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    Tema de redação: Por que somos um país de não-leitores e como podemos mudar isso?
    Otavio Pinheiro
    5 min

    Tema de redação: Por que somos um país de não-leitores e como podemos mudar isso?

    Leia os textos abaixo e faça uma redação sobre Tema de redação: Por que somos um país de não-leitores e como podemos mudar isso? Texto I Talvez muitos brasileiros ignorem o pouco que se lê nesse país em relação ao resto do mundo. Talvez não saibam que em um ranking dos 30 países onde mais se lê, segundo a agência Nop World, o Brasil aparece na rabeira, à frente apenas de Taiwan e Coreia. […] Ganham do Brasil em número de livros lidos e de horas de leitura por pessoa, por exemplo, Venezuela, México ou Argentina dentro do continente. Fora dele, turcos, egípcios, árabes sauditas, húngaros, poloneses, indonésios, filipinos e russos –entre muitos outros– leem mais que os brasileiros. E talvez a grande massa de brasileiros estranhasse saber que os dois países onde se leem mais livros por pessoa e se dedicam mais horas à leitura no mundo são a Índia e a China. É possível que um analfabeto ou alguém que não tenha lido um livro na vida possa revelar uma sabedoria natural, um senso comum agudo e até uma grande carga de poesia. Conheci algumas pessoas assim na minha vida. Entretanto, o mais natural é que um país que não lê ou que aparece, como o Brasil, entre os piores leitores do mundo, esteja comprometendo seu desenvolvimento futuro –não apenas cultural, mas também econômico. Mais ainda, dificilmente entrará no rio da modernidade e do progresso um país não-leitor ao mesmo tempo que será refém dos poderes dominantes. […] Fonte: brasil elpais Texto II […] – Historicamente, somos um país analfabeto. E a resposta mais simples, que é um clichê, é dizer que tudo envolve o processo educacional, que no Brasil se mostrou ser um fracasso – avalia Diego Grando, poeta e professor de literatura. Os especialistas tendem a concordar que a educação no Brasil é um problema que não se restringe à literatura, mas projetos paliativos não vão solucionar a questão central. Regina lembra que há uma tentativa de popularização do livro, mas que o preço de uma obra ainda é alto. O professor Sergius Gonzaga, ex-secretário da Cultura de Porto Alegre, avalia que só uma “discussão ampla” e uma “mudança radical dos currículos” podem fazer com que as gerações futuras mudem essas taxas. – Sem uma ação efetiva do Estado, não vejo alternativa. O Brasil iniciou tardiamente o seu processo de escolarização, e isso se deu no início dos anos 1960. Na mesma época, o país entra na era do audiovisual, com TV e cinema. Ou seja, o país pula do analfabetismo direto para o audiovisual, não consegue formar uma cultura de leitura. […] Fonte:  gauchazh clicrbs Texto III Não é novidade para ninguém. Nos Estados Unidos e na Europa, um livro sai bem mais barato que no Brasil. […] O problema é a tiragem. Enquanto outros países trabalham com tiragens médias de mais de 10 000 exemplares por edição, no Brasil esse número fica na casa dos 2 000. O mercado é pequeno, vende-se pouco, e elevar essa média é produzir encalhes. Daí que, com edições reduzidas, o custo por unidade sobe. O raciocínio é bem simples. Fora o papel, que varia segundo a quantidade de exemplares, toda edição tem um custo fixo, do qual não dá para fugir. Composição das páginas, máquinas, revisões, ilustrações, tudo isso independe da tiragem. E quando se divide o custo fixo pelo número de exemplares, tem-se o custo unitário. Como o mercado brasileiro se organizou com base nas pequenas tiragens, o preço final de um volume é sempre alto. Mesmo os best-sellers, que vendem dezenas de milhares de cópias, custam caro, já que os editores fixam o preço com base em padrões (um certo “x” por página) estabelecidos a partir das baixas tiragens. A vantagem, dos editores, é que best-sellers dão mais lucro. E quase sempre compensam o prejuízo dos títulos que acabam encalhando nas prateleiras. O leitor brasileiro é prejudicado pelas tiragens pequenas. Como o mercado de livros no Brasil é bem reduzido, as edições são minguadas. Na média, não passam dos 2 000 exemplares. A equação é cruel: tiragens mínimas projetam o custo unitário lá para as alturas. O leitor, quando pode, é quem acaba pagando a conta. […] Fonte: super abril cultura Texto IV […] Em 13 de maio de 1808, foi oficializada por Dom João a instalação de uma casa impressora, que seria destinada a publicar a papelada oficial do governo. Embora fosse reservada apenas para os assuntos do governo, a Impressão Régia foi um marco de mudança, uma vez que, antes dela, os livros que se consumiam no Brasil vinham quase que exclusivamente da Europa. Se apenas em 1808 o Brasil pôde contar com uma máquina de impressão oficial, por um pouco mais de duzentos anos é que se foi fomentando, a passos de formiga, a leitura. Sendo assim, é natural que nossos índices sejam mais baixos que o restante dos países mais desenvolvidos. Entretanto, existe um detalhe nessa história. Os Estados Unidos começaram a ser colonizados um pouco antes do Brasil, mas têm um índice de leitura bem maior. Como se explica? […] Fonte: papo de homem Com base nos textos motivadores e no seu conhecimento, produza um texto dissertativo-argumentativo tendo como Tema de redação: Por que somos um país de não-leitores e como podemos mudar isso?

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    23 de abr. de 2018
    Redação por Partes: Planejamento
    Otavio Pinheiro
    6 min

    Redação por Partes: Planejamento

    Achou que a gente ia começar do começo? Achou errado, aluno! Vamos começar de antes do começo: do planejamento. Vamos ler sobre Redação por Partes: Planejamento! Lembra que a gente já te disse que gente organizada não se desespera? Se ainda não internalizou esse mantra, tá na hora de internalizar, pois, acreditem, ele vale também para a produção da sua redação. Tá chocado? Não fique, vamos explicar isso aí direitinho. É bem comum a gente ouvir os alunos dizerem que não sabem por onde começar o processo de escrita de uma redação. Aí, bate aquela angústia e a pessoa sua frio diante daquela folha em branco. Para que você não passe por isso, a gente vai fazer agora um passo a passo lindinho de tudo que envolve a produção de um texto, pois, ao contrário do que muita gente pensa, não se deve simplesmente ler a proposta de redação, baixar a cabeça, no melhor estilo Chico Xavier, e começar a escrever. Então, de início, vamos combinar uma coisa: não subestime o planejamento de um texto, pois ele é mais importante do que você imagina, ok? Eu que to dizendo. Se liga aí: Leia a proposta com muita calma. Muita. Muita. Muita. Sublinhe ou circule palavras-chaves nela, pois isso vai te ajudar a não dar aquela viajada básica no tema. Quer um exemplo? No último ENEM, teve uma galera que, na redação, falou apenas sobre a surdez ou sobre deficientes de um modo geral. Se os amiguinhos tivessem destacado palavras como “desafios” e “surdos” (o tema era “Desafios para a formação educacional de surdos no Brasil”), por exemplo, a chance de tangenciar o tema teria sido bem menor. E, ó, para você que vai fazer o Exame Nacional do ensino Médio: SEMPRE tem uma palavrinha norteadora na proposta que o INEP faz. Não foi só no ano passado, não. Dá uma pesquisada nos temas anteriores e repara. 2. Você se preparou o ano inteiro, fez a lição de casa direitinho e, como a gente indicou , estudou bastante coisa para ampliar seu repertório sociocultural. Então, ao ler a proposta, sua cabeça vai ferver com tantas ideias e, acredita, tá tudo bem. Sabe o você faz? Deixa fluir e anota, com palavras-chaves, tudo o que vier em mente. Tudinho. Todos os argumentos maravilhosos que sua cabecinha conseguir construir. 3. Depois de respeitar o seu fluxo de ideias, chegou a hora de construir o que carinhosamente chamamos de “esqueleto” da sua redação. Tá, vamos dar uma nome mais técnico e chamar de “planejamento”. Sabe o que é isso? Nada mais é do que, em tópicos, anotar palavras-chaves do que você vai escrever em cada parte do seu texto – introdução, desenvolvimento 1, desenvolvimento 2, desenvolvimento 3 (se houver) e conclusão. (E se você ainda tem dúvida sobre a função de cada uma delas, fica ligadão aqui no nosso blog porque, nas cenas dos próximos capítulos, falaremos sobre isso). Pra te ajudar ainda, vamos te dar um roteiro com perguntinhas básicas. Segue ele que é só sucesso: Qual é o tema e o que eu penso sobre ele? (Introdução: contextualização do tema + tese) Por que eu penso dessa forma? (Desenvolvimento: dois ou três bons argumentos que sustentem a tese) Diante da minha tese, o que fazer para solucionar o problema? (Conclusão: retomada da tese + soluções (mais aprofundadas, caso seja ENEM). Lindo, né? Pra ficar ainda mais legal, vamos a um exemplo prático: Suponha que o tema é “Caminhos para combater a intolerância religiosa no Brasil”, do ENEM de 2016. Aí, bem espertinho que é, você começa a montar seu planejamento: Introdução: você sabe que é bacaninha usar diversas áreas de conhecimento na sua redação, então, optou por introdução histórica e vai dizer que a intolerância religiosa no Brasil começou logo no descobrimento, quando portugueses impuseram o catolicismo aos índios. No seu esqueletinho, vai anotar “descobrimento” e “catolicismo”, por exemplo. Você acredita que o combate à intolerância religiosa ainda persiste por dois motivos: o racismo e laicidade de um Estado que não é tão laico assim. Anota, então: tese “racismo + Estado laico”. Desenvolvimento 1: as religiões de matriz africana são as mais atingidas pelo preconceito (os textos motivadores, inclusive, diziam isso!), então, para não deixar a ideia escapar, anota “racismo” e “religiões de matriz africana” no seu planejamento. Desenvolvimento 2: você leu muito sobre atualidades e sabe que a discussão sobre a laicidade do Estado é importantíssima, então, por isso, escolheu esse lindo argumento. Anota “laicidade” e, de quebra”, já anota algo que vai te ajudar a se aprofundar na discussão, como “ensino religiosa voltado pro catolicismo”, por exemplo. Conclusão: pra fechar com chave de ouro, você vai pensar em soluções para o combate à inteligência religiosa. Como você falou sobre o racismo e contestou a laicidade do Estado, anota: “endurecer o combate ao racismo” e “ensino religioso diverso”. Deu, seu texto tá planejado e, agora sim, você vai começar a desenvolvê-lo, retomando aquelas anotações que você fez quando deixou o seu fluxo de ideias livre, leve e solto. “Aaain, mas isso toma muito tempo”. Não, baby, não se despere. Não vamos negar que, nas primeiras vezes que você fizer isso, pode sim demorar um pouquinho mais. Então, por isso existe esta coisinha linda e importante chamada “treino”. A partir de agora, crie o hábito de planejar todos os textos que você nos enviar e, quando chegar na hora H, isso já será uma prática simples e não tomará muito do seu tempo. Além disso, pra finalizar, a gente não pode deixar de te falar uma coisa: texto com planejamento fica, consequentemente, MUITO mais organizado! Exemplo: não é legal desenvolver mais um argumento por parágrafo, e isso acontece muito quando você baixa a cabeça e, sem planejar, começar a argumentar. Sabem que isso, no caso do ENEM, faz com a nota da competência 3 não seja tão boa, né? Pois é, é nela que se avalia o que chamamos de “projeto de texto”. Se não sabia, tá sabendo agora. E agora

    Vestibular FGVplano de estudoTopo de funil
    20 de abr. de 2018
    Otavio Pinheiro
    3 min

    Tema de Redação: Invisibilidade indígena em questão no Brasil

    Leia os textos abaixo e escreva uma redação sobre Tema de Redação: Invisibilidade indígena em questão no Brasil. Texto I A (IN)VISIBILIDADE DOS DIREITOS INDÍGENAS NOS GRANDES CENTROS URBANOS: UM OLHAR SOBRE OS INDÍGENAS NA CIDADE DE PORTO ALEGRE A presença indígena nas cidades tema de grande controvérsia ante a visão e imagem estereotipada de que o índio uma vez ligado à natureza necessariamente deveria estar apartado do convívio humano. O que se evidencia, conforme as raízes históricas e de dominação cultural que permearam o processo de colonização do Brasil pelos europeus, é que na visão de muitos quando o indígena está no espaço urbano, logo o mesmo “deixa de ser índio”. No entanto, dados oficiais apontam uma forte e expressiva presença indígena nos centros urbanos do país, o que surpreende visto a existência de poucas iniciativas e elaboração de políticas públicas que incluam a questão dos direitos assegurados constitucionalmente a tais povos. O que persiste é a invisibilidade dos direitos indígenas na cidade, pois que segundo os ditames da cultura e saberes predominantes a presença dos índios nesse espaço figura como algo ilegítimo. […] Com a expansão e urbanização da cidade os indígenas sofrem com a crescente restrição dos espaços onde viviam, com uma sensível modificação nos ecossistemas naturais. Além disso, muitas vezes a presença indígena é considerada como um entrave ao desenvolvimento econômico local, desprezando-se a história desses povos com o ambiente em questão, bem como os seus saberes tradicionais de manejo sustentado da natureza tão em evidencia no contexto sócio-político de países da América Latina.    Disponível em: https://www.ufrgs.br/gthistoriaculturalrs/26CDGiseldaSchneider_FranciscoQuintanilha.pdf Texto II Disponível em: https://latuffcartoons.wordpress.com/2013/06/03/charge-dincao-o-agronegocio-e-a-questao-indigena-no-brasil/ Texto III Desde a colonização, os índios viveram quase cinco séculos de extermínios, escravidão e despropriação de suas terras. Apesar do reconhecimento das reservas ter ocorrido após a Constituição de 1988, a homologação de novos territórios geram confrontos entre indígenas e ruralista. Até 1967, o Estado adotava uma perspectiva assimilacionista, entendia os índios como uma categoria social transitória, fadada ao desaparecimento. No entanto, após 1990, para atender as necessidades econômicas e culturais dos povos nativos, o número de reserva cresceu de 352 para 703, aumento de 115,8 milhões de hectares, Funai (2015). Contudo, o processo de demarcação de novas reservas ainda é conflituoso, uma vez que, se opõem aos interesses dos latifundiários. Representados pela bancada ruralista defendem que 13,6% do território nacional estão nas mãos de apenas 0,4% população, IBGE (2010). Isso prejudica o agro negócio, principalmente no Mato Grosso, maior número de confrontos armados. Desta forma, o Estado negam aos índios o direito originário de suas terras. Portanto, cabe ao Governo ampliar e regulamentar as reservas com propósito de assegurar o modo de vida tradicional dos nativos. Além disso, as universidades podem contribuir com estudos de campo, como o mapeamento geográfico de áreas de conflito. Assim, fornecer dados que equacione os interesses do agronegócio com a preservação da cultura indígena. A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o Tema de Redação: Invisibilidade indígena em questão no Brasil, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa do seu ponto de vista.

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    19 de abr. de 2018
    Tema de redação: Desigualdade social no Brasil e no mundo: um desafio a ser superado
    Otavio Pinheiro
    3 min

    Tema de redação: Desigualdade social no Brasil e no mundo: um desafio a ser superado

    Texto 1 Quase 30% da renda do Brasil está nas mãos de apenas 1% dos habitantes do país, a maior concentração do tipo no mundo. É o que indica a Pesquisa Desigualdade Mundial 2018, coordenada, entre outros, pelo economista francês Thomas Piketty. […] Segundo os dados coletados pelo grupo de Piketty, os milionários brasileiros ficaram à frente dos milionários do Oriente Médio, que aparecem com 26,3% da renda da região. Na comparação entre países, o segundo colocado em concentração de renda no 1% mais rico é a Turquia, com 21,5% em 2015 — no dado de 2016, que poucos países têm, a concentração turca subiu para 23,4%, de acordo com o levantamento. O Brasil também se destaca no recorte dos 10% mais ricos, mas não de forma tão intensa quanto se observa na comparação do 1% mais rico. Os dados mostram o Oriente Médio com 61% da renda nas mãos de seus 10% mais ricos, seguido por Brasil e Índia, ambos com 55%, e a África Subsaariana, com 54%. […] Fonte: brasil elpais  Texto 2 Fonte: arionaurocartuns – desigualdade social Texto 3 A evidência científica é robusta: a pobreza e a desigualdade social prejudicam seriamente a saúde. No entanto, as autoridades de saúde não dão a esses fatores sociais a mesma atenção que dedicam a outros quando tentam melhorar a saúde dos cidadãos. Um estudo sobre 1,7 milhão de pessoas, publicado pela revista médica The Lancet, traz de volta esse problema negligenciado: a pobreza encurta a vida quase tanto quanto o sedentarismo e muito mais do que a obesidade, a hipertensão e o consumo excessivo de álcool. O estudo é uma crítica às políticas da Organização Mundial da Saúde (OMS), que não incluiu em sua agenda este fator determinante da saúde — tão importante ou mais do que outros que fazem parte de seus objetivos e recomendações. “O baixo nível socioeconômico é um dos mais fortes indicadores de morbidade e mortalidade prematura em todo o mundo. No entanto, as estratégias de saúde global não consideram as circunstâncias socioeconômicas pobres como fatores de risco modificáveis”, dizem os autores do estudo publicado pela The Lancet, cerca de trinta especialistas de instituições de prestígio como a Universidade de Columbia, o King’s College de Londres, a Escola de Saúde Pública de Harvard e o Imperial College de Londres.[…] Fonte: brasil debate – pobreza encurta a vida mais que obesidade alcool e hipertensão A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Desigualdade social no Brasil e no mundo: um desafio a ser superado”, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa do seu ponto de vista. Leia também: Tema de redação: A questão da água no Brasil Tema de redação: Formas de combater as doenças sexualmente transmissíveis no Brasil Tema de redação: Medidas para combater a prática de bullying e de ciberbullying na sociedade brasileira Tema de redação: Por que somos um país de não-leitores e como podemos mudar isso?

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    17 de abr. de 2018
    Tema de redação: A pressão estética na sociedade atual
    Otavio Pinheiro
    3 min

    Tema de redação: A pressão estética na sociedade atual

    O tema de redação “A pressão estética na sociedade atual” aborda um fenômeno social relevante e recorrente nos tempos atuais. A pressão estética refere-se às exigências e expectativas impostas pela sociedade em relação à aparência física, influenciando a forma como as pessoas se veem e como são vistas pelos outros. Esse tema desperta discussões importantes sobre os impactos negativos dessa pressão na vida das pessoas e na sociedade como um todo. Confira abaixo texto motivadores sobre o tema: Texto 1 As autoridades de Dublin, Irlanda, colocaram um ponto final em uma morte que chocou a cidade. Milly Tuomey, 11 anos, foi encontrada em estado crítico no quarto dela após tentar suicídio. Ao ser levada para o hospital, ela não resistiu e morreu. Segundo os investigadores, a garota já dava sinais que ia se matar por estar insatisfeita com o próprio corpo. Dois meses antes de se matar, Milly postou uma foto no Instagram e escreveu que queria morrer em um dia específico. A irmã mais velha dela e a diretora escola conversaram com os pais da garota sobre o post. Eles, então, levaram a menina ao médico. A jovem teria dito ao especialista que estava insatisfeita com a aparência e que pensava em se machucar. Logo depois, os pais a levaram a um psiquiatra, que passou remédios e indicou terapia. Em seguida, encontraram um diário com intenções suicidas. “Ela se cortou e escreveu com o sangue: ‘Garotas bonitas não comem’”, contou uma das investigadoras, segundo o jornal Daily Mail. Fonte: metropoles – menina de 11 anos se mata por estar infeliz com próprio corpo Texto 2 […] Em 13 de maio de 1808, foi oficializada por Dom João a instalação de uma casa impressora, que seria destinada a publicar a papelada oficial do governo. Embora fosse reservada apenas para os assuntos do governo, a Impressão Régia foi um marco de mudança, uma vez que, antes dela, os livros que se consumiam no Brasil vinham quase que exclusivamente da Europa. Se apenas em 1808 o Brasil pôde contar com uma máquina de impressão oficial, por um pouco mais de duzentos anos é que se foi fomentando, a passos de formiga, a leitura. Sendo assim, é natural que nossos índices sejam mais baixos que o restante dos países mais desenvolvidos. Entretanto, existe um detalhe nessa história. Os Estados Unidos começaram a ser colonizados um pouco antes do Brasil, mas têm um índice de leitura bem maior. Como se explica? […] Fonte: papo de homem – por que o brasileiro não lê Com base nos textos motivadores e no seu conhecimento, produza um texto dissertativo-argumentativo tendo como tema: A pressão estética na sociedade atual

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    13 de abr. de 2018
    Banca de Concurso: VUNESP
    Otavio Pinheiro
    9 min

    Banca de Concurso: VUNESP

    Olá, concurseiros e concurseiras do meu país! No dia 22 deste mês serão aplicadas as provas objetivas e discursivas para a Polícia Civil do estado da Bahia, concurso esse que é organizado pela Banca da Vunesp, inclusive a redação. Vamos ver sobre a Banca de Concurso: VUNESP? Se você tem interesse na carreira policial, é melhor ler este post! Quer ver todos os concursos dessa banca que estão abertos? Clica aqui. Este edital da PC-BA trouxe vagas para os cargos de Delegado de Polícia, Investigador e Escrivão. Com várias etapas, a primeira delas é a realização das provas objetivas e discursivas, de caráter classificatório e eliminatório. A aplicação da prova ficou a cargo da VUNESP. Você conhece a banca? A VUNESP (Fundação para o Vestibular da Universidade Estadual Paulista) é a banca responsável pela organização do vestibular da UNESP, masssss ela também organiza vestibulares e concursos para outras instituições. É uma banca super tradicional no estado de São Paulo, mas tem aumentado a sua abrangência, realizando concursos fora do estado nos últimos anos. Ok, linda, falou tudo. Mas e a prova discursiva?? Vamos ver alguns aspectos sobre a prova discursiva da banca: O tema é constantemente formulado em forma de pergunta, que deve ser respondida durante a argumentação do candidato. Ponto positivo: você, espertão, não vai precisar interpretar o tema e entender o que a banca quer, porque a pergunta já vai estar ali. No concurso público para aluno-oficial da Polícia Militar do Estado de São Paulo, de 2015, realizado pela Fundação Vunesp, por exemplo, a pergunta para a prova discursiva era “As balas de borracha devem ser usadas por policiais nas manifestações públicas?” Nos textos motivadores, geralmente a banca insere trechos que abordam diferentes pontos de vista sobre o assunto proposto. Ih, agora ferrou, né? O candidato precisa ler os textos da coletânea e se posicionar de fato, porque a banca não vai ter nenhuma posição, implícita ou explícita, a respeito do assunto.  Isso é diferente da proposta de redação para o ENEM, por exemplo, porque nela os textos motivadores trazem sempre informações sobre um mesmo aspecto que deve ser abordado e o tema, em si, já direciona para uma abordagem (lembra do tema “Caminhos para combater a intolerância religiosa no Brasil”? Aqui não tinha como dizer que a intolerância não existia!). Curiosidade: falando em ENEM, você sabia que a VUNESP foi a banca responsável pela correção oficial das redações do ENEM 2017? Isso aqui é prova de adulto, meu filho! Vai ter que dar teus pulos. Aqui te ensinamos como não ter medo do bicho papão da redação de concurso. Nós queremos um aluno confiante, viu! Aqui vai um textinho pra trabalhar essa autoestima! Então, muito além de entender o que o tema traz, o candidato precisa se posicionar a respeito. Assim, ao se deparar com o tema, se pergunte: eu domino este assunto? Já tenho uma opinião formada? Se é um assunto novo pra mim, o que penso a respeito, depois de ler os textos? Não fique em cima do muro: você precisa se posicionar! Só não esquece de respeitar os direitos humanos, chuchu 🙂  Voltando para o concurso da PC-BA, para o cargo de Delegado de Polícia, a banca escolheu os gêneros Estudos de Caso e também Peça Processual. É o quê??? Para os demais cargos, haverá Questões Dissertativas apenas. UFA! É importante destacar que o edital mostra que a prova dissertativa visa avaliar o domínio do conhecimento jurídico e da prática processual. Ou seja, amigos: serão temas relacionados aos cargos! E agora, o que você faz com esta informaçãozinha? ESTUDA TEMAS RELACIONADOS AOS CARGOS, ORAS!!! A banca está dando uma grande dica para o candidato, então, é hora de colocar a mão na massa e não deixar essa oportunidade passar! Aqui vai o que o edital diz sobre a redação (retirado do edital CONCURSO | SOLDADO PM DE 2ª CLASSE no dia 10/04/2018): 1.2. a Prova Dissertativa (Parte II) será composta de uma redação, na qual se espera que o candidato produza uma dissertação em prosa na norma-padrão da língua portuguesa, a partir da leitura de textos auxiliares, que servem como um referencial para ampliar os argumentos produzidos pelo próprio candidato. Ele deverá demonstrar domínio dos mecanismos de coesão e coerência textual, considerando a importância de apresentar um texto bem articulado 4.1. na avaliação da Prova Dissertativa (Parte II), serão considerados os critérios a seguir: Tema: considera-se se o texto do candidato atende ao tema proposto. A fuga completa ao tema proposto é motivo suficiente para que a redação não seja corrigida em qualquer outro de seus aspectos, recebendo nota 0 (zero); 4.1.2. Estrutura (gênero/tipo de texto e coerência): consideram-se aqui, conjuntamente, os aspectos referentes ao gênero/tipo de texto proposto e à coerência das ideias. A fuga completa ao gênero/tipo de texto é motivo suficiente para que a redação não seja corrigida em qualquer outro de seus aspectos, recebendo nota 0 (zero). Avalia-se aqui como o candidato sustenta sua tese em termos argumentativos e como essa argumentação está organizada, considerando-se a macroestrutura do texto dissertativo (introdução, desenvolvimento e conclusão). No gênero/tipo de texto, avalia-se também o tipo de interlocução construída: por se tratar de uma dissertação, deve-se prezar pela objetividade, sendo assim, o uso de primeira pessoa do singular e de segunda pessoa (singular e plural) poderá ser penalizado. Será considerado aspecto negativo a referência direta à situação imediata de produção textual (ex.: como afirma o autor do primeiro texto/da coletânea/do texto I; como solicitado nesta prova/proposta de redação). Na coerência, será observada, além da pertinência dos argumentos mobilizados para a defesa do ponto de vista, a capacidade do candidato de encadear as ideias de forma lógica e coerente (progressão textual). Serão considerados aspectos negativos a presença de contradições entre as ideias, a falta de partes da macroestrutura dissertativa, a falta de desenvolvimento das ideias ou a presença de conclusões não decorrentes do que foi previamente exposto; 4.1.3. Expressão (coesão e modalidade): consideram-se neste item os aspectos referentes à coesão textual e ao domínio da norma-padrão da

    Para concursoscorreção de redaçãoMeio de funil
    10 de abr. de 2018
    Tema de redação: Terrorismo nutricional
    Otavio Pinheiro
    3 min

    Tema de redação: Terrorismo nutricional

    Leia os textos abaixo e escreva sobre Tema de redação: Terrorismo nutricional. Texto I O terrorismo nutricional nada mais é do que… aterrorizar a população em relação aos alimentos e às práticas individuais que promovam “saúde Dentro dos parâmetros dessa nova moda, somente é saudável quem: frequenta a academia, tem “barriga negativa”, faz uso de suplementos alimentares e segue uma dieta difícil e específica que seja Free de alguma coisa (lactose, glúten, carboidrato etc.) […] o que está acontecendo nada mais é do que uma MODA. E modas têm o poder de assaltar as mentes, converter adeptos e fazer pessoas jurarem de pés juntos que encontraram A VERDADE. […] Este enlouquecimento em torno dessas dietas hiper-técnicas e exclusão de grupos alimentares inteiros tem tanta legitimidade quanto qualquer outro modismo: apareceu do nada.Virou uma febre. Não existem explicações racionais para o fenômeno. […] Não controlaremos a nossa vida e não nos protegeremos de eventualidades através da nossa alimentação. Isso é falsa sensação de domínio. Fazer dieta é a mais pura manifestação do desejo de controle de uma sociedade que… perdeu o controle. Perdemos o controle das nossas emoções, dos nossos valores, da nossa identidade, das nossas ambições. Controle do nosso corpo? Nunca tivemos. Por isso estamos ainda vivendo o sonho da Fonte da Juventude … no século XXI. Preferimos pagar R$ 10,00 numa barra de proteínas aprovada por renomados cientistas do que em ingredientes frescos que poderiam render quatro almoços. Será que vale a pena viver morrendo de medo de tudo o que consumimos? Fonte: https://naosouexposicao.com.br/index.php/2014/07/04/modismos-e-terrorismo-nutricional/ Texto II Existe atualmente certo medo relacionado à comida ou aos alimentos que ingerimos. Há diversas informações soltas, e muitas vezes divulgadas incorretamente, fazendo com que as pessoas evitem consumir determinados alimentos. Muitas destas informações divulgadas ou incentivadas por alguns nutricionistas, inclusive, que acabam gerando dúvidas sobre o que comer. Restringir alimentos virou moda. Restrições alimentares significam, popularmente, “ser saudável”. As dietas zero glúten e zero lactose passaram a ser sinônimos de identidade. E, sendo assim, as refeições adquiriram status de “boa” ou “má”, como se houvesse um anjo ou diabinho alimentar proibindo ou permitindo o que comer. As inúmeras dúvidas sobre o perigo ou não de algum alimento ou nutriente gera receio de consumi-lo, confundindo ainda mais as pessoas. […] Infelizmente, hoje a maioria das pessoas se alimenta com um sentimento de culpa. Deixamos de “conversar” com os alimentos e escutar o próprio corpo e passamos a julgar aquilo que comemos, e consequentemente, julgando a nós mesmos como fracassados ou superiores por ingerir ou não determinado grupo de alimentos. O nosso organismo reage, positiva ou negativamente a todas as restrições alimentares que se pode fazer. O excesso de restrições sobre o que comer pode gerar compulsão alimentar ou agravar outros transtornos alimentares, se as restrições não tiverem indicação específica ou prescrição adequada. O que é doença de caráter nutricional ou transtorno alimentar precisa ser tratado. O que não é correto é submeter pessoas às restrições sem necessidade. É absurdamente bobagem e altamente estressante definir, sem diagnóstico, o que comer ou não. O nosso comportamento diante de um alimento é tão importante quanto o tipo de alimento que comemos. Em outras palavras, é comer de forma consciente. Sem terrorismos. Fonte: https://fortissima.com.br/2014/06/30/o-que-comer-entenda-quais-os-riscos-terrorismo-nutricional-548735/ Texto III Fonte: https://www.imgrum.org/user/jaimegbr/960817017/1378353340777736574_960817017 Com base nos textos motivadores e no seu conhecimento, produza um texto dissertativo-argumentativo tendo como Tema de redação: Terrorismo nutricional.

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    09 de abr. de 2018
    jovens2
    Otavio Pinheiro
    3 min

    Tema de redação: O comportamento jovem nas mídias sociais e suas consequências

    O tema de redação “O comportamento jovem nas mídias sociais e suas consequências” aborda uma questão atual e relevante na sociedade contemporânea. Com o avanço da tecnologia e a popularização das mídias sociais, os jovens têm se inserido cada vez mais nesse universo digital, o que traz consigo uma série de consequências e impactos tanto positivos quanto negativos. Confira o tema de redação da semana: Texto 1 Dentre os aplicativos, os brasileiros também são os maiores usuários do Facebook (94%), Youtube (85%) e WhatsApp (84%) Os adolescentes brasileiros passam cada vez mais tempo hipnotizados pelos dispositivos móveis. Uma pesquisa realizada pela Amdocs em dez países aponta que os jovens entre 15 e 18 anos do país não desgrudam do celular: 64% costumam checar as redes sociais assim que acordam. “O brasileiro é um povo que gosta muito de novidade. Hoje, os jovens têm mais opções, já que existem várias plataformas diferentes. A gente vê um movimento de crescimento, que só tem aumentado”, afirma Kan Wakabayashi, diretor da Amdocs Brasil. Dentre os entrevistados no Brasil, 55% acreditam que seu smartphone os tornam mais espertos e legais. Dentre os aplicativos, os brasileiros também são os maiores usuários do Facebook (94%), Youtube (85%) e WhatsApp (84%). O levantamento foi realizado com 4.250 jovens, entre 15 e 18 anos, dos Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, Alemanha, Rússia, Índia, Cingapura, Filipinas, México e Brasil. […] Fonte: https://www.correio24horas.com.br/noticia/nid/jovens-brasileiros-sao-os-mais-dependentes-das-redes-sociais/ Texto 2 sobre jovens nas mídias sociais Instagram foi considerada a pior rede social no que concerne seu impacto sobre a saúde mental dos jovens, segundo uma pesquisa do Reino Unido. Na enquete, 1.479 pessoas com idades entre 14 e 24 anos avaliaram aplicativos populares em quesitos como ansiedade, depressão, solidão, bullying e imagem corporal. […] A pesquisa afirmou que “as redes sociais podem estar alimentando uma crise de saúde mental” entre jovens. Fonte: https://g1.globo.com/tecnologia/noticia/instagram-e-considerada-a-pior-rede-social-para-saude-mental-dos-jovens-segundo-pesquisa.ghtml Texto 3 Os altos índices de ciberbullying entre os jovens não é novidade. No entanto, um estudo publicado no Journal of Adolescent Health mostra que está crescendo o número de adolescentes que publicam ofensas anônimas nas redes sociais contra eles mesmos. Segundo informações do Daily Mail, o estudo, que entrevistou 5.593 alunos norte-americanos e britânicos com idades entre 12 e 17 anos, revela que 6% dos adolescentes admitem já ter cometido auto bullying digital através de contas falsas nas redes sociais. Dos 335 alunos que admitiram o auto ciberbullying, metade disse que fez isso somente uma vez, enquanto 35% disseram que o fizeram algumas vezes. Já 13% disseram que o fizeram várias vezes. A pesquisa também mostrou que muitos que tinham esse tipo de atitude estavam buscando respostas de encorajamento ou aprovação de outros usuários de redes sociais. […] Fonte: https://olhardigital.com.br/noticia/cresce-numero-de-jovens-que-praticam-ciberbullying-contra-eles-mesmos/72454 Texto 4 Fonte: Jarbas A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “O comportamento jovem nas mídias sociais e suas consequências”, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa do seu ponto de vista.

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    05 de abr. de 2018
    Banca de Concurso: Cesgranrio
    Otavio Pinheiro
    8 min

    Banca de Concurso: Cesgranrio

    Hoje vamos ver outra grande banca de concurso: a Cesgranrio! Concurseiro que é concurseiro sabe que a Cesgranrio já foi responsável por organizar vários concursos grandes, a nível Federal, como Banco do Brasil, Petrobrás e IBGE. É pouca coisa não, meu filho! Agora mesmo tem prova dia 15/04 pra Transpetro, com redação tipo estudo de caso e 13/05 para o Banco do Brasil. Vamos ver sobre Banca de Concurso: Cesgranrio. A redação, no concurso do Banco do Brasil, por exemplo, acontece na segunda etapa e tem caráter somente eliminatório. Então, se você não passasse na primeira fase, nem ia chegar a ver essa querida na sua frente. Mas isso não quer dizer que você tem que esperar ser aprovado na primeira fase pra começar a estudar redação, não se faz de doido! Não é novo pra você, que é aluno do Redação Online, que estudando redação você estuda pra todas as matérias e, de quebra, aprende a se expressar melhor. E nem pra você que é concurseiro de que não pode existir essa mentalidade de deixar o estudo pra depois e de que você não vai passar. Se você está se esforçando e estudando certinho, não há o que temer. Agora, depois do sermão, vamos pra parte mais objetiva: Sobre o tipo textual, a redação dessa prova é bastante tradicional: dissertativo-argumentativa, com seleção, organização e relação de argumentos, fatos e opiniões para defender o ponto de vista. Tá parecendo fácil, né? Calmaê. Quanto aos temas, esta banca costuma cobrar alguns ligados à sustentabilidade, ao consumo em excesso, combate à pobreza, melhoria da qualidade de vida e por aí vai. Ou seja, os temas tem viés mais objetivo e social, parecidinho com o ENEM. Mas isso aqui não é ENEM não. Quer ver? Um exemplo: ela já fez temas solicitando ao candidato que, na condição de ser servidor em uma área específica, explicasse como poderia modificar alguma situação. Então, já sabe, né? Se perguntarem alguma coisa específica sobre o cargo ou órgão, relacionados à sua prova, faz carão e incorpora o servidor público na hora de escrever. Não vamos mexer em time que está ganhando: leia o edital com atenção e estude pra sua redação. Inclusive, vamos deixar um pedacinho dele, que trata de redação. O edital completo está disponível aqui: BANCO DO BRASIL S.A. – EDITAL Nº 01 – 2018/001 – CARREIRA ADMINISTRATIVA – CARGO ESCRITURÁRIO 7.2.3 – A Redação será avaliada conforme os critérios a seguir: a) adequação ao tema proposto; b) adequação ao tipo de texto solicitado; c) emprego apropriado de mecanismos de coesão (referenciação, sequenciação e demarcação das partes do texto); d) capacidade de selecionar, organizar e relacionar de forma coerente argumentos pertinentes ao tema proposto; e) pleno domínio da modalidade escrita da norma-padrão (adequação vocabular, ortografia, morfologia, sintaxe de concordância, de regência e de colocação). 7.2.4 – A Redação deverá ser feita com caneta esferográfica de tinta preta, fabricada em material transparente, e deverá conter de 25 (vinte e cinco) a 30 (trinta) linhas. 7.2.5 – Será atribuída nota ZERO à Redação do(a) candidato(a) que: a) fugir ao tipo de texto em prosa dissertativo-argumentativo; b) fugir ao tema proposto; c) apresentar texto sob forma não articulada verbalmente em língua portuguesa (apenas com desenhos, números e palavras soltas ou em forma de verso); d) for produzida com menos de 15 (quinze) linhas; e) for assinada e/ou apresentar qualquer sinal que, de alguma forma, possibilite a identificação do(a) candidato(a); f) for escrita a lápis, em parte ou na sua totalidade. 7.2.6 – Serão eliminados(as) os(as) candidatos(as) que obtiverem nota inferior a 70,0 (setenta) pontos na prova de Redação. 7.2.7 – Serão classificados(as) no Certame, de acordo com os pontos obtidos na 1ª Etapa, os(as) candidatos(as) não eliminados(as) na 2ª Etapa, conforme limites estabelecidos no Anexo II constantes deste Edital. Em geral, a banca costuma focar mais na correção gramatical mesmo, então, #keepcalm e não se esqueça de revisar o que escrever umas duas milhões de vezes. Veja abaixo algumas dicas para se sair bem nessa banca: Tenha cuidado para não fugir do tema! Apesar de a banca ser “tranquila” quanto ao conteúdo, não tem como tirar uma nota boa falando sobre batatinha quando era pra falar sobre macarrão; Foque na gramática. Se for preciso, revise mil vezes o seu texto antes de passar para a folha definitiva, porque, depois que passar você não terá a chance de modificar nada; Tenha cuidado com a apresentação do seu texto e com a legibilidade, porém, não esqueça de dar atenção ao conteúdo; Pense antes de escrever! Não vá jogando no papel todas as ideias da forma como elas vão surgindo, porque seu texto vai ficar uma bagunça que nem você mesmo vai entender; Responda o que a banca está pedindo! Isso é importantíssimo: volte sempre ao tema, para ter certeza de que você está fazendo o que ele quer; Não se prenda ao senso comum. Tem gente que, por medo de arriscar (e talvez se dar mal) acaba inserindo no seu texto apenas informações que qualquer pessoa saberia, e aí o texto cai naquele clichê de sempre. Para um corretor, isso é a morte. Ele vai estar cansado de ler sempre a mesma coisa. Não tenha medo de ousar e de trazer informações novas! Tá achando pouca informação e gostaria de ver exemplos sobre os temas desta banca? A gente separou alguns pra você, calma! CESGRANRIO – 2014 – FINEP – Analista – Conhecimentos básicos – Nível Superior A partir do que está exposto nos textos acima e baseado em seus próprios conhecimentos e opiniões, redija um texto dissertativo-argumentativo em que exponha seu posicionamento acerca da oposição entre o direito à informação da população e o direito à intimidade de pessoas públicas. 2. CESGRANRIO – 2014 – Banco do Brasil – Nível Médio – Conhecimentos Básicos – Todos os Cargos O uso cada vez mais constante e cotidiano da internet afeta a nossa vida de diferentes maneiras. Do ponto de vista de uso na sociedade, podemos, por exemplo, pagar contas,

    Para concursosTopo de funilredação Cesgranrio
    04 de abr. de 2018
    “Escola sem partido” e suas consequências na educação brasileira
    Otavio Pinheiro
    4 min

    “Escola sem partido” e suas consequências na educação brasileira

    Texto I “[…]O programa, que tem ganhado defensores e críticos nos últimos tempos, existe desde 2004 e foi criado por membros da sociedade civil. Segundo Miguel Nagib, advogado e coordenador da organização, a ideia surgiu como uma reação contra práticas no ensino brasileiro que eles consideram ilegais. “De um lado, a doutrinação política e ideológica em sala de aula, e de outro, a usurpação do direito dos pais dos alunos sobre a educação moral e religiosa dos seus filhos”, explica. Para Nagib, todas as escolas têm essas características atualmente. A proposta do movimento é de que seja afixado na parede das salas de aula de todas as escolas do país um cartaz, onde estarão escritos os deveres do professor. Esses deveres são: 1 – O Professor não se aproveitará da audiência cativa dos alunos, para promover os seus próprios interesses, opiniões, concepções ou preferências ideológicas, religiosas, morais, políticas e partidárias. 2 –  O Professor não favorecerá, não prejudicará e não constrangerá os alunos em razão de suas convicções políticas, ideológicas, morais ou religiosas, ou da falta delas. 3 –  O Professor não fará propaganda político-partidária em sala de aula nem incitará seus alunos a participar de manifestações, atos públicos e passeatas. 4 –  Ao tratar de questões políticas, sócio-culturais e econômicas, o professor apresentará aos alunos, de forma justa – isto é, com a mesma profundidade e seriedade –, as principais versões, teorias, opiniões e perspectivas concorrentes a respeito. 5 – O Professor respeitará o direito dos pais a que seus filhos recebam a educação moral que esteja de acordo com suas próprias convicções. 6 – O Professor não permitirá que os direitos assegurados nos itens anteriores sejam violados pela ação de estudantes ou terceiros, dentro da sala de aula. Fonte: https://www.ebc.com.br/educacao/2016/07/o-que-e-o-escola-sem-partido Texto II “[…] Esse projeto visa eliminar a discussão ideológica no ambiente escolar, restringir os conteúdos de ensino a partir de uma pretensa ideia de neutralidade do conhecimento. Trata-se de uma elaboração que contraria o princípio constitucional do pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas, assim como o da liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber, considerando como válidos determinados conteúdos que servem à manutenção do status quo e como doutrinários aqueles que representam uma visão crítica. Em recente Nota Técnica, o Ministério Público considera que o PL Escola sem Partido é inconstitucional porque ‘está na contramão dos objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil, especialmente os de ‘construir uma sociedade livre, justa e solidária’ e de ‘promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação’. […] O complemento ao cerceamento da liberdade de aprender e ensinar fica por conta do PL de autoria do deputado Rogério Marinho (PSDB-RN), que pretende alterar o Código Penal, para inclusão de detenção de três meses a um ano para professor, coordenador, educador, orientador educacional ou psicólogo escolar que praticar o dito “assédio ideológico”. O movimento político de direita na educação, “Escola Sem Partido”, que dissemina concepções e práticas preconceituosas, discriminatórias e excludentes, foi impulsionado nacionalmente para propagar ideia de que os estudantes são alvo de doutrinação política e de que os valores morais da família são afrontados por uma suposta ideologia de gênero na escola. […]” Fonte: https://www.cartacapital.com.br/educacao/escola-sem-partido-estrategia-golpista-para-calar-a-educacao Texto III Fonte: https://blogdojeffrossi.blogspot.com/2016/07/charges-sobre-escola-sem-partido.html Texto IV “[…] O economista do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Adolfo Sachsida, é um dos principais defensores do programa nas redes sociais. Em seu canal no Youtube, Sachsida, que se classifica como conservador em suas redes sociais, questiona o que chama de “doutrinação ideológica” feita por docentes. ‘A esquerda quer doutrinar os nossos alunos. O professor de português, em vez de dar aula de português, fica falando que tal partido é bom, tal partido é ruim. Mas eles falam que tudo tem ideologia. Como se o aluno fosse obrigado a ser doutrinado desde pequeno’. Em sua conta no Twitter, o economista elencou duas funções para o “Escola Sem Partido”: ‘Denunciar a doutrinação ocorrida em sala de aula (que pode ocorrer pelo professor ou pelo livro didático); e propõe solução a doutrinação efetuada pelo professor. Você pode discordar da solução (ponto 2), mas é impossível não concordar com o ponto 1’. Há pouco mais de uma semana, Sachsida chegou a ser nomeado assessor especial do ministro da Educação, Mendonça Filho (DEM-PE). O cargo, porém, foi cancelado antes mesmo que o economista tomasse posse, de acordo com publicação no Diário Oficial. […]” Fonte: https://exame.abril.com.br/brasil/5-opinioes-sobre-a-escola-sem-partido-para-voce-formar-a-sua/ Texto V Fonte: https://www.apesjf.org.br/comunicacao/charges Com base nos textos motivadores e no seu conhecimento, produza um texto dissertativo-argumentativo tendo como tema: “Escola sem partido” e suas consequências na educação brasileira.

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    29 de mar. de 2018
    Banca de Concurso: Cespe
    Otavio Pinheiro
    7 min

    Banca de Concurso: Cespe

    Sabe aquela redação básica que aprendemos na escola, com introdução, desenvolvimento 1, desenvolvimento 2 e conclusão? Deixe de lado ela um pouquinho porque hoje vamos falar da redação da banca do concurso do CESPE, a diferentona. Tá, confessa, você deve estar pensando: “me mandaram decorar isso uma vida inteira e agora me mandam esquecer?????”.Venha ver sobre Banca de Concurso: Cespe. Lembra que te falamos aqui que, mesmo sendo o fodão da redação no ensino médio e no vestibular, se quiser fazer concurso, você não pode abrir mão de produzir texto e mandar pra gente corrigir? Agora você vai entender o porquê. Ok, vamos parar com este clima de “eu avisei” e partir para o que interessa: diquinhas lindas para você arrasar na redação da banca CESPE: 1) Sem rodeios Sabe aquela coisa de apresentar o tema, contextualizar bem e depois partir para a tese? Deixa isso guardado lá no cantinho da sua complexa cabecinha porque, na redação da banca CESPE, vamos dispensar esse “floreio”. Ou seja: você não precisa construir uma introdução. Chocado? Também estamos. Mas também estamos dispostos a te ajudar a superar o susto e se dar bem. Então, dispense a introdução. Pode fazer? Pode, mas não vai ganhar “pontinhos” a mais por isso. Mas, se isso faz com que você se sinta mais confortável, produza uma mini introdução de no máximo duas linhas. 2) Sem rodeios II Se não tem introdução, começa como? Pelo começo, ué. Tá, não ajudou muito, vamos ser mais legais: a tema de banca CESPE é composto por até 3 tópicos, que, na verdade, são até 3 perguntas que devem ser respondidas ao longo da sua produção. É isto mesmo: alguém resolveu chamar de redação, mas, na verdade, ela é meio que uma prova de perguntas e respostas. Então, depois de esbravejar e passar a aceitar (porque dói menos), fique sabendo que você deve ir direto ao ponto. Se o tema é “Drogas ilícitas na sociedade contemporânea”, você já deve começar falando sobre drogas ilícitas na sociedade contemporânea. Nem mais nem menos. Nada de fazer contraponto com alguma droga lícita que também faz mal e que você acha que deve ser considerada ilícita ou trazer a discussão sobre alguma droga proibida que você acha que deva ser legalizada. Tais debates são bacaninhas e a gente super recomenda que você sempre seja muito crítico diante de qualquer tema social (não só na redação, mas na vida!), mas deixa isso pra outro espaço e momento, combinado? Porque aqui não será muito útil 😉 3) Olhe pelo lado bom: seu desenvolvimento já estará traçado Uma das coisas que mais ouvimos e lemos é “eu tenho várias ideias, mas não consigo organizar as danadinhas” ou “eu não sei o que escrever”. Se você é alguém que passa por isso e vai fazer concurso elaborado pelo Cespe, saiba que, pelo menos momentaneamente, você está livre desse problema. Afinal, a proposta de redação te mostrará exatamente o que deve ser abordado. Olha só: O fenômeno do tráfico de drogas se estendeu pela América Latina. É isso que confirmam números oficiais sobre o domínio ou a territorialização do narcotráfico. Cada país, de acordo com suas particularidades e com o papel que desempenha no negócio da produção e comercialização de entorpecentes, sofre de maneira diferente. Mas existe um consenso: estamos diante de um problema cada vez mais alarmante e que representa um enorme desafio para os governos e sociedades do continente. O consumo de droga aumentou na grande maioria das cidades, agravando a situação da segurança e da saúde pública. Onde se comercializam cocaína e pasta base, a delinquência dispara, a evasão escolar cresce e a saúde da população (em especial a dos jovens) se deteriora rapidamente. O Globo, 25/5/2008, p. 36 (com adaptações). Tendo a notícia acima como referência inicial e considerando-a unicamente como motivadora, redija um texto dissertativo a respeito do seguinte tema: DROGAS ILÍCITAS NA SOCIEDADE CONTEMPORÂNEA Ao redigir seu texto, aborde, necessariamente, os seguintes aspectos: 1. motivos para a opção pelo trabalho com drogas ilícitas em detrimento da opção pelo trabalho lícito; 2. possíveis medidas e atitudes para enfrentamento do problema das drogas ilícitas; 3. o narcotráfico na economia global. Reparem bem na proposta de redação acima. Ela começa com um texto motivador (mo-ti-va-dor [!!!], não vá copiá-lo, bebê), apresenta a frase tema (DROGAS ILÍCITAS NA SOCIEDADE CONTEMPORÂNEA ) e apresenta os 3 tópicos a serem abordados. Tá vendo que o roteiro do seu texto tá traçadinho ali, né? Olha que legal, você não precisa ter o trabalho de pensar nele. Sabemos que você seguiu a dica que demos aqui (link redacao pra concurso não criemos pânico), estudou os temas anteriores da banca e vai tirar de letra o desenvolvimento dos tópicos que serão pedidos na prova que você vai fazer. Então, apesar de você ter que lidar com uma redação diferentona, tá tudo bem. Tá tudo dominado. 4) Um fim sem cara de fim Eu sei que a gente cresce ouvindo que tudo na vida (inclusive a vida) tem começo,meio e fim e esse ciclo é reproduzido dentro de uma redação. Mas aí vem a banca Cespe e diz: pera aí, queridinho, não precisa ser sempre assim. Além de deixar de lado a introdução, você pode dispensar também a conclusão. Tá, eu sei que vai dar aquela sensação de que o texto ficou inacabado, mas é assim mesmo, não sofra. Às vezes, pra ser mais esquisito ainda, pode ter como segundo tópico a ser desenvolvido algo como “ possíveis medidas e atitudes para enfrentamento do problema das drogas ilícitas”, o que vai te dar a impressão de estar fazendo uma conclusão, já que estamos condicionados a apresentar soluções nela, no desenvolvimento. Mas tá tudo certo, amiguinho, Foca no seu objetivo, desapega do modelinho tradicional de redação, segura na nossa mão e vai. Vamos colar aqui pra você a parte do edital do CESPE que explica a pontuação na redação (lembrando que esse é o edital da prova para o TRE-PE de 2016): 10.7.4 A prova discursiva

    Para concursoscorreção de redaçãoMeio de funil
    29 de mar. de 2018
    Tema de redação: As dificuldades inserção de jovens no mercado de trabalho
    Otavio Pinheiro
    4 min

    Tema de redação: As dificuldades inserção de jovens no mercado de trabalho

    O tema de redação “As dificuldades de inserção de jovens no mercado de trabalho e sua importância” aborda uma questão relevante e atual. A transição dos jovens para o mercado de trabalho é um desafio enfrentado por muitos países, inclusive o Brasil, e envolve uma série de obstáculos e dificuldades. Nesse contexto, a importância da inserção dos jovens no mercado de trabalho é ampla e abrange diferentes aspectos. Confira abaixo textos motivadores sobre o tema para escrever sua redação: Texto 1 sobre inserção de jovens no mercado de trabalho “[…] Allison Andrade, de 25 anos, se formou em Publicidade e tem uma pós no exterior. Conta que ao terminar o curso, “estava trabalhando satisfeito com as ofertas do mercado”, mas depois de se especializar no exterior com o intuito de conseguir um melhor salário e posição laboral, encontrou uma barreira. “Há saturação. As empresas não prezam se a pessoa fez uma boa faculdade nem uma pós, pelo menos nesta área, o que importa é aceitar trabalhar ganhando pouco, mesmo sem formação adequada”, lamenta. Andrade resolveu mudar de área e optou por Engenharia Civil, depois de passar dois semestres cursando os cursos de Ciência e Engenharia da Computação. Para ele, existe uma melhor perspectiva de salário, já que “a demanda de engenheiros é grande e o mercado necessita profissionais bem qualificados”. Andrade é o retrato de uma das gerações mais bem preparadas que se frustram ao chegar ao mercado de trabalho, mas seu perfil não é uma realidade apenas no Brasil. A OCDE, em recente estudo sobre o impacto da educação no nível econômico do jovem, constatou que isso ocorre a nível mundial. Rodrigo Castañeda Valle, da área de inovação e medição do progresso educacional e de habilidades da organização, não acredita que tudo se deva a que o jovem não saiba direito o que quer. Em alguns países, como o Brasil, “a boa remuneração de técnicos ou pessoas sem formação superior é um dos fatores que desestimula os jovens a continuarem seus estudos”. Segundo o estudo, 67% dos brasileiros com o segundo grau estão empregados, contra 55%, de média entre os países da OCDE.[…]” Fonte: https://brasil.elpais.com/brasil/2014/02/04/sociedad/1391544951_779657.html Texto 2 Fonte: https://rgcriativo.com.br/post/169/Mercado-de-Trabalho-ebaaa.html Texto 3 “[…] De fato existem vagas, entretanto, o mercado está mais exigente e a gama de profissionais capacitados está maior. Segundo a vice-presidente da Associação Brasileira de Recursos Humanos – Seccional Paraná (ABRH-PR), Susane Zanetti, em alguns casos há milhares de interessados em uma vaga, e o filtro das empresas está cada vez mais restrito, colocando o jovem em desvantagem. São profissionais com anos de experiência e que falam duas ou três línguas fluentemente contra jovens que concluíram o Ensino Médio e, em alguns casos, imaturos, ansiosos e impacientes. Ainda conforme a retrospectiva do IBGE, o percentual da População em Idade Ativa (PIA) com 11 anos ou mais de estudo passou de 46,7% para 63,8%. ‘É como se vivêssemos uma dicotomia, uma coisa muito antagônica. Termos tantos jovens desempregados e termos estas vagas. Por conta do mercado estar muito exigente, às vezes, é muito difícil este jovem conseguir, principalmente, se ele não tem nenhuma experiência’, disse Zanetti. Além disso, comportamentos normais para essa faixa etária acabam interferindo. Algo que, aparentemente, ficaria em segundo plano, destacou Zanetti, ainda tem importância nos processos seletivos, e acaba funcionando como uma armadilha para os jovens. ‘Eles são muito ingênuos ainda em algumas questões que para as empresas são importantes. A empresa busca conhecer esse jovem e entender um pouco das características que ele tem para saber se são compatíveis com a cultura e valores da empresa. As questões comportamentais ainda são muito significativas. Esse é um dos motivos em que, normalmente, o jovem não vai para frente nas entrevistas’. Algumas perguntas básica, exemplificou Zanetti, ficam sem resposta, como quando o entrevistador pede para o candidato citar os próprios pontos fortes.” Fonte: https://g1.globo.com/pr/parana/noticia/2014/03/apesar-do-aumento-de-vagas-jovens-tem-dificuldades-para-o-1-emprego.html Com base nos textos motivadores e no seu conhecimento, produza um texto dissertativo-argumentativo tendo como tema: As dificuldades inserção de jovens no mercado de trabalho.

    Para vestibulandosbanco de temas de redaçãoTopo de funil
    26 de mar. de 2018
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