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    quando usar aspas na redação
    Otavio Pinheiro
    7 min

    Você sabe quando usar aspas na redação?

    Há algumas semanas, fizemos aqui no blog um apanhado geral sobre o uso dos sinais de pontuação como elemento essencial para conferir sentido à mensagem e à redação como um todo. Hoje, de maneira mais específica, trataremos sobre o uso das aspas, já que elas são aplicadas em situações bastante determinadas, que não podem passar em branco. Afinal, sua falta pode levar a descontos de conceitos. E aí, quer aprender quando usar aspas na redação? Então vamos lá! Quando usar aspas na redação: casos de uso Existem três usos de maior amplitude no caso das aspas na redação e na modalidade escrita como um todo. São eles: 1- Para marcar citações: As citações são elementos frequentes nas redações, mas é preciso usá-las com bastante cuidado, pois, de acordo com as normas de correção do ENEM, por exemplo, é preciso haver ao menos sete linhas de autoria do candidato, sem nenhuma repetição dos textos motivadores ou outros textos. Ainda que o candidato altere uma palavra ou outra ou mude os sinais de pontuação originais, manter exatamente a mesma ideia, sem evidências de interpretação e compreensão, considera-se cópia da mesma maneira. Ao se incluir no texto uma citação de uma frase célebre, de amplo conhecimento e sem a atribuição de autoria no início do parágrafo, é obrigatório que o trecho citado seja marcado por aspas no início e no fim. Cabe ao candidato escolher se a citação será feita na íntegra, utilizando, assim, o recurso das aspas, ou se a atribuição da autoria será realizada na abertura do parágrafo e somente a ideia central será citada, mas com a versão do candidato. É possível também recorrer aos dois recursos. Não há maior valorização de uma forma em detrimento da outra, mas é importante  que haja padronização nas formas de se fazer citações ao longo da redação. Veja como o candidato Gabriel Lopes, nota 1.000 na redação do ENEM 2019, fez sua citação: “Tal cenário reforça a ideia da teórica Vera Maria Candau, que afirma que o sistema educacional atual está preso nos moldes do século XIX e não oferece propostas significativas para as inquietudes hodiernas.” Fonte: www.g1.globo.com A opção de Gabriel foi a de atribuir autoria antes da citação e é possível observar que a citação de Vera Maria Candau não foi feita na íntegra, com cada palavrinha exatamente no mesmo lugar, mas sim com a ideia central mantida e com a organização da frase na versão do autor da redação. E como sabemos disso? Simples, Gabriel não se utiliza de aspas. Caso a ideia fosse integrada ao texto na forma totalmente original, as aspas seriam completamente obrigatórias e a não presença delas configuraria erro de pontuação. Mas o corretor vai saber que a ideia presente ali no texto não é minha? Sim, o corretor vai saber, pois existe algo chamado nível e estilo vocabular. Falamos mais sobre isso em outro post, CLIQUE AQUI PARA CONFERIR! Todos nós temos uma forma muito particular de escrever, selecionar palavras, sinais de pontuação e organizar as frases. O corretor é alguém muitíssimo acostumado a analisar esse fator em redações e conseguirá perceber seu nível e estilo vocabular de forma bastante fácil e rápida. Quando há uma ou mais frases que fogem totalmente do seu estilo, o corretor é capaz de notar essa discrepância já na primeira leitura. Por isso, nunca se utilize de ideias que não são suas sem dar o devido crédito. Não esqueça que o foco principal de qualquer redação é analisar como o candidato se expressa por meio da modalidade escrita numa produção original. 2- Para marcar palavras estrangeiras: Simplesmente amamos um termo em outra língua, é uma tendência nossa, brasileiros. Mas a inclusão de palavras que não pertencem à Língua Portuguesa frequentemente não é uma boa ideia. A menos que haja uma relação direta e íntima com o tema do texto, evite mesmo, de verdade, colocar termos que não são da nossa língua. Porém, caso haja a necessidade de se usar uma palavra estrangeira, ela deve ser marcada com aspas. A marcação com aspas em termos estrangeiros serve justamente para indicar ao leitor que aquela palavra não pertence ao nosso vocabulário e está “emprestada” de outro idioma. O uso do estrangeirismo, tão comum em redes sociais e na comunicação oral do dia a dia, não tem espaço nas redações de grande porte e não é visto com bons olhos. 3- Para destacar títulos/nomes: Por fim, uma última indicação de quando usar aspas na redação. Muitas vezes, em nossas redações do ENEM, vestibulares e concursos, utilizamos a passagem de um livro ou filme como apoio para nossa argumentação. Essa é uma estratégia excelente, mas os títulos de filmes e livros devem sempre vir entre aspas. A inclusão das aspas nesta situação serve para indicar que o que está entre elas, além de não ser de autoria do candidato, é um título e não a continuação natural do parágrafo. Novamente, vamos analisar o que Gabriel Lopes, já citado anteriormente, fez em sua redação: “O longa-metragem nacional “Na Quebrada” revela histórias reais de jovens da periferia de São Paulo, os quais, inseridos em um cenário de violência e pobreza, encontram no cinema uma nova perspectiva de vida.” Fonte: www.g1.globo.com  O nome do filme citado (Na Quebrada) veio corretamente entre aspas. Veja que, sem o uso das aspas, a frase poderia até mesmo ser interpretada de outra forma: “O longa-metragem nacional Na Quebrada revela histórias reais de jovens da periferia de São Paulo, os quais, inseridos em um cenário de violência e pobreza, encontram no cinema uma nova perspectiva de vida.” Da maneira como o trecho ficou redigido agora, uma possível interpretação é que o longa-metragem foi feito “na quebrada” ou que a revelação das histórias reais de jovens da periferia só acontece “na quebrada”, algo totalmente incoerente com o que o candidato quis expressar. Não fossem as letras maiúsculas, poderíamos até nos enganar. O que nos leva a outro detalhe essencial que, com certeza, você já está cansado de saber: títulos devem ser

    Para vestibulandosplano de estudoTopo de funil
    13 de ago. de 2020
    tema-de-redacao-o-abandono-de-idosos-no-brasil
    Redação Online
    6 min

    TEMA DE REDAÇÃO – O abandono de idosos no Brasil

    O abandono de idosos no Brasil é uma realidade alarmante. Entenda as causas, as consequências legais e sociais, e como podemos combater essa triste situação. Explore dados do IBGE e exemplos para sua

    temas de redaçãoabandono de idososENEM
    12 de ago. de 2020
    tema-de-redacao-o-abandono-de-idosos-no-brasil
    Otavio Pinheiro
    4 min

    Tema de Redação: O abandono de idosos no Brasil

    Leia os textos motivadores a seguir para desenvolver o que se pede abaixo. Texto 1 Abandono de idosos 08/06/18 – 03h00 A relação da sociedade com os idosos e o tratamento dado a eles têm me preocupado muito. Só de observarmos as discussões em torno da reforma previdenciária, percebemos que estamos longe do ideal como nação. Diante disso, acredito que a informação poderá nos ajudar a mudar a conduta e, assim, a melhorarmos como país. De acordo com a legislação brasileira, idosos são todos aqueles que completaram 60 anos. Eles constituem a camada da população que mais cresce. Dados do Censo Demográfico 2010, realizado pelo IBGE, revelaram um aumento da população com 65 anos ou mais, que era de 4,8% em 1991, passou par a 5,9% em 2000 e chegou a 7,4% em 2010. No Brasil, existem 17 milhões de idosos, número que quase dobrou nos últimos 20 anos. O envelhecimento da população brasileira é reflexo do aumento da expectativa de vida devido ao avanço no campo da saúde e à redução da taxa de natalidade. Isso porque, também segundo o IBGE, a população brasileira vive hoje, em média, 68,6 anos. Pouco sabemos dos delitos relacionados ao cuidado dos idosos: comete crime quem abandona o idoso em casas de saúde, entidades de longa permanência ou semelhantes; nega o acolhimento ou a permanência do idoso, como abrigado, pela recusa dele em dar procuração à entidade de atendimento; submete o idoso a condições desumanas ou degradantes ou deixa-o sem alimentos ou cuidados indispensáveis; não satisfaz as necessidades básicas do idoso quando obrigado por lei ou mandado; apropria-se de ou desvia bens, proventos, pensão ou qualquer outro rendimento do idoso, utilizando-os de forma diferente de sua finalidade; retém o cartão magnético de conta bancária relativa a benefícios, proventos ou pensão do idoso, bem como qualquer outro documento com o objetivo de assegurar recebimento ou ressarcimento de dívida. Como tem aumentado o número de idosos, aumentaram também os casos de abandono, crime que pode render até 16 anos de prisão para quem o pratica. Assim, se os filhos ou parentes próximos deixarem o idoso em alguma casa de repouso, pagarem a mensalidade, mas não forem visitá-lo, isso vai caracterizar abandono afetivo. Nesse caso, cabe também processo civil indenizatório por danos morais. Além disso, quando se trata de crimes penais, o Ministério Público pode mover ação mesmo sem o consentimento da vítima. Dessa forma, a pessoa que tinha o idoso sob seus cuidados será responsabilizada. Para o crime de abandono de incapaz a pena é de seis meses a três anos de prisão. Caso o abandono resulte em lesão corporal grave, a pena pode ser aumentada para até cinco anos. Se, no entanto, a vítima morrer por causa disso pode chegar a 12 anos. A pena aplicada pelo juiz é aumentada em um terço caso a vítima seja idosa, alcançando até 16 anos de reclusão.  O Estatuto do Idoso determina a existência de entidades governamentais e não governamentais de atendimento ao idoso. Elas também devem ser responsabilizadas a partir de denúncias, podendo ser só advertidas ou até proibidas de atender os idosos. Para que uma pessoa possa entregar um idoso aos cuidados de uma casa de repouso, ou até mesmo aos cuidados de profissional competente (enfermeiros, cuidadores), sem que isso caracterize abandono, é necessário que ela fiscalize de perto a fim de checar se o idoso recebe atendimento e atenção adequados.  É importante que a pessoa faça visitas regulares ao idoso e verifique seu estado de saúde e o estado emocional. Fonte: www.otempo.com.br / Acesso em: 10/08/2020. Texto 2 Fonte: www.istoe.com.br / Acesso em: 10/08/2020. A partir de sua leitura, interpretação e compreensão dos textos motivadores, redija um texto dissertativo-argumentativo, na modalidade padrão da Língua Portuguesa, com tamanho máximo de 30 linhas, sobre o tema O abandono de idosos no Brasil. CONFIRA REPERTÓRIOS PARA ESTE TEMA CLICANDO AQUI! Leia mais: Tema de Redação: Desafios da alfabetização tecnológica para os idosos Tema de Redação: HIV na terceira idade Tema de Redação: Os desafios dos atletas paraolímpicos no Brasil Tema de Redação: desafios para a inclusão de pessoas com deficiência na sociedade Tema de Redação: Inclusão de autistas no Brasil

    Para vestibulandosbanco de temas de redaçãoTopo de funil
    11 de ago. de 2020
    Tema de redação - HIV na terceira idade
    Otavio Pinheiro
    7 min

    Repertórios para o tema “O abandono de idosos no Brasil”

    CONFIRA O TEMA CLICANDO AQUI! A vontade de começar o roteiro com a famosa musiquinha do Chaves (“se você é jovem ainda, jovem ainda, jovem ainda, amanhã velho será…”) é grande, mas o assunto requer muita seriedade, já que, com o aumento da expectativa de vida, a questão do abandono de idosos tem se tornado cada vez mais relevante. Por mais que a música do Chaves seja engraçadinha, ela traz uma verdade absoluta: um dia, que pode demorar mais ou menos tempo, também seremos idosos, mas tratamos nossos idosos como se fôssemos ficar jovens para sempre. O abandono dos idosos tem muito a ver com a falta de empatia, de gratidão e até mesmo de amor e este é um tema que precisa ser visto além dos dados e fatos, precisa ser visto também com o coração. Vamos conferir o material que separamos para esta semana? 1- Estatuto do idoso. Disponível em: planalto gov – leis 2003 l10.741 Acesso em: 10/08/2020. Pela proposta de redação, você deve ter visto que, assim como há um estatuto que protege as crianças e os adolescentes, também há um estatuto específico para os idosos, em vigência desde 2003. Provavelmente, você vai se impressionar com os vários direitos que a lei assegura a nossos idosos e que não são nem de perto nem de longe cumpridos. 2- Matéria de revista física e on-line sobre o abandono dos idosos. Disponível em: isto é – o abandono dos idosos no brasil Acesso em: 10/08/2020. O segundo texto motivador da proposta de redação desta semana trouxe um dos balanços feito pela revista Istoé, que, em 2018, realizou um levantamento bastante apurado sobre a real situação do abandono dos idosos no Brasil. 3- Artigo sobre o aumento da expectativa de vida no Brasil. Disponível em: exame – expectativa de vida do brasileiro cresce para 763 anos em 2018 diz ibge Acesso em: 10/08/2020. Por meio do que estudamos até aqui, é possível notar que muito da questão envolvendo o abandono de idosos deve-se ao aumento da expectativa de vida (não que isso possa ser usado enquanto justificativa, que fique claro). A revista Exame traz as principais razões para o aumento da expectativa de vida com a divisão inclusive por estado, o que enriquece ainda mais o material. 4- Artigo sobre os impactos do aumento da expectativa de vida. Disponível em: uol – expectativa de vida do brasileiro aumentou o que isso realmente significa Acesso em: 10/08/2020. Que a expectativa de vida cresceu, já sabemos, mas quais são os principais problemas relacionados a esse fato? O colunista Dante Senra tenta, a partir da concatenação de vários temas, discutir exatamente as respostas a essa pergunta. 5- Estudo sobre a saúde dos idosos brasileiros. Disponível em: elsi cpqrr fiocruz Acesso em: 10/08/2020. Uma vez que a expectativa de vida cresceu nos últimos anos, é de se imaginar que os idosos tenham melhores condições de saúde, certo? O estudo feito pela Fio Cruz traz muitas, muitas informações valiosas sobre o assunto e que com certeza vão te ajudar a construir seus argumentos. 6- Artigo do Ministério da Saúde sobre as principais dificuldades enfrentadas pelos idosos no setor. Disponível em: saúde gov – 30 % dos idosos tem dificuldade para realizar atividadesadiárias Acesso em: 10/08/2020. Não são poucas as dificuldades enfrentadas pelos idosos em nosso país e, mais especificamente com relação ao acesso aos serviços de saúde, são eles quem mais sofrem. O Ministério da Saúde se propôs a fazer um levantamento acerca da qualidade dos serviços de saúde disponibilizados aos idosos a fim de qualificar o atendimento da rede pública. Todos os dados foram divulgados no link acima. 7- Artigo com a atualização sobre o abandono de idosos. Disponível em: isto é – envelhecimento sem amparo Acesso em: 10/08/2020. Neste ano, a revista Istoé fez uma atualização a respeito da situação dos idosos abandonados no país e das opções que eles têm quando esse triste fato acontece. Vale a leitura para ficar bastante atualizado. 8- Artigo sobre os efeitos da solidão na mente e no corpo do idoso. Disponível em: especiais correio braziliense – solidão maltrata o corpo e a mente dos idosos Acesso em: 10/08/2020. Um dos problemas que mais afeta o idoso abandonado é a solidão, que traz sérios riscos à saúde física e mental. Muitos deles chegam a experienciar depressão profunda, causando o agravamento de várias outras doenças. Se a relação entre solidão e saúde é um assunto que te desperta interesse, não deixe de ler a indicação acima. 9- Artigo sobre a utilidade dos animais enquanto companhia dos idosos. Disponível em: hoje unisul – animais de estimação uma ótima companhia para idosos Acesso em: 10/08/2020. Já que os humanos não sabem tratar seus idosos, os vovôs e as vovós acabam recorrendo a um amiguinho peludo para lhes fazer companhia e essa é uma escolha que traz inúmeros benefícios tanto para o humano quanto para o animal. O artigo é curtinho, mas bastante informativo, além de conter alguns exemplos fofíssimos de amor e dedicação animal. 10- Reportagem sobre homem que abandonou seus pais idosos num bar. Disponível em: o tempo – homem leva pais de 86 e 92 anos para almocar e os abandona em bar Acesso em: 10/08/2020. O que você vai ler nesta reportagem parece surreal, coisa de cinema mesmo (de péssimo gosto, claro), mas, infelizmente, é verdade e virou até caso de polícia. É impossível ler sobre o que este homem fez com os pais e não sentir pelo menos uma pontinha de vergonha alheia. 11- Documentário no YouTube sobre o abandono de idosos. Disponível em: Youtube – abandono de Idosos Acesso em: 10/08/2020. Se você está acompanhando as indicações até aqui, significa que já sabe do problema que estamos enfrentando com relação ao abandono de idosos, mas nenhuma palavra escrita é capaz de expressar o que os olhos dizem neste documentário indicado. 12- Documentário no YouTube sobre o processo de envelhecimento. Disponível em: Youtube – Sobre o processo de envelhecimento Acesso em: 10/08/2020. O documentário,

    Para vestibulandosMeio de funilrepertório sociocultural
    11 de ago. de 2020
    Tema - Os cuidados com a exposição na internet
    Redação Online
    3 min

    TEMA DE REDAÇÃO – Os cuidados com a exposição na internet

    Prepare-se para o seu tema de redação! Analisamos os riscos da superexposição online, com dados de pesquisa e um exemplo prático inspirado na série Euphoria. Descubra como abordar o tema "Os cuidados

    adolescentestema de redaçãoredação enem
    11 de ago. de 2020
    tema-de-redacao-o-historico-desafio-de-se-valorizar-o-professor
    Redação Online
    3 min

    TEMA DE REDAÇÃO – O histórico desafio de valorizar o professor

    Explore o tema da valorização do professor no Brasil! Analisamos o desafio histórico, desde a ditadura militar até os dias atuais, e a importância da formação do senso crítico. Descubra as causas da d

    redaçãodia do professortema de redação
    11 de ago. de 2020
    10 coisas que você não deve fazer na redação do ENEM
    Otavio Pinheiro
    6 min

    10 coisas que você não deve fazer na redação do ENEM

    Vivemos nos preparando para o ENEM e pensando no que devemos fazer na redação, mas, tão importante quanto saber o que fazer, é saber o que NÃO fazer. Às vezes, deixamos escapar pontos fundamentais em nossa redação por simples desatenção ou por desconhecermos alguns detalhes que fazem toda a diferença, por isso, selecionamos 10 coisas que você não deve fazer em sua redação se quiser alcançar aquele notão. 1- Uso de gírias e/ou expressões informais Um erro bastante comum, principalmente quando nos falta vocabulário suficiente, é recorrermos às gírias ou expressões bastante informais, próprias da fala, em nossa redação. A menos que o tema possibilite a inclusão desses termos (e, mesmo assim, é importante termos bastante critério), evite a todo custo incluir em seu texto marcas da oralidade ou as tão comuns, que, mesmo comuns, não são dicionarizadas e, por isso, não são consideradas vocabulário formal, gírias. Se a sua dificuldade está em lembrar sinônimos para expressões repetitivas ao longo do texto, comece a fazer uma relação de sinônimos, pois esse treino facilitará bastante a lembrança das opções na hora da prova. 2- Estrangeirismos Temos notado que, principalmente nos últimos anos, os estrangeirismos, ou seja, termos “importados”, emprestados de outra língua, têm não só invadido a Língua Portuguesa como tomado o lugar de expressões brasileiras. Novamente, não havendo coerência com o tema, valorize nossa língua. Nada de usar goals no lugar de metas e manager ao invés de gerente. Não se esqueça de que uma das frentes avaliativas do ENEM é justamente avaliar como o candidato usa a Língua Portuguesa em sua redação e estrangeirismos podem levar a descontos de conceitos. 3- Tangenciamento do tema Falamos sobre tangenciamento em outras oportunidades aqui no blog. Ele acontece quando o candidato dá voltas, dá voltas e não chega a lugar algum, ou seja, quando o tema não é desenvolvido, gerando a famosa “encheção de linguiça”. O tangenciamento normalmente ocorre quando o candidato não sabe nada ou muito pouco sobre o tema proposto, daí a importância de você buscar repertório e treinar o desenvolvimento de redações de temas diversos, como os que temos semanalmente e gratuitamente aqui no blog. 4- Expressões/parágrafos prontos O assunto é polêmico, sabemos, mas não são poucos os especialistas em redação (de verdade ou auto-intitulados) que apresentam um modelo de redação “perfeito para qualquer tema”. Seja sincero com você mesmo (a): você realmente acha que isso funciona? Se fosse tão somente decorar alguns parágrafos, por que as pessoas se esforçariam tanto para alcançar uma boa nota na redação? E tem mais um detalhe aqui: os corretores sabem perfeitamente quando as expressões ou frases são prontas, até porque elas se repetem em diversas redações exatamente da mesma forma. Sabe o que isso gera? Pontos reduzidos no quesito autoria. 5- Desnivelamento vocabular O desnivelamento vocabular está intimamente relacionado ao item 4 e ele acontece quando o candidato está redigindo seu texto de uma determinada forma, utilizando certos recursos expressivos e, como num passe de mágica, altera totalmente a maneira de escrever. Isso deixa estampado que as frases que fogem ao estilo do candidato são decoradas e não foram sequer reinterpretadas porque, caso tivessem sido, o escritor da redação teria ao menos colocado a expressão em sua versão própria ou, como dizemos frequentemente, “com suas palavras”. 6- Citações descabidas Esta situação aqui é bem famosa: candidatos que citam filósofos ou a Constituição Federal sem que haja nenhuma coerência com o tema desenvolvido. Em nenhum manual de correção da redação do ENEM há o indicativo que, se o candidato citar o filósofo A ou B, isso vale mais pontos no fechamento da nota. Ao contrário, isso pode ocasionar descontos, isso sim. Sempre que você citar algum elemento em sua redação, pense e analise duas vezes antes de fazer a inclusão. Realmente há sentido em citar o que estou pensando? Como a citação se relaciona com o tema do texto e, mais ainda, com o caminho que escolhi para o meu texto? Não tem certeza se há ligação entre o tema e a citação? Não cite apenas por citar. Lembre-se: tudo o que está em seu texto precisa ter um sentido e uma razão para lá estar. 7- Falta de acentuação Mais um problema que só existe em função das formas modernas de comunicação. Em redes sociais ou na comunicação ágil do dia a dia, os acentos acabam ficando para trás, mas, na redação do ENEM, esse esquecimento não é perdoado. Se você tem o costume de escrever sem acentos gráficos, comece hoje mesmo a se corrigir, assim você corre menos riscos no dia da avaliação. 8- Linhas em branco Há muitos candidatos (sim, muitos) que, como uma estratégia para deixar as partes do texto mais organizadas, pulam uma linha entre um parágrafo e outro. Esteticamente, a decisão pode parecer adequada, mas não é, já que as linhas em branco entram na contagem do número total de linhas da produção textual, além de revelarem quebra entre as partes. 9- Titulação A redação do ENEM pode ter, no máximo, 30 linhas de conteúdo; o que passar das 30 linhas é desconsiderado e há desconto no quesito de partes do texto dissertativo-argumentativo, pois a conclusão não terá fechamento, uma vez que as últimas linhas foram desconsideradas. Também não há qualquer obrigatoriedade em se colocar título no ENEM, já que ele não é elemento avaliativo, porém, mesmo sem ser avaliado, ele conta enquanto uma linha, deixando apenas 29 para o texto em si. 10- Diminuição/aumento da letra Ainda casadinho com a questão do tamanho da redação, vem o caso dos candidatos que, nas últimas linhas da redação, vendo que o texto passará do número limite, começam a diminuir a letra. Também temos aqueles que percebem que sua redação não alcançará o número mínimo de linhas (8 linhas) e então tomam a inocente decisão de fazer uma letra maior do que o rio Amazonas. Tem como o corretor, habituado a corrigir inúmeras redações diariamente, cair nessa? Não, né, meu povo. É claro que haverá desconto de nota.

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    10 de ago. de 2020
    Tema - Medidas para superar o analfabetismo
    Redação Online
    3 min

    TEMA DE REDAÇÃO – Medidas para superar o analfabetismo no Brasil

    Explore o tema do analfabetismo no Brasil! Descubra dados alarmantes, como os 11,8 milhões de brasileiros que não sabem ler nem escrever. Analisamos as causas históricas e a desigualdade social, além

    analfabetismoanalfabetismo no BrasilENEM
    10 de ago. de 2020
    100 anos de Clarice Lispector: Como usar a autora em suas redações?
    Otavio Pinheiro
    7 min

    100 anos de Clarice Lispector: Como usar a autora em suas redações?

    Se você é brasileiro e ainda não conhece a obra de Clarice Lispector, precisa correr para compensar o tempo perdido, pois ler Clarice é muito mais do que uma simples leitura, é uma experiência. Clarice Lispector é, por assim dizer, uma estrela que brilha com intensidade no cenário do Modernismo brasileiro, isso porque suas obras são de altíssima qualidade literária e não perdem suas qualidades excepcionais mesmo com o passar das décadas. Um pouco sobre a autora Apesar de compor o rol de artistas literários brasileiros, Clarice nasceu na Ucrânia em 1920, mas ainda bebê passa a viver com sua família no Brasil. A própria autora era pontual em afirmar que não se identificava com a naturalidade ucraniana. Sua família, judia, por conta da perseguição aos judeus, viu-se obrigada a deixar a Ucrânia e procurar refúgio no Brasil, país no qual Clarice foi naturalizada mais tarde (aos 21 anos, conforme determinava a lei da época). Tendo vivido inicialmente em Maceió e após no Recife e Rio de Janeiro, Clarice perde sua mãe aos oito anos e seu pai aos vinte. A autora era portanto uma mulher órfã, ainda solteira, num contexto histórico e social em que as mulheres eram úteis principalmente enquanto esposas e mães. Mas já contrariando a tendência de seu tempo, Clarice decide estudar Direito na Universidade Federal do Rio de Janeiro, acabando por se identificar com o segmento literário e atuando como jornalista, contista e escritora, mas nunca como advogada. Em 1943, nossa autora se casa com Maury Gurgel Valente, vice-cônsul, com quem teve dois filhos, Pedro e Paulo. Clarice e Maury continuaram casados até 1959, quando se divorciaram. E ser uma mulher divorciada na década de 60 não era tarefa fácil. Por conta da profissão do ex-marido, Clarice pôde conhecer muitos países e agregar inúmeras informações ao seu repertório. Inclusive, as viagens constantes foram o motivo do divórcio do casal. Em dezembro de 1977, um dia antes de completar 57 anos (a autora nasceu em 10 de dezembro e faleceu em 09 de dezembro), Clarice falece, vítima de um câncer, e não tem a chance de aniversariar mais uma vez por tão pouco. Poesia na vida de quem foi poeta. https://youtu.be/fs0Rt-_vkMM O início como escritora Com 13 anos, Lispector decidiu ser escritora. Ela mesma contou em diversas entrevistas que o desejo de se tornar escritora foi mais forte do que ela e que ela tão somente apoderou-se desse desejo, já existente em seu íntimo desde sempre. Mas a primeira publicação só veio aos 20 anos e, claro, como Clarice é Clarice, essa publicação não poderia ser mais inusitada. Sua primeira publicação foi de um conto intitulado como Eu e Jimmy, com temática altamente feminista, mas centrado na relação amorosa entre um homem e uma mulher. Até então, sem problemas, certo? Quase certo, se o local de publicação não fosse a revista Vamos Ler, destinada ao público exclusivamente masculino e de alta classe. O primeiro romance veio a público em 1944 (Perto do Coração Selvagem) após muitas dificuldades para a publicação, pois só se publicava algo quem tinha alguma influência social, o que não era o caso de Clarice. As experiências pessoais de Clarice e os ambientes em que viveu influenciaram fortemente as obras da autora, tanto que Perto do Coração Selvagem trata da história de Joana, uma jovem que perdera a mãe bastante cedo e que perde o pai anos mais tarde. Principais obras e características Clarice conta com mais de 20 obras publicadas em vida e uma porção de reuniões de seus contos e textos de jornal organizadas após sua morte, porém, mesmo com um trabalho tão extenso, uma característica de Lispector salta aos olhos: o caráter intimista. Os livros de Clarice são recheados de sentimentos e impressões pessoais e altamente íntimas de suas protagonistas. Esse caráter intimista é tão marcante no modo de pensar das personagens que gera epifanias (compreensão da essência de algo, revelação súbita). Além disso, percebe-se em suas criações a discussão mais aprofundada de temas abstratos e o retrato da vida cotidiana em diversos contextos em que a própria autora viveu, dando assim um toque autobiográfico às suas produções. Existem três obras de Lispector que são cobradas com mais frequência em testes de grande porte: Laços de Família (1960),  Felicidade Clandestina (1971) e a Hora da Estrela (1977). Em Laços de Família, a autora, por meio de 13 contos, cria personagens comuns, donas de casa, esposas, maridos, filhos e filhas, e suas relações em família, porém, essas relações parecem se constituir num aprisionamento do sujeito diante das exigências sociais. Lembra que te contamos lá em cima que Clarice se divorciou em 1959 e que a vida de uma mulher divorciada no contexto social e histórico em que ela viveu não era nada fácil? Quanto das próprias vivências de Clarice existem em Laços de Família? Felicidade Clandestina, reunindo desta vez 25 contos (alguns já anteriormente publicados) trata de três situações da vida- a infância, a adolescência e a família, repletas da abordagem da angústia que é peculiar a cada uma dessas situações. E, claro, A Hora da Estrela (que sua professora de Língua Portuguesa já deve ter te pedido para ler em algum momento), que trata da história de Macabéa, uma nordestina de Alagoas que tenta, de maneira extremamente inocente, escapar do contexto de pobreza extrema, chegando até mesmo à miséria, indo para o Rio de Janeiro (opa, autobiografia novamente?). Clarice e os temas de redação A obra de Clarice é muito, muito rica em qualidade e quantidade, bem como sua vida é uma grande inspiração. Sendo assim, temas que envolvam a condição de vida da mulher, o feminismo, a desigualdade de gêneros e afins são um prato cheio para terem Clarice enquanto sustentação de argumento. Não se esqueça da própria vida dela, uma refugiada que busca consolo no nordeste brasileiro, mas que se vê numa situação tão miserável que procura condições de vida melhores no Rio de Janeiro. A pressão social, as infelicidades e angústias que isso acarreta são outros

    Para vestibulandosMeio de funilrepertório sociocultural
    06 de ago. de 2020
    Tema de Redação: A cultura do cancelamento
    Otavio Pinheiro
    5 min

    Tema de Redação: A cultura do cancelamento

    Leia os textos motivadores sobre a cultura do cancelamento abaixo para redigir a proposta a seguir. Texto 1 A cultura do cancelamento, uma forma de mudança que gera a polarização Grandes marcas, famosos, políticos ou cidadãos comuns: ninguém mais está a salvo da “cultura do cancelamento”, que denuncia os erros de cada um e que exige que a pessoa se redima, a ponto de que alguns reclamam dos excessos e de sua contribuição para a polarização política. Isso ocorreu com a escritora britânica JK Rowling, autora da saga Harry Potter, por declarações sobre os transexuais consideradas preconceituosas.  Uma declaração polêmica, um tuíte com duplo sentido escrito há dez anos, um vídeo comprometedor, e as redes partem para o ataque.  Deve-se “cancelá-lo”, deixar de consumir seus produtos, corromper sua imagem, perturbar sua atividade até que se redima, até que peça perdão ou tente compensar sua ação. O popular YouTuber Shane Dawson passou pela situação, a partir da divulgação de antigos vídeos com conteúdo racista, assim como a cantora Lana Del Rey, por causa de uma mensagem no Instagram na qual criticava atrizes negras. A marca de arroz Uncle Ben’s também passou por essa situação por causa da sua logomarca ter sido considerada racista, ou a gigante da indústria de alimentos, Goya, atacada por latinos nos Estados Unidos porque seu diretor apoia Donald Trump, que defende políticas contra imigrantes. “O ativismo no Twitter é fácil: em alguns segundos podemos atacar alguém ou fazer uma petição para acusá-lo ou para que seja demitido”, explica Richard Ford, professor de Direito da Universidade de Stanford.  Esse acadêmico é um dos mais de 150 signatários de uma carta sobre “justiça e debate aberto” que se preocupa com esse movimento, publicada no início de julho na revista Harper’s.  Os apoiadores, incluindo muitas personalidades do mundo da arte e da ciência, reconhecem que “parte do ativismo nas redes sociais é construtiva e legítima”.  Muitas pessoas aprovam a cultura do cancelamento porque veem nela o surgimento de um novo poder, agora disponível para um número maior de pessoas quando anteriormente era limitado a poucos.  “O tempo em que as pessoas eram tratadas de maneira injusta e incapazes de responder a opiniões atrasadas e tóxicas acabou”, ressalta Lisa Nakamura, professora da Universidade de Michigan, que estuda a cultura do cancelamento.  “Se existe uma personalidade que deseja cancelar transexuais, não há razão no mundo para que ela, por sua vez, não possa ser cancelada”, explica Nakamura, em uma referência implícita ao caso de JK Rowling. Como muitos outros, a pesquisadora vê nesse movimento um espectro muito mais amplo que inclui denunciar comportamentos discriminatórios ou socialmente inaceitáveis.  Nakamura cita o exemplo de Amy Cooper, uma mulher branca filmada no Central Park quando havia acusado falsamente à polícia que um homem negro quis atacá-la.  Antes dos protestos do movimento Black Lives Matter, a cultura do cancelamento surgiu com o #MeToo, que desde 2017 denuncia o assédio sexual e o abuso de homens poderosos contra as mulheres.  “A cultura do cancelamento é o que acontece quando as vítimas de racismo e sexismo não silenciam mais a identidade de seus agressores”, argumenta Nakamura. – Uso político – Mas para Keith Hampton, professor de Mídia e Informação da Universidade de Michigan, enquanto as redes sociais podem ser um vetor de mudança e progresso, a cultura do cancelamento pode ter momentos em que “escorrega”.  “Quando se trata de tentar destruir pessoas, isso cria outros problemas”, explica ele.  Os autores da carta aberta publicada na Harper’s alertam sobre a radicalização dos discursos que não deixa mais espaço para o debate. As redes sociais “incitam a provocação e a raiva”, afirma Ford.  Ele chama a atenção para o fato de que a cultura do cancelamento possa estar se espalhando para além das redes sociais, do mundo acadêmico e do trabalho em geral.  “Às vezes, o objetivo é simplesmente a satisfação por derrubar alguém”, lamenta.  Além disso, “a vergonha e o apontar o dedo não mudam as opiniões”, explica Hampton, que considera que esse aspecto do movimento “provavelmente aumentará a polarização” entre a população americana. No entanto, nos últimos anos, o próprio presidente Donald Trump favoreceu a cultura do cancelamento, atacando em seu Twitter uma série de pessoas ou grupos que ele queria criticar, ressalta Ford.  O fenômeno “pode ser problemático quando divide um movimento social ou o é usado pelas pessoas erradas”, mas “ele já tem sido uma ferramenta importante para a mudança”, admite Nakamura.  “O movimento Black Lives Matter teria sido muito diferente sem os exemplos de racismo comum e recorrente nos supermercados do Walmart, nas pistas de corrida ou em outros locais públicos”, acrescenta. Fonte: www.istoe.com.br | Acesso em 02/08/2020 Texto 2 Fonte: www.facebook.com/quebrandootabu | Acesso em 02/08/2020 Com base na sua leitura, compreensão e interpretação dos textos motivadores acima, redija uma dissertação argumentativa, na modalidade culta da Língua Portuguesa, com tamanho máximo de 30 linhas, sobre o tema A cultura do cancelamento. CONFIRA REPERTÓRIOS PARA ESTE TEMA CLICANDO AQUI! Leia também: Tema de Redação: A importância da consciência de privilégios Tema de redação: O reflexo da tecnologia no mercado de trabalho e as novas profissões Tema de Redação: Excesso de trabalho e saúde mental Tema de Redação: O Suicídio entre Jovens no Brasil e no Mundo Tema de Redação: Saúde mental no século XXI

    Para vestibulandosbanco de temas de redaçãoTopo de funil
    05 de ago. de 2020
    a cultura do cancelamento
    Otavio Pinheiro
    6 min

    Repertórios para o tema: ”A cultura do cancelamento”

    CONFIRA O TEMA CLICANDO AQUI! Cultura do cancelamento, um termo que há pouquíssimo tempo nem ouvíamos falar sobre e que hoje já está tão presente em nosso dia a dia digital que nos parece natural. Inicialmente, é muito importante que você compreenda como um comportamento se transforma em cultura, afinal, existem princípios para isso e entendê-los é parte fundamental para a compreensão deste tema. Neste roteiro, procuramos criar para você um percurso lógico, que faça todo o sentido e que te permita traçar uma linha comparativa entre pontos positivos e negativos a partir de uma mesma temática. Além disso, não se esqueça de que, apesar de bastante comentada atualmente, ainda é uma novidade e sua redação, nesse caso, pode conter uma pequena definição ou contextualização do que é (ou deixa de ser) esse fenômeno. Vamos conferir o que separamos para você? 1- Artigo de revista sobre a transformação provocada pela internet. Disponível em: https://exame.com/negocios/dino_old/a-internet-transformou-a-vida-das-pessoas-shtml/ Acesso em: 03/08/2020. Pode parecer óbvio, mas muitas vezes nos esquecemos de começar as coisas pelo início e gostaríamos que você desse uma olhadinha mais atenta na forma como a internet revolucionou o modo de viver das pessoas, principalmente aquelas com idade igual ou superior a 30 anos. O artigo da Revista Exame traz um pequeno levantamento com índices sobre hábitos digitais das pessoas desde o início da internet no Brasil (em 1988) até 2015. 2- Artigo universitário sobre os benefícios e malefícios da internet para a cidadania, cultura e cidade. Disponível em: https://www.observatorioculturaecidade.ufscar.br/nossa-producao/um-pensar-sobre-os-beneficios-e-os-maleficios-da-internet-para-a-cidadania-cultura-e-cidade/ Acesso em: 03/08/2020. Falar sobre os malefícios e benefícios da internet, é, como diriam muitas de nossas avós, “chover no molhado”, pois o assunto já está até meio batido. Mas a universidade UFSCAR (Universidade Federal de São Carlos) propôs uma discussão mais apurada e aprofundada a respeito do tema e que, por seus diferenciais, merece a leitura. 3- Série Control Z. Disponível na Netflix. Ano da primeira temporada: 2020. Intrigas, mistérios, segredos e muitos babados são alguns dos elementos que você encontrará nesta série que estreou há pouco tempo na Netflix. De modo resumido (mas sem spoilers), a série contará a história de um grupo de adolescentes que estuda na mesma escola e que terá seus segredos mais íntimos revelados on-line. Inclusive, aqui no blog, temos um texto que te conta como a série Control Z pode ser usada em suas redações. CLIQUE AQUI PARA CONFERIR! 4- Artigo on-line com as definições Disponível em: https://canaltech.com.br/comportamento/o-que-e-cultura-do-cancelamento-164153/ Acesso em: 03/08/2020. Está se sentindo perdido (a) e quer saber um pouco mais sobre o que é, na verdade, a tal cultura do cancelamento? O artigo do Canal Tech te ajuda a esclarecer suas dúvidas. E o melhor: o artigo é de maio de 2020 e, por isso, está com informações hiperatualizadas. 5- Artigo on-line sobre o termo do ano de 2019. Disponível em: https://canaltech.com.br/redes-sociais/a-cultura-de-cancelamento-foi-eleita-como-termo-do-ano-em-2019-156809/ Acesso em: 03/08/2020. Gente, este assunto não está fraco não, tanto que ele ganhou o prêmio de termo do ano em 2019 por tanto ser utilizado. Também do Canal Tech, o artigo te conta um pouco sobre a cultura do cancelamento e o processo até que ela ganhasse o prêmio em 2019. 6- Artigos com opiniões diversas sobre a cultura do cancelamento. Disponíveis em: https://www.agazeta.com.br/revista-ag/comportamento/cultura-do-cancelamento-precisamos-mesmo-cancelar-as-pessoas-0320 https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2020/03/21/cancelamento-nao-e-boa-forma-de-apontar-erros-como-afeta-a-saude-mental.htm https://www.migalhas.com.br/depeso/331363/o-tribunal-da-internet-e-os-efeitos-da-cultura-do-cancelamento https://economia.uol.com.br/colunas/2020/05/25/a-cultura-do-cancelamento-um-dos-perigos-das-redes-sociais-para-as-marcas.htm Acesso em: 03/08/2020. Como te dissemos no início, é muito importante que você seja capaz de formular um paralelo entre visões positivas e negativas a respeito do tema da cultura do cancelamento e, para isso, nada melhor do que ler variadas opiniões. Com esse objetivo, selecionamos quatro artigos para sua análise. 7- Vídeo no YouTube sobre a cultura do cancelamento. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=rXcsfwL0K6g Acesso em: 03/08/2020. O vídeo selecionado é mais um bate-papo entre o filósofo Luis Felipe Pondé e o jornalista e escritor Leandro Narloch. A produção está repleta de muitas ideias boas e considerações relevantes que, com certeza, vão te fazer refletir mais aprofundadamente sobre a cultura do cancelamento. 8- Reportagem sobre os efeitos danosos da cultura do cancelamento. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/internacional-53554306 Acesso em: 03/08/2020. Um simples gesto de ok interpretado erroneamente nas redes sociais custou o emprego do americado Emmanuel Cafferty e nesta reportagem ficamos sabendo um pouco mais sobre o ocorrido. O texto também é essencial para que possamos perceber que a cultura do cancelamento carece de critérios e não pode ser aplicada de qualquer forma, já que existem sérios prejuízos caso isso ocorra. 9- Vídeo com relato pessoal sobre a cultura do cancelamento. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=0n6bdyNF7hQ Acesso em: 03/08/2020. Que tal conhecer mais um relato de alguém que viveu os efeitos da cultura do cancelamento na própria pele? Luan Poffo, palestrante, vai te contar a experiência dele neste TED. https://youtu.be/0n6bdyNF7hQ10- Vídeo no YouTube com conteúdo filosófico sobre o tema da semana.Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=F0HRzVtrcMQAcesso em: 03/08/2020.E é claro que não poderia deixar de constar um pouco de aparato e suporte teórico neste roteiro, mas, para que a referência fique mais dinâmica, selecionamos um vídeo que aborda a relação entre a cultura do cancelamento e a filosofia de Michel Foucault.Para quem precisa de referências para colocar no desenvolvimento da redação, essa é a indicação perfeita.https://youtu.be/F0HRzVtrcMQ11- Notícia sobre a carta aberta contra a cultura do cancelamento.Disponível em: https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/deutschewelle/2020/07/10/carta-aberta-acirra-debate-sobre-cultura-do-cancelamento-nos-eua.htmAcesso em: 03/08/2020.Se você leu a proposta de redação, viu que há uma carta sendo assinada por pessoas bastante influentes a respeito da cultura do cancelamento e que tem causado muita polêmica nos Estados Unidos, por isso, com certeza vale a pena ler a notícia que explica um pouco mais sobre a tal carta e os desdobramentos dela.Existem muitos outros exemplos de pessoas que foram seriamente prejudicadas pelos efeitos da cultura do cancelamento e você pode, e deve, lê-los e incluí-los, na medida em que forem coerentes, em seu texto.Conte para nós se você já teve alguma experiência pessoal com a cultura do cancelamento e, principalmente, qual é sua opinião a respeito do movimento. Ficaremos muito felizes em termos mais e mais informações por aqui. Leia também: Tema de redação: Charlatanismo nas redes sociaisTema de Redação: Redes sociais e a nova era da

    Para vestibulandosbanco de temas de redaçãoTopo de funil
    05 de ago. de 2020
    Tema - Os desafios do sistema de saúde público
    Redação Online
    4 min

    TEMA DE REDAÇÃO – Os desafios para manter um sistema de saúde público no Brasil

    Prepare-se para o ENEM! Explore os desafios do SUS no Brasil com este artigo completo. Analise textos de apoio, inspire-se em exemplos e domine a arte da redação dissertativo-argumentativa sobre saúde

    05 de ago. de 2020
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