40 artigos encontrados com a tag “Dados para redação”

A habilidade de argumentar com eficácia é indispensável para se destacar nas redações de vestibulares e no ENEM. Entender e aplicar diferentes tipos de argumentos pode enriquecer sua escrita, tornando-a mais persuasiva e fundamentada. Então, vamos explora 3 recursos argumentativos que podem ser úteis para o sucesso do seu texto. Quais os três tipos de argumentos? Primeiramente, argumentar bem é mais do que expressar uma opinião; é sobre persuadir o leitor com lógica, credibilidade e emoção. Por isso, trouxemos argumentos que vão enriquecer sua redação. 1. Argumento de Autoridade O argumento de autoridade envolve a citação de especialistas ou personalidades reconhecidas no campo em questão. Essa técnica confere credibilidade ao seu texto, baseando-se no conhecimento e na reputação do citado. Exemplo: se o tema for educação financeira, mencionar um estudo de Robert Kiyosaki, autor de “Pai Rico, Pai Pobre”, pode validar seu ponto de vista. 2. Argumento de Consenso Basear-se em valores ou ideias amplamente aceitos pela sociedade fortalece seu argumento, alinhando sua opinião com a de um grupo social. Exemplo: ao discutir a sustentabilidade, apelar para o consenso global sobre a importância de reduzir o uso de plásticos pode reforçar seu argumento. 3. Provas concretas Por outro lado, apresentar dados e fatos concretos é uma maneira eficaz de suportar sua tese, oferecendo uma base sólida para suas afirmações. Exemplo: citando estatísticas sobre o aumento do desmatamento na Amazônia, você pode ilustrar a urgência de políticas de conservação. Qual a importância dos conectivos? Além disso, é crucial usar elementos coesivos para garantir a fluidez do texto. Palavras como “além disso”, “contudo”, e “por exemplo”, ajudam a tecer seus argumentos de maneira coesa. Por fim, agora que exploramos 3 recursos argumentativos que podem ser úteis , lembre-se de que a prática leva à perfeição. Nossa plataforma oferece a oportunidade de aplicar esses conceitos, com correções detalhadas que apontam como você pode aprimorar ainda mais sua redação. Aprender a importância dos argumentos e utilizá-los eficazmente pode ser o diferencial na sua nota do ENEM.

O gênero infográfico é uma poderosa ferramenta para transmitir informações de forma clara e concisa. No Brasil, a desigualdade social é um tema urgente e compreender seus dados é crucial para o ENEM. Conhecer esses dados é essencial para entender a realidade brasileira e contribuir para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária. No ENEM, esse conhecimento pode ser aplicado em questões interdisciplinares e redações, demonstrando consciência social e crítica construtiva. 1º problema da desigualdade social no Brasil: 101 mil moradores de rua A desigualdade social no Brasil é um problema complexo e multifacetado que afeta milhões de pessoas em todo o país. Infelizmente, uma das consequências mais visíveis da desigualdade é o grande número de pessoas em situação de rua. De acordo com o IBGE, o Brasil tem mais de 101 mil moradores de rua, um número alarmante que reflete a falta de acesso a serviços básicos como moradia, saúde e educação. Para combater a desigualdade e reduzir o número de moradores de rua no Brasil, é necessário um esforço coletivo que envolva o governo, a sociedade civil e o setor privado. É preciso investir em políticas públicas de inclusão social, como a garantia de moradia adequada, saúde e educação para todos. Além disso, é importante combater a discriminação e promover a igualdade de oportunidades para todos os brasileiros. 2º problema da desigualdade social no Brasil: 20 milhões de mães solteiras Essas mães solteiras enfrentam uma série de desafios decorrentes da desigualdade de gênero e da falta de suporte social. Muitas vezes, têm que conciliar múltiplos papéis, como o de provedora financeira, cuidadora e educadora dos filhos. A responsabilidade e a pressão sobre elas podem ser enormes, especialmente quando se trata de garantir o sustento e o bem-estar dos filhos. 3º problema da desigualdade social no Brasil: 13 milhões de analfabetos Essa realidade afeta principalmente as populações mais vulneráveis, como os moradores de áreas rurais, pessoas de baixa renda, negros e indígenas. A falta de acesso à educação de qualidade, a pobreza, a desigualdade regional e as desigualdades étnico raciais são alguns dos fatores que contribuem para a persistência do analfabetismo no Brasil. O analfabetismo limita significativamente as oportunidades de desenvolvimento pessoal e profissional das pessoas afetadas. A falta de habilidades básicas de leitura e escrita dificulta a inserção no mercado de trabalho e o acesso a informações essenciais para a vida em sociedade. 4º problema da desigualdade social no Brasil: 13,5% concluiu o Ensino Superior Esse número evidencia uma desigualdade significativa no acesso à educação de nível superior. A falta de oportunidades educacionais adequadas, a precariedade do sistema de ensino e as dificuldades socioeconômicas são alguns dos fatores que contribuem para essa disparidade. As desigualdades regionais também são um aspecto relevante. Enquanto em algumas regiões metropolitanas o acesso ao ensino superior é relativamente mais amplo, em áreas rurais e regiões mais pobres, a oferta de instituições de ensino superior é limitada, o que dificulta o acesso e a conclusão dos cursos. 5º problema da desigualdade social no Brasil: 52% da população brasileira de 25 anos ou mais tem apenas o ensino fundamental completo Essa estatística reflete as desigualdades socioeconômicas presentes no país. A falta de acesso a uma educação de qualidade, a pobreza, a desigualdade regional e as disparidades étnico-raciais são alguns dos fatores que contribuem para essa realidade preocupante. A baixa taxa de conclusão do ensino fundamental tem impactos significativos nas oportunidades de emprego e no desenvolvimento pessoal das pessoas afetadas. A falta de qualificação educacional limita as possibilidades de acesso a empregos formais e melhor remunerados, perpetuando um ciclo de desigualdade e pobreza. 6º problema da desigualdade social no Brasil: 73,2% dos que vivem com R$130,00 per capta são negros Essa estatística revela uma profunda desigualdade socioeconômica que afeta predominantemente a população negra. O racismo estrutural e as históricas injustiças sociais contribuem para essa realidade, perpetuando a exclusão e a falta de oportunidades para esses indivíduos. A falta de acesso a uma educação de qualidade, empregos dignos e outros recursos básicos são alguns dos fatores que contribuem para essa desigualdade. A discriminação racial no mercado de trabalho, a segregação residencial e a falta de políticas públicas efetivas para combater o racismo também desempenham um papel significativo. 7º problema da desigualdade social no Brasil: 53,2% dos estudantes pretos ou pardos de 18 a 24 anos de idade cursam níveis de ensino anteriores ao superior Essa estatística revela uma desigualdade educacional profundamente enraizada. A população negra enfrenta obstáculos significativos no acesso à educação de qualidade, como a falta de infraestrutura adequada nas escolas, a discriminação racial no ambiente educacional e a escassez de recursos destinados a programas de inclusão. Essa disparidade educacional tem consequências sérias. A falta de oportunidades educacionais limita as perspectivas futuras desses estudantes, reduzindo suas chances de ingressar no ensino superior e obter empregos mais bem remunerados. 8º problema da desigualdade social no Brasil: 30 mil jovens no Brasil são assassinados todos os anos e 77% deles são negros A população negra é desproporcionalmente afetada pela violência, sendo alvo frequente da criminalidade e da violência armada. Fatores como a pobreza, a exclusão social, a falta de oportunidades e a discriminação racial contribuem para essa realidade alarmante. O racismo estrutural também desempenha um papel significativo na perpetuação dessa desigualdade. A violência policial, por exemplo, atinge de forma desproporcional jovens negros em áreas periféricas, resultando em um ciclo de violência e marginalização. 9º problema da desigualdade social no Brasil: renda média feminina é R$1.762,00 e a masculina é R$2.251,00 Essa diferença salarial reflete uma série de fatores, incluindo discriminação de gênero no mercado de trabalho, segregação ocupacional, acesso limitado a posições de liderança e a falta de políticas efetivas de equidade salarial. As mulheres enfrentam obstáculos adicionais, como a sobrecarga de trabalho não remunerado, especialmente nas tarefas domésticas e cuidados familiares, o que muitas vezes limita suas oportunidades de desenvolvimento profissional e ascensão na carreira.

Mais uma super dica da Profª Mali! Estar atento ao que acontece no Brasil e no mundo é fundamental para fazer qualquer prova, seja o ENEM ou vestibular, pois faz com que ganhe repertório, conheça diferentes pontos de vista e estilos de escrita e argumentação. Mas lembre-se: a ideia não é tomar partido ou ser opinativo, mas sim tratar os assuntos com olhar crítico e ter argumentos que sustentem seu ponto de vista, beleza? Vamos de Atualidades ENEM: temas possíveis! Bora lá, então!? Atualidades ENEM 2016: Brasil. Olimpíadas Rio 2016 – O impacto social e político dos jogos no Brasil Democratização da cultura – O acesso dos estratos sociais à cultura Mobilidade urbana – Transporte público, UBER versus Táxis, impacto ambiental. A politização da sociedade brasileira – A participação do povo brasileiro na política e o envolvimento dos jovens com movimentos políticos/sociais A crise econômica brasileira – Origem da crise, impactos políticos e sociais da recessão, Brasil no cenários político mundial (BRICs e Mercosul). Mariana – MG: desastre ambiental – O impacto social, econômico e ambiental causado pelo rompimento de barragem da mineradora Samarco. Zika, chikungunya e dengue – O que são essas doenças, formas de contágio, ciclo de vida dos vetores e impactos sociais da expansão dessas doenças no país.Atualidades ENEM 2016: Mundo. Mudanças climáticas – Frio excessivo, calor excessivo, derretimento das calotas polares e o impacto da ação humana no clima do planeta. Ativismo digital – Como a Internet revolucionou as causas sociais e o impacto das mobilizações digitais. A crise dos refugiados e o avanço do terrorismo – Quem são os refugiados e o que procuram? O impacto social dessa movimentação na Europa. O crescimento e a diversificação do terrorismo no mundo e o Estado Islâmico. Liberdade de expressão e preconceito – Qual é a diferença entre manifestação de um ponto de vista e o preconceito? A questão social das minorias (negros, pobres, homossexuais, mulheres e pessoas com deficiência). A questão de gênero – A recente discussão sobre como definir os gêneros. Identidade de gênero e orientação sexual. O crescimento do feminismo e o fortalecimento das causas LGBT. Atenciosamente, Maria Amália Carneiro Büchele O que achou de nossos Atualidades ENEM: temas possíveis?
O terrorismo global é considerado a maior ameaça à segurança mundial, e o avanço do Estado Islâmico (EI) é um tema que mobiliza as discussões entre os principais líderes mundiais. Para entender o que vem acontecendo, recomendamos que leia o texto Atualidade: Estado Islâmico – Parte I. Agora vamos de Atualidades: Estado Islâmico, parte 2. Terror midiático O Estado Islâmico mostra seu poder a partir da imposição do medo e pela grande exposição midiáticas de suas ações. Essa tática de conquista pelo terror ajudou a tornar o grupo mais temido e conhecido no mundo, principalmente a partir da divulgação de vídeos mostrando decapitações de reféns ocidentais, causando uma grande repercussão mundial. O grupo ficou conhecido rapidamente pelas táticas bárbaras para dominar os povos conquistados – açoitamentos, amputações e brutais execuções, cujos métodos incluem decapitação, enforcamento e crucificação. O ataque em Paris foi mais uma forma de exposição de sua força. Esses ataques massivos, causam grande repercussão Financiamento Sabemos que para sustentar uma guerra é necessário muito dinheiro. E você deve se perguntar “Como eles conseguem tanto dinheiro para comprar seus armamentos?” é o que vamos explicar agora. A Al-Qaeda de Osama Bin Laden sobrevivia de doações de simpatizantes, mas atualmente com o Estado Islâmico o financiamento é mais sólido. O Ao instalar seu governo nas áreas conquistadas, o EI consegue recursos a partir de impostos cobrados da população. Mas a maior base de sustentação econômica deles é o controle dos campos petrolíferos. A venda ilegal de petróleo garante diariamente uma renda estimada em 3 milhões de dólares. Mas não podemos esquecer que o EI também obtém dinheiro por meio do resgate de sequestros e do contrabando de obras arqueológicas retiradas de patrimônios históricos conquistados Impasses entre rivais O EI está cercado de inimigos. A maior parte dos países do Oriente Médio querem acabar com o grupo. Até mesmo a Al Qaeda e outras organizações extremistas não concordam com eles. Mas então por que ninguém dá um jeito de derrotar o EI? A questão é complexa, mas fundamentalmente diz respeito à falta de coordenação conjunta e ao receio de enviar tropas para combater em terra firme. Atualmente, a coalizão ocidental contra o EI se limita ao treinamento de forças locais e a bombardeios aéreos, que não tem sido suficientes para conter o avanço dos terroristas. Os EUA querem evitar a repetição das intervenções militares realizadas no Afeganistão (2001), no Iraque (2003) e na Líbia (2011), que conseguiram derrubar governos hostis, mas instalaram o caos ao acirrar as divergências entre os grupos internos que disputam o poder. Diante deste impasse, o EI aproveita para consolidar seu poder. Fonte Guia do Estudante O que achou de nosso texto Atualidades: Estado Islâmico, parte 2?