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Com base nos textos motivadores abaixo, produza uma redação dissertativo- argumentativa sobre o tema: DIREITOS HUMANOS. Texto 1 O que são os direitos humanos? Eles são direitos inerentes a todos os seres humanos, independentemente de raça, sexo, nacionalidade, etnia, idioma, religião ou qualquer outra condição. Isso também incluí o direito à vida e à liberdade, à liberdade de opinião e de expressão, o direito ao trabalho e à educação, entre e muitos outros. Todos merecem estes direitos, sem discriminação. O Direito Internacional dos Direitos Humanos estabelece as obrigações dos governos de agirem de determinadas maneiras ou de se absterem de certos atos, a fim de promover e proteger os direitos humanos e as liberdades de grupos ou indivíduos. Desde o estabelecimento das Nações Unidas, em 1945 – em meio ao forte lembrete sobre a barbárie da Segunda Guerra Mundial –, um de seus objetivos fundamentais tem sido promover e encorajar o respeito aos direitos humanos para todos, conforme estipulado na Carta das Nações Unidas: “Considerando que os povos das Nações Unidas reafirmaram, na Carta da ONU, sua fé nos direitos humanos fundamentais, na dignidade e no valor do ser humano e na igualdade de direitos entre homens e mulheres, e que decidiram promover o progresso social e melhores condições de vida em uma liberdade mais ampla, … a Assembleia Geral proclama a presente Declaração Universal dos Diretos Humanos como o ideal comum a ser atingido por todos os povos e todas as nações…” Preâmbulo da Declaração Universal dos Direitos Humanos, 1948 Contexto e definição dos direitos humanos Eles são comumente compreendidos como aqueles direitos inerentes ao ser humano. O conceito de Direitos Humanos reconhece que cada ser humano pode desfrutar de seus direitos humanos sem distinção de raça, cor, sexo, língua, religião, opinião política ou de outro tipo, origem social ou nacional ou condição de nascimento ou riqueza. Além disso, são garantidos legalmente pela lei de direitos humanos, protegendo indivíduos e grupos contra ações que interferem nas liberdades fundamentais e na dignidade humana. Estão expressos em tratados, no direito internacional consuetudinário, conjuntos de princípios e outras modalidades do Direito. A legislação de direitos humanos obriga os Estados a agir de uma determinada maneira e proíbe os Estados de se envolverem em atividades específicas. No entanto, a legislação não estabelece isso. Eles são direitos inerentes a cada pessoa simplesmente por ela ser um humano. Tratados e outras modalidades do Direito costumam servir para proteger formalmente os direitos de indivíduos ou grupos contra ações ou abandono dos governos, que interferem no desfrute de seus direitos humanos. Algumas das características mais importantes dos direitos humanos são: Normas internacionais de direitos humanos A expressão formal dos direitos humanos inerentes se dá através das normas internacionais de direitos humanos. Uma série de tratados internacionais dos direitos humanos e outros instrumentos surgiram a partir de 1945, conferindo uma forma legal aos direitos humanos inerentes. A criação das Nações Unidas viabilizou um fórum ideal para o desenvolvimento e a adoção dos instrumentos internacionais de direitos humanos. Outros instrumentos foram adotados a nível regional, refletindo as preocupações sobre os direitos humanos particulares a cada região. A maioria dos países também adotou constituições e outras leis que protegem formalmente os direitos humanos básicos. Muitas vezes, a linguagem utilizada pelos Estados vem dos instrumentos internacionais de direitos humanos. As normas internacionais de direitos humanos consistem, principalmente, de tratados e costumes, bem como declarações, diretrizes e princípios, entre outros. Tratados Um tratado é um acordo entre os Estados, que se comprometem com regras específicas. Tratados internacionais têm diferentes designações, como pactos, cartas, protocolos, convenções e acordos. Um tratado é legalmente vinculativo para os Estados que tenham consentido em se comprometer com as disposições do tratado – em outras palavras, que são parte do tratado. Um Estado pode fazer parte de um tratado através de uma ratificação, adesão ou sucessão. A ratificação é a expressão formal do consentimento de um Estado em se comprometer com um tratado. Somente um Estado que tenha assinado o tratado anteriormente – durante o período no qual o tratado esteve aberto a assinaturas – pode ratificá-lo. A ratificação consiste de dois atos processuais: a nível interno, requer a aprovação pelo órgão constitucional apropriado – como o Parlamento, por exemplo. A nível internacional, de acordo com as disposições do tratado em questão, o instrumento de ratificação deve ser formalmente transmitido ao depositário, que pode ser um Estado ou uma organização internacional como a ONU. A adesão implica o consentimento de um Estado que não tenha assinado anteriormente o instrumento. Estados ratificam tratados antes e depois de este ter entrado em vigor. O mesmo se aplica à adesão. Um Estado também pode fazer parte de um tratado por sucessão, que acontece em virtude de uma disposição específica do tratado ou de uma declaração. A maior parte dos tratados não são autoexecutáveis. Em alguns Estados tratados são superiores à legislação interna, enquanto em outros Estados tratados recebem status constitucional e em outros apenas certas disposições de um tratado são incorporadas à legislação interna. Um Estado pode formular reservas a ele, indicando que, não concorda com se comprometer com certas disposições. No entanto, uma reserva não pode derrotar o objeto e o propósito do tratado. Além disso, mesmo que um Estado não faça parte de um tratado ou não tenha formulado reservas, o Estado pode ainda estar comprometido com as disposições do tratado que se tornaram direito internacional consuetudinário ou constituem normas imperativas do direito internacional, como a proibição da tortura. Costume O direito internacional consuetudinário – ou simplesmente “costume” – é o termo usado para descrever uma prática geral e consistente seguida por Estados, decorrente de um sentimento de obrigação legal. Assim, enquanto a Declaração Universal dos Direitos Humanos não é, em si, um tratado vinculativo, algumas de suas disposições têm o caráter de direito internacional consuetudinário. Declarações, resoluções etc. adotadas pelos órgãos das Nações Unidas Normas gerais do direito internacional – princípios e práticas com os quais a maior parte dos Estados concordaria – constam, muitas vezes, em

Mais dicas de temas de Redação selecionadas pela nossa equipe Com base nos textos motivadores abaixo, produza uma redação dissertativo-argumentativa sobre o tema: COTAS NOS VESTIBULARES E CONCURSOS. Texto 1 Argumentos à favor das cotas A reserva de vagas dá oportunidade dos menos favorecidos frequentarem instituições de qualidade. Mais da metade dos brasileiros se declararam negros, pardos ou indígenas no último Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), realizado em 2010. Mesmo com este percentual, não é fácil encontrar por aí negros e pardos vivendo em situação igualitária com brancos. Uma das medidas que busca introduzir e diminuir a desigualdade entre brancos e negros no país é a chamada Lei de Cotas. A Lei nº 12.711 foi aprovada em 2012, o que representa que a partir desta data todas as instituições de ensino superior federais do país precisam obrigatoriamente reservar parte de suas vagas para alunos oriundos de escolas públicas, de baixa renda, e negros, pardo e índios. A reserva começou em 12,5% e precisa chegar aos 50% até 2016. Segundo o professor de Cultura Brasileira Marcos Minuzzi, doutor pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), essas medidas são importantes para mostrar que há uma preocupação sobre a intensa desigualdade no país. “Tenho opinião favorável, no sentido de que democratiza o acesso, considerando nossas grandes desigualdades sociais. Pode-se criticar o sistema ou tentar encontrar outras formas de democratização de acesso mais eficazes, mas o importante é que os mecanismos existentes refletem uma preocupação de resolver o problema”. Além da dívida histórica que o país tem com os afrodescendentes por anos de exploração, a lei veio para minimizar as diferenças raciais e socioeconômicas que sempre existiram no Brasil. Aqui, somente 47,73% dos brasileiros se declaram brancos, segundo o Censo de 2010, tornando se assim um dos países mais miscigenados do mundo. Mesmo com toda essa mistura ainda há diferenças que gritam aos nossos olhos. As cotas sociais representam os motivos de sua própria existência. O abismo existente entre escolas públicas e particulares fornecem, claramente, oportunidades distintas a estudantes de classes sociais diferentes. Sem as cotas para os estudantes de classes sociais menos favorecidas, as cadeiras nas melhores universidades continuarão sendo conquistadas por candidatos com melhor estabilidade financeira. O ideal seria qualificar o ensino público, mas isso levaria décadas. A Universidade de Brasília (UnB) foi a primeira instituição federal a aprovar cotas para minorias étnicas e raciais e a primeira instituição brasileira a aprovar cotas exclusivamente para negros. De 2004 até o 2013, 18,5% dos estudantes que se formaram pela universidade são negros e ingressaram na instituição graças ao sistema. No Brasil, negros e pardos representam 52% da população, mas nas instituições federais esse índice cai para 40%, sendo 32% de pardos e apenas 8% negros, segundo estudo feito pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), em 2011. Com a política de cotas a expectativa é que dentro de alguns anos este panorama mude e haja maior inclusão dos menos favorecidos na sociedade. Fonte Texto 2 Fonte: Robson Texto 3 Argumentos contra as cotas Criado em 2012, a lei de cotas no Brasil ainda promove grandes debates e gera protestos. A reserva de vagas surgiu nos Estados Unidos em 1960 como ação afirmativa, para promover a igualdade social entre negros e brancos norte-americanos. Mas em 2007 esta política foi abolida pela Suprema Corte, com o pressuposto que o sistema de cotas em nada contribui para a igualdade das raças. O Sistema de Cotas no Brasil também foi instaurado através de ação afirmativa. As cotas em processos seletivos para ensino superior foi regulamentada pela Lei 12.711/2011, a chamada Lei de Cotas, que beneficia o acesso de estudantes da rede pública em instituições de ensino superior federais, com separação de vagas para candidatos de baixa renda, negros e índios. Mas mesmo que a Lei tenha surgido para beneficiar parte da população, ainda há, por todo país e entre todas as classes, resistência com sua implementação. A inconstitucionalidade da lei, a maquiagem na educação e reforço do preconceito nas universidades são os argumentos mais usados por quem é contra as cotas. Para os que se posicionam contra a reserva de vagas sociais, o que mais intriga é que a Lei de Cotas não foi sancionada como parte de um plano para melhorar a educação no país, o que a torna um tapa buracos da rede pública de ensino. Somente em junho de 2014 foi sancionado o Plano Nacional de Educação, que prevê 10% do total do Produto Interno Bruto (PIB) para Educação, entre outras metas a serem cumpridas até 2020. Outro argumento contra a política de reserva de vagas é a inconstitucionalidade da lei, já que segundo o artigo 5º da Constituição Federal brasileira somos todos iguais, sem distinção de qualquer natureza. Deste modo a reserva de cotas somente confirmaria a segregação social e racial existente no país. Há também quem até defende as cotas sociais, por conta da desigualdade socioeconômica que há no país, mas são contra as cotas raciais, que poderiam aumentar e instigar o racismo. As cotas raciais sem critérios econômicos também podem beneficiar negros que estudaram em escola particular e possuem renda alta, perdendo assim o sentido da ação afirmativa. Fonte Texto 4 Fonte: Rafa Jornalismo B Texto 5 Novas regras para cotas raciais em concursos dividem opiniões De acordo com publicação do Diário Oficial de ontem, candidatos que optarem pelas cotas terão de comprovar sua negritude se submetendo a uma comissão examinadora Candidatos de concursos públicos no âmbito Federal, administrações públicas, autarquias, fundações públicas e empresas de sociedades de economia mista que se declararem pretos e pardos no ato da inscrição do certame agora terão de passar por uma comissão examinadora disponibilizada pela própria organizadora da seleção para comprovar sua negritude. A novidade foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) de ontem e se aplica não apenas a certames cujos editais ainda serão publicados, mas também aos que já estão acontecendo e não foram homologadas até o momento. De acordo com as informações contidas no Diário Oficial, os editais de concurso público devem informar como se dará a checagem da autodeclaração dos concurseiros, nomeando uma comissão composta por pessoas de perfis diversos em termos de gênero, cor e naturalidade. A decisão da ‘banca’ deverá ser baseada unicamente no fenótipo, ou seja, nos traços físicos comuns

Temática pertinente e de extrema importância para a sociedade brasileira. Reflexão valiosíssima. De modo geral, a intolerância [sentimento hostil, preconceito] certamente permeou a discussão em várias aulas de redação, filosofia, sociologia, entre outras disciplinas, da maioria dos estudantes, principalmente quando relacionadas às questões raciais, religiosas e sociais [inclusive estava nas propostas do Redacão Online]. Assim, a raiz da discussão – preconceito, violência e discurso de ódio – certamente já havia sido trabalhada pela maioria, direta ou indiretamente. Venha ver a nossa ANÁLISE DO TEMA: Caminhos para combater a intolerância religiosa . Analisemos brevemente a temática: Foco central: o combate! Logo, o texto deveria trabalhar não apenas o fenômeno, mas as ações viáveis para solucionar a questão. Torna-se válido, dessa forma, o diálogo com as medidas já tomadas bem como as perguntas que podemos fazer ao tema para problematizá-lo. [Qual é o problema? Quais as causas? Por que ainda não foi solucionado? Como solucionar?] É importante destacar que o aluno precisava limitar a discussão ao contexto nacional. Comparativos com demais países poderiam ser utilizados, entretanto o aluno não poderia perder de vista o viés brasileiro. Além disso, seria enriquecedor analisar tal intolerância de modo mais amplo e avaliar os possíveis interesses existentes por trás dos combates religiosos. [A tradicional estratégia das causas e das consequências] Vale ressaltar, então, os possíveis agentes da mudança [uma vez que o combate era uma das palavras-chave]: a família, a escola, a mídia, pois são agentes diretos quando tratamos da conscientização e do convívio com as diferenças. O governo, suas intervenções legais, bem como a fiscalização delas, também poderia agir. Outros fatores/agentes seriam igualmente coerentes. [Tudo, claro, relacionado ao seu texto e detalhado: quem faria, o que faria e como faria.] Por fim, segue algumas relações possíveis: É um crime de ódio que fere a liberdade e a dignidade humana. Liberdade de expressão e de culto são assegurados pela declaração universal dos direitos humanos e pela constituição federal. O Brasil é laico, logo, não há uma religião oficial, por conseguinte, o estado deve se manter neutro. O preconceito contra religiões de matrizes africanas no Brasil [lembrar de alguns fatos midiáticos poderia ser interessante] Literatura: “O pagador de promessas”, Dias Gomes. Relações históricas [para contextualizar]: Perseguição dos primeiros cristãos na antiguidade / Contrarreforma / Holocausto / A catequese dos índios brasileiros / A batalha de Canudos. E vocês, o que acharam do tema e da nossa ANÁLISE: Caminhos para combater a intolerância religiosa. Acredito que tenham produzido bons textos. [Aguardemos! Seguimos na torcida] Profª. Josi Motta.

Desvendando os segredos da escrita impecável! Nesta postagem, abordamos os principais erros de linguagem que podem comprometer sua redação. Aprenda a evitá-los e conquiste uma comunicação eficaz. Não perca essas dicas preciosas! Mais uma dica da professora Josi! Hoje é dia de ‘não’, o que você NÃO deve fazer. Quando o papo é linguagem, os principais erros estão aí, em uma listinha especial. Ah, e claro, tem também algumas dicas para te ajudar a não cair nessas ciladas. Não se separam por vírgula termos que se relacionam diretamente na frase, como o sujeito e o predicado. Errado: Não previram que o problema, pudesse se agravar. Certo: Não previram que o problema pudesse se agravar. Crase: A crase não deve ser usada antes de palavras no masculino, verbos no infinitivo ou pronomes. Lembrando: A crase é a fusão de dois sons idênticos (a – artigo + a – preposição), e é representada na escrita por uma vogal ‘a’ com acento grave ‘à’, é importante tomar cuidado para não cometer esse erro na linguagem. Alguns critérios para a utilização do acento indicativo da crase: A palavra seguinte deve ser feminina. Dica de linguagem: substitua a palavra feminina após o “a” por uma palavra de gênero masculino. Se antes da palavra masculina utilizar-se “ao”, significa que houve a junção da preposição “a” com o artigo masculino “o”. Nesse caso da linguagem, a preposição é solicitada, então há crase. Verbo Haver “Há muitos anos a situação vem piorando.” “Se o quadro mão mudar, daqui a uns anos não haverá mais água potável.” “Deve haver uma forma de solucionarmos este problema.” Certo: “Haverá mudanças no governo.” Errado: “Haverão mudanças no governo.” Onde X Aonde Isto X Isso Pronomes demonstrativos que funcionam como elementos de coesão. Na situação discursiva: Não esqueçam isto: vocês serão universitários no próximo ano. Vocês serão universitários no próximo ano, não esqueçam isso. Certo: São necessárias mudanças urgentes. Errado: É necessário mudanças urgentes. “Faça a sua parte.” Beijo no coração e até a próxima com mais dicas de linguagem e português! Não esqueça de praticar mais linguagem e garantir o seu 900+ com professores especialistas!

Mais uma super dica da Profª Mali! Estar atento ao que acontece no Brasil e no mundo é fundamental para fazer qualquer prova, seja o ENEM ou vestibular, pois faz com que ganhe repertório, conheça diferentes pontos de vista e estilos de escrita e argumentação. Mas lembre-se: a ideia não é tomar partido ou ser opinativo, mas sim tratar os assuntos com olhar crítico e ter argumentos que sustentem seu ponto de vista, beleza? Vamos de Atualidades ENEM: temas possíveis! Bora lá, então!? Atualidades ENEM 2016: Brasil. Olimpíadas Rio 2016 – O impacto social e político dos jogos no Brasil Democratização da cultura – O acesso dos estratos sociais à cultura Mobilidade urbana – Transporte público, UBER versus Táxis, impacto ambiental. A politização da sociedade brasileira – A participação do povo brasileiro na política e o envolvimento dos jovens com movimentos políticos/sociais A crise econômica brasileira – Origem da crise, impactos políticos e sociais da recessão, Brasil no cenários político mundial (BRICs e Mercosul). Mariana – MG: desastre ambiental – O impacto social, econômico e ambiental causado pelo rompimento de barragem da mineradora Samarco. Zika, chikungunya e dengue – O que são essas doenças, formas de contágio, ciclo de vida dos vetores e impactos sociais da expansão dessas doenças no país.Atualidades ENEM 2016: Mundo. Mudanças climáticas – Frio excessivo, calor excessivo, derretimento das calotas polares e o impacto da ação humana no clima do planeta. Ativismo digital – Como a Internet revolucionou as causas sociais e o impacto das mobilizações digitais. A crise dos refugiados e o avanço do terrorismo – Quem são os refugiados e o que procuram? O impacto social dessa movimentação na Europa. O crescimento e a diversificação do terrorismo no mundo e o Estado Islâmico. Liberdade de expressão e preconceito – Qual é a diferença entre manifestação de um ponto de vista e o preconceito? A questão social das minorias (negros, pobres, homossexuais, mulheres e pessoas com deficiência). A questão de gênero – A recente discussão sobre como definir os gêneros. Identidade de gênero e orientação sexual. O crescimento do feminismo e o fortalecimento das causas LGBT. Atenciosamente, Maria Amália Carneiro Büchele O que achou de nossos Atualidades ENEM: temas possíveis?

Mais dicas da nossa especialista, Profª Mali, para vocês! O tema da redação do ENEM é escolhido em meio a assuntos que são abordados no nosso cotidiano. Acontecimentos políticos, sociais, ambientais e culturais do Brasil e do mundo podem ser temas da prova do exame. Vamos de Possíveis temas de redação do ENEM? Alguns assuntos são mais prováveis, devido a sua grande repercussão política ou por fazerem parte das discussões feitas pela sociedade. Veja os Possíveis temas de redação do ENEM! A falta de água Pode ser um possível tema já que este problema faz parte há mais de um ano da vida dos moradores do sudeste e persiste há mais de um século no cotidiano de nordestinos. A prova pode solicitar que o assunto seja discutido sobre esse viés, questionando as políticas de públicas de combate à seca e o comportamento da população para evitar a falta d’água. A falta de recursos hídricos É a crise do setor energético que está impactando no aumento da conta de energia e, por consequência, no setor comercial, industrial e na própria residência das pessoas. A prova pode pedir para o estudante relacionar a falta de recursos, as questões políticas nessa crise e a solução para a geração de energia, principalmente, uma energia que impacte menos no meio ambiente. As manifestações políticas Que estão acontecendo nas ruas, mas que participaram das redes sociais, como essas ferramentas de comunicação e interação “virtual” estão despertando o interesse político e levando às pessoas as ruas. É interessante falar sobre a potencialidade da ferramenta na comunicação das pessoas, no debate de assuntos e de levar a informação ao público. Também é possível falar sobre a confiabilidade do que passa pelas redes sociais, pois nem sempre as informações são corretas. A mobilidade urbana É um problema que afeta vários países no mundo, praticamente todas as cidades grandes, principalmente, do Brasil sofrem com o excesso de carros particulares, poucas linhas de transporte público e falta de incentivo de transportes alternativos, como as bicicletas. A prova pode pedir ao estudante indicar alternativas para melhorar a mobilidade urbana e falar sobre o conflito entre os diferentes públicos que utilizam as vias de trânsito, como o pedestre, o ciclista, o motociclista e o motorista de carro. Continua: Possíveis temas de redação do ENEM…. Preconceito racial Que alguns atletas ainda sofrem no meio esportivo, principalmente, em relação às torcidas que, em momentos de fúria, xingam jogadores com palavras preconceituosas, além de qualquer outra forma de preconceito racial, também pode ser um tema da redação do ENEM 2016. O conceito da família Deste século, com o objetivo de debater sobre a adoção de crianças por casais homossexuais e sobre a nova norma na guarda compartilhada de crianças, quando os pais se divorciam. Dengue, Zica e Chikungunya O tema pode pedir para falar dos novos casos das doenças, das campanhas de combate e sobre a conscientização da população. Os crescentes casos de microcefalia, que ainda não tem sua ligação comprovada com a transmissão do mosquito aedes aegypti. As campanhas de vacinação Principalmente contra o Sarampo e o HPV, para meninas de até 13 anos de idade. Um assunto batido, mas que o estudante deve estar sempre preparado é sobre os problemas no Sistema Único de Saúde (SUS) como falta de médicos, atrasos, grandes filas de espera e falta de equipamentos, além do Programa Mais Médicos. O limite da estética e da saúde Também é um bom assunto. Até onde o ser humano pode ir para atingir a sua exigência em relação à beleza. O busca pelo corpo perfeito, com dietas, cirurgias plásticas e produtos, tem limite? A sustentabilidade de empresas e o aquecimento global São assuntos comuns nessa área. Mas, no Brasil, a Política Nacional de Resíduos Sólidos é um tema que agora está sendo muito debatido nos municípios do país. Então é importante saber sobre o que é essa política, o dever dos governos municipais e como a população pode cobrar a coleta seletiva. Intolerância religiosa O ataque à revista Charlie Habdo pode exemplificar o tema. Mas muito mais do que um caso isolado, a intolerância religiosa é grande tanto no Brasil como em outros países. Ao debater esse tema, precisamos lembrar da laicidade do Estado e do respeito aos diferentes tipos de crenças e rituais religiosos, podendo destacar, no caso do Brasil, o grande preconceito existente com religiões de origem africana. Justiça com as próprias mãos Tema bastante polêmico em 2014 e que pode ser discutido com mais imparcialidade esse ano. O combate à violência através da justiça com as próprias mãos é válido? Definições de justiça, casos de linchamentos, rebeldia com a ordem e segurança públicas são alguns pontos que abordam essa temática. Corrupção na Petrobras O tema mais recorrente na mídia nos últimos meses é perfeitamente possível cair na redação do ENEM. Desde as primeira etapas da Operação Lava-Jato a mais de dois anos, está praticamente todos os dias nos noticiários. É um assunto muito polêmico pois envolve nomes da política e de grandes empresas e gerou o estopim nas manifestações contra e a favor do atual governo brasileiro. Desigualdade étnica e de gênero O Brasil é um dos países com maior desigualdade do mundo e entre muitos tipos de desigualdade, a étnica e a de gênero costumam ser as mais discutidas, assim como os preconceitos gerados por essa situação, respectivamente, racismo e machismo. Os direitos conquistados, as lutas e reivindicações e as políticas públicas são alguns pontos que merecem ser estudados para entender a causa e argumentar com clareza. Liberdade de expressão e mídia Tema bastante atual, a liberdade de imprensa tem sido muito discutida, principalmente após o ataque à revista francesa Charlie Hebdo em 2015. Pode-se refletir sobre os limites entre liberdade de expressão e respeito às diferenças ou respeito à verdade. Limites entre estética e saúde Academia, dietas, cirurgias plásticas, anabolizantes etc. É grande a busca pelo corpo perfeito caracterizado por um padrão de beleza. Mas até que ponto a estética coincide com hábitos saudáveis? Conhecem-se muitas doenças causadas por insatisfação corporal como anorexia, bulimia, depressão, compulsão

Com base na leitura dos seguintes textos motivadores e nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em norma culta escrita da língua portuguesa sobre “o desafio do desenvolvimento sustentável”. Apresente uma proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defender o seu ponto de vista. TEXTO 01 O desenvolvimento sustentável é um conceito elaborado para fazer referência ao meio ambiente e à conservação dos recursos naturais. Entende-se por desenvolvimento sustentável a capacidade de utilizar os recursos e os bens da natureza sem comprometer a disponibilidade desses elementos para as gerações futuras. Isso significa adotar um padrão de consumo e de aproveitamento das matérias-primas extraídas da natureza de modo a não afetar o futuro da humanidade, aliando desenvolvimento econômico com responsabilidade ambiental. https://brasilescola.uol.com.br/geografia/desenvolvimento-sustentavel.htm TEXTO 02 Os brasileiros desperdiçam comida. Muita comida. Metade de tudo que é produzido. Estados Unidos, Europa, países ricos em geral, não ficam muito atrás. Nem os mais pobres. Na média mundial, segundo estimativa da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), um terço dos alimentos se perde. A diferença é que, nos países pobres, o problema acontece no início da cadeia produtiva, por falta de tecnologia e dificuldades no armazenamento e no transporte. Já nos países ricos, a situação se agrava nos supermercados e na casa do consumidor, acostumado a comprar mais do que precisa. “O Brasil sofre nas duas pontas, porque tem tanto aspectos de países ricos quanto de países pobres. Dados da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) contabilizam em 10% o desperdício das frutas e hortaliças ainda no campo e indicam que a maior perda está no transporte: 50%. Mas, se o alimento chega machucado, aí é motivo de mais descarte. No Brasil, 58% do lixo é de comida. “O planeta produz o suficiente para alimentar 12 bilhões de pessoas, mas quase 900 milhões vivem em insegurança alimentar – comem num dia e no outro não. Como acabar com isso? Reduzindo o desperdício”, defende o presidente do Akatu. “Se metade do que é perdido deixasse de ser, teríamos o dobro de alimento nas gôndolas e o preço cairia. E mais pessoas teriam acesso.” PEGADA DE CARBONO* “Reduzir em 30% o desperdício significa ainda diminuir em 30% o uso de terra, de fertilizantes, de agrotóxicos e de sementes”, diz Ricardo Abramovay, professor titular do departamento de economia da Universidade de São Paulo. Sob a perspectiva ambiental, revelou tanto descarte é uma oportunidade que se perde não apenas do ponto de vista da segurança alimentar de mais pessoas como também para mitigar o impacto ambiental A saber: a pegada de carbono dos alimentos produzidos e não consumidos no mundo é estimada em 3,3 gigatoneladas de dióxido de carbono (cada gigatonelada equivale a 1 bilhão de toneladas). Número que coloca esse desperdício em terceiro lugar entre os maiores emissores de CO2 do planeta, atrás apenas de Estados Unidos e China. Mundialmente, o volume de água que se perde fora quando se desperdiça um alimento pronto atinge 250 quilômetros cúbicos, o que corresponde à descarga anual de água do Rio Volga, o mais longo da Europa. *Pegada de carbono mede a quantidade total Pegada de carbono mede a quantidade total das emissões de gases do efeito estufa causadas diretamente e indiretamente https://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/lixo/como-evitar-desperdicio-seguranca-alimentar-bons-fluidos-752309.shtml?func=1&pag=1&fnt=14px TEXTO 03 Fonte: Duke Chargista

A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo em norma padrão da língua portuguesa sobre o tema Eleições no Brasil, que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa e seu ponto de vista. Texto 1 Como funcionam as eleições no Brasil? A eleição no Brasil é um evento de grande importância para os brasileiros. É nesse período em que é possível escolher os políticos com as propostas e idéias que gostaríamos que fossem implantadas para melhorar nossa cidade, estado ou país. Durante alguns meses candidatos que desejam ocupar algum cargo elegível fazem campanhas, apresentando projetos a serem implantados caso sejam eleitos. As eleições acontecem a cada dois anos, sendo alternadas entre as eleições federais e estaduais e as eleições municipais. Nesse ano, 2014, as eleições são para os cargos de Presidente da República, Senador, Deputado Federal, Governador e Deputado Estadual. De acordo com a Constituição Federal, desde 1988, o voto é secreto e obrigatório para todos os brasileiros com mais de 18 anos. Cargos Os cargos disponíveis são para o Poder Executivo e Legislativo. No Poder Executivo estão: Presidente, Governadores e Prefeitos. E no Poder Legislativos estão: Senadores, Deputados Federais, Deputados Estaduais e Vereadores. Federais e Estaduais Os cargos disputados nas eleições federais e estaduais são para: Presidente da República, Senador, Deputado Federal, Governador e Deputado Estadual. Esses cargos possuem mandatos de quatro anos, com exceção do cargo de Senador com mandato de oito anos. Municipais As eleições municipais elegem candidatos para os cargos de Prefeito e Vereador. Assim como os demais, o mandato desses cargos são de quatro anos. Quando ocorrem? As eleições no Brasil são disputadas nos anos pares e sempre no primeiro domingo de outubro, entre as 8 horas e 17 horas. Para os cargos do Poder Executivo pode ser necessária a ocorrência de segundo turno, que acontece sempre no último domingo de outubro. Segundo Turno O segundo turno só é possível em cidades com mais de 200 mil habitantes e acontece quando o candidato mais votado não atinge a maioria absoluta dos votos válidos (excluindo os votos brancos e nulos), ou seja, é necessário 51% dos votos válidos para ser eleito em primeiro turno. Assim, quando ocorre o segundo turno, os dois candidatos mais votados voltam a se enfrentar e aquele com maior número de votos é eleito. Residentes no Exterior É exigido o exercício dos votos para os brasileiros que possuem domicílio eleitoral no exterior apenas para as eleições para presidente da República. É possível também justificar a ausência, mediante requerimento dirigido ao juiz da Zona Eleitoral do Exterior. Quem pode votar? Todos os brasileiros, com mais de 18 anos, são obrigados a votar. O voto é facultativo apenas para os analfabetos, para quem possui entre 16 e 17 anos e para quem tem mais de 70 anos. Quem pode se candidatar? De modo geral, qualquer cidadão brasileiro maior de idade com registro eleitoral em dia pode se candidatar aos cargos. Porém, alguns cargos exigem idade mínima para a disputa eleitoral, são eles: Presidente e Vice: é preciso ter 35 anos completos até a data da posse. Governador e Vice: é preciso ter 30 anos completos até a data da posse. Senador: é preciso ter 35 anos completos até a data da posse. Deputados: é preciso ter 21 anos completos até a data da posse. Prefeito e Vice: é preciso ter 21 anos completos até a data da posse. Vereador: é preciso ter 18 anos completos até a data da posse. Além disso, para se candidatar é necessário se filiar a algum dos muitos partidos políticos existentes pelo menos um ano antes da eleição e residir na localidade onde vai concorrer ao cargo. Fonte: Enem virtual Texto 2 Fonte: latuff cartoons Texto 3 Os cálculos realizados na eleição proporcional, sistema pelo qual são eleitos os representantes da Câmara Federal, das Assembleias Legislativas e também das Câmaras Municipais, consistem em uma das principais dúvidas dos eleitores. Quociente eleitoral, voto em legenda e quociente partidário são assuntos não dominados até mesmo por aqueles que participam ativamente das campanhas políticas. O eleitor muitas vezes não entende por que um candidato bem votado não consegue uma vaga no Poder Legislativo, enquanto outro que tenha recebido menos votos, acaba eleito. Ou seja, neste caso é eleito o candidato que esteja no partido que recebeu o maior número de votos. Esse fato ocorre porque, nas casas legislativas (Câmara Federal, Assembleia Legislativa e Câmaras Municipais), as vagas são distribuídas de acordo com a votação recebida por cada partido ou coligação. Ao escolher o candidato para esses cargos, o eleitor está votando, antes de mais nada, em um partido. É por isso que o número do partido vem antes do número do candidato. Se o eleitor quer votar apenas na legenda, sem especificar qual dos candidatos daquele partido ele quer eleger, é preciso digitar apenas os dois primeiros números. QUOCIENTE ELEITORAL A escolha dos deputados, sejam estaduais ou federais, só é concretizada após a aplicação das fórmulas que regem o sistema proporcional de eleições no Brasil, cujo cálculo se inicia com a obtenção do número total de votos válidos. Esse número é então dividido pelo número de vagas em disputa. Essa divisão é conhecida como Quociente Eleitoral. Em Mato Grosso, o numero total de votos para a Câmara Federal será dividido por oito, que equivale ao número de vagas que cada Estado tem direito, naquela Casa de Leis. Os votos destinados aos candidatos e partidos políticos que concorrerão à Assembleia Legislativa serão divididos por 24, número de vagas para deputado estadual. Como o resultado dessa divisão nem sempre é exata, a legislação brasileira determina que caso a fração sejam igual ou menor que 0,5 ela será desprezada. Sendo maior que 0,5 somamos um voto ao quociente eleitoral final. QUOCIENTE PARTIDÁRIO Para chegar aos nomes dos candidatos eleitos, é preciso determinar o quociente partidário, dividindo-se a votação obtida por cada partido (votos nominais + votos

Qual é a boa do fim de semana? Ok, ok, estudar porque o Enem está chegando. Porém, não podemos esquecer que é necessário destinar um tempo para relaxar. Então, que tal assistir a um filme e refletir um pouquinho sobre temas que podem aparecer nos vestibulares, inclusive na nossa amada prova de redação? Eis uma listinha separada por temas em filmes. (Apenas para começar a brincadeira. Sugestões são sempre bem-vindas!) Ah, não esqueça: olhos atentos e críticos. Ao fim da sessão, questione-se: ‘o eu que penso sobre?’, ‘E se fosse uma proposta de redação, qual seria o meu posicionamento?’ ‘Quais bons argumentos sustentariam a minha tese?’ Prepare a pipoca e divirta-se enquanto estuda. Beijo no <3 e até a próxima! Limites para o humor e liberdade de expressão Drogas Uso de celular, viciados em tecnologia Desigualdade de gênero Mudanças climáticas Mobilidade urbana Saúde pública e epidemias Questão indígena Matriz energética Inclusão do deficiente

Dicas quentíssimas de nossa especialista, Prof. Josi! Oi oi, pessoas! Tudo bem? Como vocês já sabem, um texto não é um amontoado de frases soltas. Essas se conectam por meio de mecanismos que garantem fluxo de informação e continuidade ao texto. Adivinhem quem é a responsável por tudo isso? Sim, ela mesma, a “dona coesão”! A coesão textual está relacionada à ligação das ideias dentro do texto [coesão sequencial] e às referências [coesão referencial] que fazemos. É ideal que se siga um fluxo, facilitando a leitura. O papo de hoje é sobre a coesão sequencial, que age como uma “cola” textual, criando os pontos de união que garantem justamente que o texto não seja uma sucessão de frases descontínuas. Uma boa opção de “colas” ou “pecinhas de ligação” são os conectores. Esses carregam um sentido, e precisam ser empregados adequadamente de acordo com a relação desejada. Além disso, é importante lembrarmos que a competência IV (ENEM) se relaciona à coesão, logo, para ganharmos os 200 pontos, temos que saber usar recursos coesivos, entre eles os conectores, mostrar que conhecemos uma variedade deles. Conhecemos, certo? Não? Então se liga na listinha especial para vocês! Vale imprimir e deixar por perto, principalmente quando estiver escrevendo uma redação para mandar para os nossos corretores! Beijo no <3 e até a próxima! Conectivo Relação de sentido Exemplo: Porque, pois, como, por isso, já que, visto que, uma vez que Causa Os bancários fizeram greve porque desejavam aumento de salário. Mas, porém, todavia, contudo, entretanto, embora, ainda que, mesmo que, apesar de Contradição / Oposição Apesar de o aluno estar com febre alta, foi à aula. Se, caso, contanto que, dado que, desde que, a menos que, a não ser que Condição Os bancários só receberão aumento se fizerem greve. E, também, além de, não só,nem Adição Além de encontrar uma estrada movimentada, o motorista pegou chuva no caminho. Ontem, hoje, amanhã, antes, depois, cedo, tarde, primeiramente, em seguida, a seguir, finalmente, quando, sempre, nunca Tempo Quando alcançarmos as metas da empresa, seremos premiados com viagens para o exterior. Logo, dessa forma, portanto, assim, então Conclusão Sempre estudei muito durante o curso e fiz vários estágios; por isso, consegui uma vaga de estágio. Principalmente, sobretudo Prioridade/relevância Dedicar-se a um curso de graduação é essencial para quem almeja ascensão e, principalmente, para quem quer ingressar em programas de mestrado. Por exemplo, ou seja, isto é Esclarecimento A geração canguru, isto é, a geração de filhos que retardam a saída da casa materna, tem se mostrado cada vez mais resistente ao casamento. Segundo, conforme, assim como, do que, tanto (ou tão) quanto Comparação/semelhança O curso de direito está tão concorrido quanto os cursos de áreas da saúde.

A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo em norma padrão da língua portuguesa sobre o tema “Roupa tem gênero?”, apresentando proposta de intervenção, que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa e seu ponto de vista. Texto 01 Muito tem se falado sobre a questão da Identidade de Gênero – ou a falta dela – no mundo da moda, onde estilistas e marcas têm pregado a questão da roupa não ter um gênero definido, podendo ser usada por homens e mulheres. A discussão é necessária, pois a questão da identidade de gênero vai além das preferências sexuais e relacionamentos, e como o foco aqui é moda, vamos falar um pouco sobre como isso vem sendo e precisa ser abordado. (Roupa tem gênero? A relação da moda com a identidade de gênero. Extraído e adaptado de o cara fashion) Texto 02 A moda está cada vez mais sem gênero, afinal, roupa não tem sexo e as marcas estão cada vez mais atentas a isso. Apesar das diferenças de seus significados, a moda unissex, genderless ou sem gênero veio para quebrar barreiras, majoritariamente sociais, que ditam quais cores e formas são femininas e quais são masculinas. Nós não vamos entrar nos debates filosóficos e antropológicos das questões de gênero, mas antes de falar sobre moda sem gênero é importante entender o que significa e define gênero. Para isso, vamos utilizar um conceito bem simples e direto de Raewyn Connel e Rebecca Pearse, retirado do livro Gênero – Uma Perspectiva Global: “De maneira geral, gênero diz respeito ao jeito com que as sociedades humanas lidam com os corpos humanos e sua continuidade e com as consequências desse “lidar” para nossas vidas pessoais e nosso destino coletivo” Colocando de maneira simplista, as questões de gênero na moda questionam a imposição de formas, modelagens, cores e estruturas para os sexos. Quais características biológicas definem que só pessoas com vagina podem usar saias? Nenhuma. O debate de uma moda sem gênero está aceso há algum tempo, mas já esse ano, a nova campanha da Louis Vuitton com o filho de Will Smith, Jaden Smith, conhecido por ser um menino que transita livremente entre as normas de gênero, chamou ainda mais atenção para esse movimento. Jaden apareceu ao lado de quatro modelos na campanha de moda feminina da marca, usando peças desfiladas nas passarelas por mulheres. (Está na hora de entender [e aceitar] a moda sem gênero. Extraído e adaptado de insecta shoes) Texto 03 A cantora gospel Ana Paula Valadão usou as redes sociais para criticar a campanha publicitária da C&A que divulga coleção sem distinção de gênero. Em texto compartilhado no Facebook, nesta sexta-feira (20), a artista manifesta sua “santa indignação” com a campanha do Dia dos Namorados da rede de multimarcas. Ela denuncia a imposição da ideologia de gênero e pede boicote à loja. “Nós que conhecemos a Verdade imutável da Palavra de Deus não podemos ficar calados. Temos que boicotar essa loja e mostrar nosso repúdio”, escreve a pastora evangélica e fundadora da banda Diante do Trono. Valadão usa as hashtags “SouFemininaVistoComoMulher”, “HomemVesteComoHomem”, “UnisexNãoExiste” e “DeusFezHomemEMulher”. Em uma hora, a postagem ultrapassou 7 mil compartilhamentos. Os internautas que discordaram da opinião da cantora fizeram um “vomitaço” nos comentários. “Não chame de santa sua indignação cheia de ódio! Pare de usar a bíblia pra justificar seu pensamento doentio!”, escreveu uma delas. (Ana Paula Valadão pede boicote a uma marca de roupas por coleção sem gênero. Extraído e adaptado de correio braziliense

Mais uma dica da nossa expert, Prof. Mali! Bora, Galera! Algumas dicas sobre como desenvolver o TEMA DA REDAÇÃO do ENEM. Vamos lá? É importante saber que SEMPRE deve-se numa REDAÇÃO ARGUMENTATIVA aplicar conceitos das mais variadas áreas do conhecimento para desenvolver o tema da redação. E agora!? Como fazer isso? 1. Tenha em mãos informações extratextuais que evidenciem conhecimento de mundo; 2. Deixe “fluir” as leituras de outros textos, pois assim você mostra a capacidade de “cruzar” informações com o tema que está sendo discutido, como também deixa claro o seu repertório sociocultural ao longo do desenvolvimento temático.Exemplifico: Se você puder analisar a realidade social do país, por exemplo, travando uma analogia ou comparação com passagens marcantes do livro Vidas Secas, de Graciliano Ramos, revela, além do fato de ter conhecimento de obras literárias importantes, a capacidade de relacionar a realidade social do país à literatura brasileira. 3. É importante que você faça, ao longo da redação argumentativa, relações históricas, filosóficas, políticas, sociais salientando os aspectos argumentativos desenvolvidos por VOCÊ dentro do texto. 4. Escreva sem erros ortográficos e não use gírias. Afinal, cada erro vai ser descontado da sua nota e assim você não vai conquistar a sua aprovação. 5. A estrutura deve ser: introdução, desenvolvimento, conclusão. Nunca se esqueça disso e treine todas essas partes! 6. Leia, porque ler é fundamental para escrever bem, além do que aumenta o repertório sociocultural das pessoas. VALEU! Até a próxima!