806 artigos encontrados com a tag “Topo de funil”

A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo em norma padrão da língua portuguesa sobre o tema “Roupa tem gênero?”, apresentando proposta de intervenção, que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa e seu ponto de vista. Texto 01 Muito tem se falado sobre a questão da Identidade de Gênero – ou a falta dela – no mundo da moda, onde estilistas e marcas têm pregado a questão da roupa não ter um gênero definido, podendo ser usada por homens e mulheres. A discussão é necessária, pois a questão da identidade de gênero vai além das preferências sexuais e relacionamentos, e como o foco aqui é moda, vamos falar um pouco sobre como isso vem sendo e precisa ser abordado. (Roupa tem gênero? A relação da moda com a identidade de gênero. Extraído e adaptado de o cara fashion) Texto 02 A moda está cada vez mais sem gênero, afinal, roupa não tem sexo e as marcas estão cada vez mais atentas a isso. Apesar das diferenças de seus significados, a moda unissex, genderless ou sem gênero veio para quebrar barreiras, majoritariamente sociais, que ditam quais cores e formas são femininas e quais são masculinas. Nós não vamos entrar nos debates filosóficos e antropológicos das questões de gênero, mas antes de falar sobre moda sem gênero é importante entender o que significa e define gênero. Para isso, vamos utilizar um conceito bem simples e direto de Raewyn Connel e Rebecca Pearse, retirado do livro Gênero – Uma Perspectiva Global: “De maneira geral, gênero diz respeito ao jeito com que as sociedades humanas lidam com os corpos humanos e sua continuidade e com as consequências desse “lidar” para nossas vidas pessoais e nosso destino coletivo” Colocando de maneira simplista, as questões de gênero na moda questionam a imposição de formas, modelagens, cores e estruturas para os sexos. Quais características biológicas definem que só pessoas com vagina podem usar saias? Nenhuma. O debate de uma moda sem gênero está aceso há algum tempo, mas já esse ano, a nova campanha da Louis Vuitton com o filho de Will Smith, Jaden Smith, conhecido por ser um menino que transita livremente entre as normas de gênero, chamou ainda mais atenção para esse movimento. Jaden apareceu ao lado de quatro modelos na campanha de moda feminina da marca, usando peças desfiladas nas passarelas por mulheres. (Está na hora de entender [e aceitar] a moda sem gênero. Extraído e adaptado de insecta shoes) Texto 03 A cantora gospel Ana Paula Valadão usou as redes sociais para criticar a campanha publicitária da C&A que divulga coleção sem distinção de gênero. Em texto compartilhado no Facebook, nesta sexta-feira (20), a artista manifesta sua “santa indignação” com a campanha do Dia dos Namorados da rede de multimarcas. Ela denuncia a imposição da ideologia de gênero e pede boicote à loja. “Nós que conhecemos a Verdade imutável da Palavra de Deus não podemos ficar calados. Temos que boicotar essa loja e mostrar nosso repúdio”, escreve a pastora evangélica e fundadora da banda Diante do Trono. Valadão usa as hashtags “SouFemininaVistoComoMulher”, “HomemVesteComoHomem”, “UnisexNãoExiste” e “DeusFezHomemEMulher”. Em uma hora, a postagem ultrapassou 7 mil compartilhamentos. Os internautas que discordaram da opinião da cantora fizeram um “vomitaço” nos comentários. “Não chame de santa sua indignação cheia de ódio! Pare de usar a bíblia pra justificar seu pensamento doentio!”, escreveu uma delas. (Ana Paula Valadão pede boicote a uma marca de roupas por coleção sem gênero. Extraído e adaptado de correio braziliense
Galera, presta atenção nas Dicas de Redação: a estrutura de um texto dissertativo! Não dá para se fazer uma dissertação apenas olhando o tema e começando a escrever sem nenhuma reflexão sobre o assunto. A dissertação é um tipo de texto que possui uma forma fixa: * Introdução, * Desenvolvimento * Conclusão. Todas essas partes devem estar devidamente separadas e articuladas através dos conectivos (conjunções, locuções conjuntivas, preposição, pronomes). FAÇA UM PLANEJAMENTO! 1. Leia e compreenda a proposta apresentada. 2. Agora além de compreender, é preciso refletir sobre o tema. 3. Questione-se: esse assunto tem relação com algum fato atual? Qual problema ético a ser debatido? Aqui esquematize a redação. Questione-se sobre o tema. Elabore questões relativas ao tema. TEMA: A Poluição Ambiental O que é poluição? (Introdução) Quais são os tipos de poluição? Quem é responsável por esse problema? O que as autoridades estão fazendo para solucionar esse problema? O que poderias ser feito? (conclusão) OU TEMA: A diminuição da maioridade penal de 18 para 16 anos resolveria o problema do menor infrator no Brasil? Quem são os menores infratores? (4 a 6 linhas) – Introdução O que a diminuição da maioridade penal para 16 anos traria de positivo? (5 a 8 linhas) O que a diminuição da maioridade penal para 16 anos traria de negativo? (5 a 8 linhas) Então, o que precisa ser feito para resolver esse problema? (5 a 6 linhas) – Conclusão Tenha como meta a produção de um texto de 25 linhas/30 linhas. Agora é treinar! Escreva a redação e a envie CORRENDO para o REDAÇÃO ONLINE. CORRE!!! O ENEM TÁ CHEGANDO! Bons estudos! o que achou de Dicas de Redação: a estrutura de um texto dissertativo?

A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo em norma padrão da língua portuguesa sobre o Tema de Redação: a importância do Censo no Brasil, apresentando proposta de intervenção, que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa e seu ponto de vista. Texto 01 A participação no censo é de interesse geral, uma vez que as informações nos formulários são usadas para definir que comunidades, escolas, hospitais e estradas precisam de recursos financeiros federais. Aqui estão alguns exemplos da importância dos números divulgados pelo censo. O governo federal usa os números divulgados pelo censo para distribuir mais de US$100 bilhões em verbas federais anualmente, para programas e serviços comunitários, como programas educacionais, desenvolvimento de moradia e da comunidade, assistência médica para idosos e treinamento profissional, entre outros. Governos estaduais, locais e de tribos usam as informações divulgadas pelo censo para planejar e distribuir verbas para construção de novas escolas, bibliotecas e outros edifícios públicos, sistemas de segurança nas estradas e de transporte público, novas estradas e pontes, locais para delegacias e bombeiros, entre outros projetos. Organizações comunitárias usam as informações para desenvolver programas sociais, projetos comunitários, merenda para a terceira idade e creches. Empresas usam os números para decidir onde instalar fábricas, shopping centers, cinemas, bancos e escritórios – atividades que geram novos empregos. O Congresso Americano usa os números totais divulgados pelo censo para determinar quantos assentos determinado Estado deve possuir na Câmara dos Deputados. Além disso, Estados usam os números para distribuir assentos nas assembléias legislativas (A importância do censo. Extraído e adaptado de Pessoas HSW Uol. Texto 02 Se é verdade que apenas as sociedades que conhecem a si mesmas podem planejar e construir os seus futuros, o Brasil já pertence ou caminha rapidamente para esse grupo de países. Crescem, tremendamente, as demandas em nosso país, por informações cada vez mais detalhadas e desagregadas geograficamente. A descentralização político-administrativa reinstaurada com redemocratização e a Constituição de 1988 aumentou muito a relevância dos censos. Prefeitos e governadores, órgãos de planejamento municipais e estaduais, investidos de maior autonomia e de novas responsabilidades, dependem hoje, como nunca, dos censos para definirem suas políticas com base em informações atualizadas sobre a população sob suas jurisdições. Mas as demandas por informações desagregadas vêm também de outras esferas, que vão do setor não-governamental e privado, à do governo federal. (A importância do censo 2000. Extraído e adaptado de Ibge – Importância do Censo) Texto 03 Escreva uma redação com o Tema de Redação: a importância do Censo no Brasil e nos envie!

A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo em norma padrão da língua portuguesa sobre o tema Animais em cárcere e suas consequências, apresentando proposta de intervenção, que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa e seu ponto de vista. Texto 01 A sociedade humana inventou duas formas de lidar com indivíduos incapazes de viverem de forma justa e ética entre os demais: a exclusão territorial (degredo, exílio, expulsão, ostracismo) e o cárcere (privação da liberdade no próprio território). As duas formas de lidar com o corpo de seres considerados desagradáveis, perniciosos ou ameaçadores para o bem-estar coletivo têm sido aplicadas ao redor do planeta em todas as sociedades, sejam elas regidas por concepções teológicas, pela ideia de justiça igualitária, ou simplesmente pelas regras do mercado. Quando um humano é retirado do seu ambiente social e enclausurado em algum edifício no qual perde a liberdade física de ir e vir, geralmente tal decisão deve-se a algum ato malévolo praticado por ele. Todos os indivíduos que nascem na condição animal, sejam mamíferos (humanos e não-humanos), aves, répteis ou insetos, estão condenados a buscar a satisfação de suas necessidades e a interagir com os demais e o ambiente natural, usando sua liberdade física. A vida animal se caracteriza pela necessidade de mover-se para prover-se, seguindo padrões que se mostram eficientes do ponto de vista da espécie e especialmente das características peculiares ao próprio indivíduo. A prisão de animais em gaiolas, jaulas e cercados, e a manutenção deles em ambientes projetados para atender padrões de higiene humanos (pisos, azulejos), implica privação, para eles, da condição natural ambiental na qual suas mentes encontram alívio emocional, e seus corpos os nutrientes necessários para atender as demandas de suas respectivas dietas. Animais são seres livres por natureza. Não se pode ser ético e mantê-los enjaulados. Além disso, toda forma de aprisionamento implica imposição das escolhas de uns, sobre as preferências dos que estão na condição encarcerada. Quem encarcera o animal passa a ditar o padrão de comer desse animal, em quantidade, qualidade, frequência na ingestão de certos alimentos, composição. Equivoca-se quem pensa que manter o prato do animal bem servido é tudo de bom para o animal. Basta imaginar que eles tem células nervosas olfativas em muito maior quantidade do que as ativadas num cérebro humano. Cheirar e selecionar o alimento faz parte do sistema mental de todo animal, de suas escolhas e preferências. Nós, humanos, nem todos os dias estamos dispostos a comer um mesmo tipo de comida, e não estaríamos dispostos a comer para sempre essa comida. Os demais animais não são diferentes de nós. A prisão do animal em galpões, cercados, jaulas e gaiolas, e sua detenção no espaço privado das residências humanas implicam ditar duramente para eles seus padrões alimentares. De ética, tal prática não tem nada. (Cárcere de animais: a ditadura humana. Extraído e adaptado de Anda Jor) Texto 02 A Agência Estadual de Meio Ambiente de Pernambuco (CPRH) lança nessa terça-feira (5/7) uma campanha de combate ao cárcere de animal silvestre. Intitulada “Animal não é brinquedo”, a iniciativa alerta sobre o crime de manter animais silvestres em cativeiro, especialmente pássaros, muito deles em risco de extinção. Em várias ocasiões, os ficais perceberam que os animais serviam como brinquedos para criança, muitas delas residentes em regiões sem área de lazer e sem energia elétrica. Por conta disso, a CPRH recolherá brinquedos doados pela sociedade para serem utilizados nos projetos de educação ambiental e para serem entregues no momento da apreensão do animal. (Campanha combate o cárcere de animais silvestres. Extraído e adaptado de Tribunal da Bahia) Texto 03 Quando eu era criança não tinha noção de que manter passarinhos presos ia contra a sua maior riqueza, a liberdade de voar. Não tinha conhecimento de que meus cães e meu gato eram descendentes de animais selvagens, e um dia, num passado remoto, tinham outro estilo de vida. Não tinha consciência da absurda contradição de cuidar dos meus animais em casa e maltratar os outros na rua. Maldita funda! Ainda bem que não era bom de pontaria! Mas um dia a criança cresce, vira adolescente, ainda inconseqüente, porém mais atinado. Estuda, mantém contato com outros escritos, daqueles que parecem escondidos, pois não há interesse que o grande público tome consciência. E assim desperta para a triste realidade, a realidade de milhões de animais mortos, diariamente, para o deleite do homem dito civilizado. Nas indústrias alimentícias e farmacêuticas, nas universidades e institutos de pesquisa, e mesmo no mais sutil encarceramento, como nos zoológicos e parques aquáticos, o sofrimento dos animais é perpetuado. Não me esqueço de um zoológico que visitei, onde pude verificar in loco a tristeza no semblante de alguns animais. O que mais me chocou foi ver um elefante num espaço pequeno, com uma cobertura improvisada que mal o protegia das intempéries naturais. Este elefante estava, com certeza, sofrendo, pois o tipo de vida que estava levando era totalmente incompatível com a sua natureza. Os elefantes são animais muito sociáveis e que caminham muito, seu envolvimento afetivo com seu grupo social está mais do que provado na literatura especializada, portanto deixar um animal deste sozinho em tal ambiente, para a apreciação curiosa dos humanos, é um verdadeiro crime. (Animais no cárcere. Extraído e adaptado de Zoo Etologia) Texto 04 Texto 05

Mais algumas super dicas da nossa expert, Prof. Mali! Bora lá, galera! Vamos simular o que ocorre ANTES de você começar a fazer qualquer rabisco na folha de rascunho. Vamos ver O que NÃO fazer em sua Redação? Deixe-me adivinhar!!?? Hum!! Você costuma ser atropelado por uma montanha de ideias interessantes, e não está disposto a abrir mão de nenhuma? Ou, pode ser que você, na hora de escrever, tem o famoso “branco”? Fica ali, olhando para os lados, para o chão, para os concorrentes que já começaram a escrever… e simplesmente não sai nada! Saiba que os dois casos podem inutilizar sua redação no vestibular! Veja por que: Aluno cheio de ideias: Escreve sem parar e não nota que as ideias não têm ligação clara, ou nem mesmo têm a ver umas com as outras! ATENÇÃO: Você, corre o risco de não ir a fundo em nada do que quer escrever. Tudo fica superficial. E o pior, geralmente “acha” que foi bem, mas costuma receber notas baixas e não tem noção do que está errado! Aluno com “brancos”: Tem bloqueios de ideia, não consegue fazer seu texto dentro do prazo estipulado pelos vestibulares, ou simplesmente não escreve nada. ABANDONA A REDAÇÃO! Produz textos com parágrafos curtos e pobres em argumentos. Pode ficar muito preocupado com “o que pode cair na prova” exatamente porque corre o risco de não ter estofo de escrita. Bom, acalme-se! Nós, do REDAÇÃO ONLINE temos a solução para esses casos – Agrupar ideias! Consequências Vantagens Desvantagens Comparação Crítica Sugestão Os itens acima podem ser aplicados à maioria esmagadora das propostas! Da próxima vez que fizer um texto, tente escrevê-lo a partir do roteiro acima! Veja que quem tem muitas ideias vai aprender a abrir mão de algumas para se organizar, e quem tem “brancos” vai “forçar” a mente a lembrar sobre o que poderia ser escrito, usando os itens acima. Lembre-se sempre de que dissertar significa, através de uma argumentação sólida, é levantar uma tese e explicar por que pensa dessa forma. Em TODAS as redações que você fizer, você estará dando “sua posição” sobre algo e explicando-a. Não invente nada fora desse esquema, por favor! A opinião chama-se a partir de agora tese, e suas explicações chamam-se argumentos. DICAS: A tese será o embrião da introdução. Ela normalmente fica no primeiro parágrafo, portanto. Os argumentos formarão o “recheio” da sua redação. Cada um pode ser um parágrafo ou você pode usar um argumento só para o texto todo! Argumentos emocionais são em geral considerados fracos. Procure sempre se basear em argumentos racionais, que podem ser discutidos. Agora vai lá! Faz a DISSERTAÇÃO e manda para os nossos corretores. Valeu!

A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo em norma padrão da língua portuguesa sobre o tema Estresse, o mal do século XXI, apresentando proposta de intervenção, que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa e seu ponto de vista. Texto 1 Muito se fala sobre o estresse, que vem sendo caracterizado como a doença do século XXI. Um levantamento realizado pela Associação Internacional do Controle do Estresse, ISMA (International Stress Management Association), revelou que o Brasil é o segundo país do mundo com níveis de estresse altíssimos. Pelo menos três em cada sete trabalhadores sofrem a síndrome de Burnout e não sabem. Resultado da soma de algumas respostas mentais e físicas, o estresse fisiológico, sem sobrecargas, pode contribuir de forma saudável para o crescimento e o desenvolvimento dos nossos ossos, músculos, cérebro e demais partes do corpo. Sua causa como doença, porém, está relacionada aos estímulos externos e à pressão a qual é submetida uma determinada pessoa e ao desgaste que ela pode sofrer sob esta pressão. Para atender a essa demanda de cura, normalmente os tratamentos são associados à medicação e atividade física relaxante. O termo “estresse” designa desgaste e tensão, tendo sua origem na física. Sua rápida propagação no mundo pode estar associada ao fato de que, por milhões de anos, o ser humano foi se adaptando biologicamente a um estilo de vida diurno e não sedentário, além de um ritmo de mudanças muito mais lento do que encontramos nos dias atuais, especialmente nas grandes cidades. O excesso de ruídos, as luzes artificiais que nos mantêm acordados à noite, a falta de exercício, a poluição, os engarrafamentos, o excesso de informações e de preocupações são exemplos de fontes de estresse no mundo moderno para os quais o nosso corpo não se adaptou. Muito embora estejam intimamente ligados, estresse, ansiedade e transtornos de ansiedade são conceitos diferentes. Ansiedade é um estado de alerta especial que desenvolvemos quando estamos em situações de estresse, com o objetivo de aumentar a nossa capacidade de adaptação a situações novas e potencialmente perigosas. O nosso corpo desenvolveu complexos mecanismos que integram funções cerebrais e hormonais para regular quando ativar e desativar uma resposta de ansiedade e qual o tipo e a intensidade de resposta será a mais adequada às situações que vivenciamos. Quando estes mecanismos não estão funcionando adequadamente, dizemos que há, então, um transtorno de ansiedade. Os transtornos de ansiedade podem ter diferentes tipos de estresse em sua origem, tendo muitas das vezes como sintomas o transtorno de ansiedade generalizada, quando o indivíduo tem dificuldade de desativar o estado de ansiedade e passa a maior parte do tempo tenso e ansioso na expectativa de que algo ruim possa acontecer; além do transtorno obsessivo-compulsivo, quando a mente é invadida por pensamentos desagradáveis associados aos medos do indivíduo e muita ansiedade. Há, ainda, as fobias, que são fortes reações de ansiedade, e o medo paralisante, que pode impedir o indivíduo de lidar com a situação temida; a síndrome do pânico, caracterizada por ataques repetidos de ansiedade súbita com sintomas corporais fortes, como sudorese, falta de ar e medo de morrer ou de enlouquecer; e o transtorno de estresse pós-traumático, quando a pessoa revive repetidas vezes em sua mente situações traumáticas pelas quais passou. Observamos, porém, que toda resposta fisiológica de ansiedade ao estresse é autolimitada e feita para durar pouco tempo. É por isso que o excesso de estresse pode levar a tantos problemas de saúde, como pressão alta, gastrite, cólon irritável, depressão, pânico, alcoolismo e muitas outras doenças. O excesso de estresse também já foi associado a um maior risco de se desenvolver câncer, doenças autoimunes, asma, fibromialgia, fadiga crônica, doenças cardíacas, dermatológicas e baixa imunidade; podendo estimular, ainda, o desenvolvimento da síndrome de Burnout, distúrbio psíquicos de caráter depressivo, ainda pouco conhecido pela população. De acordo com Herbert J. Freudenberger, a síndrome de Burnout é “um estado de esgotamento físico e mental cuja causa está intimamente ligada à vida profissional”. Fonte: psique ciencia e vida uol Texto 2 Fonte: Gilmar Texto 3 Trabalho, trânsito, problemas pessoais, filhos, relacionamentos amorosos, finanças, mudanças no estilo de vida, falta de tempo livre para o lazer e para a família. A lista de possíveis causas do estresse não tem limites, mas as consequências desse mal podem ir de depressão e síndromes a doenças isquêmicas do coração e cérebro-vasculares – como o acidente vascular cerebral (AVC) – que, juntas, mataram quase 2 mil pessoas no Amazonas, no ano passado, de acordo com dados da Secretaria Estadual de Saúde (Susam). Um estudo divulgado no ano passado pela International Stress Management Association (Isma-BR) aponta que cerca de 70% dos brasileiros são vítimas do estresse, que os especialistas consideram a doença do século 21. Isso significa dizer que mais da metade dos brasileiros já tiveram um desequilíbrio do funcionamento, tanto mental como físico. Especialistas alertam: se há controle da doença, a pessoa não terá danos. No entanto, se a condição de desequilíbrio permanecer por tempo prolongado, as doenças começam a surgir e a impaciência, a ansiedade e a depressão podem se estabelecer, conforme explica a professora doutora em Psicologia da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), Raquel de Almeida Castro. “Geralmente a doença se desenvolve quando vivemos sob pressão, com prazos, e isso é permanente no mundo de hoje. Se forem situações isoladas, em que há o controle e o retorno para o estado normal, não há danos. O problema está justamente quando não há um retrocesso dessa pressão sob o ser humano”, destaca ela. Um dos grandes problemas da doença, segundo Raquel, é a falta de atenção dada pela população, uma vez que o problema inicialmente se manifesta apenas por meio de sintomas “psicos”. “As pessoas tendem a acreditar que os problemas que têm a ver com cansaço mental não são graves como outras doenças, mas são tão maléficos quanto aqueles que apresentam sintomas físicos”,

Bora lá, galera! Aqui iremos mostrar algumas dicas importantes sobre significação de palavras e expressões! Falaremos, portanto, um pouquinho sobre a semântica (parte da gramática que estuda o sentido das palavras e da interpretação das sentenças e dos enunciados) I) Sabemos que as palavras podem associar-se de várias maneiras, ou seja, quando as palavras se relacionam pelo sentido, temos um campo semântico. Não se trata de sinônimos ou antônimos, mas de aproximação de sentido num dado contexto. Ex.: perna, braço, cabeça, olhos, cabelos, nariz -> partes do corpo humanoazul, verde, amarelo, cinza, marrom, lilás – coresmartelo, serrote, alicate, torno, enxada -> ferramentas II) As palavras têm de assumir significados variados de acordo com o contexto – POLISSEMIA. Ex.: Ele anda muito.Mário anda doente.Aquele executivo só anda de avião.Meu relógio não anda mais. ATENTEM-SE! O verbo andar tem origem no latim ambulare.Possui inúmeros significados em português, portanto polissêmico. III) Há sinonímia quando duas ou mais palavras têm o mesmo significado em determinado contexto. Diz-se, então, que são sinônimos. Ex.: O comprimento da sala é de oito metros.A extensão da sala é de oito metros. ATENTEM-SE! Em verdade, as palavras e expressões são sinônimas em certas situações, mas podem não ser em outras. Por exemplo, pode-se dizer, em princípio, que face e rosto são dois sinônimos: ela tem um belo rosto, ela tem uma bela face. Mas não se consegue fazer a troca de face por rosto numa frase do tipo: em face do exposto, aceitarei. IV) A ideia antonímia, o emprego de palavras de sentido contrário, requer os mesmos cuidados da sinonímia. Na realidade, tudo é uma questão de bom vocabulário. Ex.: É um menino corajoso.É um menino medroso. V) Relações de homonímia e/ou paronímia * Palavras homônimas ou homônimos são palavras que são pronunciadas da mesma forma, mas têm significados diferentes. Existem três tipos de homônimos: homônimos perfeitos, homófonos e homógrafos. acender – pôr fogo aascender – elevar-se acento – inflexão da vozassento – objeto onde se senta asado – com asasazado – oportuno caçar – perseguircassar – anular cegar – tirar a visãosegar – ceifar, cortar cela – cômodo pequenosela – arreio censo – recenseamentosenso – juízo cerração – nevoeiroserração – ato de serrar cheque – ordem de pagamentoxeque – lance do jogo de xadrez cidra – certa frutasidra – um tipo de bebida conserto – reparoconcerto – harmonia estático – firme, paradoextático – em êxtase espiar – olharexpiar – sofrer estrato – camada; tipo de nuvemextrato – que se extraiu passo – passadapaço – palácio imperial incerto – duvidosoinserto – inserido incipiente – que está no inícioinsipiente – que não sabe lasso – cansadolaço – tipo de nó remissão – perdãoremição – resgate seda – tipo de tecidoceda – flexão do verbo ceder taxa – impostotacha – tipo de prego viagem – jornadaviajem – flexão do verbo viajar * Palavras parônimas ou parônimos são palavras que são escritas de forma parecida e são pronunciadas de forma parecida, mas que apresentam significados diferentes. Ex.: O tráfego era intenso naquela estrada. O tráfico de escravos é uma nódoa em nossa história. As palavras tráfego e tráfico são parecidas, mas não se trata de homônimos, pois a pronúncia e a grafia são diferentes. Tráfego é movimento de veículo; tráfico, comércio. amoral – sem o senso da moralimoral – contrário à moral apóstrofe – chamamentoapóstrofo – tipo de sinal gráfico cavaleiro – que anda a cavalocavalheiro – gentil comprimento – extensãocumprimento – saudação conjetura – hipóteseconjuntura – situação delatar – denunciardilatar – alargar descrição – ato de descreverdiscrição – qualidade de discreto descriminar – inocentardiscriminar – separar despercebido – sem ser notadodesapercebido – desprevenido destratar – insultardistratar – desfazer docente – professordiscente – estudante emergir – vir à tona, sairimergir – mergulhar emigrar – sair de um paísimigrar – entrar em um país eminente – importanteiminente – que está para ocorrer estada – permanência de alguémestadia – permanência de veículo flagrante – evidentefragrante – aromático fluir – correr; manarfruir -desfrutar inflação – desvalorizaçãoinfração – transgressão infligir – aplicar penainfringir – transgredir mandado – ordem judicialmandato – procuração prescrever – receitar; expirar (prazo)proscrever – afastar, desterrar ratificar – confirmarretificar – corrigir sortir – abastecersurtir – resultar tráfego – movimento de veículotráfico – comércio vultoso – grandevultuoso – vermelho e inchado Valeu, galera! Espero que essas dicas sobre a significação de palavras e expressões possam ajudar muito em seus estudos! Prof. Mali

Mais uma dica de tema de Redação pra galera! Leia os textos abaixo e faça uma redação com o Tema de redação: a importância da música na vida das pessoas. Texto 1: Ao ouvir a música que há tempos embalou um beijo, uma pessoa começa a chorar. Outro sente os pêlos do braço arrepiar ao som de um solo do Jimmy Page. Alguém tatua nas costas uma enorme clave de sol, enquanto o seu amigo escuta em seu MP3 versos de Vinicius de Moraes e venera a bossa nova. Na região Norte da cidade, um adolescente descobre a música Paranoid do Black Sabbath ao mesmo tempo em que uma menina se imagina ao lado da Amy Winehouse. No centro de um bar, um garoto tenta imitar a voz rouca de Tom Waits, mas o público quer mesmo ouvir o novo sucesso pop do Panic At The Disco, tirando o moço sentado no sofá do local, com dreads no cabelo e na camiseta a dica de sua admiração: Peter Tosh e Bob Marley. O que essas pessoas têm em comum? Todas são influenciadas, de certa forma, pelo poder da música. Para o professor do curso de Psicologia da FADEP, Alexandre Baiocchi, que já realizou estudos na área, a música é puramente uma mobilização sentimental. Como qualquer manifestação artística, ela influencia na vida e na formação da identidade de qualquer pessoa. O professor explica que a emoção gerada pela canção ocorre devido à implicação que ela ocasiona na psique do ser humano. Ao percebermos a música, entramos em contato com a percepção cognitiva do som. Em seguida, nos emocionamos, pois, independente do gênero, ela tem a capacidade de mexer com os nossos sentimentos e nossas impressões afetivas. Esses aspectos causados pela música geram nas pessoas um nivelamento de impressões, opiniões e gostos, o que se reflete na maneira como elas direcionam o seu comportamento perante a sociedade. Quando isso ocorre, a música começa a adquirir uma importância significativa na vida de qualquer um, contribuindo para a formação da personalidade e dos gostos estéticos, comenta o professor. Alexandre destaca que essa influência, geralmente, inicia na adolescência. O jovem, por estar formando a sua identidade, busca na música uma afirmação pessoal e projeta no ídolo o fascínio que sente. Isso interfere na sua forma de se vestir, de se comportar e de se relacionar. Fonte: fadep – a importância da música na vida das pessoas Texto 2: MÚSICA DE PROTESTO A música para a maioria das pessoas é uma forma de expressar sentimentos, desejos, frustrações, conceito que não está muito longe da realidade, pois durante muito tempo a música foi utilizada como forma de “abrir os olhos da humanidade” para as questões que afligiam o mundo, como a guerra, a discriminação, a opressão, etc. Para muitos músicos, a canção não deve falar de coisas banais, mas sim, explorar letras na tentativa de mudar a realidade cruel em que grande parte do mundo vive, é buscar através da música a liberdade para a humanidade. A música com referência ideológica existe há muito tempo, mas foi a partir da década de 1960 que a música, como forma de protesto, ganhou popularidade, em especial com as bandas britânicas Beatles e Rolling Stones, com a expressividade do rock. Levantando diversas questões como, por exemplo, discussões em favor da liberdade de expressão, pelo fim das guerras e do desarmamento nuclear, idealizando um mundo de “paz e amor”, com músicas como; “Revolution” (Beatles) e “We Love You” (Rolling Stones). Durante a Guerra do Vietnã, outras bandas entraram na onda de protestos. Em 1964, no Brasil, a repressão e a censura instauradas pelo regime militar deram origem a movimentos musicais que viam na música uma forma de criticar o governo e de chamar a população para lutar contra a ditadura. Os grandes nomes desse período foram Gilberto Gil, Caetano Veloso, Chico Buarque, Geraldo Vandré, entre outros. Usando na letra de suas músicas metáforas e ambiguidades, títulos como: “É Proibido Proibir”, “Que as Crianças Cantem Livres” e “Para Não Dizer que Não Falei das Flores” fizeram sucesso na época e até hoje ainda fazem. Fonte: brasil escola uol – música protesto Texto 3: Fonte: ivoviuauva – música vagabundo Texto 4: A IMPORTÂNCIA DO SOM PARA UMA PROPAGANDA Os efeitos sonoros, jingles e/ou as musicas em uma propaganda são elementos que auxiliam na transmissão de uma mensagem. Os recursos auditivos são muito importantes em uma campanha, pois são capazes de gerar apelos emocionais, revelar conceitos, quebrar contextos e podem traduzir o humor da história que está sendo contada. Além de ajudar a transmitir uma ideia, o som quando bem planejado faz com que o telespectador consiga captar melhor a mensagem transmitida. O telespectador também fica passivo de aceitar a propaganda por causa da música e deixa de ser telespectador e passa a agir como emissor da mesma. Isto é, o telespectador passa a divulgar a propaganda, jingle ou outro processo envolvido na campanha, gerando mídia espontânea para a campanha. Quando o som de uma propaganda é bem trabalhado ele vira um discurso sonoro e deixa a propaganda mais atraente para quem a assiste. Fonte: cafe com galo – a importância do som para uma propaganda Com base na leitura dos textos motivadores, redija um texto em prosa, do tipo dissertativo-argumentativo, sobre o Tema de redação: a importância da música na vida das pessoas.

PROPOSTA DE REDAÇÃO: Geração canguru e jovens “Nem nem” A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo em norma padrão da língua portuguesa sobre o Tema de redação: Geração canguru e jovens “Nem nem”, apresentando proposta de intervenção, que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa e seu ponto de vista. Texto 1 Com o aumento da escolaridade, o custo mais alto da moradia em grandes cidades, o casamento tardio e a maternidade em idade mais avançada, os jovens demoram a sair da casa dos pais. São tantos os casos no país que já há um nome para o fenômeno: geração canguru. Os que fazem parte dela são os jovens de 25 a 34 anos de idade que moram com a família na qual nasceram. De 2002 a 2012, a proporção desse grupo passou de 20% para 24% no Brasil. Cerca de 60% dos jovens nessa condição eram homens e 40% mulheres, segundo o estudo Síntese de Indicadores Sociais, divulgado ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Pelos dados do IBGE, os jovens que ficam mais tempo convivendo com a família de origem estavam menos ocupados, mas tinham uma escolaridade maior. A taxa de ocupação desse grupo era de 91,4%, abaixo da média de 93,7%. Já os jovens que postergaram a saída de casa ganhavam quase um ano de estudo (10,8 anos na escola, contra 9,9 anos da média). Fonte: gazeta do povo.com.br – jovens saem da casa dos pais cada vez mais tarde Texto 2 Dizer que “os 30 são os novos 20” já virou lugar-comum. A frase ajuda a definir a Geração Canguru, formada por jovens na faixa etária de 25 a 34 anos que moram com os pais, um fenômeno que cresce em todo o mundo. Uma das características desses jovens é que continuam na casa dos pais por opção, mesmo tendo condições econômicas de se sustentar. O grupo é numeroso e se multiplica. O total de pessoas entre 25 e 34 anos na população brasileira era de 30,8 milhões, ou 16% da população brasileira, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad) de 2008. Desse total, 8,4 milhões, ou aproximadamente 27% dos jovens entre 25 e 34 anos, eram considerados cangurus, sendo 4,7 milhões de homens e 3,6 milhões de mulheres. Onze milhões, ou 34%, eram a pessoa de referência, e por volta de 10 milhões, ou 31%, eram cônjuges. Os dados são de um estudo de 2010 feito pelas pesquisadoras do IBGE Ana Lúcia Sabóia e Barbara Cobo. O fenômeno possui características comuns em diferentes lugares, como a idade cada vez mais elevada de saída da casa paterna desde os anos 1960-1970 e a permanência maior dos filhos associada à maior expectativa de vida dos pais. No entanto, o fenômeno ainda é recente, e não é possível saber com precisão quais são os motivos que levam os jovens brasileiros a retardar sua independência. O Pnad, por exemplo, não tem perguntas específicas que ajudem a decifrar as razões que levam a isso. Mas, mesmo sem estatísticas oficiais, o aspecto econômico parece ser o mais importante, já que a esticada na casa dos pais permite formar uma maior poupança em função das despesas reduzidas com moradia. A pesquisadora cita ainda o alto custo habitacional nas grandes cidades como fator fundamental no momento da decisão. “Nas regiões metropolitanas do Rio de Janeiro e de São Paulo, está praticamente impossível morar sozinho”, exemplifica a pesquisadora do IBGE Cristiane Soares. Fonte: jcrs uol – noticia Texto 3 – Tema de redação: Geração canguru e jovens “Nem nem” Fonte: Nani Texto 4 De acordo com os últimos dados da IBGE que fazem parte da Síntese de Indicadores Sociais, 6,8 milhões de jovens compunham o contingente de “nem, nem, nem” no país em 2014, o que representava 13,9% das pessoas de 15 a 29 anos. Jovens que não encontram espaço no mercado de trabalho, não demonstram interesse em procurar emprego e também não querem saber de continuar a estudar. Um dado alarmante, que revela o tamanho da bomba-relógio que ameaça o futuro do Brasil. São milhões de jovens desinteressados, os chamados “nem, nem, nem”, que nem estudam, nem trabalham e nem procuram emprego. Num cenário de baixo desemprego e de economia em expansão, esta é uma parcela importante de brasileiros que não está participando do desenvolvimento experimentado nos últimos anos. Além disso, a escolaridade foi vista como fator primordial para a participação nas atividades econômicas do país, ou seja, quanto maior a escolaridade dos pais, maior a frequência do jovem à escola. Isso explica a falta de interesse, pois o grupo que nem trabalha e nem estuda mora com os pais e acaba tendo como referência alguém que não deu continuidade nos estudos. O fato é: os jovens precisam ser estimulados e orientados. Como não encontram estímulo em casa, a escola passa a ter o papel crucial de ajudá-los nesta busca por um caminho a seguir. Acontece que ainda não somos exemplos no quesito educação e o grande referencial da sala de aula é o professor. O professor tem um papel fundamental. É preciso qualificá-lo, dar-lhe condições pedagógicas e melhorar substancialmente sua remuneração. Um professor bem preparado e motivado é meio caminho andado para despertar no aluno o desejo por aprender, participar da sociedade e exercer seu papel de cidadão. Além disso, são necessários investimentos maciços em educação pública como um todo, desde a primeira infância, passando pelo ensino fundamental e médio. Temos uma juventude sedenta por mudança, com enorme potencial para transformar o país, fazer avançar a democracia e reduzir a desigualdade social. Não podemos permitir que ela se imobilize, se sinta desmotivada por não conseguir visualizar o caminho que deve seguir. Caso contrário, os milhões de jovens “nem, nem” de hoje, serão certamente os profissionais desmotivados e despreparados – “des, des” – de amanhã. Fonte: cursinho da poli – geracao nem-nem

A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo em norma padrão da língua portuguesa sobre o Tema de Redação: Movimento sem Terra no Brasil, apresentando proposta de intervenção, que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa e seu ponto de vista. Texto 1 Fonte: Latuff Texto 2 Fonte: Eugênio Neves Texto 3 Qual a função e os objetivos do MST? O MST tem como função promover a organização dos trabalhadores e trabalhadoras rurais (o que inclui camponeses, posseiros, pequenos agricultores, agricultores familiares), junto aos demais membros da sociedade civil, para a garantia do acesso à terra e da realização da reforma agrária no Brasil. Dentro desse cenário, o movimento social dos sem-terra tem como objetivo maior a obtenção da justiça social no campo. Segundo o próprio MST, e conforme estabelecido nos documentos oficiais que balizam a atuação desse movimento social, os seus objetivos se apoiam nos seguintes pilares: Os dois primeiros objetivos do MST versam sobre a democratização do acesso à terra, sendo a terra um recurso natural fundamental para a maior autonomia do produtor rural, que, com ela, consegue garantir a sua própria subsistência e a do seu grupo familiar, além de gerar renda a partir da produção agropecuária. A luta por uma sociedade mais justa está relacionada a vários aspectos, dizendo respeito à solução de problemas estruturais muito antigos e que caracterizam não somente o meio rural, mas a sociedade brasileira como um todo. Dentre esses problemas estão a desigualdade socieconômica e a falta de acesso a direitos básicos, como saúde e educação, a discriminação (étnica e de gênero) e a exploração dos trabalhadores urbanos. Fonte: brasil escola – mst Leia os textos acima e redija uma redação com o Tema de Redação: Movimento sem Terra no Brasil.

A gente sabe que escrever nem sempre é uma tarefa fácil, ainda mais quando se trata da redação do Enem! Se existe uma coisa que sempre deixa os estudantes apreensivos é o momento de escrever a redação. Ela, o Bicho-papão dos vestibulares! Galera, quando escrevemos, documentamos, inconscientemente, nossas dúvidas e carências de aprendizado, e os nossos erros e acertos e erros ficam ali registrados e nítidos para quem vai avaliar nosso texto na redação do Enem. Então, aquele pequeno erro pode contar muitos pontos na hora da correção e ninguém quer ser mal avaliado por causa disso, certo? Certo! Pois bem, para deixar você afiado na escrita, o Redação Online, tem dicas geniais para você detonar na redação do Enem – são dicas simples, porém, muito importantes, que vão deixar você à vontade na hora de elencar no seu repertório sociocultural, elaboradas pela Prof. Mali, nossa especialista em redação do Enem. Mas atenção: são apenas dicas de redação, quem quer aprender mais sempre deve correr atrás, escreve muita redação como também trabalhar, no seu treino diário, a reescrita (pensar a reescrita a partir das observações demarcadas pelos corretores do Redação Online). Ninguém se torna um bom escritor em um passe de mágica. Então, se você quer se tornar um escritor eficiente, comece a ler. Leia sempre! Leia muito! Entenda que um bom escritor é, obrigatoriamente, um bom leitor. Escreva bastante para treinar e aprimorar as técnicas de redação para o Enem, e dê para um professor corrigi-la. A correção certamente vai te ajudar a sanar dúvidas e evitar que erros se repitam. Separe a redação do Enem em quatro parágrafos Para que uma redação do Enem possa ser desenvolvida de maneira satisfatória, ela precisa ter, no mínimo, quatro parágrafos, divididos em introdução, desenvolvimento e conclusão. Seja objetivo na redação do Enem. Não se perca na “vaguidão”, ou seja, não recheie o texto com informações desnecessárias sem utilidade prática. Objetividade, sempre, é a palavra de ordem. Releia o texto escrito. Fique atento à coerência e à coesão, cuidado com a norma culta. Atenção à forma da redação. Capriche na letra e na estrutura textual. Respeite o recuo dos parágrafos. Seja claro na pontuação! Evite períodos longos, pois esse tipo de construção pode provocar equívocos no momento da pontuação. Que tal começar a sua prova pela redação do Enem? Lembre-se de que a redação vale muito na composição final da nota. Então, com a cabeça ainda fresca mostre, de primeira, suas habilidades linguísticas. Depois deixe o texto esfriar. No final, passe o texto a limpo, mas atente-se não tenha nenhuma ideia original ao passar texto a limpo: o texto já está construído, então copie e cole o rascunho na folha de redação oficial. Lembre-se: ao escrever a redação do Enem o olhar deve estar concentrado e atento! Bons estudos!

A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo em norma padrão da língua portuguesa sobre o tema Trabalho infantil no Brasil, apresentando proposta de intervenção, que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa e seu ponto de vista. Texto 1 A exploração da mão de obra infantil no país cresceu 4,5% em 2014 em relação a 2013, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em 2013, havia 3,188 milhões de crianças e adolescentes na faixa de 5 a 17 anos de idade trabalhando e o contingente subiu para 3,331 milhões em 2014. “As famílias estão, cada vez mais, utilizando crianças no trabalho infantil para complementação da renda”, disse a administradora da Fundação Abrinq, Heloisa Oliveira. Os dados fazem parte de uma publicação da Fundação Abrinq lançada hoje (5) que reúne os indicadores relacionados à infância e adolescência divulgados por órgãos oficiais no Brasil. A ideia é, segundo a administradora executiva da fundação, Heloisa Oliveira, mostrar como os problemas envolvendo os jovens estão ligados entre si. “São coisas que vistas isoladamente podem não dizer nada, mas, de forma combinada, você enxerga áreas que precisavam receber atenção e desenvolvimento”, disse. No caso da exploração da mão de obra infantil, antes do aumento registrado em 2014, o número de crianças usadas como mão de obra vinha caindo. “O mais preocupante é que esses dados ainda não refletem a crise econômica que a gente está vivenciando”, disse Heloisa. Para a administradora executiva, o dado do aumento do trabalho infantil é um indicativo de problemas interligados. “As famílias estão tendo mais dificuldade de se sustentar e estão, cada vez mais, utilizando as crianças no trabalho infantil para complementação da renda. É uma sinalização de vulnerabilidade social aumentando”. Fonte: agencia brasil Texto 2 Fonte: Ivan Cabral Texto 3 Brasil é o país que mais reduziu trabalho infantil As políticas integradas de combate à pobreza executadas pelo governo federal continuam produzindo resultados notáveis na área social. Segundo dados do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), o Brasil é o País que mais retirou crianças e adolescentes do trabalho infantil nos últimos 12 anos. Entre 2001 e 2013, a redução foi de 58,1% enquanto a média mundial foi de 36% no mesmo período. “As políticas afirmativas de redução da desigualdade e de combate à pobreza são importantes no contexto de diminuição do trabalho infantil”, defende o ministro interino do Trabalho e Emprego, Francisco Ibiapina. “À medida que uma família recebe um suporte financeiro, através, por exemplo, do Bolsa Família, tende a não colocar o filho para trabalhar e complementar a renda”, explica. Segundo a secretária Nacional de Assistência Social do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), Yeda Castro, é pelas políticas de transferência de renda, em especial a ação integrada do Bolsa Família, associadas ao trabalho social junto às famílias e a criação de mais oportunidades de trabalho para os pais, que o ciclo do trabalho infantil pode ser quebrado. “Isso com certeza tem contribuído fortemente para a redução da exploração [de crianças] pelo trabalho infantil”. De fato, o Bolsa Família tem sido decisivo para afastar as crianças do trabalho infantil. O Censo Escolar da Educação Básica de 2012 revela que a taxa de abandono de estudantes beneficiários no Ensino Médio é de 7,4%, ante 11,3% entre os que não são beneficiárias. No Nordeste, a diferença é ampliada: o índice de abandono é de cerca de 7,7% e 17,8%, respectivamente. Fonte:brasil gov Texto 4 Fonte: Ivan Cabral