1084 artigos encontrados com a tag “Para vestibulandos”

Confira o tema de redação cobrado no vestibular FUVEST 2021: O mundo contemporâneo está fora da ordem? Texto 1 do tema de redação Fuvest 2021: O neoliberalismo define certa norma de vida nas sociedades ocidentais, e, para além dela, em todas as sociedades que as seguem no caminho da “modernidade”. Essa norma impõe a cada um de nós que vivamos num universo de competição generalizada, intima os assalariados e as populações a entrar em luta econômica uns contra os outros, ordena as relações sociais segundo o modelo do mercado, obriga a justificar desigualdades cada vez mais profundas, muda até o indivíduo, que é instado a conceber a si mesmo e a comportar-se como uma empresa. Pierre Dardot e Christian Laval. A nova razão do mundo: ensaio sobre a sociedade neoliberal, 2016. Texto 2: As mais soberbas pontes e edifícios, o que nas oficinas se elabora, o que pensado foi e logo atinge distância superior ao pensamento, os recursos da terra dominados, e as paixões e os impulsos e os tormentos e tudo que define o ser terrestre ou se prolonga até nos animais e chega às plantas para se embeber no sono rancoroso dos minérios, dá volta ao mundo e torna a se engolfar na estranha ordem geométrica de tudo, (…) Carlos Drummond de Andrade, “A máquina do mundo”, de Claro Enigma, 1951. Texto 3 do tema de redação Fuvest 2021: Aqui tudo parece que era ainda construção e já é ruína Tudo é menino, menina no olho da rua O asfalto, a ponte, o viaduto ganindo pra lua Nada continua… (…) Alguma coisa está fora da ordem Fora da nova ordem mundial Caetano Veloso, Trecho da música Fora da Ordem, 1991. Texto 4: Os adultos ficam dizendo: “devemos dar esperança aos jovens”. Mas eu não quero a sua esperança. Eu não quero que vocês estejam esperançosos. Eu quero que vocês estejam em pânico. Quero que vocês sintam o medo que eu sinto todos os dias. E eu quero que vocês ajam. Quero que ajam como agiriam em uma crise. Quero que vocês ajam como se a casa estivesse pegando fogo, porque está. Greta Thunberg, Trecho de discurso em Davos, 2019. Considerando as ideias apresentadas nos textos e também outras informações que julgar pertinentes, redija uma dissertação em prosa, na qual você exponha seu ponto de vista sobre o tema: O mundo contemporâneo está fora da ordem? Instruções: Exemplo de redação com esse tema: O mundo contemporâneo, marcado por um complexo conjunto de mudanças sociais, políticas e econômicas, suscita a questão de se estar “fora da ordem”. A ascensão do neoliberalismo, a rápida evolução tecnológica e as crises climáticas são alguns dos elementos que desafiam a tradicional noção de ordem. A competição generalizada e a desigualdade crescente podem ser vistas como indícios de um mundo desordenado, como sugerem alguns pensadores. No entanto, essa desordem também abre espaço para a transformação e a ação. Ativistas como Greta Thunberg enfatizam a urgência de enfrentar os desafios contemporâneos. Assim, enquanto o mundo contemporâneo pode parecer fora da ordem em diversos aspectos, ele também oferece oportunidades para repensar e construir um futuro mais justo e sustentável. Em vez de desespero, a desordem contemporânea pode ser vista como um convite para a ação e a reflexão sobre como moldar um mundo melhor. Não deixe de enviar sua redação em nossa plataforma para receber a correção feita por professores especialistas em até 3 dias úteis! Confira nossos planos!

Anote alguns repertórios por eixo temático para você se informar e poder produzir uma argumentação bem fundamentada na sua redação! Você sabia da importância de conhecer repertórios dos diversos eixos temáticos? Entender os diferentes repertórios por eixo temático é crucial para argumentar com eficácia em qualquer tema de redação, seja no Enem ou em outros concursos e vestibulares. Além disso, é importante explorar e interagir com uma variedade de conteúdos. Assista filmes, leia livros, ouça podcasts e anote as informações relevantes, organizando-as por eixo temático para uma aplicação eficaz em suas redações. Consequentemente, ter um repertório bem desenvolvido é vital para se sair bem na competência 2 do Enem. Com um repertório diversificado, você estará preparado para enfrentar qualquer tema proposto, garantindo que sempre terá argumentos sólidos e relevantes à mão. Vamos conhecer os principais? Repertórios por eixos temáticos: oque são eixos temáticos na redação? Primeiramente, vamos entender o que são eixos temáticos. Eles são grandes áreas de abordagem que englobam uma variedade de assuntos. Na redação, esses eixos desempenham um papel crucial, pois ajudam a organizar e estruturar os argumentos de maneira lógica e coerente em torno de um tema central. Por isso, a compreensão dos eixos temáticos é essencial. Eles não só facilitam a subdivisão dos argumentos dentro de um tema, mas também garantem que sua redação tenha uma abordagem abrangente e bem fundamentada. Afinal, conhecer os diferentes eixos e como eles se inter-relacionam pode enriquecer significativamente seu texto. Repertórios por eixos temáticos: qual a importância do eixo temático? Como não é impossível prever o tema da redação do Enem, a prática com base em temas específicos pode levar a desvios. Por isso, utilizar eixos temáticos na preparação para a redação simplifica os estudos e ajuda a evitar desvios do tema. De fato, isso é crucial para não cometer erros que possam levar a uma nota zero, uma vez que os eixos temáticos funcionam como guias, permitindo a exploração de tópicos amplos e garantindo que os argumentos se mantenham relevantes. Além do mais, na competência 2 do Enem, a importância dos eixos temáticos é ainda mais evidente, já que essa competência avalia a compreensão do tema e a aplicação adequada do repertório sociocultural. Por essa razão, o repertório utilizado deve ser pertinente, legítimo e produtivo, enriquecendo a redação dentro do contexto do eixo temático escolhido. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Redação Online (@redacaonline) Quais são os principais repertórios por eixos temáticos? Os eixos temáticos frequentemente abordados em redações são: Educação, Lazer, cultura e comportamento, Meio ambiente e sustentabilidade, Segurança, Direitos e cidadania e Linguagem, comunicação e tecnologias. Confira abaixo: Repertórios por eixos temáticos: educação Existem alguns documentos legais, programas governamentais, políticas públicas que podem ser tema de redação. Em 2017, a educação de surdos no Brasil foi o foco. Assim, conhecer a legislação é importante, e alguns artigos delas podem constar no seu texto. Então, anote alguns e leia-os na íntegra. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional Base Nacional Comum Curricular Lei 10.639, de 9 de janeiro de 2003, que institui a obrigatoriedade de inclusão no currículo das escolas do ensino da “História e Cultura Afro-Brasileira” Política Nacional de Alfabetização Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com deficiência Lei de cotas Constituição Federal, que pode ser usada em diversos outros eixos também, como de saúde, por exemplo. Série “Segunda chamada”, que trata de um grupo de professores da educação para jovens e adultos que tentam mostrar aos alunos o poder de transformação social que a educação pode proporcionar. Repertórios por eixos temáticos: Meio ambiente e sustentabilidade A ação humana na natureza causa fortes impactos, e a sociedade não pode ignorá-los. Portanto, veja quais repertórios podem enriquecer seus textos sobre essa temática: Política Nacional do Meio Ambiente Lei dos crimes ambientais Política nacional dos recursos hídricos Série “Aruanas”, disponível na Globoplay, que trata da história de três amigas, líderes de uma ONG, e da estagiária da organização que investigam uma quadrilha de crimes ambientais na Amazônia. Repertórios por eixo temático: Lazer, cultura e comportamento Embora o cinema tenha sido tratado recentemente como tema de redação no Enem, nada impede que algo relacionado à cultura e ao lazer seja foco novamente. Além disso, devemos considerar o comportamento das pessoas na sociedade, as mudanças que atravessam as suas vidas e modos de usufruir desses bens. Em função da pandemia, por exemplo, as pessoas foram privadas de ter acesso à algumas formas de cultura, bem como o lazer ficou bastante restrito. O impacto disso, além de atingir a própria saúde mental das pessoas, também bateu forte na economia. Por outro lado, houve uma reinvenção em alguns setores, como a instituição das “lives” de shows, teatro virtual, entre outras formas de produzir e consumir entretenimento de forma segura. Então, na sequência, veja alguns repertórios que podem ajudar a trabalhar esse eixo temático nas redações. Lei de incentivo à cultura Lei do livro, cuja diretriz mais importante está em seu primeiro artigo, que diz que foi instituída para “assegurar ao cidadão o pleno exercício do direito de acesso e uso do livro”. Livro “Cultura e sociedade no Brasil“, de Carlos Nelson Coutinho, disponível na página da editora. Black Mirror, certamente muitos dos episódios podem ajudar a tratar de questões comportamentais da nossa atualidade, concorda? Segurança Tratar da segurança na sociedade brasileira é bastante relevante, especialmente com os índices de violência cada vez mais alarmantes. Sobre isso, há uma infinidade de artigos de jornal, revistas, além de filmes e séries disponíveis nas plataformas on-line. Desde clássicos, como “Tropa de Elite” e Cidade de Deus”, até os mais recentes, como “Impuros”, o fato é que o assunto ao mesmo tempo que apavora também fascina as pessoas. O desejo por justiça e a clássica disputa entre “policiais e bandidos” fazem com que tais produções recebam bastante atenção. Algumas delas, certamente, podem fazer parte do seu repertório. Acompanhe as nossas sugestões: Código penal brasileiro “Por uma vida melhor”, filme da Netflix que discute o tráfico humano “Bom dia, Verônica”, série baseada no livro

Confira repertórios para o tema Maus-tratos a crianças e adolescentes no Brasil e fundamente os argumentos da sua redação. Recentemente, o caso de um menino encontrado amarrado em um barril em Campinas (SP) chocou o país pela crueldade. Assim, levantou-se novamente a questão sobre os maus-tratos contra crianças e adolescentes no Brasil. Com a pandemia, o número de denúncias caiu. Porém, alega-se que isso se deve ao fato de ser nas escolas que se identificam esses casos, geralmente. Desse modo, diante das situações de violência que atentam contra os direitos das crianças e adolescente, assegurados pelo ECA, é fundamental que se reflita sobre essas ocorrências. Então, para ajudar você, a seguir, selecionamos alguns repertórios para o tema maus-tratos para se preparar melhor para discorrer sobre o tema Maus-tratos a crianças e adolescentes no Brasil. Portanto, fique atento(a) às dicas! 1. Estatuto da Criança e do Adolescente Primeiramente, acesse a íntegra do ECA. Assim, fique bem informado(a) sobre o que diz nossa legislação para proteger a infância e a adolescência dos brasileiros. 2. Documentário: TODA CRIANÇA É CRIANÇA – o Estatuto da Criança e do Adolescente Produzido pela TV Câmara, o documentário “Toda Criança é Criança” mostra um panorama do funcionamento do Estatuto da Criança e do Adolescente no Brasil. Desse modo, relembra mobilizações e ações da rede de proteção à infância e à juventude. Além disso, mostra depoimentos da relatora do projeto e de outros parlamentares que atuaram para a aprovação do ECA e são comentados os principais acontecimentos históricos sobre os direitos da criança e do adolescente. Portanto, assista ao vídeo para complementar suas informações sobre o Estatuto!https://youtu.be/yt4ZdpwogQ0 3. Reportagem: Menino de 11 anos é resgatado após passar um mês acorrentado pelo pai e preso em um barril Assista a íntegra da reportagem que chocou o país no dia 31 de janeiro deste ano e que comentamos no início deste post. Além de mostrar a face cruel de quem poderia proteger o garoto, essa triste história pode aparecer como um exemplo de maus-tratos na sua introdução ou na argumentação da sua redação. 4. Projeto crescer sem violência – Canal Futura O projeto tem o objetivo de abordar o tema da violência sexual praticada contra crianças e adolescentes, uma das formas de maus-tratos pelas quais eles passam. A intenção é tratar desse tema tão pesado de forma didática e lúdica, e é fruto de uma parceria entre o Canal Futura, o Unicef Brasil e ONG Childhood Brasil. Do projeto, surgiram 3 séries para alertar educadores, crianças, adolescentes e famílias sobre o conhecimento do próprio corpo, a importância da autoproteção e do respeito ao direito à sexualidade. O projeto e os episódios das séries podem ser acessados aqui. Abaixo, destacamos um vídeo que narra o caminho para a denúncia de abusos.https://youtu.be/SVJBwVVGeu8 5. Filme: SPOTLIGHT – SEGREDOS REVELADOS Vencedor do Oscar de melhor filme em 2016, Spotlight conta a saga de um grupo de jornalistas que descobre e denuncia o abuso sexual de crianças por padres católicos em diversas partes do mundo. Com base em fatos reais, o filme mostra que nem mesmo em instituições religiosas as crianças e adolescentes têm segurança. https://youtu.be/EwdCIpbTN5g 6. Série: Conselho Tutelar Com três temporadas, a série “Conselho tutelar”, da RecordTV, inspira-se em casos reais mostra dramas pessoais de seus personagens principais que trazem luz às negligências, maus-tratos e abusos sofridos por crianças e adolescentes antes que se tornem irremediavelmente danificados. https://youtu.be/XFVbsrxjs0U 7. Observatório da criança e do adolescente Acesse o portal do Observatório da criança e do adolescente e acompanhe as propostas legislativas ligadas à questão da violência contra essa população mais vulnerável da nossa sociedade. Além disso, o site é uma fonte de pesquisa sobre temas e indicadores relacionados às crianças e adolescentes de todo o Brasil. Certamente é importante que você anote algumas dessas informações em seu cadernos de estudos por eixos temáticos. 8. Artigo: Atenção aos sinais: as várias formas de violência contra crianças e adolescentes, sujeitos em condição peculiar de desenvolvimento Este artigo traz importantes informações sobre o marco legal de proteção da infância e da adolescência no Brasil. Desse modo, esclarece sobre o ECA e destaca os tipos de violência existentes. Ainda há destaque para para os profissionais que atuam na defesa desses grupos e, além disso, mostra qual o melhor caminho para a denúncia de violações aos direitos. Portanto, acesse e leia todo o conteúdo, pois ele pode ser um dos repertórios para o tema maus-tratos contra crianças e adolescentes no Brasil. 9. Pandemia acentua os casos de violência contra crianças e adolescentes Por fim, conheça os efeitos que a pandemia de Covid-19 trouxe também para o cenário da violência contra crianças e adolescentes no Brasil. Assim, leia o artigo da revista Cláudia. Nela, ainda se destaca a lembrança do caso do vídeo publicado pelo atual ministro da Educação intitulado “A Vara da Disciplina” em que ele afirmava: […] que as crianças deveriam sentir dor para que fossem de fato educadas. Segundo o ministro, a correção não seria obtida por “métodos suaves”. “Deve haver rigor, desculpe. Severidade. E vou dar um passo a mais, talvez algumas mães até fiquem com raiva de mim. [As crianças] devem sentir dor”, diz ele no vídeo. O que você pensa sobre essa declaração? Bom, depois dessa, está na hora de reunir os seus argumentos, fazer o projeto de texto e começar a treinar, não é mesmo? Então, agora que você já tem algumas ideias de por onde começar, faça a sua própria pesquisa. Certamente você já viu algum filme ou série, ou mesmo leu algum livro que traga exemplos sobre essa temática tão importante de pensar. Assim, reúna todos os seus conhecimentos e produza uma redação nota mil. Não sabe se está indo bem na escrita? Não se preocupe! Conheça nossos planos e conte com uma equipe de especialistas em redação para melhorar o seu desempenho! Tá esperando o quê?

Trouxemos uma dica de um repertório sociocultural muito atual para você: como usar o reality Big Brother Brasil 21 na redação! Pegue seu caderno e anote todos os temas discutidos nesta edição! Quem disse que você só pode usar só séries, filmes e livros como repertórios socioculturais nas redações? Na-na-ni-na-não! Os reality shows também podem ser repertórios incríveis se usados corretamente, afinal são jogos de convivência e experimentos sociais riquíssimos! Sendo assim, preparamos uma super dica com o reality do momento: como usar Big Brother Brasil 21 na redação! Confira os temas presentes nesta edição: Luta racial e representatividade negra Uma pauta muito comentada a partir da divulgação dos participantes, quando o público descobriu que 9 negros fariam parte do elenco. Bifobia Após Lucas Penteado ter beijado Gilberto Nogueira e ter se assumido bissexual em rede nacional, começou a sofrer uma série de ataques de outros participantes, que não pareceram aceitar sua orientação sexual, julgando-a como uma estratégia de jogo. Xenofobia Juliette Freire, participante paraibana, sofreu uma série de ataques pelo seu jeito de falar, principalmente da rapper Karol Conká, que afirmou ter mais educação que a nordestina por ser de Curitiba. Pressão e tortura psicológica Alguns participantes foram pressionados e até torturados psicologicamente durante o pouco tempo de programa, recebendo críticas sem fim em frente aos outros, sendo excluídos, recebendo punições e ordens e tendo suas lutas deslegitimadas. Este foi, inclusive, o motivo para a desistência de Lucas Penteado do reality. Colorismo O colorismo é a discriminação racial baseada exclusivamente em fenótipos e tons de pele. Mesmo entre pessoas negras ou afrodescendentes, há diferenças no tratamento, vivências e oportunidades, a depender do tom da pele. Alguns participantes debocharam de Gilberto que se autodeclara negro, afirmando que ele é branco demais. Em meio à discussão, Nego Di afirma que Gil “é um pouquinho sujinho, se ele se esfregar bem.” Banalização de pautas importantes Alguns temas, como o racismo, são muito discutidos no programa, na maioria das vezes de uma forma não esperada pelo público. Após a discussão entre Karol Conká e Carla Diaz, Lumena afirmou que a casa ficou ao lado de Carla por ela ser fenotipicamente branca, quando, na verdade, a casa não aceitou as mentiras proferidas pro Conká. Assédio e relacionamento abusivo Em uma das festas, Karol Conká insistiu para que Arcrebiano a beijasse, causando a indignação dos espectadores, que levantaram a tag “Não é não” no twitter. Dias após a festa, quando se afastaram, Karol fez a casa inteira acreditar que Arcrebiano havia sido abusivo com ela e que a havia usado por conveniência. Difamação Difamar é atribuir a alguém um fato ofensivo a sua reputação e é considerado um crime contra a honra. Karol Conká difamou a atriz Carla Diaz para outros participantes, afirmando que a participante teria dado em cima de Arcrebiano e dito a ela que ele e Conká “não combinavam”, sendo que se tratavam de mentiras inventadas pela rapper. Cultura do cancelamento Essa edição trouxe à tona uma prática comum em tempos de hiper-conexão e exposição: o cancelamento. Ainda que sejamos todos canceladores e cancelados em potencial, a exposição da prática em rede nacional por alguns participantes causou surpresa e revolta mesmo sendo algo comum e recorrente fora da casa mais vigiada do Brasil. Agora que você já sabe como usar o Big Brother Brasil 21 na redação, não deixe de enviar sua redação pra gente conferir como ficou, hein?

Conheça mais sobre arquitetura hostil e a exclusão que ela provoca. Assim, tenha um repertório sociocultural forte para usar na redação! Todo mundo, em algum momento, se deparou com “soluções” de arquitetura e design que tornam certos locais bastante desconfortáveis. E isso não é de hoje nem mesmo uma situação isolada. Certamente, uma das intenções por trás disso é impedir que pessoas em situação de rua utilizem tais locais para sentar ou deitar. Porém, além delas, a população como um todo acaba excluída de usufruir de espaços públicos com qualidade. Desse modo, é fato que em muitas cidades brasileiras se utilizam de artifícios como esses para afastar as pessoas em situação de rua desses ambientes. No entanto, o que esse tipo de atitude não resolve são as causas que levam essas pessoas a viverem nessas condições. Então, como você leu nos textos motivadores do tema “Arquitetura hostil e a exclusão de pessoas em situação de rua“, segundo o Papa Francisco: “Aos pobres não se perdoa sequer sua pobreza”.Um exemplo desse tipo de arquitetura esteve na mídia em 2013, em Curitiba. Um deputado estadual fez uma campanha contra o que ele chamou de “Bundódromo” nos pontos de ônibus da cidade. Embora não mencionasse a população em situação de rua, a crítica dele era que esse tipo de construção desrespeita o Estatuto do Idoso e o Eca, além de ser ruim também para pessoas com deficiência e para a população em geral. Veja: Agora, vamos trazer alguns conteúdos para você saber mais sobre o tema e assim poder fundamentar melhor os argumentos da sua redação. Boa leitura! 1. Vídeo: Arquitetura hostil: Como construções afastam pessoas de ambientes públicos? Na última semana, o Padre Júlio Lancelotti viralizou nas redes sociais após retirar a marretadas pedras colocadas embaixo de um viaduto em São Paulo. Dessa forma, ele chamou a atenção para a temática da arquitetura hostil ou de exclusão e, por isso, o Fantástico do último domingo fez uma matéria especial para tratar do assunto. Assista! Aproveite e depois ouça o podcast do programa em que Murilo Salviano conversa com o Padre Júlio, o urbanista Fabio Mariz e a repórter Giuliana Girardi sobre o tema “Para quem as cidades são pensadas?”. 2. Artigo: O que é arquitetura hostil. E quais suas implicações no Brasil Saiba mais sobre o assunto lendo este artigo de Juliana Sayuri e conheça outros exemplos de cidades brasileiras que fazem uso de chamado “design desagradável”. Além disso, ela comenta sobre o impacto da pandemia para o aumento da população composta por pessoas em situação de rua. 3. Artigo: A quem pertence a cidade? Uma reflexão sobre a arquitetura hostil e o espaço público Além de saber um pouco mais sobre esse tipo de arquitetura do nosso tema de redação, neste artigo há várias imagens de projetos que visam excluir pessoas do seu entorno. Assim, caso você não lembre exatamente de um exemplo, nesta matéria encontrará muitos deles que podem ilustrar o assunto na sua redação. Veja abaixo um exemplo de estrutura metálica colocada em uma vitrine e um banco com divisória para impedir que as pessoas deitem nele. Você já viu algo parecido em sua cidade? Fonte: https://www.blogdaarquitetura.com/a-quem-pertence-a-cidade-uma-reflexao-sobre-a-arquitetura-hostil-e-o-espaco-publico/ 4. Artigo: 3 exemplos de como o urbanismo social cria cidades mais seguras Você deve estar se perguntando: mas existe como resolver essa questão das pessoas em situação de rua e a arquitetura hostil? A resposta é sim, e passa por tratar as causas e não apenas jogar o problema para debaixo do tapete e fingir que ele não existe. Neste artigo você conhecerá exemplos de urbanismo social que auxiliam a diminuir essa problemática e tornam os espaços das cidades mais inclusivos. 5. Vídeo: Arquitetura hostil e cartografia afetiva | Jamile Borges | TEDxRioVermelho Jamile Borges está em dos textos motivadores do tema. Ela é antropóloga, com pós-doutorado na Universidade de Lisboa, e professora da Universidade Federal da Bahia. Nesta palestra no TEDx ela fala sobre arquitetura hostil e em como a cartografia afetiva implica mobilizar nos indivíduos vivências, lembranças e afetos relacionados a lugares e espaços. Desse modo, ela questiona a maneira como as cidades criam mecanismos de segregação espacial e fala sobre como o mobiliário urbano visto como “solução” para evitar o trânsito livre de pessoas em situação de rua produziu uma arquitetura hostil que coloca as cidades contra as pessoas em vez de acolher e da criar territórios afetivos. Então, serão 7 minutos de muito aprendizado sobre o assunto!https://youtu.be/IUkWXwSFGDM 6. Artigo: 15 modos que as cidades usam para “combater” os moradores de rua Para finalizar, veja esta matéria do “Mistérios do mundo” com vários exemplos ilustrativos de como existe muita criatividade na hora de excluir as pessoas dos espaços públicos. E aí, gostou das nossas dicas? Não se esqueça: faça sua própria pesquisa sobre o tema e arrase na redação! Precisa que alguém corrija o seu texto? Então conte com a nossa equipe! Conheça os planos do Redação Online e comece a sua preparação agora mesmo! Certamente tem algum deles que cabe no seu bolso!

Você já ouviu falar em arquitetura hostil? Conheça esta proposta de redação sobre o assunto e pesquise sobre esse tema da atualidade. Leia os textos motivadores. Com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo sobre o tema “Arquitetura hostil e exclusão de pessoas em situação de rua”. Use a em modalidade escrita formal da língua portuguesa e apresente proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista. Confira o tema Arquitetura hostil e exclusão de pessoas em situação de rua: Texto 1 Arquitetura hostil: a cidade é para todos? Você já ouviu falar do termo Arquitetura hostil? Cunhado em junho de 2014 pelo repórter Ben Quinn no jornal britânico The Guardian, a matéria originalmente intitulada Anti-homeless spikes are part of a wider phenomenon of ‘hostile Architecture(As pontas de ferro anti-desabrigados são parte de um fenômeno mais amplo conhecido como “arquitetura hostil”) [1] surpreendeu cidadãos de todo o mundo que passaram a notar em seus contextos as práticas listadas por Quinn. Ali ele discorreu sobre como o desenho urbano têm influenciado o comportamento e o convívio, criticando como a abordagem ao mesmo tem buscado excluir moradores em situação de rua dos centros urbanos. Das soluções urbanas expostas, bancos desenhados especialmente para exclusão de moradores de rua e skatistas e ainda espetos sobre muretas ou proteções sob marquises foram alguns dos exemplos citados. Os exemplos são muitos: em Guangzhou, na China, em uma área livre coberta abaixo de um dos viadutos da cidade, foram introduzidas milhares de pedras pontiagudas para evitar que moradores de rua se apropriassem do espaço como abrigo. A mesma solução foi aplicada abaixo de viadutos e passarelas de Belo Horizonte, em Minas gerais, e em muitas outras cidades pelo mundo. Os exemplos podem ser ainda mais ríspidos. Cercas elétricas, arames farpados, grades no perímetro de praças e gramados, bancos públicos com larguras inferiores ao recomendado pelas normas de ergonomia, bancos curvados ou ainda assumindo geometrias irregulares, lanças em muretas e guarda-corpos, traves metálicas em portas de comércios, pedras em áreas livres, gotejamento de água em intervalos estabelecidos sob marquises, e tudo que puder de alguma forma afastar ou excluir pessoas “indesejáveis” dos locais públicos urbanos. Fonte: https://www.archdaily.com.br/br/888722/arquitetura-hostil-a-cidade-e-para-todos Texto 2 Encruzilhada urbana: desafios para conciliar uso do espaço público, segurança e direitos humanos Antigas gerações tinham a curiosa superstição de colocar uma vassoura atrás da porta do quarto quando chegava uma visita indesejada. Era uma espécie de simpatia para que o intruso não se demorasse. À espera pela retirada do sujeito, o sorriso ficava cada vez mais amarelo, a bandeja com suco e bolo era sutilmente retirada e, com a resistência do visitante, só faltava exibir a vassoura para que a pessoa entendesse que sua permanência não era bem-vinda. Em 2012, as autoridades de Londres inauguraram a versão explícita da mensagem “você não deve demorar aqui” com a colocação em espaços públicos de bancos de concreto com superfície irregular. O banco de Camden, referência ao distrito da cidade onde surgiu, virou assim o símbolo da chamada arquitetura hostil, aplicada para deixar claro que o uso de determinados equipamentos públicos não é tão público assim. No Vale do Canela, por exemplo, há um viaduto sob o qual foram colocados espetos no solo de terra batida para evitar que pessoas permaneçam no local. Na Rua Tuiuti, no Centro, um condomínio colocou objetos pontiagudos na superfície de sua área externa para evitar que pessoas passem a noite por ali. Uma discussão que envolve não apenas o afastamento de pessoas consideradas indesejáveis, mas, no contexto brasileiro, a própria demanda por segurança por parte de moradores que se sintam ameaçados com a presença de estranhos perto da entrada de sua residência, especialmente à noite. A antropóloga Jamile Borges acredita que a arquitetura hostil retoma uma visão higienista e a noção de que a cidade não é para todos. “Passa a ser uma cidade camarotizada, guetificada”, diz a antropóloga. Para ela, uma instituição adota um padrão arquitetônico que inclui grades para evitar, por exemplo, que mendigos durmam e ali eventualmente façam suas necessidades fisiológicas – atacam-se os efeitos, mas não a causa. “O fato de que temos mais 220 mil pessoas morando nas ruas no Brasil mostra que nunca tivemos políticas públicas para resolver a pobreza”, pontua. Fonte: https://atarde.uol.com.br/muito/noticias/2140908-encruzilhada-urbana-desafios-para-conciliar-uso-do-espaco-publico-seguranca-e-direitos-humanos Texto 3 Papa denuncia “arquitetura hostil” contra mais pobres O papa Francisco condenou que os pobres sejam tratados como lixo e denunciou a “arquitetura hostil” contra essa camada da população. “Passam-se os séculos, mas a condição de ricos e pobres se mantém inalterada, como se a experiência da história não nos tivesse ensinado nada”, disse o pontífice, ao analisar a “desigualdade” que reina nas sociedades modernas. É preciso nomear as novas formas de escravidão, disse ele. Sensível ao tema, o sumo pontífice mencionou, entre esses novos escravos, os imigrantes, os órfãos, os desempregados, as prostitutas, os dependentes químicos, os marginalizados e as vítimas de violência. “Chegou-se ao ponto de teorizar e construir uma arquitetura hostil para se desfazer de sua presença, inclusive nas ruas, últimos lugares de acolhida”, afirmou. São pessoas tratadas como lixo, disse, e não há sentimento de culpa por parte dos cúmplices do que ele qualificou como um escândalo. “Aos pobres não se perdoa sequer sua pobreza”, completa o papa, que também condena “a crueldade mediante a violência da arbitrariedade”. Fonte: https://g1.globo.com/mundo/noticia/2019/06/13/papa-denuncia-arquitetura-hostil-contra-mais-pobres.ghtml Escreva uma redação sobre o tema Arquitetura hostil e exclusão de pessoas em situação de rua após conferir uma lista de repertórios socioculturais que preparamos!

Existem muitos mitos sobre a redação do Enem. Você tem alguma dúvida sobre o que realmente pode ou não fazer na prova? Leia este post! A prova de redação do Enem costuma preocupar bastante os participantes do exame, e não é para menos. Ela corresponde a 20% da nota e pode elevar a média quando for bem desenvolvida. Assim, é normal que ao longo do tempo apareçam alguns mitos sobre a redação e muita gente acaba acreditando e seguindo por medo de ter pontos descontados na prova. Hoje, vamos conversar sobre alguns desses mitos. Dessa forma, você ficará bem informado(a) e não precisará mais ficar inseguro(a) na hora de escrever o seu texto. Então, vamos lá? 1. É obrigatório ter título na redação Embora esteja escrito na Cartilha do Participante que o título não é obrigatório, muita gente ainda pensa que precisa colocar para não perder pontos. O participante, se quiser, pode colocar título. Ele, no entanto, não será avaliado em nenhuma das competências. O título vale como linha escrita pelo participante. Então, caso a pessoa escreva um texto de apenas 7 linhas, mas que além disso tenha o título, ela terá seu texto corrigido. 2. Usar palavras difíceis aumenta a nota É verdade que é importante variar o vocabulário e evitar repetições de palavras em seu texto, porém é mito que você precisa usar palavras difíceis para ter uma nota maior. Pois é, na verdade, o “rebuscamento” prejudica mais que ajuda. Isso porque muitas pessoas usam palavras das quais não conhecem muito bem o significado. Desse modo, sim, podem perder pontos. Deve haver um cuidado na escolha das palavras, haver respeito à modalidade padrão da língua portuguesa, mas não é necessário “escrever difícil”. Lembre-se de que o texto dissertativo-argumentativo preza pela objetividade e clareza. Assim, ele precisa ser fluido, de fácil leitura por qualquer pessoa. Imagine sempre que você está escrevendo para muitas pessoas e não somente para a banca. Então, o texto deve ser compreensível para todos. 3. Só pode escrever com letra cursiva na folha de prova Não, esse é mais um mito. O participante pode escrever com letra de forma, mas precisa diferenciar as letras maiúsculas e minúsculas. Isso porque é um dos critérios de correção da competência 1 identificar se o participante sabe quando é necessária essa diferenciação (começo de frases e palavras que precisam ser escritas com inicial maiúscula, como nomes próprios, por exemplo). 4. Basta citar algum filósofo para tirar uma boa nota Não é bem assim que funciona. Nós já mostramos aqui no blog os critérios de correção das 5 competências e você deve lembrar que falamos sobre repertório sociocultural na competência 2. É superimportante que exista fundamentação na sua argumentação, e a citação é uma forma de fazer isso, mas não é a única. Além disso, não basta apenas colocar uma citação solta em seu texto, ela precisa necessariamente ser pertinente ao tema e também ter uso produtivo para que se atinja as notas mais altas na competência 2. Sabemos que existem muitas fórmulas prontas e “esqueletos” de redações que dizem “servir para qualquer tema” e que usam sempre os mesmos filósofos e as mesmas citações batidas. Desapegue desse mito. Receitas de redação podem dar bastante lucro para quem as vende, mas podem ser muito prejudiciais para você se segui-las cegamente. 5. Devo tentar agradar o posicionamento político do avaliador Isso simplesmente não existe. Trata-se de mais um dos mitos sobre a redação, e muita gente cai nele. O Inep divulgou no ano passado a cartilha de capacitação dos avaliadores e por elas é possível perceber que os critérios são bastante objetivos. Não há margem para esse tipo de avaliação subjetiva nem é o papel do avaliador concordar ou não com as opiniões dos participantes. O texto precisa ter coerência entre o ponto de vista, os argumentos e a proposta de intervenção, respeitando os direitos humanos, seja mais alinhado à direita, à esquerda ou ao centro, isso não importa! Além disso, é mito também que todos os mais de 5 mil avaliadores que corrigem redações anualmente pensam da mesma forma. E é impossível saber quem vai corrigir a sua, ou seja, essa história não faz o menor sentido. Escreva o texto de acordo com a sua visão de mundo, com bons argumentos e uma proposta de intervenção adequada à situação de prova que vai dar tudo certo! 6. Rasuras tiram pontos da redação É compreensível que em uma prova manuscrita o participante cometa alguns erros e ele não possa apagá-los da folha de prova. Portanto, jamais alguém será prejudicado por rasurar, desde que não risque a folha inteira, anulando linhas propositalmente e ficando com 7 linhas ou menos de texto. Evite cometer erros, mas, caso aconteçam, não se desespere. Passe um traço simples por cima da palavra ou trecho errado e escreva corretamente ao lado. Caso perceba o erro depois de já ter passado tudo a limpo, tente arrumar escrevendo em cima da rasura, mas lembre-se de que precisa ficar legível. A única coisa que pode prejudicar a nota é o avaliador não compreender o que está escrito se ficar muito pequeno. Então, tenha muita atenção na hora de transcrever o rascunho para a folha oficial. Então, você conhecia esses mitos sobre a redação do Enem? Sabe de mais algum que queira desvendar? Escreva aqui nos comentários que a gente esclarece a sua dúvida! Já começou a preparação para o Enem 2021? Aproveite que está por aqui e conheça nossos planos!

Confira alguns repertórios socioculturais pertinentes ao tema da redação do Enem digital. Aproveite para treinar a escrita sobre esse assunto! A primeira edição do Enem digital trouxe como tema de redação “O desafio de reduzir as desigualdades entre as regiões do Brasil“. Nós já fizemos uma análise do tema da redação do Enem digital, então agora traremos alguns conteúdos e referências que o participante poderia fazer uso em seu texto para melhorar a argumentação e garantir uma nota alta na competência 2. Acompanhe as nossas indicações! 1. Jogos Vorazes (filme, 2012) Nas nossas redes sociais, alguns participantes mencionaram o uso de Jogos Vorazes como repertório sociocultural. De fato, histórias distópicas costumam narrar eventos análogos a situações vividas na realidade ou demonstrar possibilidades de futuro de acordo com as nossas ações no agora. Certamente você já deve ter visto ou ouvido falar da saga escrita por Suzanne Collins que fez muito sucesso na adaptação para o cinema. No caso do tema de redação do Enem digital, cabe destacar as desigualdades entre os 12 distritos de Panem. Quanto mais afastados da capital, ou a depender dos recursos que cada distrito poderia oferecer, mais necessitadas eram as pessoas, que tinham dificuldades para viver dignamente. Quem usou esse repertório, portanto, teve uma boa sacada. Assim, se você não conhece ainda os livros ou os filmes sobre a heroína Katniss Everdeen, vale a pena conferir. É possível identificar na obra diversos aspectos sociais que podem vir a ser tema de redação algum dia. Assista ou leia, e fique atento! https://youtu.be/SUyLvbbm0pk 2. Expresso do amanhã (filme, 2013) Na mesma toada de Jogos Vorazes, “Expresso do amanhã” também mostra uma sociedade distópica em que a condição social das pessoas é determinada pela posição delas em um trem. Após uma fracassada tentativa de conter o aquecimento global, os habitantes do planeta foram obrigados a viver em um trem, e em cada vagão há diferenças, sendo o último aquele em que as pessoas mais passam dificuldades. Assim, novamente temos a metáfora de que quanto mais distante do “líder” ou “centro”, mais escassos são os recursos à população. Portanto, é mais ou menos como acontece se pensarmos na diferença entre Norte/Nordeste e Sul/Sudeste no Brasil. Outras reflexões podem surgir a partir dessa obra cinematográfica, portanto vale a pena assistir. A Netflix também lançou em 2020 uma série baseada na história. Então, confira! 3. Artigo: 5 causas da desigualdade econômica Confira esse artigo publicado no site politize! sobre as causas da desigualdade econômica no Brasil. Provavelmente, quem fez a prova deve ter usado como um dos argumentos o que leva o país a ser tão desigual entre as suas regiões. Certamente, saber isso pode nos dar caminhos para pensar em soluções para esse problema. Além de explicar o que é desigualdade econômica, cita como causas: a herança colonial, a desigualdade de gênero, a segregação racial, a localização geográfica e as relações de comércio exterior, e o acesso á educação. Então leia, anote, saber sobre esse assunto sempre pode ajudá-lo em alguma situação da vida mais à frente, não só para a redação (mas também pra ela, por que não?). 4. Ilha das flores (curta-metragem, 1989) Esse curta é quase um clássico brasileiro, do cineasta Jorge Furtado. A obra, realizada há mais de 30 anos, infelizmente, está mais atual do que nunca. Nela, é mostrada, com uma linguagem quase científica, mas sobretudo ácida, como as relações desiguais entre os seres humanos são determinadas pela economia. Assim, um narrador conta o ciclo de vida de um tomate e mostra a diferença entre ele, seres humanos e porcos. Vale muito a pena assistir! https://youtu.be/60zZ5RcugII 5. O Brasil (segundo Milton Santos) – entrevista completa O texto motivador número 4 da proposta de redação do Enem digital trouxe um trecho da entrevista com Milton Santos a respeito de sua obra “O Brasil: Território e Sociedade no Início do Século 21”. Que tal ler essa entrevista completa e aprender um pouco mais com um dos nossos grandes pensadores nacionais? 6. IBGE: Condições de vida, desigualdade e pobreza Outra importante fonte de informações sobre o nosso país é o IBGE. Por meio de suas pesquisas, sempre é possível fundamental muito bem e de forma pertinente muitos temas que falam sobre questões sociais nacionais. Desse modo, procure informar-se sobre os principais levantamentos feitos pelas pesquisas do instituto, que ajudam a entender melhor nossas desigualdades e vulnerabilidades. Aqui você vai encontrar o acesso a essas importantes contribuições do IBGE. 7. Ipea: Desenvolvimento Regional No Brasil Políticas, Estratégias e Perspectivas O Intituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) também é uma importante fonte de informações que, se você ainda não conhece, precisa conhecer. No site do Ipea é possível acessar diversas informações sobre o Brasil e a economia nacional, ou seja, tem muitas referências que podem ser úteis em diversas temáticas de redação e mesmo para outras provas, como geografia e atualidades. Assim, destacamos a obra Desenvolvimento Regional No Brasil Políticas, Estratégias e Perspectivas, disponível on-line no site, para que você se informe mais sobre o tema da redação do Enem digital. Essas são algumas da nossas sugestões, mas queremos saber quais repertórios você usou no seu texto! Escreva nos comentários! Se não fez a prova, pode começar a treinar para o Enem 2021 escrevendo sobre esse assunto, o que acha? Então comece a sua preparação e conte com a gente para ajudá-lo! Conheça nossos planos e venha para o Redação Online!

Veja qual foi o tema da redação do primeiro Enem digital e confira nossa análise sobre ele. Você estava esperando por esse assunto na prova? No último domingo (31 de janeiro), aplicou-se pela primeira vez o Enem digital em alguns municípios brasileiros. Novamente, em função da pandemia e de algumas situações de problemas técnicos em locais de prova, houve um elevado número de abstenção: 68,1%. Assim, o total de participantes foi de pouco menos de 30.000. Certamente havia muita expectativa com relação ao tema de redação. Para a versão digital do Exame, a escolha foi “O desafio de reduzir as desigualdades entre as regiões do Brasil”. Embora seja um assunto que se comente bastante no nosso dia a dia, é provável que a escolha da temática surpreendeu muita gente. Hoje, vamos analisar esse tema, os textos motivadores e o direcionamento dado pela frase temática. Acompanhe a leitura! Relevância e recorte do tema As desigualdades entre as regiões do país não são uma novidade. Historicamente, temos Sul e Sudeste mais valorizados economicamente e socialmente, enquanto Norte e Nordeste recebem, via de regra, menos investimento estatal. A situação atual da pandemia de coronavírus, recentemente, escancarou essas desigualdades. Desse modo, vemos estados como Amazonas e Pará sofrendo com a falta de estrutura na área da saúde para atender a sua população, por exemplo. Assim, era necessário que o participante conhecesse bem os aspectos macrossociais que poderiam fazer parte da sua argumentação. Isso porque o tema em si não determinou que tipo de desigualdade (se em termos educacionais, de infraestrutura, de educação, econômicos etc.), embora os textos motivadores dessem destaque para a pobreza e para a renda. Além disso, diferentemente do tema de redação do Enem impresso, que teve um recorte aberto, no Enem digital temos um direcionamento, sendo a palavra-chave DESAFIO muito importante para interpretar sobre o que o participante precisava escrever. Portanto, a existência dessa palavra na frase-temática define que o texto deveria, necessariamente, versar sobre formas de amenizar essas desigualdades e os entraves para a igualdade. Expôr, portanto, as causas das desigualdades e como solucioná-las. Textos motivadores da proposta de redação do Enem digital A prova do Enem digital apresentou quatro textos motivadores, sendo um deles composto por alguns dados estatísticos sobre o Produto Interno Bruto (PIB) nacional e sobre o índice de desenvolvimento humano (IDH). Para compreendê-los melhor, é fundamental saber o que é PIB e o que indica o IDH. Veja: o PIB corresponde à soma de todos os bens e serviços finais produzidos por um país, estado ou cidade, geralmente no período de um ano. o IDH é a medida usada para saber o grau de desenvolvimento de uma determinada sociedade em termos de educação, saúde e renda. Assim, quanto mais próximo de zero, menor é o indicador para esses quesitos. Uma informação interessante que podemos tirar dos gráficos apresentados é que enquanto houve uma queda no PIB nas regiões Sul e Sudeste, nas demais houve aumento, mesmo que ainda não seja muito significativo. Com relação ao IDH também se percebe que houve uma variação positiva em todas as localidades entre 2000-2010. Assim, isso corrobora algumas informações do primeiro texto, de que houve uma melhoria em anos mais recentes com relação à renda e alguns serviços, como infraestrutura, atendimento médico e escolaridade. No entanto, ainda assim é bastante acentuada a desigualdade entre as regiões brasileiras. O quarto texto motivador traz um trecho de entrevista com Milton Santos, um dos pensadores brasileiros que sugerimos que vocês conhecessem mais, lembram? Quem acatou nossa dica certamente tinha bastante referencial teórico para demonstrar repertório sociocultural produtivo na redação, não é mesmo? Para ele, a globalização acentuou as diferenças sociais e, assim, beneficia apenas pequenos grupos. Porém, ele afirma que é possível haver integração pelo uso das tecnologias. Por fim, o texto III mostra que em 2019 o IBGE ainda identificou as disparidades de renda per capita entre as regiões brasileiras. Assim, vemos a existência de pouco ou demorado avanço em regiões mais periféricas enquanto as mais centrais seguem sendo as mais ricas do país. Em especial, mostra que houve um aprofundamento dessas diferenças na contemporaneidade, em especial no Norte e no Nordeste. Possibilidades de tese e argumentação Embora não seja um tema difícil, ele requer do participante atenção para que não abordasse genericamente o assunto e, além disso, necessitava um olhar voltado aos meios de solucionar esse problema. Alguns dos seguintes argumentos poderiam ser abordados: desinteresse estatal em investir nas regiões desfavorecidas e resolver de modo permanente essas desigualdades; pouca visibilidade dessas regiões nas mídias (basta lembrar o caso do “apagão” recente no Amapá, por exemplo); falta de oportunidades de emprego e renda, com regiões muito dependentes ainda apenas do turismo; descaso com problemas recorrentes, como falta de acessos fáceis a esses locais (relembre a situação de caminhões com oxigênio que atolaram em uma BR que há 30 anos aguarda por melhorias no Norte do país). Na sua argumentação, seria importante citar alguns dados como o do PIB e do IDH, mesmo que contextualizados a partir dos textos motivadores (sem fazer cópia), para sustentar essa desigualdade entre as regiões. Os exemplos recentes, trazidos em especial pela pandemia, como os indicados acima, também poderiam fazer parte da argumentação para mostrar o quanto as regiões Norte e Nordeste ainda são pouco assistidas pelos governos. Finalmente, esse tema propicia elaborar uma boa proposta de intervenção pelo participante, uma vez que ele provavelmente apresentou causas e agora é a vez de propor soluções. De acordo com a abordagem, era a hora de mostrar como resolver ou diminuir essas desigualdades, indicando agentes, ações, modos/meios, efeitos e detalhando algum desses 5 elementos obrigatórios. Por exemplo, propor uma distribuição mais equitativa dos impostos para os locais que mais necessitam. Na nossa próxima postagem traremos alguns repertórios que poderiam constar na redação sobre “O desafio de reduzir as desigualdades entre as regiões do Brasil”. O que você achou desse tema? Responda nos comentários? Até a próxima! Envie suas redações em nossa plataforma e receba as correções de nossos professores

Confira a proposta completa de redação cobrada no ENEM DIGITAL 2020! TEXTO I Na década de 1970, o Brasil não era apenas um país pobre. A maior parte dos seus municípios era habitada por elevada concentração de pobres, e a carência de serviços essenciais era generalizada. Nos últimos quarenta anos, ocorreu sensível melhora nas condições de vida das cidades brasileiras. A renda per capita aumentou, a concentração de pobres diminuiu e a cobertura de serviços de infraestrutura física, bem como a oferta de médicos e os níveis de escolaridade melhoraram sensivelmente. Entretanto, a desigualdade de riqueza entre os municípios brasileiros permaneceu rigorosamente estável, a desigualdade territorial da concentração da pobreza aumentou e diminuíram as desigualdades no acesso a serviços básicos de energia elétrica, água e esgoto, coleta de lixo e níveis de escolaridade. A trajetória da melhora teve, contudo, marcada expressão regional. Nos últimos quarenta anos, ela se iniciou nos municípios mais ricos, nos quais a universalização dos serviços antecede – em muito – a expansão da cobertura aos demais. A melhora das coberturas nas Regiões Sul e Sudeste constitui o primeiro ciclo de expansão para todas as políticas, ainda que com ritmos diferentes para cada política setorial. A melhora da cobertura para as Regiões Sul e Centro-Oeste constitui o segundo ciclo de expansão para todas as políticas. Por fim, as Regiões Norte e Nordeste são a última área de expansão da oferta de serviços. ARRETCHE, M. Trazendo o conceito de cidadania de volta: a propósito das desigualdades territoriais. In: ARRETCHE, M. (Org.). Trajetórias das desigualdades: como o Brasil mudou nos últimos cinquenta anos. São Paulo: Ed. Unesp/CEM, 2015 (adaptado). TEXTO II O IBGE divulgou dados sobre a renda em cada estado em 2019. A pesquisa mostrou uma disparidade grande entre as diferentes unidades da federação. Distrito Federal, São Paulo e Rio de Janeiro aparecem como os locais com maior rendimento domiciliar per capita. Além de mostrar as distâncias entre cada estado, os números do IBGE revelam disparidades expressivas entre as regiões brasileiras no ano de 2019. Em especial, fica evidente o menor rendimento por pessoa em estados das Regiões Norte e Nordeste. Todos os estados das Regiões Norte e Nordeste tiveram rendimentos per capita menores que os estados das Regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste em 2019. Isso significa que os 16 estados do Brasil com menor renda domiciliar per capita foram os 16 estados pertencentes às Regiões Norte e Nordeste. Da mesma forma, as 11 unidades com maior rendimento em 2019 são as que compõem Sul, Sudeste e Centro-Oeste. Disponível em: nexo jornal. Acesso em: 30 set. 2020 (adaptado). TEXTO III Qual momento específico da ocupação do território brasileiro acentuou de modo mais relevante as desigualdades sociais? Santos – A globalização. Ela representa mudanças brutais de valores. Os processos de valorização e desvalorização eram relativamente lentos. Agora há um processo de mudança de valores que não permite que os atores da vida social se reorganizem. Até a classe média, que parecia incólume, está aí ferida de morte. Em “O Brasil” o sr. diz que a globalização agrava as diferenças regionais brasileiras. Até que ponto ela também integra? Santos – Ela unifica, não integra. Há uma vontade de homogeneização muito forte. Unifica em benefício de um pequeno número de atores. A integração é mais possível do que era antes. As novas tecnologias são uma formidável promessa. A globalização é uma promessa realizável e a integração será realizada. Entrevista de Milton Santos em 2001. Disponível em: folha uol. Acesso em: 18 jul. 2020. Proposta de redação do Enem Digital 2020 A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “O desafio de reduzir as desigualdades entre as regiões do Brasil”, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista. Após escrever sua redação, envie em nossa plataforma e receba a correção em até 3 dias úteis de nossos professores especialistas!
Domingo (31) estreia a aplicação do Enem digital. Ainda tem dúvidas sobre como vai funcionar? Então, não deixe de ler este post! Depois da aplicação do Enem impresso marcado por recorde de abstenções e muitos problemas de logística e organização, chegou a vez do Enem digital. Pela primeira vez o formato será aplicado a pouco mais de 96 mil inscritos. Ao todo, 99 cidades terão a prova digital, com a mesma estrutura do Enem que já conhecemos. Assim, serão 180 questões e mais a redação. De acordo com o Inep, a implantação do Enem Digital crescerá ano a ano e deve ser consolidada em 2026. As aplicação das provas do Enem digital 2020 será nos próximos dias 31 de janeiro e 7 de fevereiro. Então, se você vai participar, se liga nas nossas informações! Em primeiro lugar, para quem estava pensando que a prova de redação seria on-line, a notícia é que você precisa separar a sua caneta preta e levá-la no dia da prova. Sim, a prova de redação acontece exatamente como no Enem impresso. Desse modo, os participantes receberão um caderno e uma Folha de Redação para fazer a transcrição do seu texto. Portanto, não se esqueça de todas as dicas que nós já demos em outros momentos aqui no blog. Além da caneta, relembre e confira se você está com tudo que precisa para seguir os protocolos de prevenção à Covid-19. E, claro, não se esqueça do seu documento com foto! Evidentemente, as questões e o tema da redação serão diferentes para essa nova aplicação. Depois de termos o tema “O estigma associado às doenças mentais na sociedade brasileira” na versão impressa, qual aposta você faz para a redação do Enem digital? Será que é agora que a discussão sobre alfabetização vem? Não temos como saber, mas, por via das dúvidas, não custa dar mais uma lida nas possibilidades de temas que pensamos para 2020. Obrigações do participante nos dias de prova do Enem digital Já falamos aqui sobre a importância de ler os editais e se informar sobre o Exame Nacional do Ensino Médio antes dos dias de prova. Isso é fundamental para que você chegue preparado e tranquilo, “com tudo em cima” para arrasar nas questões e na redação. Então, entre na página do Inep e confira o passo a passo que deverá ser seguido no dia das provas. A seguir, veja um vídeo com o Alexandre Lopes, presidente do Instituto. https://youtu.be/p1eSqUvQz6U Como serão corrigidas as redações do Enem digital? A correção das provas será da mesma maneira que na versão impressa. Assim, dois avaliadores corrigem e atribuem as suas notas. Caso não haja discrepância, a nota final do participante será a média dessas duas correções. Havendo divergência, realiza-se uma terceira correção e, se persistir a diferença grande entre as notas, uma banca com três avaliadores tomará a decisão sobre o texto. Se você não sabe ainda quais são os critérios de correção da redação, confira a cartilha do participante lançada no final de 2020. Nela, você também consegue ter acesso a algumas das redações nota mil de 2019, comentadas por especialistas. Certamente essa é uma boa maneira de dar uma última estudada para prova, não é mesmo? Quando sai o resultado do Enem digital? O Inep liberou os cartões de confirmação de inscrição no dia 15 de janeiro. Até o dia 20, 43% dos participantes acessaram os seus. Se você ainda não acessou, entre agora na Página do Participante e confira seus dados. A solicitação de reaplicação para os casos de estudantes que tenham alguma dificuldade logística ou de infraestrutura durante a realização da prova digital deve ser realizada entre os dias 8 e 12 de fevereiro. Desse modo, a reaplicação ocorrerá nos dias 23 e 24 de fevereiro. Os resultados têm previsão de divulgação no dia 29 de março de 2021. Prepare a câmera do celular para fazer um print do cronograma. Então, lembre-se: O Enem digital, provavelmente, está vindo para ficar. Mas quem vai utilizá-lo agora será pioneiro, pois trata-se de um modelo-piloto. Assim, é muito novo para todos nós e, principalmente, para quem se inscreveu nessa modalidade. Desse modo, contamos com os depoimentos de vocês sobre como foi fazer a prova nesse novo formato, combinado? Então, desejamos uma excelente prova de redação no próximo domingo e que depois você venha aqui nos contar como foi, beleza? Ah, e não se esqueça de enviar o rascunho de sua redação na plataforma após a prova para receber a correção dos nossos professores!

Conheça repertórios e referências para poder escrever sobre o tema “Whitewashing e o racismo no cinema e TV”. Agora que você já conferiu o tema de redação sobre whitewashing, aposto que já lembrou de situações que ocorreram no Brasil sobre o assunto, não é mesmo? Pois é, em 2016, a novela “Sol Nascente” apresentou atores brancos como representantes de uma família asiática. Assim, no ano de 2020, em uma live, a atriz Dani Suzuki trouxe à tona novamente o tema do racismo no cinema e na TV. A seguir, apresentamos alguns conteúdos para que você saiba um pouco mais sobre o tema e utilize situações como referências socioculturais na sua redação. Então, acompanhe a leitura e depois coloque a mão na massa! 1. O que é whitewashing? Saber conceitos é superimportante na hora de escrever o seu texto. Assim, dê uma olhada nesse material feito pela FOLHA que explica, de forma didática e com exemplos, o termo. Certamente você lembrará de outras situações que pode usar no seu projeto de texto a partir dessa leitura. Acesse agora mesmo! 2. Artigo: Remakes de filmes e séries: há limite para troca de etnias? Leia na íntegra um artigo cujo trecho está nos textos motivadores do nosso tema de redação. Assim, saiba um pouco mais sobre com o racismo no cinema e na TV se apresentam e o que pode ser feito para repensar essas ocorrências. 3. Artigo: ‘Whitewashing’: relembre críticas à escolha de atores com pele mais clara que seus personagens Se é de exemplos que você precisa, seus problemas acabaram! Leia este artigo e relembre alguns casos famosos de atores escalados para papéis que poderiam trazer mais representatividade e diversidade para a TV e o cinema. 4. Podcast: Lista Preta – #3 – Hollywood: Estereótipos Racistas,White Savior e whitewashing Chegou aquele momento de colocar os fones de ouvido e adquirir repertório enquanto laça a louça ou leva o cachorrinho para passear. No episódio 3 do podcast Lista Preta. A ideia foi discutir os estereótipos racistas, a figura do “branco salvador”e o whitewashing que têm espaço, até hoje, no cinema. Às vezes é complicado entender certas questões quando elas não no afetam diretamente, então, não deixe de ouvir para aprender mais! 5. Vídeo: CASOS de WHITEWASHING MAIS ABSURDOS nas NOVELAS Neste vídeo do canal Melodramáticos são comentados os casos de embranquecimento nas novelas que, segundo o canal, foram os “mais descarados”. Assim, clique e confira! https://www.youtube.com/watch?v=SiFqidfeoZc 6. Vídeo: racismo e Entretenimento – “Whitewashing” Então, aproveite que você já está na plataforma de vídeos e assista também essa discussão proposta pelo canal “Papo de Preta”.https://www.youtube.com/watch?v=GgToYKuTlJo 7. Vídeo: Embranquecimento e falta de representatividade na mídia | Paula Kim Vídeo bastante necessário para entendermos como as pessoas asiáticas são representadas de forma estereotipada na mídia. Certamente você vai aprender bastante nesses menos de 3 minutos de vídeo. Portanto, assista! https://www.youtube.com/watch?v=j7ZDgFxLImIEntão, agora é com você! Faça sua própria pesquisa, relembre outros casos de whitewashing e racismo no cinema e na tv e, assim, escreva uma redação bem articulada sobre o assunto. Precisa de ajuda com a correção? Conheça nossos planos e comece agora mesmo a se preparar para as próximas provas. Venha com a gente!