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    4. CNU 2025: Quais foram os temas das provas discursivas? Guia completo bloco por bloco

    CNU 2025: Quais foram os temas das provas discursivas? Guia completo bloco por bloco

    Resposta rápida

    O CNU 2025 cobrou temas discursivos diferentes em cada um dos oito blocos temáticos, sempre conectando políticas públicas, gestão estatal e desafios sociais contemporâneos. Os enunciados pediram análise crítica, articulação com legislação e propostas de intervenção, exigindo domínio da norma culta, repertório técnico do edital e estrutura dissertativo-argumentativa dentro do limite de linhas estipulado.

    Por Valdiele Silva
    10 de dezembro de 2025
    24 min de leitura

    Atualizado em 07/01/2026

    CNU 2025
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    1. Temas das provas discursivas do CNU 2025 — Bloco por Bloco
    2. Bloco 1 — Seguridade Social (Saúde, Assistência Social e Previdência Social)
    3. Bloco 2 — Cultura e Educação
    4. Bloco 3 — Ciências, Dados e Tecnologia
    5. Bloco 4 — Engenharias e Arquitetura
    6. Bloco 5 — Administração
    7. Bloco 6 — Desenvolvimento Socioeconômico
    8. Bloco 7 — Justiça e Defesa
    9. Bloco 8 — Nível Intermediário – Saúde
    10. Bloco 9 — Nível Intermediário – Regulação
    11. O que caiu no BLOCO 1 – Seguridade Social?
    12. QUESTÃO 1 — “Democracia é Saúde” e a participação social no SUS e SUAS
    13. QUESTÃO 2 — Equidade, Justiça Climática e integração SUS + SUAS em desastres
    14. BLOCO 2 – CULTURA E EDUCAÇÃO: o que caiu no CNU?
    15. QUESTÃO 1 — Inclusão Digital e Capacidades Humanas
    16. Como responder (estrutura esperada)
    17. QUESTÃO 2 — Desigualdades no Acesso à Cultura e Cultura Viva
    18. BLOCO 3 – CIÊNCIAS, DADOS E TECNOLOGIA: O que caiu no CNU 2025?
    19. QUESTÃO 1 — IA, frenesi tecnológico e impactos socioeconômicos
    20. O que a banca pediu nesta questão?
    21. QUESTÃO 2 — Governo Digital e Soberania de Dados
    22. BLOCO TEMÁTICO 4 – ENGENHARIA E ARQUITETURA
    23. O que caiu no Bloco 4 – Questão 1?
    24. O que caiu no Bloco 4 – Questão 2?

    A FGV divulgou oficialmente, nesta segunda-feira (8), os cadernos das provas discursivas e da redação do Concurso Nacional Unificado (CNU 2025).  Como já era esperado, cada bloco temático recebeu um tema específico, alinhado ao edital, às políticas públicas atuais e aos desafios estruturais do Estado brasileiro.

    Se você prestou o CNU ou está se preparando para próximas edições, entender o que efetivamente caiu é essencial, tanto para revisar seu desempenho quanto para antecipar padrões da banca.

    Este post reúne, de forma clara e organizada, todos os temas cobrados nos nove blocos da prova discursiva.
    A seguir, você confere um resumo completo dos assuntos exigidos em cada área antes de avançarmos bloco por bloco na análise detalhada.

    Temas das provas discursivas do CNU 2025 — Bloco por Bloco

    Abaixo, você encontra os temas oficiais, exatamente como foram apresentados pela banca.

    Bloco 1 — Seguridade Social (Saúde, Assistência Social e Previdência Social)

    Tema:
    Democracia é Saúde:
    participação social, equidade nas políticas públicas e os desafios relacionados aos desastres climáticos, com foco em equidade e intersetorialidade.

    Bloco 2 — Cultura e Educação

    Tema:
    Inclusão Digital e Políticas Públicas de Cultura: como garantir acesso, participação e diversidade cultural no ambiente digital.

    Bloco 3 — Ciências, Dados e Tecnologia

    Tema:
    Impactos das Novas Tecnologias nas Esferas Econômicas e Sociais: o avanço tecnológico e suas repercussões no trabalho, na economia e na vida em sociedade.

    Bloco 4 — Engenharias e Arquitetura

    Tema:
    Planejamento e Integração de Projetos de Infraestrutura Pública: com foco em saneamento básico, acessibilidade, sustentabilidade e cumprimento das normas técnicas e legais.

    Bloco 5 — Administração

    Tema:
    Emendas Parlamentares e Comunicação Pública: transparência, critérios de alocação e o papel da comunicação institucional na administração pública.

    Bloco 6 — Desenvolvimento Socioeconômico

    Tema:
    Mercado de Trabalho e Extensão Rural: desafios contemporâneos da formação profissional, inclusão produtiva e apoio ao desenvolvimento regional.

    Bloco 7 — Justiça e Defesa

    Tema:
    Direito Internacional e Segurança Pública: princípios do Direito Internacional Público e Humanitário, funcionamento do SUSP e diretrizes da Política Nacional de Segurança Pública e Defesa Social (PNSPDS).

    Bloco 8 — Nível Intermediário – Saúde

    Tema da Redação:
    Ocupações Irregulares nas Grandes Cidades: impactos na saúde pública e responsabilidades do Estado na prevenção, controle e mitigação dos riscos.

    Bloco 9 — Nível Intermediário – Regulação

    Tema da Redação:
    Mobilidade Urbana e Transporte Coletivo: o papel do Estado na implantação, expansão e popularização de sistemas de transporte público de qualidade e a atuação das agências reguladoras.

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    O que caiu no BLOCO 1 – Seguridade Social?

    O Bloco 1 trouxe duas questões discursivas longas, densas e 100% interdisciplinares, exigindo:

    • domínio de políticas sociais,
    • participação e controle social,
    • SUS e SUAS,
    • equidade,
    • gestão democrática,
    • justiça climática,
    • intersetorialidade.

    Foram temas extremamente alinhados com o núcleo do bloco:
    interseção entre saúde, assistência social, democracia e enfrentamento das desigualdades.

    A seguir, você verá cada questão separadamente, com análise completa.

    QUESTÃO 1 — “Democracia é Saúde” e a participação social no SUS e SUAS

     O que a questão pedia exatamente? A FGV solicitou um texto dissertativo-argumentativo respondendo a três eixos:

    1) Explicar COMO a participação da comunidade contribui para:

    • efetivação das políticas,
    • controle social,
    • monitoramento,
    • equidade na gestão democrática do SUS e SUAS.

    E precisava mencionar os mecanismos institucionais, como:

    • Conselhos de Saúde e de Assistência,
    • Conferências,
    • Ouvidorias,
    • Mesas de negociação,
    • Participação comunitária nos territórios (CRAS/UBS).

    2) Escolher UMA política pública ligada ao seu núcleo profissional

    e mostrar como ela incorpora participação social.

    Exemplos possíveis (qualquer um seria aceito se bem explicado):

    • Política Nacional de Humanização (PNH).
    • Política de Atenção Básica.
    • Política Nacional de Assistência Social (PNAS).
    • Política de Saúde Mental (RAPS).
    • Política de Vigilância em Saúde.

    Era essencial demonstrar:

    • mecanismos de participação,
    • espaços coletivos de decisão,
    • como a comunidade ajuda a formular, fiscalizar e avaliar.

    3) Apresentar DOIS exemplos concretos de ações participativas

    Exemplos possíveis:

    • Conferências municipais/estaduais/nacionais.
    • Conselhos paritários com participação de usuários.
    • Grupos de controle social do SUAS.
    • Audiências públicas locais para priorização de ações.
    • Orçamento participativo em saúde.
    • Pactuação intergestores (CIT/CIB) com representação social.
    • Ouvidoria SUS como ferramenta de equidade.

    Cada exemplo deveria funcionar como evidência da relação entre democracia, equidade e cidadania.

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    QUESTÃO 2 — Equidade, Justiça Climática e integração SUS + SUAS em desastres

     O que a questão pedia exatamente?Três partes:

    1) Analisar a relação entre equidade e justiça social nas políticas de saúde e assistência social

    O candidato precisava:

    • Explicar equidade segundo Perelman (justiça concreta).
    • Relacionar com justiça social → redução das desigualdades.
    • Aplicar aos sistemas: SUS e SUAS → atendimento diferencial aos mais vulneráveis.
    • Citar determinantes sociais da saúde.

    2) Explicar a importância da intersetorialidade SUS + SUAS na gestão de desastres climáticos

    E apresentar DOIS exemplos práticos, como:

    • Ações conjuntas em abrigos provisórios.
    • Articulação da vigilância epidemiológica com proteção social.
    • Mapeamento de grupos vulneráveis (idosos, crianças, pessoas com deficiência).
    • Encaminhamento prioritário de famílias para CRAS/CREAS.
    • Vacinação, saúde mental e apoio psicossocial.
    • Distribuição de água potável e kits de higiene.
    • Cadastro Único em situação de calamidade.

    A FGV queria ver que o candidato entende:

    • desastres aumentam desigualdades,
    • políticas precisam se integrar,
    • equipes multiprofissionais são essenciais.

    3) Indicar DOIS desafios para promoção da equidade em ações do SUS e SUAS

    Exemplos possíveis:

    • Desigualdade territorial (Norte e Nordeste mais vulneráveis).
    • Infraestrutura insuficiente de vigilância climática.
    • Falta de integração entre órgãos públicos.
    • Subfinanciamento crônico.
    • Déficit de profissionais qualificados.
    • Falhas no mapeamento das populações em risco.
    • Baixa participação social nos planos de contingência.

    Era preciso justificar cada desafio com argumentos coerentes.

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    BLOCO 2 – CULTURA E EDUCAÇÃO: o que caiu no CNU?

    O Bloco Temático 2 avalia sua capacidade de analisar desigualdades culturais e digitais, compreender políticas de inclusão, interpretar dados, mobilizar teorias de referência e propor estratégias fundamentadas na sua área de formação.

    As duas questões do bloco articulam:

    • Inclusão digital
    • Capacidades humanas (Amartya Sen)
    • Conectividade significativa
    • Desigualdade territorial no acesso à cultura
    • Política Nacional de Cultura Viva (PNCV)

    São questões que exigem análise crítica, exemplos e proposta viável.

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    QUESTÃO 1 — Inclusão Digital e Capacidades Humanas

    O que a banca queria avaliar?

    A questão avalia se você entende:

    1. Como “conectividade significativa” amplia as capacidades humanas de Amartya Sen
      (liberdade de agir, de acessar serviços, de se emancipar).
    2. Quais fatores estruturais dificultam a inclusão digital no Brasil
      (infraestrutura, renda, escolaridade, desigualdade territorial, barreiras culturais).
    3. Se você consegue propor uma ação da sua área de formação que amplie liberdades reais, e não apenas ofereça meios técnicos.

    Como responder (estrutura esperada)

    1. Explicação conceitual articulada – conectividade significativa + Sen

    • Conectividade significativa ≠ apenas ter internet.
    • É a capacidade real de usar serviços digitais que ampliem liberdades.
    • Relaciona-se ao conceito de Sen porque liberdades instrumentais → ampliam liberdades substantivas.

    Exemplo concreto que deve aparecer:

    • Pessoa que tem internet apenas para entretenimento não amplia capacidades.
    • Mas alguém com conectividade significativa consegue acessar serviços públicos online, cursos, oportunidades de emprego, serviços financeiros, saúde digital etc.

    2. Dois fatores que dificultam o alcance da conectividade significativa
    Você poderia selecionar, por exemplo:

    • Desigualdade territorial (zonas rurais e periferias com infraestrutura precária).
    • Baixa renda e falta de equipamentos adequados.
    • Baixa escolaridade digital (letramento digital insuficiente).
    • Custos elevados de dados móveis.

    3. Proposta de ação fundamentada na sua área de formação
    A banca quer:
    ✔ Uma ação clara
    ✔ Justificativa técnica
    ✔ Relação com as capacidades humanas

    Exemplos possíveis:

    • Programa escolar de letramento digital crítico.
    • Capacitação comunitária para uso de serviços públicos digitais.
    • Políticas municipais de pontos de Wi-Fi público com formação digital integrada.
    • Criação de plataformas acessíveis para assistência social.

    A banca avalia → clareza, fundamentação, impacto social e capacidade de argumentação.

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    QUESTÃO 2 — Desigualdades no Acesso à Cultura e Cultura Viva

    O que a banca queria avaliar?

    A questão exige que você:

    1. Compare dois modelos diferentes de acesso à cultura

    Texto I: acesso físico a equipamentos culturais (museus, cinemas, teatros).

    Texto II: acesso comunitário e territorializado via Pontos e Pontões de Cultura.

    1. Analise como a PNCV democratiza a cultura

    Valorização dos coletivos comunitários.

    Participação social.

    Descentralização territorial.

    Reconhecimento das expressões locais.

    1. Explique como os Pontos e Pontões fortalecem políticas inclusivas
      • Apoiam coletivos populares.
      • Preenchem vazios territoriais.
      • Funcionam como política participativa complementar ao acesso institucional tradicional.

    A banca quer ver interpretação crítica + visão de política pública cultural.

    Para treinar exatamente como a banca FGV exige:
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    BLOCO 3 – CIÊNCIAS, DADOS E TECNOLOGIA: O que caiu no CNU 2025?

    O Bloco 3 explorou revoluções tecnológicas, os ciclos de inovação descritos por Carlota Pérez, a bolha da IA, mercado de trabalho digital, regulação estatal, estratégias de soberania digital e Governo Digital.

    As duas questões pedem análise crítica, conexão teórica e proposta de ação sólida — exatamente o tipo de cobrança clássica da FGV.

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     QUESTÃO 1 — IA, frenesi tecnológico e impactos socioeconômicos

    O que a banca pediu nesta questão?

    A questão cobra três movimentos:

    1. Identificar duas características da fase “frenesi” presentes no atual boom da IA

    Segundo Carlota Pérez, o frenesi é marcado por:

    • supervalorização financeira das tecnologias emergentes;
    • desvinculação entre economia real e capital financeiro;
    • formação de bolhas especulativas;
    • discurso de otimismo extremo + desprezo pela regulação;
    • aumento da desigualdade.

    O Texto II mostra isso claramente:

    • Riqueza concentrada em poucas empresas (Amazon, Nvidia, Oracle).
    • Crescimento explosivo no mercado acionário sem retorno real proporcional.
    • Incerteza sobre receitas efetivas → risco de bolha.

    A banca esperava que o candidato articulasse teoria + evidências do texto.

    2. Citar e caracterizar um impacto da expansão acelerada da IA no mundo do trabalho

    Com base no Texto III e na sua formação, os impactos possíveis incluem:

    • Substituição de tarefas cognitivas complexas antes exclusivas dos humanos.
    • Desigualdade crescente entre trabalhadores qualificados e não qualificados.
    • Redução da participação da renda do trabalho.
    • Risco de deslocamento ocupacional (não só em tarefas rotineiras).
    • Ampliação da exclusão digital.

    A resposta precisava mostrar domínio do conceito + exemplificação.

    3. Propor uma política pública para mitigar os efeitos negativos

    A banca buscava propostas regulatórias viáveis, como:

    • Marco regulatório para IA com foco em transparência, segurança e uso ético.
    • Política de requalificação profissional em larga escala.
    • Incentivo estatal à criação de empregos em áreas complementares à IA.
    • Fortalecimento de infraestrutura digital para reduzir desigualdades regionais.
    • Programas públicos de capacitação em competências digitais avançadas.

    O candidato precisava explicar como essa política reduz danos e favorece equilíbrio entre inovação e justiça social.

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     QUESTÃO 2 — Governo Digital e Soberania de Dados

    O que a banca pediu nesta questão?

    A estrutura exigida foi:

    1. Selecionar duas categorias de soberania digital e avaliar sua relação com os princípios da EFGD

    As quatro categorias possíveis (Texto II) são:

    1. Segurança Nacional e Defesa do Estado de Direito
    2. Autonomia econômica e tecnológica
    3. Autonomia dos usuários e autodeterminação individual
    4. Proteção da identidade e diversidade sociocultural

    O candidato deveria escolher duas e analisar:

    • Como os princípios da EFGD (centrado no cidadão, seguro, integrado, transparente, inovador etc.) ajudam ou não a promover cada categoria?

    Exemplos de análises esperadas:

    • Segurança nacional → alinhada ao princípio de “governo confiável e seguro”.
    • Autonomia dos usuários → alinhada ao princípio de “governo centrado no cidadão”.
    • Autonomia tecnológica → depende de inovação e redução da dependência externa, mas a EFGD ainda é insuficiente.
    • Proteção cultural → articulada com governo participativo e inclusivo.

    A resposta precisava comparar teoria e prática.

    2. Criar uma proposta de ação para fortalecer a soberania digital

    A banca esperava propostas concretas, como:

    • Desenvolvimento nacional de plataformas públicas de dados.
    • Programa de capacitação massiva em segurança digital.
    • Infraestrutura própria para nuvens governamentais.
    • Regulamentação firme sobre armazenamento de dados sensíveis fora do país.
    • Política nacional de inovação para reduzir dependência tecnológica estrangeira.

    Importante: a proposta deve ser coerente com a categoria considerada mais crítica.

    3. Discutir a viabilidade da proposta

    A banca avaliou se você conseguia analisar:

    • instituições envolvidas (CGU, MGI, defesa cibernética, ministérios, universidades);
    • marco legal já existente (LGPD, EFGD, Decreto 12.198/2024);
    • desafios tecnológicos (dependência de big techs, falta de infraestrutura nacional);
    • condições científicas e industriais do Brasil.

    O candidato precisava demonstrar visão sistêmica, exatamente como a FGV espera.


    📥 Clique aqui para baixar o PDF do tema completo para estudo.

    BLOCO TEMÁTICO 4 – ENGENHARIA E ARQUITETURA

    O que caiu, como responder e quais caminhos argumentativos eram esperados

     O que caiu no Bloco 4 – Questão 1?

    Tema central: Compatibilização interdisciplinar, acessibilidade, cargas estruturais e coordenação de projetos em edificações públicas.

    A questão apresentou três bases normativas indispensáveis:

    • Lei 10.098/2000 – define acessibilidade e tipos de barreiras.
    • NBR 9050/2020 – trata das exigências técnicas para acessibilidade (rampas, desníveis, inclinações).
    • NBR 6120/2019 – define ações permanentes e variáveis consideradas no cálculo estrutural.

    Em seguida, trouxe um caso prático: a criação de um desnível de 50 cm em uma laje maciça de um museu público para embutimento de instalações prediais.

    A partir disso, o candidato deveria articular engenharia, arquitetura, acessibilidade e gestão integrada, respondendo de forma argumentativa e técnica.

    Treine discursivas da FGV com correções profissionais em até 3 dias úteis.

    O que caiu no Bloco 4 – Questão 2?

    Tema central: Funções do saneamento básico, desigualdades regionais e modelos de prestação de serviços.

    A questão trouxe:

    • Dados oficiais do Marco Legal do Saneamento (Lei 14.026/2020)
    • Metas até 2033 (99% água / 90% esgoto)
    • Mapa mostrando déficit por região

     Clique aqui e treine com o PDF completo da questão 2 do Bloco 4, no mesmo formato da FGV.

    BLOCO TEMÁTICO 5 – ADMINISTRAÇÃO: O que caiu na prova discursiva do CNU 2025?

    O Bloco 5 abordou dois eixos centrais da Administração Pública contemporânea:

    1. orçamento público, governança e parcerias com OSCs, e
    2. comunicação pública digital em ambientes de redes sociais, com foco em riscos, ética e estratégias institucionais.

    A FGV exigiu do candidato visão sistêmica, domínio técnico e capacidade de articular normas legais, gestão pública e impacto social.

    O que caiu no Bloco 5 – Questão 1?

    Tema central: Emendas parlamentares, governança orçamentária e parcerias com OSCs (Lei 13.019/2014 – MROSC).

    A questão contextualiza o cenário atual:

    • Crescimento exponencial das emendas parlamentares (valor 4,6 vezes maior que o triênio anterior).
    • Ampliação do protagonismo do Congresso na alocação de recursos.
    • Importância de mecanismos de governança, transparência e critérios de execução, sobretudo quando recursos são destinados a OSCs.

    A partir disso, a FGV pediu um texto articulando orçamento público, regulações do MROSC e estratégias institucionais.

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    O que caiu no Bloco 5 – Questão 2?

    Tema central: Comunicação pública digital, ética e transparência em ambientes de redes sociais.

    A questão apresentou:

    • O crescimento do CanalGov nas plataformas digitais.
    • O uso de linguagem informal, memes e formatos populares para explicar políticas públicas.
    • A necessidade de conciliar atração + credibilidade institucional.

    O candidato precisava articular comunicação pública, ética, linguagem simples e governança.

    🎥 Clique aqui para baixar o PDF do bloco 5

    BLOCO TEMÁTICO 6 — DESENVOLVIMENTO SOCIOECONÔMICO: o que caiu na prova discursiva do CNU 2025?

    O bloco analisou duas temáticas essenciais para o desenvolvimento brasileiro:

    1. Mercado de trabalho: paradoxos recentes, informalidade, proteção social.
    2. Sistema nacional de inovação agropecuária: pesquisa, extensão rural, Embrapa, produtividade e parcerias tecnológicas.

    A FGV exigiu um candidato capaz de articular dados, contexto histórico, políticas públicas e compreensão institucional.

     O que caiu no Bloco 6 — Questão 1?

    Tema: Evolução do mercado de trabalho no Brasil (2021–2025), informalidade, seguro-desemprego e políticas assistenciais.

    A banca partiu de três elementos:

    Texto I → Indicadores positivos: queda do desemprego, aumento da renda, ampliação de transferências.
    Texto II → Mudança de comportamento entre jovens: rejeição à CLT e preferência por trabalhos flexíveis.
    Texto III → Gráfico mostrando:

    • Queda brusca da taxa de desocupação (14,4% → 6,5%).
    • Aumento dos requerimentos de seguro-desemprego (480 mil → 671,5 mil).

    O candidato deveria articular esses dados para explicar o “paradoxo”.

    Como Fazer Redação Nota 1000 no ENEM? | Correção Online Especializada 2025

    O que caiu no Bloco 6 — Questão 2?

    Tema: Sistema nacional de inovação agropecuária, Embrapa, pesquisa e extensão rural.

    A FGV explorou um dos casos mais bem-sucedidos de política pública no Brasil: a transformação agrícola baseada em ciência, inovação e políticas de Estado.

    Clique para baixar o PDF completo do bloco 6.
     

    Conclusão Geral do Bloco 6

    A prova exigiu uma compreensão madura da economia brasileira:

    • Um mercado de trabalho em transformação estrutural.
    • Tensões entre informalidade, produtividade e políticas assistenciais.
    • Importância estratégica das instituições de pesquisa agrícola.
    • Articulação entre ciência, tecnologia, setor produtivo e Estado.

    O candidato ideal deveria demonstrar capacidade analítica + domínio técnico + conexão entre políticas públicas e desenvolvimento socioeconômico.
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    BLOCO TEMÁTICO 7 — JUSTIÇA E DEFESA (FGV – Nível Superior): o que caiu?

    O Bloco 7 apresentou duas questões dissertativas-argumentativas, porém com naturezas diferentes, exigindo do candidato:

    1. Interpretação jurídico-internacional (jus ad bellum, jus in bello, Estatuto de Roma, Carta da ONU).
    2. Interpretação constitucional-administrativa (SUSP, PNSPDS, competências federativas, Guardas Municipais).

    Ou seja: é um bloco híbrido, técnico e teórico, no qual a FGV espera capacidade de:

    • ✔ interpretar normas internacionais e constitucionais
    • ✔ analisar conflitos armados sob critérios objetivos
    • ✔ explicar princípios, instrumentos e estruturas do sistema de segurança pública
    • ✔ diferenciar níveis federativos e suas atribuições
    • ✔ estruturar respostas comparativas, com fundamentação institucional

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    QUESTÃO 1 — Direito Internacional Público e Humanitário

    A FGV buscou medir:

    • domínio conceitual entre jus ad bellum (uso legítimo da força) e jus in bello (condução da guerra)
    • capacidade de identificar violação ou não violação em cada caso
    • interpretação de crimes internacionais previstos no Estatuto de Roma
    • avaliação do papel do Conselho de Segurança e dos mecanismos da ONU
    • diferenciação entre crimes de guerra, crimes contra a humanidade e genocídio

    QUESTÃO 2 — SUSP, PNSPDS e Guardas Municipais

    Esta questão exigia:

    • compreensão da Política Nacional de Segurança Pública
    • diferenciação entre princípios e diretrizes
    • classificação correta de órgãos federais e estaduais
    • entendimento das limitações constitucionais das Guardas Municipais
    • capacidade de explicar o papel do município na segurança pública

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    BLOCO 8 — Tudo o que caiu na redação da FGV (CNU 2ª edição)

    O Bloco 8 reúne temas relacionados a:

    • Saúde e realidade brasileira
    • Urbanização, migração, condições de vida
    • Determinantes sociais da saúde
    • Organização do território e políticas públicas

    Ou seja: é o bloco que integra sociedade + território + saúde pública + políticas estatais.

    A redação cobrou exatamente isso.

    O que a FGV cobrou no Bloco 8?

    A banca apresentou:

    • Artigos constitucionais sobre política urbana (Art. 182) e saúde (Art. 196)
    • Histórico das migrações internas e urbanização
    • Charge sobre Covid-19 nas favelas
    • Texto sobre novos determinantes sociais da saúde nas cidades

    E pediu que o candidato:

    1) Analisasse a relação entre:

    • migração → ocupação irregular → problemas de saúde agravados.

    2) Discutisse o papel das autoridades públicas e apresentasse ações concretas.

    Ou seja, não era apenas “falar sobre saúde”.
    A FGV queria um olhar analítico + técnico + político, articulando:

    • Constituição
    • Urbanização histórica
    • Determinantes sociais
    • Políticas públicas integradas
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    Como o candidato deveria estruturar a resposta?

    A FGV esperava três movimentos:

    ✔ Contextualização histórica

    Referência ao processo acelerado de urbanização e migração (Texto II).

    ✔ Apresentação do problema

    Explicar que a falta de planejamento urbano leva a ocupações irregulares, que, por sua vez, criam vulnerabilidades sanitárias.

    ✔ Tese clara

    A tese precisava articular:

    • Urbanização desordenada
    • Impactos diretos na saúde (Texto IV e charge)
    • Necessidade de políticas públicas integradas (Art. 182 e Art. 196)
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    Desenvolvimento 1 — A análise exigida pela banca

    A FGV exigiu uma relação causal, não apenas descrição.
    O aluno precisava mostrar que compreendeu o encadeamento:

    ✔ (a) Migração → adensamento urbano → ocupação irregular

    A partir do Texto II.

    ✔ (b) Como isso gera problemas de saúde

    Usando evidências da charge e do Texto IV:

    • ausência de saneamento
    • falta de água
    • doenças infecciosas
    • saúde mental
    • circulação de vírus em áreas densamente ocupadas

    A charge deveria ser usada como prova visual do determinante social.

    ✔ (c) Articulação com a Constituição

    A banca esperava que o aluno ativasse:

    • Art. 182 (função social da cidade)
    • Art. 196 (direito universal à saúde)

    Isso mostra maturidade argumentativa — exatamente o que a FGV premia.

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     3. Desenvolvimento 2 — O que eram as “ações concretas” esperadas

    O candidato não podia ser genérico.
    A FGV queria políticas públicas reais, alinhadas com o que existe no Brasil.

    As ações esperadas eram:

    ✔ Urbanização de favelas

    Saneamento, drenagem, pavimentação, equipamentos urbanos.

    ✔ Ampliação de acesso à água

    Programas federais + políticas municipais, essenciais após a charge do Texto III.

    ✔ Estratégia Saúde da Família

    Atenção primária como porta de entrada das áreas vulneráveis.

    ✔ Regularização fundiária

    Para reduzir risco, ampliar serviços e melhorar indicadores urbanos.

    ✔ Integração intersetorial

    O aluno precisava demonstrar que saúde depende de:

    • habitação
    • mobilidade
    • saneamento
    • assistência social
    • planejamento urbano

    Isso é o coração da questão: a FGV queria ver visão sistêmica.

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     4. Conclusão — O que o avaliador buscava

    A conclusão precisava:

    ✔ Retomar o problema (ocupação → vulnerabilidade sanitária)

    ✔ Defender a ação estatal como coordenadora das políticas urbanas e de saúde

    ✔ Indicar impactos esperados:

    • redução de desigualdades
    • melhoria das condições de vida
    • promoção da saúde coletiva
    • garantia do direito à cidade

    Nada de solução nova — apenas fechamento coerente.

    Resumo do que a FGV queria no Bloco 8

    EtapaO que era esperado
    IntroduçãoContexto urbano + migração + tese articulada com saúde
    D1Relação causal completa + Constituição + determinantes sociais
    D2Políticas públicas reais, intersetoriais e viáveis
    ConclusãoSíntese + reforço da responsabilidade estatal

    Esse era o padrão máximo de desempenho.

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    BLOCO 9 – O que caiu na redação de Mobilidade Urbana (FGV – CNU 2ª edição – Nível intermediário)

    O Bloco 9 reúne conteúdos sobre:

    • Mobilidade urbana
    • Políticas públicas
    • Acesso a serviços
    • Qualidade de vida
    • Regulação estatal
    • Diretrizes legais (Lei 12.587/2012)

    É um bloco voltado para políticas urbanas, transporte coletivo, planejamento e regulação,  exatamente o que apareceu na redação.

    O QUE A FGV COBROU NA REDAÇÃO DO BLOCO 9?

    A banca entregou:

    • ✔ Textos legais (Lei 12.587/2012) sobre mobilidade, objetivos, inclusão, acesso e gestão democrática.
    • ✔ Dados sobre tempo perdido no trânsito (Texto II).
    • ✔ Análises críticas de especialistas (Texto III) sobre falhas estruturais no transporte coletivo.
    • ✔ Discussão sobre ausência de regulação e gargalos institucionais (Texto IV).

    E pediu que o candidato:

    1. Debatesse o papel do Estado na implantação e popularização do transporte coletivo de qualidade.
    2. Apresentasse uma ação concreta a ser promovida por agências reguladoras.

    Ou seja, a FGV queria:

    👉 compreensão legal
    👉 visão crítica de políticas públicas
    👉 análise setorial
    👉 proposta viável e institucionalmente correta

    Baixe o PDF com o tema completo

    COMO DEVERIA SER A ESTRUTURA DA RESPOSTA (O QUE ERA ESPERADO)

    1. INTRODUÇÃO 

    A banca esperava:

    ✔ Problematização objetiva

    Começando pela crise de mobilidade no Brasil e seu impacto social.

    ✔ Uso rápido de dado do Texto II

    Ex.: “25% dos brasileiros gastam mais de 2 horas diárias no trânsito.”

    ✔ Apresentação do problema central

    Atrasos, perda de produtividade, exclusão social, modelo urbano defasado.

    ✔ Tese

    Uma tese articulando:

    • papel do Estado ✔
    • transporte coletivo ✔
    • necessidade de regulação ✔
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    2. DESENVOLVIMENTO 1 – O PAPEL DO ESTADO (o que a FGV queria)

    Aqui o candidato deveria:

    ✔ Usar a Lei 12.587/2012 (Texto I)

    Art. 7º — reduzir desigualdades, inclusão, acessibilidade.

    ✔ Usar análise dos especialistas (Texto III)

    Escolher uma das críticas:

    • transporte coletivo nunca foi prioridade
    • queda de passageiros
    • aumento de aplicativos
    • transporte tratado como “coisa de pobre”

    ✔ Apontar falhas históricas

    Falta de investimento; ausência de prioridade orçamentária; planejamento deficiente.

    ✔ Conectar com política pública

    A FGV esperava que o candidato explicasse:

    • que o Estado deve financiar
    • estruturar sistemas integrados
    • garantir tarifa justa
    • priorizar ônibus, metrôs, VLT, corredores exclusivos
    • promover inclusão social via transporte

    Esse bloco era fundamental para pontuar alto.

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    3. DESENVOLVIMENTO 2 – AÇÃO DAS AGÊNCIAS REGULADORAS (o ponto-chave)

    A banca NÃO queria “criar uma agência do zero”, mas:

    ✔ Explicar por que a regulação é necessária

    Segundo Texto IV:

    • só 4 estados têm agências especializadas
    • gargalos de atuação
    • ausência de fiscalização adequada
    • falta de parâmetros de qualidade
    • contratos mal acompanhados

    ✔ Propor uma ação concreta

    A FGV queria algo implementável, como:

    • criação de padrões mínimos de qualidade
    • auditorias periódicas das empresas de transporte
    • monitoramento digital de frota e frequência
    • metas obrigatórias para tempo de espera
    • transparência tarifária
    • penalidades por descumprimento de contratos
    • integração multimodal regulada

    ✔ Justificar a ação

    Exemplo de justificativa que a banca premiaria:

    “A regulação contínua garante previsibilidade, reduz assimetrias de informação e assegura que o transporte coletivo opere com eficiência e qualidade, fortalecendo o direito social ao transporte.”

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    4. CONCLUSÃO (o que era esperado)

    A conclusão deveria:

    • retomar o debate central (mobilidade + desigualdades + Estado)
    • afirmar que mobilidade é direito social
    • reforçar a necessidade de regulação especializada
    • indicar impacto positivo: inclusão, produtividade, acesso a oportunidades

    Nada mirabolante.
    Apenas fechamento coerente e tecnicamente alinhado.

    CONCLUSÃO FINAL: O QUE A REDAÇÃO DO CNU 2025 NOS ENSINOU

    A redação do CNU 2025 consolidou o que já vínhamos observando em suas edições anteriores: trata-se de uma prova que exige análise crítica, domínio conceitual, leitura institucional e capacidade de formular soluções tecnicamente viáveis. Cada bloco temático cobrado trouxe uma faceta distinta do Estado brasileiro e da vida em sociedade, obrigando o candidato a articular conteúdo jurídico, histórico, econômico, urbano e social em uma resposta coesa.

    Nos blocos iniciais, a banca evidenciou a importância de compreender as funções do Estado, a administração pública e os desafios federativos, reforçando que o serviço público atua em múltiplos níveis para garantir direitos. Nos blocos centrais, surgiram temas relacionados à modernização, tecnologia, inovação, ordenamento urbano, infraestrutura, mercado de trabalho, desigualdades e políticas sociais — sempre conectados a legislações específicas, dados oficiais e análises técnicas, demonstrando que a FGV espera do candidato muito mais do que opinião: ela espera interpretação, diagnóstico e proposta estruturada.

    Os blocos avançados, como os de saúde, migrações internas, ocupações irregulares e mobilidade urbana, evidenciaram o que já é marca registrada do CNU: um enfoque interdisciplinar que combina direito constitucional, políticas públicas, urbanismo, planejamento, saúde coletiva, bem-estar e regulação. Ao pedir análises comparativas, diagnóstico causal e ações concretas, a banca reafirmou que o candidato aprovado precisa compreender o funcionamento do Estado para além da teoria, reconhecendo sua função social e sua responsabilidade na implementação de políticas eficazes.

    E, finalmente, o conjunto da prova mostra que não basta escrever bem: é preciso escrever com método, conectar textos motivadores, articular fundamentos legais, explicar fenômenos sociais e propor soluções factíveis nos marcos institucionais brasileiros. O CNU não cobra criatividade solta. Cobra técnica, precisão e maturidade analítica.

    Por isso, a preparação para concursos em 2026 precisa ser profunda, estratégica e contínua — exatamente o que oferecemos no treinamento intensivo de redação para concursos.

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    Referência deste artigo

    Valdiele Silva. CNU 2025: Quais foram os temas das provas discursivas? Guia completo bloco por bloco. Redação Online. Publicado em 10/12/2025.

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