perfil de aluno que a UFMG busca? A 1ª fase do Seriado UFMG deixa evidente que a universidade procura estudantes que sejam: Não se trata apenas de acertar respostas, mas de construir pensamento. Como se preparar para as próximas fases do Seriado UFMG? Diante desse cenário, a preparação precisa ser estratégica e contínua. É fundamental: 👉 Na Redação Online, você encontra: ✔ correções em até 24h ✔ treino para todos os gêneros discursivos ✔ Clube do Livro integrado à escrita✔ preparação para ENEM, vestibulares e concursos
Diante de calamidades climáticas cada vez mais intensas, a garantia do direito à moradia no Brasil se torna um desafio urgente sobre dignidade e justiça social para a população atingida.
Apesar de avanços, trabalhadores por app enfrentam instabilidade e falta de direitos. A valorização dessa categoria é um debate urgente sobre o futuro do trabalho no Brasil.
O acesso a medicamentos no Brasil expõe a profunda desigualdade social. Para a população de baixa renda, o direito à saúde, garantido por lei, nem sempre se concretiza na prática.
No Dia da Visibilidade Trans, celebramos avanços como a retificação de nome. Mas a luta por cidadania, saúde e segurança continua a ser um desafio diário contra a exclusão no Brasil.