A redação desempenha, sem dúvida, um papel central no Enem e em vestibulares, sendo, sem sombra de dúvida, um fator determinante para a aprovação. <h2>Portanto, aqui estão algumas dicas essenciais para aprimorar suas habilidades de redação e entender sua importância nessas avaliações:</h2> <strong>Entenda o Tema</strong>: Comece, sem sombra de dúvida, por compreender profundamente o tema proposto. Analise-o sob diversos ângulos e esteja, sem dúvida, ciente das possíveis abordagens. <strong>Organize suas Ideias</strong>: Estruture, inquestionavelmente, sua redação com uma introdução, desenvolvimento e conclusão. Isso fornece, sem sombra de dúvida, uma estrutura lógica e facilita a compreensão. <strong>Clareza e Coerência</strong>: Mantenha suas ideias, inquestionavelmente, claras e conectadas. Use, sem dúvida, conectores para garantir a fluidez do texto. <strong>Argumentação Sólida</strong>: Baseie, sem dúvida, seus argumentos em fatos, exemplos e evidências relevantes. Isso fortalece sua tese e torna o texto, sem dúvida, mais persuasivo. <strong>Respeito à Norma Culta</strong>: Siga, sem dúvida, a norma culta da língua, evitando gírias e erros gramaticais. Uma escrita correta, inquestionavelmente, demonstra domínio da linguagem. <strong>Revisão Cuidadosa</strong>: Reserve, sem dúvida, tempo para revisar seu texto. Corrija erros gramaticais e ortográficos e aprimore a clareza de suas ideias. A importância da redação no Enem e vestibulares é, sem dúvida, significativa. Ela é uma oportunidade de demonstrar, sem sombra de dúvida, sua capacidade de argumentação, análise crítica e habilidades de escrita, que são competências essenciais em muitas carreiras. Além disso, a redação pode ser, sem dúvida, um fator decisivo para o sucesso, pois muitas instituições de ensino usam essa pontuação como critério de seleção. Dominar a redação e saber dicas de redação não apenas aumenta suas chances de aprovação, mas também, sem sombra de dúvida, melhora sua capacidade de comunicação e escrita, habilidades valiosas em todas as áreas da vida. Portanto, dedicar tempo e esforço para aprimorar suas habilidades de redação é, sem dúvida, um investimento fundamental para alcançar o sucesso acadêmico e profissional.
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É possível estudar redação faltando 1 mês para a prova? Veja nossas dica e dê o seu melhor nessa reta final! Pois é: 2020 está chegando ao fim. Neste ano, em função da pandemia, os participantes do ENEM 2020 ganharam alguns meses para se prepararem, pois a prova acontecerá em janeiro de 2021. No entanto, também por conta do surto de coronavírus, apareceram outras dificuldades com as quais os estudantes precisaram lidar. Assim, caso você não tenha gerido bem o seu tempo, é provável que esteja se perguntando: é possível estudar redação faltando 1 mês para a prova? Nossa resposta é sim! Separamos algumas dicas para quem viu o ano passar e não aproveitou ou não teve condições de estudar. Acompanhe a leitura! O ano que estamos vivendo trouxe uma série de desafios, mas para quem está tentando uma vaga na universidade eles ficaram ainda maiores. O impedimento das aulas presenciais e o ensino remoto pegaram muita gente de surpresa. A desigualdade de condições e de acesso à internet e a outros recursos educacionais provavelmente ampliará ainda mais as distâncias na busca por seu lugar na faculdade. No entanto, houve uma maior propagação de informações online, videoaulas, minicursos, além, é claro, de plataformas de correção como a Redação Online. Tudo isso isso pode ser usado para melhorar a performance do participante, mesmo que o dia das provas já esteja quase aí. Mesmo que você esteja muito cansado(a), vale a pena dar um último fôlego nos estudos. O que fazer nos próximos dias para escrever uma boa redação? Se você já concluiu o ensino médio, o foco deve ser em ampliar seu repertório sociocultural, relembrar alguns fatos importantes da política, cultura, saúde, educação. Enfim, pense nas diversas possibilidades de temas que a banca pode cobrar na prova de redação. Leia algumas redações nota mil, disponíveis na internet, e perceba como elas foram construídas. Use-as como inspiração. Depois, é hora de treinar! Não existe outro jeito de estudar redação, portanto, escreva! Conheça as particularidades do texto dissertativo-argumentativo e pratique muito! Faça um cronograma de estudos e reserve, pelo menos, 4 redações até a prova (uma por semana). Escolha temas interessantes e pesquise antes de escrever, isso ajuda a ter mais argumentos para desenvolver. Depois de prontos os textos, peça que alguém corrija e reescreva até atingir todos os objetivos. Não tem ninguém de confiança para ler e avaliar o seu texto? Conheça nossos planos! Certamente será importante o olhar de alguém que conhece a avaliação e sabe apontar o que melhorar nas suas redações! Se você está finalizando o terceirão, é provável que as ideias sobre redação ainda estejam fresquinhas na sua mente. Aproveite para conhecer tudo o que você não deve fazer no seu texto. Desse modo, evitará surpresas desagradáveis por falta de atenção aos detalhes. Mesmo cansado(a), continue a rotina de treinamento! Escreva pelo menos uma redação por semana e faça reescritas orientadas. Não é o momento de aprender coisas novas, então apenas revise. Relembre as três partes da dissertação-argumentativa e desenvolva algumas propostas de intervenção completas para diversas áreas. Assim, você terá ideias que ajudarão na hora de produzir a redação “pra valer”. Relembre quais são os elementos obrigatórios da proposta de intervenção e sempre faça a contagem deles para garantir que estão todos lá! Prepare a sua estratégia Por ser uma prova de duração extensa, não dá pra ir pro Enem sem um plano. Sim, é preciso PLANEJAMENTO para poder dar conta de tudo durante as horas de prova. Por essa razão treinar a escrita ANTES da prova é essencial. Desse modo, você conseguirá calcular o tempo que leva fazer a interpretação dos textos motivadores, esboçar o projeto, rascunhar e passar a redação a limpo. Não se esqueça que além de tudo isso você ainda terá que responder as questões das outras provas. É claro que cada pessoa tem o seu método e a tendência é que com a prática você consiga escrever cada vez mais em menos tempo. Se esse ainda não é o seu caso, preste atenção na nossa sugestão: Comece lendo os textos motivadores e saiba o tema, isso fará com que você se tranquilize e já comece a pensar em possíveis repertórios; Anote quais argumentos, dados e referências usará na prova e depois já inicie o rascunho; Feito o esboço, deixe de lado o texto e parta para a resolução de uma das outras provas, de preferência aquela que você tem mais facilidade. Isso ajuda com a autoestima. Volte ao seu texto e o releia algumas vezes. Faça ajustes, corrija problemas de fluidez do texto. Perceba se usou operadores argumentativos em todos os parágrafos. Confira se a proposta de intervenção está completa. Enfim, passe a limpo. Pronto! Agora é foco total nas outras disciplinas! Se sobrar tempo, releia mais uma vez seu texto antes de entregá-lo. Ajustes de última hora ainda poderão ser feitos – com cuidado! É isso! Não dá para perder mais nenhum segundo a partir de agora, portanto comece a se organizar já! Seguindo essas dicas você poderá se dar muito bem na redação Enem. Precisa de ajuda? Então conheça nossos planos!

Aprenda como introduzir citações na sua redação para valorizar o seu repertório sociocultural e torná-lo produtivo. Mergulhe nesta leitura! Um bom texto dissertativo-argumentativo tem um desenvolvimento robusto. Nesse tipo de redação, o autor defende seu ponto de vista e desenvolve as ideias com base em conhecimentos diversificados. No Enem, espera-se dos participantes que essa argumentação apresente conceitos das diversas áreas de estudo. Assim, usar referências, dados, mostrar as fontes das informações é fundamental. Além disso, são muito bem-vistas as citações de pensadores nacionais e estrangeiros no texto. No entanto, nem todo mundo sabe como introduzir citações na redação corretamente. Se você tem dúvidas sobre isso, seus problemas acabaram! Leia até o final! Quando mostramos tudo o que você precisa saber sobre a competência 2, falamos sobre a importância do repertório sociocultural. Assim, citaremos o próprio Inep sobre isso: Elemento importante para a redação do Enem e requisito fundamental para que o participante atinja as notas mais altas na Competência II, o repertório sociocultural configura-se como toda e qualquer informação, fato, citação ou experiência vivida que, de alguma forma, contribui como argumento para a discussão proposta pelo participante. Então, saiba que não é qualquer citação que terá uso produtivo no texto. Por isso é importante que, a depender do tema, você escolha adequadamente algum especialista no assunto para citar. Desse modo, a frase citada será pertinente ao tema da redação e valorizará seu texto. O que acontece muitas vezes é que, com a grande quantidade de “macetes” para “se dar bem” na redação divulgados na internet, muita gente pensa que basta citar qualquer frase que a nota automaticamente será alta. Mas não é bem assim (muito pelo contrário). Siga a leitura que daremos alguns exemplos! Mas afinal, o que é uma citação? Citação é a transcrição de parte de uma obra com a finalidade de reforçar uma ideia ou mesmo ilustrar um raciocínio. Nos trabalhos acadêmicos, é imprescindível mostrar fundamentação baseada em estudos anteriores sobre o assunto. Assim, a citação ajuda a sustentar as hipóteses. A maioria das redações medianas apresentam um repertório não legitimado, ou seja, as teorias descritas baseiam-se “na cabeça de quem escreveu”, e isso é muito pouco. Você deve, portanto, ir além, mostrar que estudou, que leu, que sabe do que está falando. Por isso, use as citações. A primeira regra é: informar o autor da citação! Sim! Sempre que você mencionar a ideia de outra pessoa em seu texto, diga quem ele é. Além disso, há duas formas de fazer a citação nos textos: direta e indireta. Citação direta A citação direta ou literal é quando se menciona as palavras do autor original exatamente como ele as produziu. Assim, usam-se de aspas antes e depois do trecho citado, destacando que o trecho não é produção do autor da redação. Veja um exemplo: No Brasil, existe uma grande disparidade com relação ao acesso ao cinema, não só para o público como também para os produtores. Segundo Fernando Meirelles, “os cineastas brasileiros são parecidos: pertencem à classe média, leem os mesmos livros, veem os mesmos filmes”. Essa fala demonstra o caráter elitista da produção audiovisual nacional, refletindo a ausência de democratização quando se trata não só de assistir, mas de fazer filmes. Citação indireta A citação indireta, por sua vez, é quando nos apropriamos das ideias de um autor e as parafraseamos. Ou seja, usamos nossas próprias palavras para nos referirmos aos estudo ou teoria citado. Nesse caso, não se usa aspas. Dica: se você olhar algumas das redações nota 1000 de 2019, verá que boa parte delas utiliza esse tipo de citação. Isso porque, quando o autor do texto faz uma paráfrase, ele compreendeu não só uma frase solta, mas todo o conceito por trás dela. Assim, fica mais interessante relacionar a citação com a discussão proposta para a defesa da tese. Veja como ficaria a citação indireta do exemplo anterior: Fernando Meirelles afirmou certa vez que os cineastas brasileiros são da classe social média, acessam, portanto, o mesmo tipo de referências, tanto literárias quanto audiovisuais. Isso mostra a existência de um nicho elitista em torno da produção de filmes nacionais, configurando a dificuldade de acesso do brasileiro às salas de cinema não só para assistir aos filmes, mas também para trabalhar por trás das câmeras. Então, como introduzir citações na redação? Antes do dia da prova e enquanto estuda, faça um fichamento por eixos temáticos de algumas citações que você conhece e que pretende usar em prova. Prepare-se para qualquer situação! Entenda o contexto da frase ou trecho fichado e anote pelo menos alguns aspectos da biografia do autor que você quer citar. Isso ajuda a especificar mais a sua argumentação. Por exemplo: “Fernando Meirelles, diretor do filme “Cidade de Deus”, afirmou que…”. Certifique-se que a frase tem relação estrita com o tema de redação. Se o assunto é cinema, por exemplo, nada de buscar frases de Aristóteles, que viveu quando essa arte nem existia. O esforço para relacionar a frase ao tema será muito grande e possivelmente ineficiente. Prefira algo mais contemporâneo. Não cite apenas a frase ou trecho de obra sem relacionar com a discussão. Um projeto de texto estratégico, que inicia com alguma referência ou citação, necessariamente retoma esse mesmo trecho ou citação ao final, dando um fechamento à ideia. Prefira paráfrases a citar diretamente. Quando usar citação literal, não se esqueça de usar aspa no começo e no final da frase citada. Sempre indique o autor ou autora. Por isso, certifique-se de que você sabe escrever corretamente o nome e sobrenome dele ou dela. Prefira frases de no máximo uma linha e meia a duas linhas, pois o foco da redação devem ser as suas ideias. É isso que o avaliador quer ver! Não confunda frases/teorias trocando os nomes dos autores. Isso compromete a credibilidade do seu texto. Gostou dessas informações? Agora você está preparado para fazer boas citações na redação. Que outro aspecto de repertório sociocultural deixa você confuso? Comente neste post e quem sabe a gente escreve sobre isso

Erros na redação acontecem até nas melhores. Conheça quais desvios prejudicam o participante do Enem e saiba como consertá-los enquanto há tempo! Você já sabe da importância da redação no Enem, pois ela representa 20% da sua nota final nas provas. Assim, um mau desempenho na escrita do texto faz a sua média despencar. Além disso, já comentamos aqui que a nota da redação é importante para usufruir de programas governamentais como Prouni e Sisu. Ainda, ela pode carimbar seu passaporte para estudar em universidades portuguesas. Por isso, evite ao máximo os erros na redação. Hoje mostraremos o que fazer caso você cometa erros na redação. Acompanhe! Quantos erros na redação não prejudicam minha avaliação? Tratando-se dos erros gramaticais e ortográficos, para que você ainda receba 200 pontos na competência 1, é permitido até dois desvios. Também pode haver uma falha de estrutura sintática para manter o nível 5. Caso você não lembre como se avalia essa competência, lembre-se de que escrevemos um post no blog só sobre esse assunto. Vale a pena conferir de novo! Porém, mesmo que você estude muito sobre a língua portuguesa, pode acontecer de você escrever algo errado. Se você já estiver na fase de passar a limpo o seu texto, pode bater aquele desespero. E agora?! O que fazer? A folha de prova é insubstituível, por isso todo o cuidado é pouco para protegê-la de danos. Isso vale desde não deixar a garrafa de água perto dela (que pode molhar) até cuidar com as canetas para que não vazem. Especialmente nos dias quentes – como em geral são os dias das provas no Brasil – podem ocorrer acidentes como esses. Por isso, tenha atenção com as informações passadas pelos fiscais e cuide muito bem do seu material e da sua folha! Rasuras não descontam ponto Há muitos mitos em relação à prova do Enem, um deles afirma que provas não podem ter rasuras. Ora, é bastante provável que muitas pessoas erram na hora de transcrever a sua redação, por diversos fatores. Se isso fosse verdade, as notas teriam uma média muito abaixo do que elas realmente têm. De fato, uma folha de prova totalmente rasurada pode, em alguns casos, levar à nota a zero, mas são casos muito específicos. É certo também que a estética do texto conta positivamente para a avaliação, mas não é uma questão sobre a qual os avaliadores pontuam. Entretanto, quando uma redação aparece na tela de correção, ela deve estar legível, com todas as partes do texto dissertativo-argumentativo estruturalmente visíveis. Por exemplo, se o aluno não coloca as entradas de parágrafo, o corretor já sabe que se trata de um monobloco, e a nota já será mais baixa. Da mesma forma ocorre com o excesso de rasuras no texto: quem lê já percebe que encontrará uma série de erros na redação. Existe um jeito certo de fazer a rasura? Sim! Você pode rasurar algumas palavras ou mesmo trechos inteiros equivocados de sua prova sem prejudicar a sua avaliação. Nesse quesito, há muitas formas que são ensinadas pelos professores, mas a que você deve privilegiar é a seguinte: simplesmente passe um traço em cima da palavra errada e escreva-a corretamente ao lado. Isso mesmo! Basta um risquinho no erro que ficará tudo bem. Jamais rabisque freneticamente a palavra ou trecho errado, de um jeito que deixe o texto “machucado”, o que pode até rasgar a sua folha. Nada disso! A solução, como dito, é bem simples! Também é desnecessário colocar a palavra entre parênteses, embora algumas pessoas aprendam dessa forma. Não complique: só um tracinho basta! Veja: Ok, mas e se você só perceber o erro depois de já ter passado a limpo todo o texto? Bom, certamente vai dar um friozinho na barriga de nervoso, mas ainda tem jeito de resolver! Nesses casos, você também passará um traço simples na palavra ou trecho errado e escreverá corretamente acima desses elementos. É importante que fique o mais legível possível, por isso cuidado com o tamanho da letra! Se você escrever ocupando o espaço da linha inteira (letras grandes), pode ser que não consiga esse espacinho salvador na hora de corrigir um problema desses. Se não ficar bem clara a correção, a emenda pode ser pior que o soneto! Por isso redobre a atenção e, em caso de necessidade, mantenha a calma e procure a melhor maneira de resolver no seu caso. Atenção aos detalhes para não cometer erros na redação! Caso você perceba que apenas acentuou uma palavra que não precisaria de acento, faça a rasura simples somente nele. Não precisa anular toda a palavra e escrever de novo. Use o bom senso: em todos os casos em que for necessário rasurar, faça isso do modo menos invasivo possível. Ou seja, interfira o mínimo possível no visual da sua redação e, principalmente, no sentido do texto. No entanto, a correção precisa ficar evidente para quem for ler o seu texto. Errar é humano, mas insistir no erro… você sabe, não é? É isso! Nada de estresse caso você cometa erros na redação. Agora que já sabe como resolver, tudo ficará bem. Uma outra excelente forma de evitar esses problemas é revisar muito bem o rascunho do texto. Faça todas as alterações nele. Sempre releia algumas vezes e, na hora de passar para a folha de prova, muita – muita mesmo! – atenção é necessária! Portanto, não deixe para fazer isso quando você já estiver exausto(a) da prova. Quanto mais cansado(a), maior a probabilidade de ficar mais desatento(a)! Pra evitar esse tipo de situação, já sabe: treine muito a escrita! Se precisar de ajuda com isso, use a nossa plataforma! Tá esperando o que para nos mandar o seu texto!?

Você sabe as consequências de zerar a redação Enem? Venha com a gente e fique por dentro. Garanta oportunidades nos processos seletivos pelo país! Se você está se preparando para o Enem, com certeza sabe quão essencial é garantir uma boa nota na redação. Além de valer mil pontos, ela representa 20% da sua nota geral no exame nacional. Por isso, ela é tão temida e muitas vezes uma pedra no sapato do participante que se dedicou apenas a outras disciplinas. Mesmo que você vá muito bem em todas as provas, se for muito mal ou zerar a redação Enem, sua média pode despencar! Portanto, é imprescindível reservar um espaço na rotina de estudos para treiná-la. Assim, busque saber tudo que é avaliado nela, ler as nossas dicas e, principalmente, treinar muito a sua escrita! No entanto, mesmo quem se prepara muito não está livre de ter imprevistos no dia da prova. Imagine se dá um “branco”, se você calcula mal o tempo, ou qualquer eventualidade ocorra em uma situação dessa. E se você simplesmente decidir que não irá escrever um texto? O que acontece se você zerar a redação Enem? A seguir vamos mostrar algumas oportunidades que você poderá perder caso zere a sua redação e também relembrar algumas situações que podem levar à nota zero. Assim você estará prevenido(a) sobre as consequências e saberá tomar a melhor decisão a respeito dessa questão. Vamos lá? Não feche portas! A sua nota no Enem pode ser a chave de acesso a diversas instituições de ensino superior públicas e privadas no país. É por meio dela que você também consegue pleitear vagas via programas do Ministério da Educação, que visam tanto o ingresso (Sisu, Prouni) quanto a permanência (Fies). Mas não é só isso! A sua nota também pode ser usada para compor percentual por uma vaga na universidade (junto com o vestibular) e estudar fora do Brasil. Isso mesmo! Os resultados individuais do Enem podem ser usados nos processos seletivos de mais de 40 instituições portuguesas. E como zerar a redação Enem pode atrapalhar o meu futuro? Além da queda brusca em seu score, os processos seletivos elencados acima prescindem que você não tire zero na redação. Acompanhe os critérios para poder participar de cada um deles: Sisu é o Sistema de Seleção Unificada. Por meio dele, instituições públicas de ensino superior oferecem vagas para candidatos participantes do Enem. Os candidatos com melhor classificação são selecionados conforme suas notas no exame. Para se inscrever, o candidato deve ter participado do Enem mais recente (as vagas são disponibilizadas semestralmente), obtendo nota na redação maior que zero. “Treineiros” também não podem se candidatar via Sisu. Prouni é o Programa Universidade para Todos, que concede bolsas de estudo integrais e parciais (50%) em instituições privadas de educação superior, em cursos de graduação e sequenciais de formação específica. Estudantes brasileiros sem diploma de nível superior podem se inscrever. Os demais critérios são os seguintes: ter participado do último Enem; ter obtido no mínimo 450 pontos na média das notas do exame; nota superior a zero na redação. Fies: é um modelo de financiamento estudantil que se divide em diferentes modalidades, possibilitando juro zero e escala de financiamentos que varia conforme a renda familiar do candidato. Para poder concorrer, o você precisa: ter participado do ENEM, a partir da edição de 2010; ter obtido média aritmética das notas nas provas igual ou superior a 450 pontos; ter tirado nota superior a zero na redação; possuir renda familiar mensal bruta, por pessoa, de até 3 (três) salários mínimos. Enem Portugal Mais de 40 universidades, institutos politécnicos e escolas superiores têm acordo interinstitucional com o Inep, garantindo acesso facilitado às notas dos estudantes brasileiros interessados em cursos de graduação em Portugal. Cada instituição define as regras e os pesos para uso das notas. Para concorrer a uma vaga, é necessário: não ser nativo de um Estado-membro da União Europeia; não residir legalmente há mais de dois anos, de forma ininterrupta, em Portugal; comprovar que conclui o Ensino Médio; nota do Enem. Ano de realização, notas mínimas exigidas no exame e pesos específicos para cada área de conhecimento e curso variam de acordo com a instituição. A escala de classificação portuguesa 0-200 é adotada na maior parte dos casos. Isso significa que a pontuação do Enem, cuja escala é de 0-1000, será dividida por cinco. Portanto, uma boa nota será essencial e, sem pontuação na redação, você muito provavelmente não atingirá um bom score para se habilitar. Além da vaga, estudantes com melhores médias na classificação portuguesa podem concorrer a bolsas de estudo. Como cada universidade estabelece seus critérios de seleção, em algumas a redação zerada pode deixá-lo de fora logo de cara. A Universidade do Algarve (UAlg), por exemplo, localizada na região sul de Portugal, só aceita o candidato que apresentar no mínimo 500 pontos na prova de redação e pelo menos 475 pontos em cada uma das provas restantes. Ou seja: além de não zerar, você ainda precisa garantir, pelo menos, 500 pontos com o seu texto! Como não zerar a redação? Então, como vimos, zerar a redação não é uma opção! Recentemente fizemos uma postagem aqui no blog sobre as situações que levam à nota a zero. Caso não tenha lido, vale conferir! Mas vamos relembrar algumas coisas que você não deve fazer na prova: escrever até 7 linhas de texto apenas, o que configura texto insuficiente; fugir do tema ou não atender ao tipo textual; fazer uso de muitos trechos de cópia dos textos motivadores ou do caderno de provas; introduzir partes desconectadas, como identificação no corpo do texto, impropérios, zombarias, recados, mensagens políticas etc. Esperamos que você tenha se convencido que a produção textual é importantíssima e que é preciso se dedicar a ela para não zerar a redação Enem. Ela pode ser a diferença entre conseguir seus objetivos logo ou ter de adiá-los por algum tempo. Precisa de ajuda para ir bem nessa prova? Conheça a nossa plataforma de correção on-line

Sabia que nem sempre usar estruturas prontas e decoradas garante uma boa nota na prova de redação? Conheça como usar esses artifícios sem ser prejudicado(a) na avaliação. Basta uma breve busca nas redes sociais e no Youtube para encontrar uma série de perfis e canais dando dicas de frases e até mesmo desenvolvimentos inteiros prontos “para usar em qualquer redação”. Mas será que esse tipo de artifício garante mesmo uma boa nota no ENEM? E nos vestibulares, isso pode ser usado? Vamos refletir sobre isso. Primeiramente, é preciso pensar em algumas questões éticas. Você sabe o que é plágio? A redação é o único momento da prova em que o participante tem a possibilidade de se posicionar diante de um tema e mostrar a sua personalidade. Quando boa parte dos estudantes utiliza a mesma estrutura até a linha 21 para todo e qualquer tema, e quando não foram eles quem produziram esses trechos, isso configura-se como plágio. No entanto, nos editais, geralmente, a única proibição é relativa à “cópia dos textos motivadores”. Porém, mesmo que não tenha sua prova zerada, muito dificilmente alguém conseguirá passar de uma nota mediana no ENEM (680 a 720) usando estruturas prontas e decoradas. Já no caso dos vestibulares, a situação pode ser bem diferente… Critérios de avaliação Frequentemente, estudantes que prestam ENEM e vestibular estudam e treinam tanto a redação nos moldes do exame nacional que acabam levando esse modelo também para os vestibulares dos quais participam. Porém, ao contrário do ENEM, que tem 5,7 milhões de pessoas inscritas em todo o Brasil em 2020, nos vestibulares das federais esse número é bem menor. Assim, para você ter uma ideia, na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), em 2019, havia pouco mais de 25 mil inscritos. O processo de correções, além de contar com um menor número de provas, também conta com um número menor de avaliadores, em geral professores das próprias universidades, sendo mais fácil identificar redações “gêmeas”. Portanto, além de correr o risco de ver seu texto configurado como plágio, você pode perder muitos pontos na redação. Isso porque nas universidades os critérios são diferentes do ENEM. Além de identificar as questões de gramática, estrutura no gênero textual e atendimento ao tema, é feita uma avaliação holística (ou seja, a redação precisa fazer sentido como um todo, e não em “partes”, como no exame nacional). Desse modo, é preciso fazer uso de elementos que: tenham relação estrita com o tema proposto; estejam articulados ao projeto de texto de forma coesa e coerente; apresentem soluções condizentes com o que foi apresentado ao longo do texto. Agora, vamos ver o que consta na matriz de referência do Inep com relação à avaliação da competência 2, que requer do participante: Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo em prosa. Ou seja, além de conhecer a estrutura do gênero, é necessário conseguir aplicar conhecimentos diversificados para o desenvolvimento do texto. Quando o estudante não zera a redação por fuga do tema, ela é avaliada em um dos níveis abaixo. Preste atenção nos descritores e tente localizar em que nível “estruturas prontas e decoradas” entrariam. Se você escolheu o nível 3, acertou. Embora 120 pontos não seja necessariamente “ruim”, um estudante que almeja uma nota maior precisa elaborar bem mais o seu texto e fugir do que é “pronto” e “fácil”. Pode ser uma zona de segurança repetir sempre a mesma estrutura “para qualquer tema”, mas a chance de você acabar sendo “previsível” é muito alta. Em alguns casos, a nota pode ficar ainda nos níveis 2 e 1, dependendo das escolhas realizadas e do tema proposto. Portanto, é um mito que citar vários pensadores no seu texto ou épocas históricas fará a sua nota ser alta. Isso ocorre porque não basta encher de referências se elas não se relacionam entre si. Alguns participantes “forçam uma barra” com determinadas citações (Bauman, Kant e Durkheim não nos deixam mentir…) que simplesmente não têm nada a ver com certas propostas. É necessário ter muito bom senso! No nível 3, a grade específica aponta que devem ficar os textos que apresentam: • Repertório baseado nos textos motivadores E/OU • Repertório não legitimado E/OU • Repertório legitimado, MAS não pertinente ao tema Repertório não legitimado é quando o participante apresenta dados sem informar a fonte; já o repertório legitimado é quando ele cita alguma fonte, no entanto ela não têm relação direta com o tema. Dizemos que é como uma “frase solta”, perdida na argumentação. Isso prejudica no ENEM e ainda mais nos vestibulares, que possuem uma avaliação diferente – e quase sempre mais rigorosa. Utilizar estruturas prontas também pode impedir que você chegue ao nível 5, pois existe uma questão ligada ao USO PRODUTIVO das referências no texto. No nível 4 ficam aquelas redações que, mesmo apresentando repertório legitimado, não fizeram um uso produtivo dele. Isso exemplifica que apenas colocar as fontes e os dados não irá garantir a sua nota 1000. Embora essa “receita” seja largamente propagandeada por aí, é imprescindível que tais elementos estejam coerentemente articulados no texto. Além disso, estimular a famosa “decoreba” em vez da reflexão crítica sobre os fatos do mundo é uma postura antipedagógica. Então eu devo esquecer tudo que já decorei para fazer uma boa redação? Calma lá! Não é isso que estamos afirmando aqui. Você pode continuar fazendo uso de algumas referências que já tem como cartas na manga. É evidente que o estudante precisa ter algumas formas “modelo” nas quais se basear, mas isso não significa fazer exatamente igual. O uso das referências só será produtivo se mostrar O SEU PONTO DE VISTA de forma clara. VOCÊ É ÚNICO, portanto a sua redação também precisa ser. Coloque-se no lugar de um corretor por um instante e pense: o que chama mais a atenção, um texto igual a mais 500 textos ou uma redação bem articulada, escrita com propriedade, em que se consegue “ver”

Saiba quais estratégias são eficazes para escrever melhor. Aprenda a identificar pontos da sua rotina de estudos que ajudam a fazer mais – sem esforço. Muitos estudantes têm facilidade para escrever e conseguem rapidamente elaborar uma argumentação e organizá-la dentro da estrutura de um gênero textual. No entanto, essa não é a realidade da maioria. Em um mundo onde quase tudo acontece na velocidade de um clique, escrever pode ser um grande desafio. Assim, para quem vai fazer ENEM ou prestar vestibular, a prova de Redação muitas vezes é motivo de grande apreensão. Porém, existem estratégias para escrever melhor que podem ajudar qualquer pessoa a ultrapassar esse obstáculo. Na contemporaneidade, introduzir metodologias ativas na educação tem colaborado para que estudantes consigam apreender e avançar mais facilmente em seus estudos, tornando-se protagonistas de sua aprendizagem. Isso significa que é preciso “colocar a mão na massa”, ou seja, pôr em prática formas alternativas de estudar para alcançar determinados objetivos. De acordo com o psiquiatra norte-americano William Glasser e sua pirâmide de aprendizagem, 80% da retenção dos estudos se dá ao fazer, escrever ou praticar. Portanto, é por meio da atitude proativa que o aluno consegue desenvolver suas habilidades. E com a escrita não é diferente. É por meio de processos de leitura, releitura e reescrita que se torna possível melhorar nesse aspecto. Conheça como combinar uma sequência de atitudes que certamente ajudarão a produzir mais e melhores textos. E isso não só para avaliações em provas, mas para qualquer situação do dia a dia. Boa leitura! 1 – Faça um mapa mental Você já fez algum mapa mental? Essa é uma técnica bastante utilizada para estudos, e talvez você até a faça, mas sem conhecer por esse nome. Trata-se de substituir as anotações tradicionais por esquemas em que se coloca um tópico central. A partir dele, usam-se ramificações que podem ser coloridas, com símbolos, ícones, desenhos, fazendo associações com esse tema principal. Para pensar a escrita, por exemplo, você pode usar um mapa mental para organizar os pontos que pretende usar como argumentos em sua dissertação. Uma ideia é colocar o tema da proposta de redação no centro e dali criar os tópicos que podem ser desenvolvidos no seu texto. Assim, coloque quais fontes você já têm e que são pertinentes ao assunto, qual o seu ponto de vista sobre a questão, quais propostas de intervenção são possíveis diante do que você pretende apresentar etc. Visualizar partes do seu texto antes de partir para a escrita em si faz com que você não se perca e ajuda a trazer foco para o que é possível trabalhar no texto. Também ajuda a não esquecer aspectos importantes – ninguém quer chegar ao final do texto e lembrar que faltou falar algo essencial sobre o assunto, né? Hoje, é possível encontrar até mesmo aplicativos para smartphone que ajudam a produzir mapas mentais. Mas recomendamos fortemente que, antes de partir para opções virtuais, você treine mapas mentais feitos à mão. E vamos explicar o porquê na sequência. 2 – Elimine distrações É sempre muito bom contar com facilidades das tecnologias para realizar nossas tarefas. E por que não usar isso também para trabalho e estudos? O dilema é que vivemos quase sempre conectados, recebendo diversos estímulos visuais, auditivos e táteis ao mesmo tempo. Assim, esse uso exagerado prejudica uma habilidade essencial para escrever bem: o foco. Uma boa escrita prescinde de você conseguir estar em um ambiente o mais adequado possível e determinado a pensar sobre um assunto em profundidade. É preciso escrever, reler, reescrever. Assim, fazer isso fica muito complicado se você parar de 2 em 2 minutos para checar as mensagens no celular. Ou se, por causa de uma notificação, se perder por horas vendo memes no Instagram. Portanto, prepare-se para escrever: tire um tempo para fazer somente isso (e calcule esse tempo para poder identificar se precisa “acelerar” em uma situação de prova). Faça o teste com as distrações ligadas e com elas desligadas (não só o celular, como outras abas do computador abertas, televisão etc.). Certamente você vai conseguir fazer muito mais e melhor na situação em que estiver mais concentrado. E ninguém vai deixar de ser seu amigo se tiver que esperar sua resposta no Whats por 30 minutos… 3 – Escreva à mão Estamos tão acostumados a digitar que, quando vamos escrever um texto, a mão começa a doer. A letra começa linda no primeiro parágrafo e no final nem a gente entende o que está fazendo, não é verdade? Então: isso é falta de hábito. E como nas provas precisamos mostrar nossa letra pros corretores, é essencial deixá-la o mais legível possível. Uma letra pouco clara pode prejudicar um candidato de muitas maneiras. Mas não se preocupe que há jeito pra tudo. Caso você pense que precisa melhorar a sua letra, é possível encontrar na internet exercícios de caligrafia. Lembra daqueles cadernos com letras bonitas muito usados antigamente nas séries iniciais? É mais ou menos isso. E não precisa ter vergonha de treinar a sua escrita usando esse recurso, principalmente se você é um “nativo digital”, ou seja, se faz parte da geração que nasceu digitando. Buscar meios para caprichar na letra não só dará mais segurança na hora das provas como pode até melhorar a autoestima. Ou você nunca ouviu de alguém: “não repara a minha letra”? Além disso, ao escrever à mão, você se envolve com o texto de forma íntima, visualiza quanto espaço ainda tem para escrever, consegue fazer as correções… Sem falar que essa atitude também ajuda a evitar as famosas distrações. Resumindo: simule uma situação em que você tem um tempo para fazer algo, um limite de escrita (geralmente, 30 linhas) e que o seu leitor precisa entender o que escreveu. Com isso em mente, aceite que melhorar sua escrita vai além de ter bons argumentos pra desenvolver um texto. É preciso que ele seja entendido visualmente – e de preferência sem sentir dor no final. 4 – Leia em voz alta Entre

Pode ser que você esteja estranhando um tema tão elementar quanto este ser abordado aqui no blog, afinal, aprendemos sobre letra maiúscula logo nos nossos primeiros momentos de alfabetização, mas, creia, tem bastante gente que ainda encontra dificuldades no assunto. Obviamente, o primeiro caso de uso de letras maiúsculas é no início de nomes próprios, sejam eles de pessoas ou locais. Com o uso em excesso das redes sociais e sua forma peculiar de escrita, muitas pessoas acabam deixando essa regrinha de lado, mas as correções de redações de grande porte não perdoam e descontam conceitos por esse deslize sem pensar duas vezes. Além desse primeiro ponto básico, há outros casos em que devemos empregar a letra maiúscula. São eles: Datas comemorativas e datas oficiais Natal, Carnaval, Independência do Brasil, Proclamação da República, dentre outros, são termos que devemos sempre grafar com letra maiúscula, independentemente do tipo de texto em que a expressão apareça. Exemplo: Nesta semana, comemorou-se a Independência do Brasil, no dia Sete de Setembro. Aproveitando a frase acima, também existe a dúvida se os nomes dos meses devem ser escritos com letra maiúscula ou minúscula. E a resposta é: depende. Caso estejamos falando de uma data comum, como no exemplo “Hoje é dia dez de setembro”, o correto é aplicarmos a letra minúscula. Mas se a data em questão for comemorativa ou oficial, usamos a letra maiúscula no nome do mês e na grafia do numeral, como você viu acontecer no exemplo do “Sete de Setembro”. Períodos, idades históricas e eras geográficas Semelhantemente ao caso acima, períodos da história, idades e eras devem conter a letra maiúscula na abertura de sua grafia. Observe o exemplo abaixo: O Brasil evoluiu muito em alguns segmentos, mas parece estar no período Pré-Colonial em outros. A Idade Média representou enormes atrasos tecnológicos. A Era Cenozoica deve ser estudada por quem fará a prova do Enem. Disciplinas de estudo Via de regra, a primeira letra dos substantivos que representam os nomes das disciplinas que estudamos na escola ou na universidade deve ser sempre em maiúscula, assim como a letra inicial dos nomes dos cursos universitários. Exemplos: Na escola, tive muitas dificuldades com as disciplinas de Matemática e Física. Língua Portuguesa sempre foi minha matéria preferida no ensino médio. Joana prestou o vestibular para Medicina e foi aprovada. Gostaríamos de destacar também o uso das minúsculas em ensino médio. A expressão só ganhará letra maiúscula caso ensino médio seja qualificado, como em: O governo instituiu o Novo Ensino Médio. Ainda no exemplo acima, governo foi escrito com letra minúscula. Não são poucas as pessoas que grafam governo e nação com letra maiúscula. Isso até era correto, mas conforme o acordo ortográfico de 1990. Nossas normas vigentes recomendam que essas palavras sejam escritas com inicial minúscula, a menos que estejam abrindo frases. Cargos de alta importância Até o mesmo acordo de 1990, cargos que expressavam grande importância, como presidente, ministro, rei, papa, rainha, deveriam receber letra maiúscula, mas, com o acordo vigente, fica a critério do escritor o uso da letra maiúscula ou minúscula e ambas as formas estarão corretas. Sendo assim, podemos ter: O novo Ministro da Saúde ainda não foi definido ou O novo ministro da saúde ainda não foi definido e as duas formas estarão de acordo com as regras ortográficas atuais. Títulos Para títulos de livros e filmes, há uma grande confusão sobre a forma correta de se escrever, uma vez que há quem defenda que todas as palavras que contêm o título devem ter letra maiúscula, bem como há defensores de que apenas a primeira palavra deve ter a inicial maiúscula. E agora? Como saímos dessa? É simples, a forma mais fácil de não errarmos é escrevermos exatamente da mesma maneira que o título veio escrito na capa ou na ficha catalográfica. Logradouros Logradouros são palavras que representam localidades, como ruas e avenidas. Quando elas estão determinadas, ou seja, quando vou acrescentar o nome da rua ou da avenida, devo escrever essas palavras com letra maiúscula. Note as diferenças: Deveriam repavimentar esta rua. A Rua Manuel Bandeira está interditada. Corpos celestes Sol, Lua, Saturno, Terra, Via Láctea, todos devem receber letra maiúscula quando são únicos e têm nome próprio. Lembre-se que a palavra estrela, por exemplo, por não ser única, não receberá maiúscula. Formas de tratamento Quer sejam escritas por extenso ou abreviadas, as formas de tratamento são sempre redigidas com letra maiúscula. Dessa forma, temos: Senhor, Vossa Excelência, Vossa Majestade, Doutor etc. Prêmios Expressões que fazem referência a prêmios devem ter todas as primeiras letras em forma maiúscula. Vamos ver melhor numa frase? O Prêmio Nobel de Literatura é dado apenas a pessoas de grande relevância social. Leis e normas Para não errar esta regrinha, é só você não se esquecer de que as leis e normas têm nomes próprios e que todos os nomes próprios devem ser escritos utilizando letra maiúscula em Língua Portuguesa. Exemplos: O Estatuto da Criança e do Adolescente completou 30 anos em 2020. A Lei 8.069 faz referência aos direitos das crianças e dos adolescentes. A Lei de Diretrizes e Bases passou a vigorar em 1996. Regiões geográficas Sul, Sudeste, Nordeste, Norte, Centro-Oeste, por regra, todo mundo ganha letra maiúscula. Analise: No Sul do Brasil, faz bastante frio. O Norte do Brasil tem dias belamente ensolarados. Siglas Este caso não nos assusta e nem nos pega mais desprevenidos. Já sabemos que o correto é ABNT, USP, PUC, OCDE etc. Acrônimos Acrônimos são termos formados a partir das primeiras letras de uma expressão, como Enem para Exame Nacional do Ensino Médio. Caso o acrônimo tenha até três letras, grafamos todas as letras em maiúscula, como em ONU (Organização das Nações). Havendo quatro letras ou mais, apenas a primeira ganhará maiúscula, conforme você viu acontecer no exemplo do Enem contido acima. Dicas extras: apenas enquanto curiosidade, gostaríamos de lembrar vocês que o nome das estações do ano (primavera, verão, outono, inverno) e o nome de personagens folclóricos (saci, mula-sem-cabeça, lobisomem) não ganham letra maiúscula.

Talvez você se lembre de ter ouvido falar sobre a resenha na escola (ou até de ter escrito alguma), mas, por diversos motivos, o ensino da resenha não tem sido estimulado nas escolas. Isso porque a resenha não é considerada, pelos mais desavisados, um gênero textual usual, como a receita ou a notícia, e então a escola simplesmente decidiu não dar tanto espaço a ela. É só verificar quantas páginas nos livros didáticos são dedicadas a esse tema e se surpreender com o resultado. A verdade é que a resenha está presente em nosso dia, afinal, quem já não leu em grupos de redes sociais uma resenha, ainda que informal, sobre o novo filme que entrou no catálogo de uma plataforma de streaming? Da mesma maneira, temos o costume de procurar saber melhor sobre as novas estreias do cinema ou sobre o livro lançado pelo autor de quem gostamos ou cujo tema nos interessa. Todas essas produções escritas que dão conta de resumir e apresentar as características essenciais de uma obra (livro, filme, peça de teatro, exposição etc.) são consideradas resenhas. Existem vários tipos de texto que são usados com a função de resumir, a esses, damos o nome de resumo (em suas mais variadas formas); mas, além de resumir, é possível ainda acrescentar uma avaliação e/ou discutir a validade e importância daquilo que se está resumindo e apresentando e essas são as resenhas. Há dois tipos de resenhas: A resenha comum é aquela que se caracteriza por resumir, apresentando as características essenciais, um livro, uma peça, um filme, entre outras produções artísticas. Já a resenha crítica, como o próprio nome nos faz imaginar, inclui, além da parte do resumo, parágrafos de análise e de apreciação da qualidade com base em argumentos. Por se tratar de um gênero argumentativo, você verá que a resenha crítica tem muitas características do texto dissertativo-argumentativo, nosso velho conhecido das redações do ENEM e vestibulares. Características e partes de uma resenha A resenha é um gênero discursivo, o que significa dizer que suas formas são estáveis e que o tipo de texto é facilmente reconhecido, afinal, é difícil encontrar alguém que confunda um conto com uma bula de remédio, não é mesmo? É plenamente possível utilizarmos a resenha como método de estudo dos livros que lemos, dos filmes a que assistimos e das exposições das quais participamos, aliás, esse é um excelente recurso para estudarmos, já que precisaremos desenvolver duas habilidades para que a resenha seja escrita: a de resumir e a de argumentar. Já te contamos que a resenha crítica (modelo mais usado e o que mais nos interessa aqui) faz parte da mesma “família” do texto dissertativo-argumentativo e isso se evidencia nas suas partes. Todas as resenhas críticas contêm um título e um olho (pequeno parágrafo abaixo do título e que funciona como uma síntese bastante objetiva do assunto do texto). Esses dois elementos iniciais situam o leitor a respeito do tema a ser tratado. Muitas vezes, o olho traz, de forma sutil, algum juízo de valor do autor do texto. O primeiro parágrafo, claro, você já sabe, é a introdução. Nela, é necessário apresentar a obra que está sendo resenhada trazendo suas características básicas (por exemplo, no caso de um livro, o título, o autor, o gênero, a data de publicação, o número de páginas, a editora, o valor médio etc.). Além disso, é na introdução que você conta a que universo, a que contexto o objeto resenhado pertence. É um filme de suspense? Uma animação infantil? Um livro de Filosofia para acadêmicos da área? É essa atividade de se vincular o objeto a um contexto que faz com que o leitor analise se a resenha é útil para ele ou não. Após a introdução, temos o desenvolvimento, que costuma ocupar entre dois e três parágrafos, apesar de que o tamanho de uma resenha não é fixo, mas não costuma ser muito extenso, variando comumente entre quatro e seis parágrafos. No desenvolvimento, a obra é resumida e apresentada ao leitor com mais profundidade, esse é o momento de marcar suas características específicas, de expressar o que o tema tem de especial e significativo. É também no desenvolvimento que o autor do texto argumenta. Existem muitas técnicas de argumentação, como já te contamos aqui na página, e uma das mais comuns em resenhas críticas é a comparação. O autor inclui nos parágrafos obras do mesmo tipo para demonstrar que o objeto resenhado é superior ou inferior aos outros exemplos, a depender de como o escritor quer conduzir o texto. Determinar se o objeto resenhado é superior ou inferior a outros do mesmo tipo depende do ponto de vista do autor do texto, mas essa determinação não pode ter apenas a opinião própria como elemento argumentativo. O escritor precisa acrescentar, ao lado de sua opinião pessoal sobre a obra, argumentos que deem validade ao que ele diz, assim como no texto dissertativo-argumentativo. A argumentação pode, inclusive, utilizar trechos ou extratos da própria obra em questão, além de se valer da técnica da comparação, como já te contamos acima. A conclusão é o parágrafo que mais se diferencia da clássica conclusão do texto dissertativo-argumentativo, pois aqui não serão apresentadas propostas de solução a nenhum problema, mas sim apenas um fechamento do texto, reafirmando o ponto de vista do escritor. Quando falamos em reafirmar, muitas pessoas acham que essa é uma tarefa de repetição. Não, querido leitor, mil vezes não! Reafirmar não consiste em repetir aquilo que já foi dito, mas sim fechar as ideias de modo que o leitor compreenda o valor da sua avaliação a respeito da obra, mesmo que não concorde com ela. Não são poucos os manuais que dizem que a resenha tem por objetivo convencer o leitor a ler, visitar ou assistir a algo e isso não poderia ser uma mentira maior. Aqui, vale a máxima: você não é obrigado (a) a nada, nem mesmo a convencer o leitor. O objetivo central de uma resenha crítica é que o leitor

Querido leitor e leitora, o título do nosso artigo de hoje te causou algum estranhamento? Se sim, não se preocupe, pois muitas pessoas acham que interpretar e compreender um texto são exatamente a mesma tarefa, mas hoje veremos que não, essas habilidades não são irmãs gêmeas. Interpretar e compreender os textos motivadores são dois passos fundamentais para que você possa redigir sua redação com excelência, percorrendo um caminho que está, de fato, alinhado ao tema proposto. Primeiramente, vamos diferenciar as habilidades de interpretar e compreender. Quando lemos um texto, nossa primeira tarefa é a de compreender. Na fase da compreensão, compreendemos as informações que estão no texto, sem nenhum juízo ou interpretação sobre a situação. É um reconhecimento da informação. Analise a seguinte frase: A garota olhava o céu. Ao compreendermos a oração, entendemos que há uma pessoa do sexo feminino que estava olhando o céu por um determinado período. Isso é o que a frase nos diz, não estamos tentando descobrir quem é a garota, por que ela estava olhando para o céu e por quanto tempo a ação ocorreu. Já a habilidade de interpretar envolve olhar além do texto ou da frase, atribuindo a ele ou ela um contexto que nos permite deduzir, subtender ou concluir algo, porém, essas informações não estão no texto, mas são fruto do entendimento do leitor. Vamos voltar à mesma frase (A garota olhava o céu), mas agora iremos interpretá-la. Podemos deduzir que a menina que é sujeito da oração é jovem ou que o autor da frase é carioca (no Rio de Janeiro, é muito mais comum utilizar o termo “garota”), pois ela foi chamada de “garota”. Também, com base em outras pistas textuais, podemos imaginar que ela olhava o céu porque estava pensativa ou porque queria averiguar se iria ou não chover. Veja que as possibilidades de interpretação são várias e todas têm base no texto. O que confirmará ou não a validade de nossa forma de interpretar são as outras informações que o texto traz. Mesmo sabendo que a interpretação é feita pelo leitor, com base em seu conhecimento de mundo e repertório (além do suporte textual, claro), existem limites para a interpretação. Ela nunca pode ir contra algo que o texto diz explicitamente. Toda interpretação precisa ser coerente com o texto. Níveis de leitura Para que você consiga fazer uma compreensão e uma interpretação adequadas, é muito importante ler os textos motivadores em mais de um nível, já que a cada leitura novas informações são assimiladas. Ao término da primeira leitura (primeiro nível), você precisa ser capaz de responder às seguintes perguntas: – O tema do texto é? (lembrando que tema e título são coisas diferentes, hein…); – A ideia central do texto é? – As palavras-chave do texto são? Como você pode perceber, o primeiro nível da leitura está relacionado à compreensão do tema central. Já ao fim da segunda leitura, é necessário reconhecer alguns marcadores textuais, que podem, inclusive, serem sublinhados. Os principais marcadores textuais são: – Modos verbais: O texto usa o indicativo- para atribuir firmeza às ideias/ subjuntivo- para criar hipóteses e possibilidades/ imperativo- para enfatizar ordens ou sugestões que não podem ser desprezadas? – Adjetivos: As orações são marcadas por muitos adjetivos ou não? Há frases com mais adjetivos do que outras? Qual seria a razão disso? O autor do texto faz questão de detalhar características? Com que finalidade? – Advérbios de negação ou afirmação: Em que momento eles aparecem? Por que a necessidade de negar ou afirmar com tanta ênfase determinada ideia? Há gradação nos advérbios (por exemplo: não, de jeito nenhum, jamais)? – Conjunções adversativas: Quando há conjunções adversativas numa oração, precisamos prestar bastante atenção, pois a informação que vem após o “mas, porém, todavia, entretanto” é mais relevante do que o que veio anteriormente. É só observar a frase: “Eu gosto de você, mas só como amigo.” – Sinais de pontuação: O autor usa muitas vírgulas? Por que há essa necessidade de separar tanto as ideias? Usa pontos de exclamação? Qual efeito a escolha dá ao período? Apenas com o levantamento desses pontos (que estão todos dados no texto, é só você observá-los), você já terá uma boa gama de informações para entender melhor o que o texto diz. Tipos de texto Os textos motivadores do ENEM ou de um vestibular podem ser de vários tipos, mas há aqueles mais comuns e são sobre esses que vamos dar dicas de interpretação e compreensão. – Matérias jornalísticas/ Reportagens Um dos tipos mais comuns de textos motivadores são as matérias jornalísticas. Para que haja maior entendimento sobre elas, analise: – O que acontece? – Com quem acontece? – Onde acontece? – Como a situação acontece? – Como a situação acaba? Note que todas as questões acima estão na esfera da compreensão, pois as respostas estarão explicitamente no texto. Em caso de matérias jornalísticas, você precisa tomar um cuidado especial com duas perguntas: – Por que acontece a situação (motivo)? – Para que acontece a situação (finalidade)? Podemos encontrar essas respostas tanto dentro do texto, sendo assim do âmbito da compreensão, como também podemos interpretar outras informações a fim de chegarmos à resposta, usando assim a esfera da interpretação. – Gráficos Os gráficos também são muito usados como textos motivadores, uma vez que eles possibilitam uma leitura mais ágil das informações. Viu um gráfico como texto motivador de sua redação? Então é hora de observar: – O título; – As informações na horizontal; – As informações na vertical; – A forma como os índices foram representados (colunas, fatias etc.); – O uso de cores diferentes (caso haja); – A fonte da qual as informações foram coletadas. Após compreender os dados iniciais, reflita em mais duas questões: – Por que usar um gráfico para falar sobre esse assunto? – Por que essa fonte foi a escolhida? – Charges/Tirinhas De forma curta e muitas vezes divertidas, as charges ou as tirinhas aparecem frequentemente para fechar a coleção de textos motivadores e são igualmente relevantes a um

Ah, a tecnologia… Ela facilita tanto nossa vida, não é mesmo? E o melhor é que com ela temos novas formas mais práticas para estudarmos e alcançarmos todas as metas que estabelecemos para 2020. E falando em tecnologia aplicada aos estudos, os podcasts são uma excelente maneira de termos contato com várias informações de forma leve, mas eficiente. Caso você não saiba, podcasts são uma forma de programa de rádio, porém, ao contrário do programa tradicional (que tem dia e hora para ser disponibilizado ao público e costuma ser ao vivo), o podcast pode ser ouvido quando e onde você quiser. E tem mais: ele é gratuito na grande parte das vezes e só requer conexão com a internet para ser transmitido. Nossas indicações são de podcasts de temas diversos, mas todos muito úteis para que você consiga escrever aquela redação. Vamos conhecê-los? Resumov O próprio nome já é bem explicativo. O Resumov traz de forma resumida, mas com informações suficientes (o que é essencial para um bom resumo), as principais estratégias para os estudos. É uma opção muito bacana para quem precisa se organizar no cronograma, mas não sabe nem por onde começar. Além dos conteúdos sobre métodos de estudo, o podcast ainda te ensina técnicas de relaxamento, foco, atenção plena e controle da ansiedade, afinal sabemos que a forma como organizamos nossa mente é tão importante quanto a forma que organizamos os estudos. Fronteiras da Ciência Um dos pontos que mais nos preocupa na construção da nossa redação do ENEM é a defesa dos argumentos, já que para isso precisaremos do “apoio” de um fato ou da opinião de um especialista no assunto. E nisso o Fronteiras da Ciência pode ser superútil. Feito com o apoio da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, o programa reúne especialistas renomados em diferentes áreas do conhecimento para discutirem sobre os principais assuntos do momento. O melhor é que este podcast, além de informar, ainda te dá referências de como levantar pontos negativos e positivos dentro de um mesmo assunto, ou seja, é uma ferramenta incrível para ser usada durante seu período de preparo. Xadrez Verbal Já se o que mais te preocupa é a questão das atualidades, o Xadrez Verbal pode ser seu grande amigo até a data da prova (e depois também, claro). O objetivo central do programa é tratar dos assuntos mais importantes no Brasil e no mundo, o que engloba atualidades e política, mas não é só isso. Assim como o Fronteiras da Ciência, especialistas em segmentos diversos também participam do podcast dividindo sua visão com os ouvintes. Durma Com Essa Esta sugestão é especial para quem tem pouco tempo disponível para estudar. Podcast do jornal eletrônico Nexo, o Durma Com Essa tem o objetivo de informar, de maneira rápida e objetiva, sobre os principais acontecimentos nacionais e internacionais. O diferencial do programa é que sua concentração é na notícia em si, por isso, a imparcialidade é fundamental no formato em que ela é transmitida. Novamente, além de se informar, você consegue aprender quais são as estratégias utilizadas para soar imparcial e concentrar-se nos fatos, não nas opiniões e críticas a partir dos fatos. Anticast Podcast já de tradição, uma vez que foi criado em 2011, o Anticast também tem como objetivo principal informar sobre os últimos acontecimentos, mas não é só isso, pois, além de falar de política e atualidades, ele traz conteúdos sobre entretenimento, cultura pop e digital, arte e outros assuntos que podem ser de grande utilidade para quem tem uma redação importante a fazer pela frente. Cada tema é abordado por um especialista naquela área, então as informações são mais precisas e aprofundadas. Definitivamente, o Anticast não é um podcast que se propõe a abordar várias temáticas, mas de forma superficial e sem relevância. Muito pelo contrário! Dá Ideia Bastante focado no ENEM e nos vestibulares, o Dá Ideia traz apostas de possíveis temas de redação das provas que virão. As apostas de temas não são feitas de forma aleatória, isso porque as apresentadoras convidam especialistas em redação de grandes testes para darem seus palpites e, claro, suas justificativas. Há também uma revisão a respeito da estrutura do texto requerido nesses testes e explicações sobre como desenvolver cada um dos temas citados no programa. Projeto Redação Como já é de se imaginar, o Projeto Redação é focadíssimo na redação, apostas de temas, comentários de especialistas, revisão de estrutura e desenvolvimento de assuntos. Mas o que ele tem que os outros não têm? Simples! O Projeto Redação apresenta dados históricos, estatísticos, políticos e sociais como forma de sustentar os argumentos durante as discussões, então mais uma vez você poderá saber sobre os temas de redação mais cotados e aprender um pouco mais sobre quais são as melhores formas de sustentar seu ponto de vista. Estudão O nome não nos deixa mentir: o podcast é idealizado pelo Estadão e tem um grande foco na economia, PIB, crescimento econômico e desigualdade social. No Estudão, professores de cursinhos renomados são convidados a falar sobre assuntos diferenciados e o objetivo maior é que as explicações sejam simplificadas e de fácil compreensão para todos os ouvintes. Educacast Sua cabeça está aí fervendo só de pensar na escolha do curso universitário? Se sim, o Educacast foi pensado justamente para isso. Tendo como principais assuntos os conteúdos que mais caem no ENEM e nos vestibulares, o Educacast tem programas que discutem a respeito de escolha da carreira. A programação é feita com uma boa carga de humor (sem exageros). Como você percebeu, existem podcasts de todos os gêneros, assuntos e para todos os gostos. Isso significa que somente você pode definir qual ou quais são as melhores escolhas para a sua necessidade de estudos. Não se esqueça de que cada pessoa tem um tipo e uma velocidade de aprendizagem. Respeite sempre suas formas de aprender e te dê o tempo necessário para que os conteúdos façam sentido em sua mente. Temos certeza de que os podcasts podem ser excelentes aliados

A narração é um dos gêneros textuais com que temos maior intimidade, pois todo mundo, com certeza, já escreveu a redação sobre “Minhas férias” em algum momento lá no Ensino Fundamental I. Escrever histórias (reais ou fictícias) é uma atividade que faz parte de nossas vidas e por isso não sentimos tanta dificuldade quando tratamos da narração. Mas quando falamos da redação de vestibulares ou concursos, além de usarmos nossa habilidade quase natural de escrever histórias, precisamos prestar atenção na estrutura e nas características próprias desse gênero, já que algumas provas têm optado pelo texto narrativo enquanto tipo textual de sua redação, como a UNICAMP (Universidade Estadual de Campinas), a UFPR (Universidade Federal do Paraná), a UEL (Universidade Estadual de Londrina), a UEPG (Universidade Estadual de Ponta Grossa) e a UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina). Hoje, vamos ver um pouco mais a fundo como funciona tecnicamente a narração. Vamos lá. Basicamente, a principal função de um texto narrativo é a de contar uma história. Mas não é simplesmente só contar, você precisa contar a história de forma que o leitor se sinta dentro dela, consiga produzir imagens mentais a respeito do cenário, das personagens, das situações vividas etc. Existem vários tipos de texto narrativo, como o conto, a crônica, a fábula, a lenda, o romance, entre outros. Cada um possui características peculiares que fazem com que uma narração seja diferente da outra, mas, independentemente desse fator, todo texto que pertence ao gênero narrativo tem elementos essenciais e comuns. Vamos vê-los? Partes do enredo O enredo é a história em si e ele também é dividido em parágrafos (a quantidade de parágrafos fica a critério do escritor ou já é preestabelecida pela banca corretora, no caso de vestibulares e concursos), cada parágrafo corresponde a uma parte da história. O primeiro parágrafo ganha o nome de situação inicial (ou apresentação/introdução) e é aqui que vamos apresentar as personagens (ao menos o/a protagonista), o cenário (onde a história se passa), o tempo (mesmo que não haja uma data definida, precisamos dar uma referência se o enredo irá se passar no passado, presente ou futuro) e principiar os fatos da história em si. Às vezes, podemos utilizar mais de um parágrafo para desenvolvermos essas informações fundamentais. Como exemplo, vamos observar os dois primeiros parágrafos do texto O Homem Nu, de Fernando Sabino. “Ao acordar, disse para a mulher: — Escuta, minha filha: hoje é dia de pagar a prestação da televisão, vem aí o sujeito com a conta, na certa. Mas acontece que ontem eu não trouxe dinheiro da cidade, estou a nenhum.” Fonte: www.releituras.com/ Acesso em 14/01/2020. Note que em quatro linhas conseguimos perceber quando a história acontece (pela manhã, tempo: presente), quem são as personagens principais (marido e mulher) e qual é o fato principal da história (o homem precisa pagar a prestação da televisão, mas não tem dinheiro em casa para isso). Após a situação inicial, temos a complicação (ou conflito) e na complicação é justamente isto que ocorre: a situação fica complicada, ou seja, tudo estava na mais santa paz, até que algo ocorre e perturba esse estado de paz, gerando um problema. O problema precisa estar intimamente relacionado ao assunto do enredo, caso contrário, a história será incoerente. Vamos continuar aprendendo com o texto de Fernando Sabino, vendo em que parte se dá a complicação de O Homem Nu. “Pouco depois, tendo despido o pijama, dirigiu-se ao banheiro para tomar um banho, mas a mulher já se trancara lá dentro. Enquanto esperava, resolveu fazer um café. Pôs a água a ferver e abriu a porta de serviço para apanhar o pão. Como estivesse completamente nu, olhou com cautela para um lado e para outro antes de arriscar-se a dar dois passos até o embrulhinho deixado pelo padeiro sobre o mármore do parapeito. Ainda era muito cedo, não poderia aparecer ninguém. Mal seus dedos, porém, tocavam o pão, a porta atrás de si fechou-se com estrondo, impulsionada pelo vento. Aterrorizado, precipitou-se até a campainha e, depois de tocá-la, ficou à espera, olhando ansiosamente ao redor. Ouviu lá dentro o ruído da água do chuveiro interromper-se de súbito, mas ninguém veio abrir. Na certa a mulher pensava que já era o sujeito da televisão. Bateu com o nó dos dedos: — Maria! Abre aí, Maria. Sou eu — chamou, em voz baixa. Quanto mais batia, mais silêncio fazia lá dentro.” O problema da narrativa acima começa no momento em que o homem, estando nu por conta do banho que ia tomar, fica preso para o lado de fora de seu apartamento. Depois da complicação, temos o momento de maior tensão do enredo, aquele que prende nossa atenção (e a parte em que os capítulos das novelas costumam acabar, gerando mistério). A essa parte damos o nome de clímax. Em textos narrativos mais longos, como romances, podemos ter mais de um clímax, já no caso das crônicas, nem sempre há a presença do clímax. Vamos dar uma olhadinha no clímax de Um Homem Nu. “— Maria! Abre esta porta! — gritava, desta vez esmurrando a porta, já sem nenhuma cautela. Ouviu que outra porta se abria atrás de si. Voltou-se, acuado, apoiando o traseiro no batente e tentando inutilmente cobrir-se com o embrulho de pão. Era a velha do apartamento vizinho: — Bom dia, minha senhora — disse ele, confuso. — Imagine que eu… A velha, estarrecida, atirou os braços para cima, soltou um grito: — Valha-me Deus! O padeiro está nu! E correu ao telefone para chamar a radiopatrulha: — Tem um homem pelado aqui na porta! Outros vizinhos, ouvindo a gritaria, vieram ver o que se passava: — É um tarado! — Olha, que horror! — Não olha não! Já pra dentro, minha filha!” O protagonista passa a andar pelo prédio totalmente despido, estando protegido apenas por um pão para cobrir suas partes íntimas. Os vizinhos começam a vê-lo caminhando nu pelos corredores e uma das senhoras resolve chamar a polícia. A conclusão de um texto narrativo leva

Ah, o fim de ano tem tantas coisas boas, não é? O clima de Natal, com todas as suas luzes brilhantes e sensação de aconchego, reunir a família para aquela ceia deliciosa e depois aproveitar os dias que restam até a chegada do Ano-Novo. Tudo bom demais! Trouxemos Como planejar os estudos e arrasar na redação. Mas agora, passadas as festas, a hora é de se planejar para o futuro que já está aí, batendo à porta. Já organizou seus estudos de redação para o novo ano? Não? Então vamos fazer isso juntos? Bora lá. Pode ser que pensar em montar um cronograma de estudos para redação desperte em você o famoso sentimento de “Meu Deus do céu. Não sei nem por onde começar!!!”, mas há técnicas para facilitar o processo. Existem alguns pontos que você precisa definir inicialmente e o primeiro deles é: quanto tempo de fato você tem para estudar por dia? E por semana? E ao longo de todo o mês? Após ter a soma total do número de horas, você poderá começar a dividir as tarefas. Lembre-se de que o tempo destinado aos estudos deve ser sempre real, levando em conta aspectos como produtividade (quanto tempo você consegue estudar com qualidade e sem pausas?) e intervalos (quantas pausas você precisará fazer durante o período de estudos diário?). Jamais dispense os intervalos, pois eles são fundamentais para garantir a absorção dos conteúdos, só cuide para que sejam pausas realmente necessárias e não para checar redes sociais, ok? O segundo passo é pesquisar sobre as características específicas da prova de redação que você pretende fazer. Para isso, procure as seguintes informações: – Qual é o gênero textual adotado? – Quais são as principais características desse gênero? – Quanto eu já conheço sobre o tipo textual? – O que eu preciso conhecer sobre essa forma de redação? – Quais são os critérios de correção da banca corretora? – Quais erros não podem ser cometidos? – Quais situações levam à anulação ou zeramento da redação? – Quais foram os temas cobrados nos anos anteriores? – Quando será a prova? Encontrou todas as informações necessárias? Ótimo! Agora sim é o momento de partirmos para o planejamento em si. Levante todas as características possíveis sobre o tipo de texto cobrado na sua prova, reúna exemplos de notas máximas para que possam ser usados como referência de escrita. Produções zeradas ou com conceito bastante baixo também são interessantes de serem analisadas, pois elas nos ensinam o que não fazer. Por estarmos no início do ano, o tempo disponível nos favorece muito. Por isso, recomendamos que você reflita primeiramente nas suas dificuldades. O que é mais difícil para você ao escrever esse tipo de texto? A introdução? A conclusão? Encontrar argumentos para sustentar seu ponto de vista? Utilize nessa etapa todo seu senso de autocrítica. Começar pela dificuldade tem dois benefícios: ter maior tempo de treino e aliviar o peso dos estudos nas semanas que antecedem a prova, afinal, o mais “pesado” já terá sido trabalhado. Depois de saber de suas dificuldades específicas, defina como você irá resolvê-las: assistindo a videoaulas? Lendo artigos sobre o assunto? Analisando as redações nota 1.000? Fazendo aulas particulares? Enfim, são várias as opções a que você pode recorrer, mas o importante é que você decida por uma forma de aquisição de repertório daquilo que te causa dúvida. Como você treinará suas dificuldades? E com que frequência? Uma vez por semana? Todos os dias? O que funciona melhor no seu caso? Não se esqueça de que cada pessoa tem um ritmo de aprendizagem e não existem formas melhores ou formas piores, mas sim a forma que funciona para você. Quem corrigirá suas produções escritas? Já pensou nisso? O treino é absolutamente essencial, mas você vai precisar de um feedback especializado para te dizer se você está ou não no caminho certo, o que precisa ser melhorado e de que maneira isso pode ser melhorado. Nós temos uma plataforma de correção de redações na qual você envia suas redações e nossos professores corrigem em até 3 dias úteis! CLIQUE AQUI para conhecer! Faça seu cronograma de estudos de forma que as partes que te causam dúvida ou dificuldades estejam presentes até a última semana de preparação, pois de nada adiantará estudar por um período e depois não fazer as revisões e treinos necessários, esquecendo assim tudo o que foi assimilado anteriormente. Mas é claro que seu plano de estudos não pode conter apenas aquilo que é uma pedra no seu sapato. Lapidar e potencializar suas qualidades também é essencial, pois são elas que podem te dar aquele diferencial. Você já notou quantas vezes erramos coisas que fazemos com simplicidade e facilidade? Isso é porque nosso cérebro já está tão acostumado a realizar aquela tarefa com qualidade que não nos atentamos mais aos detalhes, e é aí que o erro pode surgir. Suas potencialidades podem e devem ocupar um tempo menor de estudo e treino, mas precisam constar em seu plano desde o início também. Outro detalhe muito importante, mas que deixamos de pensar na maioria das vezes: onde você fará seu planejamento? Isso mesmo, onde ele será escrito? Numa agenda, num planner, apenas on-line? E de que forma ele ficará visível para você? Ao seu lado no criado-mudo? Num quadro de avisos? Sugerimos que seu cronograma seja feito por escrito (ou digitado), pois o momento de colocarmos as ideias no papel também é uma oportunidade de organização, além de ativarmos a memória com a escrita. Vários estudos apontam que ter um planejamento num local extremamente visual para você facilita o cumprimento das tarefas que estão nele, então não custa nada tentar, certo? Se você já vem estudando sobre o processo de produção de uma redação, com certeza já leu ou ouviu dizer que estar por dentro das últimas notícias do que acontece no Brasil e no mundo é de suma importância para o sucesso de um texto de qualidade. São as famosas atualidades e, sim, elas andam de mãos
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