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A desvalorização das profissões é uma realidade. Conheça conteúdos pertinentes para escrever uma redação sobre esse tema! Os tempos atuais mudaram nossos modos de consumir, de nos divertirmos e até de trabalharmos. Por um lado, muitas facilidades ficaram disponíveis a um clique. Por outro, é cada vez mais presente uma desvalorização de determinadas profissões. Além disso, a possibilidade de trabalhar para aplicativos de entregas, por exemplo, tem levado muitas pessoas para a informalidade. Então, é sobre isso que você precisa refletir para escrever sobre o tema da semana: “Uberização do trabalho e precarização profissional“. “Mas e não sei nada sobre o assunto”! Calma! Nós, como sempre, trouxemos alguns conteúdos que você poderá assistir, ler ou ouvir antes de pensar no seu projeto de texto. O repertório sociocultural é um critério importante da avaliação da competência 2. Portanto, é superimportante que você invista um tempinho na pesquisa para não fugir do tema. Pronto? Então vamos lá! Boa leitura! Documentário: GIG – A Uberização do Trabalho https://youtu.be/gbSaTJ_7Zfk Este documentário, produzido em 2019, mostra que, com o crescimento do trabalho mediado por aplicativos e plataformas digitais no mundo todo, o avanço da chamada “gig economy”, conhecida no Brasil por “uberização”, passou a despertar debates sobre a precarização e a intensificação do trabalho numa sociedade cada vez mais conectada. Você certamente ficará bem informado com esse material, portanto, assista! Filme: Você não estava aqui (drama, 2019) Será que posso adquirir repertório e ao mesmo tempo me entreter? MAS É CLARO QUE SIM. A ficção sempre nos faz pensar sobre aspectos da realidade. Assim, ver filmes e séries ajuda muito e pode ser um repertório muito rico na sua redação. Então, hoje a dica é “Você não estava aqui”. Nesse filme, é contada a história de Ricky e sua família, que lutam para pagar as contas após serem afetados pela crise econômica de 2008. Assim, Ricky vislumbra a possibilidade de recuperar o controle de sua vida financeira abrindo um negócio como motorista de entregas. Além disso, sua mulher Abby (Debbie Honeywood) atua como autônoma cuidadora de idosos. Porém, o excesso de trabalho os deixa com menos tempo para se dedicarem aos filhos Seb (Rhys Stone) e Liza (Katie Proctor). Desse modo, a família fica prestes a desmoronar. MAS SEM SPOILER! Confira e descubra o que acontece! De acordo com o diretor do filme, Ken Loach, sua intenção era mostrar a exploração do trabalhador moderno. Porém, é importante também ficarmos atentos para as consequências desse modo de “ganhar a vida”, que acaba trazendo precariedade às relações pessoais e sociais. Live: Uberização, indústria digital e trabalho 4.0 | Ricardo Antunes, Paulo Galo e Luci Praun Está com tempo? Assista a esta live de lançamento do livro “UBERIZAÇÃO, INDÚSTRIA DIGITAL E TRABALHO 4.0”. Nela, o organizador da obra, o sociólogo Ricardo Antunes, comenta os artigos que a compõe e traz um importante debate sobre as condições de trabalho no mundo governado pelo digital. Então, assista, anote, e, se possível, leia o livro! Vídeo: Trabalhar com aplicativo: liberdade ou precarização? | Papo Rápido | Papo de Segunda Se ainda não entendeu bem sobre o que você precisa refletir em sua redação, assista a este “papo rápido” entre os integrantes do programa “Papo de Segunda”. Certamente, uma das grandes questões é se esse modo de trabalho representa o que veremos no futuro. Será que é positivo um sistema em que grande parte das pessoas “trabalham por conta própria”? Quais as consequências disso para todos? Essa reflexão pode ajudá-lo a determinar seu ponto de vista sobre o tema. Portanto, pense sobre isso! Podcast: Trabalheira #2: O que Henry Ford diria da Uber? Além de tratar da questão da nova forma de viver no mundo do trabalho, possibilitada pelos aplicativos, esse podcast traz um panorama histórico sobre esse tipo de relação e sobre os meios de produção. Aproveite e já relembre alguns conteúdos de Sociologia! Artigo: Uberização do trabalho e acumulação capitalista Para finalizar, leia o artigo de David Silva Franco e Deise Luiza da Silva Ferraz sobre tema. Nele, você saber mais sobre a “economia do compartilhamento” e como essas nova postura tem fundamento no capitalismo e acaba alterando as relações de trabalho. Além disso, mostra como a categoria “trabalhador” entra num sistema em que ele acaba sendo responsável por gerir os meios de produção. Assim, ele beira a gestão, porém o que se tem como reflexo é uma forma de trabalho precarizada. MAS NÃO PARE POR AQUI! Pesquise mais, veja vídeos relacionados no Youtube, procure mais artigos e reportagens sobre o assunto. Assim você conseguirá defender a sua tese com mais propriedade. LEMBRE-SE: é importante ouvir os dois lados, portanto, não fuja de artigos ou vídeos que por acaso divirjam da sua visão sobre o assunto! De fato, quanto mais informações, mais você poderá falar sobre o tema! Agora, #partiu escrever a redação? Após isso, não se esqueça de enviar em nossa plataforma para receber a correção em até 3 dias úteis, hein?

Confira os textos motivadores a seguir e escreva uma redação sobre a “Uberização do trabalho e precarização profissional”. Leia os textos motivadores a seguir. Assim, com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo sobre o tema “Uberização do trabalho e precarização profissional”. Use a modalidade escrita formal da língua portuguesa e apresente proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Então, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista. TEXTO 1 Fonte: Cesforma TEXTO 2 Com um simples clicar de botão, os softwares direcionam a oferta e demanda mercadológica, guiando motoristas e entregadores de aplicativos para quem requisita seus serviços. Desenvolvidos sob um novo espectro funcional, estabelecem novas relações de trabalho e modificam a ideia de chefe e empregado. O termo uberização foi cunhado para caracterizar essa nova forma de gerenciamento e organização do trabalho. Embora o nome remeta a uma empresa, expõe uma tendência que perpassa o mundo do trabalho e que, de forma global, vem atingindo diversas ocupações. Para além das recentes ferramentas digitais, esse processo é remanescente de décadas de flexibilização trabalhista e vem, cada vez mais, tomando espaço. A pesquisadora Ludmila Costhek Abílio, doutora em Ciências Sociais pela Unicamp, explica que o cerne dessa nova forma está na possibilidade de transformar o trabalhador em um nanoempreendedor de si próprio. “Esse nanogerente passa a estar desprovido de qualquer direito, proteção ou garantia. Ao mesmo tempo, ele passa a arcar com uma série de riscos dessa atividade”, ressalta. Fonte: ufrgs br TEXTO 3 Resumidamente, o que é a “uberização”? Em três aspectos, a uberização é uma nova maneira de gerenciamento, controle e organização do trabalho. O trabalhador não é mais um empregado. E apesar de trabalhar a hora que quiser, há a criação de um trabalhador informal que é vigiado por algoritmos. Ou seja: você pode mapear o trabalho de 200 mil motoboys, distribuí-los no espaço e determinar o valor do trabalho. A uberização é um processo de formalizar monopólios e informalizar. Ao mesmo tempo, são formados monopólios de empresas que possuem todo esse poder nas mãos e de trabalhadores cada vez mais informais. Fonte: uol TEXTO 4 As novas regras sobre a retirada dos direitos trabalhistas estão para serem aprovadas em breve. Mas elas não são as únicas que precarizam as relações de trabalho no Brasil. Em várias profissões, a graduação, ou seja fazer uma faculdade em 4 anos, e até ter uma pós-graduação já não quer dizer muita coisa no mercado. Muitas vezes contratar uma pessoa não formada, preparada apenas em treinamentos básicos para desempenhar funções de quem foi atrás da academia, pagando um salário mísero, é muito mais lucrativo para empresas, órgãos do terceiro setor ou até mesmo pelos governos cada vez mais focados em destruir a máquina pública. E atenção: isso não é uma teoria. É uma prática real, tão ou mais comum do que pensamos. Porém, desqualificar tanto assim as profissões pode sair muito caro no médio e longo prazo. Os serviços precarizados podem gerar uma economia aparente, mas a falta da qualificação profissional e os péssimos salários podem fazer com que processos judiciais se multipliquem e o prejuízo social seja cada vez mais evidente. Assim, a sobrecarga de funções em profissionais não qualificados pode gerar um efeito de insatisfação coletiva e a insegurança jurídica e até física se fará presente em todos os setores do mercado de trabalho. Mas o que quero dizer com isso? Que num futuro próximo, tanto as profissões qualificadas como as profissões que não exigirão qualificação profissional serão niveladas por baixo, e o Brasil deixará de ter técnicos competentes, para ter uma imensa massa de agentes operacionais. Portanto, se nada for feito, na próxima década teremos a geração de atendentes, que poderiam ser cientistas, médic@s, enfermeir@s, professores, assistentes sociais, psicólog@s, advogad@s, etc. , mas que mesmo formad@s infelizmente estarão do outro lado do balcão da lanchonete, oferecendo a oferta do sanduíche do dia. Fonte: contrapontosocial TEXTO 5 A taxa de desemprego ficou estável no trimestre encerrado em novembro, em 14,1%, mantendo-se no patamar recorde de 14 milhões de pessoas, segundo dados da Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), divulgados nesta quinta (28) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). A população ocupada aumentou 4,7% nos três meses até novembro e chegou a 85,6 milhões de pessoas, um incremento de 3,9 milhões ante o trimestre anterior. Esse avanço é o maior de toda a série histórica, segundo a analista da Pnad, Adriana Beringuy. O crescimento foi puxado principalmente pela informalidade, que está em 39,1%. […] Entre os informais, o número de trabalhadores sem carteira assinada cresceu 11,2% no trimestre e chegou a 9,7 milhões de pessoas. Somadas todas as categorias de informais, que incluem os domésticos, trabalhadores por conta própria sem CNPJ e os familiares, 33,5 milhões de pessoas estão na informalidade. Fonte: folha uol Confira agora uma lista de repertórios para o tema “Uberização do trabalho e precarização profissional”! Após escrever a sua redação, envie em nossa plataforma e receba a correção em até 3 dias úteis!

No dia 16 de abril saíram os resultados para quem se inscreveu no Sisu 2021. Por um lado temos muitas pessoas felizes porque enfim conseguiram a tão sonhada vaga na universidade. Se este é o seu caso, parabéns e muito sucesso com a sua escolha! “Mas não passei no SISU e agora? O que faço?” Se este é o seu caso, fique calmo! Elencamos a seguir alguns caminhos a serem seguidos por quem não passou no Sisu. Existem boas opções para você seguir em frente com tranquilidade e mostraremos todas elas neste artigo! Boa leitura! Lista de espera do SISU Antes de pesquisar no Google “Não passei no SISU e agora?” saiba que não há motivo para desespero caso não tenha se classificado nesta primeira etapa, pois ainda é possível participar da lista de espera. Para isso, você deve ir ao sistema de inscrições e clicar no botão correspondente, confirmando o seu interesse. ATENÇÃO: isso deve ser feito até o dia 23/04 (próxima sexta-feira). E fique ligado: você terá que escolher se quer ficar na lista de espera do curso que assinalou como primeira ou segunda opção. Lembre-se de confirmar a solicitação da lista de espera. Ao manifestar o interesse, o sistema mostra uma mensagem de confirmação. Depois, basta acompanhar nos canais da instituição escolhida a informação sobre os aprovados via Sisu. Os resultados, nesse caso, serão divulgados a partir do dia 27 de abril. Esteja atento e consulte sempre as informações da instituição escolhida por você. Sisu no segundo semestre O cronograma do Sisu prevê dois períodos de inscrições: um no começo do primeiro semestre e outro no segundo. Isso significa que, se agora você não conseguiu a sua vaga, pode tentar de novo. Acompanhe as datas quando o MEC divulgar o cronograma do segundo semestre e se inscreva novamente. O critério é ter participado do Enem 2020. E sem contar que agora você já tem experiência com o sistema e poderá acompanhar melhor as notas de corte, não é mesmo? Não deixe de aproveitar essa nova chance! Prouni O Programa Universidade para Todos (Prouni) concede bolsas parciais ou integrais em universidades privadas a pessoas que ainda não têm diploma de ensino superior. No início de 2021, o processo seletivo do Prouni aconteceu antes da realização do Enem 2020 e somente quem fez o Enem 2019 pôde se inscrever. Agora quem participou do ENEM 2020 poderá se inscrever para as vagas remanescentes. E de acordo com o MEC, a etapa de inscrição para ocupar essas vagas será a partir do dia 3 de maio e vai até as 23h59 do dia 4 do mesmo mês e o resultado sairá no dia 7 de maio, na página do Prouni. E não se preocupe! Se ainda assim você não conseguir garantir a sua vaga, tem Prouni de novo no segundo semestre. Então, fique atento e não perca as datas de inscrição! É necessário atender a alguns critérios para poder concorrer, como ter feito, no mínimo, 450 pontos na média das notas e não ter zerado na nota da redação. Além disso, para concorrer à bolsa integral, o candidato precisa comprovar renda familiar bruta mensal de até um salário mínimo e meio por pessoa. Para a bolsa parcial (50%), a renda familiar bruta mensal deve ser de até três salários mínimos por pessoa. O candidato ainda deve atender pelo menos uma dessas condições: Ter cursado o ensino médio completo em escola da rede pública. Ter feito o ensino médio completo em escola da rede particular, na condição de bolsista integral da própria escola. Realizado ensino médio parcialmente em escola da rede pública e parcialmente em escola da rede particular, na condição de bolsista integral da própria escola privada. Ser pessoa com deficiência. Ser professor da rede pública de ensino, no efetivo exercício do magistério da educação básica, integrante de quadro de pessoal permanente de instituição pública e concorrer a bolsas exclusivamente nos cursos de licenciatura. Nesses casos, não há requisitos de renda. Se você se enquadra nesses critérios, o Prouni pode ser uma boa opção para você! Novo Fies Se você conseguiu vaga em uma universidade privada sem bolsa, pode tentar o financiamento estudantil. Para isso, a instituição em que está matriculado deve estar cadastrada no programa e ter avaliação positiva no MEC. Ainda é necessário também que o candidato tenha feito o Enem. Saiba mais sobre o Novo Fies aqui. Não passei no sisu e agora? Apesar de ter outros vários caminhos (como o Prouni e o FIES), vale a pena você reavaliar o seu desempenho no Enem. Assim, poderá pensar em estratégias para se sair melhor da próxima vez. Pode ser que você tenha que passar pelas provas de novo, mas sempre pense pelo lado positivo: você vai começar este próximo ano com boa parte do conteúdo em sua mente. Seu trabalho será mais de revisão e reforço daquilo que você já aprendeu. Pois desse modo, é muito mais fácil conseguir se dar bem. Comece a planejar agora uma rotina de estudos. E já que você entendeu como uma boa nota na redação pode aumentar sua média e fazer toda a diferença na hora de conseguir uma aprovação, comece a treinar desde já. E nada melhor do que ter o acompanhamento de quem entende do assunto! Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Redação Online (@redacaonline) Conheça o Redação Online Conheça os planos do Redação Online e veja sua nota aumentar em até 400 pontos no próximo ENEM! Isso mesmo! Nosso método funciona e nossos alunos garantem. Invista em você!

Quer saber quantos textos escrever por semana para treinar redação e alcançar a nota 1000 no Enem e demais vestibulares? A gente conta pra você! Vamos aos fatos: quem pretende fazer Enem e vestibulares em 2021 deve começar a se preparar o quanto antes. Além de um ano de estudos e foco pela frente, todo vestibulando precisa enfrentar um grande desafio: escrever uma redação – e ela precisa ser muito boa para elevar a nota média. Pois é, se você não tinha o hábito de escrever durante o ensino médio, saiba que agora precisará investir algum tempo nisso se quiser se dar bem. Mas o que pouca gente sabe é que qualquer um pode se tornar um craque na escrita. Basta para isso treinar redação do jeito certo! Se você está preocupado sobre qual é a melhor maneira de fazer isso, leia este artigo até o fim, pois nele vamos te contar quantas redações escrever por semana e como praticar para alcançar a tão sonhada nota 1000 no Enem. Como treinar redação sozinho? Fazer um bom texto é possível para qualquer pessoa! A escrita é uma habilidade, e como tal pode ser desenvolvida. Então, a primeira coisa que você precisa fazer nessa jornada (sorry, Lumena!) rumo à sua aprovação é abandonar a ideia de que não sabe escrever ou que nunca vai escrever tão bem. Saiba que até quem escreve muito bem desde a escola também precisa treinar redação para as provas. Isso porque cada processo seletivo tem suas particularidades, gêneros textuais e formas de avaliação. É necessário ter noção de onde você está se metendo! É importante, por exemplo, ler os editais e entender tudo sobre o concurso ou exame para o qual você vai se inscrever, combinado? Em outras palavras, domine as regras e saiba como a sua redação será avaliada pela banca. É o primeiro passo. Mas afinal, como treinar redação e quantas escrever por semana? Ok, sem mais enrolação! No seu cronograma de estudos, coloque que, no mínimo, você escreverá um texto por semana. Mas o ideal mesmo é escrever duas redações por semana. E dê um tempo entre uma e outra, pois é preciso que o texto seja corrigido (por um professor ou um corretor mais experiente) para que você não acabe cometendo os mesmos erros nas suas redações. A partir de agora, repita o mantra – que, aliás, serve para muitas coisas na vida -: QUALIDADE É MELHOR QUE QUANTIDADE. Então, de nada adianta você escrever uma redação atrás da outra e não fazer ideia se está cumprindo os requisitos das avaliações, no caso do Enem, se as competências estão sendo atendidas. Um erro bastante comum, inclusive com alguns usuários do Redação Online, é comprar um pacote de correções e enviar, no mesmo dia, 5 textos para a nossa equipe. Quando você usa o seu pacote dessa forma, e ainda não domina todos os detalhes da redação Enem, por exemplo, a chance de você receber a devolutiva de 5 notas baixas e com comentários apontando desvios semelhantes é bem alta. Então, a maneira mais inteligente de treinar redação é esta: escrever uma redação enviar para a correção (na plataforma ou com seu professor) esperar a correção e os comentários do avaliador reescrever o texto, se houver pontos para aprimorar escrever uma redação sobre novo tema, se os apontamentos foram poucos e você compreendeu o que precisa melhorar Fazendo isso, certamente você conseguirá alcançar a tão sonhada nota 1000 na redação! IMPORTANTE: Se além do Enem você também vai fazer alguns vestibulares, é essencial que você treine os gêneros textuais que serão cobrados e conheça a forma de avaliação, que é muito diferente! No Redação Online você pode enviar textos escritos para qualquer vestibular e receber um feedback direcionado para essas provas específicas. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Redação Online (@redacaonline) Como começar a treinar redação? No começo, é normal se sentir pouco à vontade com a tarefa de escrever redações, mas acredite: depois você vai pegar o jeito e isso se tornará uma atividade simples e, quem sabe, até prazerosa. As palavras escritas fornecem uma ótima maneira de dizer quem você é, em que acredita e mostrar a sua “voz”. Portanto, valorize essa capacidade, beleza? Para te ajudar a dar os primeiros passos, lembre-se: Não é porque você não escreve todos os dias que você não está estudando! Aproveite enquanto espera a correção do seu texto para aumentar seu repertório sociocultural. Acompanhe os principais noticiários para manter-se informado(a) e leia livros de literatura ou outro tipo que você goste. Enfim, é possível estudar até quando você assiste a filmes ou séries, sabia? Então, aproveite bem toda a informação que tiver acesso e use isso nos seus textos. Leia algumas redações nota mil de anos anteriores Elas te ajudam a entender a estrutura (no caso do Enem) e podem inspirar a sua escrita. A cartilha do participante Enem 2020 tem algumas. E o melhor: todas comentadas, assim você consegue saber porque cada uma delas foi tão especial. Se quiser você também pode ler as melhores redações dos nossos alunos aqui! Escolha um tema que você se sinta confortável para começar, algo que você domine ou sobre o qual queira discutir. Pesquise, escreva um projeto de texto e faça o rascunho. Releia o que escreveu e faça as correções, depois revise a linguagem. Enfim, nada de vergonha: envie ou entregue para alguém corrigi-lo! Siga essa rotina, aprenda com os erros e vá melhorando a cada novo texto! Pode acreditar: funciona de verdade. Só não deixe de escrever, combinado? Precisa de um apoio para saber se está mandando bem? Conheça nossos planos de correções e receba todo o suporte de uma equipe especialista em correções! 😉

Confira uma lista de repertórios socioculturais para usar em sua redação sobre o tema “Desafios da produção científica no Brasil”! Porém, mesmo com toda a sua importância para a civilização, há quem acredite que o investimento nessa área é um gasto desnecessário. E o que você pensa sobre isso? Certamente, você tem uma opinião formada! Então, para que você possa argumentar melhor sobre o tema “Desafios da produção científica no Brasil” na sua redação, escolhemos alguns repertórios que para usar na sua argumentação. Boa leitura! Cinebiografia: Radioactive Algumas figuras ficaram mundialmente conhecidas por causa das suas descobertas científicas. Uma delas – já bastante mencionada em muitas redações – é a química Marie Curie. Nesta obra cinematográfica, são mostradas as dificuldades que a cientista encontrou para conseguir apoio para suas experiências devido ao fato de ser uma mulher. Então, ao conhecer Pierre Curie, ela logo se surpreende pelo fato dele conhecer seu trabalho. Assim, o filme pode ajudar a mostrar como, sem apoio, fica muito complicado desenvolver projetos que podem mudar e melhorar o mundo. Vídeo: Panorama | O desconhecimento da ciência no Brasil Para tratar da produção científica no país, nada melhor do que conhecimento. No entanto, muitos brasileiros não sabem o que é produzido aqui. Então, é fundamental que se procure saber mais sobre como a ciência funciona em nosso país. Nesta reportagem, porém, você vai ver que a maioria dos brasileiros não conhece quem e onde se faz ciência no Brasil. Além disso, verá o quanto é investido no setor e o que os cientistas tem a dizer sobre isso. Confira! Institutos de pesquisa brasileiros Com a pandemia, nomes como Fiocruz e Instituto Butantan passaram a fazer parte da nossa rotina. Vale a pena você entrar nos sites oficiais e, assim, conhecer um pouco mais da história desses dois locais em que se produz ciência no país. Palestra: Perspectivas sobre a ciência e a tecnologia no Brasil | Carlos Henrique de Brito Cruz | TEDxUNIFESP Neste vídeo, o palestrante conversa sobre o futuro da produção científica no Brasil. Afinal, você sabe onde o Brasil está inserido, em um contexto global, na geração de novos conhecimentos e tecnologias? Se não sabe, então é assista ao vídeo e conheça um pouco mais. Assim, poderá escrever melhor sobre a questão da produção científica e os desafios que ela enfrenta. Artigo: Por que é tão difícil produzir ciência no Brasil? Você sabia que o Brasil faz parte de importantes pesquisas no contexto mundial? E que aqui há cientistas de ponta em diversas áreas? Porém, mesmo assim, os desafios da produção científica nacional ainda são imensos. Neste artigo da History Brasil você poderá entender por que isso acontece. Artigo: Brasil de costas para a ciência Mais um artigo para você ler. Nesta material produzido pela revista Piauí você saberá a quantas anda o investimento no setor de ciência e como isso impacta na nossa sociedade. Você sabia que os brasileiros são os que menos acreditam em seus cientistas? Então, por que você acha que isso acontece? Leia e descubra! Unesco: Ciência, tecnologia e inovação no Brasil Acesse este material produzido pela Unesco para saber mais sobre a produção científica brasileira. Assim, relacione os dados e informações com a importância desse setor e como ele poderia ser melhor desenvolvido. Saiba mais sobre a ciência aberta, inteligência artificial, entre outros temas. Além disso, você consegue acessar os relatórios que mostram a evolução da área. Então, não perca tempo e acesse agora mesmo! Faça sua própria pesquisa Sempre gostamos de frisar que você precisa fazer a sua própria pesquisa sobre o tema antes de pensar o seu projeto de texto. Desse modo, além de aumentar seu repertório, você aumenta as chances de fazer uso produtivo dele. Afinal, como você sabe, não basta apenas citar alguém ou algo, é preciso que faça sentido à sua tese. Portanto, reserve um tempo enquanto está na fase do treino para estudar a temática e anotar algumas informações. Certamente, elas serão úteis para mais temas semelhantes. Afinal, quem sabe o que pode cair na prova, não é mesmo? Por isso, é fundamental ler bastante, assistir filmes, séries ou mesmo tentar lembrar de algo que você já viu/leu e que tenha a ver. Então, esta lista é apenas o pontapé inicial. Vá além! Precisa de ajuda? Mas se você ainda estiver perdido(a), não sabe por onde começar, que tal ter uma ajudinha dos nossos corretores para mandar bem nas competências do ENEM? Já conhece a nossa plataforma? Se não conhece, está esperando o quê? Conheça nossos planos e garanta o melhor acompanhamento para os textos, com garantia de sucesso! Então, venha para o Redação Online e descubra como arrasar na escrita!

Reflita e escreva uma redação sobre os desafios da produção científica no Brasil. Leia os textos motivadores a seguir. Assim, com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo sobre o tema “Desafios da produção científica no Brasil”. Use a modalidade escrita formal da língua portuguesa e apresente proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Então, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista. Texto 1 A ciência brasileira terá que sobreviver em 2021 com um orçamento pífio. O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) foi o que sofreu o maior corte no orçamento federal aprovado em 25 de março pelo Congresso Nacional, com uma redução de 29% dos seus recursos, em comparação com 2020. O orçamento de fomento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) — que é vinculado ao MCTI — será de apenas R$ 23,7 milhões; uma quantia absolutamente irrisória para a sustentação da produção científica nacional. O orçamento total para a produção científica previsto para o MCTI neste ano é da ordem de R$ 8,3 bilhões, comparado a R$ 11,8 bilhões em 2020. O valor reservado para “despesas discricionárias” (ou seja, efetivamente disponível para investimentos em pesquisa), porém, é de apenas R$ 2,7 bilhões, 15% a menos do que em 2020 e 58% a menos do que em 2015 (quando o orçamento já estava em queda), segundo dados apresentados pelo ministro Marcos Pontes em uma audiência pública na Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática da Câmara dos Deputados, na última quarta-feira, 7 de abril. Considerando o crescimento da comunidade científica ao longo das últimas décadas, o orçamento pode ser considerado o menor da história, em termos da sua capacidade de atender às demandas do setor. O outros dois ministérios que mais perderam recursos foram Educação e Meio Ambiente. […] Pelos cálculos da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), com base nos números originais do projeto de lei do orçamento, o CNPq terá 10% a menos de recursos para bolsas neste ano, com o agravante adicional de que mais de 60% desses recursos dependerão da liberação de créditos suplementares pelo Congresso ao longo do ano. O montante efetivamente garantido no orçamento (cerca de R$ 378 milhões) seria suficiente para pagar apenas quatro meses de bolsas. Fonte: https://jornal.usp.br/ciencias/orcamento-2021-compromete-o-futuro-da-ciencia-brasileira/ Confira agora uma lista de repertórios para o tema “Desafios da produção científica no Brasil“! Após escrever a sua redação, envie em nossa plataforma e receba a correção em até 3 dias úteis!

O tema de redação da semana está relacionado à romantização da produtividade excessiva. Você já parou para pensar nisso? Confira os textos motivadores a seguir e produza a sua redação! Leia os textos motivadores a seguir. Assim, com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo sobre o tema “Romantização da produtividade excessiva”. Use a em modalidade escrita formal da língua portuguesa e apresente proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Então, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista. Texto 1 Também chamada de Síndrome do esgotamento profissional, a Síndrome de burnout foi assim denominada pelo psicanalista alemão Hebert J. Freudenberger em 1974. Trata-se de um distúrbio psicológico que se caracteriza pelo estado de tensão emocional e estresse provocados por condições de trabalho desgastantes. O número de pessoas afetadas por burnout é cada vez maior, um estudo realizado pela agência Gallup com quase 7.500 empregados, constatou que 23% dos funcionários relataram sentir-se esgotados no trabalho com frequência ou sempre. Já 44% relataram sentir o esgotamento às vezes Segundo um ranking realizado pela International Stress Management Association, o Japão é de longe o líder em esgotamento no trabalho, com 70% da população economicamente ativa sofrendo da síndrome. Em segundo lugar o Brasil com 30%, seguido da China com 24%, Estados Unidos com 20% e Alemanha com 17%. No Brasil, segundo a Secretaria Especial de Previdência e Trabalho, na comparação entre os anos de 2017 e 2018, o crescimento de afastamentos por esgotamento do trabalho chegou a 114,80%, indo de 196 para 421 casos. Ainda assim, pessoas romantizam o trabalho excessivo para obter sucesso profissional. Fonte: medium Texto 2 Consultoras, bancos de investimento e grandes escritórios de advocacia se transformaram no elo mais visível de um modo de entender o trabalho baseado em longas jornadas de trabalho que se estendem ao fim de semana, falta de respeito à desconexão digital e uma constante rotação de funcionários. Vários estudos, assim como uma dezena de empregados, ex-empregados e fontes consultadas documentam amplamente o modelo destas empresas, geradoras de um estresse acima do saudável que ameaça afugentar jovens talentos, cada vez menos dispostos a passar pelos filtros tradicionais para chegar a cargos valiosos se isso significar renunciar durante vários anos à sua vida pessoal. Mesmo existindo épocas em que a carga de trabalho diminui e esta pode variar de acordo com o tamanho do cliente, há dados suficientes para falar de um estilo de vida exaustivo. Uma pesquisa elaborada em 2019 pelo Instituto de Saúde Mental da Advocacia respondida por 672 advogados revela que 71% dos que trabalham em grandes escritórios têm jornadas de trabalho entre 40 e 60 horas em média. E 10,5% supera esse limite, que significa ultrapassar as 12 horas diárias no caso de se trabalhar cinco dias por semana. 98,8% dos participantes identificaram o estresse como um risco elevado e muito elevado para sua saúde. Auditores das big four (PwC, KPMG, EY e Deloitte) descrevem ao EL PAÍS picos de 80 horas — quase 12 horas por dia os sete dias da semana — na chamada busy season, a alta temporada, dos meses de janeiro e fevereiro, quando fecham as contas anuais de grandes empresas e é preciso revisá-las a toque de caixa antes da apresentação de resultados. Nos bancos de investimento, denúncias como a dos analistas de primeiro ano da Goldman Sachs, que pediam para trabalhar 80 horas em vez de 95, revelam uma cultura corporativa ainda mais extenuante e devolveram ao primeiro plano o debate sobre o equilíbrio entre trabalho e vida pessoal, que já gerava discussão pelo teletrabalho e o abuso das reuniões através de aplicativos como o Zoom. Fonte: brasil elpais Texto 3 TEXTO 4 A produtividade vai muito além da quantidade de horas trabalhadas. Na sociedade da performance, um colaborador que tem produtividade além do limite é disputado entre as melhores organizações do mercado. Mas diante desse cenário, nos deparamos com o seguinte dilema: a produtividade além do limite é um bom negócio? O mercado de trabalho é desafiador e cobra, cada vez mais, uma maior produtividade e desempenho dos colaboradores em busca de resultados sempre positivos. Afinal, a competitividade é acirrada e ninguém está disposto a perder o emprego, principalmente em época de retração econômica. Dessa forma, por mais que você acredite que ser produtivo além do seu limite seja um ponto positivo, a sociedade da performance sempre irá te cobrar mais e mais até você chegar ao esgotamento físico e mental. Assim, cabe somente a você decidir se quer fazer parte desse ciclo vicioso. Não estamos falando que ser produtivo além do limite no trabalho seja algo ruim que deve se deve evitar a todo custo. O problema é a constância que sua produtividade chega ao limite extremo. Isso pode acabar comprometendo sua saúde no dia a dia no trabalho e em um curto período de tempo. Se a cobrança por uma alta performance no trabalho for a todo momento, em pouco tempo, você pode chegar ao estresse ocasionado pela pressão por resultados cada vez mais melhores. A cobrança para se ter sempre mais produtividade é até saudável, em certo ponto, mas não deve levar o colaborador à exaustão física e mental, diariamente. A sociedade da performance está cada vez mais presente na vida de milhares de colaboradores. E, por receio de perder o emprego, acabam cedendo aos seus anseios e extrapolam o limite da produtividade. Mas o que muitos se esquecem é que sem uma boa qualidade de vida, é humanamente impossível ser mais produtivo no trabalho. […] seu convívio familiar pode ficar prejudicado se você estiver esgotado emocionalmente por causa de cobrança excessiva por mais produtividade no trabalho. Portanto, ter qualidade de vida é fundamental, em vários aspectos e não somente para se ter mais desempenho no âmbito profissional. Então, pense nisso! Dessa forma, estabeleça uma rotina de trabalho mais saudável e equilibrada, com horas suficientes de descanso. Assim, você será produtivo o suficiente para jamais precisar exceder o seu limite. Fonte:metlife Confira agora uma lista de repertórios para o tema “Romantização da produtividade excessiva”! Depois

Confira repertórios socioculturais para usar na sua redação sobre a Romantização da produtividade excessiva! O trabalho dignifica o homem. A nossa sociedade cresceu e se desenvolveu em torno dessa premissa. Mas, hoje, o que se vê é uma corrida pela produtividade como nunca se viu antes. O uso das tecnologias e possibilidades como teletrabalho, muito presentes por causa da pandemia, permitiram diversas mudanças que vemos no mundo. Assim, o que se percebe é uma romantização da produtividade excessiva e uma tendência de as pessoas não distinguirem mais lazer e labor. Além disso, descansar é um ato pouco valorizado e as pessoas se veem “obrigadas” a estarem ativas o tempo todo. Você já ouviu esta frase aqui: Trabalhe enquanto eles dormem, estude enquanto eles se divertem, persista enquanto eles descansam, e então, viva o que eles sonham. Ela tem sido o parâmetro para muitas pessoas que desejam o sucesso. Mas será que esse é o único caminho? E as pessoas que estão sobrecarregadas com grandes volumes de trabalho, metas etc.? Será mesmo que o único meio é viver para produzir? Então, essa é uma das reflexões que você pode fazer para tratar o tema “Romantização da produtividade excessiva”. Portanto, na sequência, vamos dar algumas indicações de repertórios para você usar na sua redação. Acompanhe! 1. Filme: Tempos Modernos Este já é um clássico nas redações, especialmente quando os participantes querem fazer uma relação com a Revolução Industrial e os meios de produção. De fato, ele ajuda a pensar na questão do aumento de produtividade e na valorização disso no mercado de trabalho. No entanto, nem tudo são flores com o avanço das tecnologias na vida das pessoas. Há, no filme, uma cena antológica em que o protagonista persegue uma mulher por achar que os botões de sua roupa são os parafusos que ele precisa apertar. Isso pode nos ajudar a pensar na relação entre o trabalho/produção excessiva e a saúde mental. Vale a pena você conferir e perceber outros detalhes. 2. Filme: Amor sem escalas Este filme pode ajudar em mais de uma temática se você conseguir traçar algumas relações. Nele, Ryan (George Clooney) tem uma profissão que consiste em viajar pelo país demitindo as pessoas. Assim seu envolvimento com o trabalho é tão grande que ele quase não se relaciona com a família (está aí um dos efeitos da produtividade excessiva). Ao mesmo tempo, ele vai tornando-se insensível para as desilusões que provoca nos demitidos – o que passa a ser questionado com a chegada de uma nova colega de trabalho e mudanças no processo da sua atividade – também visando produzir mais com menos. Confira! 3. Podcast “Fora da curva”: #9: Sem foco na pandemia? Produtividade cria sensação de fracasso Se você estava sentindo falta de dicas de repertório para ouvir enquanto você produz (brincadeirinha! rsrs), chegou a dica de podcast. Neste episódio do “Fora da curva” a empreendedora e criadora de conteúdo Monique Evelle aprofunda questões que ganharam destaque neste momento de pandemia. Devemos ser produtivos 24 horas por dia? É pertinente acompanharmos lives, fazermos cursos on-line mesmo diante de uma crise global e sem perspectivas de futuro? Além de alertar sobre o tema, são citados os autores Byung-chul Han, de a “Sociedade do Cansaço”, e Ailton Krenak, de “Ideias para Adiar o Fim do Mundo”. Então, coloque os seus fones de ouvido e bora aprender! 4. Livro: Sociedade do cansaço E por falar em Byung-Chul Han, é recomendadíssimo que você leia sua obra “Sociedade do cansaço“. Trata-se de um ensaio que relata de forma precisa o aspecto sombrio da valorização de indivíduos inquietos e hiperativos que se arrastam realizando múltiplas tarefas em um dia a dia que exige superprodutividade. O ideal é que você possa comprar ou conseguir com alguém o livro emprestado para ler na íntegra. Mas não se preocupe. Caso não consiga acessar a obra original, separamos uma resenha para que você saiba mais sobre ela. E a revista Gente também tem um material bem completo sobre os principais conceitos da obra, com infográficos e bem ilustrativo. Portanto, sem desculpas para não acessar! 5. Vídeo – Saúde: excesso de trabalho e suas consequências No vídeo do programa Conexão RS, da TV Ulbra, uma conversa sobre as principais consequências das cargas de trabalho excessivas. Entre elas, saiba mais sobre a Síndrome de Burnout. Você sabia, por exemplo, que crises de ansiedade, dificuldade de concentração, pessimismo e irritabilidade são alguns dos sintomas de esgotamento profissional? Pois é. O Brasil é o país mais ansioso do mundo. Portanto, são cerca de 18,6 milhões de brasileiros ansiosos, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS). Neste bate-papo, a psiquiatra Tamires Bastos vai explicar os riscos do excesso de trabalho, como prevenir e tratar o transtorno. 6. Vídeo: “Prioridades” – Porta dos fundos Esse esquete do Porta dos Fundos mostra de uma maneira bem-humorada como as pessoas acabam ocupando demais os seus dias, não sobrando tempo para encontrar os amigos. Assim, quando as pessoas não estão ocupando seu tempo com trabalho, elas buscam compensar com outras atividades que podem lhe dar prazer. No entanto, o reflexo disso tudo são pessoas sem tempo para quase nada que não esteja planejado, concorda? Então, assista. É rapidinho, tem menos de 5 minutos. Gostou das nossas dicas? Mas não fique restrito elas, ok? Tente se recordar de tudo que você já leu ou assistiu que possa ter alguma relação com o tema. Faça um bom projeto de texto e arrase na sua redação! Ah, não se esqueça de enviar seu texto em nossa plataforma para receber a correção em até 3 dias úteis, hein?
Saiba como funciona o SISU e confira estratégias para aumentar suas chances de garantir uma vaga a universidade pública por meio do processo seletivo! Entre os dias 6 e 9 de abril estarão abertas as inscrições para o Sistema de Seleção Unificada – Sisu. Ele é o sistema informatizado do Ministério da Educação em que instituições públicas de ensino superior oferecem vagas para candidatos que participaram do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Os candidatos são selecionados de acordo com as suas notas no exame. Assim, aqueles com a melhor classificação entram na universidade. Veja as informações importantes sobre o Sisu e também conheça algumas estratégias para que você consiga a sua tão sonhada vaga. Boa leitura! Quem pode participar? Você está elegível a se inscrever no Sisu se: Se deu check nessas três situações, você já pode criar a sua conta gov.br para poder se inscrever no programa lá em abril. Como funciona? Antes de mais nada, saiba que não é cobrado qualquer valor para se inscrever no Sisu, portanto, cuidado com golpes! O site oficial para fazer a inscrição é sisu.mec.gov.br! Escolha até duas opções de curso. Enquanto o sistema de inscrições estiver aberto, você pode alterar essas escolhas. A distribuição das vagas vai obedecer a Lei de Cotas (Lei n. 12.711/2012). Além disso, atendendo à política de ações afirmativas, há instituições que oferecem vagas reservadas. Outras, por sua vez, adotam bônus na nota do candidato. Isso significa que é feito acréscimo de 10 a 20% na nota final do Enem para candidatos de escolas públicas da região em que a universidade está sediada. Outra situação a que você deve estar atento na hora de se inscrever é que algumas instituições podem determinar pesos diferentes nas notas de acordo com o curso escolhido. Por exemplo, enquanto o curso de Física pode dar um maior peso para as notas de Ciências da Natureza, um curso de Medicina pode requerer média mínima igual ou maior que 560 pontos e nota mínima em Ciências da Natureza igual ou maior a 400 pontos. Esses critérios serão especificados conforme o termo de adesão do local pretendido com o MEC. No site oficial do Sisu você já pode conferir a lista de vagas preliminar. Acesse e já vá planejando a sua inscrição! Nota de corte A nota de corte serve como uma referência para que o candidato monitore diariamente a sua inscrição. Isso porque, conforme as pessoas vão se inscrevendo, as suas chances de entrar na universidade podem aumentar ou diminuir em determinada instituição. Assim, a partir do segundo dia, o Sisu calcula e divulga a nota de corte para cada curso. Essa nota corresponde à menor nota para que você fique entre os selecionados na opção escolhida de um curso. Essa nota é resultado do número de vagas e do total de candidatos inscritos. Estratégias para aumentar as chances de conseguir vaga via Sisu O Sisu é uma grande oportunidade para quem não conseguiu ou não pretende tentar uma vaga fazendo vestibular. Com esse programa governamental, você não se limita a apenas uma instituição, mas sim consegue se inscrever em qualquer universidade pública do Brasil. Desse modo, suas chances de iniciar uma graduação aumentam bastante. Onde estudar? Em primeiro lugar, pense se existe a possibilidade de você se mudar de cidade. Isso mesmo, pode ser uma decisão difícil, mas nem tanto, já que é comum esse trânsito de estudantes entre cidades, especialmente quando a sua cidade natal não oferece o curso pretendido ou mesmo quando não existe universidade nela. Acontece que, em algumas situações, a nota do candidato não é suficiente para passar em uma universidade na sua localidade, mas com ela é possível entrar em uma que fique em outra cidade ou estado. Se você tem essa oportunidade, liste os locais para onde possa ir. Lembre-se de que deve considerar toda a situação financeira que essa decisão implica (aluguel, dinheiro para despesas básicas e a própria mudança, por exemplo). Faça simulações A partir da divulgação das notas do Enem 2020, e teste se a sua nota é suficiente para o curso pretendido em um simulador on-line, seja em primeira ou segunda opção. Evidentemente, as notas não serão exatamente as mesmas no site oficial, uma vez que essas simulações são feitas com notas de edições anteriores. De qualquer modo, é uma maneira de você aplacar a ansiedade e também não ser pego de surpresa na hora de fazer a inscrição para valer. Lembre-se: a simulação não é só uma forma de se prevenir sobre o que pode acontecer, mas o que vale MESMO são as informações oficiais do site do Sisu após abertura das inscrições. Acompanhe a nota de corte todos os dias Como já dissemos, diariamente o Sisu calcula (a partir do segundo dia) a nota de corte, que pode colocá-lo ou não entre os aprovados. Assim, você pode acompanhar se ainda tem chance de seguir com o mesmo curso em que se inscreveu ou se precisará fazer alterações – de curso ou de universidade – na sua inscrição. Desse modo, há mais chances de encontrar a vaga perfeita pra você. Portanto, olhe todos os dias o site de inscrições, e não se esqueça que qualquer alteração só pode ser feita até o término das inscrições. Para aproveitar ao máximo essa estratégia, não deixe para se inscrever no último dia. Quanto antes você estiver inscrito, melhor poderá acompanhar essa “flutuação” das notas de corte e assim tomar decisões mais assertivas. Então, coloque o despertador, anote na agenda e inscreva-se no primeiro dia! Atenção para a lista de espera e novas chamadas Por fim, faça bom uso da sua escolha em segunda opção. Atente-se ao fato de que não é mais possível ficar na lista de espera da primeira opção se você passar para a segunda. Então, coloque um curso que você realmente tenha interesse em cursar nas duas – afinal, trata-se do seu futuro profissional. Também é possível tentar o mesmo curso como primeira e segunda opção, mas em turnos diferentes,

Com mais de 20 edições, o Enem já passou por muitas transformações, mas uma coisa não muda: você vai ter que escrever uma boa redação. Ao longo dos anos, o estilo de temas e também a padronização da correção foi criando uma série de especialistas no assunto. Assim, receber uma redação nota 1000 passou a ser o sonho de consumo de muita gente. Frequentemente, alunos que alcançaram a nota máxima nessa prova depois viram infuencers e ensinam outras pessoas a chegarem lá. Mas o que pouca gente conta é que há muitos mitos sobre as redações nota 1000. Vamos desvendar alguns deles hoje? Siga a leitura! 1. Redações nota 1000 não podem ter erros Calma! A banca de avaliadores do Enem não é tão severa assim. Não vamos esquecer que estamos falando de candidatos que, em sua maioria, acabaram de concluir ou estão concluindo o ensino médio, então ninguém está esperando textos sem qualquer falha. Portanto não é preciso ser um Machado de Assis para conseguir ir muito bem! Na verdade, você pode cometer alguns desvios sem que isso prejudique a nota em algumas competências. Por exemplo, você pode manter seu nível 5 na competência I se houver, no máximo, dois erros gramaticais e um de estrutura sintática. Também é possível ter um texto excelente mesmo que haja alguns deslizes de projeto de texto ou de desenvolvimento. Então, esqueça a ideia de perfeição, se é isso que o preocupa: é mito! Mas, claro, treine bastante para que sua redação tenha cada vez menos problemas como esses. 2. Tem que escrever nas 30 linhas Embora um bom projeto de texto, geralmente, demande mais escrita do participante, você não precisa escrever nas 30 linhas para tirar a nota máxima. Pois é, esse é mais um mito sobre as redações nota 1000. Os avaliadores vão buscar no seu texto introdução bem feita, desenvolvimento com uma ótima argumentação e uma proposta de intervenção com os cinco elementos obrigatórios. Se você fará isso em 20 ou em 30 linhas, tanto faz! A contagem de linhas só vale, mesmo, para verificar se um texto será ou não corrigido. Isso porque, para ir para a avaliação, o texto precisa ter, no mínimo, 8 linhas escritas. Qualquer outra informação a respeito de linhas é mentira! Então, não caia nessa! 3. Redações nota 1000 são as criativas O que é ser criativo em um texto dissertativo-argumentativo? No caso do Enem, especificamente, há pouco espaço para a criatividade, concorda? O edital, a cartilha do participante e, provavelmente, seus professores têm uma lista de regras, quase um passo a passo para você não errar, não é mesmo? “Tem que ter as 3 partes do texto”; “tem que ter uma proposta de intervenção completa”; “todos os parágrafos precisam ter operadores argumentativos“; e por aí vai. Então, em termos estruturais pelo menos, não dá pra inovar muito não. Mas, claro, você precisa ter um bom projeto de texto, referências para usar e articular com o que você pensou, no entanto não precisa ser nada totalmente fora da caixa. Desde que seja coerente e pertinente ao tema, você pode até usar uma citação “batida” que pode funcionar. A única coisa que você deve evitar mesmo – fugir, correr pra longe – é usar estruturas/textos prontos. Se for só essa a carta na sua manga, sinto muito, procure outras já! 4. Os melhores textos usam palavras difíceis Esse é um mito sobre as redações nota 1000 que faz muita gente se dar mal por usar palavras “bonitas”. Você tem, sim, que usar um amplo vocabulário, mostrar que consegue se expressar bem, mas ter uma boa desenvoltura escrita não é sinônimo de usar palavras difíceis. Muitas vezes, a escolha vocabular não é condizente com o restante do texto. Assim, fica aquele termo arcaico ou em desuso fica perdido no “rolê”. Então, amplie sim suas possibilidades, mas não precisa “pirar” procurando palavra estranha no dicionário. O texto precisa ser objetivo, de fácil leitura. Não precisa inventar moda (e, cá entre nós, começar o texto com “atualmente” ou “hodiernamente” dá absolutamente na mesma!). 5. As redações nota 1000 não usam exemplos Nada a ver! Se bem usado, um exemplo pode enriquecer muito a argumentação e complementar alguma referência que você trouxe para o desenvolvimento da sua tese. Lembre-se de que você precisa articular seus conhecimentos das diversas áreas e também seu conhecimento de mundo para fazer um bom texto. Assim, se é um exemplo pertinente, que tenha relação com o tema ou que seja de conhecimento de muita gente (algo que aconteceu ou foi divulgado na mídia, por exemplo), fique tranquilo(a)! Use sem medo! E aí? Conhece mais algum mito sobre as redações nota 1000 e quer compartilhar com a gente? Tem alguma dúvida sobre redação? Escreva nos comentários! Quer alcançar a NOTA 1000 no ENEM 2021? Não deixe de praticar em nossa plataforma de correções, videoaulas e monitorias!

Um repertório sociocultural bem utilizado pode aumentar muito a sua nota na redação. Conheça alguns sobre a “Elitização artística e preconceitos no Brasil”! Que o Brasil é cheio de desigualdades todo mundo sabe. Que elas estão em diversas esferas sociais, também. Com a arte não é diferente. Além de haver uma grande desvalorização das artes mais populares, aquelas consideradas mais “importantes” muitas vezes não são acessíveis a todos. Em 2019, o tema do Enem sobre a democratização do cinema já havia chamado um pouco a atenção para isso, e olha que o cinema ainda é considerado algo “comum” para quem vive nas grandes cidades. Portanto, após ler os textos motivadores, cabe refletirmos sobre a “Elitização artística e os preconceitos no Brasil”. Acompanhe na sequência alguns repertórios socioculturais que você pode explorar, saber mais e usar na argumentação da sua redação! Boa leitura! 1. Vídeo: Colocamos um FUNKEIRO e um MAESTRO pra conversar (sem que eles soubessem) Neste episódio do quadro PRECONCEITO, do canal Spotniks, duas pessoas que nunca se viram tentam adivinhar características relevantes uma sobre a outra com base apenas no estereótipo. Trata-se de um exercício social interessante para mostrar até mesmo como as referências e gostos, para um ou outro artista, são extremamente estereotipadas. Assista! 2. Artigo: A democratização da arte Neste artigo, você vai conhecer um pouco mais sobre o potencial de levar arte a qualquer parte que o grafite tem, sendo uma forma de democratizar o acesso e também romper preconceitos, como mostra o sucesso de Eduardo Kobra, que espalha seus murais pelo mundo e tem muito reconhecimento. Além disso, a internet mostra-se também como um meio de democratizar a arte e torná-la menos elitista. 3. Documentário: Cidade Cinza Essa obra audiovisual mostra discussões atuais sobre arte e cidade. O cenário é a cidade de São Paulo e o grafite é mostrado como uma forma de fazer a cidade de concreto “respirar”. O debate também envolve como as pichações entram nisso tudo e como os movimentos políticos tentam barrar essa forma de expressão como algo que “suja” a cidade. Nele, há depoimentos de grafiteiros que ilustram prédios e muros de São Paulo, como Os Gêmeos, Nina e Nunca. 4. Artigo: Pichação é vandalismo? Quem nunca se deparou com uma pichação e sentiu alguma emoção: como a pessoa conseguiu chegar até lá? Por que ela fez isso? Qual a intenção? Pois é, aqui neste texto a revista Nova Escola propõe a discussão dessa temática em sala de aula, não como forma de incentivar as pichações – que são consideradas crimes, sim – mas para abrir o olhar e discutir o que, afinal, elas estão “gritando” nas paredes das cidades. O ponto de partida é a seguinte questão: por que alguns veem como arte urbana o que outros entendem como sujeira e desrespeito? Vale a pena refletir! Certamente trará muitas ideias para sua redação! 5. Cinebiografia: Frida Provavelmente, mesmo que nunca tenha visto qualquer quadro da Frida Kahlo, você já deve ter visto o rosto dela estampado por aí nos mais diversos produtos, de camisetas a cadernos. Pois é, ela se tornou um ícone do feminismo e veio com força nos anos recentes como uma figura icônica, sobressaindo a sua arte. Mas, para além da sua imagem de mulher, Frida tem uma relevância artística muito grande. Foi considerada a primeira artista surrealista da América Latina e em suas obras – hoje altamente valorizadas – adotou temas do folclore e da arte popular do México, além de explorar autorretratos. Ou seja, ela transformou o popular em algo cobiçado pelas elites. Temos certeza de que você conseguirá fazer uma relação entre esse filme e a temática da redação! Se ainda não assistiu ao filme, não perca tempo! 6. Artigo – Funk ostentação: a brincadeira que virou fábrica de milionários Há muito tempo o funk deixou de ser um estilo musical que encontrava público, principalmente, no alto dos morros cariocas e paulistas. Hoje, ele está presente em todos os locais, está sempre lançando novos artistas, novos hits e transformando DJs, compositores e intérpretes em pessoas muito ricas. Isso recebeu até um nome: “funk ostentação”. E até sobre isso a gente pode refletir sobre o tema, não é mesmo? Por que, quando “chega no asfalto”, o funk recebe até um nome pomposo? É uma forma de elitizar? Talvez sim, talvez não. Leia o artigo e tire as suas próprias conclusões! 7. Artigo: Criminalização do funk revela preconceito e discriminação contra as periferias Mais uma leitura que pode ajudar no seu projeto de texto da redação se você decidir ir pelo caminho de discutir o valor do funk como arte. O ponto de partida foi uma sugestão legislativa que queria criminalizar o funk. Embora tenha sido rejeitada pela Comissão de Direitos Humanos do Senado e não tenha virado projeto de lei por ferir a Constituição, a ideia recebeu mais de 20.000 apoios. Em seu texto, dizia que “É fato e de conhecimento dos Brasileiros difundido inclusive por diversos veículos de comunicação de mídia e internet com conteúdos podre alertando a população o poder público do crime contra a criança, o menor adolescentes e a família. Crime de saúde pública desta “falsa cultura” denominada ‘funk’.” Neste artigo você vai saber mais sobre essa proposta de lei e também descobrir que não é de agora que o funk sofre perseguição e que o gênero deixou de ser algo apenas de um local para fazer parte da vida de grande parte dos brasileiros. Então, é ou não é arte? E se é arte, por que “incomoda” tanto algumas pessoas? Pense nisso! Essas são algumas ideias para direcionar o seu texto sobre a “Elitização artística e preconceitos no Brasil”. Lembrou de algum outro repertório que daria supercerto com esse tema? Compartilhe aqui com a gente! Ah, e não esqueça de mandar seu texto para correção pela nossa plataforma! Bons estudos e siga treinando a sua escrita!

Você já parou para pensar na elitização artística e nos preconceitos que algumas artes sofrem no Brasil? Confira os textos motivadores a seguir e redija uma redação sobre o tema! Leia os textos motivadores a seguir. Assim, com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo sobre o tema “Elitização artística e preconceitos no Brasil”. Use a em modalidade escrita formal da língua portuguesa e apresente proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Então, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista. TEXTO 1 A arte e a cultura materializaram o direito de ser o que somos perpetuados nas gerações vindouras. É o modo como um povo sente e se expressa, segundo uma mesma identidade intertemporal. Antigamente a arte não era para todos, apenas um público muito seleto teria acesso às galerias ou museus, consequentemente limitando a arte a pequenos grupos em posições socioeconômicas privilegiadas. A questão da democratização da arte tem estado muito ligada à discussão entre cultura erudita e cultura popular, com a distinção entre história natural e história política ou, se quisermos, entre cultura e natureza. Hoje, a questão da democratização da arte está de certa forma ligada à democratização da sociedade, questão essa que pode ser vista no campo dos direitos políticos, sociais, culturais e ambientais. Fonte:acontece.com TEXTO 2 Apenas 14% dos brasileiros vão ao cinema pelo menos uma vez por mês; 92% da população nunca frequentou museus; 93% nunca foram a exposições de arte, enquanto 78% nunca assistiram a um espetáculo de dança; 92% dos municípios brasileiros não têm cinema, teatro ou museu. Esses dados são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e deixam claro o tamanho do desafio que o Brasil precisa enfrentar para, de fato, universalizar os serviços culturais, dar acesso e favorecer a produção fora dos grandes eixos econômicos. A história brasileira sempre foi marcada pelo que podemos chamar de “concentração”. O dinheiro público sempre cai nas mãos das oligarquias e dos grandes conglomerados empresariais, sobretudo da indústria, do setor financeiro e da mídia. No setor cultural, essa concentração salta aos olhos ao analisarmos a Lei de Incentivo, mais conhecida por Lei Rouanet. Criada em 1991, a lei estabeleceu mecanismos que possibilita empresas e cidadãos aplicarem uma parte do Imposto de Renda em ações culturais. Mas, se por um lado a lei estimulou uma indústria cultural que cresceu de mãos dadas com o meio empresarial, por outro fez com que toda a produção artística que não dialoga com o mercado ficasse excluída, sendo até hoje ameaçada pela falta de mecanismos estatais responsáveis por suprir os desafios da infraestrutura, da pesquisa e do acesso. Fonte: portal outras palavras TEXTO 3 No Brasil, quando o assunto é música, as obras “eruditas” contemporâneas e o funk são vistos por muitos como uma não-música, como barulhos. A “alta cultura” e a “baixa cultura” são colocadas no mesmo plano. Mas por quê? Antes de responder, cabe lembrar a disparidade social entre quem faz a chamada música “erudita” contemporânea e quem faz o Funk. Vá a um concerto contemporâneo na sala São Paulo e diga quantos negros há ali? Vá a um “fluxo” – baile Funk de rua – e veja a cor da pele das pessoas. Mas, vamos tentar responder o porquê da música erudita de hoje e o Funk serem vistos pela população média brasileira como ruídos indesejáveis. Um fato: não há educação musical para todos no Brasil e a boa educação musical (em termos de acesso) é ainda mais rareada. Muitos dos compositores brasileiros que compõem música “erudita” contemporânea estudaram na Europa ou EUA, e se não estudaram têm profundas taras europeias ou americanas. A partir do século XX, a música de concerto passou a ser muito técnica e a trabalhar com questionamentos acessíveis só a quem conhece minimamente a linguagem musical. O resultado foi a criação das escassas plateias de música de concerto contemporâneo, algo que certamente deixou alguns compositores ressentidos: “se é arte não é para a massa”, disse Arnold Schoenberg. “Quem se importa se você escuta?” diz o título de um importante artigo do compositor Milton Babbitt. Talvez essas frases soltas associadas a estes compositores deixem o brasileiro médio com a impressão de que essa arte musical contemporânea seja algo para metidos de sangue azul e isso cria um distanciamento birrento da estética contemporânea… logo, não é Música. Bem a grosso modo, falta o mínimo preparo musical ao brasileiro médio para entender a música de concerto. Mas e no caso do Funk? Por que dizem que não é música? O mesmo pode ser dito! Falta o mínimo de educação musical pra poder enxergar e ressignificar o Funk como experiência sonora legítima. Soma-se a isso o moralismo classista que vê nos palavrões um motivo para reforçar a repulsa aos mais pobres. Será que já leram Bataille ou Sade? Fonte: midia ninja Confira agora uma lista de repertórios para o tema “Elitização artística e preconceitos no Brasil”! Depois que sua redação estiver pronta, envie em nossa plataforma para receber a correção em até 3 dias úteis!