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Sabe aquele seu medo de ficar sem celular? Você não está sozinho – o nome disso é nomofobia, e não é brincadeira não: cria problemas psicológicos e físicos. Como esse tema ainda não caiu na redação do Enem, saímos na frente para preparar você. Vai que… Pegue lápis e caderno e escreva uma redação no formato Enem: argumente sobre “o problema da nomofobia (vício em redes sociais) no cotidiano”. Aproveite o material escolhido a dedo pela nossa equipe para dar suas propostas de intervenção. Texto 1 Nomofobia: o medo de ficar sem o telefone Se você acha que tem nomofobia ou sente que está gastando muito tempo no telefone, há coisas que você pode fazer para gerenciar melhor o uso do dispositivo. Definir limites. Estabeleça regras para o uso do seu dispositivo pessoal. Isso pode significar evitar seu dispositivo móvel em determinados momentos do dia, como durante as refeições ou na hora de dormir. Encontrar um equilíbrio. Pode ser muito fácil usar o telefone para evitar o contato cara a cara com outras pessoas. Concentre-se em obter alguma interação pessoal com outras pessoas todos os dias. Fazer pausas curtas. Pode ser difícil quebrar o hábito do telefone celular, mas começar pequeno pode tornar a transição mais fácil. Comece fazendo pequenas coisas, como deixar o telefone em outro cômodo durante as refeições ou quando estiver envolvido em outra atividade. Encontrar outras maneiras de ocupar seu tempo. Se você achar que está usando o telefone excessivamente por tédio, tente procurar outras atividades para distraí-lo do dispositivo. Tente ler um livro, dar um passeio, praticar um esporte ou praticar um hobby de que goste. traduzido livremente de very well mind – nomophobia the fear of being without your phone. Texto 2 Principais sintomas da nomofobia fonte: seleções – nomofobia principais sintomas e tratamentos para o vício em celular Texto 3 Apaixonados por tecnologia ficam 48h sem celulares em ‘praia detox’ A viagem para a praia do detox digital, do início dessa reportagem, teve o mesmo objetivo: estimular o uso mais consciente e equilibrado da tecnologia. Depois dos celulares confiscados, cada um reagiu de um jeito. “Para te falar a verdade, eu não lembro de ter ficado tanto tempo sem celular”, assume José Gustavo Cal, publicitário “Eu estou com crise de riso nervoso, olha minha unha como é que tá, sem nada para fazer, eu estou estragando minha unha”, conta a supervisora comercial Sandra Resende. Todos da viagem achavam que faziam uso normal da tecnologia. Depois de um tempo sem o celular, começaram a refletir. “E fica ali (imitando estar no telefone), quando você vê, olha pra hora e diz: ‘Meu Deus! Já se passaram três horas, eu poderia ter andado de bicicleta, ter feito yoga, muitas coisas’”, conta Adriana Carvalho, atriz. “Toda hora você pega ele no bolso, olha para ver se alguém te mandou mensagem, passa 20 minutos, você olha ele outra vez. Aí ninguém te mandou mensagem e você já fica encucado: ‘Será que eu estou sem sinal? Por que ninguém me mandou mensagem tem 40 minutos já’”, diz Carlos Alberto, assistente financeiro. fonte: g1 globo – apaixonados por tecnologia ficam 48h sem celulares em praia detox Texto 4 Por que você não deve confundir ‘nomofobia’ com um vício real em smartphones O que torna a nomofobia um conceito tão atraente é que às vezes parece que a maioria de nós sofre disso. Os EUA estão tão conectados a dispositivos móveis que navegar na sociedade sem um pode ser um sério desafio. Quando foi a última vez que você pegou um mapa físico? Sabemos que a exposição constante aos nossos dispositivos pode atrapalhar nosso sono e influenciar a forma como dirigimos. Talvez isso signifique que toda a pesquisa sobre nomofobia está ligada a alguma coisa. Para muitas pessoas, isso pode ser assustador (a sociedade tem um problema real!) ou comprovado (se eu tiver, pelo menos é um fenômeno reconhecido!). Mas talvez o maior risco de todos esteja em decidir que a nomofobia representa uma condição médica real. Na verdade, dizem os críticos, toda a pesquisa sobre nomofobia obscurece o que é, em última análise, um processo natural e recorrente: a antiga luta que todas as sociedades tiveram para se adaptar às novas tecnologias.fonte: washington post – why you shouldnt confuse nomophobia with an actual addiction to smartphones Repertórios socioculturais relacionados ao tema “O problema da nomofobia (vício em redes sociais) no cotidiano” vídeo – Ana Beatriz Barbosa é uma conhecida psiquiatra e nada melhor que uma médica dessa área para explicar o mal que a nomofobia pode fazer na nossa saúde. novela – “Travessia”, da Rede Globo, tem alguns temas centrais, e a nomofobia é um deles – a novela está no ar em 2023! estatística – nada como números para você incluir na sua redação do Enem, e aqui você encontra vários de uma pesquisa com quem tem nomofobia. caso real – bem interessante este relato de um jovem que ficou sem celular por 7 dias! sim, ele sobreviveu e conta aqui como se sentiu. artigo – “efeito google”, “invisibilidade social”, “síndrome do toque fantasma”… você precisa conhecer esses termos ligados à nomofobia (e descobrir se já passa por algum desses sintomas) – leia aqui. vídeo – neste debate da TV Câmara, você tem muitos repertórios para sua redação, e vai ver como até o governo está preocupado com a nomofobia. filme – boa parte dos que sofrem de nomofobia se sentem dependentes de ver as postagens em redes sociais; o filme “O dilema das redes sociais”, de 2020, é sobre esse problema, e é um ótimo repertório para sua redação. artigo – se você está pensando que é só desconectar-se da internet para acabar com sua dependência do celular, pode estar totalmente enganado; veja o que diz a professora de psicologia da USP, Henriette Morato. casos reais – conheça alguns casos impressionantes de quem não está conseguindo viver sem o celular na mão! artigo – se você não tem ideia para sua proposta de intervenção, inspire-se no

Está na mídia, você viu? Abuso contra a mulher no BBB, e de novo a discussão do que é ou não abuso. Então, vamos aproveitar o ensejo para preparar você no caso de este tema cair na redação do Enem. Logo abaixo você encontra informação sobre o tema “o abuso e violência contra a mulher”, e gostaríamos que escrevesse uma dissertação argumentativa usando esse material. Como você já sabe, a inclusão da proposta de intervenção é importante para a produção textual. Vamos em frente. Texto 1 fonte: g1 globo – casos de importunação sexual contra a mulher aumentam 36 % em um ano em mato grosso Texto 2 MC Guimê e Cara de Sapato investigados por importunação sexual: entenda o que diz a lei e qual a pena para o crime Em 2018, sanciona-se a Lei de 2018 após forte repercussão de casos de homens que se masturbaram e ejacularam em mulheres no transporte público. Tipificação penal inclui desde o famoso ‘beijo roubado’ até toques inapropriados. Os participantes do “BBB 23” MC Guimê e Antônio Cara de Sapato foram eliminados do programa por violarem as regras do reality show e são investigados pela Polícia Civil do Rio de Janeiro por importunação sexual. Além disso, esse tipo de crime pode incluir desde o famoso “beijo roubado” até toques inapropriados, sem a permissão da pessoa envolvida (entenda mais abaixo). Dentro da casa do BBB, durante uma festa, MC Guimê passou a mão no corpo da mexicana Dania Mendez sem o consentimento dela. Cara de Sapato deu um beijo e fez contatos físicos forçados na participante, que é uma convidada recém-chegada de um reality show no México. A polícia ainda deverá ouvir os envolvidos e analisar imagens para saber se houve crime. Dania Mendez afirmou no Confessionário não ter se sentido incomodada com as atitudes de Guimê e Sapato. “Não vi nada, [foi] normal”, disse. Mas a produção do programa considerou que eles passaram dos limites. fonte: g1 globo – mc guime e cara de sapato investigados por importunação sexual entenda o que diz a lei e qual a pena para o crime (adaptado) Texto 3 Não é não: saiba o que é importunação sexual e assédio sexual, e o que fazer se você for vítima As cenas do lutador Cara de Sapato e MC Guimê cercando, imobilizando e tocando a modelo mexicana Dania Mendez sem aviso e sem consentimento pautou não só a expulsão dos dois participantes do Big Brother Brasil 23 na noite dessa quinta-feira (16/3). Trouxe à tona o ainda necessário debate sobre o quão vulnerável é o corpo da mulher diante da estrutura do machismo. O que aconteceu tem nome: é reconhecido no ordenamento jurídico brasileiro como importunação sexual, ou seja, “praticar contra alguém e sem a sua anuência ato libidinoso com o objetivo de satisfazer a própria lascívia ou de terceiro”. Portanto, trata-se de uma prática criminosa incluída há cerca de cinco anos no Código Penal pela Lei nº 13.718, se condenado, o agressor pode pegar de um a cinco anos de prisão. Trocando em miúdos: não é não Se a vítima disser que não quer, nada pode acontecer. Mesmo que não se objetive ao ato sexual. “Na importunação, não há violência nem grave ameaça. É aquele apalpar, é aquele beijo forçado, é passar a mão, como aconteceu no BBB. Não houve violência física, mas houve o cometimento de atos sem o consentimento da mulher”, afirma a titular do Núcleo de Enfrentamento à Violência Contra a Mulher (Nudem) da DPCE, defensora Noêmia Landim. Então… O ter ou não violência é, inclusive, a principal diferença entre importunação sexual e estupro. “No estupro, tem violência. O ato é forçado. O agente criminoso vai, através da força, impor o ato. Ou força isso através de ameaça grave: “ou você faz ou você morre”. O assédio também envolve relações de trabalho, onde existe uma hierarquia. Mas mesmo que não haja hierarquia pode haver assédio”, detalha a defensora.fonte: defensoria ce – não é não saiba o que é importunação sexual e assédio (adaptado) Texto 4 fonte: tjdft jus – violência psicológica contra a mulher Texto 5 Tanto a proteção das vítimas quanto a punição dos agressores são importantes no combate à violência. Mas isso não é suficiente, principalmente porque a violência doméstica e familiar contra as mulheres é um problema estrutural, ou seja, ocorre com frequência em todos os estratos sociais, obedecendo a uma lógica de agressões que já são mapeadas pelo ciclo da violência. Então, daí surge a necessidade também de ações sequenciadas para o enfrentamento da violência de gênero, tais como inserir essa discussão nos currículos escolares de maneira multidisciplinar; criar políticas públicas com medidas integradas de prevenção; promover pesquisas para gerar estatísticas e possibilitar uma sistematização de dados em âmbito nacional; realizar campanhas educativas para a sociedade em geral (empresas, instituições públicas, órgãos governamentais, ONGs etc.); e difundir a Lei Maria da Penha e outros instrumentos de proteção dos direitos humanos das mulheres. (…) A violência sofrida pela mulher é um problema social e público na medida em que impacta a economia do País e absorve recursos e esforços substanciais tanto do Estado quanto do setor privado: aposentadorias precoces, pensões por morte, auxílios-doença, afastamentos do trabalho, consultas médicas, internações etc. De acordo com o § 2º do art. 3º da Lei Maria da Penha, é de responsabilidade da família, da sociedade e do poder público assegurar às mulheres o exercício dos “direitos à vida, à segurança, à educação, à cultura, à moradia, ao acesso à justiça, ao esporte, ao lazer, ao trabalho, à cidadania, à dignidade, ao respeito e à convivência familiar e comunitária”. Além disso, desde 2012, por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), a Lei Maria da Penha é passível de ser aplicada mesmo sem queixa da vítima, o que significa que qualquer pessoa pode fazer a denúncia contra o agressor, inclusive de forma anônima. Achar que o companheiro da vítima “sabe o que está fazendo” é ser condescendente e legitimar a violência num contexto cultural machista e

Notícias sobre desastres causados pela falta de cuidado com o meio ambiente não são novidade. Então, apostamos que o Enem poderia pedir uma redação sobre o tema. Mas como é tema muito extenso, decidimos discutir só as consequências (que já são problema suficiente) – continue lendo. Imagine-se no dia da prova de redação do Enem: você bate o olho na prova e lê o tema: “Consequências dos desastres ambientais na sociedade”. Pois é esse o tema para esta semana: fale sobre os impactos desses desastres e dê soluções possíveis. Os textos que deixamos abaixo têm muita coisa boa para usar! Texto 1 Vazamento radioativo pelo ar Ocorrido em Goiânia, no Brasil, em 1987. Na ocasião, o dono de um ferro-velho encontrou 19 gramas de um pó branco com uma luz azulada dentro de um aparelho antigo de radioterapia. Então, por sua beleza, e acreditando ser algo precioso, ele mostrou para sua família e amigos. O problema é que a substância em questão era cloreto de césio, causando efeitos colaterais nos envolvidos como vômitos e tontura e, consequentemente, quatro mortes. Até hoje, cerca de 120 pessoas foram contaminadas e outras mil continuam a serem monitoradas. Incêndio em Cubatão Em 1984, um erro humano causou 700 mil litros de gasolina vazados de um oleoduto da Petrobras e iniciou um dos maiores incêndios no Brasil, ocorridos na favela Vila Socó, em Cubatão, município de São Paulo. Com o acidente, portanto, estima-se que na época 500 pessoas perderam a vida, a maioria delas crianças. Apenas 86 corpos foram encontrados, tendo sido os outros completamente eliminados pelas chamas, que chegaram a atingir a temperatura de 1.000 °C. fonte: ecoresponse (adaptado). Texto 2 Quais as consequências do óleo nas praias do Nordeste? Resultados científicos recentemente publicados, mostraram que os hidrocarbonetos leves que normalmente se volatizam rapidamente ainda estavam presentes no óleo, porque ele permaneceu submerso até encostar no litoral, o que aumenta seus efeitos negativos para os organismos e ecossistemas costeiros. Por isso isso significa que as manchas de óleo que chegaram na nossa praia além da difícil remoção, devido ao seu aspecto de piche, tinham uma maior capacidade de contaminação para os organismos marinhos e para pessoas que tiveram contato direto com o petróleo. Os levantamentos realizados até agora mostraram que estuários, manguezais e campos de gramas marinhas sofreram o maior impacto. Um total de 27 espécies costeiras ameaçadas ocorrem dentro da área atingida. Aproximadamente 870.000 pessoas, trabalhadores na pesca artesanal e no turismo local, foram afetados pelo derramamento de óleo. fonte: oceanoparaleigos (adaptado) Texto 3 fonte: Câmara Legislativa Texto 4 “O rompimento da barragem do Fundão liberou o equivalente a 25 mil piscinas olímpicas de resíduos. A mistura, que era composta, segundo a Samarco, por óxido de ferro, água e muita lama, não era tóxica, mas capaz de provocar muitos danos. (…) A liberação da lama provocou a pavimentação de uma grande área. Isso acontece porque a lama seca e forma uma espécie de cimento, onde nada cresce. Vale destacar, no entanto, que, em razão da grande quantidade de resíduos, a secagem completa do material poderá demorar anos. Enquanto isso, nada também poderá ser construído no local. Além disso, o material não contém matéria orgânica, sendo, portanto, infértil. (…) Impactos do acidente de Mariana em números De acordo com o Governo Federal, o acidente afetou: Texto 5 5 impactos sociais causados pelo desmatamento 1. Conflitos sociais Quantas vezes vemos notícias de enfrentamento entre madeireiros e agricultores ou indígenas? Não são somente líderes indígenas e pequenos agricultores que sofrem os efeitos desses conflitos, pois se estendem, muitas vezes, a pessoas ligadas à defesa do meio ambiente. 2. Genocídio de povos indígenas A violência decorrente dos conflitos sociais por causa do avanço do desmatamento impacta fortemente a questão da demarcação de terras indígenas. Portanto, aqui, podemos identificar dois problemas sociais: o genocídio (extermínio deliberado de uma comunidade) de indígenas e o fator cultural, considerando a ligação ritualística e social que esses povos têm com o local onde vivem. fonte:blog mackenzie (adaptado) Repertórios socioculturais relacionados ao tema “Consequências dos desastres ambientais na sociedade” música – Xote Ecológico, de Luiz Gonzaga, é uma música animada que fala sobre a destruição dos recursos naturais do planeta e seu impacto. informativo do Governo – você precisa conhecer todos os tipos de desastres ambientais (tem mais do que você pensa!), e estão nesta matéria do Governo Federal vídeo – Este é o primeiro de 3 videos produzidos pelo Instituto de Biologia da USP sobre as consequências das queimadas na Amazônia e no Pantanal; muito repertório de gente que entende do assunto. livro – se você se interessa em ir mais a fundo no caso do rompimento da barragem de Mariana, este e-book gratuito tem tudo – foi organizado pela UFMG. documentário – Uma Verdade Inconveniente é um documentário muito conhecido, para educar os cidadãos do mundo acerca do aquecimento global estatística – descobrimos este estudo cheio de números sobre as inundações no Brasil para o Simpósio Brasileiro de Recursos Hídricos. música – Terra, de Caetano Veloso, é canção muito bela, que fala do nosso planeta. notícia – cite em sua redação esta notícia recente sobre uma forma de punir empresas que destroem o ambiente. vídeo – falta conteúdo para sua redação? não falta mais! aqui estão muitas consequências das queimadas, obtidas num debate da Câmara dos Deputados. vídeo – falando de consequências de desastres ambientais, precisamos saber como a lei aplica punições aos infratores – repertório fundamental neste vídeo do CIEE. artigo – repertório sobre os impactos da mineração sobre o meio ambiente, no Jornal da USP. Material fantástico o que a gente reuniu sobre as consequências dos desastres ambientais na sociedade, não acha? Com ele vai ser mais fácil fazer uma redação 1000 – mas deixa nossa equipe corrigir sua redação enquanto é tempo!

Sua redação desta semana para o Enem será sobre um problema de saúde com implicações seríssimas para toda a sociedade: a depressão. Desde famosos, como Jim Carrey e Adele, até alguém do seu lado, a “doença do século” atinge a todos democraticamente… Então, como escrever sobre esse assunto na prova de redação? Vamos mostrar! Primeiro, você vai ler os melhores textos sobre o tema e analisar os repertórios que vão ajudar a entender as causas, os sintomas e possíveis soluções para a depressão. Está tudo aqui abaixo. Depois, escreva uma dissertação argumentativa sobre o tema “O combate à depressão na sociedade”. Lembre-se de caprichar na proposta de intervenção. Texto 1 Precisamos falar sobre a depressão [entrevista do Hospital Einstein com o Dr. Alfredo Maluf Neto] As pessoas confundem tristeza e depressão. Qual a diferença? A tristeza faz parte dos nossos sentimentos e emoções. É “normal” passarmos por momentos ou algum período de tristeza, por exemplo, quando sofremos perdas ou frustrações. Quando o grau de sofrimento é grande e começa haver prejuízo na nossa capacidade funcional, aí, então, começamos a pensar em um quadro patológico. A depressão é uma doença psiquiátrica cuja alteração principal é o humor ou afeto deprimido e, geralmente, acompanhada por alterações das atividades e com outros sintomas secundários, facilmente compreendidos no contexto das alterações. Como identificar o comportamento de um deprimido? Quais são os principais sintomas? O humor (tristeza) está presente na maior parte do tempo, acompanhado de redução da energia e diminuição da atividade. Além disso, ocorre também redução da capacidade de experimentar o prazer, perda de interesse, diminuição da capacidade de concentração, associadas em geral à fadiga importante. Por isso, observa-se em geral problemas do sono e diminuição do apetite, diminuição da autoestima e da autoconfiança e frequentemente ideias de culpabilidade. fonte: einstein – dr alfredo maluf neto(adaptado) Texto 2 fonte: ama fresp – depressão como entender e vencer um dos principais problemas de saúde da atualidade Texto 3 DEPRESSÃO CAUSAS Genética: estudos com famílias, gêmeos e adotados indicam a existência de um componente genético. Portanto, estima-se que esse componente represente 40% da suscetibilidade para desenvolver a depressão; Bioquímica cerebral: há evidências de deficiência de substâncias cerebrais, chamadas neurotransmissores, por exemplo a Noradrenalina, Serotonina e Dopamina que estão envolvidos na regulação da atividade motora, do apetite, do sono e do humor; Eventos vitais: eventos estressantes podem desencadear episódios depressivos, principalmente, naqueles que têm uma predisposição genética a desenvolver a doença. FATORES DE RISCO fonte: gov saúde de a a z – depressão (adaptado) Texto 4 Como impedir que as redes sociais impactam negativamente sua saúde mental Use a rede social só para se conectar A mídia social permite que você se conecte em qualquer lugar e a qualquer hora. Então, esta é uma grande vantagem, especialmente, se você estiver longe de pessoas de quem gosta ou tiver dificuldades em sair de casa. No entanto, a pesquisa mostra que as pessoas que navegam ou navegam nas redes sociais passivamente experimentam mais sintomas de depressão do que as que postam ativamente ou interagem com outras pessoas. Portanto, se você estiver usando a rede social para se sentir conectado, role menos a tela! Em vez disso, poste mais, marque pessoas, converse com pessoas que você conhece no mundo offline ou conheça novas pessoas online. Além disso, muitas pessoas encontram colegas que compartilham problemas de saúde mental nas redes sociais. São pessoas que têm experiências semelhantes com esses problemas, o maior anonimato da mídia social pode ajudar alguns a falar mais livremente, permitindo, assim, que compartilhem e se conectem com amigos e comunidades online que entendem. traduzido livremente de sane – stop social media negatively impacting your mental health (adaptado) Repertórios socioculturais relacionados ao tema “O combate à depressão na sociedade” notícia – veja o que a USP está estudando para tratar depressão sem usar remédios. informativo – sabia que crianças também têm depressão? entenda quais os sintomas no blog do Instituto de Psiquiatria do Paraná – você pode precisar ajudar alguém! filme – “As Vantagens de Ser Invisível”, é um drama de 2012, em que um garoto de 15 anos vai para o colégio enquanto se recupera de uma depressão, que lhe levou a tentar suicídio e perder seu único amigo; no colégio ele começa a recuperar. vídeo – o Dr. Drauzio Varella mostra a diferença entre depressão e tristeza e dá dicas para superar a depressão. livro – Depressão não é fraqueza: Como reconhecer prevenir e enfrentar a doença mais incapacitante do cérebro – esse é o livro do Dr. Leandro Teles, que mostra como enfrentar o preconceito e pedir ajuda. informativo – já ouviu falar da depressão sorridente? pois é, ela existe! saiba aqui quais os sintomas. livro – O demônio do meio-dia: Uma anatomia da depressão, é escrito por Solomon, Andrew, e quem lê gosta: ele conta relatos de depressão com superação! filme – “Gente como a Gente” é um drama de 1980, em que um dos filhos da família Jarrett morre num acidente; o irmão se sente responsável pelo ocorrido, tentando, assim, o suicídio e vai para tratamento psiquiátrico. música – “AmarElo”, música de Emicida, fala de depressão – a letra é boa para usar como repertório. entrevista – imperdível esta matéria com o professor Christian Dunker, psicólogo e professor da USP: ele mostra com muitos detalhes como foi que nossa era se tornou a mais depressiva. reportagem – veja neste vídeo como exercícios podem ser até mais eficientes contra a depressão que medicamentos! relato – Tina conta como foi a vida dela quando entrou em depressão aos 15 anos, e veja como se sente alguém assim. Apostamos que você gostou do tema e ficou mais alerta para o combate à depressão na sociedade. Sem falar que, se o tema cair no Enem, você já tem todos os repertórios necessários, certo? Já estamos recebendo redações de outros alunos para corrigirmos – quando você vai enviar a sua?

Tivemos uma mulher presidente, temos muitas mulheres parlamentares, e por todo o Brasil elas são prefeitas e governadoras. Mas ainda são minoria. Por quê? É uma questão que transformamos numa proposta de redação para o Enem – role a tela e treine-o! Um tema instigante – assim é que nossa equipe de professores classificou a questão da sub-representação feminina na política. Sim, o machismo na sociedade pode explicar o fato, mas descobrimos outras possíveis razões. Elas estão nos textos abaixo e com base neles você deve escrever uma dissertação argumentativa sobre o tema “a sub-representação feminina na política”. Estamos curiosos para saber quais as propostas de intervenção que você daria… envie sua redação para nossos corretores lerem! TEXTO 1 Pesquisa revela perfil e atuação das mulheres na política A matemática é simples: quanto mais mulheres na política, mais avançam projetos e demandas femininas. Atualmente, representando apenas 9% da Câmara dos Deputados, as mulheres parlamentares ainda convivem com uma divisão sexual do trabalho político. Enquanto homens participam de pautas consideradas mais relevantes pelos políticos, como tributação, economia e divisão de poderes, elas são alocadas em temas como educação, saúde e cidadania. Essa foi uma das conclusões do mestrado defendido pela cientista política Beatriz Rodrigues Sanchez no Departamento de Ciência Política da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, em janeiro de 2017. O intuito foi verificar se as deputadas em Brasília representam os interesses da população feminina brasileira. A pesquisa contemplou um perfil biográfico das congressistas, o qual revelou que 80% delas têm nível superior completo – em contraste com a média da população feminina brasileira de 12,5%, segundo dados do último censo do IBGE. Por outro lado, 65% das parlamentares são católicas, coincidindo com a média da população brasileira, também segundo o instituto. fonte: jornal usp – pesquisa revela perfil e atuação das mulheres na política TEXTO 2 TEXTO 3 Por que há poucas mulheres na política brasileira? [repórter] Se as mulheres tiveram e tem protagonismo em vários episódios recentes (#elenão, morte da vereadora Marielle) por que isso não se traduz em maior presença na política tradicional? [Ivan Mardegan] As mulheres, sem nenhuma dúvida, são capazes de se mobilizar e militar politicamente. Qualquer um que diga que elas “naturalmente” não se interessam ou não sabem fazer política está reproduzindo um preconceito, um estereótipo de gênero que não tem nada a ver com a realidade. Mas para que essa energia seja traduzida em presença na política institucional ela precisa virar votos. É preciso que as lideranças desses movimentos entrem para a política institucional, se filiem a um partido, participem das atividades partidárias, se candidatem a vereadoras, prefeitas, deputadas estaduais. Construir um capital político local é um dos principais meios de se cacifar para disputar uma vaga no Congresso Nacional. Novos incentivos e regulações para que partidos incluam mulheres nas atividades, especialmente em postos de liderança, e que garantam condições para o desenvolvimento das candidaturas. Movimentos como Iniciativa Brasilianas, Vote Nelas e Elas no Poder são interessantes porque mobilizam e qualificam candidaturas femininas para a construção desse capital político. adaptado de: cepesp io – por que há poucas mulheres na política brasileira 5 perguntas para ivan mardegan TEXTO 4 Expandindo a participação A participação política equilibrada e a divisão do poder entre mulheres e homens na tomada de decisões é a meta acordada internacionalmente na Declaração e Plataforma de Ação de Pequim. Embora a maioria dos países do mundo não tenha alcançado a paridade de gênero, contribuíram substancialmente para o progresso ao longo dos anos. Em países com cotas de candidatas legisladas, a representação das mulheres é cinco pontos percentuais e sete pontos percentuais maior nos parlamentos e no governo local, respectivamente, em comparação com países sem essa legislação. Há evidências de que a liderança das mulheres nos processos de decisão política as melhora, por exemplo, uma pesquisa sobre panchayats (conselhos locais) na Índia descobriu que o número de projetos de água potável em áreas com conselhos liderados por mulheres era 62% maior do que conselhos liderados por homens. Na Noruega, foi encontrada uma relação causal direta entre a presença de mulheres nos conselhos municipais e a cobertura de creches. As mulheres demonstram liderança política trabalhando em todas as linhas partidárias por meio de convenções parlamentares de mulheres – mesmo nos ambientes politicamente mais combativos – e defendendo questões de igualdade de gênero, como a eliminação da violência de gênero, licença parental e creche, pensões, igualdade de gênero leis e reforma eleitoral traduzido livremente de unwomen org – leadership and political participation Repertórios socioculturais relacionados ao tema “sub-representação feminina na política” filme – “Golda”, de 1982, conta a história da primeira-ministra israelense Golda Meir, que teve de tomar decisões importantes em 1973, quando Israel foi atacada por outros países. vídeo – assista a esta palestra da professora-doutora pela USP, Mônica Sodré, sobre os motivos pelos quais as mulheres não estão na política e como aumentar a participação delas. livro – Mulheres na política. Elas podem. O Brasil precisa, é um e-book gratuito do TRE de Santa Catarina; aproveite porque tem muito repertório bom nele! reportagem – repertório cheio de números sobre quantas mulheres foram eleitas no último pleito. opinião – a advogada Camila Vaz revela como os partidos políticos resolvem (de forma ilegal) a cota para mulheres nos cargos políticos – você precisa ler para saber o que são as “candidatas laranja”! estatística – números importantes de todo tipo, obtidos depois das eleições de 2023, mostrando a eleição de mulheres na política, organizados pelo TSE. documentário – Angela Merkel foi primeira-ministra alemã e marcou uma época; este vídeo completo fala tudo sobre ela. vídeo – como explicar a pouca participação feminina na política brasileira? este vídeo ajuda nessa hora. Você vai concordar que a sub-representação feminina na política é um tema com grande probabilidade de cair no Enem. E se você quiser saber como pode melhorar sua nota para a redação do Enem, nossos corretores podem te falar!

Salgadinhos, bolacha recheada e refrigerantes não são alimentos, e ainda fazem mal como todo mundo sabe. No entanto, estão até substituindo as refeições das crianças e dos jovens brasileiros! Felizmente, as escolas começaram a cuidar disso – e você também deveria entrar na onda da educação alimentar! O tema para sua redação desta semana toca em um problema social (você vai ver o impacto da má alimentação na sociedade!). E problema social lembra redação do Enem. Então, escreva uma redação dissertativa argumentativa sobre o tema “Educação alimentar e seus desafios na contemporaneidade brasileira”. Planeje bem o texto e inclua propostas de intervenção. Tudo que você precisa está nos textos abaixo e ali deixamos repertórios ótimos também. Vamos lá? TEXTO 1 Dicas para uma Alimentação Saudável fonte: ceasa pr (adaptado) TEXTO 2 Educação alimentar e nutricional: Um estudo de caso em escola municipal de educação infantil de Balsas-MA O crescente aumento do sedentarismo da maioria da população e consumo excessivo de alimentos gordurosos, contribui para a obesidade (Serra et al., 2018) e doenças cardiovasculares (Oliveira et al., 2015). Devido a alta ocorrência de doenças crônicas não transmissíveis, desse modo tornando-se necessário políticas públicas e ações voltadas para a reeducação alimentar em todas as faixas etárias, principalmente nas primeiras fases da vida (Santos & Ribas, 2018). É importante sensibilizar as crianças em relação a importância da alimentação correta e seus benefícios à qualidade de vida a fim de evitar problemas de saúde (Zompero, 2015). Então, este fato, exige mudanças precoces comportamentais e de hábitos alimentares (Silva & Barrato, 2015). A escola é o ponto chave, sendo um dos ambientes mais adequados para o tema ser abordado e trabalhado (Dias et al., 2015), pois no ambiente escolar, a educação alimentar agrega várias ações e abordagens pedagógicas (Triches, 2015) com o intuito de dialogar e possibilitar a reflexão dos elementos alusivos à alimentação saudável (Prado et al., 2016) fonte: brazilian journals (adaptado) TEXTO 3 80% das crianças brasileiras consomem alimentos ultraprocessados com frequência De acordo com um estudo inédito coordenado por pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) mostra que 80% das crianças brasileiras de até 5 anos costumam consumir alimentos ultraprocessados, como biscoitos, farinha e refrigerantes. (…) Além disso, o estudo mostra que apenas 22,2% das crianças brasileiras de 6 a 23 meses são alimentadas preferencialmente com vegetais e frutas, em detrimento de produtos industrializados. À CNN, o cardiologista e coordenador da UTI da Beneficência Portuguesa, André Gasparoto, explicou o motivo desses alimentos serem nocivos à saúde das crianças. Conforme André Gasparoto, “a ingestão de alimentação rica em gorduras e açúcares desde a infância está intimamente ligada à obesidade infantil, surgimento de hipertensão arterial, diabetes e aumento do risco cardiovascular precoce, além de outras complicações. Vários países e alguns estados no Brasil estão se empenhando para reduzir a alimentação inadequada, o que é muito válido. A obesidade infantil duplicou nos últimos 10 anos no Brasil”. fonte: cnn brasil (adaptado) TEXTO 4 O Dia Nacional da Alimentação nas Escolas é comemorado em 21 de outubro. A data foi escolhida para ressaltar a importância das ações voltadas para a educação alimentar e nutricional dos estudantes de todas as etapas da educação básica. Então, é com esse objetivo que o Governo Federal investe no Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae), que tem como objetivo garantir o consumo de alimentos saudáveis no ambiente escolar, de modo a criar bons hábitos nos estudantes para toda a vida. fonte: portal mec (adaptado) Repertórios socioculturais relacionados ao tema “Educação alimentar e seus desafios na contemporaneidade brasileira” reportagem – a nutricionista Andreia Friques explica como o fast food pode afetar o rendimento escolar – com números! livro – A comida como cultura, de Massimo Montanari, mostra como o que você anda comendo tem a ver com a cultura de onde essa comida vem, assim, incluindo os ingredientes e o modo de prepará-la. estudo – A influência da modernidade nos hábitos de alimentação é um belo trabalho de estudiosos da UFPI, que mostra como nossa alimentação é influenciada por fatores externos. documentário – aqui, você pode obter repertório muito útil deste vídeo sobre o fenômeno da obesidade e outras doenças que agora estão atingindo crianças no Brasil reportagem – aqui você encontra algumas sugestões para suas propostas de intervenção sobre a educação alimentar. legislação – o estado de SP proíbe a venda de “alimentos” com gordura trans nas escolas – é interessante saber o que a lei diz. reportagem – mais sugestões para você sobre propostas de intervenção na educação alimentar. livro – este é um e-book completo sobre educação alimentar, preparado pelo MDS (Ministério do Desenvolvimento Social), que é repertório obrigatório no tema educação alimentar. Agora é com você, caro aluno: escreva sobre a educação alimentar e seus desafios na contemporaneidade como se estivesse escrevendo para o Enem, e… mande pra gente corrigir!

Se você não sabe o que é “autossabotagem”, Friedrich Nietzsche, filósofo alemão, explica: “o inimigo mais perigoso que você poderá encontrar será sempre você mesmo”. Ou você nunca passou pela experiência de estragar seus próprios objetivos?! Um ótimo tema para você treinar sua redação para o Enem, ao mesmo tempo, tentar entender melhor o comportamento brasileiro de “quase” alcançar seus objetivos… Faça uma dissertação argumentativa sobre o tema “A autossabotagem brasileira”. Comente sobre por que isso é um problema e inclua alguma proposta para minimizá-lo. TEXTO 1 Auto-sabotagem à brasileira Na década de 1950, o físico norte-americano Richard Feynman, laureado com o prêmio Nobel em 1965, viveu e lecionou por quase um ano na cidade do Rio de Janeiro. Dessa experiência ele produziu um relatório “Ensino de Física no Brasil segundo Richard Feynman”. Donde destaco o seguinte parágrafo: “Finalmente descobri que os estudantes tinham decorado tudo, mas não sabiam o que queria dizer. Quando eles ouviram “luz que é refletida de um meio com um índice”, eles não sabiam que isso significava um material como a água. Eles não sabiam que a “direção da luz” é a direção na qual você vê alguma coisa quando está olhando, e assim por diante. Tudo estava totalmente decorado, mas nada havia sido traduzido em palavras que fizessem sentido. Assim, se eu perguntasse: “O que é o Ângulo de Brewster?, eu estava entrando no computador com a senha correta. Mas se eu digo: “Observe a água”, nada acontece – eles não têm nada sob o comando “Observe a água”. Então… O que Feynman quis demonstrar é que os alunos tinham capacidade de decorar, mas não de apre(e)nder de fato. Vale destacar que “os alunos” de Feynman hoje são nossos professores e/ou foram professores de nossos professores, e também, que a qualidade do ensino regrediu de lá para cá. (…) A qualidade do ensino público, até o nível médio, é sofrível, ouso dizer, por exemplo, que ninguém aprende inglês via escolas públicas no país, ou seja, o governo sabota grande parte da população, visto que a língua inglesa é fundamental, seja para permanência na área acadêmica, seja para a vida no trabalho. O ciclo se completa quando na grande maioria das boas propostas de emprego, exige-se inglês de nível intermediário à fluência. Neste simples exemplo 80% das pessoas (subestimado) estão fora do jogo. O que parece um quadro estático, no qual o governo mais as empresas sabotam parte da população, é na realidade um grande quadro de auto-sabotagem, um “furacão” que afeta de A a Z. fonte: Portal Tudo sobre Pós Graduação TEXTO 2 Autossabotagem: o medo de ser feliz Por medo dos riscos e das responsabilidades da vida, podemos acabar inconscientemente com as nossas realizações. Isso se chama autossabotagem. São atitudes forjadas por uma parte de nós que não nos vê como merecedoras do sucesso ou que subestima nossa capacidade de lidar com a vitória. Pode ser aquela espinha que apareceu no nariz no dia daquele encontro especial ou da gripe que a pegou na véspera daquela importante reunião. (…) O filósofo e psicanalista paulista Arthur Meucci, coautor de A Vida Que Vale a Pena Ser Vivida (ed. Vozes) comenta sobre os ganhos secundários. “Há jovens que saem de casa para tentar a vida, enquanto outros permanecem na zona de conforto, porque continuam recebendo atenção dos pais e se eximem de enfrentar as dificuldades da fase adulta”, afirma. O problema é que, ao fazermos isso, não nos desenvolvemos plenamente. “Todo mundo busca a felicidade, a questão é ter coragem de viver, o que significa correr riscos e assumir responsabilidades”, diz ele. fonte: Exame – Autossabotagem TEXTO 3 fonte: Jornal Correio da Cidade – Autossabotagem TEXTO 4 Exemplos de Comportamento de Autossabotagem Os profissionais de saúde mental identificaram exemplos comuns de como as pessoas se auto-sabotam. Três exemplos fáceis de identificar incluem procrastinação, perfeccionismo e automedicação. Procrastinação As pessoas que se auto-sabotam costumam procrastinar. A procrastinação é uma maneira de mostrar aos outros que você nunca está pronto e adiar um bom resultado. É porque as pessoas temem desapontar os outros, fracassar ou ter sucesso. Perfeccionismo Manter-se em um padrão impossível causará atrasos e contratempos. Embora pareça uma estratégia positiva almejar que as coisas saiam conforme o planejado sem problemas, o perfeccionismo dificulta o sucesso.Tradução livre de: Very Well Mind Repertórios socioculturais relacionados ao tema “A autossabotagem brasileira” série – a série “13 Reasons Why”, é uma comédia em que uma heroína feminista canta/dança e se autossabota. música – a cantora de pop funk, Sarah Maria, lançou a música “Não Me Abala”, na qual fala de autossabotagem e amor próprio. série – outra série, “Lucifer”, é um ótimo repertório para este tema – a personagem Maze é autossabotadora, principalmente no que diz respeito à vida sentimental… opinião – a SBPNL (Sociedade Brasileira de Programação Neurolinguística) surpreende explicando que autossabotagem não existe – interessantíssimo! filme – “Nasce uma Estrela” é um drama que conta a história de Lady Gaga; o personagem Jackson, quando bêbado, pode estar sendo levado por autossabotagem com relação a Ally, seu par romântico. estudo – a autossabotagem também é conhecida como síndrome do impostor; se você quer repertório científico, baseado em estudos confiáveis, veja este artigo notícia – conheça o caso de Allora Dannon, uma estadunidense que viu a autossabotagem prejudicar sua vida amorosa. livro – O Ciclo da Autossabotagem é do psicólogo Stanley Rosner, e estuda a repetição de atitudes que destroem nossos relacionamentos. série – na série de TV “Lucifer”, Maze e Adão expõem momentos de autossabotagem em seu relacionamento. reportagem – parece que as pessoas trans sofrem mais com a autossabotagem… confira nesta matéria. Que interessante esse tema, não é? Você ainda vai ouvir falar da autossabotagem brasileira, e é por isso que corremos aqui para oferecer este tema para o Enem. Antes que você vá embora, pense se não está na hora de ver qual a real nota que sua redação mereceria se hoje fosse o dia da prova… Nós podemos revelar essa nota para você!

Sabe-se que com a pandemia foi evidenciado cada vez mais a importância do SUS nas nossas vidas, certo? Então, está na hora de reconhecer seu valor e pensar em como poderia ficar melhor para que possa atender a população. Vamos lá? Role a tela e você encontrará muitas novidades sobre o SUS. Portanto, com base nelas, escreva uma redação dissertativa argumentativa sobre o tema “A importância do Sistema único de Saúde (SUS) na vida brasileira”. É bom saber, antes, como se dar bem em todas as competências do Enem! TEXTO 1 Recuperadas de Covid, pacientes do Graças organizam doações para atendidos do SUS Pacientes do Hospital Nossa Senhora das Graças recuperadas de Covid-19 encontraram uma forma de retribuir à sociedade pelo atendimento recebido. Em diálogo com o clínico-geral Ednilson Lautenschlager, o grupo atendido na ala de convênios e particular tem organizado uma agenda de doações para pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) da instituição. No final de setembro, foi a vez de Mariana Patrícia Pereira Souza, 36 anos, levar kits de higiene. A engenheira de computação esteve internada no HNSG por quase dois meses, entre março e abril de 2021, período mais crítico da pandemia. De acordo com Lautenschlager, ela foi a primeira paciente a ter 100% de comprometimento do pulmão identificado em tomografia, mas, hoje, está quase sem sequelas, apenas em tratamento por bronquite e acompanhamento das cicatrizes pulmonares. fonte: Portal Canoas RS TEXTO 2 Qual a importância do SUS, o Sistema Único de Saúde? “Muitas pessoas pensam que não consomem o SUS por não passarem em consulta, mas estão enganadas. O SUS não está somente no hospital, ele está em todo lugar! ”, diz Dr. Haino [Burmester, professor no HC USP]. Descubra como o SUS está presente no seu dia a dia: Além de tudo isso, vale mencionar, sobre o Programa Nacional de Imunizações (PNI), o qual é referência internacional de saúde pública e que atende toda a população, disponibilizando mais de 300 milhões de doses de vacinas gratuitas anualmente. adaptado de: EEPHCFM – Usp TEXTO 3 SUS aparece pela primeira vez entre os melhores serviços públicos de São Paulo O SUS (Sistema Único de Saúde) foi eleito pela primeira vez pelos paulistanos como o melhor serviço público da cidade, ao lado do Metrô, pela quarta vez em primeiro lugar na pesquisa, e Poupatempo, hexacampeão. Logo, o sistema foi apontado como o melhor da capital por 13% dos entrevistados, desempenho sete pontos percentuais acima que o do último levantamento, realizada em fevereiro de 2020, quando obteve 6% das menções. O Datafolha faz a pesquisa anualmente desde 2015, quando o SUS teve 2% das menções. Percebe-se que o crescimento se deu após quase um ano de pandemia, momento em que o SUS foi testado diariamente e mais exigido do que nunca.fonte: Folha de São Paulo – SUS aparece entre os melhores serviços públicos TEXTO 4 Pandemia evidencia que Brasil gasta pouco e mal em saúde pública, diz diretor da OCDE O Brasil gasta em saúde 9,2% do PIB (soma de todas as riquezas produzidas), pouco acima da média dos 37 países-membros da OCDE, a maioria ricos, que é de 8,8% do PIB. Mas no caso do Brasil boa parte dessas despesas são privadas. A fatia dos recursos públicos investidos nessa área representa apenas 4% do PIB, enquanto na média da organização ela é de 6,6% do PIB. De acordo com o diretor ítalo-brasileiro, o qual é especialista em saúde pública, que já atuou no Banco Interamericano de Desenvolvimento. : “O financiamento do sistema público de saúde do Brasil é muito inferior ao dos países da OCDE” Ele afirma que a pandemia relança a discussão sobre a necessidade de ampliar a verba do sistema público de saúde no Brasil. Além disso, é preciso “gastar melhor os recursos e se assegurar que eles sejam mais bem utilizados”, acrescenta. fonte: Portal BBC TEXTO 5 Repertórios socioculturais relacionados ao tema “A importância do Sistema único de Saúde (SUS) na vida brasileira” reportagem – você vai encontrar neste artigo a lista dos melhores hospitais públicos no Brasil! notícia – o sistema público de saúde tem seus problemas, como o próprio Senado aponta; entenda o que se passa com o SUS do DF lendo este artigo. vídeo – muito interessante este documentário: informações de quem trabalha diretamente com o SUS. ebook – livro super didático e ilustrado para você entender tudo sobre o SUS – vale a pena dar uma olhada! estatística – números para sua redação sobre o SUS. vídeo – depoimentos de quem foi salvo pelo SUS durante a pandemia da covid-19! campanha – conheça o movimento liderado pela Unicamp para valorizar o SUS, e inclua como repertório na sua redação. reportagem – o que outros países podem aprender com o nosso SUS? Veja aqui. Este é um exemplo de tema que pode cair na prova de redação do Enem: A importância do Sistema único de Saúde (SUS) na vida brasileira. Faça sua redação ainda hoje – o tempo passa muito rápido e daqui a pouco já é a prova! Aliás, já conhece nosso serviço de correção em tempo real?!

O tema “O valor dos animais de estimação na sociedade contemporânea” pode cair no vestibular, por isso, esteja por dentro do assunto e treine sua redação com ele para o vestibular

O que o caso do ator Johnny Depp e sua ex-mulher Amber Heard tem em comum com o de Bruna e Gabriel no BBB23? Ambos são o chamado relacionamento abusivo, ou tóxico. Que tal você treinar esse tema para a redação Enem desta semana? Sim, vale muito a pena treiná-lo, até porque está sendo muito discutido na mídia, e sabem como é… assunto muito discutido na mídia tem grandes chances de cair na redação Enem. Escreva uma dissertação argumentativa como se fosse para o Enem – com argumentos mostrando a seriedade do problema e propostas de intervenção. Tudo que você precisa já organizamos abaixo. TEXTO 1 O abuso pode ocorrer de diversas formas: verbal, físico, emocional, um abuso que não fica muito claro, que vem por mensagens subliminares. A psicóloga clínica Liliana Seger explica que os sinais de um relacionamento abusivo ou tóxico podem aparecer no começo da relação, em tom de “brincadeira”, como também sinalizou Tadeu. “Como você é lerda, como você é burrinha. Quando falado em tom de brincadeira, esse sinal passa desapercebido pela outra pessoa. É importante entender que esse já é um alerta, já existe um desrespeito se a pessoa fala dessa forma”, diz a doutora em psicologia pelo Instituto de Psicologia da USP. “Podem achar que é bobagem, que é mimimi, mas não é. O relacionamento abusivo existe e começa com um tapinha, um segurar o braço numa discussão, um empurrãozinho, um jogar em cima da cama até o total (a morte). É muito importante que isso seja falado, visto e orientado [como aconteceu no programa]. Não é normal, não é natural”, completa Seger. fonte: ip usp – entenda o que é um relacionamento tóxico e saiba como identificar os sinais de alerta TEXTO 2 Quatro regras para evitar relacionamentos ruins: 1. Se parece errado – está errado. 2. Ele(a) está se esforçando demais? Envolve muito esforço conspícuo e ostensivo? Isto é falso. 3. Bom demais para ser verdade? Não é verdade. 4. Verifique tudo: 90% do tempo, as pessoas mentem e 90% do tempo acreditamos em cada palavra que dizem (regra 90:90 ou falácia da taxa básica). fonte: tradução livre do Instagram do psicólogo israelense Sam Vakin: instagram TEXTO 3 A química cerebral que nos empurra para relações tóxicas O que você vê como uma “química arrebatadora” pode ser um relacionamento tóxico. Nas últimas semanas, o julgamento do processo de difamação aberto por Johnny Depp contra a ex-mulher Amber Heard causou burburinho nas redes sociais — em meio a uma troca de acusações de abusos e maus-tratos. Mas você não precisa chegar a certos extremos para estar em um relacionamento tóxico e sofrer com seus efeitos prejudiciais. É algo tão sutil e comum que pode passar despercebido. Vamos dar um exemplo que pode soar familiar. Você conhece alguém, e a pessoa fica superenvolvida — a conversa flui, vocês compartilham mil coisas, fazem grandes planos, a pessoa diz que você é incrível…. Mas, ao mesmo tempo, ela desaparece por alguns dias, deixa você no vácuo (aqueles benditos dois tiques azuis no Whatsapp!), os planos propostos se concretizam muito raramente ou ela não passa tempo suficiente ao seu lado. Mas depois ela volta, e o ciclo se repete. “Sabemos que o momento agradável vai voltar e ficamos viciados esperando que volte, pois temos certeza de que no fim das contas sempre volta. Esses momentos de euforia são tão agradáveis que esquecemos dos maus momentos”, explica a psicóloga Marta Novoa, especialista em relacionamentos e autora do livro Amor del Bueno. Ou seja, você vive altos e baixos — o equivalente ao chamado reforço intermitente. fonte: bbc – geral TEXTO 4 Relacionamento abusivo: o relato de quem viveu um amor que rebaixa Conheci o Guilherme em um período delicado da minha vida… Eu estava estressada, cursando o último ano da faculdade, e tendo que trabalhar em período integral. Além disso, havia acabado de terminar um relacionamento com um colega de trabalho, e ver meu ex todos os dias só fazia aumentar a dor do coração partido. (…) Guilherme gritava comigo por quase tudo que eu fazia. Por eu perder muito tempo cuidando da casa, por fazer amizades com os vizinhos… se eu reclamava por acordar com o barulho de seu vídeo game de madrugada, eu era taxada de agressora, insensível, insuportável e tudo mais que sua imaginação conseguisse pensar. Não tenho qualquer noção de quantas vezes me refugiei por horas no banheiro, trancada, na tentativa de encontrar algum tipo de segurança, para ganhar tempo para mim mesma. Enquanto não conseguia conter as lágrimas, questionava o porquê de eu ser tão ruim, ou o porquê de eu ser alvo de tantas ofensas e explosões de raiva. fonte: mundo psicólogos – relacionamento abusivo o relato de quem viveu um amor que rebaixa Repertórios socioculturais relacionados ao tema “Os relacionamentos tóxicos no cotidiano brasileiro” alerta – encontramos este importante alerta da Defensoria Pública de MG sobre relacionamentos tóxicos, e achamos por bem divulgar – também é sobre o que se viu no BBB23. reportagem – “por que ela não larga o cara?” – é a pergunta que geralmente se faz sobre um relacionamento abusivo, e este artigo revela por que é tão difícil sair dele. vídeo – a psiquiatra Ana Beatriz Barbosa fala do relacionamento abusivo afetivo, principalmente quando não envolve violência física! notícia – inspiradora para sua proposta de intervenção: conheça a ideia da prefeitura do Rio de Janeiro para educar os alunos da rede de ensino contra o relacionamento abusivo. filme – “Dormindo com o inimigo”, de 1991, mostra a relação entre Laura e seu marido tóxico e vingativo, e as atitudes que ela acaba tomando para se ver livre dele. livro – Meu relacionamento abusivo, de Amanda Nunes, vai te agradar: é um relato de experiência de uma jovem com um namorado tóxico, mas que não se dava conta que vivia um relacionamento abusivo. Lembrou de algum caso familiar enquanto lia o material acima? Não é surpresa: os relacionamentos tóxicos no cotidiano brasileiro são mais frequentes que

Mudou de humor muito rápido? Ah, é bipolar! É distraído demais? Certeza que é déficit de atenção! É muito organizadinho? Mmm… tem TOC! Muito cuidado com autodiagnóstico de problema mental – deixe isso para psiquiatras! “A banalização do autodiagnostico de doenças mentais” foi nossa escolha de tema para você escrever esta semana. Dessa forma, será uma ótima oportunidade para repensarmos a forma como rotulamos a nós mesmos e aos outros. Desse modo, tudo que você precisa fazer é usar o tema acima e escrever uma redação para Enem. Assim, inclua as consequências de se relacionar as várias denominações das doenças mentais com simples traços de comportamento. Além disso, é preciso, também, dar alguma proposta de intervenção. Dessa forma, os textos abaixo são os melhores que encontramos pra te ajudar. TEXTO 1 Falar de estresse todo mundo fala… Poucos sabem o que significa. Muitos utilizam a palavra estresse para definir um dia agitado de trabalho ou uma noite mal dormida. Entretanto, efetivamente, poucos têm sinais e sintomas de estresse, que são decorrentes de uma adaptação fisiológica do ser humano, responsável, inclusive pela nossa sobrevivência! Estresse não é doença. Em situações de perigo, é normal nossos batimentos cardíacos acelerarem e a respiração aumentar, o coração precisa bombear mais sangue para determinados órgãos vitais para as reações de luta ou fuga. Desse modo, diversas situações no ambiente de trabalho, na família e em nossas metrópoles violentas podem levar o organismo a repetir o tempo todos esses padrões de resposta, quando hormônios como noradrenalina e cortisol são secretados e podem predispor, se mantidos em níveis elevados, a doenças como hipertensão, diabetes, infarto, depressão entre outras. fonte: Psiquiatria da Mulher TEXTO 2 Experiência com a banalização dos transtornos mentais Vítima da banalização das doenças mentais, a estudante de Jornalismo Anna Clara Carvalho, de 21 anos, sofre com Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG), doença que integra os transtornos ansiosos que atingem 9,3% da população brasileira, segundo o relatório Depressão e outros distúrbios mentais comuns: estimativas globais de saúde, divulgado pela OMS em 2017. Para Anna Clara, a banalização de sua doença impede as pessoas de perceberem seu real estado de ansiedade (natural ou ansiedade fora do normal) e até mesmo quando está apenas séria. “Podemos estar ansiosos para uma viagem, para uma festa ou para um trabalho. Dessa forma, é normal das pessoas, do ser humano. Entretanto, o problema é quando isso começa a ser por qualquer coisa e em todo o tempo do seu dia”, diz Anna Clara. Assim, e o problema se agrava com a incompreensão que a jovem percebe nas pessoas com quem se relaciona. “Elas sempre falam que estão ansiosas, mas quando nós falamos que estamos tendo uma crise de ansiedade ou estamos passando por um momento mais difícil nesse sentido, elas acham que vai passar ou que é só um nervoso por alguma coisa.” Para Anna Clara, a banalização da doença mental atrapalha o entendimento do transtorno e também a busca por tratamento. “O maior problema da ansiedade é quando as pessoas começam a enxergá-la como um sentimento qualquer, que não precisa ser tratada; não tem valor e não precisa ser encarado com seriedade.” fonte: Jornal Usp – Banalização TEXTO 3 Por que o autodiagnóstico é problemático Os pesquisadores estão preocupados que ser neurologicamente ou psicologicamente atípico tenha se tornado uma espécie de subcultura no TikTok e no Twitter. Em seguida, após os últimos anos, todos nós compartilharam sentimentos semelhantes de ansiedade induzida pela pandemia, tornando os tópicos alusivos às lutas da saúde mental altamente relacionáveis. É fácil olhar para os sintomas de um distúrbio e dizer ‘Meu Deus, eu faço isso!’ (…) Entretanto, embora seja da natureza humana “classificar” nossas experiências para moldar nossa compreensão do mundo e de nós mesmos, os psicólogos acreditam que quando tentamos catalogar e caracterizar todos os elementos da natureza humana, isso pode promover uma cultura de superanálise e paranóia que tem potencial para prejudicar o nosso bem-estar. fonte: Portal Thred TEXTO 4 Organizar as coisas por cores pode ser um sintoma de TOC? De início, por mais que a mania de organização muitas vezes seja imediatamente interpretada como transtorno obsessivo-compulsivo (TOC), ter esse comportamento não quer dizer necessariamente que alguém sofre desse transtorno. Assim, para que o TOC seja diagnosticado, é preciso que uma obsessão seja acompanhada de uma compulsão equivalente. (…) O TOC envolve a presença de pensamentos intrusivos de ordem, limpeza, autorregeras que a pessoa não consegue controlar, por mais que tente. Assim, a partir daí, ela desenvolve rituais para eliminar esses pensamentos. Desse modo, normalmente são pensamentos sem função ou que geram muito sofrimento e gasto de tempo. Cuidados pela vida – TOC fonte: Sempre Família – Bipolaridade Repertórios socioculturais relacionados ao tema “A banalização do autodiagnóstico de doenças mentais” vídeo – Ana Beatriz Barbosa é uma conhecida psiquiatra, ótimo repertório para você; neste vídeo ela mostra que ser organizado não significa ter TOC. estudo – o assunto que escolhemos para o tema desta semana já foi estudado antes pela Unievangelica que usou as redes sociais para isso – aproveite para recolher repertório. vídeo – O psicólogo e neurocientista Eslen Delanogare vai revelar por que parece que todo mundo tem TDAH. livro – Mrs. Dalloway é um clássico da inglesa Virginia Woolf, no qual relata problemas psicológicos de várias nuances e possíveis curas para eles, um século atrás. vídeo – chamar alguém de narcisista parece estar na moda… A psicóloga Zaionara esclarece que o que é de verdade udestam narcisista. artigo – é a hora de você descobrir por que chamar alguém de louco nem sempre é o correto: a psicóloga Fernanda M. de Lacerda explica a diferença entre louco e normal. filme – “Cisne Negro” é um filme de 2010 que deixa claro como não é assim tão simples diagnosticar uma doença mental. Nossa equipe de corretores já está corrigindo redações sobre o tema “A banalização do autodiagnóstico de doenças mentais”, como o Enem exige. E a sua? Chega quando? Compartilhar este conteúdo com outros vestibulandos – nós agradecemos!

Vai escrever sobre um tema livre? Anexe a proposta com os textos motivadores. Isso garante uma correção mais justa e precisa, essencial para a avaliação da Competência 2.
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