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106 artigos publicados por Claudia Bechler no Blog do Redação Online.

Conheça alguns filósofos para usar como repertório em suas redações! Para quem está focado(a) nas provas do Enem, em especial, para quem treina redação, não é novidade que ter um bom repertório faz muita diferença. Isso porque, quando bem utilizado no texto, pode garantir um desenvolvimento das ideias mais profundo, o que impacta a nota de algumas competências. Portanto, além de treino, é fundamental que você separe um tempo para ampliar seus conhecimentos nas diversas áreas. Assim, você conseguirá se sair bem diante de qualquer tema. Hoje, trouxemos sugestões de filósofos para usar na redação. Associar algumas teorias e citações com o tema, geralmente, é uma boa estratégia. Você está preparado(a)? Se não, comece a anotar! Byung-Chul Han Nem só de K-pop vive a Coreia do Sul. Este pensador sul-coreano é um dos grandes nomes do momento entre os filósofos para usar na redação, em especial porque ele lança um olhar apurado para a sociedade contemporânea. Em suas obras, ele trata das relações – em especial de trabalho – em que, em nome de uma “liberdade” o que se vê são pessoas coagidas. Como assim? Bom, você já ouviu falar em ser “empresário de si mesmo”, não é? Para Byung-Chul Han, o excesso de foco no desempenho tem sobrecarregado as pessoas, sendo uma das causas de depressão e síndrome de burnout. Além disso, ele discute também a superexposição (via mídias sociais) e a necessidade de estarmos sempre produzindo, tornando a nossa relação com os aparatos digitais obsessiva. Para ele, a tendência é que o mundo privado deixe de existir, pois as coisas só são “reais” se são visíveis: uma lógica de “Posto, logo, existo”, um contraponto a outro filósofo, René Descartes, célebre pela frase “Penso, logo, existo”. Entre as principais obras de Han, podemos citar: Neste artigo do El Pais você encontra alguns de seus conceitos atrelados a eixos como: autenticidade, autoexploração, uso excessivo de dados (Big Data), comunicação, narcisismo, relação com os outros, questão dos refugiados, relação da humanidade com o tempo. Para o filósofo, a velocidade e o excesso de tarefas na sociedade de hiperconsumismo nos impede de termos momentos de contemplação, tornando as pessoas dóceis e manipuláveis, pois não mais refletem sobre os fatos. O que você pensa sobre isso? Nancy Fraser São poucas as mulheres que são citadas na redações, assim como também há uma limitação a pensadores de outros séculos enquanto há muita teoria atual sempre trabalhada. Portanto, trouxemos o nome de Nancy Fraser para que você descubra mais sobre suas ideias e se destaque em seus textos. Essa pensadora feminista norte-americana foca seus estudos nas concepções de justiça. No Brasil, seus conceitos podem ser vistos em obras como O velho está morrendo e o novo não pode nascer, Feminismo para os 99%, entre outras. Separamos este artigo, para você se aprofundar mais nas propostas teóricas dela. Edgar Morin Se você fez o Enem 2019 deve se lembrar desse nome. Nos textos motivadores, havia uma definição de Morin sobre o que é cinema. Lembrou? Pois é, ele é considerado um dos maiores pensadores ainda vivo (completou 100 anos em 2021!) e já deu contribuições sobre diversos temas, inclusive a respeito da educação. Portanto, vale a pena conhecer alguns de seus escritos e, assim, enriquecer sua argumentação com citações do filósofo. Assim, uma sugestão é conhecer a obra Os sete saberes necessários à educação do futuro. Veja, a seguir, algumas frases do autor: “Todo desenvolvimento verdadeiramente humano significa o desenvolvimento conjunto das autonomias individuais, das participações comunitárias e do sentimento de pertencer à espécie humana”. “A mundialização, a industrialização, atinge a todos, por esses motivos compartilhamos dos mesmos problemas e medos”. “Temos todos o mesmo destino porque vivemos com os mesmos problemas, medos e tensões. Vivemos os mesmos perigos, e eles são vários: as doenças, as guerras, as tensões religiosas”. “Reforma de pensamento significa reforma de educação”. Slavoj Žižek Para este filósofo esloveno, só existirá salvação para a humanidade a partir da união. Assim, se ainda não aprendemos com todas as crises já vividas, outras serão necessárias para nos fazerem mais solidários. O pensador tem como um de seus focos pensar a cultura popular da atualidade. Neste artigo da revista Piauí você pode conhecer um pouco mais das ideias que o lançaram ao “estrelato” e, assim, usar as ideias desse filósofo na sua redação. No ano passado, publicou a obra Pandemia: covid-19 e a reinvenção do comunismo, destacando diferentes aspectos do surto provocado pelo novo coronavírus: filosóficos, psicanalíticos, políticos, sociais, econômicos, ecológicos e ideológicos. Mas, se você nunca leu uma obra dele, veja a seguir algumas frases de mais um desses filósofos para usar na redação: “Você não pode mudar as pessoas, mas pode mudar o sistema para que as pessoas não sejam pressionadas a fazer certas coisas.” “O fato de não fazer nada não é vazio, tem um significado: dizer sim às relações de dominação existentes”. Achille Mbembe Mbembe é um filósofo camaronês que escreveu a obra Necropolítica, um conceito que tem sido muito lembrado na atualidade em função das formas de governo que pregam a morte da população e não a defesa da vida. Mais especificamente, revela como se dá a distribuição desigual da oportunidade de viver e morrer no sistema capitalista atual. Entre seus temas de pesquisa estão presentes, além de política, a história da África e o pós-colonialismo. Veja algumas frases que podem dar mais fundamentação aos seus textos, de acordo com a temática da prova: “Ser soberano é exercer controle sobre a mortalidade e definir a vida como a implantação e manifestação do poder.” “As desigualdades continuarão a crescer em todo o mundo. Mas, longe de alimentar um ciclo renovado de lutas de classe, os conflitos sociais tomarão cada vez mais a forma de racismo, ultranacionalismo, sexismo, rivalidades étnicas e religiosas, xenofobia, homofobia e outras paixões mortais.” Bom, agora que você conhece esses nomes, procure pesquisar mais sobre eles e aproveitar as suas teorias

Sempre surge a dúvida de quais órgãos do governo citar na proposta de intervenção da redação ENEM! Pensando nisso, resolvemos facilitar sua vida e listar os mais importantes! Não é novidade que uma boa proposta de intervenção pode garantir 200 pontos na sua redação para o Enem. Ela é avaliada na competência V e, para ser considerada completa, precisa conter agente, ação, modo/meio, efeito e detalhamento de algum dos itens anteriores. Portanto, treinar as propostas é fundamental para quem quer tirar uma excelente nota – ou, por que não, atingir a tão sonhada nota mil. Mas será que você sabe fazer uma proposta de intervenção interessante e, principalmente, coerente? Então, acontece que, algumas vezes, os participantes até conseguem pensar em uma ação bacana e que tenha um efeito bom. Porém, a associam a órgãos/entidades que não têm competência para colocá-la em prática. Alguns dos exemplos mais clássicos são: Assim, para você não ficar mais perdido(a) na hora de dizer quem vai fazer a ação que você pensou para o tema de redação, vamos explicar aqui o que fazem alguns órgãos do governo. Lembre-se de que há outras possibilidades de agentes, fora o governo, tá? Então, não se limite a eles. Mas, se for usar, use direito! Aliás, neste vídeo você aprende de verdade a fazer a proposta de intervenção com a Professora Chay: Órgãos do governo: atribuições de cada ministério para a proposta de intervenção Além de saber qual a função de cada ministério, tome cuidado com as nomenclaturas. Isso porque algumas pastas não existem mais (como o Ministério da Cultura, que é hoje uma Secretaria) e outras formam conjunto com outras pautas. Portanto, busque sempre se informar sobre quais ministérios/secretarias de fato atuam no momento. Acompanhe alguns dos principais órgãos a seguir. Órgãos do governo: Ministério do Meio Ambiente Trata-se da pasta responsável pela preservação do meio ambiente. Além disso, controla o Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis). Se o tema da sua redação está no eixo das questões ambientais (poluição, desmatamento), este é um agente que pode ser mencionado. Isso, claro, dependendo da ação que você propuser. Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos Antes apenas Ministério dos Direitos Humanos, a pasta agora também absorveu as demandas de mulheres e da família. Sua finalidade é bem ampla e engloba promover políticas públicas para a inclusão de grupos minoritários, entre eles, negros, indígenas e pessoas com deficiência. Assim, você pode usá-lo como agente na proposta de intervenção em diversas temáticas. Em especial, aquelas que dizem respeito à cidadania e aos direitos das minorias. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento O objetivo dessa pasta é promover o agronegócio e a segurança alimentar no país. De forma controversa, também tem a responsabilidade de cuidar da Fundação Nacional do Índio (Funai). A agricultura familiar, por exemplo, recebe apoio de programas desse ministério. Então, considerando a atual situação de escassez de alimentos, sendo o país um dos maiores produtores de alimentos do mundo, esse é um bom agente a ser cobrado a agir no seu texto se o tema tiver relação com essa questão. Além disso, é interessante pensar na sua ligação com a pasta do meio ambiente, não é mesmo? Antes de continuarmos, que tal conferir este post para dominar de ver a Competência V: Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Redação Online (@redacaonline) Ministério da Educação Agora, se o tema da redação tiver a ver com ensino no Brasil, o Ministério da Educação pode ser o seu agente na proposta de intervenção. Ele é responsável, por exemplo, pela Política Nacional da Educação e deve zelar pela qualidade e pelo cumprimento das normas educacionais. A propósito, muita gente apostou que o tema do Enem 2020 seria sobre alfabetização… Será que ficou para 2021? De todo modo, ações ligadas à educação são possíveis em muitos temas, visto que uma boa base educacional ajuda bastante a exercer a cidadania. Concorda? Ministério do Turismo Aqui, trata-se de uma pasta que deve promover o turismo como atividade econômica autossustentável. Ou seja, fazer com que o turismo gere empregos, a fim de fomentar a inclusão social. Claro que a escolha de um agente na proposta de intervenção depende muito da sua argumentação, do caminho que você tomou para tratar o tema. Mas, por exemplo, quando se falou em desigualdade social no tema da reaplicação do Enem 2020, o Ministério do Turismo poderia ser um órgão interessante para agir e mudar esse quadro por meio de decisões políticas. O que são os superministérios? Na atual gestão, na intenção de reduzir o número de pastas – o que, em teoria, diminuiria também custos – ministérios com similaridades foram agrupados e assim chamados de “superministérios”. Você sabia? Veja quais são eles e em que eixos temáticos eles podem ser usados como agentes. Mas atenção: não precisa colocar no seu texto a palavra Superministério, tá? A menos que você queira destacar essa união das várias pastas – nesse caso, use aspas. Superministério da Justiça Inclui: Ministério da Segurança Pública (ações da Polícia); Ministério do Trabalho (fiscalização e auditoria às condições de trabalho e afins); COAF (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) – que investiga toda e qualquer movimentação financeira suspeita; e CGU (Controladoria Geral da União) – que atua para prevenção e combate à corrupção. Use-o como agente em temas que tratam de questões de segurança pública, relações trabalhistas e combate à corrupção. Confira neste Reels uma checklist para mandar bem na competência V: Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Redação Online (@redacaonline) Superministério da Cidadania Tem a responsabilidade de promover programas culturais, esportivos, além de itens importantes como assuntos relativos à Lei Rouanet e ao Programa Bolsa Família. Na pandemia, cuidou das ações para implantação do auxílio emergencial, determinado pelo Legislativo. Novamente, pode ser um agente na proposta de intervenção de temas relativos a programas e ações afirmativas no combate às desigualdades sociais Superministério da Economia Resultado da maior fusão de pastas ministeriais, dita a política econômica, o

É muito importante conhecer a diferença entre ASSUNTO e TEMA se você está se preparando para a redação do ENEM, vestibular ou concurso! Aprenda conosco neste artigo! Entre todas as provas que os estudantes encaram, de olho em uma vaga na universidade ou num concurso, a redação é aquela que mais apreensão causa. E o motivo todo mundo já conhece: não saber se está preparado(a) para escrever sobre o tema de redação. Mas você sabia que muita gente confunde assunto e tema e, por isso, acaba, às vezes, fugindo daquilo que deveria ter tratado no texto? Pois é, por isso, neste post, vamos mostrar para você a diferença entre eles para que isso não seja mais uma coisa para se preocupar. Vamos lá? O que é o assunto de uma redação? Quando procuramos o assunto de uma redação, estamos falando de algo mais amplo, genérico, que pode servir de base para diversos temas. Como assim? Calma! O assunto pode ser algo como cidadania, desigualdade, violência urbana, sustentabilidade. Ou seja, lembra de quando a gente conversou por aqui sobre eixos temáticos? Pois então, eles nada mais são do que ASSUNTOS (gerais) que podem cair na prova. Porém, não tem como sabermos exatamente o recorte que será feito desse assunto. Por exemplo, quando se trata de cidadania, vários desdobramentos podem ser feitos: direito ao aborto, maioridade penal, ações afirmativas, eleições, entre outros. Viu como pra um mesmo assunto podem haver vários caminhos? É por isso que a gente sempre afirma: quanto mais você souber sobre determinado assunto, mais preparado(a) você estará para escrever sobre qualquer tema. Fechou? Como identificar o tema da redação? Agora que você já sabe o que é o assunto, vamos entender como identificar o tema da redação e assim evitar a fuga na hora de escrever o texto. A fuga do tema pode levar a sua nota a zero no Enem e nos vestibulares e concursos. Isso porque compreender o tema demonstra a capacidade de o candidato fazer interpretações corretas dos textos, sejam os motivadores, sejam os próprios enunciados das provas e a frase temática. Nesse sentido, errar o tema é uma tremenda bola fora e pode comprometer todo o seu ano de estudos. No último Enem, quase 1% dos participantes zerou a prova de redação por fuga do tema, maior motivo das notas zero. Pode parecer um número baixo, no entanto, quando vemos o total de provas corrigidas, isso equivale a mais de 27 mil notas zero por fuga do tema. É bastante coisa, não é mesmo? E tudo isso pode ser evitado prestando bastante atenção na frase temática. Resumidamente, podemos dizer que o tema é a ênfase que se quer dar dentro de determinado assunto. Ele, necessariamente, traz uma perspectiva, um olhar (alouuu, também se chama ponto de vista!) sobre determinado assunto. Além disso, ele propiciará uma discussão e uma tomada de posição diante dele – no Enem, a gente chama isso de tese. Vamos ver melhor isso com um exemplo? Diferença entre assunto e tema na prática Um bom jeito de entender a diferença entre assunto e tema da redação é pegar uma frase temática e analisá-la. Vamos usar aqui a do Enem impresso 2020: “O estigma associado às doenças mentais na sociedade brasileira”. Nesse caso, o assunto mais amplo, o geral, está no universo das doenças mentais. Perceba que muita gente levou à discussão para a questão da “saúde mental”, que pode até ter suas aproximações, mas não é o assunto. A menos que você tratasse da ausência de saúde mental, aqui corria-se o risco de fugir do tema, caso o participante não tenha se atentado a isso. Diante do assunto “doenças mentais”, o recorte feito diz respeito ao estigma associado a elas na sociedade brasileira. Veja bem: não se tratava de falar de inclusão de pessoas com doenças mentais, nem de melhores tratamentos indicados para pessoas com esse tipo de enfermidade. Aqui, o foco da discussão estava em como o estigma aparece e como ele afeta as relações na sociedade. Ficou mais claro? Nesse tema específico, era importante saber o significado da palavra estigma, que é, nesse caso, o social, ou seja, uma “marca” que, em geral, demonstra desaprovação diante de determinado comportamento. Por isso é importante ter um bom vocabulário e ler com atenção os textos motivadores que, quase sempre, trazem explicações que ajudam a compreender termos que podem não ser usuais para a maioria dos candidatos. Outro exemplo, e que gerou bastante polêmica na época, tem a ver com o tema de 2017 do Enem: “Desafios para a formação educacional de surdos no Brasil”. Naquele ano, o assunto mais amplo dizia respeito à Educação, porém o recorte (ou tema) era bem específico: formação educacional de surdos. No entanto, muita gente “sentou na graxa”, tratando de pessoas com deficiência de um modo geral, sem escrever sobre a questão dos surdos e suas especifidades. Capisce? https://youtu.be/OVmU3jxrIFE Curtiu as dicas sobre assunto e tema? Que tal ir agora à nossa plataforma e escolher um tema para treinar a escrita da redação? Depois, envie o texto para os nossos corretores para eles mandarem aquele feedback dizendo que você tirou 200 pontos na competência II! Até a próxima!

Conheça os 10 erros gramaticais mais frequentes e pare agora mesmo de cometê-los. Saiba tudo sobre eles neste post! Embora no dia a dia desvios gramaticais sejam muito comuns e até mesmo aceitáveis, em provas de redação, sejam de concurso ou vestibular, é necessário evitá-las. Isso porque conhecer a norma padrão culta da língua portuguesa é, invariavelmente, pré-requisito desse tipo de processo de seleção. Assim, saber algumas regras gramaticais é fundamental. Porém, há alguns desvios que são mais comuns do que se imagina e acabam quase virando regras (mas daquilo que NÃO se deve fazer). Então, neste post separamos os 10 erros gramaticais que quase todo mundo comete para você ficar atento(a) a eles. 10 erros gramaticais: Afins Se você não está a fim de perder pontos na competência 1 do Enem, por exemplo, precisa saber disto aqui. Muita gente confunde a fim (separado) e afim (junto). Os significados são bem distintos, então o uso de um ou outro muda completamento o sentido da frase – ou mesmo deixa ela sem sentido. Não se esqueça mais: A fim (separado) usa-se sempre quando se fala de finalidade ou desejo (Ela está a fim de tirar 1000 na redação). Afim (junto) usa-se para indicar afinidade, semelhança (Os alunos tiveram ideias afins). 10 erros gramaticais: Onde ou Aonde? Apesar de ambos se referirem a lugar, fique atento(a) para quando é correto usar um ou outro. Aonde será usado sempre que os verbos da oração solicitarem preposição ou quando as orações indicarem movimento (Você quer me levar aonde?). Já “onde” se usa quando nos referimos a um lugar específico; um local onde algo ou alguém está. Hoje em dia, é muito comum as pessoas – inclusive nos meios de comunicação – utilizarem ONDE para qualquer situação, em qualquer contexto, mesmo não se referindo a local específico. Longe de ser algo que faz o texto ficar “bonito” ou “correto”, esse uso tira diversos pontos de estudantes todos os anos em provas. Então, sempre que sua mãozinha coçar para escrever ONDE em uma frase, pare e pense: nesse caso, estou indicando o local em que alguém ou algo está? Se eu trocar esse onde por “lugar em que” a oração permanece com sentido inalterado? Está fazendo sentido, vá em frente. Se não, provavelmente você deveria estar usando no(a) qual, em que etc. Portanto, muito cuidado! Ao invés de ou em vez de? Ao contrário do que muita gente pensa, aqui não temos uma definição de “tanto faz”. Pois é, não se trata da mesma coisa, e esse é um dos erros gramaticais mais comuns. Aliás, não só entre candidatos a provas. No mundo corporativo, esse tipo de engano também é frequente. Por isso, a maioria das pessoas acredita que são expressões equivalentes. Mas saiba que você só irá utilizar “ao invés de” quando a ideia que quer transmitir é de oposição, algo que é o contrário. Por exemplo, quando dizemos que o motociclista virou à direta ao invés de à esquerda. Quando usamos “em vez de” queremos dizer que algo foi feito em lugar de outra coisa. Assim, podemos dizer que preferimos comer pipoca doce em vez de salgada. A boa notícia é que EM VEZ DE pode ser usado no lugar de AO INVÉS DE, ou seja, que tal adotar somente a primeira forma se você ainda não domina as diferenças entre elas? Já ajuda bastante, né? 10 erros gramaticais: Há ou a Esse também é um dos erros gramaticais que pode mudar todo o sentido do que você queria dizer. O “há” será usado sempre quando queremos indicar tempo decorrido/passado. Pode ser substituído por faz e é importante você não esquecer que, com esse sentido, ele é invariável quanto ao número, é impessoal. Ou seja, ele sempre ficar no singular. Isso também acontece quando se usa esse verbo com o sentido de existir. O “a” indica um momento futuro ou distância (As inscrições para o Enem inicial daqui a alguns dias; A casa da minha mãe é a 10 quilômetros do centro). Porquês Clássicos, os usos dos porquês sempre causam dúvidas. Preste atenção para não errar mais. Por que: tem função interrogativa, usa-se separado. Porque: tem função explicativa, pode ser substituído por “pois”, usa-se junto. Por quê: tem função interrogativa também, mas aparece no final de frase ou frase isolada. O acento se deve à posição na oração, e não ao seu sentido – que é exatamente o mesmo do primeiro desta lista. Porquê: tem função de substantivo na frase. Pode ser substituído por “motivo” (Ninguém soube explicar o porquê/motivo daquela briga.). É regido por um artigo. https://youtu.be/w5VIMy0ropg A princípio ou em princípio? As duas formas existem, o problema está no uso equivocado com relação ao sentido. Portanto, lembre-se de que o “a princípio” será utilizado quando queremos algo equivalente a “no início”. Já “em princípio” tem o mesmo sentido de “em tese”, como nesta frase: Em princípio, todos têm chance de tirar boas notas. Tem/têm Por incrível que pareça, muita gente não sabe por que existe uma forma do verbo ter com acento e outra sem. Esse é um dos erros gramaticais que podem ser facilmente evitados nas suas redações. Ambas as formas são conjugações do verbo ter no presente do indicativo: sem acento, quando falamos da terceira pessoa singular; com acento, quando se trata da terceira pessoa plural. Assim, “ele tem/eles têm”. Há acento diferencial também em outros verbos, como conter (contém/contêm). Na medida em que ou à medida que Aqui mais um caso em que as expressões existem, mas, por vezes, são usadas de forma equivocada. “À medida que” usa-se quando se quer o sentido de proporção. Por exemplo: À medida que eu mais treino, os erros diminuem. Já “na medida em que” sugere a ideia de causa e tem o mesmo sentido de uma vez que, visto que, tendo em vista. Traz e trás Aquim temos a conjugação do verbo trazer (traz) e trás, que indica a parte posterior (olhou para trás). É bastante comum as pessoas trocarem uma palavra

Confira os textos motivadores a seguir e escreva uma redação sobre o tema ”O conflito entre gerações”! Leia os textos motivadores a seguir. Assim, com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo sobre o tema ”O conflito entre gerações”. Use a modalidade escrita formal da língua portuguesa e apresente proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Então, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista. Texto 1 Para o sociólogo húngaro Karl Mannheim, a geração consiste em um grupo de pessoas nascidas na mesma época, que viveram os mesmos acontecimentos sociais durante a sua formação e crescimento e que partilharam a mesma experiência histórica, sendo esta significativa para todo o grupo. Estes fatores dão origem a uma consciência comum, que permanece ao longo do respectivo curso de vida. A interação de uma geração mais nova com as precedentes origina tensões potencializadoras de mudança social. O conceito que aqui está patente atribui à geração uma forte identidade histórica, visível quando nos referimos, por exemplo, à “geração do pós-guerra”. O conceito de “geração” impõe a consideração da complexidade dos fatores de estratificação social e da convergência sincrônica de todos eles; a geração não dilui os efeitos de classe, de gênero ou de raça na caracterização das posições sociais, mas conjuga-se com eles, numa relação que não é meramente aditiva nem complementar, antes se exerce na sua especificidade, ativando ou desativando parcialmente esses efeitos. Fonte: noticias r7 Texto 2 O momento histórico e social em que cada pessoa nasceu influenciará o desenvolvimento do jeito como ela vê o mundo. E não só isso, influenciará também a forma como ela o percebe e como reage a ele. A questão é que muitas vezes dentro de um ambiente organizacional, essas perspectivas não estão alinhadas. E, devido a uma certa dificuldade do ser humano em lidar com o diferente, surgem conflitos que podem atrapalhar todo um clima organizacional. E não são poucas as empresas que passam por isso. Segundo pesquisa realizada pela Câmara Americana de Comércio para o Brasil (Amcham), 75% das empresas enfrentam problemas geracionais. E os resultados desses conflitos são muito prejudiciais. Um estudo feito pela ASTD Workforce Development em parceria com a VitalSmarts mostrou que cerca de 35% dos entrevistados admite que sua companhia gasta pelo menos cinco horas de trabalho por semana em conflitos entre gerações. Ou seja, existe uma perda de produtividade de cerca de 12%. Além disso, esses conflitos podem ser um dos diversos fatores estressores na prática laboral, uma vez que contribuem para o detrimento da saúde física e mental dos colaboradores. Como já mencionamos em outra publicação, empresas que possuem altos níveis de estresse apresentam também funcionários com mais sintomas clínicos de doenças mentais e o dobro de licenças não planejadas. Isso tem, além de custos diretos, um enorme impacto na produtividade da empresa. Fonte: vitalk Texto 3 É possível falar de convívio entre gerações em arranjos familiares, sejam eles casais com filhos, mães ou pais solteiros com filhos, biológicos ou não, e avós que criam os netos. Essas pessoas, muitas vezes, fazem parte de épocas diferentes e, provavelmente, discordam em alguns aspectos da vida. Ceneide Maria de Oliveira Cerveny, doutora em psicologia e professora na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), estuda relações familiares e intergeracionalidade. Ela afirma que o ser humano nasce com uma dupla tarefa. “[temos de] ser nós mesmos e, ao mesmo tempo pertencermos a uma família situada sempre em um tempo e espaço”, explica. É devido a essa dualidade que ocorrem os conflitos de gerações. O contexto em que cada indivíduo cresce influencia na forma com que ele analisa os problemas enfrentados ao longo da vida. Camila Barbosa Lima, formada em design gráfico, pertence aos Millennials e é mãe. Ela acredita que o contexto econômico ao qual uma pessoa está submetida também influencia as suas percepções de mundo. “Questões como feminismo e machismo são muito fortes no conflito entre gerações por causa disso. Quanto menos acesso à informação, menos tolerantes ficamos com o que é diferente de nós”, pontua Camila. No entanto, ela acredita que as novas gerações questionam os valores e as regras seguidas pelas de seus antecessores. “Entre pais e filhos, percebo que as novas gerações aceitam cada vez menos a imposição dos pais nas suas escolhas, assim como a imposições de padrões sociais toleráveis ou estabelecidos pelas gerações anteriores”, explica. Fonte: reporter unesp Confira agora uma lista de repertórios para o tema “O conflito entre gerações” . Após escrever a sua redação, envie em nossa plataforma e receba a correção em até 3 dias úteis!

Saiba como usar a nota do ENEM para ingressar em universidades de outros países! Neste momento, você deve estar se preparando para as provas do Enem, provavelmente, pensando em qual universidade brasileira você gostaria de estudar no ano que vem. Mas que tal ampliar esse horizonte e usar a sua nota do Enem para estudar fora do Brasil? Se essa ainda não era uma possibilidade, saiba que diversas instituições de ensino internacionais aceitam a nota no Exame como requisito para ingresso. Então, acompanhe neste post em qual delas você poderá se inscrever e, quem sabe, comece a se planejar e arrumar as suas malas! Portugal Desde 2014, o Inep mantém um acordo com instituições de educação superior portuguesas, chamado Enem Portugal. Hoje, são 50 universidades que aceitam a nota do Enem para o ingresso. Mas fique atento: cada uma delas tem seus critérios individuais para aceitar alunos, além de um calendário próprio. Portanto, é necessário acessar a página do Inep, conhecer esses locais e ver os pré-requisitos que você precisa atender em cada uma delas. No site da Universidade de Coimbra, por exemplo, você pode consultar um passo a passo para a inscrição. Também é possível verificar o cronograma, que já está em andamento. Se você perdeu os primeiros prazos, haverá uma fase extraordinária de inscrição entre os dias 18 e 29 de outubro deste ano. Não fez o Enem 2020? Não se preocupe. Conheça o Ano Zero, uma nova forma de acesso a essa universidade. Trata-se de um curso preparatório, com a duração de 1 ano letivo, que permite a aquisição de conhecimentos linguísticos e disciplinares necessários à candidatura aos cursos de graduação da Universidade de Coimbra. Mas se essa cidade não está nos seus planos, conheça as outras 49 instituições disponíveis pelo Enem Portugal se sua escolha para estudar fora for nesse país! Reino Unido No Reino Unido, você tem algumas opções também para estudar fora usando a sua nota do Enem. Uma delas é tentar uma vaga na Universidade de Oxford, a mais antiga de língua inglesa e a segunda mais antiga da Europa. Também é possível tentar a sua chance em Bristol e Kingston, que, assim como em Portugal, podem ter outros critérios de seleção além da nota na prova. Pode ser solicitada, por exemplo, a comprovação da fluência em inglês, o seu histórico escolar no ensino médio e uma relação de atividades extracurriculares desenvolvidas por você aqui no Brasil. Ainda, é possível que, além da nota do Enem, você precise realizar um vestibular local. Se você está pensando nessa região para estudar, talvez se interesse também pela Universidade de Glasgow, na Escócia, que também aceita Enem como parte da inscrição. As informações (em inglês) podem ser encontradas no site do local. França Parlez-vous français? Se a resposta foi sim, você talvez queira usar a sua nota do Enem para estudar na França. Porém, lá o processo pode ser um pouco mais complexo e, novamente, vai exigir de você muita organização e fluência no idioma. Você não quer passar pelos mesmo perrengues que a Emily em Paris, não é mesmo? Então, saiba que uma das exigências para ingressar nas universidades francesas é a aprovação em uma universidade brasileira, seja pública ou privada. Assim, o curso precisa ser semelhante com aquele que você quer fazer na França. Porém, se você não passou em nenhuma ou em uma instituição que não aceita o Enem (como a USP), pode apresentar como comprovante de acesso uma declaração de admissão oficial, em um curso na mesma área de estudos da que pretende ingressar na França. Então estava pensando que estudar fora com a nota do Enem seria mais tranquilo que no Brasil? Além de tudo isso, você tem que comprovar a proficiência em francês e ter um histórico escolar impecável. Ainda, é possível que cada universidade peça outros documentos que complementem as informações sobre você. Entre as opções francesas estão as universidades Paris 6 e Paris 11. Então… Nada mal, né? América do Norte Agora, se você não tem a intenção de ir para o outro lado do Atlântico, há oportunidades aqui mesmo nas Américas. A New York University pode ser a sua escolha caso queira ir para os Estados Unidos. Isso porque, devido à falta de preparação dos estudantes estrangeiros para as provas tradicionais norte-americanas, elas acabavam sendo um empecilho para o ingresso. Portanto, a instituição passou a aceitar recentemente os exames de outras nacionalidades. Legal, né? Mas, nesse caso, mesmo podendo usar a própria nota, a escola em que o candidato fez o ensino médio precisa confirmá-la. Já no Canadá, a Universidade de Toronto pode ser o seu destino para estudar fora. Além de apresentar a sua nota, é preciso também mostrar o diploma ou certificado de conclusão do ensino médio. Se você começou a pensar agora nessa possibilidade de estudar fora durante a graduação, lembre-se de que: Gostou dessas dicas? Então, conta aí pra gente nos comentários se você pretende usar a nota do Enem para estudar fora do Brasil! Ah, lembre-se de estudar redação durante a preparação para o ENEM! Ela corresponde a 20% da nota e pode te ajudar a alcançar uma pontuação excelente para conseguir estudar no exterior! Por isso, conte com o auxílio da nossa plataforma de correção de redações!

Saiba qual pontuação você deve fazer no ENEM para passar em medicina! O curso de medicina, tradicionalmente, é um dos mais concorridos nos vestibulares do Brasil. Para se ter uma ideia, na UEL (Universidade Estadual de Londrina), em 2021, o vestibular teve cerca de 265 candidatos por vaga. É bastante concorrência, não é mesmo? Porém, com as novas formas de ingresso nas faculdades via Sisu e Prouni, por exemplo, mais oportunidades de conseguir a sonhada vaga são possíveis. Mas você sabe qual a pontuação Enem necessária para passar em medicina? Venha com a gente que vamos contar como você pode tentar garantir a sua. No Sisu 2021, o curso de medicina teve a maior nota corte para ingressar na Universidade Federal do Maranhão (UFMA). A pontuação Enem mais alta para a vaga foi de 952,51, liderando o ranking. Para saber um pouco mais sobre essa disputa, você também pode acessar o comparativo das notas de corte dos cursos de medicina no Sisu 2021. Nele, foram consideradas as vagas relativas à ampla concorrência, mas já serve como uma base sobre a pontuação que você deve atingir quando chegar a sua vez. Mas o que é a nota de corte? A nota de corte equivale à menor nota que um candidato precisa ter para conseguir disputar por uma das vagas disponíveis na instituição de sua escolha. Para Medicina, estima-se que é necessário ter cerca de 70% de acertos no Enem para obter mais chances no Sisu. No ProUni também há notas de corte para pleitear as bolsas de estudos integrais ou parciais. Embora para se inscrever seja necessário apenas ter no mínimo 450 pontos e não ter tirado zero na redação, com essa pontuação no Enem é pouco provável que se consiga uma vaga em medicina. Tenha em mente que nos últimos anos a nota do Enem necessária para conseguir uma bolsa do ProUni nesse curso teve uma variação de 720 até quase 800. Então, será necessário que você consiga fazer quase o dobro da nota mínima para ter mais chances. Neste ano, uma estudante de Uberaba que disputava uma vaga em medicina pelo Sisu produziu uma planilha com as notas de corte para o curso. Com base nos dados dos canais oficiais das instituições, ela analisou todas as notas de corte e depois divulgou o seu método, que acabou viralizando, conforme divulgado pelo Jornal da Manhã. Você pode consultar a planilha dela para ter mais informações, que depois incluíram a situação das pessoas que disputam as vagas por cotas. Como a redação pode melhorar a nota geral do Enem? Muitas pessoas tentam vagas em que a disputa não seja tão grande para tentar ingressar na universidade logo. Outras, no entanto, apostam na carreira dos sonhos desde o começo e, assim, investem seu tempo e energia para conseguir alcançá-la. Para boa parte dos estudantes brasileiros, uma nota alta no Enem pode colocá-los mais próximos de realizarem seus sonhos profissionais. Por isso, ir muito bem nas provas é primordial. E a redação, como você que nos acompanha já sabe, equivale a 20% da média geral do Exame Nacional. Então, é evidente que ela é muito importante, especialmente para quem busca uma vaga no curso de medicina. Além de ir muito bem em todas as demais provas, a redação precisa atingir os níveis mais altos em todas as competências para, dessa forma, garantir uma pontuação acima de 730. O que fazer para tirar uma boa nota na redação do Enem? Vamos relembrar as 5 competências e dizer como você pode atingir os níveis mais altos em cada uma delas para assegurar uma boa nota na redação. Anote aí e veja se já está fazendo o possível para ter uma boa pontuação Enem para medicina! Competência 1 Avalia o domínio da modalidade formal da língua portuguesa na escrita. Quanto menos desvios e melhor a estrutura sintática das suas orações, maiores são as chances de chegar a 200 pontos nessa competência. São permitidos até 2 desvios e uma falha de estrutura para atingir o nível 5. Competência 2 Avalia se o participante compreendeu a proposta de redação. Além disso, verifica-se se ele soube aplicar conceitos das várias áreas do conhecimento para fazer um bom desenvolvimento, dentro da estrutura dissertativo-argumentativa. Ou seja, aqui é analisado se foi atendido o tipo textual solicitado e se houve bom uso de repertório sociocultural, produtivo e pertinente ao tema. Quem está se preparando para ingressar em medicina certamente está também ampliando seu repertório. Isso é fundamental para conseguir 200 pontos nessa competência. Então, não tem outro jeito: é preciso também treinar muito a escrita! Competência 3 Este quesito avalia se o estudante conseguiu selecionar, relacionar, organizar e interpretar as informações, os fatos e as opiniões para defender o seu ponto de vista. Em outras palavras, avalia-se a coerência do projeto de texto e o nível de desenvolvimento da argumentação. Competência 4 Avalia se houve uso diversificado de elementos coesivos. Os níveis mais altos nessa competência são atingidos quando o participante faz uso de expressivos elementos coesivos inter e intraparágrafos, com raras repetições e sem inadequações, com pelo menos 2 momentos com operadores argumentativos entre os parágrafos e 1 elemento coesivo de qualquer tipo dentro de todos os parágrafos. Competência 5 A nota máxima nessa competência acontece quando os 5 elementos obrigatórios da proposta de intervenção aparecem no texto. São eles: agente, ação, modo/meio, efeito e um detalhamento. Prepara-se para vencer! Lembre-se: não é porque é difícil que é impossível! Portanto, mesmo sendo um curso bastante disputado, você tem chances, sim, de conseguir a sua vaga em medicina! Estude bastante e não se esqueça de treinar muito a redação! Ela pode elevar bastante a sua pontuação Enem geral, então dê atenção a ela no seu cronograma de estudos. E conte conosco para aumentar ainda mais a sua média. Conheça os nossos planos! Nós temos um especial para quem quer cursar medicina, o ENEM

Confira alguns filmes brasileiros que você pode usar para enriquecer suas redações! Uma boa redação sempre apresenta ideias bem contextualizadas, fundamentadas por um repertório sociocultural produtivo. Vocês já estão cansados de ouvir isso, não é mesmo? Mas nós vamos continuar falando! Isso porque uma redação bem construída pode elevar – e muito – a sua nota, seja no Enem ou em outras provas. E não só lendo notícias e estudando as áreas de conhecimento que você consegue apresentar uma boa argumentação. Os produtos culturais, como literatura e séries, por exemplo, agregam muito aos textos. E, é claro, o cinema também pode ajudar bastante nisso. Por essa razão, trouxemos a indicação de 6 filmes nacionais para você usar nas suas redações. Prepare a pipoca e bora aprender! Central do Brasil (1998) Mundialmente conhecido como o filme pelo qual o Oscar perdeu a oportunidade de premiar a Fernanda Montenegro como melhor atriz, Central do Brasil precisa estar na sua lista. Embora tenha mais de 20 anos da sua estreia, traz um retrato de uma parte do Brasil que segue atual. Nele, Dora, uma professora aposentada, complementa a renda escrevendo cartas para pessoas analfabetas na Estação Central do Brasil, no Rio de Janeiro. Porém, sua vida tranquila vira do avesso quando se vê responsável pelo filho de 9 anos de uma cliente. Assim, logo após quase vender o menino, ela decide ir com ele procurar seu pai no Nordeste. Apesar de não escrevermos cartas com tanta frequência, gênero textual que foi substituído pelos e-mails e mensagens em aplicativos, podemos pensar em algumas questões a partir desse filme. Muita gente achou que no Enem 2020 o tema seria sobre Alfabetização. Não foi. Quem ainda aposta nisso, poderia usar este filme para falar sobre a questão do analfabetismo a partir da forma como Dora ganhava uma renda extra. A desigualdade social, que também já foi tema, mas sempre pode aparecer de novo, também está presente. Além disso, dá para se discutir a migração das pessoas do Norte e Nordeste para estados mais Sul do Brasil. Outro tema em que esse filme poderia ser usado seria o tráfico de pessoas e de órgãos. Ufa! Assista e aproveite para preencher sua lista de repertórios por eixos temáticos. https://youtu.be/lARFBFxjLNI Edifício Master (2002) Tido como obra-prima do cineasta Eduardo Coutinho (1933-2014), esse documentário aborda questões como desigualdade social, resistência e diversidade. Dentro de um prédio decante de Copacabana, moradores e a diversidade de composições familiares são acompanhados pelas lentes. Assim, o contraste da população pobre que mora em uma região considerada de gente rica mostra o preconceito com esse grupo marginalizado e a forma como lutam pela sobrevivência em uma sociedade opressora. No Youtube você consegue acessar isoladamente as histórias de algumas dessas personagens da vida real. Portanto, não perca! Divino amor (2019) Quem disse que os filmes nacionais não têm ficção científica? Em “Divino amor”, temos a temática do conservadorismo e fanatismo religioso em um distópico Brasil do futuro. Já pensou parar em um Drive-Thru de orações? Pois é! Nesta trema, tem! A história se passa em 2027 e narra a história de uma trabalhadora de um cartório e usa seu cargo para tentar “salvar” casais que chegam para se divorciar. Assim, ela os leva até o culto do qual faz parte. Então, é aí que entra a discussão da divisão entre Estado e religião. De acordo com o Observatório de Cinema, trata-se de uma obra que discute o caráter laico do Estado, um tema bastante atual, não é mesmo? Certamente, pode constar em repertórios para redações que tratem de intolerância religiosa, respeito à diversidade, papel do Estado na vida das pessoas. Confira! Estou me guardando para quando o carnaval chegar (2019) Mais um filme nacional em formato documentário para você refletir e usar na sua redação. Essa obra cinematográfica fez parte da seleção oficial da Mostra Panorama do Festival de Berlim e recebeu Menção Honrosa do Júri Oficial e da ABD/SP. Além disso, ganhou o prêmio da crítica no Festival É Tudo Verdade 2019. Mas, afinal, de que se trata e como posso usar isso na redação? Vamos lá! Muito se fala atualmente sobre empreendedorismo e se isso é uma oportunidade ou necessidade, não é? Então, este filme mostra uma pequena cidade do agreste de Pernambuco em que muitos dos moradores trabalha na produção de peças em jeans. A rotina é puxada: cerca de 16 horas de trabalho por dia, 7 dias por semana, sem folga. Exceto no Carnaval, quando eles vendem tudo que têm para curtir os dias de folia. Trata-se um retrato dos “escravos modernos”, como muitas vezes é o papel do empreendedores individuais. Você pode usar também em temas que discutam direitos, uma vez que tais trabalhadores, por não serem empregados das fábricas, não os acessam. Assim, eles arcam com todos os problemas que possam ocorrer na produção, como um acidente de trabalho ou a quebra de um equipamento, por exemplo. De fato, você pode tirar muitas ideias para pensar sobre emprego, desemprego, direitos, capitalismo, desigualdades sociais, entre outros. Então, vá agora mesmo na Netflix se você puder e assista. Ele está disponível na plataforma! Corra lá ou coloque-o na sua lista! Bacurau (2019) Por fim, não poderíamos deixar de falar desse filme que deu o que falar em 2019 e ainda segue “causando” por aí. Afinal, ele dispensa apresentações. A obra foi um verdadeiro fenômeno no país, assistida por mais de 700 mil pessoas nos cinemas e bateu vários recordes de semanas em cartaz e arrecadação. Pois é, e por que será que todo mundo ficou fascinado com Bacurau? Então, a obra também se trata de uma distopia. Nela, é mostrada a força da comunidade que, nesse caso, se defende de um grupo de estrangeiros que assassina os moradores por esporte. Pesado? Mas nem tanto. O filme tem algumas situações que chegam até a ser cômicas, mas tudo isso contribuiu para o seu sucesso! Assim, fatalmente vai colocar

Além de escrever pelo menos 1 texto por semana, é fundamental escrever a redação mais de uma vez para corrigir seus erros. Saiba por quê! Se você está se preparando para os próximos vestibulares e Enem, certamente já colocou a escrita de redações em seu cronograma. Como já falamos diversas vezes por aqui, escrever bem é possível para todos. Portanto, com treino e estudo você também chegará lá. Mas caso você já estude redação com frequência, responda: você costuma reescrever as suas redações? Se sim, já sabe por que é importante. São muitos os benefícios desse hábito que vai colocar o seu texto em “outro patamar’. Mais do que quantidade, na hora de se preparar para as provas é importante que busque qualidade. Assim, é preciso que você consiga aprender com os problemas que seus textos apresentam e assim aprimorá-lo. De nada adianta, pro exemplo, escrever 5 textos por semana se entre um e outro você não receber um feedback e olhar atentamente o que escreveu para então identificar onde errou. Quando isso acontece, é provável que você siga cometendo os mesmos erros por muito tempo, e sua escrita para de evoluir. Entre erros mais comuns que muita gente não percebe estão: Frequentemente, estudantes que não procuram saber em que podem melhorar “estacionam” no processo de escrita e, mesmo que consigam compreender bem o tema de uma proposta de redação, acabam tirando notas medianas. Portanto, arrume um espaço no cronograma entre uma redação e outra para olhar de novo o seu texto e reescrevê-lo. Como fazer a reescrita da redação? Recentemente, nós explicamos como fazer corretamente a reescrita da redação. Mas, se você perdeu esse post, nós vamos relembrar. Sempre que você seleciona um tema para escrever, deve selecionar os argumentos, o repertório, pensar em uma proposta e elaborar o seu projeto no rascunho. Depois de desenvolvida a sua tese e da finalização da escrita, faça a revisão. Sim, dedique-se à leitura atenta de seu texto. Perceba se as frases fazem sentido, se há fluidez e clareza na leitura, se há uso frequente de elementos coesivos, entre outros aspectos. Quando estiver treinando, uma boa dica é ler o texto em voz alta. Desse modo, você conseguirá compreender todas as entonações e, no caso de orações justapostas (quando deveriam ser duas, mas você colocou tudo junto) ou truncadas (quando deveriam ser uma e você separou as orações por ponto final), você consegue perceber bem a falta de continuidade na leitura. Corrija todos esses pontos e depois passe a limpo. Faça uma última leitura atenta no texto transcrito. Sim, às vezes do rascunho para a folha de prova ainda podem ocorrer desvios. Então, jamais dispense essa última olhada, combinado? Tenha alguém que possa corrigir seu texto Depois de pronto, é necessário que seu texto seja lido por alguém que possa avaliá-lo. Pode ser seu professor (se você ainda está estudando) ou uma plataforma de correção, como Redação Online. Somente com esse olhar do outro, de alguém especializado nesse tipo de gênero textual e provas, é que você saberá exatamente de onde está partindo e aonde quer chegar. Esteja aberto às críticas e saiba reconhecer os pontos da sua escrita que são passíveis de melhorias. Só dessa forma você conseguirá progredir e se tornar expert em redação! Tire suas dúvidas sobre a correção e parta para a reescrita! Reescrevendo… Reescrever a redação vai muito além de corrigir erros pontuais de grafia ou gramaticais feitos no texto. Isso mesmo! A reescrita trata-se de um processo que dá origem a um novo texto sobre o mesmo assunto. O texto, portanto, será refeito, parcial ou integralmente. O feedback recebido será o ponto de partida para novas reflexão e redação. Atente-se ao fato de que, na reescrita em que você aproveita partes do desenvolvimento, as partes “novas” precisam ser inseridas de forma coerente, sem prejudicar o todo. O processo de revisão, que falamos anteriormente, será fundamental para isso. Antes de partir para a reescrita em si, pergunte-se o que faltou para receber uma avaliação melhor e o que você pode fazer para sanar esse problema. Procure usar um novo repertório sociocultural, faça testes, aproveite que você está treinando. É ESSA A HORA DE ARRISCAR! Na pior das hipóteses, você reescreverá de novo. Nada é em vão, pois a cada nova escrita sobre o assunto, mais você se apropria tanto da estrutura quanto do assunto. Depois que você já estiver craque, perderá o medo de ficar sempre nos mesmos clichês e fórmulas. E acredite: é isso que vai jogar a sua nota lá pra cima! Papo reto Para ter sucesso na reescrita da sua redação e entender a sua importância, faça: Esperamos que a partir de agora a reescrita faça parte da sua rotina! E lembre-se de que o Redação Online possui uma plataforma de correção de redações com treino de reescrita! Que tal conferir como funciona em nosso site?

Saiba quais informações sobre o ENEM 2021 já foram divulgadas! Já estamos rumo ao sexto mês do ano e todo mundo quer saber: quando será o Enem 2021? Assim como em 2020, o Exame Nacional do Ensino Médio está cercado de incertezas. Para deixar ainda mais aflitos os vestibulandos que têm ansiedade, ontem (12) o Inep publicou uma Portaria com as metas do ano. Nela, não consta a aplicação, apenas o planejamento e a preparação das provas. Contudo, em nota oficial, o INEP afirmou que está trabalhando para que a prova ocorra ainda este ano. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Inep (@inep_oficial) De qualquer forma, vamos conferir o que já temos certeza sobre a prova? Justificativa de ausência no Enem 2020 Se você recebeu isenção de taxa de inscrição em 2020 e não compareceu aos dois dias de provas, é necessário justificar a ausência para poder tentar a gratuidade novamente. O período para fazer isso inicia dia 17 e vai até o dia 28 de maio. Portanto, fique atento(a) e não perca o prazo! A justificativa pode ser feita se você se encaixar nos seguintes casos: Caso você não justifique a sua ausência ou a justificativa seja rejeitada, será necessário pagar a taxa de inscrição no próximo exame. Mas não se preocupe, pois esse procedimento é bastante simples: acesse a página do participante com o seu login gov.br. Então, clique na opção de isenção e, depois, em “solicitação”. Preencha e/ou confira seus dados pessoais. Em seguida, será solicitado que você justifique a ausência na edição anterior do Enem, para a qual recebeu isenção. Portanto, confira se você tem os documentos necessários para justificar. Por exemplo, em caso de assalto, é necessário apresentar Boletim de Ocorrência Policial legível, com nome completo, CPF ou RG do participante envolvido com o relato do assalto/furto que deve ter ocorrido nos dias do Enem 2020, antes das 13h (horário de Brasília). Atenção: se você pagou a inscrição do Enem 2020, mas não compareceu nos dois dias de provas, não é necessário fazer essa justificativa. Pedidos de isenção de taxa Independentemente de as provas acontecerem neste ano ou no próximo, quem pretende pedir isenção da taxa de inscrição já pode se organizar. A partir do dia 17 de maio também já será possível solicitar a gratuidade no Enem 2021. Mas fique ligado(a): o prazo também se encerra no dia 28. Portanto, não deixe para fazer isso na última hora. O resultado dos pedidos será divulgado no dia 9 de junho e o prazo para recursos será de 14 a 18/6/2021. Contudo, não se esqueça: a solicitação da isenção é uma coisa, a inscrição é outra. Não é automático. Assim, caso você seja beneficiado(a), deve, posteriormente, se inscrever no Enem. Mas ainda não há edital com as datas de inscrição! ATUALIZAÇÃO: Período de inscrições Os estudantes que acessaram a Página do Participante para fazer o pedido de isenção da taxa de inscrição foram informados sobre as datas do período de inscrição no exame: entre os dias 28 de junho e 9 de julho. Passo a passo para solicitar a isenção de taxa Enem 2021 Agora é com você! Se você se encaixa nos critérios, não perca a oportunidade de pedir a isenção. Em 2020, a taxa de inscrição foi de R$ 85,00. Então, para pessoa de baixa renda é importante conseguir a gratuidade, não é mesmo? Ainda mais nesses tempos difíceis que estamos vivendo. Então, anote na sua agenda e não perca os prazos de justificativa e pedido de isenção do Enem 2021. Acompanhe nossas redes sociais e venha sempre aqui ao blog saber das novidades. Assim como você, estamos de olho em todas as informações sobre o próximo Exame Nacional e vamos divulgar tudo nos nossos canais! Além disso, comece a estudar redação em nossa plataforma para chegar preparado na prova do ENEM e de vestibulares! Você envia as suas redações digitadas ou por foto e nossos professores entregam a correção em até 3 dias úteis! Esperamos por você!
Vai fazer o ENEM 2021? Então você deveria aprender como estudar redação, pois ela representa 20% da nota total da prova! Diferentemente do que todo mundo imaginou, 2021 também será um ano de muitos desafios para quem fará o Enem. Certamente, todo mundo queria já estar com aquele ar de normalidade para se dedicar aos estudos. Porém, a realidade (até agora) é de mais um ano de ensino remoto ou híbrido, com muitas adaptações. Então, no meio de tudo isso, como estudar redação de forma eficiente e eficaz? Se você está um pouco perdido, respire fundo! Hoje, vamos dar algumas dicas para você dar um gás nesse estudo! Conhecer as competências avaliadas Se você não faz ideia ou não conhece bem a forma de avaliação das redações do Enem, é fundamental ir atrás disso. Pois é só sabendo “as regras do jogo” que você poderá se preparar e entender em que aspectos precisa melhorar. Assim, um bom caminho é ler a cartilha de redação mais recente, disponibilizada pelo MEC aos participantes.Nela, você encontrará a descrição do processo de avaliação dos textos. Além disso, ao final, há algumas redações nota 1000 comentadas. A partir da leitura desse material você saberá não só o que esperar dos avaliadores, mas também o que fazer para escrever um bom texto! Acesse esse conteúdo e leia-o na íntegra! Adquirir repertório sociocultural Dentro das 5 competências avaliadas na redação, saiba que a competência 2 exige demonstrar repertório sociocultural produtivo nos textos. Mas o que seria isso? Bem, para defender de forma consistente sua tese, é necessário relacionar conhecimentos de diversas áreas. Assim, é preciso que você saiba um pouco de tudo, em especial os temas da atualidade, que podem virar possíveis temas de redação. Uma boa maneira de fazer isso é estudar repertórios por eixos temáticos. Outra boa forma de adquirir repertório é nos seus momentos de lazer. Isso mesmo! Assista a filmes, séries, leia livros de gêneros variados. Sempre é possível relacionar histórias (fictícias ou reais) para exemplificar acontecimentos do nosso momento atual. Portanto. Ter uma cultura vasta e diversificada pode te salvar na redação. Portanto, apure o olhar para essas obras e estude mesmo quando você não está estudando! Duvida? Conheça a história de Lucas Felpi, que tirou 1000 na redação Enem citando Black Mirror em 2018. Estudar redação é treinar! Pois é, estudar redação é mais do que apenas conhecer o gênero textual solicitado no edital e adquirir um bom repertório. É fundamental saber mobilizar esses conhecimentos para construir um bom texto. Assim, é preciso colocar a mão na massa. Só se aprende a escrever bem…ESCREVENDO! Somente dessa maneira você vai: perder o medo de expor as suas ideias; ganhar confiança conforme seus textos evoluem; compreender o que é necessário para atingir o nível mais alto das cinco competências avaliadas; aprender com os erros e reescrever seus textos; aprimorar os conhecimentos gramaticais para se dar bem na competência 1; testar seu repertório sociocultural e fazer pesquisas caso não conheça muito bem determinado assunto. Isso vai ajudar muito a adquirir cada vez mais repertório! Por onde começar? O escritor Pablo Neruda tem uma frase que diz: “Escrever é fácil. Você começa com maiúscula e termina com ponto. No meio, você coloca as ideias”. Bom seria se fosse tão simples assim, não é mesmo? Infelizmente, para a grande maioria dos mortais, é um pouco mais complicado do que isso. Certamente, algumas pessoas têm mais facilidade com a escrita, porém, qualquer habilidade pode ser desenvolvida, e estudar redação vai ser o primeiro passo para você fazer isso. Então, o ponto de partida precisa ser entender o que você já sabe sobre redação do Enem. Escolha um tema, leia com atenção os textos motivadores e escreva a sua redação. Isso mesmo, não se preocupe tanto com a “perfeição” – ela só chega com muito treinamento! Peça para alguém de sua confiança ler (se possível, alguém que entenda dos critérios de correção). Você também pode usar a nossa plataforma para receber o feedback dos nossos corretores! Assim, a partir dos comentários recebidos sobre o texto, reescreva-o. Estudar redação envolve muita escrita e reescrita. Não adianta nada você escrever muitos textos se não souber onde está errando para consertar. O ideal é que você escreva duas redações por semana, pois, desta forma você poderá ter tempo para pegar um novo feedback e ajustar novamente se necessário. Portanto, inclua essa atividade no seu cronograma de estudos sem exagerar na quantidade. Partiu escrever? Com essas dicas você, certamente, terá um bom desempenho na redação Enem 2021. O que não pode é deixar para estudar na última hora. A redação equivale a 20% da nota total no Enem e pode aumentar sua média geral. Portanto, isso deve ser levado muito a sério! Conte com a gente nessa jornada!

O ProUni é um dos processos seletivos mais importantes ligados ao Enem! Confira a seguir como funciona! Criado em 2004 pelo governo federal, o Programa Universidade para Todos (ProUni) concede bolsas de estudos integrais e parciais a estudantes de graduação e de cursos sequenciais de formação específica em instituições privadas de educação superior. Mas você sabe como funciona para conseguir uma dessas bolsas? Se não, fique ligado(a) que vamos contar tudo aqui! Todo estudante que participou do Enem imediatamente anterior ao processo de seleção do ProUni pode concorrer às bolsas, desde que obtenha a nota mínima exigida pelo Ministério da Educação (MEC). Ou seja, é preciso ter atingido 450 pontos de média das notas e o candidato não pode ter zerado a redação. Além disso, precisa cumprir os seguintes critérios: ter renda familiar de até três salários mínimos por pessoa; e pelo menos uma das situações abaixo: ter cursado o ensino médio completo em escola pública ou em escola privada com bolsa integral da instituição; ter cursado o ensino médio parcialmente em escola pública e parcialmente em escola privada com bolsa integral da instituição; ser pessoa com deficiência; ser professor da rede pública de ensino básico, em efetivo exercício, integrando o quadro permanente da instituição, e estar concorrendo a vaga em curso de licenciatura, normal superior ou pedagogia. Nesse caso, a renda familiar por pessoa não é considerada. As bolsas de 100% são cedidas àqueles estudantes que têm renda bruta familiar de até 1,5 salários mínimos por pessoa; já quem apresenta até 3 salários por pessoa na renda bruta familiar pode conseguir bolsas de 50%. Quem deseja receber uma bolsa do ProUni não pode possuir diploma de curso superior. Em outras palavras: se você já é graduado, o ProUni não é para você. Um dos objetivos do programa é dar acesso à primeira graduação. Então, cumpriu os requisitos? Agora vamos saber como é feita a seleção! Na hora da inscrição Ao se inscrever ao ProUni, você pode escolher até duas opções de instituições, cursos e turnos, conforme sua preferência e seu perfil socioeconômico. Enquanto as inscrições estiverem abertas, é possível alterar essas opções. Mas, atenção: será considerada válida apena a última inscrição confirmada! A inscrição é totalmente gratuita e feita pela internet. Além dos critérios do MEC, na hora de escolher o curso, verifique se a instituição que você procura não possui requisitos específicos, pois, caso você não os atenda, poderá perder seu direito à bolsa. As seleções para as bolsas do Programa acontecem duas vezes por ano, uma no início do primeiro semestre e outra no começo do segundo. Por isso, confira sempre informações sobre a abertura do sistema de inscrição para que você não perca os prazos! Siga as páginas do MEC nas redes sociais e acesse a página oficial do ProUni para ficar sempre por dentro de tudo! Nota de corte Assim como no Sisu, no processo seletivo para as bolsas do ProUni você pode acompanhar, a partir do segundo dia, a nota de corte de cada curso, que é disponibilizada para informação e acompanhamento dos candidatos. Dessa forma, é possível, até que as inscrições se encerrem, alterar as opções e assim aumentar as chances de conseguir a sua bolsa de estudos. Por essa razão é importante que você se registre logo na abertura do período de inscrições. Dessa forma, consegue acompanhar essas oscilações e fazer escolhas mais assertivas no processo. Não deixe para a última hora! Sistema de cotas É possível disputar as bolsas do ProUni pelo sistema de cotas. A reserva de bolsas é feita a pessoas com deficiência e aos autodeclarados indígenas, pardos ou pretos. No entanto, esses candidatos também devem cumprir os requisitos gerais do Programa, que você leu lá em cima . Vale lembrar que, nesse caso, o candidato abre mão da ampla concorrência e disputará as bolsas só com quem também escolheu essa modalidade. Desse modo, o sistema selecionará aqueles que possuírem as melhores notas nesse grupo. Ou seja, nem sempre a opção pelas cotas significa que a sua aprovação para a bolsa será mais fácil. Isso porque as médias são muito semelhantes às da ampla concorrência e, em alguns casos, dependendo do curso, universidade/localidade e turno, podem ser até mais altas. Então, aqui também é importante ter atenção à nota de corte para que você amplie as suas chances e altere suas opções, se for o caso. ProUni e Fies: dá para ter os dois? Sim! Para isso, você deve ter sido selecionado para uma bolsa de 50% e não ter condições de arcar com a outra metade da mensalidade. Nesse caso, pode usar o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) para pagar esse valor. Para que isso seja possível, a instituição em que você se inscreveu precisa oferecer vagas de financiamento no seu curso e você precisa ser aprovado no processo seletivo do Fies. Chamadas e lista de espera O Programa Universidade para Todos realiza duas chamadas. Na primeira, os estudantes pré-selecionados devem comparecer às instituições de ensino superior para fazer a comprovação das informações inseridas na inscrição e garantir a sua bolsa. Assim, caso não sejam preenchidas todas as vagas, abre-se a segunda chamada, cujo prazo para a comprovação dos dados será disponibilizado no site do ProUni e também junto às universidades/faculdades. Se você não for pré-selecionado em alguma das duas chamadas, pode, ainda, manifestar interesse em ficar na lista de espera. Nesse caso, não é necessário ir até as instituições, devendo o candidato aguardar a publicação das datas no cronograma do Programa. Atenção: a lista de espera do ProUni é única para cada curso e turno de cada faculdade de oferta. Agora que você já sabe bastante sobre o Programa Universidade para Todos, que tal colocá-lo como uma das suas opções para ingressar em uma faculdade e realizar o seu sonho profissional? Na hora de escolher seu curso, opte por algo que você realmente goste, afinal, é seu futuro que estará sendo decidido ali. Aproveite todas as oportunidades disponíveis para conseguir a sua vaga. A sua chance pode estar
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