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Outubro marca a campanha anual de prevenção do câncer de mama. Por isso, elaboramos uma proposta de redação para você desenvolver conhecimentos sobre esse tema. Leia os textos a seguir e, a partir das reflexões suscitadas, discorra sobre os desafios para a prevenção do câncer de mama no Brasil. Texto 1 O câncer de mama em números No Brasil, segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o câncer de mama também é o tipo de câncer que mais acomete as mulheres no país (excluídos os tumores de pele não melanoma). Para 2019, foram estimados 59.700 casos novos, o que representa uma taxa de incidência de 51,29 casos por 100 mil mulheres. A única região do país em que o câncer de mama não é o mais comum entre as mulheres é a Norte, onde o de colo de útero ocupa a primeira posição. Com uma taxa de 13,68 óbitos/100 mil mulheres em 2015, a mortalidade por câncer de mama (ajustada pela população mundial) apresenta uma curva ascendente e representa a primeira causa de morte por câncer nas mulheres brasileiras. O Sul e o Sudeste são as regiões que apresentam as maiores taxas de mortalidade, com 15,26 e 14,56 óbitos/100 mil mulheres em 2015, respectivamente. A incidência da doença aumenta em mulheres a partir dos 40 anos. Abaixo dessa faixa etária, a ocorrência da doença é menor, bem como sua mortalidade, tendo ocorrido menos de 10 óbitos a cada 100 mil mulheres. Já a partir dos 60 anos o risco é 10 vezes maior. (…) Fonte: femama.org. Acesso em: 4 out. 2020. Texto 2 Isolamento social está atrasando o diagnóstico precoce do câncer de mama, mostra pesquisa Uma pesquisa com 1.400 brasileiras mostra que 62% das mulheres estão esperando a pandemia acabar para retomar consultas médicas e exames de rotina para detecção de câncer de mama. Para especialistas, esse atraso pode ter impacto na doença, que tem mais chance de cura quando detectada em estágio inicial. Segundo o levantamento do Ibope, em parceria com a farmacêutica Pfizer, o percentual é ainda mais alto a partir dos 60 anos, chegando a 73% das mulheres. O câncer de mama é responsável por 29,7% dos novos diagnósticos de tumores malignos no Brasil e é maior do que a soma das outras neoplasias mais comuns, como tumores colorretais, de colo do útero, pulmão e tireoide. Apesar de tratável, provocou a morte de 17 mil pessoas em 2018. Falta de indicação e orientação Um quarto das mulheres com mais de 50 anos não recebe indicação para fazer mamografia e ultrassom. O dado, obtido em pesquisa do Ibope com a Pfizer, é preocupante, porque é nessa fase, justamente, que o risco para o câncer de mama aumenta: cerca de quatro a cada cinco casos ocorrem após essa faixa etária. No total, 25% das mulheres não recebe orientação adequada para prevenção do câncer de mama. O problema é maior nas faixas mais jovens, onde incidem 5% do total de casos. Muitas mulheres ainda desconhecem os fatores que podem influenciar no desenvolvimento de um câncer de mama. Embora 75% acreditem que a doença esteja relacionada à herança genética, os tumores de caráter genético/hereditário correspondem a apenas 5% a 10% do total de casos. Fonte: Globo. Acesso em: 4 out. 2020. Texto 3 Mulheres mastectomizadas “mostram os seios” nas redes sociais para conscientizar sobre o câncer de mama Ação digital criada pela Propeg desafia a censura das redes sociais, faz um alerta e convida as pessoas a compartilharem a mensagem com a #mulheresdepeito. A Propeg criou para o Hospital Aristides Maltez e Liga Bahiana Contra o Câncer – LBCC uma ação digital sobre a importância das mulheres fazerem o autoexame das mamas. Intitulada “Mulheres de peito”, a iniciativa é ousada e desafia uma das regras mais rígidas das redes sociais, que é a proibição de qualquer imagem que mostre seios de mulheres, mesmo quando é usada em campanhas de saúde. A agência desenvolveu dois cards com fotos de mulheres corajosas que fizeram mastectomia. Com a mensagem “Eu posso mostrar os seios no Facebook”, elas revelam ter vencido a censura das redes da pior forma possível. A assinatura “Autoexame: proibido é não fazer” faz a coroação do conceito da ação. O objetivo é que os usuários se engajem na causa e compartilhem as imagens usando a #mulheresdepeito. De acordo com Emerson Braga, CCO da Propeg, mesmo com fotos sobre um assunto sério de saúde, como a conscientização e prevenção do câncer de mama, a ação é afetada pela censura das redes sociais que retiram essas imagens do ar. “A proibição da postagem de fotos de seios sempre gerou discussão. Nossa ideia é ampliar ainda mais esse debate, usando a proibição das redes para uma boa causa. Mais do que impactar os usuários com as fotos, a ação chama a atenção da sociedade, fazendo o alerta para a importância do autoexame das mamas e estimulando a furar esse bloqueio das redes e a viralizar a discussão e conscientização do câncer de mama”, explica. Para o doutor Humberto Luciano, superintendente da LBCC, a iniciativa é inédita para a instituição e espera-se que a procura das pessoas por informação ou atendimento sobre o câncer de mama aumente e ajude a promover o rastreamento e diagnóstico precoce da doença. “Estamos muito satisfeitos com essa ação porque, além de ser corajosa e pegar carona no hábito das pessoas discutirem sobre tudo nas redes sociais, ela está em linha com o tema da campanha do INCA para o Outubro Rosa deste ano, que é ‘Câncer de mama: vamos falar sobre isso?’. Se uma imagem como a nossa vale mais do que mil palavras, queremos muito que as pessoas falem sobre essa doença e incentivem a conscientização e a prática dos métodos preventivos, como o autoexame”, aponta. A ação “Mulheres de peito” acontece no Facebook e Instagram até o final do mês e conta com a parceria do jornal Correio* (BA), do Bonita Também (projeto colaborativo que usa as mídias sociais para divulgar depoimentos de mulheres sobre beleza e autoestima)

Você já refletiu sobre a importância da Educação Física para o desenvolvimento das crianças e jovens? Pratique a escrita da redação por meio desta proposta. Leia os textos a seguir e, a partir das reflexões suscitadas, analise a questão a respeito da Educação Física e sua importância para o desenvolvimento infantojuvenil. Texto 1 BNCC – A ETAPA DO ENSINO FUNDAMENTAL – A ÁREA DE LINGUAGENS – EDUCAÇÃO FÍSICA A Educação Física é o componente curricular que tematiza as práticas corporais em suas diversas formas de codificação e significação social, entendidas como manifestações das possibilidades expressivas dos sujeitos, produzidas por diversos grupos sociais no decorrer da história. Nessa concepção, o movimento humano está sempre inserido no âmbito da cultura e não se limita a um deslocamento espaço-temporal de um segmento corporal ou de um corpo todo. Nas aulas, as práticas corporais devem ser abordadas como fenômeno cultural dinâmico, diversificado, pluridimensional, singular e contraditório. Desse modo, é possível assegurar aos alunos a (re)construção de um conjunto de conhecimentos que permitam ampliar sua consciência a respeito de seus movimentos e dos recursos para o cuidado de si e dos outros e desenvolver autonomia para apropriação e utilização da cultura corporal de movimento em diversas finalidades humanas, favorecendo sua participação de forma confiante e autoral na sociedade. É fundamental frisar que a Educação Física oferece uma série de possibilidades para enriquecer a experiência das crianças, jovens e adultos na Educação Básica, permitindo o acesso a um vasto universo cultural. Esse universo compreende saberes corporais, experiências estéticas, emotivas, lúdicas e agonistas, que se inscrevem, mas não se restringem, à racionalidade típica dos saberes científicos que, comumente, orienta as práticas pedagógicas na escola. Experimentar e analisar as diferentes formas de expressão que não se alicerçam apenas nessa racionalidade é uma das potencialidades desse componente na Educação Básica. Para além da vivência, a experiência efetiva das práticas corporais oportuniza aos alunos participar, de forma autônoma, em contextos de lazer e saúde. Fonte: base nacional comum Acesso em: 28 set. 2020. Texto 2 Fonte: vestibular uem. Acesso em: 28 set. 2020. Texto 3 Crianças precisam de educação física, mesmo fora da escola Falta de atividades estruturadas, seja por causa do isolamento social ou das férias, contribuem para o sedentarismo Quando notei que meu filho de 12 anos passava cerca de sete horas por dia fazendo seus deveres escolares on-line devido à pandemia da covid-19, me preocupei de imediato. Como pesquisador com foco em ‘como tornar as crianças mais ativas fisicamente’, eu sabia que meu filho e seus colegas de classe estavam sedentários por muito tempo. Ser fisicamente ativo é bom para a saúde física e mental de todos, incluindo crianças de todas as idades e habilidades. Crianças mais ativas fisicamente tendem a obter notas melhores e a desenvolver a autoconfiança que poderá capacitá-las a ter sucesso mais tarde em suas vidas. No caso de pessoas com deficiências, a atividade física pode ajudá-las a obter certa independência. (…) O Departamento de Saúde e Serviços Humanos americano recomenda que crianças e adolescentes passem pelo menos uma hora por dia correndo, andando de bicicleta ou fazendo qualquer atividade física. No entanto, de acordo com o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), apenas uma em cada quatro crianças entre 6 e 17 anos estava cumprindo essa recomendação antes da pandemia. Mesmo crianças que participam de esportes organizados podem não estar atingindo os 60 minutos de atividade por dia prescritos. Um estudo descobriu que crianças em ligas de futebol-bandeira (uma variação menos violenta do futebol americano) passavam apenas 20 minutos se exercitando durante os treinos em equipe. Essa descoberta é bastante consistente em outros esportes também, como futebol e basquete, onde não mais da metade do tempo de treino era dedicada à prática de exercícios físicos. O nível de atividade física despenca quando as crianças chegam ao ensino fundamental, não fazendo muita diferença se elas estão em equipes competitivas ou não. Um estudo em San Diego descobriu que crianças entre 11 e 14 anos gastam um total de sete minutos a menos em atividade física, do que crianças entre 7 e 10 anos, durante práticas esportivas. Ainda assim, crianças e adolescentes gastam em torno de oito horas por dia em ocupações como assistir a TV, usar smartphones e jogar videogame. Educação física escolar – a pílula não tomada Quando se trata de promover a atividade física, os pesquisadores se referem à educação física como “a pílula não tomada”. Atualmente, apenas o estado de Oregon e o Distrito de Columbia têm políticas que exigem que as escolas forneçam a quantidade de tempo recomendada nacionalmente para educação física – 150 minutos semanais para séries do ensino infantil e 225 minutos para alunos do ensino fundamental e médio. Além disso, mais da metade dos estados possui brechas que permitem que os alunos do ensino médio se abstenham da educação física. No geral, a maioria dos sistemas escolares não estava fazendo o suficiente para manter as crianças em forma antes da covid-19 dar início a meses de aprendizado remoto improvisado. O CDC deu às escolas uma nota D- por seus esforços nessa frente. Em resumo, a grande maioria das crianças precisa gastar mais tempo sendo ativa tanto na escola quanto em casa. O tempo adicional gasto nas aulas de educação física aumenta a capacidade dos alunos de aprender as habilidades para se manterem ativos quando adultos. Fonte: nexo jornal. Acesso em: 28 set. 2020. Texto 4 Pesquisa Nacional de Saúde Escolar (PeNSE) 2015 Percentual de estudantes fisicamente ativos cresceu de 30,1% em 2012 para 34,4% em 2015 Em relação à prática de atividade física, a maioria dos estudantes do 9º ano (60,8%) foi classificada como insuficientemente ativa (tiveram de 1 a 299 minutos de atividade física por semana), 34,4% eram ativos (acumularam 300 minutos ou mais de atividade física na semana) e 4,8% foram considerados inativos (não praticaram atividade física no período). Em 2012, os classificados como ativos representavam 30,1%. A pesquisa considerou o deslocamento de casa para a escola e da escola para

Argumente com propriedade na redação a partir dos repertórios sobre a crise hídrica que selecionamos. Lembre-se de que informação é fundamental para escrever cada vez melhor. Confira o tema de redação sobre crise hídrica clicando AQUI! Que a água é essencial à vida todo mundo sabe, porém parece que poucos são aqueles cientes de que apenas 2,5% da água existente no mundo é doce. Desse percentual, apenas 1% pode ser encontrado nos rios, segundo informação da Agência Nacional de Águas (ANA). Assim, considerando que somos mais de 7 bilhões de pessoas no mundo, “manter-se hidratado”, a longo prazo, será um grande desafio. Isso porque esse 1% de água que podemos utilizar já está bastante ameaçado. As mudanças climáticas agravam o problema, pois diversas regiões passam longos períodos sem chuvas, diminuindo a oferta de água nos mananciais. Desse modo, a população é obrigada a economizar esse bem, e mesmo os órgãos de distribuição precisam racionar o fornecimento para evitar um colapso. Em 2020, a forte estiagem nos estados do Sul, especialmente no Paraná, têm escancarado a crise hídrica no país. Somada à crise sanitária, coloca em risco a saúde pública, impedindo cuidados básicos de higiene que evitam o coronavírus. A seguir, selecionamos algumas fontes para que você consiga se aprofundar mais sobre esse tema. Aproveite e faça a sua própria pesquisa sobre a crise hídrica atual. Quanto mais informação, melhor e mais fácil será desenvolver a argumentação em seu texto. Esperamos que depois dessas dicas você consiga produzir uma excelente redação! Boa leitura! 1 – Aquametragem Vencedor da categoria “Proteger o nosso planeta” no Festival de Filmes ODS em Ação, em 2019, este é um curta-metragem animado da portuguesa Marina Lobo. Nele, são mostrados os efeitos do uso irresponsável da água e maneiras de reverter a escassez por meio de um consumo sustentável. O Festival, organizado pela ONU, destacou iniciativas em prol dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). O ODS número 6 objetiva o acesso universal e equitativo à água potável e segura para todos até 2030. De uma forma lúdica, acompanhamos a trajetória de Hidro, protagonista que recebe uma fonte de água, mas não sabe aproveitá-la. Assim, em pouco mais de seis minutos, somos sensibilizados sobre a nossa responsabilidade pela crise hídrica. E sobre o que fazer para evitá-la. 2 – A Lei da Água: Novo Código Florestal Esta é uma produção de 2015 da Cinedelia, especializada em projetos socioambientais, em co-produção com a O2 Filmes. Trata-se de um documentário dirigido por André D’Elia, tendo Fernando Meirelles como produtor executivo. O objetivo do filme é explicar a relação do novo Código Florestal com a crise hídrica brasileira. No centro da temática está a difícil relação entre preservar florestas, produzir alimentos e manter a saúde dos recursos hídricos do país. Disponibilizado gratuitamente no Youtube, A lei da água: novo Código Florestal traz depoimentos de agricultores e especialistas, além de parlamentares e cientistas. Com isso, se vê de que forma a lei ambiental afeta a vida de cada um de nós. Assim, assistir a esse filme ajuda a conhecer melhor a lei e os efeitos dela no dia a dia dos cidadãos. 3 – Cowspiracy: o segredo da sustentabilidade (Netflix) Este famoso documentário investiga como organizações ambientais lidam com impactos causados por pecuária e pesca ao redor do mundo. Dirigido e produzido por Kip Andersen e Keegan Kuhn, em 2015 o filme estreou mundialmente na Netflix após uma nova versão ter sido realizada com Leonardo Di Caprio na produção executiva. Ele ainda pode ser visto na plataforma de streaming disponível para assinantes. Durante seus 91 minutos, é mostrado como a criação de animais causa desmatamentos, poluição e um excessivo consumo de água. O Brasil é um dos países mostrados no documentário. Aqui é frequente a derrubada das florestas para criar pasto para a pecuária. O documentário é eficiente ao mostrar como ações sustentáveis individuais podem não ser a solução do problema. É impossível o uso consciente de água quando a produção de alimentos consome e desperdiça ilimitadamente esse bem. Portanto, Cowspiracy é super recomendado para fundamentar argumentos, e não só sobre a crise hídrica. Mas cuidado: ver os impactos da nossa alimentação no planeta pode fazer você ficar sem comer carne por alguns dias! 4 – UFSC Explica: Escassez de Água Neste vídeo curto, produzido pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), pesquisadores acadêmicos comentam causas, consequências e desafios da falta de água. De acordo com o Banco Mundial, essa escassez é uma das maiores ameaças à humanidade nos próximos anos. Vale a pena conferir como o espaço universitário têm discutido essa questão! 5 – Mad Max: Estrada da Fúria Por falar em futuro, nada melhor que assistir a uma distopia em que a água é um bem valioso (e raro). De 2015, Estrada da Fúria é o quarto filme da franquia Mad Max, que fez sucesso nos anos 1980. Aclamado pela crítica, foi indicado a 10 Oscars e ganhou 6 (isso já é um incentivo pra conferir, né?). Para além das cenas de ação, é possível pensar sobre os efeitos de atos no presente que podem criar um futuro desértico na Terra. Não é difícil imaginar que é possível chegarmos ao ponto em que bens naturais serão mais disputados do que dinheiro. Quem for dono da água, será dono do poder. Portanto, além de ser excelente entretenimento, Estrada da Fúria dá ótimos argumentos para refletir sobre a crise hídrica mundial. 5 – Por que falta água no Brasil? Este vídeo animado de cerca de 3 minutos explica de forma didática e ilustrativa porque está faltando água no país. Produzido pela Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza e disponibilizado no Youtube, mostra que a quantidade de água no planeta não mudou desde o início da vida aqui. E também fala como estamos influenciando e mudando o ciclo da água que precisamos para viver. Além de ajudar a ter bons argumentos na redação, esse vídeo pode contribuir com um aprendizado para área de Ciências da Natureza. 6 – Agência Nacional de Águas

Sabia que, atualmente, o Brasil está passando por uma nova crise hídrica? Por meio deste tema de redação, você poderá pesquisar e treinar sua escrita. Vamos refletir sobre isso? Leia os textos motivadores a seguir e reflita sobre a problemática referente à crise hídrica. TEXTO 1 Com poucas chuvas e proximidade do inverno, Brasil enfrenta risco de nova crise hídrica No Rio Grande do Sul, 386 dos 497 municípios já decretaram situação de emergência por conta da seca. Em Santa Catarina, a situação é similar em pelo menos 65 cidades. No Paraná, depois de 10 meses de estiagem, a emergência hídrica foi decretada pelo governo estadual — a medida autoriza, por exemplo, rodízio no fornecimento de água. Ex-presidente da Agência Nacional de Águas (ANA), Vicente Andreu comenta à DW Brasil que o cenário de estiagem na região sul do país afeta principalmente dois setores que dependem da água nesses estados: a agricultura e as usinas hidrelétricas — sobretudo no Paraná. “São regiões que têm seca com alguma frequência. E com [o atual contexto de] mudanças climáticas, esses fenômenos têm sido extremos”, pontua. Ele avalia que a situação é mais preocupante no Paraná do que no extremo sul do País. “Porque o sul do Brasil tem uma característica de chuvas constantes ao longo do ano. Já o Paraná é, em aspectos climáticos, mais parecido com o sudeste”, afirma. Ou seja: tem invernos secos. (…) Fantasma da crise de 2014 Em 23 maio de 2013, o nível do Cantareira era similar ao atual, 59,6% de sua capacidade. Vinha em queda, acentuada pela inverno. O período de verão não foi suficiente para frear a derrocada do reservatório e, em maio de 2014, o sinal vermelho estava ligado: o sistema operava com 6% de sua capacidade. Então foram dois anos de torneiras contidas e 17 meses utilizando água da reserva técnica do Cantareira, apelidada de “volume morto” — significava que o índice operava no negativo. Para o geógrafo Luiz de Campos Júnior, do projeto Rios e Ruas, o risco de uma nova crise hídrica é resultado da falta de ajuste nas políticas voltada para a produção de água. “Os sistemas de abastecimento, em geral, só estão preocupados com a água saindo da represa, sendo tratada e distribuída”, afirma. “É preciso olhar para a produção de água na bacia hidrográfica, aquela produção que vai manter o reservatório cheio e com boa vazão. Isso significa conservar os lençóis freáticos, diminuir a erosão no entorno dos rios e dos reservatórios. Deveríamos conservar todo o ambiente produtor de água e não pensar apenas na produção como pensam as empresas [de abastecimento].” Responsável pelo abastecimento em São Paulo, a Sabesp enfatizou que a situação atual dos reservatórios “é satisfatória”. “Houve, no entanto, registro de pouca chuva nos mananciais nos últimos 60 dias e, por isso, a companhia solicita à população que mantenha o uso consciente de água, evitando desperdício”, informou. (…) Fonte: https://www.dw.com/pt-br/com-poucas-chuvas-e-proximidade-do-inverno-brasil-enfrenta-risco-de-nova-crise-h%C3%ADdrica/a-53515193. Acesso em: 21 set. 2020. TEXTO 2 Sanepar adota rodízio no abastecimento de água a cada 36 horas em Curitiba e Região a partir de sexta-feira (14) A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) vai adotar um novo modelo de rodízio no fornecimento de água de Curitiba e Região Metropolitana, a partir de sexta-feira (14), com a redução do intervalo entre a suspensão e a retomada do abastecimento. Segundo a companhia, a população ficará um dia e meio sem água (24 horas sem e 12 horas para recuperação) e um dia e meio com água (36 horas). A medida foi anunciada, na tarde desta terça-feira (11), devido à forte estiagem que atinge os níveis dos reservatórios do Sistema de Abastecimento Integrado de Curitiba e Região Metropolitana (SAIC). Ao todo, 1,2 milhão de pessoas será atingido com a nova tabela. (…) Pior nível da história O nível médio dos reservatórios chegou a 28,85% – o pior nível da história da medição da companhia. O rodízio só será suspenso quando os níveis das barragens estiverem acima de 60% e as chuvas estiverem acima da média histórica, conforme a Sanepar. Entretanto, de acordo com a previsão meteorológica, o quadro só deverá ocorrer a partir de novembro. Fonte: https://g1.globo.com/pr/parana/noticia/2020/08/11/sanepar-adota-rodizio-no-abastecimento-de-agua-a-cada-36-horas-em-curitiba-e-regiao-a-partir-de-sexta-feira-14.ghtml. Acesso em: 21 set. 2020. TEXTO 3 Fonte: https://www.folhadelondrina.com.br/charge/charge-14052020-2991312e.html. Acesso em: 21 set. 2020. Com base nos textos lidos, e considerando seu repertório sociocultural, escreva um texto dissertativo-argumentativo de até 30 linhas acerca do tema “A crise hídrica no Brasil”, utilizando-se da modalidade formal da Língua Portuguesa. Apresente uma proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Clique aqui e confira repertórios para este tema!

Leia os textos motivadores abaixo para redigir o que se pede na sequência. Texto 1 Falsidade ideológica: você já cometeu? Qualquer pessoa pode praticar o crime de falsidade ideológica, como, por exemplo, mentir que está matriculado em curso para tirar carteira de estudante. A falsidade ideológica (falso ideal, moral…), infração prevista no artigo 299 do Código Penal, é mais uma das modalidades de falso constante do nosso ordenamento jurídico, ao lado das falsidade material e pessoal. Tais modalidades estão inseridas no capítulo dedicado aos crimes contra a fé pública. Resumidamente, a fé pública pode ser entendida como a crença na genuidade dos documentos e seu conteúdo, empregados pelos homens em suas relações, disciplinadas e administradas pelo Poder Público. A título de esclarecimento, é preciso diferenciar a falsidade ideológica da falsidade documental ou material, já que esses crimes são facilmente confundidos. Na falsidade material, o que é alterado é a forma de um documento; ao passo que, na ideológica, muda-se o seu conteúdo, o que é nele deliberadamente inserido ou deixa de nele constar com uma finalidade específica que constitui a infração penal. (…) Além disso, devemos nos atentar para o significado e alcance de fato juridicamente relevante. Considerando que o documento é um instrumento com valor probatório, se o conteúdo não servir para provar algum fato, não será considerado documento. Assim, não há crime no caso de requerimentos, petições e outras declarações sujeitas à averiguação. Por tal razão, as mais altas instâncias do Poder Judiciário brasileiro já decidiram não caracterizar crime a conduta de firmar ou usar declaração de pobreza falsa em juízo, com a finalidade de obter os benefícios da gratuidade de justiça, em virtude da presunção relativa de tal documento, que comporta prova em contrário. No entanto, transferir pontos em caso de multas para não perder pontos na carteira de habilitação configura falsidade ideológica, já que o Detran apenas avalia se a documentação apresentada pelo proprietário do veículo atende aos requisitos previstos. A lei não prevê uma investigação de outra forma de prova, como imagens de câmeras de trânsito, por exemplo. De tal maneira, se o proprietário mentir sobre o condutor para se livrar dos pontos comete crime de falsidade ideológica (…). Vale ressaltar que qualquer pessoa pode praticar o crime de falsidade ideológica, por exemplo, ao mentir que está matriculado em curso para tirar carteira de estudante. É o que chamamos de crime comum. (…) Fonte: www.domtotal.com | Acesso em 15/09/2020. Texto 2 Polícia Civil indicia mulher em Juiz de Fora por suspeita de falsidade ideológica por uso de perfil falso em aplicativo de relacionamentos Segundo a corporação, a suspeita utilizava fotos de outra mulher na internet. Vítima procurou a delegacia em julho para denunciar o caso. Por G1 Zona da Mata 14/08/2020 15h16 A Polícia Civil informou nesta sexta-feira (14) que indiciou uma mulher de 33 anos, em Juiz de Fora, pelo crime de falsidade ideológica. Segundo as investigações, a suspeita teria se passado por outra mulher e utilizado fotos dela em perfil falso em um aplicativo de relacionamentos. De acordo com informações da delegada responsável pela investigação, Camila Miller, da 7º Delegacia de Polícia Civil, a apuração foi iniciada após representação da vítima, uma mulher de 34 anos. Ela procurou a unidade policial em julho, após saber que um usuário estaria se passando por ela, novamente, em um perfil do Tinder, causando danos à vítima. Segundo ela, no início do ano, isso também teria ocorrido, mas o perfil chegou a ser excluído, na época, após contato feito junto ao suporte do aplicativo. Conforme a Polícia Civil, diante de apurações e com auxílio do escritório central do Tinder, localizado em Dallas, nos Estados Unidos, a equipe conseguiu identificar a suspeita. As Investigações apontaram que a mulher seria conhecida da vítima e teria conseguido as fotos em uma rede social. De acordo com a suspeita, o perfil falso teria sido criado na tentativa de descobrir uma suposta traição por parte do parceiro dela, a fim de verificar se o companheiro se envolveria com outra mulher. O inquérito policial já foi enviado à Justiça para demais providências. Fonte: www.g1.globo.com | Acesso em 15/09/2020. Texto 3 Fonte: https://blogdobsilva.com.br | Acesso em 15/09/2020. Somando seus conhecimentos particulares às informações obtidas nos textos motivadores, redija uma dissertação argumentativa, com tamanho máximo de 30 linhas, na modalidade culta da Língua Portuguesa, sobre o tema Falsidade ideológica no Brasil. CONFIRA REPERTÓRIOS PARA ESTE TEMA CLICANDO AQUI! Leia também: Tema de Redação: Fake news no cenário político mundial Tema de Redação: Crimes cibernéticos no Brasil Tema de Redação: O abuso de poder e de autoridade no Brasil Tema de redação: Charlatanismo nas redes sociais Tema de Redação: A importância das redes de relacionamento on-line para os movimentos sociais Tema de Redação: A cultura do cancelamento

Leia os textos motivadores abaixo para desenvolver o que se pede na sequência. Texto 1 Informalidade no mercado de trabalho é recorde, aponta IBGE. Empregos informais chegam a 41,4% da força de trabalho ocupada no país. Por Akemi Nitahara – Repórter da Agência Brasil – Rio de Janeiro Houve discreto aumento no número de pessoas ocupadas no país, que chegou a 93,8 milhões no trimestre encerrado em setembro, um aumento de 0,5% na comparação com o trimestre encerrado em junho deste ano, equivalente a 459 mil pessoas, e de 1,6% na comparação anual. Porém, o contingente de pessoas que conseguiu trabalho no período está em condição de informalidade, que atingiu um recorde da série histórica, iniciada em 2012, chegando a 41,4% da força de trabalho ocupada no Brasil. É o que apontam os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio Contínua (Pnad Contínua), divulgada hoje (31), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A taxa de desocupação caiu de 12% para 11,8% na comparação entre o trimestre terminado em junho e o terminado em setembro, somando 12,5 milhões de pessoas. No terceiro trimestre de 2018, a taxa ficou em 11,9%. A gerente da Pnad, Adriana Beringuy, destaca que essas pessoas estão se inserindo no mercado na condição de trabalhadores por conta própria e de empregados no setor privado sem carteira assinada. “A gente ressalta que estamos diante de uma melhora quantitativa desse mercado de trabalho, ou seja, de fato há mais pessoas trabalhando. Mas a forma de inserção que esses trabalhadores estão tendo nesse mercado é mais aderente a postos de trabalho associados à informalidade e com todas as repercussões que isso causa no mercado”, disse Adriana. Ocupação O número de empregados que trabalham no setor privado sem a carteira assinada chegou a 11,8 milhões de pessoas no trimestre encerrado em setembro, um aumento de 2,9% na comparação com o trimestre anterior e de 3,4% em relação ao terceiro trimestre de 2018. A categoria trabalhadores por conta própria também apresentou recorde na série histórica, com 24,4 milhões de pessoas nesta condição, um aumento de 1,2% em relação ao trimestre anterior e de 4,3% no mesmo período do ano passado. Desse total, 4,9 milhões têm CNPJ, ou seja, registro como empresa, e 19,5 milhões não têm. Segundo Adriana, o crescimento da ocupação ocorre desde 2018, mas não em setores que tradicionalmente apresentam grandes contratações, como indústria, construção e comércio, sendo uma reação concentrada em determinados segmentos. “O panorama não difere de outras divulgações que nós tivemos. Alguns setores isoladamente tiveram destaque nessa absorção de trabalhadores, como é o caso da construção, em edificações e serviços básicos, não são grandes obras de infraestrutura. Também observamos a continuidade do fenômeno do crescimento de trabalhadores na área de transporte terrestre de passageiros, os motoristas, e um pouco ali também de reação na parte de terceirização de mão de obra”, disse. (…) Fonte: www.agenciabrasil.ebc.com.br | Acesso em 07/09/2020. Texto 2 “Aumento da informalidade não é surpresa”, afirma economista do Dieese. Para Clóvis Scherer, aumento de 1 milhão de trabalhadores nessa condição tende a impactar economia nacional. Cristiane Sampaio Brasil de Fato | Brasília (DF) Os últimos números do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que revelam a entrada de 1 milhão de pessoas na faixa dos trabalhadores informais entre os anos de 2018 e 2019 no Brasil, repercutem o cenário de crise que marca o país. É o que afirma o economista Clóvis Scherer, do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Divulgados nesta sexta-feira (31), os novos dados integram a Pesquisa Nacional de Amostras por Domicílios (Pnad) Contínua e mostram um aumento de 0,3% na taxa de informalidade. Com isso, subiu para 41,1% o percentual de trabalhadores nessa condição em relação ao total da força de trabalho. “É um percentual muito, muito elevado. Demonstra, na verdade, que o mercado de trabalho ainda exibe as mazelas, os problemas que, se não foram gerados, foram muito ampliados com essa crise recessiva que começou em 2015. É um numero que não é uma surpresa”, afirma Scherer. Segundo o IBGE, o índice corresponde a um contingente de 38,4 milhões de pessoas, número que é o maior desde 2016. A psicóloga Katlen Dourado, de 24 anos, está entre os trabalhadores que entraram para essa estatística. Antes trabalhando como digitadora em uma empresa terceirizada e com carteira assinada, hoje ela vive como entregadora de panfletos e não tem contrato formal. “Eu achei isso, uns freelancers e comecei a fazer. Eu sou formada, e olha o que estou fazendo, mas é o que tem pra poder sobreviver porque as coisas chegam”, lamenta. Ela conta que sente saudade das vantagens do trabalho formal, como férias remuneradas, décimo terceiro, PIS e abono salarial. A psicóloga afirma que os direitos trabalhistas traziam “alguma estabilidade”, que hoje deu lugar à ansiedade de não saber qual será sua renda, já que a remuneração varia conforme os dias trabalhados e o fluxo do mercado. “A gente não pode se garantir com nada. Não pode, por exemplo, comprar um carro porque não sabe quando é que vai ter dinheiro. Eu queria abrir minha clínica, mas está muito difícil, tem muito concorrente. Até pra panfletar está difícil, porque são inúmeras pessoas que querem, já que está todo mundo sem trabalhar”, desabafa a jovem. Especialistas que acompanham o tema apontam que as reformas trabalhistas estão diretamente relacionadas ao contexto de informalidade massiva, assim como as medidas de ajuste fiscal e redução nos investimentos do Estado para colaborar com a geração de empregos formais. Scherer afirma que, apesar de o percentual de 0,3% de aumento parecer pouco significativo, a fatia de 1 milhão de trabalhadores que agora engrossam as fileiras da informalidade tende a trazer impacto geral para a economia nacional, que opera como uma engrenagem. “Postos informais, em geral, são postos com baixa produtividade, em que as pessoas têm uma inserção, na grande maioria, muito precária. A pessoa está ocupada, mas não tem renda sequer pra contribuir pra Previdência ou sequer um pequeno empresário, um autônomo tem
Leia os textos motivadores sobre o tema de redação de crimes cibernéticos abaixo para redigir o que se pede. Texto 1 Crimes cibernéticos disparam e expõem fragilidade tecnológica no Brasil Postado em 04/08/2019 Diariamente, são registrados pelo menos 366 crimes cibernéticos em todo o país. O levantamento mais recente, feito em 2018 pela associação SaferNet Brasil, em parceria com o Ministério Público Federal (MPF), contabilizou 133.732 queixas de delitos virtuais, como pornografia infantil, conteúdos de apologia e incitação à violência e crimes contra a vida e violência contra mulheres ou misoginia e outros. Em comparação ao ano anterior, a quantidade de ocorrências deu um salto de quase 110% – em 2017, a associação registrou 63.698 denúncias. Um fator que contribui para a ação criminosa, na visão de especialistas, é o descuido da população quanto ao uso de ferramentas que protejam os aparelhos celulares das invasões de hackers. Apesar de ser impossível estar 100% a salvo, o mínimo de precaução pode reduzir as ameaças à privacidade de cada um. “Utilizamos os celulares intensamente. Eles são dispositivos que contêm dados individualizados sobre o que cada um de nós pensa e como nos comportamos. Portanto, por eles serem um grande guardião de informações sobre nós mesmos, são necessários cuidados com relação à segurança deles. Vivemos em uma sociedade onde a vigilância está se incrementando”, diz o professor Jorge Henrique Fernandes, do Departamento de Ciências da Computação da Universidade de Brasília (UnB). Segundo ele, além do crescimento da quantidade de crimes cibernéticos no último ano, os recentes ataques a celulares de autoridades da República, como o presidente Jair Bolsonaro e o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, mostram que o sistema telefônico é bastante suscetível à interceptação de mensagens. “O sistema telefônico não garante o sigilo das comunicações de forma perfeita. O investimento das empresas tem sido mais para fazer com que o usuário não perca uma ligação ou conexão do que no sentido de impedir que essa conversa seja interceptada. Essa fragilidade é um problema mundial”, afirma. Para Jorge Henrique, atitudes mais convencionais, como a utilização de senhas para controlar o acesso a aplicações, e a cópia de documentos importantes em outro dispositivo são o primeiro passo para se resguardar da ação de invasores. Especialista alerta para comportamento na internet “Os aparatos tecnológicos, de fato, foram feitos para nos espionar, e o principal problema desses equipamentos é não deixar claro qual tipo de informação ele coleta do usuário. Isso é agravado pela falta de educação informática das pessoas, que não sabem a dimensão do poder do dispositivo que têm em mãos. Por isso, é recomendável que cada pessoa que usufrui da tecnologia reflita sobre até que ponto o que elas fazem virtualmente tem importância e como vão se comportar na internet”, recomenda o professor. Professor e advogado especializado em direito digital e proteção de dados, Fabricio Mota sugere que, ao utilizar computadores públicos, as pessoas evitem acessar redes sociais e sempre navegar na internet em abas anônimas. Além disso, não repetir a mesma senha em vários dispositivos. Segundo ele, é recomendável um código para cada aplicação. Quanto mais difícil ele for, alternando entre caracteres especiais, números e letras maiúsculas e minúsculas, melhor. “Senhas biométricas, que solicitem a impressão digital, uma confirmação por voz ou a leitura da íris do olho são preferíveis. O usuário tem de ser receoso. Sempre atualizar o antivírus dos seus aparelhos e usar uma rede privada virtual para filtrar as redes de wi-fi gratuitas. A partir do momento em que temos a percepção do risco, adotar providências para diminuir as ameaças será algo quase instintivo”, garante o especialista. Desafio das empresas é barrar ataque sem atrapalhar usuários Ao incorporar esses hábitos no cotidiano, o usuário deixará de se incomodar com a quantidade de ferramentas de proteção, frisa o coordenador do curso de segurança da informação do Instituto de Educação Superior de Brasília (Iesb), Francisco Marcelo Marques. No entanto, ele reconhece que um dos grandes desafios às empresas de tecnologia é conseguir gerar consumo com os níveis de segurança necessários, sem interferir na comodidade de quem utiliza os aparelhos. “O objetivo de qualquer aplicação é facilitar a ação do usuário. Portanto, o ser humano acaba tendo um comportamento mais relaxado. Além disso, muitos acham que nunca serão hackeados, pois julgam que as suas informações pessoais não são importantes. Aí é que está o perigo. É preciso desconfiar sempre”, alerta. Marques destaca que a disponibilidade é inversamente proporcional à confidencialidade. Ou seja, quanto maior for a segurança, a tendência é que menos algum dado confidencial esteja disponível. “É fundamental ativar todos os mecanismos de proteção que a aplicação oferece, pois existem instabilidades que fogem do nosso controle. Maior segurança significa menor conforto. A preguiça é inimiga da precaução”, finaliza. Fonte: em | Acesso em 30/08/2020 Texto 2 Fonte: professoraelaine blogspot | Acesso em 01/09/2020 Com base em sua interpretação e compreensão dos textos motivadores, somadas ao seu conhecimento sobre o tema, redija uma dissertação argumentativa, com tamanho máximo de 30 linhas, na modalidade culta da Língua Portuguesa, sobre o tema Crimes cibernéticos no Brasil. CONFIRA REPERTÓRIOS PARA ESTE TEMA CLICANDO AQUI! Leia também: Tema de Redação: Os cuidados com a exposição na internet Tema de Redação: Marco Civil da Internet Tema de redação: limitação da internet fixa no Brasil Tema de Redação: Fake news no cenário político mundial Tema de redação: Charlatanismo nas redes sociais Tema de redação: Redes Sociais e o novo conceito de felicidade

Leia os textos motivadores sobre abuso de poder e de autoridade no Brasil abaixo para redigir o que se pede. Texto 1 Desembargador humilha guarda após multa por não usar máscara em SP: ‘Analfabeto’ Vídeo obtido pelo G1 mostra Eduardo Siqueira rasgando multa, jogando no chão, e tentando pedir ajuda para o Secretário de Segurança pública do município. Por Isabella Lima, G1 Santos 19/07/2020 06h32 Um desembargador do Tribunal de Justiça de São Paulo foi flagrado humilhando um guarda civil municipal de Santos, no litoral de São Paulo, após ser multado por não utilizar máscara enquanto caminhava na praia. Um vídeo obtido pelo G1 neste domingo (19) mostra Eduardo Almeida Prado Rocha de Siqueira chamando o GCM de ‘analfabeto’, rasgando a multa e jogando o papel no chão e, por fim, dando uma ‘carteirada’ ao telefonar para o Secretário de Segurança Pública do município, Sérgio Del Bel, para que o mesmo ‘intimidasse’ o guarda municipal. Um novo vídeo obtido pelo G1, neste domingo (19), mostra o mesmo desembargador ameaçando e humilhando um outro guarda municipal. Em determinado momento do vídeo, ele chega a falar em francês com o rapaz, que fica sem entender. De acordo com informações apuradas pelo G1, o desembargador Eduardo Siqueira foi flagrado por uma equipe da Guarda Civil Municipal caminhando sem máscara pela faixa de areia da praia de Santos durante a tarde deste sábado (18). O vídeo mostra o momento em que os agentes abordam Eduardo, pedindo a colocação do item obrigatório. Na cidade de Santos, pessoas que não usam a máscara, por conta da pandemia do novo coronavírus, podem ser multadas. Nas imagens, o desembargador diz que não vai assinar a multa e confronta o guarda afirmando que rasgaria o papel se ele insistisse em aplicar a sanção pela falta de uso do item de proteção. O Guarda Municipal, em seguida, alerta que se o desembargador jogasse a multa, ele seria autuado por desperdício em via pública, levando uma segunda multa. Ignorando o profissional, o desembargador rasgou o papel, jogou na faixa de areia da praia e foi embora em seguida. “Você quer que eu jogue na sua cara? Faz aí, que eu amasso e jogo na sua cara”, diz o desembargador ao ser abordado sem máscara, se referindo à multa por não usar o acessório. Em seguida, o homem pega o celular e, segundo ele, liga para o Secretário de Segurança Pública do município, Sérgio Del Bel Junior. “Estou aqui com um analfabeto”, diz o homem ao telefone. “Eu falei, vou ligar para ele [Del Bel] porque estou andando sem máscara. Apensar eu estou andando nessa faixa da praia e ele está aqui fazendo uma multa. Eu expliquei e eles não conseguem entender”, reclama ao telefone. No momento em que o guarda municipal está finalizando o preenchimento do papel da multa, o desembargador arranca o papel da prancheta, o amassa e joga no chão. O homem dá as costas para a equipe e sai andando, indo embora do local. Procurada pelo G1, a Prefeitura de Santos informou que, durante força-tarefa realizada neste sábado, o munícipe que aparece nas imagens foi abordado por não cumprir o decreto nº 8.944, de 23 de abril de 2020, que determina o uso obrigatório de máscara facial sob pena de multa no valor de R$ 100. Uma equipe da Guarda Civil Municipal (GCM) abordou o homem pedindo que o mesmo colocasse a máscara. Diante da recusa, foi lavrada a multa. Trata-se de um caso de reincidência: o mesmo cidadão já foi multado em outra data por cometer a mesma infração. O secretário de Segurança de Santos, Sérgio Del Bel, deu total apoio à equipe que fez a abordagem e a multa foi lavrada na tarde deste sábado (18). A Prefeitura de Santos se diz veemente contra qualquer ato de abuso de poder e, por meio do comando da GMC, dá total respaldo ao efetivo que atua na proteção do bem público e dos cidadãos de Santos. A administração municipal também esclarece que a gestão das praias está sob a competência e responsabilidade do município. De acordo com o artigo 14 da Lei Federal nº 13.240/2015, a Prefeitura de Santos celebrou, em 2017, termo de adesão com a Secretaria de Patrimônio da União (SPU), por meio do qual a União outorgou ao município a gestão das praias marítimas urbanas, inclusive bens de uso comum com exploração econômica, pelo período de 20 anos. Em nota, o desembargador Eduardo Siqueira diz que o vídeo é verdadeiro, mas alega que foi tirado de contexto. Para ele, a determinação por decreto do uso de máscaras em determinados locais é um abuso. No texto divulgado, Siqueira explica que “decreto não é lei” e que, por isso, entende não ser obrigado a usar máscara, e que qualquer norma que diga o contrário é “absolutamente inconstitucional”. Ele alega que esse não foi o primeiro incidente que aconteceu entre ele e agentes da Guarda Civil Municipal, e que em todas as ocasiões foi ameaçado de prisão de modo agressivo, justificando a exaltação. “Infelizmente, perseguido desde então, ontem, acabei sendo vítima de uma verdadeira armação”, completa. Ele diz que tomará as providências cabíveis para que os direitos dele sejam preservados e que está à disposição das autoridades judiciais, para esclarecimentos. […] Fonte: g1 globo | Acesso em 23/08/2020. Texto 2 O Abuso de Autoridade é crime e abrange as condutas abusivas de poder, conforme a explicação abaixo. O abuso de poder é gênero do qual surgem o excesso de poder ou o desvio de poder ou de finalidade. Assim, o abuso de poder pode se manifestar como o excesso de poder, caso em que o agente público atua além de sua competência legal, como pode se manifestar pelo desvio de poder, em que o agente público atua contrariamente ao interesse público, desviando-se da finalidade pública. Tratam-se, pois, de formas arbitrárias de agir do agente público no âmbito administrativo, em que está adstrito ao que determina a lei (princípio da estrita legalidade). No caso do abuso de autoridade,

Seja muito honesto (a) com a gente aqui do Redação: Quantas vezes você já pensou na preservação ambiental ou cultural de um local para onde foi viajar? Nesse sentido, perguntamos porque frequentemente ficamos muito empolgados com o novo local e seus pontos turísticos e nos esquecemos de que a atividade turística, apesar de ter muitos pontos positivos, também tem pontos negativos, como o turismo e seus impactos socioambientais. Então, foi pensando nesse contraponto entre questões positivas e negativas que selecionamos as indicações da semana. Vamos a elas? 1- Artigo com a definição de cidade turística. Disponível em: jornal do comercio Acesso em: 16/08/2020. Para entendermos as questões envolvendo o turismo, precisamos primeiramente entender quais características fazem com que uma cidade seja turística e o que atrai visitantes para um local e não para outros, mesmo que haja atrativos naturais semelhantes em ambas. 2- Artigo com a relação entre o turismo e a preservação ambiental. Disponível em: turismo gov Acesso em: 16/08/2020. Fonte confiável, muitas referências de autores e leituras extras, tudo num texto conciso e de fácil compreensão. Todavia, apesar de ser um texto com 10 anos, as informações contidas nele, sobretudo, continuam sendo bastante úteis para o desenvolvimento do nosso tema da semana. 3- Artigo acadêmico comparativo sobre o turismo com estudo de caso. Disponível em: ucs Acesso em: 16/08/2020. Por outro lado, no artigo acima, a autora Rita de Lourdes Michelin, da Universidade de Caxias do Sul, faz uma análise mais aprofundada sobre os benefícios e os prejuízos da atividade turística. Por isso, o Parque Estadual de Itapuã, no Rio Grande do Sul, serviu como exemplo para o estudo de caso. Sem dúvida, há citações relevantes e, como em todo artigo acadêmico, mais indicações de leitura nas referências bibliográficas. 4- Artigo com o conceito de turismo sustentável. Disponível em: sustentavel turismo Acesso em: 16/08/2020. Além disso, uma das alternativas que se tem colocado em prática nos últimos anos a fim de preservar o ambiente é o turismo sustentável, mas você sabe exatamente do que se trata o turismo sustentável? Para que você não tenha mais dúvidas, selecionamos o artigo acima, que explica de forma bastante compreensível este conceito. Aliás, você sabia que existem diferenças entre turismo sustentável e turismo ambiental? Para saber mais, é só acessar assistir a este vídeo: 5- Artigo com os sete princípios do turismo sustentável. Disponível em: portal sustentabilidade Acesso em: 16/08/2020. Em seguida, a Organização Mundial do Turismo, mais conhecida pela sigla OMT, como forma de estruturar o turismo sustentável, elaborou sete princípios que devem ser seguidos por qualquer local que pretenda aderir a esse formato ou pessoa que pretenda praticar o turismo sustentável, por exemplo. Conforme fizer a leitura, analise quantos desses princípios são realmente colocados em prática e que diferença faria exercê-los ou não. 6- Resumo com os programas governamentais sobre turismo e seus impactos socioambientais Disponível em: mma gov Acesso em: 16/08/2020. O Ministério do Meio Ambiente, sabendo da necessidade de se ampliar o conceito de turismo sustentável, como também colocá-lo em prática, tem desenvolvido alguns projetos nesse sentido. Afinal, a indicação acima te levará para um resumo do próprio Ministério sobre alguns projetos em andamento ou já concluídos e que foram pensados na linha do turismo sustentável. 7- Artigo com dicas de prática de turismo sustentável. Disponível em: viajar verde Acesso em: 16/08/2020. Ok, notamos o quanto o turismo sustentável é essencial, mas como fazer isso na prática? Quais atitudes individuais garantem um turismo que respeita o meio ambiente e os moradores do local? sem dúvida, o artigo propõe algumas ações para tanto. 8- Artigo sobre os impactos culturais gerados pelo turismo. Disponível em: eco debate Acesso em: 16/08/2020. Então, já vimos em outras referências aqui do roteiro que, de acordo com alguns especialistas, o turismo sem princípios pode não só destruir a natureza, mas também os próprios aspectos culturais do local e do povo. Por isso, escolhemos um artigo curtinho, mas muito esclarecedor no sentido de debater de que forma o turismo gera impactos na cultura. 9- Artigo de revista sobre o Brasil e suas riquezas turísticas. Disponível em: pan rotas Acesso em: 16/08/2020. Mas por que falar sobre turismo é algo tão relevante em nosso país? É simples, o Brasil é um país com muitos pontos turísticos, ou seja, ou seja, que traz pessoas de todas as partes do mundo interessadas em ver suas belezas. Logo, precisamos abordar a temática do turismo, até mesmo por uma questão econômica, por exemplo você poderá observar na leitura deste texto folha de londrina. 10- Artigo de revista com os 10 locais turísticos mais visitados. Disponível em: exame Acesso em: 16/08/2020. Afinal, num país com tantas opções maravilhosas de turismo, quais são os 10 pontos mais visitados e preferidos do turistas? por isso a revista Exame fez a pesquisa para a gente. 11- Artigo com a visão de moradores de várias partes do mundo sobre como é viver numa cidade turística. Disponível em: bbc Acesso em: 16/08/2020. Muitas vezes, quando viajamos, ficamos pensando como deve ser incrível viver naquele local repleto de tantas coisas maravilhosas, mas será que os moradores pensam do mesmo jeito? Além disso, o mais interessante nesta referência é que a BBC entrevistou moradores de pontos turísticos em locais diferentes no mundo, já que, assim, o material tenha várias perspectivas. 12- Artigo sobre o impacto do Coronavírus no setor do turismo e seus impactos socioambientais . Disponível em: istoedinheiro Acesso em: 16/08/2020. Realmente, a pandemia do Coronavírus não poupou praticamente nenhum setor de seus grandes prejuízos e o setor mais atingido sem dúvida foi o do turismo. Desse modo, a revista Istoé Dinheiro estima perdas financeiras na casa dos bilhões, bem como explica tudo detalhadamente neste material. 13- Álbum de fotos com animais circulando livremente nas cidades durante a quarentena imposta pelo Coronavírus. Disponível em: noticias uol Acesso em: 16/08/2020. Mas se o Coronavírus tem nos trazido uma porção de prejuízos, ao menos para a natureza ele tem sido benéfico. Prova disso é que animais que não
Leia os textos motivadores sobre o tema de redação de turismo e seus impactos socioambientais abaixo para redigir o que se propõe na sequência. Texto 1 sobre turismo e seus impactos socioambientais Turismo pode causar danos ao meio ambiente, sociedade e a cultura local São considerados impactos todos aqueles fatores resultantes de atividades, produtos ou serviços que podem mudar ou descaracterizar o meio ambiente, podendo ser os mesmos de cunho positivo ou negativo. Os impactos positivos, geralmente, estão ligados à questão econômica e social local, trazendo maior geração de renda, conservação de alguns recursos tidos como atrativos turísticos, educação e equidade social e que podem ser alcançados por meio do desenvolvimento sustentável da atividade turística. Os impactos negativos podem ser fatais para determinados locais, principalmente em áreas naturais consideradas muito frágeis; são originados pelo mau uso destes espaços, sem ou com pouca atenção a uma política de preservação. A atividade turística está totalmente envolvida no cotidiano das pessoas, seja de forma direta ou indireta e, por este motivo pode impactar sua convivência em todos os aspectos. A significância de cada impacto identificado pode variar de acordo com suas causas, como também por sua severidade, probabilidade de ocorrência e custos para revitalização do ambiente. Os impactos sociais podem ser representados pela interferência na cultura, sendo o impacto cultural um dos principais problemas advindos da atividade turística, visto que, a partir do momento em que se interfere na cultura de determinado grupo, modificam-se grandes aspectos de conduta até então praticados. A globalização tende a uniformizar os grupos culturais e, em consequência, causar grandes impactos na produção da cultura, o que refletiria na perda da identidade, podendo ser de origem coletiva ou até mesmo individual. A sociedade é a principal responsável pela qualidade de suas relações e tem o direito de optar por querer ou não determinada atividade incluída diretamente em seu cotidiano. Porém o que tem ocorrido, muitas vezes, é totalmente o contrário, em que localidades de forte potencial têm se tornado “laboratórios de experimentos turísticos”, realizados por gestores despreparados. Pelo fato do turismo ter a condição de melhorar consideravelmente a renda local, muitos gestores e empresários buscam o seu desenvolvimento, no entanto, pode acontecer que nem sempre a população esteja de acordo com tal resultado, justamente pela interferência na cultura e a necessidade da mudança de hábitos cotidianos que muitas vezes é consequente. Um impacto bastante visível na sociedade é a mudança de comportamento e perda de seu sossego em prol dos turistas. “Os impactos do desenvolvimento turístico sobre o patrimônio natural e cultural são percebidos local, regional, nacional e internacionalmente. A intensidade dos impactos, tanto positivos como negativos, pode apresentar-se nesses diferentes níveis. Em alguns casos, os impactos não são relevantes e, em outros, comprometem as condições de vida ou a atratividade das localidades turísticas” (Ruschmann, 1997, p.37). […] Fonte: www.portaleducacao.com.br / Acesso em 16/08/2020. Texto 2 Estudos apontam que o turismo é responsável por 8% das emissões atuais de gases de efeito estufa. Além disso, vários ecossistemas muito frequentados por turistas já estão tão degradados que as autoridades estão tomando medidas (provavelmente atrasadas) pra protegê-los de ainda mais danos. É o caso de praias na Tailândia que foram, mais de uma vez, fechadas pra se recuperarem dos danos causados pelo turismo de massa. A mais famosa é a Maya Bay, que bombou depois de aparecer no filme A Praia, com Leonardo DiCaprio. Segundo esse relatório do Center for Responsible Travel, 77% dos seus corais estão sob sério risco. Sem falar no uso de animais em atrações turísticas, que quase sempre é ruim. A ONG Proteção Animal Mundial estima que aproximadamente 110 milhões de pessoas visitam lugares que promovem turismo cruel com animais silvestres, enquanto a Wildlife Conservation Research Unit (WildCRU) aponta que pelo menos 560 mil animais silvestres sofrem por causa de atrações turísticas irresponsáveis. Essa crueldade às vezes é mais evidente, como os casos em que os bichos são mantidos em cativeiro em condições terríveis, acorrentados ou dopados pra posarem pra fotos com turistas ou forçados a fazer truques e acrobacias. Mas de acordo com a Proteção Animal Mundial, mesmo quando os animais estão em seu habitat natural, eles sofrem sempre que há interação com humanos. Fazer carinho ou dar comida pra atraí-los pode tornar os animais dependentes da alimentação por humanos, fazê-los brigar entre si, provocar doenças ou acelerar a reprodução de uma espécie de forma anormal, alterando o ecossistema do lugar. Passeios de elefante, fotos com tigres e serpentes “encantadas” em vários países asiáticos são alguns exemplos de exploração animal no turismo, mas não é preciso ir tão longe. Na Amazônia, por exemplo, a maioria das agências de turismo promove a exploração de botos, bichos-preguiça ou jacaretingas. Fonte: www.papodehomem.com.br / Acesso em: 16/08/2020. Texto 3 Animais ressurgem em cidades da Itália e do Japão durante quarentena. Fonte: www.gooutside.com.br / Acesso em: 16/08/2020. Com base na leitura, interpretação e compreensão dos textos motivadores e utilizando seus conhecimentos sobre o assunto, redija uma dissertação argumentativa, na modalidade culta da Língua Portuguesa, com tamanho máximo de 30 linhas, sobre o tema Turismo e seus impactos socioambientais. CONFIRA REPERTÓRIOS PARA ESTE TEMA CLICANDO AQUI! Leia também: Tema de Redação: O agronegócio como ameaça ao meio ambiente Tema de Redação: Lixo eletrônico e impactos socioambientais Tema de redação: As queimadas e a preservação do meio-ambiente Tema de Redação: Coronavírus e emergência na saúde global Tema de Redação: Poluição do ar e seus impactos na saúde da população

Leia os textos motivadores a seguir para desenvolver o que se pede abaixo. Texto 1 Abandono de idosos 08/06/18 – 03h00 A relação da sociedade com os idosos e o tratamento dado a eles têm me preocupado muito. Só de observarmos as discussões em torno da reforma previdenciária, percebemos que estamos longe do ideal como nação. Diante disso, acredito que a informação poderá nos ajudar a mudar a conduta e, assim, a melhorarmos como país. De acordo com a legislação brasileira, idosos são todos aqueles que completaram 60 anos. Eles constituem a camada da população que mais cresce. Dados do Censo Demográfico 2010, realizado pelo IBGE, revelaram um aumento da população com 65 anos ou mais, que era de 4,8% em 1991, passou par a 5,9% em 2000 e chegou a 7,4% em 2010. No Brasil, existem 17 milhões de idosos, número que quase dobrou nos últimos 20 anos. O envelhecimento da população brasileira é reflexo do aumento da expectativa de vida devido ao avanço no campo da saúde e à redução da taxa de natalidade. Isso porque, também segundo o IBGE, a população brasileira vive hoje, em média, 68,6 anos. Pouco sabemos dos delitos relacionados ao cuidado dos idosos: comete crime quem abandona o idoso em casas de saúde, entidades de longa permanência ou semelhantes; nega o acolhimento ou a permanência do idoso, como abrigado, pela recusa dele em dar procuração à entidade de atendimento; submete o idoso a condições desumanas ou degradantes ou deixa-o sem alimentos ou cuidados indispensáveis; não satisfaz as necessidades básicas do idoso quando obrigado por lei ou mandado; apropria-se de ou desvia bens, proventos, pensão ou qualquer outro rendimento do idoso, utilizando-os de forma diferente de sua finalidade; retém o cartão magnético de conta bancária relativa a benefícios, proventos ou pensão do idoso, bem como qualquer outro documento com o objetivo de assegurar recebimento ou ressarcimento de dívida. Como tem aumentado o número de idosos, aumentaram também os casos de abandono, crime que pode render até 16 anos de prisão para quem o pratica. Assim, se os filhos ou parentes próximos deixarem o idoso em alguma casa de repouso, pagarem a mensalidade, mas não forem visitá-lo, isso vai caracterizar abandono afetivo. Nesse caso, cabe também processo civil indenizatório por danos morais. Além disso, quando se trata de crimes penais, o Ministério Público pode mover ação mesmo sem o consentimento da vítima. Dessa forma, a pessoa que tinha o idoso sob seus cuidados será responsabilizada. Para o crime de abandono de incapaz a pena é de seis meses a três anos de prisão. Caso o abandono resulte em lesão corporal grave, a pena pode ser aumentada para até cinco anos. Se, no entanto, a vítima morrer por causa disso pode chegar a 12 anos. A pena aplicada pelo juiz é aumentada em um terço caso a vítima seja idosa, alcançando até 16 anos de reclusão. O Estatuto do Idoso determina a existência de entidades governamentais e não governamentais de atendimento ao idoso. Elas também devem ser responsabilizadas a partir de denúncias, podendo ser só advertidas ou até proibidas de atender os idosos. Para que uma pessoa possa entregar um idoso aos cuidados de uma casa de repouso, ou até mesmo aos cuidados de profissional competente (enfermeiros, cuidadores), sem que isso caracterize abandono, é necessário que ela fiscalize de perto a fim de checar se o idoso recebe atendimento e atenção adequados. É importante que a pessoa faça visitas regulares ao idoso e verifique seu estado de saúde e o estado emocional. Fonte: www.otempo.com.br / Acesso em: 10/08/2020. Texto 2 Fonte: www.istoe.com.br / Acesso em: 10/08/2020. A partir de sua leitura, interpretação e compreensão dos textos motivadores, redija um texto dissertativo-argumentativo, na modalidade padrão da Língua Portuguesa, com tamanho máximo de 30 linhas, sobre o tema O abandono de idosos no Brasil. CONFIRA REPERTÓRIOS PARA ESTE TEMA CLICANDO AQUI! Leia mais: Tema de Redação: Desafios da alfabetização tecnológica para os idosos Tema de Redação: HIV na terceira idade Tema de Redação: Os desafios dos atletas paraolímpicos no Brasil Tema de Redação: desafios para a inclusão de pessoas com deficiência na sociedade Tema de Redação: Inclusão de autistas no Brasil

Leia os textos motivadores sobre a cultura do cancelamento abaixo para redigir a proposta a seguir. Texto 1 A cultura do cancelamento, uma forma de mudança que gera a polarização Grandes marcas, famosos, políticos ou cidadãos comuns: ninguém mais está a salvo da “cultura do cancelamento”, que denuncia os erros de cada um e que exige que a pessoa se redima, a ponto de que alguns reclamam dos excessos e de sua contribuição para a polarização política. Isso ocorreu com a escritora britânica JK Rowling, autora da saga Harry Potter, por declarações sobre os transexuais consideradas preconceituosas. Uma declaração polêmica, um tuíte com duplo sentido escrito há dez anos, um vídeo comprometedor, e as redes partem para o ataque. Deve-se “cancelá-lo”, deixar de consumir seus produtos, corromper sua imagem, perturbar sua atividade até que se redima, até que peça perdão ou tente compensar sua ação. O popular YouTuber Shane Dawson passou pela situação, a partir da divulgação de antigos vídeos com conteúdo racista, assim como a cantora Lana Del Rey, por causa de uma mensagem no Instagram na qual criticava atrizes negras. A marca de arroz Uncle Ben’s também passou por essa situação por causa da sua logomarca ter sido considerada racista, ou a gigante da indústria de alimentos, Goya, atacada por latinos nos Estados Unidos porque seu diretor apoia Donald Trump, que defende políticas contra imigrantes. “O ativismo no Twitter é fácil: em alguns segundos podemos atacar alguém ou fazer uma petição para acusá-lo ou para que seja demitido”, explica Richard Ford, professor de Direito da Universidade de Stanford. Esse acadêmico é um dos mais de 150 signatários de uma carta sobre “justiça e debate aberto” que se preocupa com esse movimento, publicada no início de julho na revista Harper’s. Os apoiadores, incluindo muitas personalidades do mundo da arte e da ciência, reconhecem que “parte do ativismo nas redes sociais é construtiva e legítima”. Muitas pessoas aprovam a cultura do cancelamento porque veem nela o surgimento de um novo poder, agora disponível para um número maior de pessoas quando anteriormente era limitado a poucos. “O tempo em que as pessoas eram tratadas de maneira injusta e incapazes de responder a opiniões atrasadas e tóxicas acabou”, ressalta Lisa Nakamura, professora da Universidade de Michigan, que estuda a cultura do cancelamento. “Se existe uma personalidade que deseja cancelar transexuais, não há razão no mundo para que ela, por sua vez, não possa ser cancelada”, explica Nakamura, em uma referência implícita ao caso de JK Rowling. Como muitos outros, a pesquisadora vê nesse movimento um espectro muito mais amplo que inclui denunciar comportamentos discriminatórios ou socialmente inaceitáveis. Nakamura cita o exemplo de Amy Cooper, uma mulher branca filmada no Central Park quando havia acusado falsamente à polícia que um homem negro quis atacá-la. Antes dos protestos do movimento Black Lives Matter, a cultura do cancelamento surgiu com o #MeToo, que desde 2017 denuncia o assédio sexual e o abuso de homens poderosos contra as mulheres. “A cultura do cancelamento é o que acontece quando as vítimas de racismo e sexismo não silenciam mais a identidade de seus agressores”, argumenta Nakamura. – Uso político – Mas para Keith Hampton, professor de Mídia e Informação da Universidade de Michigan, enquanto as redes sociais podem ser um vetor de mudança e progresso, a cultura do cancelamento pode ter momentos em que “escorrega”. “Quando se trata de tentar destruir pessoas, isso cria outros problemas”, explica ele. Os autores da carta aberta publicada na Harper’s alertam sobre a radicalização dos discursos que não deixa mais espaço para o debate. As redes sociais “incitam a provocação e a raiva”, afirma Ford. Ele chama a atenção para o fato de que a cultura do cancelamento possa estar se espalhando para além das redes sociais, do mundo acadêmico e do trabalho em geral. “Às vezes, o objetivo é simplesmente a satisfação por derrubar alguém”, lamenta. Além disso, “a vergonha e o apontar o dedo não mudam as opiniões”, explica Hampton, que considera que esse aspecto do movimento “provavelmente aumentará a polarização” entre a população americana. No entanto, nos últimos anos, o próprio presidente Donald Trump favoreceu a cultura do cancelamento, atacando em seu Twitter uma série de pessoas ou grupos que ele queria criticar, ressalta Ford. O fenômeno “pode ser problemático quando divide um movimento social ou o é usado pelas pessoas erradas”, mas “ele já tem sido uma ferramenta importante para a mudança”, admite Nakamura. “O movimento Black Lives Matter teria sido muito diferente sem os exemplos de racismo comum e recorrente nos supermercados do Walmart, nas pistas de corrida ou em outros locais públicos”, acrescenta. Fonte: www.istoe.com.br | Acesso em 02/08/2020 Texto 2 Fonte: www.facebook.com/quebrandootabu | Acesso em 02/08/2020 Com base na sua leitura, compreensão e interpretação dos textos motivadores acima, redija uma dissertação argumentativa, na modalidade culta da Língua Portuguesa, com tamanho máximo de 30 linhas, sobre o tema A cultura do cancelamento. CONFIRA REPERTÓRIOS PARA ESTE TEMA CLICANDO AQUI! 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