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CONFIRA O TEMA COMPLETO CLICANDO AQUI! Quando falamos de ansiedade, uma série de conceitos vem à nossa mente: ansiedade seria só se sentir nervoso por algo? Ou talvez, quem sabe, ansiedade seria esperar, com muita vontade, para que alguma coisa aconteça? Na verdade, o transtorno de ansiedade generalizada é uma doença mental, reconhecida e com a devida classificação internacional de doenças e problemas relacionados à saúde (CID). O desconhecimento geral do que é ou não uma manifestação do transtorno de ansiedade dá-se por pura falta de informação ou preconceito da população geral. Antes de redigir sua redação, é essencial que você saiba ao certo quais sintomas caracterizam um portador de transtorno de ansiedade generalizada e como essa doença diferencia-se de um “nervosismo passageiro” ou “frio na barriga”. Pensando em ampliar seus conhecimentos, selecionamos algumas sugestões de materiais que vão te ajudar a compreender mais eficazmente o transtorno de ansiedade. 1- Matéria de revista sobre o índice dos portadores de transtorno de ansiedade no Brasil. Disponível em: exame – Brasil é o país mais ansioso do mundo, segundo a OMS Acesso em: 14/06/2020. Quando falamos de transtorno de ansiedade generalizada (também conhecido por sua sigla- TAG) no Brasil, as notícias não são animadoras, pois, antes mesmo da pandemia, já éramos considerados o país mais ansioso do mundo, de acordo com a Organização Mundial da Saúde. Neste artigo, você encontrará dados de pesquisas na área, a evolução dos tratamentos para controle da ansiedade e opiniões de especialistas no segmento e estudiosos sobre a sociedade como um todo. 2- Artigo sobre as causas de ansiedade no Brasil. Disponível em: gauchazh clicrbs – Saiba por que os brasileiros são os mais ansiosos do mundo Acesso em: 14/06/2020. Ok, já sabemos que somos o povo mais ansioso do mundo (não que isso nos represente algum tipo de vitória, é claro), mas qual seria a causa disso? O que faz com que o Brasil seja um terreno tão fértil para o desenvolvimento dos processos ansiosos? O artigo recomendado aqui aponta as principais causas, além de outras informações bastante relevantes sobre o assunto. 3- Artigo especializado sobre a possibilidade de cura do transtorno de ansiedade generalizada. Disponível em: vittude – como lidar com a ansiedade Acesso em: 14/06/2020. Uma vez que o transtorno de ansiedade generalizada é considerado uma doença mental, existe cura para ele? O artigo propõe a discussão exatamente sobre essa possibilidade. Aliás, o blog do site Vittude tem artigos muito bons e úteis quando tratamos de temáticas que falam sobre saúde mental. É uma ótima dica de consulta para as redações futuras de vocês. 4- Artigo sobre os sintomas do transtorno de ansiedade generalizada. Disponível em: vittude – ansiedade generalizada Acesso em: 14/06/2020. Você sabe diferenciar a sensação de ansiedade natural da sensação causada pelo transtorno? Para que não restem mais dúvidas, entender os sintomas próprios do transtorno é mais do que importante. A indicação é novamente do site Vittude, que, como já dissemos, é uma rica fonte de materiais sobre o segmento. 5- Livro Coragem, de Raina Telgemeier. Editora Intrínseca. Disponível nas principais livrarias físicas e on-line do país. Em Coragem, a narradora conta sua própria experiência com o transtorno da ansiedade generalizada utilizando os quadrinhos como forma. O livro é capaz de simplificar (tanto quanto é possível simplificar a ansiedade) as crises de ansiedade de forma que qualquer leitor consiga entendê-las. Além disso, o uso de cores e os fundos dos quadros ajudam a expressar os sentimentos de Raina, a protagonista. Um livro simples, de fácil leitura, com o qual você não gastará nem uma hora, mas que te faz viver um pouco mais de perto a sensação do coração acelerado, do suor frio e da falta de ar causados pela ansiedade. 6- Artigo de revista sobre a saúde mental em tempos de coronavírus. Disponível em: saude abril – a epidemia oculta saúde mental na era da covid 19 Acesso em: 14/06/2020. Se lidar com os sintomas do transtorno de ansiedade já é uma luta diária normalmente, numa ocasião de estresse e tensão extremos, como a que temos vivido por conta da pandemia do coronavírus, a dificuldade da situação é elevada ao cubo. Atentos a isso, especialistas apontam que, após a pandemia da Covid-19, teremos uma nova preocupação: o crescimento ainda mais exponencial dos casos de ansiedade. 7- Artigo sobre a pesquisa realizada pelo Ministério da Saúde a respeito da saúde mental da população. Disponível em: noticias r7 – covid 19 saúde faz levantamento sobre saúde mental Acesso em: 14/06/2020. Para tentar medir e chegar a conclusões realistas, o Ministério da Saúde disponibilizou on-line um questionário para a população sobre a situação de sua saúde mental. O teste era aberto a todos que desejassem respondê-lo. Com foco direcionado às condições da saúde mental durante o período de isolamento social e surto do coronavírus, o questionário tem por objetivo subsidiar dados suficientes para que novos projetos de atendimento à saúde mental da população sejam elaborados. Por ser uma pesquisa recente, os dados conclusivos ainda não estão disponíveis, mas você pode conferir mais sobre a iniciativa do Ministério da Saúde no link acima. 8- Pesquisa no YouTube sobre como lidar com a ansiedade na quarentena. Disponível em: youtube – Pesquisa: como lidar com a ansiedade na quarentena Acesso em: 14/06/2020. É só dar aquela jogadinha básica do tema na barra de pesquisa do YouTube que você verá quantos resultados a página te retornará sobre o assunto. Os vídeos, dos mais variados autores, dão até mesmo dicas de como fazer para driblar a ansiedade em excesso durante a quarentena. 9- Vídeos do YouTube sobre os sintomas das crises de ansiedade. Disponíveis em: youtube – Como é uma CRISE DE ANSIEDADE? youtube – Como agir em caso de crise de ansiedade (pânico) Acesso em: 14/06/2020. Se você tem a sorte de nunca ter passado ou presenciado alguém passando por uma crise de ansiedade, talvez as sensações físicas dela não te façam muito sentido. Nos dois vídeos da psiquiatra Maria Fernanda, a doutora explica de forma
Leia os textos motivadores que se seguem para desenvolver a proposta de redação sugerida abaixo. Texto 1 Como lidar com estresse e ansiedade em tempos de Covid-19 Levantamento preliminar junto à Central 160 revela quadros de estresse agudo e ansiedade relacionados à pandemia O contexto de incertezas da pandemia pelo novo coronavírus tem provocado reações de estresse agudo e ansiedade na população fluminense, segundo levantamento preliminar da Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro (SES-RJ) junto à Central 160, serviço gratuito do estado do Rio de Janeiro para tirar dúvidas por telefone. A psiquiatra Sandra Fortes, professora associada de Saúde Mental e Psicologia Médica da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), atualmente consultora da Superintendência de Atenção Psicossocial e Populações Vulneráveis (SAPV) da SES-RJ, alerta que a falta de ar e a dificuldade para respirar que caracterizam esses quadros podem ser confundidas com sintomas de Covid-19. “É importante observar essas sensações para saber se o que está ocorrendo é um quadro de estresse agudo, uma crise de ansiedade ou uma síndrome gripal, que pode indicar suspeita de infecção pelo novo coronavírus”, orienta. As reações ao estresse agudo e os quadros de ansiedade se manifestam por sentimentos de angústia, sensação de tensão e de “nervoso” e por muitos sintomas físicos, como coração disparado (taquicardia), contração muscular (que pode levar a dor de cabeça), falta de ar (geralmente uma sensação de “prender o ar” ou não conseguir respirar direito), tremedeiras (tremores, sensação de estar com a “carne tremendo”) e fadiga. A ansiedade também pode levar a alterações de sono e apetite, a pensamentos repetitivos e à sensação de haver mais problemas além dos já existentes, além de provocar impaciência, irritação e mudanças repentinas de humor, com presença de rompantes de agressividade, em alguns casos. “Crises de ansiedade estão ligadas ao medo, à sensação de impotência e perda de controle sobre a vida. Também pode ser provocada pela ausência de informação ou por dados incorretos e alarmistas; pela forma como encaramos os problemas e as fantasias em nossa mente”, complementa Sandra. A evolução do quadro de ansiedade pode levar à ocorrência de crise de pânico, uma manifestação psíquica mais grave, que provoca sensações angustiantes associadas ao risco de morte iminente, com sinais físicos como taquicardia, falta de ar, aperto no peito e até um pequeno grau de hipertensão. “A crise de pânico costuma acontecer em pessoas que já têm quadros ansiosos e depressivos anteriores. Nesses casos, é recomendado atendimento médico, pois o tratamento envolve a prescrição de medicação psicotrópica. Em casos mais graves, é necessário atendimento especializado, com acompanhamento psicoterapêutico, que pode ser on-line”, esclarece a psiquiatra. Como parte integrante da Rede de Atenção Psicossocial, a Atenção Primária à Saúde pode realizar o cuidado ao estresse agudo e às crises de ansiedade, recorrendo ao processo de apoio de saúde mental e matriciamento das equipes. “É necessário haver escuta diferenciada, empática, atenta e sem julgamentos, a fim de compreender o paciente. Deve-se agir não só para excluir o diagnóstico de Covid-19, mas também para confirmar o quadro de ansiedade, que pode demandar intervenções terapêuticas”, destaca Sandra. […] Fonte: www.saude.rj.gov.br Acesso em 14/06/2020. Texto 2 Pandemia de Covid-19 faz dobrar casos de ansiedade, diz pesquisa De acordo com estudo da Uerj (Universidade do Estado do Rio de Janeiro), as mulheres são mais propensas a sofrer com a doença durante a crise. Os problemas de saúde mental estão aumentando durante a pandemia de Covid-19 e o isolamento social forçado, segundo estudo da Uerj (Universidade do Estado do Rio de Janeiro). Publicado online pela The Lancet, embora ainda sem revisão, o levantamento revelou que casos de ansiedade e estresse mais do que dobraram, enquanto os de depressão tiveram aumento de 90%. A pesquisa revela que as mulheres são mais propensas a sofrer com ansiedade e depressão durante a epidemia, em especial as que continuam trabalhando, porque se sentem ainda mais sobrecarregadas acumulando tarefas domésticas e cuidados com os filhos em casa. Outros fatores de risco são a alimentação desregrada, doenças preexistentes e a necessidade de sair de casa para trabalhar. “Fatores sociais também aumentam os níveis de adoecimento mental”, explica Alberto Filgueiras, do Instituto de Psicologia da Uerj e coordenador do trabalho. “Trabalhadores que precisam sair de casa durante a quarentena, entregadores, pessoas que trabalham no transporte público ou em supermercados, profissionais de saúde, todos apresentam indicadores mais elevados quando comparados aos que estão em casa. Eles se veem mais vulneráveis à contaminação e, por isso, mais ansiosos e estressados.” No caso da depressão, as principais causas são a idade avançada, o baixo nível de escolaridade e o medo de passar a infecção para pessoas mais vulneráveis. “A presença de um idoso em casa, que são as pessoas mais vulneráveis e que têm maior porcentual de letalidade, cria um nível de estresse aumentado, pelo temor de passar o vírus”, exemplificou. […] Fonte: www.noticias.r7.com Acesso em 14/06/2020. Texto 3 Fonte: www.agazeta.com.br Acesso em 19/06/2020. Com base na leitura dos textos motivadores, somada aos seus conhecimentos particulares, construa uma redação argumentativa, na modalidade padrão da Língua Portuguesa, com tamanho máximo de 30 linhas, sobre o tema Ansiedade e depressão em tempos de pandemia. CONFIRA REPERTÓRIOS PARA ESTE TEMA CLICANDO AQUI! Leia também: Tema de Redação: Ansiedade: a doença dos millennials Tema de redação: Depressão e seus impactos na sociedade brasileira Tema de redação: Depressão no meio acadêmico Tema de Redação: Excesso de trabalho e saúde mental Tema de Redação: Saúde mental no século XXI Tema de Redação: Coronavírus e emergência na saúde global

CONFIRA O TEMA COMPLETO CLICANDO AQUI! Estereótipos na mídia e na literatura Você já pensou com um pouco mais de atenção por que grande parte das vilãs de novela tem cabelos escuros ou por que personagens da terceira idade sempre aparentam fragilidade? Muitas vezes, achamos que aquilo que vemos e lemos nos influencia somente com relação aos padrões de beleza, mas não é bem assim. Na verdade, não é nada assim. Os padrões que vemos representados repetidamente nas diferentes formas de mídias, os famosos estereótipos, moldam nosso modo de ver e interpretar as pessoas, ou seja, reproduzimos um modelo de um contexto irreal no nosso contexto real. Mas qual é o problema disso? O problema está quando o estereótipo se torna uma maneira de preconceito ou de perpetuar formas diversas de racismo e xenofobia, fortalecendo a cultura da divisão entre as pessoas por conta de suas diferenças. E o que acontece quando a divisão entre as pessoas é incentivada? Você já deve estar cansado (a) de saber: intolerância, a mesma intolerância que inicia guerras e separa famílias. As indicações abaixo serão bastante úteis para que você aprofunde seus conhecimentos a respeito do tema da semana, mas também é bastante interessante que você comece a analisar filmes, séries, propagandas e personagens de livros com um olhar um pouco mais atento no que diz respeito à construção dos estereótipos. 1-Matéria on-line sobre o estigma com relação à terceira idade. Disponível em: portal do envelhecimento Acesso em: 20/05/2020. De forma curta e objetiva, mas muito rica, os autores da matéria, Rodrigo Saraiva de Souza e Ruth Gelehrter da Costa Lopes, conseguem, com base na teoria de Freud, demonstrar o quanto a mídia colabora para a formação do pensamento de que todo idoso é chato e reclamão. Para fundamentar seu argumento, os autores utilizam o exemplo de uma propaganda que foi repetidamente veiculada no Brasil e da qual você certamente se lembrará. 2- Artigo científico sobre os estereótipos nos Jogos Paraolímpicos. Disponível em: congressos cbce Acesso em: 20/05/2020. Há algumas semanas, nosso tema para a proposta de redação foi justamente a condição dos atletas paraolímpicos no Brasil, por isso, achamos interessante que vocês tenham acesso a este texto. O artigo, que contou com pesquisa quantitativa e qualitativa para sua fundamentação, trata do quanto a mídia molda a visão dos telespectadores com relação aos atletas que participaram dos Jogos Paraolímpicos. Além disso, ainda há gráficos que demonstram a reação dos telespectadores diante de alguns vídeos e quais sentimentos foram despertados após o momento de visualização. 3- Matéria de revista universitária sobre o poder das piadas no reforço dos estereótipos. Disponível em: unicamp Acesso em: 20/05/2020. Alguém conta aquela típica piada envolvendo um português ou uma mulher loira. Todos riem, afinal, esse é o objetivo das piadas, não é mesmo? Entretanto, o estereótipo de certas pessoas criado pelas piadas é uma forma de gerar ou fortalecer a discriminação, e o pior: de forma velada, pois, por se tratar de algo que tem por objetivo principal alcançar o humor, as pessoas acabam considerando como “uma brincadeira”. A matéria, postada em uma das revistas universitárias mais respeitadas do país, a da Unicamp, resume parte da pesquisa dissertativa de Alan Lobo de Souza, com orientação de ninguém menos do que Sírio Possenti, uma das maiores autoridades do campo da Linguística atualmente. 4- Vídeo do YouTube sobre modelos e cores de vestimentas femininas e masculinas. Disponível em: Moda infantil: rosa e azul? Acesso em: 20/05/2020. Meninos usam calça, meninas usam saia. Meninos usam azul, meninas usam rosa. Mas será que sempre foi assim? E de onde surgiram esses conceitos? A historiadora Eneida Queiroz explica de forma brilhante a evolução histórica nas formas de se vestir de meninos e meninas e a origem do rosa para meninas e azul para meninos. Aliás, o canal da historiadora é muito útil para todos que têm interesse ou precisam saber mais sobre a área. Com poucos minutos, ela te enriquece com bastante cultura. 5- Clipe Superwoman, de Alicia Keys. Disponível em: Superwoman Acesso em: 20/05/2020. Quando falamos em “Mulher Maravilha” ou “Supermulher”, em que ou quem você pensa? Provavelmente, naquela mulher de corpo perfeito, usando roupas vermelhas e azuis, ou até mesmo na atriz Gal Gadot, a última intérprete da personagem Mulher Maravilha no cinema. No clipe selecionado, Alicia Keys descontrói a visão da Superwoman, mostrando quem são as mulheres maravilha ou as supermulheres da vida real. 6- Desenhos animados da Disney (Coleção “Princesas”). Disponível por locação no YouTube. Gostaríamos que você olhasse com um pouco mais de atenção as princesas mais antigas da Disney: Cinderella e Branca de Neve. Já notou que todas elas são belíssimas e estão insatisfeitas com alguma situação em sua vida? Essa insatisfação, inclusive, é o que dá o tom dos contos de fadas, fazendo com que as belas princesas passem por uma série de percalços, até serem salvas por um maravilhoso e valente príncipe. Mas por que essas princesas não poderiam se proteger ou se salvar sozinhas? Por que há a necessidade do corajoso príncipe no conto? E, principalmente, o quanto isso ajuda na desvalorização da mulher e na exaltação do homem como salvador? Os desenhos da Disney, inspirados nos clássicos contos de fadas (mas adaptados ao público infantil, claro), trazem outro ponto que podemos salientar: as vilãs. Como elas são? Quais são as características semelhantes entre elas? Como a imagem das vilãs contribui com a ideia de que mulheres de cabelos escuros, curtos e com sobrancelhas arqueadas têm “cara de má”? 7- Filme Legalmente Loira (de 2001). Disponível por locação no YouTube. Em Legalmente Loira, Elle Woods, formada em Moda, de família rica, presidente de uma irmandade e, claro, loira, decide estudar Direito (os motivos você descobrirá no próprio filme). A produção cinematográfica tem um tom leve, com cenas bastante engraçadas, mas que revelam quanta discriminação e julgamento há numa situação como essa e como tal situação ainda ocorre, mesmo hoje. Seja bem sincero (a): qual imagem mental você tem de uma mulher que decide fazer

Leia e interprete os textos motivadores que se seguem para desenvolver a proposta de redação desta semana com estereótipos na mídia e na literatura – tema. Texto 1 Preconceito: pesquisa comprova que a mídia reforça estereótipos de gênero para crianças Sim, os papéis dos personagens na TV, no cinema e na televisão ensinam o que a cultura espera do seu filho de acordo com o gênero. NAÍMA SALEH 14 JUL 2017 – 11H19 Existe um movimento grande no sentido de libertar as crianças dos estereótipos de gênero. Ficou fora de moda achar que rosa é para menina e azul para menino. Famílias têm se esforçado para desconstruir a ideia de que eles não podem brincar de boneca, enquanto elas não podem preferir carrinhos. Uma porção de livros infantis que tratam do assunto foram lançados recentemente e muitas escolas têm trabalhado com carinho essa questão. Mas será que todas essas iniciativas bastam, uma vez que filmes, programas de TV e até desenhos animados continuam reforçando os estereótipos de gênero? Parece que não. A pesquisa Watching Gender: How Stereotypes in Movies and on TV Impact Kids’ Development analisou 150 artigos, entrevistas, livros e outras pesquisas científico-sociais e concluiu que os estereótipos de gêneros estão mais persistentes nos programas de TV e filmes, a mídia é capaz de ensinar as crianças culturalmente o que se espera dos meninos e das meninas. De acordo com a psicóloga e psicopedagoga educacional Marisa Irene Siqueira Castanho, conselheira da Associação Brasileira de Psicopedagogia (ABPp), o modelo de família e de gênero que conhecemos teve origem no século 19, quando a sociedade passou a dar valor à criança e à sua educação associada a uma nova ordem social com a família nuclear, instituída pelo casamento e com papéis masculinos e femininos determinados. “O modelo heterossexual assumido nessa nova ordem social levou ao desenvolvimento de relações sociais dicotômicas que associam ao homem papeis masculinos de força, atividade, agressividade, trabalho, controle de emoções, e ao papel feminino, fragilidade, docilidade, passividade, aceitação.”, explica. Ou seja: o gênero é uma construção social, algo que pode variar de acordo com a cultura. “Os procedimentos dessa pesquisa, se replicados no Brasil, trariam resultados semelhantes e provavelmente inesperados, uma vez que pela mídia não estamos sujeitos apenas a propagandas de roupas e brinquedos infantis, mas a programas que incitam violência e sexo explícito”, explica Marisa. E o problema é que as crianças entram em contato com essas ideias muito cedo, em um período em que estão construindo suas referências, solidificando paradigmas. Mais tarde, fica muito difícil de desconstruir esses padrões. Infelizmente, não há como blindar as crianças dessas influências. Mas é possível, sim, oferecer, em casa outras possibilidades, que fogem dos modelos reproduzidos por personagens na ficção. “A escolha da brincadeira e dos brinquedos pelas crianças funciona como uma espécie de tubo de ensaio daquilo que os homens e mulheres fazem no mundo adulto do trabalho e que pode ser experimentado por elas, ampliando suas experiências e vivências, treinando suas competências, apontando caminhos e escolhas”, explica a psicopedagoga. Deixe que seu filho experimente, explore, brinque e questione. E aproveite as oportunidades em que seu filho tiver contato com algum tipo de mídia – seja um filme, um desenho ou até uma propaganda – para ensiná-lo a questionar as informações que ele recebe. Comente as atitudes dos personagens, os enredos, estimule-o a pensar e a refletir. No mundo em que vivemos, o encontro com o outro, com o diferente, é inevitável. Inclusive com as ideias que são opostas aos nossos ideais. A grande questão é: como ensinaremos nossos filhos a lideram com elas? “As diferenças existem e não são elas o problema. O problema se instala quando, frente às diferenças, as relações de identidade ordenam-se em torno de oposições binárias: masculino/feminino, branco/negro, heterossexual/homossexual, usando-se um dos pares para identificar o que é normal e esperado, em detrimento do outro que é discriminado e tratado com preconceito”, completa Marisa. Tenha isso em mente e o coração aberto para que seu filho aprenda a aceitar o diferente e tenha confiança de ser ele mesmo, independente do que se espera dele por seu gênero. Fonte: www.revistacrescer.com.br Acesso em 20/05/2020. Texto 2 Nos últimos anos, Hollywood foi alvo de críticas por racismo e sexismo. Ambos são profundamente enraizados e podem ser percebidos nos atores diante das câmeras, nas pessoas que comandam o setor e também na representação de grupos sociais em filmes. Para mostrar como os estereótipos evoluíram em Hollywood, a DW examinou clichês recorrentes em mais de 6 mil filmes que concorreram ao Oscar desde 1928. Há muitos exemplos de caricaturas racistas ao longo da história de Hollywood. Negros e asiáticos são os alvos mais comuns. Um exemplo é Breakfast at Tiffany’s, com Audrey Hepburn, no qual o vizinho Mr. Yunioshi, com seus dentes tortos e sotaque típico, parodia um japonês. “Racismo, na forma de exclusão do mercado de trabalho e de papéis estereotipados, marca a indústria cinematográfica de Hollywood já desde os seus primórdios, no início dos anos 1900”, escreve a socióloga Nancy Wang Yuen no livro Reel Inequality: Hollywood Actors and Racism. De fato, nos primeiros anos, personagens asiáticos, quando existiam, apareciam sempre como clichês ofensivos: ou eram vilões misteriosos e ameaçadores ou caricaturas, como Mr. Yunioshi. Para completar, Mr. Yunioshi ainda é interpretado pelo americano Mickey Rooney, ou seja, é um exemplo de yellowface, um não asiático que é maquiado de forma caricata para se parecer com um asiático. Essa prática era comum em Hollywood. Produtores relutavam em contratar atores de minorias. Em vez disso, eles colocavam brancos para interpretarem os papéis. O processo acabou se retroalimentando: preconceitos perdem força à medida em que pessoas de diferentes grupos étnicos passam a ter mais contato entre si. “Só que os asiáticos eram historicamente segregados nos Estados Unidos. Ainda hoje, a maioria dos papéis de asiáticos e americanos de origem asiática não é interpretada por eles mesmo, mas por pessoas que não sabem muito sobre eles”, comenta o pesquisador Kent Ono, da Universidade de Utah e que estuda a representação de etnias na mídia. “Entre as pessoas que não conhecem

Quem disse que dá pra usar só séries, filmes e livros como repertórios socioculturais nas redações? Na-na-ni-na-não! Os reality shows também podem ser repertórios riquíssimos se usados nos temas certos, afinal são, na maioria das vezes, experimentos sociais! Sendo assim, preparamos uma super dica com o reality do momento: como usar THE CIRCLE nas redações! Ele já foi gravado em alguns países, inclusive no Brasil, e pode ser assistido na Netflix! REALITY: THE CIRCLE 2018 – 2020 • Reino Unido (2 temporadas), Estados Unidos (1 temporada), França (1 temporada), Brasil (1 temporada) Os participantes, que não se conhecem, ficam confinados em apartamentos separados e só podem se comunicar via chat. Eles precisam usar as melhores táticas e criar laços para se tornarem populares no jogo. Tudo isso para ganhar o prêmio final em dinheiro. Perfis fakes e os perigos do mundo digital Os participantes devem entrar no chat criando um perfil. Contudo, eles podem mudar algumas informações sobre suas próprias vidas ou até criar um perfil fake para se passar por outra pessoa. No reality não há perigos além da perda do prêmio final, mas na vida real os fakes podem ser criados com más intenções, principalmente quando se envolvem com crianças e adolescentes, que são enganados pela apresentação de um perfil e de um discurso que, na verdade, não existem. Confinamento e a falta de encontro físico entre pessoas Este é um tema que temos vivido durante a pandemia do COVID-19 e que pode ser cobrado em alguma prova. Os participantes de The Circle ficam confinados, assim como em diversos realities, mas em The Circle o confinamento é individual. Isso torna os jogadores muito mais sensíveis, já que não podem ver ninguém pessoalmente durante o jogo. Só há uma possibilidade disso acontecer: quando algum eliminado decide visitar outro jogador. Redes sociais e as novas possibilidades de comunicação O reality mostra uma grande possibilidade que surgiu com as redes sociais: conhecer pessoas digitalmente. No jogo, os participantes estão no mesmo prédio, mas na vida real podemos nos conectar com pessoas que vivem a milhares de quilômetros da gente, de lugares de todo o mundo. Com a apresentação de cada jogador em seus perfis, outros participantes que se identificam podem começar a conversar e até criar vínculos emocionais. Assistentes virtuais e seus impactos na rotina Os assistentes virtuais são softwares criados para ajudarem as pessoas a realizarem determinadas tarefas. No jogo, o Circle é o assistente que atende aos comandos de voz dos participantes na hora de utilizarem o chat. Ele é apenas visual, ou seja, não responde por voz como alguns assistentes muito conhecidos, como a Siri (Apple), Alexa (Amazon), Cortana (Microsoft) e Google Assistente (Google). Alguns destes assistentes têm mudado a rotina de muita gente, sendo mais um exemplo de que a tecnologia pode trazer impactos às nossas vidas. O desejo de se tornar popular nas mídias sociais O objetivo dos jogadores em The Circle é buscar popularidade e aliados que o tornem um influenciador, para que ele possa eliminar oponentes. Com as redes sociais, é possível notarmos que esta busca pela popularidade é ativa. Muitas pessoas vêem estes espaços sociais digitais como uma forma de obterem reconhecimento e até se tornarem famosas. Diante desta busca, surgiu a profissão de Influenciador Digital, que tem dado voz a pessoas antes desconhecidas e que, inclusive, alterou a lógica do marketing e da publicidade. Preconceitos nas redes sociais A primeira informação que os jogadores recebem de seus oponentes são seus perfis com foto, nome, idade e uma breve descrição de sua vida e de seus gostos. Alguns participantes já desgostam de outros assim que analisam seus perfis. Isso mostra que o “julgamento pela capa” nas redes sociais, por exemplo, acontece com muita frequência, às vezes sem percebermos. A busca por aprovação através dos likes Após as eliminações, os participantes que restam no reality devem atualizar seus status com o que estão sentindo. Este status é lido pelos oponentes e pode ou não ser curtido por eles. Por meio destes likes os jogadores medem o quanto são aprovados e queridos pelos outros participantes. É notável a frustração dos jogadores quando não recebem muitos corações e alguns até acreditam estarem fazendo algo errado por não receberem. Gostou desta super dica? Não deixe de seguir a gente no Instagram: @redacaonline Leia também: Como usar a série VIS A VIS na redação? Como usar a série LA CASA DE PAPEL nas redações? Como usar a série ELITE em suas redações? Como usar a série YOU em suas redações? Como usar a série DARK em suas redações? Como usar a série THE SOCIETY em suas redações?

Citando a série Vis a Vis na redação Olá, leitor(a)! Tudo bem com você? Vocês sabem que a gente ama filmes e séries, né? Por isso, trouxemos uma dica de como usar a série VIS A VIS (disponível na NETFLIX) em suas redações, relacionando-a a temas sociais super relevantes! Bora conferir e ir Citando a série Vis a Vis na redação? SÉRIE: VIS A VIS 2015-2019 • 4 temporadas • 18+ • drama • Espanha Macarena Ferreiro se apaixona pelo chefe e acaba sendo acusada de quatro crimes fiscais por culpa dele. Assim que é presa, Maca precisa enfrentar o choque emocional que é estar em uma cadeia feminina, enquanto sua família procura um jeito de pagar a fiança e libertá-la. ATENÇÃO: CUIDADO COM OS SPOILERS! Tráfico de drogas na prisão Durante toda a série o tráfico de drogas e toda a hierarquização decorrente dele ficam escancarados para os espectadores. A personagem Anabel é a chefe do tráfico no início da série, mas tudo muda quando algumas detentas são transferidas para outra prisão, onde já existem outras chefes. Vício em drogas O outro lado da moeda também fica visível durante todas as temporadas. O tráfico existe porque há presas consumindo as drogas. É o caso de Tere, uma detenta que foi encarcerada justamente por causa das drogas. Teresa tenta lutar contra o vício e tem vários momentos de recaída. Infecções sexualmente transmissíveis Na primeira temporada, Macarena conhece Cachinhos e as duas começam a se relacionar emocional e sexualmente. Macarena descobre posteriormente que contraiu da companheira HPV e tricomoníase. Reinserção de ex-presidiários na sociedade Um tema muito importante abordado em alguns momentos é a reintergração das presas na sociedade após conseguirem a liberdade. A dificuldade em conseguir um trabalho digno sem sofrer preconceitos é discutida. A personagem Cachinhos, por exemplo, precisa garantir um emprego para conseguir o semiaberto, mas nada encontra. Doação de órgãos A detenta Soledad, muito querida pelas colegas, precisa aguardar a doação de um coração para poder ser transplantada. Uma questão interessante abordada na série é que Sole reflete sobre ser ou não merecedora do órgão, afinal é uma detenta que cometeu um crime grave. No fim da 1ª temporada Sole consegue um novo coração. Homossexualidade Na 1ª temporada Macarena se apaixona pela colega Cachinhos. Ela tenta fugir do relacionamento, por se considerar heterossexual. Mas acaba se rendendo a esta relação e assume, mais tarde, o namoro para a família. Gravidez dentro da prisão Logo na 1ª temporada Macarena descobre estar grávida de seu chefe. A personagem fica muito indecisa sobre abortar ou não, mas decide manter o bebê e cuidar de sua gravidez ao máximo. Em um momento, ela expõe à diretora da prisão sua vontade de ir para a ala de mães, para que possa ficar mais segura e confortável. No entanto, Maca perde o bebê após ser sequestrada por Zulema e forçada a tomar uma pílula abortiva. Abuso de poder Em diversos momentos alguns funcionários da prisão feminina se aproveitam da posição em que se encontram e são abusivos com as detentas, destratando-as e cortando seus direitos. O policial Valbuena, por exemplo, torna-se chefe de segurança da prisão Cruz Del Sur na 2ª temporada e faz com que a vida das detentas se torne ainda mais hostil. Adoção Na 2ª temporada a detenta Saray descobre estar grávida de seu marido, com quem se casou graças a um casamento arranjado por seus pais. Tudo o que a família mais queria era que ela engravidasse, e o conseguiu. Contudo, ela descobre que seu marido éestéril e percebe que a filha é, na verdade, fruto do abuso sexual cometido por Sandoval. Após ser rejeitada pela família, Saray decide doar sua filha para um casal, para que ela possa ter uma vida justa longe da prisão. Abuso sexual e estupro O personagem Sandoval, médico das detentas e membro do conselho da prisão, aproveita-se de sua condição para chantagear as detentas e abusar sexualmente delas. Um dos momentos mais angustiantes da série, na 2ª temporada, é a cena em que ele estupra a detenta Saray, que está sedada na solitária. Valbuena, na mesma temporada, também abusa sexualmente da personagem Cachinhos. Desaparecimento de pessoas Na 2ª temporada o desaparecimento de Amaia, uma adolescente, faz agitar a prisão Cruz del Sur. A suspeita pelo sequestro da menina vai presa e acaba contando para Zulema, sua colega de cela, onde a garota está e após isso comete suicídio. Zulema usa a informação para negociar sua liberdade com o inspetor Castillo, mas Macarena descobre e revela para a polícia onde a desaparecida se encontra. Gordofobia e culto ao corpo padrão Na 3ª temporada surge na história a personagem Goya, que em uma das reuniões de terapia desabafa com as colegas sobre os preconceitos sofridos durante a infância por causa de seu corpo, principalmente por parte de sua mãe, que a destratava pela seu corpo. O mal de Alzheimer Na 4ª temporada, Soledad descobre estar com Alzheimer, doença progressiva que destrói a memória e outras funções mentais importantes. Pede, então, às amigas que a matem, caso algum dia não lembre mais quem são. Também pede a elas que não a deixem ser levada para uma instituição de detentas com problemas mentais. Sandoval, novo diretor da prisão, decide levar Sole e suas colegas iniciam uma rebelião que culmina na morte da colega doente. Privatização de instituições estatais A série também aborda a questão das instituições privadas que são responsáveis por questões estatais, como é o caso das prisões Cruz del Sur. Magdalena Cruz, dona das prisões, deixa sempre claro que seu objetivo é chamar atenção dos investidores e ganhar mais dinheiro, nem que para isso precise cortar direitos das detentas. Transexualidade representada no audiovisual Na 3ª temporada surge Luna, uma personagem transexual e viciada em drogas. Sua sexualidade não é discutida na série, contudo é um papel muito representativo, já que é uma personagem interpretada por uma atriz transgênero, a artista Abril Zamora. Visitas e contato de detentos com o mundo externo O nome da

O avanço do e-commerce no Brasil – Tema Leia os textos a seguir para produzir a redação abaixo O avanço do e-commerce no Brasil – Tema. Não deixe de observar as datas de publicação dos textos motivadores. Texto 1 Pesquisa mostra que e-commerce cresceu quase 40% no Brasil em um ano 15 de julho de 2019 O e-commerce é uma tendência promissora no Brasil! As plataformas que funcionam como um shopping virtual oferecem diversos produtos e serviços. Desse modo, os usuários encontram com conforto e facilidade qualquer item desejado. Conforme as lojas virtuais recebem visitas, sua visibilidade na internet aumenta, e, consequentemente, as vendas on-line são impulsionadas. Segundo o estudo Perfil do E-commerce Brasileiro feito por uma parceria entre PayPal e BigData Corp, a expansão do e-commerce brasileiro cresceu, aproximadamente, 40% após dois anos de crescimento moderado. Os registros de 2016 são de 9,23% e de 12,5% em 2017. No último ano, o e-commerce brasileiro apontou o seu maior crescimento desde o ano de 2014. De acordo com o estudo recém-publicado, foi registrado o aumento de 37,59% no número de lojas on-line, atingindo a marca de 930 mil sites dedicados ao comércio eletrônico no país. Aumento de participação e lucros A pesquisa Perfil do E-commerce Brasileiro também mostra que, desde 2015, o e-commerce triplicou sua participação no total de sites do Brasil. Ao longo desse período, o e-commerce saiu de 2,65% para 7,04%, números que demonstram o importante crescimento que vem acontecendo nos últimos anos. De acordo com os dados da Webshoppers Ebit/Nielsen, empresa que pesquisa a reputação das lojas on-line, no primeiro semestre de 2018, os e-commerces faturaram cerca de 23,6 bilhões. Isso mostra que o mercado on-line brasileiro está estável e investir nesse segmento gera bons lucros. Neste ano, o e-commerce pode ter um aumento de R$79,9 bilhões nas vendas, segundo a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm). Estimativa para os próximos anos Estudos mostram que, até o ano de 2020, cerca de 50% das compras serão feitas on-line, por meio de smartphones, tablets e outros eletrônicos, ou seja, as lojas físicas não serão a primeira opção dos brasileiros. O mercado está cada vez mais moderno, buscando se adaptar da melhor maneira à rotina agitada dos consumidores, que, muitas vezes, não têm tempo de se deslocar até uma loja física. O e-commerce oferece conforto e facilidade para os consumidores e também para os donos desse tipo de empresa. Uma pesquisa do Google mostrou que as vendas por e-commerce irão dobrar em cinco anos, chegando a R$85 bilhões. Até 2021, o crescimento do setor será, em média, 12,4% ao ano. Atualmente, existem 58 milhões de consumidores on-line, ou seja, cerca de 27% da população brasileira. Em 2018, foram registrados 123 milhões de pedidos on-line. (…) Fonte: www.terra.com.br Acesso em 07/05/2020. Texto 2 Compras pela internet disparam com crise do Coronavírus 23 DE MARÇO DE 2020 O avanço do Coronavírus no Brasil fez com que a compra pela internet disparasse nas últimas semanas no Brasil. Segundo dados do Compre e Confie, empresa de inteligência de mercado focada em e-commerce, a alta das vendas totais foi de 40% nos primeiros 15 dias de março. Um relatório produzido pela empresa, em parceria com a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), mostra que houve um aumento significativo no consumo das categorias de “saúde” (111%), “supermercados” (80%) e “beleza e perfumaria” (83%) no primeiro bimestre de 2020, se comparado ao mesmo período do ano anterior. Em contrapartida, segmentos como “câmeras e filmadoras” e “games” tiveram quedas drásticas, de -62% e -37%, respectivamente. “A tendência é que o cenário continue dessa forma, com consumidores mais engajados nas compras à distância e movimentando o consumo de categorias relacionadas às necessidades básicas do dia a dia e de prevenção da Covid-19”, afirmou André Dias, diretor executivo do Compre e Confie e coordenador do Comitê de Métricas da camara-e.net, principal entidade multissetorial da América Latina. Para Mauricio Salvador, presidente da ABComm, as empresas precisam buscar presença digital. “É possível começar a vender on-line de forma rápida e simples, sem a necessidade de investimentos massivos. As empresas que não levaram seu modelo de negócios para a internet estão em desvantagem, correndo riscos de sobrevivência”, declarou. Segundo ranking do E-commerce Brasil, produzido em parceria com a consultoria Métrica, os maiores sites de compras pela internet no Brasil são Mercado Livre, Americanas, Amazon, Magazine Luiza e Casas Bahia. Fonte: www.uol.com.br Acesso em 07/05/2020. Texto 3 A partir dos textos lidos e de sua análise do cenário atual e evolutivo, redija uma dissertação argumentativa na modalidade padrão da Língua Portuguesa, com tamanho máximo de 30 linhas, sobre o tema O avanço do e-commerce no Brasil. CONFIRA REPERTÓRIOS PARA ESTE TEMA CLICANDO AQUI! Leia também: Tema de Redação: Desafios da alfabetização tecnológica para os idosos Tema de redação: Tecnologia une ou separa as diferentes classes sociais? Tema de redação: O reflexo da tecnologia no mercado de trabalho e as novas profissões Tema de Redação: Desafios do jornalismo contemporâneo Tema de Redação: Criptomoedas e impactos na economia

CONFIRA O TEMA COMPLETO CLICANDO AQUI É inegável, nunca se comprou pela internet tanto quanto agora. E não vá achando que o crescimento dos e-commerces no Brasil aconteceu só por conta da pandemia de Covid-19. Se você acompanhou os textos motivadores da proposta desta semana, notou que as vendas on-line já vinham crescendo expressivamente anos antes da chegada do vírus a nosso país. Praticidade, economia de tempo, variedade, acessibilidade e, não poucas vezes, melhores condições de pagamento têm feito com que muita gente mude seus hábitos de consumo, preferindo ficar em frente ao computador ou celular na hora de suas tão queridas comprinhas. Não é para menos que cada vez mais setores têm optado por marcar presença também com suas opções de compras virtuais. Muitos especialistas no assunto dizem que essa será a forma de consumo da maior parte da sociedade dentro de pouquíssimo tempo. Que tal conhecer um pouco mais sobre o assunto? Separamos várias sugestões que vão te ajudar a entender melhor sobre a importância do e-commerce no Brasil e como a disponibilidade de lojas virtuais altera os hábitos de consumo de nossa sociedade. Artigo sobre a história do e-commerce no Brasil. Disponível em: News – Comschool Acesso em 07/05/2020. Vamos dar aquela passeada básica pela história para entendermos onde, como, por que e para que o e-commerce surgiu e de que forma ele veio parar aqui, na nossa terrinha, já que ele é uma invenção americana. Talvez pareça estranho para você que começou a fazer suas comprinhas virtuais há pouco tempo, mas comércios on-line já contam com mais de 20 anos de existência. Artigo sobre a evolução do e-commerce no Brasil. Disponível em: E commerce Brasil Acesso em 07/05/2020. O artigo traz muitos índices, porcentagens e argumentos de quem realmente entende do assunto de comércio on-line, ou seja, o texto está repleto de informações valiosas para sua redação. Há também os apontamentos sobre faturamento divididos por estado, o que torna a pesquisa muito mais rica. Observe bem a data do artigo, pois ele foi publicado em agosto de 2019, bem antes de sequer começarmos a pensar em Covid, o que nos comprova que as vendas pela internet já eram bastante relevantes. O site E-commerce Brasil é o maior produtor de conteúdo no segmento de análise de mercado virtual no Brasil, e, por isso mesmo, extremamente respeitado no nicho. Artigo sobre a evolução do e-commerce no mundo. Disponível em: Tranformação Digital Acesso em: 07/05/2020. Talvez você tenha interesse em saber sobre a evolução do e-commerce não só no Brasil, mas no mundo como um todo e é claro que não poderíamos deixar essa informação tão relevante de fora de nossa lista. Além de ver os números (que também revelam um crescimento expressivo), você poderá saber quais setores mais crescem no mundo on-line e em que nível. Artigo de revista sobre a reinvenção dos shoppings mediante o crescimento dos e-commerces. Disponível em: Exame – Abril Acesso em: 07/05/2020. Mas se você acha que todo mundo está lindo e feliz com o avanço dos e-commerces, saiba que a história não é bem assim. Por conta da potência que as lojas virtuais possuem hoje, várias lojas físicas precisaram se reinventar, inclusive as dos shoppings. Artigo sobre grandes empresas e suas versões on-line. Disponível em: Exame Abril Acesso em: 07/05/2020. O artigo é de 2011 e quase dez anos depois ele continua igualmente relevante. Nele, você poderá ver que grandes nomes tradicionais de lojas físicas apresentam suas justificativas para também marcarem presença no e-commerce, inclusive com números e mais números para você adicionar em sua argumentação. Artigo com o paralelo de crescimento do comércio eletrônico antes e durante a pandemia de Coronavírus. Disponível em: E commerce Brasil Acesso em 07/05/2020. Mas eis que o Coronavírus infelizmente chegou e fez com que o e-commerce fosse a única alternativa de funcionamento para muitas empresas. Novamente, o site E-commerce Brasil faz um excelente levantamento sobre a situação do comércio eletrônico antes da pandemia e durante o surto, além de projetar o futuro dos e-commerces, inclusive apontando as áreas mais promissoras. Artigos sobre as mudanças nos hábitos de consumo dos brasileiros antes e durante a pandemia. Disponíveis em: E commerce Brasil Portal Terra Acesso em: 07/05/2020. E é claro que as facilidades trazidas pelo comércio eletrônico provocariam mudanças bruscas nos hábitos de compra dos brasileiros. Evidentemente, ainda há muita gente que não usufrui do e-commerce por medo de sofrer algum tipo de golpe, medo esse bastante legítimo, mas também precisamos nos lembrar de que existem cada vez mais sistemas de segurança em compras on-line, a fim de minimizar riscos. Selecionamos dois artigos para vocês: o primeiro faz a análise da mudança de hábitos do comprador antes da pandemia e o segundo lança seu olhar para as diferenças durante a pandemia. Não se esqueça de que o e-commerce tem estado em franca expansão há mais de uma década e que o Coronavírus apenas acentuou e acelerou uma tendência já prevista por vários especialistas, como você pode conferir neste texto Amcham Série Girlboss. Disponível na Netflix A série, inspirada no livro de mesmo nome, conta a história de uma garota (Sophia) em conflito com si, falida e sem ter a menor ideia de que rumo dar à sua vida. Até que ela tem uma brilhante ideia que envolve um e-commerce e que realmente faz dela uma Girlboss. Infelizmente, a série de 2017 tem apenas uma temporada, mas que vale a pena ser assistida em todos os seus 13 episódios. Artigo sobre o e-commerce após o Coronavírus. Disponível em: E commerce na Prática Acesso em: 07/05/2020. Para fechar nossas indicações de hoje, escolhemos para você mais um artigo do respeitadíssimo E-commerce Brasil em que o assunto principal é o e-commerce depois do Coronavírus. Neste momento de isolamento social, o comércio virtual é mais do que necessário tanto para que a sociedade tenha acesso aos produtos quanto para que a economia continue a girar, mas e quando este momento passar? Quais são suas apostas sobre os segmentos que ficarão

Você sabia que, além da versão tradicional impressa e da nova modalidade digital, o Enem ainda conta com mais um tipo de aplicação? Considerado como “Enem secreto” por alguns, o Enem PPL foi implementado em 2010 e é modalidade legítima de aplicação até o presente ano. PPL corresponde à sigla “pessoas privadas de liberdade”, ou seja, o Enem PPL é destinado a pessoas que estão cumprindo sentença prisional em regime fechado (nas prisões) ou a jovens sob medida socioeducativa que inclua privação de liberdade. Apesar de ser de pouco conhecimento geral, o Enem PPL não tem nada de “secreto”, já que suas informações são disponibilizadas no site do Ministério da Educação e do INEP a qualquer pessoa que se interessar pelo assunto. É claro que, por se tratar de um público bastante específico, o Enem PPL tem algumas características bastante peculiares e vamos te contar quais são elas no artigo de hoje. 1- Por que o Enem PPL foi criado? As provas tradicionais do Enem começaram a ser aplicadas em 1998 e não havia nenhuma previsão ou possibilidade de acesso às provas (e aos seus benefícios) às pessoas privadas de liberdade. Em 2010, com base em dois pontos de nossa lei (a educação enquanto direito de todos e a portaria 807/10, que prevê que o Enem deve levar em consideração as políticas de educação nas unidades prisionais), o Enem passou a ser ofertado dentro dos centros de detenção. 2- O Enem PPL também é organizado pelo INEP? Sim, o Enem PPL também é organizado pelo INEP (instituição organizadora de todas as modalidades do Enem desde sua primeira aplicação até hoje), mas com parcerias com o Ministério da Justiça e Segurança Pública e com o Departamento Penitenciário Nacional. 3- Quando o Enem PPL acontece? Normalmente, o Enem PPL é aplicado cerca de 15 dias após a versão tradicional escrita, que acontece no mês de novembro, mas ainda não há data prevista para o ano de 2020 até o fechamento deste texto, já que o edital do Enem PPL costuma ler liberado apenas em agosto. As provas também acontecem em dois dias, porém durante a semana e em dias consecutivos. 4- Como as inscrições são feitas? Conforme já te contamos, o Enem PPL só é possível por conta das parcerias estabelecidas. Cada unidade prisional ou socioeducativa precisa ter um responsável pedagógico, é esse responsável que possibilita o processo de inscrição e a educação oferecida dentro do sistema prisional como um todo (e, sim, detentos em idade escolar ou que não tenham concluído seus estudos no tempo regular podem continuar a estudar dentro dos centros de detenção). É o responsável pedagógico da unidade quem faz a inscrição de cada um dos participantes, determina a sala de prova, divulga resultados e realiza a inscrição dos candidatos em programas de acesso à educação superior, como o SISU, por exemplo. 5- Quem pode se inscrever no Enem PPL? Qualquer jovem ou adulto que tenha concluído ou esteja no último ano do Ensino Médio pode se inscrever no Enem PPL, desde que manifeste seu interesse ao responsável pedagógico de sua unidade. Se entre o prazo de inscrição e aplicação da prova, o candidato tiver sua liberdade decretada, ele será excluído da lista de participantes do Enem PPL. Detentos que ainda não tiverem concluído o Ensino Médio ou não estejam em fase final podem se inscrever como treineiros. 6- Onde o Enem PPL é aplicado? O INEP e seus parceiros escolhem algumas unidades prisionais que possuam estrutura escolar adequada para a aplicação do exame. As unidades selecionadas devem assinar um documento de adesão em prazo determinado. Os candidatos são distribuídos nessas diferentes unidades e divididos em várias salas de aula, assim como na prova tradicional. 7- Qual é a estrutura da prova do Enem PPL? A prova dessa modalidade do Enem tem a seguinte estrutura: – Uma redação em Língua Portuguesa, com os mesmos critérios de desenvolvimento e correção, mas com tema diferente da versão impressa e da versão digital; – 45 questões de Ciências Humanas (História, Geografia, Filosofia e Sociologia); – 45 questões de Ciências da Natureza (Biologia, Química e Física); – 45 questões de Matemática; – 45 questões de Linguagens e seus códigos (Língua Portuguesa e Estrangeira- Inglês ou Espanhol-, Literatura, Artes, Educação Física, Tecnologias da Informação e Comunicação). 8- A prova do Enem PPL é mais fácil do que a do Enem tradicional? De acordo com o próprio INEP, não, todas as provas possuem o mesmo grau de dificuldade, bem como obedecem aos mesmos critérios rigorosos de correção. Na verdade, seria mais fácil pensarmos que a versão do Enem PPL é mais difícil que as demais versões, já que as provas acontecem em dois dias seguidos, sem aquele precioso tempinho de descanso mental entre uma etapa e outra. 9- Quais foram os temas da redação do Enem PPL? Os temas foram: -2010: Ajuda humanitária Basicamente, a proposta consistia em discutir sobre a importância da ajuda humanitária em casos de desastres ou tragédias sociais. -2011: Cultura e mudança social O candidato deveria, com base nos textos de apoio, abordar as formas como a cultura pode levar a uma mudança social. -2012: O grupo fortalece o indivíduo? Um tema que soou um pouco estranho aos ouvidos dos especialistas em redações de testes. Os textos motivadores traziam três vieses: das greves trabalhistas, dos times de futebol e dos grupos de manifestantes. -2013: Cooperativismo como alternativa social Um dos pontos principais da proposta era a perspectiva do cooperativismo relacionado ao desenvolvimento sustentável. -2014: O que o fenômeno social dos “rolezinhos” representa? Mais um tema considerado polêmico, 2014 trouxe a possibilidade de o candidato expressar em sua redação sua própria forma de ver a sociedade atual. -2015: O histórico desafio de se valorizar o professor Tema inclusive cotado para 2020, a valorização do professor já teve seu espaço no Enem PPL. – 2016: Desperdício de alimentos Retomando a ideia da sustentabilidade, o tema de 2016 foi mais específico ao requerer a abordagem do desperdício de alimentos. -2017: Consequências da

Pontuação: uma aliada na construção de sentido Pontuação: uma aliada na construção de sentido.Quando vamos escrever uma redação, sempre pensamos em quanto é importante adequarmos o texto à estrutura pedida, desenvolver bem os argumentos, propor soluções de intervenção cabíveis e todos esses pontos são sim fundamentais para sua produção. Porém, não podemos nos esquecer de que a forma como escrevemos também é igualmente relevante e é aqui que os elementos da pontuação entram, pois eles podem nos auxiliar a construir o sentido de nosso texto. Hoje, vamos olhar com um pouco mais de atenção aquilo que os sinais de pontuação podem nos oferecer. A vírgula (,) Com certeza, quando tratamos de pontuação, o uso da vírgula é o ponto que mais traz dificuldades e uma das razões para isso é justamente a forma como aprendemos na escola. Frequentemente, ouvimos dizer que devemos colocar vírgula como um sinal de pausa para leitura, a famosa “pausa para respirar” e essa ideia nos faz errar bastante quando precisamos escrever um texto gramaticalmente correto. Isso porque o uso da vírgula não está relacionado à leitura, mas sim à gramática. Existem regras para usarmos ou não a vírgula num determinado período, mas, de forma geral, podemos afirmar que a vírgula desempenha duas funções majoritárias, independentemente da estrutura gramatical. São elas: Separar termos: O uso mais frequente da vírgula é aquele que você já sabe: separar termos. Como exemplo, trouxemos um trecho da redação de Ana Clara, avaliada com nota 1.000 no Enem 2019 (fonte: www.uol.com.br). “Embora a Constituição Federal de 1988 assegure o acesso à cultura como direito de todos os cidadãos, percebe-se que, na atual realidade brasileira, não há o cumprimento dessa garantia, principalmente no que diz respeito ao cinema.” Note como o uso das vírgulas bem posicionadas facilita a leitura e ainda faz com que a ideia proposta pela autora fique mais clara e perceptível. Não há excesso de vírgulas. O excesso de vírgulas pode fazer com que a leitura seja prejudicada e a compreensão dificultada. Tenha bastante atenção nesse ponto também, pois usar vírgulas demais não significa que seu texto está bem pontuado. O mais importante é colocar a vírgula nos lugares certos. Jamais se esqueça daquelas regrinhas básicas que aprendemos ano após ano na escola: a vírgula não pode separar o sujeito de seu verbo e nem o verbo de seus complementos. Lembrando-se disso, você já evitará um grande percentual de erro. Isolar termos, dando destaque: Essa função da vírgula é a que mais nos interessa quando falamos de construção de sentido por meio da pontuação. Desde que as regras gramaticais permitam a inclusão de vírgulas, podemos usá-las para isolar uma parte de nossa frase, porém, quando fazemos esse isolamento, estamos também dando destaque àquele trecho. Vamos analisar mais um exemplo do texto de Ana Clara: “É relevante abordar, primeiramente, que as cidades brasileiras foram construídas sobre um viés elitista e segregacionista, de modo que os centros culturais estão, em sua maioria, restritos ao espaço ocupado pelos detentores do poder econômico.” A autora optou por isolar entre duas vírgulas os termos “primeiramente” e “em sua maioria”. Veja como automaticamente prestamos mais atenção a essas palavras no parágrafo. É isso o que a vírgula faz quando é usada como recurso para destacar elementos na frase, ela é capaz de captar nosso olhar. Por se tratar de um recurso bastante útil para captação da atenção, você deve escolher muito bem quais elementos ficarão entre duas vírgulas. Caso queira dar um destaque ainda maior às partes, é possível usar traços, porém as informações que estão contidas entre os traços costumam ser mais longas. Dê uma olhadinha no que a Ana fez: “Nesse sentido, observa-se que a segregação social – evidenciada como uma característica da sociedade brasileira, por Sérgio Buarque de Holanda, no livro “Raízes do Brasil” – se faz presente até os dias atuais, por privar a população das periferias do acesso à cultura e ao lazer que são proporcionados pelo cinema.” Ponto e vírgula (;) Vem aí mais uma daquelas explicações que ouvimos no sexto ano e que não dizem absolutamente nada: O ponto e vírgula é uma separação maior do que a vírgula e menor do que o ponto. Legal, beleza, mas como vou saber se a separação em questão é maior ou menor? Existe métrica na pontuação? O uso do ponto e vírgula também tem algumas regras gramaticais básicas, como separar itens numa lista ou ser usado antes de conjunções adversativas (mas, porém, todavia, entretanto etc.), mas mesmo essa última ainda não é obrigatória. Usar o ponto e vírgula ou não é uma decisão que depende do quanto o autor do texto quer separar as ideias. Quer separar um pouquinho? Use a vírgula. Quer separar com um pouco mais de ênfase? Ponto e vírgula. Para separações ainda maiores, usamos o ponto. Podemos, assim, afirmar que colocar só a vírgula ou o ponto e vírgula é uma questão de estilo, mas tenha em mente que, ao usar o ponto e vírgula, você dá mais destaque à ideia que vem após ele. Já te contamos que, numa frase que contenha conjunções adversativas, aquilo que vem após o mas ou o porém é mais importante para o autor do que o que foi dito anteriormente. Quando, além de usar mas ou porém, você ainda utiliza um ponto e vírgula antes da conjunção, é dada mais importância à ideia da sequência. Existem muitas redações com notas máximas que não contêm um único ponto e vírgula ao longo do texto inteiro. Esse é o caso da redação da Ana Clara. E tudo bem! Usar vírgula e ponto não é opcional, mas usar ponto e vírgula é sim opcional e depende da intensidade da separação que você quer dar entre as ideias. Ponto (.) Seja ele na mesma linha ou para finalizar o parágrafo, o ponto marca o fechamento de um assunto (ponto final) ou de parte dele (ponto na mesma linha). Vamos ver agora o terceiro parágrafo da redação da Ana e observarmos como ela

Se tem uma técnica de estudo clássica das clássicas e que todo estudante já usou pelo menos uma vez na vida é o resumo. Nas suas mais variadas formas, o resumo sempre está aí para nos ajudar a organizar os conteúdos. Aliás, você sabe que há várias formas de se fazer um resumo, certo? O resumo em parágrafos, listas (ou tópicos), mapas mentais e resenhas são versões de uma mesma atividade. A definição de qual forma é a melhor depende muito da sua personalidade, de como você aprende e de como lembra das coisas. Por exemplo, há muitas pessoas que se lembram melhor de algo quando ouvem aquele conteúdo, já outras, quando veem, outras, quando reescrevem. Se você ainda tem dúvidas de qual forma de aprendizado e memória funciona melhor no seu caso, é hora de testar as técnicas existentes e concluir qual delas te trouxe mais resultados. Caso você vá fazer esse teste, não se esqueça de selecionar o mesmo conteúdo a ser testado em todas as técnicas, assim não há influência de afinidade ou não com o tema. Nas próximas postagens aqui do blog, falaremos dos mapas mentais e das resenhas. Hoje, vamos nos dedicar ao resumo clássico em organização por parágrafos e nas listas ou resumos por tópicos. Antes de começar a fazer o seu resumo, você precisará responder a duas questões: 1- O que será resumido? Materiais de áreas diferentes exigem técnicas de resumo também diferentes e isso será essencial para que você escolha qual a melhor maneira de resumir. Resumir fórmulas matemáticas não é igual a resumir um período histórico, que também não é a mesma coisa de resumir um livro. Já sei, deu um belo nó na sua cabeça agora, não é? Por exemplo, resumir um período histórico no formato de tópicos é muito mais fácil do que resumir um livro inteiro numa lista, por isso é bastante importante você analisar se o formato de resumo que você tem em mente será o ideal para o assunto a ser trabalhado. 2- Onde o resumo será feito? Pode parecer uma bobeira, mas é igualmente relevante pensar onde você fará seu resumo. Ele será escrito à mão ou digitado? Se for escrito à mão, onde ele será arquivado posteriormente? Outro ponto: se a sua escolha for por um mapa mental, fazê-lo numa folha de fichário é a melhor alternativa? Acho que não. No caso de resumos em parágrafos ou listas, o ideal é que você escolha as fichas pautadas, vendidas em qualquer papelaria (tanto física quanto on-line). Parece um detalhe sem muita importância, mas, acredite, não é. O resumo, independentemente do formato que escolhermos, é um recorte do texto original, por isso, imagina-se que será uma produção curta. O tamanho limitado da ficha faz com que você se policie com relação à quantidade de texto, o que é muito bom. Após definir o que será resumido e onde o resumo será feito, é hora de começar a atividade em si. Tenha tudo de que você precisará à mão para evitar paradas para buscar esse ou aquele material, pois isso interrompe o fluxo de raciocínio. O primeiro passo para um resumo eficiente é uma leitura também eficiente. Já te contamos aqui a diferença entre compreender e interpretar. A leitura eficiente conta com uma compreensão e uma interpretação bem feitas. Esse tipo de leitura não vai acontecer de primeira, pode ser que você precise reler o mesmo texto várias vezes. E tudo bem! Isso é absolutamente normal. A partir da sua segunda leitura, comece a grifar (com marca-texto ou outra caneta de sua preferência, mas que dê algum tipo de destaque ao texto) o que te parece mais importante. Você não precisa- e nem deve- grifar parágrafos inteiros- mas sim palavras-chave sobre o assunto e é claro que para isso você terá de ter entendido plenamente qual é o assunto central do texto. “Mas por que não posso fazer isso na primeira leitura?” Simples, queridões. A primeira leitura é o momento de reconhecer o tema e entender como ele foi desenvolvido naquela produção, por isso, ainda não temos a percepção exata do que é relevante e do que não é. Se você for uma pessoa que ama cores, ainda é possível dividir informações essenciais e informações secundárias por cores. Após completar a leitura eficiente e o processo de grifo das partes mais importantes, é hora de produzir o resumo em si. Você tem o hábito de copiar tudo o que grifou ou de fazer resumos tão longos que quase parecem o texto original? Ah, conta a verdade, vai, sabemos que tem muita gente assim por aí… Caso seja essa a sua situação, não fique nervoso (a) achando que o resumo não funciona para você. Existem técnicas para resolver essa questão e vamos te contar quais são elas. Faça uma primeira versão do resumo em parágrafos, sem nenhum filtro, com tudo que você quiser escrever, sem se importar se darão duas ou vinte folhas. Agora releia seu resumo com a seguinte questão em mente: Se eu estivesse explicando para alguém esse assunto ou contando essa história, o que não poderia faltar no meu relato? Esse pensamento te ajuda a separar o que é essencial do que é dispensável. Grife seu próprio resumo destacando apenas essas informações essenciais que você determinou acima. Faça um resumo somente com as novas partes grifadas. Vamos fazer neste momento o principal, a sua versão das partes grifadas. Releia seu resumo e transforme os parágrafos usando as suas palavras, ou seja, o seu entendimento sobre o que leu. Não se esqueça de que você deve escrever de uma forma que faça sentido para você, não coloque palavras ou expressões só para que o resumo fique “bonito”. Nossa sugestão é a de que você faça as leituras com grifos, o “resumão”, o resumo médio e a versão com suas palavras em dias diferentes, assim sua mente terá se distanciado um pouco do texto, fazendo com que você seja mais crítico a respeito de sua própria

CONFIRA O TEMA COMPLETO CLICANDO AQUI Você sabia que a primeira edição dos Jogos Olímpicos aconteceu em 1896, mas que a primeira Olimpíada Paraolímpica teve lugar apenas em 1960? Esse abismo de décadas entre uma modalidade e outra já nos diz muitíssimo sobre o tema da semana. Primeiramente, você precisa compreender qual é o processo para que um atleta se torne atleta paraolímpico, por isso, sugerimos a leitura do texto do link a seguir folha uol Outro detalhe bastante relevante para nosso tema é saber sobre a avaliação que o comitê olímpico faz do atleta paraolímpico em cada uma das modalidades esportivas. A avaliação existe para que as competições sejam as mais justas e igualitárias possível. Leia mais no link globo esporte Além disso, separamos várias outras sugestões de materiais para ampliar seu repertório a respeito do assunto. 1- Artigo com a definição sobre os Jogos Paraolímpicos. Disponível em: sindrome de usher brasil Acesso em: 21/04/2020. O artigo sugerido faz um pequeno apanhado sobre a história das Olimpíadas Paraolímpicas e ainda conta quais são as modalidades em disputa e que tipo de atleta pode disputá-las. Você também vai saber que o nome oficial das Olimpíadas Paraolímpicas é Paraolimpíadas e que o termo é oficialmente aceito em redações oficiais. 2- Artigo sobre o processo de avaliação do atleta paraolímpico. Disponível em: memoria ebc Acesso em: 21/04/2020. Ao contrário dos atletas “padrão”, os atletas paraolímpicos precisam ser avaliados antes das Paraolimpíadas e há critérios bastante definidos para essa avaliação e classificação. Neste artigo, o coordenador da Classificação Funcional do Comitê Paraolímpico Brasileiro, órgão que regula as avaliações e classificações, explica por que a avaliação é essencial para os jogos. 3- Artigo sobre os atletas paralímpicos da atualidade. Disponível em: diario gaucho Acesso em: 21/04/2020. Você conhece algum atleta paraolímpico brasileiro? Se sua resposta for não, saiba que você se junta à maioria das pessoas, pois a maior parte de nossa população não sabe citar nem mesmo um nome de atleta das Paraolimpíadas. Mas claro que há formas de resolver esse problema e o artigo indicado serve exatamente para isso, pois faz um levantamento de 21 atletas paraolímpicos brasileiros que você precisa conhecer. Pense que saber quem são os atletas e conhecer um pouco de sua história pode ser uma estratégia para que você crie argumentos em sua redação com base nos casos reais contados no texto. 4- Artigo sobre o apoio da sociedade nos Jogos Paraolímpicos. Disponível em: esportes estadao Acesso em: 21/04/2020. As Paraolimpíadas de 2016 aconteceram no Rio de Janeiro e, por conta disso, a população brasileira pôde torcer pelos atletas durante as competições. Segundo alguns especialistas, o fato de o público poder acompanhar os Jogos Paraolímpicos é extremamente benéfico, pois gera diminuição de preconceito e conscientização sobre a situação do deficiente. 5- Artigo sobre o preconceito sofrido por atletas paraolímpicos. Disponível em: bbc Acesso em: 21/04/2020. Mas enquanto o Estadão viu os Jogos Paraolímpicos como forma de redução de preconceito, a BBC Brasil já teve uma visão totalmente diferente. Olhar para pontos de vista diferentes nos ajuda a formar e fortalecer o nosso ponto de vista, por isso, selecionamos duas perspectivas bastante diferentes para você ler, analisar e concluir quais delas está mais de acordo com sua forma de pensar o tema. 6- Artigos sobre patrocínios aos atletas paraolímpicos. Disponíveis em: ebc. exame abril Acesso em: 21/04/2020. De modo geral, a questão do patrocínio no esporte brasileiro já é bastante delicada. Quando falamos de atletas com algum tipo de deficiência então… Os textos nos contam que até mesmo os Jogos Paraolímpicos de 2016 foram prejudicados pela falta de patrocínio adequado. Fica aí mais um problema para você propor soluções: Como atrair mais patrocínios para os atletas paraolímpicos brasileiros? 7- Vídeo sobre os atletas paraolímpicos. Disponível em: Programa Especial – atletas paralímpicos Acesso em: 21/04/2020 Mais do que ler sobre eles, queremos ver os atletas paraolímpicos em ação e o vídeo, bastante completo, por sinal, vai te proporcionar essa experiência. Inclusive, você pode conferir neste link The Noite (05/10/16) – Entrevista com Atletas Paraolímpicos a entrevista feita com alguns dos atletas paraolímpicos medalhistas e saber mais sobre eles. 8- Vídeo sobre a visão dos treinadores de atletas paraolímpicos. Disponível em: Técnicos de atletas paralímpicos falam sobre experiência com alunos Acesso em: 21/04/2020. Vamos dar uma olhadinha no que os treinadores de atletas paraolímpicos dizem? Quais são as necessidades de adaptação dos treinos? Como eles lidam com a questão? 9- Vídeo sobre a rotina de um atleta paraolímpico. Disponível em: Conheça a rotina de Luciano Dantas, do halterofilismo paralímpico Acesso em: 21/04/2020. Os atletas paraolímpicos vivem uma rotina intensa de treinos, afinal, eles são, em primeiro lugar, atletas. Nesta sugestão, você conhecerá a rotina de Luciano Dantas que, com certeza, vai te deixar com vergonha pelos dias de preguiça em ir ao treino da academia. 10- Vídeo de competição entre atletas paraolímpicos. Disponível em: Swimming Men’s 100m Backstroke – S6 Final – London 2012 Paralympic Games Acesso em: 21/04/2020. Que tal ver um pequeno exemplo de uma competição entre atletas paraolímpicos? O vídeo é de uma competição de natação nos Jogos Paraolímpicos de 2012, em Londres. Prepare-se para ver um verdadeiro show na piscina. 11- Vídeo sobre o projeto governamental “Bolsa Atleta”. Disponível em: Bolsa Atleta beneficia esportistas nas modalidades olímpicas e paraolímpicas Acesso em: 21/04/2020. Se você está acompanhando as sugestões que demos até aqui, viu que a grande maioria dos atletas paraolímpicos são patrocinados pelo governo. O vídeo nos explicará como funciona o projeto “Bolsa Atleta”, que tem como objetivo central subsidiar atletas de alto rendimento para que eles possam se dedicar inteiramente ao esporte. 12- Livro A Saga de um Campeão, de Lars Grael. Disponível nas principais livrarias virtuais e físicas do Brasil. Lars Grael é um velejador brasileiro que foi atingido por uma lancha em uma competição e perdeu uma perna. No livro, o atleta conta como foi essa experiência e como ele se reconstruiu em sua carreira, mesmo com a perda da perna. Leitura inspiradora!