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649 artigos publicados por Otavio Pinheiro no Blog do Redação Online.

Afinal, como gostar de estudar? Se para você essa resposta parece óbvia, fique sabendo que para muitas pessoas essa ação pode ser um fardo. Isso porque tem gente que encara os estudos como uma obrigação ou como uma saída para ser bem sucedido na vida. Quando o aluno se encontra nessa situação, dificilmente sente prazer nos estudos. Então, se você está nessas condições e tirar um tempo para estudar em casa está difícil, fique atento às nossas dicas de como desenvolver prazer nos estudos. Assim, poderá aproveitar melhor as oportunidades que tem para se aprofundar em cada conteúdo. Continue a leitura e confira as dicas! 4 Dicas para aprender a gostar de estudar Estudar pode abrir portas para uma pessoa, pois quando ela adquire conhecimento, consegue entender melhor o mundo. Além disso, com o estudo você consegue atingir oportunidades na vida que sem ele não conseguiria, como ser promovido no trabalho, passar no vestibular, ingressar em uma boa empresa, ter bons resultados nas provas da escola, entre outros. Portanto, se você quer ser um profissional reconhecido no mercado e uma pessoa mais esclarecida, precisa aprender a gostar de estudar. Por isso, como mencionamos, vamos te apresentar algumas dicas que podem ajudar nesse processo. Continue acompanhando o texto e aproveite o conteúdo. 1. Estabeleça objetivos É essencial definir objetivos para aprender a gostar de estudar, pois isso ajuda a ter um norte durante os estudos. Diante disso, pare e pense qual é a razão que te motiva a estudar e defina um objetivo geral com vários objetivos específicos. Ou seja, tenha um objetivo macro e, depois, desmembre-o em pequenas ações alcançáveis. Por exemplo, o seu objetivo geral pode ser passar no vestibular. Já os objetivos específicos, são estudar matemática, português, história, geografia, física, química, biologia, entre outros. Dessa forma, fica mais fácil estruturar os estudos, sempre que estiver debruçado nos livros saberá por que está fazendo aquilo. 2. Encontre o local de estudos A escolha do local adequado para os estudos é muito importante, pois o ambiente pode interferir diretamente na sua produtividade. Por isso, evite lugares bagunçados, desorganizados, barulhentos e escuros. Prefira ambientes bem iluminados, arejados e calmos. Dessa forma, poderá se dedicar aos estudos de maneira mais tranquila. Além disso, tente evitar distrações, como o celular, o tablet e a televisão. Também avise às pessoas da casa que precisa de privacidade naquele momento, assim não ficará sendo interrompido durante as leituras e execução dos exercícios. Leia também: Como organizar as ideias na redação do ENEM? 3. Defina metas Agora que você já sabe quais são seus objetivos de estudo, chegou o momento de estabelecer as metas. Para isso, você pode usar a técnica SMART que ajuda a definir metas específicas e mensuráveis. Lembre-se de que é importante determinar metas diárias, semanais e mensais. Para tanto, é possível usar uma planilha, um aplicativo ou uma agenda. Assim, fica mais fácil organizar as informações e seguir o cronograma no dia a dia. Além disso, não se esqueça de colocar os intervalos para fazer lanches, tomar água e ir ao banheiro. Dessa forma, você conseguirá aproveitar realmente o tempo disponível. 4. Use técnicas de estudo Você também deve escolher uma técnica para desenvolver seus estudos, nós recomendamos a Técnica de Pomodoro. Nesse caso, a cada 25 minutos de estudo (pomodoro), faça um intervalo de cinco minutos, após quatro pomodoros o intervalo é de 15 a 20 minutos. Além disso, faça uma lista do que deve estudar no dia para que você cumpra as metas. Assim, fica mais fácil organizar o seu tempo e aproveitar cada minuto para obter os resultados esperados. Lembre-se de que para isso acontecer você não pode pular as dicas de estabelecer objetivos e definir metas. 5. Faça resumo Depois de ter estudado todas as matérias de acordo com as metas estipuladas, faça um resumo de tudo aquilo que foi estudado no dia. Isso vai te ajudar a fixar os estudos. Não precisa ser um grande resumo, tenha objetividade. Esse processo é essencial para o sucesso dos estudos. Além disso, esse resumo pode ser uma boa opção na hora das provas, pois você pode utilizá-lo para estudar nos dias que antecedem aos exames. Dessa forma, não precisa retomar a leitura dos livros que tomam mais tempo. Mas lembre-se de que o resumo precisa conter as informações importantes sobre cada matéria. Leia também: Estudar com sono – Saiba como reverter essa situação 6. Divirta-se! Uma forma legal de aprender é se divertindo, assim os estudos se tornam mais interessantes. Quando estiver estudando história, por exemplo, leia como se estivesse narrando um filme ou lendo para uma criança, faça isso em voz alta. Nesse momento, vale usar a imaginação para que não fique mecânico. Mostre para você mesmo que estudar pode ser divertido. Outra coisa que pode te ajudar a aprender a gostar de estudar, é assistir a filmes ou a desenhos relacionados às matérias, escutar músicas instrumentais durante os estudos, desenhar ou resumir o conteúdo, bem como ensinar para alguém o tema estudado ou, ainda, estudar junto com outra pessoa. Nesse último caso, a troca de conhecimentos pode enriquecer ainda mais o aprendizado. 7. Tenha recompensas Você pode definir um presente para cada meta cumprida no dia, na semana ou no mês. Dessa forma, além da conquista do objetivo geral, também terá pequenos estímulos que podem impulsionar os seus estudos. Nesse caso, as recompensas podem ser um chocolate, um tempo de descanso, uma caminhada, um tempo para ver as redes sociais, entre outros ganhos. Assim, você tem mais motivação para finalizar cada meta e, ainda, transforma uma tarefa que poderia ser chata em algo mais prazeroso. Com essas dicas, você vai perceber que estudar pode ser superlegal! Mas para tudo isso, você precisa de uma motivação, então, sempre mantenha em mente o seu objetivo. Imagine-se como uma flecha indo em direção ao alvo. Não desista dos seus sonhos e lembre-se de que para obter uma grande conquista é necessário um grande esforço. Agora que você já sabe como gostar de estudar, que tal conhecer nossas dicas de produtividade nos estudos? Leia o post 5 dicas de organização para aumentar a produtividade nos estudos e aproveite os insights para melhorar a sua performance.

Saber elaborar um bom cronograma de estudos para o Ensino Médio é essencial, pois uma das maiores dificuldades dos estudantes é conseguir conciliar os estudos, trabalho e vida social. Infelizmente, sem essa ferramenta podemos ter resultados ruins nas provas, bem como apresentar uma baixa absorção dos conhecimentos. Criar uma rotina de estudos pode fazer muita diferença no seu dia a dia. Pensando nisso, neste post vamos te mostrar como montar um cronograma de estudos para você terminar o Ensino Médio preparado para fazer o Enem. Continue a leitura para aprender! Organize sua rotina Já é hora de você se dedicar ao Enem, pois a prova é daqui a alguns meses. Então, escreva num papel todos os seus compromissos e crie uma grade de horários do seu dia a dia. Coloque o horário de sua escola e do seu cursinho (se for o caso). Inclusive, se tiver atividades extras, como estágio, exercícios físicos, curso de idiomas, entre outros, anote tudo. Organizar a rotina é essencial para que você consiga saber como utilizar melhor o seu tempo. Assim, poderá dedicar a quantidade de horas necessárias para cada atividade sem deixar de descansar. Ficará mais fácil obter os resultados esperados, ou seja, obter um bom desempenho nas provas. Crie um cronograma Seu cronograma deve ser organizado em formato de calendário semanal e deve conter seis dias da semana. Então, escolha um dia do seu final de semana para descansar. A partir daí, comece a montar seus horários de acordo com os compromissos que você tem no dia a dia. Não se esqueça de incluir as atividades extras e os momentos de descanso. É importante sempre deixar um espaço no cronograma para os estudos fora da sala de aula. Pois esse momento é essencial para fixar os conhecimentos repassados pelos professores no período normal de aula, bem como para estudar temas do Enem. Por exemplo, você pode incluir as horas de estudo na escola no período da manhã e os estudos extras na parte da tarde ou vice-versa. Leia também: 5 dicas de organização para aumentar a produtividade nos estudos Separe os assuntos e as matérias O próximo passo é separar todos os assuntos e as matérias que vão cair no Enem. Lembre-se de deixar em destaque aquelas que você tem mais dificuldade. Isso porque é importante dar atenção necessária para elas, pois o Enem avalia todos as disciplinas por igual, exceto redação, que tem peso maior. Então, organize seu cronograma intercalando as áreas, como história e física, português e biologia, entre outros. Também prefira estudar as matérias mais difíceis em horários que você tem mais disposição. Assim, é possível cansar menos e poderá fixar melhor os conteúdos. Defina os horários Após separar as matérias que precisa estudar, você deve definir quais são os melhores dias e horários para incluir no seu cronograma de estudos. Afinal, quantas horas você vai se dedicar aos estudos? Lembre-se de que não pode ser de mais e nem de menos, ou seja, deve existir um equilíbrio. É muito importante delegar o mesmo tempo de estudo para cada disciplina. Além disso, a cada hora de estudo, faça um intervalo de 10 a 15 minutos. Porém, cuidado para não passar disso. Leia também: Ensino Médio e cursinho: como conciliar? Encontre o local de estudo Agora que você já sabe o que e quando estudar, escolha bem o seu lugar de estudos. Às vezes sua casa ou seu quarto não é a melhor opção para isso, pois podem haver muitas distrações. Nesse caso, você pode optar por estudar em uma biblioteca ou em um coworking. Porém, não esqueça que você pode precisar de algumas coisas durante as horas de estudo, como ir ao banheiro ou fazer um lanche. Também é importante escolher um local calmo, bem iluminado e arejado. Assim, é possível ter maior qualidade no estudo. Reveja os assuntos da aula Se você ainda cursa o terceiro ano do Ensino Médio, ou faz algum cursinho, tente conciliar os assuntos do dia ao seu cronograma. Com isso você aprende realmente o que foi dado na aula e fixa melhor os estudos. E assim evita ter que estudar todos os assuntos na véspera das provas. Isso é essencial para você ter um melhor aproveitamento dos estudos do dia a dia. Essa prática poupa tempo e esforço, já que reforça o conteúdo estudado no dia. Assim, você não precisará ficar se matando nos dias que antecedem os exames da escola. Não se esqueça de incluir essa revisão no seu cronograma esses estudos. Treine! Faça simulados Muito importante que você programe um simulado a cada duas semanas, resolva provas antigas, treine sua redação e resolva tudo no tempo da prova. É bom se preparar de todas as formas possíveis. O momento da prova pode ser muito estressante e se você já estiver acostumado, isso pode fazer a diferença. Além disso, cole lembretes no seu espelho, na sua porta e no guarda-roupa. Assim, a informação é assimilada naturalmente pelo seu cérebro. Comece o seu cronograma! Portanto, criar um cronograma de estudos é essencial para você conseguir os resultados esperados. Seja em relação às provas, vestibulares e ao Enem. É extremamente importante montar e colocar em prática no dia a dia. Não basta apenas estruturá-lo no papel, também deve-se transformá-lo em realidade. Agora que você já sabe como montar um cronograma de estudos e organizar toda sua rotina, mãos a obra! Como mencionamos, não adianta ficar só na vontade, tem que pôr em prática. Mas se você acredita que o sono pode atrapalhar sua nova rotina, leia o nosso artigo Estudar com sono – Saiba como reverter essa situação e confira as dicas.

Você conhece os principais tipos de Engenharia do Brasil? Já sabe qual irá escolher para a graduação? Continue conosco e veja suas particularidades. Se você está pensando em cursar uma graduação, o que não faltam são opções. Das exatas às humanas, do tecnólogo ao bacharel, existe uma enorme variedade de cursos superiores no Brasil. No meio de tantas possibilidades, uma grande área se destaca pela valorização dos profissionais e pela quantidade de cursos. Nesse sentido, nos vem uma pergunta: quais são os tipos de Engenharia disponíveis nas universidade? A evolução desta área é tanta, que hoje já passamos de 40 tipos de engenharia, que contam com as mais tradicionais e algumas bem modernas. Não tem como: quanto mais o mundo e o mercado se modifica, mais cursos deverão ser criados para acompanhar essas novas demandas. Para te ajudar a escolher o tipo de engenharia certo pra você, confira a seguir a definição das principais, além de informações como grade curricular, mercado de trabalho, média de salário e mais. O que as Engenharias têm em comum? Em seu conceito, a engenharia é o uso de conhecimentos para o desenvolvimento e manutenção de algo. Dentro disso, cada uma delas se encaixará com sua área de intervenção. Se pensarmos na Engenharia Agrícola, por exemplo, estaremos diante de processos que aperfeiçoam a produção agropecuária. Diferente do Direito, em que um curso abre possibilidades para diversas atuações em áreas distintas, cada Engenharia tem sua graduação específica. É preciso se formar numa das especializações para poder trabalhar com ela, mesmo que todas possuam algumas semelhanças. Além de todas terem esse mesmo conceito ligado à produção e desenvolvimento, a principal semelhança está no ciclo básico destes cursos. Em 5 anos de curso (para a grande maioria), os dois primeiros serão dedicados a algumas matérias, independente de qual seja o tipo de engenharia. Algumas destas disciplinas são: Cálculo; Física; Química; Álgebra Linear, etc. Agora que você já sabe do que há em comum nos cursos, vamos conhecer mais de suas particularidades? A seguir, apresentaremos os principais tipos de engenharia para você cursar. Engenharia Civil A Engenharia Civil é o curso mais famoso dentre eles, contando com cerca de 25% dos formandos desta área. Essa graduação trata de diversos procedimentos ligados à construção de casas, edifícios, túneis, pontes, estruturas, etc. Com um escopo de atuação muito grande, o engenheiro civil pode optar por trabalhar em diversas possibilidades. Veja algumas delas: Cálculo estrutural; Construção civil; Estradas e transporte; Geotecnia; Indústrias de concreto e pré-moldados; Materiais de Construção; Saneamento. Qual a grade curricular da Engenharia Civil? Com muitas opções de atuação, não teria como a grade deste curso não contar com uma variação muito grande de disciplinas. Além do ciclo básico, algumas das matérias mais importantes são: Mecânica dos Fluidos; Rodovias; Hidráulica; Mecânica dos Solos; Teoria das Estruturas; Fundações; e Infraestrutura de Transportes. E como anda o mercado para Engenharia Civil? Mesmo com as dificuldades que a economia enfrenta por causa do covid-19, a Engenharia Civil ainda apresenta boas oportunidades. Por mais que tenha muitos profissionais, as vagas continuam aparecendo. Outro ponto forte está na possibilidade de atuar em diversas áreas, mas, para isso, é interessante se especializar para apresentar um currículo mais atrativo. De acordo com a Glassdoor, o salário médio de um engenheiro civil é de R$ 6.000,00. Engenharia de Produção Voltada para a indústria, a Engenharia de Produção trabalha com o aperfeiçoamento dos processos produtivos. Seu escopo pode ir mais longe, chegando até mesmo no setor de serviços e no comércio. O que se estuda na Engenharia de Produção? Com uma atuação que vai bem além das exatas, aqui você também verá matérias ligadas à gestão, comunicação e contabilidade. Veja algumas delas: Contabilidade Gerencial; Controle de Qualidade; Economia da Engenharia; Engenharia de Métodos e Layout; Gestão de Projetos; e Tecnologia Industrial Básica. Como o mercado de trabalho da Engenharia de Produção está? Sendo uma das que mais empregam na atualidade, a Engenharia de Produção tende a continuar crescendo. Afinal, com a competitividade, as indústrias precisam aperfeiçoar seus processos para se destacar nos negócios. Com uma formação generalista e bem técnica, esse profissional poderá se encaixar facilmente em diversas tarefas. O salário médio para o engenheiro de produção é de R$ 7.191,00, de acordo com a Glassdoor. Engenharia Elétrica Já indicado em seu nome, esse ramo mexe com estudos e utilização da eletricidade, eletromagnetismo e eletrônica. Como tem uma atuação necessária em praticamente todos os espaços, a Engenharia Elétrica trabalha de forma conjunta com outras, atuando na construção civil e na automação, por exemplo. Como é a grade curricular da Engenharia Elétrica? Sua grade conta com matérias bem específicas do curso, dando uma formação técnica e completa para o estudante. Veja algumas das disciplinas: Circuitos Elétricos; Conversão de Energia; Eletrônica Analógica; Manutenção Industrial; e Transmissão e Recepção de Sinais. Como anda o mercado de trabalho? As oportunidades nesta área são boas, tendo como tendências algumas atuações específicas. Veja quais são: setor público, com um planejamento de aumentar a capacidade energética do país; na saúde, principalmente na construção de equipamentos médicos; e telecomunicação, ainda mais com o atual momento da internet. A remuneração é um verdadeiro atrativo, sendo, em média, de acordo com a Glassdoor, R$8.858,00. Engenharia Química Encarregada de transformar matérias primas em produtos, a Engenharia Química é fundamental para o país. Ela lida com muito estudo e procedimentos que possibilitam a modificação química e física dos materiais, se inserindo em tudo que usamos. Quais as disciplinas do curso? Tem uma grade ampla para possibilitar a compreensão de todo o processo produtivo. Veja algumas disciplinas: Bioquímica; Estática dos Corpos Rígidos; Materiais de Corrosão; e Química Inorgânica. Como é o mercado para o engenheiro químico? Com uma formação bem completa, as oportunidades são bem variadas. O engenheiro químico pode trabalhar em toda a cadeia produtiva, indo da obtenção da matéria prima até a confecção do produto final. Dentro da

A mulher tem ou não o direito de decidir por interromper a gestação ou dar o bebê à adoção? Se há tema polêmico é esse… melhor treiná-lo enquanto é tempo!Leia estes textos de apoio e escreva uma dissertação-argumentativa sobre o tema “como incentivar a autonomia da mulher durante a gestação”. Texto 1 sobre a autonomia da mulher Autonomia:1 Capacidade de autogovernar-se, de dirigir-se por suas próprias leis ou vontade própria; soberania.5 Liberdade moral ou intelectual do indivíduo; independência pessoal; direito de tomar decisões livremente.6 Liberdade do homem que, pelo esforço de sua própria reflexão, dá a si mesmo os seus princípios de ação, não vivendo sem regras, mas obedecendo às que escolheu depois de examiná-las.7 Preservação da integridade do eu.Adaptado de Michaelis – Uol Texto 2 O que Klara Castanho e a menina de 11 anos de SC têm a ver com a caça às bruxas do século XVI? Embora estejamos hoje livres das massivas e atrozes execuções na fogueira, decapitações e afogamentos, o legado da caça às bruxas conosco permanece, mesmo 500 anos depois. O efeito deste terrorismo de Estado sobre as mulheres da Europa quinhentista, ao verem suas vizinhas, suas amigas e suas parentes ardendo na fogueira, foi traduzido em memória social perene.(…)O tema é extensamente estudado e demonstrado pela intelectual feminista italiana Silvia Federici na obra fundamental “O Calibã e a Bruxa: mulheres, corpo e acumulação primitiva”, publicada no Brasil pela Editora Elefante.A autora afirma que, “o resultado destas políticas que duraram dois séculos foi a escravização das mulheres à procriação (…) seus úteros se transformaram em território político, controlados pelos homens e pelo Estado: a procriação foi colocada diretamente a serviço da acumulação capitalista.”Percebemos coletivamente enquanto gênero que qualquer iniciativa contraceptiva de nossa parte poderia nos trazer consequências irreversíveis. Ainda vivemos, portanto, uma guerra contra as mulheres, produto histórico de medidas coordenadas para nos degradar, demonizar e destruir nosso poder social, mesmo efeito identificado por Federici na caça às bruxas.Fonte: Carta Capital Texto 3 sobre a autonomia da mulher A menina de Santa Catarina A sociedade patriarcal brasileira costuma ser inclemente com relação aos direitos da mulher. Apesar de todas as leis já editadas e em vigor no país que têm o intuito de proteger os direitos da população feminina, percebe-se que, na prática, a crueldade e o medo é que prevalecem. A questão a ser respondida é: até quando a hipocrisia patriarcal irá prevalecer sobre os direitos humanos?A criança de 10 anos, que engravidou, descobriu que iria ser mãe após já estar de vinte e duas semanas, quando foi encaminhada a um hospital de Florianópolis! E, segundo informações obtidas pelo G1, vejam só que incrível providência a Justiça consta ter tomado: mandou que a criança voltasse para a casa da mãe, provavelmente o local onde teria sido estuprada.Diante de tantas calamidades praticadas em nome da preservação da vida, é urgente estabelecermos que as mulheres brasileiras também possuem direito à sua própria integridade física e emocional.Fonte: Conjur TEXTO 4 Principais Questões sobre Aborto Legal P: Se a mulher tem dúvidas em relação à interrupção da gravidez prevista em lei após violência sexual, como deve ser a condução do caso pela equipe?R: O papel da equipe é acolher a mulher, ter uma relação empática e dar credibilidade à sua fala, mas nunca impor opinião ou qualquer atitude que direcione a sua decisão sobre a interrupção. A decisão é individual, após aconselhamento. Na verdade aconselhamento não é bem dar um conselho. A palavra aconselhamento vem do inglês, counseling, e significa dar informações de tal maneira, em uma relação tão empática, que faça a mulher refletir sobre a sua condição de saúde, sobre a sua sexualidade, sobre tudo que está acontecendo. Assim ela pode tomar uma decisão, mesmo que difícil, mas com a maior convicção possível. Se após o atendimento a mulher tiver dúvidas, a equipe evidentemente deve falar solicitar que a mulher retorne quando tiver uma decisão completa. R: Menor de 18 anos precisa ter o seu responsável legal ou seu tutor. Ela não decide sozinha e a lei o código civil é bem clara: acima dos 18 anos a mulher decide por si mesma; entre os 16 e 18 anos os pais a acompanham, respeitando a sua decisão; abaixo dos 16 anos os pais a representam. Nestes casos, os pais assinam pela menor a autorização pela interrupção da gravidez.Diante da legislação, do código penal brasileiro, abaixo dos 14 anos, mesmo que a relação sexual seja consentida, é considerada estupro de vulnerável. Pode ocorrer uma situação em que a menina menor de 16 anos não quer fazer a interrupção da gravidez e os pais querem. Nestes casos, onde há contradição entre a opinião da menor e dos pais, deve-se solicitar intermediação do judiciário, através da promotoria da infância e juventude ou a defensoria pública. Encaminha-se então a decisão ao juiz da infância. Não recomenda-se fazer um procedimento contra a vontade de uma menor. Esta seria uma agressão ainda mais violenta.Adaptado de Portal de boas práticas Repertórios socioculturais relacionados ao tema Documentário – o “Além da lei: o aborto legal no Brasil” mostra se o aborto legal funciona mesmo. Notícia – se você não soube do caso da menina da cidade de Tijucas (Santa Catarina) citada no texto 3, acima, aqui está tudo sobre ele. Lei – conheça a lei brasileira sobre o aborto. Notícia – veja o caso da atriz Klara Castanho que teve o seu aborto legal revelado e passou por outros constrangimentos. Reportagem – conhece a alternativa ao aborto, chamada de entrega voluntária? Série – Na segunda temporada da série Control Z, a estudante Maria engravida de Pablo e ele nega a paternidade. A garota realiza um aborto escondido e, após descobrir, Pablo questiona a sua escolha. Filme – “Uma história severina”, de 2005, é um filme brasileiro que conta a história de uma mulher nordestina, pobre, que tenta realizar um aborto legal, mas tem várias dificuldades pelo caminho. Confira o trailer:https://www.youtube.com/watch?v=DwjZ27rLAv4Pronto, você está preparado para falar da autonomia da mulher

O Enem é uma prova que exige muita leitura e interpretação de texto do estudante. Isso porque muitas questões trazem instruções e cabeçalhos longos, que exigem muita atenção. Dessa forma, leia com o máximo de cuidado. Portanto, manter hábitos de leitura é uma ótima tática para se dar bem no exame. Entretanto, para escrever uma boa redação do ENEM, é fundamental desenvolver uma relação mais próxima tanto com o hábito de leitura, quanto de escrita. O objetivo é entender melhor o mundo e saber relacionar esses conhecimentos em um texto. Mas, como se preparar para escrever um texto dissertativo-argumentativo no ENEM? Confira aqui 10 livros que podem te ajudar a sair do lugar comum e dos argumentos vazios. A Revolução do Bichos – George Orwell A Revolução dos Bichos, do escritor inglês George Orwell, é um clássico da literatura mundial que poderia respaldar questões de prova em exame de qualquer país do mundo. Ou seja, é uma obra universal que representa a condição humana frente ao autoritarismo ditatorial e totalitarista. Na obra, os animais se rebelam contra os mandos e desmandos dos homens. Cansado da exploração pelos humanos, proclamam-se independentes e autônomos. Entretanto, a tirania reaparece, mas agora encarnada na figura de um animal, o que ilustra um círculo vicioso onde dominado se transforma em dominador. Como a Revolução dos Bichos ajuda a fazer a redação do ENEM? A obra pode ajudar a sustentar argumentos em temáticas como opressão, ditadura, luta de classes e liberdade política, por exemplo. E, se você tem dúvidas sobre como relacionar dados, fatos e informações no seu texto, confira esses três modelos de redação do ENEM que alcançaram nota 1000 no exame. A Peste – Albert Camus A Peste retrata a disseminação da peste bubônica durante o século XIV. A doença acometia cidades inteiras, devido às suas péssimas condições de higiene. Porém, ele foi escrito logo depois da Segunda Guerra Mundial, como uma alegoria ao nazismo. Por isso, A Peste é um livro muito atual, podendo ser visto com uma metáfora do surgimento de pandemias e graves surtos epidemiológicos. Por outro lado, serve para ilustrar revoltas políticas, protestos e manifestações mais acaloradas. Ele funciona bem em assuntos como emergência epidemiológica, políticas sanitárias, saneamento básico e outros temas ligados às condições sanitárias. Por outro lado, ajuda a problematizar o surgimento de ideologias totalitárias e ditatoriais. A Metamorfose – Franz Kafka Franz Kafka escreveu A Metamorfose em 1915, sendo classificada como uma das grandes obras literárias de todos os tempos. A temática circula em torno de relações de trabalho, rejeição familiar e convivência social. Entretanto, A Metamorfose dá possibilidades para diversos tipos de interpretação. Ou seja, mais de um século depois de ter sido redigido e editado, dialoga fortemente com o século XXI. No ENEM, ele pode ser utilizado para problematizar as relações de trabalho e a convivência familiar. Além disso, pode ilustrar temáticas de saúde mental e de pessoas em situação de vulnerabilidade social. O Homem Invisível – Ralph Ellison Ralph Ellison trata da questão racial americana em O Homem Invisível. Ele narra a vida de um homem negro americano que se sente invisível frente a hegemonia no poder, que pertence aos brancos. A obra toma conta ainda de diversos temas enfrentados pela comunidade negra nos Estados Unidos, em meados do século XX. O Homem Invisível entrega ainda um tocante retrato da solidão e da representação e construção da identidade de um povo. Se a redação do ENEM tratar de políticas raciais, racismo, representação da identidade negra, solidão, desigualdades entre classes sociais, o livro de Ellison é sem dúvida uma ótima fonte de inspiração. Então, beba dela abundantemente! Quarto do Despejo – Carolina Maria de Jesus O Quarto do Despejo, da escritora Carolina Maria de Jesus, é considerado um marco na literatura feminina brasileira. A autora nasceu no interior de Minas Gerais, indo morar em São Paulo por volta dos 30 anos de idade. Sem instrução concluída, a escritora demonstra um rico arcabouço crítico em um texto repleto de marcas de oralidade. O livro é, na verdade, parte do diário escrito por Carolina, enquanto vivia nas favelas de São Paulo, mais especificamente, na Favela do Canindé. São registros sobre a rotina diária dela, mas também sobre a dor, a fome e a miséria que cercam esses lugares, principalmente nas grandes capitais brasileiras. Como o Quarto do Despejo pode ajudar você a tirar 100 na redação do ENEM? Em temáticas como política habitacional brasileira, favelas, exclusão social e geográfica, desigualdade social e políticas sociais contra fome e miséria no Brasil. O Povo Brasileiro – Darcy Ribeiro Considerado um dos maiores antropólogos e sociólogos da história do Brasil, Darcy Ribeiro traça em O Povo Brasileiro como se deu a formação e construção da identidade da população do país. Segundo ele, a partir do século XVII, a cultura europeia dominou o país, acabando de vez com a primazia cultural dos povos nativos. Com isso, foram originados os povos novos, resultado da miscigenação entre várias culturas e etnias. Mas, não só europeias, mas de povos vindos de várias partes do mundo. O Povo Brasileiro pode ser utilizado na redação do ENEM? Se um dos temas da redação do ENEM 2022 for colonização, migrações, miscigenação, identidade do povo brasileiro entre outros. A Filosofia Explica Grandes Questões da Humanidade – Clóvis de Barros Filho e Júlio Pompeu Clóvis de Barros Filho e Júlio Pompeu escreveram um livro de filosofia breve, simples e fácil de ler. Em A Filosofia Explica Grandes Questões da Humanidade, o leitor vai encontrar um debate de ideias sobre moral, ética e comportamento humano. Para fazer a redação do ENEM, esse material pode ajudar a solidificar argumentos sobre as grandes questões que rondam o homem na atualidade, por exemplo, as implicações éticas de uma guerra internacional, discussão sobre o aborto ou legalização do uso de maconha. Sapiens: Uma Breve História da Humanidade – Yuval Noah Harari Yuval Noah Harari leva o estudante a um passeio pela a história da humanidade, pontuando os fatos históricos mais importantes e também a formação das diversas sociedades. Desse modo, o autor entrega uma visão antropológica ampla

No mundo dos jogos on-line, as mulheres ouvem piadinhas infames, xingamentos descarados e até ameaças, se por acaso vencem o jogo – esse é o machismo no mundo gamer! Se esse fosse o tema da próxima redação do Enem ou do vestibular, o que você escreveria? Não custa nada se preparar: aqui vão 3 textos motivadores para ajudá-lo a pensar no caso. Em seguida escreva uma dissertação argumentativa expondo o problema do machismo no mundo gamer e como ele poderia ser minimizado. TEXTO 1 ‘Vivi situações humilhantes’: ela criou campanha contra machismo nos games “Tenho 21 anos e minha relação com o mundo gamer começou aos 7, influenciada por meu pai, que também joga. Ele me mostrou alguns games e me apaixonei por esse universo ao ver o quanto aquilo podia ser algo legal e divertido. Hoje em dia, jogo profissionalmente e já disputei várias competições de “Rainbow Six Siege”, ganhando três delas. No campeonato de 2020, por exemplo, fui a melhor do ranking no circuito feminino desse jogo. Por outro lado, sendo mulher nesse meio sei que o machismo no mundo gamer é algo muito comum, infelizmente. Vivi situações horríveis e humilhantes. Em trocas com outras jogadoras percebi o quanto isso é comum e percebi, então, a necessidade de criar algo contra esse tipo de situação que fazia a gente sentir como se ali não fosse nosso lugar. Foi daí que nasceu a ideia da campanha “Game Sem Preconceito”. (…) Numa das primeiras vezes em que fui agredida online, eu estava jogando com meu pai e um outro jogador, ao perceber que eu era mulher, começou a dizer coisas terríveis – me chamou de vagabunda e disse que eu deveria ir lavar louça em vez de jogar. Eu fiquei muito nervosa e abalada. Mesmo meu pai tendo me defendido na hora e me confortado, aquela foi uma situação muito constrangedora e eu me senti extremamente mal. Em outra ocasião, estava jogando junto com outras meninas na equipe e resolvi me comunicar com elas por voz. Quando um rapaz que também estava no jogo me escutou falando, ele começou a me xingar gratuitamente. Isso pelo simples fato de eu não ser homem. Fui, novamente, chamada de vagabunda, p*ta e ouvi que, por ser mulher, não poderia estar ali. Fonte:uol – sou gamer e criei uma campanha contra o machismo nos jogos / Acesso em 21 jun 2022. TEXTO 2 O mundo gamer ainda é machista e nós precisamos falar sobre isso! Direto de Belo Horizonte, a gamer Paula Cabral traz um pouco da sua vivência. Com 26 anos, começou frequentando lan houses, nos anos 2000, onde era praticamente a única menina. Existe espaço para os jogadores denunciarem dentro dos jogos? Você já denunciou? Infelizmente, ainda tem muito preconceito, tanto no chat, por escrito, quanto no microfone. Mas tem como denunciar. Você pode selecionar se foi por chat ou voz, preenche as informações sobre o episódio e envia a denúncia. Já presenciei bastante coisa e já denunciei muito. Sei de relatos de contas que sofreram punições, foram banidas por algum tempo, após as denúncias. O que gostaria de ver melhorar em um futuro recente para o ambiente ficar mais saudável? Sou muito contra as lines, que são as disputas só entre mulheres e só entre homens. Para mim, elas simbolizam que as mulheres seriam inferiores. Por exemplo, em uma disputa de boxe, colocar um homem e uma mulher para lutar seria errado por questões biológicas, musculares, estruturais do corpo humano. Mas, nos games, o que vale é o intelecto, não uma habilidade física. Em termos de jogo, não existe nenhuma diferença de um homem para mulher. Não faz sentido existir line só feminina. Eu e a XIS, a organização onde trabalho, somos totalmente contra. O que espero do futuro do cenário é a line mista, mulher jogando junto com homens nos campeonatos. Adaptado de fast company brasil – o mundo gamer ainda e machista e nos precisamos falar sobre isso/ / Acesso em 21 jun 2022. TEXTO 3 Streamers enfrentam machismo no universo gamer No meu primeiro dia de stream, enquanto fazia divulgação após uma partida, um dos jogadores começou a me insultar. Sofri gordofobia, racismo e insultos com as piores palavras que possa imaginar. Ele me disse que eu não deveria estar jogando, apenas pelo fato de eu ser uma mulher”, relata Laura Cavalcante, mulher preta e streamer há três anos. O desabafo de Laura ilustra o que pesquisas nessa área já apontam. Esse ano, a Reach3 Insights, em parceria com a Lenovo, desenvolveu uma pesquisa em nível mundial e mostra que 77% das mulheres gamers enfrentam alguma situação desconfortável por conta de seu gênero. O julgamento de habilidades (70%), controle (65%) e comentários condescendentes (50%) são as violências mais recorrentes. Além disso, a pesquisa também aponta que 59% das mulheres entrevistadas usam identificação de gênero masculino ou não identificam o seu gênero para se resguardar do assédio durante os jogos. Fonte: ufpb – mulheres streamers enfrentam violencia e machismo no universo gamer / Acesso em 21 jun 2022. TEXTO 4 Fonte: revista galileu globo – relatos do machismo que mulheres gamers sofrem todos os dias / Acesso em 21 jun 2022. Repertórios socioculturais relacionados ao tema https://youtu.be/tCPRe-FyuTc Como sempre, estamos aguardando ansiosamente a sua redação para mostrarmos em quais aspectos você deve melhorar! Nosso time de professores corrige suas redações em até 3 dias úteis!

Você sabe quando usar “este” ou “esse” na sua produção textual? No mundo da informação, onde quase tudo é transmitido via mensagem de texto ou áudio, saber se comunicar de forma clara e assertiva passou a ser um diferencial e tanto. Muitas das nossas relações acontecem nos aplicativos de mensagens. Então, a gente faz negócio por meio de texto e participa de um processo de seleção de emprego via chamada de vídeo, por exemplo. Além disso, para quem vai prestar vestibular ou concurso, saber lidar com a correta aplicação do português pode significar a conquista de uma nova vida. Então, se você tem dúvidas na colocação dos pronomes “esse” ou “este” no seu texto ou no próprio cotidiano, confira aqui como fazer e nunca mais cometa esse erro! Leia também: Como fazer uma boa redação do ENEM – Confira com Redação Online Qual classe gramatical pertence ESSE e ESTE? O “esse” e o “este”, assim com o esta/essa e isso/isto são pronomes demonstrativos. Ou seja, são pequenas engrenagens do português que nos ajudam a posicionar coisas e pessoas no tempo e no espaço correto. Além disso, com eles, somos capazes de perceber o que está perto de quem. Melhor dizendo, qual a distância de um objeto em relação às pessoas envolvidas no enunciado. Os pronomes “esse” e “este” são variáveis conforme o gênero e número, assim como acontece com “essa” e “esta”, ao contrário do que percebemos com “isto” e “aquilo”, que são pronomes demonstrativos invariáveis. Quando usar ESSE ou ESTE na redação? Como já adiantamos, o uso do “esse” e “este” nos ajuda associar a localização de um objeto no tempo e no espaço. Mas também, a proximidade dele em relação aos participantes da comunicação. Assim, o “esse” é utilizado quando o objeto ou pessoa está distante no tempo e no espaço de quem está falando. Por sua vez, o “este” é o termo correto para apontar que o objeto está, de alguma forma, próximo da pessoa que enuncia. Quer um exemplo? Aqui vai alguns exemplos de emprego do pronome demonstrativo “esse”. Os termos “este” e “esse” são também utilizados para retomar objetos e pessoas já citados dentro de uma oração. Por padrão, a lógica de proximidade e distância também se aplica aqui. Confira a frase: No sábado teremos dois aniversários para comemorar. Eles se chamam Carlos e João . Este irá completar 60 anos. Em destaque, o pronome “este” se refere ao termo imediatamente anterior, que no caso é João. Mas se quiséssemos nos referir ao Carlos, a referência seria ao termo mais distante, dessa maneira o pronome certo seria “esse”. E o aquele, quando é correto utilizar? O “aquele” deve ser utilizado quando o objeto ou pessoa está distante das pessoas do discurso. Ou seja, estão distantes da pessoa que fala e da pessoa para quem se fala. Na prática, funciona mais ou menos assim: O “aquele” também pode se referenciar a termos já citados no período. Por exemplo: Hoje fui ao cinema e ao teatro. Este com meu pai, aquele, com meu filho. Para utilizar ESSA ou ESTA, o que fazer? O mesmo raciocínio pode ser utilizado para os pronomes “essa” e “esta”, que nada mais são que variáveis de gênero de “esse” e “este”. Como utilizar o ISTO e o ISSO? O “isto” e o “isso” são variações que podem ser aplicadas de forma semelhante ao esse/este e essa/esta. A diferença é que esses pronomes não aceitam variações de número, ou seja, não se flexionam para a forma plural. O “isto” e o “isso” também devem ser aplicados seguindo o mesmo padrão quanto à proximidade ou distância do discurso, ok? O que achou dessas dicas? Esperamos que elas tenham ajudado você a se sentir mais confiante na hora de escrever ou mesmo se posicionar verbalmente sobre qualquer assunto. Aproveite e confira também: Regras de acentuação – Saiba quando acentuar as palavras

Quem já deixou de dormir para estudar até mais tarde levante a mão. Temos certeza que você levantou as duas, não é verdade? A maioria dos estudantes deixam de dormir cedo para se debruçar sobre os livros até altas horas da noite. Mas estudar com sono não é uma estratégia muito saudável, já que a privação do sono prejudica o processo de aprendizagem e o desempenho nos exames. Lembre-se de que o sono regula funções importantes do organismo e ajuda na manutenção da saúde. Além disso, é no momento em que dormimos que o cérebro consolida todo aprendizado que tivemos durante o dia. Portanto, dormir nos horários corretos pode evitar muitos problemas, como cansaço, dificuldade de raciocínio, alteração do humor durante o dia, estresse, entre outros. Pensando nisso, separamos aqui algumas dicas que podem te ajudar a ter uma boa noite de sono e, ao mesmo tempo, um ótimo desempenho nos estudos. Então, continue a leitura e confira! 10 dicas para não estudar com sono Ninguém merece estudar com sono, não é verdade? Por isso, o ideal é dormir, no mínimo, 8 horas por dia, mas atenção: é importante que o sono seja de qualidade. Nesse sentido, existem algumas coisas que você pode fazer ou evitar antes de deitar. Dessa forma, aumenta-se as chances de conseguir descansar de maneira correta. Acompanhe abaixo as nossas principais dicas para reverter essa situação. 1. Regule e mantenha seus horários É importante acordar sempre no mesmo horário, mesmo que tenha dormido tarde. Isso porque se você dormir muito tarde na sexta-feira e acordar tarde no sábado, consequentemente irá dormir tarde no domingo e terá problemas na segunda-feira de manhã para levantar. Por isso, defina um horário para acordar todos os dias que seja coerente com as suas atividades e faça um esforço para mantê-lo. 2. Faça exercícios físicos regularmente Fazer atividade física com frequência é essencial para ter uma boa noite de sono, já que ela ajuda a relaxar melhor quando estiver dormindo. Nesse caso, você pode escolher um esporte que faça sentido com a sua realidade atual, ou seja, com o tempo disponível, como jogar futebol, caminhar, nadar, andar de bicicleta, entre outros. 3. Escolha um ambiente adequado para estudar Parece até clichê, mas você precisa escolher um local adequado para estudar. Isso ajuda muito na concentração e na absorção dos conhecimentos. Então, prefira lugares mais calmos e bem iluminados. Além disso, preste atenção nos instrumentos de estudo, já que eles podem fazer toda diferença no cansaço do corpo. Para isso, use mesa e cadeira ergonômicas, de preferência, e nada de estudar na cama ou no sofá, em?! 4. Deixe as preocupações para o dia seguinte Ficar pensando em problemas na hora que está deitado na cama é um mau costume da maioria das pessoas. Temos certeza que você faz isso, não é verdade? Mas esse hábito faz muito mal ao sono e, consequentemente, a saúde. Por isso, antes de deitar anote tudo o que você precisa fazer no dia seguinte, assim ficará despreocupado quando for deitar. Leia também: 5 dicas de organização para aumentar a produtividade nos estudos 5. Tire um tempo após o almoço Você provavelmente já sentiu aquele peso na barriga depois de comer, não é verdade? Isso acontece por causa do processo de digestão. Por isso, pode ser muito saudável dormir após o almoço, assim você tem um momento de descanso durante o dia e, ainda, tem mais chances de acordar renovado para estudar na parte da tarde. 6. Evite comer muito antes de dormir Comer em excesso antes de dormir obrigará seu sistema digestivo a trabalhar mais. Logo, terá uma sensação de peso que irá dificultar o seu sono. Por outro lado, se dormir sem comer nada, pode despertar subitamente durante a noite. Então, não dá para dormir brigando com o estomago. Para resolver isso, faça a última refeição pelo menos 3 horas antes de deitar. 7. Crie o hábito de beber água A água é essencial para nossa vida, mas você sabia que ela também evita o cansaço profundo do corpo? Isso mesmo! Quando você bebe água com frequência durante o dia consegue hidratar o organismo evitando o desgaste desnecessário. Esse hábito também ajuda na oxigenação do cérebro e, consequentemente, na memorização. Para facilitar o consumo deixe sempre perto de você uma garrafinha com água fresca, assim fica mais fácil criar esse hábito. 8. Estude matérias diferentes Quando estudamos algo muito chato ou entediante, costumamos sentir sono. Por isso, deve-se variar as matérias que precisa estudar para que não fique estudando apenas os mesmos conteúdos, ou seja, intercale materiais fáceis com os mais difíceis. Assim, as chances de obter sucesso nos processo de aprendizagem são maiores. 9. Descubra o horário para estudar Cada pessoa tem o período do dia que é mais produtivo. Por exemplo, algumas são mais ativas na parte da manhã, já outras preferem a noite. Por isso, é importante encontrar um horário bom para estudar de acordo com o funcionamento do seu organismo. Assim, você encontra um momento ideal para aprendizagem e evita o sono na hora de aprender. 10. Crie um ritual de sono É bom criar um hábito antes de dormir, como ler livros, tomar banho, escutar música, entre outros. Faça algo agradável e relaxante e repita essas atividades todos os dias. Assim, quando o sono chegar, apenas feche os olhos e durma. Ah! E evite usar o notebook ou o celular antes de dormir, isso pode interferir na qualidade do seu sono significamente. Aproveite e veia também:Saiba quais são as melhores técnicas de memorização para estudos! Em conclusão, estudar com sono pode derrubar a sua produtividade, pois você perde a concentração no conteúdo durante uma piscada mais longa. Dessa forma, esse tempo fica perdido e você precisa revisar novamente os materiais em outro momento. Por isso, é essencial evitar esse tipo de situação. Então, agora que você já conhece todas as nossas dicas, coloque cada uma delas em prática e confira os resultados. Temos certeza que a sua produtividade nos estudos vai aumentar e as suas chances

Saber como fazer uma boa redação no ENEM é essencial para quem está buscando a tão sonhada vaga em uma universidade. E por grande parte delas terem altas notas de corte e número excessivos de pessoas por vaga, quanto melhor for a sua redação, mais chances de se destacar você terá. Portanto, dominar as técnicas da boa escrita é um trabalho que exige prática e dedicação. Para que isso aconteça, conhecer seu lado teórico, como as diferenças entre tipos e gêneros textuais, é muito importante. Aqui você encontra um resumo das teorias e dicas de como fazer uma redação de alta qualidade. E, claro, para que elas funcionem, você precisa colocar os ensinamentos em prática, pois o treino é tão importante quanto o jogo, não é mesmo? Então continue lendo esse post para conferir as dicas que preparamos para te ajudar a alcançar os seus objetivos e melhorar ainda mais as suas habilidades textuais. Como fazer uma boa redação no ENEM: entenda seus elementos Para tornar o nosso trabalho mais simples, vamos abordar cada parte e aspecto do texto de forma separada. Portanto, entender bem sobre as teorias e aspectos que tornam cada texto, não só adequado ao seu meio de circulação mas, também, com qualidade semântica, é essencial para qualquer aluno ou potencial candidato à uma vaga no Ensino Superior. Como falamos anteriormente, existem muitos tipos e gêneros textuais e cada um deles possui suas próprias características e regras que devem ser seguidas. No caso do Exame Nacional do Ensino Médio, um dos mais recorrentes é o texto argumentativo-dissertativo, que promove a abordagem de diversos assuntos por meio da argumentação bem elaborada. Então corra e pegue seu bloco de notas antes de acompanhar cada detalhe sobre os elementos estruturais e linguísticos que devem ser considerados antes de começar sua escrita. 1. Adapte a linguagem da sua produção na redação Imagine apresentar um artigo de uma organização de jogos eletrônicos para um senhor de 75 anos que só joga palavras cruzadas? O sentido das palavras se perderá e a mensagem não será passada, não é mesmo? E não é à toa, saber adequar o tom e a linguagem de acordo com o público-alvo é uma das tarefas mais fundamentais de quem se propõe a escrever qualquer coisa. Por esse motivo, antes de tudo, leia bem o comando e saiba quem será o leitor. Com essa informação em mãos, fica mais fácil saber como direcionar sua escrita, se pede por termos mais rebuscados ou se pode ser mais solta e mais voltada à linguagem formal na norma culta e não linguagem coloquial. Lembre-se que o texto é para quem irá ler e não para quem escreve. Mesmo que uma prova ou exame como ENEM sejam ambientes de simulação de situações, a intenção é a mesma. Comunicar a proposta de forma que ela chegue ao seu público e faça sentido. 2. Mantenha sua linha de raciocínio Perder o foco e desviar do assunto é uma dos erros que mais penalizam os escritores em qualquer tipo de avaliação ou processo seletivo. Se desviar do assunto faz com que o seu leitor se perca no que está sendo proposto pelo seu texto e faz com que ele perca sua finalidade. Para isso, procure escrever com simplicidade. Prefira frases curtas que facilitem o domínio do que está sendo discutido, essa técnica ajuda a diminuir as chances de você se perder no texto. Amarre as frases e organize bem as ideias, sempre tomando cuidado para não mudar de assunto de repente. Conduza o leitor de maneira leve pela linha de argumentação. 3. Procure manter a clareza e a objetividade Nesse ponto, o segredo está em não deixar nada subentendido, nem assumir que os seus leitores sabem tudo sobre o que você quer dizer. Com isso em mente, elabore sua redação de forma que evidencie todo o conteúdo da sua escrita. Lembre-se: você está comunicando a sua opinião, falando de suas ideias, narrando um fato. O mais importante é que a mensagem seja passada da forma correta. E não há como realizar essa tarefa sem mencionar o quão importante é a objetividade. Sem ela, você corre o risco de divagar, se perder do tema e ainda tornar um assunto longo demais sem necessidade alguma, cansando seu público-alvo. Procure o equilíbrio entre a necessidade de expressar o máximo de conteúdo com o menor número de palavras. Para tanto, não repita ideias e não use palavras demais ou outros recursos que sirvam somente para que o número de linhas aumente. Essa tática, a famosa “encher linguiça” não é bem vista por nenhuma banca avaliadora. Portanto, concentre-se no que é realmente necessário para o texto, uma pesquisa prévia ajuda a selecionar melhor o que deve ser usado e o que deve ficar de fora. Utilize bem os textos de comando que o ENEM apresenta aos candidatos, eles são excelentes guias do que é esperado na redação. 4. Dê atenção à coerência textual da redação Um bom texto deve ter unidade e ser coeso, por mais longo que seja. E atingir esse objetivo pode não ser uma tarefa simples. Faça um esqueleto prévio do que você pretende abordar ao longo da sua produção e trace uma linha coerente do começo ao final, assim fica mais difícil se perder e fugir do assunto. O importante é não perder de vista essa trajetória. Para isso, elimine o desnecessário e o que não é essencial para que a ideia seja comunicada de forma eficiente. Lembre-se que mesmo no seu esboço, use a seguinte ordem: introdução, argumentação e conclusão da ideia. Esse pequeno exercício te ajuda a delimitar quais pontos serão discutidos e os que devem ser ignorados. Outra boa estratégia é obedecer uma ordem cronológica, que é muito efetiva, apesar de não expressar tanta criatividade. Nessa linha, parta do geral para o particular, do objetivo para o subjetivo, do concreto para o abstrato. Use figuras de linguagem para que o texto fique interessante. As metáforas também enriquecem a redação, mas precisam de cuidado. 5. Dê ênfase aos pontos corretos A ênfase é uma das ferramentas mais eficientes quando

Não sei se você sabe, mas as normas da ABNT são regras que padronizam várias questões na sociedade. Inclusive, a formatação de trabalhos da faculdade e de todas as produções científicas. A fama dessas regras não é das melhores. De fato, formatar um trabalho nas normas da ABNT não é das tarefas mais fáceis. Mas existem alguns caminhos que podem facilitar esse percurso. Então, vamos lá. Esse é um guia com todos os aspectos para começar a fazer a formatação de trabalhos nas normas da ABNT. O que é ABNT? A ABNT é a sigla para Associação Brasileira de Normas Técnicas. É, de forma geral, uma entidade privada sem fins lucrativos, responsável por cuidar das normatizações do Brasil. Quer dizer, a ABNT propõe formas de normatizar todos os processos do país: desde tecnológicos, industriais até acadêmicos e científicos. O objetivo central da ABNT é, portanto, favorecer o desenvolvimento tecnológico e científico do Brasil, através de padronizações. De onde surgiu a ABNT? Embora as normas referentes à padronização de trabalhos sejam as mais conhecidas, a ABNT não surgiu exatamente para isso. Em 1940, a partir do contexto do país, surgiu a necessidade de padronizar o uso do concreto armado. A ABNT surgiu então como uma forma de criar normas para esse mercado. Principais normas da ABNT para trabalhos acadêmicos O conjunto de regras para formatação de trabalhos nas normas da ABNT é bastante extensa. O ideal é que você consulte a NBR sobre o assunto, sempre que você precisar saber como funciona alguma formatação específica. Então, aqui estão as principais NBRs sobre trabalhos de faculdade: NBR 14724 – trabalhos acadêmicos NBR 10520 – Citações NBR 6022 – Artigos científicos impressos NBR 6023 – Referências NBR 6027 – Sumário NBR 6028 – Resumo e abstract NBR 6024 – Numeração progressiva das seções NBR 6023 – Índice NBR 15287 – Projeto de pesquisa Estrutura do trabalho nas normas da ABNT As normas da ABNT estabelecem uma estrutura básica para trabalhos acadêmicos que compreende: elementos pré-textuais, textuais e pós-textuais. Elementos pré-textuais Os elementos pré-textuais são os que antecedem o texto do trabalho em si. Nas normas da ABNT, os elementos pré-textuais obrigatórios são: Vamos falar de cada um desses elementos. Capa A capa é o primeiro elemento obrigatório e serve para apresentar o trabalho. A NBR 14724 estabelece que é necessário que a capa apresente as seguintes informações nessa ordem: Nome da instituição de ensino Formatação: Nome do curso Formatação: Nome do autor ou autora do trabalho Formatação: Título do trabalho Formatação: Subtítulo Formatação: Número de volumes Formatação: Local da instituição de ensino Formatação: Data da entrega do trabalho Formatação: Folha de rosto A folha de rosto deve vir logo em seguida à capa, com as seguintes informações: Nome do autor ou da autora do trabalho Formatação: Título do trabalho Formatação: Natureza e objetivo do trabalho Formatação: Nome do orientador ou orientadora Formatação: Cidade e data de entrega do trabalho Formatação: Resumo e abstract O resumo e o abstract são os cartões de visita do trabalho. Eles são responsáveis por despertar ou não o interesse da pessoa leitora em continuar a leitura. A formatação do resumo deve ser da seguinte maneira: Sumário O sumário serve para organizar o conteúdo do trabalho acadêmico e facilitar a leitura. Afinal de contas, ele é a relação dos capítulos e das seções do trabalho, na ordem em que aparecem, incluindo a numeração do título ou capítulo ou seção e o número da página em que estão. Além do mais, ele deve compreender um esquema da hierarquia dos títulos de cada capítulo. No sumário não devem ser listados os elementos pré-textuais, como resumo, abstract, dedicatória, agradecimentos e epígrafe. Formatação do texto: Elementos textuais Os elementos textuais são o próprio conteúdo do trabalho em si. Nesse sentido, compreendem a introdução, a fundamentação teórica e as considerações finais. Introdução A introdução é a primeira parte do texto do trabalho. O objetivo principal é, portanto, apresentar um panorama geral da pesquisa. Então, é importante apresentar: o tema, problema de pesquisa, objetivos geral e específicos, hipóteses, justificativa e metodologia do trabalho. Por fim, é interessante que também compreenda uma estrutura de divisão dos capítulos. Fundamentação teórica A fundamentação teórica consiste no embasamento teórico do trabalho. A construção dessas ideias acontece através de bases de outras pesquisas, livros e artigos. Lembre-se, nesse ponto, que todas as autorias das fontes de pesquisas devem ser devidamente referenciadas, através das citações e das referências. Considerações finais As considerações finais ou conclusões devem conter as deduções lógicas que correspondem aos objetivos da pesquisa. Em resumo, você deve tentar responder ao problema de pesquisa e alcançar os objetivos propostos. Elementos pós-textuais Os elementos pós-textuais, como o próprio nome sugere, são os que estão depois do conteúdo do trabalho. Nesse sentido, o único elemento pós-textual obrigatório, conforme as normas da ABNT, são as referências bibliográficas. Referências bibliográficas As referências bibliográficas servem para dar crédito às citações e às bases teóricas. Ou seja: funcionam para informar quem é a autoria das fontes de pesquisa. Por esse motivo, é um elemento obrigatório do trabalho, especialmente para evitar que se cometa plágios. As normas da ABNT estabelecem uma ordem e uma formatação específica para construir a lista de referências bibliográficas conforme cada tipo de fonte de pesquisa. Outros detalhes da formatação de trabalhos nas normas da ABNT Existem outros detalhes importantes da formatação de um trabalho nas normas da ABNT, como as margens, espaçamento e numeração de páginas. Margens As normas ABNT definem que as páginas devem ter margens superior e esquerda de 3 cm e margens inferior e direita de 2 cm. Segundo as regras da ABNT, o trabalho deve ser impresso em papel A4, em apenas um dos lados da folha e em tinta preta. Espaçamento O espaçamento entre linhas deve ser de 1,5 cm

Saber qual faculdade escolher pode ser um desafio para muitas pessoas. Especialmente por ser a decisão sobre um curso ou universidade que, teoricamente, irá “decidir” a sua carreira. Essa dúvida é muito comum entre os estudantes do ensino médio que estão em fase de descobertas e podem não estar preparados para determinar que o fazer para o resto de suas vidas. “Mas, o que eu devo fazer? Todos a minha volta já decidiram e eu ainda não sei”. Essa pressão pode ser intimidadora e causar muita ansiedade, além da preparação para o ENEM e vestibulares, que é bem cansativa. E pensando nisso, trouxemos algumas dicas que podem te ajudar a resolver essa questão tão difícil. Acompanhe o nosso post e confira como começar a decidir qual caminho acadêmico combina mais com você. Como saber qual faculdade escolher? Antes de mais nada, lembre que um dos pontos mais importantes nessa decisão é pensar no que mais te agrada, sem influências de pais e amigos. Afinal, a pessoa mais impactada por isso tudo será você. Então pense de acordo com as suas preferências e aptidões, ok? O primeiro passo para decidir que profissão seguir é pensar em que área você gostaria de atuar, quais são os seus gostos quando o assunto é trabalho. Por exemplo, na escola, se as disciplinas que mais te atraem são as de Humanas, como Língua Portuguesa, História ou Filosofia, tente conhecer um pouco mais sobre as possibilidades que esses cursos oferecem. Nos dias de hoje, as atividades voltadas ao ramo da tecnologia têm feito muito sucesso e as possibilidades são inúmeras. Gosta de números, linguagens ou games? Dá pra fazer muita coisa bacana, como tradução, marketing, ilustração e muito mais. Explore carreiras novas e que são repletas de chances e diferentes tipos de atuação no mercado de trabalho. E o melhor, grande parte desses campos permite que você expanda seus horizontes e busque vagas internacionalmente. Já pensou em se mudar do país ou arrumar um emprego no estilo home office? Essas novas modalidades estão cada vez mais presentes entre as opções. Interessante, não é mesmo? Conheça mais sobre o dia a dia das profissões Outra estratégia que pode ser bastante interessante é ir a feiras de universidades. Grande parte organiza eventos onde os estudantes do Ensino Médio podem saber mais sobre cada curso com os próprios alunos. Essas visitas ajudam a ter um panorama um pouco melhor sobre cada opção disponível. Já imaginou fazer uma faculdade e curso sem saber como é a sua graduação e acabar se frustrando? Por esse e outros motivos, é essencial fazer pesquisas que elucidem quaisquer questionamentos que você tenha. Isso também inclui a infraestrutura das universidades, os programas de formação, auxílio aos estudantes e a reputação da instituição. Se informe bem sobre as opções de formação Atualmente, existem três formas disponíveis para obter um diploma com grau acadêmico aqui no nosso país, que são: bacharelado, licenciatura e cursos tecnólogos. E cada um deles possui suas particularidades e atuações diferentes, confira logo abaixo como funciona cada um deles. 1. Bacharelado Essa modalidade confere o título de bacharel, tem como objetivo formar pessoas com conhecimento mais amplo e generalizado da área. Isso faz com que os alunos, depois de terminarem o curso, possam atuar em vários campos do mesmo ramo, como é o caso do curso de Direito, que permite várias especializações mais específicas, como direito penal, constitucional, trabalhista e etc. Outras graduações ao nível de bacharel, são: Ciência da Computação, Enfermagem, Relações Internacionais, Farmácia, Engenharias, Design de Moda, Medicina, Turismo, Química, Ciência Política e muito mais. A duração média é de 3 a 6 anos para a obtenção do diploma. 2. Licenciatura Mais focadas no ensino, as opções de graduação na licenciatura são feitas para formar futuros professores e educadores. Por esse motivo, quem escolhe esse caminho recebe o grau de licenciado e poderá trabalhar no setor da educação, desde o nível infantil até o superior. Dentre as possibilidades, estão: Letras, Física, História, Matemática, Ciências Biológicas, Artes Cênicas ou Visuais, Educação Física, entre outros. Aqui, diferentemente do bacharelado, o escopo das disciplinas é mais focado. Contudo, muitas graduações citadas acima permite que o aluno escolha entre dar aulas (licenciatura) ou atuar de maneira mais prática, como bacharel. Para ter o título de licenciado, a duração pode ser entre 4 a 5 anos. 3. Tecnólogo Na carreira técnica, o objetivo é de estudar assuntos mais centrados na ideia de praticidade e funções objetivas de cada trabalho. Por isso, o Ministério de Educação, o MEC, organiza as áreas de acordo com eixos tecnológicos, que se alinham com as demandas do mercado, como: Segurança Pública, Gestão Ambiental, Design de Interiores, Processos Gerenciais, Logística e mais. Justamente por isso, o tempo médio de formação é mais curto, sendo geralmente de 2 a 3 anos de estudo. Sendo uma ótima escolha para quem quer começar a trabalhar o mais rápido possível. Organize suas prioridades e acerte na escolha Não importa qual caminho você queira seguir, desde que seja algo que te faça bem e que esteja de acordo com as suas pretensões profissionais. Então, faça uma análise do que é realmente importante e como você se enxerga no futuro. E mais uma coisa! Não comece uma faculdade em que você não se identifica, ou por que ainda não sabe o que fazer. Lembre-se que a maioria dos cursos superiores duram bastante tempo. Não adianta optar por um curso de graduação sem saber o que vai fazer com ele, isso gera frustração e pode te desmotivar bastante. Tente considerar as vantagens e desvantagens da área. O ideal seria se você conseguisse conciliar suas habilidades e seu hobby! Em último caso, procure testes vocacionais online. Mas cuidado com os testes que você escolhe. Procure fazer testes de fontes diferentes. Com isso em mente, a sua resolução será menos difícil e confusa. E saiba que, mudar faz parte do processo. Talvez o que você tenha escolhido no começo não seja mais o que te chama atenção, e tá tudo bem. A vida é repleta de novidades e transformação e, eventualmente,

Você já escreveu algum texto sobre a violência no esporte? Confira agora a nossa proposta e escreva uma redação sobre o tema! Leia os textos motivadores a seguir e, com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo sobre o tema Medidas para combater a violência no esporte. Após ler a proposta, confira uma lista de repertórios socioculturais que preparamos sobre o tema! TEXTO 1 Domingo no país do futebol é dia de jogo. Quem é fanático pelo esporte e membro de uma torcida, faz questão de ir ver o time de perto, no estádio. Dentro do campo, os jogadores disputam a bola, às vezes de forma agressiva. Há chutes, carrinhos mal sucedidos, faltas, cartões amarelos ou até vermelhos. Na torcida, gritos de guerra que incentivam os jogadores. A vibração a cada passe é crescente e aumenta cada vez que a redonda chega perto do gol. Tudo vai bem até que uma briga entre torcidas rivais paralisa a partida. Essa situação não é incomum nos campos brasileiros ou mesmo nos de outras nações. A violência está presente no esporte, não apenas entre os atletas nas modalidades de contato, mas também nos espectadores. Fora dos campos, dos ringues e das quadras, brigas entre torcedores não respeitam nenhuma regra e podem desembocar em finais trágicos, como a morte do torcedor do Santos pelos rivais são paulinos em fevereiro de 2014. Fonte: dicyt/ Acesso em 27 de maio de 2022. TEXTO 2 Em 26 de fevereiro, em Porto alegre, a delegação do Grêmio foi atacada por pedras enquanto se dirigia ao Beira-Rio para enfrentar o Internacional. A torcida colorada teria atirado os objetos contra o ônibus da equipe. O meio-campista Matías Villasanti foi atingido na cabeça e sofreu traumatismo craniano e concussão cerebral. Ele chegou a ser internado, mas recebeu alta no dia seguinte. O Grêmio se recusou a disputar o clássico e o Gre-Nal foi adiado pela federação gaúcha, o que também teve a concordância do Internacional. Fonte: cnn brasi/ Acesso em 27 de maio de 2022. TEXTO 3 O futebol brasileiro registrou cerca de 15 casos de violência só neste início de ano, entre ônibus atacados, invasões de campo e brigas entre torcedores dentro e fora dos estádios, segundo levantamento feito pela reportagem. Ou seja, um episódio a cada quatro dias. As cenas lamentáveis fizeram o técnico do Palmeiras, Abel Ferreira, e o atacante Willian, do Corinthians, se posicionarem nos últimos dias cobrando medidas das autoridades. “Hoje entrei aqui nessa coletiva de imprensa, me disseram que tinha havido uma rixa num jogo, inclusive acho que morreu uma pessoa. É preciso morrer quantas mais? Os organismos, quer sejam os do futebol, quer sejam extrafutebol, têm de assumir, dar as caras, exercer os cargos que têm. Pelo bem do futebol brasileiro. De todos nós. Que se juntem a CBF, quem organiza estaduais, o Ministério Público, mas que se tomem medidas”, disse Abel Ferreira, que já trabalhou em Portugal e na Grécia, dois locais que também conviveram recentemente com episódios de violência. Fonte: esportes r7 / Acesso em 27 de maio de 2022. TEXTO 4 Fonte: ge globo / Acesso em 27 de maio de 2022. Repertórios para o tema ”Medidas para combater a Violência no Esporte” O achou da proposta ”Medidas para combater a violência no esporte’‘? Antes de escrever a sua redação, confira uma listinha de repertórios socioculturais que preparamos. Eles podem te ajudar a compreender melhor o tema e até a fundamentar a sua redação. Estatuto do Torcedor | Lei 10.671/03 O Estatuto do Torcedor, como ficou conhecida a Lei 10.671/03, foi originado por conta dos episódios de violência nos jogos de futebol. De autoria do Poder Executivo e sancionada em 15 de maio de 2003, a lei tem por objetivo proteger os interesses do consumidor de esportes no papel de torcedor, obrigando as instituições responsáveis a estruturarem o esporte no país de maneira organizada, transparente, segura, limpa e justa. Art. 1oA. A prevenção da violência nos esportes é de responsabilidade do poder público, das confederações, federações, ligas, clubes, associações ou entidades esportivas, entidades recreativas e associações de torcedores, inclusive de seus respectivos dirigentes, bem como daqueles que, de qualquer forma, promovem, organizam, coordenam ou participam dos eventos esportivos (Incluído pela Lei nº 12.299, de 2010). Art. 41-B. Promover tumulto, praticar ou incitar a violência, ou invadir local restrito aos competidores em eventos esportivos: (Incluído pela Lei nº 12.299, de 2010). Pena – reclusão de 1 (um) a 2 (dois) anos e multa (Incluído pela Lei nº 12.299, de 2010). § 1o Incorrerá nas mesmas penas o torcedor que: (Incluído pela Lei nº 12.299, de 2010). I – promover tumulto, praticar ou incitar a violência num raio de 5.000 (cinco mil) metros ao redor do local de realização do evento esportivo, ou durante o trajeto de ida e volta do local da realização do evento (Incluído pela Lei nº 12.299, de 2010). II – portar, deter ou transportar, no interior do estádio, em suas imediações ou no seu trajeto, em dia de realização de evento esportivo, quaisquer instrumentos que possam servir para a prática de violência (Incluído pela Lei nº 12.299, de 2010). Para entender a violência no futebol | LIVRO O sociólogo Mauricio Murad, um dos maiores especialistas brasileiros em esporte, revela que o aumento das mortes de torcedores durante partidas de futebol está diretamente ligado ao envolvimento de integrantes das torcidas com o crime organizado e ao acesso às drogas, à tecnologia e à internet. No livro, Murad apresenta um panorama atualizado do futebol no Brasil e do comportamento das torcidas – organizadas ou não. Citando outros países como exemplo , aponta caminhos para ajudar a pacificar o futebol e a própria sociedade, a partir do trinômio repressão-prevenção-educação. Ultras | Filme Disponível na Netflix, o filme tem como protagonista Sandro, líder de um violento grupo de torcedores ultras. Ele vê sua vida mudar drasticamente ao ser banido dos estádios. Suas últimas semanas do campeonato italiano são marcadas pela relação com Angelo, um jovem em busca de um mestre, e com
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