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Se você não acompanhou os debates das eleições de 2022, não sabe quantos dados socioculturais perfeitos para pôr na redação foram divulgados! Mas não faz mal: continue lendo este artigo, porque reunimos as melhores informações para a sua redação! Então, tivemos a ideia de separar os dados socioculturais por temas para facilitar. Dessa forma, leia agora o que preparamos. A educação no Brasil Quais dados você teria para sua redação sobre a situação da educação no Brasil? Estes são atualizados: De 2019 a 2021, o número de crianças de 6 a 7 anos que não sabem ler ou escrever é de 2,36 milhões. Isso significa metade das crianças brasileiras nessa faixa etária; Nas escolas públicas de SP 61,6% dos estudantes do 5º ano não conseguem resolver um problema simples de subtração e 96% dos que estão no 3º ano do EM não sabem o básico em matemática; Houve queda de 13,9% de ingressantes nos cursos presenciais devido à pandemia de covid-19, mas houve um aumento de 26,2% nos ingressantes da modalidade à distância; Fonte: https://webcache.googleusercontent.com/search?q=cache:ApUJAkx8YC4J:https://valor.globo.com/opiniao/coluna/o-proximo-presidente-e-a-educacao.ghtml&cd=1&hl=pt-BR&ct=clnk&gl=br As universidades públicas perderam 6,4% de alunos, em 2020, o que pode levar a uma falta de profissionais qualificados em breve. fonte: https://g1.globo.com/jornal-hoje/noticia/2022/06/02/numero-de-alunos-das-universidades-federais-caiu-64percent-em-2020.ghtml Violência no Brasil Veja que dados importantes nesta lista, sobre a violência no Brasil: Houve 45.503 homicídios no ano de 2019, uma queda de 22,1% em relação ao ano de 2018; Ademais, houve uma queda ligeira, de 2,4%, no número de feminicídios em 2021 em relação ao ano anterior; Além disso, 1.319 mulheres foram vítimas de estupro em 2021; Houve um aumento de 3,7% de estupros contra mulheres, entre 2020 e 2021. Os números são estes: 56.098 estupros de mulheres em 2021. Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/brasil-61358907 Somado a isso, houve diminuição da gravidez na infância desde 2014, quando 28.245 meninas tiveram filhos. Dois anos depois, em 2016, foram 24.139 garotas. Em 2019, antes da pandemia, foram registrados 19,3 mil nascimentos de mães de até 14 anos. Fonte: https://g1.globo.com/saude/noticia/2022/06/22/brasil-tem-mais-de-17-mil-maes-de-ate-14-anos-mostram-dados-do-sus.ghtml Emprego no Brasil Sobre trabalho no Brasil, temos estes dados: O desemprego caiu de 11,1% para 9,3% no ano de 2022; Santa Catarina foi o estado com maior aumento em novas vagas ocupadas (87,4%), seguido por São Paulo (81,0%) e Paraná (80,9%); Somado a isso, a taxa de desocupação de jovens de 18 a 24 anos era 22,8% no 1º trimestre e foi para 19,3% no 2º trimestre de 2022; O rendimento médio mensal recebido pelos trabalhadores nos meses de abril, maio e junho de 2022 foi estimado em R$ 2.652; Além disso, um terço (34%) dos jovens brasileiros de 18 a 24 anos frequentam escolas ou faculdades. Três em cada dez jovens nessa faixa etária estão empregados, não frequentam escola nem curso superior; 13% dos jovens não estão nem na escola nem empregados (geração nem-nem); 23% dos jovens não estudam nem procuram emprego Fonte: https://www.terra.com.br/noticias/educacao/geracao-nem-nem-no-brasil-e-o-dobro-do-que-em-paises-ricos,900d8cf41b4f51c9c6d704b18d35b3ed89wfbrmc.html Fome no Brasil Veja só que dados para sua redação sobre esse problema da fome: Mais da metade (58,7%) da população brasileira convive com algum tipo de insegurança alimentar em grau leve, moderado ou grave (de fome total). Em números absolutos, são 125,2 milhões de brasileiros nessas condições, aumento de 7,2% em relação a 2020, início da pandemia de Covid-19; No Norte e Nordeste, os índices de insegurança alimentar chegam, respectivamente, a 71,6% e 68% – números expressivamente maiores do que a média nacional de 58,7%. A fome fez parte do dia a dia de 25,7% das famílias na região Norte e de 21% no Nordeste. A média é de aproximadamente 15% no Sudeste e 10% no Sul; 65% dos lares comandados por pessoas pretas e pardas convivem com restrição de alimentos em qualquer nível. Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/agravada-pela-pandemia-fome-avanca-no-brasil-e-atinge-33-milhoes-de-pessoas-diz-estudo/ Desigualdade social O tema de onde se originam tantos outros… Use estes dados: A metade da população brasileira mais pobre só ganha 10% do total da renda nacional: 50% mais pobres ganham 29 vezes menos do que recebem os 10% mais ricos no Brasil; Ademais, em 2021, os 50% mais pobres tinham só 0,4% da riqueza brasileira; Os 10% mais ricos no Brasil possuem quase 80% do patrimônio privado do país. O 1% mais abastado da população possuía, em 2021, praticamente a metade (48,9%) da riqueza nacional. Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/brasil-59557761#:~:text=Os%2050%25%20mais%20pobres%20ganham,10%25%20mais%20ricos%20no%20Brasil. Saúde no Brasil Leia agora os dados que colhemos para sua redação sobre saúde: Além do mais, a média de consultas de saúde por habitante no Brasil é de apenas 2,8, conforme o relatório do Tribunal de Contas da União; Houve 12,5% na taxa de sobrepeso entre os brasileiros, entre 2006 e 2016; O consumo de álcool no Brasil disparou de 5,9%, em 2013, para 17,1% em 2019; Ademais, o Brasil destina somente 4% do PIB para a saúde pública, responsável pela assistência de mais de 70% dos brasileiros; A média per capita gasta com a saúde dos brasileiros é 30% inferior à global; Somado a isso, 30% aguardam mais de um ano para receber atendimento; Além disso, o Brasil perdeu 40 mil leitos entre 2008 e 2018, sendo 23 mil deles em entidades públicas; Enquanto a razão média nacional é de 2,27 médicos por mil habitantes, a região Norte apresenta taxa de 1,30, e a Sudeste, taxa de 3,15. Fonte: https://telemedicinamorsch.com.br/blog/saude-publica-no-brasil Gostou da ideia que a equipe do Redação Online teve de reunir todos esses dados!? Então, seria muito bom agora se você enviasse sua redação para nossos corretores para saber como melhorar sua escrita! QUERO ENVIAR MINHA REDAÇÃO

Política você sabe o que é. Mas, confesse: você participa da política? A realidade é que não tem como escapar: em todos os aspectos, percebemos a importância da participação política para o exercício da cidadania. E neste artigo organizamos para você todo tipo de informação – é um assunto com chance enorme de cair na prova de redação! Então, sua redação desta semana será sobre o tema “A importância da participação política para o exercício da cidadania”. Dessa forma, use argumentos claros, e não se esqueça de sua proposta de intervenção. Você vai gostar dos textos que escolhemos para ajudá-lo! TEXTO 1 O QUE VOCÊ TEM A VER COM A POLÍTICA? A política está relacionada com aquilo que diz respeito ao bem público, à vida em comum, às regras, leis e normas de conduta dessa vida, nesse espaço, e, sobretudo, ao ato de decisão que afetará todas essas questões. Em suma, a política foi criada para regular os conflitos sociais. É importante você se informar e participar da política, pois ela é a condução da nossa própria existência coletiva, que será refletida na nossa experiência individual, ou seja, na nossa educação ou não, na nossa saúde ou não, na nossa oportunidade de acesso ou não. Ou seja, não se trata de um mecanismo exclusivo de políticos e muito menos envolve apenas discursos, eleições e promessas falsas. Não é algo distante de nós; pelo contrário, faz-se presente em nossas vidas, por menor que seja o assunto abordado. A política foi criada para que possamos debater, discutir e suscitar questões, sem que seja preciso a utilização da violência. Através dela, foram estabelecidas regras, leis e normas, bem como o estabelecimento de direitos e deveres para conduzir as nossas ações. Adaptado de https://www.camaramedianeira.pr.gov.br/noticia/997/o-que-voce-tem-a-ver-com-a-politica#:~:text=%C3%89%20importante%20voc%C3%AA%20se%20informar,oportunidade%20de%20acesso%20ou%20n%C3%A3o. TEXTO 2 O Analfabeto político* O pior analfabeto É o analfabeto político, Ele não ouve, não fala, nem participa dos acontecimentos políticos. Ele não sabe que o custo de vida, o preço do feijão, do peixe, da farinha, do aluguel, do sapato e do remédio dependem das decisões políticas. O analfabeto político é tão burro que se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia a política. Não sabe o imbecil que, da sua ignorância política nasce a prostituta, o menor abandonado, e o pior de todos os bandidos, que é o político vigarista, pilantra, corrupto e o lacaio das empresas nacionais e multinacionais. * poema de Bertold Brecht – poeta alemão, falecido em 1956, que com sua obra visava a esclarecer as questões sociais da época. TEXTO 3 Falta conhecimento do eleitor sobre o sistema político, aponta DataSenado Televisão (37%), redes sociais (24%) e páginas na internet (23%) são os principais meios de comunicação na busca de informações sobre política. Nas redes sociais, a maior procura é pelo Facebook (35%) e pelo Instagram (27%). Apenas 14% dos entrevistados dizem seguir algum senador nas redes sociais. Entre os grupos focais, as redes sociais e os portais jornalísticos se sobressaem, especialmente entre os mais jovens, enquanto a TV atrai a faixa etária mais avançada. “No entanto, o uso da TV como meio de informação divide opiniões no estudo qualitativo. A maior parte dos entrevistados avalia que a TV é tendenciosa e distorce as informações para atender interesses de determinados grupos econômicos e políticos. Ao contrário da internet, que permite ao cidadão buscar informações livremente, a TV é vista como manipuladora. Como consequência, gera uma falta de credibilidade em uma parcela dos entrevistados”, aponta o relatório do DataSenado. Fonte: Agência Senado https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2022/03/17/falta-conhecimento-do-eleitor-sobre-o-sistema-politico-aponta-datasenado TEXTO 4 28 formas de exercer a cidadania além do voto Opinar em projetos de lei, consultas públicas e matérias legislativas através dos portais digitais oficiais do governo. Você pode acessar o e-cidadania do Senado Federal, e também o portal da Câmara dos deputados; Participar em manifestações e protestos democráticos como forma de exercer sua liberdade de expressão e opinião sobre assuntos públicos e políticos; Na escola ou universidade, participar da liderança estudantil: seja como representante ou líder de classe, engajar-se em diretórios acadêmicos ou grêmios estudantis, por exemplo; Filiar-se a um partido político! Sim, independente da sua ideologia ou preferência partidária, ser parte de um partido significa opinar sobre as pessoas que vão ser candidatas em eleições, bem como participar dos debates sobre alianças partidárias e planos de governo do partido. Além disso, quem sabe se você depois não se interessa em lançar a sua candidatura como vereador ou vereadora em sua cidade? É possível! (o Redação Online recomenda que você conheça as outras 23 formas no link original – vale a pena!) Fonte: https://www.politize.com.br/cidadania-formas-de-exercer/ Repertórios socioculturais relacionados ao tema “A importância da participação política para o exercício da cidadania” vídeo – num debate promovido pela Câmara dos Deputados, educadores e administradores públicos chegaram a estas conclusões sobre a participação dos jovens na política. opinião – será que o brasileiro é antenado na política? Renato Meirelles, do Instituto Locomotiva, responde neste artigo. estatística – neste artigo estão números sobre a participação política de jovens e mulheres, para incluir na redação. vídeo – veja o que o professor Cortella tem a dizer sobre a importância da participação política. artigo – neste post do nosso blog você encontra dados estatísticos perfeitos para uma redação sobre participação política. livro – sugerimos que você leia o livro Juventude, Educação e Participação Política, de Alexandre A. de Albuquerque, com dicas de como fazer os jovens participarem mais da política. opinião – se você se sente desiludido com a política, este vídeo do professor Pondé é para você. artigo – Paulo Freire entendia tudo de participação política e cidadania – conheça a ideia dele aqui. Então, algum texto acima o surpreendeu? Os vídeos são muito bons, não é? Dessa forma, como dissemos, a importância da participação política para o exercício da cidadania é um tema que tem tudo para cair na prova de redação! QUERO ENVIAR MINHA REDAÇÃO

Os estudos atualmente não precisam acontecer somente na sala de aula, na faculdade ou na biblioteca. Nos últimos anos, muitas instituições de ensino têm apostado no ensino à distância, o EAD, e com a recente pandemia, essa modalidade se intensificou de estudar em casa. Agora, Confira as melhores dicas de como estudar em casa. Dessa forma, o lar de muita gente se tornou, também, sua sala de aula, sem a necessidade de deslocamento até a organização estudantil. Mas como estudar em casa e ter o mesmo rendimento do que em sala de aula? Pensando nisso, o Redação Online te mostra algumas dicas neste artigo para você ter mais qualidade durante seus estudos, além de aprender novos hábitos que podem ser levados para outras áreas da sua vida. Lembrando que essas dicas não são inflexíveis. Se necessário, você pode fazer algumas alterações e ver aquelas que melhor se adaptam ao seu estilo de estudo, podendo acrescentar outros elementos que se encaixem aos seus métodos. E vamos para as nossas dicas de como estudar em casa com o Redação Online! Detalhes antes de iniciar os estudos em casa Antes de pensar em começar a fazer suas anotações das suas matérias favoritas e resolver as atividades, é importante se atentar a alguns detalhes. São cuidados especiais, para facilitar sua rotina de estudos. Colocando-os em prática, você aproveitará muito mais o seu aprendizado e poderá ver uma melhora nos seus resultados. Listamos algumas condições necessárias para iniciar seus estudos em casa, veja: Tenha um local adequado Antes de tudo, é ideal que você tenha o seu cantinho do aprendizado. Por mais que seja difícil olhar para seu sofá confortável ou sua cama, não é recomendado fazer os estudos nesses locais. Além de causar distrações e prejudicar o seu rendimento. Por isso é importante poder contar com um local adequado para os estudos na sua casa. Por exemplo, uma mesa bem organizada, boa iluminação e que não tenha tanto barulho. Isso pode ajudar nos momentos de aprendizado e melhorar seu desempenho. Procure estabelecer horários organizados Essa é outra condição indispensável para estudar em casa. A organização de horários é para evitar aquela de “estudar quando der”, e todos nós sabemos que isso nunca funciona e seu rendimento é prejudicado. Dessa forma, organizar sua agenda para realizar os estudos em casa e outras atividades pode ser uma maneira de manter maior foco e não correr o risco de não aprender todo o conteúdo necessário. E claro que você também pode fazer algumas outras práticas de organização para aumentar sua produtividade, alcançando assim melhores resultados durante seus estudos para um vestibular ou ENEM. Tenha os materiais adequados para os estudos Se você ficar parando o tempo todo para consultar um livro que está em outro cômodo, perderá rendimento. Por isso é importante que, antes de iniciar os estudos, você prepare todos os seus materiais necessários. Além dos materiais necessários para seus estudos, deixar separado alguns lanches e água é também uma ótima opção. Isso pode ajudar a manter um maior foco, além de melhorar o rendimento enquanto estuda em casa. 6 dicas de como estudar em casa Agora que você já tem as melhores condições para estudar em casa, está na hora de vermos algumas dicas de como manter a concentração e estudar melhor o conteúdo. 1. Crie uma rotina fixa O ideal é que você crie uma rotina clara e tenha disciplina. Faça um plano de estudos para isso, selecione quais horas do seu dia e da sua semana você terá para estudar com eficiência em casa, quais serão os conteúdos, frequência e intensidade. Feito isso, coloque em prática, sem perder o foco. Sabe porque isso ajuda? Além de o seu cérebro entender que aquela é a hora de estudos, seu corpo também vai se adaptar a isso, e você vai apreender os conteúdos de forma mais proveitosa. Ah, e entenda isso como um compromisso! 2. Faça um planejamento conforme as matérias Sabemos que fazer os estudos em casa nem sempre é uma boa ideia. E se você deixar para aprender somente no momento que estiver no seu local de estudo, com certeza perderá muito tempo. Por isso, é importante que crie um planejamento dos seus estudos. Defina o que é prioridade naquele momento entre as suas disciplinas e qual será a ordem das atividades. 3. Não fique preso somente à teoria Muitos podem entender que estudar em casa pode ser somente aprender a teoria, mas não é bem assim. Para não ficar nada tão monótono, é interessante fazer algo mais prático e de outras formas, como criar resumos ou mapas mentais. Também é importante realizar os exercícios e revisar todo o conteúdo estudado anteriormente para uma melhor fixação. Com essas práticas, você pode memorizar mais facilmente o que foi aprendido ao longo do tempo. Você também pode conferir algumas técnicas de memorização aqui no blog. 4. Procure outras formas de aprendizado Já que estamos falando de como estudar em casa, por que não aprender outras formas de aprendizado? Além dos seus livros e apostilas, assim como as apresentações de aulas tradicionais, a internet pode ser uma boa alternativa. O que você pode fazer é procurar vídeos ou podcasts relacionados ao tema do conteúdo, ver vídeos no Youtube e usar simuladores. Mas cuidado para não perder o foco durante a navegação, combinado? 5. Fuja das distrações Por mais que existam benefícios ao estudar em casa, não podemos desconsiderar os malefícios. Sabemos que muitos estudantes ainda moram com os pais ou então dividem o local com colegas, além das outras distrações presentes no ambiente. Por exemplo, a sua televisão com Netflix está a um botão de distância para ser ligada ou seu celular carregado está em suas mãos. Sempre que possível, fuja das distrações. Procure deixar a televisão desligada sempre que possível e desative as notificações do celular. Coloque uma música relaxante no seu fone de ouvido e se concentre nos estudos, o que mais importa no momento. 6. Faça pausas durante os estudos Ainda que seja importante manter a atenção nos estudos, é essencial fazer pausas. O nosso cérebro tem

Esta é a primeira edição em que as provas da Unicamp de primeira e segunda fase ocorrerão no mesmo ano A prova da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) está diferente este ano. Para começar, estudantes que já prestaram o vestibular em outros anos e estavam acostumados a realizar a segunda fase em janeiro terão que se adaptar a um intervalo mais curto. Agora, a primeira e segunda fase acontecem ainda este ano, com uma brecha de pouco mais de um mês entre elas. Isso sem contar outros “obstáculos” no caminho: os candidatos que também fazem a Fuvest, que seleciona para a USP (Universidade de São Paulo), terão que encarar uma outra prova entre as duas fases da Unicamp. Com tanta mudança, será que é preciso recalcular a rota na hora de planejar os estudos? Anderson Bigon, diretor pedagógico da Oficina do Estudante de Campinas (SP), explica que quando as segundas fases eram apenas em janeiro, o estudante costumava priorizar o estudo para as primeiras fases até dezembro e iniciava o estudo para as segundas fases a partir de então. Com a mudança no calendário do vestibular Unicamp, o ideal agora é conciliar os estudos, treinando questões de múltipla escolha e questões dissertativas, de acordo com as provas que irá prestar. Confira abaixo algumas dicas de estudo considerando combinações entre o vestibular da Unicamp e outros. Para quem vai prestar Unicamp e Enem “Para quem vai prestar apenas Unicamp e Enem, por exemplo, a recomendação é focar em questões ‘tipo teste’ até a semana em que se encerra o segundo dia do Enem (20 de novembro). Depois, poderá iniciar o estudo só com questões dissertativas, podendo fazer uso das provas anteriores da segunda fase da Unicamp”, explica Bigon. Para quem vai prestar Unicamp, Enem e Fuvest Já para quem também vai prestar Fuvest, o foco é, mesmo após o Enem, conciliar o estudo com questões de múltipla escolha, para também se preparar para a primeira fase do vestibular da USP, que ocorre no início de dezembro. O estudo pode ser divido: Quando é hora de começar a revisão para as provas? A maioria dos cursos pré-vestibular iniciam o período de revisões agora, em outubro – ou seja, no mês anterior ao início dos principais vestibulares. Mesmo assim, a orientação do diretor é que os estudantes não fechem um período exato para revisar, mas passem a incluir, no dia a dia, a realização das provas anteriores, de 2018 a 2022. Assim, já se acostumam com o modelo das provas oficiais e, ao mesmo tempo, realizam uma revisão dos assuntos das questões que tenham errado. “Cabe ressaltar que revisar é importante, mas dificilmente o estudante conseguirá passar novamente por todos os conteúdos. Por isso, recomendamos que ele priorize as matérias que tenha maior dificuldade, baseado nos resultados dos simulados ou das provas anteriores.” Dicas para quem vai fazer a prova da Unicamp este ano Este texto é fruto de uma parceria entre o GUIA DO ESTUDANTE e o Redação Online, plataforma de correção de redações. Por meio dela, você envia suas redações e recebe as correções detalhadas, de acordo com cada competência, em até 3 dias úteis! Garanta aqui o seu pacote com 20% de desconto usando o cupom GUIADOESTUDANTE20.

O que pode cair na redação do Enem muita gente comenta. Mas você vai ver agora 20 temas de redação que não têm chance de cair no Enem 2022 – não perca tempo com eles! 1. Temas Enem: Consequências da burocracia no Brasil Lentidão de processos na Justiça, lentidão para abrir uma empresa… isso é que é a burocracia na prática. Jovens recém-saídos do ensino médio têm pouca ou nenhuma noção do que é a burocracia, pois nem começaram a trabalhar. Por isso não acreditamos que seja um possível tema do Enem. 2. O problema do roubo de cargas Embora seja um problema – e comum -, não consideramos que resulte em argumentação suficiente para 30 linhas na redação Enem. É tema mais adequado para a polícia. 3. Temas Enem: O impacto da crise de energia na Europa É um problema, claro que é. Mas é improvável que o Enem discuta temas de outros países. As chances desse tema cair na redação do Enem são mínimas. 4. A guerra na Ucrânia A guerra na Ucrânia também não seria um tema viável para o Enem, devido ao fato de não ser um problema interno brasileiro. Isso para não dizer que a solução não sairia da cabeça de um vestibulando… 5. Temas Enem: Os efeitos da globalização no Brasil Esse é um tema amplo demais – daria um livro – e dificilmente seria resolvido com uma proposta de intervenção, concorda? Além do que, é assunto para especialistas, como cientistas políticos, por exemplo. 6. O voto obrigatório no Brasil e seus efeitos Hoje o voto obrigatório é lei no Brasil, e lei não se discute, se cumpre. Nem se pensa em propostas de intervenção para leis. 7. Temas Enem: A persistência das crises políticas no Brasil Um tema como este é de discussão extremamente complicada. Seria mais adequado para cientistas políticos que para alunos do ensino médio. Além disso, como sabemos bem, qualquer debate nesse âmbito gera facilmente reações acaloradas, polarizadas demais. E se nem os políticos têm solução para isso, que dirá um aluno do ensino médio… 8. A aprovação da eutanásia no Brasil No Brasil a eutanásia não é permitida por lei, então não haveria por que a redação Enem levantar esse assunto. E soluções para situações que levantariam a hipótese da eutanásia são bem difíceis… 9. Temas Enem: Controle sobre a programação da TV Não é esse um tema bem delicado?! Faz lembrar a época da censura. Certamente o Enem não incluiria um tema assim na prova de redação – ele não deixaria espaço para se cogitar qualquer controle sobre a mídia. 10. Temas Enem: O populismo no Brasil e suas implicações Igualmente à discussão sobre crises políticas, este tema joga muita lenha na fogueira, e pode levar a críticas acirradas contra o governo atual ou os anteriores. O Enem não tem a intenção de provocar radicalismos na redação – a redação serve para que o aluno demonstre seu domínio da escrita e do raciocínio. 11. O papel da Polícia Federal na democracia brasileira Um tema super específico, sobre o qual os alunos do ensino médio não saberiam o que dizer. E quanto a propostas de intervenção, menos ainda. 12. A persistência de crimes sexuais no Brasil Este é um tema nefasto demais para uma redação de final de ensino médio, como é o Enem! Claro que é um problema, mas traria um certo ar depressivo à prova. 13. O drama do suicídio juvenil Outro tema pesado demais para uma redação. Não deixa de ser um problemão, e do qual os candidatos ao Enem estão por dentro, mas… deixemos para psiquiatras estudarem e tentarem resolver. 14. O fenômeno das modificações corporais extremas Você já deve ter ouvido falar de pessoas que alteram o rosto cirurgicamente para se parecerem com ídolos, não? Um psiquiatra falaria facilmente sobre o caso e ainda daria propostas de intervenção. Mas seria um tema improvável na prova do Enem, para quem acabou de terminar o ensino médio. 15. A especulação imobiliária e seus impactos nas cidades Acreditamos que esse tema não teria chance de ser usado pelo Enem, porque a especulação imobiliária ocorre especialmente nas metrópoles. Um tema assim deixaria alunos de cidades menores em desvantagem na argumentação, já que eles não estão familiarizados com dificuldades de moradia nas cidades grandes. Mas que é um problema é. 16. Normas trabalhistas e sua adaptação ao trabalho remoto A prova de redação do Enem é feita para o nível médio, já dissemos, e no nível médio poucos candidatos têm ideia das normas trabalhistas a ponto de discutir sobre elas. Esse é um assunto para advogados e juízes. 17. Cobrança de impostos para templos religiosos Veja aí um tema muito polêmico, que não apareceria numa redação do Enem! Nele haveria duas situações problemáticas: o candidato acabaria discutindo sobre a importância da religião, o que é muito arriscado; e não teria muito a falar sobre tributação de áreas e terrenos, nem soluções a dar. 18. Zoológicos: maus-tratos a animais ou local de lazer e aprendizado? Como muitas cidades brasileiras têm zoológicos, que inclusive são áreas de lazer, é estranho discutir se seria o caso de fechá-los, se estão maltratando animais. Ainda que seja uma discussão pertinente, não seria no âmbito do ensino médio, e sim no dos administradores públicos. 19. O problema do endividamento das famílias brasileiras Enquanto não se trabalha, não se tem a exata noção do que é uma dívida. E um candidato à prova de redação do Enem, sendo do nível do ensino médio e sem experiência no mercado de trabalho, não seria capaz de argumentar apropriadamente. Não acreditamos que esse tema caia na redação do Enem. Mas que é um problema, isso é. 20. A violência policial e suas consequências na população A polícia faz parte de nosso Estado Democratico de Direito, é absolutamente necessária. Portanto discutir a atuação dela não parece uma boa ideia. Os casos em que alguns membros da polícia agem de forma incorreta ficam a cargo da Justiça. Não faz sentido discutir

Boa notícia: já dá para empreender conservando o meio ambiente e respeitando a diversidade – é o empreendedorismo sustentável! Por isso, daqui a alguns anos você estará ingressando no mercado de trabalho… não vai esperar até lá para saber dos desafios para o empreendedorismo sustentável no Brasil, certo? Então, escreva uma dissertação argumentativa sobre o tema “desafios para o empreendedorismo sustentável no Brasil”, detalhando esses desafios e sugerindo propostas de intervenção. Ademais, planeje seu texto do jeito certo – tudo que você precisa está abaixo. TEXTO 1 O que é empreendedorismo sustentável? (…) para se tornar um empreendedor sustentável é necessário adotar algumas mudanças de hábito, como por exemplo, evitar desperdícios e investir em um consumo consciente. Além disso, a organização deve demonstrar uma atenção especial com pessoas que serão afetadas por suas atividades, sejam elas consumidores de seus produtos, colaboradores ou moradores da região. Por que colocar em prática? O mundo está passando por grandes mudanças ambientais e sociais. Então, é fundamental que empresas adotem, aos poucos, medidas que irão causar impacto positivo nessas áreas. Contudo, um estudo realizado pela agência de pesquisa Union+Webster, que foi divulgado pela Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), 87% dos brasileiros preferem adquirir produtos de empresas sustentáveis e 70% dizem que não se importam em pagar um pouco mais por este diferencial. Adaptado de https://digital.unesc.net/blog/empreendedorismo-sustentavel-o-que-e-e-por-que-coloca-lo-em-pratica TEXTO 2 (…) as principais características de um empreendedor de sucesso são: ser visionário, saber tomar decisões, fazer a diferença, saber explorar ao máximo as oportunidades, ser determinado e dinâmico, ser dedicado, ser otimista e apaixonado pelo que faz, ser independente e construir o próprio destino, acreditar que o dinheiro é consequência do sucesso do negócio, líderes e formadores de equipes, ser bem relacionados, planejar cada passo do negócio, ser sedentos pelo saber e aprender continuamente, assumem riscos calculados e utilizam seu capital intelectual para criar valor para a sociedade. Fonte: https://www.singep.org.br/5singep/resultado/538.pdf TEXTO 3 O caso 1 é um restaurante localizado na área rural, fundado e idealizado há 11 anos por dois sócios. Além do restaurante com capacidade para 250 pessoas, o empreendimento conta com vários atrativos de lazer junto à natureza, como: trilhas na mata, um centro naturista com tratamentos de saúde baseados na fitoterapia e na hidroterapia, passeios entre a horta e o pomar orgânico, lagos para pesca esportiva, interação com os animais da chácara, passeio de barco no lago e cavalgada. Além disso, tem um centro de reciclagem que visa à redução dos desperdícios e à geração de húmus para suas hortas e pomares. O entrevistado foi o dono e gestor do local, do sexo masculino, casado e com formação em direito. (…) A ideia de montar o empreendimento surgiu após o falecimento dos avós do empreendedor, de origem polonesa. A família desejava restaurar a casa de arquitetura típica, manter a culinária praticada pelos antepassados e preservar a extensa área verde. Ao longo dos anos, o restaurante foi crescendo e as atividades de lazer se expandindo. O proprietário atribui o sucesso ao “boca a boca”, pois os clientes iam recomendando o local para seus conhecidos, o que foi ampliando o número de clientes gradativamente. O entrevistado não possuía experiência anterior na função e relata: “aprendemos na prática mesmo, errando e acertando, sempre tentando fazer o nosso melhor”. Fonte: https://www.redalyc.org/journal/2610/261064316006/html/ Repertórios socioculturais relacionados ao tema “Desafios para o empreendedorismo sustentável no Brasil” notícia – a empresa mais sustentável do mundo é brasileira – veja aqui qual é ela. vídeo – o Sebrae criou este vídeo para explicar de forma bem didática o que é o empreendedorismo sustentável, confira! informativo – se você gostou do assunto e pretende ser um empreendedor sustentável, aqui vão 5 dicas de negócios. livro – se você já tem uma ideia para empreender de forma sustentável, o livro Empreendedorismo sustentável, de Cândido Vieira Borges Jr, dá o passo a passo parao seu sucesso. notícia – sabia que a ONU fez um documentário no Rio de Janeiro sobre a sustentabilidade nos negócios? veja aqui como foi. reportagem – 5 exemplos interessantíssimos de empreendimento sustentável na construção civil no Brasil. notícia – conheça o caso da engenheira que virou empreendedora sustentável. Escreva ainda hoje sua redação sobre os desafios para o empreendedorismo sustentável no Brasil – se cair na prova de redação do Enem, você vai nos agradecer muito! E não esqueça de enviar sua redação pra nossa equipe de corretores: vai ser devolvida rapidamente e com um super detalhamento! QUERO ENVIAR MINHA REDAÇÃO

Você já esteve escrevendo algum texto ou redação para alguma prova e acabou se deparando com alguma palavra que não sabia como escrever? Saiba que o motivo não é por conta da complexidade da palavra, por ser uma palavra grande ou então por não saber a acentuação, e sim por estar em dúvida da escrita, por exemplo as palavras mal e mau que possuem a mesma pronúncia, no entanto significados diferentes e, por isso, são palavras homófonas. Caso você tenha passado em algum momento por essa situação, saiba que isso é bem comum e que existe um motivo para isto. Nesse caso, trata-se das palavras homófonas, ou seja, termos semelhantes, como na pronúncia, mas também com significados e escrita diferentes. Então, pensando nisso, o Redação Online preparou este texto para você conhecer um pouco mais sobre essas palavras e apresentação de alguns exemplos para não ter mais dúvidas durante as provas. O que são palavras homófonas? Primeiramente, entende-se por palavras homófonas aquelas que possuem a mesma pronúncia, porém os significados e escritas são diferentes, isto é, isso estão relacionados a duas ou mais palavras que, quando pronunciadas, possuem sons idênticos, mas suas letras é que fazem a distinção em relação a sua forma de escrever e de significado. Assim, para ficar mais claro, esse é o famoso caso de quando algumas pessoas não sabem qual a forma correta de usar o mas ou mais em algumas frases, ou então o escrever a palavra “mal“, mas sem saber se correto é com L ou U. Além disso, observa-se que as dúvidas ocorrem justamente por essas palavras possuírem pronúncias iguais ou muito semelhantes e para conhecer mais exemplos desses termos, confira a nossa lista a seguir: Exemplos Aqui, você verá algumas das palavras que as pessoas possuem mais dúvidas no momento da construção de suas redações durante as provas e que pode ajudar nessas ocasiões. Confira abaixo os exemplos de palavras homófonas: Assento e acento Essa palavra aqui tem acento? (Refere-se a um sinal gráfico) Esse assento está ocupado? (Referindo-se a um local ou cadeira) Arrochar e arroxar Não vou conseguir me arrochar nessa roupa justa. (Apertar-se com força) Poxa, essa pancada vai arroxar o seu braço. (De se tornar na cor roxa) Alto e auto Você sempre foi alto assim? (Referindo-se a altura, ao comprimento) O artista fez um autorretrato (Nesse caso, refere-se a si mesmo) Cela ou sela Não consigo andar de cavalo sem sela. (Referindo-se a um assento acolchoado) Esse prisioneiro terá direito a uma cela individual. (Pequeno compartimento) Cerração e serração Cuidado, é perigoso dirigir com esta cerração. (Referente a uma neblina densa) Meu tio trabalha em uma serração. (Local de serrar madeiras) Concelho e conselho Sim, minha irmã mora no concelho do Porto. (Município) Escute bem o conselho que irei te dizer (Ideia ou sugestão) Conserto e concerto Nunca pude presenciar um concerto de ópera. (Referindo-se a um show musical) Sabe me dizer quanto custa o conserto do celular? (Para se referir a reparos) Ouve e houve Houve uma promoção no supermercado ontem. (Verbo “haver”) Meu avô já não ouve muito bem (Verbo “ouvir”) Mal e mau Socorro, a Isadora está passando mal (Antônimo de “bem”) Doutor, é muito mau o que está acontecendo? (Antônimo de “bom”) Dica: quando surgir a dúvida, lembre-se de trocar a palavra pelo seu antônimo; se fizer sentido, está correto o uso. Tachado e taxado O seu texto foi tachado pelas críticas (Referindo-se ao apontamento, no caso, os defeitos) Este imposto será taxado pelo governo (Referindo-se a tributar, ao tabelado). Com isso apresentamos aqui alguns dos principais erros que acontecem durante uma produção de texto ou então de uma redação de algum prova importante, como ENEM. Além disso, se você tem dúvidas quanto a regras de acentuação, saiba que possuímos em nosso blog um post em que falamos sobre quando acentuar as palavras. Ainda, você sabia que existem outros tipos de palavras em que são parecidas com as homófonas, porém com outras características? São as homógrafas e homônimas. Qual a diferença entre as palavras homófonas e homônimas? Previamente, antes que possamos explicar um pouco melhor sobre a diferença entre esses dois tipos, é importante nos atentarmos ao significado das palavras. Assim, com as explicações você não terá mais dúvidas na diferenciação entre elas. Observação 01: Entende- se que o prefixo homo, de origem grega e com significado de igual, semelhante. Então, o importante está na segunda parte, ou seja, o que difere elas. Observação 02: Lembre-se que –fonas, também vem do grego com o significado de som. No entanto, o –nimas, é de mesma origem e tem como significado para nome. Dessa forma, as palavras homófonas possuem uma mesma pronúncia, mas a escrita é diferente, assim como seu significado, por exemplo as palavras “conselho” e “concelho” ou “aço” e “asso”. Todavia, as palavras homônimas têm o mesma pronúncia, mas o significado e a escrita são diferentes. Como rio (verbo rir) e rio (o curso da água), ou então canto (de esquina, ponta) e canto (verbo cantar). Além dessas duas, temos também as palavras homógrafas, escritas de forma igual, porém a pronúncia e significado são diferentes, por exemplo, fábrica (substantivo) e fabrica (verbo). Dessa maneira, para ficar mais visível a explicação, veja a tabela abaixo para melhor exemplificar: Homófonas Observe que possui pronúncia igual, escrita e significados diferentes; Homônimas Ainda, observe que essa tipologia possui pronúncia e escrita iguais, significados diferentes; Homógrafas Por fim, observe que possui escrita igual, pronúncia e significados diferentes. Relações homófonas existentes A maioria das palavras possuem mínimos detalhes para mudar totalmente o sentido, pronúncia ou a escrita, além disso, existem algumas letras que podemos ver com mais clareza esses detalhes, no entanto são esses detalhes que podem te ajudar a lembrar durante os momentos de dúvida, certo? Então, veja com o Redação Online algumas relações entre as seguintes letras: “S” e “C”: Incerto: refere-se que não é algo certo / Inserto: refere-se que algo que foi inserido; Cegar: refere-se ao ato de deixa de ver / segar: refere-se a fazer cortes; Cento: refere-se a ideia centena, quantidade / Sento: refere-se ao verbo ‘sentar’. “S” e

Já houve um tempo em que o exame tinha “apenas” 63 questões. Você sabia dessas curiosidades do Enem? Porta de entrada para a maior parte das universidades públicas do Brasil, o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) é uma oportunidade sem igual para os estudantes. E eles sabem disso. Assim, neste ano, mais de 3,4 milhões de pessoas se inscreveram para o exame, que ocorre nos dias 13 e 20 de novembro. Embora muitos tenham na ponta da língua informações como o formato da prova, o número de questões e os temas de redação dos últimos anos, a história de como o Enem nasceu e se transformou nem sempre é recordada. Então, desde a sua primeira edição, em 1998, o exame mudou bastante. O formato atual da prova é bem diferente da primeira prova. Não apenas isso, mas boa parte dos próprios programas que hoje utilizam a nota no exame sequer existiam na época. Ficou curioso? Na lista abaixo, o professor Daniel Ferretto separou 3 curiosidades sobre a prova do Enem. Confira! Número de questões da prova quase triplicou No início, o exame tinha “somente” 63 questões e a redação, e também era aplicado em um único dia, com duração de 5 horas e meia. O INEP aplicou a prova inicialmente em apenas 164 municípios e a inscrição custava R$ 20. A partir de 2008, a prova passou a ter dois dias de aplicação e 180 questões, mais a redação. “E em 2017 ela passou a ser feita em dois fins de semana, para não deixar a prova cansativa”, relembra o professor. A prova é realmente uma maratona, assim como o próprio ano de estudos para o vestibular. Não precisamos nem dizer que é importante ter alguns cuidados com a saúde mental e a alimentação. Método de correção “anti-chute” A correção é feita a partir do método de Teoria de Resposta ao Item (TRI), que começou a ser utilizado em 2009 para comparações das provas de anos anteriores. “Esse método de avaliação é feito individualmente em cada questão, a partir do grau de dificuldade. As mais fáceis valem mais pontos e as mais complexas somam menos pontos no resultado final. Esse sistema ajuda a identificar se o candidato ‘chutou’ algumas questões, então é importante ficar atento”, alerta Ferretto. Por isso, dois estudantes que acertaram a mesma quantidade de questões no Enem podem ter notas diferentes. Neste texto aqui, te explicamos como funciona, na prática, o TRI. E, claro, aprenda também como dar um chute mais certeiro quando não souber uma resposta clicando aqui. Enem já serviu para tirar o diploma do Ensino Médio Entre 2009 e 2016, pessoas que, por qualquer motivo, não tivessem concluído o Ensino Médio, poderiam realizar a prova como meio de obter um certificado de conclusão. A mudança ocorreu em 2017, quando o Encceja passou a ser o exame destinado a essa função. “Desde 2017, só é possível conseguir o diploma de pessoas que não concluíram o Ensino Médio por meio do Exame Nacional para Certificação de Competência de Jovens e Adultos (Encceja)”, esclarece o professor. Aqui no GUIA DO ESTUDANTE, temos uma série de conteúdos que te ajudam a garantir uma boa nota no Encceja e ajudamos em várias curiosidades do Enem, como quais conteúdos estudar, o que pode zerar a redação e como funciona a certificação parcial. Este texto é fruto de uma parceria entre o Guia do Estudante e o Redação Online, plataforma de correção de redações. Clicando aqui é possível acessar os planos de correção disponíveis. Além disso, utilize o cupom GUIADOESTUDANTE20 e ganhe 20% de desconto. QUERO ASSINAR MEU PLANO

Quando o assunto são tipos e gêneros textuais, é normal se confundir um pouco e até achar complicado demais. Porém, com as informações corretas fica muito mais fácil entender esse elemento tão importante durante toda a nossa formação educacional. Uma das razões que gera desentendimento entre os estudantes é a falta de clareza sobre a diferença entre gênero e tipo textual e quais são os seus detalhes e características. Podemos passar por anos na escola, e até mesmo na universidade, sem saber fazer a distinção correta entre as duas modalidades que se permeiam. Pois, por serem partes integrantes entre si, são comumente, e erroneamente, tratadas como a mesma coisa. E pensando nisso, nossa equipe do Redação Online preparou um pequeno guia que irá ajudar na compreensão desse tópico tão temido entre a maioria dos alunos, principalmente os que estão estudando para o ENEM e vestibulares. Continue lendo para se preparar para qualquer prova e ainda dominar o assunto de uma vez por todas. Tipos de redação e suas principais características Para entender bem sobre redação primeiro é necessário que se compreenda o que são tipos e gêneros textuais. Isso acontece, porque a tipologia textual trata especificamente sobre os constructos teóricos definidos por atributos linguísticos específicos, como os aspectos lexicais, o tempo verbal, a sintaxe e mais. Esses agentes constituintes da produção possuem e são formados, então, por características e sequências linguísticas presentes na grande maioria dos textos produzidos na sociedade. Portanto, para nos aprofundarmos nas exigências das provas de concursos públicos, vestibulares e ENEM, é necessário entender um pouco sobre o funcionamento de cada parte do desenvolvimento da sua escrita. Conheça, de forma resumida, cada tipo e sua função. descritivo: um processo estático, que dá detalhes, caracteriza e faz uma descrição sobre quaisquer situações e cenários, imaginárias ou não. A caracterização de algo ou alguém; narrativo: uma sequência temporal, um recorte geralmente fictício, que envolve acontecimentos de um personagem, narrados por uma figura de narrador. Que pode ser parte da história, ou não; expositivo: quando se fala sobre determinado assunto, explicando como esse fenômeno acontece ou “funciona”; argumentativo ou dissertativo-argumentativo: recurso que é utilizado quando queremos defender e fundamentar nossa ideia ou ponto de vista, com a intenção de persuadir o outro a concordar com um posicionamento específico; injuntivo: os textos dessa categoria, também conhecidos como instrucionais, são feitos com a intenção de instruir alguém a praticar uma ação. Agora que você já sabe um pouco mais sobre as tipologias apresentadas pelos estudiosos da língua e do discurso, fica mais perceptível e fácil de reconhecer e seguir os comandos presentes nas questões e temas de redação. Tipos e gêneros de redação mais comuns em provas e vestibulares Agora que estabelecemos a diferença entre os conceitos e como tratá-los da maneira correta, vamos conhecer um pouco mais sobre os gêneros textuais mais comuns quando o assunto é produção textual. Eles são simples de entender e possuem estruturas fáceis de aplicar, basta saber identificá-los com base nos seus elementos. Uma informação de enorme importância é que um gênero pode conter mais de um tipo textual. Por exemplo, manuais de montagem de móveis possuem uma lista contendo as peças (texto do tipo descritivo) e as instruções de como fazer a montagem (texto do tipo injuntivo). Por isso, sempre preste atenção nos elementos necessários na hora de produzir um texto específico. Veja quais são as produções mais requisitadas pelas bancas em ordem de prevalência. 1. Tipo Narrativo Dentro dessa categoria estão todas as produções que seguem o padrão: personagem – ação – tempo – espaço. A ação é performada pelos personagens que, por sua vez, estão inseridos em um tempo e espaço específicos. A narrativa conta uma história, geralmente fictícia, através do seu elemento principal, o narrador, que pode fazer parte dos acontecimentos ou não. Essa construção é a mais comum e recorrente entre as estruturas textuais, tanto na forma oral, quanto na forma. Por conta disso, muitos gêneros textuais possuem os elementos da tipologia narrativa, como: a crônica, contos, fábulas, romances, lendas. Em vestibulares, concursos e provas o mais esperado é que a crônica seja abordada como proposta de produção. Portanto, lembre-se de que a estrutura básica é marcada por: introdução, desenvolvimento, clímax e conclusão ou desfecho. Seus narradores podem em primeira pessoa (o narrador vive a história) ou em terceira pessoa (quando o narrador é apenas um espectador). 2. Texto dissertativo ou dissertativo-argumentativo Os textos dissertativos são caracterizados pela apresentação de temas ou assuntos, com o posicionamento e estruturação de argumentação, exemplos e dados consistentes. É muito importante ressaltar que toda argumentação, para que seja válida, deve conter dados, pesquisas e informações devidamente confirmadas. Nada de achismos e ideias sem comprovação. Sua estrutura deve se organizar em torno de uma estratégia de persuasão sobre o posicionamento proposto no texto. Portanto, os elementos presentes, devem ser: exposição inicial do tema; posicionamento da ideia que criará a base da argumentação; problematização e exposição dos argumentos relacionados ao tema; resolução da discussão; conclusão e pontuações finais. Os gêneros textuais dissertativos mais comuns são os artigos de opinião, teses e dissertações acadêmicas, editoriais jornalísticos, etc. 3. Texto injuntivo Com foco em fornecer instruções, o tipo injuntivo procura instruir e guiar o leitor na realização de determinadas ações. A linguagem, por conta disso, é mais voltada ao modo imperativo, indicando a pedido ou ordem de forma clara e objetiva, sem marcas de pessoalidade e com frases e tópicos menores, facilitando a compreensão. Em razão disso, é comum encontrar gêneros que mesclam o tipo expositivo ou dissertativo para apresentar ou defender um posicionamento para, depois, realizar uma solicitação ou instrução. Seus exemplos mais comuns são: instruções em geral, receitas médicas ou de cozinha, manuais, textos de orientação, etc. 4. Texto Expositivo Assim como o próprio nome sugere, a exposição de informações e saberes é o foco da exposição. Contudo, diferentemente da dissertação e argumentação, seu único objetivo é apresentar ideias, conceitos e conhecimentos sobre tópicos e temas, de forma organizada e que faça sentido. Para que a

Pôr título na redação pode ser demorado se você não for muito criativo… Mas será que precisa colocar título na redação do Enem? Continue lendo para saber. Até o momento em que escrevemos este artigo, o Enem não exigia título. Sendo assim, você não corre o risco de perder pontos se não incluir título. De qualquer forma, leia com atenção a cartilha do Enem e as instruções no dia da prova, porque isso pode mudar de repente. Mas para uma redação mais caprichada, um título ajuda. Além do mais, outros vestibulares podem exigir título, é bom saber fazer um título perfeito. Qual o lugar certo do título no Enem? A folha onde você fará sua redação tem 30 linhas, dentro de uma moldura. Seu título deve estar na linha 1 e automaticamente dentro da moldura. Precisa pular linha depois do título da redação? Se você pôs título na redação do Enem, não pule linha entre ele e a introdução. É que essa linha poderá fazer falta no final. Precisa sublinhar o título na redação Enem? Não se sublinha título. O importante é que você o centralize. Se ele ficar encostado à margem esquerda, pode ser considerado um parágrafo para o corretor! Devo usar aspas no título da redação enem? Depende. O título é como qualquer frase da sua redação, então só use aspas se for o caso de usar aspas. Lembre-se que aspas não são holofotes, não servem para destacar nada. Elas indicam um segundo sentido da palavra. Por exemplo, se você escrever um título como “Trabalho digno” a impressão é que a redação ironizará alguma atividade que parece trabalho, mas não é. O título é escrito com letras maiúsculas? Título é uma frase como qualquer outra, então você deverá usar letra maiúscula só o começo da frase e em substantivos próprios. Não escreva o título em “caixa alta”, que se usa às vezes na internet. Posso usar qualquer pontuação no título? Pode, é uma frase como qualquer outra, pode usar qualquer pontuação. A única exceção é que não se usa ponto final no título. Qual o tamanho certo do título do enem? Se você quiser incluir título no enem, sempre reduza ao mínimo que puder a frase. Por exemplo, em vez de As pessoas precisam aprender a se comunicar melhor você poderia escrever Precisamos nos entender É mais impactante! Tente eliminar artigos e transforme duas ou três palavras num termo único. É melhor escrever o título antes ou depois do rascunho? Escreva depois, é mais seguro. Se você escrever antes, poderá ficar fixado nele, o que vai atrapalhar sua argumentação. O tema tem que aparecer no título da redação Enem? Não, o título não precisa nem lembrar o tema mas tem que estar relacionado com seu texto, como você vai ver a seguir. Tipos de título Na hora de escrever seu título, nossa sugestão é que você escreva uns 3 títulos de tipos diferentes, e escolha o melhor. Não é bom ficar parado olhando para a folha, tentando fazer um título único que seja perfeito. Estes tipos vão ajudar: 1. Trecho da sua redação Claro, você já deve ter usado um trecho da sua redação como título – a maioria dos alunos faz isso. É só olhar o texto pronto e extrair dele um trecho que possa carregar o sentido do texto todo. 2. Trocadilhos Imagine uma redação sobre o desmatamento da Amazônia. Ela poderia ter um título assim: A raiz do problema Captou a brincadeira semântica? 3. Simples afirmação Uma redação que disserte sobre como solucionar o tráfico de drogas no Brasil poderia ser assim: O problema do tráfico no Brasil Não é super criativo, mas é um título rápido e fácil de fazer. 4. Exclamação Um título com exclamação é cheio de emoção! O importante é a inclusão em sala de aula! Fica perfeito numa redação sobre a importância de ajudar colegas com alguma dificuldade física ou cognitiva na escola. 5. Interrogação Suponhamos que sua redação fale das causas de o ensino no Brasil ainda ser, no geral, de má qualidade. Que tal este título: De quem é a culpa da má qualidade no ensino? A interrogação tem a vantagem dupla de ser fácil de fazer e atraente, porque deixa o leitor curioso. Apenas lembre-se de responder o título na redação, ok? 6. Palavras que não evidenciam o tema Este é o tipo de título que dá mais trabalho ao candidato. Recentemente vimos uma redação com o título Pais e filhos Olhando assim ninguém podia imaginar, mas a redação era sobre os heróis criados pela mídia! Só lendo mesmo a redação para entender o título… 7. Palavra única Uma redação, por exemplo, que argumente sobre a busca pela aparência pelas redes sociais poderia ter um título assim: Máscaras Mais que suficiente para transmitir a ideia, não é? 9. Citação Olha que lugar interessante para incluir uma citação que tenha tudo a ver com sua redação: o título! Não mencione autor nenhum nessa hora, basta escrever a frase em si, entre aspas (porque a frase tem autoria conhecida), e pronto! Veja esta frase de Platão: “A pressa gera o erro em todas as coisas” Serviria para uma redação sobre atitudes apressadas tomadas por gestores públicos, por exemplo. Aqui também entram os provérbios e ditos populares. Um título como A corda sempre arrebenta do lado mais fraco Poderia iniciar uma redação sobre as consequências da inflação sobre a população brasileira. Mas para provérbios e ditos populares não é obrigatório usar aspas, já que são frases de domínio público – não se conhece a autoria! 10. Uso de dois-pontos Este é um dos tipos de título mais rápidos de fazer, e também dos que ficam mais atraentes. Você pode usar dois-pontos assim: Educação: palavras e atitudes Esse fica bem numa redação

Você voltou a ter contatos sociais depois da pandemia? Isso não está sendo fácil para muita gente, por isso queremos conversar sobre a importância do estímulo à socialização entre jovens! Aliás, esse é o tema de redação desta semana. Então, escreva uma dissertação argumentativa sobre “A importância do estímulo à socialização entre jovens”. Além disso, estamos deixando abaixo textos muito interessantes para ajudá-lo. Alguns vão deixar você perplexo… TEXTO 1 Jovens adultos mais atingidos pela solidão durante a pandemia Nos resultados recentemente divulgados de um estudo realizado em outubro passado por pesquisadores do Making Caring Common, (…) 61% das pessoas de 18 a 25 anos relataram níveis elevados de solidão. “Fiquei surpreso com o grau de solidão entre os jovens”*, disse Richard Weissbourd, psicólogo e professor sênior da Harvard Graduate School of Education (HGSE), que ajudou a liderar a pesquisa. “Se você olhar para outros estudos sobre idosos, suas taxas de solidão são altas, mas não parecem ser tão altas quanto para os jovens.” Além disso, a estatística inquietante é ainda mais preocupante quando combinada com os dados de junho dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças, mostrando que 63% dos jovens relataram sintomas substanciais de ansiedade e depressão. “É um grupo com o qual estamos realmente preocupados”, disse Weissbourd, que suspeita que vários fatores estejam em ação. Traduzido livremente de https://news.harvard.edu/gazette/story/2021/02/young-adults-teens-loneliness-mental-health-coronavirus-covid-pandemic/ TEXTO 2 “Preso” em casa: o hikikomori é um transtorno marcado por isolamento grave Hikikomori é um transtorno mental marcado por isolamento social grave, físico e interpessoal, que dura ao menos seis meses. Em 1998, o psicólogo Tamaki Saito comparou o comportamento ao de uma “adolescência prolongada” e cunhou o termo hikikomori no livro Isolamento social: uma adolescência sem fim. (…) Para quem convive com o problema, o quarto vira o próprio mundo. Evidências preliminares mostram alguns padrões associados — ainda não se pode falar de uma causa exata. Destaque para o gaming e tempo de internet excessivo, vício em pornografia (na tentativa de suprir a ausência de conexões reais), amizades e laços sociais quase exclusivamente virtuais, procrastinação e falta de ocupação, seja trabalho, seja estudo. A solidão é uma das queixas mais comuns entre os pacientes. Ademais, segundo o psiquiatra Thiago Henrique Roza, estudioso da área, nas formas mais severas, a pessoa é sedentária a ponto de não sair nem para ir à cozinha de casa. Não faz atividades básicas do lar. Não sabe lavar a louça, não consegue ir ao mercado sozinho. Além disso, o especialista explica que o ambiente familiar é uma das maiores vulnerabilidades. “As famílias se acomodam com a situação do ‘menino de 40 anos’ que mora no quarto”, diz. Fonte: https://www.correiobraziliense.com.br/revista-do-correio/2022/06/5015338-o-transtorno-mental-hikikomori-e-uma-sindrome-marcada-pelo-isolamento-social.html#:~:text=Hikikomori%20%C3%A9%20um%20transtorno%20mental,social%3A%20uma%20adolesc%C3%AAncia%20sem%20fim. (Adaptado) TEXTO 3 Por que a geração Z está namorando menos? (…) Segundo as recentes pesquisas geracionais, o contato com o smartphone é o principal fator motivador do fenômeno. O excessivo acesso às redes sociais on-line deflagrou um analfabetismo emocional, sem precedentes, entre os mais jovens, que não sabem estabelecer relações concretas presenciais. Isso pode ser exemplificado pela prática virtual tão comum do “ghostin” (quando um cônjuge virtual desaparece do nada como um fantasma, sem deixar nenhuma informação ou explicação ao seu parceiro). Além disso, para bem ou para mal, a queda do namoro tem repercutido na formação da nova geração de jovens. Conceitos tradicionais como noivado, casamento, família tradicional e criação de filhos, serão profundamente alterados – se não extinguidos – nos próximos anos. O namoro que surgiu como uma expressão cultural moderna já está com os dias contados…. Fonte: https://webcache.googleusercontent.com/search?q=cache:5Ss2Gd5Lj3wJ:https://veja.abril.com.br/coluna/matheus-leitao/por-que-a-geracao-z-esta-namorando-menos/&cd=4&hl=pt-BR&ct=clnk&gl=br TEXTO 4 Atrofia social desencadeia sofrimento em adolescentes Quando um adolescente é privado, por alguma razão, do ciclo de amigos e da ampliação de suas relações, ele sofre. Sofre de solidão, sofre por não se ver como parte de um grupo social que extrapola as paredes de casa. Também sofre porque não tem ninguém para dividir suas angústias e o diálogo interminável consigo mesmo começa a corroer. Sofre porque ele passa a se questionar em excesso e não tem quem dê aquele chacoalhão de “ouh, se liga! Não tem nada disso”. Além disso, amizades e a ampliação social das relações são fundamentais para que o adolescente enfrente o período de desenvolvimento psico-emocional com boa saúde. Além disso, adolescentes precisam de ambientes saudáveis, assim como as crianças. Mas, o estudo realizado pela Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE), em parceria com Ministério da Saúde e o apoio do Ministério da Educação e divulgado pelo IBGE, revela números preocupantes. Ademais, segundo pesquisa recente divulgada pelo IBGE, a maioria das pessoas que acessam a internet têm entre 20 e 24 anos e utilizam da ferramenta para enviar mensagens e usar redes sociais. Fonte: https://emais.estadao.com.br/blogs/kids/atrofia-social-desencadeia-sofrimento-em-adolescentes/ (Adaptado) Repertórios socioculturais relacionados ao tema “A importância do estímulo à socialização entre jovens” vídeo – será que o jovem que não se socializa é mais inteligente? ou é mais chato? o professor Pondé responde. fatos científicos – uma médica conta neste artigo o que acontece com o corpo do jovem que evita se socializar. reportagem – veja os tristes relatos de jovens que estão com dificuldade de se socializar. livro – Hikikomori – A Vida Enclausurada Nas Redes Sociais foi escrito por Cecilia Saito et alii, e conta sobre a triste vida de jovens sem socialização, fenômeno que infelizmente está se espalhando pelo mundo. opinião – no site do Dr. Drauzio Varella encontramos este artigo sobre o que pode acontecer com os jovens que não se socializam. vídeo – entenda o que os psiquiatras chamam de “síndrome da gaiola”, ocorrida depois da pandemia da covid-19. Que tema perturbador esse da importância do estímulo à socialização entre jovens, não é? Então, capriche na argumentação e envie sua redação para nossos corretores – vale a pena! QUERO ENVIAR MINHA REDAÇÃO

Não se engane: não é só você que tem medo de encarar o dia da prova! Por isso trouxemos os medos dos vestibulandos! Tem alguns medos que só quem é ou já foi vestibulando já vivenciou. O temor de não obter a aprovação e precisar passar por mais um ano de estudos. A pressão dos pais para escolher uma carreira que não te agrada. Ou até mesmo a própria indecisão sobre qual caminho profissional seguir. Deixa a gente te contar uma coisa: todos estes medos são absolutamente normais! Isso não quer dizer, no entanto, que os estudantes são obrigados a sofrer e conviver com todos eles. É possível encontrar maneiras de driblar cada um destes fantasmas, e quem afirma é a coordenadora de Orientação Educacional do Poliedro Curso. Conversamos com Maria Pereira para listar os maiores medos dos vestibulandos como superá-los. O medo de não passar no vestibular Segundo a especialista, é normal o estudante ter medo de obter a aprovação enquanto se prepara para os vestibulares, isso se torna um dos maiores medos dos vestibulandos. Principalmente, quando a concorrência é grande e o desempenho exigido é alto. Para lidar com esse receio, Pereira orienta que o candidato se informe sobre as principais características da prova, analisando quais conteúdos podem ser cobrados e qual o modelo de prova exigido (objetiva, dissertativa…). Organizar um cronograma de estudo também será essencial, para que consiga dar conta de estudar o necessário até a data do exame. E fazer simulados e resolver provas antigas será importante para treinar estratégias de provas, aproveitamento do tempo, resistência para ficar horas concentrado e para conhecer os momentos de maior ansiedade, por exemplo. “Esse preparo, por si só, pode trazer grande tranquilidade ao vestibulando, que conhecerá o que deverá ser enfrentado. Contudo, ainda que bem preparado, o medo pode continuar a ser grande e atrapalhar bastante. Nesse caso, é importante que o estudante tenha apoio da família, dos amigos e dos profissionais e ao seu redor– professores, coordenadores e orientadores”, explica Pereira. + A autossabotagem em ano de vestibular Insegurança em relação ao curso escolhido Quando aparece uma dúvida em relação ao curso escolhido, é importante procurar reconhecer quais são as razões da insegurança. Por exemplo: “Às vezes, a dúvida aparece, pois o estudante ainda não tinha realmente avaliado a escolha com mais cuidado; outras vezes, acontece algo que o faz perceber e refletir sobre aspectos antes não considerados. Ou ele conhece novas possibilidades, novos interesses. Seja o que for, será importante que se dedique a pensar sobre o assunto, que reconheça o que está em questão, que organize as ideias, e que busque informações.” Algumas dicas são pesquisar mais sobre a carreira, ver sites e vídeos no YouTube; conversar com profissionais e estudantes da área de interesse; ou participar de workshops, aulas experimentais e feiras de profissões. Ansiedade em relação ao dia da prova O ideal, segundo a orientadora, é cuidar da ansiedade ao longo de todo o preparo para os vestibulares. Alguns cuidados: Programar momentos de descanso e lazer, fazer atividade física, terapia, praticar meditação e relaxamento. Existem técnicas de respiração que ajudam a acalmar e podem ser praticadas no dia a dia. O importante é ter em mente que outros vestibulandos estão passando pela mesma situação e a apreensão faz parte dessa fase. Mas caso você sinta que a ansiedade está afetando o seu cotidiano, procure ajuda profissional. Cobrança dos pais Existem vestibulandos que se sentem pressionados pela cobrança dos pais, e isso acaba de se tornando um dos medos dos vestibulandos. Nesse caso, é preciso compreender quais são as razões das cobranças. Por exemplo, será que os pais têm noção da realidade do vestibular para o curso escolhido? Caso não tenham, é importante informar. “Será que acreditam que cobrar é uma forma de ajudar? Será que reproduzem a mesma forma com que foram criados? Ou que estão descontando outras questões no vestibulando? Podem ser muitas razões. Pode ser, até, que o próprio estudante não esteja percebendo que está com uma postura inadequada em relação a seu preparo.” Então, é interessante compreender o contexto para se posicionar da melhor maneira possível. Indecisão sobre qual faculdade escolher A escolha da faculdade exige busca de informações. “Se o estudante não sabe o que escolher, deve pesquisar as possibilidade e ler um pouco sobre cada uma. Ao fazer isto, deve selecionar quais interessam mais; quais, menos. Reconhecendo, assim, interesses e prioridades. Depois, vai se dedicando mais à pesquisa daquelas que interessaram mais”, explica a orientadora. É importante se informar, por exemplo, sobre os diferenciais de cada universidade, os programas de extensão, as possibilidades de pesquisa, intercâmbio, coletivos, esportes e atividades culturais. Além disso, vale procurar rankings de educação e conversar com profissionais da área para ver como a instituição está posicionada no mercado de trabalho. Este texto é fruto de uma parceria entre o Guia do Estudante e o Redação Online, plataforma de correção de redações. Clicando aqui é possível acessar os planos de correção disponíveis. Utilize o cupom GUIADOESTUDANTE20 e ganhe 20% de desconto.