
Sororidade, um substantivo feminino bastante novo, mas que já tem dado muito o que falar, principalmente por conta da presente edição do Big Brother Brasil, televisionado pela Globo.
Muita gente já não assistia ao Big Brother há anos, mas, por conta de toda a polêmica, tendo, de um lado, um grupo de homens extremamente machistas e de outro, mulheres esclarecidas, que não aceitaram algumas atitudes e se juntaram contra eles.
Já sabe o que aconteceu, né? A divisão dos participantes em dois grupos bastante distintos causou muita polêmica nas redes sociais e na mídia em geral e o assunto da sororidade, do Girl Power e do feminismo, que estão presentes nas discussões sociais, ganharam ainda mais espaço.
Nossa proposta da semana, muito por conta do Dia das Mulheres, comemorado no último dia 08, foi inspirada em todo o destaque que essa discussão tem recebido. Vamos conhecer um pouco mais sobre o assunto?

Disponível em o que e sororidade e como pratica la (uol.com.br) / Acesso em 09/03/2020.
Esse texto compôs nossa proposta de redação, porém de forma editada devido ao seu tamanho. Sugerimos a leitura na íntegra, pois a matéria traz informações que não podem passar despercebidas.
Na página do UOL, você verá que a matéria sobre sororidade está inserida na aba de “Direitos da Mulher”, por isso, mais do que uma discussão originada por um pequeno grupo, a sororidade faz parte de um leque muito mais amplo de temáticas.
O texto explica sobre a origem do termo sororidade e acrescenta a definição de mulheres que são referência no assunto. Com certeza, você conseguirá ampliar seus conceitos sobre o tema com essa leitura.
Disponível em movimentovamosjuntas.com.br Acesso em 09/03/2020.
Se você leu a matéria sugerida acima, certamente viu o depoimento da jornalista Babi Souza e sabe que ela fundou o movimento Vamos Juntas?
O Vamos Juntas? nasceu de uma ideia simples, a partir de uma situação cotidiana, mas pela qual todas as mulheres já devem ter passado. Você pode saber mais sobre a inspiração para o movimento na aba “O Vamos Juntas?” do próprio site.
Há, inclusive, o livro do Vamos Juntas? que foi batizado como o guia da sororidade para todas. No site, você também pode conferir vários índices bacanas sobre o tema e verificar em quais meios o Vamos Juntas? contribui com seus artigos
Disponível em: sororidade denuncias de assedio e mais homens eliminados como bbb se tornou mais feminino (g1.globo.com) / Acesso em 09/03/2020.
Não acompanha o Big Brother Brasil, mas quer entender o que o feminismo e a sororidade têm a ver com essa edição? O G1 fez um resumo bastante eficiente sobre o assunto.
Não, a intenção não é que você vire fã da atração global, mas sim que você compreenda que, mesmo em meios em que a sororidade parece não ter nenhuma relevância, ela é sim fundamental.
Disponível em todas as livrarias on-line.
Dizer que este é livro é simplesmente incrível é, na verdade, reduzir a qualidade dele. Bell Hooks faz uma análise brilhante sobre o que é o feminismo na prática. E pode ter certeza: é muito mais do que andar por aí com um cartaz ou mãos.
Além de explicar a fundo o que é o movimento feminista (inclusive sob um viés histórico) e sua importância no mundo atual, a autora ainda propõe formas para que ele seja colocado em prática de verdade, com objetivos reais.
Se o assunto do feminismo te interessa, esta leitura é obrigatória, independentemente da proposta da redação semanal.
Disponível em todas as livrarias on-line.
Capa linda, conteúdo lindo, mensagem linda. Que Jojo Moyes é incrível na criação de suas personagens, já sabemos (não leu nada dela ainda? Então corre o mais rápido que puder para o primeiro site de livraria on-line e encomende um exemplar para chamar de seu), mas as personagens de Um Caminho para a Liberdade são insuperáveis.
Baseado em fatos reais, o enredo se centra numa cidade extremamente tradicionalista dos Estados Unidos, com muitas carências sociais e na qual as mulheres só podem desempenhar dois papéis: esposa e mãe.
Mas um grupo de mulheres (que são feministas e praticam a sororidade sem nem saberem disso), montadas em seus cavalos, decide explorar montanhas para levar a toda comunidade livros da biblioteca itinerante e, pode ter certeza, o poder da leitura, como sempre, muda tudo e todos.
A leitura é deliciosa e a história é daquele tipo que você quer ler só mais uma página e depois só mais outra, e outra, e outra…
Disponível em: purepeople.com.br Acesso em 09/03/2020.
Muito bem, já compreendemos o que é feminismo e o que é sororidade, mas como esses dois conceitos se relacionam na prática? Seria isso apenas mais uma modinha, como tantas que já vimos surgir na mídia e nas redes sociais? A matéria da Pure People se propõe a discutir tudo isso.
Além do mais, você vai ficar por dentro de algumas novidades sobre o tema ao ler este artigo.
Disponível em: girl power uma nova gera%C3%A7%C3%A3o de empoderamento feminino df03803e5587 (medium.com) / Acesso em 09/03/2020.
Lá no comecinho de nosso roteiro citamos que o Big Brother Brasil reacendeu as discussões em torno do movimento Girl Power.
Você já deve ter visto por aí mulheres vestindo uma camiseta branca com a frase Girl Power na frente e uma rosa vermelha, mas você realmente sabe o que é o movimento?
A matéria do site Medium, além de explicar alguns fundamentos do movimento, ainda traz mulheres reais que vivem os princípios e incentivam a prática do Girl Power. É muito interessante ver como mulheres tão diferentes juntam-se em torno de um mesmo movimento.

Abordar assuntos que envolvam o feminismo e a sororidade normalmente é bastante difícil, pois o termo está repleto de preconceitos e ideias inadequadas, muito por conta do desconhecimento que várias pessoas têm sobre as temáticas.
Para que você redija uma redação de qualidade, é importante ter a mente aberta, conhecer argumentos, pontos de vista variados para só então formular uma linha de pensamento concreta.
Nada de praticar o velho “julgar o livro pela capa”, hein!
Repertório para o tema “Coronavírus e emergência na saúde global”
Repertório para o tema ”Gordofobia e o culto ao corpo padrão”
Repertório para o tema “Brasil e as tensões geopolíticas no Oriente Médio”
Repertório para o tema ”O mercado de cosméticos falsificados”
Envie suas redações e receba correção profissional em até 24h. Nossos especialistas aprovados nas melhores universidades vão te ajudar a alcançar a nota máxima.
Ver Planos de CorreçãoOs filmes do Oscar 2026 são repertórios poderosos para a redação. Aprenda a usar as obras premiadas para argumentar sobre política, desigualdade e outros temas cobrados no ENEM e vestibulares.
Sucesso na Netflix, o filme Salve Rosa é um alerta sobre a superexposição infantil nas redes. A obra discute a exploração da imagem e é um repertório essencial para redações sobre o tema.
Na era digital, vale a pena fazer faculdade? Analisamos como a desvalorização do ensino superior impacta a formação crítica dos jovens e o futuro do Brasil.
Braille: ferramenta essencial para inclusão e cidadania de pessoas com deficiência visual. Tema relevante em vestibulares e no ENEM.
Durante décadas, o Brasil foi definido como um país miscigenado, marcado pela convivência entre diferentes povos e culturas. No entanto, apesar dessa diversidade amplamente reconhecida no discurso social, grande parte da população brasileira desconhece sua própria ancestralidade. Esse distanciamento entre a realidade genética e a memória histórica revela um processo profundo de apagamento das origens africanas e indígenas na formação do país. Uma pesquisa científica inédita, publicada na revista Science e divulgada pelo Jornal Nacional, confirmou que o Brasil é o país mais miscigenado do mundo, reunindo uma complexa combinação de ancestralidades europeias, africanas e indígenas. Ainda assim, relatos pessoais mostram que muitos brasileiros sabem pouco ou quase nada sobre a história de suas famílias, especialmente quando se trata de origens não europeias. Esse desconhecimento não ocorre ao acaso, mas está ligado a um passado marcado por colonização, escravidão e violência, cujas consequências permanecem inscritas tanto na estrutura social quanto no próprio DNA da população. Dessa forma, discutir como o desconhecimento da própria ancestralidade reflete o apagamento histórico da miscigenação no Brasil torna-se fundamental para compreender os impactos da desigualdade racial, da invisibilização de povos originários e da forma como a história oficial foi construída. O tema dialoga diretamente com questões de identidade, memória coletiva, ciência e justiça social, sendo altamente pertinente para redações do ENEM, vestibulares e concursos. Textos motivadores sobre miscigenação no Brasil Texto I — Brasil é o país mais miscigenado do mundo, conclui pesquisa inédita Reprodução jornal nacional Uma pesquisa científica inédita concluiu que o Brasil possui a maior diversidade genética do mundo. O estudo, conduzido por pesquisadores da Universidade de São Paulo e integrante do projeto DNA do Brasil, analisou o genoma de mais de 2,7 mil pessoas de diferentes regiões, incluindo capitais e comunidades ribeirinhas. Os resultados mostram que a população brasileira é composta, em média, por 60% de ancestralidade europeia, 27% africana e 13% indígena, com variações regionais significativas. A pesquisa também revelou que a miscigenação brasileira foi marcada por profundas desigualdades históricas. Cerca de 71% da herança genética masculina tem origem europeia, enquanto 77% da herança genética feminina é africana ou indígena, evidenciando relações assimétricas e episódios de violência durante o período colonial. Além disso, os cientistas identificaram mais de 8 milhões de variações genéticas inéditas, muitas delas relacionadas a ancestralidades pouco estudadas, como as africanas e indígenas, tradicionalmente ausentes dos grandes bancos de dados genéticos. Esses dados demonstram que, embora a miscigenação seja uma característica central da formação do Brasil, a história das populações que a compõem foi frequentemente silenciada ou distorcida. Assim, a ciência genética surge não apenas como ferramenta para avanços na saúde, mas também como meio de revelar narrativas históricas apagadas e promover uma reflexão crítica sobre identidade e memória no país. Fonte adaptada: Jornal Nacional. Texto II — Como a miscigenação, a imigração e a violência histórica deixaram marcas no DNA dos brasileiros? Um estudo científico publicado na revista Science e divulgado pela BBC News Brasil revelou que a história da colonização do país não está registrada apenas em livros, mas também no DNA da população atual. A partir do sequenciamento completo do genoma de mais de 2,7 mil brasileiros, pesquisadores identificaram evidências diretas dos fluxos migratórios, da escravidão e das relações desiguais que marcaram os últimos cinco séculos da formação do Brasil. Os dados mostram que a miscigenação brasileira ocorreu de forma profundamente assimétrica. Mais de 70% da herança genética masculina tem origem europeia, enquanto a maior parte da herança genética feminina é africana ou indígena. Esse desequilíbrio evidencia um passado marcado pela violência colonial, pela escravização de povos africanos e pela exploração de mulheres indígenas e negras, cujas histórias foram sistematicamente silenciadas ao longo do tempo. Além disso, o estudo aponta que o Brasil foi palco do maior deslocamento intercontinental de populações da história. Entre os séculos XVI e XIX, cerca de 5 milhões de europeus migraram para o país, enquanto ao menos 5 milhões de africanos foram trazidos à força como pessoas escravizadas. Esse processo resultou em uma diversidade genética inédita, com combinações de ancestralidades que não existem nem mesmo nos continentes de origem. Apesar dessa riqueza genética, muitos brasileiros desconhecem sua própria ancestralidade, especialmente quando ligada a povos africanos e indígenas. Esse desconhecimento não é aleatório, mas consequência de um apagamento histórico promovido por narrativas oficiais que privilegiaram a herança europeia e minimizaram a violência estrutural que sustentou a miscigenação no país. Assim, o DNA brasileiro passa a funcionar como um documento histórico vivo, revelando desigualdades, exclusões e silenciamentos que ainda impactam a construção da identidade nacional. Fonte adaptada: BBC News Brasil TEXTO III Como a miscigenação no Brasil revela um processo histórico marcado por violência, apagamento e ressignificação cultural? Segundo o antropólogo Darcy Ribeiro, a identidade brasileira se consolidou a partir de um processo histórico complexo, marcado tanto por violência e imposição quanto por resistência e ressignificação cultural. A miscigenação entre indígenas, africanos e europeus não ocorreu de forma espontânea ou harmoniosa, mas foi atravessada por relações de poder desiguais. Ao longo da colonização, o encontro entre esses grupos foi mediado por dominação territorial, escravidão e exploração. Ainda assim, povos indígenas e africanos resistiram, preservando saberes, tradições e práticas culturais que influenciam profundamente a sociedade brasileira até hoje. Compreender a miscigenação no Brasil, portanto, significa ir além da diversidade étnica. Implica reconhecer os conflitos históricos, os processos de adaptação e as criações culturais que deram origem à formação do povo brasileiro. Nesse contexto, o desconhecimento da própria ancestralidade pode ser entendido como reflexo de um apagamento histórico, especialmente das contribuições indígenas e africanas, frequentemente silenciadas nos registros oficiais e no ensino tradicional da história nacional. Fonte adaptada: jurismenteaberta TEXTO IV – De que forma a arte brasileira revela a miscigenação e as desigualdades sociais invisibilizadas na história do país? Pintada em 1933, a obra Operários, da artista modernista Tarsila do Amaral, é considerada um dos principais retratos do processo de industrialização brasileira, especialmente no estado de São Paulo. A tela apresenta cinquenta e um trabalhadores da indústria, organizados lado a lado,
Em seu novo álbum The Life of a Showgirl (2025), Taylor Swift retoma o mito de Ofélia no single The Fate of Ophelia.No clipe, ela interpreta uma Ofélia moderna, cercada por câmeras, paparazzi e espectadores, simbolizando como a mulher contemporânea também é sufocada, não mais pela realeza, mas pela pressão da fama, da internet e da aparência. Assim como Ofélia foi o reflexo da submissão feminina no século XVII, a Ofélia pop de Taylor denuncia o colapso emocional causado pela cultura da exposição e pela cobrança estética atual. É uma releitura que une literatura clássica e crítica social moderna, transformando a tragédia de Shakespeare em um espelho da nossa era digital. Quem é Ophelia? Criada por William Shakespeare, Ophelia (Ofélia) é uma das personagens mais trágicas do teatro ocidental.Ela aparece na peça Hamlet, escrita por volta de 1600, e representa o ideal feminino da época: pura, delicada e submissa.Filha de Polônio e amada por Hamlet, ela é manipulada por todos os homens à sua volta, o pai, o irmão Laertes e o próprio príncipe Hamlet. Quando Hamlet, em um momento de raiva, mata o pai dela, Ofélia enlouquece e acaba se afogando em um rio, símbolo da perda total de controle sobre a própria vida. Essa cena se tornou uma das mais marcantes da literatura, e a imagem de Ofélia cercada de flores, submersa na água, representa até hoje a mulher silenciada pela opressão patriarcal. O que Taylor Swift quis dizer com The Fate of Ophelia Em seu novo álbum The Life of a Showgirl (2025), Taylor Swift retoma o mito de Ofélia no single The Fate of Ophelia.No clipe, ela interpreta uma Ofélia moderna, cercada por câmeras, paparazzi e espectadores, simbolizando como a mulher contemporânea também é sufocada, não mais pela realeza, mas pela pressão da fama, da internet e da aparência. Assim como Ofélia foi o reflexo da submissão feminina no século XVII, a Ofélia pop de Taylor denuncia o colapso emocional causado pela cultura da exposição e pela cobrança estética atual. É uma releitura que une literatura clássica e crítica social moderna, transformando a tragédia de Shakespeare em um espelho da nossa era digital. Temáticas que podem surgir a partir de Ophelia Como usar Ophelia na redação Para aplicar esse repertório de forma produtiva: 📝 Exemplo: “A trajetória de Ofélia, revisitada por Taylor Swift em The Fate of Ophelia, evidencia que, apesar do avanço social, a mulher ainda é aprisionada por expectativas externas que moldam sua aparência, comportamento e valor.” Conclusão A personagem Ofélia ultrapassou os séculos e, nas mãos de Taylor Swift, ganhou um novo significado: o da mulher contemporânea que luta para não ser silenciada pelas pressões externas.A simbologia da jovem submersa, agora iluminada pelos refletores da fama, reflete o dilema da identidade feminina na era digital, entre ser vista e ser livre. Assim, usar The Fate of Ophelia na redação é mais do que citar uma obra: é compreender como arte, literatura e música dialogam para denunciar as mesmas feridas sociais que persistem há séculos.