1089 artigos publicados sobre “Para vestibulandos” no Blog do Redação Online.
Navegue pelos conteúdos abaixo para aprofundar seus conhecimentos sobre este tema. Cada artigo traz análises, exemplos práticos e repertórios que podem ser utilizados na sua redação do ENEM, vestibulares e concursos públicos.

A crise sanitária impactou a sociedade, no entanto a pandemia na vida das mulheres impactou ainda mais. Veja os repertórios para o tema! Embora todo campo social que tenha sido atingido pelos efeitos da crise do coronavírus, a pandemia causou ainda mais transtornos para um grupo social específico. Isso se deve a inúmeros fatores, conforme você viu nos textos motivadores do tema “Os impactos da pandemia na vida das mulheres“. O trabalho em home office, além da dupla jornada com os afazeres da casa – ainda delegado a elas em muitos lares -, os filhos sem escola. Além disso, muitas sofreram violência doméstica. Ainda, para completar, a preocupação com a vida e a doença, o que afeta a saúde mental. Assim, cabe refletir sobre o assunto e pensar soluções a esse problema da atualidade. Para ajudar você escrever uma boa redação sobre esse tema, selecionados alguns repertórios para ajudar na argumentação! Leia-os, assista-os, faça anotações. Ah, e não se esqueça: faça a sua própria pesquisa, hein? Um texto bem fundamentado está a um passo de ser uma redação nota mil! 1. Artigo: 2020: o ano da pandemia e seu impacto nas mulheres, pessoas negras e LGBT+ Acesse o site Gênero e Número que, em dezembro de 2020, publicou uma matéria bem completa, com dados, mapas, gráficos e diversas informações sobre o impacto da pandemia entre os grupos minoritários, entre eles as mulheres. Um dado interessante para dicussão, por exemplo, é que, na linha de frente dos profissionais da saúde, as mulheres negras – em geral técnicas de enfermagem ou agentes comunitárias de saúde – são as mais expostas ao risco de contágio. Além disso, são elas que menos treinamento, orientação e equipamentos de proteção recebem. Então, que tal pensar sobre isso no seu texto? Ainda se relacionando ao nosso tema, o canal no Youtube da Gênero e Número tem um vídeo que traz um retrato das mães solo na pandemia. Assista-o para conhecer essas estatísticas. O vídeo tem menos de 2 minutos! https://youtu.be/3OvP8k0EI1Q 2 Vídeo: Pesquisa revela que mulheres sofrem mais com a pandemia Nesta reportagem do Hoje em dia, você encontra a exemplificação de algumas das dificuldades vistas nos textos motivadores do nosso tema. Portanto, é interessante que você assista essas histórias de vida e, assim, utilize-as como exemplo na argumentação da sua redação. Dê play agora mesmo!https://youtu.be/a9D_TssBRj0 3. Vídeo: Violência contra a mulher em tempos de pandemia Presente, infelizmente, todos os dias na nossa sociedade, a violência assombrou ainda mais a vida das mulheres durante a pandemia. Tendo sido tema do Enem em 2015, a violência contra a mulher ainda persiste. No canal da Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade no Youtube, você encontra um vídeo curto que ajuda a pensar sobre essa problemática, que não atinge apenas as brasileiras. Confira!https://youtu.be/lFJPAq960sg 4. Vídeo: Desemprego entre mulheres é maior na pandemia A Band Jornalismo também esteve atenta aos impactos da pandemia na vida das mulheres. Nesta reportagem, o foco é o desemprego, que atingiu de forma mais severa a população feminina. Então, para elas, a retomada às atividades, mesmo com os planos de reabertura, será mais lenta. Se você não sabia que isso estava acontecendo, não deixe de assistir, combinado?https://youtu.be/HG-bs6sR58g 5. Vídeo: Pandemia agrava sobrecarga das mulheres no trabalho doméstico A TV Cultura, por sua vez, trouxe um olhar sobre o fato de as mulheres estarem com uma carga de trabalho doméstico superior às 10h a mais dedicadas a isso que os homens, normalmente. Pois é, não basta estar sob uma pandemia, sofrer ameaça de violência e ter dificuldades em manter o emprego. Além disso tudo, as mulheres ainda são atingidas pelo excesso de atribuições em suas casas. Certamente, isso reflete os problemas relacionados às diferenças de gênero que ainda persistem na sociedade. Dessa forma, a matéria ajuda a pensar sobre essa situação e seus efeitos.https://youtu.be/8sJ585qbqOk 6. Entrevista: Psicoterapeuta fala sobre a intensificação da sobrecarga sob as mulheres/mães na quarentena Complemente as informações da matéria anterior assistindo a esta entrevista com a psicoterapeuta Pollyana Esteves. Além de mostrar os efeitos de tantas atividades extras para as mulheres, ela aponta maneiras de cuidar da saúde mental. Portanto, não deixe de assistir. Afinal, quem sabe não surge uma ideia de proposta de intervenção daqui, hein?https://youtu.be/r4P1s3UVceU 7. Site: Mulheres na pandemia Finalizando as nossas indicações, acesse o site Mulheres na pandemia e encontre informações bem detalhadas sobre a situação desse grupo social na crise causa pela Covid-19. Além de ler o conteúdo on-line, você ainda pode baixar o relatório da pesquisa “Sem parar”, que buscou identificar a situação de trabalho e da vida das mulheres durante a pandemia. Trata-se de uma carta para você ter na manga, afinal, quem não gosta de usar dados estatísticos nos textos? Então, agora é com você! Hora de colocar a mão na massa, fazer um bom projeto de texto para tema Os impactos da pandemia na vida das mulheres e, assim, arrasar no desenvolvimento da sua redação! Lembre-se de usar esses repertórios de modo produtivo. Temos certeza de que você consegue! Ah, e se precisar de ajuda com correção, conte com a gente! Nada como o olhar de uma equipe especialista em redações para melhorar a sua escrita. Portanto, conheça nossos planos agora mesmo! Até a próxima!
Agora que todas as etapas do Enem 2020 encerraram, confira a análise dos três temas de redação e fique de olho nas tendências da prova! Marcado por uma pandemia, adiamento, confusões nas salas de provas e recordes de abstenção. Assim foi o Enem 2020. Certamente, não foi fácil para os estudantes a preparação para as provas. Porém, com a reaplicação que aconteceu nesta semana, enfim essa etapa encerrou. Agora, é o momento de avaliar as lições aprendidas nesse período e aguardar os resultados. Para ajudar a refletir sobre o Exame Nacional, vamos fazer uma breve análise dos três temas de redação cobrados nas provas. Assim, quem está começando a se preparar pra o Enem 2021 já pode traçar algumas estratégias para se dar bem. Boa leitura! Temas que dialogaram com o Brasil sob uma pandemia Caso você tenha perdido alguma notícia sobre o Enem, relembre os três temas de redação: Enem impresso: “O estigma associado às doenças mentais na sociedade brasileira“ Enem digital: “O desafio de reduzir as desigualdades entre as regiões do Brasil“ Reaplicação: “A falta de empatia nas relações sociais no Brasil“ Embora nem todos concordem, de alguma forma os três temas perpassam o momento atual da pandemia de coronavírus. O tema do Enem impresso trouxe as doenças mentais e o estigma associado a elas como um problema. Assim, em um dos textos motivadores mostrou que o Brasil é o país mais depressivo da América Latina. Em 2020, a saúde mental esteve no foco e a depressão apareceu como uma das doenças mentais mais recorrentes em um mundo sob distanciamento social. Já o Enem digital pediu uma discussão a respeito das desigualdades regionais, e novamente podemos fazer associações ao momento atual. A falta de recursos na área da saúde, em especial nas regiões Norte e Nordeste, visibilizou ainda mais essas desigualdades. Assim, o desafio – que é histórico – de reduzir esse problema pede reflexão urgente. Por sua vez, a reaplicação fechou o ciclo falando de empatia nas relações sociais. Aqui podemos ver um ciclo se fechando, pois essa temática complementa as duas anteriores, concorda? Quando um dos textos motivadores do tema do Enem impresso menciona que muitas pessoas acham que depressão e ansiedade são “frescura”, isso nada mais é que uma demonstração de falta de empatia. Da mesma forma, uma sociedade desigual reflete a dificuldade que muitos ainda têm se colocar no lugar do outro. Portanto, pode-se dizer que todos os três temas estiveram muito presentes na realidade de todos os brasileiros nos últimos meses e, desse modo, eram até certo ponto “fáceis” de se desenvolver, diferentemente de temas mais complicados, como o de 2018, sobre a manipulação de dados, por exemplo. Então, diante de um momento atípico, talvez a banca do Enem tenha optado por pegar mais leve nesse ano. Afinal, as dificuldades dos estudantes com o ensino remoto foram enormes. Predominância de temas abertos: uma tendência do Enem Com exceção do tema do Enem digital, que lembrou muito temas antigos, mais direcionados, os outros dois eram temas abertos, ou seja, davam mais liberdade para abordar o assunto. Assim, deve-se ter cuidado para não fugir do tema. Para isso, é importante entender quais as palavras-chave da frase temática. Os temas abertos requerem do candidato que ele faça uma boa interpretação dos textos motivadores e compreenda sobre o que precisa escrever. Assim, treine essa habilidade se você está se preparando para as próximas provas. Menos textos motivadores Tanto o Enem impresso quanto a reaplicação contaram com apenas três textos motivadores. Portanto, caso isso se torne um padrão da prova, é fundamental que o participante amplie ainda mais seu repertório sociocultural. Isso porque se basear nos textos motivadores, embora não seja proibido (desde que não haja cópia), dificilmente fará uma redação se destacar. Atente-se também à leitura de infográficos, pois pelo menos um aparece sempre na proposta de redação e pode ajudar bastante a compreender a temática. Cadê a polêmica que estava aqui? Geralmente, o tema de redação vira foco de debate durante dias, pois muitas pessoas se queixam de serem cobrados assuntos fora da realidade da maioria das pessoas. Nesta edição do exame, porém, isso não aconteceu. Pelo menos não tão intensamente. Em sua maioria, os participantes consideraram os temas acessíveis. Além disso, como já mencionamos, bem próximos de situações que estão sendo vivenciadas no agora. É cedo para afirmar que o Inep vai seguir essa linha, mas a análise dos três temas de redação aponta que pode haver uma mudança daqui para frente, tornando a redação mais tranquila para os participantes. E você, fez alguma dessas provas de redação? Qual a sua opinião sobre os temas? Será que o Enem vai ficar “mais fácil”? Bom, independentemente das nossas suposições sobre o Enem 2020, agora está dada a largada para a jornada 2021. Conheça nossos planos e comece a praticar em nossa plataforma de correção, videoaulas e monitorias de redação!

Agora que você já sabe o tema de redação da reaplicação Enem 2020, confira os repertórios pertinente para usar no texto! O tema de redação da reaplicação Enem 2020 foi “A falta de empatia nas relações sociais no Brasil“. Agora que já conversamos um pouco sobre como melhor abordar essa proposta, vamos mostrar alguns repertórios que poderiam ter sido usados na argumentação do texto. Assim, caso você não tenha feito a reaplicação, mas queira treinar a sua escrita, você já pode começar a sua preparação refletindo sobre isso. Vamos lá? 1. The Power of Outrospection Esta animação de 10 minutos explica como, no século XXI, é importante cultivar a extrospecção, em vez da introspecção. Desse modo, mostra como a forma de viver cultivada até bem recentemente, em que o indivíduo foca apenas em si mesmo, não trouxe bons resultados. A empatia, é a forma final da extrospecção, segundo o vídeo. Então, assista-o para saber mais sobre isso! https://youtu.be/bKzNSCkS0k4 2. Intocáveis Neste filme, vemos o encontro inusitado de dois homens, um rico, tetraplégico após um acidente, e outro problemático, que aceita trabalhar como cuidador mesmos em experiência. Na trajetória, eles aprendem a se respeitar a partir de um olhar empático sobre o outro, apesar das diferenças.https://youtu.be/-Fb8h4gChlU 3. O Pequeno Guia de Empatia da Floresta dos Mistérios Com patrocínio da Volkswagen e da Lei de incentivo à cultura, a peça teatral Floresta dos Mistérios aconteceu em 2019, mas ainda deixou no ar seu site, que tem um guia disponível para download explicando sobre a empatia. Embora seja para um público infantil, pode ajudá-lo(a) a compreender um pouco mais sobre o conceito que é uma palavra-chave importante da frase temática. Então, aproveite e baixe o arquivo! 4. A Importância da Empatia na Educação Uma das relações sociais mais importantes de nossa trajetória se dá, sem dúvida, na escola. Assim, é importante entender como a empatia pode ajudar a torná-la melhor. O Escolas Transformadoras organizou, em 2016, uma roda de conversa sobre empatia. O objetivo foi o de construir coletivamente um entendimento sobre a importância da empatia como um valor e como uma competência que deve ser aprendida e cultivada na escola e nos demais espaços de convivência. Portanto, trata-se de um conteúdo que pode ajudar bastante na construção do seu texto, pois traz 9 artigos escritos pelos que estavam presentes no evento. Baixe gratuitamente esta cartilha. 5. Razões para desenvolver empatia no ambiente de trabalho Depois da escola, outro local que nos exige cada vez mais o exercício da empatia são os ambientes corporativos. Com este artigo, entenda os motivos para desenvolver essa competência na relações de trabalho. 6. Patch Adams – O amor é contagioso Mais um filme que nos ajuda a pensar na empatia. De 1998, conta com a história real um estudante de medicina que descobre que o humor e o carinho podem fazer maravilhas e ajudar a curar pessoas hospitalizadas. Porém, ele acaba entrando em conflito com os defensores da medicina tradicional, mas fria com os pacientes. Enfim, assista! Vale muito a pena! Ah! Aproveite e conheça também o trabalho dos Doutores do Riso! Certamente, isso tratá algumas ideias para o seu texto!https://youtu.be/q9YsMfAqZa4 7. O poder transformador da empatia nas relações humanas Então, que tal mais um artigo para encerrar esta lista de sugestões? Publicado pela Você S/A em 2019, fala sobre a importância de expandir a capacidade de compreender o outro para melhores relações, em especial no trabalho. Gostou das dicas? Não se esqueça: a internet está cheia de conteúdos que podem ajudar na sua argumentação. Portanto, reserve algum tempo antes da escrita para fazer a sua própria pesquisa. Procure também lembrar de livros, séries e outros filmes que mostrem relações empáticas que podem aparecer como repertório produtivo no seu texto. Depois, mande para a nossa equipe corrigi-lo! Então, conheça nossos planos e comece a se preparar para o Enem 2021!

A prova de redação da reaplicação Enem 2020 pediu que os participantes refletissem sobre a falta de empatia nas relações sociais. Confira! Nos dias 23 e 24 de fevereiro, participantes que perderam a data do exame nacional por estarem com sintomas de Covid ou problemas na sala de prova puderam realizar a reaplicação do ENEM 2020. Além disso, estudantes do Amazonas e de duas cidades de Rondônia também puderam fazer as provas, adiadas em função da pandemia. Nesse cenário caótico, a reaplicação Enem 2020 solicitou uma reflexão sobre “A falta de empatia nas relações sociais no Brasil“, que foi o tema de redação. Então, acompanhe a nossa análise sobre esse tema. Boa leitura! Palavras-chave da frase temática A primeira coisa que o participante deve fazer é compreender bem o tema sobre o qual irá escrever. É isso que garantirá a abordagem completa e impedir que ele fuja do tema, o que leva à nota a zero. Nesse caso, é necessário se ligar nas palavras-chave: falta, empatia e relações sociais. Complementarmente, precisamos ter em mente que o enfoque é no Brasil. O primeiro texto motivador traz um “verbete poético” da palavra empatia. Saber o significado dessa palavra era fundamental para dar o encaminhamento correto da abordagem do tema. No dicionário Michaelis On-line, encontramos a seguinte definição: empatia em·pa·ti·a sf 1 PSICOL Habilidade de imaginar-se no lugar de outra pessoa. 2 PSICOL Compreensão dos sentimentos, desejos, ideias e ações de outrem. 3 Qualquer ato de envolvimento emocional em relação a uma pessoa, a um grupo e a uma cultura. 4 Capacidade de interpretar padrões não verbais de comunicação. 5 Sentimento que objetos externos provocam em uma pessoa. ETIMOLOGIA gr empátheia. Com isso em mente, o tema já nos orienta que existe uma falta de empatia, e é sobre isso que o texto deve ser escrito. Mas e as relações sociais, o que são? Então, para as ciências sociais, trata-se do relacionamento entre dois ou mais indivíduos em um grupo e elas formam a base da estrutura social. Assim, elas acontecem, portanto, em vários “ambientes”, como na família, no trabalho, na escola e no ambiente macro, que seria a própria sociedade. Como sempre ocorre no Enem, devemos entender como essa falta de empatia aparece nas relações que se dão no nosso país. Agora, vamos ver quais encaminhamentos os textos motivadores nos dão. Textos motivadores da reaplicação Enem 2020 Bastante sucinta, a proposta de redação trouxe, além do verbete já mencionado, uma reflexão publicada na Revista Pazes que afirma que muitas pessoas ainda não compreenderam que os males que nos rodeiam se dão pela falta de empatia, e cita alguns exemplos: roubos, violências físicas, intolerâncias (como a religiosa, a de classe), escravidão, entre outros. Por fim, o texto III traz um infográfico com os crimes de ódio por estado no ano de 2018, no Brasil. Nele, vê-se que o feminicídio é o crime de ódio recorrente em todo o território nacional, seguido dos crimes ligados às questões raciais e depois de orientação sexual com maior predominância. Embora menos acentuados, percebemos ainda registros de crimes de ódio motivados pela religião ou pela origem das pessoas. Assim, na sequência vamos pensar em algumas possibilidades de abordagem. Possibilidades de argumentação e proposta de intervenção Certamente você percebeu que o leque de possibilidades para esse tema é amplo, pois qualquer um dos tipos de crimes de ódio, por exemplo, poderia ser o foco do seu texto. Até mesmo a situação atual com relação à Covid-19 poderia ser abordada, tendo em vista que há um número elevado de mortos, pessoas em isolamento há quase 1 ano e, no entanto, algumas pessoas não se colocam no lugar das outras. Ou seja, há muitas pessoas “aproveitando a vida” como se a pandemia tivesse acabado, e daí os exemplos são inúmeros e poderiam ser retirados das redes sociais, de notícias de portais diversos, entre outros. Ao mesmo tempo, ainda sobre essa questão, vimos exemplos de grande empatia acontecendo, como a mobilização de artistas para a compra de oxigênio para os hospitais do Amazonas, não é mesmo? Esse é um repertório legitimado (se bem descrito, com as devidas fontes), pertinente ao tema, e que poderia ter sido explorado. De fato, não é preciso ir muito longe para buscar referências sobre a questão da empatia. Desse modo, podemos considerar um tema até certo ponto “fácil”, visto que isso aparece como uma problemática basicamente em diversos núcleos e mídias sociais. Com relação à proposta de intervenção, embora em alguns temas a conscientização já tenha sido considerada elemento nulo, é provável que a banca de correção do Enem aceite essa ação como válida – e arriscamos dizer que deve ter sido frequente nas redações. Muitos agentes poderiam fazer parte, como a própria família, a escola e principalmente ONGs, as quais basicamente são compostas por pessoas empáticas e visam mudar alguma situação social importante. Na próxima postagem do blog traremos alguns repertórios pertinentes a este tema. Fez a reaplicação Enem 2020? Então, conte pra gente o que achou desse tema de redação! Quais repertórios você usou? Qual foi sua proposta de intervenção? Deixe seu comentário! Está ansioso(a) para saber a sua nota? Que tal enviar o seu texto para nossos corretores? Conheça nossos planos e receba um feedback dos nossos especialistas. Tá esperando o quê?

Confira o tema de redação cobrado na prova de reaplicação do ENEM 2020! Textos motivadores da prova de reaplicação do Enem 2020: TEXTO II Penso que a nossa geração esteja repleta de pessoas empáticas. Há muitos que sabem sentir a dor do mundo e que primam por preencher a nossa atmosfera psíquica com as flores da gentileza e o perfume da gratidão. Esses seres, embora raramente tenham holofotes sobre si, são os verdadeiramente ricos e poderosos, pois são os seus gestos anônimos, as suas preces silenciosas e seus pensamentos de Paz que espalham centelhas de esperança por toda a Terra. Mas é inegável que muitos ainda não tenham compreendido que as maiores mazelas do mundo se dão pela falta de empatia dos homens. Por não saber “ser o outro”, o homem furta, rouba, violenta. O homem achincalha a fé alheia, o sonho alheio. O homem escraviza o homem. O homem condena povos inteiros, comunidades inteiras à miséria, roubando-lhes as condições necessárias para que não possam sequer enxergar a própria indignidade. É a falta da empatia que contamina o mundo com a praga do imediatismo, do consumismo, do uso indiscriminado de recursos naturais. A falta de empatia faz com que desumanizemos o outro e, com isso, nos tornemos menos humanos, mais egoístas, mais individualistas, mais competitivos e mais insanos. Disponível em: https://www.revistapazes.com. Acesso em: 24 jul. 2020 (adaptado). PROPOSTA DE REDAÇÃO A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “A falta de empatia nas relações sociais no Brasil“, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista. Envie sua redação em nossa plataforma e receba a correção em até 3 dias úteis! Confira nossos planos!

Confira o tema de redação cobrado no vestibular FUVEST 2021: O mundo contemporâneo está fora da ordem? Texto 1 do tema de redação Fuvest 2021: O neoliberalismo define certa norma de vida nas sociedades ocidentais, e, para além dela, em todas as sociedades que as seguem no caminho da “modernidade”. Essa norma impõe a cada um de nós que vivamos num universo de competição generalizada, intima os assalariados e as populações a entrar em luta econômica uns contra os outros, ordena as relações sociais segundo o modelo do mercado, obriga a justificar desigualdades cada vez mais profundas, muda até o indivíduo, que é instado a conceber a si mesmo e a comportar-se como uma empresa. Pierre Dardot e Christian Laval. A nova razão do mundo: ensaio sobre a sociedade neoliberal, 2016. Texto 2: As mais soberbas pontes e edifícios, o que nas oficinas se elabora, o que pensado foi e logo atinge distância superior ao pensamento, os recursos da terra dominados, e as paixões e os impulsos e os tormentos e tudo que define o ser terrestre ou se prolonga até nos animais e chega às plantas para se embeber no sono rancoroso dos minérios, dá volta ao mundo e torna a se engolfar na estranha ordem geométrica de tudo, (…) Carlos Drummond de Andrade, “A máquina do mundo”, de Claro Enigma, 1951. Texto 3 do tema de redação Fuvest 2021: Aqui tudo parece que era ainda construção e já é ruína Tudo é menino, menina no olho da rua O asfalto, a ponte, o viaduto ganindo pra lua Nada continua… (…) Alguma coisa está fora da ordem Fora da nova ordem mundial Caetano Veloso, Trecho da música Fora da Ordem, 1991. Texto 4: Os adultos ficam dizendo: “devemos dar esperança aos jovens”. Mas eu não quero a sua esperança. Eu não quero que vocês estejam esperançosos. Eu quero que vocês estejam em pânico. Quero que vocês sintam o medo que eu sinto todos os dias. E eu quero que vocês ajam. Quero que ajam como agiriam em uma crise. Quero que vocês ajam como se a casa estivesse pegando fogo, porque está. Greta Thunberg, Trecho de discurso em Davos, 2019. Considerando as ideias apresentadas nos textos e também outras informações que julgar pertinentes, redija uma dissertação em prosa, na qual você exponha seu ponto de vista sobre o tema: O mundo contemporâneo está fora da ordem? Instruções: Exemplo de redação com esse tema: O mundo contemporâneo, marcado por um complexo conjunto de mudanças sociais, políticas e econômicas, suscita a questão de se estar “fora da ordem”. A ascensão do neoliberalismo, a rápida evolução tecnológica e as crises climáticas são alguns dos elementos que desafiam a tradicional noção de ordem. A competição generalizada e a desigualdade crescente podem ser vistas como indícios de um mundo desordenado, como sugerem alguns pensadores. No entanto, essa desordem também abre espaço para a transformação e a ação. Ativistas como Greta Thunberg enfatizam a urgência de enfrentar os desafios contemporâneos. Assim, enquanto o mundo contemporâneo pode parecer fora da ordem em diversos aspectos, ele também oferece oportunidades para repensar e construir um futuro mais justo e sustentável. Em vez de desespero, a desordem contemporânea pode ser vista como um convite para a ação e a reflexão sobre como moldar um mundo melhor. Não deixe de enviar sua redação em nossa plataforma para receber a correção feita por professores especialistas em até 3 dias úteis! Confira nossos planos!

Anote alguns repertórios por eixo temático para você se informar e poder produzir uma argumentação bem fundamentada na sua redação! Você sabia da importância de conhecer repertórios dos diversos eixos temáticos? Entender os diferentes repertórios por eixo temático é crucial para argumentar com eficácia em qualquer tema de redação, seja no Enem ou em outros concursos e vestibulares. Além disso, é importante explorar e interagir com uma variedade de conteúdos. Assista filmes, leia livros, ouça podcasts e anote as informações relevantes, organizando-as por eixo temático para uma aplicação eficaz em suas redações. Consequentemente, ter um repertório bem desenvolvido é vital para se sair bem na competência 2 do Enem. Com um repertório diversificado, você estará preparado para enfrentar qualquer tema proposto, garantindo que sempre terá argumentos sólidos e relevantes à mão. Vamos conhecer os principais? Repertórios por eixos temáticos: oque são eixos temáticos na redação? Primeiramente, vamos entender o que são eixos temáticos. Eles são grandes áreas de abordagem que englobam uma variedade de assuntos. Na redação, esses eixos desempenham um papel crucial, pois ajudam a organizar e estruturar os argumentos de maneira lógica e coerente em torno de um tema central. Por isso, a compreensão dos eixos temáticos é essencial. Eles não só facilitam a subdivisão dos argumentos dentro de um tema, mas também garantem que sua redação tenha uma abordagem abrangente e bem fundamentada. Afinal, conhecer os diferentes eixos e como eles se inter-relacionam pode enriquecer significativamente seu texto. Repertórios por eixos temáticos: qual a importância do eixo temático? Como não é impossível prever o tema da redação do Enem, a prática com base em temas específicos pode levar a desvios. Por isso, utilizar eixos temáticos na preparação para a redação simplifica os estudos e ajuda a evitar desvios do tema. De fato, isso é crucial para não cometer erros que possam levar a uma nota zero, uma vez que os eixos temáticos funcionam como guias, permitindo a exploração de tópicos amplos e garantindo que os argumentos se mantenham relevantes. Além do mais, na competência 2 do Enem, a importância dos eixos temáticos é ainda mais evidente, já que essa competência avalia a compreensão do tema e a aplicação adequada do repertório sociocultural. Por essa razão, o repertório utilizado deve ser pertinente, legítimo e produtivo, enriquecendo a redação dentro do contexto do eixo temático escolhido. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Redação Online (@redacaonline) Quais são os principais repertórios por eixos temáticos? Os eixos temáticos frequentemente abordados em redações são: Educação, Lazer, cultura e comportamento, Meio ambiente e sustentabilidade, Segurança, Direitos e cidadania e Linguagem, comunicação e tecnologias. Confira abaixo: Repertórios por eixos temáticos: educação Existem alguns documentos legais, programas governamentais, políticas públicas que podem ser tema de redação. Em 2017, a educação de surdos no Brasil foi o foco. Assim, conhecer a legislação é importante, e alguns artigos delas podem constar no seu texto. Então, anote alguns e leia-os na íntegra. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional Base Nacional Comum Curricular Lei 10.639, de 9 de janeiro de 2003, que institui a obrigatoriedade de inclusão no currículo das escolas do ensino da “História e Cultura Afro-Brasileira” Política Nacional de Alfabetização Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com deficiência Lei de cotas Constituição Federal, que pode ser usada em diversos outros eixos também, como de saúde, por exemplo. Série “Segunda chamada”, que trata de um grupo de professores da educação para jovens e adultos que tentam mostrar aos alunos o poder de transformação social que a educação pode proporcionar. Repertórios por eixos temáticos: Meio ambiente e sustentabilidade A ação humana na natureza causa fortes impactos, e a sociedade não pode ignorá-los. Portanto, veja quais repertórios podem enriquecer seus textos sobre essa temática: Política Nacional do Meio Ambiente Lei dos crimes ambientais Política nacional dos recursos hídricos Série “Aruanas”, disponível na Globoplay, que trata da história de três amigas, líderes de uma ONG, e da estagiária da organização que investigam uma quadrilha de crimes ambientais na Amazônia. Repertórios por eixo temático: Lazer, cultura e comportamento Embora o cinema tenha sido tratado recentemente como tema de redação no Enem, nada impede que algo relacionado à cultura e ao lazer seja foco novamente. Além disso, devemos considerar o comportamento das pessoas na sociedade, as mudanças que atravessam as suas vidas e modos de usufruir desses bens. Em função da pandemia, por exemplo, as pessoas foram privadas de ter acesso à algumas formas de cultura, bem como o lazer ficou bastante restrito. O impacto disso, além de atingir a própria saúde mental das pessoas, também bateu forte na economia. Por outro lado, houve uma reinvenção em alguns setores, como a instituição das “lives” de shows, teatro virtual, entre outras formas de produzir e consumir entretenimento de forma segura. Então, na sequência, veja alguns repertórios que podem ajudar a trabalhar esse eixo temático nas redações. Lei de incentivo à cultura Lei do livro, cuja diretriz mais importante está em seu primeiro artigo, que diz que foi instituída para “assegurar ao cidadão o pleno exercício do direito de acesso e uso do livro”. Livro “Cultura e sociedade no Brasil“, de Carlos Nelson Coutinho, disponível na página da editora. Black Mirror, certamente muitos dos episódios podem ajudar a tratar de questões comportamentais da nossa atualidade, concorda? Segurança Tratar da segurança na sociedade brasileira é bastante relevante, especialmente com os índices de violência cada vez mais alarmantes. Sobre isso, há uma infinidade de artigos de jornal, revistas, além de filmes e séries disponíveis nas plataformas on-line. Desde clássicos, como “Tropa de Elite” e Cidade de Deus”, até os mais recentes, como “Impuros”, o fato é que o assunto ao mesmo tempo que apavora também fascina as pessoas. O desejo por justiça e a clássica disputa entre “policiais e bandidos” fazem com que tais produções recebam bastante atenção. Algumas delas, certamente, podem fazer parte do seu repertório. Acompanhe as nossas sugestões: Código penal brasileiro “Por uma vida melhor”, filme da Netflix que discute o tráfico humano “Bom dia, Verônica”, série baseada no livro

Confira repertórios para o tema Maus-tratos a crianças e adolescentes no Brasil e fundamente os argumentos da sua redação. Recentemente, o caso de um menino encontrado amarrado em um barril em Campinas (SP) chocou o país pela crueldade. Assim, levantou-se novamente a questão sobre os maus-tratos contra crianças e adolescentes no Brasil. Com a pandemia, o número de denúncias caiu. Porém, alega-se que isso se deve ao fato de ser nas escolas que se identificam esses casos, geralmente. Desse modo, diante das situações de violência que atentam contra os direitos das crianças e adolescente, assegurados pelo ECA, é fundamental que se reflita sobre essas ocorrências. Então, para ajudar você, a seguir, selecionamos alguns repertórios para o tema maus-tratos para se preparar melhor para discorrer sobre o tema Maus-tratos a crianças e adolescentes no Brasil. Portanto, fique atento(a) às dicas! 1. Estatuto da Criança e do Adolescente Primeiramente, acesse a íntegra do ECA. Assim, fique bem informado(a) sobre o que diz nossa legislação para proteger a infância e a adolescência dos brasileiros. 2. Documentário: TODA CRIANÇA É CRIANÇA – o Estatuto da Criança e do Adolescente Produzido pela TV Câmara, o documentário “Toda Criança é Criança” mostra um panorama do funcionamento do Estatuto da Criança e do Adolescente no Brasil. Desse modo, relembra mobilizações e ações da rede de proteção à infância e à juventude. Além disso, mostra depoimentos da relatora do projeto e de outros parlamentares que atuaram para a aprovação do ECA e são comentados os principais acontecimentos históricos sobre os direitos da criança e do adolescente. Portanto, assista ao vídeo para complementar suas informações sobre o Estatuto!https://youtu.be/yt4ZdpwogQ0 3. Reportagem: Menino de 11 anos é resgatado após passar um mês acorrentado pelo pai e preso em um barril Assista a íntegra da reportagem que chocou o país no dia 31 de janeiro deste ano e que comentamos no início deste post. Além de mostrar a face cruel de quem poderia proteger o garoto, essa triste história pode aparecer como um exemplo de maus-tratos na sua introdução ou na argumentação da sua redação. 4. Projeto crescer sem violência – Canal Futura O projeto tem o objetivo de abordar o tema da violência sexual praticada contra crianças e adolescentes, uma das formas de maus-tratos pelas quais eles passam. A intenção é tratar desse tema tão pesado de forma didática e lúdica, e é fruto de uma parceria entre o Canal Futura, o Unicef Brasil e ONG Childhood Brasil. Do projeto, surgiram 3 séries para alertar educadores, crianças, adolescentes e famílias sobre o conhecimento do próprio corpo, a importância da autoproteção e do respeito ao direito à sexualidade. O projeto e os episódios das séries podem ser acessados aqui. Abaixo, destacamos um vídeo que narra o caminho para a denúncia de abusos.https://youtu.be/SVJBwVVGeu8 5. Filme: SPOTLIGHT – SEGREDOS REVELADOS Vencedor do Oscar de melhor filme em 2016, Spotlight conta a saga de um grupo de jornalistas que descobre e denuncia o abuso sexual de crianças por padres católicos em diversas partes do mundo. Com base em fatos reais, o filme mostra que nem mesmo em instituições religiosas as crianças e adolescentes têm segurança. https://youtu.be/EwdCIpbTN5g 6. Série: Conselho Tutelar Com três temporadas, a série “Conselho tutelar”, da RecordTV, inspira-se em casos reais mostra dramas pessoais de seus personagens principais que trazem luz às negligências, maus-tratos e abusos sofridos por crianças e adolescentes antes que se tornem irremediavelmente danificados. https://youtu.be/XFVbsrxjs0U 7. Observatório da criança e do adolescente Acesse o portal do Observatório da criança e do adolescente e acompanhe as propostas legislativas ligadas à questão da violência contra essa população mais vulnerável da nossa sociedade. Além disso, o site é uma fonte de pesquisa sobre temas e indicadores relacionados às crianças e adolescentes de todo o Brasil. Certamente é importante que você anote algumas dessas informações em seu cadernos de estudos por eixos temáticos. 8. Artigo: Atenção aos sinais: as várias formas de violência contra crianças e adolescentes, sujeitos em condição peculiar de desenvolvimento Este artigo traz importantes informações sobre o marco legal de proteção da infância e da adolescência no Brasil. Desse modo, esclarece sobre o ECA e destaca os tipos de violência existentes. Ainda há destaque para para os profissionais que atuam na defesa desses grupos e, além disso, mostra qual o melhor caminho para a denúncia de violações aos direitos. Portanto, acesse e leia todo o conteúdo, pois ele pode ser um dos repertórios para o tema maus-tratos contra crianças e adolescentes no Brasil. 9. Pandemia acentua os casos de violência contra crianças e adolescentes Por fim, conheça os efeitos que a pandemia de Covid-19 trouxe também para o cenário da violência contra crianças e adolescentes no Brasil. Assim, leia o artigo da revista Cláudia. Nela, ainda se destaca a lembrança do caso do vídeo publicado pelo atual ministro da Educação intitulado “A Vara da Disciplina” em que ele afirmava: […] que as crianças deveriam sentir dor para que fossem de fato educadas. Segundo o ministro, a correção não seria obtida por “métodos suaves”. “Deve haver rigor, desculpe. Severidade. E vou dar um passo a mais, talvez algumas mães até fiquem com raiva de mim. [As crianças] devem sentir dor”, diz ele no vídeo. O que você pensa sobre essa declaração? Bom, depois dessa, está na hora de reunir os seus argumentos, fazer o projeto de texto e começar a treinar, não é mesmo? Então, agora que você já tem algumas ideias de por onde começar, faça a sua própria pesquisa. Certamente você já viu algum filme ou série, ou mesmo leu algum livro que traga exemplos sobre essa temática tão importante de pensar. Assim, reúna todos os seus conhecimentos e produza uma redação nota mil. Não sabe se está indo bem na escrita? Não se preocupe! Conheça nossos planos e conte com uma equipe de especialistas em redação para melhorar o seu desempenho! Tá esperando o quê?

Trouxemos uma dica de um repertório sociocultural muito atual para você: como usar o reality Big Brother Brasil 21 na redação! Pegue seu caderno e anote todos os temas discutidos nesta edição! Quem disse que você só pode usar só séries, filmes e livros como repertórios socioculturais nas redações? Na-na-ni-na-não! Os reality shows também podem ser repertórios incríveis se usados corretamente, afinal são jogos de convivência e experimentos sociais riquíssimos! Sendo assim, preparamos uma super dica com o reality do momento: como usar Big Brother Brasil 21 na redação! Confira os temas presentes nesta edição: Luta racial e representatividade negra Uma pauta muito comentada a partir da divulgação dos participantes, quando o público descobriu que 9 negros fariam parte do elenco. Bifobia Após Lucas Penteado ter beijado Gilberto Nogueira e ter se assumido bissexual em rede nacional, começou a sofrer uma série de ataques de outros participantes, que não pareceram aceitar sua orientação sexual, julgando-a como uma estratégia de jogo. Xenofobia Juliette Freire, participante paraibana, sofreu uma série de ataques pelo seu jeito de falar, principalmente da rapper Karol Conká, que afirmou ter mais educação que a nordestina por ser de Curitiba. Pressão e tortura psicológica Alguns participantes foram pressionados e até torturados psicologicamente durante o pouco tempo de programa, recebendo críticas sem fim em frente aos outros, sendo excluídos, recebendo punições e ordens e tendo suas lutas deslegitimadas. Este foi, inclusive, o motivo para a desistência de Lucas Penteado do reality. Colorismo O colorismo é a discriminação racial baseada exclusivamente em fenótipos e tons de pele. Mesmo entre pessoas negras ou afrodescendentes, há diferenças no tratamento, vivências e oportunidades, a depender do tom da pele. Alguns participantes debocharam de Gilberto que se autodeclara negro, afirmando que ele é branco demais. Em meio à discussão, Nego Di afirma que Gil “é um pouquinho sujinho, se ele se esfregar bem.” Banalização de pautas importantes Alguns temas, como o racismo, são muito discutidos no programa, na maioria das vezes de uma forma não esperada pelo público. Após a discussão entre Karol Conká e Carla Diaz, Lumena afirmou que a casa ficou ao lado de Carla por ela ser fenotipicamente branca, quando, na verdade, a casa não aceitou as mentiras proferidas pro Conká. Assédio e relacionamento abusivo Em uma das festas, Karol Conká insistiu para que Arcrebiano a beijasse, causando a indignação dos espectadores, que levantaram a tag “Não é não” no twitter. Dias após a festa, quando se afastaram, Karol fez a casa inteira acreditar que Arcrebiano havia sido abusivo com ela e que a havia usado por conveniência. Difamação Difamar é atribuir a alguém um fato ofensivo a sua reputação e é considerado um crime contra a honra. Karol Conká difamou a atriz Carla Diaz para outros participantes, afirmando que a participante teria dado em cima de Arcrebiano e dito a ela que ele e Conká “não combinavam”, sendo que se tratavam de mentiras inventadas pela rapper. Cultura do cancelamento Essa edição trouxe à tona uma prática comum em tempos de hiper-conexão e exposição: o cancelamento. Ainda que sejamos todos canceladores e cancelados em potencial, a exposição da prática em rede nacional por alguns participantes causou surpresa e revolta mesmo sendo algo comum e recorrente fora da casa mais vigiada do Brasil. Agora que você já sabe como usar o Big Brother Brasil 21 na redação, não deixe de enviar sua redação pra gente conferir como ficou, hein?

Conheça mais sobre arquitetura hostil e a exclusão que ela provoca. Assim, tenha um repertório sociocultural forte para usar na redação! Todo mundo, em algum momento, se deparou com “soluções” de arquitetura e design que tornam certos locais bastante desconfortáveis. E isso não é de hoje nem mesmo uma situação isolada. Certamente, uma das intenções por trás disso é impedir que pessoas em situação de rua utilizem tais locais para sentar ou deitar. Porém, além delas, a população como um todo acaba excluída de usufruir de espaços públicos com qualidade. Desse modo, é fato que em muitas cidades brasileiras se utilizam de artifícios como esses para afastar as pessoas em situação de rua desses ambientes. No entanto, o que esse tipo de atitude não resolve são as causas que levam essas pessoas a viverem nessas condições. Então, como você leu nos textos motivadores do tema “Arquitetura hostil e a exclusão de pessoas em situação de rua“, segundo o Papa Francisco: “Aos pobres não se perdoa sequer sua pobreza”.Um exemplo desse tipo de arquitetura esteve na mídia em 2013, em Curitiba. Um deputado estadual fez uma campanha contra o que ele chamou de “Bundódromo” nos pontos de ônibus da cidade. Embora não mencionasse a população em situação de rua, a crítica dele era que esse tipo de construção desrespeita o Estatuto do Idoso e o Eca, além de ser ruim também para pessoas com deficiência e para a população em geral. Veja: Agora, vamos trazer alguns conteúdos para você saber mais sobre o tema e assim poder fundamentar melhor os argumentos da sua redação. Boa leitura! 1. Vídeo: Arquitetura hostil: Como construções afastam pessoas de ambientes públicos? Na última semana, o Padre Júlio Lancelotti viralizou nas redes sociais após retirar a marretadas pedras colocadas embaixo de um viaduto em São Paulo. Dessa forma, ele chamou a atenção para a temática da arquitetura hostil ou de exclusão e, por isso, o Fantástico do último domingo fez uma matéria especial para tratar do assunto. Assista! Aproveite e depois ouça o podcast do programa em que Murilo Salviano conversa com o Padre Júlio, o urbanista Fabio Mariz e a repórter Giuliana Girardi sobre o tema “Para quem as cidades são pensadas?”. 2. Artigo: O que é arquitetura hostil. E quais suas implicações no Brasil Saiba mais sobre o assunto lendo este artigo de Juliana Sayuri e conheça outros exemplos de cidades brasileiras que fazem uso de chamado “design desagradável”. Além disso, ela comenta sobre o impacto da pandemia para o aumento da população composta por pessoas em situação de rua. 3. Artigo: A quem pertence a cidade? Uma reflexão sobre a arquitetura hostil e o espaço público Além de saber um pouco mais sobre esse tipo de arquitetura do nosso tema de redação, neste artigo há várias imagens de projetos que visam excluir pessoas do seu entorno. Assim, caso você não lembre exatamente de um exemplo, nesta matéria encontrará muitos deles que podem ilustrar o assunto na sua redação. Veja abaixo um exemplo de estrutura metálica colocada em uma vitrine e um banco com divisória para impedir que as pessoas deitem nele. Você já viu algo parecido em sua cidade? Fonte: https://www.blogdaarquitetura.com/a-quem-pertence-a-cidade-uma-reflexao-sobre-a-arquitetura-hostil-e-o-espaco-publico/ 4. Artigo: 3 exemplos de como o urbanismo social cria cidades mais seguras Você deve estar se perguntando: mas existe como resolver essa questão das pessoas em situação de rua e a arquitetura hostil? A resposta é sim, e passa por tratar as causas e não apenas jogar o problema para debaixo do tapete e fingir que ele não existe. Neste artigo você conhecerá exemplos de urbanismo social que auxiliam a diminuir essa problemática e tornam os espaços das cidades mais inclusivos. 5. Vídeo: Arquitetura hostil e cartografia afetiva | Jamile Borges | TEDxRioVermelho Jamile Borges está em dos textos motivadores do tema. Ela é antropóloga, com pós-doutorado na Universidade de Lisboa, e professora da Universidade Federal da Bahia. Nesta palestra no TEDx ela fala sobre arquitetura hostil e em como a cartografia afetiva implica mobilizar nos indivíduos vivências, lembranças e afetos relacionados a lugares e espaços. Desse modo, ela questiona a maneira como as cidades criam mecanismos de segregação espacial e fala sobre como o mobiliário urbano visto como “solução” para evitar o trânsito livre de pessoas em situação de rua produziu uma arquitetura hostil que coloca as cidades contra as pessoas em vez de acolher e da criar territórios afetivos. Então, serão 7 minutos de muito aprendizado sobre o assunto!https://youtu.be/IUkWXwSFGDM 6. Artigo: 15 modos que as cidades usam para “combater” os moradores de rua Para finalizar, veja esta matéria do “Mistérios do mundo” com vários exemplos ilustrativos de como existe muita criatividade na hora de excluir as pessoas dos espaços públicos. E aí, gostou das nossas dicas? Não se esqueça: faça sua própria pesquisa sobre o tema e arrase na redação! Precisa que alguém corrija o seu texto? Então conte com a nossa equipe! Conheça os planos do Redação Online e comece a sua preparação agora mesmo! Certamente tem algum deles que cabe no seu bolso!

Você já ouviu falar em arquitetura hostil? Conheça esta proposta de redação sobre o assunto e pesquise sobre esse tema da atualidade. Leia os textos motivadores. Com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo sobre o tema “Arquitetura hostil e exclusão de pessoas em situação de rua”. Use a em modalidade escrita formal da língua portuguesa e apresente proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista. Confira o tema Arquitetura hostil e exclusão de pessoas em situação de rua: Texto 1 Arquitetura hostil: a cidade é para todos? Você já ouviu falar do termo Arquitetura hostil? Cunhado em junho de 2014 pelo repórter Ben Quinn no jornal britânico The Guardian, a matéria originalmente intitulada Anti-homeless spikes are part of a wider phenomenon of ‘hostile Architecture(As pontas de ferro anti-desabrigados são parte de um fenômeno mais amplo conhecido como “arquitetura hostil”) [1] surpreendeu cidadãos de todo o mundo que passaram a notar em seus contextos as práticas listadas por Quinn. Ali ele discorreu sobre como o desenho urbano têm influenciado o comportamento e o convívio, criticando como a abordagem ao mesmo tem buscado excluir moradores em situação de rua dos centros urbanos. Das soluções urbanas expostas, bancos desenhados especialmente para exclusão de moradores de rua e skatistas e ainda espetos sobre muretas ou proteções sob marquises foram alguns dos exemplos citados. Os exemplos são muitos: em Guangzhou, na China, em uma área livre coberta abaixo de um dos viadutos da cidade, foram introduzidas milhares de pedras pontiagudas para evitar que moradores de rua se apropriassem do espaço como abrigo. A mesma solução foi aplicada abaixo de viadutos e passarelas de Belo Horizonte, em Minas gerais, e em muitas outras cidades pelo mundo. Os exemplos podem ser ainda mais ríspidos. Cercas elétricas, arames farpados, grades no perímetro de praças e gramados, bancos públicos com larguras inferiores ao recomendado pelas normas de ergonomia, bancos curvados ou ainda assumindo geometrias irregulares, lanças em muretas e guarda-corpos, traves metálicas em portas de comércios, pedras em áreas livres, gotejamento de água em intervalos estabelecidos sob marquises, e tudo que puder de alguma forma afastar ou excluir pessoas “indesejáveis” dos locais públicos urbanos. Fonte: https://www.archdaily.com.br/br/888722/arquitetura-hostil-a-cidade-e-para-todos Texto 2 Encruzilhada urbana: desafios para conciliar uso do espaço público, segurança e direitos humanos Antigas gerações tinham a curiosa superstição de colocar uma vassoura atrás da porta do quarto quando chegava uma visita indesejada. Era uma espécie de simpatia para que o intruso não se demorasse. À espera pela retirada do sujeito, o sorriso ficava cada vez mais amarelo, a bandeja com suco e bolo era sutilmente retirada e, com a resistência do visitante, só faltava exibir a vassoura para que a pessoa entendesse que sua permanência não era bem-vinda. Em 2012, as autoridades de Londres inauguraram a versão explícita da mensagem “você não deve demorar aqui” com a colocação em espaços públicos de bancos de concreto com superfície irregular. O banco de Camden, referência ao distrito da cidade onde surgiu, virou assim o símbolo da chamada arquitetura hostil, aplicada para deixar claro que o uso de determinados equipamentos públicos não é tão público assim. No Vale do Canela, por exemplo, há um viaduto sob o qual foram colocados espetos no solo de terra batida para evitar que pessoas permaneçam no local. Na Rua Tuiuti, no Centro, um condomínio colocou objetos pontiagudos na superfície de sua área externa para evitar que pessoas passem a noite por ali. Uma discussão que envolve não apenas o afastamento de pessoas consideradas indesejáveis, mas, no contexto brasileiro, a própria demanda por segurança por parte de moradores que se sintam ameaçados com a presença de estranhos perto da entrada de sua residência, especialmente à noite. A antropóloga Jamile Borges acredita que a arquitetura hostil retoma uma visão higienista e a noção de que a cidade não é para todos. “Passa a ser uma cidade camarotizada, guetificada”, diz a antropóloga. Para ela, uma instituição adota um padrão arquitetônico que inclui grades para evitar, por exemplo, que mendigos durmam e ali eventualmente façam suas necessidades fisiológicas – atacam-se os efeitos, mas não a causa. “O fato de que temos mais 220 mil pessoas morando nas ruas no Brasil mostra que nunca tivemos políticas públicas para resolver a pobreza”, pontua. Fonte: https://atarde.uol.com.br/muito/noticias/2140908-encruzilhada-urbana-desafios-para-conciliar-uso-do-espaco-publico-seguranca-e-direitos-humanos Texto 3 Papa denuncia “arquitetura hostil” contra mais pobres O papa Francisco condenou que os pobres sejam tratados como lixo e denunciou a “arquitetura hostil” contra essa camada da população. “Passam-se os séculos, mas a condição de ricos e pobres se mantém inalterada, como se a experiência da história não nos tivesse ensinado nada”, disse o pontífice, ao analisar a “desigualdade” que reina nas sociedades modernas. É preciso nomear as novas formas de escravidão, disse ele. Sensível ao tema, o sumo pontífice mencionou, entre esses novos escravos, os imigrantes, os órfãos, os desempregados, as prostitutas, os dependentes químicos, os marginalizados e as vítimas de violência. “Chegou-se ao ponto de teorizar e construir uma arquitetura hostil para se desfazer de sua presença, inclusive nas ruas, últimos lugares de acolhida”, afirmou. São pessoas tratadas como lixo, disse, e não há sentimento de culpa por parte dos cúmplices do que ele qualificou como um escândalo. “Aos pobres não se perdoa sequer sua pobreza”, completa o papa, que também condena “a crueldade mediante a violência da arbitrariedade”. Fonte: https://g1.globo.com/mundo/noticia/2019/06/13/papa-denuncia-arquitetura-hostil-contra-mais-pobres.ghtml Escreva uma redação sobre o tema Arquitetura hostil e exclusão de pessoas em situação de rua após conferir uma lista de repertórios socioculturais que preparamos!

Existem muitos mitos sobre a redação do Enem. Você tem alguma dúvida sobre o que realmente pode ou não fazer na prova? Leia este post! A prova de redação do Enem costuma preocupar bastante os participantes do exame, e não é para menos. Ela corresponde a 20% da nota e pode elevar a média quando for bem desenvolvida. Assim, é normal que ao longo do tempo apareçam alguns mitos sobre a redação e muita gente acaba acreditando e seguindo por medo de ter pontos descontados na prova. Hoje, vamos conversar sobre alguns desses mitos. Dessa forma, você ficará bem informado(a) e não precisará mais ficar inseguro(a) na hora de escrever o seu texto. Então, vamos lá? 1. É obrigatório ter título na redação Embora esteja escrito na Cartilha do Participante que o título não é obrigatório, muita gente ainda pensa que precisa colocar para não perder pontos. O participante, se quiser, pode colocar título. Ele, no entanto, não será avaliado em nenhuma das competências. O título vale como linha escrita pelo participante. Então, caso a pessoa escreva um texto de apenas 7 linhas, mas que além disso tenha o título, ela terá seu texto corrigido. 2. Usar palavras difíceis aumenta a nota É verdade que é importante variar o vocabulário e evitar repetições de palavras em seu texto, porém é mito que você precisa usar palavras difíceis para ter uma nota maior. Pois é, na verdade, o “rebuscamento” prejudica mais que ajuda. Isso porque muitas pessoas usam palavras das quais não conhecem muito bem o significado. Desse modo, sim, podem perder pontos. Deve haver um cuidado na escolha das palavras, haver respeito à modalidade padrão da língua portuguesa, mas não é necessário “escrever difícil”. Lembre-se de que o texto dissertativo-argumentativo preza pela objetividade e clareza. Assim, ele precisa ser fluido, de fácil leitura por qualquer pessoa. Imagine sempre que você está escrevendo para muitas pessoas e não somente para a banca. Então, o texto deve ser compreensível para todos. 3. Só pode escrever com letra cursiva na folha de prova Não, esse é mais um mito. O participante pode escrever com letra de forma, mas precisa diferenciar as letras maiúsculas e minúsculas. Isso porque é um dos critérios de correção da competência 1 identificar se o participante sabe quando é necessária essa diferenciação (começo de frases e palavras que precisam ser escritas com inicial maiúscula, como nomes próprios, por exemplo). 4. Basta citar algum filósofo para tirar uma boa nota Não é bem assim que funciona. Nós já mostramos aqui no blog os critérios de correção das 5 competências e você deve lembrar que falamos sobre repertório sociocultural na competência 2. É superimportante que exista fundamentação na sua argumentação, e a citação é uma forma de fazer isso, mas não é a única. Além disso, não basta apenas colocar uma citação solta em seu texto, ela precisa necessariamente ser pertinente ao tema e também ter uso produtivo para que se atinja as notas mais altas na competência 2. Sabemos que existem muitas fórmulas prontas e “esqueletos” de redações que dizem “servir para qualquer tema” e que usam sempre os mesmos filósofos e as mesmas citações batidas. Desapegue desse mito. Receitas de redação podem dar bastante lucro para quem as vende, mas podem ser muito prejudiciais para você se segui-las cegamente. 5. Devo tentar agradar o posicionamento político do avaliador Isso simplesmente não existe. Trata-se de mais um dos mitos sobre a redação, e muita gente cai nele. O Inep divulgou no ano passado a cartilha de capacitação dos avaliadores e por elas é possível perceber que os critérios são bastante objetivos. Não há margem para esse tipo de avaliação subjetiva nem é o papel do avaliador concordar ou não com as opiniões dos participantes. O texto precisa ter coerência entre o ponto de vista, os argumentos e a proposta de intervenção, respeitando os direitos humanos, seja mais alinhado à direita, à esquerda ou ao centro, isso não importa! Além disso, é mito também que todos os mais de 5 mil avaliadores que corrigem redações anualmente pensam da mesma forma. E é impossível saber quem vai corrigir a sua, ou seja, essa história não faz o menor sentido. Escreva o texto de acordo com a sua visão de mundo, com bons argumentos e uma proposta de intervenção adequada à situação de prova que vai dar tudo certo! 6. Rasuras tiram pontos da redação É compreensível que em uma prova manuscrita o participante cometa alguns erros e ele não possa apagá-los da folha de prova. Portanto, jamais alguém será prejudicado por rasurar, desde que não risque a folha inteira, anulando linhas propositalmente e ficando com 7 linhas ou menos de texto. Evite cometer erros, mas, caso aconteçam, não se desespere. Passe um traço simples por cima da palavra ou trecho errado e escreva corretamente ao lado. Caso perceba o erro depois de já ter passado tudo a limpo, tente arrumar escrevendo em cima da rasura, mas lembre-se de que precisa ficar legível. A única coisa que pode prejudicar a nota é o avaliador não compreender o que está escrito se ficar muito pequeno. Então, tenha muita atenção na hora de transcrever o rascunho para a folha oficial. Então, você conhecia esses mitos sobre a redação do Enem? Sabe de mais algum que queira desvendar? Escreva aqui nos comentários que a gente esclarece a sua dúvida! Já começou a preparação para o Enem 2021? Aproveite que está por aqui e conheça nossos planos!
Os artigos sobre “Para vestibulandos” são um ótimo ponto de partida para desenvolver suas habilidades de escrita. Para ir além, conte com a correção detalhada de professores especializados que vão analisar sua redação em até 24 horas, com feedback personalizado nas 5 competências do ENEM.
Conhecer planos de correção