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649 artigos publicados por Otavio Pinheiro no Blog do Redação Online.

CONFIRA O TEMA COMPLETO CLICANDO AQUI! Em tempos de pandemia, quem não gostaria de ter uma receita mágica em mãos que fosse capaz de resolver toda esta difícil situação que temos vivido atualmente? Todo mundo, não é mesmo? Pensamos que, diante de um cenário tão delicado, as pessoas terão bom senso, mas tem muita gente utilizando o medo da contaminação por Coronavírus como estratégia para se aproveitar das pessoas e praticar o que a lei chama de Charlatanismo. Frequentemente, ouvimos o termo Charlatanismo aplicado a várias situações, mas, como você pôde notar na proposta de redação desta semana, nossa lei qualifica enquanto Charlatanismo apenas assuntos ligados à cura. Quando tratamos de uma situação que tem amparo legal, é muito importante nos atentarmos àquilo que a lei diz, pois não podemos classificar qualquer ato de enganação às pessoas como Charlatanismo. Observar o que a lei diz e fazer classificações corretas com base na lei em questão é ainda critério de correção para muitos testes de grande porte. Você verá que as sugestões que separamos para este roteiro estão bastante centradas no campo da saúde e nos casos de Charlatanismo que se enquadram no artigo 283 do Código Penal. Matéria de revista on-line com detalhamento sobre um dos casos enquadrado enquanto Charlatanismo. Disponível em: Isto é Acesso em 28/03/2020. Para que você entenda um pouco mais a história envolvendo atos de Charlatanismo, a revista Istoé publicou em 19/03/2020 uma matéria contendo mais detalhes sobre a situação. Por meio dela, vamos conhecer a formação acadêmica da pessoa envolvida e, temos certeza, você vai se impressionar. Matéria sobre as denúncias de Charlatanismo recebidas pelo Conselho Regional de Medicina. Disponível em: Conselho Regional de Medicina Acesso em 28/03/2020. Talvez você esteja pensando que esses casos envolvendo a fabricação de fórmulas milagrosas contra o contágio por Coronavírus são uma exceção, mas infelizmente essa não é a realidade. A matéria que você lerá no link acima é de junho de 2010 e de lá para cá parece que as coisas não mudaram muito… Matéria sobre os mitos disseminados nas redes sociais a respeito do Coronavírus. Disponível em: Portal Hospitais Brasil Acesso em 28/03/2020. A matéria que te indicamos aqui é extremamente rica em informações e ilustra quais são os principais mitos (e as principais verdades) envolvendo as formas de contágio e cuidado diante do Covid-19. Além do mais, há discussões a respeito de como as redes sociais facilitam a propagação de informações incorretas. Matéria on-line sobre a influência das redes sociais na disseminação de mentiras. Disponível em: Veja – Abril Acesso em 28/03/2020. As redes sociais são recursos maravilhosos, não temos dúvida, mas elas também facilitam o ato de enganar as pessoas, principalmente aquelas com menor nível de escolaridade ou mais idade, segundo as últimas pesquisas. Querendo saber mais sobre o assunto? A matéria da Veja traz bons argumentos a esse respeito. Matéria on-line sobre as diferenças entre Propaganda Enganosa e Charlatanismo. Disponível em: Promobit Acesso em 28/03/2020. Um erro bastante comum acontece quando confundimos Charlatanismo com Propaganda Enganosa, já que eles parecem ser a mesma coisa dependendo da forma como analisamos a situação. Charlatanismo e Propaganda Enganosa não são a mesma coisa e você pode entender melhor essas diferenças na matéria acima sugerida. Matéria on-line com soluções para o Charlatanismo na área médica. Disponível em: Blog IMedicina Acesso em 28/03/2020. Muito bem, já sabemos que o Charlatanismo é um problema sério e que alguns profissionais da área da saúde, inclusive médicos, têm ajudado a fazer os índices crescerem. Na matéria sugerida aqui, o autor analisa a construção de um charlatão nos meios digitais e apresenta algumas soluções para barrar o problema. Precisando de ideias para sua proposta de intervenção? Este é um dos materiais que certamente vão te ajudar. Reserve alguns minutos para a leitura e análise do texto, pois ele está repleto de boas informações. Matéria on-line sobre como suspeitar de Charlatanismo. Disponível em: Diabetes.org / Acesso em 28/03/2020. Como podemos nos proteger de casos de Charlatanismo? O médico Mateus Dornelles Severo nos ensina 12 dicas para não cairmos nesse golpe. O mais interessante da matéria é que temos o olhar de alguém que está por dentro da Medicina, praticando-a diariamente, e que, por isso, preenche o texto de detalhes aos quais não teríamos acesso se o autor não fosse médico. Matéria on-line sobre como enganar as pessoas na internet. Disponível em: kaspersky Acesso em 28/03/2020. Partimos do princípio de que a grande maioria das pessoas sabe que não podemos confiar em tudo que vemos on-line, pois esta é uma realidade paralela, um mundo construído à parte. Mas então por que tantas pessoas ainda são enganadas por charlatões? Existem mecanismos bastante elaborados e pensados exclusivamente enquanto truques para levar as pessoas ao erro e a matéria te conta quais são eles. Música Que país é este? Disponível em: letras.mus Acesso em 28/03/2020. Legião Urbana já cantava em 1987 sobre as imensas contradições que existem em nosso país e Que país é este? continua igualmente atual. Que tal a analisar a letra da música pensando nas atuais situações de Charlatanismo que temos presenciado? Ela pode, inclusive, integrar a argumentação de sua redação. Livro O Físico. A epopeia de um médico medieval, de Noah Gordon. Disponível nas principais livrarias do país. A leitura de O Físico já vale por si só, mas, quando podemos usar um bom livro enquanto exemplo ou argumento em nossa redação, gostamos mais ainda. Em O Físico (que também tem a versão em filme), vemos um médico charlatão em prática e suas ações não só prejudicam as personagens do enredo como modificam o desenrolar da história. Essas são nossas sugestões de hoje. Esperamos que todas elas sejam úteis e que você consiga construir uma excelente redação sobre Charlatanismo. Leia também: Repertório para o tema ”Sororidade e união entre as mulheres” Repertório para o tema “Alienação parental no Brasil” Repertório para o tema “Coronavírus e emergência na saúde global” Repertório para o tema ”Gordofobia e o culto ao corpo padrão’‘ Repertório para o

Oi, pessoal! Tudo bem? Nosso parceiro Lucas Felpi, que tirou NOTA 1000 na redação do ENEM 2018, separou uma super dica para vocês: como usar a série ANNE WITH AN E na redação! Pegue o caderno e anote tudo! SÉRIE: ANNE WITH AN E ADOÇÃO A série se inicia com Sr. e Sra. Cuthbert adotando Anne Shirley, embora estivessem à espera de um menino para ajudar na lavoura. A revelação do gênero não é bem recebida pela idealização prévia de um perfil pelos pais adotivos, problema muito comum e grave no sistema adotivo brasileiro. PAPÉIS DE GÊNERO Passando-se em 1908, a trajetória de Anne destaca os diversos rótulos ditos femininos e que infelizmente perduram até hoje. Quando, por exemplo, a Sra. Cuthbert quer devolver Anne ao orfanato por esta ser uma menina e “incapaz de trabalhar na fazenda”, são vistos os comportamentos de subserviência erroneamente esperados das mulheres. BULLYING Na nova escola de Anne, a protagonista é mal tratada e ridicularizada por seus colegas por ser orfã, adotada e por ter cabelo ruivo. Ela é excluída por possuir um pensamento diferente do da época, o que causa um constante e duradouro sentimento de rejeição e não-pertencimento na menina. INOVAÇÃO NO ENSINO O professor da cidade era um homem que seguia um método tradicional de ensino: deixava alunos de castigo de costas, os humilhava, usava régua e instigava o bullying. Após sua transferência, entra uma professora nova, causando um grande alvoroço na cidade por ser uma mulher solteira. Ela muda o molde de ensino para aulas ao ar livre, debates e desenvolvimento de senso crítico. Os pais e a aristocracia conservadora da cidade se opõem à presença dela. HOMOSSEXUALIDADE Cole, um dos melhores amigos de Anne, compartilha do sentimento de não pertencimento da protagonista. Fugindo do papel masculino na lavoura e na caça, ele preferia o mundo sensível da literatura e das artes, onde encontrava seu refúgio. Em um dos episódios, eles conhecem Josephine, uma mulher lésbica, e descobrem uma comunidade inclusiva daquela época. Assim, Cole explora sua verdadeira sexualidade, até então inexistente e impossível no seu imaginário. ABUSO SEXUAL No início do século XX, contatos físicos como abraços e beijos são proibidos antes do matrimônio. Nesse contexto, Josie Pye, prometida a Billy Andrews por interesse de seus pais, sofre um assédio em que, por mais que gostasse de Billy, é beijada à força. Josie foge e conta o ocorrido a suas amigas, porém Billy, insatisfeito, espalha que os dois teriam ido além, difamando a menina. Em outro episódio, as meninas tem suas saias levantadas na hora do almoço, o que leva Anne a dizer uma das maiores frases da história: “Uma saia nunca é um convite”. LIBERDADE DE EXPRESSÃO Com a difamação de Josie, Anne escreve um artigo inflamado para defendê-la, em um exemplo de sororidade. Com um texto que pregava o empoderamento feminino e repreendia o machismo, ela sofre rejeição por todos os lados. Os comandantes da cidade buscam tirar a imprensa da escola, sob a justificativa de que representaria uma ameaça, mas os jovens organizam um protesto a favor de sua liberdade de expressão. O PAPEL DA LEITURA Durante sua vida no orfanato ou em casas provisórias, Anne foi vítima de condições precárias, abusivas e difíceis e encontrou a leitura como um refúgio mental. A menina, que escondia livros nos porões para que pudesse ler nos raros momentos de paz durante a madrugada, assim desenvolveu sua grande imaginação, vocabulário e ideias, revelando a importância da leitura. RACISMO Quando Gilbert Blythe, amigo de Anne, decide se aventurar pelos mares, ele conhece Sebastian (ou Bash), um homem negro com quem estabelece uma forte amizade. Bash se surpreende que Blythe não se importa com sua cor, visto que não estava acostumado com solidariedade de brancos. O retorno dos dois a Avonlea leva a inúmeras situações de racismo, discussão muito presente nas 2a e 3a temporadas. CONVIVÊNCIA COM A DIVERSIDADE No fim, a série traz a mensagem de que é preciso aprender a respeitar e conviver com as diferenças, já que a multiplicidade é inerente aos seres humanos e não é de hoje. Como alguns exemplos, temos Anne fugindo dos rótulos femininos, os Cuthbert que nunca se casaram, Cole com posturas diferentes das rotuladas para meninos, e a professora Stacy que veste calças e gosta de motocicletas. EXEMPLO DE INTRODUÇÃO TEMA: “Os desafios da adoção de crianças no Brasil” Na série canadense “Anne With An E” situada em 1908, os irmãos Sr. e Sra. Cuthbert procuram adotar um garoto para ajudar em sua lavoura, mas, para sua surpresa, recebem uma menina, Anne. Logo de início, a mãe adotiva considera devolvê-la para o orfanato por garotas não serem consideradas aptas para realizar trabalhos físicos. Embora Anne conquiste o carinho de seus novos pais, a série demonstra como o problema da idealização de um perfil para adoção persiste até hoje. De fato, o principal desafio para a adoção no Brasil está na demanda por perfis estereotipados e a discrepância da realidade nos orfanatos. Gostou desta super dica? Não deixe de seguir estes perfis no instagram (é só clicar em cada um): @redacaonline @lfelpi Leia também: Como usar a série Sex Education na redação? Como usar a série EUPHORIA nas redações? Como usar a série GREY’S ANATOMY nas redações? Como usar a série ELITE em suas redações? Como usar a série 13 REASONS WHY em suas redações?

Como escolher o melhor método de estudos? Você já parou para pensar por que algumas pessoas aprendem muito utilizando mapas mentais, por exemplo, e outras não entendem nada com coisa nenhuma? Já aconteceu de você ficar horas e horas estudando um conteúdo de uma matéria e assim que fechou os livros e os cadernos só conseguiu ouvir os grilos cantando dentro de sua cabeça? Já pensou em como escolher o melhor método de estudos? Achamos sempre que sabemos estudar, até mesmo porque as nossas professoras na escola nos dizem “Você tem que estudar!”, mas quantas vezes você foi ensinado (a) a estudar? Quando você teve a chance de testar vários métodos de estudos para escolher qual deles era o ideal para você? Com certeza, a ferramenta de sucesso de qualquer estudante é o estudo e estudar é algo que simplesmente se aprende a fazer, assim como os outros conteúdos com os quais lidamos na escola. Se aprender técnicas é útil para um cirurgião, um músico ou um cozinheiro, por que não seria para um estudante? Quando estudamos do modo errado, acabamos não aprendendo e vemos que todos os esforços empregados no processo foram, de certa forma, inúteis. Quando não alcançamos nossos objetivos, a frustração bate com força e não temos mais vontade de continuar a fazer algo que não nos traz resultados, o que dificulta ainda mais a situação. Resultado: técnica errada-frustração-desânimo-aumento de dificuldade. Existem muitas técnicas diferenciadas de estudo e nenhuma delas é melhor ou pior, funciona mais ou menos, há aquela que é melhor e funciona mais para você e só há uma forma de descobrir qual é ela: tentando! Vamos apresentar a você alguns pontos que precisam ser analisados quando você for procurar o melhor método de estudos para seu processo de aprendizado. Observando esses passos, a probabilidade de fazer uma escolha acertada é bem maior. Passo 1: Observe o que já funciona Obviamente, você já estudou várias vezes uma cacetada de assuntos. Analise com um pouco mais de atenção aqueles conteúdos que você estudou, aprendeu de verdade e consegue lembrar com clareza até hoje. Coloque no papel quais foram esses conteúdos. Depois, tente puxar pela memória como você estudou esses conteúdos, que método você usou? Quanto tempo você os estudou? Fez anotações? De que tipo? Tente encontrar um padrão entre eles, pois isso já vai te contar bastante sobre o que funciona ou não para você. Por exemplo, se em todas as vezes em que você aprendeu esses conteúdos, você os leu três vezes e depois fez um resumo em formato de lista, significa que esse processo de leitura repetida e de resumo objetivo (lista) traz bons resultados para seu cérebro. Lembre-se: aqui você está buscando respostas para a questão “o que foi feito?”. Passo 2: Determine o que é aprender Aprender pode ter muitos sentidos diferentes. O que é aprender? Será que todas as coisas são ou precisam ser aprendidas da mesma forma? Uma prova de química em que eu terei simplesmente de demonstrar que decorei os elementos de uma tabela periódica exige o mesmo tipo de aprendizado de uma redação para o ENEM? É claro que não. Há conteúdos que serão usados de forma totalmente isolada e que, por isso, podem ser aprendidos simplesmente com a memorização. Já outros requerem criatividade, organização e desenvolvimento de ideias e exigirão um aprendizado um pouco mais aprofundado. Há ainda aqueles conteúdos que são os mais importantes de todos, os que serão usados para a vida. Faça uma lista de quais conteúdos terão uso bastante específico e quais serão usados ao longo de sua vida pessoal ou profissional. Após fazer a lista, defina o que significa aprender em cada um desses blocos (por exemplo, no caso da tabela periódica, se você não seguir a área da química ou afins, aprender os elementos da tabela será o mesmo de decorá-los). Para que você consiga definir o que é aprender em cada um dos blocos, também será necessário refletir sobre a finalidade dos conteúdos, por isso, a resposta que você busca aqui é “para que estou aprendendo este conteúdo?”. Passo 3: Reserve um local adequado para o momento dos estudos Onde você vai estudar? Pode até parecer que não faz diferença estudar deitado na cama ou numa escrivaninha, em casa ou na biblioteca pública da cidade (sim, elas ainda existem e têm espaços específicos para estudos), mas não são poucas as pesquisas que comprovam que, sim, o local faz muita diferença no nível de rendimento. Se você tem um espaço em sua casa que pode ser usado para os estudos, isso é muito bom, porém será preciso organizá-lo adequadamente. Em primeiro lugar, você precisa liberar lugar para que os cadernos, livros e demais materiais tenham espaço suficiente, então, antes de tudo, é necessário organizar a mesa. Após a primeira etapa de liberação de espaço, pense em tudo o que você precisará para aquele momento de estudos: cadernos, livros, folhas de anotação, computador, canetas etc. Reúna tudo na mesa de uma só vez. Ter todos os materiais necessários à mão faz com que você interrompa o processo de estudo menos vezes. Cada interrupção é um momento de corte da linha de pensamento e isso deve ser evitado ao máximo. Você também precisa considerar a questão do conforto da cadeira em que você está sentado. Se a cada dois minutos você sentir uma nova dor nas costas, dificilmente conseguirá suportar essa situação por uma hora inteira. Nem sempre temos a melhor cadeira do mercado à nossa disposição, mas é possível adaptar com almofadas, travesseiros e encostos portáteis. Não se esqueça de avaliar a iluminação, que não deve ser nem fraca demais e nem forte demais (já pensou que coisa insuportável ficar exposto a uma iluminação branca extremamente forte por horas?), mas sim o suficiente para que você não precise forçar a vista para fazer as leituras e nem tenha dores de cabeça por conta da intensidade. O espaço em que você vai estudar não tem uma iluminação legal? Sem problemas! Você

Pandemias históricas para usar na redação É, minha gente, não teve jeito, o tão temido Coronavírus chegou aqui e colocou muitas pessoas diretamente dentro de casa por tempo indeterminado. Trouxemos Pandemias históricas para usar na redação. Mas nada de nos desesperar, pois, por mais apreensivos que estejamos a respeito do que vai acontecer no futuro, sempre podemos usar o momento de “pausa” para algo útil. Pensando em toda a situação que temos vivido, separamos para vocês um pequeno passeio pela história, apontando quais pandemias, além do Coronavírus, também podem ser usadas na sua redação. Venha ver Pandemias históricas para usar na redação. De modo geral, as pandemias podem ser incluídas em produções de texto que tenham relação com os temas: – Saúde pública; – Higiene pessoal e impacto na saúde geral; – Sistema de saúde do Brasil; – Desigualdade social; – Avanços tecnológicos; – Importância da vacinação; – Saneamento básico; – Retrocesso na economia; – Desemprego; – Pesquisa científica no Brasil; – Relações familiares; – Conscientização popular; – Desabastecimento alimentar; – Manipulação das informações pelas mídias de massa; – Fake news; – A condição do idoso no Brasil. Ufa! Viu só como as pandemias podem ser exploradas a partir de variadas perspectivas? Além disso, um argumento de fundo histórico atribui sempre muita força ao texto, pois ele é inquestionável. Coração preparado para conhecer as maiores pandemias históricas? Data: Segunda metade do século XIV. Local de origem: China. Locais atingidos: Ásia e Europa. Número de mortos: Estimado entre 75 a 200 milhões. Você já deve ter ouvido falar na Peste Negra ou Peste Bubônica, já que é quase impossível passar pelas aulas de História e não conhecer um pouco mais sobre essa doença que assolou o mundo. Segundo especialistas, a doença espalhou-se para outro continente por conta do comércio marítimo, mais precisamente por causa dos ratos e das pulgas que viviam nas embarcações e que carregavam o bacilo infectado neles. Os tripulantes, durante a viagem e devido às péssimas condições de saneamento básico e de saúde e higiene gerais, quando mordidos pela pulga, acabavam contaminados pela Peste Negra. A população, ao ter contato com as pulgas que estavam impregnadas nas próprias mercadorias trazidas pelas embarcações, também contraía a doença facilmente. Mais tarde, com a disseminação da doença, ela se tornou viral, ou seja, transmitida por meio de espirros e gotículas de saliva, algo semelhante ao que vemos com o Coronavírus atualmente. Os sintomas comuns da Peste Negra eram inflamação das glândulas linfáticas, inchaço (também conhecidos como “bubões”, por isso o nome “bubônica”) e manchas negras na pele (o que também originou o nome). Com a evolução da doença, a infecção atingia o sangue, que causava a morte do portador. A morte, extremamente dolorosa, acontecia no período entre dois a cinco dias após a infecção. De acordo com os percentuais, um terço da população europeia foi morto pela Peste Negra. Data: 1918-1919. Local de origem: Estados Unidos (possivelmente). Locais atingidos: Ásia, Europa, América Central, América do Sul, América do Norte. Número de mortos: Cerca de 50 milhões (30 mil apenas no Brasil). Já sei, já sei. Neste momento você deve estar se perguntando: Mas se a gripe teve origem nos Estados Unidos, por que se chama Gripe Espanhola? Mesmo após alguns meses de contágio, o governo espanhol foi o primeiro a notar que a gripe em questão não era simples, mas sim uma doença grave, daí o nome. Não se sabe exatamente até hoje o que originou a doença. O que se concluiu é que ela é uma mutação da Influenza, o mesmo vírus da gripe comum. A Gripe Espanhola espalhou-se continentes afora via contato humano (espirros, tosse e gotículas de saliva), principalmente porque neste momento muitos soldados estavam retornando a seus países após a Primeira Guerra Mundial. Seus principais sintomas eram dor de cabeça, febre, cansaço e mal-estar na fase inicial. Com a evolução da doença, surgiam manchas no rosto, tosse com sangue e hemorragias. Até mesmo o presidente do Brasil, Rodrigues Alves, faleceu em decorrência da doença. De acordo com os números, a Gripe Espanhola matou mais homens do que a Primeira Guerra Mundial, muito pela falta de tratamentos adequados à doença. Data: 1957-1958. Local de origem: China. Locais atingidos: Ásia, Europa, África, Oceania, América do Norte (Estados Unidos). Número de mortos: Estimado em 2 milhões. A Gripe Asiática espalhou-se rapidamente (cerca de dez meses) para diversos continentes e a principal causa foram as movimentações humanas por terra e pelo mar. Mesmo com tecnologia mais avançada com relação à detecção de doenças, a ciência não foi rápida o bastante para combater ou tratar o vírus eficazmente. Os principais sintomas da Gripe Asiática são os mesmos da gripe comum, porém potencializados a tal nível que levavam à morte. Data: 1968-1969. Local de origem: Hong Kong. Locais atingidos: Ásia, Europa e Oriente Médio. Número de mortos: Cerca de 3 milhões Mais uma variação do vírus Influenza foi capaz de arrasar vidas em outra pandemia. Com transmissão por meio das aves, principalmente aquelas que eram criadas sem nenhuma higiene em seu local de habitação, a Gripe de Hong Kong também tem sintomas semelhantes à gripe. Num contexto de globalização, os voos internacionais foram inicialmente bastante responsáveis na transmissão da doença. Já as transmissões locais, aconteciam por meio de contato humano. Data: Registrada pela primeira vez em 1976. Local de origem: Sudão e República Democrática do Congo (casos simultâneos). Locais atingidos: África e América do Norte (Estados Unidos). Número de mortos: Estimado em cerca de 30.000. Com taxa de mortalidade entre 25 e 90%, o Ebola tem sua maior concentração nos países do continente africano. Sua origem está no contato com chimpanzés, gorilas, macacos, morcegos, antílopes e porcos-espinhos contaminados. Já na fase de evolução, o Ebola pode ser transmitido por meio do contato com sangue, secreções e demais fluídos corporais. Como os sintomas não são específicos, o diagnóstico da doença é mais complicado, porém, as manifestações costumam ocorrer entre 2 e 21 dias após o contágio. Registram-se como sintomas comuns: – Febre; –

É claro, ninguém está feliz ou tranquilo diante de toda a situação que temos vivido no Brasil por conta da pandemia do Coronavírus. Sabemos que o isolamento é importante, mas traz uma série de questões relevantes relativas a ele. Porém, mesmo vivendo num contexto bastante desconfortável para todos, algumas instituições resolveram fazer algo para ajudar as pessoas que estão reclusas em casa e lançaram ou liberaram cursos gratuitos. Todos os cursos acontecem totalmente on-line, a maioria sem restrição de idade e com cadastro bastante simplificado. Alguns inclusive disponibilizam certificados ao fim (sempre verifique se a certificação também é gratuita, pois isso pode variar). Vamos conhecer as melhores opções que estão disponíveis para nós? Fundação Bradesco (ev.org) A Fundação Bradesco já é bastante tradicional quando falamos de cursos on-line gratuitos, pois, antes mesmo da pandemia, ela já oferecia opções de qualidade a todos os interessados. Os cursos abrangem diversas áreas, mas, como aqui estamos pensando no ENEM e nos vestibulares que estão vindo logo mais por aí, recomendamos os seguintes: – Biologia: Alimentação e saúde Esta opção é excelente para revisar a relação entre os nutrientes que compõem a nossa alimentação e o impacto direto na saúde como um todo, mas não é só isso. Muitas vezes, os temas de redação permitem uma argumentação que tenha como foco a questão da qualidade da saúde, então cursar esse módulo pode te auxiliar também no desenvolvimento do texto. O curso tem duração de 3 horas e pode ser realizado ao longo de 60 dias. – Comunicação escrita (ev.org). Quem é que já não teve dúvidas na hora de escrever um texto? Sejam elas no campo da ortografia, pontuação ou gramática, tem horas que parece que as regras da Língua Portuguesa nos dão um nó na cabeça. Pensando nas dificuldades habituais de nossa língua, a Fundação Bradesco disponibilizou este “cursão” com 40 horas de duração. Nele, você poderá revisar os principais pontos da análise morfológica, sintática, pontuação, ortografia, estilística e ainda ficar por dentro de vez das alterações trazidas pelo último acordo ortográfico. O prazo para a conclusão do curso é de 60 dias a partir da data de inscrição. – Língua Portuguesa sem complicações Esta opção é mais resumida que a anterior, pois a carga horária total é de 20 horas. O foco é exclusivamente nas maiores dúvidas que o usuário da Língua Portuguesa tem ao colocá-la em prática. Diferentemente do curso Comunicação escrita, o Língua Portuguesa sem complicações propõe discussões também com relação à versão oral, o que é ótimo, pois te possibilita pensar mais aprofundadamente sobre os variados níveis de linguagem. Um destaque para o módulo de Coesão e coerência textuais, elementos fundamentais para uma redação de nota máxima em qualquer tipo de avaliação. O prazo para conclusão dos conteúdos também é de 60 dias. – Oficina de Língua Portuguesa (Gramática) As regras gramaticais estão te fazendo tomar um analgésico para dor de cabeça semanalmente? Chega de gastar dinheiro com Ibuprofeno e bora resolver essa confusão aí. O curso é bastante focado nas regras da sintaxe, tanto no período simples, quanto no período composto (subordinação e coordenação). Além disso, esta opção traz no primeiro módulo um conteúdo bastante interessante sobre interpretação e compreensão de frases, orações e períodos. A carga horária é de 16 horas e o prazo para cumprimento é de 60 dias, assim como os demais cursos que já sugerimos. – Técnicas de Redação. São só 10 horinhas de dedicação que certamente vão te ajudar a relembrar a estrutura dos principais tipos de texto cobrados em vestibulares. O curso trabalha com os gêneros jornalísticos, o dissertativo-argumentativo (tipo de texto requerido pelo ENEM e pela grande maioria dos vestibulares) e com elementos de progressão textual. Como um plus, o último módulo é dedicado ao estudo da intertextualidade, o que vai te ajudar a entender melhor os textos motivadores das redações. O prazo para cumprimento você já sabe qual é: 60 dias. A Fundação Bradesco ainda oferece cursos gratuitos em diversas áreas, como Geografia, Química, Inglês e Física. Se você se interessa ou precisa estudar mais sobre esses temas, corra pra lá já. Fundação Getúlio Vargas- FGV A FGV tem um foco maior em cursos gratuitos nas áreas da Administração, Finanças e Direito, mas há dois cursos em especial que gostaríamos de destacar para vocês. – Introdução à comunicação na era digital (educacao executiva fgv). A linguagem digital tem sido amplamente cobrada em questões de diversos vestibulares nos últimos anos, por isso, conhecer sua estrutura é muito importante para quem está se preparando para uma grande prova. Para que você tenha uma percepção melhor sobre a importância da linguagem digital, algumas gramáticas e sistemas de ensino apostilados já têm incluído o estudo dessa variante a partir do material do 6º ano. O curso não traz a duração prevista em seu cronograma, há 4 unidades disponíveis e nenhuma restrição de idade. – Quiz: Jogo das Regras Ortográficas- Reconhecendo Texto e Contexto Precisando treinar um pouco mais as palavras que foram alteradas por conta do último acordo ortográfico? Esta é a opção certa para você. O quiz contém uma pequena base teórica, seguida de muita prática por meio de exercícios variados. A conclusão do curso, apesar de não haver carga horária prevista, é rapidinha, rapidinha e com certeza você terminará o módulo escrevendo melhor e com menos dúvidas sobre uso do hífen e acentuação gráfica. Universidade de São Paulo Por meio a plataforma Coursera, a USP disponibilizou durante o período de isolamento social e suspensão das aulas 17 cursos on-line gratuitos. Caso você deseje ter a certificação ao final, há uma taxa a ser paga, porém, o acesso ao curso é gratuito. Os cursos estão disponíveis gratuitamente até 30/04. Nossas sugestões para vocês são: – Mapas conceituais para aprender e colaborar (coursera). Os mapas conceituais (ou mentais) têm sido muito usados como estratégias para resumir conteúdos. Quer aprender a fazer mapas conceituais mais eficientes? Clica no link aí acima então. O curso é totalmente on-line, de nível iniciante (não requer conhecimentos prévios

As vivências das mulheres trans no Brasil CONFIRA O TEMA COMPLETO CLICANDO AQUI! O tema desta semana foi bastante inspirado na polêmica envolvendo a entrevista realizada entre o doutor Drauzio Varella e a mulher transgênero Suzy de Oliveira. As vivências das mulheres trans no Brasil. A reação da sociedade diante da entrevista trouxe à tona a importância de se discutir mais aprofundadamente sobre a situação das mulheres transgênero no Brasil. Não poderíamos deixar de indicar a vocês a matéria da Istoé para que vocês entendam um pouco melhor sobre a situação que desencadeou toda essa polêmica. É só acessar o link a seguir e ler a matéria completa Isto é Também é nossa obrigação enquanto instituição educativa salientarmos que a situação das mulheres transgênero vai muitíssimo além da polêmica envolvendo o doutor Drauzio Varella e é exatamente isso que nos interessa no tema da semana. Esperamos que as sugestões a seguir possam te ajudar a enxergar de forma um pouco mais realista as dificuldades e os enfrentamentos pelos quais as mulheres transgênero passam no Brasil. Artigo científico sobre o modelo legítimo de mulher. Disponível em: WWC 2017 / Acesso em 18/03/2020. Antes de tudo, é essencial que você entenda quais são as classificações de mulher transgênero e este artigo científico, que foi, inclusive, publicado enquanto referência sobre o tema, trata exatamente sobre isso. Por se tratar de um artigo científico, você encontrará nele os pareceres de vários especialistas sobre o tema, além de muitas referências bibliográficas caso queira se inteirar ainda mais a respeito do assunto. Matéria on-line sobre a visão psicológica da transgeneralidade. Disponível em: Mundo Psicólogos / Acesso em 18/03/2020. A matéria é curta, mas muito rica em informações. Nela, especialistas da área da Psicologia analisam a transgeneralidade sob esse ponto de vista, de forma científica, imparcial, explicando quais são os sinais da transgeneralidade e como eles se manifestam. Resumo on-line sobre Caitlyn Jenner. Disponível em: Ego – globo / Acesso em 18/03/2020. Talvez você nunca tenha ouvido falar em Caitlyn Jenner, mas essa mulher trans é uma referência importante quando tratamos da transgeneralidade e por isso resolvemos trazer um pouco da história dela aqui. Além de ler a história e ver as fotos, é fundamental que você também leia os comentários deixados por leitores na matéria e analise como uma parte da população brasileira enxerga a situação. Artigo de revista científica on-line sobre a violência contra as mulheres transgênero. Disponível em: Revista Univap / Acesso em 18/03/2020. Um dos principais problemas enfrentados pelas mulheres transgênero é a violência, que atinge as mulheres de um modo geral e mais ainda as que fazem a opção pela transgeneralidade. Neste artigo de revista científica, você consegue ter acesso a índices e outros dados relevantes que vão te auxiliar a compreender melhor a questão da violência. Artigo on-line sobre os processos de documentação da violência sofrida pela mulher trans. Disponível em: Onu mulheres / Acesso em 18/03/2020. O artigo é da ONU Mulheres, só isso já confere a seu conteúdo credibilidade suficiente. Você sabia que o dia 25 de janeiro é o Dia Laranja pelo Fim da Violência contra as Mulheres e Meninas? Não? Pois é, há um dia específico no calendário para marcar essa luta que acontece o ano inteiro. Além de saber mais sobre o movimento #DiaLaranja, você ainda poderá ler o depoimento de Bruna Benevides, mulher trans e ativista que tem lutado pelo fim dos assassinatos e da violência contra transexuais e travestis. Artigo sobre a vida de mulheres trans no Brasil. Disponível em: Correio Braziliense / Acesso em 18/03/2020. Ninguém melhor para falar sobre uma condição de vida do que a própria pessoa que vive diariamente essa vida e é esse conteúdo que o artigo do Correio Braziliense nos proporciona. Sugerimos que você reserve um tempo a mais para ler esse artigo, pois ele é repleto de informações e vale a pena ser lido com toda a atenção possível. Vídeo documentário do programa Profissão Repórter sobre transgêneros. Disponível em: Profissão Repórter 01/08/2018 Transgêneros / Acesso em 18/03/2020. É claro que não iríamos nos esquecer de você que ama um videozinho do YouTube. Você já deve conhecer a proposta do programa Profissão Repórter. Nele, jornalistas acompanham alguns dias na vida de pessoas que estão relacionadas ao tema do episódio. Dessa vez, os repórteres estão acompanhando transgêneros e mostrando de forma bastante íntima sua vida e dificuldades diárias. Vídeo sobre o preconceito no sistema carcerário. Disponível em: Entre Grades e Preconceito – Parte 1 | Conexão Repórter (28/05/18) / Acesso em 18/03/2020. Nesta sugestão, a reportagem foi feita pelo programa Conexão Repórter (que tem uma ideia bastante semelhante ao Profissão Repórter, aliás), mas o tema é um pouco mais específico: a matéria fala sobre o preconceito sofrido por gays, transgêneros e transexuais quando estão sob regime penitenciário. Mais uma vez, leia os comentários, eles também são super úteis na compreensão sobre como essa situação é encarada pela sociedade. Vídeo sobre mulheres transgênero no esporte. Disponível em: Tiffany e transsexuais no esporte / Acesso em 18/03/2020. Há muitas outras discussões pertinentes quando falamos sobre o universo da transgeneralidade e não poderíamos deixar de fora as competições esportivas. No vídeo, há a discussão sobre esse tema e mais especificamente a respeito da coerência da participação de mulheres transgênero em algumas modalidades esportivas e o quanto isso é justo ou não. De novo: leia os comentários! Vídeo sobre ações de proteção a mulheres transgêneros no sistema carcerário. Disponível em: Cadeia na capital se destaca pelo respeito a detentas transexuais / Acesso em 18/03/2020. Bom, mas nem só de preconceito e violência vive o mundo da transgeneralidade, felizmente, temos exemplos positivos a citar (poucos, mas honrosos). Um deles é sobre um centro de detenção em São Paulo que tem se destacado pelo respeito e pelas iniciativas dirigidas às mulheres detentas transgênero. No próximo link, você também pode conferir mais uma ação positiva no sentido do respeito e proteção à comunidade LGBT: Presídios criam celas especiais para população LGBT / Acesso em 18/03/2020. Após

A condição das mulheres transgênero Leia os textos motivadores abaixo para redigir um texto dissertativo-argumentativo sobre A condição das mulheres transgênero. Texto 1 Mulheres transgênero e transexuais poderão ter proteção da Lei Maria da Penha, aprova CCJ Fonte: Agência Senado Mulheres transgênero e transexuais poderão contar com a proteção da Lei Maria da Penha (Lei 11.340, de 2006). A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) aprovou, nesta quarta-feira (22), o Projeto de Lei do Senado (PLS) 191/2017, que amplia o alcance da norma e, com isso, pretende combater a violência contra pessoas que se identificam como integrantes do gênero feminino. O texto é terminativo na comissão e, se não houver recurso para análise em Plenário, segue para a Câmara dos Deputados. A relatora, senadora Rose de Freitas (Pode-ES), recomendou a aprovação da proposta, de autoria do ex-senador Jorge Viana. “Somos pela conveniência e oportunidade de se estender aos transgêneros a proteção da Lei Maria da Penha. De fato, já se localiza mesmo na jurisprudência decisões nesse exato sentido. Temos que efetivamente é chegado o momento de enfrentar o tema pela via do processo legislativo, equiparando-se em direitos todos os transgêneros”, considerou Rose no seu parecer. Durante a votação, o senador Fabiano Contarato (Rede-ES) lembrou que o Congresso precisa enfrentar as pautas de costume e tratar de questões como a LGBTfobia, a qual “já passou da hora de ser criminalizada”. Ele lembrou que o Supremo Tribunal Federal (STF), que retomará o julgamento da questão na próxima quinta-feira (23), só o faz porque o Parlamento se omite. A população transgênera merece nosso total respeito, porque está sendo violada em seus direitos há muito tempo — disse. A proposta lembra que o Brasil é o país com maior índice de violência contra pessoas lésbicas, gays, transexuais e transgêneros. O Relatório de Assassinatos LGBT no Brasil, organizado pelo Grupo Gay da Bahia, mostrou que, só em 2016, foram mais de 320 mortes. O número de agressões é maior quando se trata das mulheres transexuais e transgêneras, que são aquelas que não nasceram biologicamente com o corpo feminino, mas que se entendem, agem e se identificam como mulher. A Lei Maria da Penha é considerada uma medida ideal de política pública de combate à violência contra a mulher. Uma pesquisa do Datafolha encomendada pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública mostra que 29% das mulheres no Brasil já sofreram algum tipo de violência física ou verbal. Votos em separado Durante a tramitação na CCJ, o PLS 191/2017 recebeu dois votos em separado dos senadores Marcos Rogério (DEM-RO) e Juíza Selma (PSL-MT) — pela rejeição da proposta. O argumento de ambos é o de que a mudança pretendida na Lei Maria da Penha desvirtua a proteção pensada para a mulher. A alteração legal almejada pelo PLS 191/2017 redundará em completa deturpação dos propósitos da Lei Maria da Penha, uma vez que esta foi idealizada justamente com base na desigualdade de gênero entre homens e mulheres — afirmou Marcos Rogério. Juíza Selma ponderou que modificações na norma devem ser feitas com a maior cautela sob o risco de prejudicar a proteção da mulher em situação de vulnerabilidade. A real intenção da Lei Maria da Penha foi de determinar, taxativamente, que somente a mulher, em face de sua fragilidade biológica natural perante o sexo masculino, pode ser resguardada pelos seus efeitos — sustentou a parlamentar. O senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE), apesar de reconhecer o mérito da iniciativa de proteção às transgêneras, defendeu que essa iniciativa não deve estar vinculada à legislação específica para as mulheres, mas sim a uma outra que trate da LGBTfobia. Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado) Texto 2 Brasil registrou 124 assassinatos de pessoas transgênero em 2019. Dados são divulgados no Dia Nacional da Visibilidade Trans. Em 2019, pelo menos 124 pessoas transgênero, entre homens e mulheres transexuais, transmasculinos e travestis, foram assassinadas no Brasil, em contextos de transfobia. Os dados estão no relatório da Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra) divulgado hoje (29). De acordo com organização, em apenas 11 dos casos os suspeitos de terem cometido os crimes foram identificados. No relatório, a Antra faz um alerta também para o problema da subnotificação já que a real motivação dos crimes nem sempre é explicitada. O relatório aponta que, em 2018, foram registrados 163 assassinatos. Já em 2017, foram 179 casos. De acordo com a associação, a redução dos números não representa exatamente uma queda nos índices de violência contra essa população. Para a Antra, existe aumento da subnotificação das ocorrências. Os dados mostram ainda que, a cada dia em 2019, 11 pessoas transgênero sofreram agressões. A mais jovem das vítimas assassinadas tinha 15 anos de idade, encaixando-se no perfil predominante, que tem como características faixa etária entre 15 e 29 anos (59,2%) e gênero feminino (97,7%). A desigualdade étnico-racial é outro fator em evidência, já que 82% das vítimas eram negras (pardas ou pretas). Em números absolutos, o estado que apresentou o mais alto índice de homicídios foi São Paulo, com 21 homicídios, quantidade 66,7% superior ao registrado no ano anterior (14). O território paulista se destaca como um dos quatro que se tornaram mais violentos para pessoas transgênero, em 2019, ao lado de Pernambuco, Rondônia e Tocantins, e também lidera o ranking quando o período de 2017 a 2019 é considerado. Em segundo lugar na lista de 2019, está o Ceará, com 11 casos. Em seguida, vêm Bahia e Pernambuco, com 8 casos, cada; Paraná, Rio de janeiro e Rio Grande do Sul, com 7 casos, cada; e Goiás com 6 casos. Amazonas, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso e Paraíba empatam com 5 casos; Espírito Santo, Pará e Rio Grande do Norte, com 4; Alagoas, Rondônia e Tocantins, com 2; e Mato Grosso do Sul, Roraima, Sergipe e Piauí, com 1. Para combater os crimes contra pessoas transgênero, a associação cita exemplos de ações que podem ser adotadas como campanhas de prevenção à violência, denúncias que possam enfrentar a impunidade e a omissão, e a efetivação da decisão do

CONFIRA O TEMA COMPLETO CLICANDO AQUI! Sororidade, um substantivo feminino bastante novo, mas que já tem dado muito o que falar, principalmente por conta da presente edição do Big Brother Brasil, televisionado pela Globo. Muita gente já não assistia ao Big Brother há anos, mas, por conta de toda a polêmica, tendo, de um lado, um grupo de homens extremamente machistas e de outro, mulheres esclarecidas, que não aceitaram algumas atitudes e se juntaram contra eles. Já sabe o que aconteceu, né? A divisão dos participantes em dois grupos bastante distintos causou muita polêmica nas redes sociais e na mídia em geral e o assunto da sororidade, do Girl Power e do feminismo, que estão presentes nas discussões sociais, ganharam ainda mais espaço. Nossa proposta da semana, muito por conta do Dia das Mulheres, comemorado no último dia 08, foi inspirada em todo o destaque que essa discussão tem recebido. Vamos conhecer um pouco mais sobre o assunto? Matéria on-line sobre o significado do termo sororidade e as formas de praticá-la. Disponível em https://www.uol.com.br/universa/noticias/redacao/2018/04/01/o-que-e-sororidade-e-como-pratica-la.htm / Acesso em 09/03/2020. Esse texto compôs nossa proposta de redação, porém de forma editada devido ao seu tamanho. Sugerimos a leitura na íntegra, pois a matéria traz informações que não podem passar despercebidas. Na página do UOL, você verá que a matéria sobre sororidade está inserida na aba de “Direitos da Mulher”, por isso, mais do que uma discussão originada por um pequeno grupo, a sororidade faz parte de um leque muito mais amplo de temáticas. O texto explica sobre a origem do termo sororidade e acrescenta a definição de mulheres que são referência no assunto. Com certeza, você conseguirá ampliar seus conceitos sobre o tema com essa leitura. Site do movimento Vamos Juntas? Disponível em https://www.movimentovamosjuntas.com.br/ Acesso em 09/03/2020. Se você leu a matéria sugerida acima, certamente viu o depoimento da jornalista Babi Souza e sabe que ela fundou o movimento Vamos Juntas? O Vamos Juntas? nasceu de uma ideia simples, a partir de uma situação cotidiana, mas pela qual todas as mulheres já devem ter passado. Você pode saber mais sobre a inspiração para o movimento na aba “O Vamos Juntas?” do próprio site. Há, inclusive, o livro do Vamos Juntas? que foi batizado como o guia da sororidade para todas. No site, você também pode conferir vários índices bacanas sobre o tema e verificar em quais meios o Vamos Juntas? contribui com seus artigos Matéria on-line do G1 sobre o feminismo no Big Brother Brasil. Disponível em: https://g1.globo.com/pop-arte/noticia/2020/03/04/sororidade-denuncias-de-assedio-e-mais-homens-eliminados-como-bbb-se-tornou-mais-feminino.ghtml / Acesso em 09/03/2020. Não acompanha o Big Brother Brasil, mas quer entender o que o feminismo e a sororidade têm a ver com essa edição? O G1 fez um resumo bastante eficiente sobre o assunto. Não, a intenção não é que você vire fã da atração global, mas sim que você compreenda que, mesmo em meios em que a sororidade parece não ter nenhuma relevância, ela é sim fundamental. Livro O feminismo é para todo mundo: Políticas arrebatadoras, de Bell Hooks. Disponível em todas as livrarias on-line. Dizer que este é livro é simplesmente incrível é, na verdade, reduzir a qualidade dele. Bell Hooks faz uma análise brilhante sobre o que é o feminismo na prática. E pode ter certeza: é muito mais do que andar por aí com um cartaz ou mãos. Além de explicar a fundo o que é o movimento feminista (inclusive sob um viés histórico) e sua importância no mundo atual, a autora ainda propõe formas para que ele seja colocado em prática de verdade, com objetivos reais. Se o assunto do feminismo te interessa, esta leitura é obrigatória, independentemente da proposta da redação semanal. Livro Um Caminho para a Liberdade, de Jojo Moyes. Disponível em todas as livrarias on-line. Capa linda, conteúdo lindo, mensagem linda. Que Jojo Moyes é incrível na criação de suas personagens, já sabemos (não leu nada dela ainda? Então corre o mais rápido que puder para o primeiro site de livraria on-line e encomende um exemplar para chamar de seu), mas as personagens de Um Caminho para a Liberdade são insuperáveis. Baseado em fatos reais, o enredo se centra numa cidade extremamente tradicionalista dos Estados Unidos, com muitas carências sociais e na qual as mulheres só podem desempenhar dois papéis: esposa e mãe. Mas um grupo de mulheres (que são feministas e praticam a sororidade sem nem saberem disso), montadas em seus cavalos, decide explorar montanhas para levar a toda comunidade livros da biblioteca itinerante e, pode ter certeza, o poder da leitura, como sempre, muda tudo e todos. A leitura é deliciosa e a história é daquele tipo que você quer ler só mais uma página e depois só mais outra, e outra, e outra… Matéria on-line sobre a relação entre sororidade e feminismo. Disponível em: https://www.purepeople.com.br/noticia/empoderamento-feminismo-e-sororidade-veja-a-importancia-dessas-palavras-no-dia-da-mulher_a218729/1 Acesso em 09/03/2020. Muito bem, já compreendemos o que é feminismo e o que é sororidade, mas como esses dois conceitos se relacionam na prática? Seria isso apenas mais uma modinha, como tantas que já vimos surgir na mídia e nas redes sociais? A matéria da Pure People se propõe a discutir tudo isso. Além do mais, você vai ficar por dentro de algumas novidades sobre o tema ao ler este artigo. Matéria on-line sobre o movimento Girl Power. Disponível em: https://medium.com/@iisawestphalen/girl-power-uma-nova-gera%C3%A7%C3%A3o-de-empoderamento-feminino-df03803e5587 / Acesso em 09/03/2020. Lá no comecinho de nosso roteiro citamos que o Big Brother Brasil reacendeu as discussões em torno do movimento Girl Power. Você já deve ter visto por aí mulheres vestindo uma camiseta branca com a frase Girl Power na frente e uma rosa vermelha, mas você realmente sabe o que é o movimento? A matéria do site Medium, além de explicar alguns fundamentos do movimento, ainda traz mulheres reais que vivem os princípios e incentivam a prática do Girl Power. É muito interessante ver como mulheres tão diferentes juntam-se em torno de um mesmo movimento. Abordar assuntos que envolvam o feminismo e a sororidade normalmente é bastante difícil, pois o termo está repleto de preconceitos e ideias inadequadas,

Leia os textos sobre o tema que estão na sequência e após escreva a produção textual sugerida ao final. Texto 1 O que é sororidade? Entenda seu significado e como praticá-la no dia a dia Nos últimos anos, uma palavra nova – que ainda nem está no dicionário da língua portuguesa- ganhou atenção, principalmente com a ajuda da internet: a sororidade. Esse termo, que tem tudo a ver com o feminismo, ainda causa certo estranhamento para quem não está familiarizado com ele, porém, o seu significado, de maneira simplificada, fala sobre a solidariedade entre as mulheres. […] Empatia, solidariedade, companheirismo, respeito? Todos esses termos são citados ao procurarmos pelo significado de sororidade. Em sua origem, o prefixo soror significa “irmã” em latim, fazendo referência à irmandade entre mulheres. “Como diz Malala Yousafzai, ‘sozinha minha voz é apenas uma voz’, ou seja, se nós estamos juntas, temos mais força. Percebo cada vez mais isso lendo os relatos do Vamos juntas?, se uma mulher é assediada no ônibus, por exemplo, e ela fala algo sozinha, ninguém dá atenção e ela é desacreditada. Porém, se as mulheres que estão em volta dela também compram a briga e a ajudam, outras pessoas começam a acreditar no que ela está falando. Precisamos da voz de todas para que a gente tenha essa força”, explica a jornalista e fundadora do movimento Vamos juntas?, Babi Souza. Para Babi, a sororidade também funciona como um antídoto à ideia de que devemos competir com as outras mulheres e que não podemos ser amigas: “Fomos criadas em uma sociedade que nos ensinou que devemos nos odiar, que precisamos ter uma roupa mais bonita que a fulana e que precisamos estar mais bem colocadas no mercado de trabalho do que ela. Não podemos dar força à essa ideia de competição, por isso a sororidade é tão importante”. […] Fonte: uol Acesso em 09/03/2020. Texto 2 Sororidade: pra não fazer o Prior, os homens precisam conhecer o conceito Nesta edição do BBB estamos testemunhando um fenômeno inédito: mesmo quem não gosta do reality tem acompanhado em outras mídias a repercussão dos assuntos mais polêmicos da casa. Machismo, importunação sexual e assédio têm sido pautas recorrentes motivadas pelo programa. Os embates ligados ao feminismo que surgem lá têm reverberado com força aqui fora. Para se ter uma ideia desse impacto, no último domingo (9) um diálogo entre os participantes fez com que as buscas pelo significado de sororidade disparassem no Google. […] “Sororidade é a luta política que você faz junto com as outras mulheres” “As mulheres têm que se apoiar e estar juntas porque a sociedade patriarcal nos desmobiliza. Faz a gente se odiar, faz a gente ficar longe umas das outras e valorizar apenas nossos relacionamentos com homens, e não com mulheres. Sororidade não quer dizer estar num grupinho em que todo mundo tem que se amar e onde todas são amigas. Não é sobre isso. Mas, sim, sobre a luta política que você faz junto com as outras mulheres. Vocês não precisam, necessariamente, ser amigas, sair juntas e tudo isso como se fosse só uma questão de amizade. O mundo machista e patriarcal colocou umas contra as outras porque, pro machismo, quanto mais a gente estiver afastada, melhor, porque a gente não vai se comunicar e entender as questões que a gente tem em comum”, expõe Isabela. Para Cinthya Lima, professora de Filosofia, Sociologia e Ética, para entender a sororidade “basta refletirmos sobre fraternidade, união, laço e respeito. Seria basicamente pensarmos numa perspectiva de mundo onde as mulheres tenham comportamentos e práticas sempre cultivando bem querer, apoio e senso de união. Isso colocaria as mulheres numa ‘versão comunitária’ dentro da sociedade, onde a competitividade seria substituída por instintos e práticas mais éticas, empáticas, respeitosas e repletas de alteridade”. “Como homem, é dever moral dele (Prior) conhecer os limites da equidade” A professora analisa ainda que a ignorância de Prior sobre o tema é um alerta. “Ele é o reflexo da proposta de educação que o novo modelo político defende. Um indivíduo que não consegue perceber o mundo fora da caixa em que vive. Como homem, é dever moral dele conhecer os limites da equidade. Como profissional, falta capacitação e habilidades para compreender o universo feminino plural – afinal ele também é arquiteto de projetos femininos. No geral, escolas e universidades ainda falham muito na construção desses saberes e, principalmente, das habilidades socioemocionais. Prior é o reflexo do modelo de educação que promove muitos ‘fazedores’ e poucos pensadores.”. Fonte: blog da morango Acesso em 09/03/2020. Texto 3 Fonte: uol Acesso em 09/03/2020. Com base nos textos lidos e considerando seus conhecimentos sobre o assunto, redija uma dissertação argumentativa, na modalidade padrão da Língua Portuguesa, com tamanho máximo de 30 linhas, sobre o tema: Sororidade e união entre as mulheres. CONFIRA REPERTÓRIOS PARA ESTE TEMA CLICANDO AQUI! Leia também: Tema de Redação: Mulheres na política brasileira Tema de Redação: Mulheres Negras no Brasil Tema de Redação: Gordofobia e o culto ao corpo padrão Tema de Redação: A importância da representatividade no Cinema e na TV Tema de redação: Maternidade: escolha ou obrigação?

Ah, a tecnologia… Ela facilita tanto nossa vida, não é mesmo? E o melhor é que com ela temos novas formas mais práticas para estudarmos e alcançarmos todas as metas que estabelecemos para 2020. E falando em tecnologia aplicada aos estudos, os podcasts são uma excelente maneira de termos contato com várias informações de forma leve, mas eficiente. Caso você não saiba, podcasts são uma forma de programa de rádio, porém, ao contrário do programa tradicional (que tem dia e hora para ser disponibilizado ao público e costuma ser ao vivo), o podcast pode ser ouvido quando e onde você quiser. E tem mais: ele é gratuito na grande parte das vezes e só requer conexão com a internet para ser transmitido. Nossas indicações são de podcasts de temas diversos, mas todos muito úteis para que você consiga escrever aquela redação. Vamos conhecê-los? Resumov O próprio nome já é bem explicativo. O Resumov traz de forma resumida, mas com informações suficientes (o que é essencial para um bom resumo), as principais estratégias para os estudos. É uma opção muito bacana para quem precisa se organizar no cronograma, mas não sabe nem por onde começar. Além dos conteúdos sobre métodos de estudo, o podcast ainda te ensina técnicas de relaxamento, foco, atenção plena e controle da ansiedade, afinal sabemos que a forma como organizamos nossa mente é tão importante quanto a forma que organizamos os estudos. Fronteiras da Ciência Um dos pontos que mais nos preocupa na construção da nossa redação do ENEM é a defesa dos argumentos, já que para isso precisaremos do “apoio” de um fato ou da opinião de um especialista no assunto. E nisso o Fronteiras da Ciência pode ser superútil. Feito com o apoio da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, o programa reúne especialistas renomados em diferentes áreas do conhecimento para discutirem sobre os principais assuntos do momento. O melhor é que este podcast, além de informar, ainda te dá referências de como levantar pontos negativos e positivos dentro de um mesmo assunto, ou seja, é uma ferramenta incrível para ser usada durante seu período de preparo. Xadrez Verbal Já se o que mais te preocupa é a questão das atualidades, o Xadrez Verbal pode ser seu grande amigo até a data da prova (e depois também, claro). O objetivo central do programa é tratar dos assuntos mais importantes no Brasil e no mundo, o que engloba atualidades e política, mas não é só isso. Assim como o Fronteiras da Ciência, especialistas em segmentos diversos também participam do podcast dividindo sua visão com os ouvintes. Durma Com Essa Esta sugestão é especial para quem tem pouco tempo disponível para estudar. Podcast do jornal eletrônico Nexo, o Durma Com Essa tem o objetivo de informar, de maneira rápida e objetiva, sobre os principais acontecimentos nacionais e internacionais. O diferencial do programa é que sua concentração é na notícia em si, por isso, a imparcialidade é fundamental no formato em que ela é transmitida. Novamente, além de se informar, você consegue aprender quais são as estratégias utilizadas para soar imparcial e concentrar-se nos fatos, não nas opiniões e críticas a partir dos fatos. Anticast Podcast já de tradição, uma vez que foi criado em 2011, o Anticast também tem como objetivo principal informar sobre os últimos acontecimentos, mas não é só isso, pois, além de falar de política e atualidades, ele traz conteúdos sobre entretenimento, cultura pop e digital, arte e outros assuntos que podem ser de grande utilidade para quem tem uma redação importante a fazer pela frente. Cada tema é abordado por um especialista naquela área, então as informações são mais precisas e aprofundadas. Definitivamente, o Anticast não é um podcast que se propõe a abordar várias temáticas, mas de forma superficial e sem relevância. Muito pelo contrário! Dá Ideia Bastante focado no ENEM e nos vestibulares, o Dá Ideia traz apostas de possíveis temas de redação das provas que virão. As apostas de temas não são feitas de forma aleatória, isso porque as apresentadoras convidam especialistas em redação de grandes testes para darem seus palpites e, claro, suas justificativas. Há também uma revisão a respeito da estrutura do texto requerido nesses testes e explicações sobre como desenvolver cada um dos temas citados no programa. Projeto Redação Como já é de se imaginar, o Projeto Redação é focadíssimo na redação, apostas de temas, comentários de especialistas, revisão de estrutura e desenvolvimento de assuntos. Mas o que ele tem que os outros não têm? Simples! O Projeto Redação apresenta dados históricos, estatísticos, políticos e sociais como forma de sustentar os argumentos durante as discussões, então mais uma vez você poderá saber sobre os temas de redação mais cotados e aprender um pouco mais sobre quais são as melhores formas de sustentar seu ponto de vista. Estudão O nome não nos deixa mentir: o podcast é idealizado pelo Estadão e tem um grande foco na economia, PIB, crescimento econômico e desigualdade social. No Estudão, professores de cursinhos renomados são convidados a falar sobre assuntos diferenciados e o objetivo maior é que as explicações sejam simplificadas e de fácil compreensão para todos os ouvintes. Educacast Sua cabeça está aí fervendo só de pensar na escolha do curso universitário? Se sim, o Educacast foi pensado justamente para isso. Tendo como principais assuntos os conteúdos que mais caem no ENEM e nos vestibulares, o Educacast tem programas que discutem a respeito de escolha da carreira. A programação é feita com uma boa carga de humor (sem exageros). Como você percebeu, existem podcasts de todos os gêneros, assuntos e para todos os gostos. Isso significa que somente você pode definir qual ou quais são as melhores escolhas para a sua necessidade de estudos. Não se esqueça de que cada pessoa tem um tipo e uma velocidade de aprendizagem. Respeite sempre suas formas de aprender e te dê o tempo necessário para que os conteúdos façam sentido em sua mente. Temos certeza de que os podcasts podem ser excelentes aliados

CONFIRA O TEMA COMPLETO CLICANDO AQUI! Talvez você não reconheça o nome, já que ele é um pouco diferente mesmo, mas a alienação parental é um fato extremamente comum e com o qual você já deve ter tido alguma experiência (por ter vivido ou por acompanhar situações de outras pessoas) ou, pelo menos, já ouviu falar de um caso. Confira o Alienação parental – Repertórios! A alienação parental não é somente uma forma de demonstrar mágoa por conta de um relacionamento que acabou, usando os filhos enquanto estratégia, mas é crime e precisa ser entendido e tratado como tal. Para que você consiga desenvolver o tema de redação proposto nesta semana com mais propriedade e conhecimento (pautado em fatos e números), selecionamos algumas sugestões sobre o assunto. Vídeo do YouTube Saiba mais- Alienação Parental. Disponível em https://www.youtube.com/watch?v=PfQLVjawJrc /Acesso em 26/01/2020. Precisando entender melhor sobre o que é, de fato, a alienação parental? Afinal, esse não é, nem de perto e nem de longe, um assunto simples de se abordar. Então ótimo! Nesse vídeo, temos a explicação de um advogado especialista em direito da família com todos os detalhes que você precisa saber sobre o tema para conseguir distinguir uma situação de alienação parental. O vídeo faz parte do canal oficial do Supremo Tribunal Federal (STF), o que garante maior confiabilidade às informações transmitidas. Alguns dados podem até mesmo compor os argumentos de sua redação, uma vez que eles são oficiais. Artigo de especialista 10 coisas que você precisa saber sobre alienação parental. Disponível em https://www.rodrigodacunha.adv.br/10-coisas-que-voce-precisa-saber-sobre-alienacao-parental/ Acesso em 26/01/2020. Compreender as leis nem sempre é algo simples, não é mesmo? Por isso, recomendamos esse artigo. Nele, o autor faz uma explicação de pontos essenciais para a compreensão da lei, o que torna nosso entendimento muito mais fácil. Se você já sabe algo sobre o tema, o artigo poderá fundamentar melhor seus conhecimentos e até esclarecer alguma possível dúvida. A leitura é rápida e as informações são valiosas, ótimas para te darem uma base mais clara a respeito do assunto. Vídeo do YouTube O que é alienação parental? Disponível em https://www.youtube.com/watch?v=rMtH4UT4oOY / Acesso em 26/01/2020. Essa é mais uma sugestão para você aprender com profundidade sobre o que é alienação parental, mas há um detalhe em especial: a visão dos pais sobre o assunto. Inclusive, a mãe também é advogada e consegue falar sobre o tema analisando-o a partir de duas perspectivas diferentes. Além de saber mais sobre alienação parental, você também conseguirá ver como os argumentos são construídos a partir de um ponto de vista. Notícia e vídeo Lei de alienação parental, que tem menos de dez anos, corre risco de revogação. Disponível em https://www.migalhas.com.br/Quentes/17,MI309251,11049-Lei+de+alienacao+parental+que+tem+menos+de+dez+anos+corre+risco+de Acesso em 26/01/2020. A alienação parental não é simplesmente uma discussão que acontece na sociedade, mas sim é uma lei, porém, a lei da alienação corre risco de ser revogada. Os motivos para a possível revogação? Você conhece na notícia e no vídeo do site Migalhas. Notícia Pai que praticava alienação parental deve indenizar ex-mulher em R$50 mil. Disponível em https://www.migalhas.com.br/Quentes/17,MI278351,61044-Pai+que+praticava+alienacao+parental+deve+indenizar+exmulher+em+R+50 Acesso em 26/01/2020. Se a alienação parental é crime e constitui até mesmo lei, isso significa que há punições para quem comete tal violação. É justamente sobre um caso desse que a notícia trata, também no site Migalhas. Nela, há o detalhamento de um homem que foi julgado como culpado por alienação parental e que recebeu enquanto sentença o pagamento de R$50 mil. Artigo de revista on-line Alienação parental: entenda o que é e como prejudica as crianças. Disponível em: https://bebe.abril.com.br/familia/alienacao-parental-o-que-e-como-prejudica-crianca/ Acesso em 27/01/2020. O artigo da revista on-line especializada em bebês e na infância de modo geral, Bebê.com.br, faz um levantamento sobre as principais consequências da alienação parental para as crianças. Os resultados levam em conta os impactos psicológicos e de desenvolvimento da criança que sofre com a situação. Artigo de revista on-line Brasil: um a cada três casamentos termina em divórcio. Disponível em: https://revistacrescer.globo.com/Familia/Sexo-e-Relacionamento/noticia/2019/04/brasil-um-cada-tres-casamentos-termina-em-divorcio.html /Acesso em 27/01/2020. Um dos grandes responsáveis pela alienação parental é o divórcio, principalmente quando ele não ocorre em comum acordo. Na matéria da Revista Crescer, vamos saber um pouco mais sobre o aumento do número de casos de divórcio em nosso país e quais são as possíveis razões para isso. Artigo de especialistas Quais as diferenças entre separação e divórcio? Disponível em https://www.mundoadvogados.com.br/artigos/quais-as-diferencas-entre-separacao-de-divorcio /Acesso em 27/01/2020. Os textos motivadores desta semana afirmam que a alienação parental está intimamente ligada à questão da separação e do divórcio, mas quais são as diferenças entre os dois? Querendo entender melhor? A página Mundo dos Advogados te disponibiliza um artigo claro e objetivo sobre o tema. Matéria de revista on-line Lar com mãe ou pai solo não afeta o bem-estar da criança, conclui estudo. Disponível em https://www.mundoadvogados.com.br/artigos/quais-as-diferencas-entre-separacao-de-divorcio /. Acesso em 27/01/2020. Mas será que todos os casos de divórcio e separação, quando há filhos envolvidos, acabam em alienação parental É claro que não! E nessa matéria, também da Revista Crescer, temos relatos bem-sucedidos de filhos que são criados só pela mãe ou só pelo pai sem que haja alienação parental. Artigo Qual o papel dos pais na formação do caráter dos filhos? Disponível em https://www.marupiara.com.br/qual-o-papel-dos-pais-na-formacao-do-carater-dos-filhos/ Acesso em 27/01/2020. O artigo é curto e objetivo, mas, por meio dele, você será capaz de compreender o quanto os pais influenciam, positiva ou negativamente, na formação do caráter de seus filhos. Apesar de ser o artigo presente na página de um colégio, as informações são bastante válidas e servem para nos fazer refletir sobre quanto as opiniões dos pais determinam a forma de pensar dos filhos. Sabemos o quanto tratar de relacionamentos familiares é um assunto complexo e delicado, por isso, sugerimos que você tenha bom-senso, capacidade analítica e moderação ao escrever sobre alienação parental. Posicionar-se de forma extremamente drástica (independentemente da posição) pode dar a impressão de radicalismo e falta de empatia. Com certeza, os materiais indicados no roteiro de estudo de hoje vão te ajudar a esclarecer melhor sobre os mecanismos de funcionamento da alienação parental e suas consequências, tanto para o indivíduo

Leia e analise os textos abaixo para redigir a produção textual que se seguirá. Texto 1 O que é alienação parental? É muito difícil lidar com casos nos quais os genitores não conseguem dialogar para resolver as questões dos filhos e, com todos os tumultos oriundos da disputa pela guarda ou convivência com a criança, efeitos e consequências aparecem, sendo um deles a prática de alienação parental. Casos de alienação parental são mais comuns do que se imagina, não sendo difícil deparar-se atualmente com pais ou mães que estimulam o filho a repudiar o outro pai alienado. Nos conflitos envolvendo alienação parental, a criança deve ser protegida. Este tema é objeto de muitas discussões nos dias atuais, vez que os casos que chegam às Varas de Família são recorrentes e demandam muita cautela ao serem analisados, pois a maioria dos problemas relativos à alienação parental não é de cunho jurídico, tratam antes, de questões emocionais ou psicológicas. O psiquiatra infantil Richard Gardner foi quem criou o termo “síndrome da alienação parental”, através de estudos realizados na área da psiquiatria forense, avaliando crianças de famílias em situações de divórcio. Gardner descreveu a síndrome como sendo: “um distúrbio infantil, que surge, principalmente, em contextos de disputa pela posse e guarda de filhos. Manifesta-se por meio de uma campanha de difamação que a criança realiza contra um dos genitores, sem que haja justificativa para isso.” Entende-se, conforme mencionado acima, a alienação parental como a programação de uma criança por um dos genitores, para que passe a enxergar e idealizar o outro genitor de maneira negativa, nutrindo, a partir de então, sentimentos de ódio e rejeição por ele, e externando tais sentimentos. Embora haja questionamentos sobre o posicionamento de Gardner, para ele, a síndrome da alienação parental seria referente à conduta do filho (e o quanto ele já foi afetado pela manipulação do alienador), enquanto a alienação parental, tão somente, diria respeito à conduta do genitor que desencadeia o processo de afastamento. A Lei 12.318 de 2010 dispõe acerca da alienação parental, conceituando-a em seu artigo 2º: “Considera-se ato de alienação parental a interferência na formação psicológica da criança ou do adolescente promovida ou induzida por um dos genitores, pelos avós ou pelos que tenham a criança ou adolescente sob a sua autoridade, guarda ou vigilância para que repudie genitor ou que cause prejuízo ao estabelecimento ou à manutenção de vínculos com este 3º.” Como se pode observar, o alienador procura o tempo todo monitorar o sentimento da criança a fim de desmoralizar a imagem do outro genitor. Tal situação faz com que a criança acabe se afastando do genitor alienado por acreditar no que lhe está sendo dito, fazendo com que o vínculo afetivo seja destruído, ao ser acometido pela síndrome da alienação parental. […] Fonte: direito familiar jus brasil Acesso em 26/01/2020. Texto 2 Os números da alienação: por que falsas estatísticas prejudicam as vítimas É impossível saber ao certo ou mesmo estimar o número de filhos (menores de idade) vítimas de alienação parental. Por duas enormes razões: os processos judiciais correm em segredo de Justiça (não podem ser abertos nem em pesquisas acadêmicas, sem autorização expressa) e os conselhos tutelares são pouco procurados – e quando são procurados não alimentam o sistema de informações nacional para a criança e adolescente (SIPIA) sobre o problema. Entretanto, pessoas irresponsáveis têm tentado disseminar números absolutamente irreais para o problema. O que desacredita a luta que travamos para esclarecer a sociedade para um problema tão grave e que afeta tantas famílias. Os números oficiais do último Censo, divulgados ano passado pelo IBGE, dão conta que no Brasil existem cerca de 45 milhões de crianças e adolescentes (número referente à faixa etária de 0 a 17 anos). Só de crianças, que é o público vulnerável à alienação (adolescente já tem discernimento para distinguir a verdade da mentira), temos cerca de 39 milhões (faixa etária de 0 a 12 anos). A maior parte delas vive em famílias cujos pais são separados. As estatísticas existentes de filhos de pais separados compreendem o período 2003 a 2010. Segundo o IBGE, no Brasil existem 618.363 crianças e adolescentes (menores de 18 anos) cujos pais são separados. De acordo com o IBGE, a taxa de divórcio no Brasíl é de 1,8 para cada 1 mil pessoas. E a de separações é de 0,5 para cada 1 mil. Além disso, 40,3% são de casais sem filhos e 22% só têm filhos maiores de idade. Entre 2000 e 2010 foi de 3,7 milhões – só que a maioria (70%) é consensual. O IBGE tem uma pesquisa feita com base em registros civis que mostra que o total de casais separados judicialmente com filhos é de 428.326 no período compreendido entre 2003 e 2010 […]. Fonte: criança mppr . Acesso em 26/01/2020. A alienação parental é um problema sempre presente na realidade de nosso país. Por conta da importância do assunto, redija uma dissertação argumentativa, com tamanho máximo de 30 linhas, na modalidade padrão da Língua Portuguesa, sobre o tema Alienação Parental no Brasil. CONFIRA REPERTÓRIOS PARA ESTE TEMA CLICANDO AQUI! 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