1084 artigos encontrados com a tag “Para vestibulandos”
Você sabia que a reescrita da redação ajuda – e muito – a desenvolver melhor a estrutura de um texto? Saiba a importância dela e como fazer. Durante o processo de preparação para o Enem, muitos estudantes estabelecem metas de escritas de redação. Certamente, escrever muitos textos é uma excelente forma de treinar, mas não é a única. Você tem o hábito de reescrever os seus textos? Pois é, mesmo se você for um aluno nota 10 pode tirar proveito dessa atividade. Então, prepare-se que nós vamos falar tudo o que você precisa saber sobre a reescrita da redação. O processo de escrever é, para muitas pessoas, bastante difícil – e até mesmo doloroso. Isso acontece por diversos motivos, desde uma educação deficitária, falta de hábito, crença de que “não sabe”, entre outros. A verdade é que, como todo processo, pode ser aprendido e aprimorado ao longo de certo tempo. É comum que se escreva textos apressadamente, apenas para colocar um check numa lista de tarefas e se sentir aliviado com a entrega. No entanto, esse tipo de postura prejudica duas fases essenciais: a revisão e a reescrita da redação. Por que devo revisar meu textos? A revisão do texto, embora não seja o nosso foco deste artigo, é essencial para que possamos dizer com maior clareza o que queremos. Infelizmente, muitas pessoas não costumam realizá-la, sequer leem com calma o que escreveram antes de passar a limpo e entregar. Por isso, é importante reservar alguns minutos para realizar essa tarefa. Mas por onde começar? Por exemplo, com uma boa revisão, você pode assinalar erros banais, como a repetição de palavras ao longo do texto. Durante a leitura atenta, sublinhe as palavras repetidas e depois as substitua por sinônimos. Outro ponto importante da revisão é corrigir problemas de concordância, pois ao ler o texto conseguimos perceber quando ela está ausente por causa da quebra na fluidez da leitura. Também pode-se corrigir coesivos inadequadamente utilizados, verificar se há muitas repetições deles e ajustar esses pontos. Portanto, jamais dispense uma boa revisão textual das suas redações! Qual a importância da reescrita? Ao receber o retorno de um texto escrito, seja do seu professor ou da nossa plataforma de correções, é fundamental que seu foco não seja apenas a nota recebida ou os desvios marcados. Muita gente pensa que reescrever a redação é apenas corrigir erros de grafia ou gramaticais feitos ao longo do texto. Nada disso! A reescrita é um processo que o levará a um novo texto sobre o mesmo assunto. Diferentemente da revisão, em que corrigimos apenas detalhes, na reescrita da redação se refaz o texto. Trata-se, então, de reconhecer as falhas na abordagem e aprender com elas. O feedback recebido será o ponto de partida para novas reflexão e redação. Assim, você corrigirá não apenas as questões pontuais, mas refletirá sobre todo o desenvolvimento e estruturação textual realizado para melhorá-lo. Uma reescrita orientada na fase de treinamento para a redação Enem pode ser muito mais eficiente do que fazer um novo texto do zero ou escrever vários textos seguidos sem esperar a correção do avaliador. Isso porque é a partir daquilo que não está tão bom que podemos estabelecer parâmetros e realmente compreender o que falta, por exemplo, para chegar à redação nota mil. Como fazer uma boa reescrita da redação? Antes de mais nada, livre-se da ideia de que um texto que não obteve acima de 800 na avaliação de um corretor não pode melhorar. Afinal, quanto mais pontos a revisar e reescrever, provavelmente a chance de sua nota dar um salto de melhoria na segunda avaliação é grande. Isso por si só dá um up na autoestima e – melhor que isso – deixa você mais confiante na eficácia de reescrever suas redações. Fatores que podem levar seu texto a uma nota baixa incluem: Assim, ao receber o seu texto corrigido, leia-o novamente e se pergunte: o que faltou? Consegui abordar completamente o tema? Meu repertório estava, de fato, adequado ao meu projeto de texto? Há alguma incoerência na minha argumentação? E os desvios? O que posso fazer para evitá-los (dica: revisão!)? Se você usa a plataforma Redação Online sabe que os nossos corretores deixam, ao longo do texto ou ao final, comentários sinalizando aspectos que podem ser aprimorados, inclusive em alguns casos recomendando a reescrita. Não deixe essas informações preciosas para lá! Por mais que a gente muitas vezes se sinta frustrado por não ir tão bem quanto esperava numa redação, é essencial engolir o orgulho e aprender com os erros. Afinal, é assim que se evolui, não é mesmo? Ao receber a sua correção, faça o seguinte para uma boa reescrita: https://youtu.be/ByzOf1OBfks E você, costuma fazer a reescrita da redação? Se não, comece agora, ainda dá tempo de aprender bastante com essa técnica até o dia da prova. Precisa de alguém para corrigir seus textos? Conheça nossos planos e conte com uma equipe preparada para ajudá-lo a se dar muito bem!

A preparação Enem 2020 não deve ser apenas de estudos. Aprenda a relaxar a mente para se sair bem nos dias de prova! Faltando pouco tempo para o primeiro dia de provas é normal que a ansiedade aumente. Por isso a preparação Enem 2020 deve incluir alguns exercícios de relaxamento para que você consiga dar o máximo de si até o último dia. Os participantes da próxima edição do Exame Nacional, além da carga normal de estresse com as provas, teve ainda que lidar com os desafios da pandemia. Aulas remotas, distanciamento e preocupação constante com a saúde fizeram com que os estudos dividissem a atenção com muitas outras novidades. Portanto, torna-se ainda mais importante um olhar para o bem-estar e pra saúde mental. Não basta apenas estudar, o descanso também deve estar no seu cronograma. Certamente você sabe que a preparação Enem é um processo que não acontece apenas um ano antes da aplicação do exame. Trata-se do conhecimento adquirido ao longo de sua formação, portanto estudar em ritmo frenético até os dias das provas pode não ser a melhor estratégia. De acordo com especialistas, isso prejudica a memória e, consequentemente, a capacidade de fazer associações mentais, fundamentais para responder às questões. Então, se você está nesse nível de cansaço, estresse e ansiedade e não sabe bem como quebrar esse ciclo, acompanhe as dicas a seguir e, principalmente, coloque-as em prática! 1. Controle a sua respiração Respirar é algo sobre o qual nem pensamos, pois fazemos o tempo todo involuntariamente para permanecer vivos. No entanto, essa respiração pode trazer benefícios quando nos concentramos nela para relaxar. Respirar profundamente, prestando atenção na entrada e na saída do ar, devagar, ajuda a diminuir crises de ansiedade e a melhorar a qualidade do sono, se feito antes de dormir. Assim, antes de iniciar a sua rotina de estudos, quando ficar nervoso(a) durante uma questão mais difícil e perto da hora de ir pra cama, respire fundo algumas vezes. De fato isso trará uma boa sensação e mais qualidade tanto para os estudos quanto para o seu descanso. Experimente! 2. Meditação Os benefícios dessa prática milenar incluem bem-estar e equilíbrio, duas sensações importantes para quem está em uma maratona de estudos e provas. Em um mundo cada vez mais conectado virtualmente, a conexão com o próprio eu fica muitas vezes prejudicada. Assim, a busca pela meditação tem crescido exponencialmente, em especial durante a pandemia. Portanto, seja para descansar a mente do trabalho ou dos estudos, a prática auxilia a melhorar o foco para aquilo que é importante, trazendo os pensamentos para o momento presente. Você pode iniciar com 5 a 10 minutos diários, e há muitos aplicativos e vídeos disponíveis para você conhecer e dar os primeiros passos. O tema é tão relevante na atualidade que no dia primeiro de janeiro de 2021 a Netflix lançará uma série de animação sobre os benefícios da meditação, com técnicas e práticas guiadas. Chegou bem a tempo, não é mesmo? Não deixe de assistir!https://youtu.be/MxHzRVRkL_8 3. Yoga Calma! Não queremos que em menos de 25 dias você se torne um yogi ou uma yogini. Mas se você já tinha curiosidade sobre essa atividade, que tal aprendê-la agora? Sim! Esse pode ser o impulso que faltava para começar. Entre os benefícios, podemos destacar: mais relaxamento, maior consciência corporal e autoconhecimento. Além disso, melhora o condicionamento físico e controla a pressão arterial etc. Hoje, é possível contar com aplicativos e canais no Youtube que oferecem aulas desde o nível iniciante, alguns de forma gratuita. Assim, procure aquele que melhor se adapte a sua necessidade e comece! Quem sabe além de relaxar você não criará um importante hábito para sua vida? Não custa nada tentar! 4. Outros exercícios leves A prática de atividades físicas, sejam elas quais forem, são benéficas para muitas coisas, inclusive para relaxar. Durante o período de isolamento, muitas pessoas se viram privadas de frequentar academias, parques e praças. Com a flexibilização, porém, está mais fácil tirar alguns minutos por dia para praticar exercício físico. Se você já é “atleta”, ótimo! Já sabe, então, que consegue dormir melhor, relaxar as tensões depois de um dia de estudos , entre outras coisas. Se ainda não pratica alguma atividade, comece agora. Não é necessário muito investimento financeiro. E tempo? Ah, você consegue separar de 20 a 40 minutos diários para cuidar de você, não é? Veja algumas possibilidades: caminhada leve; andar de bicicleta; patinar; subir escadas; alongamento. Importante: procure instrutores ou consulte um médico, dependendo da atividade escolhida. Se seu prédio tiver muitos andares, suba as escadas sem forçar o ritmo e desça de elevador. Assim, não machucará as articulações. 5. Massagens nas mãos Quem não gosta de uma boa massagem? No entanto, você sabia que pode conseguir um bom relaxamento massageando apenas as suas mãos? Sim! Não requer prática nem muita habilidade, apenas um pouco de boa vontade. Desse modo, use algum creme de sua preferência e massageie as palmas das mãos e os dedos. Se demore um pouco mais nos pontos doloridos e aos poucos sinta o bem-estar surgir. Dica: faça antes de dormir, pois ajuda a chamar o sono! Além disso, as mãos ficarão bem macias pra escrever a redação. 🙂 6. Dedique-se a algum hobby Separar alguns minutos do seu dia para se dedicar a algum hobby não fará mal algum à sua rotina de estudos. Ao contrário: pode fazer muito bem! Não importa qual é a sua preferência, fazer uma tarefa interessante e que não necessariamente tenha a ver com o Enem deixará você mais relaxado(a). Assim, toque algum instrumento, pinte, borde, cuide de plantas, passeie com seu animal de estimação. Ou seja, faça algo que lhe dê prazer e proporcione sensação de paz. E nada de sentir culpa por não estar estudando! Estamos na reta final, você já fez um grande esforço até aqui. Além disso, muitas vezes é em momentos de pausa, em que estamos fazendo atividades aleatórias, que nossa mente acaba descobrindo saídas para problemas que pareciam sem solução. Isso

Conheça alguns conteúdos que podem ajudar a pensar sobre a internet e o emburrecimento da sociedade. Treine seus argumentos para a redação! No nosso cotidiano, são inegáveis as diversas facilidades trazidas pelo avanço tecnológico, especialmente pela internet. No entanto, há quem acredite que o uso massivo dessa ferramenta tem prejudicado a capacidade de aprendizado de crianças e adolescentes. Certamente, a questão é polêmica, por isso escrever uma redação sobre o tema da semana, Internet e o emburrecimento da sociedade, pode ser um desafio. Em primeiro lugar, você precisa definir a sua tese: concorda ou não que há uma geração que está menos inteligente que a anterior? Se você está de acordo, busque referências que ajudem a defender esse ponto de vista. Mas, caso pense que isso não faz sentido, escolha repertórios pertinentes para argumentar bem por esse caminho. A seguir você encontra uma lista de materiais para ler, ver e ouvir e, assim, ajudar a ter mais fundamentação no desenvolvimento do seu texto. Confira nossas sugestões de repertório sociocultural para o tema Internet e o emburrecimento da sociedade e comece a treinar! 1. Entrevista com o neurocientista francês Michel Desmurget Nossa primeira dica é que você leia na íntegra a entrevista publicada pela BBC News com o neurocientista Michel Desmurget. Um trecho dela está nos textos motivadores do tema. Com vastos trabalhos na área, o entrevistado dá outras respostas interessantes que explicam a interferência da internet no desenvolvimento cognitivo das novas gerações. Assim, você vai compreender por que para ele viver conectado tem criado jovens menos inteligentes que seus pais. 2. Entrevista com a neurocientista britânica Susan Greenfield Sempre é bom ter uma segunda opinião sobre um tema complexo. Nesta entrevista, Susan Greenfield, pesquisadora sênior da Universidade de Oxford, afirma que “as tecnologias digitais afetaram nosso cérebro da mesma forma que qualquer elemento de interação que faça parte do nosso cotidiano”. Para ela, no entanto, o ponto mais crítico do uso da internet e suas ferramentas é a mudança que causaram na formação da nossa identidade. Assim, nos tornamos mais dependentes da visão de outras pessoas, alterando o modo de nos relacionarmos e de distribuirmos o uso do nosso tempo. Greenfield, ao contrário de Desmurget, afirma que é possível que a nova geração tenha QI mais alto e boa memória. #polêmica Leia toda a entrevista e saiba de que maneiras a internet afeta o nosso cérebro. Na mesma página você ainda conseguirá acessar a três vídeos de palestras da pesquisadora. Vale a pena conferir todo esse material! 3. Música: Televisão – Titãs A televisão me deixou burro, muito burro demais Agora todas coisas que eu penso me parecem iguais […]https://www.youtube.com/watch?v=7psItZeHmqUCertamente você já ouviu os versos acima em algum momento da sua vida. Antes mesmo da internet, outras telas já foram responsabilizadas por “emburrecerem” a população. A televisão até hoje não é bem-vista por muita gente, mas também é usada para entreter crianças desde muito pequenas. De fato, muitas vezes a chamam de “babá eletrônica”. Pense sobre os efeitos da programação televisiva nas pessoas, especialmente da nova geração. Assim, um caminho é traçar essa relação com a chegada da internet e de seus recursos na argumentação do seu texto. 4. Estamos ficando mais burros? | Nerdologia Neste episódio, roteirizado e apresentado pelo ícone da pandemia, Átila Iamarino, procura-se responder à pergunta: “será que estamos mais burros?”. A questão levantada tem muito a ver com o nosso tema de redação. Aqui, pretende-se compreender se a internet e a facilidade de encontrar informações com os smartphones estão afetando a nossa capacidade de apreender. Além disso, o vídeo sugere outras fontes que podem ampliar o seu repertório ainda mais. O vídeo tem menos de 7 minutos e bastante informação! Acesse!https://youtu.be/nW-Mqe9Tgjc 5. Matéria de Capa – A internet e o cérebro De 2012, esse programa da TV Cultura mostra que os efeitos da internet no cérebro não são uma preocupação só de agora. Portanto, pense em todos os avanços que ocorreram nas tecnologias de lá para cá, e mesmo assim estamos ainda debatendo a questão. A reportagem é bem completa e tem menos de 30 minutos. Um dos pontos levantados refere-se à queda de capacidade de memorizar informações, por exemplo. Assista!https://youtu.be/7OV1W7aXTl8 6. Entrevista com Nicholas Carr Em 2010, o escritor norte-americano Nicholas Carr esteve no Brasil e falou sobre “Os superficiais, o que a internet tem feito com nossos cérebros”. Então, na obra ele defende a tese de que a internet pode emburrecer e dificultar o aprendizado, embora seja considerada a revolução na área educacional. Acesse o conteúdo e, assim, conheça as suas ideias. 7. Vídeo: Uso abusivo da tecnologia pode causar problemas em crianças Nesta reportagem veiculada pela TV Brasil em 2016 já se discutia de que formas o uso exagerado da tecnologia afeta as crianças. Portanto, assista e saiba um pouco mais sobre esse assunto.https://youtu.be/LSB17LbYLJ4Conhece outra referência que pode ser usada na redação sobre “Internet e o emburrecimento da sociedade“? Compartilhe conosco nos comentários! Não sabe nada sobre o assunto? Então, além das nossas dicas, faça sua própria pesquisa na internet. Precisa de ajuda para saber se sua redação está no caminho certo? Conheça nossos planos e use a nossa plataforma de correção! Saiba todos os benefícios de receber orientações dos nossos corretores! Venha para o Redação Online! Ainda dá tempo de fazer aquela redação nota mil para o Enem!

Você acredita que a internet está gerando uma legião de ignorantes? Reflita sobre o emburrecimento da sociedade provocado pela internet. Com base nos conhecimentos adquiridos ao longo de sua formação e a partir da leitura dos textos motivadores a seguir, escreva uma redação de até 30 linhas sobre o tema “Internet e o emburrecimento da sociedade”. Para tanto, use a modalidade padrão da língua portuguesa. Além disso, apresente uma proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Confira o tema “Internet e o emburrecimento da sociedade”: Texto 1 ‘Geração digital’: por que, pela 1ª vez, filhos têm QI inferior ao dos pais A Fábrica de Cretinos Digitais. Este é o título do último livro do neurocientista francês Michel Desmurget, diretor de pesquisa do Instituto Nacional de Saúde da França, em que apresenta, com dados concretos e de forma conclusiva, como os dispositivos digitais estão afetando seriamente — e para o mal — o desenvolvimento neural de crianças e jovens. “Simplesmente não há desculpa para o que estamos fazendo com nossos filhos e como estamos colocando em risco seu futuro e desenvolvimento”, alerta o especialista em entrevista à BBC News Mundo […]. As evidências são palpáveis: já há um tempo que o testes de QI têm apontado que as novas gerações são menos inteligentes que anteriores. Desmurget acumula vasta publicação científica e já passou por centros de pesquisa renomados como o Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) e a Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos. Além disso, seu livro se tornou um best-seller gigantesco na França. Assim, veja abaixo trechos da entrevista com ele. […] BBC News Mundo: E o que está causando essa diminuição no QI? Desmurget: Infelizmente, ainda não é possível determinar o papel específico de cada fator, incluindo por exemplo a poluição (especialmente a exposição precoce a pesticidas) ou a exposição a telas. O que sabemos com certeza é que, mesmo que o tempo de tela de uma criança não seja o único culpado, isso tem um efeito significativo em seu QI. Portanto, vários estudos têm mostrado que quando o uso de televisão ou videogame aumenta, o QI e o desenvolvimento cognitivo diminuem. Desse modo, os principais alicerces da nossa inteligência são afetados: linguagem, concentração, memória, cultura (definida como um corpo de conhecimento que nos ajuda a organizar e compreender o mundo). Então, em última análise, esses impactos levam a uma queda significativa no desempenho acadêmico. BBC News Mundo: E por que o uso de dispositivos digitais causa tudo isso? Desmurget: As causas também são claramente identificadas: diminuição da qualidade e quantidade das interações intrafamiliares, essenciais para o desenvolvimento da linguagem e do emocional; diminuição do tempo dedicado a outras atividades mais enriquecedoras (lição de casa, música, arte, leitura, etc.); perturbação do sono, que é quantitativamente reduzida e qualitativamente degradada; superestimulação da atenção, assim levando a distúrbios de concentração, aprendizagem e impulsividade; subestimulação intelectual, que impede o cérebro de desenvolver todo o seu potencial; e o sedentarismo excessivo que, além do desenvolvimento corporal, influencia a maturação cerebral. Fonte: bbc Texto 2 A ciência alerta: Crianças da internet tem QI diminuído No ano de 2010 fomos impactados com o fascinante e perturbador livro de Nicholas Carr – cuja edição brasileira saiu em 2011, com o título “A Geração Superficial: o que a internet está fazendo com as nossas mentes.” O autor, com qualidade de pesquisa e valor literário, intensificou de maneira profunda constatações assombrosas acerca das influências negativas que a Internet exerce sobre os seus usuários. O livro, então, surgia como um grave sinal de alerta, justamente no momento em que a Internet estava no seu auge e aí despontavam, fogosas e cativantes, as diversas redes sociais, que passaram a dominar o tempo, e o entusiasmado interesse das pessoas, especialmente de crianças e adolescentes. Em meio a esse entusiasmo, no entanto, o livro surgia como uma ducha de água fria, chamando a atenção para os diversos perigos que o uso desenfreado dessas tecnologias já estava causando. Assim, sem negar o benefício que a Internet trouxe à humanidade sob vários aspectos, a obra de Carr servia como um pé no freio nessa corrida massiva, incontida, à sua utilização. Desse modo, lembro aqui que li, há alguns anos, um bom artigo do pesquisador Valdemar W. Setzer, da USP, em que dava ênfase especial ao impacto em crianças e jovens. Além disso, trazia recomendações práticas aos usuários da Internet para contrabalançar, na medida do possível, os efeitos negativos apontados por Carr em seu livro. O autor alertava: “parece que a Net está desbastando a minha capacidade de concentração e contemplação. Hoje, quer eu esteja on-line ou não, a minha mente espera receber informação do modo como a Net a distribui. Ou seja, um fluxo de partículas em movimento veloz. Antigamente eu era um mergulhador em um mar de palavras. Agora, no entanto, deslizo sobre a superfície como um sujeito com um jet-ski.” Fonte: meio norte blog Texto 4 89% das crianças e dos adolescentes brasileiros são usuários de Internet No Brasil, 89% das crianças e dos adolescentes são usuários de Internet. No entanto, 4,8 milhões das pessoas de 9 a 17 anos ainda moram em domicílios sem acesso à rede, o que representa 18% dessa população. Os dados são da pesquisa TIC Kids Online Brasil 2019, divulgada pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) por meio do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br) do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br). O estudo também apontou que 1,4 milhão de crianças e adolescentes nunca acessaram à Internet. Escreva uma redação sobre o tema Internet e o emburrecimento da sociedade após conferir uma lista de repertórios socioculturais que preparamos!

Conheça as orientações da cartilha de redação Enem disponibilizada pelo Inep aos participantes. Treine e consiga a sonhada redação nota mil! Estamos entrando na reta final para a aplicação das provas do Enem 2020, mas sempre é tempo de estudar. Mesmo tão perto, ainda dá para acessar materiais que ajudem a ter um bom desempenho. Todos os anos, o Inep disponibiliza diversos conteúdos que auxiliam os participantes a se prepararem para as provas. No dia 30 de dezembro foi finalmente publicado o documento “A redação do Enem 2020 – cartilha do Participante”. Com ele dá pra ter uma boa ideia de como dar o último fôlego nos estudos de redação antes do grande dia! Certamente, todos que prestarão as provas deveriam acessar todos os conteúdos disponíveis. Mas, na verdade, muitas pessoas sequer leem o edital na íntegra. Isso é um grande erro, pois nele há informações valiosas tanto com relação a questões práticas da prova (qual caneta, horários, documentos aceitos, entre outras) quanto a como se calculam as notas. Se você é um dos que ainda não leu, ainda dá tempo! Além disso, há outros materiais de estudo, como a cartilha de redação ENEM que iremos comentar aqui. Acompanhe os principais pontos dela que você precisa saber. Muitas informações constantes na cartilha de 2020 são semelhantes às que o Inep disponibilizou em maio, da capacitação dos avaliadores. A grande diferença – e que para o estudante é bem relevante – é a linguagem bem mais acessível. Como os materiais são para públicos diferentes, de fato fica mais interessante ler um mais focado no participante. O ponto alto da cartilha são as redações nota mil comentadas. Vale a pena você ler ao menos essa parte, pois entenderá ponto a ponto o que faz uma redação ser considerada excelente. Como a redação é avaliada? Você já sabe que produzirá uma redação sobre um tema específico, a partir de uma tese, com argumentação fundamentada e apresentando uma proposta de intervenção. Mas depois que seu texto é entregue, quem avaliará? Pelo menos dois professores capacitados para essa função corrigem cada uma das redações. Essas pessoas atribuem as notas conforme as 5 competências de forma independente. Um não sabe a nota do outro. O objetivo é garantir justiça na avaliação. Os critérios de avaliação são os da seguinte matriz de referência: Fonte: Inep (2020). Após as duas avaliações, a sua nota será a média das notas dadas pelos corretores nas 5 competências. Caso exista discrepância (uma grande diferença entre as notas dadas), algumas ações acontecem para resolver a questão. Mas, antes, saiba o que são as discrepâncias: quando as notas dos avaliadores diferirem, no total, em mais de 100 pontos; quando houver diferença maior que 80 pontos em qualquer uma das competências. Nesses casos, então, a redação passa por uma terceira avaliação independente e a nota será a média das duas avaliações que mais se aproximarem. E se ainda houver discrepância? Nesses casos, uma banca presencial, composta por três professores, atribuirá a nota para esse texto. Essas informações são importantes para que você entenda como se chegou à sua nota quando receber o resultado. Perceba que há um grande esforço em não prejudicar nenhum participante, portanto, fique tranquilo(a)! Situações que levam à nota zero Na sequência, a cartilha informa os motivos que levam à nota zero. Nós já temos no blog um post especial sobre isso, bem detalhado. Mas não custa relembrar aqui alguns dos itens que mais zeram provas de redação: fuga do tema ou texto escrito em outro tipo textual que não o dissertativo-argumentativo; cópia integral de textos motivadores ou do caderno de provas; texto menor que 8 linhas; impropérios, desenhos e formas de identificação; texto predominantemente em língua estrangeira; entre outros. Avaliação de provas de participantes surdos ou disléxicos Ainda visando a justiça na correção, os surdos têm assegurado direitos relativos ao Decreto n. 5.626, de 22 de dezembro de 2005, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais. Assim, contam com mecanismos de avaliação coerentes com o aprendizado da língua portuguesa como segunda língua. No caso dos participantes disléxicos, são adotados critérios de avaliação que levem em conta questões linguísticas específicas relacionadas à dislexia. Portanto, essas são formas de garantir que a singularidade de cada um seja considerada na hora de receber a nota. Avaliação de provas de participantes com transtorno do espectro autista Uma novidade da cartilha de redação Enem é que a partir de 2020 a avaliação das provas dos participantes que apresentam transtornos do espectro autista se realizará por meio de uma banca especializada. Assim, haverá critérios que considerarão questões linguísticas relacionadas ao autismo. Essa inovação na correção das redações está de acordo com a Lei n. 13.146, de 6 de julho de 2015, que instituiu a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência. Matriz de referência Para que você saiba como se avalia cada competência, consulte a cartilha na íntegra e veja as tabelas. Por elas, é possível compreender o que faz com que uma redação receba 40 pontos em uma competência e o que precisa fazer para conseguir tirar 200. Assim, com base nessas informações, você mesmo pode avaliar seus textos já escritos e tentar melhorá-los. Aqui no blog já contamos tudo o que você precisa saber sobre cada umas das 5 competências, portanto não deixe de acessar esse conteúdo. Mas de todo modo, vamos relembrar alguns aspectos importantes da avaliação aqui: Na competência 1 você precisa demonstrar domínio da linguagem formal da língua portuguesa, portanto haverá descontos relativos a desvios e problemas de estrutura sintática. Na competência 2 você precisa respeitar a estrutura do texto dissertativo-argumentativo e fazer uma abordagem completa do tema. Veja no esquema abaixo, constante na cartilha de 2019, como a redação deve ser apresentada nesse aspecto: Fonte: Inep (2019). Continuando… Na competência 3 se analisa a capacidade de selecionar e organizar os argumentos em defesa do ponto de vista. Aqui, é legal você entender o que é projeto de texto. Então, segundo a cartilha de redação Enem, trata-se do
Repertório sociocultural bem utilizado eleva o nível da redação. Conheça algumas referências para escrever sobre a alfabetização infantil. Confira o tema ”Desafios na alfabetização infantil”. Durante o ano de 2020, o Ministério da Educação focou sua comunicação, especialmente nas redes sociais, no tema da alfabetização. Por essa razão, chegamos mesmo a desconfiar que esse é um possível tema de redação Enem. Independentemente disso, é sempre importante refletirmos e treinarmos a redação com assuntos da atualidade. A alfabetização infantil e os desafios para concretizá-la são demandas sociais relevantes. Certamente escrever sobre isso será um excelente treino para o dia da prova. Veja na sequência algumas referências para que você saiba mais sobre alfabetização infantil e escreva um texto com uso produtivo de repertório sociocultural. Então, vamos lá? 1. Política Nacional de Alfabetização (PNA) Conhecer as políticas públicas e a legislação sobre o tema deve ser a sua primeira preocupação para desenvolver uma argumentação bem fundamentada. Assim, acesse o site exclusivo sobre a questão da alfabetização infantil do MEC. Nele, você encontrará informações sobre o Decreto n. 9.765, de 11 de abril de 2019, que instituiu a PNA, inclusive comentada artigo a artigo. Há também um espaço para professores e outro para pais e responsáveis, os quais explicitam dois programas governamentais que você deve conhecer: Tempo de aprender e Conta pra mim. Na aba “O que dizem as pesquisas”, há dois depoimentos a respeito do método fônico, que o governo brasileiro quer priorizar. Enfim, navegue pela página e encontre muitas referências que podem ajudar na hora da escrita. 2. Vídeo: Alfabetização pelo método fônico divide especialistas Neste vídeo, publicado no canal da TV UNESP, você conhecerá as opiniões de especialistas na área de educação e alfabetização a respeito do sistema que a PNA indica como mais eficiente para promover a alfabetização na idade certa. Acesse e saiba mais sobre isso. O vídeo é curtinho, em menos de 11 minutos você já ficará bem informado(a) sobre o assunto! https://youtu.be/0663kgsqoFM 3. Vídeo: Métodos de alfabetização – Magda Soares – Entrevista Magda Soares é professora titular emérita e pesquisadora do Centro de Alfabetização, Leitura e Escrita da Faculdade de Educação da UFMG. Certamente, é um dos grandes nomes brasileiros nessa área, o que pode ser um argumento de autoridade interessante para ter na manga. Nessa entrevista, a professora da UFMG comenta os métodos para alfabetizar. Assim, ela esclarece o debate entre aqueles que pensam a associação entre sons e letras como mais eficaz e os que condenam esse tipo de abordagem. De fato, o método fônico desconsidera o contexto social do aluno e o conhecimento que ele já possui sobre leitura. Portanto, em um país com tamanhas desigualdades como o Brasil, tal método funcionaria? Reflita. 4. Cealecast Sempre gostamos de dar uma dica de podcast para quem não tem muito tempo de ver vídeos ou ler nossas outras indicações. O CEALE – Centro de Alfabetização, Leitura e Escrita da Faculdade de Educação da UFMG, do qual Magda Soares é uma das pesquisadoras, lançou neste ano o seu canal. O primeiro episódio trata do desafio da educação durante a pandemia e o papel dos pais e da família nesse processo. Vale a pena dar uma “ouvida”, pois pode ser um caminho para abordar o tema. Confira também os demais episódios já lançados. 5. Filme: Como estrelas na Terra (2007) Outra visão que pode ser trazida como um desafio para a alfabetização infantil são os casos de crianças disléxicas que desconhecem a sua condição. De fato não é raro encontrar quem apresenta dificuldades de aprendizado devido a fatores que nada têm a ver com a qualidade do ensino, mas sim com algo externo à sala de aula. Nesse filme é narrada a história de Ishaan, de 9 anos de idade, cujo irmão é o exemplo da sala, enquanto Ishaan apresenta dificuldades no ensino-aprendizado e repetiu a terceira série pela segunda vez. Na escola onde estuda o ensino é tradicional e há uma professora autoritária e arrogante que trata as dificuldades de Ishaan como um caso de indisciplina. Então, certo dia, a diretora relatou à família que o aluno não acompanha as aulas e, ao fazer alguma leitura, ele relata que “as letras são dançarinas”. Com isso, é transferido a um colégio interno em que, depois de algum tempo, encontra um professor substituto de artes que percebe que há algo acontecendo com o estudante. É um filme emocionante e você certamente terá uma boa visão sobre essa questão e como ela afeta a alfabetização. Afinal, quanto brasileiros não devem passar por situações parecidas? Assista! 6. Série documental: Alfabetismo Brasil A série documental “Alfabetismo Brasil”, produzida pelo Canal Futura, trata-se de uma reflexão para a sociedade. Isso porque ela mostra como está o país em relação ao alfabetismo funcional entre os brasileiros de 15 a 64 anos. Sim, é importante conhecer um pouco mais sobre isso porque um dos efeitos de uma má alfabetização infantil ou mesmo a sua ausência é uma nação de pessoas que desconhecem o fantástico mundo da leitura e da escrita. Assim, a série conta com 8 episódios que comentam o assunto por diversos vieses. Confira! 7. IBGE Educa Sempre é bom conhecer alguns dados estatísticos a respeito do tema de redação para usar na argumentação. No site do IBGE você poderá encontrar alguns deles que tratam da questão da alfabetização e do analfabetismo. Dê uma olhada nos números e anote aqueles que julgar mais relevantes. Há muitos percentuais disponíveis. Por exemplo, as taxas por região, por idade, por raça, por gênero. Certamente algum deles poderá fazer parte do seu projeto de texto. Então, gostou dessas dicas? Também faça sempre a sua própria pesquisa sobre o tema relacionado à alfabetização infantil! Escreva um rascunho, releia, passe a limpo. Reescreva. Sim! Essa é a rotina de quem está se preparando para a redação Enem. Conhece algum repertório pertinente ao tema? Divida seus conhecimentos conosco nos comentários! E não esqueça: caso queira a correção de um profissional, conte com a nossa ajuda!

Escreva uma redação sobre o tema “Desafios na alfabetização infantil” e teste seus conhecimentos sobre o texto dissertativo-argumentativo. Com base nos conhecimentos adquiridos ao longo de sua formação e a partir da leitura dos textos motivadores a seguir, escreva uma redação de até 30 linhas sobre o tema “Desafios na alfabetização infantil”. Para tanto, use a modalidade padrão da língua portuguesa. Além disso, apresente uma proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Confira o tema “Desafios na alfabetização infantil”: Texto 1 5 desafios da alfabetização no Brasil No dia 8 de setembro se comemora o Dia Mundial da Alfabetização. No entanto, no Brasil, ainda temos muito a percorrer para uma alfabetização eficiente para todos. Desse modo, listamos os cinco principais desafios desta que é uma etapa de extrema importância para o desenvolvimento educacional e pode refletir negativamente por toda a vida do estudante. 1- Falta de dados Os dados mais recentes sobre o assunto referem-se a 2016, já que a Avaliação Nacional da Alfabetização foi descontinuada. Porém, sem informações atualizadas, fica ainda mais difícil buscar soluções para equiparar a grande desigualdade na aprendizagem das crianças existente no Brasil. 2- Alfabetização adequada De acordo com a Avaliação Nacional da Alfabetização (ANA), as dificuldades já se dão no início do processo de aprendizagem no Brasil. Assim, em 2016, menos da metade dos estudantes do 3° ano do Ensino Fundamental alcançaram os níveis de proficiência suficientes em Leitura (45,3%) e em Matemática (45,5%). 3- Impacto da desigualdade social As diferenças dos níveis de proficiência em Leitura, Escrita e Matemática de acordo com o Nível Socioeconômico (NSE) são gritantes. Isso é o que mostra a Avaliação Nacional da Alfabetização (ANA). Em 2016, o grupo com NSE muito baixo e baixo tiveram média de 23,4 em Leitura, enquanto o grupo alto e muito alto mais que dobrou a média, alcançando 68,2. 4- Disparidades regionais As diferenças da educação oferecida nos estados brasileiros também influenciam no nível de proficiência da alfabetização. Dados do MEC, Inep e Doeb de 2014 e 2016 mostram que a Região Norte e Nordeste ficaram abaixo da média brasileira nos níveis de proficiência em Leitura e Matemática em 2014 e 2016 e em escrita em 2016. Obs: Não há dados de Escrita em 2014. 5- Distorção entre Idade e Série O Relatório SAEB/ANA 2016 indica que cerca de 14,9% dos estudantes do Brasil têm dois anos ou mais acima da idade de referência para a sua etapa do ensino. No entanto, nas regiões Norte e Nordeste, a média é ainda maior que a nacional, com 20,2% e 21,4%, respectivamente. A Meta 5 do Plano Nacional de Educação (PNE) é alfabetizar todas as crianças, no máximo, até o final do 3° ano do Ensino Fundamental. Para quem abandonou a escola ou não teve acesso na idade apropriada, há a possibilidade de alfabetização na Educação de Jovens e Adultos (EJA), que oferece os níveis da Educação Básica em todo o país. Fonte: futura org Texto 2 MEC prioriza método fônico e alfabetização aos 6 anos, mas aceita que ciclo só termine aos 8 Assinada pelo presidente Jair Bolsonaro na manhã desta quinta-feira (11.04.2019), a nova Política Nacional de Alfabetização (PNA) só foi divulgada publicamente pouco antes das 22h de quinta, com a publicação do texto em uma edição extra do “Diário Oficial da União”. No documento final, manteve-se a diretriz presente em um rascunho dela, pela qual a priorização da alfabetização deve acontecer no 1º ano do ensino fundamental, quando as crianças têm 6 anos. No entanto, o MEC incluiu um objetivo novo no texto que saiu no DOU, que é cumprir a meta 5 do Plano Nacional de Educação (PNE). Assim, a meta, que entrou em vigor em 2014 e tem vigência até 2024, quer todas as crianças alfabetizadas até no máximo o final do 3º ano do fundamental, ou seja, aos 8 anos de idade. Mas a política não é obrigatória às redes estaduais, municipais e privadas. Qual é a idade certa para alfabetizar? A questão está em debate no Brasil na última década. Assim, veja os principais pontos: A tendência de antecipar a alfabetização começou nas escolas particulares depois de 2010, quando o ensino fundamental passou de oito para nove anos de duração, e o antigo “pré” se tornou o 1º ano do fundamental; Em 2013, o MEC lançou o Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa (Pnaic). Trata-se de uma iniciativa para estimular que crianças estejam plenamente alfabetizadas aos 8 anos, no 3º do fundamental; Mesmo assim, não é isso o que acontece na realidade: dados da Avaliação Nacional de Alfabetização (ANA) de 2014 mostram que um quinto dos alunos da rede pública chegou ao 4º ano do fundamental sem aprender a ler adequadamente; Além disso, estudos indicam que o processo de alfabetização é longo. Para ser concluído aos sete anos, precisa começar com as crianças mais novas, que ainda não estão preparadas para isso; Os defensores das ciências cognitivas de leitura afirmam que é possível o “ensino explícito e organizado das relações entre os grafemas da linguagem escrita e os fonemas da linguagem falada”, como diz nova política do MEC; Secretários estaduais e municipais de Educação já afirmaram que não são contra o método fônico. Porém, são contra a definição de um método em detrimento dos demais. Fonte: G1 – globo Texto 3 PERFIL DAS CRIANÇAS DO BRASIL A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua 2018 estimou que temos no Brasil 35,5 milhões de crianças (pessoas de até 12 anos de idade). Isso corresponde a 17,1% da população estimada no ano, de cerca de 207 milhões. […] Entre a população brasileira a partir dos 15 anos de idade, a taxa de alfabetização em 2018 foi estimada em 93,2%. Assim, como se vê no gráfico a seguir, quase ¼ das crianças brasileiras de 5 anos (23,6%) são alfabetizadas. Entre as crianças de 12 anos, quase todas (98,7%) sabem ler e escrever. Escreva uma redação sobre o tema Desafios na alfabetização infantil após conferir uma lista de repertórios socioculturais que preparamos!
Conheça o Redação Online! Primeira startup de educação no mundo acelerada pelo Facebook e que oferece uma correção humanizada. Você já sabe da importância da prova de redação Enem para conseguir uma boa média e ter mais chances de conseguir a vaga na universidade. Além disso, a prova de redação assusta também em vestibulares e concursos, principalmente porque existe uma grande defasagem educacional relativa à escrita no país. Considerando como parâmetro o Enem, o número de redações zeradas entre 2014 e 2018 supera a marca de 1 milhão. Enquanto isso, as redações nota mil, nos últimos 3 anos, não chegam a 60 textos. Assim, essa grande diferença reflete uma desigualdade que merece um atento olhar da sociedade, mas também abriu caminho para o surgimento de ideias inovadoras no mercado da educação que fazem a diferença na vida dos estudantes e de quem já concluiu a etapa básica do ensino. Hoje convidamos você para que conheça o Redação Online. O Redação Online é uma plataforma direcionada para correção de redações. Em 2017, tornou-se a primeira startup de educação acelerada pelo Facebook do mundo e também recebeu o prêmio “Talentos da Educação” da Fundação Lemann e o InovAtiva Brasil. Certamente esses acontecimentos atestam a relevância e o impacto social causado pela plataforma na vida de muitos brasileiros. Mas você sabe como ela funciona? Acompanhe a leitura e tire suas dúvidas. A plataforma Treinar a escrita é fundamental para quem quer melhorar o desempenho nas produções textuais. No entanto, mais do que escrever uma boa quantidade de textos, é essencial compreender em que se está errando para poder aperfeiçoar essa escrita. Pense: é possível evoluir em alguma atividade sem ter o feedback de alguém sobre nosso desempenho? Se levarmos o conceito para o mundo dos esportes, por exemplo, é como imaginar que um jogador talentoso não precisa de um técnico. Ele até pode ser excelente no que faz, mas sem orientação dificilmente usará 100% do seu potencial. Aqui no Redação Online funciona mais ou menos assim… Veja como é simples: Escolha um tema de redação entre os mais de 300 disponíveis; Escreva uma redação. Você pode digitá-la diretamente na plataforma ou escrevê-la à mão e enviar por foto; Nossos professores, especializados e capacitados para as correções, avaliam sua redação segundo os parâmetros do Enem, de concursos ou de vestibulares. Você é quem sinaliza que tipo de correção precisa! Em até 3 dias úteis você recebe a sua redação corrigida e comentada. Então, a partir da análise do corretor você pode fazer uma reescrita ou então escolher um novo tema para treinar. Além de contar com uma equipe superespecial de professores que fornece uma correção humanizada dos textos, o Redação Online é a primeira plataforma em Língua Portuguesa do mundo que usa inteligência artificial nas 5 competências do Enem. Assim, mais que facilitar a correção do professor, permite que ele possa focar ainda mais no processo de aprendizagem dos alunos. Desse modo, ele poderá dar maior atenção às orientações para a melhoria das redações. De fato, os resultados aparecem: nas 4 primeiras correções, em média, o aluno já aumenta 100 pontos nas suas redações. Gradativamente, essa evolução é ainda maior, chegando a 400 pontos a partir de 24 redações! Muito bom, não é mesmo? Nossos planos O Redação Online é uma plataforma paga, porém com valores bastante atrativos e que se encaixam em muitos bolsos. O processo de escolha e compra do plano é 100% digital e seguro. Hoje, temos 3 planos disponíveis e é possível pagar com cartão de crédito, boleto bancário ou pix. Em cada um dos planos, você escolhe o pacote e a quantidade de correções que quer comprar. Além das correções, alguns planos contam com videoaulas, monitorias e material didático de redação. Os créditos de correção são válidos por até 12 meses, ou seja, você tem total liberdade de usar seus créditos da forma e no tempo que quiser até este período. Mas se os créditos acabarem antes, basta renovar o plano ou escolher outro. Depois, é só você colocar a mão na massa e ver a evolução da sua escrita acontecer! Redação Online para escolas A plataforma inteligente de correção do Redação Online também pode fazer parte das escolas e faculdades. É isso mesmo! O processo de envio dos textos tem todas as facilidades disponíveis para alunos, professores e instituições como um todo. Além da plataforma, os gestores escolares têm acesso a uma série de relatórios e diagnósticos que auxiliam na melhora do ensino de redação. Assim, é possível, por exemplo, entender quais são as maiores dificuldades dos alunos e, com mais tempo para dedicar-se ao ensino, o professor pode traçar uma planejamento para resolver esses problemas. Portanto, se sua instituição têm interesse nesse serviço, conheça o Redação Online para escolas. Depoimentos dos nossos alunos É claro que você deve estar pensando que tudo que foi mostrado aqui parece tão maravilhoso porque somos nós que estamos falando, não é mesmo? Então que tal você conhecer agora o que dizem nossos alunos? Alguns deles alcançaram a nota 1000! Acompanhe alguns depoimentos: O Redação Online é uma excelente forma de treinar a produção textual na prática. A plataforma certamente contribuiu com o meu 1000. Considero-o uma excelente ferramenta de preparação para o ENEM. Recomendo! – Gabriel Nogueira Caldas Melo (nota 1000 na redação Enem 2019) O Redação Online foi fundamental para conseguir conquistar a redação nota 1000! – Bárbara Vicentini (nota 1000 na redação Enem 2018) Seja um corretor Mais do que ajudar estudantes a melhorar a escrita, o Redação Online também pode ser uma fonte de renda extra para professores e pessoas formadas em Letras. Pois é! Participar dessa verdadeira revolução no ensino está a um clique de você. Tem a formação necessária e quer essa oportunidade? Então faça seu cadastro. Depois, basta realizar a capacitação em 4 etapas para ser um corretor de redação certificado. Veja os passos: Você assistirá vídeos e receberá um material

Conheça assuntos ligados à pandemia que podem fazer parte do tema de redação 2020. Enriqueça seu repertório e tire uma boa nota! É inegável que a pandemia de coronavírus que enfrentada neste ano de 2020 mudou nosso modo de viver. Hoje, não são apenas medidas de proteção, uso de máscaras, distanciamento social que entraram na nossa rotina. Certamente, mudamos também nosso modo de estudar, de trabalhar e de obter momentos de lazer. E tudo isso com o cuidado que o momento exige. Assim, essas “novidades” alertaram para muitos problemas na nossa sociedade, e escancararam outros. Por isso – e por ser um evento ainda do primeiro semestre do ano – vale a pena conhecer alguns assuntos ligados à pandemia que podem fazer parte do tema de redação Enem. Já comentamos aqui que é pouco provável que a crise gerada pela Covid-19 seja o tema de redação Enem. De fato, o assunto esteve muito presente nos noticiários e no cotidiano de todos nós. Assim, por geralmente o Enem buscar surpreender com a temática da prova, é normal pensarmos que buscarão outra questão para ser debatida. Mas, justamente pela força e relevância da pandemia, nada impede que a banca nos surpreenda de outra forma. Além disso, outras instituições de ensino superior podem cobrar essa temática em seus vestibulares. Portanto, não custa nada nos prepararmos para tratar sobre os assuntos ligados à pandemia que listaremos a seguir. Boa leitura! Mas lembre-se: não se trata de tentar adivinhar o tema, pois não temos como saber. São apenas sugestões para que você se prepare e busque repertório para ir bem na redação diante de qualquer possiblidade! 1. Saúde Mental Muito se comenta sobre os efeitos da pandemia no estado emocional das pessoas. O distanciamento social, imposto especialmente nos primeiros meses no Brasil, levantou essa questão. Embora muitas pessoas não sigam mais rigorosamente os protocolos e já exista há algum tempo um relaxamento das medidas protetivas, tudo isso ainda impacta a saúde mental. Quem está longe de suas atividades, trabalhando ou estudando em casa desde março, pessoas em grupo de risco, profissionais de saúde têm sido os mais afetados. Portanto, vale a pena ler alguns artigos sobre o assunto – abundantes na internet – e pensar também na saúde mental como um todo. Como é a oferta desse tipo de tratamento no Brasil? A população tem fácil acesso a esse serviço? Pesquise! 2. Miséria e desemprego Com a necessidade de as pessoas evitarem sair de casa, fechamento do comércio e serviços, a crise econômica se agravou. Muitas pessoas não tinham recursos para se manter, pois dependiam dos empregos – que muitos perderam. O governo instituiu o auxílio emergencial no sentido de diminuir o problema, mas não foi o suficiente para todos. Além disso, houve muitos problemas no sistema implementado para solicitação e recebimento das parcelas. Atualmente, com os números de casos e mortes superando, em alguns estados, os do primeiro semestre, a preocupação é saber como será início de 2020. Quais medidas tomar para garantir emprego e renda? Como fica a situação da população mais vulnerável? 3. Liberdade de imprensa e direito à informação O caos gerado pela pandemia criou tensões entre governo e imprensa logo nos primeiros meses. Entre as medidas provocadas por esse embate está a criação do Consórcios de Coletivos de Imprensa, que passou a divulgar os números relativos à contaminação e mortes. Isso porque o governo tentou impedir a apuração de tais dados. Cabe pensar no direito da população a receber informações corretas, no dever do jornalismo de informar e do governo em preservar a população. Como haver harmonia nessas relações? Quais interesses estão em jogo? Reflita! 4. Negacionismo A solução para a pandemia depende muito da ciência. No entanto, ela está extremamente desvalorizada em nosso país. O surto de coronavírus fez surgir indicações de remédios sem comprovação de eficácia para Covid-19 como milagrosos e até como tratamento precoce. Além disso, tais medicações apresentam contraindicações que pouco ou nada se comentou. Aqui além da negação da ciência, podemos pensar também na automedicação e seus efeitos. Medidas de proteção, como uso de máscara, foram desacreditadas por uma parcela da população. Isso agravou ainda mais o quadro sanitário do país. Pense, portanto, nos impactos disso tudo em nossa sociedade, caso isso apareça na prova! 5. Movimento antivacina Um dos assuntos ligados à pandemia que pode virar tema de redação é o movimento antivacina. Inclusive, se quiser treinar e saber mais sobre isso, acesse a nossa proposta e escreva uma redação sobre essa questão. 6. Importância da saúde pública Há algum tempo se aposta que o Enem pedirá um tema relacionado à saúde pública. Será que finalmente chegou a vez? De fato, sem o Sistema Único de Saúde, em um país com tantas desigualdades, muitas pessoas não conseguiriam arcar com seu tratamento em caso de contaminação por coronavírus. Basta obervarmos a situação de endividamento de muitas famílias em países em que não possuem sistema de saúde gratuito para entender a gravidade da questão. Com certeza é relevante, então, conhecer mais sobre o nosso SUS e sobre o serviço de saúde nacional. 7. Exclusão digital Na maioria das localidades brasileiras, as aulas presenciais foram e seguem suspensas. Seja ensino público ou privado, o fato é que todos os atores desse cenário precisaram se adaptar. Mas como aprender sem acesso à internet em casa ou sem ter um bom computador? Quem está se preparando para Enem neste ano e concluía o ensino médio teve um desafio duplo. Pense em como foi para você essa experiência e também coloque-se no lugar de quem tem menos recursos do que você. O que pode e deve ser feito para que a educação seja, de fato, para todos? Essas são algumas das nossas sugestões de assuntos ligados à pandemia que têm chance de aparecer na redação. E qual o se palpite? Escreva-o nos comentários e ajude outras pessoas a se prepararem também!

Uma boa redação precisa ter um repertório interessante. Confira conteúdos para falar sobre a educação inclusiva no Brasil! O tema que lançamos nesta semana é “Educação Inclusiva no Brasil”. Assim, para poder escolher fatos, dados e opiniões para usar na sua argumentação, é necessário pesquisar sobre o assunto. Não sabe por onde começar? Fique tranquilo(a)! Como sempre, neste post selecionamos alguns conteúdos que podem fazer parte do desenvolvimento da sua redação. Vamos lá! 1. Política Nacional de Educação Especial -PNEE O primeiro passo para poder falar bem sobre o tema é conhecer a PNEE na íntegra. Leia o documento e tenha informações sobre a contextualização da sua implementação, princípios e objetivos, público-alvo, entre outras. No material há ainda uma nota do ministro da educação sobre essa nova política. Assim, não deixe de acessar! 2. Constituição Federal de 1988 O principal documento do país também pode ajudar a entender o porquê das polêmicas em torno da nova PNEE. Nele, estão dispostos nossos direitos e deveres dos cidadãos brasileiros, inclusive quando o assunto é educação. Embora seja bastante clichê citar a Constituição na redação Enem, é inegável a sua importância e relevância. Desse modo, é um recurso que, se bem utilizado, funciona com a maioria dos temas. 3. Vídeo: Educação inclusiva: toda criança tem direito de ir à escola Este vídeo curto da trata-se de uma animação sobre a importância de um sistema educacional que respeite as características de cada criança. Produzido pelo Instituto Alana, é um meio acessível para entender um pouco mais sobre a temática. Caso você nunca tenha ouvido falar, o Alana é uma organização sem fins lucrativos com a missão de fomentar e promover assistência social, educação, cultura, proteção e amparo da população em geral. Para saber um pouco mais sobre as suas ações, portanto, entre no site. Assim, quem sabe você não o escolhe como um agente na sua proposta de intervenção? #ficadica 4. Palestra: Pensar utopicamente a educação: David Rodrigues at TEDxLisboaED Partindo da ideia de utopia de Thomas More, o professor de educação especial da Universidade Técnica de Lisboa David Rodrigues comenta sobre a possibilidade da educação inclusiva de forma efetiva e real. Certamente, esse bate-papo ajudará a você a ter ideias sobre a argumentação da sua redação. O vídeo tem menos de 18 minutos! Não deixe de assistir e, assim, refletir um pouco mais sobre a educação inclusiva.https://youtu.be/0kDL5kxDg_A 5. Filme: Extraordinário (2017) Você deve lembrar que este filme estava nas indicações de repertório do tema “Capacitismo no Brasil“. Pois é! Então, se ainda não viu, é uma boa hora para assisti-lo! Baseado no livro homônimo de R. J. Palacio, escritora norte-americana, mostra a rotina de Auggie Pullman, o protagonista. O menino tem uma uma deformidade facial conhecida como síndrome de Treacher Collins. Portanto, ao ingressar na escola, ele precisa aprender a conviver nesse ambiente, que não está preparado para lidar com o diferente. Assim, Auggie é vítima de bullying e tem sua autoestima abalada. No entanto, ele persiste na escola, apoiado por sua família e pelos novos amigos que conheceu. Enfim, a história mostra que a inclusão escolar da pessoa com deficiência traz novas experiências para a vida dela.https://youtu.be/6g80d7igX0k 6. Filme: Hoje eu quero voltar sozinho (2014) Este longa brasileiro mostra a rotina de Leonardo, estudante cego de uma escola regular de ensino. Além de mostrar as dificuldades e também as suas relações de amizade na escola, o filme mostra a descoberta do amor pelo personagem principal. O roteiro e a direção são de Daniel Ribeiro e a obra cinematográfica foi baseada no curta “Eu não quero voltar sozinho”, disponível no Youtube.https://youtu.be/lpHKXyko358 7. Podcast: “Cá entre nós” Para aqueles que curtem se informar em qualquer momento, seja na ida ao supermercado ou à padaria, com seus fones de ouvido, temos uma indicação de podcast. No primeiro episódio, a pergunta norteadora do debate é: O que está em jogo na revisão da Política Nacional de Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva (PNEEPEI), atualmente em andamento no âmbito do MEC e do CNE? A partir disso, a professora Maria Teresa Eglér Mantoan, coordenadora do LEPED da FE-Unicamp, faz uma análise e mostra porque esse processo pode causar um retrocesso nas políticas de inclusão educacional para milhares de crianças e adolescentes. Certamente essa discussão poderá contribuir para a sua argumentação, não é mesmo? Então, ouvidos atentos! Acesse agora mesmo! 8. Reportagem especial – Educação inclusiva: o Brasil está preparado? Publicada no site da Câmara dos Deputados, essa reportagem repercute o Estatuto da Pessoa com Deficiência. Ele possui três artigos que asseguram o direito à educação inclusiva adaptada às necessidades das pessoas com deficiência. No entanto, a garantia desses direitos na prática ainda é um desafio. Desse modo, acesse o material e saiba quais as punições para o descumprimento desta lei, as dificuldades dos docentes e também quais avanços já foram feitos na área. Ah! Além de ler, também é possível ouvir esse conteúdo! Agora é com você! Continue a pesquisa sobre o tema Educação Inclusiva no Brasil ou, então, faça seu projeto de texto com base nas nossas sugestões. Tá precisando de uma mãozinha para a avaliação? Que bom que você está no lugar certo! Conheça nossos planos de correção de redação e, assim, conte com uma equipe focada no seu sucesso! É redação nota mil que você quer? Venha para o Redação Online! A gente mostra o caminho para chegar lá!

Reflita sobre a questão da educação inclusiva no Brasil com base nos textos motivadores. Depois, escreva uma redação sobre este tema! Com base nos conhecimentos adquiridos ao longo de sua formação e a partir da leitura dos textos motivadores a seguir, escreva uma redação de até 30 linhas sobre o tema “Educação inclusiva no Brasil“. Para tanto, use a modalidade padrão da língua portuguesa. Além disso, apresente uma proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Texto 1 Educação Especial – Inclusão ou Segregação? Notas sobre o Decreto 10502/20 Desde o dia 30 de setembro de 2020 publicaram-se diversas notas de repúdio e de susta ao decreto 10502/20, que instituiu a “Política Nacional de Educação Especial: Equitativa, Inclusiva e com Aprendizado ao Longo da Vida”. As polêmicas entre especialistas, educadores, associações e Conselhos de Direitos parecem intermináveis, pois a proposta do decreto parece atraente, ao oportunizar à família e ao educando o direito de escolher a alternativa educacional mais adequada às suas necessidades. Sendo assim, os educandos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação poderão receber atendimento educacional em classes e escolas especiais ou em classes e escolas bilíngues de surdos, em detrimento ao ensino inclusivo nas escolas comuns. Acontece que desde a promulgação da Constituição Federal, de 1988, um conjunto de leis e de políticas inclusivas como a Lei de Diretrizes e Bases da Educação e a Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva reforçaram o direito de acesso e permanência na escola para todos os cidadãos, garantindo às pessoas com deficiência o atendimento educacional especializado, preferencialmente na rede regular de ensino. Nesse contexto, nas últimas décadas as crianças e os adolescentes migraram das escolas especiais para escolas regulares, oportunizando mais interação e convivência social. O Censo Escolar (2018) demonstra que 92,1% dos alunos com algum tipo de deficiência entre 4 a 17 anos estão matriculados em escolas comuns. […] Reconhecido o avanço na inserção de, pelo menos, parcela desse público nas escolas comuns, apontam-se novos desafios, pois o sistema educacional fundado com valores e saberes coloniais, homogêneos, feito para alunos ideais, não incluiu de forma satisfatória os diferentes. […] É por causa dessa lacuna que o Decreto 10502/20 conta com alguns defensores. A justificativa é de que as escolas regulares não dão conta de atender todos os alunos na sua singularidade, sobretudo aqueles com deficiências mais graves. Assim, alguns acreditam que as escolas especiais seriam a solução para as falhas que ocorreram na inclusão ou, pelo menos, ofereceriam mais oportunidades para o educando. De fato as escolas especiais nunca deixaram de existir, notoriamente são equipamentos sociais importantes na prestação de serviços de apoio e complemento pedagógico, terapêutico, assistência social e, certamente, carecem de investimento estatal, pois a maioria é mantida pela sociedade civil. No entanto, de forma alguma, esse serviço deveria substituir o direito à educação no ensino regular. O poder de escolha imbuído à família e ao educando pelo decreto 10502/20 poderá ser limitado. Isso porque foi instituída a base orçamentária para a implementação das classes e escolas especiais e bilíngues. No entanto, sem prever investimentos e ações de melhoria da educação inclusiva nas escolas regulares. Obviamente, as famílias e os educandos serão induzidos para inserção nas escolas especiais. Conforme ressalta o Presidente da Federação Brasileira das Associações de Sindrome de Down, Sr. Sestaro (2020) “nas doces palavras desse decreto está o veneno amargo da exclusão […]”. Fonte: https://www.ecodebate.com.br/2020/11/30/inclusao-ou-segregacao-notas-sobre-o-decreto-1050220/ Texto 2 Como a educação inclusiva tem avançado no Brasil A maioria dos brasileiros concorda que a educação inclusiva é um caminho positivo para buscar equidade e qualidade na educação, como apontou a pesquisa O que a população brasileira pensa sobre educação inclusiva, então encomendada pelo Instituto Alana e realizada pelo Datafolha em julho deste ano. Foram entrevistadas 2.074 pessoas acima de 16 anos e colhidas informações de mais de 7.000 brasileiros, de 130 municípios. Segundo os dados, 86% acreditam que as escolas se tornam melhores ao incluir pessoas com deficiência. Para 76%, crianças com deficiência aprendem mais quando estudam com crianças sem deficiência. Entre os que convivem com pessoas com deficiência na escola, a atitude é ainda mais favorável. 93% concordam que as escolas se tornam melhores quando há inclusão. Uma década de avanços Garantir que todos os seres humanos possam realizar seu potencial com dignidade, segurança e igualdade é um dos pilares do 4º Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS), definido pela Organização das Nações Unidas (ONU). Desse modo, a promoção da educação inclusiva é fundamental. Segundo dados do IBGE, 6,7% da população brasileira tem algum tipo de deficiência. Cerca de 3,5 milhões são crianças de até 14 anos. Dados do Censo Escolar de 2010 mostram que quase 30% dessa população está fora da escola. O número ainda é alto, mas uma série de políticas públicas e marcos legais promoveram avanços inegáveis. Fonte: https://fundacaotelefonicavivo.org.br/noticias/como-a-educacao-inclusiva-tem-avancado-no-brasil/ Texto 3 Nova política de educação especial propõe separação de alunos A inclusão de alunos portadores de deficiência é um desafio que escolas, pais e as próprias crianças enfrentam diariamente. Assim, é necessário ter um espaço adequado, profissionais capacitados, além do pensamento de que esses estudantes têm direito à educação como qualquer outro. Após anos de luta para garantia da inclusão, o presidente Jair Bolsonaro assinou um decreto, tornando pública a Política Nacional de Educação Especial (PNEE), que incentiva a segregação de estudantes com deficiência. Especialistas que convivem com a realidade refletem que a nova medida é um passo atrás nas conquistas que pautam a inclusão. O objetivo da PNEE é fornecer mais flexibilidade aos sistemas de ensino, na oferta de alternativas como: classes e escolas comuns inclusivas, classes e escolas especiais, classes e escolas bilíngues de surdos, segundo as demandas específicas dos estudantes. Portanto, fica a critério dos pais a escolha de qual instituição matricular os filhos. Além disso, a política também pretende aumentar o número de educandos que, por não se beneficiarem das escolas comuns, evadiram em anos anteriores. Fonte: https://www.correiobraziliense.com.br/euestudante/2020/10/4879645-nova-politica-de-educacao-especial-propoe-separacao-de-alunos.html Escreva uma redação sobre o tema Educação inclusiva no Brasil após conferir uma lista de repertórios socioculturais que preparamos!

É possível estudar redação faltando 1 mês para a prova? Veja nossas dica e dê o seu melhor nessa reta final! Pois é: 2020 está chegando ao fim. Neste ano, em função da pandemia, os participantes do ENEM 2020 ganharam alguns meses para se prepararem, pois a prova acontecerá em janeiro de 2021. No entanto, também por conta do surto de coronavírus, apareceram outras dificuldades com as quais os estudantes precisaram lidar. Assim, caso você não tenha gerido bem o seu tempo, é provável que esteja se perguntando: é possível estudar redação faltando 1 mês para a prova? Nossa resposta é sim! Separamos algumas dicas para quem viu o ano passar e não aproveitou ou não teve condições de estudar. Acompanhe a leitura! O ano que estamos vivendo trouxe uma série de desafios, mas para quem está tentando uma vaga na universidade eles ficaram ainda maiores. O impedimento das aulas presenciais e o ensino remoto pegaram muita gente de surpresa. A desigualdade de condições e de acesso à internet e a outros recursos educacionais provavelmente ampliará ainda mais as distâncias na busca por seu lugar na faculdade. No entanto, houve uma maior propagação de informações online, videoaulas, minicursos, além, é claro, de plataformas de correção como a Redação Online. Tudo isso isso pode ser usado para melhorar a performance do participante, mesmo que o dia das provas já esteja quase aí. Mesmo que você esteja muito cansado(a), vale a pena dar um último fôlego nos estudos. O que fazer nos próximos dias para escrever uma boa redação? Se você já concluiu o ensino médio, o foco deve ser em ampliar seu repertório sociocultural, relembrar alguns fatos importantes da política, cultura, saúde, educação. Enfim, pense nas diversas possibilidades de temas que a banca pode cobrar na prova de redação. Leia algumas redações nota mil, disponíveis na internet, e perceba como elas foram construídas. Use-as como inspiração. Depois, é hora de treinar! Não existe outro jeito de estudar redação, portanto, escreva! Conheça as particularidades do texto dissertativo-argumentativo e pratique muito! Faça um cronograma de estudos e reserve, pelo menos, 4 redações até a prova (uma por semana). Escolha temas interessantes e pesquise antes de escrever, isso ajuda a ter mais argumentos para desenvolver. Depois de prontos os textos, peça que alguém corrija e reescreva até atingir todos os objetivos. Não tem ninguém de confiança para ler e avaliar o seu texto? Conheça nossos planos! Certamente será importante o olhar de alguém que conhece a avaliação e sabe apontar o que melhorar nas suas redações! Se você está finalizando o terceirão, é provável que as ideias sobre redação ainda estejam fresquinhas na sua mente. Aproveite para conhecer tudo o que você não deve fazer no seu texto. Desse modo, evitará surpresas desagradáveis por falta de atenção aos detalhes. Mesmo cansado(a), continue a rotina de treinamento! Escreva pelo menos uma redação por semana e faça reescritas orientadas. Não é o momento de aprender coisas novas, então apenas revise. Relembre as três partes da dissertação-argumentativa e desenvolva algumas propostas de intervenção completas para diversas áreas. Assim, você terá ideias que ajudarão na hora de produzir a redação “pra valer”. Relembre quais são os elementos obrigatórios da proposta de intervenção e sempre faça a contagem deles para garantir que estão todos lá! Prepare a sua estratégia Por ser uma prova de duração extensa, não dá pra ir pro Enem sem um plano. Sim, é preciso PLANEJAMENTO para poder dar conta de tudo durante as horas de prova. Por essa razão treinar a escrita ANTES da prova é essencial. Desse modo, você conseguirá calcular o tempo que leva fazer a interpretação dos textos motivadores, esboçar o projeto, rascunhar e passar a redação a limpo. Não se esqueça que além de tudo isso você ainda terá que responder as questões das outras provas. É claro que cada pessoa tem o seu método e a tendência é que com a prática você consiga escrever cada vez mais em menos tempo. Se esse ainda não é o seu caso, preste atenção na nossa sugestão: Comece lendo os textos motivadores e saiba o tema, isso fará com que você se tranquilize e já comece a pensar em possíveis repertórios; Anote quais argumentos, dados e referências usará na prova e depois já inicie o rascunho; Feito o esboço, deixe de lado o texto e parta para a resolução de uma das outras provas, de preferência aquela que você tem mais facilidade. Isso ajuda com a autoestima. Volte ao seu texto e o releia algumas vezes. Faça ajustes, corrija problemas de fluidez do texto. Perceba se usou operadores argumentativos em todos os parágrafos. Confira se a proposta de intervenção está completa. Enfim, passe a limpo. Pronto! Agora é foco total nas outras disciplinas! Se sobrar tempo, releia mais uma vez seu texto antes de entregá-lo. Ajustes de última hora ainda poderão ser feitos – com cuidado! É isso! Não dá para perder mais nenhum segundo a partir de agora, portanto comece a se organizar já! Seguindo essas dicas você poderá se dar muito bem na redação Enem. Precisa de ajuda? Então conheça nossos planos!