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O tema de redação redação da UERJ 2025( Universidade do Estado do Rio de Janeiro) trouxe uma questão complexa e atual: “O governo de uma nação pode exercer controle sobre o corpo feminino com base em princípios religiosos?”. Inspirado no romance O Conto da Aia, de Margaret Atwood, o tema provocou reflexões profundas sobre o papel da religião e do Estado na autonomia feminina. Com base nos textos motivadores e no contexto da prova, analisaremos os elementos essenciais para a construção de um texto dissertativo-argumentativo perfeito. Além disso, vamos explorar como você pode utilizar repertórios sólidos e argumentos consistentes para alcançar a nota máxima.
Construa um Argumento Forte e Bem Embasado – Envie Sua Redação Agora!O tema foi:
“O governo de uma nação pode exercer controle sobre o corpo feminino com base em princípios religiosos?”
A questão exigia uma análise crítica da relação entre política, religião e direitos humanos, destacando o impacto do controle social sobre o corpo feminino. A proposta estava embasada no livro O Conto da Aia, um clássico distópico que reflete questões contemporâneas de opressão e autoritarismo.
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A proposta utiliza trechos do Antigo Testamento (Gênesis, 30:1-3) e referências ao livro O Conto da Aia. O trecho bíblico, usado como epígrafe no romance de Atwood, ilustra práticas culturais baseadas em interpretações religiosas que impactam diretamente a autonomia feminina.
O romance apresenta a fictícia República de Gilead, onde um governo teocrático controla o corpo das mulheres por meio de rituais e leis fundamentadas na Bíblia. Esses elementos reforçam a complexidade do tema e demandam dos candidatos uma análise crítica sobre:
Se você acompanha nossas postagens, já viu que trabalhamos essa temática anteriormente em nossas análises. Sempre buscamos trazer assuntos relevantes e alinhados com as tendências dos vestibulares. Isso coloca nossos alunos um passo à frente na preparação.
O texto bíblico relata a submissão feminina em um contexto patriarcal, onde a reprodução é tratada como obrigação. Esse trecho conecta-se diretamente ao tema ao destacar como práticas culturais e religiosas moldam comportamentos e hierarquias sociais.
No romance de Margaret Atwood, a República de Gilead impõe normas baseadas em interpretações do Antigo Testamento, reduzindo as mulheres a meros instrumentos de reprodução. A obra oferece uma crítica poderosa à aliança entre religião e autoritarismo, trazendo reflexões relevantes para o tema proposto.


Por fim, o tema da redação da UERJ 2025 abordou questões de grande relevância social, política e ética, destacando a importância de uma preparação sólida e estratégica. A análise que fizemos aqui incluiu os textos motivadores, possíveis argumentos e repertórios, critérios de avaliação e as melhores práticas para alcançar uma redação nota máxima.
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A expressão popular “em briga de marido e mulher, ninguém mete a colher” reflete uma herança cultural marcada pela naturalização da violência doméstica e pela crença de que conflitos familiares devem permanecer restritos ao espaço privado. No entanto, diante do aumento dos casos de agressão e feminicídio no Brasil, essa lógica vem sendo amplamente questionada. Em 2025, debates públicos, campanhas institucionais e reportagens jornalísticas evidenciam que a omissão social diante da violência de gênero contribui diretamente para sua perpetuação. Quando vizinhos, familiares ou conhecidos silenciam diante de agressões, reforça-se um ciclo de violência que pode resultar em danos físicos, psicológicos e até na morte das vítimas.Nesse contexto, surge uma indagação central para vestibulares e concursos: até que ponto a sociedade deve intervir em situações de violência doméstica? Discutir esse tema exige compreender que a violência contra a mulher não é apenas um problema individual, mas uma questão social, cultural e legal que demanda posicionamento coletivo. Textos motivadores sobre a omissão diante da violência doméstica no Brasil Os textos a seguir apresentam diferentes perspectivas sobre a responsabilidade social diante da violência doméstica e auxiliam na problematização do tema proposto. Texto I – Em briga de marido e mulher, a sociedade pode se omitir diante da violência? Durante a campanha Agosto Lilás, uma roda de conversa realizada em Itabira (MG) reforçou que a violência doméstica não deve ser tratada como um assunto privado. O encontro reuniu representantes da Polícia Civil, Polícia Militar, Ministério Público e profissionais da psicologia para discutir os impactos da omissão social nos casos de agressão contra mulheres. Segundo os debatedores, a reprodução de ditados populares que incentivam o silêncio contribui para a escalada da violência, que frequentemente se inicia com agressões psicológicas e evolui para formas mais graves, como a violência física e o feminicídio. Autoridades destacaram que a legislação brasileira prevê mecanismos de denúncia acessíveis a qualquer cidadão, rompendo com a ideia de que apenas a vítima pode ou deve agir. Além disso, especialistas apontaram que a violência de gênero atravessa classes sociais, níveis de escolaridade e contextos culturais, o que evidencia seu caráter estrutural. Dessa forma, a omissão coletiva não apenas falha em proteger a vítima, como também fortalece padrões culturais machistas que sustentam a agressão. Fonte adaptada: Vila de Utopia Texto II – Quando a violência acontece diante de todos, por que a sociedade ainda se omite? Dados recentes do DataSenado revelam que a violência doméstica segue sendo um problema estrutural no Brasil, marcado não apenas pela agressão em si, mas pela omissão coletiva. Em 2025, 3,7 milhões de mulheres brasileiras sofreram algum tipo de violência doméstica ou familiar, segundo a Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher, realizada com mais de 21 mil entrevistadas em todo o país. Um dos dados mais alarmantes do levantamento é que 71% das agressões ocorreram na presença de outras pessoas, incluindo vizinhos, familiares e, principalmente, crianças. Em grande parte desses casos, ninguém interveio: o DataSenado identificou que, em 40% das situações, nenhuma testemunha ofereceu qualquer tipo de ajuda à vítima, o que evidencia a naturalização da violência e o medo de “se envolver”. Além disso, a pesquisa aponta que a violência costuma ser recorrente. Quase 60% das vítimas relataram agressões ocorrendo há menos de seis meses, enquanto uma parcela significativa convive com a violência há mais de um ano. Ainda assim, a maioria das mulheres não busca ajuda formal. Apenas 28% registraram denúncia em delegacias, e somente 11% acionaram o Ligue 180, canal oficial de atendimento à mulher. Entre os principais motivos para não denunciar estão o medo de prejudicar os filhos, a descrença na punição do agressor e a esperança de que a agressão não se repita. Esses fatores reforçam que a omissão não é apenas individual, mas também institucional e cultural, sustentada por uma sociedade que ainda trata a violência doméstica como um problema privado. Outro aspecto preocupante revelado pelo estudo é que 79% das brasileiras acreditam que a violência contra a mulher aumentou, e 71% consideram o Brasil um país muito machista. Embora a maioria conheça a existência da Lei Maria da Penha, apenas uma parcela reduzida afirma compreendê-la plenamente, o que dificulta o acesso aos mecanismos de proteção e denúncia. Dessa forma, os dados do DataSenado evidenciam que o silêncio social diante da violência doméstica contribui para a continuidade do ciclo de agressões. Quando a sociedade escolhe “não meter a colher”, ela não permanece neutra: torna-se parte do problema. Fonte adaptada: Agência Senado – DataSenado Texto III – Quando a linguagem silencia a violência, quem está sendo protegido? A naturalização da violência doméstica também se constrói por meio da linguagem. É o que demonstra o artigo “Em briga de marido e mulher, ninguém mete a colher”: um olhar dialógico para webnotícias sobre violência contra a mulher, publicado em 2024 na revista Diálogo das Letras, pelas pesquisadoras Maria Lígia Freire Guilherme e Rodrigo Acosta Pereira. A partir da análise de 15 webnotícias veiculadas em grandes portais do jornalismo brasileiro, como Globo.com, UOL e Metrópoles, os autores investigam como a violência contra a mulher é discursivizada pela mídia hegemônica, especialmente em torno do Dia Internacional da Mulher (8 de março). O estudo parte da Análise Dialógica do Discurso, fundamentada nos escritos de Mikhail Bakhtin, para compreender como os sentidos sociais são produzidos, reforçados ou silenciados nos textos jornalísticos. Os resultados revelam que a violência contra a mulher é frequentemente apresentada de forma descontextualizada, individualizada ou suavizada, o que contribui para sua invisibilização enquanto problema estrutural. Segundo os autores, esse tipo de abordagem discursiva reforça uma cultura machista ao tratar a violência como um evento isolado, e não como resultado de relações históricas de desigualdade de gênero. Nesse contexto, o ditado popular “em briga de marido e mulher, ninguém mete a colher” aparece como um enunciado ideológico, que legitima a omissão social e desloca a violência do campo público para o privado. A pesquisa mostra que, ao repetir ou naturalizar esse tipo de discurso, a mídia contribui para a manutenção do silêncio, da passividade e da
A presença intensiva das redes sociais na vida cotidiana transformou a forma como informações sobre saúde circulam na sociedade brasileira. No contexto das campanhas de vacinação, esse fenômeno exerce influência direta na adesão ou rejeição da população aos imunizantes. Plataformas digitais, que poderiam fortalecer a comunicação científica, também se tornam ambientes onde boatos, interpretações equivocadas e conteúdos enganosos se espalham rapidamente, ampliando a hesitação vacinal e contribuindo para a queda da cobertura em diferentes regiões do país. Órgãos oficiais, como o Ministério da Saúde, têm intensificado ações de enfrentamento à desinformação, reforçando a segurança dos imunizantes e a necessidade de manter altas taxas de vacinação para evitar surtos de doenças já controladas. Da mesma forma, instituições científicas, como o Instituto Butantan, atuam para corrigir afirmações falsas que comprometem a confiança da população em vacinas seguras e comprovadas. Compreender esse cenário é fundamental para estudantes que se preparam para redações de ENEM, vestibulares e concursos, cujas propostas frequentemente envolvem temas relacionados à saúde coletiva, cidadania e responsabilidade informacional. A seguir, apresentamos textos motivadores que aprofundam a discussão e auxiliam na construção de uma argumentação sólida sobre o tema. Textos motivadores sobre campanhas de vacinação Texto 1 – Vacinas salvam vidas Quais informações oficiais esclarecem boatos sobre vacinas e destacam a importância da imunização? Publicações recentes do Ministério da Saúde reforçam que as vacinas são uma das estratégias mais eficazes para prevenir doenças graves e reduzir a mortalidade, especialmente entre crianças. A pasta alerta que a queda na cobertura vacinal tem sido influenciada pela circulação de desinformação nas redes sociais, o que compromete a proteção coletiva e facilita o retorno de doenças como sarampo e poliomielite. Entre os boatos mais difundidos está a falsa associação entre vacinas e transtorno do espectro autista, originada por um estudo fraudulento de 1998, posteriormente retirado por má conduta ética e falta de rigor científico. O Ministério esclarece que não existe evidência que comprove essa relação e destaca que os imunizantes distribuídos pelo Sistema Único de Saúde são seguros, passam por análises rigorosas e têm eficácia comprovada. Fonte: Ministério da Saúde– @minsaude. Disponível em: https://www.instagram.com/minsaude Texto 2 – Butantan reage a boatos sobre HPV e reforça eficácia da vacina distribuída pelo SUS Como instituições científicas respondem à desinformação e reforçam a segurança da vacina contra HPV? O Instituto Butantan publicou uma nota oficial para combater informações falsas que circulam sobre a vacina do HPV, fundamental para prevenir cânceres como os de colo do útero, pênis, orofaringe e ânus. Mesmo sendo segura, eficaz e distribuída gratuitamente pelo SUS, a vacina ainda enfrenta resistência por causa de boatos que associam o imunizante a infertilidade, trombose, reações graves ou início precoce da vida sexual. Especialistas afirmam que essas alegações não têm qualquer embasamento científico. O imunizante é composto por partículas semelhantes ao vírus, mas sem material genético, tornando impossível que cause infecção ou câncer. Evidências internacionais, como um estudo dinamarquês com mais de 500 mil mulheres, confirmam não haver aumento no risco de trombose ou outros efeitos graves. O Butantan também destaca a importância da vacinação masculina, que reduz a circulação do vírus e fortalece a proteção coletiva. Fonte: Infomoney. Texto 3 – Brasileiros ainda deixam de se vacinar por medo e desinformação, revela pesquisa desenvolvida pelo CNMP Como pesquisas nacionais explicam o impacto do medo e da desinformação na queda da vacinação no Brasil? O Conselho Nacional do Ministério Público, em parceria com a Universidade Santo Amaro e o Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas, divulgou o Estudo sobre Consciência Vacinal no Brasil, uma análise aprofundada das percepções e atitudes da população diante das vacinas do Plano Nacional de Imunizações. A pesquisa, realizada entre 29 de janeiro e 19 de fevereiro de 2024 e aplicada a três mil pessoas de todas as regiões do país, revela que o medo e a desinformação exercem influência direta sobre o comportamento vacinal. Segundo o levantamento, ao menos 1 em cada 5 brasileiros (20%) já deixou de se vacinar ou de vacinar uma criança após ler uma notícia negativa em plataformas digitais. Além disso, 27% dos participantes afirmaram ter medo de reações adversas e 66% desses receiam efeitos colaterais graves. Apesar das dúvidas, a confiança nas vacinas permanece predominante: 72% dos entrevistados afirmam confiar na segurança e eficácia dos imunizantes, enquanto 90% os consideram importantes para a saúde individual, familiar e comunitária. Ainda assim, os dados mostram que grupos com menor escolaridade, renda mais baixa ou pertencentes a alguns segmentos religiosos demonstram índices menores de confiança. A pesquisa também aponta que 74% da população apoia a inclusão da vacina contra a Covid-19 no calendário nacional de vacinação e considera que pais e responsáveis devem ser obrigados a seguir o calendário vacinal básico do Ministério da Saúde. Outro achado significativo é que 77% dos entrevistados que usam redes sociais e aplicativos de mensagens afirmam ter identificado fake news sobre vacinas nessas plataformas e defendem a regulação legal das redes com possibilidade de punição para quem espalha conteúdos falsos. O estudo conclui que, embora haja confiança científica generalizada, persistem barreiras como medo, desconhecimento, circulação de informações enganosas e dificuldades logísticas de acesso às vacinas, como indisponibilidade de imunizantes ou tempo de espera prolongado nas unidades de saúde. Fonte: Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass). Texto 4 – Fake news sobre vacinas: entenda os perigos da desinformação Como conteúdos enganosos nas redes sociais distorcem evidências científicas e prejudicam a confiança na vacinação? Uma publicação que circula nas redes sociais e um livro recentemente lançado na internet têm disseminado informações falsas sobre a segurança e eficácia das vacinas contra a covid-19. Esses conteúdos apresentam alegações infundadas, como supostas falhas nos ensaios clínicos da Pfizer e a criação de uma doença inexistente chamada Doença CoVax, termo que não aparece em nenhuma literatura científica reconhecida. Especialistas alertam que tais narrativas distorcem dados, geram medo e podem comprometer a adesão da população à imunização. O vídeo que circula no Instagram, já com milhares de visualizações, promove um livro que afirma, sem qualquer embasamento científico, que a vacina
Entenda o novo formato do Vestibular UFPR 2027, com fase única, prova objetiva, CPT/redação, obras obrigatórias, calendário, pesos por curso e temas recentes.
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A primeira etapa do Seriado UFMG 2025–2027 marcou oficialmente a estreia de um novo modelo de seleção da Universidade Federal de Minas Gerais e, mais do que isso, revelou com clareza o perfil de estudante que a instituição pretende formar e selecionar ao longo dos próximos anos. A prova combinou questões objetivas tradicionais, alinhadas à Base Nacional Comum Curricular (BNCC), com uma questão discursiva de caráter reflexivo e argumentativo, que exigiu domínio da escrita, leitura crítica e capacidade de articulação de ideias. Esse equilíbrio entre objetividade e argumentação mostra que o seriado não avalia apenas conteúdo, mas também maturidade intelectual desde a 1ª série do Ensino Médio. Neste post, você confere uma análise completa da 1ª fase do Seriado UFMG, com foco na questão discursiva, nos textos motivadores, nos critérios de correção, na estrutura da prova objetiva e no que tudo isso indica para quem seguirá no processo até 2027. Como foi estruturada a prova da 1ª fase do Seriado UFMG? A prova foi composta por 45 questões objetivas, distribuídas entre as quatro áreas do conhecimento previstas na BNCC, e 1 questão discursiva, totalizando 49 pontos na etapa. Embora a parte objetiva represente a maior parcela da nota, a discursiva exerce papel estratégico, pois avalia competências que não aparecem nas alternativas de múltipla escolha, como argumentação, clareza textual e posicionamento crítico. Esse modelo reforça uma tendência já observada em grandes vestibulares: não basta acertar conteúdo, é preciso saber pensar e escrever sobre ele. Como foi a questão discursiva da 1ª fase do Seriado UFMG? A questão discursiva teve como tema “a importância das línguas para a humanidade” e solicitou a produção de um artigo de opinião, com mínimo de 12 e máximo de 15 linhas, a ser publicado em um jornal de grande circulação. Desde o comando, a banca deixou claro que o candidato deveria: A discursiva valeu 4 pontos, o que pode parecer pouco à primeira vista, mas, na prática, funciona como um forte critério de desempate, especialmente entre candidatos com desempenho semelhante na prova objetiva. Quais textos motivadores embasaram a discursiva? A coletânea apresentou quatro textos, que dialogavam de forma complementar: Essa diversidade textual exigiu do candidato leitura atenta, interpretação crítica e habilidade de diálogo entre linguagens verbais e não verbais, algo que se aproxima muito do que é cobrado em vestibulares como ENEM, UNICAMP e FUVEST. O que a banca avaliou na questão discursiva? A correção da discursiva seguiu critérios objetivos e bem definidos no edital. Foram considerados: Além disso, a banca analisou: A resposta deveria ser manuscrita, com caneta azul ou preta transparente, o que reforça a necessidade de treino também no formato físico da prova. Como foi a prova objetiva da 1ª fase da UFMG? De modo geral, a prova objetiva manteve semelhanças com vestibulares mais tradicionais. As questões apresentaram enunciados diretos, especialmente em Matemática e Ciências da Natureza, com cobrança de conteúdos clássicos, como: Esse formato indica que o seriado não abandona o conteúdo, mas o complementa com avaliação de competências mais complexas na parte discursiva. Linguagens e Ciências Humanas: onde a prova mais exigiu interpretação Em Linguagens e Ciências Humanas, a prova apresentou maior diversidade textual e exigência interpretativa. Obras e referências culturais apareceram tanto nos enunciados quanto nas alternativas, como: Já nas línguas estrangeiras, os temas abordaram questões contemporâneas, como guerra, meio ambiente, esporte, bullying e vacinação, exigindo leitura contextualizada e atenção ao sentido global dos textos. A interdisciplinaridade apareceu de forma efetiva? Apesar de a UFMG anunciar a interdisciplinaridade como eixo central do Seriado, nesta primeira etapa ela apareceu de forma mais concentrada na questão discursiva e em alguns itens de Linguagens. Ainda assim, o modelo aponta para uma tendência clara: a universidade valoriza a capacidade de conectar saberes, e isso tende a se intensificar nas próximas fases. O que essa prova revela sobre o perfil de aluno que a UFMG busca? A 1ª fase do Seriado UFMG deixa evidente que a universidade procura estudantes que sejam: Não se trata apenas de acertar respostas, mas de construir pensamento. Como se preparar para as próximas fases do Seriado UFMG? Diante desse cenário, a preparação precisa ser estratégica e contínua. É fundamental: 👉 Na Redação Online, você encontra: ✔ correções em até 24h ✔ treino para todos os gêneros discursivos ✔ Clube do Livro integrado à escrita✔ preparação para ENEM, vestibulares e concursos
O vestibular da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul é um dos processos seletivos mais tradicionais do país e reúne conteúdos específicos, obras literárias obrigatórias e uma prova de redação que exige domínio de estrutura, argumentação e norma-padrão. Para o ingresso em 2026, o candidato deve estar atento ao edital, às datas das provas e ao formato da avaliação. A redação da UFMS possui peso significativo e é avaliada de forma rigorosa, considerando adequação ao tema, desenvolvimento argumentativo e correção linguística. Por isso, compreender exatamente como o texto é corrigido, quais são as punições previstas e como a banca atribui nota é essencial para conquistar alto desempenho. Como é a redação da UFMS? A redação da UFMS exige a produção de um texto dissertativo-argumentativo, autoral e inédito, desenvolvido a partir de textos motivadores. O candidato deve: A estrutura deve demonstrar capacidade analítica e domínio da escrita acadêmica. Trechos de cópia, muita paráfrase ou estrutura inadequada comprometem a nota e podem levar à penalidade automática. Quais são os critérios de avaliação da redação da UFMS? A banca analisa a redação em cinco tópicos, cada um valendo até 200 pontos, totalizando 1000. São eles: Tópico 1: Adequação temática A redação deve responder ao tema exatamente como foi proposto. Se houver fuga temática, a banca aplica nota 100 automaticamente, sem avaliar os demais tópicos. Tópico 2: Organização e progressão textual O texto deve apresentar hierarquização clara de ideias, continuidade lógica e progressão. Espera-se um desenvolvimento que articule informações conhecidas e contribuições novas do candidato. Tópico 3: Estrutura e desenvolvimento do texto dissertativo-argumentativo Exige-se uma tese clara e argumentos capazes de orientar o leitor. Se o formato dissertativo-argumentativo não for atendido, a redação recebe nota 100 imediatamente. Tópico 4: Coesão e coerência A banca avalia a articulação entre as partes, movimentos anafóricos e catafóricos, relação entre elementos locais e globais e a construção de um texto que forme uma totalidade coerente. Tópico 5: Norma-padrão da Língua Portuguesa O candidato deve apresentar domínio gramatical, seleção lexical adequada, correção morfológica e sintática, ortografia e acentuação. Como funciona a correção da redação da UFMS? A redação passa por dois corretores. A nota final é a média das duas.A banca aplica terceiro corretor quando: A nota do terceiro avaliador prevalece. O que significa tirar nota 100 na redação da UFMS? Tirar 100 pontos não é tirar “100 de 1000”.É uma penalidade automática aplicada quando o texto apresenta falhas graves que impedem a banca de avaliá-lo nos demais tópicos. Recebe nota 100 quem: Nesse caso, os Tópicos 2, 3, 4 e 5 não são avaliados. O que leva à nota zero na redação da UFMS? A nota zero é aplicada quando o candidato: Quais obras literárias caem na prova da UFMS 2026? O edital estabelece as seguintes obras obrigatórias: Essas obras podem aparecer na prova objetiva, na redação ou nas questões interpretativas. Quais foram os temas de redação recentes da UFMS? Ano Tema 2021 Manifestações de intolerância na sociedade contemporânea 2022 A importância do “Grito do Ipiranga” para o Brasil do século XIX e seu significado no século XXI 2023 A cultura da paz e da não-violência como alicerce para o verdadeiro desenvolvimento 2024 O direito às artes como direito à condição humana 2025 Ações individuais no combate às mudanças climáticas: obrigação moral ou solução ineficiente? Esses temas mostram que a UFMS privilegia debates sociais, filosóficos, culturais e ambientais. Como estruturar uma redação nota máxima para a UFMS? 1. Introdução 2. Desenvolvimento Cada parágrafo deve: 3. Conclusão Principais dúvidas sobre a redação da UFMS Como é a redação da UFMS? É um texto dissertativo-argumentativo avaliado em cinco tópicos, totalizando 1000 pontos. Temas redação vestibular UFMS? Sim. Todos os anos a UFMS propõe um tema autoral com base em questões sociais, filosóficas ou culturais. Redação UFMS nota máxima? Para alcançar 1000 pontos, o candidato deve atender integralmente aos cinco tópicos de avaliação, produzir um texto autoral, organizado, coerente e gramaticalmente correto. Tem redação no PASSE UFMS? Sim. O PASSE também inclui redação, seguindo padrões semelhantes ao vestibular. Redação UFMS – 925/1000 pontos Análise completa segundo os critérios oficiais da UFMS A seguir, você confere a avaliação detalhada dessa redação que alcançou 925 pontos no padrão de correção da UFMS. A nota final é resultado da soma dos tópicos avaliativos (T1 a T5), cada um valendo até 200 pontos. No conto machadiano “Conto de Escola”, Pilar, um menino vadio, é vítima do sistema educacional tradicional brasileiro, que não apresenta medidas que mantenham seus alunos engajados no ganho de conhecimento. Fora da ficção, é notório que a educação brasileira enfrenta um problema quanto à adoção de tecnologias no ensino, as quais possibilitam o ensino à distância (EAD), uma vez que não se sabe como alinhar a dinâmica tradicional à modernidade. Nesse sentido, a relutância em evoluir a forma de ensino, assim como ocorre em “Conto de Escola”, dificulta a democratização do acesso à educação, tendo em vista que a internet é caracterizada por sua abrangência. Contudo, observa-se que o EAD pode representar o retrocesso da aprendizagem, haja vista a dificuldade em manter o estudante interessado e em realizar dinâmicas práticas para além da teoria. Em primeira análise, o EAD permite o aumento na abrangência do ensino superior e primário devido às suas ilimitações geográficas. A regionalização brasileira do geógrafo Milton Santos destaca o acesso à informação em diversas áreas do país, o que demonstra como a região Centro-Sul, devido ao seu processo de industrialização e adoção de tecnologias, possui vantagens em relação as outras regiões, como o Norte, que enfrenta problemas em relação ao acesso a redes de internet. Nessa perspectiva, observa-se como o EAD pode garantir que grupos vulnerabilizados, como mulheres cuja carga horária extensa por conta do alinhamento entre a profissão e a maternidade, impede a realização de viagens recorrentes para as instituições de ensino, sejam inseridas no processo educacional, que pode representar a possibilidade de mobilidade social e melhoria nas condições de vida. Além disso, o EAD garante a diminuição dos custos com o ensino, que se