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O tema desta semana tem uma carga emocional muito grande, afinal, quando falamos de famílias e suas relações, o famoso abandono paterno no Brasil, isso sempre nos causa um sentimento empático, mesmo que não tenhamos vivido a situação em questão. Pode ser que você nunca tenha pensado no abandono paterno enquanto um problema social em nosso país, principalmente se você não viveu ou não conheceu alguém que passou por isso, mas os altos índices (e cada vez mais crescentes) têm feito com que o tema se torne um assunto relevante a ser discutido. Tenha em mente que a proposta desta redação é abordar a temática num âmbito social, por isso, experiências pessoais ou de pessoas próximas devem ser analisadas com bastante critério para que você possa decidir se, de fato, elas devem ou não compor seu texto. Por ser um tema recorrente, antigo, mas sobre a qual temos ouvido falar pouco nos meios midiáticos, selecionamos para você várias referências com índices e pesquisas quantitativas sobre o assunto. Esperamos que as indicações te ajudem a construir um excelente texto. CONFIRA O TEMA CLICANDO AQUI! 1- Matéria on-line sobre projeto social de procura aos pais. Disponível em: uol – vivemos uma epidemia social de abandono paterno, diz promotor Acesso em 08/07/2020. Como os índices de abandono paterno são frequentes e cada vez mais altos, o Poupatempo de Itaquera-SP criou um projeto em que as pessoas podem procurar por seus pais gratuitamente. O objetivo central do projeto é tentar diminuir os números alarmantes de filhos que não conhecem seus pais. 2- Matéria on-line sobre paternidade responsável. Disponível em: ibdfam – Paternidade responsável Acesso em 08/07/2020. Nesta matéria, o advogado Rodrigo da Cunha Pereira discute o conceito da paternidade responsável e quais são os impactos na sociedade diante do abandono paternal. Seria o exercício da paternidade lei em nosso país? Uma pessoa pode ser incriminada por abandonar seu filho? Todas essas respostas estão no texto indicado. 3- Resumo sobre documentário a respeito do abandono paterno. Disponível em: hypeness – todos nos 5 milhões documentário pretende abordar o abandono paterno no brasil Acesso em 08/07/2020. Como dissemos anteriormente, ainda que o abandono paterno seja um problema expressivo em nosso país, pouco se fala sobre ele na grande mídia. Tentando remediar esse problema e trazer luz à questão, um documentário foi planejado. No link acima, você poderá ter acesso a mais dados e índices sobre o tema e conhecer a respeito do projeto do documentário. 4- Documentário Todos Nós 5 Milhões. Disponível em: Youtube – Tudo nós 5 milhões Acesso em 08/07/2020. O link disponibilizado te levará para o documentário a que fizemos referência na indicação anterior. O vídeo está completo, com boa qualidade, em português e com legendas disponíveis. Se este é um tema que te desperta interesse, reserve 1h27min para acompanhar o documentário na íntegra. Com certeza, as informações vão te enriquecer. 5- Documentário Eu te esperei. Disponível em: Youtube – eu te esperei Acesso em 08/07/2020. Este pequeno documentário tem apenas 26 minutos, mas é absolutamente tocante, pois nele você tem o relato de filhos que foram abandonados por seus pais. É uma nova forma mais intimista de olhar um assunto que estamos tratando enquanto problema social, mas que pode ser fonte de tristeza para muita gente. 6- Artigo on-line sobre as causas do abandono paterno. Disponível em: a verdade – cultura abandono paterno Acesso em 08/07/2020. Analisando friamente a situação e sem deixar o emocional interferir, o que faria um pai abandonar seu filho? É a busca por essa resposta que motiva o artigo indicado. Além do levantamento, inclusive histórico, sobre as principais razões para o abandono paterno, você também poderá conhecer outros projetos e iniciativas que estão acontecendo em nosso país a fim de minimizar a situação. 7- Artigo acadêmico acerca das consequências causadas pelo abandono paterno. Disponível em: uniesp edu – 20180301124653 Acesso em 08/07/2020. Já era de se imaginar que o abandono paterno tem consequências para a sociedade como um todo, mas muito mais para o filho que é abandonado e são essas consequências que o artigo aborda. Se você é daqueles que adora colocar especialistas no assunto em sua redação, esta é a referência perfeita, pois o trabalho está recheado delas. 8- Links de causas judiciais a respeito de abandono paterno. Disponível em: jus brasil – abandono paterno Acesso em 08/07/2020. Legalmente, o que tem acontecido em nosso país a respeito do abandono paterno? Como tem sido o entendimento dessa situação perante as leis? Separamos para você este levantamento do site Jus Brasil que contém o resumo de muitas causas judiciais relacionadas à temática e também discussões de especialistas na área do Direito. 9- Matéria on-line sobre ação legal para retirada de sobrenome do pai. Disponível em: migalhas – filho conquista direito de retirar sobrenome paterno após abandono afetivo Acesso em 08/07/2020. A matéria aqui indicada é de 29 de abril deste ano, ou seja, com referências super atualizadas para você aproveitar em sua redação. O assunto central do texto é a conquista legal de um jovem (sem nome identificado) para a retirada do sobrenome do pai devido à situação de abandono paterno. 10- Matéria on-line com relatos de filhos que sofreram abandono paterno. Disponível em: emtempo – no am vítimas falam sobre as consequências do abandono paterno Acesso em 08/07/2020. Mais uma matéria do mês de abril deste ano repleta de relatos de pessoas abandonadas por seus pais quando crianças e que hoje, adultas, ainda sofrem emocional e psicologicamente com a situação. Não à toa, a matéria as coloca na situação de vítimas. 11- Poema sobre abandono paterno. Disponível em: geledes – stephanie ribeiro em poema colunista relembra o abandono do pai Acesso em 08/07/2020. Quando o sentimento é imenso e as palavras em sua ordem natural não expressam sua grandeza, o sentir vira poesia. E é isso que aconteceu no texto indicado. Stephanie Ribeiro escreveu um poema dolorido sobre o sofrimento advindo por conta do abandono de seu pai, e mais: o principal motivo da
CONFIRA O TEMA CLICANDO AQUI! O tema desta semana com certeza te traz uma série de exemplos à mente, isso porque, nos últimos anos, as redes sociais, em especial o Facebook, o Twitter e o Instagram, têm se mostrado potentes enquanto mobilizadoras de movimentos na sociedade. Não é raro vermos situações sociais que, com o apoio das redes de relacionamento, ganham tanta relevância que acabam se tornando movimentos propriamente ditos, muitos deles com consequências, positivas ou não. Também é extremamente importante refletir, além da questão da potência das redes e das consequências dos movimentos, sobre o preparo social que os usuários têm enquanto pessoas ativas no mundo on-line. Será que todos e todas sabem se posicionar adequadamente diante de situações polêmicas nas redes? Centramos nosso roteiro de estudos nessas três frentes, mas lembre-se de que o assunto desta semana é muito rico e te permite um grande leque de opções de desenvolvimento da redação. 1- Artigo sobre o conceito de ciberativismo no Brasil. Disponível em: each usp jornal 1906 Acesso em: 23/06/2020 A ação de se criar movimentos sociais a partir de redes de relacionamento on-line tem um nome: ciberativismo. Neste artigo, você poderá saber um pouco mais sobre esse conceito e suas formas de funcionamento. Não se esqueça de que, para que sua redação tenha pleno desenvolvimento, apoderar-se dos conceitos que envolvem o tema é uma atitude essencial. 2- Trabalho acadêmico sobre as redes sociais enquanto espaço de articulação. Disponível em: egov ufsc – importância das redes sociais nos protestos urbanos Acesso em: 23/06/2020 É inegável que nos últimos anos as redes sociais ganharam mais uma função: a de espaço de articulação para diversos movimentos, inclusive os sociais. Neste trabalho acadêmico, publicado de forma resumida no link que disponibilizamos, mas com referências, para quem quiser saber mais, há um apanhado bastante bom sobre a relação entre as redes e os protestos urbanos. 3- Artigo de jornal sobre a relação entre a política e as redes sociais. Disponível em: opinião estadão – notas e informações a política e as redes sociais Acesso em: 23/06/2020 Temos visto que muitos movimentos sociais surgem ou se organizam a partir de diferenças e semelhanças de viés político e as redes sociais têm servido como ferramenta para unir ou opor os cidadãos. O Estadão faz, neste artigo, justamente essa articulação entre os temas e ainda analisa como as redes sociais podem ser benéficas para aproximar as pessoas daqueles que exercem cargos políticos. 4- Artigo on-line sobre a potencialidade das redes sociais no setor político. Disponível em: canal tech-redes sociais se tornaram o 5o poder da política no brasil diz pesquisador Acesso em: 23/06/2020 Se você tem dúvidas sobre a potencialidade das redes sociais no setor político do nosso país, este artigo vem para te esclarecer de uma vez por todas. Quem faz a análise apresentada no texto indicado é Marco Aurélio Ruediger, diretor de Análise de Políticas Públicas da Fundação Getúlio Vargas (FGV), ou seja, uma ótima referência para você incluir em sua redação. 5- Artigo on-line sobre a influência das redes sociais nas eleições. Disponível em: olhar digital – redes sociais impactam resultado de eleições e política Acesso em: 23/06/2020. Já sabemos que as redes sociais se constituíram num excelente espaço de criação e organização de movimentos sociais, bem como servem para aproximar os cidadãos de pessoas que exercem funções políticas. Mas não é só isso. Os movimentos sociais on-line têm ganhado tanto espaço que são capazes até de influenciar os resultados de eleições e é sobre essa temática que o material indicado se propõe tratar. 6- Artigo acadêmico com exemplos de movimentos sociais mobilizados nas redes. Disponível em: scielo – movimentos sociais nas redes Acesso em: 23/06/2020 Esta indicação é para aqueles que amam incluir dados e termos mais técnicos na redação, pois o artigo está recheado deles. A produção, além de discutir sobre esta nova formação social, também traz vários exemplos de movimentos que se originaram ou se organizaram inicialmente de forma on-line. E, claro, por se tratar de um artigo acadêmico, há muitas referências bibliográficas para você consultar e realmente se apoderar do assunto. 7- Artigo analítico sobre a política na era das redes sociais. Disponível em: ufrj – para onde-vai-politica-na-era-das-redes-sociais Acesso em: 23/06/2020 A cada ano, as redes sociais ganham mais e mais relevância quando tratamos de política e influência da população como um todo. Nesta indicação, há uma análise, mais uma projeção do futuro, a respeito de quais serão as tendências do segmento. Como o artigo está publicado numa página acadêmica, é possível utilizá-lo enquanto citação em sua redação, se assim você desejar. 8- Artigo acadêmico sobre os pontos positivos do uso das redes sociais na sociedade. Disponível em: ccsa ufpb – contribuição das redes sociais na disseminação da informação Acesso em: 23/06/2020 Vamos relembrar ou ampliar nosso repertório a respeito dos benefícios das redes sociais na comunicação e convivência em sociedade? Maria Inês Santos do Nascimento, a autora do artigo, faz um brilhante levantamento de diversas redes sociais e suas utilizações em diferentes áreas de nossa vida. 9- Análise sobre os pontos negativos das redes sociais na sociedade. Disponível em: jus – discurso de ódio nas redes sociais Acesso em: 23/06/2020 Se as mobilizações on-line e o uso das redes sociais têm pontos positivos, não podemos nos esquecer de que há malefícios também, dentre eles, o abuso da liberdade que o mundo virtual nos fornece. Nesta referência, também há muitas indicações de autores do segmento, além da contextualização do tema com as leis brasileiras, já que o texto está hospedado numa página que trata de assuntos de direito e justiça. 10- Notícia de jornal sobre a morte de uma mulher por conta de fake news. Disponível em: folha uol – veja o passo a passo da notícia falsa que acabou em tragédia em guarujá Acesso em: 23/06/2020 Para exemplificar o tópico de que tratamos acima, selecionamos esta triste notícia. Em maio de 2014, Fabiane Maria de Jesus, foi espancada (o que gerou, posteriormente, sua morte) por vários

CONFIRA O TEMA COMPLETO CLICANDO AQUI! Estereótipos na mídia e na literatura Você já pensou com um pouco mais de atenção por que grande parte das vilãs de novela tem cabelos escuros ou por que personagens da terceira idade sempre aparentam fragilidade? Muitas vezes, achamos que aquilo que vemos e lemos nos influencia somente com relação aos padrões de beleza, mas não é bem assim. Na verdade, não é nada assim. Os padrões que vemos representados repetidamente nas diferentes formas de mídias, os famosos estereótipos, moldam nosso modo de ver e interpretar as pessoas, ou seja, reproduzimos um modelo de um contexto irreal no nosso contexto real. Mas qual é o problema disso? O problema está quando o estereótipo se torna uma maneira de preconceito ou de perpetuar formas diversas de racismo e xenofobia, fortalecendo a cultura da divisão entre as pessoas por conta de suas diferenças. E o que acontece quando a divisão entre as pessoas é incentivada? Você já deve estar cansado (a) de saber: intolerância, a mesma intolerância que inicia guerras e separa famílias. As indicações abaixo serão bastante úteis para que você aprofunde seus conhecimentos a respeito do tema da semana, mas também é bastante interessante que você comece a analisar filmes, séries, propagandas e personagens de livros com um olhar um pouco mais atento no que diz respeito à construção dos estereótipos. 1-Matéria on-line sobre o estigma com relação à terceira idade. Disponível em: portal do envelhecimento Acesso em: 20/05/2020. De forma curta e objetiva, mas muito rica, os autores da matéria, Rodrigo Saraiva de Souza e Ruth Gelehrter da Costa Lopes, conseguem, com base na teoria de Freud, demonstrar o quanto a mídia colabora para a formação do pensamento de que todo idoso é chato e reclamão. Para fundamentar seu argumento, os autores utilizam o exemplo de uma propaganda que foi repetidamente veiculada no Brasil e da qual você certamente se lembrará. 2- Artigo científico sobre os estereótipos nos Jogos Paraolímpicos. Disponível em: congressos cbce Acesso em: 20/05/2020. Há algumas semanas, nosso tema para a proposta de redação foi justamente a condição dos atletas paraolímpicos no Brasil, por isso, achamos interessante que vocês tenham acesso a este texto. O artigo, que contou com pesquisa quantitativa e qualitativa para sua fundamentação, trata do quanto a mídia molda a visão dos telespectadores com relação aos atletas que participaram dos Jogos Paraolímpicos. Além disso, ainda há gráficos que demonstram a reação dos telespectadores diante de alguns vídeos e quais sentimentos foram despertados após o momento de visualização. 3- Matéria de revista universitária sobre o poder das piadas no reforço dos estereótipos. Disponível em: unicamp Acesso em: 20/05/2020. Alguém conta aquela típica piada envolvendo um português ou uma mulher loira. Todos riem, afinal, esse é o objetivo das piadas, não é mesmo? Entretanto, o estereótipo de certas pessoas criado pelas piadas é uma forma de gerar ou fortalecer a discriminação, e o pior: de forma velada, pois, por se tratar de algo que tem por objetivo principal alcançar o humor, as pessoas acabam considerando como “uma brincadeira”. A matéria, postada em uma das revistas universitárias mais respeitadas do país, a da Unicamp, resume parte da pesquisa dissertativa de Alan Lobo de Souza, com orientação de ninguém menos do que Sírio Possenti, uma das maiores autoridades do campo da Linguística atualmente. 4- Vídeo do YouTube sobre modelos e cores de vestimentas femininas e masculinas. Disponível em: Moda infantil: rosa e azul? Acesso em: 20/05/2020. Meninos usam calça, meninas usam saia. Meninos usam azul, meninas usam rosa. Mas será que sempre foi assim? E de onde surgiram esses conceitos? A historiadora Eneida Queiroz explica de forma brilhante a evolução histórica nas formas de se vestir de meninos e meninas e a origem do rosa para meninas e azul para meninos. Aliás, o canal da historiadora é muito útil para todos que têm interesse ou precisam saber mais sobre a área. Com poucos minutos, ela te enriquece com bastante cultura. 5- Clipe Superwoman, de Alicia Keys. Disponível em: Superwoman Acesso em: 20/05/2020. Quando falamos em “Mulher Maravilha” ou “Supermulher”, em que ou quem você pensa? Provavelmente, naquela mulher de corpo perfeito, usando roupas vermelhas e azuis, ou até mesmo na atriz Gal Gadot, a última intérprete da personagem Mulher Maravilha no cinema. No clipe selecionado, Alicia Keys descontrói a visão da Superwoman, mostrando quem são as mulheres maravilha ou as supermulheres da vida real. 6- Desenhos animados da Disney (Coleção “Princesas”). Disponível por locação no YouTube. Gostaríamos que você olhasse com um pouco mais de atenção as princesas mais antigas da Disney: Cinderella e Branca de Neve. Já notou que todas elas são belíssimas e estão insatisfeitas com alguma situação em sua vida? Essa insatisfação, inclusive, é o que dá o tom dos contos de fadas, fazendo com que as belas princesas passem por uma série de percalços, até serem salvas por um maravilhoso e valente príncipe. Mas por que essas princesas não poderiam se proteger ou se salvar sozinhas? Por que há a necessidade do corajoso príncipe no conto? E, principalmente, o quanto isso ajuda na desvalorização da mulher e na exaltação do homem como salvador? Os desenhos da Disney, inspirados nos clássicos contos de fadas (mas adaptados ao público infantil, claro), trazem outro ponto que podemos salientar: as vilãs. Como elas são? Quais são as características semelhantes entre elas? Como a imagem das vilãs contribui com a ideia de que mulheres de cabelos escuros, curtos e com sobrancelhas arqueadas têm “cara de má”? 7- Filme Legalmente Loira (de 2001). Disponível por locação no YouTube. Em Legalmente Loira, Elle Woods, formada em Moda, de família rica, presidente de uma irmandade e, claro, loira, decide estudar Direito (os motivos você descobrirá no próprio filme). A produção cinematográfica tem um tom leve, com cenas bastante engraçadas, mas que revelam quanta discriminação e julgamento há numa situação como essa e como tal situação ainda ocorre, mesmo hoje. Seja bem sincero (a): qual imagem mental você tem de uma mulher que decide fazer

Leia e interprete os textos motivadores que se seguem para desenvolver a proposta de redação desta semana com estereótipos na mídia e na literatura – tema. Texto 1 Preconceito: pesquisa comprova que a mídia reforça estereótipos de gênero para crianças Sim, os papéis dos personagens na TV, no cinema e na televisão ensinam o que a cultura espera do seu filho de acordo com o gênero. NAÍMA SALEH 14 JUL 2017 – 11H19 Existe um movimento grande no sentido de libertar as crianças dos estereótipos de gênero. Ficou fora de moda achar que rosa é para menina e azul para menino. Famílias têm se esforçado para desconstruir a ideia de que eles não podem brincar de boneca, enquanto elas não podem preferir carrinhos. Uma porção de livros infantis que tratam do assunto foram lançados recentemente e muitas escolas têm trabalhado com carinho essa questão. Mas será que todas essas iniciativas bastam, uma vez que filmes, programas de TV e até desenhos animados continuam reforçando os estereótipos de gênero? Parece que não. A pesquisa Watching Gender: How Stereotypes in Movies and on TV Impact Kids’ Development analisou 150 artigos, entrevistas, livros e outras pesquisas científico-sociais e concluiu que os estereótipos de gêneros estão mais persistentes nos programas de TV e filmes, a mídia é capaz de ensinar as crianças culturalmente o que se espera dos meninos e das meninas. De acordo com a psicóloga e psicopedagoga educacional Marisa Irene Siqueira Castanho, conselheira da Associação Brasileira de Psicopedagogia (ABPp), o modelo de família e de gênero que conhecemos teve origem no século 19, quando a sociedade passou a dar valor à criança e à sua educação associada a uma nova ordem social com a família nuclear, instituída pelo casamento e com papéis masculinos e femininos determinados. “O modelo heterossexual assumido nessa nova ordem social levou ao desenvolvimento de relações sociais dicotômicas que associam ao homem papeis masculinos de força, atividade, agressividade, trabalho, controle de emoções, e ao papel feminino, fragilidade, docilidade, passividade, aceitação.”, explica. Ou seja: o gênero é uma construção social, algo que pode variar de acordo com a cultura. “Os procedimentos dessa pesquisa, se replicados no Brasil, trariam resultados semelhantes e provavelmente inesperados, uma vez que pela mídia não estamos sujeitos apenas a propagandas de roupas e brinquedos infantis, mas a programas que incitam violência e sexo explícito”, explica Marisa. E o problema é que as crianças entram em contato com essas ideias muito cedo, em um período em que estão construindo suas referências, solidificando paradigmas. Mais tarde, fica muito difícil de desconstruir esses padrões. Infelizmente, não há como blindar as crianças dessas influências. Mas é possível, sim, oferecer, em casa outras possibilidades, que fogem dos modelos reproduzidos por personagens na ficção. “A escolha da brincadeira e dos brinquedos pelas crianças funciona como uma espécie de tubo de ensaio daquilo que os homens e mulheres fazem no mundo adulto do trabalho e que pode ser experimentado por elas, ampliando suas experiências e vivências, treinando suas competências, apontando caminhos e escolhas”, explica a psicopedagoga. Deixe que seu filho experimente, explore, brinque e questione. E aproveite as oportunidades em que seu filho tiver contato com algum tipo de mídia – seja um filme, um desenho ou até uma propaganda – para ensiná-lo a questionar as informações que ele recebe. Comente as atitudes dos personagens, os enredos, estimule-o a pensar e a refletir. No mundo em que vivemos, o encontro com o outro, com o diferente, é inevitável. Inclusive com as ideias que são opostas aos nossos ideais. A grande questão é: como ensinaremos nossos filhos a lideram com elas? “As diferenças existem e não são elas o problema. O problema se instala quando, frente às diferenças, as relações de identidade ordenam-se em torno de oposições binárias: masculino/feminino, branco/negro, heterossexual/homossexual, usando-se um dos pares para identificar o que é normal e esperado, em detrimento do outro que é discriminado e tratado com preconceito”, completa Marisa. Tenha isso em mente e o coração aberto para que seu filho aprenda a aceitar o diferente e tenha confiança de ser ele mesmo, independente do que se espera dele por seu gênero. Fonte: www.revistacrescer.com.br Acesso em 20/05/2020. Texto 2 Nos últimos anos, Hollywood foi alvo de críticas por racismo e sexismo. Ambos são profundamente enraizados e podem ser percebidos nos atores diante das câmeras, nas pessoas que comandam o setor e também na representação de grupos sociais em filmes. Para mostrar como os estereótipos evoluíram em Hollywood, a DW examinou clichês recorrentes em mais de 6 mil filmes que concorreram ao Oscar desde 1928. Há muitos exemplos de caricaturas racistas ao longo da história de Hollywood. Negros e asiáticos são os alvos mais comuns. Um exemplo é Breakfast at Tiffany’s, com Audrey Hepburn, no qual o vizinho Mr. Yunioshi, com seus dentes tortos e sotaque típico, parodia um japonês. “Racismo, na forma de exclusão do mercado de trabalho e de papéis estereotipados, marca a indústria cinematográfica de Hollywood já desde os seus primórdios, no início dos anos 1900”, escreve a socióloga Nancy Wang Yuen no livro Reel Inequality: Hollywood Actors and Racism. De fato, nos primeiros anos, personagens asiáticos, quando existiam, apareciam sempre como clichês ofensivos: ou eram vilões misteriosos e ameaçadores ou caricaturas, como Mr. Yunioshi. Para completar, Mr. Yunioshi ainda é interpretado pelo americano Mickey Rooney, ou seja, é um exemplo de yellowface, um não asiático que é maquiado de forma caricata para se parecer com um asiático. Essa prática era comum em Hollywood. Produtores relutavam em contratar atores de minorias. Em vez disso, eles colocavam brancos para interpretarem os papéis. O processo acabou se retroalimentando: preconceitos perdem força à medida em que pessoas de diferentes grupos étnicos passam a ter mais contato entre si. “Só que os asiáticos eram historicamente segregados nos Estados Unidos. Ainda hoje, a maioria dos papéis de asiáticos e americanos de origem asiática não é interpretada por eles mesmo, mas por pessoas que não sabem muito sobre eles”, comenta o pesquisador Kent Ono, da Universidade de Utah e que estuda a representação de etnias na mídia. “Entre as pessoas que não conhecem

CONFIRA O TEMA COMPLETO CLICANDO AQUI É inegável, nunca se comprou pela internet tanto quanto agora. E não vá achando que o crescimento dos e-commerces no Brasil aconteceu só por conta da pandemia de Covid-19. Se você acompanhou os textos motivadores da proposta desta semana, notou que as vendas on-line já vinham crescendo expressivamente anos antes da chegada do vírus a nosso país. Praticidade, economia de tempo, variedade, acessibilidade e, não poucas vezes, melhores condições de pagamento têm feito com que muita gente mude seus hábitos de consumo, preferindo ficar em frente ao computador ou celular na hora de suas tão queridas comprinhas. Não é para menos que cada vez mais setores têm optado por marcar presença também com suas opções de compras virtuais. Muitos especialistas no assunto dizem que essa será a forma de consumo da maior parte da sociedade dentro de pouquíssimo tempo. Que tal conhecer um pouco mais sobre o assunto? Separamos várias sugestões que vão te ajudar a entender melhor sobre a importância do e-commerce no Brasil e como a disponibilidade de lojas virtuais altera os hábitos de consumo de nossa sociedade. Artigo sobre a história do e-commerce no Brasil. Disponível em: News – Comschool Acesso em 07/05/2020. Vamos dar aquela passeada básica pela história para entendermos onde, como, por que e para que o e-commerce surgiu e de que forma ele veio parar aqui, na nossa terrinha, já que ele é uma invenção americana. Talvez pareça estranho para você que começou a fazer suas comprinhas virtuais há pouco tempo, mas comércios on-line já contam com mais de 20 anos de existência. Artigo sobre a evolução do e-commerce no Brasil. Disponível em: E commerce Brasil Acesso em 07/05/2020. O artigo traz muitos índices, porcentagens e argumentos de quem realmente entende do assunto de comércio on-line, ou seja, o texto está repleto de informações valiosas para sua redação. Há também os apontamentos sobre faturamento divididos por estado, o que torna a pesquisa muito mais rica. Observe bem a data do artigo, pois ele foi publicado em agosto de 2019, bem antes de sequer começarmos a pensar em Covid, o que nos comprova que as vendas pela internet já eram bastante relevantes. O site E-commerce Brasil é o maior produtor de conteúdo no segmento de análise de mercado virtual no Brasil, e, por isso mesmo, extremamente respeitado no nicho. Artigo sobre a evolução do e-commerce no mundo. Disponível em: Tranformação Digital Acesso em: 07/05/2020. Talvez você tenha interesse em saber sobre a evolução do e-commerce não só no Brasil, mas no mundo como um todo e é claro que não poderíamos deixar essa informação tão relevante de fora de nossa lista. Além de ver os números (que também revelam um crescimento expressivo), você poderá saber quais setores mais crescem no mundo on-line e em que nível. Artigo de revista sobre a reinvenção dos shoppings mediante o crescimento dos e-commerces. Disponível em: Exame – Abril Acesso em: 07/05/2020. Mas se você acha que todo mundo está lindo e feliz com o avanço dos e-commerces, saiba que a história não é bem assim. Por conta da potência que as lojas virtuais possuem hoje, várias lojas físicas precisaram se reinventar, inclusive as dos shoppings. Artigo sobre grandes empresas e suas versões on-line. Disponível em: Exame Abril Acesso em: 07/05/2020. O artigo é de 2011 e quase dez anos depois ele continua igualmente relevante. Nele, você poderá ver que grandes nomes tradicionais de lojas físicas apresentam suas justificativas para também marcarem presença no e-commerce, inclusive com números e mais números para você adicionar em sua argumentação. Artigo com o paralelo de crescimento do comércio eletrônico antes e durante a pandemia de Coronavírus. Disponível em: E commerce Brasil Acesso em 07/05/2020. Mas eis que o Coronavírus infelizmente chegou e fez com que o e-commerce fosse a única alternativa de funcionamento para muitas empresas. Novamente, o site E-commerce Brasil faz um excelente levantamento sobre a situação do comércio eletrônico antes da pandemia e durante o surto, além de projetar o futuro dos e-commerces, inclusive apontando as áreas mais promissoras. Artigos sobre as mudanças nos hábitos de consumo dos brasileiros antes e durante a pandemia. Disponíveis em: E commerce Brasil Portal Terra Acesso em: 07/05/2020. E é claro que as facilidades trazidas pelo comércio eletrônico provocariam mudanças bruscas nos hábitos de compra dos brasileiros. Evidentemente, ainda há muita gente que não usufrui do e-commerce por medo de sofrer algum tipo de golpe, medo esse bastante legítimo, mas também precisamos nos lembrar de que existem cada vez mais sistemas de segurança em compras on-line, a fim de minimizar riscos. Selecionamos dois artigos para vocês: o primeiro faz a análise da mudança de hábitos do comprador antes da pandemia e o segundo lança seu olhar para as diferenças durante a pandemia. Não se esqueça de que o e-commerce tem estado em franca expansão há mais de uma década e que o Coronavírus apenas acentuou e acelerou uma tendência já prevista por vários especialistas, como você pode conferir neste texto Amcham Série Girlboss. Disponível na Netflix A série, inspirada no livro de mesmo nome, conta a história de uma garota (Sophia) em conflito com si, falida e sem ter a menor ideia de que rumo dar à sua vida. Até que ela tem uma brilhante ideia que envolve um e-commerce e que realmente faz dela uma Girlboss. Infelizmente, a série de 2017 tem apenas uma temporada, mas que vale a pena ser assistida em todos os seus 13 episódios. Artigo sobre o e-commerce após o Coronavírus. Disponível em: E commerce na Prática Acesso em: 07/05/2020. Para fechar nossas indicações de hoje, escolhemos para você mais um artigo do respeitadíssimo E-commerce Brasil em que o assunto principal é o e-commerce depois do Coronavírus. Neste momento de isolamento social, o comércio virtual é mais do que necessário tanto para que a sociedade tenha acesso aos produtos quanto para que a economia continue a girar, mas e quando este momento passar? Quais são suas apostas sobre os segmentos que ficarão

CONFIRA O TEMA COMPLETO CLICANDO AQUI Você sabia que a primeira edição dos Jogos Olímpicos aconteceu em 1896, mas que a primeira Olimpíada Paraolímpica teve lugar apenas em 1960? Esse abismo de décadas entre uma modalidade e outra já nos diz muitíssimo sobre o tema da semana. Primeiramente, você precisa compreender qual é o processo para que um atleta se torne atleta paraolímpico, por isso, sugerimos a leitura do texto do link a seguir folha uol Outro detalhe bastante relevante para nosso tema é saber sobre a avaliação que o comitê olímpico faz do atleta paraolímpico em cada uma das modalidades esportivas. A avaliação existe para que as competições sejam as mais justas e igualitárias possível. Leia mais no link globo esporte Além disso, separamos várias outras sugestões de materiais para ampliar seu repertório a respeito do assunto. 1- Artigo com a definição sobre os Jogos Paraolímpicos. Disponível em: sindrome de usher brasil Acesso em: 21/04/2020. O artigo sugerido faz um pequeno apanhado sobre a história das Olimpíadas Paraolímpicas e ainda conta quais são as modalidades em disputa e que tipo de atleta pode disputá-las. Você também vai saber que o nome oficial das Olimpíadas Paraolímpicas é Paraolimpíadas e que o termo é oficialmente aceito em redações oficiais. 2- Artigo sobre o processo de avaliação do atleta paraolímpico. Disponível em: memoria ebc Acesso em: 21/04/2020. Ao contrário dos atletas “padrão”, os atletas paraolímpicos precisam ser avaliados antes das Paraolimpíadas e há critérios bastante definidos para essa avaliação e classificação. Neste artigo, o coordenador da Classificação Funcional do Comitê Paraolímpico Brasileiro, órgão que regula as avaliações e classificações, explica por que a avaliação é essencial para os jogos. 3- Artigo sobre os atletas paralímpicos da atualidade. Disponível em: diario gaucho Acesso em: 21/04/2020. Você conhece algum atleta paraolímpico brasileiro? Se sua resposta for não, saiba que você se junta à maioria das pessoas, pois a maior parte de nossa população não sabe citar nem mesmo um nome de atleta das Paraolimpíadas. Mas claro que há formas de resolver esse problema e o artigo indicado serve exatamente para isso, pois faz um levantamento de 21 atletas paraolímpicos brasileiros que você precisa conhecer. Pense que saber quem são os atletas e conhecer um pouco de sua história pode ser uma estratégia para que você crie argumentos em sua redação com base nos casos reais contados no texto. 4- Artigo sobre o apoio da sociedade nos Jogos Paraolímpicos. Disponível em: esportes estadao Acesso em: 21/04/2020. As Paraolimpíadas de 2016 aconteceram no Rio de Janeiro e, por conta disso, a população brasileira pôde torcer pelos atletas durante as competições. Segundo alguns especialistas, o fato de o público poder acompanhar os Jogos Paraolímpicos é extremamente benéfico, pois gera diminuição de preconceito e conscientização sobre a situação do deficiente. 5- Artigo sobre o preconceito sofrido por atletas paraolímpicos. Disponível em: bbc Acesso em: 21/04/2020. Mas enquanto o Estadão viu os Jogos Paraolímpicos como forma de redução de preconceito, a BBC Brasil já teve uma visão totalmente diferente. Olhar para pontos de vista diferentes nos ajuda a formar e fortalecer o nosso ponto de vista, por isso, selecionamos duas perspectivas bastante diferentes para você ler, analisar e concluir quais delas está mais de acordo com sua forma de pensar o tema. 6- Artigos sobre patrocínios aos atletas paraolímpicos. Disponíveis em: ebc. exame abril Acesso em: 21/04/2020. De modo geral, a questão do patrocínio no esporte brasileiro já é bastante delicada. Quando falamos de atletas com algum tipo de deficiência então… Os textos nos contam que até mesmo os Jogos Paraolímpicos de 2016 foram prejudicados pela falta de patrocínio adequado. Fica aí mais um problema para você propor soluções: Como atrair mais patrocínios para os atletas paraolímpicos brasileiros? 7- Vídeo sobre os atletas paraolímpicos. Disponível em: Programa Especial – atletas paralímpicos Acesso em: 21/04/2020 Mais do que ler sobre eles, queremos ver os atletas paraolímpicos em ação e o vídeo, bastante completo, por sinal, vai te proporcionar essa experiência. Inclusive, você pode conferir neste link The Noite (05/10/16) – Entrevista com Atletas Paraolímpicos a entrevista feita com alguns dos atletas paraolímpicos medalhistas e saber mais sobre eles. 8- Vídeo sobre a visão dos treinadores de atletas paraolímpicos. Disponível em: Técnicos de atletas paralímpicos falam sobre experiência com alunos Acesso em: 21/04/2020. Vamos dar uma olhadinha no que os treinadores de atletas paraolímpicos dizem? Quais são as necessidades de adaptação dos treinos? Como eles lidam com a questão? 9- Vídeo sobre a rotina de um atleta paraolímpico. Disponível em: Conheça a rotina de Luciano Dantas, do halterofilismo paralímpico Acesso em: 21/04/2020. Os atletas paraolímpicos vivem uma rotina intensa de treinos, afinal, eles são, em primeiro lugar, atletas. Nesta sugestão, você conhecerá a rotina de Luciano Dantas que, com certeza, vai te deixar com vergonha pelos dias de preguiça em ir ao treino da academia. 10- Vídeo de competição entre atletas paraolímpicos. Disponível em: Swimming Men’s 100m Backstroke – S6 Final – London 2012 Paralympic Games Acesso em: 21/04/2020. Que tal ver um pequeno exemplo de uma competição entre atletas paraolímpicos? O vídeo é de uma competição de natação nos Jogos Paraolímpicos de 2012, em Londres. Prepare-se para ver um verdadeiro show na piscina. 11- Vídeo sobre o projeto governamental “Bolsa Atleta”. Disponível em: Bolsa Atleta beneficia esportistas nas modalidades olímpicas e paraolímpicas Acesso em: 21/04/2020. Se você está acompanhando as sugestões que demos até aqui, viu que a grande maioria dos atletas paraolímpicos são patrocinados pelo governo. O vídeo nos explicará como funciona o projeto “Bolsa Atleta”, que tem como objetivo central subsidiar atletas de alto rendimento para que eles possam se dedicar inteiramente ao esporte. 12- Livro A Saga de um Campeão, de Lars Grael. Disponível nas principais livrarias virtuais e físicas do Brasil. Lars Grael é um velejador brasileiro que foi atingido por uma lancha em uma competição e perdeu uma perna. No livro, o atleta conta como foi essa experiência e como ele se reconstruiu em sua carreira, mesmo com a perda da perna. Leitura inspiradora!

Repertório – a submissão feminina na sociedade CONFIRA O TEMA COMPLETO CLICANDO AQUI Meninas e meninos, o tema desta semana é de colocar fogo no parquinho. Falar de submissão feminina numa era de empoderamento não poderia dar em outra mesmo. Nossa proposta com este assunto é fazer com que você pense na condição da mulher sob outras perspectivas, que podem ser religiosas, culturais, sociais, temporais etc. Não se esqueça de que a forma como analisamos algo é muito influenciada pela nossa própria realidade, por isso, muitas vezes, certos comportamentos nos parecem estranhos e até mesmo inaceitáveis, mas considere que, naquele contexto, a situação pode fazer todo o sentido. Tratar da submissão da mulher é algo bastante importante, pois ela é um ponto chave para a violência doméstica e desigualdade de gênero, temas sempre relevantes quando falamos de redações de grandes testes. Não é, sobre nenhum aspecto, nossa intenção criticar essa ou aquela cultura ou religião, mas sim fazer com que você tenha contato com realidades diversas que podem fazer com que uma mulher se decida (ou seja obrigada) a ser subjugada por um homem. Então, mãos à obra? Repertório – a submissão feminina na sociedade Artigo científico sobre as origens da subjugação feminina. Disponível em: dbd puc rio – tesesabertas Acesso em 13/04/2020. Precisamos entender quando, como e por que a subjugação feminina começou e, para isso, temos de voltar às raízes do termo. Recomendamos a leitura deste extrato de artigo científico disponibilizado pela PUC Rio, pois ele faz um recorte bastante interessante a respeito da condição da mulher em cada uma das eras. Note como os aspectos sociais são extremamente relevantes quando tratamos da maneira como a mulher é vista nos diferentes tempos. Artigo científico sobre a violência doméstica enquanto efeito da subjugação feminina. Disponível em: marilia unesp Acesso em 13/04/2020. Desde a proposta de redação, você já deve ter percebido que um dos principais efeitos negativos da subjugação feminina é a violência doméstica e o artigo se propõe a discutir mais a fundo essa questão. O link te levará para um breve resumo do trabalho, a partir do qual você poderá fazer o download do artigo na íntegra. Artigo científico sobre a formação da identidade feminina em casos de violência doméstica. Disponível em: repositorio unifesp – 10152 Acesso em 13/04/2020. Por que algumas mulheres aceitam ser subjugadas e até mesmo agredidas enquanto outras dão um basta na situação logo no início? Muito disso está relacionado a aspectos psicológicos. O artigo da Unifesp analisa de forma mais aprofundada a história de vida de mulheres que foram agredidas dentro de suas casas e propõe conclusões psicológicas para o caso. Leitura muito recomendada para quem quer saber mais sobre comportamento humano. Matéria on-line sobre o movimento #tradwife Disponível em: bbc – sala social Acesso em 13/04/2020. Há cerca de dois meses, uma matéria da BBC deu o que falar nas redes sociais, tudo por conta de seu assunto: o movimento #tradwife. A hashtag em inglês faz referência às esposas tradicionais dos anos 50, aquelas que tinham como meta principal a casa em perfeita ordem, com a mesa repleta de belos pratos, cozidos maravilhosamente bem. Além disso, esse grupo extremamente conservador propõe que as esposas devem estar sempre lindas e “mimar” seus maridos ao máximo. Já entendeu por que a matéria deu todo esse babado? Se você está achando a situação surreal demais, corra para a matéria indicada no link, pois a reportagem conta com depoimentos reais e fotos para que você se convença de que isso acontece de verdade, hoje. Vídeo de canal no YouTube sobre histórias de mulheres no Oriente Médio. Disponível em: “MULHERES DEVEM SER ‘CORRIGIDAS’ 5 VEZES AO DIA” – EU PAGUEI PRA VER Acesso em 13/04/2020. O vídeo sugerido narra a história (verídica) de uma mulher que se relaciona com um afegão, mas, na verdade, grande parte dos vídeos do canal SobreVivendo na Turquia é extremamente útil para olharmos a condição da mulher com olhos bem diferentes dos nossos. Não se esqueça de que essas culturas têm costumes totalmente diferentes dos nossos e que a tolerância cultural e religiosa é critério avaliativo bastante relevante nas redações de grande porte. Busca no YouTube sobre indiferença e humilhação. Disponível em: Pesquisa: meu+marido+me+trata+com+indiferença Pesquisa: meu+marido+me+humilha Acesso em 13/04/2020. Alguma vez em sua vida você já foi tratado (a) com indiferença? É dolorido demais, não é mesmo? E quando isso acontece muitas e muitas vezes, passando a ser uma situação de humilhação? Para você ter uma ideia melhor sobre o assunto, digite na barra de pesquisa do YouTube “meu marido me trata com indiferença” e “meu marido me humilha” (resultados nos links acima) e veja como esse assunto não é nada incomum. Matéria sobre a subjugação da mulher na linguagem. Disponível em: take net – androcentrismo na linguagem Acesso em 13/04/2020. Não, não, você não leu o título errado. Até mesmo a linguagem pode ser usada para subjugar a mulher. Afinal, por que numa sala de aula com 20 alunas e 1 aluno chamamos todos de “alunos”? A matéria traz esse e muitos outros exemplos de como a linguagem pode estar a serviço da subjugação da mulher. Desenho A Bela e a Fera. Disponível por aluguel ou para compra no YouTube. Como assim A Bela e a Fera como sugestão de conteúdo para uma redação? Sim, meus queridos, é isso mesmo. Ficamos apaixonados pelo mundo incrível que a Disney representa em suas cenas e torcemos para que a Bela termine a história com a Fera e possa dançar lindamente com seu vestido amarelo no baile. Mas você já observou como é a sociedade em que a Bela está inserida? E mais um “detalhe”: a forma como a Bela e a Fera se encontram te parece natural? Livro Senhora, de José de Alencar. Disponível nas principais livrarias do país. O romance é de 1875, escrito durante o período literário do Romantismo, mas digamos que Aurélia Camargo, a protagonista, não é exatamente uma típica mulher do movimento romântico. Nesta obra incrível, Alencar

CONFIRA O TEMA COMPLETO CLICANDO AQUI! Em tempos de pandemia, quem não gostaria de ter uma receita mágica em mãos que fosse capaz de resolver toda esta difícil situação que temos vivido atualmente? Todo mundo, não é mesmo? Pensamos que, diante de um cenário tão delicado, as pessoas terão bom senso, mas tem muita gente utilizando o medo da contaminação por Coronavírus como estratégia para se aproveitar das pessoas e praticar o que a lei chama de Charlatanismo. Frequentemente, ouvimos o termo Charlatanismo aplicado a várias situações, mas, como você pôde notar na proposta de redação desta semana, nossa lei qualifica enquanto Charlatanismo apenas assuntos ligados à cura. Quando tratamos de uma situação que tem amparo legal, é muito importante nos atentarmos àquilo que a lei diz, pois não podemos classificar qualquer ato de enganação às pessoas como Charlatanismo. Observar o que a lei diz e fazer classificações corretas com base na lei em questão é ainda critério de correção para muitos testes de grande porte. Você verá que as sugestões que separamos para este roteiro estão bastante centradas no campo da saúde e nos casos de Charlatanismo que se enquadram no artigo 283 do Código Penal. Matéria de revista on-line com detalhamento sobre um dos casos enquadrado enquanto Charlatanismo. Disponível em: Isto é Acesso em 28/03/2020. Para que você entenda um pouco mais a história envolvendo atos de Charlatanismo, a revista Istoé publicou em 19/03/2020 uma matéria contendo mais detalhes sobre a situação. Por meio dela, vamos conhecer a formação acadêmica da pessoa envolvida e, temos certeza, você vai se impressionar. Matéria sobre as denúncias de Charlatanismo recebidas pelo Conselho Regional de Medicina. Disponível em: Conselho Regional de Medicina Acesso em 28/03/2020. Talvez você esteja pensando que esses casos envolvendo a fabricação de fórmulas milagrosas contra o contágio por Coronavírus são uma exceção, mas infelizmente essa não é a realidade. A matéria que você lerá no link acima é de junho de 2010 e de lá para cá parece que as coisas não mudaram muito… Matéria sobre os mitos disseminados nas redes sociais a respeito do Coronavírus. Disponível em: Portal Hospitais Brasil Acesso em 28/03/2020. A matéria que te indicamos aqui é extremamente rica em informações e ilustra quais são os principais mitos (e as principais verdades) envolvendo as formas de contágio e cuidado diante do Covid-19. Além do mais, há discussões a respeito de como as redes sociais facilitam a propagação de informações incorretas. Matéria on-line sobre a influência das redes sociais na disseminação de mentiras. Disponível em: Veja – Abril Acesso em 28/03/2020. As redes sociais são recursos maravilhosos, não temos dúvida, mas elas também facilitam o ato de enganar as pessoas, principalmente aquelas com menor nível de escolaridade ou mais idade, segundo as últimas pesquisas. Querendo saber mais sobre o assunto? A matéria da Veja traz bons argumentos a esse respeito. Matéria on-line sobre as diferenças entre Propaganda Enganosa e Charlatanismo. Disponível em: Promobit Acesso em 28/03/2020. Um erro bastante comum acontece quando confundimos Charlatanismo com Propaganda Enganosa, já que eles parecem ser a mesma coisa dependendo da forma como analisamos a situação. Charlatanismo e Propaganda Enganosa não são a mesma coisa e você pode entender melhor essas diferenças na matéria acima sugerida. Matéria on-line com soluções para o Charlatanismo na área médica. Disponível em: Blog IMedicina Acesso em 28/03/2020. Muito bem, já sabemos que o Charlatanismo é um problema sério e que alguns profissionais da área da saúde, inclusive médicos, têm ajudado a fazer os índices crescerem. Na matéria sugerida aqui, o autor analisa a construção de um charlatão nos meios digitais e apresenta algumas soluções para barrar o problema. Precisando de ideias para sua proposta de intervenção? Este é um dos materiais que certamente vão te ajudar. Reserve alguns minutos para a leitura e análise do texto, pois ele está repleto de boas informações. Matéria on-line sobre como suspeitar de Charlatanismo. Disponível em: Diabetes.org / Acesso em 28/03/2020. Como podemos nos proteger de casos de Charlatanismo? O médico Mateus Dornelles Severo nos ensina 12 dicas para não cairmos nesse golpe. O mais interessante da matéria é que temos o olhar de alguém que está por dentro da Medicina, praticando-a diariamente, e que, por isso, preenche o texto de detalhes aos quais não teríamos acesso se o autor não fosse médico. Matéria on-line sobre como enganar as pessoas na internet. Disponível em: kaspersky Acesso em 28/03/2020. Partimos do princípio de que a grande maioria das pessoas sabe que não podemos confiar em tudo que vemos on-line, pois esta é uma realidade paralela, um mundo construído à parte. Mas então por que tantas pessoas ainda são enganadas por charlatões? Existem mecanismos bastante elaborados e pensados exclusivamente enquanto truques para levar as pessoas ao erro e a matéria te conta quais são eles. Música Que país é este? Disponível em: letras.mus Acesso em 28/03/2020. Legião Urbana já cantava em 1987 sobre as imensas contradições que existem em nosso país e Que país é este? continua igualmente atual. Que tal a analisar a letra da música pensando nas atuais situações de Charlatanismo que temos presenciado? Ela pode, inclusive, integrar a argumentação de sua redação. Livro O Físico. A epopeia de um médico medieval, de Noah Gordon. Disponível nas principais livrarias do país. A leitura de O Físico já vale por si só, mas, quando podemos usar um bom livro enquanto exemplo ou argumento em nossa redação, gostamos mais ainda. Em O Físico (que também tem a versão em filme), vemos um médico charlatão em prática e suas ações não só prejudicam as personagens do enredo como modificam o desenrolar da história. Essas são nossas sugestões de hoje. Esperamos que todas elas sejam úteis e que você consiga construir uma excelente redação sobre Charlatanismo. Leia também: Repertório para o tema ”Sororidade e união entre as mulheres” Repertório para o tema “Alienação parental no Brasil” Repertório para o tema “Coronavírus e emergência na saúde global” Repertório para o tema ”Gordofobia e o culto ao corpo padrão’‘ Repertório para o

Pandemias históricas para usar na redação É, minha gente, não teve jeito, o tão temido Coronavírus chegou aqui e colocou muitas pessoas diretamente dentro de casa por tempo indeterminado. Trouxemos Pandemias históricas para usar na redação. Mas nada de nos desesperar, pois, por mais apreensivos que estejamos a respeito do que vai acontecer no futuro, sempre podemos usar o momento de “pausa” para algo útil. Pensando em toda a situação que temos vivido, separamos para vocês um pequeno passeio pela história, apontando quais pandemias, além do Coronavírus, também podem ser usadas na sua redação. Venha ver Pandemias históricas para usar na redação. De modo geral, as pandemias podem ser incluídas em produções de texto que tenham relação com os temas: – Saúde pública; – Higiene pessoal e impacto na saúde geral; – Sistema de saúde do Brasil; – Desigualdade social; – Avanços tecnológicos; – Importância da vacinação; – Saneamento básico; – Retrocesso na economia; – Desemprego; – Pesquisa científica no Brasil; – Relações familiares; – Conscientização popular; – Desabastecimento alimentar; – Manipulação das informações pelas mídias de massa; – Fake news; – A condição do idoso no Brasil. Ufa! Viu só como as pandemias podem ser exploradas a partir de variadas perspectivas? Além disso, um argumento de fundo histórico atribui sempre muita força ao texto, pois ele é inquestionável. Coração preparado para conhecer as maiores pandemias históricas? Data: Segunda metade do século XIV. Local de origem: China. Locais atingidos: Ásia e Europa. Número de mortos: Estimado entre 75 a 200 milhões. Você já deve ter ouvido falar na Peste Negra ou Peste Bubônica, já que é quase impossível passar pelas aulas de História e não conhecer um pouco mais sobre essa doença que assolou o mundo. Segundo especialistas, a doença espalhou-se para outro continente por conta do comércio marítimo, mais precisamente por causa dos ratos e das pulgas que viviam nas embarcações e que carregavam o bacilo infectado neles. Os tripulantes, durante a viagem e devido às péssimas condições de saneamento básico e de saúde e higiene gerais, quando mordidos pela pulga, acabavam contaminados pela Peste Negra. A população, ao ter contato com as pulgas que estavam impregnadas nas próprias mercadorias trazidas pelas embarcações, também contraía a doença facilmente. Mais tarde, com a disseminação da doença, ela se tornou viral, ou seja, transmitida por meio de espirros e gotículas de saliva, algo semelhante ao que vemos com o Coronavírus atualmente. Os sintomas comuns da Peste Negra eram inflamação das glândulas linfáticas, inchaço (também conhecidos como “bubões”, por isso o nome “bubônica”) e manchas negras na pele (o que também originou o nome). Com a evolução da doença, a infecção atingia o sangue, que causava a morte do portador. A morte, extremamente dolorosa, acontecia no período entre dois a cinco dias após a infecção. De acordo com os percentuais, um terço da população europeia foi morto pela Peste Negra. Data: 1918-1919. Local de origem: Estados Unidos (possivelmente). Locais atingidos: Ásia, Europa, América Central, América do Sul, América do Norte. Número de mortos: Cerca de 50 milhões (30 mil apenas no Brasil). Já sei, já sei. Neste momento você deve estar se perguntando: Mas se a gripe teve origem nos Estados Unidos, por que se chama Gripe Espanhola? Mesmo após alguns meses de contágio, o governo espanhol foi o primeiro a notar que a gripe em questão não era simples, mas sim uma doença grave, daí o nome. Não se sabe exatamente até hoje o que originou a doença. O que se concluiu é que ela é uma mutação da Influenza, o mesmo vírus da gripe comum. A Gripe Espanhola espalhou-se continentes afora via contato humano (espirros, tosse e gotículas de saliva), principalmente porque neste momento muitos soldados estavam retornando a seus países após a Primeira Guerra Mundial. Seus principais sintomas eram dor de cabeça, febre, cansaço e mal-estar na fase inicial. Com a evolução da doença, surgiam manchas no rosto, tosse com sangue e hemorragias. Até mesmo o presidente do Brasil, Rodrigues Alves, faleceu em decorrência da doença. De acordo com os números, a Gripe Espanhola matou mais homens do que a Primeira Guerra Mundial, muito pela falta de tratamentos adequados à doença. Data: 1957-1958. Local de origem: China. Locais atingidos: Ásia, Europa, África, Oceania, América do Norte (Estados Unidos). Número de mortos: Estimado em 2 milhões. A Gripe Asiática espalhou-se rapidamente (cerca de dez meses) para diversos continentes e a principal causa foram as movimentações humanas por terra e pelo mar. Mesmo com tecnologia mais avançada com relação à detecção de doenças, a ciência não foi rápida o bastante para combater ou tratar o vírus eficazmente. Os principais sintomas da Gripe Asiática são os mesmos da gripe comum, porém potencializados a tal nível que levavam à morte. Data: 1968-1969. Local de origem: Hong Kong. Locais atingidos: Ásia, Europa e Oriente Médio. Número de mortos: Cerca de 3 milhões Mais uma variação do vírus Influenza foi capaz de arrasar vidas em outra pandemia. Com transmissão por meio das aves, principalmente aquelas que eram criadas sem nenhuma higiene em seu local de habitação, a Gripe de Hong Kong também tem sintomas semelhantes à gripe. Num contexto de globalização, os voos internacionais foram inicialmente bastante responsáveis na transmissão da doença. Já as transmissões locais, aconteciam por meio de contato humano. Data: Registrada pela primeira vez em 1976. Local de origem: Sudão e República Democrática do Congo (casos simultâneos). Locais atingidos: África e América do Norte (Estados Unidos). Número de mortos: Estimado em cerca de 30.000. Com taxa de mortalidade entre 25 e 90%, o Ebola tem sua maior concentração nos países do continente africano. Sua origem está no contato com chimpanzés, gorilas, macacos, morcegos, antílopes e porcos-espinhos contaminados. Já na fase de evolução, o Ebola pode ser transmitido por meio do contato com sangue, secreções e demais fluídos corporais. Como os sintomas não são específicos, o diagnóstico da doença é mais complicado, porém, as manifestações costumam ocorrer entre 2 e 21 dias após o contágio. Registram-se como sintomas comuns: – Febre; –

CONFIRA O TEMA COMPLETO CLICANDO AQUI! Sororidade, um substantivo feminino bastante novo, mas que já tem dado muito o que falar, principalmente por conta da presente edição do Big Brother Brasil, televisionado pela Globo. Muita gente já não assistia ao Big Brother há anos, mas, por conta de toda a polêmica, tendo, de um lado, um grupo de homens extremamente machistas e de outro, mulheres esclarecidas, que não aceitaram algumas atitudes e se juntaram contra eles. Já sabe o que aconteceu, né? A divisão dos participantes em dois grupos bastante distintos causou muita polêmica nas redes sociais e na mídia em geral e o assunto da sororidade, do Girl Power e do feminismo, que estão presentes nas discussões sociais, ganharam ainda mais espaço. Nossa proposta da semana, muito por conta do Dia das Mulheres, comemorado no último dia 08, foi inspirada em todo o destaque que essa discussão tem recebido. Vamos conhecer um pouco mais sobre o assunto? Matéria on-line sobre o significado do termo sororidade e as formas de praticá-la. Disponível em https://www.uol.com.br/universa/noticias/redacao/2018/04/01/o-que-e-sororidade-e-como-pratica-la.htm / Acesso em 09/03/2020. Esse texto compôs nossa proposta de redação, porém de forma editada devido ao seu tamanho. Sugerimos a leitura na íntegra, pois a matéria traz informações que não podem passar despercebidas. Na página do UOL, você verá que a matéria sobre sororidade está inserida na aba de “Direitos da Mulher”, por isso, mais do que uma discussão originada por um pequeno grupo, a sororidade faz parte de um leque muito mais amplo de temáticas. O texto explica sobre a origem do termo sororidade e acrescenta a definição de mulheres que são referência no assunto. Com certeza, você conseguirá ampliar seus conceitos sobre o tema com essa leitura. Site do movimento Vamos Juntas? Disponível em https://www.movimentovamosjuntas.com.br/ Acesso em 09/03/2020. Se você leu a matéria sugerida acima, certamente viu o depoimento da jornalista Babi Souza e sabe que ela fundou o movimento Vamos Juntas? O Vamos Juntas? nasceu de uma ideia simples, a partir de uma situação cotidiana, mas pela qual todas as mulheres já devem ter passado. Você pode saber mais sobre a inspiração para o movimento na aba “O Vamos Juntas?” do próprio site. Há, inclusive, o livro do Vamos Juntas? que foi batizado como o guia da sororidade para todas. No site, você também pode conferir vários índices bacanas sobre o tema e verificar em quais meios o Vamos Juntas? contribui com seus artigos Matéria on-line do G1 sobre o feminismo no Big Brother Brasil. Disponível em: https://g1.globo.com/pop-arte/noticia/2020/03/04/sororidade-denuncias-de-assedio-e-mais-homens-eliminados-como-bbb-se-tornou-mais-feminino.ghtml / Acesso em 09/03/2020. Não acompanha o Big Brother Brasil, mas quer entender o que o feminismo e a sororidade têm a ver com essa edição? O G1 fez um resumo bastante eficiente sobre o assunto. Não, a intenção não é que você vire fã da atração global, mas sim que você compreenda que, mesmo em meios em que a sororidade parece não ter nenhuma relevância, ela é sim fundamental. Livro O feminismo é para todo mundo: Políticas arrebatadoras, de Bell Hooks. Disponível em todas as livrarias on-line. Dizer que este é livro é simplesmente incrível é, na verdade, reduzir a qualidade dele. Bell Hooks faz uma análise brilhante sobre o que é o feminismo na prática. E pode ter certeza: é muito mais do que andar por aí com um cartaz ou mãos. Além de explicar a fundo o que é o movimento feminista (inclusive sob um viés histórico) e sua importância no mundo atual, a autora ainda propõe formas para que ele seja colocado em prática de verdade, com objetivos reais. Se o assunto do feminismo te interessa, esta leitura é obrigatória, independentemente da proposta da redação semanal. Livro Um Caminho para a Liberdade, de Jojo Moyes. Disponível em todas as livrarias on-line. Capa linda, conteúdo lindo, mensagem linda. Que Jojo Moyes é incrível na criação de suas personagens, já sabemos (não leu nada dela ainda? Então corre o mais rápido que puder para o primeiro site de livraria on-line e encomende um exemplar para chamar de seu), mas as personagens de Um Caminho para a Liberdade são insuperáveis. Baseado em fatos reais, o enredo se centra numa cidade extremamente tradicionalista dos Estados Unidos, com muitas carências sociais e na qual as mulheres só podem desempenhar dois papéis: esposa e mãe. Mas um grupo de mulheres (que são feministas e praticam a sororidade sem nem saberem disso), montadas em seus cavalos, decide explorar montanhas para levar a toda comunidade livros da biblioteca itinerante e, pode ter certeza, o poder da leitura, como sempre, muda tudo e todos. A leitura é deliciosa e a história é daquele tipo que você quer ler só mais uma página e depois só mais outra, e outra, e outra… Matéria on-line sobre a relação entre sororidade e feminismo. Disponível em: https://www.purepeople.com.br/noticia/empoderamento-feminismo-e-sororidade-veja-a-importancia-dessas-palavras-no-dia-da-mulher_a218729/1 Acesso em 09/03/2020. Muito bem, já compreendemos o que é feminismo e o que é sororidade, mas como esses dois conceitos se relacionam na prática? Seria isso apenas mais uma modinha, como tantas que já vimos surgir na mídia e nas redes sociais? A matéria da Pure People se propõe a discutir tudo isso. Além do mais, você vai ficar por dentro de algumas novidades sobre o tema ao ler este artigo. Matéria on-line sobre o movimento Girl Power. Disponível em: https://medium.com/@iisawestphalen/girl-power-uma-nova-gera%C3%A7%C3%A3o-de-empoderamento-feminino-df03803e5587 / Acesso em 09/03/2020. Lá no comecinho de nosso roteiro citamos que o Big Brother Brasil reacendeu as discussões em torno do movimento Girl Power. Você já deve ter visto por aí mulheres vestindo uma camiseta branca com a frase Girl Power na frente e uma rosa vermelha, mas você realmente sabe o que é o movimento? A matéria do site Medium, além de explicar alguns fundamentos do movimento, ainda traz mulheres reais que vivem os princípios e incentivam a prática do Girl Power. É muito interessante ver como mulheres tão diferentes juntam-se em torno de um mesmo movimento. Abordar assuntos que envolvam o feminismo e a sororidade normalmente é bastante difícil, pois o termo está repleto de preconceitos e ideias inadequadas,

CONFIRA O TEMA COMPLETO CLICANDO AQUI! Talvez você não reconheça o nome, já que ele é um pouco diferente mesmo, mas a alienação parental é um fato extremamente comum e com o qual você já deve ter tido alguma experiência (por ter vivido ou por acompanhar situações de outras pessoas) ou, pelo menos, já ouviu falar de um caso. Confira o Alienação parental – Repertórios! A alienação parental não é somente uma forma de demonstrar mágoa por conta de um relacionamento que acabou, usando os filhos enquanto estratégia, mas é crime e precisa ser entendido e tratado como tal. Para que você consiga desenvolver o tema de redação proposto nesta semana com mais propriedade e conhecimento (pautado em fatos e números), selecionamos algumas sugestões sobre o assunto. Vídeo do YouTube Saiba mais- Alienação Parental. Disponível em https://www.youtube.com/watch?v=PfQLVjawJrc /Acesso em 26/01/2020. Precisando entender melhor sobre o que é, de fato, a alienação parental? Afinal, esse não é, nem de perto e nem de longe, um assunto simples de se abordar. Então ótimo! Nesse vídeo, temos a explicação de um advogado especialista em direito da família com todos os detalhes que você precisa saber sobre o tema para conseguir distinguir uma situação de alienação parental. O vídeo faz parte do canal oficial do Supremo Tribunal Federal (STF), o que garante maior confiabilidade às informações transmitidas. Alguns dados podem até mesmo compor os argumentos de sua redação, uma vez que eles são oficiais. Artigo de especialista 10 coisas que você precisa saber sobre alienação parental. Disponível em https://www.rodrigodacunha.adv.br/10-coisas-que-voce-precisa-saber-sobre-alienacao-parental/ Acesso em 26/01/2020. Compreender as leis nem sempre é algo simples, não é mesmo? Por isso, recomendamos esse artigo. Nele, o autor faz uma explicação de pontos essenciais para a compreensão da lei, o que torna nosso entendimento muito mais fácil. Se você já sabe algo sobre o tema, o artigo poderá fundamentar melhor seus conhecimentos e até esclarecer alguma possível dúvida. A leitura é rápida e as informações são valiosas, ótimas para te darem uma base mais clara a respeito do assunto. Vídeo do YouTube O que é alienação parental? Disponível em https://www.youtube.com/watch?v=rMtH4UT4oOY / Acesso em 26/01/2020. Essa é mais uma sugestão para você aprender com profundidade sobre o que é alienação parental, mas há um detalhe em especial: a visão dos pais sobre o assunto. Inclusive, a mãe também é advogada e consegue falar sobre o tema analisando-o a partir de duas perspectivas diferentes. Além de saber mais sobre alienação parental, você também conseguirá ver como os argumentos são construídos a partir de um ponto de vista. Notícia e vídeo Lei de alienação parental, que tem menos de dez anos, corre risco de revogação. Disponível em https://www.migalhas.com.br/Quentes/17,MI309251,11049-Lei+de+alienacao+parental+que+tem+menos+de+dez+anos+corre+risco+de Acesso em 26/01/2020. A alienação parental não é simplesmente uma discussão que acontece na sociedade, mas sim é uma lei, porém, a lei da alienação corre risco de ser revogada. Os motivos para a possível revogação? Você conhece na notícia e no vídeo do site Migalhas. Notícia Pai que praticava alienação parental deve indenizar ex-mulher em R$50 mil. Disponível em https://www.migalhas.com.br/Quentes/17,MI278351,61044-Pai+que+praticava+alienacao+parental+deve+indenizar+exmulher+em+R+50 Acesso em 26/01/2020. Se a alienação parental é crime e constitui até mesmo lei, isso significa que há punições para quem comete tal violação. É justamente sobre um caso desse que a notícia trata, também no site Migalhas. Nela, há o detalhamento de um homem que foi julgado como culpado por alienação parental e que recebeu enquanto sentença o pagamento de R$50 mil. Artigo de revista on-line Alienação parental: entenda o que é e como prejudica as crianças. Disponível em: https://bebe.abril.com.br/familia/alienacao-parental-o-que-e-como-prejudica-crianca/ Acesso em 27/01/2020. O artigo da revista on-line especializada em bebês e na infância de modo geral, Bebê.com.br, faz um levantamento sobre as principais consequências da alienação parental para as crianças. Os resultados levam em conta os impactos psicológicos e de desenvolvimento da criança que sofre com a situação. Artigo de revista on-line Brasil: um a cada três casamentos termina em divórcio. Disponível em: https://revistacrescer.globo.com/Familia/Sexo-e-Relacionamento/noticia/2019/04/brasil-um-cada-tres-casamentos-termina-em-divorcio.html /Acesso em 27/01/2020. Um dos grandes responsáveis pela alienação parental é o divórcio, principalmente quando ele não ocorre em comum acordo. Na matéria da Revista Crescer, vamos saber um pouco mais sobre o aumento do número de casos de divórcio em nosso país e quais são as possíveis razões para isso. Artigo de especialistas Quais as diferenças entre separação e divórcio? Disponível em https://www.mundoadvogados.com.br/artigos/quais-as-diferencas-entre-separacao-de-divorcio /Acesso em 27/01/2020. Os textos motivadores desta semana afirmam que a alienação parental está intimamente ligada à questão da separação e do divórcio, mas quais são as diferenças entre os dois? Querendo entender melhor? A página Mundo dos Advogados te disponibiliza um artigo claro e objetivo sobre o tema. Matéria de revista on-line Lar com mãe ou pai solo não afeta o bem-estar da criança, conclui estudo. Disponível em https://www.mundoadvogados.com.br/artigos/quais-as-diferencas-entre-separacao-de-divorcio /. Acesso em 27/01/2020. Mas será que todos os casos de divórcio e separação, quando há filhos envolvidos, acabam em alienação parental É claro que não! E nessa matéria, também da Revista Crescer, temos relatos bem-sucedidos de filhos que são criados só pela mãe ou só pelo pai sem que haja alienação parental. Artigo Qual o papel dos pais na formação do caráter dos filhos? Disponível em https://www.marupiara.com.br/qual-o-papel-dos-pais-na-formacao-do-carater-dos-filhos/ Acesso em 27/01/2020. O artigo é curto e objetivo, mas, por meio dele, você será capaz de compreender o quanto os pais influenciam, positiva ou negativamente, na formação do caráter de seus filhos. Apesar de ser o artigo presente na página de um colégio, as informações são bastante válidas e servem para nos fazer refletir sobre quanto as opiniões dos pais determinam a forma de pensar dos filhos. Sabemos o quanto tratar de relacionamentos familiares é um assunto complexo e delicado, por isso, sugerimos que você tenha bom-senso, capacidade analítica e moderação ao escrever sobre alienação parental. Posicionar-se de forma extremamente drástica (independentemente da posição) pode dar a impressão de radicalismo e falta de empatia. Com certeza, os materiais indicados no roteiro de estudo de hoje vão te ajudar a esclarecer melhor sobre os mecanismos de funcionamento da alienação parental e suas consequências, tanto para o indivíduo

Muita festa, alegria, bloquinhos preenchendo a cidade com música e dança, fantasias, brilho. Sem dúvida, o Carnaval é uma festa bastante colorida e alegre, mas será que tudo é assim só alegria? Na proposta de redação desta semana, sugerimos que você olhe ele a partir de duas perspectivas diferentes: a da arte e a dos problemas que o Carnaval traz (para as pessoas individualmente, na sociedade, para o meio ambiente etc.). Para isso, separamos algumas indicações de materiais para te ajudar a compreender melhor essas relações. CONFIRA O TEMA COMPLETO CLICANDO AQUI! Disponível em: super abril – qual é a origem do carnaval Acesso em 23/02/2020. Precisamos ter uma compreensão mais clara e aprofundada sobre as origens dessa data, suas influências e sua forma de evolução até chegarmos ao formato que temos hoje antes de podermos entendê-lo enquanto forma de expressão artística. Neste artigo da revista Super Interessante, temos um pequeno passeio desde o nascimento do Carnaval até a maneira como o conhecemos atualmente. Ótimo conteúdo para você que está querendo saber um pouco mais sobre o histórico carnavalesco. Disponível em: Carnaval em outros países – youtube / Acesso em 23/02/2020. Vai achando que é só no Brasil que existe Carnaval. Na verdade, não é bem assim, ele é uma festa que também acontece em outros países, mas de formas bastante diferentes. O vídeo do canal Nerd Show mostra como é a festividade em vários países incluindo imagens do Carnaval desses locais. Em menos de 15 minutos, você conseguirá fazer um bom passeio por diferentes culturas. Disponível em: noticias r7 – são paulo recolhe 4565 toneladas de lixo durante festas de carnaval / Acesso em 23/02/2020. Um dos grandes problemas das festas do Carnaval sem dúvida é a quantidade de lixo descartada indevidamente, o que tem um impacto direto no nosso meio ambiente. Nesse artigo, a página G1, da Globo, trata sobre as toneladas (!) de lixo recolhidas durante os primeiros dias de Carnaval em São Paulo. Disponível em: folha uol – carnaval de rua cresce e mancha ocupada por blocos se esparrama por sp / Acesso em 23/02/2020. Nos últimos anos, o Carnaval de rua, representado em grande parte pelos famosos bloquinhos, tem agitado vários locais de nosso país que antes eram bastante calmos nessa época do ano. É claro que há benefícios e prejuízos com esse crescimento e a matéria da Folha se propõe justamente a fazer esse balanço. Disponível em: veja abril – após arrastões blocos de carnaval de sp se unem para pedir segurança Acesso em 23/02/2020. A notícia é de agorinha, de fevereiro de 2020, e, nela, a revista Veja aborda os últimos problemas relacionados à violência nessas festas e quais são as providências que estão sendo tomadas com relação a isso. São arrastões, tiroteios, depredações e muitos outros tipos de manifestações violentas que nos causam medo, quando o Carnaval, na realidade, tem a proposta de levar alegria às pessoas. Disponível em: carta capital – a violência mascarada no carnaval Acesso em 23/02/2020. No meio de uma festa em que as pessoas parecem estar felizes e com o único propósito de se divertir, como podem acontecer atos violentos? E mais, quem sofre com maior destaque com essa situação? A Carta Capital publicou em setembro de 2018 esse artigo riquíssimo em informações e reflexões preciosas. Disponível em: g1 globo – casos violência carnaval 2020 / Acesso em 23/02/2020. Para você que está querendo se atualizar sobre quais foram os atos violentos ocorridos no Carnaval 2020, o artigo e os vídeos publicados pelo G1 são excelentes, pois o material faz um passeio pelo país noticiando o que aconteceu de mais relevante durante o período carnavalesco. Disponível em: canal ciências criminais jusbrasil – carnaval os maus tratos por trás das fantasias / Acesso em 23/02/2020. Não, Carnaval não é só alegria, e não, não são “só” os humanos que sofrem com a violência, os animais também são vítimas de atrocidades de encher nossos olhos de lágrimas. A matéria indicada traz uma pequena discussão sobre o assunto, incluindo os métodos mais comuns utilizados na retirada de penas de aves, além de muitas outras indicações de leitura sobre o tema para quem tiver mais interesse. Disponível em: green me – lado triste carnaval desperdício crueldade degradação ambiental Acesso em 23/02/2020. Na continuação do assunto do item 8, o artigo do Green Me, uma página que trata especificamente de consumo consciente e cuidados com o meio ambiente, temos uma abordagem mais aprofundada sobre alguns dos problemas causados pelo Carnaval, em especial pelos desfiles das escolas de samba. Mas, como nem tudo está perdido, o mesmo artigo traz alguns exemplos de desfiles sustentáveis que podem servir enquanto referência para as festas futuras. Disponível em:bbc – brasil 42797763 / Acesso em 23/02/2020. Você sabia que aquele glitterzinho tão lindo que você coloca nos seus olhos ou que usa para desenhar um coraçãozinho na sua bochecha é um grande agente poluidor de mares? Não? Pois é. E pensar que ele parecia tão inocente, não é mesmo? Querendo entender melhor sobre o assunto? A matéria da BBC te explica o caminho que o glitter do Carnaval percorre até chegar aos peixes nos oceanos. Disponível em: medium – como o carnaval afeta a produtividade e economia do brasil / Acesso em 23/02/2020. Naturalmente, somos inclinados a pensar que os dias de folga do feriadão do Carnaval trazem impactos negativos para a economia do país, já que as pessoas não produzem nesse período. Mas será que é assim mesmo? Nesse texto, há uma análise bastante ponderada, inclusive com viés filosófico e sociológico, sobre a questão da economia no Carnaval. Disponível em: agência brasil ebc – marcado pelo turismo carnaval deve movimentar 8 bi na economia / Acesso em 23/02/2020. A Agência Brasil detalha para você qual é a estimativa de movimentação econômica para o Carnaval 2020 e como esse valor será gerado. O artigo, apesar de curto, traz muitos detalhes relevantes sobre o assunto. Após ler as recomendações, temos certeza de que você já está mais