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Mostramos neste artigo como os livros da Fuvest 2023 podem cair na prova e como você pode aproveitá-los para usar na sua redação! Poemas Escolhidos – Gregório de Matos Este livro tem poemas satíricos, sobre a situação social na Bahia colonial. Além disso, há também poemas religiosos e líricos. Questões sobre Poemas Escolhidos que podem cair na prova Ademais, para se preparar para as questões que podem cair, nossa dica é focar nestes aspectos: Livros da Fuvest 2023: Como usar Poemas Escolhidos na redação? O livro tem muita relação com desigualdade social. Então, você também pode se inspirar nele para mostrar como a corrupção existe em todas as camadas e instituições sociais. Quincas Borba – Machado de Assis Nesse romance o destaque são as injustiças – Machado era ótimo em observá-las: armações, trapaças, amizades descartadas. Questões sobre Quincas Borba que podem cair na prova Na prova do vestibular a banca poderá pedir algo deste tipo: Livros da Fuvest 2023: Como usar Quincas Borba na redação? Comportamento humano é a tônica deste livro, portanto, ele pode ser citado em temas de redação em que o comportamento inadequado afeta a convivência social. Alguma Poesia – Carlos Drummond de Andrade Primeiríssimo livro do grande Carlos Drummond, dedicado a Mário de Andrade, que ele muito admirava, e Mário elogiou a obra. Questões sobre o livro Alguma Poesia que podem cair na prova Há uma grande chance de você encontrar na prova estas questões: Como usar o livro Alguma Poesia na redação? Um tema possível para usar este livro é a vida em cidades muito pequenas, que o poeta acha entediante, em “Cidadezinha Qualquer”; e outro é a presença da religiosidade no Brasil, retratado em “Romaria”. Angústia – Graciliano Ramos O autor escreveu esse livro na prisão – era uma época tensa socialmente. O personagem central, Luís, vive essa angústia num clima de delírio. Questões sobre o livro Angústia que podem cair na prova Estas são as que têm mais probabilidade de caírem: Como usar o livro Angústia na redação? Em temas com viés social, que mostram as agruras da vida das famílias mais pobres é interessante citar o livro, bem como em temas mais ligados à evolução do comportamento de um indivíduo em sociedade. Mensagem – Fernando Pessoa Esse livro perpassa a História da formação de Portugal e suas conquistas marítimas. A mensagem é de que precisamos enfrentar adversidades, sem medo, de seguir no que se acha justo. Questões sobre o livro Mensagem que podem cair na prova Estas perguntas são as mais prováveis: Como usar o livro Mensagem na redação? O tema da necessidade de termos um objetivo grandioso em mente, e não egoísta, pode incluir citação deste livro. Terra Sonâmbula – Mia Couto Neste livro, Mia Couto expõe a guerra civil em Moçambique, em 1977, a qual terminou simplesmente, porque o país foi destruído por completo. Questões sobre Terra Sonâmbula que podem cair na prova Esteja preparado para estas: Como usar Terra Sonâmbula na redação? O drama da guerra e suas consequências – esse tema maior pode ser relacionado com redações que dissertem sobre as atitudes destrutivas do ser humano, seja do tipo que for. Campo Geral – Guimarães Rosa Em Campo Geral você vai conhecer os momentos bons e os ruins da família média brasileira, dos anos 1960, que ainda era patriarcal. Questões sobre o livro Campo Geral que podem cair na prova Sugerimos que se atente a estas questões: Como usar o livro Campo Geral na redação? Se a redação for sobre o processo necessário de desenvolvimento e maturidade do ser humano, este livro pode perfeitamente ser citado, bem como se for sobre conflito de gerações. Romanceiro da Inconfidência – Cecília Meireles Esse é um livro de poemas em que há o mártir Tiradentes como personagem central. Questões sobre Romanceiro da Inconfidência que podem cair na prova Estude estas: Como usar Romanceiro da Inconfidência na redação O tema dos indivíduos que lideram e se entrega a uma causa pode surgir numa redação e este livro cai bem. Nove Noites – Bernardo Carvalho Este livro tem dois narradores criando hipóteses sobre o suicídio de um antropólogo em 1939 no Tocantins. Questões sobre Nove Noites que podem cair na prova Estude estas: Como usar Nove Noites na redação? Ademais, uma possibilidade é a de temas que falem sobre a interpretação que fazemos de fatos. Além disso, a outra é a sina de terminarmos a vida sozinhos e abandonados. Então, quer saber como é a redação da Fuvest? Confira nosso vídeo abaixo: https://youtu.be/3G5xIeTYzFA Então, se você chegou até aqui, já conhece as melhores dicas sobre os livros da Fuvest 2023! Assim, se quiser, tem mais outras aqui sobre como usar livros na redação! Desse modo, se estiver se preparando para a redação da Fuvest, saiba que nossos corretores entregam o feedback detalhado nesse modelo! Envie a sua redação pra gente! QUERO ENVIAR MINHA REDAÇÃO

Morar bem no Brasil é o desafio que todo mundo conhece: uma residência digna exige dinheiro, então muitos vivem em áreas degradadas. Entretanto, veja que curioso: apartamentos minúsculos por preços estratosféricos estão virando moda! Será que é o caminho para diminuir a precarização da moradia no Brasil?! Desse modo, é um assunto pouco discutido em salas de aula, e bem por isso decidimos que será nosso tema desta semana para sua redação. Assim, escreva uma dissertação argumentativa sobre o tema “Medidas para diminuir a precarização da moradia no Brasil”. Leia os textos abaixo para entender causas e consequências do fenômeno. Além disso, não se esqueça de falar sobre possíveis propostas de intervenção. Texto 1 sobre precarização da moradia Os riscos para a saúde de pequenos apartamentos (…) “Claro, esses microapartamentos podem ser fantásticos para jovens profissionais na faixa dos 20 anos”, diz Dak Kopec, diretor de design para saúde humana do Boston Architectural College e autor de Environmental Psychology for Design. “Mas eles definitivamente podem ser insalubres para pessoas mais velhas, digamos em seus 30 e 40 anos, que enfrentam diferentes fatores de estresse que podem tornar as condições de vida apertadas um problema”. O lar deveria ser um porto seguro, e um morador com um trabalho exigente pode se sentir preso em um apartamento claustrofóbico à noite – forçado a escolher entre a aglomeração física de móveis e pertences em sua unidade e a aglomeração social, causada por outros moradores, nos espaços comuns do edifício. A pesquisa, diz Kopec, mostrou que o estresse relacionado à aglomeração pode aumentar as taxas de violência doméstica e abuso de substâncias. (…) “Estudei muito crianças em apartamentos lotados e moradias de baixa renda”, disse Saegert, professora de psicologia ambiental do CUNY Graduate Center e diretora do Housing Environments Research Group“ e elas podem acabar ficando retraídas e ter problemas para estudar e se concentrar”. Nessas situações, as comodidades modernas – como janelas do chão ao teto, armazenamento extra e um deck comum no telhado – não compensarão a falta fundamental de privacidade na casa de uma criança todos os dias. (…) “Quando pensamos em micro-vida, tendemos a nos concentrar em coisas funcionais, como se há espaço suficiente para a geladeira”, explicou Samuel Gosling, professor de psicologia da Universidade do Texas, que estuda a conexão entre as pessoas e seus bens. O apartamento também precisa preencher outras necessidades psicológicas, como autoexpressão e relaxamento, que podem não ser facilmente atendidas em um espaço altamente apertado.” Traduzido livremente de the atlantic – the health risks of small apartments Texto 2 São Paulo tem 175,5 mil moradias em áreas de risco Em 2019 e 2020, a Secretaria Municipal de Segurança Urbana, responsável por fazer o mapeamento das áreas de risco, apontou 133,7 mil moradias em situação de perigo por estarem à beira de córregos e em barrancos. (…) A área de risco “muito alto” mais populosa da cidade fica na favela Capadócia, localizada no bairro de Brasilândia, na zona norte da capital. Lá, segundo olevantamento da Defesa Civil, se concentram 730 moradias construídas na encosta de um morro. (…) A auxiliar de limpeza Gisele de Sousa Baia, 39, conta que ficou desempregada e não conseguiu mais pagar o aluguel em um bairro próximo quando decidiu se mudar com a família para um barraco de madeira no terreno ocupado. “Fico com medo quando chove muito forte, mas não saio daqui por nada”, diz. Fonte: folha uol – são paulo tem 1755 mil moradias em áreas de risco Texto 3 sobre precarização da moradia A onda dos apartamentos ridiculamente pequenos e super bem localizados (…) É por essa preferência na localização que a maioria dos lançamentos de microapartamentos estão em grandes centros urbanos e bairros mais valorizados. Mas, segundo Francisco Carvalho, arquiteto e urbanista, em paralelo a isso ainda há um grande déficit habitacional no Brasil, principalmente, para as famílias de baixa renda. “As políticas públicas de todas as esferas terão que dar toda atenção a esse déficit, pois isso gera um atraso no desenvolvimento do país, deteriorando a qualidade de vida da sociedade.” E isso levanta a questão do processo de gentrificação, que esses empreendimentos podem estar incentivando. É isso mesmo, gen-tri-fi-ca-ção. Para você que não entendeu nada, a gente explica! Ademais, esse é o nome dado ao movimento de saída involuntária da população residente dos centros da cidade, por conta dos aumentos excessivos do custo de vida nessa região, decorrente da vinda de novos moradores ou frequentadores mais abastados. Além disso, há quem diga que isso faz parte do processo de revitalização dos centros urbanos, mas é importante entender as diferenças: a gentrificação está ligada a interesses econômicos do setor imobiliário, já o processo de revitalização visa modernizar e suprir as necessidades sociais, para o benefício da população e pode, de alguma forma, levar à gentrificação. Adaptado de almanaque sos – a nova onda dos apartamentos ridiculamente pequenos Repertórios socioculturais relacionados ao tema “Medidas para diminuir a precarização da moradia no Brasil” opinião – neste valioso artigo você encontra opinião de arquitetos e urbanistas sobre como resolver a situação da dificuldade de morar bem no Brasil. notícia – conheça os números que mostram a tendência dos microapartamentos na cidade de São Paulo. opinião – aqui você vai saber a por que há arquitetos que aprovam a ideia dos microapartamentos. livro – baixe gratuitamente este livro escrito por um jurista e uma arquiteta revelando as causas da precarização da moradia no Brasil. rede social – morar em cubículo pagando um absurdo virou piada nas redes sociais; conheça os “aluguéis arrombados”. opinião – Erminia Maricato é uma conceituada urbanista pela USP, e não daria para escrever sobre esse assunto sem conhecer a opinião dela! reportagem – este vídeo esclarece por que os imóveis estão cada vez menores e cada vez mais caros no Brasil. relatos – veja casos reais de gente que vive em apartamentos minúsculos em grandes centros do Brasil. Antes de ler este artigo você não imaginava a complexidade da precarização da moradia no Brasil, mas

O sujeito indeterminado costuma ser um assunto que deixa alguns estudantes com receio na hora da prova, principalmente por sua semelhança com o sujeito oculto. Porém, não precisa ser assim, ele não é difícil de se entender e com a ajuda do Redação Online ficará ainda mais fácil compreendê-lo nos seus estudos. Continue a sua leitura por aqui e confira tudo o que você precisa saber sobre o assunto para ir bem na sua prova do ENEM ou vestibular! O que é um sujeito? Antes de entendermos o que faz um sujeito ser indeterminado, precisamos ter bem claro o que ele é. Então, vamos relembrar as aulas de gramática e entender essa parte fundamental da nossa oração. O sujeito nada mais é do que um termo que executa uma ação indicada na oração, ou seja, ele é um dos termos essenciais. Esses dois elementos são necessários para que a oração tenha um sentido, os itens responsáveis por isso são o sujeito e predicado. Aqui vai um exemplo para deixar mais fácil a compreensão: “Carlos precisa tirar uma boa nota na prova.” Nesse exemplo, o Carlos é o sujeito e “tirar uma boa nota da prova” é seu predicado. Para identificar de maneira facilitada, você pode fazer perguntas sobre quem está executando a ação. No caso que colocamos aqui, poderíamos fazer a seguinte pergunta: quem precisa tirar uma boa nota? O Carlos. Pronto, conseguimos identificá-lo de forma simples. Porém, é claro que existem algumas situações em que essa identificação pode se tornar um pouco mais complicada. O sujeito é quem dá formato ao verbo da oração, afinal, é ele quem está realizando ou sofrendo a ação. Dessa forma, podemos reconhecer dois sujeitos: agente e paciente: O agente é quem pratica uma ação e o paciente é quem a sofre. Ele pode ser classificado nas orações de 4 formas: Simples; Oculto; Composto; Indeterminado. Você também pode encontrar algumas orações sem sujeito. Nesse texto vamos focar no último item da lista, mas falaremos um pouco também do sujeito oculto para deixar claro as suas diferenças em relação ao indeterminado. O que é um sujeito indeterminado? Esse tipo é aquele que não poderá ser identificado na frase, por não conseguirmos encontrá-lo pelo contexto ou verbo que está o acompanhando na oração. Ou seja, não podemos encontrar quem executou ou sofreu a ação, ao contrário de um sujeito determinado. Existem 3 maneiras de indeterminar um sujeito: 1. Frases com verbo na 3ª pessoa do plural Não conseguimos identificá-lo quando os verbos da frase estão na 3ª pessoa do plural. Por exemplo: “Estavam brincando na escola durante o recreio”. Veja que não é possível responder à pergunta “quem estava brincando na escola?” e, assim, quem praticou a ação não pode ser definido. 2. Frases com verbo na 3ª pessoa do singular e com “se” Nesse tipo de oração, com verbos na 3ª pessoa do singular e acompanhados de “se”, o sujeito também será indeterminado. Isso acontece devido ao pronome “se” atuar nesses casos como um índice de indeterminação. Esse tipo de formação acontece com os verbos que não tem complemento direto — podendo ser intransitivos, de ligação ou transitivos indiretos — dessa maneira eles devem ficar na terceira pessoa. Veja um exemplo: “Precisa-se de redatores”. Nesse caso o verbo é transitivo indireto. 3. Verbo no infinitivo impessoal Nesses casos também não é possível identificar quem é o sujeito que pratica a ação na frase. Observe os seguintes exemplos com o verbo no infinitivo impessoal: Era complicado estudar toda aquela matéria. Era comum viver assim. É bom poder correr todas as noites. É comum que as pessoas acabem confundindo o tipo indeterminado com o oculto (ou elíptico). Que tal conferirmos as suas diferenças e alguns casos em que ocorrem, deixando bem claro quando acontecem cada um desses tipos de sujeito? Continue rolando a página e veja. Como identificar a diferença entre sujeito indeterminado e oculto? Você viu que o sujeito indeterminado não pode ser encontrado, mas existe outro tipo que também não fica explícito nas orações. É o caso do tipo oculto desse termo essencial. Apesar de não estar claro ali na frase, ele pode ser identificado, pois o contexto ou forma do verbo nos permitem conhecer quem está praticando a ação da oração. Vamos dar uma olhada em um caso para entender melhor: Indeterminado: vieram chamar você. Oculto: Os seus amigos já foram embora, (seus amigos) vieram chamar você. Ficou claro a diferença? Na segunda frase, mesmo não havendo a presença do trecho “seus amigos”, nós conseguimos identificá-lo como sujeito por meio do contexto. No exemplo de indeterminado, não podemos afirmar quem realizou a ação, abrindo margem para diversas possibilidades. Pode ter sido uma, duas, três pessoas ou mais que foram “chamar”, além de que não dá para ter certeza de quem seriam elas: amigos, desconhecidos ou familiares. De qualquer forma, para entender bem esse assunto será necessário muito treino para tornar simples a identificação. Para te ajudar colocaremos mais alguns exemplos de sujeito indeterminado. Estão batendo na porta. Deixaram esse presente para você. Era-se feliz naqueles tempos. Agora que você já sabe o que é um sujeito indeterminado e conferiu alguns exemplos, com certeza conseguirá estudar para as provas com muito mais tranquilidade e obter os melhores resultados. Continue navegando em nosso blog e confira as melhores dicas de português para você arrasar nos seus exames! Uma delas é como usar o ponto e vírgula nos seus textos. Aproveite!

Menos de dois meses para o Enem e a pergunta inevitável começa a martelar a cabeça dos estudantes: será que já é hora de começar a revisão para a prova? Não se preocupe, há resposta para a questão – ainda que varie um pouco de acordo com alguns elementos. Conversamos com os coordenadores Madson Molina, do Curso Anglo, e Carlos Massaiti Okubo, do Curso Poliedro de São Paulo. De acordo com os especialistas, os estudantes devem separar de 4 a 5 semanas antes do vestibular para realizar a revisão. Mas não basta apenas reservar esse tempo: tem que saber aproveitá-lo bem! Por isso, listamos abaixo dicas para ajudar na sua organização para a revisão. Confira! 1- Foque nos seus objetivos Primeiramente, o estudante precisa olhar com atenção para as provas que ele irá prestar, pensando desde as datas – para definir o cronograma da revisão – até as características do vestibular. Isso vai ajudar a direcionar seus esforços de acordo com o que costuma mais aparecer em determinado vestibular e também ficar habituado com a forma que são cobrados os conteúdos naquela prova. 2- Fique atento a sua saúde mental Manter o emocional equilibrado nessa reta final é essencial. Segundo Massaiti é muito comum a essa altura, depois de passar por uma grande quantidade de conteúdo, os estudantes se desesperarem por acharem que não lembram de mais “nada” do que foi visto nos primeiros dias de aula. “Se o aluno estudou, treinou para fixar, ele vai lembrar ao ter contato novamente com o conteúdo. É importante que ele entenda que nenhum estudante vai tão bem em tudo e também não vai tão mal em tudo. Precisa confiar no seu potencial“, aconselha o coordenador do Poliedro. 3- Busque a sua estratégia Não existe um receita global para fazer uma revisão eficiente. Cada estudante precisa achar a sua estratégia. Molina afirma que o vestibulando tem que buscar a equalização de conteúdos. Ou seja, não adianta o jovem gastar tempo estudando uma parte que ele já domina. Ele precisa focar exatamente nos seus pontos frágeis – um assunto que deixou passar durante o ano, ou aquele conteúdo que ele aprendeu mas não recorda com clareza, e também os temas de alta complexidade. O coordenador diz que é ainda mais interessante trabalhar essas fragilidades junto com as estatísticas dos vestibulares que vai prestar – como pontuamos na primeira dica. “O estudante precisa identificar os assuntos que mais caem na prova e otimizar com isso. O que ele sabe e cai muito no exame é um assunto que, eventualmente, ele já superou. Ele tem que trabalhar o que ele não sabe e cai bastante“, sugere Molina. + O que mais cai no Enem em cada disciplina 4 – Saiba identificar suas dúvidas Molina ressalta a importância dos estudantes registrarem – em um caderno ou aparelho digital – suas dúvidas e dificuldades ao longo do ano. Segundo ele, muitos alunos generalizam dizendo que têm problema em exatas, mas é preciso ser mais específico, uma vez que dentro de exatas existem muitos assuntos e aulas. “O primeiro passo para resolver o problema é saber exatamente qual é o problema. A generalização coloca muita fumaça no caminho e o estudante não vai direto ao ponto na sua dificuldade. Às vezes, o problema nem é a aula inteira, é uma parte, uma equação”, explica. Ter as dúvidas bem discriminadas pode trazer segurança, assertividade e otimização de tempo. 5 – Não se desespere se ainda não terminou novos conteúdos Nem sempre é possível terminar todos os conteúdos para começar a revisão. Mas isso não é motivo para se desesperar. Os especialistas entrevistados pelo GUIA orientam que, também nesses casos, os estudantes reservem um mês antes das provas para a revisão. Com organização, é possível revisar assuntos já tratados em paralelo com o conhecimento de novos conteúdos. Uma possibilidade é tirar um tempo no sábado e domingo para revisar as disciplinas. Lembrando de sempre separar um tempinho no fim de semana para o descanso e lazer, viu? 6- Cuidado com o exagero! De fato, é necessário otimizar tempo e ser assertivo durante a época de revisão. Um erro comum dos estudantes, segundo os coordenadores, é sair resolvendo dezenas de exercícios sem um filtro. Como já falamos aqui, é importante pensar nas características dos vestibulares e nas suas habilidades e fraquezas pessoais. Além disso, é interessante perceber os melhores caminhos para revisar um determinado tema. “Tem assuntos em que vale a pena uma revisão teórica. É o caso de Ondulatória, na qual a parte matemática não é tão profunda, mas que exige do aluno o reconhecimento de fenômenos. Diferentemente de Mecânica, em que um exercício bem resolvido e explorado faz muito sentido”, exemplifica Molina. Massaiti alerta os estudantes que pegam muitas provas de anos anteriores. “Resolver questões passadas é uma boa ferramenta de estudo. Mas a cada cinco anos as provas costumam mudar de formato e de nível. Se ele pegar provas muito antigas, vai gastar tempo resolvendo exercícios desatualizados”, explica. Ele então aconselha que os candidatos façam provas de cinco anos atrás, no máximo. Revisão para a segunda fase A revisão para a segunda fase é um pouco diferente, já que os assuntos já foram revistos antes da primeira fase. Então é o momento de trabalhar a habilidade das questões discursivas. Os professores recomendam que, além dos conteúdos cobrados, os estudantes fiquem atentos aos comandos nos enunciados das provas (identifique, compare, dê um exemplo). Uma ótima ferramenta para isso é ler e analisar resoluções comentadas disponíveis nos sites de cursinhos e até de universidades, como é o caso da Unicamp. Este texto é fruto de uma parceria entre o Guia do Estudante e o Redação Online, plataforma de correção de redações. Clicando aqui é possível acessar os planos de correção disponíveis. Utilize o cupom GUIADOESTUDANTE20 e ganhe 20% de desconto.

Este artigo é um guia completo para quem passou pelo EJA e agora quer seu certificado de conclusão. Você vai saber tudo sobre como é a redação do Encceja – o exame o qual fornece esse certificado. Primeiro você precisa saber se o Encceja é para seu caso. O que é Encceja? O Encceja é um exame organizado pelo Inep que certifica a conclusão do ensino fundamental e ensino médio para jovens e adultos. Ter um certificado desse tipo é importante, especialmente para quem quer ter melhor qualificação no disputado mercado de trabalho! Se você passou pelo EJA, então, obterá seu certificado pelo Encceja. Ademais, quem terminou o ensino fundamental pelo EJA, desde que tenha 15 anos ou mais na data do exame, pode fazê-lo. Entretanto, para quem terminou o ensino médio pelo EJA é preciso ter 18 anos ou mais no dia da prova. Não existe obrigatoriedade de fazer o Encceja – apenas se quiser obter o certificado de conclusão do ensino fundamental ou médio. Como é a prova de redação do Encceja? A prova de redação será aplicada no período da tarde, junto com outras disciplinas. Então, no total, o candidato terá 5 horas para fazê-las. Até o momento em que escrevemos este artigo, as provas têm sido realizadas entre as 14h e as 19h. Se você vai prestar o Encceja e tem alguma deficiência auditiva, visual ou tem dislexia, é direito seu ter sua redação corrigida de uma forma diferenciada. Para isso, deve fazer uma solicitação antecipadamente. Além disso, quem está no sistema prisional (PPL) também pode prestar o Encceja. Assim, no dia da prova de redação haverá mais 4 provas objetivas. Daqui a pouco vamos revelar quais temas já caíram na prova do Encceja. Agora queremos mostrar como você pode fazer uma boa redação para obter seu certificado de conclusão do ensino fundamental ou médio. Como fazer uma boa redação no Encceja? Na prova, você receberá textos de apoio, que podem ser textos informativos, poemas, estatísticas e infográficos. Eles são uma base para começar a escrever. A redação do Encceja é do tipo dissertativo-argumentativo, e nosso blog tem as dicas de como fazer uma redação dissertativa, passo a passo. Mesmo assim, vamos resumir os pontos principais para você conseguir a nota mínima na redação. Divida seu texto em parágrafos; não existe um número correto de parágrafos; o primeiro parágrafo do seu texto precisa falar do tema central, e mostrar sua opinião sobre ele; cuidado para não fugir do tema! depois do primeiro parágrafo, tudo que tem a fazer é explicar sua opinião; esse é o desenvolvimento, e você pode fazê-lo em quantos parágrafos achar melhor, mas não aconselhamos que seja apenas um; cite o que viu na mídia, o que aprendeu no fundamental ou médio, ou o que leu em livros – isso enriquece muito sua redação; assim como no Enem, os alunos devem dar alguma solução para o problema mencionado no tema, então na redação do Encceja você também deverá incluir uma; lembre-se de mostrar os 4 elementos das soluções que o Inep pede: Agente Ação Modo/meio Finalidade e de detalhar mais algum desses elementos; sua proposta de solução pode vir em qualquer parte do texto, não somente na conclusão como muita gente pensa; faça o último parágrafo, concluindo; um jeito fácil de concluir é fazer um breve resumo do que foi dito na sua redação, nada mais; releia sua redação por mais ou menos meia hora para verificar se as palavras que usou são as melhores e ver se tudo está fácil de ler. Como é calculada a nota de redação Encceja? A nota da redação será de zero a 10. Ela será a média das notas de dois corretores. Se a diferença entre as notas for superior a 4 pontos, haverá uma nova correção. Essa nota desse terceiro corretor é que valerá. Quando o Encceja dá zero na redação? Aqui não há nada muito diferente do que acontece com outras provas de redação. A redação recebe zero se fugir do tema; não corresponder ao tipo de texto esperado (dissertação argumentativa); a folha estiver em branco ou com até 4 linhas escritas; o texto estiver fora do espaço destinado à redação; houver xingamentos, desenhos, ou seja, formas de anulação de propósito. O Encceja permite ver a correção da redação? Sim, você pode ver prova de redação corrigida depois do resultado divulgado (ela fica neste link), mas só para compreender onde falhou. Não haverá possibilidade de recurso para alteração da nota. Então, para obter seu certificado, a nota de redação precisa ser 5 ou mais. De qualquer forma, as notas das outras disciplinas também não podem ficar abaixo dos 100 em cada uma (o máximo é 200). Quais temas já caíram na redação do Encceja? Analisando os temas abaixo, você vai saber melhor como se preparar para a redação. 2022 nível fundamental: “O papel da tradição oral na preservação da cultura no Brasil” nível médio: “Desafios da indústria da moda para a preservação do meio ambiente” 2021 nível fundamental: “Abandono afetivo do idoso no Brasil” nível médio: “Combate ao abuso sexual contra crianças e adolescentes no Brasil” 2019 nível fundamental: “Novas formas de consumo consciente” nível médio: “A organização do tempo e o acesso às redes sociais” 2018 nível fundamental: “Possibilidades de uma alimentação segura para a população brasileira” nível médio: “Os riscos do trabalho noturno para a saúde do trabalhador” 2017 nível fundamental: “A importância da vacinação para a saúde pública” nível médio: “A questão da adoção de crianças e adolescentes no Brasil”https://youtu.be/3_gqNHN8EDYComo você vê, são temas de conhecimento geral, tranquilos para quem está antenado com o que acontece no Brasil, acompanha o noticiário da mídia. Portanto, é bom que o candidato tenha uma bagagem mínima de leitura de jornais e revistas, além do que aprendeu no curso regular. Isso é tudo que você precisava saber sobre como é a redação do Encceja. Então, uma boa ideia é fazer uma busca no nosso blog onde há muitos exemplos de todo tipo de tema

Muitos brasileiros com alta qualificação acadêmica estão indo embora do país. Eles vão para lugares onde desenvolverão melhor seus projetos em áreas das ciências. Será que isso vai acontecer com você também? Bem, o que importa agora é que o tema pode cair na sua prova de redação. Então use os textos de apoio abaixo e escreva uma dissertação argumentativa sobre o tema “Causas e consequências da fuga de cérebros do Brasil”. Dê sua opinião e alguma proposta de solução. Acreditamos que você vá gostar do assunto! TEXTO 1 Greice Westphal, de 33 anos, pesquisa um modelo de tratamento multiprofissional da obesidade para que vire um serviço do SUS. Ela é doutoranda na Universidade Estadual de Maringá e, atualmente, está no Canadá, onde fez parte da sua pesquisa. Voltará ao Brasil apenas para defender a tese, mas o futuro como pesquisadora será em Ottawa. — Aqui eles pagam até para os voluntários participarem da pesquisa. No Brasil, temos que implorar para os pacientes continuarem o tratamento para não perdermos os dados. Aliás, tive diversas vezes que tirar dinheiro do meu próprio bolso para comprar insumos ou consertar equipamentos. É tão parte da rotina que nem sei quanto já gastei — conta Westphal. — Trabalho com pesquisa científica há oito anos e nunca fui tão bem reconhecida como estou sendo aqui. Coordenadora do Laboratório de Estudos de Educação Superior da Unicamp, Ana Maria Carneiro (…) afirma que, apesar de não haver dados precisos, há fortes indícios de que esse movimento se intensificou por conta da queda brusca de financiamento nos últimos anos. No ano passado, o CNPq teve o menor orçamento deste século. (…) Segundo o geólogo Atlas Correa Neto, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) “é um dreno geral”, que inclui doutores mais antigos além de candidatos ao mestrado e também ao doutorado. Não se trata apenas de pessoas indo para realizar um curso, uma especialização ou realizar um projeto de pesquisa. “Trata-se de saída em definitivo”, diz. “Quem tem possibilidade está indo, mesmo sem manter a ocupação de cientista. Esse movimento não se restringe à área tecnológica e também afeta as ciências sociais. Aliás, se eu pudesse, se tivesse condições financeiras e sociais adequadas, iria embora também.” Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/brasil-51110626 TEXTO 2 Toda sexta-feira à tarde, o bioquímico Eduardo Rigon Zimmer se reúne com seus alunos para discutir projetos, debater ideias e jogar um pouco de conversa fora, entre goles de chimarrão. É uma tradição que ele cumpre com prazer há quase quatro anos, desde que passou no concurso para professor adjunto e inaugurou seu próprio laboratório. (…) Zimmer, de 36 anos, é um jovem prodígio da neurociência brasileira. Seu laboratório, instalado no Departamento de Farmacologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), dedica-se ao estudo de processos patológicos relacionados a doenças neurodegenerativas – em especial, o Alzheimer. As coisas corriam bem até que, no segundo semestre do ano passado, Zimmer observou que a “gurizada” – como ele se refere carinhosamente aos alunos, apesar de não ser tão mais velho que eles – andava meio cabisbaixa. No lugar dos sorrisos e da efervescência natural das reuniões, transformadas em encontros virtuais por causa da pandemia, começaram a surgir sinais de desânimo, irritação e indignação com a falta de perspectivas para a ciência no Brasil. Em setembro do ano passado, ao final de uma reunião particularmente “horrível”, Zimmer quis entender o que estava acontecendo e convidou quatro alunos para conversar individualmente. Foi quando veio o baque: “Os quatro me disseram que queriam ir embora do Brasil”, lembra Zimmer. Não era blefe. Hoje, passado um ano daquela reunião, 6 dos 19 pós-graduandos do laboratório já partiram ou estão de saída marcada para o exterior – 2 para a Suécia e 4 para os Estados Unidos. Adaptado de https://ictpbr.com.br/2021/10/11/por-que-os-cientistas-estao-indo-embora-do-brasil/ Repertórios socioculturais relacionados ao tema “Causas e consequências da fuga de cérebros do Brasil ” vídeo – parece que não é de agora que nossos cientistas são ignorados no Brasil; este vídeo tem uma lista de alguns que nunca são lembrados. entrevista – esta pesquisadora da Unicamp vê algum benefício possível na fuga de cérebros do Brasil. notícia – se você acha que a fuga de cérebros é coisa só do Brasil, esta notícia mostra que a Europa também sofre com isso. reportagem – neste podcast você vai conhecer a história de um casal de brasileiros formado pela USP que foi embora daqui há décadas e fez sucesso lá fora vídeo – um psicólogo relata como é ser um cientista no Brasil. estatística – uma lista interessante de todos os cientistas brasileiros que estão no exterior para seus projetos, país de destino e contatos! opinião – a cientista Natalia Pasternak mostra como os próprios brasileiros não sabem bem o que seus cientistas fazem. reportagem – veja casos de cientistas brasileiros que foram embora mas voltaram, e casos de cientistas de fora que vieram para o Brasil. notícia – conheça os projetos premiados de alguns cientistas brasileiros no exterior. Gostou do tema? Qual dos textos mais tocou você? Certamente você já sabe o que escrever em sua redação sobre a ”fuga de cérebros do Brasil”. Depois de terminá-la, use nosso útil check-list. E se você quiser que um professor aponte onde sua redação precisa melhorar, envie-a para nossa equipe de corretores, que ainda dá tempo! QUERO ENVIAR MINHA REDAÇÃO

Em algum momento durante uma conversa, você já deve ter ouvido algo que não é possível, como dizer que o cachorro é um tapete felpudo, por exemplo. Mas saiba que isso até pode ter sentido. O que acabamos de ver foi o uso de uma metáfora, uma figura de linguagem responsável por fazer comparações de maneira implícita. Essa figura de linguagem é muito utilizada no cotidiano, assim como nas redações — que podem ajudar muito durante esse processo. Pensando nisso, o Redação Online preparou este post para explicar melhor o que é uma metáfora, alguns exemplos para te ajudar e como ela pode ser usada nos textos de redação. O que é metáfora? A metáfora é uma figura de linguagem utilizada para fazer comparações de maneira implícita, ou seja, sem conjunção ou uma locução conjuntiva comparativa. Com isso, podem existir dois tipos de metáfora, que são as impuras (sendo abordadas de forma mais direta e simples) e puras (expressas de maneira mais complexa e indireta). Mas cuidado, se houver elementos que façam comparações na frase, locução conjuntiva comparativa e conjunção, isso pode se tratar de uma comparação, outra figura de linguagem. Adiante trataremos mais sobre a diferença entre ela e a metáfora. Confira aqui alguns exemplos E para podermos entender um pouco melhor sobre a metáfora, é preciso saber que ela pode ser dividida em dois tipos, as impuras e puras. O que podemos perceber para poder fazer a diferenciação, são os termos comparativos que contém ou não em uma frase. Veja alguns exemplos abaixo: Metáfora impura Muitas das metáforas impuras em sua maioria não apresentam conjunções ou locuções conjuntivas, mas apresentam outro elemento comparativo, que muitas vezes pode ser um verbo. Por isso é importante salientar que essas comparações irão aparecer, mesmo que de uma forma inusitada. Para ficar mais exemplificado, observe abaixo um trecho da canção de Rita Lee, “Amor e Sexo”. Perceba também que o verbo aparece como um elemento comparativo: “Amor é um livro Sexo é um esporte Sexo é escolha Amor é sorte…” Metáfora pura Na metáfora pura, o elemento de comparação aparece de uma forma implícita. Por ser indireta, deve o leitor que tenha um pouco mais de conhecimento e vivência para entender e reconhecer a metáfora pura. Confira o poema de Vinícius de Moraes, “Rosa de Hiroshima”, que se trata de uma metáfora pura: ” … Mas, oh, não se esqueçam da rosa da rosa Da rosa de Hiroshima, A rosa hereditária A rosa radioativa… “ Por exemplo, neste trecho do poema não há nenhum elemento de comparação. Aqui podemos perceber que a palavra rosa faz a substituição, no que era para ser a palavra bomba. Metáfora X Comparação Após algumas explicações, é comum algumas pessoas acabarem confundindo a metáfora com comparação. Mas não se preocupe que iremos te mostrar quais são as diferenças entre cada uma. A metáfora e a comparação são figuras de linguagem diferente. E a diferença entre elas está nos conectivos responsáveis por fazerem essa comparação. Na metáfora não se faz o uso. Na comparação, por sua vez, sim. Conectivos são palavras ou expressões (Pronomes, advérbios, conjunções) que fazem a conexão entre os períodos, orações e palavras. Confira abaixo duas frases que podem melhor exemplificar a diferença entre essas duas figuras de linguagem: “Isadora é um doce” “Os olhos dela eram como duas avelãs” Na primeira frase, temos de que Isadora é comparada a um doce por ser gentil e meiga. Neste caso, a palavra doce, ganha um sentido mais habitual. Por outro lado, na segunda frase temos uma comparação de que os olhos da menina remetem a duas avelãs, tendo uma coloração mais clara. Outro detalhe é o uso da palavra como na segunda frase, sendo utilizada para fazer a comparação. Existem outros conectivos que podem ser usadas, por exemplo: tal como, que nem, tal qual, assim como, etc. Como usar corretamente em redações Sabemos que em muitas redações, ela pode ser um dos maiores pesos em uma prova, por exemplo, no ENEM. E dessa forma, é preciso que os estudantes estejam aptos para a elaboração dos textos. Leia também: Linguagem — principais erros cometidos na redação Uma das formas de criar uma boa redação é fazer o uso de alguns recursos linguísticos, e a figura de linguagem é uma delas. São utilizadas para dar maior ênfase e autoridade na fala ou opinião do autor, e sim, a metáfora é uma excelente opção. Mas não é tão simples. É preciso fazer o uso correto dessa figura de linguagem, ou senão ela acabará prejudicando todo o seu trabalho. E claro que não deixaríamos de te mostrar algumas orientações sobre o uso da metáfora nas redações. Antes de tudo, é preciso que o uso dessa figura de linguagem faça sentido no texto e que não seja nada forçado. Ela deve parecer, digamos, de forma orgânica. O leitor está compreendendo corretamente? Então é preciso que a metáfora dê sentido ao que está querendo dizer no texto, fazendo ter sentido tanto para você como para seu leitor. Outro apontamento é fazer o uso, preferencialmente, nas introduções. Por exemplo, você pode fazer uma metáfora de sua opinião, sem deixar explícito ao leitor, mas que deixe claro as suas intenções. Lembre-se que é preciso fazer sentido ao seu texto. Podemos ver neste artigo que a metáfora, diferente da comparação, é uma maneira de comunicar através de uma comparação implícita. Além de ter dois tipos diferentes, puro e impuro, ela pode ser usada para agregar na sua redação, mas desde que usada com sabedoria e de maneira que faça sentido ao leitor, mostrando a sua opinião. Continue a leitura aqui no blog da Redação Online e veja mais informações em nossos conteúdos completos. Te esperamos no próximo post!

Para que você crie uma boa redação ou qualquer tipo de texto, é importante que ele tenha coesão e coerência. O aposto e o vocativo são dois dos elementos de uma oração que auxiliam na construção de uma frase. Você sabe o que exatamente eles são? É isso que nós da Redação Online iremos explicar no post de hoje. Aprenda o que é cada um desses termos de oração, quando usá-los e veja exemplos de sua aplicação. Continue a leitura e descubra! O que é aposto? Antes que possamos ver alguns exemplos, vamos entender o que é aposto. São palavras ou expressões que oferecem apoio a algum pronome, substantivo ou oração. Elas podem servir tanto para exemplificar, explicar ou até mesmo para comentar algo. Saber mais o que é aposto pode te ajudar a ter uma melhor gramática na redação, além de trazer uma melhor estrutura ao texto. Lembre-se de que ele não pode ser usado como forma de adjetivo, mas sim como substantivo ou por um pronome que tenha a função de um substantivo. Veja um exemplo abaixo: “Ontem, Sexta-feira, passei o dia fora de casa.” Neste caso, a palavra Sexta-feira é um adjunto adverbial do tempo ontem. Sintaticamente falando, o aposto poderia facilmente substituir o adverbio em que ele está se relacionando. Por exemplo, se a oração fosse “Sexta-feira passei o dia fora de casa”, o aposto assumiria a forma de adjunto adverbial de tempo. Tipos e exemplos de aposto Mas não pense que para por aí! Abaixo você verá melhor quais os diferentes tipos de aposto e alguns exemplos para facilitar no momento da escrita. 1. Explicativo O título já entrega o nosso primeiro tipo de aposto. O explicativo é aquele aposto que identifica ou explica o termo no qual ele está se referindo. Por exemplo: “Vinícius, dos Recursos Humanos, pediu para você assinar algumas papeladas.” “Michael Jordan, Ex-Jogador de Basquete, nasceu em 17 de fevereiro de 1963.” Para os dois exemplos, note que os termos Recursos Humanos e Ex-jogador de basquete identificam ou explicam quem foram as pessoas da oração. 2. Enumerativo Neste tipo de aposto, temos o enumerativo. Aqui ele é desdobrado ou enumerado em um só termo. Veja abaixo: “Na mochila levava tudo o que precisa: caderno, livros e lápis.” “Professores precisam disto: reconhecimento, respeito e dignidade.” Perceba que nas orações, o desdobramento vem logo após os dois pontos, mostrando o que está contido nos termos anteriores a ele. Após os dois pontos, os apostos podem ser divididos entre vírgulas ou pela conjunção “e”. 3. Comparativo No nosso terceiro tipo de aposto, temos o comparativo em que ele faz uma comparação implícita, ou seja, de forma indireta. Observe os exemplos abaixo: “O menino, que parecia desacordado, foi levado ao hospital.” “Seus olhos, holofotes questionadores, fixaram-se por muito tempo nos livros.” Nos exemplos, podemos perceber as comparações nos apostos desacordado e holofotes questionadores aos termos antes das vírgulas. 4. Recapitulativo Esse tipo de aposto pode ser tanto chamado de recapitulativo ou resumidor. Aqui ele resume, com um só termo, diversas outras palavras ou elementos presentes em uma oração. Por exemplo: “Pintores, escultores e escritores, todos são artistas e que representam a realidade.” “Vida digna e igualdade de oportunidades, tudo isso está na base para um país melhor. “ Neste caso, os termos todos e tudo isso são utilizados para resumir os elementos em que foram citados anteriormente na oração. 5. Distributivo Aqui os apostos são divididos ou distribuídos em funções, ideias, objetos ou qualificações entre os termos da oração. Veja abaixo: “Pegue duas fatias de pizza: uma para você e outra para sua irmã.” “Isadora e Isabela foram as vencedoras, aquela na dança e esta no atletismo.” Como podemos perceber, na primeira oração, a pizza está sendo dividida entre os dois irmãos e na segunda, tivemos uma qualificação entre as vencedoras. 6. Circunstancial Para este tipo de aposto, temos a circunstância de um local, tempo, causa e etc. Em que também podemos ter a qualidade de um ser. Por exemplo: “Sendo criança, a vida passava mais devagar.” “As estrelas, como grandes olhos curiosos, observavam através das folhagens.” Percebe que na primeira oração, a palavra criança, está indicando uma circunstância, que seria a de época. Já na segunda, temos a palavra como que está mostrando a qualidade do ser, que no caso seriam as estrelas. Como reconhecer apostos? Em muitos casos, os apostos podem ser identificados com uma separação de vírgula, da palavra ou de qualquer expressão que a oração esteja se referindo. Isso pode acontecer em alguns tipos que citamos anteriormente, como: explicativo, comparativo e circunstancial. Para outros tipos, como no caso do enumerativo, este pode ser identificado nas palavras que vem logo após os dois pontos. E lembrando que os apostos, entre si, podem ser divididos por uma vírgula. No distributivo, o aposto pode também ser identificado nos termos separados por vírgula e dois pontos. Veja sobre: 10 erros gramaticais que quase todo mundo comete. O que é vocativo? O vocativo é um termo que está totalmente isolado em uma oração, em que não faz parte do sujeito e nem do predicado. Ele pode ser utilizado como uma maneira de chamar a atenção do leitor, até mesmo como um apelo. Assim como em alguns casos do aposto, ele pode ser identificado após uma vírgula. Exemplos de vocativo Então, por ser um termo que aparece isolado na oração, podemos fazer a identificação dele após a vírgula. Sendo mais comum no início das orações. Por exemplo: “Pessoal, venha ver isso!” “Matheus e Lucas, já mandei vocês pararem de conversar durante a aula.” E da mesma forma que eles podem aparecer no início, também podem ser reconhecidos no fim das orações. Veja: “Você sabe que dia é hoje, senhor?” “Saberia me dizer, amiga, que horas são?” Você pode achar estranho em que nessa última oração, o vocativo aparece entre duas vírgulas. Isso ocorre, pois ele é um termo isolado. Como dissemos anteriormente, o vocativo é uma forma de chamar a atenção do leitor, por isso irá

Com a proximidade do final do ano, é comum que os estudantes sintam-se ainda mais ansiosos e a ansiedade tome conta. Saiba como driblar essa sensação O segundo semestre chegou, os meses parecem correr mais rápido e em breve os estudantes vão se sentar em salas de todo o país para fazer as provas mais importantes do ano – que exigiram meses e meses de preparação. É muita pressão, a gente sabe. Não é à toa que uma pesquisa publicada no Jornal Brasileiro de Psiquiatria relatou que 41,4% dos jovens em cursinhos apresentam sintomas do Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG). Preocupação excessiva, autocobrança e dificuldade de concentração tornam-se frequentes, principalmente quando o fim do ano se aproxima. O psicólogo Anderson Malmonge afirma que é comum uma prova gerar ansiedade: “Existe toda uma expectativa em torno daquilo, a pessoa tem uma motivação, uma meta e sabe que seu desempenho será avaliado e, ainda, comparado com o de outros”. No entanto, isso não significa que você não tenha alternativas para domar a ansiedade com a chegada dos vestibulares. E existem muitas formas de se preparar. “Alguns fatores podem contribuir nesse momento. Manter uma boa alimentação e praticar exercícios físicos vão liberar substâncias endógenas e produzir bem-estar”, aconselha Malmonge. As técnicas de relaxamento podem ser incluídas na sua rotina e realizadas diariamente. O ideal, segundo Anderson, é a prática por, pelo menos, 10 minutos, todos os dias. Por isso, separamos um exercício que ajuda a aliviar a ansiedade, seja no momento da prova ou durante os estudos. Meditação na ação: atenção plena com contagem de um a dez Essa é uma técnica que pode ajudar a minimizar o fluxo de distrações e aumentar a concentração na respiração. Sente-se em uma posição confortável. Caso esteja sentado em uma cadeira, mantenha as pernas descruzadas, os pés no chão e as mãos apoiadas nas coxas. Se deitado, coloque as mãos ao lado do corpo viradas para cima. E mantenha os olhos fechados ou semiabertos. Faça três respirações lentas e profundas pelo nariz. Em seguida, deixe que a respiração siga seu fluxo natural, observando as reações que surgirem em qualquer parte do corpo. Preste atenção nelas, mas sem influenciá-las. Conte as inspirações e expirações começando no um até o dez, e retorne para o um. Exemplo: ao inspirar, conte “um” mentalmente e ao expirar conte “um”, inspire novamente contando “dois” e expire contando “dois”. A contagem serve com um fio que prende a atenção à respiração por algum tempo. Não se preocupe se você perder a contagem, apenas recomece. Faça essa prática diariamente por, pelo menos, cinco minutos, principalmente quando sentir que está com a mente muito agitada. Este texto é fruto de uma parceria entre o Guia do Estudante e o Redação Online, plataforma de correção de redações. Clicando aqui é possível acessar os planos de correção disponíveis. Utilize o cupom GUIADOESTUDANTE20 e ganhe 20% de desconto.

Já viu alguma imagem na mídia mostrando a quantidade de plástico nos oceanos? Assustador, não é? Como tanto lixo vai parar lá? Você vai descobrir hoje que parte da poluição de plástico nos oceanos é de responsabilidade do Brasil, e por isso é tema que pode cair na redação Enem. Sendo assim, esta semana você vai explorar o seguinte tema: “Combate à poluição de plástico nos oceanos”. Então, queremos que escreva uma dissertação argumentativa sobre ele, dando sua opinião e incluindo propostas de intervenção. Escolhemos a dedo os textos abaixo para ajudá-lo. TEXTO 1 Alternativas para o mar de plástico A poluição do oceano por plástico é o resultado de um sistema profundamente mal estruturado, em que a fabricação de um produto não biodegradável pode continuar sendo feita sem controle. Ainda que seja possível reciclar, não há segurança de que os resíduos serão reciclados. Para reduzir a quantidade de lixo plástico no mundo, são necessárias campanhas contínuas sobre consumo que eduquem as pessoas a respeito do impacto do plástico descartável nos oceanos. Além disso, é preciso evitar produtos com embalagens desnecessárias, cobrar para que empresas mudem suas posturas e apostar na reutilização. Fonte: https://www.ecycle.com.br/mar-de-plastico/ TEXTO 2 Poluição por plásticos no oceano pode quadruplicar até 2050 De acordo com a diretora do Programa Marinho da WWF Alemanha, Heike Vesper, as evidências sugerem que a contaminação plástica do oceano é irreversível. “Uma vez distribuído no oceano, é quase impossível de recuperar o lixo plástico. Ele se degrada constantemente e, portanto, a concentração de micro e nanoplásticos continuará a aumentar por décadas. Agir sobre as causas da poluição plástica é muito mais eficaz do que limpar depois. Se governos, indústria e sociedade agirem em uníssono agora, eles ainda podem limitar a crise do plástico”, explicou. Os dados sobre a poluição são alarmantes: 2.144 espécies encontraram poluição plástica em seus ambientes naturais; 88% das espécies marinhas estudadas foram impactadas negativamente pelo plástico; estima-se que até 90% de todas as aves marinhas e 52% de todas as tartarugas marinhas ingerem plástico; os recifes de coral em todo o mundo estão em grave crise devido às mudanças climáticas, e a ameaça adicional aos corais pela poluição plástica atingiu níveis alarmantes. Além da poluição fora de controle, há outras práticas que colocam os ambientes marinhos em risco. A pesca excessiva, poluição por falta de saneamento básico, o transporte marinho e os efeitos do próprio aquecimento global são algumas das ameaças que atingem o oceano. Quando todo o ecossistema está em desequilíbrio, as espécies sofrem mais com os impactos das ações humanas. As conclusões foram publicadas dias antes da Assembleia 5.2 da ONU para o Meio Ambiente, que será realizada entre os dias 28 de fevereiro e 2 de março. O evento será uma oportunidade para debater um tratado internacional com soluções globais e sistêmicas. Fonte: https://veja.abril.com.br/agenda-verde/poluicao-por-plasticos-no-oceano-pode-quadruplicar-ate-2050/ TEXTO 3 O Brasil está entre os 20 países que mais contribuem para a poluição nos oceanos Segundo pesquisa da rede Blue Keepers, programa desenvolvido para combater a poluição do plástico em rios e oceanos, uma iniciativa da Organização das Nações Unidas (ONU), o Brasil está entre os 20 países no mundo que mais contribuem para a poluição plástica nos oceanos. Ademais, um estudo inédito, disponibilizado pelo projeto, aponta que cada brasileiro pode ser responsável por 16 quilogramas de resíduos no mar por ano. Assim, os dados recolhidos são disponibilizados em uma plataforma de livre acesso com o intuito de conscientizar a população do panorama emergencial em que se encontram as águas. Ademais, apesar de políticas ligadas aos resíduos sólidos e ao saneamento, o planejamento e a execução de ações contra o plástico no ambiente são beneficiados pelos dados da Blue Keepers. Por meio do relacionamento com as prefeituras, as responsáveis pela limpeza urbana, “precisamos deixar esse legado de trabalhar com essas municipalidades em capacitações técnicas, mas também em prototipagem de soluções”, explica o professor Alexander Turra, do Instituto Oceanográfico da USP (IO) e coordenador da Cátedra Unesco para a Sustentabilidade do Oceano do Instituto de Energia e Ambiente da USP (IEA). (…) Além disso, os pontos de entrada de poluição plástica nos mares brasileiros são as fozes dos principais rios das bacias hidrográficas, como o Rio Amazonas. “O que nos chamou a atenção é que o Brasil é um país com muitas barragens, e há um miolinho onde essas barragens acabam impedindo que esses resíduos do interior tomem o caminho direto ao oceano”, explica Gabriela. Contudo, o alto potencial de plástico disponível nas grandes capitais pode se tornar resíduos encaminhados ao oceano, sendo a população a causadora direta desse despejo de lixo. Fonte: https://jornal.usp.br/atualidades/o-brasil-esta-entre-os-20-paises-que-mais-contribuem-para-a-poluicao-nos-oceanos/ (Adaptado) Repertórios socioculturais relacionados ao tema “Combate à poluição de plástico nos oceanos” reportagem – se você quer entender melhor a origem desse plástico, este informativo da National Geographic é completo. notícia – dos mares italianos, vem este experimento otimista de um equipamento que retira plástico dos mares. documentário – “Oceanos de Plástico”, de 2016, mostra o trabalho de um jornalista e uma mergulhadora mostrando o estado frágil de nossos oceanos hoje. notícia – é possível reutilizar o plástico dos oceanos, e leia aqui como uma boneca Barbie prova isso. Informativo – este é um alerta da ONU sobre dificuldades políticas a serem enfrentadas por trás de soluções para a eliminação do plástico dos oceanos. Informativo – neste artigo do Share América você vai encontrar soluções que países e empresas estão dando ao plástico dos oceanos. notícia – aqui vão soluções que já estão sendo usadas para retirar lixo dos oceanos, algumas delas no Brasil. Preparado para escrever sobre o combate à poluição de plásticos nos oceanos? Então, capriche e faça como milhares de vestibulandos estão fazendo: envie sua redação para nossos corretores analisarem – porque professores descobrem falhas que você não vê! QUERO ENVIAR MINHA REDAÇÃO

Dá para se preparar para o Enem estudando sozinho? Claro que dá! Hoje tem muitos canais do youtube para estudar para o Enem! Então, é só se organizar e aproveitar as ótimas aulas! O problema é que são tantos, que é difícil saber qual é melhor… Mas estamos aqui para ajudá-lo! Neste artigo fizemos uma lista atualizada dos melhores canais divididos por disciplina – escolha! MATEMÁTICA Ferretto – gratuito com opção paga Neste canal há vídeos com resoluções de questões de matemática, apenas. Quem precisar de um curso completo pode pagar por uma plataforma que é elogiada nas redes sociais. Portal da Matemática OBMEP – gratuito Este canal para estudar pertence à Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas. O bom é que começa do básico do ensino fundamental e vai até o ensino médio. BIOLOGIA Biologia Total com Prof. Jubilut – gratuito Uma plataforma completíssima do bem-humorado professor Jubilut, com videoaulas atraentes, e um número altíssimo de visualizações. Biologia com Prof. Guilherme Goulart – gratuito Outra plataforma fantástica, e mais um professor muito simpático. Tem vídeo-aulas até mais longas que aulas de cursinho. Confira uma aula:https://youtu.be/cnV8BvzXN0Y QUÍMICA Química com Prof. Paulo Valim – gratuito com opção paga O professor Paulo Valim oferece muitas videoaulas breves e úteis sobre tudo de química. Para se aprofundar, se você precisar, ele tem a plataforma paga, com vários planos de estudo. Química do Sucesso com Prof. Carlos André – gratuito Embora não esteja mais sendo atualizado desde 2021, este canal bom para estudar tem tudo que o candidato ao Enem precisa para se dar bem na prova de Química. FÍSICA Minuto da Física – gratuito Aqui a Física tem um jeito fácil de entender os conceitos mais cabeludos da disciplina. Deve ser muito querido dos alunos, pelo número de visualizações que cada aula tem… Física Total – gratuito com opção paga O professor Ivys Urquiza diz ter longa experiência com alunos candidatos ao Enem, e tem uma plataforma paga. Mas neste canal ele disponibiliza um pouco de tudo que os alunos aprendem na opção paga.https://youtu.be/et6wsq3OBWE INGLÊS Quase todos os canais de Inglês focam no inglês falado, enquanto é o escrito que interessa para o Enem. Nos canais abaixo, você deverá fazer uma busca por tópicos de gramática e vocabulário. Eduardo Gafa – gratuito Canal bem atualizado com várias vídeo-aulas bem explicativas sobre gramática em inglês. Teacher Andrea Belo – gratuito A professora Andrea tem um canal muito bom sobre gramática, mas também aulas que se baseiam em leitura em inglês. HISTÓRIA Leitura ObrigaHISTÓRIA Fantástico este canal, criado por historiadores e antropólogos! As aulas são longas, detalhadas, e tem até podcast. História online Mais um canal perfeito para estudar História, criado a partir de um blog. Você vai encontrar não só as clássicas matérias da disciplina, mas também fatos recentes que estamos vendo na mídia com comentários dos professores. https://youtu.be/7mq0ILbeS6g GEOGRAFIA Terra Negra – gratuito Você precisa conhecer este canal: é um coletivo de estudiosos de assuntos referentes a Geografia Humana, principalmente. Isso inclui fatos recentes com comentários em videoaulas longas. Geografia Irada com prof Marcelo – gratuito Tudo sobre Geografia, em aulas atualizadas, muito divertidas, com um geógrafo – o que pode ser melhor que isso? FILOSOFIA A Filosofia Explica – gratuito O Professor Filicio Mulinari abrange todos os filósofos que caem nos vestibulares, incluindo o Enem, de um jeito bem gostoso, o que explica o alto número de visualizações. Saber Filosófico – gratuito Temos certeza de que você vai ganhar muito acompanhando este canal: ele entrevista filósofos contemporâneos que filosofam sobre todo tipo de tema. Vai ajudar você também na prova de redação! SOCIOLOGIA Muitos canais de Filosofia também ensinam Sociologia e vice-versa, então você pode encontrar as duas disciplinas nos canais que estamos sugerindo abaixo. Casa do Saber – gratuito com opção paga A plataforma da Casa do Saber é muito conhecida e é ótimo que tenham criado este canal. Além disso, você vai ter videoaulas com os mais renomados estudiosos da área! Sociologia com a Gabi – gratuito A Gabi é professora de sociologia no Paraná e vai explicar pra você de um jeito fácil como é o pensamento de cada sociólogo e muito mais! Entretanto, o canal não recebe atualizações desde 2021, mas o material é de primeira. PORTUGUÊS Gramática Em Vídeo – Prof. Fabio Alves Um canal, com tudo sobre gramática, em videoaulas super claras. LITERATURA Como você pode imaginar, vários canais para estudar Português incluem Literatura. Estes que indicamos agora têm Literatura separadamente, por isso estão aqui. Literatura com Alencar – gratuito O professor Alencar leciona em Santa Catarina e é doutor em Literatura. Ademais, ele faz ótimas análises de obras para vestibulares e de vez em quando tem um aulão. Prof. Beto Brito – Literatura Legal – gratuito Um canal tão atualizado que já está até preparando os alunos para as questões dissertativas que virão nas provas futuras do Enem. Além disso, o bom é que ele faz revisões o tempo todo, que ajudam a memorizar, e muitas aulas são baseadas em questões do Enem. https://youtu.be/UMKEcdNzgKw ARTES Arte de Segunda Canal que inclui tudo sobre Artes e mais um pouco, com comentários. Vivieuvi Muita discussão boa sobre as manifestações artísticas de todo tipo que podem cair no Enem. EDUCAÇÃO FÍSICA EF Escolar Neste canal você vai conhecer todos os aspectos da educação física, incluindo dança e atividades escolares. REDAÇÃO Redação Online O canal do Redação Online tem todo tipo de orientação para redação de todos os vestibulares, incluindo o Enem. Gramática? Sim, gramática também faz parte das videoaulas deste canal.https://youtu.be/othRVFQSCBg TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E DA COMUNICAÇÃO Infelizmente não encontramos canais para estudar esse tópico para sua prova do Enem… Mas encontramos dois ótimos vídeos sobre o assunto. Como a Inovação em Tecnologia leva Comunicação para Todos | Carlos Pereira | TEDxGoiânia Tecnologia x Comunicação: Roberto Martini at TEDxFIAP Tecnologias do Futuro Que maravilha de lista essa com os canais do youtube para estudar para o Enem, né? Então, o melhor a fazer agora é estudar seriamente com

A redação do ENEM é uma parte essencial do exame e quem quiser tirar uma boa nota precisa ir bem nela. Entretanto, com tantas competências avaliadas e uma prova tão extensa, elaborar um texto de qualidade não é tão simples. Além disso, o estudante precisa conhecer bem as estratégias argumentativas que utilizará em sua redação, afinal, a principal função dela é convencer o leitor do ponto de vista de quem está escrevendo. E uma ótima tática é citar momentos históricos e fazer uma alusão com eles, assim, o escritor pode garantir mais pontos em diversas competências. Então, confira aqui no post da Redação Online o que é uma alusão histórica e 10 grandes momentos da história para usar no seu texto e conquistar uma grande nota! O que é uma alusão histórica? A alusão histórica que serve para resgatar fatos ou períodos importantes da história nos seus textos, servindo para: expor as origens de um problema, comparar momentos da história, contextualizar assuntos e usar como exemplos de uma realidade alterada com o passar do tempo. Então, ela é uma ótima maneira de referenciar as causas de muitas questões culturais, econômicas, políticas e sociais, que foram geralmente originadas em momentos do passado. 10 grandes momentos da história para usar na sua redação Vamos direto ao ponto e te mostrar 10 ocasiões marcantes da história humana para você utilizar em seu texto, criando um repertório curinga para as suas redações. Além disso, ainda iremos te ensinar como citar esses acontecimentos no seu texto, para deixar você mais perto da nota mil. Veja a seguir 10 grandes acontecimentos históricos: 1. Surgimento da democracia O surgimento da democracia na Grécia Antiga é uma ótima alusão histórica para se fazer, ela pode ser relacionada com vários temas ligados ao sistema democrático e cidadania. Você pode citar a implantação dos ideais democráticos após a Revolução Francesa, a influência dessas ideias nos sistemas atuais, entre muitos outros assuntos. 2. Idade Média O período medieval pode ser utilizado para contextualizar muitas coisas: condições precárias de higiene e sua relação com a transmissão de doenças, pandemias como a Peste Negra, intolerância religiosa com Inquisição, fome e mais vários conteúdos que podem ser relacionados com esse período. Citar a Idade Média é uma opção versátil que vai te permitir realizar várias alusões históricas. 3. Revolução Industrial Outra ótima escolha de momento histórico para se fazer na sua redação é a Revolução Industrial, no século XVIII. Ela é um dos acontecimentos mais importantes da humanidade e pode ser usada na contextualização de diversos temas, como: consumismo, a forma de vida atual, produção industrial desenfreada, liberalismo e até mesmo a relação entre a indústria e o meio ambiente. Esse período é muito indicado para expor alguns problemas sociais e ambientais vindos da industrialização excessiva. 4. Crise de 1929 A famosa quebra da bolsa de Nova York no ano de 1929. Esse acontecimento veio depois da Primeira Guerra Mundial e foi uma grande crise econômica que afetou não só os Estados Unidos, como todo o mundo que ainda se recuperava da grande guerra. Essa grande depressão foi causa de enormes taxas de pobreza, desemprego e fome. Além de ter provocado muitos problemas relacionados à saúde mental na população norte-americana. 5. Segunda Guerra Mundial Não podemos passar por uma lista de grandes momentos da história da humanidade e não falar desse triste episódio. A Segunda Guerra Mundial trouxe muitas mortes e causou inúmeras atrocidades cometidas contra os direitos humanos. Ela pode ser utilizada para relacionar temas como: desenvolvimento tecnológico e científico, violência, avanço da medicina e muitos outros. 7. Guerra Fria Outro período que pode ser contextualizado é a Guerra Fria, em que aconteceram diversas situações importantes na história. Você pode citar a Crise dos Mísseis em Cuba ou a Queda do Muro de Berlim, são várias possibilidades de relacionar essa fase com assuntos atuais. Assim, ela pode servir para contextualizar o desenvolvimento tecnológico e científico (Corrida Espacial), capitalismo e comunismo, globalização, entre outros. 8. Era Vargas Falando um pouco de acontecimentos históricos brasileiros, a Era Vargas foi um momento da história de nosso país em que podemos discutir sobre temas como liberdade, censura, manipulação da mídia, ditadura e direitos dos trabalhadores. São cerca de 15 anos que podem render várias alusões históricas na sua redação do ENEM. Então, caso precise relacionar um momento histórico do Brasil, o governo de Getúlio Vargas é uma boa opção. 9. Ditadura Militar no Brasil Mais uma fase importante da história brasileira, a ditadura militar que ocorreu entre 1964 e 1985. Nesse período ocorreu muita violência, perseguição política e privação de liberdade. São vários temas para serem relacionados como os direitos humanos, democracia, liberdade de imprensa e expressão. 10. Imperialismo O Imperialismo causa muitos problemas até hoje para diversos países africanos e asiáticos, divididos pelos europeus para serem explorados e dominados. Com isso, muitos desses locais sofrem com a miséria e conflitos por conta do período imperialista. Então, você usar essa fase para referenciar questões humanitárias como as migrações de refugiados. Além desses 10 momentos históricos importantes, é possível utilizar muitos outros no seu texto. Estude bem a história geral da humanidade e fique atento aos períodos que geraram grandes mudanças na sociedade. Como citar um momento histórico na redação? Agora que já vimos alguns acontecimentos da história, é necessário saber como usá-los corretamente na sua redação. Pois usar essas citações na hora errada e sem necessidade, pode causar um efeito contrário ao esperado e você perder nota por conta da utilização incorreta. Além disso, as alusões de momentos históricos devem ser feitas com cuidado e somente quando houver certeza do que está sendo escrito. O acontecimento precisa estar certo, não em relação a ter datas exatas, mas sim sobre o fato estar sendo descrito conforme aconteceu na realidade. Então, uma dica para evitar erros é: caso não tenha certeza do que está escrevendo, não coloque no seu texto. Arrisque menos e não conteste a versão oficial da história, algo que acontece com frequência atualmente e pode ser