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Você sabia que 53% dos brasileiros não leem livros? Esse dado foi revelado pela Pesquisa Retratos da Leitura 2024, o estudo mais completo sobre hábitos de leitura no país. Pela primeira vez na série histórica, o número de não-leitores ultrapassou o de leitores. Isso significa que mais de 6,7 milhões de pessoas deixaram de ler nos últimos quatro anos. Esses números escancaram a necessidade urgente de criar espaços que estimulem o gosto pela leitura, formem leitores críticos e ampliem o repertório cultural da sociedade. E uma das formas mais eficazes de mudar esse cenário é por meio dos clubes do livro. O que é um Clube do Livro? Um Clube do Livro é um grupo de pessoas que se reúne — presencialmente ou online — para ler, discutir e compartilhar ideias sobre uma obra escolhida. Funciona como um espaço colaborativo de aprendizado, onde cada leitor contribui com sua perspectiva, tornando a experiência mais rica e significativa. Etapas comuns em um clube do livro: Para que serve o Clube do Livro? Mais do que apenas ler, o clube do livro serve para: Qual é o objetivo de um Clube do Livro? O grande objetivo é formar leitores ativos e críticos. Em tempos de excesso de informação e leituras superficiais, mergulhar em livros e discuti-los em grupo se torna uma prática essencial para fortalecer a interpretação de textos, compreender diferentes realidades e até mesmo preparar-se para provas e vestibulares. Além disso, o clube contribui para a democratização do acesso à leitura, algo fundamental em um país que ainda enfrenta altos índices de analfabetismo funcional. Benefícios de participar de um Clube do Livro ✔️ Descoberta de novas leituras: você entra em contato com clássicos e lançamentos que ampliam sua visão de mundo.✔️ Troca de perspectivas: ouvir a opinião de outros leitores faz você enxergar o livro sob ângulos inéditos.✔️ Desenvolvimento da escrita e da argumentação: ideal para quem vai prestar o ENEM ou vestibulares.✔️ Aprofundamento temático: muitos clubes trabalham obras que dialogam com temas sociais, políticos e culturais.✔️ Motivação e disciplina: a leitura deixa de ser obrigação e vira compromisso coletivo. Clube do Livro e a Redação Se você é estudante, o Clube do Livro pode ser seu maior aliado na redação. Isso porque: Exemplo: ao ler “Quarto de Despejo”, de Carolina Maria de Jesus (escritora), você pode relacionar a realidade da fome e da exclusão social com temas como desigualdade urbana e negligência estatal. O Clube do Livro do Redação Online No Redação Online, o Clube do Livro foi criado para aproximar leitura e redação, oferecendo uma experiência única:📚 Análises completas das obras obrigatórias de vestibulares como Unicamp, Fuvest, UERJ e UFSC. 🎯 Aplicação direta em redações com exemplos de uso de repertório🎁 Sorteios de livros exclusivos para os participantes👩🏫 Mediação pedagógica com especialistas da nossa equipe🌐 Ambiente online organizado, para você participar de qualquer lugar Conclusão Diante do cenário preocupante revelado pela Pesquisa Retratos da Leitura 2024, fica evidente que precisamos repensar nossos hábitos de leitura. Participar de um Clube do Livro é uma forma prática, prazerosa e transformadora de mudar essa realidade. Além de ampliar seu repertório cultural e crítico, você também fortalece sua preparação para redações nota 1000 e vestibulares.

Quando pensamos em direitos fundamentais assegurados pela Constituição de 1988, como saúde, educação e dignidade humana, é inevitável refletir sobre grupos sociais que permanecem invisíveis diante das políticas públicas. Entre eles, estão as crianças nascidas em presídios femininos, cuja realidade ainda é marcada pela negligência do Estado e pelo abandono social. Esse tema vem ganhando relevância tanto em debates acadêmicos quanto em provas de vestibulares e concursos, uma vez que articula discussões sobre direitos humanos, sistema prisional, infância e cidadania. Ao trazer dados, legislações e casos emblemáticos, é possível construir argumentos consistentes sobre os desafios enfrentados por essas crianças e sobre a responsabilidade do poder público em garantir sua proteção. Dessa forma, analisar a invisibilidade das crianças nascidas em presídios femininos torna-se essencial para compreender como a violação de direitos perpetua desigualdades e compromete o futuro de gerações que já iniciam a vida em condições de extrema vulnerabilidade. Texto 1 – Invisibilidade das crianças nascidas nos Presídios Femininos A realidade das crianças que nascem em presídios femininos no Brasil é marcada pela invisibilidade e pelo abandono. Essas crianças, muitas vezes esquecidas pelo sistema carcerário e pela sociedade, enfrentam desafios significativos que afetam seu desenvolvimento físico, emocional e social. Este artigo busca explorar os problemas por elas enfrentados e as possíveis soluções para garantir seus direitos fundamentais e a promoção de sua inclusão na sociedade. Com efeito, as crianças nascidas nos presídios femininos são frequentemente privadas do indispensável convívio com suas mães por conta dos cuidados essenciais que necessitam. A superlotação e as condições precárias dos presídios dificultam o acesso a cuidados médicos adequados durante a gravidez e o parto, resultando em complicações para os bebês. Além disso, a falta de estrutura para o cuidado infantil dentro das unidades prisionais impede o acesso a serviços básicos, como vacinação e acompanhamento pediátrico. Há, na verdade, uma série de desafios que vão além da falta de assistência e cuidados médicos. A ausência de políticas eficazes para proteger seus direitos resulta em uma marginalização ainda maior. Muitas vezes, essas crianças são deixadas à margem do sistema de assistência social e não recebem o apoio necessário para garantir seu bem-estar e desenvolvimento saudável. A estigmatização e o preconceito enfrentados por suas mães também inviabilizam sua integração social após a saída da prisão. Um exemplo emblemático é o de Luca, um bebê que apanhou da polícia enquanto estava nos braços de sua mãe. O caso ilustra a dura realidade enfrentada por essas crianças. Luca, que cumpria pena com a mãe na Unidade Materno-Infantil da Penitenciária de Ananindeua, no Pará, sofreu traumas que afetaram seu desenvolvimento psicológico. Histórias como a dele são comuns e revelam a necessidade urgente de mudanças no sistema prisional e nas políticas públicas. Para combater a invisibilidade dessas crianças, é preciso a implementação de políticas públicas que garantam seus direitos fundamentais de forma a assegurar-lhes a inclusão social. Isso inclui a criação de unidades materno-infantis dentro das prisões, com estrutura adequada para o cuidado das mães e de seus bebês, bem como o desenvolvimento de programas de acompanhamento psicossocial e educação para essas crianças e suas famílias. A invisibilidade, portanto, das crianças nascidas em presídios femininos é um reflexo da falha do Estado em garantir seus direitos fundamentais com vistas à promoção da inclusão na sociedade. É essencial, em consequência, que sejam adotadas medidas eficazes para proteger essas crianças e garantindo-lhes seu desenvolvimento saudável e o pleno exercício da cidadania. Somente assim poderemos construir uma sociedade mais justa e inclusiva para todas as crianças, independentemente de sua origem ou situação familiar. Fonte: O Estado CE Texto 2 – Quais os dilemas da convivência entre mães e filhos dentro do sistema prisional? A presença da criança no ambiente prisional pode, de um lado, amenizar o sentimento de abandono das mulheres e oferecer um apoio emocional durante a pena. Ter o filho ao lado funciona como companhia, gera afeto e até afasta algumas presas de situações de violência ou uso de drogas. No entanto, como conciliar esse convívio com as privações impostas pelo cárcere? Se, por um lado, a mãe encontra forças em estar com o bebê, por outro, a criança perde o direito ao convívio social mais amplo, à cultura familiar e a interações essenciais para seu desenvolvimento. Além disso, as unidades prisionais ainda enfrentam graves problemas estruturais, como a falta de acompanhamento médico adequado e a precariedade de espaços infantis. Outro paradoxo surge no exercício da maternidade: apesar de estarem com os filhos, muitas mulheres relatam sentir-se “mães pela metade”. A rotina do presídio limita gestos simples, como oferecer colo, fundamentais para a criação de vínculos afetivos. A ausência desse contato pode gerar insegurança e medo em muitas crianças no momento de interagir com outras pessoas. Essas contradições mostram como é complexo pensar a permanência da criança junto da mãe em unidades materno-infantis. Afinal, como equilibrar os benefícios do contato direto com as limitações impostas pelo sistema penitenciário? Esse dilema reforça a urgência de políticas públicas que garantam condições dignas, respeitem a autoridade materna e assegurem o pleno desenvolvimento infantil. Fonte adaptada: Educação & Sociedade – FCC Texto 3 – Quais os impactos do encarceramento na primeira infância e no desenvolvimento das crianças? O período da primeira infância, que vai da gestação até os seis anos de idade, é considerado crucial para o desenvolvimento humano. É nessa fase que o cérebro mais se estrutura e que o vínculo com a mãe, por meio da convivência e da amamentação, se torna essencial para a saúde física e emocional da criança. No entanto, como assegurar esse direito quando o nascimento acontece dentro do cárcere? A legislação brasileira determina que os bebês permaneçam com suas mães até os seis meses de vida para a amamentação, mas o ambiente prisional oferece condições muito diferentes das necessárias para garantir o princípio do melhor interesse da criança e do adolescente, previsto na Constituição de 1988 e no Estatuto da Criança e do Adolescente. Pesquisas mostram que o encarceramento durante a gestação já impõe traumas ao desenvolvimento: gestantes presas

Ao falar sobre os clássicos da literatura brasileira, poucas obras alcançam tanta relevância quanto Memórias Póstumas de Brás Cubas. Publicado em 1881 por Machado de Assis, o livro não apenas inaugurou o Realismo no Brasil, como também se tornou leitura obrigatória em vestibulares como a UFSC. Além disso, a obra voltou aos holofotes em 2024, quando viralizou no TikTok. A escritora americana Courtney Novak, em seu projeto Read Around the World, classificou a narrativa como “o melhor livro já escrito”. A repercussão levou o romance ao topo da Amazon nos Estados Unidos e reacendeu o interesse pelo humor ácido e pela crítica social de Machado de Assis.Portanto, compreender Memórias Póstumas de Brás Cubas não é apenas requisito escolar: é uma forma estratégica de construir repertório sólido para o ENEM e para vestibulares de alto nível. O que fala o livro Memórias Póstumas de Brás Cubas? Em primeiro lugar, é importante destacar que o romance é narrado por um “defunto autor”. Brás Cubas, já falecido, revisita sua vida em tom irônico e sarcástico. Ao longo de 160 capítulos curtos, ele expõe seus fracassos, suas paixões frustradas e a hipocrisia da elite brasileira do século XIX. Esse formato inovador rompeu com a tradição linear e se adaptou perfeitamente ao consumo contemporâneo. Não por acaso, em 2024, a obra viralizou novamente, já que sua estrutura fragmentada e suas reflexões rápidas dialogam com a forma como os leitores hoje consomem conteúdo. Qual a principal crítica feita em Memórias Póstumas de Brás Cubas? Ao narrar sua vida, Brás Cubas não poupa a elite de seu tempo. A crítica central é ao egoísmo humano, à indiferença diante do sofrimento dos outros e à vaidade vazia que norteia a busca por poder e status. Nesse sentido, a obra antecipa uma crítica social que continua atual. Se antes denunciava os vícios da sociedade imperial, hoje pode ser associada a temas como desigualdade social, consumismo e individualismo contemporâneo. Assim, o livro funciona como ponte entre passado e presente, oferecendo material riquíssimo para a redação. Qual a mensagem de Memórias Póstumas de Brás Cubas? De modo geral, a mensagem transmitida é a de que a vida é marcada por ilusões e projetos fracassados. Não por acaso, o narrador dedica a obra “ao verme que primeiro roeu as frias carnes do meu cadáver”, estabelecendo o tom de pessimismo que percorre todo o texto. Com isso, Machado sugere que, apesar da busca incessante por grandeza, o destino humano está sempre condicionado à morte e à inutilidade das vaidades. Essa mensagem atravessa gerações e permite aplicar a obra em debates atuais sobre ética, cidadania e coletividade. Qual era a ideia de Brás Cubas? Entre as passagens mais famosas, destaca-se o emplasto contra a melancolia, uma invenção que nunca saiu do papel. Essa ideia irrealizável simboliza promessas políticas e sociais que não se concretizam, reforçando a crítica de Machado às estruturas de poder. Assim, a figura do emplasto continua sendo metáfora útil para discutir, por exemplo, políticas públicas ineficazes, falhas na gestão governamental ou promessas eleitorais que não saem do discurso. Memórias Póstumas de Brás Cubas: resumo detalhado Para compreender melhor, veja os principais pontos da obra: Além disso, a obra deu origem a adaptações, como o filme Memórias Póstumas de Brás Cubas (2001), e continua disponível em várias edições, inclusive em PDF para download completo, o que facilita o acesso dos estudantes. Frases e trechos de Memórias Póstumas de Brás Cubas Ao longo do romance, surgem frases que se tornaram célebres e podem ser usadas como repertório em redações: Esses trechos de Memórias Póstumas de Brás Cubas reforçam a crítica social e a reflexão filosófica, sendo ótimos recursos para enriquecer a argumentação. Como usar Memórias Póstumas de Brás Cubas na redação? Mais do que leitura obrigatória, o livro é um repertório coringa para argumentação. Ele pode ser usado em temas como: Exemplo de introdução Tema: O impacto do individualismo na sociedade contemporânea Na obra Memórias Póstumas de Brás Cubas (1881), o escritor Machado de Assis, pioneiro do Realismo brasileiro, apresenta um narrador pós-morte que ironiza o egoísmo humano e a futilidade da vida social. Esse olhar crítico, ainda atual, permite refletir sobre como o individualismo contemporâneo compromete práticas coletivas e amplia desigualdades. Memórias Póstumas de Brás Cubas: resumo por capítulos A obra é composta por 160 capítulos curtos. A seguir, um panorama dividido em blocos para facilitar a compreensão: Capítulos 1 a 20 Brás Cubas se apresenta como narrador após a morte. Ele ironiza sua condição de “defunto autor”, dedica o livro ao verme que roeu sua carne e começa a narrar lembranças da infância e da juventude. Capítulos 21 a 50 O narrador descreve suas primeiras paixões e frustrações, além de expor críticas à educação, à religião e às convenções sociais. Surge o famoso “emplasto Brás Cubas”, metáfora das promessas grandiosas e irrealizadas. Capítulos 51 a 90 A narrativa aborda a vida adulta de Brás Cubas, suas relações amorosas, interesses políticos e ambições frustradas. Aqui a ironia sobre a elite e a hipocrisia social ganha força. Capítulos 91 a 120 O personagem narra episódios de amizades, traições e fracassos pessoais. Destacam-se reflexões filosóficas sobre a vida, a morte e a futilidade das relações humanas. Capítulos 121 a 160 Os últimos capítulos reforçam a ausência de conquistas do narrador. No desfecho, Brás Cubas declara não ter deixado herança nem filhos, concluindo sua vida com um “legado da nossa miséria”, uma síntese pessimista e irônica da existência. Quem foi Machado de Assis? Para compreender a força da obra, é necessário conhecer seu autor. Machado de Assis (1839-1908) nasceu no Morro do Livramento, no Rio de Janeiro, em uma família pobre. Apesar das dificuldades, tornou-se o maior escritor brasileiro, fundador e primeiro presidente da Academia Brasileira de Letras. Entre suas principais obras estão Memórias Póstumas de Brás Cubas, Dom Casmurro, Quincas Borba, Esaú e Jacó e Memorial de Aires. Suas marcas são a ironia, a inovação narrativa e a crítica social. Conclusão Portanto, estudar Memórias Póstumas de Brás Cubas é compreender a crítica de

Recentemente, a influenciadora Júlia Pimentel, de apenas 16 anos, viralizou ao divulgar a redação que escreveu no vestibular online para o curso de Medicina no Idomed. O tema proposto — “Qual marca da sua personalidade ninguém rouba de você e por quê?” — gerou debate público por induzir a respostas subjetivas, mais próximas de confissões pessoais do que de um texto dissertativo-argumentativo. Nesse contexto, sua aprovação levantou duas questões fundamentais: a validade de provas de vestibular online, especialmente em cursos de alta exigência como Medicina, e a adequação do gênero textual exigido. A seguir, analisamos o caso com profundidade, mostramos o texto motivador, a redação da Júlia, seus pontos positivos e negativos, e como esse tema poderia ser estruturado dentro do padrão acadêmico. Quem é Júlia Pimentel e o caso da redação? Recentemente, o nome de Júlia Pimentel, influenciadora digital de apenas 16 anos e com milhões de seguidores no TikTok, ganhou destaque após sua aprovação em Medicina pelo vestibular on-line do Instituto de Educação Médica (Idomed), uma faculdade privada do Rio de Janeiro cuja mensalidade ultrapassa R$ 16 mil. Na ocasião, Júlia publicou em suas redes sociais a redação que havia feito para o processo seletivo. O texto rapidamente viralizou, não apenas pela conquista em tão tenra idade, mas também pelas críticas que surgiram nos comentários. Muitos usuários debocharam do estilo do texto, comparando-o a uma “legenda de Instagram” ou a um “querido diário”, já que foi escrito em primeira pessoa. Entretanto, o debate não se restringiu ao desempenho individual da candidata. Ele abriu espaço para discussões mais amplas: O problema: subjetividade x dissertação argumentativa Além da polêmica em torno da publicação, a escolha do tema da redação gerou um impasse acadêmico. O enunciado pedia claramente a produção de um texto dissertativo-argumentativo, mas a formulação do tema induzia a uma resposta confessional: “Qual marca da sua personalidade ninguém roubará de você? Por quê?” Em outras palavras, havia uma contradição evidente: Essa inconsistência expôs fragilidades: Por outro lado, a polêmica mostrou a importância de se respeitar o gênero textual exigido em provas seletivas. Muitos vestibulares utilizam temas abertos, mas ainda assim esperam uma abordagem crítica, filosófica ou sociológica e não apenas confessional. Texto motivador da prova A proposta de redação disponibilizada pela instituição trouxe, como texto motivador, uma tirinha da personagem Anésia (#787), do site Willtirando: “A Gertrudes postou uma foto do almoço dela! Totalmente desnecessário.”“Quem quer saber que ela almoçou estrogonofe?”“Estrogonofe de quê?” A partir dessa tirinha, o comando dizia: “Talvez a necessidade de gerar e criar conexões com a nossa rede nos faça seguir ações em massa para sermos aceitos, mesmo que a gente insista em dizer que estamos sendo nós mesmos.Com base nos textos dessa avaliação e nas suas experiências, produza uma DISSERTAÇÃO ARGUMENTATIVA, entre 230 e 350 palavras, utilizando a norma-padrão da língua portuguesa, sobre o seguinte tema:QUAL MARCA DA SUA PERSONALIDADE NINGUÉM ROUBARÁ DE VOCÊ? POR QUÊ?” Esse texto motivador, apesar de relacionar a questão da identidade pessoal ao uso das redes sociais, reforçou ainda mais a contradição do vestibular: de um lado, cobra-se uma dissertação; de outro, a formulação aproxima-se de uma carta de apresentação pessoal, sem trazer uma problemática social, econômica ou filosófica que sustentasse a argumentação. Redação da Júlia Pimentel Tema: “Qual marca da sua personalidade ninguém roubará de você? Por quê?” A identidade de cada indivíduo é formada por experiências, valores e sentimentos que, ao longo do tempo, moldam sua maneira de agir no mundo. Em uma sociedade na qual muitas vezes somos pressionados a seguir padrões, preservar uma característica própria é essencial para garantir a autenticidade. Nesse sentido, a marca da minha personalidade que ninguém poderá roubar de mim é a determinação. Desde situações do dia a dia até desafios maiores, a determinação sempre esteve presente em minhas escolhas. Ela me impulsiona a continuar tentando, mesmo quando as circunstâncias parecem desfavoráveis. Por exemplo, ao enfrentar dificuldades nos estudos, é essa característica que me motiva a buscar novas estratégias de aprendizado, em vez de desistir. Assim, minha perseverança não depende apenas de fatores externos, mas de uma força interna que se renova diante de cada obstáculo. Além disso, a determinação contribui para a construção de objetivos futuros. Pessoas determinadas tendem a transformar sonhos em metas concretas, agindo com disciplina e paciência. Isso significa que, mesmo em meio às adversidades, a essência dessa característica não pode ser roubada, pois está ligada à forma como cada indivíduo enxerga e reage à vida. Em um mundo em que nem sempre controlamos as situações, manter a capacidade de insistir é uma marca de autonomia e resistência. Portanto, a determinação representa a parte mais sólida da minha identidade. Ela não se perde com o tempo nem se deixa apagar pela opinião dos outros. É essa marca que me guia, fortalece minhas escolhas e assegura que eu permaneça fiel. Fonte: internet Análise crítica da redação da Júlia Pimentel Antes de tudo, é importante destacar que a polêmica não deve ser colocada apenas sobre a candidata. O problema também está no próprio tema proposto pelo vestibular e na forma como foi aplicado. O enunciado exigia um texto dissertativo-argumentativo, mas ofereceu uma questão de cunho confessional e subjetivo, que naturalmente induz ao uso da primeira pessoa. Pontos positivos da redação ✔ Coerência interna: Júlia escolheu a determinação como marca da sua personalidade e manteve essa ideia central em todo o texto.✔ Clareza linguística: As frases são diretas, bem organizadas e fáceis de compreender, sem desvios gramaticais graves.✔ Conexão emocional: O texto transmite autenticidade e propósito, algo que pode ter sensibilizado avaliadores. Pontos negativos da redação ✘ Uso da 1ª pessoa do singular: Embora coerente com o tema, destoa do gênero exigido (dissertação argumentativa), aproximando-se mais de um relato pessoal.✘ Ausência de repertório sociocultural: Não há referências a filósofos, dados científicos, livros ou leis que legitimassem os argumentos.✘ Limitação na problematização: O texto não desenvolve causas e consequências sociais, filosóficas ou históricas, ficando restrito ao campo individual.✘ Conclusão pouco analítica: Apenas reafirma a ideia de “determinação”, sem propor reflexões

A cada ano, novas pesquisas mostram que o Analfabetismo no Brasil segue como um dos maiores desafios da educação brasileira. Em 2024, o país não atingiu a meta de alfabetizar 60% das crianças até o 2º ano do fundamental: o índice ficou em 59,2%. Além disso, quase 30% dos jovens e adultos permanecem em situação de analfabetismo funcional, segundo o INAF. Diante desse cenário, é fundamental que instituições de ensino, gestores e coordenadores reflitam: qual é o papel da escola nesse processo? Como organizar ações que realmente impactem a aprendizagem dos estudantes? É nesse ponto que entra a necessidade de planejamento pedagógico estratégico, de uso de dados atualizados e de propostas práticas de leitura e escrita aplicadas no cotidiano. O que é analfabetismo? O analfabetismo é a condição em que a pessoa não consegue ler ou escrever palavras simples. Isso limita seu direito à cidadania, sua participação social e suas possibilidades profissionais. 👉Sua instituição já tem projetos específicos para enfrentar o analfabetismo? O que é comemorado no dia 8 de setembro? 08 de setembro – Dia Mundial da Alfabetização Essa data, criada pela UNESCO em 1967, lembra que a alfabetização é um direito humano fundamental. No entanto, o Brasil ainda enfrenta um cenário preocupante: em 2024, apenas 59,2% das crianças do 2º ano foram consideradas alfabetizadas, e quase 30% dos jovens e adultos seguem em situação de analfabetismo funcional. Qual é o conceito de alfabetização? Alfabetização é o processo de aprender a ler e escrever de forma funcional, dominando habilidades básicas de compreensão e produção textual. Mais do que decodificação, alfabetizar significa possibilitar que o estudante use a leitura e a escrita para participar da vida social. Como está o analfabetismo no Brasil hoje? De acordo com dados do MEC/INEP (2024), apenas 59,2% das crianças do 2º ano alcançaram habilidades mínimas de leitura e escrita. A meta era 60%, mostrando que o país ainda precisa avançar. Já entre jovens e adultos, o INAF (2024) apontou que 29% da população entre 15 e 64 anos é analfabeta funcional, ou seja, até lê e escreve, mas não compreende textos nem resolve problemas simples. 👉 Sua escola pode contar com a Redação Online, que oferece relatórios detalhados, banco com mais de 1.200 temas de redação e Clube do Livro para alunos e professores. Qual a diferença entre analfabetismo e analfabetismo funcional? O analfabetismo absoluto é a incapacidade total de ler e escrever. Já o analfabetismo funcional acontece quando o indivíduo até lê e escreve, mas não consegue usar essas habilidades no cotidiano. Segundo o INAF, apenas 10% dos brasileiros atingem o nível proficiente de leitura e escrita. Quais são os tipos de analfabetismo? Além do absoluto e do funcional, também se destaca o analfabetismo digital, que é a dificuldade de utilizar a leitura e a escrita em ambientes digitais, algo cada vez mais relevante no século XXI. Quais são as principais causas do analfabetismo? O analfabetismo no Brasil é resultado de múltiplos fatores: O que Paulo Freire fala sobre analfabetismo? O educador Paulo Freire defendia que alfabetizar não é apenas ensinar códigos, mas sim ensinar o aluno a “ler o mundo”. Ou seja, dar-lhe condições de interpretar sua realidade e transformá-la por meio do conhecimento. O que podemos fazer para combater o analfabetismo? Para enfrentar esse desafio, as escolas podem: 👉 Sua instituição pode avançar ainda mais com a Redação Online: Sugestões de atividades para escolas Conclusão O analfabetismo não é apenas uma questão individual, mas um desafio coletivo da educação brasileira. Cabe às instituições de ensino organizar estratégias que unam dados, práticas pedagógicas e engajamento social. Sua escola já está preparada para esse desafio? Com o Redação Online, você terá acesso a mais de 1.200 temas de redação, Clube do Livro exclusivo e ferramentas de correção que já ajudaram mais de 32 mil alunos a alcançarem notas acima de 900 na redação.

Nos últimos anos, os temas de redação cobrados em ENEM, vestibulares e concursos têm exigido cada vez mais conhecimento conceitual atualizado. Palavras como capacitismo, ecoansiedade ou etarismo já aparecem em textos motivadores, manchetes e até em provas discursivas. Nesse cenário, conhecer conceitos socioculturais é essencial para: O que é etarismo? Definição: Discriminação baseada na idade, geralmente contra idosos.Exemplo em redação: “Nesse contexto, o etarismo no mercado de trabalho reforça desigualdades sociais e compromete a cidadania plena dos mais velhos.” O que é capacitismo? Definição: Preconceito contra pessoas com deficiência.Exemplo em redação: “À luz do conceito de capacitismo, a exclusão de pessoas com deficiência nas escolas viola a Constituição de 1988.” O que é homofobia? Definição: Preconceito, discriminação ou violência contra pessoas LGBTQIA+.Exemplo em redação: “De acordo com a Lei 7.716/89, a homofobia deve ser equiparada ao racismo, evidenciando a gravidade dessa violação de direitos humanos.” O que é transfobia? Definição: Discriminação contra pessoas trans e travestis.Exemplo em redação: “Nesse sentido, a transfobia institucional impede o acesso igualitário a empregos e educação.” O que é racismo estrutural? Definição: Conjunto de práticas, normas e instituições que mantêm desigualdades raciais.Exemplo em redação: “Segundo Silvio Almeida, o racismo estrutural não é apenas individual, mas um sistema que perpetua desigualdades históricas.” O que é misoginia? Definição: Aversão ou ódio às mulheres.Exemplo em redação: “Nessa perspectiva, a misoginia reforça a cultura de violência de gênero no Brasil, ainda marcada pelo feminicídio.” O que é feminicídio? Definição: Assassinato de mulheres motivado por gênero.Exemplo em redação: “De acordo com a Lei 13.104/2015, o feminicídio é crime hediondo, revelando a urgência de políticas de proteção.” O que é xenofobia? Definição: Preconceito contra estrangeiros ou migrantes.Exemplo em redação: “Em vista disso, a xenofobia contra refugiados viola tratados internacionais de direitos humanos assinados pelo Brasil.” O que é islamofobia? Definição: Discriminação contra muçulmanos.Exemplo em redação: “Nessa linha de raciocínio, a islamofobia reforça estigmas culturais e gera exclusão social.” O que é nomofobia? Definição: Ansiedade gerada pela ausência do celular.Exemplo em redação: “Portanto, a nomofobia revela a dependência digital crescente e seus impactos na saúde mental.” O que é oniomania? Definição: Compulsão por compras.Exemplo em redação: “De acordo com Byung-Chul Han, a oniomania é reflexo da sociedade de consumo exaustiva.” O que é ecoansiedade? Definição: Ansiedade gerada pelas mudanças climáticas.Exemplo em redação: “Paralelamente, a ecoansiedade entre jovens reflete a ausência de políticas ambientais consistentes.” O que é ansiedade de performance? Definição: Medo e estresse excessivos diante de avaliações ou resultados.Exemplo em redação: “Nesse cenário, a ansiedade de performance é intensificada pelo vestibular, comprometendo o bem-estar estudantil.” O que é alienação digital? Definição: Distanciamento da realidade causado pelo uso excessivo da tecnologia.Exemplo em redação: “Assim, a alienação digital compromete a criticidade dos jovens em meio às fake news.” O que é gentrificação? Definição: Processo de valorização urbana que expulsa populações de baixa renda de determinados bairros.Exemplo em redação: “Em grandes cidades, a gentrificação agrava a desigualdade habitacional, afastando moradores tradicionais para regiões periféricas.” O que é necropolítica? Definição: Conceito do filósofo Achille Mbembe que mostra como o Estado decide quem vive e quem morre.Exemplo em redação: “Nesse sentido, a necropolítica manifesta-se na negligência estatal frente às populações vulneráveis durante crises sanitárias.” O que é meritocracia? Definição: Ideia de que conquistas sociais dependem apenas do esforço individual, desconsiderando desigualdades estruturais.Exemplo em redação: “A crença na meritocracia ignora barreiras históricas, como o racismo e a desigualdade socioeconômica.” O que é patriarcado? Definição: Sistema social que privilegia os homens em detrimento das mulheres.Exemplo em redação: “Assim, o patriarcado sustenta práticas de desigualdade salarial e violência de gênero no Brasil.” O que é cultura do cancelamento? Definição: Prática de boicotar pessoas em redes sociais por comportamentos considerados inadequados.Exemplo em redação: “A cultura do cancelamento revela o poder das mídias digitais, mas também limita o diálogo democrático.” O que é sociedade do cansaço? Definição: Conceito do filósofo Byung-Chul Han que mostra os efeitos do excesso de produtividade e autocobrança.Exemplo em redação: “Segundo Byung-Chul Han, a sociedade do cansaço é marcada pela exaustão mental causada pela pressão constante por desempenho.” O que é desigualdade digital? Definição: Exclusão de pessoas sem acesso à internet ou dispositivos tecnológicos.Exemplo em redação: “No Brasil, a desigualdade digital dificulta a inclusão educacional, especialmente entre estudantes da zona rural.” O que é analfabetismo funcional? Definição: Incapacidade de compreender e interpretar textos, mesmo sabendo ler e escrever.Exemplo em redação: “Dados do INAF mostram que o analfabetismo funcional compromete o pleno exercício da cidadania.” O que é letramento digital? Definição: Capacidade de usar criticamente ferramentas digitais.Exemplo em redação: “O letramento digital é essencial para combater fake news e fortalecer a democracia.” O que é violência simbólica? Definição: Conceito de Pierre Bourdieu que designa formas sutis de opressão cultural e social.Exemplo em redação: “Segundo Pierre Bourdieu, a violência simbólica naturaliza desigualdades e perpetua preconceitos.” O que é exclusão social? Definição: Processo pelo qual determinados grupos são privados de participação plena na sociedade.Exemplo em redação: “A exclusão social de pessoas em situação de rua reforça a violação de direitos básicos.” O que é interseccionalidade? Definição: Conceito de Kimberlé Crenshaw que analisa como opressões se cruzam (raça, gênero, classe).Exemplo em redação: “A interseccionalidade explica como mulheres negras enfrentam dupla opressão: racismo e sexismo.” O que é alienação cultural? Definição: Processo de perda de identidade cultural em função da imposição de culturas dominantes.Exemplo em redação: “A alienação cultural no Brasil pode ser observada na valorização excessiva de padrões estéticos eurocêntricos.” O que é exclusão digital? Definição: Ausência total de acesso a dispositivos tecnológicos e internet.Exemplo em redação: “Nesse contexto, a exclusão digital intensifica desigualdades educacionais durante o ensino remoto.” O que é vulnerabilidade social? Definição: Condição de indivíduos expostos a riscos devido à pobreza e falta de acesso a direitos.Exemplo em redação: “Portanto, a vulnerabilidade social evidencia a omissão estatal em garantir equidade.” O que é violência estrutural? Definição: Formas de violência embutidas nas estruturas sociais, econômicas e políticas.Exemplo em redação: “A violência estrutural manifesta-se no acesso desigual à saúde pública no Brasil.” O que é xenofobia? Definição: Preconceito ou

Você já parou para pensar que o Brasil está envelhecendo em ritmo acelerado e que isso traz impactos diretos para a educação? Segundo o IBGE, em 2022 o país contava com mais de 32 milhões de pessoas idosas, representando 15,8% da população – um crescimento de mais de 50% em apenas uma década. Projeções indicam que, em 2030, os idosos serão mais numerosos do que as crianças de 0 a 14 anos. Esse cenário demográfico coloca desafios urgentes para a garantia do direito à educação, especialmente para quem não teve acesso à escola na idade adequada. Nesse contexto, a EJA (Educação de Jovens e Adultos), que passa a ser discutida agora como EJAI (Educação de Jovens, Adultos e Idosos), torna-se fundamental. Mais que alfabetizar, a modalidade precisa oferecer oportunidades de atualização de conhecimentos, inclusão digital, convivência social e realização pessoal para a terceira idade. Para vestibulares e concursos, esse é um tema quente, pois conecta direito à educação, políticas públicas, inclusão social e envelhecimento populacional. Mas, afinal: quais são os principais desafios e soluções possíveis para a educação de idosos no Brasil? Textos motivadores sobre a Educação de Jovens, Adultos e Idosos (EJAI) Texto I – O que propõe o Projeto de Lei 2679/24 ao incluir idosos na Educação de Jovens e Adultos? Projeto inclui idosos na modalidade de educação de jovens e adultos O Projeto de Lei nº 2679/2024, em tramitação na Câmara dos Deputados, propõe incluir os idosos na Educação de Jovens e Adultos (EJA), que passará a se chamar Educação de Jovens, Adultos e Idosos (EJAI). O objetivo é ampliar o acesso ao ensino fundamental e médio para pessoas com mais de 60 anos que não tiveram oportunidade de estudar na idade adequada. Segundo o autor do projeto, deputado Ossesio Silva (Republicanos-PE), a medida busca assegurar que políticas educacionais sejam adaptadas às necessidades específicas da terceira idade, com materiais didáticos adequados, métodos inclusivos e apoio psicossocial. No Brasil, de acordo com dados da PNAD Contínua (2021), 31,2 milhões de pessoas têm 60 anos ou mais, o que representa 14,7% da população total. A Região Sudeste concentra os maiores índices de envelhecimento, chegando a 16,6%, enquanto o Rio de Janeiro lidera entre os estados, com 19,1% de idosos em sua população. O envelhecimento populacional reforça a necessidade de políticas públicas voltadas à inclusão educacional da terceira idade. Além de garantir o direito constitucional à educação, a proposta pretende promover autonomia, inclusão social e qualidade de vida aos idosos brasileiros. Fonte: Agência Câmara de Notícias Texto II – Quais são os principais benefícios e desafios da EJA para a terceira idade? Os desafios da EJA na educação para a terceira idade A Educação de Jovens e Adultos (EJA) tem papel fundamental na promoção da inclusão educacional, especialmente para pessoas que decidem retomar os estudos mais tarde na vida. Entre os idosos, a modalidade se apresenta como oportunidade de atualização de conhecimentos, realização de sonhos adiados, manutenção da mente ativa e fortalecimento de vínculos sociais. Contudo, essa etapa enfrenta diversos desafios. Muitos alunos da terceira idade demonstram resistência à aprendizagem, motivada pela insegurança em acompanhar o ritmo escolar após longos períodos fora da sala de aula. Soma-se a isso a dificuldade de adaptação às tecnologias digitais, cada vez mais presentes nos processos educativos, e as barreiras físicas impostas por limitações de saúde e de mobilidade. Para superar esses obstáculos, especialistas defendem abordagens pedagógicas contextualizadas, que valorizem a experiência de vida dos idosos e promovam um aprendizado significativo. O apoio psicossocial também é essencial, fornecendo segurança emocional para lidar com o estresse e a autoconfiança no processo de aprendizagem. Além disso, o uso de tecnologias adaptativas, como plataformas acessíveis, letras ampliadas e recursos de áudio, facilita a inclusão desse público no universo escolar. Assim, apesar dos desafios, a EJA para a terceira idade demonstra ser uma oportunidade de promover não apenas o acesso ao conhecimento, mas também a dignidade, a autonomia e a inclusão social das pessoas idosas no Brasil. 📌 Fonte: Humaitá Digital (2023). Texto III – Como o envelhecimento populacional pressiona o sistema educacional brasileiro? O envelhecimento da população e os desafios à educação O Brasil vive um acelerado processo de envelhecimento populacional. Segundo o Censo Demográfico de 2022, o país contava com pouco mais de 32 milhões de pessoas idosas, um aumento de 56% em relação a 2010. Esse grupo já representa 15,8% da população, com projeções que indicam que, em 2030, o número de idosos será maior do que o de crianças entre 0 e 14 anos. Esse cenário impõe desafios diversos, inclusive no campo educacional. O direito à educação da pessoa idosa já não pode se restringir à alfabetização tardia ou ao acesso básico à escola. Muitos idosos, mesmo tendo concluído a educação básica ou superior, desejam ou precisam continuar sua formação ao longo da vida, seja por atualização de conhecimentos, realização pessoal ou integração social. Entretanto, a pedagogia e as políticas educacionais brasileiras ainda avançam lentamente na incorporação das demandas desse público. A mudança da nomenclatura de EJA (Educação de Jovens e Adultos) para EJAI (Educação de Jovens, Adultos e Idosos) em alguns documentos e debates educacionais sinaliza uma ampliação de perspectiva, mas ainda insuficiente para responder à complexidade do fenômeno. É urgente construir experiências educativas inclusivas, flexíveis e adaptadas às necessidades da terceira idade, indo além dos modelos tradicionais de escolarização. Isso exige ações que articulem políticas públicas, profissionais da educação e práticas pedagógicas inovadoras, para que os idosos possam exercer plenamente seu direito à formação contínua. 📌 Fonte: Brasil de Fato (2024). Texto IV – Quais políticas públicas enfrentam os desafios do envelhecimento e das demências no Brasil? Desafio do envelhecimento no Brasil: políticas públicas e a realidade das demências O envelhecimento da população brasileira exige políticas públicas consistentes e intersetoriais. A Secretaria Nacional dos Direitos da Pessoa Idosa, vinculada ao Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, tem como missão monitorar e fomentar iniciativas que garantam autonomia, inclusão social e proteção contra a violência e o abandono. Entre os principais desafios

Você sabia que o Setembro Amarelo® é a maior campanha de prevenção ao suicídio do mundo e já caiu em provas como o ENEM 2020 e o Encceja 2023? Criado em 2013 pela Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) em parceria com o Conselho Federal de Medicina (CFM), o movimento surgiu para quebrar o tabu sobre saúde mental e incentivar a busca por ajuda.Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 700 mil pessoas morrem por suicídio todos os anos. No Brasil, a média é de 38 mortes por dia, um desafio que evidencia falhas nas políticas públicas de saúde e de educação. Por isso, além de ser um tema urgente na sociedade, o assunto é forte candidato para cair em redações de exames nacionais e concursos. O que é saúde mental? De forma geral, a saúde mental corresponde ao estado de equilíbrio emocional, psicológico e social que permite ao indivíduo lidar com as pressões da vida, trabalhar de forma produtiva e contribuir para a comunidade. Além disso, segundo a OMS, não se trata apenas da ausência de doenças, mas da capacidade de viver plenamente, mantendo relações saudáveis e tomando decisões responsáveis. Quais são os principais problemas de saúde mental? Entre os principais problemas de saúde mental estão: Esses problemas, quando não diagnosticados e tratados, podem se agravar e estar associados a índices de suicídio, principalmente entre jovens. Quais são as saúde mentais? Em primeiro lugar, é importante compreender que a expressão “saúde mentais” se refere, na verdade, às diferentes dimensões ou categorias de saúde psicológica e emocional. Assim, podemos destacar: Desse modo, falar em “saúdes mentais” é falar em múltiplos aspectos da vida psíquica que, juntos, garantem bem-estar integral. Quais são os 4 pilares da saúde mental? Para responder a essa pergunta, devemos recorrer às diretrizes utilizadas por profissionais da psicologia e da saúde coletiva. De maneira geral, os 4 pilares da saúde mental são: Além disso, pesquisas mostram que esses pilares são fortalecidos quando há políticas públicas eficazes, como campanhas de prevenção, acesso a psicólogos na rede pública e programas educativos de conscientização. O que é a campanha de Setembro Amarelo? Antes de tudo, é fundamental destacar que a campanha Setembro Amarelo é a maior iniciativa de prevenção ao suicídio do mundo. Criada em 2013 por Antônio Geraldo da Silva, então presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), em parceria com o Conselho Federal de Medicina (CFM), a ação ganhou força nacional a partir de 2014. Desde então, o mês de setembro tornou-se referência para a conscientização sobre saúde mental, promovendo palestras, ações comunitárias, iluminação de prédios públicos na cor amarela e campanhas de informação. Além disso, o dia 10 de setembro é oficialmente reconhecido como o Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio, reforçando a relevância dessa mobilização. O que é o Setembro Amarelo? De forma simples e objetiva, o Setembro Amarelo é um movimento global que busca quebrar o estigma em torno da saúde mental e salvar vidas por meio da conscientização. Seu principal objetivo é incentivar as pessoas a pedirem ajuda e mostrar que o suicídio pode ser prevenido. Nesse sentido, o laço amarelo tornou-se símbolo do cuidado com a vida. Ele representa luz, esperança e acolhimento. Além disso, a cada ano o movimento ganha um lema específico. Em 2025, por exemplo, o lema é: “Se precisar, peça ajuda!”, destacando a importância da escuta ativa e do apoio mútuo. Qual é o significado do laço Setembro Amarelo? Antes de mais nada, é importante compreender que o laço amarelo é o símbolo oficial da campanha. Ele foi escolhido porque o amarelo está associado à luz, esperança e valorização da vida, em oposição à escuridão do sofrimento. A origem do laço remete a uma história dos Estados Unidos: em 1994, um jovem chamado Mike Emme, que tinha um carro Mustang amarelo, faleceu por suicídio. Seus amigos distribuíram laços amarelos em seu funeral como forma de chamar atenção para a importância de falar sobre saúde mental. Desde então, o símbolo se espalhou pelo mundo e foi adotado em campanhas de conscientização. Na redação, você pode usar o laço amarelo como recurso simbólico para reforçar a ideia de união social e a necessidade de combater o estigma em torno da saúde mental. O que é Setembro Amarelo redação? Quando falamos em Setembro Amarelo na redação, nos referimos à forma como a campanha pode aparecer como tema ou repertório sociocultural em provas como ENEM, Encceja, vestibulares e concursos públicos. Por exemplo, no ENEM 2020, o tema foi: “O estigma associado às doenças mentais na sociedade brasileira”. Esse tema dialoga diretamente com os objetivos do Setembro Amarelo, que busca diminuir preconceitos e incentivar a busca por ajuda. Além disso, outros exames também já exploraram essa linha temática: Ou seja, a campanha pode servir tanto como repertório legitimado para enriquecer sua argumentação quanto como inspiração direta para um possível tema futuro, como “Políticas públicas de prevenção ao suicídio no Brasil” ou “A importância da escuta ativa na promoção da saúde mental”. Qual é o tema principal do texto Prevenção ao Suicídio? Antes de tudo, é importante compreender que o tema central da prevenção ao suicídio é a valorização da vida. Isso significa falar abertamente sobre saúde mental, combater o estigma em torno das doenças psiquiátricas e ampliar o acesso a políticas públicas de cuidado. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 700 mil pessoas morrem por suicídio todos os anos, sendo que 96% dos casos estão associados a transtornos mentais que poderiam ser tratados. Assim, a prevenção não é apenas uma questão individual, mas um compromisso coletivo e governamental. Quais são as principais ações de prevenção ao suicídio? Em seguida, precisamos destacar que a prevenção depende de ações integradas em diferentes esferas: família, escola, serviços de saúde e Estado. Entre as medidas mais relevantes estão: No campo da redação, você pode usar esses elementos como propostas de intervenção, associando a cada uma um agente (ex.: Ministério da Saúde), uma ação (ampliar CAPS), um meio (políticas públicas de financiamento)

Estar preparado para o vestibular vai muito além de decorar fórmulas ou revisar conteúdos básicos. Nos principais vestibulares do Brasil — Fuvest (USP), Unicamp, UERJ e UFSC — a leitura das obras obrigatórias é parte central da prova, pois exige do estudante interpretação crítica, capacidade de análise e aplicação de repertório. Ler cada livro não é apenas atender a uma exigência: é construir repertório sociocultural legítimo para usar na redação, nas questões discursivas e nas alternativas de interpretação de texto. Além disso, muitas dessas obras trazem reflexões sobre racismo, gênero, desigualdade social, política, cultura e identidade, assuntos que frequentemente aparecem como temas de redação. Fuvest 2026: o que é e quais são as obras obrigatórias? A Fuvest é o vestibular da Universidade de São Paulo (USP), considerada uma das universidades mais importantes da América Latina. É um processo seletivo extremamente concorrido, e a lista de obras literárias é parte fundamental da preparação. Obras obrigatórias Fuvest 2026 1. Opúsculo Humanitário (1853) – Nísia Floresta Resumo:Obra pioneira do feminismo brasileiro, defendendo a educação feminina, o direito das mulheres e a crítica às desigualdades do século XIX. Temáticas possíveis:• emancipação feminina• educação• desigualdade de gênero• cidadania e justiça social 2. Nebulosas (1872) – Narcisa Amália Resumo:Livro de poemas que une lirismo e crítica social, denunciando opressões impostas às mulheres e injustiças sociais do Brasil oitocentista. Temáticas possíveis:• desigualdade social• violência contra a mulher• crítica social• papel feminino na sociedade 3. Memórias de Martha (1899) – Júlia Lopes de Almeida Resumo:Romance intimista que retrata pressões sociais, limites impostos às mulheres, afetividade e conflitos familiares no século XIX. Temáticas possíveis:• patriarcado• papel social da mulher• relações familiares• identidade feminina Obs.: O nome correto da personagem é “Martha”, como na edição original. 4. Caminho de Pedras (1937) – Rachel de Queiroz Resumo:Romance de formação feminina que aborda independência emocional, amadurecimento, conflitos amorosos e ruptura com normas sociais. Temáticas possíveis:• amadurecimento• autonomia feminina• liberdade x tradição• relações humanas e afetivas 5. O Cristo Cigano (1961) – Sophia de Mello Breyner Andresen Resumo:Coletânea poética que mistura espiritualidade, compaixão, justiça e crítica à exclusão social, sempre valorizando a dignidade humana. Temáticas possíveis:• espiritualidade• alteridade• justiça social• empatia e solidariedade 6. As meninas (1973) – Lygia Fagundes Telles Resumo:Romance sobre três jovens em plena ditadura militar, explorando opressão, medo, amor, política e formação da consciência crítica. Temáticas possíveis:• repressão política• juventude e liberdade• direitos civis• autoritarismo x resistência 7. Balada de Amor ao Vento (1990) – Paulina Chiziane Resumo:Romance moçambicano que debate poligamia, desigualdade de gênero, conflitos culturais e tradições patriarcais. Temáticas possíveis:• patriarcado• colonialismo• identidade cultural• emancipação feminina 8. Canção para ninar menino grande (2018) – Conceição Evaristo Resumo:Coletânea de contos marcada por escrevivência, abordando afetividade, racismo estrutural, desigualdade e sobrevivência nas periferias. Temáticas possíveis:• racismo estrutural• memória e identidade• afeto e resistência• desigualdade urbana 9. A visão das plantas (2019) – Djaimilia Pereira de Almeida Resumo:Narrativa poética e alegórica sobre colonialismo, violência, memória, desumanização e busca por reparação histórica. Temáticas possíveis:• colonialismo• violência e injustiça• memória social• identidade e humanização Unicamp 2026: o que é e quais são as obras obrigatórias? A Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) tem um vestibular conhecido pela interdisciplinaridade, unindo literatura, atualidade e história. Obras obrigatórias Unicamp 2026 UERJ 2026: o que é e quais são as obras obrigatórias? A UERJ (Universidade do Estado do Rio de Janeiro) destaca-se por selecionar leituras com forte teor social e político. Obras obrigatórias UERJ 2026 UFSC 2026: o que é e quais são as obras obrigatórias? A UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina) apresenta uma lista diversa, com autoras brasileiras, africanas e portuguesas, ampliando a visão de mundo do estudante. Obras obrigatórias UFSC 2026 Conclusão As obras obrigatórias dos vestibulares 2026 são muito mais que leituras de prova. Elas ajudam a formar repertório crítico e permitem ao estudante estar pronto para discutir temas sociais, culturais e políticos na redação. 👉 Participe do Clube do Livro Redação Online para ter acesso a resumos, análises, interpretações e sorteios exclusivos.

Como começar uma redação exige muito mais do que apenas escolher palavras: é necessário apresentar um problema real, fundamentado em dados e com clareza crítica. No contexto do ENEM e dos vestibulares, introduções bem estruturadas são decisivas para alcançar notas altas, já que revelam o domínio do candidato sobre repertórios consistentes e a capacidade de análise. Entre os temas possíveis, destaca-se a invisibilidade social das doenças crônicas e seus impactos na saúde pública brasileira. Esse assunto dialoga diretamente com a realidade do Sistema Único de Saúde (SUS), com as políticas públicas de prevenção e com as desigualdades sociais do país. A seguir, você encontra textos motivadores oficiais que podem ser utilizados em uma proposta de redação sobre o tema. Eles fornecem dados, contextos e reflexões necessárias para desenvolver uma argumentação sólida. Textos motivadores sobre a invisibilidade social das doenças crônicas Texto I – Como a nova lei de 2025 contribui para dar visibilidade às doenças crônicas? Em julho de 2025, foi sancionada uma norma que institui um programa nacional voltado às pessoas acometidas por fibromialgia, fadiga crônica, síndrome complexa de dor regional e doenças correlatas. Essa medida prevê ações no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), como atendimento multidisciplinar, capacitação de profissionais, incentivo à pesquisa e disseminação de informações sobre essas condições. Entretanto, apesar desse avanço legal, especialistas ressaltam que ainda existe grande invisibilidade social e institucional em relação às doenças crônicas de dor. Pacientes, nesse contexto, frequentemente enfrentam estigma, demora no diagnóstico, falta de profissionais capacitados e dificuldades de inserção no mercado de trabalho. Além disso, em alguns casos, essas enfermidades podem ser equiparadas a deficiência, mas essa avaliação depende de regulamentação específica. Fonte: Agência Senado. Disponível em: senado.leg.br Texto II – De que forma a vulnerabilidade social agrava as doenças crônicas no Brasil? Estudos recentes mostram que a vulnerabilidade social aumenta os riscos de desenvolvimento e agravamento das doenças crônicas não transmissíveis (DCNTs), como diabetes, doenças cardiovasculares, respiratórias e síndromes de dor crônica. Isso ocorre porque condições de baixa renda, habitação precária, desemprego e acesso limitado a serviços de saúde e educação estão diretamente associadas à piora da saúde dessas populações. Nesse cenário, a gestão em saúde e as políticas públicas assumem papel essencial, já que podem criar estratégias acessíveis de prevenção, diagnóstico e tratamento, garantindo maior equidade no acesso a serviços e informações. Ademais, políticas que promovam alimentação saudável, prática de atividade física e redução do consumo de tabaco e álcool são fundamentais para diminuir as desigualdades de saúde no país. Fonte: Silva, A. F. R. et al. “Vulnerabilidade social e doenças crônicas não transmissíveis: o papel da gestão e das políticas em saúde”. Revista Contemporânea, v.3, n.10, 2023. DOI: 10.56083/RCV3N10-106 Texto III – Por que as doenças crônicas continuam crescendo e permanecem invisíveis? O número de pessoas acometidas por doenças crônicas cresce no Brasil e no mundo. Essas condições, de progressão lenta e longa duração, podem ser transmissíveis (como a aids) ou não transmissíveis (como diabetes, hipertensão, lúpus, Alzheimer e fibromialgia). Atualmente, cerca de 57 milhões de brasileiros vivem com ao menos uma doença crônica. No entanto, muitas delas só são diagnosticadas em estágios avançados, quando os efeitos já são irreversíveis, o que reforça a importância da detecção precoce e do acompanhamento médico contínuo. No caso da fibromialgia, por exemplo, a dor difusa, a fadiga e os distúrbios do sono impactam intensamente a vida dos pacientes, ainda que a doença permaneça invisível aos olhos de grande parte da sociedade. Já o Alzheimer, que está entre as dez principais causas de morte no mundo, compromete progressivamente as funções cognitivas, afetando não apenas os pacientes, mas também suas famílias e cuidadores. Portanto, ainda que não haja cura para a maioria dessas doenças, tratamentos multidisciplinares, políticas públicas eficazes e práticas de autocuidado (alimentação equilibrada, atividade física e acompanhamento especializado) podem reduzir complicações e melhorar a qualidade de vida. Fonte: Blog Sabin. Disponível em: sabin.com.br Texto IV – O que os dados da OPAS revelam sobre as doenças crônicas nas Américas? Um relatório da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), publicado em 2024, mostra que as doenças crônicas não transmissíveis (DCNTs) continuam sendo a principal causa de morte e incapacidade nas Américas. Entre 2000 e 2019, o número total de mortes na região aumentou em 31%, crescimento mais alto que em qualquer outra região da Organização Mundial da Saúde (OMS). De acordo com o documento, as DCNTs — como doenças cardiovasculares, câncer, diabetes, doenças respiratórias, transtornos mentais e condições neurológicas — responderam por 90% das mortes na região em 2019. O envelhecimento populacional é apontado como um dos principais fatores para o aumento dos casos, o que exige sistemas de saúde mais preparados para lidar com uma população que vive mais, mas também convive com maior carga de doenças. Além disso, o relatório destaca desigualdades regionais e de gênero. No Caribe Latino, por exemplo, a taxa de mortalidade por DCNT é 1,5 vez maior que na sub-região andina. Enquanto os homens sofrem mais com doenças cardiovasculares e uso de álcool, as mulheres apresentam maiores índices de ansiedade, depressão e violência por parceiro íntimo. Assim, para a OPAS, enfrentar o problema exige intervenções comprovadas de prevenção, como a redução de fatores de risco ligados ao estilo de vida, além do fortalecimento da atenção primária em saúde e da criação de políticas públicas que preparem os sistemas nacionais para o desafio das DCNT em sociedades em rápido envelhecimento. Fonte: OPAS. Disponível em: paho.org Argumentos para a redação sobre doenças crônicas Argumento 1 – A naturalização da invisibilidade social das doenças crônicas Causa: Historicamente, o Brasil consolidou uma cultura que prioriza doenças de maior visibilidade imediata, como epidemias e emergências sanitárias, em detrimento das doenças crônicas, de longa duração e progressão lenta. Isso resulta em demora nos diagnósticos, estigmatização social e falta de políticas públicas específicas. Consequência: Esse cenário gera exclusão social e institucional dos pacientes, que sofrem com falta de acesso a tratamentos especializados, dificuldades de inserção no mercado de trabalho e estigmas que fragilizam sua autoestima. Além disso, a invisibilidade

No dia 5 de setembro, comemora-se o Dia da Amazônia, data criada para conscientizar a sociedade sobre a importância da maior floresta tropical do mundo. O bioma amazônico, que abrange nove países e ocupa quase metade do território brasileiro, é essencial para o equilíbrio climático, para a biodiversidade e para a vida de comunidades tradicionais. Mas, além da relevância ambiental, a Amazônia também é um repertório sociocultural poderoso para redações do ENEM e de vestibulares. Afinal, discutir a proteção desse patrimônio natural permite relacionar questões sobre sustentabilidade, políticas públicas, desigualdades sociais e desenvolvimento econômico. O que é o Dia da Amazônia e por que ele é comemorado? O Dia da Amazônia foi instituído em homenagem à criação da Província do Amazonas em 1850 por D. Pedro II. A data tem como objetivo chamar atenção para os riscos de desmatamento, mineração ilegal, queimadas e perda de biodiversidade. É um dia de reflexão: como promover desenvolvimento econômico sem comprometer a floresta? Essa discussão conecta-se diretamente a temas de redação que envolvem meio ambiente e responsabilidade social. Como usar a Amazônia em redações do ENEM? A Amazônia pode aparecer em diversos eixos temáticos. Veja como: 1. Mudanças climáticas O desmatamento da Amazônia contribui para o aquecimento global e afeta o regime de chuvas em toda a América Latina.Exemplo de frase: “De acordo com dados do Greenpeace, a devastação da Amazônia compromete o equilíbrio climático global, evidenciando a urgência de políticas ambientais.” 2. Direitos dos povos indígenas e comunidades tradicionais A floresta é o lar de milhões de pessoas que dependem dela para viver.Exemplo de frase: “Conforme o Censo IBGE, milhares de comunidades indígenas e ribeirinhas dependem diretamente da Amazônia, tornando urgente políticas de proteção territorial.” 3. Desigualdade social e exploração econômica A mineração ilegal e o garimpo expõem a ausência do Estado e a precarização do trabalho.Exemplo de frase:“A exploração predatória da Amazônia reflete um modelo de crescimento econômico que ignora direitos trabalhistas e sociais, perpetuando desigualdades.” Quais temáticas podem ser associadas ao Dia da Amazônia? Listei 20 possíveis temas de redação que podem cair: Exemplo de introdução (padrão ENEM) Tema escolhido: Desafios para combater o desmatamento no Brasil A busca por crescimento econômico no Brasil frequentemente se contrapõe à necessidade de preservação ambiental. Nesse contexto, a Amazônia, considerada a maior floresta tropical do mundo, simboliza tanto uma riqueza natural quanto um espaço de conflitos sociais e econômicos. Entretanto, o avanço do desmatamento, motivado pela pecuária, agricultura e mineração ilegais, ameaça o equilíbrio climático e a biodiversidade, perpetuando um problema de alcance global. Conclusão O Dia da Amazônia vai muito além de uma data comemorativa: é um convite à reflexão sobre a responsabilidade coletiva na preservação ambiental. Para a redação, esse repertório permite discutir meio ambiente, desenvolvimento sustentável, direitos humanos e políticas públicas.

Talvez você já tenha ouvido alguém dizer em tom de brincadeira: “Vou parar no CAPS”.Mas o que muita gente não sabe é que o CAPS – Centro de Atenção Psicossocial – é uma política pública essencial para o Brasil. Esses centros representam um avanço no cuidado com a saúde mental e podem ser utilizados como repertório sociocultural poderoso em diferentes temas de redação. O que é o CAPS e qual a sua função? O CAPS (Centro de Atenção Psicossocial) é um serviço de saúde pública voltado para o tratamento de pessoas em sofrimento psíquico grave e persistente. Ele substitui em parte o modelo hospitalar psiquiátrico, priorizando o cuidado comunitário e a reintegração social. Sua principal função é oferecer atendimento humanizado a quem enfrenta transtornos mentais ou dependência de álcool e drogas, evitando o isolamento e promovendo inclusão social. Qual é a função do sistema CAPS? O sistema CAPS está organizado em modalidades (CAPS I, II, III, CAPS ad, CAPS i, etc.), que variam conforme o porte do município e a complexidade dos atendimentos. A função central é: Agora que entendemos a função, vamos responder outra dúvida comum. O que é o sistema CAPS? O sistema CAPS é parte da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), criada pelo SUS, e atua em conjunto com Unidades Básicas de Saúde, hospitais gerais e serviços de emergência. Ele busca romper com o antigo modelo de manicômios e garantir que a saúde mental seja tratada como um direito humano básico. O que é CAPS na gíria? Na linguagem popular, muitas vezes o termo “CAPS” é usado como piada ou gíria para falar de problemas de saúde mental. Mas essa banalização esconde a seriedade do tema. Na redação, esse uso não deve ser feito de forma irônica. Ao contrário, é uma oportunidade de mostrar conhecimento crítico sobre políticas públicas de saúde mental no Brasil. Como usar o CAPS na redação? Você pode utilizar o CAPS em temas que envolvam saúde mental, políticas públicas, dependência química e direitos humanos. Exemplo de frase argumentativa: “De acordo com os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), criados pelo SUS, o atendimento comunitário é fundamental para reduzir o estigma da saúde mental e promover inclusão social.” Exemplo de introdução (3 períodos, padrão ENEM): A negligência estatal em relação à saúde mental compromete diretamente a qualidade de vida da população. Nesse cenário, os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), instituídos pelo SUS para oferecer acolhimento e tratamento comunitário, representam uma política pública essencial. Entretanto, a limitação de recursos e o estigma social ainda dificultam o acesso, o que perpetua tanto o sofrimento psíquico quanto a exclusão social. Quais temáticas de redação permitem usar o CAPS? Conclusão O CAPS é mais do que uma sigla usada em memes: é uma política pública estratégica e um repertório sociocultural legítimo para redações do ENEM e vestibulares. Ao incluí-lo nos seus textos, você mostra conhecimento crítico, capacidade de argumentação e domínio sobre a realidade brasileira. 📌 Resumindo: use o CAPS para discutir saúde mental, políticas públicas e inclusão social.
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