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A preparação Enem 2020 não deve ser apenas de estudos. Aprenda a relaxar a mente para se sair bem nos dias de prova! Faltando pouco tempo para o primeiro dia de provas é normal que a ansiedade aumente. Por isso a preparação Enem 2020 deve incluir alguns exercícios de relaxamento para que você consiga dar o máximo de si até o último dia. Os participantes da próxima edição do Exame Nacional, além da carga normal de estresse com as provas, teve ainda que lidar com os desafios da pandemia. Aulas remotas, distanciamento e preocupação constante com a saúde fizeram com que os estudos dividissem a atenção com muitas outras novidades. Portanto, torna-se ainda mais importante um olhar para o bem-estar e pra saúde mental. Não basta apenas estudar, o descanso também deve estar no seu cronograma. Certamente você sabe que a preparação Enem é um processo que não acontece apenas um ano antes da aplicação do exame. Trata-se do conhecimento adquirido ao longo de sua formação, portanto estudar em ritmo frenético até os dias das provas pode não ser a melhor estratégia. De acordo com especialistas, isso prejudica a memória e, consequentemente, a capacidade de fazer associações mentais, fundamentais para responder às questões. Então, se você está nesse nível de cansaço, estresse e ansiedade e não sabe bem como quebrar esse ciclo, acompanhe as dicas a seguir e, principalmente, coloque-as em prática! 1. Controle a sua respiração Respirar é algo sobre o qual nem pensamos, pois fazemos o tempo todo involuntariamente para permanecer vivos. No entanto, essa respiração pode trazer benefícios quando nos concentramos nela para relaxar. Respirar profundamente, prestando atenção na entrada e na saída do ar, devagar, ajuda a diminuir crises de ansiedade e a melhorar a qualidade do sono, se feito antes de dormir. Assim, antes de iniciar a sua rotina de estudos, quando ficar nervoso(a) durante uma questão mais difícil e perto da hora de ir pra cama, respire fundo algumas vezes. De fato isso trará uma boa sensação e mais qualidade tanto para os estudos quanto para o seu descanso. Experimente! 2. Meditação Os benefícios dessa prática milenar incluem bem-estar e equilíbrio, duas sensações importantes para quem está em uma maratona de estudos e provas. Em um mundo cada vez mais conectado virtualmente, a conexão com o próprio eu fica muitas vezes prejudicada. Assim, a busca pela meditação tem crescido exponencialmente, em especial durante a pandemia. Portanto, seja para descansar a mente do trabalho ou dos estudos, a prática auxilia a melhorar o foco para aquilo que é importante, trazendo os pensamentos para o momento presente. Você pode iniciar com 5 a 10 minutos diários, e há muitos aplicativos e vídeos disponíveis para você conhecer e dar os primeiros passos. O tema é tão relevante na atualidade que no dia primeiro de janeiro de 2021 a Netflix lançará uma série de animação sobre os benefícios da meditação, com técnicas e práticas guiadas. Chegou bem a tempo, não é mesmo? Não deixe de assistir!https://youtu.be/MxHzRVRkL_8 3. Yoga Calma! Não queremos que em menos de 25 dias você se torne um yogi ou uma yogini. Mas se você já tinha curiosidade sobre essa atividade, que tal aprendê-la agora? Sim! Esse pode ser o impulso que faltava para começar. Entre os benefícios, podemos destacar: mais relaxamento, maior consciência corporal e autoconhecimento. Além disso, melhora o condicionamento físico e controla a pressão arterial etc. Hoje, é possível contar com aplicativos e canais no Youtube que oferecem aulas desde o nível iniciante, alguns de forma gratuita. Assim, procure aquele que melhor se adapte a sua necessidade e comece! Quem sabe além de relaxar você não criará um importante hábito para sua vida? Não custa nada tentar! 4. Outros exercícios leves A prática de atividades físicas, sejam elas quais forem, são benéficas para muitas coisas, inclusive para relaxar. Durante o período de isolamento, muitas pessoas se viram privadas de frequentar academias, parques e praças. Com a flexibilização, porém, está mais fácil tirar alguns minutos por dia para praticar exercício físico. Se você já é “atleta”, ótimo! Já sabe, então, que consegue dormir melhor, relaxar as tensões depois de um dia de estudos , entre outras coisas. Se ainda não pratica alguma atividade, comece agora. Não é necessário muito investimento financeiro. E tempo? Ah, você consegue separar de 20 a 40 minutos diários para cuidar de você, não é? Veja algumas possibilidades: caminhada leve; andar de bicicleta; patinar; subir escadas; alongamento. Importante: procure instrutores ou consulte um médico, dependendo da atividade escolhida. Se seu prédio tiver muitos andares, suba as escadas sem forçar o ritmo e desça de elevador. Assim, não machucará as articulações. 5. Massagens nas mãos Quem não gosta de uma boa massagem? No entanto, você sabia que pode conseguir um bom relaxamento massageando apenas as suas mãos? Sim! Não requer prática nem muita habilidade, apenas um pouco de boa vontade. Desse modo, use algum creme de sua preferência e massageie as palmas das mãos e os dedos. Se demore um pouco mais nos pontos doloridos e aos poucos sinta o bem-estar surgir. Dica: faça antes de dormir, pois ajuda a chamar o sono! Além disso, as mãos ficarão bem macias pra escrever a redação. 🙂 6. Dedique-se a algum hobby Separar alguns minutos do seu dia para se dedicar a algum hobby não fará mal algum à sua rotina de estudos. Ao contrário: pode fazer muito bem! Não importa qual é a sua preferência, fazer uma tarefa interessante e que não necessariamente tenha a ver com o Enem deixará você mais relaxado(a). Assim, toque algum instrumento, pinte, borde, cuide de plantas, passeie com seu animal de estimação. Ou seja, faça algo que lhe dê prazer e proporcione sensação de paz. E nada de sentir culpa por não estar estudando! Estamos na reta final, você já fez um grande esforço até aqui. Além disso, muitas vezes é em momentos de pausa, em que estamos fazendo atividades aleatórias, que nossa mente acaba descobrindo saídas para problemas que pareciam sem solução. Isso

É possível estudar redação faltando 1 mês para a prova? Veja nossas dica e dê o seu melhor nessa reta final! Pois é: 2020 está chegando ao fim. Neste ano, em função da pandemia, os participantes do ENEM 2020 ganharam alguns meses para se prepararem, pois a prova acontecerá em janeiro de 2021. No entanto, também por conta do surto de coronavírus, apareceram outras dificuldades com as quais os estudantes precisaram lidar. Assim, caso você não tenha gerido bem o seu tempo, é provável que esteja se perguntando: é possível estudar redação faltando 1 mês para a prova? Nossa resposta é sim! Separamos algumas dicas para quem viu o ano passar e não aproveitou ou não teve condições de estudar. Acompanhe a leitura! O ano que estamos vivendo trouxe uma série de desafios, mas para quem está tentando uma vaga na universidade eles ficaram ainda maiores. O impedimento das aulas presenciais e o ensino remoto pegaram muita gente de surpresa. A desigualdade de condições e de acesso à internet e a outros recursos educacionais provavelmente ampliará ainda mais as distâncias na busca por seu lugar na faculdade. No entanto, houve uma maior propagação de informações online, videoaulas, minicursos, além, é claro, de plataformas de correção como a Redação Online. Tudo isso isso pode ser usado para melhorar a performance do participante, mesmo que o dia das provas já esteja quase aí. Mesmo que você esteja muito cansado(a), vale a pena dar um último fôlego nos estudos. O que fazer nos próximos dias para escrever uma boa redação? Se você já concluiu o ensino médio, o foco deve ser em ampliar seu repertório sociocultural, relembrar alguns fatos importantes da política, cultura, saúde, educação. Enfim, pense nas diversas possibilidades de temas que a banca pode cobrar na prova de redação. Leia algumas redações nota mil, disponíveis na internet, e perceba como elas foram construídas. Use-as como inspiração. Depois, é hora de treinar! Não existe outro jeito de estudar redação, portanto, escreva! Conheça as particularidades do texto dissertativo-argumentativo e pratique muito! Faça um cronograma de estudos e reserve, pelo menos, 4 redações até a prova (uma por semana). Escolha temas interessantes e pesquise antes de escrever, isso ajuda a ter mais argumentos para desenvolver. Depois de prontos os textos, peça que alguém corrija e reescreva até atingir todos os objetivos. Não tem ninguém de confiança para ler e avaliar o seu texto? Conheça nossos planos! Certamente será importante o olhar de alguém que conhece a avaliação e sabe apontar o que melhorar nas suas redações! Se você está finalizando o terceirão, é provável que as ideias sobre redação ainda estejam fresquinhas na sua mente. Aproveite para conhecer tudo o que você não deve fazer no seu texto. Desse modo, evitará surpresas desagradáveis por falta de atenção aos detalhes. Mesmo cansado(a), continue a rotina de treinamento! Escreva pelo menos uma redação por semana e faça reescritas orientadas. Não é o momento de aprender coisas novas, então apenas revise. Relembre as três partes da dissertação-argumentativa e desenvolva algumas propostas de intervenção completas para diversas áreas. Assim, você terá ideias que ajudarão na hora de produzir a redação “pra valer”. Relembre quais são os elementos obrigatórios da proposta de intervenção e sempre faça a contagem deles para garantir que estão todos lá! Prepare a sua estratégia Por ser uma prova de duração extensa, não dá pra ir pro Enem sem um plano. Sim, é preciso PLANEJAMENTO para poder dar conta de tudo durante as horas de prova. Por essa razão treinar a escrita ANTES da prova é essencial. Desse modo, você conseguirá calcular o tempo que leva fazer a interpretação dos textos motivadores, esboçar o projeto, rascunhar e passar a redação a limpo. Não se esqueça que além de tudo isso você ainda terá que responder as questões das outras provas. É claro que cada pessoa tem o seu método e a tendência é que com a prática você consiga escrever cada vez mais em menos tempo. Se esse ainda não é o seu caso, preste atenção na nossa sugestão: Comece lendo os textos motivadores e saiba o tema, isso fará com que você se tranquilize e já comece a pensar em possíveis repertórios; Anote quais argumentos, dados e referências usará na prova e depois já inicie o rascunho; Feito o esboço, deixe de lado o texto e parta para a resolução de uma das outras provas, de preferência aquela que você tem mais facilidade. Isso ajuda com a autoestima. Volte ao seu texto e o releia algumas vezes. Faça ajustes, corrija problemas de fluidez do texto. Perceba se usou operadores argumentativos em todos os parágrafos. Confira se a proposta de intervenção está completa. Enfim, passe a limpo. Pronto! Agora é foco total nas outras disciplinas! Se sobrar tempo, releia mais uma vez seu texto antes de entregá-lo. Ajustes de última hora ainda poderão ser feitos – com cuidado! É isso! Não dá para perder mais nenhum segundo a partir de agora, portanto comece a se organizar já! Seguindo essas dicas você poderá se dar muito bem na redação Enem. Precisa de ajuda? Então conheça nossos planos!

Erros na redação acontecem até nas melhores. Conheça quais desvios prejudicam o participante do Enem e saiba como consertá-los enquanto há tempo! Você já sabe da importância da redação no Enem, pois ela representa 20% da sua nota final nas provas. Assim, um mau desempenho na escrita do texto faz a sua média despencar. Além disso, já comentamos aqui que a nota da redação é importante para usufruir de programas governamentais como Prouni e Sisu. Ainda, ela pode carimbar seu passaporte para estudar em universidades portuguesas. Por isso, evite ao máximo os erros na redação. Hoje mostraremos o que fazer caso você cometa erros na redação. Acompanhe! Quantos erros na redação não prejudicam minha avaliação? Tratando-se dos erros gramaticais e ortográficos, para que você ainda receba 200 pontos na competência 1, é permitido até dois desvios. Também pode haver uma falha de estrutura sintática para manter o nível 5. Caso você não lembre como se avalia essa competência, lembre-se de que escrevemos um post no blog só sobre esse assunto. Vale a pena conferir de novo! Porém, mesmo que você estude muito sobre a língua portuguesa, pode acontecer de você escrever algo errado. Se você já estiver na fase de passar a limpo o seu texto, pode bater aquele desespero. E agora?! O que fazer? A folha de prova é insubstituível, por isso todo o cuidado é pouco para protegê-la de danos. Isso vale desde não deixar a garrafa de água perto dela (que pode molhar) até cuidar com as canetas para que não vazem. Especialmente nos dias quentes – como em geral são os dias das provas no Brasil – podem ocorrer acidentes como esses. Por isso, tenha atenção com as informações passadas pelos fiscais e cuide muito bem do seu material e da sua folha! Rasuras não descontam ponto Há muitos mitos em relação à prova do Enem, um deles afirma que provas não podem ter rasuras. Ora, é bastante provável que muitas pessoas erram na hora de transcrever a sua redação, por diversos fatores. Se isso fosse verdade, as notas teriam uma média muito abaixo do que elas realmente têm. De fato, uma folha de prova totalmente rasurada pode, em alguns casos, levar à nota a zero, mas são casos muito específicos. É certo também que a estética do texto conta positivamente para a avaliação, mas não é uma questão sobre a qual os avaliadores pontuam. Entretanto, quando uma redação aparece na tela de correção, ela deve estar legível, com todas as partes do texto dissertativo-argumentativo estruturalmente visíveis. Por exemplo, se o aluno não coloca as entradas de parágrafo, o corretor já sabe que se trata de um monobloco, e a nota já será mais baixa. Da mesma forma ocorre com o excesso de rasuras no texto: quem lê já percebe que encontrará uma série de erros na redação. Existe um jeito certo de fazer a rasura? Sim! Você pode rasurar algumas palavras ou mesmo trechos inteiros equivocados de sua prova sem prejudicar a sua avaliação. Nesse quesito, há muitas formas que são ensinadas pelos professores, mas a que você deve privilegiar é a seguinte: simplesmente passe um traço em cima da palavra errada e escreva-a corretamente ao lado. Isso mesmo! Basta um risquinho no erro que ficará tudo bem. Jamais rabisque freneticamente a palavra ou trecho errado, de um jeito que deixe o texto “machucado”, o que pode até rasgar a sua folha. Nada disso! A solução, como dito, é bem simples! Também é desnecessário colocar a palavra entre parênteses, embora algumas pessoas aprendam dessa forma. Não complique: só um tracinho basta! Veja: Ok, mas e se você só perceber o erro depois de já ter passado a limpo todo o texto? Bom, certamente vai dar um friozinho na barriga de nervoso, mas ainda tem jeito de resolver! Nesses casos, você também passará um traço simples na palavra ou trecho errado e escreverá corretamente acima desses elementos. É importante que fique o mais legível possível, por isso cuidado com o tamanho da letra! Se você escrever ocupando o espaço da linha inteira (letras grandes), pode ser que não consiga esse espacinho salvador na hora de corrigir um problema desses. Se não ficar bem clara a correção, a emenda pode ser pior que o soneto! Por isso redobre a atenção e, em caso de necessidade, mantenha a calma e procure a melhor maneira de resolver no seu caso. Atenção aos detalhes para não cometer erros na redação! Caso você perceba que apenas acentuou uma palavra que não precisaria de acento, faça a rasura simples somente nele. Não precisa anular toda a palavra e escrever de novo. Use o bom senso: em todos os casos em que for necessário rasurar, faça isso do modo menos invasivo possível. Ou seja, interfira o mínimo possível no visual da sua redação e, principalmente, no sentido do texto. No entanto, a correção precisa ficar evidente para quem for ler o seu texto. Errar é humano, mas insistir no erro… você sabe, não é? É isso! Nada de estresse caso você cometa erros na redação. Agora que já sabe como resolver, tudo ficará bem. Uma outra excelente forma de evitar esses problemas é revisar muito bem o rascunho do texto. Faça todas as alterações nele. Sempre releia algumas vezes e, na hora de passar para a folha de prova, muita – muita mesmo! – atenção é necessária! Portanto, não deixe para fazer isso quando você já estiver exausto(a) da prova. Quanto mais cansado(a), maior a probabilidade de ficar mais desatento(a)! Pra evitar esse tipo de situação, já sabe: treine muito a escrita! Se precisar de ajuda com isso, use a nossa plataforma! Tá esperando o que para nos mandar o seu texto!?

Não é fácil conciliar ansiedade e estudos, mas saiba que você pode aprender a manter a calma em situações de pressão. Por isso, vamos dar algumas dicas para enfrentar esses momentos e ficar de cabeça fria na hora de estudar! Você tem sentido dores de cabeça e irritabilidade? Tem dificuldades para dormir e sente que sua memória não é mais a mesma? Faltando menos de 2 meses para o Enem, é normal que você esteja se sentindo mais ansioso(a). Algumas pessoas têm maior propensão à ansiedade, uma condição mental, mas que afeta também o corpo. No entanto, com a proximidade das provas, fica mais complicado para todo mundo lidar com ansiedade e estudos. Neste ano, além de toda a tensão normalmente sentida em situações decisivas, tivemos uma dose extra de estresse: a pandemia. Um estudo noticiado no dia 10 deste mês, realizado pelo Instituto de Pesquisa sobre a Felicidade dinamarquês, mostrou que há 7 mil novos casos de ansiedade para cada 100 casos de Covid-19. Além disso, em outubro, a OMS alertou que a pandemia impactou de forma devastadora a saúde mental em escala mundial. Entre as situações que mais afetaram o bem-estar das pessoas está a solidão causada pelo distanciamento social. E como isso pode afetar a sua rotina de estudos? Então, saiba que o sintoma comportamental mais comum da ansiedade é evitar as situações. Assim, se você sente uma angústia ao pensar que precisa estudar, há uma forte tendência a procrastinar e acabar desistindo da tarefa. Com o passar do tempo (e com as provas cada vez mais perto), é provável que a pessoa ansiosa “trave”, sinta-se paralisada pelo medo. Isso porque as expectativas criadas também são muito altas, gerando um ciclo que pessoa imagina não conseguir romper. Isso pode manifestar os seguintes sintomas físicos: Aumento da frequência cardíaca Tensão muscular aumentada (causando dores) Dificuldade para respirar Sentir como se tivesse uma opressão/aperto em toda a área do peito Dores de cabeça tensionais Agitação Sensação de sufocamento Taquicardia Dificuldades para dormir Como manter a calma para estudar? A primeira coisa que se deve buscar é manter uma rotina. Mesmo que estejamos há quase 9 meses tendo que lidar com o tal “novo normal”, é importante que você trace um roteiro diário e tente segui-lo. Isso porque a falta de uma programação nos deixa perdidos diante de todos os estímulos que recebemos. Então, se você rende melhor pela manhã, acorde cedo e programe-se para estudar nesse período. Evite distrações nesse tempo que você determinou para os estudos. Na quarentena a Técnica Pomodoro tem feito sucesso. Você já ouviu falar dela? Embora tenha surgido nos anos 1980, muita gente só conheceu agora. Isso porque a vida de todo mundo foi afetada, com aulas remotas e trabalho home office. Com todas as distrações que temos em casa, fica difícil mesmo ter foco, e isso pode ser um gatilho para quem sofre com ansiedade. A técnica pomodoro é um meio de gerenciamento do tempo para se tornar mais produtivo. Pratique meditação Outra atividade que entrou na vida de muitas pessoas na quarentena foi a meditação. E são comprovados os efeitos positivos que ela causa em quem a pratica. Entre os diversos benefícios, está a redução da famigerada ansiedade. Além disso, ela pode reduzir outros sintomas que pessoas ansiosas apresentam, como dores crônicas, frequência cardíaca e pressão elevada, e ainda melhora o sono. Assim, a equação ansiedade e estudos pode ser resolvida com alguns minutos por dia de respirações profundas e trazendo sua mente para o momento presente. Um dos grandes mitos que afastam as pessoas da meditação é achar que meditar é “parar de pensar”. Nada disso! A mente não para de pensar nunca! O que a meditação faz é aumentar a capacidade de concentração e memorização, desenvolvendo a criatividade e aumentando o equilíbrio emocional. Hoje em dia é possível baixar aplicativos com meditações guiadas e há canais no Youtube que ensinam a prática desde o nível iniciante. Certamente vale a pena conhecer essa técnica e praticá-la diariamente, podendo ser usada para retomar o controle de si mesmo durante uma prova. Algumas respirações profundas e focadas por apenas 1 ou 5 minutos podem fazer milagres e dar mais clareza às suas ideias.https://youtu.be/03Owg92Yib4 Durma bem Noites mal dormidas fazem com que você não renda no dia seguinte. Se você habituou-se a estudar à noite, prefira fazer apenas revisão. Os estímulos cerebrais devem ser diminuídos cerca de 1h30 antes da hora que você pretende dormir. Ao acordar, é bem importante tentar não ceder ao vício de entrar nas redes sociais. Isso é outro fator que causa muita ansiedade. Assim, foque em levantar, fazer suas tarefas, deixando para se distrair somente depois de já ter cumprido suas metas do dia. Evite bebidas estimulantes Se você já está mais nervoso ou ansioso, é hora de diminuir essas sensações, e não de aumentá-las. Embora bebidas à base de cafeína sejam as preferidas dos vestibulandos, tente trocá-las por chás calmantes, como o de camomila, ou sucos, quem sabe de maracujá. Dessa forma você conseguirá descansar melhor, o que é fundamental para conseguir estudar de forma eficaz. Pratique alguma atividade física Ninguém precisa virar o Mister Universo, ainda mais em meio à pandemia e com as provas logo ali. Mas todo mundo deve (ou deveria) reservar ao menos 30 minutos diários para praticar alguma atividade física. Isso porque pesquisas já apontaram que exercícios físicos melhoram o desempenho nos estudos para o Enem. Entre os principais benefícios estão melhorias na memória, foco e resistência. Além disso, a prática de atividade física regular melhora a qualidade do sono. Como já dissemos aqui, uma boa noite de sono é essencial para quem está estudando e se preparando para as provas. Não se esqueça que é enquanto dormimos que a memória se consolida, portanto, é nesse momento que toda a carga de estudos do dia se “acomoda” no seu cérebro. Equilíbrio é tudo, não é mesmo? Você precisa, sim, estudar bastante e treinar muito a redação, por exemplo. Porém, o corpo não

Você sabe as consequências de zerar a redação Enem? Venha com a gente e fique por dentro. Garanta oportunidades nos processos seletivos pelo país! Se você está se preparando para o Enem, com certeza sabe quão essencial é garantir uma boa nota na redação. Além de valer mil pontos, ela representa 20% da sua nota geral no exame nacional. Por isso, ela é tão temida e muitas vezes uma pedra no sapato do participante que se dedicou apenas a outras disciplinas. Mesmo que você vá muito bem em todas as provas, se for muito mal ou zerar a redação Enem, sua média pode despencar! Portanto, é imprescindível reservar um espaço na rotina de estudos para treiná-la. Assim, busque saber tudo que é avaliado nela, ler as nossas dicas e, principalmente, treinar muito a sua escrita! No entanto, mesmo quem se prepara muito não está livre de ter imprevistos no dia da prova. Imagine se dá um “branco”, se você calcula mal o tempo, ou qualquer eventualidade ocorra em uma situação dessa. E se você simplesmente decidir que não irá escrever um texto? O que acontece se você zerar a redação Enem? A seguir vamos mostrar algumas oportunidades que você poderá perder caso zere a sua redação e também relembrar algumas situações que podem levar à nota zero. Assim você estará prevenido(a) sobre as consequências e saberá tomar a melhor decisão a respeito dessa questão. Vamos lá? Não feche portas! A sua nota no Enem pode ser a chave de acesso a diversas instituições de ensino superior públicas e privadas no país. É por meio dela que você também consegue pleitear vagas via programas do Ministério da Educação, que visam tanto o ingresso (Sisu, Prouni) quanto a permanência (Fies). Mas não é só isso! A sua nota também pode ser usada para compor percentual por uma vaga na universidade (junto com o vestibular) e estudar fora do Brasil. Isso mesmo! Os resultados individuais do Enem podem ser usados nos processos seletivos de mais de 40 instituições portuguesas. E como zerar a redação Enem pode atrapalhar o meu futuro? Além da queda brusca em seu score, os processos seletivos elencados acima prescindem que você não tire zero na redação. Acompanhe os critérios para poder participar de cada um deles: Sisu é o Sistema de Seleção Unificada. Por meio dele, instituições públicas de ensino superior oferecem vagas para candidatos participantes do Enem. Os candidatos com melhor classificação são selecionados conforme suas notas no exame. Para se inscrever, o candidato deve ter participado do Enem mais recente (as vagas são disponibilizadas semestralmente), obtendo nota na redação maior que zero. “Treineiros” também não podem se candidatar via Sisu. Prouni é o Programa Universidade para Todos, que concede bolsas de estudo integrais e parciais (50%) em instituições privadas de educação superior, em cursos de graduação e sequenciais de formação específica. Estudantes brasileiros sem diploma de nível superior podem se inscrever. Os demais critérios são os seguintes: ter participado do último Enem; ter obtido no mínimo 450 pontos na média das notas do exame; nota superior a zero na redação. Fies: é um modelo de financiamento estudantil que se divide em diferentes modalidades, possibilitando juro zero e escala de financiamentos que varia conforme a renda familiar do candidato. Para poder concorrer, o você precisa: ter participado do ENEM, a partir da edição de 2010; ter obtido média aritmética das notas nas provas igual ou superior a 450 pontos; ter tirado nota superior a zero na redação; possuir renda familiar mensal bruta, por pessoa, de até 3 (três) salários mínimos. Enem Portugal Mais de 40 universidades, institutos politécnicos e escolas superiores têm acordo interinstitucional com o Inep, garantindo acesso facilitado às notas dos estudantes brasileiros interessados em cursos de graduação em Portugal. Cada instituição define as regras e os pesos para uso das notas. Para concorrer a uma vaga, é necessário: não ser nativo de um Estado-membro da União Europeia; não residir legalmente há mais de dois anos, de forma ininterrupta, em Portugal; comprovar que conclui o Ensino Médio; nota do Enem. Ano de realização, notas mínimas exigidas no exame e pesos específicos para cada área de conhecimento e curso variam de acordo com a instituição. A escala de classificação portuguesa 0-200 é adotada na maior parte dos casos. Isso significa que a pontuação do Enem, cuja escala é de 0-1000, será dividida por cinco. Portanto, uma boa nota será essencial e, sem pontuação na redação, você muito provavelmente não atingirá um bom score para se habilitar. Além da vaga, estudantes com melhores médias na classificação portuguesa podem concorrer a bolsas de estudo. Como cada universidade estabelece seus critérios de seleção, em algumas a redação zerada pode deixá-lo de fora logo de cara. A Universidade do Algarve (UAlg), por exemplo, localizada na região sul de Portugal, só aceita o candidato que apresentar no mínimo 500 pontos na prova de redação e pelo menos 475 pontos em cada uma das provas restantes. Ou seja: além de não zerar, você ainda precisa garantir, pelo menos, 500 pontos com o seu texto! Como não zerar a redação? Então, como vimos, zerar a redação não é uma opção! Recentemente fizemos uma postagem aqui no blog sobre as situações que levam à nota a zero. Caso não tenha lido, vale conferir! Mas vamos relembrar algumas coisas que você não deve fazer na prova: escrever até 7 linhas de texto apenas, o que configura texto insuficiente; fugir do tema ou não atender ao tipo textual; fazer uso de muitos trechos de cópia dos textos motivadores ou do caderno de provas; introduzir partes desconectadas, como identificação no corpo do texto, impropérios, zombarias, recados, mensagens políticas etc. Esperamos que você tenha se convencido que a produção textual é importantíssima e que é preciso se dedicar a ela para não zerar a redação Enem. Ela pode ser a diferença entre conseguir seus objetivos logo ou ter de adiá-los por algum tempo. Precisa de ajuda para ir bem nessa prova? Conheça a nossa plataforma de correção on-line

A grande dúvida dos jovens em determinadas épocas do ano é: o que zera a redação do ENEM? Existem diversos motivos que podem zerar a nota da redação do ENEM. Garantir uma boa na prova escrita é importante porque ela pode elevar a média geral dos candidatos a vagas nas universidades, servindo também como critério de desempate em processos seletivos que usam a pontuação do exame nacional, como Sisu, ProUni e FIES. Neste texto, vamos conhecer as situações que podem anular sua nota da redação. Existe uma cartilha de redação para o Enem que aborda os critérios usados pelos corretores do Inep, acesse o material para ficar por dentro de tudo. Na sequência, vamos contar o que não fazer no dia da prova. Boa leitura! Critérios que zeram a redação do Enem: veja a lista! Em 2019, 4% dos inscritos no ENEM tiraram zero na prova de redação, o que corresponde a quase 144 mil participantes. Dessas redações, 42% entregaram a prova em branco, 28% fugiram ao tema e 16% fizeram cópia dos textos motivadores. Esses são apenas alguns exemplos das situações que podem anular sua nota, serve também para entender que é algo mais comum do que pensamos. Evite entrar para esses números, confira uma lista completa do que não fazer! 1. Redações em branco e textos insuficientes Você precisa saber que, nos casos em que o participante deixa a prova em branco ou o texto é insuficiente (até 7 linhas escritas), não são os avaliadores que vão zerar a redação, mas ela mesma: a folha em branco já é identificada e separada durante o processo de digitalização. Igualmente, esse procedimento prévio é realizado com textos que apresentam até 7 linhas escritas, incluindo o título que sempre é considerado na contagem de linhas, embora ele não seja obrigatório. 2. Formas elementares de anulação Essas situações ocorrem porque o participante descumpre (deliberadamente ou não) as orientações básicas para a produção textual que a proposta do ENEM prevê. Na dúvida, não enfeite seu texto! Já pensou escrever 30 linhas e zerar a redação por uma bobeira dessas? prova assinada ou com qualquer tipo de identificação: apelido, rubrica, iniciais, nome simples ou nome completo isolados do corpo do texto, rasurados ou não; desenhos na folha de prova: qualquer representação de seres, objetos etc. Também podem ser quaisquer ícones que traduzam ou resumam emoções (emoticons/emojis), sensações, entre outros; gráficos, tabelas e esquemas na versão final; número(s) isolado(s) no corpo do texto e que não possuem relação com dados relevantes apresentados; sinal gráfico que não faz parte do texto escrito: são considerados os símbolos de interrogação (?) e exclamação (!) – quando isolados do texto -, o asterisco (*), a arroba (@), a hashtag (#), entre outros. casos de anulação proposital: quando o participante anula todo o texto que escreveu, rasurando-o; recusa explícita em escrever a redação: uma frase de recusa ou de zombaria com relação ao exame. Por exemplo: o participante escreve um texto para dizer que não quer escrever a redação; texto ilegível: quando, no texto, (i) não se identifica sequer configuração de letras; (ii) identificam-se letras, mas não formação de palavras; ou (iii) se identifica apenas uma ou outra palavra legível, mas não o suficiente para que o texto seja avaliado normalmente; texto em língua estrangeira: com trecho de 7 linhas ou menos em Língua Portuguesa. Atenção: a regra sobre numerais não se refere a percentuais de dados apresentados ou outras situações em que a presença de números está fazendo parte do texto de forma coerente. A proibição é para algoritmos aleatórios que podem permitir a identificação de quem o escreveu. 3. Cópia dos textos motivadores Copiar, integral ou parcialmente, trechos da prova de redação ou do caderno de questões, sem que sejam apresentadas mais de 7 linhas de texto autoral, vai zerar a redação. Lembre-se de que você pode, sim, se inspirar nos textos motivadores e usar alguns dos dados apresentados neles para compor o seu texto. Porém, caso seja necessário fazer isso, prefira parafrasear os trechos. Para um melhor desempenho, utilize outras ferramentas para argumentar. Assim, não será necessário correr esse tipo de risco no dia da prova! Temos um post completo sobre 5 formas de ampliar seu repertório sociocultural, uma excelente opção para adicionar em sua redação! 4. Fuga ao tema Para zerar a redação por fuga ao tema, o avaliador analisará se o participante não só compreendeu a proposta de redação como também a importância de desenvolver o tema. Assim, serão verificadas as habilidades de leitura e escrita, de forma integrada. Quem for prestar a prova, precisa ter atenção à frase temática (aquela que informa sobre o que você precisa escrever). Um exemplo fácil de entender é com a prova de 2019: a frase temática era “Democratização do acesso ao cinema no Brasil“. Portanto, para abordar o tema de forma completa, era necessário não só falar de “acesso ao cinema no Brasil”, mas explicar de que forma se dá/deu/dará a sua democratização. Assim, caso o participante tenha falado apenas de democratização (sem atrelar à questão do acesso ao cinema no Brasil) ou apenas do acesso (sem mostrar de que forma ele pode ser democratizado), houve tangenciamento. Por isso, é fundamental ler e reler a proposta, grifar a frase temática, identificar o tema (mais específico) e o assunto (mais amplo). 5. Não atendimento ao tipo textual Outro item da lista do que zera a redação do Enem é o não atendimento do formato. A proposta de redação é bastante específica quanto ao tipo de texto solicitado: dissertativo-argumentativo. Esse tipo é aquele em que: “as ideias são organizadas no sentido de persuadir o leitor, de convencê-lo. Os enunciados (argumentos) atribuem qualidades e informações em relação ao objeto ou fenômeno de que se fala para reforçar uma posição, um ponto de vista. Os argumentos podem ser exemplos, qualidades, depoimentos, citações, fatos, evidências, pequenas narrativas, dados estatísticos, entre outros recursos de convencimento.” (GARCEZ, 2016, p. 46 apud INEP, 2019, p. 83). Portanto, um corretor irá zerar a redação que for predominantemente narrativa. Nesse caso, o uso da primeira ou terceira pessoa e os relatos pessoais são mais comuns. Assim,

O uso do pronome neutro na língua portuguesa é um debate recente e que tem tomado conta das redes sociais. Conheça algumas referências sobre o assunto para poder argumentar bem na sua redação. Já conferiu o tema de redação sobre o uso de Pronome neutro na língua portuguesa? Separamos alguns conteúdos para você saber mais sobre a discussão acerca do uso do pronome neutro. Lembre-se de que é fundamental para o desenvolvimento do seu texto que você se posicione acerca do assunto, elencando repertório sociocultural produtivo para argumentar de forma consistente e estratégica. Além disso, procure pensar em propostas de intervenção à questão tratada. Vamos lá? 1 – Linguagem Neutra @ELLE Brasil https://youtu.be/WAzsxxMMlIMNeste vídeo, disponibilizado no canal Tempero Drag, Rita Von Hunty conversa sobre a importância e aspectos para se adotar uma linguagem neutra. Ela traz referências da área da Linguística para embasar a sua fala, que foi feita a pedido da revista Elle. Rita Von Hunty é o nome drag de Guilherme Terreri Lima Pereira, professor formado em Artes Cênicas e Letras. Profere palestras e cursos em todo o país sobre política, filosofia e sociologia, além de manter o canal no Youtube, que hoje está com 667 mil inscritos. 2 – VAMOS TODES JUNTES! Neste artigo, publicado no site da revista on-line do @ezamtamentchy, página de humor e empoderamento LGBTI+ (sigla usada no perfil) há informações sobre o que é a linguagem neutra. Assim, mostra as discussões no Brasil e como ela já está avançada em países como Portugal, Espanha e França. Esses locais, por meio de políticas públicas de inclusão e diversidade, já incluíram a linguagem não binária em suas gramáticas. Além disso, disponibiliza a cartilha “Linguagem Neutra de Gênero: o que é e como aplicar”. Nesse material você poderá se informar sobre como substituir alguns usos binários para ser inclusivo, não necessariamente fazendo uso de pronomes neutros. Também, nem sempre em todos os contextos. Vale a pena dar uma lida nesse conteúdo! 3 – Escrever ‘todxs’ ou ‘amig@s’ atrapalha softwares de leitura, dizem cegos Uma questão que frequentemente é levantada quando se fala do uso de linguagem neutra se refere à acessibilidade de pessoas cegas. Como ainda há muitas vozes sobre o assunto, muitos ainda não definiram de que maneira irão utilizar esse formato no dia a dia. No entanto, já se sabe que usar “x” ou @ para não marcação de gênero nas palavras dificulta a vida de cegos. Assim, cabe refletir sobre a tentativa de inclusão que , por fim, acaba excluindo uma parcela da comunidade que também consome conteúdos on-line. Acessando essa reportagem do G1, você saberá falar melhor sobre essa questão. 4 – Brasileirxs e brasileires: um ponto de vista da linguística sobre gênero neutro Neste material, um pouco mais acadêmico, mas mesmo assim acessível, a questão da linguagem neutra e inclusiva é tratada por pesquisadoras dentro da Universidade. Há referências para quem quiser aprofundar um pouco mais a leitura sobre esse assunto. O ponto de partida da discussão é a notícia divulgada na mídia em 2015 de diversos países sobre a inclusão do pronome de gênero neutro “hen” ao Dicionário da Academia Sueca. É importante notar que, contrariamente do que muitos pensam, essa discussão está efervescente em vários lugares do mundo. 5 – Série: Todxs Nós (HBO Brasil) https://youtu.be/JcghPPm0Ix8Trata-se de uma série em que a protagonista, Rafa, identifica-se como não binária. Os seus pais não entendem sua forma de ser. Por isso, ela vai para São Paulo em busca de mudar sua vida. Como você deve ter percebido no trailer, a linguagem neutra é utilizada na série e pode ser um bom exemplo para usar na redação. 6 – Dicionário adota pronome para pessoas Não-Binárias Neste vídeo, noticia-se que o dicionário mais antigo dos Estados Unidos reconheceu, oficialmente, o uso de palavra neutra para se referir aos “não-binários”. Além disso, mostra o sistema que se propõe adotar no Brasil. Posteriormente, a bancada comenta essas propostas, contrários à mudança ou levantando alguns questionamentos. Como a questão é bastante polêmica para alguns setores sociais, cabe conhecermos também como pensa quem acha que o uso de pronome neutro é uma “bobagem”, mesmo que não se concorde com isso.https://youtu.be/imQoEM0Y9wE 7 – 8 polêmicas sobre gênero neutro Neste vídeo, Jana Viscardi, que é linguista, rebate e explica algumas afirmações acerca do uso do pronome neutro. Assim, ela fala sobre as questões de gênero que estão no centro de disputas e tensões sobre a linguagem. No entanto, segundo ela, muitos não querem discutir de forma aberta, limitando a língua portuguesa à norma culta. Por exemplo, ela menciona a ideia de masculino genérico, deixando referências para que seja aprofundada a pesquisa sobre isso.https://youtu.be/TMNBbsV8LKcSugerimos que você pesquise no canal outros vídeos que tratam do mesmo tema para ampliar seu repertório . 8 – Meninx (Porta dos Fundos) O humor, frequentemente, apropria-se de discussões da sociedade para produzir obras que reflitam essa mesma sociedade. O intuito é sempre provocar, fazer com que nos enxerguemos de algum modo. Dessa forma, é produzido o riso. O Porta dos Fundos falou de linguagem neutra em um de seus vídeos. Claro, leva ao extremo a questão, utilizando também outras questões sociais da atualidade em seu esquete. O vídeo pode servir para exemplificar o uso do pronome neutro com pessoas que desconhecem esse modo de se expressar. Além disso, mostra como estamos acostumados com o modelo binário de construção dos gêneros.https://youtu.be/u_NneiwgresAgora você já possui algumas fontes para discutir melhor sobre o uso do pronome neutro em seu texto. Não esqueça de fazer a sua própria pesquisa, que corrobore o ponto de vista que você defenderá sobre o tema. Treine bastante! Até a próxima!

O uso de pronomes neutros tem provocado polêmicas, especialmente nas redes sociais. Mostre o que você pensa sobre isso, treinando a escrita da redação. Leia os textos motivadores. Com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo sobre o tema “O uso de pronomes neutros na língua portuguesa”. Use a modalidade escrita formal da língua portuguesa e apresente proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Além disso, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista. TEXTO 1 Linguagem neutra: proposta de inclusão esbarra em questões linguísticas (…) A linguagem neutra, ou linguagem não binária, não é obrigação imposta por nenhum movimento da causa LGBTQI+. No entanto, trata-se de uma discussão que propõe uma modificação na língua portuguesa para incluir pessoas trans não binárias, intersexo e as que não se identificam com os gêneros feminino e masculino. Assim, a ideia é criar um gênero neutro para ser usado ao se referir a coletivos ou a alguém que não se encaixa no binarismo. Para além do universo preto-no-branco das redes sociais, essa discussão vem crescendo nos últimos anos entre acadêmicos de linguística e estudos de gênero. Certamente, uma crítica comum é a dificuldade em implementar esse sistema na língua portuguesa e seus efeitos na aprendizagem e alfabetização. (…) Não é capricho A proposta de criação de um gênero neutro na língua portuguesa e de mudanças na forma com que nos comunicamos nem sempre é aceita, e costuma ser vista como “capricho”. Para Monique Amaral de Freitas, doutoranda em Linguística pela USP (Universidade de São Paulo), apresentadora do podcast “Linguística Vulgar” e colunista no blog “Cientistas Feministas”, o debate está longe de ser irrelevante. “Há dois problemas com esse tipo de afirmação. O primeiro é que ela pressupõe que a língua seria apenas um reflexo da sociedade, o que, a esse altura, no campo das ciências da linguagem, já sabemos que não é verdade. A relação entre língua e sociedade não é de mão única. As coisas que dizemos são, por elas mesmas, ações no mundo, elas têm consequências. O segundo problema é que refletir sobre a linguagem não nos impede de agir a respeito de outras questões”, explica. A implementação da linguagem neutra, portanto, seria uma forma de inclusão de grupos marginalizados. Isso é o que acredita Jonas Maria, de São Paulo, criador de conteúdo LGBTQI+ e graduado em Letras. “Não é uma simples mudança gramatical, mas uma mudança de perspectiva”, afirma. “Quando falamos em linguagem neutra, estamos falando sobre gênero, relações de poder. Sobre tornar visível uma parcela da sociedade que é sempre posta à margem: pessoas transgêneras”, disse Maria ao TAB. O masculino genérico A discussão sobre um gênero neutro na linguagem deriva do uso do gênero gramatical masculino para denotar homens e mulheres (“‘todos’ nessa sala de aula precisam entregar o trabalho”) e do feminino específico (“[Clarice Lispector] é incluída pela crítica especializada entre os principais autores brasileiros do século 20”). Na gramática, o uso do masculino genérico é visto como “gênero não marcado”. Ou seja, usá-lo não dá a entender que todos os sujeitos sejam homens ou mulheres — ele é inespecífico. Por ser algo cotidiano, é difícil pensar nas implicações políticas de empregar o masculino genérico. Porém, o tema foi amplamente discutido por especialistas como uma forma de marcar a hierarquização de gêneros na sociedade, priorizando o homem e invisibilizando mulheres. Então, o masculino genérico é chamado, inclusive, de “falso neutro”. Entretanto, essa abordagem não é unânime no campo da Linguística. Para muitos estudiosos, a atribuição sexista ao masculino genérico ignora as origens latinas da língua portuguesa. Fonte: https://tab.uol.com.br/noticias/redacao/2020/10/07/linguagem-neutra-proposta-de-inclusao-esbarra-em-questoes-linguisticas.htm TEXTO 2 Aula sobre “pronomes neutros” em escola do Recife gera críticas Imagens de uma aula ocorrida em um escola particular do Recife (PE) deixaram usuários de redes sociais atônitos. Isso porque a aula inovou com um slide sobre “pronomes neutros” e trouxe como exemplos os termos “obrigade”, “elu” e “chamade”. (…) O caso ocorreu durante uma aula da turma do 8º ano do Colégio Apoio. Ao veículo, uma funcionária informou que a atividade ocorreu em sala de aula. No entanto, o tema foi proposto pelos alunos. O slide afirma que o uso de pronomes neutros “são uma forma de nos referirmos a alguém de forma com que essa pessoa se sinta confortável. Precisamos respeitar o próximo. Isso inclui respeitar seus pronomes e a forma como elu se sente mais confortável em ser chamade”. Fonte: https://pleno.news/brasil/cidades/aula-sobre-pronomes-neutros-em-escola-do-recife-gera-criticas.html TEXTO 3 Pronomes neutros ganham espaço nas ruas, redes sociais e até em empresas BRASÍLIA – “Bom dia a todos, a todas e a todes.” Foi assim que a escritora Conceição Evaristo se dirigiu no último dia 7 ao público que lotou a Bienal do Rio. A saudação inclusiva, que acolhe não apenas homens e mulheres, mas também pessoas não binárias (que não se identificam nem com o gênero masculino nem o feminino), levou ao delírio o público do evento (…). Além disso, a referência a “todes” também lançou luz sobre a vida cada vez mais visível dos pronomes neutros no vocabulário utilizado no dia a dia – seja nas redes sociais, nas ruas ou na rotina empresarial. No dia 13, a questão voltou a ganhar o debate internacional. O cantor Sam Smith pediu em suas redes sociais para que as pessoas passem a usar os pronomes de gênero neutro da língua inglesa “they” e “them” para se referirem a ele. Certamente, o uso de uma linguagem neutra é uma das principais batalhas de Pri Bertucci, um dos poucos CEOs trans do País, que comanda a Diversity BBox, consultoria voltada para questões de gênero e sexualidade. “Você gostaria que alguém te chamasse de um gênero que não te representa? Você, homem, gostaria de ser chamado de ‘ela’? É isso que eu experimento todos os dias. As pessoas podem achar que (a questão da linguagem) é um capricho, mas não é”, diz Pri. “Vivemos em uma sociedade que não pensa em gênero para além de genital e que vê

Identifique quais os erros ortográficos e gramaticais mais comuns encontrados na redação ENEM. Aprenda quais aspectos da modalidade escrita formal da Língua Portuguesa aprimorar para se dar bem nas avaliações. Em maio deste ano, o Inep – Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira, responsável pelas provas do ENEM, disponibilizou as apostilas usadas para capacitação dos corretores de redação. Assim, pela primeira vez, estão acessíveis a qualquer interessado os critérios utilizados pelos avaliadores para atribuir as notas nas cinco competências do exame. No Módulo 3, são descritos os critérios de correção da Competência 1. Aqui, é possível conhecer os erros ortográficos e gramaticais mais comuns nas redações, com alguns exemplos. O objetivo da divulgação desse material – até então sigiloso – foi auxiliar os estudos dos candidatos para a redação ENEM e o aprofundamento de professores e comunidade em geral sobre a prova. Na primeira competência, avalia-se o domínio quanto à modalidade escrita formal da Língua Portuguesa. Portanto, tanto o aluno ao escrever quanto o corretor ao corrigir deve pautar-se pelo que dispõe a norma-padrão. Considerando isso, é necessário ter em mente dois aspectos: estrutura gramatical e desvios. Como o material do Inep é bastante extenso, vamos sinalizar apenas os principais desvios cometidos com base nesse conteúdo e em nossa experiência com as correções na plataforma Redação Online. Portanto, para ver todos os tópicos elencados pelo Instituto, sugerimos a consulta do módulo completo. Você já conhecia esses critérios? Fique atento(a) à leitura e aplique os conhecimentos em seus textos para tirar uma boa nota! Estrutura sintática Juntamente com os desvios, a estrutura sintática também faz parte das regras da Língua Portuguesa, especificamente aquelas que dizem respeito à sintaxe. Em poucas palavras, pressupõe a existência de certos elementos oracionais que se organizam na frase e garantem a fluidez da leitura e a clareza das ideias do autor de um texto. Textos falhos quanto à estrutura sintática podem apresentar: Mas o que seria uma leitura truncada? Uma das características de textos que apresentam deficiência na estrutura sintática é a necessidade de interromper várias vezes a leitura e retomá-la de certo ponto anterior porque as ideias começam a não fazer sentido. Geralmente, isso ocorre pela ausência ou uso inadequado da pontuação nas orações. A seguir vemos um exemplo que consta na apostila do Inep. Perceba que o candidato isolou as orações iniciadas por gerúndio quando deveriam ser subordinadas à oração principal. Esse tipo de erro gramatical é um dos mais comuns encontrados na redação ENEM. Acesse o arquivo completo para verificar outros exemplos. A justaposição de palavras, que também é recorrente, acontece quando orações que deveriam ser independentes formam um único período. Abaixo temos mais um exemplo destacado pelo Inep. Nela, inclusive fica difícil compreender corretamente o trecho inicial, que pode ter duas interpretações. Esse é um tipo de erro que, usando a técnica de leitura atenta do rascunho, pode ser evitado. Nem de mais, nem de menos Ainda no campo dos erros de estrutura sintática, pode acontecer excesso, duplicação ou ausência de palavras. O excesso é quando palavras “sobram” nas orações, como colocar duas preposições (por exemplo: para com) quando deveria ser uma. Já a duplicação é quando o candidato escreve a mesma palavra duas vezes em sequência (geralmente por desatenção). Assim, mais uma vez percebe-se a importância de reler algumas vezes o texto para conseguir sanar esse tipo de problema. Há ausência de palavras quando falta elemento sintático unindo outros dois para que a oração ou período faça sentido. Vamos ver mais um exemplo que o Inep disponibilizou: Neste trecho, faltou a preposição “a” entre as palavras atento e tudo, que é um desvio de regência. Mais adiante, um erro por ausência de palavra entre “fazem” e “iludi”. Esses problemas de estrutura dificultam a leitura, deixando-a sem fluidez. Por isso é preciso atentar-se à leitura crítica do próprio texto. Afinal, se você não estiver conseguindo entender, o corretor também terá muita dificuldade. Coloque-se no lugar do leitor! Desvios Agora que você já sabe um pouco mais sobre os problemas de estrutura sintática, vamos olhar melhor para os erros ortográficos mais comuns nas redações. Os desvios (como nós, professores, preferimos chamar os “erros”) podem ser de quatro tipos: Desses, o tipo mais aparente e fácil de identificar se refere às convenções da escrita. Atualmente, por digitarmos mais que escrevermos, contando com corretores ortográficos ou predominantemente usando uma linguagem mais informal, muitas vezes a acentuação das palavras é esquecida. Aqui já tocamos em outro aspecto que deve ser considerado: a escolha de registro. A linguagem, como pede a proposta e o gênero textual escolhido, deve ser formal. Informalmente, é aceitável uma linguagem menos monitorada e o uso de traços de oralidade (tá em vez de está, por exemplo), mas na dissertação isso não pode acontecer! Cabe rever as regras de acentuação em alguma gramática ou, sempre que tiver dúvida, consultar um dicionário para verificar a grafia correta das palavras. Também é possível usar o Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa –VOLP para conferir acentuação, uso de hífen, ortografia. Portanto, quando mais você treinar a escrita, consultando as palavras que geram dúvida, mais bem preparado estará na hora de escrever a redação ENEM. Infelizmente não há mágica: é preciso estudar e ler bastante, e, principalmente, praticar. Escolha vocabular: saiba o significado das palavras Os desvios gramaticais impactam na estrutura sintática e, como já comentado anteriormente, podem ser resolvidos com uma boa leitura atenta do texto. É nesse momento que os truncamentos ficam evidentes pela ausência de fluidez e dificuldade de entender as ideias principais, tendo que retornar à leitura frequentemente para compreender o que se quis dizer. Aqui os erros mais comuns são de uso da crase, pontuação e concordância – nominal ou verbal. Mas, para finalizar, vamos conversar um pouco sobre os desvios de escolha vocabular. É frequente vermos redações em que os estudantes utilizam palavras pouco comuns, que não usariam no dia a dia, e muitas vezes nem conhecem exatamente o significado. É valorizado, sim, na correção, que o estudante

Saiba quais estratégias são eficazes para escrever melhor. Aprenda a identificar pontos da sua rotina de estudos que ajudam a fazer mais – sem esforço. Muitos estudantes têm facilidade para escrever e conseguem rapidamente elaborar uma argumentação e organizá-la dentro da estrutura de um gênero textual. No entanto, essa não é a realidade da maioria. Em um mundo onde quase tudo acontece na velocidade de um clique, escrever pode ser um grande desafio. Assim, para quem vai fazer ENEM ou prestar vestibular, a prova de Redação muitas vezes é motivo de grande apreensão. Porém, existem estratégias para escrever melhor que podem ajudar qualquer pessoa a ultrapassar esse obstáculo. Na contemporaneidade, introduzir metodologias ativas na educação tem colaborado para que estudantes consigam apreender e avançar mais facilmente em seus estudos, tornando-se protagonistas de sua aprendizagem. Isso significa que é preciso “colocar a mão na massa”, ou seja, pôr em prática formas alternativas de estudar para alcançar determinados objetivos. De acordo com o psiquiatra norte-americano William Glasser e sua pirâmide de aprendizagem, 80% da retenção dos estudos se dá ao fazer, escrever ou praticar. Portanto, é por meio da atitude proativa que o aluno consegue desenvolver suas habilidades. E com a escrita não é diferente. É por meio de processos de leitura, releitura e reescrita que se torna possível melhorar nesse aspecto. Conheça como combinar uma sequência de atitudes que certamente ajudarão a produzir mais e melhores textos. E isso não só para avaliações em provas, mas para qualquer situação do dia a dia. Boa leitura! 1 – Faça um mapa mental Você já fez algum mapa mental? Essa é uma técnica bastante utilizada para estudos, e talvez você até a faça, mas sem conhecer por esse nome. Trata-se de substituir as anotações tradicionais por esquemas em que se coloca um tópico central. A partir dele, usam-se ramificações que podem ser coloridas, com símbolos, ícones, desenhos, fazendo associações com esse tema principal. Para pensar a escrita, por exemplo, você pode usar um mapa mental para organizar os pontos que pretende usar como argumentos em sua dissertação. Uma ideia é colocar o tema da proposta de redação no centro e dali criar os tópicos que podem ser desenvolvidos no seu texto. Assim, coloque quais fontes você já têm e que são pertinentes ao assunto, qual o seu ponto de vista sobre a questão, quais propostas de intervenção são possíveis diante do que você pretende apresentar etc. Visualizar partes do seu texto antes de partir para a escrita em si faz com que você não se perca e ajuda a trazer foco para o que é possível trabalhar no texto. Também ajuda a não esquecer aspectos importantes – ninguém quer chegar ao final do texto e lembrar que faltou falar algo essencial sobre o assunto, né? Hoje, é possível encontrar até mesmo aplicativos para smartphone que ajudam a produzir mapas mentais. Mas recomendamos fortemente que, antes de partir para opções virtuais, você treine mapas mentais feitos à mão. E vamos explicar o porquê na sequência. 2 – Elimine distrações É sempre muito bom contar com facilidades das tecnologias para realizar nossas tarefas. E por que não usar isso também para trabalho e estudos? O dilema é que vivemos quase sempre conectados, recebendo diversos estímulos visuais, auditivos e táteis ao mesmo tempo. Assim, esse uso exagerado prejudica uma habilidade essencial para escrever bem: o foco. Uma boa escrita prescinde de você conseguir estar em um ambiente o mais adequado possível e determinado a pensar sobre um assunto em profundidade. É preciso escrever, reler, reescrever. Assim, fazer isso fica muito complicado se você parar de 2 em 2 minutos para checar as mensagens no celular. Ou se, por causa de uma notificação, se perder por horas vendo memes no Instagram. Portanto, prepare-se para escrever: tire um tempo para fazer somente isso (e calcule esse tempo para poder identificar se precisa “acelerar” em uma situação de prova). Faça o teste com as distrações ligadas e com elas desligadas (não só o celular, como outras abas do computador abertas, televisão etc.). Certamente você vai conseguir fazer muito mais e melhor na situação em que estiver mais concentrado. E ninguém vai deixar de ser seu amigo se tiver que esperar sua resposta no Whats por 30 minutos… 3 – Escreva à mão Estamos tão acostumados a digitar que, quando vamos escrever um texto, a mão começa a doer. A letra começa linda no primeiro parágrafo e no final nem a gente entende o que está fazendo, não é verdade? Então: isso é falta de hábito. E como nas provas precisamos mostrar nossa letra pros corretores, é essencial deixá-la o mais legível possível. Uma letra pouco clara pode prejudicar um candidato de muitas maneiras. Mas não se preocupe que há jeito pra tudo. Caso você pense que precisa melhorar a sua letra, é possível encontrar na internet exercícios de caligrafia. Lembra daqueles cadernos com letras bonitas muito usados antigamente nas séries iniciais? É mais ou menos isso. E não precisa ter vergonha de treinar a sua escrita usando esse recurso, principalmente se você é um “nativo digital”, ou seja, se faz parte da geração que nasceu digitando. Buscar meios para caprichar na letra não só dará mais segurança na hora das provas como pode até melhorar a autoestima. Ou você nunca ouviu de alguém: “não repara a minha letra”? Além disso, ao escrever à mão, você se envolve com o texto de forma íntima, visualiza quanto espaço ainda tem para escrever, consegue fazer as correções… Sem falar que essa atitude também ajuda a evitar as famosas distrações. Resumindo: simule uma situação em que você tem um tempo para fazer algo, um limite de escrita (geralmente, 30 linhas) e que o seu leitor precisa entender o que escreveu. Com isso em mente, aceite que melhorar sua escrita vai além de ter bons argumentos pra desenvolver um texto. É preciso que ele seja entendido visualmente – e de preferência sem sentir dor no final. 4 – Leia em voz alta Entre

Pode ser que você esteja estranhando um tema tão elementar quanto este ser abordado aqui no blog, afinal, aprendemos sobre letra maiúscula logo nos nossos primeiros momentos de alfabetização, mas, creia, tem bastante gente que ainda encontra dificuldades no assunto. Obviamente, o primeiro caso de uso de letras maiúsculas é no início de nomes próprios, sejam eles de pessoas ou locais. Com o uso em excesso das redes sociais e sua forma peculiar de escrita, muitas pessoas acabam deixando essa regrinha de lado, mas as correções de redações de grande porte não perdoam e descontam conceitos por esse deslize sem pensar duas vezes. Além desse primeiro ponto básico, há outros casos em que devemos empregar a letra maiúscula. São eles: Datas comemorativas e datas oficiais Natal, Carnaval, Independência do Brasil, Proclamação da República, dentre outros, são termos que devemos sempre grafar com letra maiúscula, independentemente do tipo de texto em que a expressão apareça. Exemplo: Nesta semana, comemorou-se a Independência do Brasil, no dia Sete de Setembro. Aproveitando a frase acima, também existe a dúvida se os nomes dos meses devem ser escritos com letra maiúscula ou minúscula. E a resposta é: depende. Caso estejamos falando de uma data comum, como no exemplo “Hoje é dia dez de setembro”, o correto é aplicarmos a letra minúscula. Mas se a data em questão for comemorativa ou oficial, usamos a letra maiúscula no nome do mês e na grafia do numeral, como você viu acontecer no exemplo do “Sete de Setembro”. Períodos, idades históricas e eras geográficas Semelhantemente ao caso acima, períodos da história, idades e eras devem conter a letra maiúscula na abertura de sua grafia. Observe o exemplo abaixo: O Brasil evoluiu muito em alguns segmentos, mas parece estar no período Pré-Colonial em outros. A Idade Média representou enormes atrasos tecnológicos. A Era Cenozoica deve ser estudada por quem fará a prova do Enem. Disciplinas de estudo Via de regra, a primeira letra dos substantivos que representam os nomes das disciplinas que estudamos na escola ou na universidade deve ser sempre em maiúscula, assim como a letra inicial dos nomes dos cursos universitários. Exemplos: Na escola, tive muitas dificuldades com as disciplinas de Matemática e Física. Língua Portuguesa sempre foi minha matéria preferida no ensino médio. Joana prestou o vestibular para Medicina e foi aprovada. Gostaríamos de destacar também o uso das minúsculas em ensino médio. A expressão só ganhará letra maiúscula caso ensino médio seja qualificado, como em: O governo instituiu o Novo Ensino Médio. Ainda no exemplo acima, governo foi escrito com letra minúscula. Não são poucas as pessoas que grafam governo e nação com letra maiúscula. Isso até era correto, mas conforme o acordo ortográfico de 1990. Nossas normas vigentes recomendam que essas palavras sejam escritas com inicial minúscula, a menos que estejam abrindo frases. Cargos de alta importância Até o mesmo acordo de 1990, cargos que expressavam grande importância, como presidente, ministro, rei, papa, rainha, deveriam receber letra maiúscula, mas, com o acordo vigente, fica a critério do escritor o uso da letra maiúscula ou minúscula e ambas as formas estarão corretas. Sendo assim, podemos ter: O novo Ministro da Saúde ainda não foi definido ou O novo ministro da saúde ainda não foi definido e as duas formas estarão de acordo com as regras ortográficas atuais. Títulos Para títulos de livros e filmes, há uma grande confusão sobre a forma correta de se escrever, uma vez que há quem defenda que todas as palavras que contêm o título devem ter letra maiúscula, bem como há defensores de que apenas a primeira palavra deve ter a inicial maiúscula. E agora? Como saímos dessa? É simples, a forma mais fácil de não errarmos é escrevermos exatamente da mesma maneira que o título veio escrito na capa ou na ficha catalográfica. Logradouros Logradouros são palavras que representam localidades, como ruas e avenidas. Quando elas estão determinadas, ou seja, quando vou acrescentar o nome da rua ou da avenida, devo escrever essas palavras com letra maiúscula. Note as diferenças: Deveriam repavimentar esta rua. A Rua Manuel Bandeira está interditada. Corpos celestes Sol, Lua, Saturno, Terra, Via Láctea, todos devem receber letra maiúscula quando são únicos e têm nome próprio. Lembre-se que a palavra estrela, por exemplo, por não ser única, não receberá maiúscula. Formas de tratamento Quer sejam escritas por extenso ou abreviadas, as formas de tratamento são sempre redigidas com letra maiúscula. Dessa forma, temos: Senhor, Vossa Excelência, Vossa Majestade, Doutor etc. Prêmios Expressões que fazem referência a prêmios devem ter todas as primeiras letras em forma maiúscula. Vamos ver melhor numa frase? O Prêmio Nobel de Literatura é dado apenas a pessoas de grande relevância social. Leis e normas Para não errar esta regrinha, é só você não se esquecer de que as leis e normas têm nomes próprios e que todos os nomes próprios devem ser escritos utilizando letra maiúscula em Língua Portuguesa. Exemplos: O Estatuto da Criança e do Adolescente completou 30 anos em 2020. A Lei 8.069 faz referência aos direitos das crianças e dos adolescentes. A Lei de Diretrizes e Bases passou a vigorar em 1996. Regiões geográficas Sul, Sudeste, Nordeste, Norte, Centro-Oeste, por regra, todo mundo ganha letra maiúscula. Analise: No Sul do Brasil, faz bastante frio. O Norte do Brasil tem dias belamente ensolarados. Siglas Este caso não nos assusta e nem nos pega mais desprevenidos. Já sabemos que o correto é ABNT, USP, PUC, OCDE etc. Acrônimos Acrônimos são termos formados a partir das primeiras letras de uma expressão, como Enem para Exame Nacional do Ensino Médio. Caso o acrônimo tenha até três letras, grafamos todas as letras em maiúscula, como em ONU (Organização das Nações). Havendo quatro letras ou mais, apenas a primeira ganhará maiúscula, conforme você viu acontecer no exemplo do Enem contido acima. Dicas extras: apenas enquanto curiosidade, gostaríamos de lembrar vocês que o nome das estações do ano (primavera, verão, outono, inverno) e o nome de personagens folclóricos (saci, mula-sem-cabeça, lobisomem) não ganham letra maiúscula.

Há algumas semanas, fizemos aqui no blog um apanhado geral sobre o uso dos sinais de pontuação como elemento essencial para conferir sentido à mensagem e à redação como um todo. Hoje, de maneira mais específica, trataremos sobre o uso das aspas, já que elas são aplicadas em situações bastante determinadas, que não podem passar em branco. Afinal, sua falta pode levar a descontos de conceitos. E aí, quer aprender quando usar aspas na redação? Então vamos lá! Quando usar aspas na redação: casos de uso Existem três usos de maior amplitude no caso das aspas na redação e na modalidade escrita como um todo. São eles: 1- Para marcar citações: As citações são elementos frequentes nas redações, mas é preciso usá-las com bastante cuidado, pois, de acordo com as normas de correção do ENEM, por exemplo, é preciso haver ao menos sete linhas de autoria do candidato, sem nenhuma repetição dos textos motivadores ou outros textos. Ainda que o candidato altere uma palavra ou outra ou mude os sinais de pontuação originais, manter exatamente a mesma ideia, sem evidências de interpretação e compreensão, considera-se cópia da mesma maneira. Ao se incluir no texto uma citação de uma frase célebre, de amplo conhecimento e sem a atribuição de autoria no início do parágrafo, é obrigatório que o trecho citado seja marcado por aspas no início e no fim. Cabe ao candidato escolher se a citação será feita na íntegra, utilizando, assim, o recurso das aspas, ou se a atribuição da autoria será realizada na abertura do parágrafo e somente a ideia central será citada, mas com a versão do candidato. É possível também recorrer aos dois recursos. Não há maior valorização de uma forma em detrimento da outra, mas é importante que haja padronização nas formas de se fazer citações ao longo da redação. Veja como o candidato Gabriel Lopes, nota 1.000 na redação do ENEM 2019, fez sua citação: “Tal cenário reforça a ideia da teórica Vera Maria Candau, que afirma que o sistema educacional atual está preso nos moldes do século XIX e não oferece propostas significativas para as inquietudes hodiernas.” Fonte: www.g1.globo.com A opção de Gabriel foi a de atribuir autoria antes da citação e é possível observar que a citação de Vera Maria Candau não foi feita na íntegra, com cada palavrinha exatamente no mesmo lugar, mas sim com a ideia central mantida e com a organização da frase na versão do autor da redação. E como sabemos disso? Simples, Gabriel não se utiliza de aspas. Caso a ideia fosse integrada ao texto na forma totalmente original, as aspas seriam completamente obrigatórias e a não presença delas configuraria erro de pontuação. Mas o corretor vai saber que a ideia presente ali no texto não é minha? Sim, o corretor vai saber, pois existe algo chamado nível e estilo vocabular. Falamos mais sobre isso em outro post, CLIQUE AQUI PARA CONFERIR! Todos nós temos uma forma muito particular de escrever, selecionar palavras, sinais de pontuação e organizar as frases. O corretor é alguém muitíssimo acostumado a analisar esse fator em redações e conseguirá perceber seu nível e estilo vocabular de forma bastante fácil e rápida. Quando há uma ou mais frases que fogem totalmente do seu estilo, o corretor é capaz de notar essa discrepância já na primeira leitura. Por isso, nunca se utilize de ideias que não são suas sem dar o devido crédito. Não esqueça que o foco principal de qualquer redação é analisar como o candidato se expressa por meio da modalidade escrita numa produção original. 2- Para marcar palavras estrangeiras: Simplesmente amamos um termo em outra língua, é uma tendência nossa, brasileiros. Mas a inclusão de palavras que não pertencem à Língua Portuguesa frequentemente não é uma boa ideia. A menos que haja uma relação direta e íntima com o tema do texto, evite mesmo, de verdade, colocar termos que não são da nossa língua. Porém, caso haja a necessidade de se usar uma palavra estrangeira, ela deve ser marcada com aspas. A marcação com aspas em termos estrangeiros serve justamente para indicar ao leitor que aquela palavra não pertence ao nosso vocabulário e está “emprestada” de outro idioma. O uso do estrangeirismo, tão comum em redes sociais e na comunicação oral do dia a dia, não tem espaço nas redações de grande porte e não é visto com bons olhos. 3- Para destacar títulos/nomes: Por fim, uma última indicação de quando usar aspas na redação. Muitas vezes, em nossas redações do ENEM, vestibulares e concursos, utilizamos a passagem de um livro ou filme como apoio para nossa argumentação. Essa é uma estratégia excelente, mas os títulos de filmes e livros devem sempre vir entre aspas. A inclusão das aspas nesta situação serve para indicar que o que está entre elas, além de não ser de autoria do candidato, é um título e não a continuação natural do parágrafo. Novamente, vamos analisar o que Gabriel Lopes, já citado anteriormente, fez em sua redação: “O longa-metragem nacional “Na Quebrada” revela histórias reais de jovens da periferia de São Paulo, os quais, inseridos em um cenário de violência e pobreza, encontram no cinema uma nova perspectiva de vida.” Fonte: www.g1.globo.com O nome do filme citado (Na Quebrada) veio corretamente entre aspas. Veja que, sem o uso das aspas, a frase poderia até mesmo ser interpretada de outra forma: “O longa-metragem nacional Na Quebrada revela histórias reais de jovens da periferia de São Paulo, os quais, inseridos em um cenário de violência e pobreza, encontram no cinema uma nova perspectiva de vida.” Da maneira como o trecho ficou redigido agora, uma possível interpretação é que o longa-metragem foi feito “na quebrada” ou que a revelação das histórias reais de jovens da periferia só acontece “na quebrada”, algo totalmente incoerente com o que o candidato quis expressar. Não fossem as letras maiúsculas, poderíamos até nos enganar. O que nos leva a outro detalhe essencial que, com certeza, você já está cansado de saber: títulos devem ser