A redação desempenha, sem dúvida, um papel central no Enem e em vestibulares, sendo, sem sombra de dúvida, um fator determinante para a aprovação. <h2>Portanto, aqui estão algumas dicas essenciais para aprimorar suas habilidades de redação e entender sua importância nessas avaliações:</h2> <strong>Entenda o Tema</strong>: Comece, sem sombra de dúvida, por compreender profundamente o tema proposto. Analise-o sob diversos ângulos e esteja, sem dúvida, ciente das possíveis abordagens. <strong>Organize suas Ideias</strong>: Estruture, inquestionavelmente, sua redação com uma introdução, desenvolvimento e conclusão. Isso fornece, sem sombra de dúvida, uma estrutura lógica e facilita a compreensão. <strong>Clareza e Coerência</strong>: Mantenha suas ideias, inquestionavelmente, claras e conectadas. Use, sem dúvida, conectores para garantir a fluidez do texto. <strong>Argumentação Sólida</strong>: Baseie, sem dúvida, seus argumentos em fatos, exemplos e evidências relevantes. Isso fortalece sua tese e torna o texto, sem dúvida, mais persuasivo. <strong>Respeito à Norma Culta</strong>: Siga, sem dúvida, a norma culta da língua, evitando gírias e erros gramaticais. Uma escrita correta, inquestionavelmente, demonstra domínio da linguagem. <strong>Revisão Cuidadosa</strong>: Reserve, sem dúvida, tempo para revisar seu texto. Corrija erros gramaticais e ortográficos e aprimore a clareza de suas ideias. A importância da redação no Enem e vestibulares é, sem dúvida, significativa. Ela é uma oportunidade de demonstrar, sem sombra de dúvida, sua capacidade de argumentação, análise crítica e habilidades de escrita, que são competências essenciais em muitas carreiras. Além disso, a redação pode ser, sem dúvida, um fator decisivo para o sucesso, pois muitas instituições de ensino usam essa pontuação como critério de seleção. Dominar a redação e saber dicas de redação não apenas aumenta suas chances de aprovação, mas também, sem sombra de dúvida, melhora sua capacidade de comunicação e escrita, habilidades valiosas em todas as áreas da vida. Portanto, dedicar tempo e esforço para aprimorar suas habilidades de redação é, sem dúvida, um investimento fundamental para alcançar o sucesso acadêmico e profissional.
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Você pode até achar estranho que o tipo de texto abordado hoje seja a carta, afinal, essa forma de comunicação não é mais tão usual quanto em séculos e décadas passadas, mas saiba que a carta ainda é uma ferramenta utilizada em diversos propósitos (já recebeu uma intimação ou fez um pedido de demissão sem ser no formato de uma carta?) e, por isso mesmo, alguns vestibulares e concursos acabam selecionando-a. Existem diversos tipos de cartas, entretanto, independentemente do tipo, qualquer carta conta com elementos básicos que marcam essa estrutura textual e a fazem ser diferente de outros modos de construção. São eles: – Destinatário (ou interlocutor): A carta é escrita para que seja lida por alguém e esse destinatário é absolutamente definido, ou seja, você sabe para quem está escrevendo. As características do destinatário definem também o tipo de linguagem a ser empregado e o pronome de tratamento que abrirá o texto. – Remetente (ou locutor): Da mesma forma que o destinatário é definido, a pessoa que escreve a carta, também conhecida como remetente, também é definida. Ainda que a carta seja anônima (o que não acontece na redação de provas de vestibulares e concursos), é sabido que alguém a redigiu. – Local e data: Toda carta precisa conter as informações do local em que foi escrita e da data da redação. O posicionamento desses dados varia conforme o tipo de carta a ser escrito. – Vocativo: O vocativo nada mais é do que o pronome de tratamento (no caso de autoridades) empregado no início do texto. Os pronomes de tratamento são selecionados de acordo com a posição e importância do destinatário, quando redigimos cartas formais. O vocativo, no caso das cartas, também é conhecido como saudação. Em cartas pessoais e informais, o vocativo pode conter simplesmente o nome do destinatário ou algum apelido/termo carinhoso. – Corpo do texto: O corpo do texto contém a mensagem que o remetente deseja dividir com o destinatário. Obedece à clássica divisão de introdução, desenvolvimento e conclusão, mas as regras não são tão inflexíveis quanto num texto dissertativo-argumentativo, por exemplo. – Despedida: Mais um elemento que está fortemente ligado ao tipo e nível de formalidade da carta e à importância/posição do destinatário. A despedida contém sempre uma saudação, que pode ser desde um simples e comum “atenciosamente” até “beijos”, sempre observando a adequação necessária, é claro. – Assinatura: A carta é finalizada com a assinatura do autor, a menos que se trate de uma carta anônima. As possibilidades dentro do gênero carta são várias, mas destacaremos a seguir os três tipos básicos em que se dividem todas as cartas: correspondência oficial, correspondência comercial e correspondência pessoal. – Correspondência oficial: A correspondência oficial engloba variados formatos de texto que servem como ferramenta de comunicação entre órgãos públicos ou entre órgãos públicos e cidadãos, a fim de que compartilhem informações relevantes para as pessoas envolvidas. São exemplos de correspondência oficial a ata, a convocação, o decreto, o edital, o memorando, entre outras possibilidades. Independentemente do tipo de correspondência oficial, nota-se que a impessoalidade, a formalidade, a clareza e a concisão (afinal, cartas oficiais precisam ser pensadas para que sejam compreendidas com facilidade e certa agilidade) são características essenciais nesse tipo de correspondência. Erros de ortografia, pontuação e gramaticais são extremamente malvistos. Importante também que haja padronização no formato das cartas oficiais, uma vez que elas serão redigidas por diferentes remetentes (mas sem interferência pessoal) e têm valor documental. Note no exemplo abaixo de memorando como o padrão, a formalidade, a concisão e a impessoalidade são elementos marcantes do texto: Campinas, SP. 27 de agosto de 2018 De: Departamento de Recursos Humanos Para: Pedro Carvalho – Gerente Comercial Assunto: contratação de vendedores Informamos que, em resposta à solicitação quanto à contratação de 3 vendedores, enviada no memorando encaminhado em 20/08/2018, neste mês, o departamento de recursos humanos não pôde aprovar novos custos na folha de pagamento. Dessa forma, é necessário aguardarmos um período de 15 dias para iniciarmos o processo seletivo e contratações para suprir as necessidades do departamento comercial. Atenciosamente, Marcos Lima Gerente de recursos humanos Fonte do memorando: www.negociodozero.com.br/ Acesso em 29/12/2019. Concursos que têm por objetivo classificar candidatos para cargos públicos que envolvam comunicação e registro oficiais não raramente selecionam um dos tipos de correspondência oficial como gênero textual da redação, por isso, se esse for o seu caso, é importante saber quais são as produções textuais mais comuns no dia a dia da função pretendida e estudar suas estruturas e características particulares. – Correspondência comercial: A correspondência comercial é um meio de comunicação entre empresas ou entre as empresas e seus clientes, a fim de informar algo ou promover transações. Podemos citar como exemplos mais conhecidos de correspondência comercial a ordem de serviço, o orçamento e a circular. Da mesma forma dos exemplos acima, a impessoalidade, concisão e formalidade são mantidas. Por se tratar de uma produção textual muitíssimo específica, raramente vemos a presença da correspondência comercial em testes de vestibulares e concursos. – Correspondência pessoal: Não há um padrão para a correspondência pessoal, já que ela pode se apresentar de diversas formas, não obedecendo necessariamente a nenhuma regra. O que determinará o formato da carta e o nível de linguagem será a relação (mais ou menos íntima) entre o destinatário e o remetente e o objetivo da mensagem, portanto, no caso de a carta pessoal ser o tipo de texto selecionado para a redação da sua prova, pense nas respostas às seguintes questões: Para quem estou escrevendo? Qual é meu nível de intimidade com essa pessoa? Qual é minha mensagem/informação principal? Leia o exemplo de carta pessoal de Sara, que escreve para sua avó a fim de contar sobre as férias. Salvador, 30 de abril de 2009 Querida avó, Então tudo bem? As férias estão correndo bem e nós estamos encantadas com este lugar: a praia é ótima, o tempo está muito bom, por isso passamos o tempo todo na água. Eu e Cristina estamos esperando a senhora, lembre-se que

Para muitos, a sociologia é uma disciplina que não traz qualquer tipo de preocupação com relação ao ENEM, isso porque o número de questões sobre sociologia é menor, o que faz com que os candidatos não priorizem seu estudo durante a etapa de preparação. Entretanto, os temas sociológicos podem ajudar – e muito – no processo de argumentação da redação. Sendo assim, vamos ver quais assuntos funcionam como “uma mão na roda” quando falamos de sociologia relacionada à redação. O papel da mulher na sociedade Parece até que, entra ano, sai ano, esse assunto de sociologia é sempre atual, isso porque as discussões sobre gênero colocam em pauta o questionamento sobre qual é o papel atual da mulher no mundo moderno. Estar por dentro das principais visões de pensadores atuais a respeito das questões de gênero e, especificamente, da mulher enquanto ser social é essencial para discutir uma infinidade de assuntos, como: relações de trabalho, assédio sexual (possível tema para 2019), formação familiar, igualdade de direitos e deveres, entre muitas outras possibilidades. Pra você ficar fera sobre a mulher o papel da mulher na sociedade: Desigualdade social Estudo fundamental para o desenvolvimento da redação em questão de assuntos de sociologia. Conhecer mais sobre desigualdade social é estar atualizado com a realidade e com os problemas enfrentados nessa realidade. Qualquer temática envolvendo saúde, educação, segurança e cultura terá de ter obrigatoriamente uma discussão sobre como a desigualdade social afeta esses setores e, inevitavelmente, as pessoas que compõem a sociedade. Por ser um assunto de extrema importância, é muito útil que você esteja a par dos últimos índices e análises sobre ele. Corrupção Mais um assunto de sociologia que não podia ficar de fora, até por conta dos últimos acontecimentos em nosso país. Para falarmos de corrupção, precisamos nos lembrar de que ela não acontece apenas na área da política, mas sim em todos os meios sociais em que vivemos, por isso, pense: O que é corrupção? Quais são as atitudes que definem um ato corruptivo? Como a corrupção impacta a vida das pessoas no trabalho, na escola, enfim, na sociedade como um todo? Viu como a corrupção pode se relacionar com várias possibilidades de tema de redação? É por isso que precisamos ter uma abordagem mais ampla a respeito dela. Direitos humanos Um braço elementar dos assuntos da sociologia e que, com frequência significativa, compõe o tema ou a argumentação da redação. É impossível imaginar tratar de educação, saúde, cultura, religião, acesso a direitos básicos e não tratar de direitos humanos em algum momento. Como seria possível, por exemplo, desenvolver uma produção textual sobre acesso à educação por pessoas com deficiência sem envolver os direitos humanos? Considere também qual é o seu conhecimento e a sua visão sobre os direitos humanos. Talvez seja uma boa ideia retomar qual o conceito de direitos humanos e quais são os direitos fundamentais de que qualquer cidadão em nosso país deve usufruir. Direito das minorias Nunca se falou tanto sobre minorias nos assuntos de sociologia, por isso, não é difícil encontrar material de qualidade para estudo. A redação permite citar algum grupo minoritário como exemplo ou discute a condição de vida dele? Será necessário então você ter conhecimento sobre as minorias, suas reivindicações e o que tem sido feito em prol delas, além, é claro, de propor soluções cabíveis para que as necessidades das minorias sejam atendidas e todos possam ter o mesmo direito enquanto pessoa. Sobre isso, confere: Diferenças culturais Sabemos que as diferenças culturais já estiveram presentes (de forma direta ou em segundo plano) em várias redações do ENEM e estão relacionadas a assuntos de sociologia, por causa disso, não é de se espantar que tenhamos uma proposta de produção de texto envolvendo novamente aspectos culturais. Um exemplo bastante claro é o tema de 2017 (Caminhos para combater a intolerância religiosa no Brasil). Já pensou falar em costumes religiosos sem citar as diferenças culturais? Muito difícil, não é mesmo? Inclusive, fizemos uma análise sobre esse tema. Vem conferir aqui! Quando abordamos diferenças culturais, um preceito deve estar claro na mente de qualquer pessoa: nenhuma cultura é melhor ou mais importante do que outra, elas são apenas diferentes. Essa visão abrangente e tolerante é importantíssima para que você elabore bons argumentos em seu texto. O trabalho Muitos sociólogos de renome, como Karl Marx, por exemplo, lançaram teorias sobre o trabalho e suas relações. As teorias continuam pertinentes até hoje, mesmo com mais de um século de existência. Considera-se ser possível vincular o assunto do trabalho a temas como relações interpessoais, desemprego, exploração de trabalhadores, consumo e sociedade. E não se esqueça: estudar os sociólogos clássicos e os modernos é atitude indispensável para fazer uma boa abordagem sobre trabalho nos assuntos de sociologia. Trabalho é um tema que você precisa dominar. E, para isso, a gente te ajuda: Ideologia A sociologia tem duas formas distintas de classificar o que é ideologia e as duas são atuais e úteis para a nossa sociedade moderna. Sabe quem tratou muito desse conceito sociológico? Ele mesmo, Karl Marx. Por isso, revise qual era o pensamento dele sobre isso e tente vincular às características da nossa realidade. Esse assunto é tão rico que fica fácil encaixá-lo em sua redação, mas, de forma primordial, podemos falar de ideologia quando discutimos costumes, religiões, minorias, preservação da vida e aborto, movimentos específicos (como o movimento antivacina, tema cotado para a redação de 2019) e várias outras possibilidades. Cidadania Esse assunto dispensa qualquer apresentação, já é quase como uma obrigação revisarmos os conceitos e os pensadores sobre cidadania antes da prova do ENEM. Nunca se falou tanto sobre os deveres do cidadão na sociedade, os direitos do cidadão nessa mesma sociedade; mas o que é ser cidadão? O que caracteriza a cidadania? Como ser cidadão beneficia a sociedade como um todo? São questões que você não pode deixar de estudar, até porque muitas propostas de intervenção nas redações podem ser construídas a partir da ação do cidadão na sociedade. Você encontrará diversos materiais
No ano passado nós já tínhamos elencado alguns documentários para aprimorarem a sua redação, lembra? Você pode conferir aqui. Mas agora, trouxemos novos documentários disponíveis que podem aumentar e muito a sua nota na redação. Eles podem ser uma ótima forma de adquirir conhecimento sobre um assunto de forma veloz e dinâmica, além do mais, para que uma produção seja considerada um documentário (ou série documental), é fundamental que ela seja baseada em pesquisas, opiniões de especialistas, fatos concretos, o que confere grande confiabilidade e veracidade ao material. Abaixo, temos algumas sugestões de documentários disponíveis atualmente na plataforma Netflix que podem te auxiliar no processo de estudo. Investigação Criminal Série de 2018 que traz à tona os crimes mais chocantes dos últimos tempos no Brasil e conta como as investigações foram feitas até que se chegasse à conclusão dos casos. É uma ótima série se você está precisando saber mais sobre atualidades. Com relação aos possíveis temas das redações de 2019, o seriado documental está relacionado à questão da violência, criminalidade, relações familiares e distúrbios mentais. Ainda sobre estes possíveis temas, já comentamos sobre assuntos semelhantes aqui no blog, confere! Nosso Planeta Essa minissérie, rica em imagens belíssimas, é de 2019 e trata principalmente das mudanças climáticas, revelando o que, de fato, tem acontecido mundo afora e mostrando o impacto, muitas vezes irreversível, de tais mudanças na vida de diversas criaturas. É uma produção que compara a beleza natural à ação destrutiva do homem. A série mantém relação com assuntos sobre meio ambiente, mudanças climáticas, preservação da natureza e dos recursos naturais e ação do homem nos meios naturais. Meio ambiente é um assunto certo no ENEM, seja na redação ou nas questões objetivas. Pensando nisso, produzimos alguns conteúdos sobre o tema: Guerras do Brasil.doc Documentário de 2018 que aborda principalmente a forma brutal por meio da qual o Brasil foi formado. Fazendo um paralelo desde a época da colonização até os dias atuais, o material é potente no retrato da violência em suas mais variadas formas, contando-nos que o agir violento muda apenas de figura, mas está sempre presente ao longo da história brasileira. Repleta de depoimentos, Guerras do Brasil.doc pode compor produções textuais sobre violência, marginalidade, aumento de crimes e valorização da vida. Conteúdo é o que não falta, sobre acontecimentos históricos, também temos algumas sugestões pra você: O Começo da Vida Cheia de informações dos campos da neurociência e da tecnologia, O Começo da Vida (2016) procura avaliar como os avanços tecnológicos em altíssima velocidade impactam o crescimento, desenvolvimento e aprendizagem das crianças e, num segundo plano, como esse possível impacto afetaria o indivíduo em si e a sociedade como um todo. Precisa escrever sobre o desenvolvimento tecnológico, seus impactos positivos e negativos, as mudanças nas formas de aprendizagem, a relação entre aparelhos eletrônicos e aprendizagem? Essa série vai te fornecer diversos dados extremamente úteis. Everyday Miracles O cientista Mark Miodownik nos conta, por meio de fatos e evidências, como nossa vida moderna tornou-se mais ágil, cômoda e confortável com os objetos a que temos acesso ultimamente. É feito também um paralelo entra a forma de vida de nossos ancestrais e a nossa. O documentário pode te ajudar a ter argumentos com relação à evolução – positiva – da sociedade e das formas de comunicação, às facilidades da vida moderna, o acesso quase imediato a informações, além de te munir de dados sobre diversas criações do mundo antigo e atual. Tanques de Guerra. Mobilidade Mortal De 2017, a série documental, volumosa em detalhes, aborda o assunto da história dos tanques de guerra militares. Parece estranho à primeira vista, mas ela é rica em apontar fatos históricos relacionados a guerras, violência e armamento. Como um dos temas previstos para as provas deste ano é justamente a questão da proposta de liberação de armas de fogo para a população, Tanques de Guerra pode dar subsídios quanto a isso, além, claro, de ajudar na revisão dos acontecimentos das guerras históricas. Por Dentro das Prisões Mais Severas do Mundo Você já deve ter visto que vários especialistas apostam no tema situação prisional/ sistema carcerário para a redação 2019. Caso eles estejam certos, assistir a esse documentário é uma obrigação para qualquer um que quiser alcançar nota máxima. Datado de 2018, a série trata sobre a experiência de jornalistas que se tornaram detentos voluntários tiveram nas prisões mais perigosas ao redor do mundo. Não é a visão de alguém que está alheio à situação, mas sim de pessoas que viveram tudo o que um detento real vive nessas prisões. Por Dentro da Mente do Criminoso Criminalidade, doenças psicológicas e mentais, tudo isso numa mesma produção. Sabemos o quanto as doenças psicológicas e mentais têm crescido nos últimos anos e quantos criminosos são diagnosticados como portadores de uma (ou mais) delas. Por Dentro da Mente do Criminoso trata exatamente do que o título sugere: o estudo da forma de pensar de diversos criminosos e como essa forma de pensamento está relacionada a doenças diversas. Tales by Light As cenas foram feitas por fotógrafos e cinegrafistas que viajaram pelo mundo e retrataram neste documentário a diversidade de lugares, pessoas, culturas e costumes, sem qualquer tipo de juízo de valor, apenas mesmo com o objetivo de expressão. As imagens são simplesmente incríveis e despertam o interesse facilmente nesta produção de 2018. Saber mais sobre diversidade cultural é sempre uma atitude bastante inteligente para aqueles que passarão por algum teste, pois o assunto, de uma forma ou outra, é constantemente cobrado nas avaliações oficiais. Terra Brasil Juntam-se aqui um botânico, um engenheiro agrônomo e uma chef de cozinha que exploram a fauna e a flora do Brasil, mostrando como nosso país é rico em recursos naturais e como podemos aproveitá-los da melhor forma possível. A cada episódio desta série documental, o trio conhece uma nova região, portanto, é possível revisar conteúdos sobre as características específicas dos territórios, além de aprofundar seus conhecimentos sobre a riqueza natural do país e como isso pode ser utilizado para

Escrever não é tarefa fácil para ninguém. Na pressão da prova do ENEM então, nem se fala, mas… nem tudo está perdido, nobre candidato. Estamos aqui para salvar você. Você vem conhecer 10 erros que você NÃO DEVE cometer na redação do ENEM? Há erros simples que podem ser facilmente evitados usando dois elementos: atenção e estudos constantes. Vamos dar uma olhadinha naquilo que você NÃO deve fazer em seu texto? 1- Não obedecer à estrutura textual O texto do ENEM tem uma estrutura fixa e predeterminada, exigindo sempre o gênero da dissertação argumentativa. Esse gênero, assim como qualquer tipo textual, possui partes, objetivos e finalidades próprias. Jamais desenvolva outro gênero que não o pedido na prova e não se esqueça de revisar as partes e as características essenciais de uma dissertação e de uma argumentação durante seu processo de preparação. Aqui vão algumas dicas para cada parte da redação: Redação por partes: planejamento Redação por partes: introdução Redação por partes: desenvolvimento Redação por partes: conclusão 2- Não expor seu ponto de vista com clareza e determinação Já na introdução, você precisará apresentar qual é seu ponto de vista, sua opinião a respeito do tema proposto na redação. Não há certo ou errado e o importante não é que você pense da mesma forma que o corretor pensa, mas sim que seu ponto de vista fique claro e objetivo para qualquer um que ler seu texto. Também é essencial ter certeza de que sua opinião está alinhada ao assunto. Evite palavras que expressam dúvida, imprecisão, como: achar, talvez, provavelmente, possivelmente. 3- Tangenciamento O tangenciamento é um nome chique para dizer que você está “enchendo linguiça”. Sabe quando você diz, diz, enrola, enrola e acaba não falando nada com coisa nenhuma? Então, isso é tangenciar. Procure não dar muitas voltas antes de abordar os argumentos centrais e nunca trate o assunto de forma superficial, pois isso demonstra pouco, ou nenhum, conhecimento sobre a temática, o que, claro, já te faz perder aqueles preciosos pontinhos que garantem sua vaga na faculdade dos sonhos. 4- Não sustentar seu ponto de vista com base em argumentos Qualquer redação do gênero dissertativo argumentativo funciona mais ou menos assim: não adianta achar algo, você precisa justificar por que pensa aquele algo, portanto, reflita: Quais são as razões que tenho para pensar como eu penso? Minhas razões são fundamentadas apenas em minha opinião? Se alguém me apresentasse esses argumentos, eles seriam coerentes para mim, mesmo que minha visão fosse diferente? É muito importante que você encontre situações, notícias, pensadores, fatos históricos que colaborem com sua argumentação. Afinal, não adianta achar, tem que comprovar. A gente te ensina a criar um argumentação forte aqui. 5- Não apresentar uma proposta de solução ao problema na conclusão Uma vez que todos os temas apresentados na produção textual permitem o levantamento de um ou mais problemas a respeito, é fundamental que você pense numa proposta de solução (ou proposta de intervenção, como também é frequentemente chamada). A solução normalmente é inserida na conclusão e conta com ações em três esferas: Estado, população e escola, sendo assim, busque apresentar sugestões para cada um desses elementos, com estratégias específicas. 6- Criar uma solução inviável, utópica De nada vai adiantar você elaborar uma incrível proposta de solução ao problema, mas que só pode acontecer de fato no mundo dos sonhos, onde unicórnios coloridos tomam sorvete de morango ao som de harpas. A resolução apresentada na redação deve ser possível, executável, seja em curto ou longo prazo. Como já explicamos acima, será necessário desenvolver pelo menos uma estratégia promovida pelo Estado, uma pela população e uma pela escola. E não caia no erro- clássico- de escrever: “A culpa é toda do governo, portanto, precisamos devolver o Brasil para os índios”. Os avaliadores não querem que você haja como um juiz carrasco, mas sim como um mediador que encontra saídas diante de uma situação difícil e que traz prejuízos para a sociedade. 7- Deixar recados ao corretor Em hipótese alguma faça qualquer tipo de comunicação com a banca corretora. Tire já da sua cabeça a ideia de mandar “bilhetinhos” pedindo uma ajudinha na hora da correção. Essa atitude pode levar à desclassificação de seu texto. Não se esqueça: as produções são corrigidas por pessoas, não por um sistema. Os corretores são especialistas na área, passam por um treinamento intensivo e seguem todos o mesmo padrão de correção, por causa disso, por mais lindo que seja seu recadinho, nenhum deles vai aliviar sua barra. 8- Fazer desenhos na folha final da redação Se seu objetivo é ser desenhista, demonstrar isso na folha de entrega da redação do ENEM talvez não seja a melhor opção, com certeza, há espaços muito mais adequados para isso. Não importa se é um coraçãozinho ou a Mona Lisa, de Leonardo da Vinci, o desconto de nota- e até o zeramento, dependendo do caso- é certo. 9- Não seguir as regras básicas da ortografia, da gramática e da pontuação Ninguém precisa ter doutorado em Língua Portuguesa para escrever o texto do ENEM, mas as normas básicas da ortografia, da gramática e da pontuação devem ser respeitadas, até porque são elas que deixam seu texto claro e sua mensagem compreensível. Retome os pontos que te trazem mais dúvidas, faça textos regularmente, treine, treine e treine. Essa atitude com certeza vai te ajudar a escrever de maneira mais correta. Diquinha adicional: Está na dúvida sobre a grafia de uma palavra? Troque por um sinônimo. É melhor fazer a substituição de um termo por outro do que escrever casa com z, por exemplo. 10- Não revisar o texto Com frequência, nós pensamos de forma muito mais veloz do que escrevemos e isso às vezes nos leva a esquecermos uma palavra ou outra, misturarmos frases, trocarmos termos, entre outras situações. O processo de revisão nos ajuda a verificar se realmente abordamos o tema pedido na forma requerida, se não falta nenhuma parte essencial na redação, se conseguimos expressar com clareza e objetividade (já que há limite

O tema da redação é um assunto que gera preocupação por parte dos candidatos e especulações por parte dos especialistas no assunto. Isso porque, mesmo sabendo que as temáticas giram em torno de algo relevante socialmente e que abre possibilidades de debate, as opções são muitas. Dessa maneira, quando estamos nos preparando para resolver as provas do ENEM, dos vestibulares e concursos, sempre dedicamos uma grande fatia do nosso cronograma de estudos para a redação e é ao estudarmos e treinarmos que percebemos o quanto o repertório sociocultural é essencial para conseguirmos desenvolver adequadamente o tema. Sabemos que visitas a museus, exposições, eventos culturais diversos são uma grande fonte de conhecimento e absorção de cultura, por isso, nunca perca a oportunidade de frequentar atrações assim. Entretanto, além das formas tradicionais de contato com a cultura, há outras maneiras às quais acabamos não dando tanta atenção inicialmente, mas que são extremamente válidas. Venha com a gente conhecê-las! Séries Pode até parecer estranho que aquela série que você assiste antes de dormir possa ser usada numa redação, mas, a depender do tema, elas são muito úteis. Já percebeu como várias delas têm personagens que enfrentam dramas pessoais, problemas psicológicos, conflitos familiares ou sociais? Fora aquelas que são ambientadas em uma época histórica específica e que te ajudam a conhecer mais sobre os costumes e comportamentos de uma sociedade num determinado contexto. Analise quais seriados têm feito mais sucesso atualmente e pense: por que essa série tem feito tanto sucesso? O que faz com que tantas pessoas se interessem por essa história? Quais são o ambiente e o tempo do enredo? Quais são as principais características dos personagens centrais? Lembre-se de que personagens protagonistas e antagonistas frequentemente representam tipos sociais reais, então é interessante buscar encontrar qual tipo social aquele personagem representa e por que isso chama a atenção do público. Para te ajudar, analisamos algumas séries que podem ser muito úteis na sua redação: Como usar a série LA CASA DE PAPEL nas redações Como usar a série DARK em suas redações Como usar a série THE SOCIETY em suas redações Como usar a série PRETTY LITTLE LIARS em suas redações Como usar a série COISA MAIS LINDA nas redações Filmes Assim como as séries, é essencial analisar os personagens e a trama principal da história, mas no caso da produção cinematográfica, por se tratar de um enredo que precisa se desenrolar completamente num período curto de tempo, a atenção e a interpretação precisam ser mais aprofundadas. Quantos e quantos filmes não foram feitos representando guerras e conflitos reais ou contando sobre a vida de uma personalidade? Inúmeros enredos demonstram, por meio de suas cenas, o comportamento de uma sociedade, com destaque positivo ou negativo. Imagine então quantas informações podem ser retiradas? Só tenha o cuidado de confirmar a veracidade dos fatos, pois as histórias contadas podem ser modificadas a fim de captar o interesse do público. Outra alternativa interessante é fazer comparações usando dois filmes ou mais. As comparações podem ser com relação à forma como o conflito foi resolvido em cada uma das produções, ao comportamento dos personagens principais, ao contexto social e histórico e até mesmo ao desfecho, o fim da história. Qual seria o motivo para as produções serem tão semelhantes ou tão diferentes, mesmo diante de uma lacuna temporal? Fizemos uma análise de como usar o filme VINGADORES: ULTIMATO na sua redação, vale a pena conferir! Livros Usar livros como alusão a um tema da redação não é novidade. Esse tem sido um recurso amplamente utilizado e já aqui cabe uma reflexão: por que, com tantas outras formas existentes, os livros continuam sendo uma grande fonte de contato sociocultural? Nos últimos anos, temos sofrido uma enorme crise no setor editorial, com livrarias de renome baixando as portas, mas mesmo assim ainda recorremos aos livros como estratégia de conhecimento, por qual razão? E o que é possível dizer sobre a literatura clássica? Como explicar que livros com meio século de existência ainda sejam lidos e sejam relevantes até os dias atuais? O que tem a literatura de tão especial que resiste às mudanças temporais e sociais? Se o tema permitir, citar algum livro (da literatura clássica ou não, desde que a produção seja de amplo conhecimento) como referência é uma ótima estratégia. E o melhor: reconhecidamente bem aceita, já que a literatura é uma das principais representações artísticas universais. Tem um personagem que é perfeito para ilustrar e sustentar seu argumento? Ótimo, cite-o também, acrescentando sempre o título da obra a que ele pertence e a autoria da produção. Documentários Você já leu, leu, leu sobre algum tema e ainda não conseguiu entendê-lo? Quem sabe um documentário pode te ajudar? Por se tratar de outro veículo de transmissão de informações, não raramente a assimilação é maior, o que facilita muito nossa vida, principalmente quando não temos mais tanto tempo de sobra para as provas. Existem documentários sobre os mais variados assuntos, de todas as áreas e disponíveis em diversas plataformas (algumas delas até gratuitas) e o melhor é que eles são produzidos a partir de ampla pesquisa sobre o assunto, com depoimentos de especialistas no campo, dados,Gramática na redação, o que prioriza na hora dos estudos justificativas históricas etc., ou seja, é um conteúdo de qualidade e que certamente vai te acrescentar bastante repertório sobre a temática abordada. Músicas Da mesma forma da literatura, a música também revela os pensamentos, os costumes, as relações de um povo ou indivíduo diante de certa situação histórica ou social. No momento da produção da redação, você se lembrou de alguma música que fala sobre aquele assunto? É possível citá-la com coerência, sem que haja desvio ao tema? Se as respostas das duas perguntas forem positivas, usar a tal música como exemplo pode ser uma mão na roda. De maneira mais aprofundada, ao ouvir uma música, você pode buscar respostas para as seguintes questões: por que foi escolhido esse gênero musical? O que essa letra quer dizer para os ouvintes no
O momento da redação em avaliações como ENEM, vestibulares e concursos é sempre um elemento que provoca tensão, não é mesmo? Da estrutura ao tema, há diversos aspectos que devemos considerar para alcançarmos aquela nota desejada. Mas o que acontece se, ao lermos o tema proposto, percebemos que não sabemos nada sobre o assunto? Para tentar te ajudar, vão aí algumas dicas práticas. Esteja atento às atualidades As redações de grandes testes, frequentemente, trazem assuntos que estão em voga. Por isso, assistir a telejornais, ler revistas e consultar sites de notícias são atitudes que te ajudam a estar por dentro dos assuntos mais comentados do momento. Inclusive, sites de notícias trazem em sua página inicial um bom apanhado de tudo de mais importante que está acontecendo no mundo, só cuide da veracidade e da integridade de tais sites. Tome cuidado com as fake news! Os temas são pensados para você Ao formular a prova, as organizadoras têm em mente qual é o público que realizará a avaliação, por isso, dificilmente é selecionado um conteúdo extremamente específico. Sendo assim, procure pesquisar quais temáticas estão vinculadas ao universo da faixa etária da maioria dos candidatos daquele teste. Em caso de concursos públicos, analise quais são os assuntos relevantes para aquela função de trabalho. Procure estudar temas mais amplos Tenha em mente que as produções textuais desses tipos de provas são pensadas para que o candidato consiga expor seu ponto de vista sobre algo a partir de um processo de argumentação coerente. Por isso, não há apenas uma “resposta certa”, o que permite ao redator escolher qual caminho seguirá em seu texto. Portanto, é essencial que você se preocupe em ter uma visão geral sobre o assunto, uma vez que ela te servirá como base para desenvolver seus argumentos específicos. Por exemplo, ao invés de estudar sobre a falta de qualidade das merendas oferecidas no Brasil, pesquise sobre a condição atual da educação brasileira, pois se o tema for a qualidade das merendas ou a queda do nível de leitura dos alunos, você terá um ponto de partida para construir sua argumentação. Desmembre o tema proposto A frase que traz o tema da redação costuma ser mais longa, com várias informações fundamentais dentro dela. Quebre a frase em partes para compreender o assunto em profundidade e conseguir separar o essencial do acessório. Sua redação deve ser sempre centrada no tema essencial, primário, e não nas observações secundárias. Selecione o campo geral do assunto Os temas de redação são uma espécie de fatia de um assunto geral, mais amplo, por isso, leia a temática proposta com atenção e tente vincular a que campo de estudo ela pertence: Ao campo da saúde? Da educação? Da violência? Da mobilidade urbana? Da publicidade? Da tecnologia? Da acessibilidade? Da religião? Observe os textos motivadores Ainda que você realmente não saiba nada sobre o tema, os textos motivadores estão lá para te fornecer algumas informações básicas sobre o assunto. Ao lê-los, identifique as seguintes referências: Qual o assunto principal de cada um deles? Eles tratam de uma situação global ou específica de algum país, estado ou cidade? Qual a data do texto? Qual a posição do autor frente ao assunto? Há dados estatísticos no texto? Se sim, o que se pode concluir a partir de tais dados estatísticos? De qual fonte os textos foram retirados? Todas essas respostas serão fundamentais para que você compreenda o assunto, mesmo sem conhecê-lo previamente. Analise o gênero textual dos textos motivadores Qual gênero (ou quais gêneros) foi (foram) escolhido (s) enquanto textos motivadores? Notícias? Infográficos? Narração? HQs? Após identificar o tipo de texto, pense: Por que esse (s) gênero (s) foi (foram) o (s) selecionado (s)? Como esse tipo de texto ajuda na compreensão do assunto? Note as citações dos textos motivadores Algum teórico ou pensador foi citado ao longo dos textos motivadores? Se sim, algo que acontece com extrema frequência, reconheça qual a opinião principal do teórico frente ao assunto e como a pessoa está relacionada ao tema. Caso você conheça algo sobre o teórico ou pensador, tente questionar: por que essa pessoa foi a escolhida como referência desse assunto? Reconheça pontos a favor e contra Os textos de base normalmente trazem visões opostas: uma a favor e outra contra o problema central contido no tema da redação. Ao fazer a leitura, reconheça qual é o principal ponto a favor e qual é o principal ponto contra. Após, analise quais deles mais te convenceu e por quê. Usando essa técnica, você consegue ter mais clareza sobre sua visão pessoal a respeito da temática. Perceba o nível vocabular dos textos Há algum traço de extrema formalidade ou informalidade nos textos de apoio? Por que você acha que foi feita essa opção? O que a formalidade ou a informalidade tem a ver com o tema? Identifique o problema central contido no tema e nos textos Após realizar uma leitura atenta do tema e dos textos motivadores e ter levantado todas as informações fundamentais, considere: Qual é o problema central relacionado a esse assunto? A identificação do problema principal pode te auxiliar a construir sua introdução. Questione o problema central Depois de encontrar qual é o problema central, reflita: Por que isso é um problema? Quais são as origens do problema? Por que esse problema ainda não foi resolvido? Quais malefícios o problema traz para a sociedade? As respostas encontradas no processo de reflexão podem compor seu desenvolvimento. Encontre soluções Pense: Como esse problema poderia ser resolvido? Como a escola, a população e o Estado podem ajudar na solução da questão (uma vez que boas conclusões sempre trazem ações nessas três esferas)? Acrescente as soluções encontradas na conclusão. Consulte sua memória Isso mesmo! Questione-se: o que esse tema me traz à memória? No que ele me faz pensar? É muito possível que você se lembre de um referencial histórico sobre o assunto, de um acontecimento de grande importância, de um livro, de uma música. Caso esteja plenamente certo sobre sua lembrança, incluí-la no texto

Oi, pessoal, tudo bem? Em épocas de divulgação de resultados de provas, talvez você tenha se deparado com um resultado insatisfatório e queira elaborar um recurso em relação à pontuação dada ao seu texto. Mas, você sabe como fazer isso? Em geral, recursos são complicados de serem escritos, e a maioria dos recursos não são aceitos. Então, é preciso ter certeza, na hora de enviar o seu. O ideal seria que você encontrasse um profissional capacitado para desenvolver o seu recurso, já que é algo bastante específico e você pode não conseguir redigi-lo sozinho. Assim você terá mais confiança de que fez tudo o que podia para receber uma nota justa 😉 Leia também: Como organizar as ideias antes de começar a redação? Como estar pronto para qualquer tema que caia no Enem 11 alusões históricas para usar em suas redações 10 alusões literárias para você usar nas suas redações Como se dar bem em todas as competências do ENEM

Olá, pessoal! Já estamos em 2019, e vocês sabem o que isso significa? Ano novo, vida nova, mais uma chance pra se sair bem nos estudos. E que tal, então, começar a estudar desde já? Nosso post de hoje é pra ajudar vocês neste início, pois falaremos sobre como organizar as ideias antes de começar a redação. E daí você me pergunta: “tá, mas e se eu não tiver nenhuma ideia?”. Vai ter que tirar ela de algum lugar, querido, porque o vestibular vai sempre querer testar as suas limitações, então você vai ter que se virar, mesmo quando não souber nada sobre o assunto cobrado (o que é difícil, né?). É importante, como primeiro passo, que você pesquise bastante sobre o assunto (aqui estamos falando sobre a sua preparação para a prova). Como você vai estudar em casa ou em qualquer lugar que tenha acesso à internet, vai ficar fácil pesquisar sobre o tema escolhido por você. Veja o que dizem os dois lados sobre o assunto, pesquise conceitos, pesquise notícias atuais sobre aquilo, enfim, aprofunde seus conhecimentos sobre o tema. Tudo isso o ajudará a organizar as ideias antes de começar a redação. Depois disso, chega a hora de colocar a mão na massa de fato! Neste ponto, então, você vai construir o esqueleto do seu texto. Ah, não sabia que texto tem esqueleto? Pois tem sim senhor; imagine que o texto é um serzinho vivo, que precisa de amor, atenção, que tem uma estrutura, um esqueleto, e nele em vez de correr sangue, corre o seu suor e suas lágrimas, derramadas na hora da escrita (ok, talvez tenhamos exagerado aqui). Mas viu como ele é especial? O esqueleto nada mais é do que um pequeno esqueminha, que você vai criar antes de escrever o seu rascunho. Basicamente, nele você vai organizar os parágrafos, e isso pode ser feito da seguinte maneira: Ficou SUPER EMPOLGADO com as dicas e já quer escolher um tema e escrever o seu texto? Entre em nossa plataforma e comece a escrever agora =)
Oi, pessoal. tudo bem? Hoje decidimos trazer mais algumas dicas para redação do ENEM que podem ajudar a conseguir uma ótima nota. O tema da vez são os recursos argumentativos. E aí você me pergunta: mas o que é uma argumentação? Uma argumentação é uma manifestação linguística, com enunciados que se relacionam uns com os outros e incluem uma afirmação capaz de levar a uma conclusão. Não entendeu nada? Vamos ver, por exemplo, o que se espera na redação do ENEM em relação a isso. O participante deve ser capaz de: Ou seja, você deve fazer seu leitor refletir, tentar convencê-lo de que o que você está falando faz sentido. Você sempre deve buscar a persuasão e o convencimento. Tá certo, mas vamos então para o que interessa? Veja os recursos argumentativos que você pode utilizar 1. Argumento de autoridade Para utilizar este recurso você pode fazer citações de personalidades reconhecidas e relacioná-las com o tema. Com isso, seu texto terá mais credibilidade, pois se baseia na opinião de um especialista. Mas, lembre-se: a citação deve estar relacionada com o tema! Não adianta nada trazer um pensador famoso, que está falando sobre um tema completamente diferente daquele pedido pela banca. 2. Argumento de consenso Neste caso, você se baseia em ideias e valores aceitos como verdadeiros na sociedade, por um grupo social. É importante destacar que, neste caso, as ideias se assemelham a evidências do discurso científico. Aqui você não precisa trazer provas sobre o que está dizendo. Por exemplo, se você estiver falando sobre educação, e disser que “deve-se investir em educação para que haja desenvolvimento do país”, estará utilizando um argumento de consenso. 3. Argumento de provas concretas Aqui você deve apresentar dados concretos para comprovar a sua tese (lembra que já escrevemos sobre tese aqui?). Os dados podem ser retirados de órgãos oficiais, levantamentos estatísticos, relatórios e pesquisas. Lembre sempre de trazer uma fonte confiável. 4. Argumentação lógica Se baseia em operações de raciocínio lógico, como implicações de causa e consequência. 5. Exemplos Para defender seu argumento você pode trazer exemplos que te ajudem nisso. Mas, evite a colocação excessiva de exemplos. Um para cada argumento já está bom, ok? É importante não perder o viés argumentativo. E agora, entendeu tudinho? É importante que você utilize diversos recursos argumentativos em um mesmo texto. Inserir apenas recursos de consenso, por exemplo, não vai te ajudar a construir uma argumentação rica. Tente intercalar os recursos. Depois das dicas você ficou animado pra escrever? Então essa é a hora de conhecer nossos planos e começar a praticar! Leia mais: 5 dicas para uma boa argumentação Receita infalível pra se dar bem na redação do ENEM nesse ano Como sair do senso comum? Por que eu não consigo tirar 1000 na redação do Enem?

Olá, pessoal! Trouxemos Dicas para redação: O que são Conjunções? Aqui vai uma pergunta capciosa: você sabe usar as conjunções? Da maneira correta? Contribuindo pra um texto redondo, assertivo, organizado e esteticamente interessante? Vamos de Dicas para redação: O que são Conjunções? Sim ou não? Pelo sim ou pelo não, vamos começar do começo. 😉 Confira nesse texto mais uma das nossas dicas para redação do Enem. Bora de Dicas para redação: O que são Conjunções? 1. O que é uma conjunção? Pelo significado da palavra em si, dá pra perceber que conjunção tem alguma coisa a ver com ligação, união, junção e toda a horda de sinônimos. Uma conjunção não varia em gênero ou número e tem como função, dentro de uma frase, ligar orações de mesmo valor gramatical, como termos ou as orações em si. Não entendeu bulhufas? Toma exemplo: Exemplo de conjunção ligando termos iguais (os termos estão em itálico e a conjunção está em negrito): Você não gosta de Doritos de queijo Nacho e de guacamole. Exemplo de conjunção ligando orações em si (as orações estão em itálico e a conjunção está em negrito): Tirei 400 na redação e chorei muito. 2. Quais são as conjunções? Estas queridas são classificadas em dois tipos: coordenativas e subordinadas. Tá lendo essas palavras compridinhas e tendo arrepios na espinha lembrando do ensino médio? Pois é, chuchu. As conjunções são essenciais para a construção de uma boa redação, já que dentro delas moram grande parte dos preciosos conectivos (dizemos “grande parte” porque são advérbios e pronomes). Entender sua função e funcionamento é, talvez, o que você está precisando pra tirar, de vez, 200 na competência 4 da redação do Enem. Não sabe que competência é essa? Vixe. Clica aqui. Vamos, enfim, às conjunções: a) Coordenativas Tem a função de ligar duas orações independentes. Essas estão organizadas em cinco tipos (todas com nome autoexplicativo, o que não significa que não vamos explicar pra você): 1. Aditivas – expressam soma, adição. Conjunções: não só… mas também, nem, bem como, não só… como também . Ex.: Ele não só é lindo como também engraçado. 2. Adversativas – expressam oposição, adversidades. Conjunções: no entanto, todavia, não obstante, mas, porém, contudo, entretanto, Ex.: Não foram hexa, todavia deixaram o Brasil todo orgulhoso com seu desempenho. Não era ator, contudo caía com a destreza de um gato. 3. Alternativas – simbolizam escolha de pensamentos Conjunções: ou, ou… ou, ora… ora, já… já, quer… quer, seja… seja. Ex.: Ou você vai ou você fica. Ele faz um drama gigante, seja por dinheiro seja por amor. 4. Conclusivas – exprimem conclusão de pensamento. Conjunções: logo, portanto, por isso, pois, por conseguinte, assim. Ex.: Chorei bastante, portanto consegui um bom desconto. Não precisamos nem dizer que as conjunções coordenadas conclusivas são essenciais na sua conclusão, certo? 5. Explicativas – exprimem razão e motivo. Conjunções: que, porque, pois, porquanto, por conseguinte, assim. Ex.: Coma vegetais, porque é importante! b) Subordinativas As conjunções subordinativas têm a função de ligar duas orações que são subordinadas uma à outra, ou seja, que dependem uma da outra para expressar uma ideia completa. Destas, há dez tipos: 1. Integrantes Servem como a introdução de uma oração que vai completar o sentido da outra. Conjunções: que, se. Ex.: Quero que você compre um x-bacon agora pra mim. 2. Causais – introduzem orações que dão ideia de causa. Conjunções: que, porque, como, pois que, visto que, uma vez que, porquanto, já que, desde que. Ex.: Como fingi que estava doente, não pude ir à aula. 3. Comparativas – introduzem orações que dão ideia de comparação Conjunções: como, qual, que, do que (depois de mais, menos, maior, menor, melhor e pior). Ex.: Eu sempre fui melhor que você! 4. Concessivas – iniciam orações que indicam contradição. Conjunções: embora, ainda que, mesmo que, se bem que, posto que, por mais que, apesar de que. Ex.: Vou à praia, embora esteja chovendo. 5. Condicionais – dão início a orações que denotam hipóteses ou condições. Conjunções: se, caso, a menos que, contanto que, salvo se, desde que, a não ser que. Ex.: A menos que eu não queria, estarei lá amanhã. Eu te amarei, contanto que você se comporte. 6. Conformativas – iniciam orações que expressam acordo, resolução. Conjunções: como, conforme, segundo, consoante. Ex.: Cada um enriquece conforme trabalha As conjunções subordinadas conformativas são interessantes para fazer citações. 7. Consecutivas – dão o início de orações que indicam uma consequência ou um ato que é consequência de outro. Conjunções: que (precedido de tal, tanto, tão ou tamanho), de modo que, de forma que, de sorte que. Ex.: Ela esperneou tanto que conseguiu o que queria. 8. Temporais – iniciam orações que dão sensação de tempo. Conjunções: quando, mal, assim que, logo que, antes que, depois que, sempre que, desde que. Ex.: Fomos assim que deu vontade. 9. Finais – iniciam orações que exprimem finalidade. Conjunções: porque, a fim de que, para que. Ex.: Pelo amor de deus, sentem logo para que eu possa ver a Beyoncé. 10. Proporcionais – iniciam orações que exprimem concomitância, sequência, sincronia. Conjunções: à medida que, à proporção que, ao passo que, quanto menos, quanto menor, quanto maior, quanto melhor. Ex.: À medida que eu cresço, eu vejo a besteira que fiz. Agora que te mostramos a quantidade de conjunções existentes, quero ver muitos usos conscientes no seu texto, pra que ele fique fluido como água. Deixamos aqui uma tabelinha com todas as conjunções apresentadas acima. Assim, seu repertório de conectivos ficará riquíssimo! De bônus, aqui vai um vídeo da nossa querida Professora Josi sobre a competência 4 – mais uma das nossas dicas para redação do Enem. https://youtu.be/CDCJeSomcBACaso precise de ajuda, fala com a gente! Somos bacanas e corrigimos redação! O que acharam de nosso texto sobre Dicas para redação: O que são Conjunções? Muitas boas energias pra competência 4 e fé no pai que o 200 sai :*

Como a sua redação não é Grey’s Anatomy ou Supernatural, que parecem que não acabam nunca, você precisa dar um fim pra ela. A gente sabe que encerrar coisas nem sempre é fácil, mas vamos te ensinar a passar por esse momento difícil com tranquilidade. Tá bom, chega de repetir a fala dos nossos terapeutas e vamos falar do que interessa: conclusão. Tão comum quanto ouvirmos “eu não sei como começar” é ouvirmos “eu não sei como terminar”. Por isso, mais uma vez, a gente tá aqui pra te mostrar que, assim como no planejamento, na introdução e no desenvolvimento, é tudo uma questão de técnica. Tá, ok, apenas dizer que ‘é questão de técnica” não te tranquiliza muito, né? Mas, como aqui, no Redação Online, a gente mata a cobra e mostra o pau (desculpem, às vezes baixa o tiozão do pavê na gente), vamos provar pra você que é bem desse jeitinho, mesmo. Se liga: 1) Saiba com o que você está lidando Tá aí um conselho que serve pra tudo na vida, mas vamos focar na redação. Você toma remédio pra dor de barriga na esperança de se curar de um resfriado? Não dá, bebê. Então, fique ligado: para fazer uma boa conclusão, é preciso saber de que tipo de dissertação e de que tipo de tema estamos falando. Podemos imaginar a sua carinha lendo isso: O que acontece é o seguinte: há bancas que constroem propostas de redações pautadas em temas bem objetivos e geralmente de cunho social, como a banca do ENEM, por exemplo. No entanto, também podemos encontrar bancas que fazem propostas compostas por temas subjetivos, como a banca da UFRGS, que já propôs redação sobre a importância da amizade. E que diferença isso faz na hora de construir a conclusão? Toda. Afinal, conclusões de redações de temas objetivos requerem soluções para um determinado problema, enquanto, nas redações de temas subjetivos, dificilmente vai ser possível fazer isso. Ou até rola fazer, mas de um jeito bem mais raso. E tá tudo bem, certo? Se você, de antemão, conhecer o perfil da banca e estudar as provas anteriores, não tem crise, afinal, já vai saber o que te espera e vai se preparar adequadamente. Além disso, a gente não pode se esquecer de um detalhe: a redação do ENEM tem aquela conclusão diferentona, com a tal proposta de intervenção. Tá bom, a gente sabe que ela não precisa estar necessariamente na conclusão, mas, para uma melhor organização textual, a gente te indica que a coloque lá. Mais do que isso: a gente te ensina a fazer uma boa proposta. 2) A famigerada proposta de intervenção do ENEM Não adianta fazer cara feia pra proposta de intervenção. O jeito é arregaçar as mangas e entender como funciona a danadinha. Mas, para acalmar o seu coração, vamos te dizer uma coisa: seu desconforto com a competência 5 é natural, afinal, a matriz de referência não é lá muito clara sobre o que se espera, e, na escola, não foi assim que nos ensinaram a fazer conclusão. Mas bora lá desvendar os mistérios dessa competência com a gente. Antes de mais nada, é preciso que se reconheça que o ENEM, desde sua criação, propõe temas socais para a sua redação, visando promover discussões e reflexões importantes acerca do país e do mundo. E a competência V nada mais é do que o ponto principal dessa característica particular do exame, visto que ela exige que o aluno reflita sobre o problema apontado e construa uma proposta de intervenção que respeite os direitos humanos e que promova uma mudança efetiva na realidade. Resumidamente, a gente costuma dizer que, para entendê-la, imagine que seu chefe pediu a resolução de um problema e ela precisa estar prontinha para executar, sem faltar nenhum detalhe. Dessa forma, não basta apenas sugerir, na conclusão, que “precisamos mudar essa situação” (essa é clássica, não? Hehehe), uma vez que se trata de uma sugestão muito vaga. Vamos, então, para a pergunta que não quer calar: como faz? 3) Botando a mão na massa Bem, vamos por partes: Em primeiro lugar, a gente não pode esquecer que, assim como as outras partes do texto, a conclusão também exige uma organização específica. Então, para que ela fique lindona, é importante sempre lembrar que ela deve ser construída em um parágrafo só e ter a seguinte estrutura: conexão (escolha um conectivo conclusivo bacaninha) + reafirmação da tese (ó, ela aqui outra vez) + solução do problema relacionado à tese. Além disso, sendo no ENEM ou não, jamais cometa o erro de inserir informações novas na sua conclusão. Lembre-se que ela está ali para concluir o que já foi dito. Então, eu sei que você não aguenta mais ler a gente falando sobre planejamento de texto, mas olha ele aqui outra vez: planejar a redação evita que você cometa o erro acima, pois a construção do texto vai ser baseada em um roteiro que você já fez, e não no seu fluxo de ideias. Para ganhar aqueles 200 pontos marotos na competência V, você precisa trazer, na sua conclusão, 5 elementos: Ação (o que faz?), agente (quem faz?), modo/meio (como faz?), efeito ou objetivo pretendido (para quê?) e detalhamento de um dos elementos acima Viu como tem que ser algo bem completinho? A falta de um desses elementos faz com que você não atinja a pontuação máxima, então, a gente tá aqui pra evitar que isso aconteça e te mostrar uns exemplos lindões. Espia: “Portanto, indubitavelmente, medidas são necessárias para resolver esse problema. Cabe ao Ministério da Educação criar um projeto para ser desenvolvido nas escolas o qual promova palestras, apresentações artísticas e atividades lúdicas a respeito do cotidiano e dos direitos dos surdos, – uma vez que ações culturais coletivas têm imenso poder transformador – a fim de que a comunidade escolar e a sociedade no geral – por conseguinte – conscientizem-se. Desse modo, a realidade distanciar-se-á do mito grego e os Sísifos brasileiros vencerão o desafio de Zeus.”

Você já tá bem sabidinho e já sabe que tem que planejar o seu texto e também já sabe como fazer uma introdução de arrasar. Agora, chegou a hora de aprender a se defender. Nossa, como assim se defender??? Sim, bebê, a gente quer que você seja o Super Saiyajin da redação. Venha ver Redação por partes: Desenvolvimento. Lembra que a gente combinou que, na sua redação, você precisa ter uma tese? (Se ainda tá meio perdido com isso, espia aqui) E que tese é uma palavra mais chique para dizer opinião? Então, agora chegou a hora de você defender aquilo que você acredita. Parece discurso de livro de autoajuda, mas é de redação que a gente tá falando, mesmo. Simplesmente porque é no desenvolvimento que, como o nome já diz, você desenvolve e defende as ideias que sustentam a sua redação. Parece difícil? Mas não é, não. A gente vai ser legal (como sempre hehehe) e dar algumas dicas bem bacanas. Não tem surpresa, afinal, você já planejou o seu texto Se você planejou o seu texto e chegou até aqui, não tem mistério, pois seus argumentos já foram planejados e, inclusive, já foram citados na introdução. Então, não se descabele porque, nesse momento, tudo o que você tem a fazer é desenvolver uma ideia que já está prontinha na sua cabeça. Caso você não saiba de que planejamento estamos falando, volte duas casas e leia nosso texto sobre isso. E, a partir de hoje, jure juradinho que irá incluir o planejamento da redação em todas as suas produções textuais, tá bem? É um argumento por parágrafo de desenvolvimento, e não 5 Tá vendo porque é importante planejar? Tá, o texto não é sobre planejamento, mas fica difícil falar de um bom desenvolvimento sem relembrar sobre o quanto é importante pensar no texto inteiro antes de começar a produzi-lo, simplesmente porque, se você deixar as ideias correrem soltas, vai dar treta. Então, coloque uma coisa na sua cabecinha: mais valem 2 argumentos bem desenvolvidos, um em cada parágrafo de desenvolvimento, do que uns 5 argumentos rasos. Até rola um terceiro parágrafo de desenvolvimento e, consequentemente, um terceiro argumento. mas não mais do que isso. É impossível se aprofundar e defender um monte de argumento em um número tão limitado de linhas. Não é por acaso que a gente faz textão no facebook quando quer ganhar uma discussão. Não se esqueça que parágrafos são minitextos dentro da sua redação Você tem bons argumentos, mas trava na hora de colocá-los no papel? Tem problema, não. A gente te ajuda. O primeiro passo para construir um bom argumento, completo e bem organizado, é sempre lembrar que um parágrafo é uma redação em miniatura dentro dessa grande coisa que é a sua redação. Isso significa que ele precisa ter 3 coisas: introdução, que, na verdade, é o tópico frasal, desenvolvimento e conclusão. “Aiii, como assim tópico frasal???” Se você não lembra o que é isso, temos um vídeo pra te ajudar E já adiantamos que se trata, resumidamente, da ideia central do seu parágrafo. Tá bom, a gente sabe que com um exemplo fica mais fácil. Espia este parágrafo de desenvolvimento: “Algo que contribui para o enraizamento da noção de inferioridade da mulher na mente dos brasileiros e, portanto, para a persistência de tal violência é a representação feminina na mídia. Mesmo em 2015, comerciais de cerveja, por exemplo, reduzem a figura das brasileiras a objetos sexuais, cujo único objetivo é servir os homens. Ao mesmo tempo, propagandas de produtos de limpeza a ainda existente relação aparentemente natural entre a mulher e a cozinha, sendo o marido o único capaz de trabalhar na sociedade e sustentar a família. Assim, a diferenciação entre gêneros torna-se quase inconsciente, o que acaba servindo como justificativa para que os números de mulheres agredidas não sejam levados tão a sério.” Quer saber quem é quem? Olha: Tópico frasal: “Algo que contribui para o enraizamento da noção de inferioridade da mulher na mente dos brasileiros e, portanto, para a persistência de tal violência é a representação feminina na mídia.” Percebe que, com uma frase, a autora do texto deixou bem claro que o argumento dela se refere à forma como a mídia mostra a mulher? Depois, ela vai desenvolver a ideia. Confere: Desenvolvimento: “Mesmo em 2015, comerciais de cerveja, por exemplo, reduzem a figura das brasileiras a objetos sexuais, cujo único objetivo é servir os homens. Ao mesmo tempo, propagandas de produtos de limpeza a ainda existente relação aparentemente natural entre a mulher e a cozinha, sendo o marido o único capaz de trabalhar na sociedade e sustentar a família.” A estratégia de desenvolvimento escolhida por ela foi a exemplificação. Vamos falar sobre estratégias argumentativas já já. Conclusão: “Assim, a diferenciação entre gêneros torna-se quase inconsciente, o que acaba servindo como justificativa para que os números de mulheres agredidas não sejam levados tão a sério.” Pronto, fechou a ideia. Não fica lindo, gente? Fica. Então, daqui pra frente, prometa que vai se esforçar para construir parágrafos, sejam eles de desenvolvimento ou não, super organizadinhos, com um argumento só, bem desenvolvido, e com uma estrutura bacaninha. Não vá pra guerra sem uma tática Já viu alguém ir pra guerra sem uma tática? Não dá, gente. Assim como foi preciso escolher um tipo de introdução, também vai ser preciso optar por uma estratégia na hora de fazer o seu desenvolvimento. A tal da estratégia argumentativa. E, de novo, a gente não vai te dar um plano infalível, pois o Cebolinha tá aí pra nos mostrar que eles não costumam dar certo. Não decore receitinhas, conheça diferentes estratégias para, na hora H, se dar ao luxo de poder escolher uma, de acordo com aquilo que veio na sua cabeça no momento. Vamos ver algumas das várias táticas possíveis? Exemplo: Trazer um exemplo é sempre muito bom. E esse é o tipo de desenvolvimento que tá aí pra te mostrar que é possível defender sua opinião de forma efetiva sem precisar decorar
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