522 artigos encontrados com a tag “banco de temas de redação”

A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo em norma padrão da língua portuguesa sobre o Tema de Redação: a importância do Censo no Brasil, apresentando proposta de intervenção, que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa e seu ponto de vista. Texto 01 A participação no censo é de interesse geral, uma vez que as informações nos formulários são usadas para definir que comunidades, escolas, hospitais e estradas precisam de recursos financeiros federais. Aqui estão alguns exemplos da importância dos números divulgados pelo censo. O governo federal usa os números divulgados pelo censo para distribuir mais de US$100 bilhões em verbas federais anualmente, para programas e serviços comunitários, como programas educacionais, desenvolvimento de moradia e da comunidade, assistência médica para idosos e treinamento profissional, entre outros. Governos estaduais, locais e de tribos usam as informações divulgadas pelo censo para planejar e distribuir verbas para construção de novas escolas, bibliotecas e outros edifícios públicos, sistemas de segurança nas estradas e de transporte público, novas estradas e pontes, locais para delegacias e bombeiros, entre outros projetos. Organizações comunitárias usam as informações para desenvolver programas sociais, projetos comunitários, merenda para a terceira idade e creches. Empresas usam os números para decidir onde instalar fábricas, shopping centers, cinemas, bancos e escritórios – atividades que geram novos empregos. O Congresso Americano usa os números totais divulgados pelo censo para determinar quantos assentos determinado Estado deve possuir na Câmara dos Deputados. Além disso, Estados usam os números para distribuir assentos nas assembléias legislativas (A importância do censo. Extraído e adaptado de Pessoas HSW Uol. Texto 02 Se é verdade que apenas as sociedades que conhecem a si mesmas podem planejar e construir os seus futuros, o Brasil já pertence ou caminha rapidamente para esse grupo de países. Crescem, tremendamente, as demandas em nosso país, por informações cada vez mais detalhadas e desagregadas geograficamente. A descentralização político-administrativa reinstaurada com redemocratização e a Constituição de 1988 aumentou muito a relevância dos censos. Prefeitos e governadores, órgãos de planejamento municipais e estaduais, investidos de maior autonomia e de novas responsabilidades, dependem hoje, como nunca, dos censos para definirem suas políticas com base em informações atualizadas sobre a população sob suas jurisdições. Mas as demandas por informações desagregadas vêm também de outras esferas, que vão do setor não-governamental e privado, à do governo federal. (A importância do censo 2000. Extraído e adaptado de Ibge – Importância do Censo) Texto 03 Escreva uma redação com o Tema de Redação: a importância do Censo no Brasil e nos envie!

A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo em norma padrão da língua portuguesa sobre o tema Animais em cárcere e suas consequências, apresentando proposta de intervenção, que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa e seu ponto de vista. Texto 01 A sociedade humana inventou duas formas de lidar com indivíduos incapazes de viverem de forma justa e ética entre os demais: a exclusão territorial (degredo, exílio, expulsão, ostracismo) e o cárcere (privação da liberdade no próprio território). As duas formas de lidar com o corpo de seres considerados desagradáveis, perniciosos ou ameaçadores para o bem-estar coletivo têm sido aplicadas ao redor do planeta em todas as sociedades, sejam elas regidas por concepções teológicas, pela ideia de justiça igualitária, ou simplesmente pelas regras do mercado. Quando um humano é retirado do seu ambiente social e enclausurado em algum edifício no qual perde a liberdade física de ir e vir, geralmente tal decisão deve-se a algum ato malévolo praticado por ele. Todos os indivíduos que nascem na condição animal, sejam mamíferos (humanos e não-humanos), aves, répteis ou insetos, estão condenados a buscar a satisfação de suas necessidades e a interagir com os demais e o ambiente natural, usando sua liberdade física. A vida animal se caracteriza pela necessidade de mover-se para prover-se, seguindo padrões que se mostram eficientes do ponto de vista da espécie e especialmente das características peculiares ao próprio indivíduo. A prisão de animais em gaiolas, jaulas e cercados, e a manutenção deles em ambientes projetados para atender padrões de higiene humanos (pisos, azulejos), implica privação, para eles, da condição natural ambiental na qual suas mentes encontram alívio emocional, e seus corpos os nutrientes necessários para atender as demandas de suas respectivas dietas. Animais são seres livres por natureza. Não se pode ser ético e mantê-los enjaulados. Além disso, toda forma de aprisionamento implica imposição das escolhas de uns, sobre as preferências dos que estão na condição encarcerada. Quem encarcera o animal passa a ditar o padrão de comer desse animal, em quantidade, qualidade, frequência na ingestão de certos alimentos, composição. Equivoca-se quem pensa que manter o prato do animal bem servido é tudo de bom para o animal. Basta imaginar que eles tem células nervosas olfativas em muito maior quantidade do que as ativadas num cérebro humano. Cheirar e selecionar o alimento faz parte do sistema mental de todo animal, de suas escolhas e preferências. Nós, humanos, nem todos os dias estamos dispostos a comer um mesmo tipo de comida, e não estaríamos dispostos a comer para sempre essa comida. Os demais animais não são diferentes de nós. A prisão do animal em galpões, cercados, jaulas e gaiolas, e sua detenção no espaço privado das residências humanas implicam ditar duramente para eles seus padrões alimentares. De ética, tal prática não tem nada. (Cárcere de animais: a ditadura humana. Extraído e adaptado de Anda Jor) Texto 02 A Agência Estadual de Meio Ambiente de Pernambuco (CPRH) lança nessa terça-feira (5/7) uma campanha de combate ao cárcere de animal silvestre. Intitulada “Animal não é brinquedo”, a iniciativa alerta sobre o crime de manter animais silvestres em cativeiro, especialmente pássaros, muito deles em risco de extinção. Em várias ocasiões, os ficais perceberam que os animais serviam como brinquedos para criança, muitas delas residentes em regiões sem área de lazer e sem energia elétrica. Por conta disso, a CPRH recolherá brinquedos doados pela sociedade para serem utilizados nos projetos de educação ambiental e para serem entregues no momento da apreensão do animal. (Campanha combate o cárcere de animais silvestres. Extraído e adaptado de Tribunal da Bahia) Texto 03 Quando eu era criança não tinha noção de que manter passarinhos presos ia contra a sua maior riqueza, a liberdade de voar. Não tinha conhecimento de que meus cães e meu gato eram descendentes de animais selvagens, e um dia, num passado remoto, tinham outro estilo de vida. Não tinha consciência da absurda contradição de cuidar dos meus animais em casa e maltratar os outros na rua. Maldita funda! Ainda bem que não era bom de pontaria! Mas um dia a criança cresce, vira adolescente, ainda inconseqüente, porém mais atinado. Estuda, mantém contato com outros escritos, daqueles que parecem escondidos, pois não há interesse que o grande público tome consciência. E assim desperta para a triste realidade, a realidade de milhões de animais mortos, diariamente, para o deleite do homem dito civilizado. Nas indústrias alimentícias e farmacêuticas, nas universidades e institutos de pesquisa, e mesmo no mais sutil encarceramento, como nos zoológicos e parques aquáticos, o sofrimento dos animais é perpetuado. Não me esqueço de um zoológico que visitei, onde pude verificar in loco a tristeza no semblante de alguns animais. O que mais me chocou foi ver um elefante num espaço pequeno, com uma cobertura improvisada que mal o protegia das intempéries naturais. Este elefante estava, com certeza, sofrendo, pois o tipo de vida que estava levando era totalmente incompatível com a sua natureza. Os elefantes são animais muito sociáveis e que caminham muito, seu envolvimento afetivo com seu grupo social está mais do que provado na literatura especializada, portanto deixar um animal deste sozinho em tal ambiente, para a apreciação curiosa dos humanos, é um verdadeiro crime. (Animais no cárcere. Extraído e adaptado de Zoo Etologia) Texto 04 Texto 05

A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo em norma padrão da língua portuguesa sobre o tema Estresse, o mal do século XXI, apresentando proposta de intervenção, que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa e seu ponto de vista. Texto 1 Muito se fala sobre o estresse, que vem sendo caracterizado como a doença do século XXI. Um levantamento realizado pela Associação Internacional do Controle do Estresse, ISMA (International Stress Management Association), revelou que o Brasil é o segundo país do mundo com níveis de estresse altíssimos. Pelo menos três em cada sete trabalhadores sofrem a síndrome de Burnout e não sabem. Resultado da soma de algumas respostas mentais e físicas, o estresse fisiológico, sem sobrecargas, pode contribuir de forma saudável para o crescimento e o desenvolvimento dos nossos ossos, músculos, cérebro e demais partes do corpo. Sua causa como doença, porém, está relacionada aos estímulos externos e à pressão a qual é submetida uma determinada pessoa e ao desgaste que ela pode sofrer sob esta pressão. Para atender a essa demanda de cura, normalmente os tratamentos são associados à medicação e atividade física relaxante. O termo “estresse” designa desgaste e tensão, tendo sua origem na física. Sua rápida propagação no mundo pode estar associada ao fato de que, por milhões de anos, o ser humano foi se adaptando biologicamente a um estilo de vida diurno e não sedentário, além de um ritmo de mudanças muito mais lento do que encontramos nos dias atuais, especialmente nas grandes cidades. O excesso de ruídos, as luzes artificiais que nos mantêm acordados à noite, a falta de exercício, a poluição, os engarrafamentos, o excesso de informações e de preocupações são exemplos de fontes de estresse no mundo moderno para os quais o nosso corpo não se adaptou. Muito embora estejam intimamente ligados, estresse, ansiedade e transtornos de ansiedade são conceitos diferentes. Ansiedade é um estado de alerta especial que desenvolvemos quando estamos em situações de estresse, com o objetivo de aumentar a nossa capacidade de adaptação a situações novas e potencialmente perigosas. O nosso corpo desenvolveu complexos mecanismos que integram funções cerebrais e hormonais para regular quando ativar e desativar uma resposta de ansiedade e qual o tipo e a intensidade de resposta será a mais adequada às situações que vivenciamos. Quando estes mecanismos não estão funcionando adequadamente, dizemos que há, então, um transtorno de ansiedade. Os transtornos de ansiedade podem ter diferentes tipos de estresse em sua origem, tendo muitas das vezes como sintomas o transtorno de ansiedade generalizada, quando o indivíduo tem dificuldade de desativar o estado de ansiedade e passa a maior parte do tempo tenso e ansioso na expectativa de que algo ruim possa acontecer; além do transtorno obsessivo-compulsivo, quando a mente é invadida por pensamentos desagradáveis associados aos medos do indivíduo e muita ansiedade. Há, ainda, as fobias, que são fortes reações de ansiedade, e o medo paralisante, que pode impedir o indivíduo de lidar com a situação temida; a síndrome do pânico, caracterizada por ataques repetidos de ansiedade súbita com sintomas corporais fortes, como sudorese, falta de ar e medo de morrer ou de enlouquecer; e o transtorno de estresse pós-traumático, quando a pessoa revive repetidas vezes em sua mente situações traumáticas pelas quais passou. Observamos, porém, que toda resposta fisiológica de ansiedade ao estresse é autolimitada e feita para durar pouco tempo. É por isso que o excesso de estresse pode levar a tantos problemas de saúde, como pressão alta, gastrite, cólon irritável, depressão, pânico, alcoolismo e muitas outras doenças. O excesso de estresse também já foi associado a um maior risco de se desenvolver câncer, doenças autoimunes, asma, fibromialgia, fadiga crônica, doenças cardíacas, dermatológicas e baixa imunidade; podendo estimular, ainda, o desenvolvimento da síndrome de Burnout, distúrbio psíquicos de caráter depressivo, ainda pouco conhecido pela população. De acordo com Herbert J. Freudenberger, a síndrome de Burnout é “um estado de esgotamento físico e mental cuja causa está intimamente ligada à vida profissional”. Fonte: psique ciencia e vida uol Texto 2 Fonte: Gilmar Texto 3 Trabalho, trânsito, problemas pessoais, filhos, relacionamentos amorosos, finanças, mudanças no estilo de vida, falta de tempo livre para o lazer e para a família. A lista de possíveis causas do estresse não tem limites, mas as consequências desse mal podem ir de depressão e síndromes a doenças isquêmicas do coração e cérebro-vasculares – como o acidente vascular cerebral (AVC) – que, juntas, mataram quase 2 mil pessoas no Amazonas, no ano passado, de acordo com dados da Secretaria Estadual de Saúde (Susam). Um estudo divulgado no ano passado pela International Stress Management Association (Isma-BR) aponta que cerca de 70% dos brasileiros são vítimas do estresse, que os especialistas consideram a doença do século 21. Isso significa dizer que mais da metade dos brasileiros já tiveram um desequilíbrio do funcionamento, tanto mental como físico. Especialistas alertam: se há controle da doença, a pessoa não terá danos. No entanto, se a condição de desequilíbrio permanecer por tempo prolongado, as doenças começam a surgir e a impaciência, a ansiedade e a depressão podem se estabelecer, conforme explica a professora doutora em Psicologia da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), Raquel de Almeida Castro. “Geralmente a doença se desenvolve quando vivemos sob pressão, com prazos, e isso é permanente no mundo de hoje. Se forem situações isoladas, em que há o controle e o retorno para o estado normal, não há danos. O problema está justamente quando não há um retrocesso dessa pressão sob o ser humano”, destaca ela. Um dos grandes problemas da doença, segundo Raquel, é a falta de atenção dada pela população, uma vez que o problema inicialmente se manifesta apenas por meio de sintomas “psicos”. “As pessoas tendem a acreditar que os problemas que têm a ver com cansaço mental não são graves como outras doenças, mas são tão maléficos quanto aqueles que apresentam sintomas físicos”,

Mais uma dica de tema de Redação pra galera! Leia os textos abaixo e faça uma redação com o Tema de redação: a importância da música na vida das pessoas. Texto 1: Ao ouvir a música que há tempos embalou um beijo, uma pessoa começa a chorar. Outro sente os pêlos do braço arrepiar ao som de um solo do Jimmy Page. Alguém tatua nas costas uma enorme clave de sol, enquanto o seu amigo escuta em seu MP3 versos de Vinicius de Moraes e venera a bossa nova. Na região Norte da cidade, um adolescente descobre a música Paranoid do Black Sabbath ao mesmo tempo em que uma menina se imagina ao lado da Amy Winehouse. No centro de um bar, um garoto tenta imitar a voz rouca de Tom Waits, mas o público quer mesmo ouvir o novo sucesso pop do Panic At The Disco, tirando o moço sentado no sofá do local, com dreads no cabelo e na camiseta a dica de sua admiração: Peter Tosh e Bob Marley. O que essas pessoas têm em comum? Todas são influenciadas, de certa forma, pelo poder da música. Para o professor do curso de Psicologia da FADEP, Alexandre Baiocchi, que já realizou estudos na área, a música é puramente uma mobilização sentimental. Como qualquer manifestação artística, ela influencia na vida e na formação da identidade de qualquer pessoa. O professor explica que a emoção gerada pela canção ocorre devido à implicação que ela ocasiona na psique do ser humano. Ao percebermos a música, entramos em contato com a percepção cognitiva do som. Em seguida, nos emocionamos, pois, independente do gênero, ela tem a capacidade de mexer com os nossos sentimentos e nossas impressões afetivas. Esses aspectos causados pela música geram nas pessoas um nivelamento de impressões, opiniões e gostos, o que se reflete na maneira como elas direcionam o seu comportamento perante a sociedade. Quando isso ocorre, a música começa a adquirir uma importância significativa na vida de qualquer um, contribuindo para a formação da personalidade e dos gostos estéticos, comenta o professor. Alexandre destaca que essa influência, geralmente, inicia na adolescência. O jovem, por estar formando a sua identidade, busca na música uma afirmação pessoal e projeta no ídolo o fascínio que sente. Isso interfere na sua forma de se vestir, de se comportar e de se relacionar. Fonte: fadep – a importância da música na vida das pessoas Texto 2: MÚSICA DE PROTESTO A música para a maioria das pessoas é uma forma de expressar sentimentos, desejos, frustrações, conceito que não está muito longe da realidade, pois durante muito tempo a música foi utilizada como forma de “abrir os olhos da humanidade” para as questões que afligiam o mundo, como a guerra, a discriminação, a opressão, etc. Para muitos músicos, a canção não deve falar de coisas banais, mas sim, explorar letras na tentativa de mudar a realidade cruel em que grande parte do mundo vive, é buscar através da música a liberdade para a humanidade. A música com referência ideológica existe há muito tempo, mas foi a partir da década de 1960 que a música, como forma de protesto, ganhou popularidade, em especial com as bandas britânicas Beatles e Rolling Stones, com a expressividade do rock. Levantando diversas questões como, por exemplo, discussões em favor da liberdade de expressão, pelo fim das guerras e do desarmamento nuclear, idealizando um mundo de “paz e amor”, com músicas como; “Revolution” (Beatles) e “We Love You” (Rolling Stones). Durante a Guerra do Vietnã, outras bandas entraram na onda de protestos. Em 1964, no Brasil, a repressão e a censura instauradas pelo regime militar deram origem a movimentos musicais que viam na música uma forma de criticar o governo e de chamar a população para lutar contra a ditadura. Os grandes nomes desse período foram Gilberto Gil, Caetano Veloso, Chico Buarque, Geraldo Vandré, entre outros. Usando na letra de suas músicas metáforas e ambiguidades, títulos como: “É Proibido Proibir”, “Que as Crianças Cantem Livres” e “Para Não Dizer que Não Falei das Flores” fizeram sucesso na época e até hoje ainda fazem. Fonte: brasil escola uol – música protesto Texto 3: Fonte: ivoviuauva – música vagabundo Texto 4: A IMPORTÂNCIA DO SOM PARA UMA PROPAGANDA Os efeitos sonoros, jingles e/ou as musicas em uma propaganda são elementos que auxiliam na transmissão de uma mensagem. Os recursos auditivos são muito importantes em uma campanha, pois são capazes de gerar apelos emocionais, revelar conceitos, quebrar contextos e podem traduzir o humor da história que está sendo contada. Além de ajudar a transmitir uma ideia, o som quando bem planejado faz com que o telespectador consiga captar melhor a mensagem transmitida. O telespectador também fica passivo de aceitar a propaganda por causa da música e deixa de ser telespectador e passa a agir como emissor da mesma. Isto é, o telespectador passa a divulgar a propaganda, jingle ou outro processo envolvido na campanha, gerando mídia espontânea para a campanha. Quando o som de uma propaganda é bem trabalhado ele vira um discurso sonoro e deixa a propaganda mais atraente para quem a assiste. Fonte: cafe com galo – a importância do som para uma propaganda Com base na leitura dos textos motivadores, redija um texto em prosa, do tipo dissertativo-argumentativo, sobre o Tema de redação: a importância da música na vida das pessoas.

A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo em norma padrão da língua portuguesa sobre o Tema de Redação: Movimento sem Terra no Brasil, apresentando proposta de intervenção, que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa e seu ponto de vista. Texto 1 Fonte: Latuff Texto 2 Fonte: Eugênio Neves Texto 3 Qual a função e os objetivos do MST? O MST tem como função promover a organização dos trabalhadores e trabalhadoras rurais (o que inclui camponeses, posseiros, pequenos agricultores, agricultores familiares), junto aos demais membros da sociedade civil, para a garantia do acesso à terra e da realização da reforma agrária no Brasil. Dentro desse cenário, o movimento social dos sem-terra tem como objetivo maior a obtenção da justiça social no campo. Segundo o próprio MST, e conforme estabelecido nos documentos oficiais que balizam a atuação desse movimento social, os seus objetivos se apoiam nos seguintes pilares: Os dois primeiros objetivos do MST versam sobre a democratização do acesso à terra, sendo a terra um recurso natural fundamental para a maior autonomia do produtor rural, que, com ela, consegue garantir a sua própria subsistência e a do seu grupo familiar, além de gerar renda a partir da produção agropecuária. A luta por uma sociedade mais justa está relacionada a vários aspectos, dizendo respeito à solução de problemas estruturais muito antigos e que caracterizam não somente o meio rural, mas a sociedade brasileira como um todo. Dentre esses problemas estão a desigualdade socieconômica e a falta de acesso a direitos básicos, como saúde e educação, a discriminação (étnica e de gênero) e a exploração dos trabalhadores urbanos. Fonte: brasil escola – mst Leia os textos acima e redija uma redação com o Tema de Redação: Movimento sem Terra no Brasil.

A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo em norma padrão da língua portuguesa sobre o tema Trabalho infantil no Brasil, apresentando proposta de intervenção, que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa e seu ponto de vista. Texto 1 A exploração da mão de obra infantil no país cresceu 4,5% em 2014 em relação a 2013, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em 2013, havia 3,188 milhões de crianças e adolescentes na faixa de 5 a 17 anos de idade trabalhando e o contingente subiu para 3,331 milhões em 2014. “As famílias estão, cada vez mais, utilizando crianças no trabalho infantil para complementação da renda”, disse a administradora da Fundação Abrinq, Heloisa Oliveira. Os dados fazem parte de uma publicação da Fundação Abrinq lançada hoje (5) que reúne os indicadores relacionados à infância e adolescência divulgados por órgãos oficiais no Brasil. A ideia é, segundo a administradora executiva da fundação, Heloisa Oliveira, mostrar como os problemas envolvendo os jovens estão ligados entre si. “São coisas que vistas isoladamente podem não dizer nada, mas, de forma combinada, você enxerga áreas que precisavam receber atenção e desenvolvimento”, disse. No caso da exploração da mão de obra infantil, antes do aumento registrado em 2014, o número de crianças usadas como mão de obra vinha caindo. “O mais preocupante é que esses dados ainda não refletem a crise econômica que a gente está vivenciando”, disse Heloisa. Para a administradora executiva, o dado do aumento do trabalho infantil é um indicativo de problemas interligados. “As famílias estão tendo mais dificuldade de se sustentar e estão, cada vez mais, utilizando as crianças no trabalho infantil para complementação da renda. É uma sinalização de vulnerabilidade social aumentando”. Fonte: agencia brasil Texto 2 Fonte: Ivan Cabral Texto 3 Brasil é o país que mais reduziu trabalho infantil As políticas integradas de combate à pobreza executadas pelo governo federal continuam produzindo resultados notáveis na área social. Segundo dados do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), o Brasil é o País que mais retirou crianças e adolescentes do trabalho infantil nos últimos 12 anos. Entre 2001 e 2013, a redução foi de 58,1% enquanto a média mundial foi de 36% no mesmo período. “As políticas afirmativas de redução da desigualdade e de combate à pobreza são importantes no contexto de diminuição do trabalho infantil”, defende o ministro interino do Trabalho e Emprego, Francisco Ibiapina. “À medida que uma família recebe um suporte financeiro, através, por exemplo, do Bolsa Família, tende a não colocar o filho para trabalhar e complementar a renda”, explica. Segundo a secretária Nacional de Assistência Social do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), Yeda Castro, é pelas políticas de transferência de renda, em especial a ação integrada do Bolsa Família, associadas ao trabalho social junto às famílias e a criação de mais oportunidades de trabalho para os pais, que o ciclo do trabalho infantil pode ser quebrado. “Isso com certeza tem contribuído fortemente para a redução da exploração [de crianças] pelo trabalho infantil”. De fato, o Bolsa Família tem sido decisivo para afastar as crianças do trabalho infantil. O Censo Escolar da Educação Básica de 2012 revela que a taxa de abandono de estudantes beneficiários no Ensino Médio é de 7,4%, ante 11,3% entre os que não são beneficiárias. No Nordeste, a diferença é ampliada: o índice de abandono é de cerca de 7,7% e 17,8%, respectivamente. Fonte:brasil gov Texto 4 Fonte: Ivan Cabral

A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo na modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o Tema de redação: A liderança move o mundo. Texto 1: De acordo com o estudioso norte-americano Warren Bennis, a liderança pode ser definida como a capacidade de traduzir a visão em realidade. Houve inúmeros exemplos disso ao longo da história, a partir de conflitos militares e projetos humanitários, que se transformaram em lições para o mundo dos negócios. A liderança tem um alto impacto para influenciar mudanças positivas, mesmo nas mais difíceis circunstâncias. Ela também oferece uma visão sobre as qualidades necessárias para um grande líder, muitos dos quais têm valor fundamental que podem ser transferidos através de vários mundos e mercados. Com isso em mente, vamos dar uma olhada em algumas razões que distinguem alguns indivíduos como grandes líderes: Eles inspiram a confiança das pessoas ao seu redor Eles buscam continuamente evoluir e melhorar Eles são apaixonados e centrados Eles unem suas tarefas às suas missões de maneira crítica Eles nunca estão satisfeitos Eles são movidos pelo medo do fracasso Eles se comunicam humilde e abertamente Extraído e adaptado de: agendor – razões porque algumas pessoas são grandes líderes Texto 2: Os 5 maiores líderes da história mundial Grandes líderes são aqueles que conseguem agregar outras pessoas às suas ideias, influenciam positivamente o sistema em que estão inseridos e contribuem com o crescimento de todos a sua volta. O verdadeiro sucesso de um líder é o legado que ele constrói durante o exercício de sua missão. Veja abaixo os cinco maiores líderes da história mundial e suas lições: Bill Gates Por volta dos seus 21 anos de idade, sagrou-se um dos mais jovens e bem-sucedidos empreendedores. Ao lado de seu amigo e parceiro empresarial, Paul Allen, fundou a Microsoft — a mais importante e popular empresa produtora de software de todo o planeta. Foi um dos desbravadores no campo da criação de um produto que subverteria o modo de vida no mundo moderno: o computador pessoal, ou PC. Walt Disney Nasceu em 1901 e morreu 1966, antes mesmo de inaugurar seu famoso parque. Criou uma organização que é referência mundial e tem como foco trabalhar com excelência e ir além, conquistando resultados cada vez maiores e melhores, com clientes satisfeitos e fidelizados, que indicam e divulgam a marca como se estivessem ganhando algo por isso. A Disney tem como premissa valorizar seu cliente interno, construindo uma cultura organizacional voltada para o sucesso, com líderes de alta performance que estimulam um ambiente colaborativo, com colaboradores engajados que se apropriam do propósito da empresa. Nelson Mandela Principal representante do movimento antiapartheid, Nelson Mandela foi um guerreiro da luta pela liberdade. Para o governo sul-africano, porém, ele era um terrorista. Passou quase três décadas na cadeia e, ainda assim, se tornou um ícone internacional na defesa das causas humanitárias. Steve Jobs Falecido em 2011, foi um empresário americano responsável pela fundação da Apple. Com sua criatividade, perfeccionismo e espírito de liderança, Jobs agregou seus valores pessoais a seus produtos, gerando mais que consumidores, e sim fãs da marca. Provou, então, que a cultura organizacional é um grande aliado de competitividade de uma empresa. Martin Luther King Martin Luther King Jr. foi um importante pastor evangélico e ativista político norte-americano. Lutou em defesa dos direitos sociais para os negros e mulheres, combatendo o preconceito e o racismo. Defendia a luta pacífica, baseada no amor ao próximo, como forma de construir um mundo melhor, fundamentado na igualdade de direitos sociais e econômicos. Extraído e adaptado de: ibc coaching – 5 maiores líderes história mundial Texto 3: De artista a ditador Hitler foi o arquétipo do líder carismático. Não era um político “normal” – alguém que promete medidas como impostos menores ou melhor sistema de saúde -, mas quase um líder religioso, que oferece metas espirituais, como redenção e salvação. Hitler acreditava estar predestinado a algo grandioso. Ele chamava isso de “providência”. Antes da Primeira Guerra Mundial, ele era um joão-ninguém, um sujeito estranho, que não conseguia formar relacionamentos íntimos, incapaz de participar de uma discussão intelectual e cheio de raiva e preconceito. Mas, quando fazia discursos para o povo após a derrota da Alemanha na Primeira Guerra, suas fraquezas eram percebidas como qualidades. O ódio que sentia ecoava os sentimentos de milhares de alemães que, sentindo-se humilhados pelos termos do Tratado de Versalhes, buscavam um bode expiatório. Sua falta de talento para debates era vista como um sinal de caráter, sua recusa em bater papo, a marca de um “grande homem” que vivia em um mundo à parte. E, acima de tudo, estava o fato de que Hitler descobriu que era capaz de se conectar com sua audiência. Isso, que muitos chamam de “carisma”, formou a base do seu futuro sucesso. “O homem emanava um carisma tal que as pessoas acreditavam em qualquer coisa que ele dizia”, disse Emil Klein, que ouviu Hitler falar na década de 1920. Paralelos históricos Hitler disse a milhões de alemães que eles eram arianos e, portanto, “especiais”. Que eram, racialmente, um povo “melhor” do que os outros, algo que ajudou a cimentar a conexão carismática entre o líder e os liderados. É irônico que, recentemente, a chanceler alemã Angela Merkel tenha sido saudada em Atenas por gregos irados, carregando cartazes com suásticas, protestando contra o que consideram ser uma interferência indevida da Alemanha em seu país. Irônico porque é na Grécia – em meio a uma terrível crise econômica – que observamos a ascensão repentina de um movimento político que se gaba de sua intolerância e desejo de perseguir minorias – o Aurora Dourada. O movimento é liderado por um homem que alega não ter havido câmaras de gás em Auschwitz. Pode existir um aviso mais sério do que esse? Extraído e adaptado de: noticias terra – historiador decifra carisma de hitler e vê paralelos com mundo hoje Texto 04 Fonte: DukeLider Escreva uma redação sobre Tema de redação:

A tentativa de derrubar a democracia e a importância da reação do povo A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo na modalidade escrita padrão da língua portuguesa sobre o tema: Golpe de Estado na Turquia: a tentativa de derrubar a democracia e a importância da reação do povo. Sua redação deve apresentar propostas de intervenção que respeitem os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista. Atente-se para o número mínimo de 7 linhas e máximo de 30 para desenvolver suas ideias. O que está acontecendo na Turquia? Por que os militares tentaram tomar o poder? Após uma série de golpes militares reais no passado, o povo turco agora reage a qualquer sinal de intervenção militar com a mesma preocupação imediata de um paciente pós-câncer que descobre um pequeno nódulo. Por Opera Mundi […] O que aconteceu? O que precisamos saber? Na noite de 15 de julho, um grupo de soldados turcos assumiu o controle de várias instituições em Istambul e Ancara, no que parece ter sido uma tentativa de golpe mal planejada. As forças policiais – auxiliadas por um grande número de cidadãos ordinários turcos– conseguiram frustrar o golpe. Chamados às ruas pelo presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, enormes grupos de homens tomaram as ruas para impedir as unidades do exército de entrarem em prédios governamentais. O golpe foi declarado encerrado na manhã do dia 16 de julho. Então, o povo turco apoia o presidente Erdogan? Graças a uma longa história de golpes militares, o ódio do povo turco a intervenções militares é muito maior do que sua aversão ao seu líder autocrático. Turcos de todos os espectros políticos compartilham o mesmo sentimento de que até uma péssima democracia é melhor do que um governo militar. Por que os militares tentaram tomar o poder? A explicação muda de acordo com em quem você escolhe acreditar. Uma declaração supostamente feita pelos militares alega que seu propósito era “reinstituir a ordem constitucional, a democracia, os direitos humanos e as liberdades”. Porém, o presidente Erdogan e sua rede midiática pró-governo bombardearam o povo turco com alegações de que o golpe foi obra de um grupo clandestino, que teria infiltrado todos os órgãos estatais, organizado por um clérigo muçulmano chamado Fethullah Gülen, que é aposentado e vive na Pensilvânia. Pouca evidência sólida dessa conspiração foi apresentada até o momento. Gülen negou qualquer envolvimento. De fato, ele e outros grupos oposicionistas alegam que o golpe foi, na verdade, orquestrado por Erdogan como desculpa para subjugar a oposição política e definitivamente mudar o sistema governamental da Turquia para uma presidência executiva (o que, na prática, tornaria Erdogan um sultão moderno). Essa explicação também não é inteiramente convincente – a alegação de que Erdogan planejou um falso golpe contra seu próprio governo para extirpar a oposição de dentro do exército e do Supremo Tribunal é muito grande para se levar em conta. O que o povo turco acha? A Turquia está extremamente polarizada. Metade a população acredita em qualquer coisa que o presidente diga, enquanto a outra metade tende a acreditar no oposto. Posições a favor e contra o regime de Erdogan tornaram-se tão enraizadas que não há como convencer qualquer lado com evidência e lógica. Erdogan é como quiabo: algumas pessoas o amam intensamente; para outras, ele é nojento. Ninguém na Turquia é imparcial quando se trata do presidente. De onde vem essa divisão na opinião pública? Clivagens sociais tradicionais na Turquia incluem religiosos contra laicos, turcos contra curdos e periferias pobres contra centros urbanos ricos. Junto com a Primavera Árabe e a investigação de corrupção de 2013, surgiu uma nova cisão: pró-Erdoganismo e anti-Erdoganismo. […] Disponível em: revista forum A verdade por trás da derrota do golpe militar na Turquia Golpes militares infelizmente não são derrotados com flores, mas a base do derramamento de sangue de pessoas inocentes. O mote que correu o mundo foi que o “golpe na Turquia foi vencido pelo povo nas ruas”. Esse, porém, é apenas um pedaço da história. Confira as imagens do episódio que não foram amplamente divulgadas. O golpe militar na Turquia foi derrotado pelo povo nas ruas! Esse foi o mote que correu o mundo. A imagem de civis em cima dos tanques rebelados, braços erguidos com os dedos em V e bandeiras desfraldadas, diz tudo. Aqui no Brasil, isso encheu de júbilo muitos corações de esquerda. Só que… isso foi apenas um pedaço da história. Nem todas as imagens do episódio foram amplamente divulgadas, como por exemplo o vídeo abaixo (link), que mostra o enfrentamento entre civis e as tropas rebeladas sobre a ponte que atravessa o estreito de Bósforo, então tomada pelos golpistas (alerta: imagens fortes e perturbadoras) daily mail O que o vídeo mostra são pessoas sendo metralhadas e mortas pelas tropas. A pergunta: Se Erdogan tinha a maior parte das tropas do seu lado (e ele tinha), por que não mandou suas tropas leais sufocarem o golpe, ao invés de convocar nas redes sociais os civis a fazê-lo? A resposta: Porque as tropas rebeladas estavam justamente buscando a adesão das demais tropas, para que o golpe tivesse sucesso. Militares não gostam de ser chamados a combater (e matar) os seus companheiros de farda, assim Erdogan correria o risco de não ser obedecido, ou, pior, de que suas tropas acabassem por se juntar ao golpe. O agravante: Erdogan sabia que o golpe ocorreria. Então, tudo pôde ser antecipadamente planejado – inclusive o seu vídeo de chamamento à população divulgado por celular (era preciso aparentar improviso). Erdogan e o governo turco tinham plena consciência de que vidas inocentes acabariam sacrificadas. Como bem descreveu o analista Tayfur Hussein, da Bulgária (nessa entrevista): “The call, which he made to his excited supporters had come out against the plotters. This call only mean death for many innocent people. We have the military who are trying to carry out a

A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo na modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o Tema: Empregadas domésticas no Brasil. Sua redação deve apresentar proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista. Atente-se para o número mínimo de 7 linhas e máximo de 30 para desenvolver suas ideias. Texto 1 No dia 27 de abril é comemorado o Dia da Trabalhadora e do Trabalhador Doméstico. Nesta data, um estudo do Ministério da Previdência Social, com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) 2013, mostra o crescimento da participação dos domésticos na população ocupada – de 41,1%, em 2012, para 44,4%, em 2013. Apesar de ser uma das profissões mais antigas do País, só foi regulamentada em 1972. De acordo com a Organização Internacional do Trabalho (OIT), o Brasil tem o maior número de empregados domésticos do mundo, com 7,2 milhões de trabalhadores. Ainda segundo o relatório, 17% das mulheres inseridas no mercado de trabalho são empregadas domésticas. Contribuindo mensalmente à Previdência Social, os domésticos têm direito à aposentadorias por tempo de contribuição, por idade e por invalidez, auxílios-doença e reclusão, salário-maternidade e pensão por morte para os dependentes. Fonte: brasil gov Texto 2 Texto 3 Entre dezembro de 2014 e março deste ano, o número de empregadas domésticas que obtiveram acesso ao Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) saltou de 187,7 mil para mais de 1,3 milhão de trabalhadores, segundo o Ministério do Trabalho. O número – quase sete vezes maior que o anterior – pode ser considerado um dos resultados da PEC das Domésticas, lei que ampliou os direitos trabalhistas dos empregados domésticos e que foi sancionada em junho de 2015. A partir da nova lei, que completou um ano em vigor, a categoria passou a contar com diversos direitos trabalhistas aos quais estavam excluídos anteriormente. Além do acesso ao FGTS, os empregados passaram a ter jornada máxima de 44 horas semanais (e não superior a 8 horas diárias); pagamento de hora extra; adicional noturno e seguro desemprego. Fonte: Brasil.gov Texto 4 Fonte: Dacosta
A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo na modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o Tema de redação: prostituição no Brasil Sua redação deve apresentar proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista. Atente-se para o número mínimo de 7 linhas e máximo de 30 para desenvolver suas ideias. Texto 1 De acordo com a Fundação Mineira de Educação e Cultura (FUMEC), calcula-se que o Brasil tenha cerca de 1,5 milhões de pessoas, entre homens e mulheres que vivem em situação de prostituição. A pesquisa revela que 28% das mulheres estão desempregadas e 55% necessitam ganhar mais para ajudar no sustento da família. Segundo dados da FUMEC, 59% são chefes de família e devem sustentar sozinhas os filhos, 45,6% tem o primeiro grau de estudos e 24,3% não concluíram o Ensino Médio. Logo, elas apresentam um baixo nível de escolaridade, o que significa que quase 70% das mulheres prostitutas não têm uma profissionalização. Já outro estudo, feito pelo Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) de Portugal, apontou que as mulheres brasileiras que se prostituem no país lusitano são maiores de idade, não possuem antecedentes nesta atividade no Brasil, têm um curso médio ou superior, são caucasianas, prostituem-se por motivos financeiros, e chegaram ao país por sua própria conta – e não inseridas em redes de tráfico de pessoas. Quase todas as mulheres consultadas (98%) não se consideram vítima do tráfico humano. Destas, 80% responderam terem chegado a Portugal por iniciativa própria e 16,8% afirmaram terem sido convidadas ou aliciadas por familiares, amigos ou outros. Prostituição: “profissão mais antiga do mundo” Tida como a “profissão mais antiga do mundo”, a prostituição está inserida no contexto de todas as sociedades, ocidentais e orientais desde os tempos mais remotos. Odiadas, amadas, necessárias, regulamentadas por alguns governos, controlada por outros e seus serviços de saúde, resgatadas por religiões par uma vida digna, perseguidas ou glamourizadas em belas cenas no cinema americano, as prostitutas atravessam os séculos exercendo sua profissão, passando por cima de preconceitos, discriminações, violências e agressões que partem de todos os lados. Com o advento da Aids nos anos 80, a ira social contra as prostitutas renasceu com força total, e ao lado dos homossexuais masculinos e usuários de drogas, elas foram transformadas em responsáveis pelo alastramento da doença, e por propagar o vírus HIV indiscriminadamente entre os homens que buscavam o “prazer pago”. Na Europa, os usuários de drogas; nos Estados Unidos, os homens gays; no resto do mundo, e principalmente nos países mais pobres, as prostitutas: rápido como surgiram os primeiros casos, encontrou-se mundo afora os “culpados” pelo que viria a ser uma epidemia. Muito rapidamente, as estatísticas começaram a dar conta de que estes grupos, longe de ser “de risco”, são os menos atingidos pela epidemia, graças também a terem sido tão culpados e discriminados anos atrás. Assim, o que vemos atualmente são grupos cada vez mais conscientes e auto organizados, buscando seus próprios caminhos para novas relações sociais, em todos os níveis. Muitos dos mitos acerca da prostituição permanecem e vão permanecer até o fim dos tempos, mas as conquistas adquiridas não tem preço, e estão em crescimento constante, seja com projetos, encontros, novos grupos que surgem, e políticas específicas voltadas para estas populações. Fonte: ong marias Texto 2 Há no mundo três sistemas legais sobre prostituição. O Abolicionismo, o Regulamentarismo e o Proibicionismo. A maioria dos países, como o Brasil, adota o Abolicionismo. Por esta visão, a prostituta é uma vítima e só exerce a atividade por coação de um terceiro, o “explorador” ou “agenciador”, que receberia parte dos lucros obtidos pelo profissional do sexo (como se todos os patrões não recebessem). Por isso, a legislação abolicionista pune o dono ou gerente de casa de prostituição e não a prostituta. Nesse sistema, quem está na ilegalidade é o empresário, ou patrão, e não há qualquer proibição em relação a alguém negociar sexo e fantasia sexual. A corrupção fica facilitada neste caso. O Brasil adota esse sistema desde 1942, quando entrou em vigor o atual e antiquado Código Penal, em reforma há mais de cinco anos. Fonte: ambito juridico Texto 3 Fonte: Laerte Texto 4 Há muito preconceito histórico-cultural contra a prostituição “A dificuldade de essa profissão ser reconhecida parece girar em torno da questão do preconceito. De acordo com o que vivenciamos ao longo do trabalho, o preconceito está presente em todas as relações: com o cliente, com a sociedade em geral, no meio acadêmico e inclusive partindo das próprias profissionais. Todas fazem uso de um pseudônimo para se identificar dentro do local de trabalho e esse nome é trocado conforme a casa em que estão exercendo a atividade, facilitando assim o anonimato, que é considerado fundamental no ofício em função do preconceito vivido por elas. Há ainda o preconceito das próprias “garotas” contra um tipo que chamam de “a puta de paredão”, referindo-se a mulheres que fazem sexo por prazer e com muitos parceiros, em suas palavras: “a mina que vai na balada e transa com qualquer um, acha o cara da balada bonitinho, vai com ele para o motel e não cobra”. Essas não seriam profissionais, mas mulheres promíscuas. Fonte: jornal ggn Escreva uma redação sobre Tema de redação: prostituição no Brasil e nos envie!

A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo na modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o Tema de redação: o valor da vida humana no mundo contemporâneo. Sua redação deve apresentar proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista. Atente-se para o número mínimo de 7 linhas e máximo de 30 para desenvolver suas ideias. Texto 1 Um clima de comoção e revolta marcou nessa semana o enterro da menina Emanuelly Vitória Fernandes, de 5 anos. Essa foi a sexta morte confirmada desde que duas barragens da mineradora Samarco se romperam, no último dia 5, causando uma onda de destruição no vilarejo de Bento Rodrigues, zona rural de Mariana (MG). Dois corpos seguem sem identificação. O ambientalista e membro do Fórum Nacional da Sociedade Civil nos Comitês de Bacias Hidrográficas (Fonasc) Gustavo Gazzinelli esteve no local depois do episódio e agora se concentra na articulação de movimentos para discutir a reação perante os fatos. Ele ressalta que a fiscalização das barragens sempre deixou a desejar, uma vez que a vistoria, na prática, fica a cargo das próprias empresas. E essa falta de controle traz uma série de riscos. Segundo ele, as barragens já demonstraram que são perigosas e inseguras para a população. “As empresas que causam os impactos é que fazem o monitoramento das estruturas. Muitas informações são filtradas pela mineradora, já que não quer que os impactos que ela promove sejam de conhecimento público. Tem mil formas de escamotear isso e o Estado adotou uma postura de acreditar nelas”, enfatiza. A tensão está ainda maior desde que foi informado que a barragem Germano – localizada no mesmo complexo de Fundão e Santarém, as outras duas que foram rompidas – está tendo que passar por um reforço. Conforme foi apurado, as paredes estão trincadas e há ameaça de uma nova ruptura. O isolamento na área, que antes era de um raio de 3 quilômetros, passou para 10 quilômetros e moradores de regiões vizinhas a Bento Rodrigues estão sendo obrigados a deixar o lugar. No mesmo dia em que o desastre aconteceu, o Ministério Público instaurou um inquérito para investigação das causas. A apuração deve ser concluída em um mês. Entre as hipóteses, será avaliado se as condições exigidas à Samarco no licenciamento das barragens vinham sendo cumpridas. A explosão de uma mina momentos antes e um tremor de terra sentido na região também são considerados, além da possível influência de obras realizadas no local. Em nota, a empresa afirmou que está mobilizando todos os esforços necessários para reduzir os danos ambientais e priorizar o atendimento aos atingidos, disponibilizando água, cestas básicas, itens de higiene pessoal, material e equipamentos de limpeza e caminhões-pipa. (Catástrofe em Mariana: A culpa é de quem? Extraído e adaptado de https://www.revistaforum.com.br/semanal/catastrofe-em-mariana-culpa-e-de-quem/) Texto 02 Texto 03 Embora ainda não haja um número exato de mortos no massacre de Paris, a polícia francesa informa que cerca de cento e cinquenta pessoas foram executadas dentro da casa de shows ‘Bataclan’, onde ocorria um show de uma banda de rock famosa dos Estados Unidos. Ainda não se sabe se os integrantes dessa banda estão entre os mortos. Algumas pessoas foram resgatadas pela polícia e três terroristas foram mortos. Segundo um jornalista que sobreviveu ao ataque no Bataclan, os terroristas adentraram o local com os rostos descobertos, recarregaram as armas na frente de todos e continuaram atirando. A CNN noticiou que os radicais islâmicos utilizaram fuzis de fabricação russa (AK-47). Recentemente um jornalista que sobreviveu a dez dias com o EI contou que eles pretendem fazer um ataque nuclear e que autoridades haviam interceptado a compra de material radioativo entre eles e russos. (Estado Islâmico mata 150 pessoas em casa de show ‘Bataclan’. Extraído e adaptado de https://br.blastingnews.com/mundo/2015/11/estado-islamico-mata-150-pessoas-em-casa-de-show-bataclan-00652489.html). Faça uma redação sobre Tema de redação: o valor da vida humana no mundo contemporâneo e nos envie para correção!

A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo na modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema: terrorismo no Brasil e no mundo. Sua redação deve apresentar proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista. Atente-se para o número mínimo de 7 linhas e máximo de 30 para desenvolver suas ideias. Texto 1 para redação: O que é terrorismo? Os atos e ataques terroristas, segundo alguns estudiosos, tiveram início no século I d. C., quando um grupo de judeus radicais, chamados de sicários (Homens de punhal), atacava cidadãos judeus e não judeus que eram considerados a favor do domínio romano. Outros indícios que confirmam as origens remotas do terrorismo são os registros da existência de uma seita mulçumana no final do século XI d. C., que se dedicou a exterminar seus inimigos no Oriente Médio. Dessa seita teria surgido a origem da palavra assassino. O terrorismo moderno tem sua origem no século XIX no contexto europeu, quando grupos anarquistas viam no Estado seu principal inimigo. A principal ação terrorista naquele período visava à luta armada para constituição de uma sociedade sem Estado – para isso, os anarquistas tinham como principal alvo algum chefe de estado e não seus cidadãos. Durante a segunda metade do século XIX, as ações terroristas tiveram uma ascensão, porém foi no século XX que houve uma expansão dos grupos que optaram pelo terrorismo como forma de luta. Como consequência dessa expansão, o raio de atuação terrorista aumentou, surgindo novos grupos, como os separatistas bascos na Espanha, os curdos na Turquia e Iraque, os mulçumanos na Caxemira e as organizações paramilitares racistas de extrema direita nos EUA. Um dos seguidores dessa última organização foi Timothy James McVeigh, terrorista que assassinou 168 pessoas em 1995, no conhecido atentado de Oklahoma. Fonte: brasil escola Texto 2 para redação sobre terrorismo: Atentado do 11 de setembro O primeiro ano do século XXI ficou marcado por um dos mais violentos atentados terroristas da história. Osama Bin Laden, através de seu grupo terrorista Al Qaeda, vitimou milhares de norte-americanos no dia 11 de Setembro de 2001, quando aviões controlados por terroristas atingiram as torres gêmeas do World Trade Center e partes do prédio do Pentágono, sede do departamento de defesa dos EUA. A raiz desse atentado terrorista deve ser analisada pela política externa dos Estados Unidos quanto aos países do Oriente Médio. O governo norte-americano, por possuir a maior economia do mundo a partir do século XX, realizou uma estratégia de intervenção nos assuntos políticos de países vulneráveis economicamente. Uma dessas estratégias foi o apoio a regimes ditatoriais em diversos países, como nos casos do Egito e da Líbia. O financiamento de regimes ditatoriais em alguns países árabes foi motivado por razões econômicas. Os Estados Unidos procuravam consolidar sua influência política fornecendo apoio bélico a líderes políticos locais. Alguns especialistas afirmam que o interesse do governo norte-americano estava no controle de regiões com reservas petrolíferas, uma vez que eles são os maiores consumidores desse produto. A intervenção política do Tio Sam não foi vista com bons olhos por grupos que faziam oposição às lideranças locais em diversos países árabes que recebiam apoio econômico dos norte-americanos. Para os fundamentalistas islâmicos (religiosos radicais), o interesse dos Estados Unidos em financiar regimes ditatoriais no Oriente Médio era de massacrar a população islâmica em seu próprio território. O atentado do dia 11 de Setembro chocou a humanidade devido ao uso de extrema violência. As consequências desse fatídico dia foram a Guerra do Afeganistão em 2001 e a prisão do ditador Saddam Hussein em 2003, realizadas pelo governo Bush em resposta aos atentados. Além disso, o mais procurado terrorista do mundo, Osama Bin Laden, foi capturado por tropas militares dos Estados Unidos e assassinado em 2011. Fonte: mundo educacao Texto 3 para redação sobre terrorismo Texto 4 para redação sobre terrorismo: Por que o Estado Islâmico odeia a França “Bata com uma pedra na cabeça, ou mate com uma faca, ou atropele com seu carro, ou empurre de um lugar alto, ou asfixie, ou envenene.” Foi assim que, em setembro de 2014, o porta-voz oficial do Estado Islâmico, Abu Mohamed Al-Adnani, ordenou a seus partidários que executassem “todos os descrentes” ocidentais. Mas acrescentou um comentário curioso: “Especialmente, os sujos e desprezíveis franceses”. Quatro meses depois, a redação do jornal Charlie Hebdo e um supermercado judaico de Paris eram vítimas de ataques, aos quais logo se sucederam a decapitação de um empresário em Lyon e o ataque frustrado a um trem de alta velocidade que ia de Amsterdã a Paris, e agora o atentado em série que abalou novamente a capital francesa. Fonte: brasil elpais Leia também: Perguntas frequentes