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O romance São Bernardo (1934), de Graciliano Ramos, é uma das obras mais significativas do Modernismo brasileiro e leitura obrigatória na UFSC 2026. Narrado em primeira pessoa por Paulo Honório, um fazendeiro que reconstrói sua própria vida, o livro combina crítica social e realismo psicológico em uma história de ambição, opressão e solidão.
Por isso, compreender a obra é indispensável tanto para provas de literatura quanto como repertório sociocultural para redações do ENEM, vestibulares e concursos.
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Além disso, a narrativa revela como o protagonista, obcecado pela posse e pelo controle, sacrifica afetos e termina em solidão.
👉 Treine com esse repertório na plataforma e aprenda a transformar literatura em argumento.A obra conta a trajetória de Paulo Honório, homem de origem humilde que conquista a fazenda São Bernardo com astúcia e crueldade. Ao se casar com Madalena, professora culta e sensível, o protagonista entra em conflito com sua visão materialista de mundo. A relação marcada por ciúme e opressão leva Madalena ao suicídio.
No fim, Paulo Honório revisita sua vida e descobre que todo o poder que acumulou não lhe trouxe felicidade, mas apenas solidão e arrependimento.
O enredo é conduzido pelas memórias do próprio Paulo Honório.
Esse percurso transforma o romance em uma reflexão sobre os limites da ambição e a falência dos vínculos humanos.
👉 Veja a análise completa do enredo no Clube do Livro.O narrador é o próprio Paulo Honório, protagonista da história.
A escolha da narrativa em primeira pessoa permite ao leitor acompanhar seus pensamentos, justificativas e arrependimentos. O tom memorialista torna o relato subjetivo, pois é reconstruído segundo a visão de quem conta.
Esse recurso aproxima São Bernardo de obras como Dom Casmurro, de Machado de Assis, em que a memória do narrador molda toda a narrativa.
Esses personagens simbolizam o choque entre valores materiais e éticos, destacando a incapacidade de Paulo Honório de cultivar relações afetivas.
👉 Descubra como os personagens aparecem na análise do Clube do Livro.A obra é marcada por:
Esses traços fazem de Graciliano Ramos um dos maiores nomes da literatura brasileira, cuja escrita permanece atual.
Graciliano Ramos (1892–1953) foi escritor, jornalista e político brasileiro, nascido em Alagoas. Considerado um dos principais autores da Geração de 30, destacou-se por unir crítica social e realismo psicológico.
Suas obras mais conhecidas incluem:
São Bernardo pode ser aplicado como repertório em temas de redação relacionados a:
👉 Treine esse repertório agora mesmo na nossa plataforma.“Em 1934, Graciliano Ramos publicou o romance São Bernardo, no qual narra a trajetória de Paulo Honório, fazendeiro obcecado pelo poder que sacrifica suas relações pessoais em nome do sucesso. Essa obra, marcada pelo realismo psicológico e pela crítica social, denuncia como a ambição desmedida pode corroer vínculos humanos, aspecto ainda visível no Brasil contemporâneo, onde desigualdades estruturais e a lógica da competitividade fragilizam as relações sociais. Nesse contexto, dois fatores sustentam essa problemática: a degradação dos laços interpessoais pela busca incessante por ascensão e a ausência de políticas públicas que priorizem a dignidade humana.”
Em resumo, São Bernardo é uma obra essencial da literatura brasileira, pois une denúncia social e realismo psicológico em uma narrativa introspectiva e intensa. Além de leitura obrigatória em vestibulares como a UFSC 2026, é também um repertório poderoso para a redação, permitindo discutir desigualdade, ambição, solidão e opressão.
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Ver Planos de CorreçãoNa era digital, vale a pena fazer faculdade? Analisamos como a desvalorização do ensino superior impacta a formação crítica dos jovens e o futuro do Brasil.
Braille: ferramenta essencial para inclusão e cidadania de pessoas com deficiência visual. Tema relevante em vestibulares e no ENEM.
Durante décadas, o Brasil foi definido como um país miscigenado, marcado pela convivência entre diferentes povos e culturas. No entanto, apesar dessa diversidade amplamente reconhecida no discurso social, grande parte da população brasileira desconhece sua própria ancestralidade. Esse distanciamento entre a realidade genética e a memória histórica revela um processo profundo de apagamento das origens africanas e indígenas na formação do país. Uma pesquisa científica inédita, publicada na revista Science e divulgada pelo Jornal Nacional, confirmou que o Brasil é o país mais miscigenado do mundo, reunindo uma complexa combinação de ancestralidades europeias, africanas e indígenas. Ainda assim, relatos pessoais mostram que muitos brasileiros sabem pouco ou quase nada sobre a história de suas famílias, especialmente quando se trata de origens não europeias. Esse desconhecimento não ocorre ao acaso, mas está ligado a um passado marcado por colonização, escravidão e violência, cujas consequências permanecem inscritas tanto na estrutura social quanto no próprio DNA da população. Dessa forma, discutir como o desconhecimento da própria ancestralidade reflete o apagamento histórico da miscigenação no Brasil torna-se fundamental para compreender os impactos da desigualdade racial, da invisibilização de povos originários e da forma como a história oficial foi construída. O tema dialoga diretamente com questões de identidade, memória coletiva, ciência e justiça social, sendo altamente pertinente para redações do ENEM, vestibulares e concursos. Textos motivadores sobre miscigenação no Brasil Texto I — Brasil é o país mais miscigenado do mundo, conclui pesquisa inédita Reprodução jornal nacional Uma pesquisa científica inédita concluiu que o Brasil possui a maior diversidade genética do mundo. O estudo, conduzido por pesquisadores da Universidade de São Paulo e integrante do projeto DNA do Brasil, analisou o genoma de mais de 2,7 mil pessoas de diferentes regiões, incluindo capitais e comunidades ribeirinhas. Os resultados mostram que a população brasileira é composta, em média, por 60% de ancestralidade europeia, 27% africana e 13% indígena, com variações regionais significativas. A pesquisa também revelou que a miscigenação brasileira foi marcada por profundas desigualdades históricas. Cerca de 71% da herança genética masculina tem origem europeia, enquanto 77% da herança genética feminina é africana ou indígena, evidenciando relações assimétricas e episódios de violência durante o período colonial. Além disso, os cientistas identificaram mais de 8 milhões de variações genéticas inéditas, muitas delas relacionadas a ancestralidades pouco estudadas, como as africanas e indígenas, tradicionalmente ausentes dos grandes bancos de dados genéticos. Esses dados demonstram que, embora a miscigenação seja uma característica central da formação do Brasil, a história das populações que a compõem foi frequentemente silenciada ou distorcida. Assim, a ciência genética surge não apenas como ferramenta para avanços na saúde, mas também como meio de revelar narrativas históricas apagadas e promover uma reflexão crítica sobre identidade e memória no país. Fonte adaptada: Jornal Nacional. Texto II — Como a miscigenação, a imigração e a violência histórica deixaram marcas no DNA dos brasileiros? Um estudo científico publicado na revista Science e divulgado pela BBC News Brasil revelou que a história da colonização do país não está registrada apenas em livros, mas também no DNA da população atual. A partir do sequenciamento completo do genoma de mais de 2,7 mil brasileiros, pesquisadores identificaram evidências diretas dos fluxos migratórios, da escravidão e das relações desiguais que marcaram os últimos cinco séculos da formação do Brasil. Os dados mostram que a miscigenação brasileira ocorreu de forma profundamente assimétrica. Mais de 70% da herança genética masculina tem origem europeia, enquanto a maior parte da herança genética feminina é africana ou indígena. Esse desequilíbrio evidencia um passado marcado pela violência colonial, pela escravização de povos africanos e pela exploração de mulheres indígenas e negras, cujas histórias foram sistematicamente silenciadas ao longo do tempo. Além disso, o estudo aponta que o Brasil foi palco do maior deslocamento intercontinental de populações da história. Entre os séculos XVI e XIX, cerca de 5 milhões de europeus migraram para o país, enquanto ao menos 5 milhões de africanos foram trazidos à força como pessoas escravizadas. Esse processo resultou em uma diversidade genética inédita, com combinações de ancestralidades que não existem nem mesmo nos continentes de origem. Apesar dessa riqueza genética, muitos brasileiros desconhecem sua própria ancestralidade, especialmente quando ligada a povos africanos e indígenas. Esse desconhecimento não é aleatório, mas consequência de um apagamento histórico promovido por narrativas oficiais que privilegiaram a herança europeia e minimizaram a violência estrutural que sustentou a miscigenação no país. Assim, o DNA brasileiro passa a funcionar como um documento histórico vivo, revelando desigualdades, exclusões e silenciamentos que ainda impactam a construção da identidade nacional. Fonte adaptada: BBC News Brasil TEXTO III Como a miscigenação no Brasil revela um processo histórico marcado por violência, apagamento e ressignificação cultural? Segundo o antropólogo Darcy Ribeiro, a identidade brasileira se consolidou a partir de um processo histórico complexo, marcado tanto por violência e imposição quanto por resistência e ressignificação cultural. A miscigenação entre indígenas, africanos e europeus não ocorreu de forma espontânea ou harmoniosa, mas foi atravessada por relações de poder desiguais. Ao longo da colonização, o encontro entre esses grupos foi mediado por dominação territorial, escravidão e exploração. Ainda assim, povos indígenas e africanos resistiram, preservando saberes, tradições e práticas culturais que influenciam profundamente a sociedade brasileira até hoje. Compreender a miscigenação no Brasil, portanto, significa ir além da diversidade étnica. Implica reconhecer os conflitos históricos, os processos de adaptação e as criações culturais que deram origem à formação do povo brasileiro. Nesse contexto, o desconhecimento da própria ancestralidade pode ser entendido como reflexo de um apagamento histórico, especialmente das contribuições indígenas e africanas, frequentemente silenciadas nos registros oficiais e no ensino tradicional da história nacional. Fonte adaptada: jurismenteaberta TEXTO IV – De que forma a arte brasileira revela a miscigenação e as desigualdades sociais invisibilizadas na história do país? Pintada em 1933, a obra Operários, da artista modernista Tarsila do Amaral, é considerada um dos principais retratos do processo de industrialização brasileira, especialmente no estado de São Paulo. A tela apresenta cinquenta e um trabalhadores da indústria, organizados lado a lado,
Entenda o novo formato do Vestibular UFPR 2027, com fase única, prova objetiva, CPT/redação, obras obrigatórias, calendário, pesos por curso e temas recentes.
UERJ 2027: a lista de livros já saiu! Conheça as obras obrigatórias, veja análises completas e descubra como se preparar para sair na frente e garantir a sua vaga.
A primeira etapa do Seriado UFMG 2025–2027 marcou oficialmente a estreia de um novo modelo de seleção da Universidade Federal de Minas Gerais e, mais do que isso, revelou com clareza o perfil de estudante que a instituição pretende formar e selecionar ao longo dos próximos anos. A prova combinou questões objetivas tradicionais, alinhadas à Base Nacional Comum Curricular (BNCC), com uma questão discursiva de caráter reflexivo e argumentativo, que exigiu domínio da escrita, leitura crítica e capacidade de articulação de ideias. Esse equilíbrio entre objetividade e argumentação mostra que o seriado não avalia apenas conteúdo, mas também maturidade intelectual desde a 1ª série do Ensino Médio. Neste post, você confere uma análise completa da 1ª fase do Seriado UFMG, com foco na questão discursiva, nos textos motivadores, nos critérios de correção, na estrutura da prova objetiva e no que tudo isso indica para quem seguirá no processo até 2027. Como foi estruturada a prova da 1ª fase do Seriado UFMG? A prova foi composta por 45 questões objetivas, distribuídas entre as quatro áreas do conhecimento previstas na BNCC, e 1 questão discursiva, totalizando 49 pontos na etapa. Embora a parte objetiva represente a maior parcela da nota, a discursiva exerce papel estratégico, pois avalia competências que não aparecem nas alternativas de múltipla escolha, como argumentação, clareza textual e posicionamento crítico. Esse modelo reforça uma tendência já observada em grandes vestibulares: não basta acertar conteúdo, é preciso saber pensar e escrever sobre ele. Como foi a questão discursiva da 1ª fase do Seriado UFMG? A questão discursiva teve como tema “a importância das línguas para a humanidade” e solicitou a produção de um artigo de opinião, com mínimo de 12 e máximo de 15 linhas, a ser publicado em um jornal de grande circulação. Desde o comando, a banca deixou claro que o candidato deveria: A discursiva valeu 4 pontos, o que pode parecer pouco à primeira vista, mas, na prática, funciona como um forte critério de desempate, especialmente entre candidatos com desempenho semelhante na prova objetiva. Quais textos motivadores embasaram a discursiva? A coletânea apresentou quatro textos, que dialogavam de forma complementar: Essa diversidade textual exigiu do candidato leitura atenta, interpretação crítica e habilidade de diálogo entre linguagens verbais e não verbais, algo que se aproxima muito do que é cobrado em vestibulares como ENEM, UNICAMP e FUVEST. O que a banca avaliou na questão discursiva? A correção da discursiva seguiu critérios objetivos e bem definidos no edital. Foram considerados: Além disso, a banca analisou: A resposta deveria ser manuscrita, com caneta azul ou preta transparente, o que reforça a necessidade de treino também no formato físico da prova. Como foi a prova objetiva da 1ª fase da UFMG? De modo geral, a prova objetiva manteve semelhanças com vestibulares mais tradicionais. As questões apresentaram enunciados diretos, especialmente em Matemática e Ciências da Natureza, com cobrança de conteúdos clássicos, como: Esse formato indica que o seriado não abandona o conteúdo, mas o complementa com avaliação de competências mais complexas na parte discursiva. Linguagens e Ciências Humanas: onde a prova mais exigiu interpretação Em Linguagens e Ciências Humanas, a prova apresentou maior diversidade textual e exigência interpretativa. Obras e referências culturais apareceram tanto nos enunciados quanto nas alternativas, como: Já nas línguas estrangeiras, os temas abordaram questões contemporâneas, como guerra, meio ambiente, esporte, bullying e vacinação, exigindo leitura contextualizada e atenção ao sentido global dos textos. A interdisciplinaridade apareceu de forma efetiva? Apesar de a UFMG anunciar a interdisciplinaridade como eixo central do Seriado, nesta primeira etapa ela apareceu de forma mais concentrada na questão discursiva e em alguns itens de Linguagens. Ainda assim, o modelo aponta para uma tendência clara: a universidade valoriza a capacidade de conectar saberes, e isso tende a se intensificar nas próximas fases. O que essa prova revela sobre o perfil de aluno que a UFMG busca? A 1ª fase do Seriado UFMG deixa evidente que a universidade procura estudantes que sejam: Não se trata apenas de acertar respostas, mas de construir pensamento. Como se preparar para as próximas fases do Seriado UFMG? Diante desse cenário, a preparação precisa ser estratégica e contínua. É fundamental: 👉 Na Redação Online, você encontra: ✔ correções em até 24h ✔ treino para todos os gêneros discursivos ✔ Clube do Livro integrado à escrita✔ preparação para ENEM, vestibulares e concursos
O vestibular da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul é um dos processos seletivos mais tradicionais do país e reúne conteúdos específicos, obras literárias obrigatórias e uma prova de redação que exige domínio de estrutura, argumentação e norma-padrão. Para o ingresso em 2026, o candidato deve estar atento ao edital, às datas das provas e ao formato da avaliação. A redação da UFMS possui peso significativo e é avaliada de forma rigorosa, considerando adequação ao tema, desenvolvimento argumentativo e correção linguística. Por isso, compreender exatamente como o texto é corrigido, quais são as punições previstas e como a banca atribui nota é essencial para conquistar alto desempenho. Como é a redação da UFMS? A redação da UFMS exige a produção de um texto dissertativo-argumentativo, autoral e inédito, desenvolvido a partir de textos motivadores. O candidato deve: A estrutura deve demonstrar capacidade analítica e domínio da escrita acadêmica. Trechos de cópia, muita paráfrase ou estrutura inadequada comprometem a nota e podem levar à penalidade automática. Quais são os critérios de avaliação da redação da UFMS? A banca analisa a redação em cinco tópicos, cada um valendo até 200 pontos, totalizando 1000. São eles: Tópico 1: Adequação temática A redação deve responder ao tema exatamente como foi proposto. Se houver fuga temática, a banca aplica nota 100 automaticamente, sem avaliar os demais tópicos. Tópico 2: Organização e progressão textual O texto deve apresentar hierarquização clara de ideias, continuidade lógica e progressão. Espera-se um desenvolvimento que articule informações conhecidas e contribuições novas do candidato. Tópico 3: Estrutura e desenvolvimento do texto dissertativo-argumentativo Exige-se uma tese clara e argumentos capazes de orientar o leitor. Se o formato dissertativo-argumentativo não for atendido, a redação recebe nota 100 imediatamente. Tópico 4: Coesão e coerência A banca avalia a articulação entre as partes, movimentos anafóricos e catafóricos, relação entre elementos locais e globais e a construção de um texto que forme uma totalidade coerente. Tópico 5: Norma-padrão da Língua Portuguesa O candidato deve apresentar domínio gramatical, seleção lexical adequada, correção morfológica e sintática, ortografia e acentuação. Como funciona a correção da redação da UFMS? A redação passa por dois corretores. A nota final é a média das duas.A banca aplica terceiro corretor quando: A nota do terceiro avaliador prevalece. O que significa tirar nota 100 na redação da UFMS? Tirar 100 pontos não é tirar “100 de 1000”.É uma penalidade automática aplicada quando o texto apresenta falhas graves que impedem a banca de avaliá-lo nos demais tópicos. Recebe nota 100 quem: Nesse caso, os Tópicos 2, 3, 4 e 5 não são avaliados. O que leva à nota zero na redação da UFMS? A nota zero é aplicada quando o candidato: Quais obras literárias caem na prova da UFMS 2026? O edital estabelece as seguintes obras obrigatórias: Essas obras podem aparecer na prova objetiva, na redação ou nas questões interpretativas. Quais foram os temas de redação recentes da UFMS? Ano Tema 2021 Manifestações de intolerância na sociedade contemporânea 2022 A importância do “Grito do Ipiranga” para o Brasil do século XIX e seu significado no século XXI 2023 A cultura da paz e da não-violência como alicerce para o verdadeiro desenvolvimento 2024 O direito às artes como direito à condição humana 2025 Ações individuais no combate às mudanças climáticas: obrigação moral ou solução ineficiente? Esses temas mostram que a UFMS privilegia debates sociais, filosóficos, culturais e ambientais. Como estruturar uma redação nota máxima para a UFMS? 1. Introdução 2. Desenvolvimento Cada parágrafo deve: 3. Conclusão Principais dúvidas sobre a redação da UFMS Como é a redação da UFMS? É um texto dissertativo-argumentativo avaliado em cinco tópicos, totalizando 1000 pontos. Temas redação vestibular UFMS? Sim. Todos os anos a UFMS propõe um tema autoral com base em questões sociais, filosóficas ou culturais. Redação UFMS nota máxima? Para alcançar 1000 pontos, o candidato deve atender integralmente aos cinco tópicos de avaliação, produzir um texto autoral, organizado, coerente e gramaticalmente correto. Tem redação no PASSE UFMS? Sim. O PASSE também inclui redação, seguindo padrões semelhantes ao vestibular. Redação UFMS – 925/1000 pontos Análise completa segundo os critérios oficiais da UFMS A seguir, você confere a avaliação detalhada dessa redação que alcançou 925 pontos no padrão de correção da UFMS. A nota final é resultado da soma dos tópicos avaliativos (T1 a T5), cada um valendo até 200 pontos. No conto machadiano “Conto de Escola”, Pilar, um menino vadio, é vítima do sistema educacional tradicional brasileiro, que não apresenta medidas que mantenham seus alunos engajados no ganho de conhecimento. Fora da ficção, é notório que a educação brasileira enfrenta um problema quanto à adoção de tecnologias no ensino, as quais possibilitam o ensino à distância (EAD), uma vez que não se sabe como alinhar a dinâmica tradicional à modernidade. Nesse sentido, a relutância em evoluir a forma de ensino, assim como ocorre em “Conto de Escola”, dificulta a democratização do acesso à educação, tendo em vista que a internet é caracterizada por sua abrangência. Contudo, observa-se que o EAD pode representar o retrocesso da aprendizagem, haja vista a dificuldade em manter o estudante interessado e em realizar dinâmicas práticas para além da teoria. Em primeira análise, o EAD permite o aumento na abrangência do ensino superior e primário devido às suas ilimitações geográficas. A regionalização brasileira do geógrafo Milton Santos destaca o acesso à informação em diversas áreas do país, o que demonstra como a região Centro-Sul, devido ao seu processo de industrialização e adoção de tecnologias, possui vantagens em relação as outras regiões, como o Norte, que enfrenta problemas em relação ao acesso a redes de internet. Nessa perspectiva, observa-se como o EAD pode garantir que grupos vulnerabilizados, como mulheres cuja carga horária extensa por conta do alinhamento entre a profissão e a maternidade, impede a realização de viagens recorrentes para as instituições de ensino, sejam inseridas no processo educacional, que pode representar a possibilidade de mobilidade social e melhoria nas condições de vida. Além disso, o EAD garante a diminuição dos custos com o ensino, que se