<div class="group w-full text-token-text-primary border-b border-black/10 gizmo:border-0 dark:border-gray-900/50 gizmo:dark:border-0 bg-gray-50 gizmo:bg-transparent dark:bg-[#444654] gizmo:dark:bg-transparent" data-testid="conversation-turn-33"> <div class="p-4 gizmo:py-2 justify-center text-base md:gap-6 md:py-6 m-auto"> <div class="flex flex-1 gap-4 text-base mx-auto md:gap-6 gizmo:gap-3 gizmo:md:px-5 gizmo:lg:px-1 gizmo:xl:px-5 md:max-w-2xl lg:max-w-[38rem] gizmo:md:max-w-3xl gizmo:lg:max-w-[40rem] gizmo:xl:max-w-[48rem] xl:max-w-3xl }"> <div class="relative flex w-[calc(100%-50px)] flex-col gizmo:w-full lg:w-[calc(100%-115px)] agent-turn"> <div class="flex-col gap-1 md:gap-3"> <div class="flex flex-grow flex-col gap-3 max-w-full"> <div class="min-h-[20px] flex flex-col items-start gap-3 whitespace-pre-wrap break-words overflow-x-auto" data-message-author-role="assistant" data-message-id="6051f066-fa44-4691-8b85-47652be8084c"> <div class="markdown prose w-full break-words dark:prose-invert dark"> A redação do Enem é uma parte crucial da avaliação que os estudantes enfrentam ao se candidatarem a vagas em universidades brasileiras. Ele é uma das provas mais abrangentes do país e tem como objetivo medir o conhecimento e as habilidades dos estudantes de forma justa e abrangente. A redação do Enem, em particular, é uma das seções mais desafiadoras e também uma das mais importantes. No Enem, a redação é um exercício que exige dos candidatos a capacidade de argumentar, analisar criticamente e comunicar eficazmente suas ideias por meio da escrita. Além disso, a redação do Enem é avaliada de acordo com cinco competências específicas, que incluem o domínio da norma culta, a compreensão do tema e a construção de argumentos. Essas competências são essenciais para obter uma boa pontuação na redação do Enem. Portanto, os estudantes que desejam se destacar no Enem devem se preparar cuidadosamente para a redação. Isso envolve a prática regular da escrita, o estudo de temas atuais, a revisão gramatical e a análise crítica de exemplos de redações. Além disso, é fundamental que os candidatos gerenciem seu tempo de forma eficaz durante a prova, garantindo que tenham tempo suficiente. A redação do Enem é uma oportunidade importante para os estudantes demonstrarem suas habilidades de escrita e pensamento crítico. Portanto, preparar-se adequadamente para a prova é um passo fundamental para o sucesso. </div> </div> </div> </div> </div> </div> </div> </div>
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Tem coisas que ninguém fala, mas podem definir sua nota de redação Enem: transição entre ideias, clareza, concisão e pontuação. Ou melhor… tem gente que fala sim: nós! Rola a tela para entender o peso disso tudo na escrita da redação do Enem. Nossos corretores sempre dizem: a melhor coisa é ler uma redação e entender tudo de uma vez só! Fica fácil e seguro dar a pontuação correta numa redação assim. E adivinhe quem mais sai ganhando com isso?! Sim, o candidato – você! Como fazer transição entre ideias na redação do Enem Quando fala com alguém, você faz transição entre suas ideias o tempo todo. E sem erro! Para criar transição entre ideias você usa, sem perceber, certas palavras, certas frases, e sua entonação (sua voz). No papel é só seguir essas formas de transição e estará tudo perfeito! Quer ver só? Você é capaz de perceber falhas na transição em sua escrita – veja se não descobre algo errado com ela neste parágrafo: A ascensão do Brasil ao posto de uma das dez maiores economias do mundo é um importante fator atrativo aos estrangeiros. Como o crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) nacional, segundo previsões, será menor em 2023 em relação a anos anteriores, o país mostra um verdadeiro aquecimento nos setores econômicos, representado, por exemplo, pelo aumento do poder de consumo da classe C. Lendo em voz alta o parágrafo acima você nota que o “Como” atrapalha demais a clareza! Que tal um “Embora” ali? É outra coisa, não é? “Como” indica causa (está lá nas orações subordinadas, pode pesquisar). “Embora” indica uma concessão, algo que reconhece que uma certa situação poderia ter atrapalhado um resultado. Sendo assim, muito cuidado com os conectivos – eles servem para fazer transições, mas um descuido e o leitor “tropeça” nas suas ideias! Transição entre parágrafos na redação do Enem Transição é feita o tempo todo, entre todas as ideias, inclusive entre parágrafos. Veja agora como o trecho abaixo conseguiu fazer uma transição entre parágrafos perfeita: (…)A imprensa, no século XVIII, disseminou as ideias iluministas e foi uma das causas da queda do absolutismo. Mas não é preciso ir tão longe: no Brasil redemocratizado, as propagandas políticas e os debates eleitorais são capazes de definir o resultado de eleições. É impossível negar o impacto provocado por um anúncio ou uma retórica bem estruturada. O problema surge quando tal discurso é direcionado ao público infantil. Comerciais para essa faixa etária seguem um certo padrão: enfeitados por músicas temáticas, as cenas mostram crianças, em grupo, utilizando o produto em questão. (…) Aquele “tal discurso”, tão simplesinho, teve um poder enorme de ligar uma ideia anterior a outra posterior! E mais: ele não veio no começo do parágrafo, viu só?! Portanto, não se preocupe em colocar conectivos logo no começo dos parágrafos – a coesão não é obrigatoriamente feita assim. Aproveite para entender a competência 4 do Enem – não é difícil e é nela que você vai ganhar pontos com uma transição perfeita. Transição com simplicidade na redação do Enem E dá para fazer uma transição correta de formas ainda mais simples! Veja como a última frase do parágrafo abaixo conseguiu isso: A relação entre pais, filhos e seu consumo se torna conflituosa. As crianças perdem a noção do limite, que lhes é tirada pela mídia quando a mesma reproduz que tudo é possível. Como forma de solucionar esse conflito, o governo federal pode criar leis rígidas que restrinjam a publicidade de bens não duráveis para crianças. Além disso, as escolas poderiam proporcionar oficinas chamadas de “Consumidor Consciente” em que diferenciam consumo e consumismo, ressaltando a real utilidade e a durabilidade dos produtos, com a distribuição de cartilhas didáticas introduzindo os direitos do consumidor. Esse trabalho seria efetivo aliado ao diálogo com os pais. “Esse trabalho”! Foi esse termo que o candidato usou para que o leitor entendesse que ele estava se referindo às ideias de solução anteriores. Palavras tão simples do dia a dia que têm um efeito preciso! Quando a transição fica ruim… Agora, vamos mostrar o que não fica bem numa redação Enem, na hora de fazer a transição de ideias… leia o parágrafo abaixo em voz alta: Ao longo da formação do território brasileiro, o patriarcalismo sempre esteve presente, como por exemplo na posição do “Senhor do Engenho”, consequentemente foi criada uma noção de inferioridade da mulher em relação ao homem. Dessa forma, muitas pessoas julgam ser correto tratar o sexo feminino de maneira diferenciada e até desrespeitosa. Logo, há muitos casos de violência contra esse grupo, em que a agressão física é a mais relatada, correspondendo a 51,68% dos casos. Nesse sentido, percebe-se que as mulheres têm suas imagens difamadas e seus direitos negligenciados por causa de uma cultura geral preconceituosa. Sendo assim, esse pensamento é passado de geração em geração, o que favorece o continuísmo dos abusos. Você tem dúvida de que este candidato foi ensinado a usar um conectivo no início de todas as frases (sem mencionar que fez outras transições dentro das próprias frases)?! Ficou bem forçado… veja como os professores da nossa equipe de corretores melhorariam o parágrafo e compare: Ao longo da formação do território brasileiro, o patriarcalismo sempre esteve presente, como por exemplo na posição do “Senhor do Engenho”, consequentemente foi criada uma noção de inferioridade da mulher em relação ao homem. Muitas pessoas julgam ser correto tratar o sexo feminino de maneira diferenciada e até desrespeitosa, logo, há muitos casos de violência contra esse grupo, em que a agressão física é a mais relatada, correspondendo a 51,68% dos casos. Portanto, percebe-se que as mulheres têm suas imagens difamadas e seus direitos negligenciados por causa de uma cultura geral preconceituosa. Sendo assim, esse pensamento é passado de geração em geração, o que favorece o continuísmo dos abusos. Melhorou, não é? Foram eliminados alguns conectivos, que realmente não eram necessários, e a nova pontuação também ajudou. É assim mesmo: excessos na redação criam uma sensação de que o aluno está usando conectivos de

Cansado de fazer sempre as mesmas introduções em todas as redações do Enem? Prepare-se para o artigo de hoje! Vamos ensinar 6 tipos de introdução, e o corretor vai se sentir seduzido por suas redações! Antes de começar a lista com dicas de como fazer a introdução perfeita para a redação do Enem, precisamos lembrar duas coisas: 1. Contexto histórico-social Esse é o tipo mais usado, é verdade, mas não há nada contra ele. Dar um contexto do que vai se falar é bem útil e didático. Mas não se prenda a citar momentos históricos estudados na escola. Revolução Industrial, Iluminismo, são sempre os preferidos… mas se não tiverem relação com o assunto, você pode perder pontos! Veja como esta introdução de uma redação 1000 contextualiza o assunto: A violência contra a mulher no Brasil tem apresentado aumentos significativos nas últimas décadas. De acordo com o Mapa da Violência de 2012, o número de mortes por essa causa aumentou em 230% no período de 1980 a 2010. Além da física, o balanço de 2014 relatou cerca de 48% de outros tipos de violência contra a mulher, dentre esses a psicológica. Nesse âmbito, pode-se analisar que essa problemática persiste por ter raízes históricas e ideológicas. Veja agora uma possível introdução com uma contextualização para outro tema: O trânsito brasileiro mata milhares de pessoas por ano, o que também significa um imenso prejuízo econômico. Boa parte dos acidentes vêm do consumo de bebidas alcoólicas, embora haja a Lei Seca, como tentativa de solução. Atenção para o seguinte: muitos acreditam que citar uma época histórica ou números no começo da redação funciona com repertório. Funciona como repertório, mas não necessariamente o repertório perfeito, ok? Se você quer que aquela citação inicial valha como repertório perfeito, é preciso usá-lo no texto de alguma forma – ele não pode virar enfeite! Repertório que pode ter a nota máxima é repertório de argumentação. 2. Exemplo Este tipo de introdução é muito usado no jornalismo. Uma reportagem, por exemplo, pode começar a partir de um caso específico para só depois debater o assunto em geral. Vamos deixar claro com o exemplo abaixo: 25 de abril de 2023: uma jovem de 16 anos é agredida em uma escola municipal de Joinville, em Santa Catarina, após dizer que era praticante de umbanda, religião de matriz africana. A problemática do preconceito religioso que persiste intrinsecamente ligado à realidade do país, seja pela insuficiência de leis, seja pela lenta mudança de mentalidade social. Percebeu o impacto que cria? Envolve muito o leitor… Mas esse tipo de exemplo usado no começo de uma introdução não tem conectivo nenhum de exemplo, notou? Não é pra ter mesmo. Para ele ter o efeito impactante que você quer, é preciso iniciar diretamente, com o relato e nenhum comentário. Neste caso acima, fizemos como os jornalistas fazem: relatamos brevemente o fato e usamos um verbo no presente, para tornar o fato ainda mais tocante. E outro detalhe: esse exemplo só serve para fisgar o leitor, portanto, se você não quiser, não precisa mais usá-lo no texto. Vamos ver outra introdução escrita dessa forma: Recentemente 90 crianças carentes de Maceió foram ao cinema pela primeira vez. Embora o cinema tenha se popularizado, nota-se a sua limitação social, em virtude do discurso elitizado que o compõe e da falta de acesso por parte da população. Essa visão negativa pode ser significativamente minimizada, desde que acompanhada da desconstrução coletiva, junto à redução do custo do ingresso para a maior acessibilidade. Bem atraente, não é mesmo? 3. Crítica Não vai ser difícil fazer uma introdução para o Enem com uma crítica. A crítica leva automaticamente a algo que precisa ser modificado – e esse é o centro da redação do Enem. Por isso, sugerimos que sua crítica leve, automaticamente, à proposta de intervenção, assim fica mais natural. Veja um exemplo: Não se pode falar de cidadania no Brasil, já que não há acesso pleno ao lazer e à cultura por parte dos menos favorecidos. Ir ao cinema e ao teatro precisam ser atividades costumeiras e estendidas a todos os brasileiros. Como permitir que isso se realize numa situação de limitação econômica de tantos? Curto e grosso, né? Mais um exemplo: Está mais do que na hora de tratarmos as pessoas com transtornos mentais como cidadãos que merecem respeito. Até hoje, eles são estigmatizados, simplesmente por falta de informações corretas sobre o assunto e, também, existe uma carência de representatividade desse grupo nas mídias. Foi uma crítica contundente, bem direta. Críticas são assim mesmo… 4. Interrogação Nada como uma pergunta para levar o leitor a querer ler seu texto e descobrir a resposta. Afinal, todo mundo é curioso. E é um tipo de introdução também fácil de fazer. Fácil e atraente, portanto! Veja como usar: A importância dos indígenas no Brasil configura um fator indispensável à compreensão da diversidade étnica do nosso país. Contudo, ainda persistem desafios à valorização dessas comunidades, o que interfere na preservação de seus saberes. Quais medidas o Estado poderia tomar para melhorar esse cenário? (Mas, por favor, lembre-se de responder a pergunta no seu texto!) Olha só outro exemplo: Como seria o Brasil se não tivéssemos recebido imigrantes em nossa História? Eles marcaram todas as áreas possíveis da sociedade, e não poderíamos ser o que somos sem seu trabalho. E mesmo assim, o que se vê é uma ausência de políticas públicas eficientes para receber e integrar essas pessoas à sociedade. Observe que desta vez a pergunta teve mais um efeito de fazer o leitor pensar na importância dos imigrantes, de forma inversa – com a falta deles. Quer dizer, não haveria nenhuma resposta para a pergunta na argumentação. 5. Frase de alguém conhecido ou ditado popular Se você lembrar de uma frase de alguém, ou do povo, que tem tudo a ver com o que você pretende dizer em sua redação, ponha na introdução. Ao contrário do que se diz por aí, você pode usar ditado popular ou provérbios na redação, sim, desde que

A ideia de Eixos Cognitivos vem da Psicologia, não do Enem. Mas o Enem organiza sua prova usando como base alguns deles que vamos mostrar agora. Pense na palavra “eixo”. Uma linha reta ao redor da qual alguns elementos giram juntos, de maneira uniforme. Agora imagine que esses elementos são as várias habilidades que todo candidato ao Enem precisa ter para fazer a prova. O cérebro faz o serviço de agrupar naturalmente essas habilidades, porque têm algo semelhante ou porque uma colabora com a outra. A Psicologia chama esses agrupamentos de “eixos cognitivos”, só para facilitar. E, se o próprio cérebro agrupa habilidades, fica mais fácil seguir o que ele faz e aprender as várias matérias obedecendo essa tendência, não é mesmo? Como o cérebro cria os “eixos cognitivos” Vale a pena entender o que se passa no seu cérebro quando você está estudando e aprendendo uma matéria! É bem complexo – na verdade é admirável! O cérebro cria processos que envolvem várias habilidades: Você tem todas essas habilidades, apenas que precisa treiná-las cada vez mais. Podemos ajudá-lo nessa tarefa, explicando como cada habilidade funciona. Percepção É tudo que entra em seu cérebro pelos sentidos (visão, audição, olfato, paladar e tato). O cérebro interpreta tudo e assim é que você formula sua ideia de tudo que está na realidade. Por exemplo, se você vir uma tesoura, na hora vai reconhecer que serve para cortar, já que, anteriormente, teve alguma experiência que demonstrou isso. Outro exemplo: digamos que você costumava cantar uma música na pré-escola, mas depois daquela época nunca mais voltou a ouvi-la – você será perfeitamente capaz de cantá-la novamente, de cor, caso a ouça hoje!E mais um exemplo: muitos dos repertórios que nós oferecemos a você toda semana vem em forma de vídeos – sua visão e sua audição captam o conteúdo e – PLIM! – já fica reservado para quando você precisar! Atenção A sua atenção é um processo em que seu cérebro é capaz de escolher o que realmente importa para ele do ambiente em que você está. Já se pegou distraído durante a aula? Já aconteceu de ler uma página inteira de um livro de leitura obrigatória e… não lembrar do que estava escrito lá? Todo aluno sabe bem o que é isso: falta de atenção. É preciso treinar seu foco, pois o cérebro tem um limite de informações nas quais ele consegue ter atenção de uma só vez. Sabe aquela ideia de ir fazendo as várias questões da prova enquanto pensa no tema da redação? Pois é… não funciona, e agora você já sabe por quê. Memória A memória você também sabe bem como é importante: só com ela você recupera as informações de que precisa para suas provas. Para sua prova de redação do Enem, por exemplo, você vai usar muito sua memória executiva, quer dizer, de curto prazo. Esse tipo de memória tem uma capacidade pequena de armazenagem, ou seja, elimina em pouco tempo o que tiver armazenado (Agora você entende por que não lembra mais nem o tema da redação na prova minutos depois de terminar a prova). Mas essa é a memória perfeita para planejar tudo na hora da redação, porque ela reúne várias atividades ao mesmo tempo – cerca de 7 no total. Com ela você pode usar informações que leu nos textos de apoio da proposta de redação, organizá-los, incluir repertório seu… tudo praticamente ao mesmo tempo! Já a memória de longo prazo você usará para armazenar todo tipo de informação que um dia (no futuro) venha a precisar – inclusive o repertório para a redação do Enem! Linguagem A forma como você fala, escreve e entende uma língua afeta a forma como você entende tudo ao seu redor. Tudo tem um nome, uma descrição… Sem a linguagem não existiria nem prova do Enem. Raciocínio Raciocinar é organizar um pensamento dentro da lógica, de forma que se tenha uma conclusão ou uma solução para um problema. Claro, tem tudo a ver com a dissertação: a argumentação de uma dissertação é puro raciocínio lógico. Emoção Tudo que você aprende está envolvido em emoção! E quanto mais fortes as emoções, mais atenção e memória são ativadas. E quanto mais atenção e memória ativadas… mais eficiente o aprendizado. Pode observar: sempre que uma emoção forte vem junto com a aprendizagem, mais profundamente você aprende a matéria e mais tempo ela fica na memória. Quem já passou pela escola sabe bem como alguns professores facilitam o aprendizado provocando emoções fortes nos alunos! Esse é o segredo para eles aumentarem (ou diminuírem) sua capacidade de memorização. Imagine alguém aprendendo a tocar violino, ou estudando poesia: como ele poderia dominar o aprendizado sem sentir emoção por aquilo?! Na sua vida acadêmica, profissional e no Enem (que é o que interessa agora) você vai precisar usar… Esses são os eixos cognitivos! Saber quais os eixos cognitivos que o Enem usa serve muito para ajudar você a organizar melhor as informações e escrever mais rápido – são úteis ou não são?! Como o Enem usou os eixos cognitivos na edição de 2022 O Enem exige que você domine 5 eixos cognitivos. Vamos explicar cada um com exemplos. 1. Dominar linguagens (DL) Você precisa dominar a norma culta da Língua Portuguesa e fazer uso das linguagens matemática, artística e científica, e das línguas espanhola e inglesa. Veja que linguagem, aqui, não é só português, inglês e espanhol. Linguagem é o código usado por cada uma das disciplinas estudadas na escola. Linguagem é a forma como um tipo de pensamento é compreendido. Em outras palavras, na prova de redação do Enem, é claro que você precisa dominar a língua portuguesa, mas também precisa dominá-la para todas as outras provas do Enem! Acontece muitas vezes de um aluno errar uma questão de química, física ou matemática simplesmente porque tem pouca habilidade em compreender a língua escrita! Mas o que seria a linguagem científica? É aquela que os cientistas usam em seus textos. Por exemplo, esta questão do Enem

Chegou ao blog certo: só aqui você tem as informações todas (todas mesmo!) sobre como será o Enem 2023. Veja as datas e tudo sobre a redação! Antes de ver tudo o que você precisar saber sobre o Enem 2023, anote aí as datas pra quem vai fazer a prova – foram alteradas recentemente (não sabemos por quê): Inscrições: 5 a 16 de junho Provas: 5 e 12 de novembro (no dia 5 de novembro você fará sua prova de redação) Divulgação do gabarito: 24 de novembro Resultados: 16 de janeiro de 2024 Documentos para fazer a prova do Enem 2023 Nos dias da prova você pode levar seu documento de identificação no bolso ou de forma digital, se preferir. Então pode usar o e-Título, a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) ou o RG digital. Só não leve em forma de print ou em PDF – eles têm que estar nos aplicativos oficiais. Enem digital em 2023 Não vai ter mais Enem digital. Foi uma decisão do Inep, porque não havia muito interesse dos alunos nessa versão, e, ainda tinha o fator custo: era mais caro que a versão impressa. Número de questões na prova do Enem 2023 No primeiro dia de prova do Enem, você encontrará as seguintes questões: Tudo isso precisa ser feito em 5,5 horas. Como no segundo dia de prova do Enem não há mais a redação, você terá 5 horas somente para resolver as questões, que são as seguintes: Tanto no primeiro quanto no segundo dias de prova, as questões são sempre objetivas, e nosso cálculo é também de 3 minutos para cada uma, no máximo! A ideia de incluir questões dissertativas está suspensa momentaneamente, até que o Novo Ensino Médio seja readequado e voltar a valer. Siga nosso blog que vamos avisar imediatamente quando as questões dissertativas forem implantadas. Os alunos comentam que 3 minutos para cada questão é o ideal – nada mais que isso. Na redação, 1 hora e 50 minutos tem sido o tempo máximo ideal. Claro que isso vai depender de você: se você leva mais de 3 minutos em cada questão, seu tempo de redação será reduzido. Ainda falando do tempo, os alunos comentam com a gente que levam muito tempo para responder as questões do Enem, porque os enunciados são bem longos. Então treine cronometrando seu tempo! E, por favor, não chegue atrasado para a prova: os portões fecham às 13h, e a prova começa às 13:30 (horário de Brasília). Redação Enem 2023 Vamos agora mostrar como vai ser a redação do Enem 2023, que é a nossa especialidade. Se você vai prestar Enem pela primeira vez, este é o básico que precisa saber sobre a redação: A imagem abaixo faz parte da cartilha do enem, e mostra o que você precisa fazer na sua redação, mas não indica necessariamente a ordem dos itens. Logicamente você vai primeiro entender o tema, mas você pode dar soluções para o caso em qualquer ponto do seu texto. Estamos alertando para isso, porque muitos alunos acham que a proposta de intervenção deve vir na conclusão, Isso não é verdade – ela pode vir até na introdução, como diz o Inep na cartilha dos corretores. A imagem mostra apenas a sequência do seu pensamento – afinal você só pode imaginar proposta de intervenção depois de analisar o problema, não é mesmo? Critérios de nota da redação Enem 2023 Os corretores do Enem vão analisar sua redação e dar a nota seguindo vários critérios, e são tantos que eles agrupam os critérios em 5 competências. Se você é competente numa habilidade, é porque você a domina. Por exemplo, se você é competente em escrever com a gramática correta, é porque você domina a gramática Então as 5 competências são todas as habilidades que os alunos precisam ter para tirar a nota máxima – 1000 – no Enem. Esta tabela abaixo (da cartilha de corretores do Enem) mostra todas as competências e o que é analisado dentro de cada uma – você tem todas essas competências? E a nota funciona assim: os 1000 pontos máximos são divididos em 200 por 5 competências. Assim, cada competência vai te garantir no máximo 200 pontos. A gente já tinha explicado antes como as redações são corrigidas no Enem – e os corretores são sempre professores. Aliás, são 2 professores que vão corrigir sua redação. Se por acaso as notas que cada um der tiverem uma diferença de mais de 100 pontos, ou se alguma das competências tiver uma diferença de mais de 80 pontos, entra em cena o terceiro corretor. E se a diferença de notas continuar, a redação vai ser avaliada por uma banca inteira de especialistas. Então, se você é o tipo do aluno dedicado, fique tranquilo porque a correção é séria. O título na redação Enem 2023 Não precisa pôr título na sua redação. O título não é obrigatório e não receberá nota, nem pode fazer você perder nota. Só tem um detalhe: se você decidir colocar título, não use nada que possa zerar sua redação como explicamos abaixo. O que pode zerar a redação Enem 2023 Nossos corretores nos contaram que sempre recebem redações com algum problema que poderia levar à nota zero. Então temos a obrigação de lembrar você do que leva um corretor do Enem a zerar uma redação. Primeiro, as razões ligadas principalmente a falta de atenção (ou quando o aluno “dá bobeira”): E agora as razões ligadas a falta de treino (e a candidatos iniciantes), portanto, que podem prejudicar até quem é atento. São essas que nossos corretores dizem que mais aparecem nas redações que eles recebem: Estamos tranquilos depois deste artigo: ele tem tudo que você precisa saber sobre o Enem 2023. Mas tudo mesmo! Podemos combinar uma coisa? Deixe que a gente te ajuda com a redação – nós temos professores treinados para corrigir o modelo Enem de um jeito que só aqui!

Como você está se preparando para o Enem 2023? Você tem um calendário mensal? Horário semanal? É preciso ter um cronograma para conseguir ver toda a matéria, sabia? A gente vai te ensinar a fazer isso neste artigo – não deixe para ler depois! Sem cronograma de estudos de agora até o Enem 2023 você corre o risco de não rever toda a matéria até o dia da prova. Você vai acabar perdendo tempo com matérias que nem caem com frequência! E é bem simples e fácil seguir um cronograma como a gente ensina. Como dar conta da matéria para o Enem 2023 Antes de qualquer coisa, você precisa se conscientizar de que não há 1 ano até sua prova do Enem. Quer dizer, se você está começando a estudar em janeiro, há no máximo 10 meses até lá. Se você está começando a estudar em março, são 8 meses pela frente. Estamos chamando sua atenção para isso, porque os alunos que prestam o Enem pela primeira vez costumam pensar em termos de “ano letivo”. Mas “ano letivo” não são 12 meses, ok? E dependendo de quando você está começando a rever a matéria para o Enem… isso vira apenas alguns meses! O que acontece se você ignorar essa realidade? Já viu aqueles candidatos desesperados algumas semanas antes da prova? Pois então… você será tomado por um desespero lá por setembro, quando descobrir que não dá tempo para mais nada… Seus estudos para o Enem, na prática, são a revisão da matéria estudada durante seu ensino médio – é uma revisão. Claro que você pode ter deixado de aprender várias matérias no colégio – é a realidade, infelizmente -, mas o estudo para o Enem é prioritariamente tempo de revisão, tenha isso em mente. E um último alerta: o mês de julho é mês de férias nas escolas. Férias nas escolas – não para quem estuda para o Enem! Quem vai prestar Enem pode até sair de férias em julho, mas isso é um prejuízo grande – aconselhamos seriamente você a dedicar julho ao estudo normalmente! O que vemos entre os alunos cujas redações recebemos para correção é que quem passou julho de férias (porque ninguém é de ferro) precisa fazer Enem novamente no ano seguinte (e sem férias dessa vez). Você não quer passar por isso, quer? Bem, entendidos esses detalhes que fazem toda a diferença, é hora de você se organizar com nosso cronograma. Como fazer um cronograma para o Enem 2023 Não sabemos quanto tempo você tem até o Enem, mas estamos criando este cronograma em abril de 2023, faltando 7 meses até a prova, então, adapte este cronograma para seu caso. As últimas semanas antes da prova Agora vamos aos meses de revisão da matéria, antes da revisão final perto da prova. Os meses de estudo para o Enem 2023 Assim que você já tiver organizado o cronograma para as últimas semanas antes da prova, é hora de organizar o tempo que você tem até lá. Quantos meses você tem até setembro? Esse é o tempo que você tem para repassar toda a matéria, ok? Faça seu cronograma como você tinha na escola: Viu como é simples fazer o cronograma? E você pode até usar o aplicativo Meu planner de estudos, que é super prático e tem um visual bonito. Como dar conta da matéria toda do Enem O ideal mesmo é você estudar com uma apostila de cursinho, que você pode comprar em grupos de redes sociais ou em sebos (se tiver sorte, você pode receber suas apostilas por doação!). É mais fácil simplesmente seguir as páginas dela, em vez de fixar matérias específicas a cada dia, como você tinha na escola. Simplesmente verifique quantas páginas de exercícios você tem para fazer. Divida esse número pelos dias que tem pela frente, e aí está quantas páginas você deve estudar por dia. Claro que você precisa se adequar ao seu estilo e às suas dificuldades específicas: há exercícios mais fáceis e outros mais difíceis; além disso há alunos que encaram o estudo no fim de semana, e outros não. Nós sugerimos que você use apostilas, porque são mais compactas e só contêm as matérias que realmente caem no Enem, tudo organizadinho. Vá direto aos exercícios (testes) em vez de estudar a teoria, e cronometre seu tempo para saber se você não vai se desesperar na hora da prova. Faça todos os exercícios – todos! Um tempo bom para resolver questões em teste fica no máximo em 3 minutos. Pouca gente lembra desse detalhe, mas o tempo derruba muita gente estudiosa na hora da prova. Simulados para Enem igual ao dos cursinhos Uma boa ideia é simular uma prova, como os cursinhos fazem. É só calcular quanto vale cada questão a ser feita, e depois calcular qual foi sua “nota”, como se fosse o dia da prova. Por exemplo, se você tem 20 questões em forma de testes para fazer, cada uma vale 0,5 pontos, e somando seus acertos, você terá uma “nota” simulada nesses testes. Isso lhe dá uma noção muito boa de como está indo e evita sustos ruins na hora H. O resultado é igual ao dos simulados de cursinhos! Marque as questões que você errou, e num outro momento, verifique somente essas questões para entender onde foi o erro. Aí sim é hora de dar uma olhada na teoria se você precisar. Sem falar que, quando você corrige seu próprio erro, a chance de voltar a errar é quase zero. Cronograma de redação para o Enem 2023 A redação é um capítulo à parte: jamais deixe para treinar redação 1 mês antes da prova do Enem! Hoje você tem uma coleção imensa de temas para fazer sua redação à sua disposição (estão todos aqui!). Assim que começar a rever a matéria para o Enem, toda semana escreva uma redação e envie para nossa equipe. Já percebeu que, apesar de tantas dicas que você vê por aí, só 0,5% dos candidatos chegam à

É a pior coisa que pode acontecer na vida de um vestibulando: ir mal no Enem. Ainda mais de um vestibulando que “ralou” o ano todo para ir bem… Queremos que você saiba que estamos juntos – depois de ler este artigo, você se sentirá melhor e com a cabeça erguida! Talvez você tenha errado “bobeira” na prova, talvez o problema tenha sido a redação (e aí você nem entende direito onde falhou). Bate aquela tristeza, pra dizer o mínimo. Afinal você tinha feito mapas mentais, deixou de sair com os amigos, fez e refez centenas de exercícios (pode ser que aquele monte de apostilas amarrotadas estejam aí do seu lado agora). A sensação é dolorosa! Mas é preciso encarar a realidade: sua nota no Enem 2022 foi baixa. Começando a aceitar – você foi mal no Enem Os minutos se passam depois de ver sua nota no site do Enem, e você começa a tentar raciocinar melhor para descobrir onde foi o problema. Mas ainda é difícil, e você se lembra das técnicas de respiração contra ansiedade que te ensinaram. Não dá certo. Você se sente meio perturbado, e à primeira vista parece que houve algum erro dos corretores – “fui injustiçado!” Enfim… você ainda tem o sonho de cursar sua faculdade e daqui a alguns meses tem outro Enem para enfrentar. Então você cata seus caquinhos e levanta a cabeça. Como ter ânimo depois da nota baixa no Enem? 1. Sinta suas emoções Claro, é ruim pra todo mundo descobrir que o que se fez não deu certo. Dá vergonha, a gente se sente o pior ser da face da terra. Ainda mais quando se dedicou tanto (talvez tenha até desenvolvido gastrite…). Mas os psicólogos garantem que a melhor coisa nessa hora é dar vazão ao que está sentindo. Se quiser chorar, se jogue no travesseiro e vá fundo; ou vá a um lugar onde ninguém te ouça e grite e xingue. Enquanto estiver fazendo de conta que está tudo bem, você não terá ânimo para seguir em frente. Não finja; não piore as coisas. 2. Faça algo de que você gosta DEPOIS de sentir que aliviou sua tristeza, é preciso sacudir a poeira e dar a volta por cima – volte a alguma atividade ou aos estudos. Para isso você pode lembrar do seguinte: o Enem 2022 não foi a coisa mais importante do mundo. Com certeza você terá outro Enem pela frente e vai se esforçar – mesmo que seja sozinho – para ter notas excelentes nele. Nada dura para sempre (pode prestar atenção nisso!). Daqui a alguns anos, quando você estiver formado, vai contar a história dessa sua nota baixa no Enem 2022 para seus colegas de formatura, e todos cairão na gargalhada! Vai ser só uma lembrança. Então… levante a cabeça e ocupe-se. Se ainda não dá para nem olhar para as apostilas, faça coisas que lhe tragam alegria, para ajudar a deixar a nota baixa para trás. Mesmo que você não tenha jeito para artes, saiba que atividades que movam seu corpo são extremamente relaxantes – são uma terapia. Damos algumas dicas: Certamente vai dar uma relaxada, e aos poucos você será uma nova pessoa! 3. Ria Existem estudos que comprovam os efeitos maravilhosos da risada no corpo humano. Como a tristeza por nota baixa é algo negativo, encha-se de positividade com coisas alegres e divertidas! Você tem um colega piadista? Fique um pouco com ele. Se não tiver, assista a comédias (ainda não conhece os sensacionais filmes de Chaplin no início de sua carreira? não sabe o que está perdendo – sua barriga vai doer de tanto rir!). Mas ver fotos e vídeos de gatinhos e cachorrinhos fazendo asneiras já será uma ajuda para deixar você mais positivo. 4. Evite pensar nisso Você já aliviou a tristeza, já entendeu que o Enem 2022 não é a coisa mais importante do mundo e agora precisa ocupar sua cabeça com outras coisas. Assim é que não vai mais se lembrar dessa “derrota”. Claro que não vai se esquecer totalmente (o cérebro não esquece nada), mas a forma como você vai lembrar o Enem 2022 não será mais de amargura. Pense assim: a nota em si é uma marca puramente numérica; não é um indicativo de sua real capacidade, nem do que você pode conseguir em seu futuro. É só um número. Certo? E não foi você que recebeu a nota baixa, foi sua prova. Não pense mais nisso. 5. Tente melhorar o que não saiu deu certo Se puder, verifique o que foi ruim na prova do Enem, quais as respostas erradas, e tente corrigi-las. Talvez você até reconheça que não estudou suficientemente algumas matérias… Talvez você não fez revisão das matérias… 6. Faça planos para o futuro Bem… o Enem 2022 já foi, não tem mais como mudar. Assim que estiver se sentindo mais leve, pense em coisas que pretende fazer no futuro. Claro, o Enem 2023 é uma delas, mas a vida não é só Enem: Enem é mesmo só uma parte da sua vida, da sua vida acadêmica, não é tudo. Planeje as outras partes. Conclusão Não deixe que a nota ruim no Enem 2022 estrague seus estudos em 2023. Para você que está nessa situação tipo “Tirei nota baixa no Enem, e agora?”, este artigo é mais uma ajuda que a equipe do Redação Online oferece para vê-lo levantar a cabeça. Em alguns meses tem outro Enem e você vai precisar das nossas dicas! Aliás, você não vai começar do zero – você já domina muita matéria, as coisas ficarão mais fáceis este ano!

Não é por que você não tem condições de pagar por um curso superior que suas esperanças acabam: Por isso, SISU, Prouni e FIES estão aí! Este artigo vai dar todos os detalhes para você escolher a melhor opção. São 3 opções para você obter seu diploma de nível superior. Vamos explicar como funcionam o SISU, o Prouni e o FIES, e quais suas diferenças. O SISU (Sistema de Seleção Unificada) O SISU é um programa do MEC pelo qual se usa a nota do Enem para selecionar os alunos para vagas em universidades públicas. É prático porque você presta um vestibular só (Enem) que vale para várias universidades de uma só vez. A maioria das universidades públicas aceita o SISU, mas cada uma decide quantas e quais vagas serão oferecidas dessa forma. Quem se candidata pelo SISU escolhe duas opções de curso, sendo que assim que for aceito para uma tem a outra eliminada. Se não for aceito na chamada regular, ainda pode aguardar alguma vaga remanescente. Haverá uma nota de corte (sim, tem uma nota mínima que você deve atingir!) que depende da nota média de todos os candidatos que disputam aquela vaga (e costuma ser alta). Portanto você pode saber a nota de corte exata no término do período de inscrição. Para disputar a vaga, é preciso ter estes pré-requisitos: O SISU seleciona duas vezes por ano: no final do primeiro semestre e no final do segundo semestre. Então, precisa apenas que você fique de olho nos prazos para a matrícula – é que cada universidade tem seu prazo. Para se inscrever no SISU, use o site do programa e é só isso – simples. Agora, se você quer mesmo uma particular e não tem como pagar por ela, é só conseguir uma bolsa de estudos pelo Prouni. Prouni (Programa Universidade para Todos) Este programa do Governo Federal só vale se você está interessado em vagas de faculdades particulares. O que o Prouni faz é te dar uma bolsa de estudos (pode ser uma bolsa parcial ou integral). É bem interessante, já que há inúmeras faculdades de alto nível que podem ser cursadas dessa forma por quem não poderia pagar. E vale também para cursos EAD, olha que oportunidade! Será que seu caso é Prouni ou SISU? Semelhanças entre Prouni e SISU: Sua nota do Enem também será o ponto de partida, entretanto com uma nota mínima de 450 pontos. Exigências para requisitar bolsa pelo Prouni Para pleitear uma bolsa, você precisa se enquadrar em todas estas categorias: Além dos alunos com esses requisitos acima, há 2 outros grupos que podem pedir bolsa do Prouni: É mais exigente que o SISU, não é mesmo? E por falar em exigente, é bom lembrar que depois de matriculado em seu curso pelo Prouni você precisará mostrar produtividade! Isso significa que você precisa ser aprovado em 75% das disciplinas a cada período cursado, senão perde a bolsa! Você está de olho numa faculdade particular específica? Então, quem sabe o FIES seja o ideal… O FIES (Fundo de Financiamento do Ensino Superior) Essa opção é para quem já decidiu qual faculdade particular deseja cursar, mas não tem como pagar por ela de imediato. Funciona assim: Se o FIES é seu preferido, esqueça o Prouni – só pode participar de um deles. Semelhança entre FIES, Prouni e SISU A semelhança neste caso é a pontuação mínima de 450 pontos no Enem, e nota diferente de zero na redação. Você quer saber sobre os juros que vão incidir sobre suas mensalidades, não é? Aí depende da renda familiar: O empréstimo pelo FIES pode ser pedido no início de cada semestre. Enfim, como se trata de empréstimo, é bom lembrar alguns detalhes: Tipos de FIES São 2 tipos à sua disposição: Com certeza, agora que sabe as diferenças e o funcionamento do SISU, do Prouni e do FIES, vai ficar mais fácil cursar a faculdade dos sonhos. Se sua opção foi pelo SISU ou Prouni, ajudamos você com uma redação perfeita no Enem – veja nossas dezenas de dicas!

Será que em 2023 você pode se candidatar a uma bolsa de estudos pelo ProUni? Não seria nada mal, hein?! Os alunos de escolas públicas e particulares têm grande chance para conseguir a bolsa. vamos explicar tudo sobre como funciona o Prouni 2023! Leia o artigo porque tem absolutamente tudo sobre como funciona o ProUni. Se você pertence ao grupo dos brasileiros que não tem condições financeiras de pagar uma faculdade particular, (e não conseguiu uma vaga na pública), por favor, comece a pensar nessa possibilidade… Você sabia que vários estudantes de baixa renda têm conseguido se formar graças ao ProUni? Como as inspiradoras histórias da farmacêutica Rafaella, da engenheira Franciele ou do arquiteto Lucas! O que é o ProUni? É sistema do governo que oferece o pagamento parcial ou total de estudos em faculdades particulares. Contudo, caso você ainda não saiba do que se trata, olhe isso: no primeiro semestre de 2022 houve 273.001 estudantes como você começaram a cursar uma faculdade particular com bolsas do ProUni! Neste momento, você deve estar pensando: “ok, mas… o que as instituições privadas de ensino superior ganham recebendo esses alunos com bolsas?” No entanto, a resposta é simples, uma vez que as instituições particulares não precisam pagar certos impostos e taxas. É um ganha-ganha, ou seja, é uma troca. Você sabe quem pode se candidatar? Agora, é a hora de ver se você tem chances com o ProUni. Leia abaixo os casos, será que algum é o seu? Estudante da rede privada É o seu caso? Então, você precisa preencher estas exigências: Estudante da rede pública É este seu caso? Então, veja se você cumpre estas exigências: Estudante com necessidades especiais Você sabia que independentemente de você ser aluno de escola particular ou pública, o fato de portar alguma necessidade especial pode lhe dar direito ao ProUni? Vamos ver se as condições exigidas se aplicam a seu caso: Existe alguma dúvida acerca do que o ProUni considera necessidade especial grave? Em geral elas dizem respeito aos seguintes casos: Professor da rede pública de ensino O professor da rede pública também pode receber bolsa do ProUni? Contudo, os cursos disponíveis aos professores são de licenciatura. Se for seu caso, veja se você satisfaz as exigências: Você sabe como se inscrever no ProUni? Você se enquadra em um dos casos acima? Leia abaixo o passo a passo para se candidatar no processo Inscrever-se na seleção do programa: Preencha as informações pedidas no formulário no site do MEC. Enviar a documentação seguinte: Lembre-se que esses documentos todos são obrigatórios para qualquer caso, ok? Acompanhar o resultado da Seleção: Já realizou a inscrição no processo seletivo? Agora, basta aguardar as chamadas dos candidatos estarão no Portal do Programa e nas Instituições de Ensino escolhidas, em datas definidas no Edital. Foi selecionado? Que ótimo! Agora, só precisa ter em mãos os seguintes documentos para verificar a seleção: Que emoção! Você está quase lá! Ir até a instituição de ensino selecionada: A partir disso, precisa comprovar seus dados e participar de algum outro processo seletivo (se houver). A data para comparecer na sua instituição será divulgada no Edital. Leve os seguintes documentos: Demora para saber se ganhei bolsa no ProUni? Vale ressaltar, ainda, que caso você tenha sido classificado, o tempo total para ter sua bolsa de estudo confirmada costuma ser de até 3 meses. Quanto custa participar do ProUni? Nada! O processo todo é gratuito. Como posso tirar outras dúvidas sobre o ProUni? Para mais informações ligue para o seguinte número: 0800-616161, mas também reclamar ou sugerir alguma melhoria. Este é um serviço do MEC. Nós esperamos que você consiga sua bolsa e possa ter uma formação superior, já que é cada vez mais importante. Enfim, entendeu tudo sobre como funciona o ProUni em 2023? Acreditamos que sim! Só falta aproveitar as nossas dicas para a prova do Enem, pré-requisito para ser classificado no ProUni.

Seja pelo tamanho da frase-tema ou a intersecção com outras disciplinas, estes foram considerados os temas mais desafiadores da história do exame Na história do Enem, alguns temas de redação tiveram um nível de complexidade maior do que outros, seja pelo recorte, pela discussão ou pela forma como apresentaram a proposta, um dos temas foi o tema de redação do Enem 2012: “O movimento imigratório para o Brasil no século XXI”. Pensando nisso, consultamos professores de redação e listamos alguns dos temas mais difíceis que já apareceram na redação do exame. Dica: depois de ler as análises, baixe as provas aqui e tente fazer todas essas redações para treinar para o exame. Tema do Enem de 2019: “Democratização do acesso ao cinema no Brasil” Apesar de parecer fácil, este tema pode ser complexo para alguns alunos por não conter, em sua frase temática, um problema evidente. Assim, nos anos anteriores, palavras como manipulação (2018), violência (2015) e intolerância religiosa (2016) apontavam para os problemas que os candidatos deveriam analisar ao longo da dissertação produzida. O estudante deveria, então, perceber sozinho o problema da não democratização do cinema no Brasil. https://youtu.be/z-bvG8LhmD0 Tema do Enem de 2018: “Manipulação do comportamento do usuário pelo controle de dados na internet” Frase longa, não é? Esse é exatamente um dos motivos que tornou esse tema tão complexo na visão dos especialistas. Dessa forma, segundo professores, a frase-tema do Enem 2018 foi especialmente longa, com mais palavras-chave que deveriam estar contidas na redação. Desse modo, deveriam citar manipulação + dados + internet”, diz Neubern. Além disso, muitos alunos se confundiram sobre o que seria essa “manipulação”. Em um ano em que se falou muito sobre Fake News, o tema da prova era, na verdade, sobre algoritmos e como eles interferem no que é apresentado para os usuários. Tema do Enem de 2017: “Desafios para a formação educacional de surdos no Brasil” Em julho de 2015 A Lei Brasileira de Inclusão (13.146) foi aprovada, e, em 2017, professores de redação de todo o Brasil citaram o tema. Neubern explica que, por isso, muitos candidatos já tinham escrito algo a respeito, porém, não necessariamente com o recorte da formação educacional ou dos surdos. Quando o tema de 2017 apareceu, os vestibulandos tiveram dificuldade para se posicionar sobre uma realidade que não lhes era próxima ou familiar. Muitos consideraram o tema difícil, inclusive próprios especialistas em educação de surdos, devido às inúmeras especificidades da questão. Tema do Enem de 2012: “Movimento imigratório para o Brasil no século XXI” O tema foi difícil e, acima disso, inesperado, porque geralmente os candidatos estão acostumados a falar da emigração dos brasileiros para outros países, mas o tema era justamente o contrário. Era preciso falar dos que são imigrantes no nosso país. Para sustentar a argumentação era necessário ainda um repertório e domínio de conceitos da Geografia – o que não costuma ser recorrente em outros anos. Tema do Enem de 2011: “Viver em rede no século XXI: os limites entre o público e o privado” A proposta falava sobre a internet e a ideia era discutir os limites entre aquilo que deveria ser público e o que não poderia ser divulgado e difundido. Mas, em 2011, a questão da primavera árabe estava em alta e, muitos estudantes, em vez de focar na questão da privacidade nas redes, levaram a discussão para o campo das possibilidades políticas e sociais que a internet trazia. O resultado foi a tangência do tema. Este texto é fruto de uma parceria entre o Guia do Estudante e o Redação Online, plataforma de correção de redações. Clicando aqui é possível acessar os planos de correção disponíveis. Utilize o cupom GUIADOESTUDANTE20 e ganhe 20% de desconto. Leia alguns artigos relacionados aos temas que já caíram no Enem: Confira as principais dúvidas sobre os temas de redação que já caíram no Enem:

Vai encarar os dois vestibulares? Então é hora de saber as diferenças entre a redação do Enem e a da Fuvest (e as semelhanças também!). Aqui estão os dois maiores processos seletivos do Brasil: Fuvest e Enem. E adivinha? esses vestibulares têm as redações que causam mais calafrios nos candidatos! Vamos fazer assim: você verá uma comparação entre as duas redações com base em cada detalhe das provas. Comecemos! Diferença entre a redação do Enem e Fuvest nas propostas de intervenção Fuvest: Não costuma pedir propostas de intervenção, ou seja, soluções para os problemáticas da temática. É que os temas, geralmente, não são problemas a serem resolvidos, e… se não tem problema, não existe solução, não é mesmo? Veja se esta proposta de redação de 2022 espera alguma solução: Enem – Pede sempre proposta de intervenção porque seus temas são sempre ligados a problemas sociais. Observe nesta proposta de redação de 2020 como isso é pedido: Então, agora, vamos falar mais dos temas. Diferenças na redação do Enem da Fuvest nos temas Fuvest – Os temas da Fuvest envolvem comportamento humano e analisam a capacidade do candidato de observar o mundo ao redor e pensar sobre ele. Assim, a Fuvest leva os candidatos a um tipo de dissertação argumentativa parecida com um ensaio. Ensaio é um texto onde o autor expõe o que pensa, mas sem tentar convencer ninguém, nem de chegar a uma resposta definitiva, a uma solução. Esta proposta de redação de 2017 é um exemplo perfeito: Saiba como interpretar temas subjetivos como os da Fuvest: Enem – Sempre pede dissertações sobre problemas brasileiros. Embora seja uma dissertação-argumentativa, pode ter características expositivas também. Isso é normal, afinal os candidatos devem seguir o mesmo caminho: falarem do problema em si e dar soluções, então as redações ficam parecidas. E qual a marca registrada de cada prova? Diferença na redação do Enem e da Fuvest no padrão esperado Fuvest – Espera que o candidato “apareça” na redação, mostre sua personalidade, sem medo. Inclusive em várias propostas de redação a Fuvest fez perguntas diretas ao candidato, levando-o a escrever em primeira pessoa. Foi o caso da prova de 2007: Dar opinião sem medo, ter pensamento crítico é de muito valor para a Fuvest! Ela considera também o nível de maturidade do candidato. Enem – Não é tão importante que o candidato apareça com sua personalidade na redação; o mais importante é o básico: ser claro e ter coerência no que escreve. Mesmo que o candidato escreva de forma 100% impessoal, pode chegar à nota máxima. Falemos sobre os textos de apoio de cada prova! Textos motivadores Como usá-los? Fuvest – Deseja-se que o candidato dialogue com os textos de apoio – quer dizer, não faça de conta que eles não existem! A Fuvest não só testa sua habilidade em escrever e ser claro, mas sua capacidade de compreender os textos e as nuances deles. Escrever uma redação para a Fuvest ignorando os textos de apoio não significa estar “fora da disputa”, de jeito nenhum, mas, numa competição alta, quem mostrar a habilidade de dialogar com os textos já está na frente. Enem – No entanto, aqui não exige que os textos de apoio sejam comentados na redação, não há nota específica para isso. Tipos de textos Fuvest – Os textos motivadores (de apoio) costumam ter um nível de dificuldade um pouco maior que os do Enem. Quando mencionamos nível de dificuldade alto, isso pode significar vocabulário mais amplo ou erudito, ou um raciocínio mais intrincado. Logo, para sentir na pele o que é isso, veja a proposta de redação de 1998: Viu como a Fuvest exige ótima capacidade de interpretação? Inclusive poemas e músicas podem aparecer como apoio na Fuvest. Enem – Os textos motivadores costumam ser de fácil compreensão. E mesmo que sejam ignorados, o importante na prova é o recorte temático, que vem geralmente em destaque. A prova de 2013 tem textos bem fáceis de serem compreendidos, veja: Agora… o ponto central de uma prova de redação! Proposta de redação Existem diferenças na redação do Enem e da Fuvest quando se trata da proposta de redação, e é importantíssimo não se perder! Afinal, isso pode custar sua nota! Fuvest – A proposta pode conter alguma pergunta direcionadora (que é o foco do tema), mas também pode ter mais de uma pergunta (o candidato pode até escolher qual prefere focar). Ou até… uma série de perguntas, para dar uma ajudinha! Veja se não foi o caso da prova de 2002: E já houve momentos em que não havia pergunta nenhuma! Foi o que aconteceu na prova de 1995: Como você vê, é bom estar preparado quanto à interpretação de textos! Enem – O importante mesmo é seguir o recorte temático, que sempre vem destacado com aspas, como nesta prova de 2018: Repertório Fuvest – Não existe qualquer pontuação a mais para quem cita fontes confiáveis, como filósofos, obras ou coisas do tipo. Apenas que, naturalmente, qualquer argumento que traga mais garantia tem o poder de reforçar a argumentação, isso sim. Enem – Algum repertório que tenha garantia da fonte – algum estudioso, ou alguma área do conhecimento – tem pontuação à parte. É o jeito de o Enem valorizar quem tem mais hábito de leitura e interesse. Então, hora de entrar em alguns detalhes. Extensão Fuvest – mínimo de 20 linhas. Enem – mínimo de 8 linhas. Título Fuvest – Pede título (embora ela não tenha tirado pontos de quem não põe título). Enem – Não pede título (embora não tire pontos de quem ponha título).Número de linhas por parágrafo Fuvest – Não há exigência de número exato de linhas ou frases por parágrafo. Enem – Embora não haja informação sobre número mínimo de linhas na cartilha do Enem, sabe-se, pela cartilha dos corretores, que parágrafos sem desenvolvimento são considerados embrionários. E parágrafo embrionário pode significar perda de nota. Semelhanças entre a redação do Enem e da Fuvest Saiba mais sobre a redação da Fuvest: Leia alguns artigos relacionados que

O tema da redação Enem 2022 foi “Desafios para a valorização de comunidades e povos tradicionais no Brasil”. Sendo assim, um tema bem adequado ao nível médio e presente na mídia constantemente. Então, vamos analisar passo a passo a prova e você vai entender o que poderia ser escrito na redação – continue lendo! Como de praxe, o Enem pedia uma dissertação-argumentativa sobre esse tema, incluindo proposta de intervenção respeitando direitos humanos. Analisando a prova de redação Enem 2022 “Desafios para a valorização de comunidades e povos tradicionais no Brasil” pressupõe que nossos povos tradicionais não têm sido suficientemente valorizados, percebeu? Muito bem… e qual seria o real valor dos povos tradicionais para o Brasil? Será que serviriam apenas como lembrança de um tempo distante, colonial? Não seriam importantes para o mundo de hoje? O candidato já poderia pensar num valor concreto: social, cultural… quem sabe econômico, também. Como repertório, vai bem comentar a importância econômica das quebradeiras de coco de Sergipe! Vamos agora pedir ajuda aos textos de apoio, que você pode conferir na íntegra aqui! Texto 1 do tema do Enem 2022 Esse é um texto jornalístico. A novidade que este texto traz é a lista de outros povos tradicionais, que não indígenas e quilombolas! E como usar essas informações? O candidato já poderia argumentar sobre comércio e modos de produção que envolvem essas comunidades, ou sua participação na conservação da biodiversidade. E poderia já aplicar o tema central, lembra? Qual seria o valor desses povos todos? Os indígenas são fundamentais, por exemplo, para frear o desmatamento – aqui estão as estatísticas que são ótimo repertório. Auxílio governamental e criatividade o brasileiro tem de sobra! Veja como esse raciocínio já daria ao candidato não só a argumentação de parte da redação, como ideia de proposta de intervenção! Texto 2 Neste infográfico do Ministério Público Federal há números que indicam a localização dessas famílias de povos tradicionais no Brasil. Cada aluno o interpretaria do seu modo, mas seria fácil aproveitar os números na redação. Vemos que a maior parte dos indígenas ficam no estado do AM e MS, onde há áreas verdes mais conservadas no país. Faz sentido. Os quilombolas e os povos de terreiro estão mais presentes na BA, o que tem relação com a intensa presença de etnias de matriz africana neste estado. Por falar em etnias de matriz africana, um bom repertório nessa hora é citar a influência cultural que os escravos africanos deixaram, por exemplo, com o candomblé! Bem, quando o candidato analisa esses dados, automaticamente se lembra do aspecto da conservação ambiental. E é um momento ideal para outro repertório: os números que mostram como o Brasil conserva seus biomas. O que o candidato deduziria nesse momento para colocar na redação sobre o tema do Enem 2022? Que essa conservação depende da presença desses povos tradicionais nessas localidades – desaparecendo os povos tradicionais, o meio ambiente desaparece também. Não estávamos falando de valor desses povos? Aí está um valor: a conservação ambiental sustentável. Agora vem uma “sacada” de um candidato atento! Povos tradicionais são seres humanos, e podem afetar involuntariamente os biomas onde vivem. Esse risco existe sempre. Por que não pensar numa ação educativa para que essa simbiose se mantenha?! Caminho aberto para ideias para a proposta de intervenção! Texto 3 Agora temos um texto extraído do site do Ministério do Desenvolvimento Social no tema de redação do Enem 2022. Nele ficamos sabendo da criação da Política Nacional de Desenvolvimento Sustentável dos Povos e Comunidades Tradicionais, para reconhecer e preservar outras formas de organização social por parte do Estado. Seria boa hora de o candidato elogiar essa Política Nacional, pois já é meio caminho andado para se eliminar os riscos de desaparecimento desses povos ou de seus biomas, concorda? O Sebrae, aliás, dá sua ajuda e isso poderia ser usado como repertório! Mais ideias para a proposta de intervenção estão aí! Texto 4 O último texto: extraído de um site informativo sobre a Amazônia. Nele vemos a Carta da Amazônia 2021 que foi entregue aos participantes da COP26. Nela o candidato fica sabendo que algumas entidades de povos tradicionais da Amazônia não aceitam seguir somente a lógica do mercado com leis que ameaçam seus direitos que podem ser usados no tema de redação do Enem 2022. Um candidato atento teria notado que esses povos não são contra modos que chamamos capitalistas de produção, não! Desde que sejam consideradas a experiência de cada um dos povos tradicionais locais e a cultura histórica de cada um, estão abertos a propostas! E já que aceitam evoluir em seu modo de vida, é uma ótima oportunidade para se imaginar propostas de intervenção que lhes agradariam! Vale citar como repertório a participação da China juntamente com o governo do Pará no desenvolvimento econômico dos povos tradicionais daquela região! O que poderia ser escrito na redação Enem 2022 com esse tema É verdade que a proposta não ofereceu nenhuma informação sobre quais problemas reais são vividos pelos povos tradicionais, então… isso fica por conta do conhecimento do aluno e de suas deduções. Então, problemas envolvendo comunidades tradicionais que poderiam ser mencionados no tema de redação do Enem 2022: Reunindo, agora, os problemas enfrentados por eles e a importância (valor) deles para o Brasil, além de soluções possíveis, podemos imaginar uma estrutura assim: Além disso, confira também nosso vídeo sobre o tema do Enem 2022: Então, você acabou de ver, que na prova de redação do Enem é importante ler e pensar sobre o que é fornecido. Assim é que as ideias virão à sua cabeça. O que acha? Foi bom fazermos a análise do tema de redação do Enem 2022? Desse modo, quando quiser melhorar sua redação, lembre-se do nosso serviço de correção! Além disso, se quiser descobrir gratuitamente a sua nota na redação do Enem 2022, clique aqui! Veja alguns artigos relacionados que podem te interessar: Confira as principais dúvidas sobre temas de redação do Enem:

Confira a proposta de redação cobrada no Enem 2022! Após isso, confira a nossa análise sobre a proposta! INSTRUÇÕES PARA A REDAÇÃO TEXTO l Você sabe quais são povos e comunidades tradicionais brasileiros? Talvez indígenas e quilombolas sejam os primeiros que passam pela cabeça, mas, na verdade, além deles, existem 26 reconhecidos oficialmente e muitos outros que ainda não foram incluídos na legislação. São pescadores artesanais, quebradeiras de coco babaçu, apanhadores de flores sempre-vivas, caatingueiros, extrativistas, para citar alguns, todos considerados culturalmente diferenciados, capazes de se reconhecerem entre si. Para uma pesquisadora da UnB, essas populações consideram a como uma mãe, e há uma relação de reciprocidade com a natureza. Nesta troca, a natureza fornece “alimento, um lugar saudável para habitar, para ter água. E eles se responsabilizam por cuidar dela, por tirar dela apenas o suficiente para viver bem e respeitam o tempo de regeneração da própria natureza”, diz. Disponível em g1 globo Acesso em 17 jun. 2022 (adaptado). TEXTO II Povos e comunidades tradicionais O Ministério do Desenvolvimento Social (MDS) preside, desde 2007, a Comissão Nacional de Desenvolvimento Sustentável das Comunidades Tradicionais (CNPCT), criada em 2006. Fruto dos trabalhos da CNPCT, foi instituída, por meio do Decreto 6.040, de 7 de fevereiro de 2017, a Política Nacional de Desenvolvimento Sustentável dos Povos e Comunidades Tradicionais (PNPCT). A PNPCT foi criada em um contexto de busca de reconhecimento e preservação de outras formas de organização social por parte do Estado. Disponível em mds gov br. Acesso em 17 jun. 2022 (adaptado). TEXTO III Carta da Amazônia 2021 Aos participantes da 26ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas Não podia ser mais estratégico para nós, Povos Indígenas, Populações e Comunidades Tradicionais brasileiras, reafirmarmos a defesa da sociobiodiversidade amazônica neste momento em que o mundo volta a debater a crise climática na COP26. Uma crise que atinge, em todos os contextos, os viventes da Terra! Nossos territórios protegidos e direitos respeitados são reivindicações dos movimentos sociais e ambientais brasileiros. Não compactuamos com qualquer tentativa e estratégia baseada somente na lógica do mercado, com empresas que apoiam legislações ambientais que ameacem os nossos direitos e com mecanismos de financiamento que não condizem com nossa realidade dos nossos territórios. Propomos o que temos de melhor: a experiência das nossas sociedades e culturas históricas, construídas com base em nossos saberes tradicionais e ancestrais, além do nosso profundo conhecimento da natureza. Inovação, para nós, não pode resultar em processos que venham a ameaçar nossos territórios, nossas formas tradicionais e harmônicas de viver e produzir. Amazônia, Brasil, 20 de Outubro de 2021. Entidades signatárias: CNS; Coiab; Conaq; MIQCB; Coica; ANA Amazônia e Confrem; Disponível em s3 amazonaws . Acesso em 17 jun. 2022 (adaptado). PROPOSTA DE REDAÇÃO A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da lingua portuguesa sobre o tema “Desafios para a valorização de comunidades e povos tradicionais no Brasil”, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa argumentos e fatos para a defesa de seu ponto de vista. Exemplo de redação para o tema do Enem 2022: “Desafios para a valorização de comunidades e povos tradicionais no Brasil” De acordo com o decreto nº 6040, editado em 2007, observa-se que os povos e comunidades tradicionais são grupos os quais possuem cultura e organização social própria, além de ocuparem territórios e utilizarem recursos naturais de forma sustentável. Porém, há desafios que precisam ser ultrapassados para a valorização dessas comunidades no Brasil, tais como a negligência governamental e a exploração de terras demarcadas. De início, é válido apontar a negligência governamental como uma das causas do problema. Desde 2018, por exemplo, nenhuma nova terra indígena ou quilombola foi demarcada pelo atual governo. Assim, sem o reconhecimento e a proteção governamental, comunidades tradicionais seguem vivendo em condições precárias de segurança. Isso ocorre por conta das recorrentes perseguições – como as ocorridas no Maranhão neste ano, as quais acarretaram a morte de três indígenas em menos de duas semanas. Sendo assim,percebe-se que tais povos não têm a sua cultura valorizada. Ademais, a exploração de terras nas quais vivem esses povos é outro fator a ser discutido. Segundo o antropólogo Darcy Ribeiro, “O Brasil, último país a acabar com a escravidão, tem uma perversidade intrínseca na sua herança”. Em consonância com a citação, sabe-se que os quilombos surgiram na época da escravidão no Brasil colônia. Neles havia a reunião e as práticas de atividades culturais e religiosas, além de servirem como um ambiente de refúgio e de proteção para africanos escravizados e seus descendentes. Entretanto, apesar de existirem esses espaços até os dias de hoje, eles são ameaçados devido à expansão do agronegócio, que, cada vez mais, deseja buscar novas terras para seus empreendimentos, invadindo as áreas de preservação e reparação cultural dos quilombos. Dessa forma, é necessário conservar tais ambientes. Portanto, são necessárias ações para resolver a problemática da valorização de comunidades e povos tradicionais brasileiros. Para isso, o governo federal, o qual se eximiu da tarefa desde o ano de 2018, deve demarcar áreas de conservação das comunidades tradicionais, por meio de leis feitas pelo poder legislativo, a fim de garantir a proteção dos grupos minoritários. Ademais, deve haver forte fiscalização, com o objetivo de evitar invasões nessas áreas. Dessa forma, espera-se uma diminuição da herança perversa brasileira citada por Darcy.
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