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Quer saber mais sobre o tema ”O conflito entre gerações”? Confira alguns repertórios que listamos para que você consiga desenvolver a sua redação! O conflito entre gerações pode trazer consequências em diversos setores da sociedade, como no ambiente familiar e no trabalho, por exemplo. Por esse motivo, construímos uma proposta de redação com essa temática para vocês e, agora, daremos dicas de repertórios que podem ser usados no seu texto. FILME | Sexta-feira muito louca A prova de que essa discussão não “sai de moda” está no filme “Sexta-feira muito louca”, que, em 2004, já abordava o conflito geracional entre mãe e filha. Após muitos embates, Tess e Anna são acometidas por uma maldição chinesa que provoca uma troca de corpos. Vivendo “na pele” uma da outra, ambas reveem as suas atitudes. Para quem não sabe, esse filme é um dos remakes do longa-metragem “Se eu fosse minha mãe”, de 1976. Em 2018, uma nova versão foi feita pela Disney. https://youtu.be/TzcQoJqNAGA FILME | Up: Altas Aventuras Nesta animação, Carl, um idoso ranzinza e recluso, decide voar com sua casa utilizando balões de gás. Sem querer, ele leva Russell, um escoteiro focado em realizar boas ações, e terá que conviver com o menino em sua aventura. O filme aborda o conflito entre gerações muito distantes de forma muito divertida e adorável! MÚSICA | Pais e filhos (Legião Urbana) Ainda pensando nos atritos geracionais no seio familiar, que tal trabalhar com uma música? Lançada no álbum “As quatro estações” em 1989, a canção “Pais e filhos”, escrita por Renato Russo ,traz, de forma alternada, a voz dos pais e de sua filha, que comete suicídio: “Estátuas e cofres e paredes pintadas Ninguém sabe o que aconteceu Ela se jogou da janela do quinto andar Nada é fácil de entender” Em seguida, temos a voz dos pais, que parecem consolar a filha: “Dorme agora, é só o vento lá fora.” Mas é no trecho abaixo que a reflexão acerca do choque geracional fica mais clara: “Você me diz que seus pais não lhe entendem Mas você não entende seus pais Você culpa seus pais por tudo E isso é absurdo São crianças como você O que você vai ser Quando você crescer?” TEDx Talks | Conflito de gerações no Mercado de trabalho E qual o impacto dos conflitos geracionais no mercado de trabalho? Lina Nakata, doutora em administração pela USP – Universidade de São Paulo – , discorreu sobre isso em um TEDx Talks. Recentemente, a jornalista Renata Ceribelli lançou um podcast chamado “Prazer, Renata”, que, entre outras coisas, pretende refletir sobre as diferenças e as semelhanças entre mulheres de diferentes gerações. Os materiais que listamos vão, com certeza, ajudar você a refletir sobre o tema. Lembrou de algum outro repertório que trate sobre o assunto? Conte pra gente nos comentários! Talvez o seu repertório sociocultural possa ajudar outros estudantes! Agora, organize estes repertórios listados e escreva a sua redação! Lembre-se de que enviando a sua redação em nossa plataforma, você a recebe corrigida em até 3 dias úteis!

Quer saber mais sobre o assunto que envolve a positividade tóxica? Confira a lista de repertório que preparamos para o tema! Recentemente, pessoas famosas como Claudia Leitte e Juliana Paes foram acusadas de apresentarem uma “positividade tóxica” nas redes e nos programas de televisão. No ano passado, a apresentadora Angélica também foi “acusada” pelo público, devido a falas positivas demais e descoladas da realidade. Tudo isso causa indignação em muitas pessoas. É por isso que, nesta semana, trouxemos diversos repertórios sobre o tema ”Positividade tóxica”. Vamos lá? Síndrome de Poliana e a positividade tóxica Poliana é uma personagem da escrita Eleanor Porter. A obra nasceu em 1913 e conta histórias de uma garota que só vê o lado positivo das coisas, vendo sempre tudo “cor de rosa”, sem maldades. Antes disso, em 1978, a síndrome de Poliana foi descrita por Margaret Matlin e David Stang como um distúrbio psicológico. Para saber mais, confira este artigo que fala sobre a Síndrome de Poliana! O Segredo da Felicidade | Blogueirinha do fim do mundo Este vídeo, que contém ironia (já avisamos), fala sobre o segredo da felicidade. Nele, a atriz Maria Bopp traz alguns “conselhos” positivos para lidar com situações desastrosas, como “nada como uma tragédia com 3 mil mortos por dia para fazer a gente sair da nossa zona de conforto”. Apesar de conter ironia, é interessante assistir ao vídeo e pensar que muitas pessoas, de fato, defendem este tipo de discurso. https://youtu.be/LFKzhaUDQmQ LIVRO | A Sutil Arte de Ligar o Foda-se Durante a nossa vida somos bombardeados com discursos de coaching, autoajuda, desenvolvimento pessoal e mentalização positiva para fazer com que pensemos positivo enquanto a nossa vida desmorona. Mas, e se tivermos um outro caminho, em busca de uma vida melhor? Um caminho que não envolva a positividade tóxica? Este livro, de Mark Manson, propõe que nós nos livremos da felicidade maquiada e superficial que nos rodeia. Deixo aqui um trecho da obra: “Qualquer tentativa de escapar do negativo, evitá-lo, sufocá-lo ou silenciá-lo, falha. Evitar o sofrimento é uma forma de sofrimento”. A positividade tóxica e a teoria das emoções em Divertida Mente (Pixar) Se você já assistiu a este maravilhoso filme, deve lembrar que a Alegria era a emoção “protagonista” no centro de comando das emoções da personagem Riley. As outras emoções, como raiva e medo, são vistas em um papel secundário. No vídeo o psicólogo Ricardo Chagas analisa o filme e também fala sobre a importância de aceitarmos todas as nossas emoções. Então, anote os pontos importantes e pegue sua pipoca para rever o filme! A positividade tóxica dos influenciadores “Abrir o instagram e ver selfies 100% positivas o tempo todo pode ser uma experiência desanimadora”. Ao falarmos sobre positividade tóxica, não podemos deixar de lado o papel dos “influencers” e das redes sociais, que, basicamente, transparecem um mundo “cor de rosa” como o de Poliana. Ao assistir o vídeo abaixo você poderá refletir mais sobre os problemas desta positividade tóxica apresentada pelos influenciadores. Você sabe o que é positividade tóxica? Por fim, para ampliar ainda mais os seus conhecimentos sobre o tema, acesse este artigo que trata sobre o assunto. Nele você irá ler sobre a importância de reconhecer sentimentos como angústia, raiva e baixo astral. O artigo também fala sobre as postagens das redes sociais e o motivo de estas terem impacto negativo em muitas pessoas. Por fim, nele há a indicação de um filme sobre o assunto (Um Lindo Dia na Vizinhança). Então, leia o que foi escrito e selecione as partes que podem te ajudar em seu texto. Como você pode ver, já citamos diversos materiais e trouxemos conteúdos que podem te ajudar a refletir sobre o tema Lembrou de algum filme, livro ou vídeo que trate sobre este assunto, e que não citamos aqui? Conta pra gente! Talvez o seu repertório possa ajudar outras pessoas a pensarem sobre o tema! E claro, não se esqueça de enviar a sua redação pra gente após escrevê-la! Você receberá a correção em até 3 dias úteis! Super rápido, né?!

Quer saber mais sobre o tema ”Desafios na prática do estágio”? Confira alguns repertórios que preparamos para o tema e escreva a sua redação! O estágio é um importante período da formação de todo profissional e, como tudo que envolve uma carreira, pode apresentar alguns desafios. Sendo assim, o tema de redação da semana, “Os desafios na prática do estágio”, é bastante relevante e, por conta disso, separamos alguns repertórios para você usar na sua redação: VÍDEO | Desafio Profissão – Estágio No vídeo abaixo, Celeste Melão, professora de direito da PUC-SP, fala sobre a distorção da função do estágio. De acordo com ela, esse recurso deveria ser visto como instrumento formativo, porém muitas empresas ignoram a importância da formação profissional e humana do estudante, priorizando a exploração da sua força de trabalho. A docente explica, ainda, que os próprios estudantes não compreendem o real objetivo do estágio, encarando-o somente como oportunidade de ingresso no mercado de trabalho, e não como um período de aprendizado. LEI NO RIO DE JANEIRO | O estagiário NÃO precisa ter experiência profissional Com a crise financeira e com o mercado de trabalho cada vez mais competitivo, os estudantes se deparam com mais um desafio: a exigência de experiência como pré-requisito para vagas de estágio, o que parece bastante contraditório quando pensamos na função dele. Mas isso é permitido? No Rio de Janeiro, não mais. O governador Cláudio Castro sancionou uma lei que proíbe a exigência de experiência profissional prévia para vagas de estágio no estado. Os desafios da prática do estágio retratados na ficção FILME | Legalmente Loira No filme “Legalmente loira”, de 2001, a personagem Elle ingressou no curso de Direito pelos motivos errados, mas mostrou-se uma aluna dedicada e, mais tarde, conquistou uma disputada vaga de estágio. No escritório, a garota é colocada em uma posição de inferioridade mesmo mostrando ter capacidade para desempenhar o seu trabalho. Em um certo momento, Elle foi assediada pelo professor, que admitiu ter escolhido a garota para ocupar a vaga de estágio apenas por sua beleza. FILME | Um senhor estagiário Além do machismo, um estagiário pode se deparar com o choque de gerações. No longa-metragem “Um senhor estagiário”, rebatizado pela Netflix apenas como “O estagiário”, o personagem Ben, de 70 anos, resolveu estagiar em um site bem-sucedido de vendas de roupas. No local de trabalho, ele precisa lidar com conflitos relacionados a sua idade. Apesar os desafios, Ben constrói uma ótima relação na empresa. FILME | Os estagiários Este filme tem como protagonistas dois homens na casa dos 40 que, após demitidos, começam a procurar por um novo trabalho. Apesar de não saberem nada de tecnologia, eles são contratados como estagiários no Google, local em que convivem com chefes vinte anos mais novos do que eles. Eles precisam lidar com os desafios do estágio em conjunto com as diferenças de idade em um ambiente muito jovem. Os materiais que listamos vão, com certeza, ajudar você a refletir sobre o tema. Lembrou de algum outro repertório que trate sobre o assunto? Conte pra gente nos comentários! Talvez o seu repertório sociocultural possa ajudar outros estudantes! Agora, organize estes repertórios listados e escreva a sua redação! Lembre-se de que enviando a sua redação em nossa plataforma, você a recebe corrigida em até 3 dias úteis!

Quer saber mais sobre o tema ”A romantização da maternidade e a culpabilização da mulher”? Confira alguns repertórios que preparamos para o tema e escreva a sua redação sobre maternidade! Nos últimos tempos, cada vez mais mulheres vêm lutando pela disseminação de uma visão real da maternidade, que tira das costas da mãe o peso da perfeição e a consequente culpa ao, naturalmente, não alcançá-la. Pensando nisso, sugerimos o tema “A romantização da maternidade e a culpabilização da mulher” e agora lhe indicaremos alguns conteúdos que podem ser usados como repertório sociocultural na sua redação! Filme para redação sobre maternidade: Perfeita é a mãe (2016) Por que não refletir sobre um tema sério, mas, ao mesmo tempo, dar boas risadas? É isso que propõe a comédia “Perfeita é a mãe” (2016). O filme contra a história de Amy, uma mulher que tem uma bela casa, um casamento ótimo, filhos educados e uma carreira de sucesso. Tudo parece um sonho até ela perceber que se sentia muito sobrecarregada e refém da incansável busca pela perfeição. Um dia, Amy resolve se rebelar contra as suas intermináveis tarefas e, junto a outras duas mães – Carla e Kiki – experimenta a liberdade de não (tentar) ser perfeita. https://youtu.be/hGuF6U1rLMo SÉRIES: Supermães (Netflix) Na mesma linha, temos “Supermães”, da Netflix. A série, por meio do dia a dia de quatro mães – mostra “lado B” da maternidade e os desafios enfrentados por Kate, Anne, Jenny e Frankie, que estão retomando o trabalho após a licença maternidade. Cada uma encara o retorno à vida profissional de uma forma, e aqui merece destaque a saga de Anne, que muitas vezes se vê diante da terrível escolha entre ser uma profissional de sucesso ou uma mãe exemplar. Além disso, a série aborda temas muito importantes para a sociedade, como machismo em ambiente de trabalho, aborto, depressão pós-parto, entre outros assuntos que merecem a nossa atenção. FILME: Tully (2018) Disponível no Amazon Prime Video, este filme mostra o esgotamento materno. Marlo, mãe de três filhos, vive desanimada, em uma rotina que demanda sua doação integral. Beirando a depressão pós-parto, ela recebe ajuda de uma babá para enfrentar essa fase difícil. DOCUMENTÁRIO: Odeio a maternidade, amo meu filho (Youtube) Disponível no Youtube, o documentário “Odeio a maternidade, amo meu filho” ousa contar verdades sobre a maternidade que, durante muito tempo, a romantização dela tentou esconder. Os relatos reais de mães comuns mostram o quanto o modelo ideal de maternidade implica a culpabilização das mulheres por coisas supérfluas, como a filho usar chupeta durante mais tempo que o esperado, e por ousar dizer que ser mãe não é um “mar de rosas” sempre. ARTIGO: “Filhos? Não. Obrigada.” Maternidade compulsória e romantização do maternar Com a romantização da maternidade, vem a maternidade compulsória, afinal, como alguém pode não querer para si o sonho de ser mãe? Este artigo da médica Júlia Rocha reflete sobre isso e nos mostra que as mulheres são culpabilizadas, também, quando não desejam a maternidade. Os materiais que listamos irão, com certeza, te ajudar a refletir sobre o tema. Lembrou de algum outro filme, livro ou vídeo que trate sobre o assunto? Conte pra gente nos comentários! Talvez o seu repertório sociocultural possa ajudar outros estudantes a refletirem sobre o tema! Agora, organize estes repertórios e escreva a sua redação! Lembre: enviando a sua redação em nossa plataforma, você a recebe corrigida em até 3 dias úteis!

Confira alguns filmes brasileiros que você pode usar para enriquecer suas redações! Uma boa redação sempre apresenta ideias bem contextualizadas, fundamentadas por um repertório sociocultural produtivo. Vocês já estão cansados de ouvir isso, não é mesmo? Mas nós vamos continuar falando! Isso porque uma redação bem construída pode elevar – e muito – a sua nota, seja no Enem ou em outras provas. E não só lendo notícias e estudando as áreas de conhecimento que você consegue apresentar uma boa argumentação. Os produtos culturais, como literatura e séries, por exemplo, agregam muito aos textos. E, é claro, o cinema também pode ajudar bastante nisso. Por essa razão, trouxemos a indicação de 6 filmes nacionais para você usar nas suas redações. Prepare a pipoca e bora aprender! Central do Brasil (1998) Mundialmente conhecido como o filme pelo qual o Oscar perdeu a oportunidade de premiar a Fernanda Montenegro como melhor atriz, Central do Brasil precisa estar na sua lista. Embora tenha mais de 20 anos da sua estreia, traz um retrato de uma parte do Brasil que segue atual. Nele, Dora, uma professora aposentada, complementa a renda escrevendo cartas para pessoas analfabetas na Estação Central do Brasil, no Rio de Janeiro. Porém, sua vida tranquila vira do avesso quando se vê responsável pelo filho de 9 anos de uma cliente. Assim, logo após quase vender o menino, ela decide ir com ele procurar seu pai no Nordeste. Apesar de não escrevermos cartas com tanta frequência, gênero textual que foi substituído pelos e-mails e mensagens em aplicativos, podemos pensar em algumas questões a partir desse filme. Muita gente achou que no Enem 2020 o tema seria sobre Alfabetização. Não foi. Quem ainda aposta nisso, poderia usar este filme para falar sobre a questão do analfabetismo a partir da forma como Dora ganhava uma renda extra. A desigualdade social, que também já foi tema, mas sempre pode aparecer de novo, também está presente. Além disso, dá para se discutir a migração das pessoas do Norte e Nordeste para estados mais Sul do Brasil. Outro tema em que esse filme poderia ser usado seria o tráfico de pessoas e de órgãos. Ufa! Assista e aproveite para preencher sua lista de repertórios por eixos temáticos. https://youtu.be/lARFBFxjLNI Edifício Master (2002) Tido como obra-prima do cineasta Eduardo Coutinho (1933-2014), esse documentário aborda questões como desigualdade social, resistência e diversidade. Dentro de um prédio decante de Copacabana, moradores e a diversidade de composições familiares são acompanhados pelas lentes. Assim, o contraste da população pobre que mora em uma região considerada de gente rica mostra o preconceito com esse grupo marginalizado e a forma como lutam pela sobrevivência em uma sociedade opressora. No Youtube você consegue acessar isoladamente as histórias de algumas dessas personagens da vida real. Portanto, não perca! Divino amor (2019) Quem disse que os filmes nacionais não têm ficção científica? Em “Divino amor”, temos a temática do conservadorismo e fanatismo religioso em um distópico Brasil do futuro. Já pensou parar em um Drive-Thru de orações? Pois é! Nesta trema, tem! A história se passa em 2027 e narra a história de uma trabalhadora de um cartório e usa seu cargo para tentar “salvar” casais que chegam para se divorciar. Assim, ela os leva até o culto do qual faz parte. Então, é aí que entra a discussão da divisão entre Estado e religião. De acordo com o Observatório de Cinema, trata-se de uma obra que discute o caráter laico do Estado, um tema bastante atual, não é mesmo? Certamente, pode constar em repertórios para redações que tratem de intolerância religiosa, respeito à diversidade, papel do Estado na vida das pessoas. Confira! Estou me guardando para quando o carnaval chegar (2019) Mais um filme nacional em formato documentário para você refletir e usar na sua redação. Essa obra cinematográfica fez parte da seleção oficial da Mostra Panorama do Festival de Berlim e recebeu Menção Honrosa do Júri Oficial e da ABD/SP. Além disso, ganhou o prêmio da crítica no Festival É Tudo Verdade 2019. Mas, afinal, de que se trata e como posso usar isso na redação? Vamos lá! Muito se fala atualmente sobre empreendedorismo e se isso é uma oportunidade ou necessidade, não é? Então, este filme mostra uma pequena cidade do agreste de Pernambuco em que muitos dos moradores trabalha na produção de peças em jeans. A rotina é puxada: cerca de 16 horas de trabalho por dia, 7 dias por semana, sem folga. Exceto no Carnaval, quando eles vendem tudo que têm para curtir os dias de folia. Trata-se um retrato dos “escravos modernos”, como muitas vezes é o papel do empreendedores individuais. Você pode usar também em temas que discutam direitos, uma vez que tais trabalhadores, por não serem empregados das fábricas, não os acessam. Assim, eles arcam com todos os problemas que possam ocorrer na produção, como um acidente de trabalho ou a quebra de um equipamento, por exemplo. De fato, você pode tirar muitas ideias para pensar sobre emprego, desemprego, direitos, capitalismo, desigualdades sociais, entre outros. Então, vá agora mesmo na Netflix se você puder e assista. Ele está disponível na plataforma! Corra lá ou coloque-o na sua lista! Bacurau (2019) Por fim, não poderíamos deixar de falar desse filme que deu o que falar em 2019 e ainda segue “causando” por aí. Afinal, ele dispensa apresentações. A obra foi um verdadeiro fenômeno no país, assistida por mais de 700 mil pessoas nos cinemas e bateu vários recordes de semanas em cartaz e arrecadação. Pois é, e por que será que todo mundo ficou fascinado com Bacurau? Então, a obra também se trata de uma distopia. Nela, é mostrada a força da comunidade que, nesse caso, se defende de um grupo de estrangeiros que assassina os moradores por esporte. Pesado? Mas nem tanto. O filme tem algumas situações que chegam até a ser cômicas, mas tudo isso contribuiu para o seu sucesso! Assim, fatalmente vai colocar

Quer saber mais sobre o assunto telemedicina no Brasil? Confira a lista de repertório que preparamos para o tema! A telemedicina não é algo “novo”, pois já é utilizada em diversos países há vários anos. Porém, com o avanço da pandemia do Covid-19, houve um aumento da procura por este serviço. Este tipo de consulta apresenta lados positivos e lados negativos. Você já pensou em quais são eles? Para ajudar a desenvolver a sua tese e preparar os seus argumentos no tema de redação da semana, trouxemos conteúdos que tratam sobre o assunto. Assim, estude-os e selecione aqueles que vão te auxiliar na defesa do seu ponto de vista na redação. Boa leitura! O que diz a legislação antiga a respeito do assunto? Como os textos motivadores já demonstram, existe uma resolução do Conselho Federal de Medicina que regulariza a telemedicina no Brasil. A resolução 1.643, de 7 de agosto de 2002, traz sete artigos, definindo o que é telemedicina, quais equipamentos devem ser utilizados, o que fazer em caso de emergência e como os prestadores devem regularizar este tipo de atendimento junto ao Conselho Regional de Medicina do estado em que atuam. Nova Lei da Telemedicina | Direito médico Nesta live do canal “Osvaldo Simonelli – Direito Médico” você poderá encontrar uma discussão sobre a lei que foi publicada no ano passado (Lei 13.989/20). Esta lei traz especificações sobre a telemedicina enquanto durar a crise ocasionada pelo coronavírus (SARS-CoV-2). A live expõe os artigos da lei, por isso, caso você não queira assistir todo o vídeo publicado, poderá ler a lei na íntegra aqui! https://youtu.be/NXlVXjkSwnw Novos desafios na área da saúde | Telessaúde Esta palestra do Dr. Chao Lung Wen, professor líder do grupo de pesquisa de telemedicina da Universidade de São Paulo (USP), durante o seminário “Transformação Digital na Saúde”, realizado pelo Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS), traz informações interessantes sobre o desenvolvimento da tecnologia em geral e o que está sendo chamado de “saúde 4.0” e “saúde 5.0”, além de citar novas tecnologias de inteligência artificial que podem auxiliar na saúde, como é o caso da Alexa e do Google Assistant. Benefícios e riscos ao paciente Nesta discussão, trazida pelo canal da TV Senado no Youtube, Cristofer Martins (Corregedor do CRM-DF) e Carlos Fernando (Sindmédico-DF) falam sobre a importância de se discutir telemedicina com maior participação da comunidade médica, citando questões éticas envolvidas e também questões relacionadas à segurança do paciente quando não há profissional médico no mesmo local físico que este. Grey’s Anatomy | Feel the Earth Move Como neste blog a gente ama Grey’s Anatomy, como você pode ver AQUI, nada mais justo do que trazer um episódio da série em que a telemedicina se fez presente. Neste episódio, Ruby liga desesperada para o hospital, dizendo que sua mãe está passando mal, respirando com dificuldade. Quem atende a ligação é Owen, e ele e Amelia tentam ajudar a criança, por telefone, a salvar a vida da mãe. Ruby, em desespero, informa que a mãe está ficando azul, então os médicos orientam a criança a fazer a manobra de Heimlich, para desobstruir as vias aéreas. Por fim, o estado da mãe piora, e os médicos cantam Staying Alive, para que Ruby mantenha o ritmo da massagem cardíaca que está fazendo na mãe. Isso tudo você poderá assistir na temporada 11, episódio 15 da série. Pegue sua pipoca! New Amsterdam | Telemedicina na série Este é mais um exemplo de série médica que traz um episódio envolvendo telemedicina. Em um caso bastante parecido com o de Ruby, uma mulher liga desesperada, pois Max não está respirando, e a médica a auxilia, por meio da ligação telefônica, a salvar a vida do homem. Você poderá ver a cena no episódio 10 da primeira temporada da série. Como você pode ver, já citamos diversos materiais e trouxemos conteúdos que podem te ajudar a refletir sobre o tema. Além destes, é importante que você faça sua própria pesquisa sobre o assunto. Lembrou de algum filme, livro ou vídeo que trate sobre o assunto, e que não citamos aqui? Conta pra gente! Talvez o seu repertório sociocultural possa ajudar outras pessoas a pensarem sobre o tema! Organize os repertórios e escreva seu texto! E lembre-se de enviar sua redação em nossa plataforma para recebê-la corrigida em até 3 dias úteis!

Estudar atualidades para redação é um passo essencial para vestibulandos que querem tirar uma nota satisfatória no ENEM! Saiba como inserir isso no seu cronograma de estudos! Se você vem nos acompanhando, já sabe o quanto é importante estudar a estrutura da redação, mas sem esquecer da importância de construir um repertório sociocultural consistente, que lhe permita argumentar de forma eficiente. Assim, há grandes chances de alcançar os desejados 200 pontos na Competência 2 da redação do ENEM. Mas como fazer isso? Usando atualidades na redação! Já falamos sobre o uso de citações, filmes e séries na redação, então agora chegou a hora de conversarmos sobre a importância de estudar atualidades para chegar ao texto nota 1000. Mais do que isso, vamos lhe convencer de que se trata de uma tarefa importante e lhe ensinar como executá-la. Por que estudar atualidades? Bom, para começo de conversa, você precisa saber qual é a relação entre o temido tema de redação e o estudo de atualidades. As propostas de redação não são tiradas “do nada”. No ENEM, por exemplo, é tradicional que a temática seja de cunho social, então nada mais acertado do que ficar por dentro de tudo que acontece na sociedade. Fazendo isso, há muita chance de você conseguir aplicar um repertório sociocultural legitimado, pertinente e produtivo. Além disso, as atualidades perpassam por todas as áreas de conhecimento cobradas na prova objetiva do ENEM, o que significa que dar atenção a essa disciplina pode alavancar não só a nota de redação, mas o seu desempenho no geral. Portanto, se ainda não a incluiu no seu planejamento de estudos, está perdendo tempo. Como estudar atualidades? Voltando à produção textual, que é o nosso foco, como se estuda atualidades para redação? A nossa primeira dica diz respeito à organização dos estudos. Já lhe ensinamos a estudar por eixo temático, o que se aplica também quando o assunto é atualidades. Esta divisão – educação, meio ambiente e sustentabilidade, segurança, direitos humanos e cidadania e linguagem, comunicação e tecnologia – vai lhe ajudar a organizar o seu caderno de repertório (não me diga que você ainda não tem um, hein?) e facilitar a revisão das informações anotadas. Além disso, é importante ressaltar que existem muitos eixos temáticos, mas aqui optamos por destacar aqueles que são cobrados nas provas do ENEM, dos vestibulares e dos concursos com mais frequência. E por onde a gente estuda atualidades? Eis uma boa notícia: você está vivendo em uma época em que o acesso à informação vem sendo cada vez mais facilitado. O grande segredo é saber onde procurar o conteúdo, então se liga nas fontes abaixo: Jornais Obviamente, é preciso ficar por dentro das notícias. No entanto, a gente sabe que, com o cronograma de estudos apertados que muitos de vocês têm, pode ser inviável ler jornais diariamente. Então, coloque como meta se atualizar sobre os últimos acontecimentos do Brasil e do mundo no mínimo uma vez por semana. Uma boa dica é usar as redes sociais nesta tarefa: ao ver um post ou um tweet de um jornal com conteúdo relevante, salve-o para ler no momento o qual você reservou para estudar atualidades. Podcasts Alguns jornais, como Folha de S. Paulo, por exemplo, têm seus próprios podcasts, o que pode ser uma ótima alternativa para quem quer se atualizar. Além disso, há produtores independentes que não deixam a desejar quando o assunto é atualidades. Canais no Youtube Há canais de educação no Youtube com aulas especiais sobre temas de atualidade, que são uma excelente opção de estudo, pois fazem por você um trabalho que às vezes pode ser árduo: a reunião de um número considerável de fontes sobre um assunto. Temos, também, canais que dão espaço a grandes pensadores atuais, como o Café Filosófico. Documentários Disponíveis em plataformas como Netflix e Youtube, os documentários, assim como podcasts e filmes, são fontes de pesquisa que mais parecem entretenimento. Então, separe uma pipoquinha, pegue o seu caderno de repertório e escolha um documentário sobre um tema atual para assistir. Em nosso blog, já recomendamos alguns deles, como “O dilema das redes”, disponível na Netflix. https://youtu.be/xRJTx66HYt4 Canais oficiais dos governos e seus órgãos Os governos municipais, estaduais e o federal, bem como seus órgãos, têm canais oficiais de comunicação (sites e perfis nas redes sociais mais utilizadas pela sociedade), que também podem ser uma boa fonte de atualização acerca dos últimos acontecimentos do seu município, estado e país. Fuja das Fake News Independente do meio escolhido para estudar, lembre-se de escolher fontes de confiança e, se algo não lhe parecer fidedigno, não fique na dúvida e pesquise outras fontes, ok? Nada de usar fake news como repertório sociocultural! Na dúvida, acesse sites especializados em validar e verificar a veracidade de notícias, como Agência Lupa, Fato ou Fake, Agência Pública, E-Farsas e Fake Check! Agora que você já sabe como buscar informações, vamos mostrar como o conhecimento de atualidades se aplica na prática. Ao analisarmos, por exemplo, o tema de redação da primeira aplicação do ENEM 2020 – “Os estigmas associados a doenças mentais no Brasil” -, vemos a presença de dois eixos temáticos centrais: saúde, uma vez que envolve as doenças mentais, e direito e cidadania, pois os estigmas ferem direitos básicos do ser humano. Assim, o estudante que fez o dever de casa direitinho e estudou atualidades estava sabendo de uma notícia veiculada em dezembro de 2020 a qual afirmou que as políticas de saúde mental estavam em risco. Uma vez que o descaso estatal é um estigma, eis um repertório sociocultural retirado de atualidades para usar nesse tema. Já no conforto do seu lar, enquanto está treinando, procure escolher temas que estejam de acordo com o seu planejamento de estudos de atualidades. Exemplo: na semana X, você escolheu estudar sobre o eixo “Ambiente e sustentabilidade”, então sua próxima redação precisa ser sobre um tema que mobilize esse campo temático. Assim,

Você já refletiu sobre este assunto antes? Confira repertórios que discutem este tema interessante, mas pouco comentado no Brasil! No decorrer dos últimos anos, há o que os especialistas têm chamado de “epidemia” de cesáreas. O assunto ainda é pouco abordado pela sociedade brasileira em geral, mas os órgãos de saúde já estão em alerta, e por isso é importante refletirmos sobre o tema da semana: “Parto normal ou cesárea: escolha da mulher ou questão de saúde pública?”. Você já sabe algo sobre este tema? Para ajudar a desenvolver a sua tese e preparar os seus argumentos, trouxemos conteúdos que tratam sobre o assunto. Assim, estude-os e selecione aqueles que vão te auxiliar na defesa do seu ponto de vista na redação. Boa leitura! O que diz a legislação a respeito do assunto? Como os textos motivadores já demonstram, a OMS recomenda que 15% dos partos sejam realizados por cesáreas. Além disso, o Conselho Federal de Medicina apresenta a resolução 2.144, que prevê que o médico pode atender o desejo da paciente e realizar cesárea a partir da 39ª semana de gestação. Porém, apesar da resolução do órgão, foi aprovada uma lei em 2019 (lei 17.137/2019), no estado de São Paulo, de autoria da deputada Janaina Paschoal (PSL) que dava às gestantes do SUS o direito de decidir pela cesárea mesmo sem indicação médica. A lei, apesar de ter sido aprovada, foi julgada inconstitucional pelo Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJ-SP). Além desta, outro projeto de lei tramita em âmbito nacional (PLS 3.947/2019), que garante a escolha entre parto normal ou cesárea no SUS, pelas gestantes. Aumento de cesáreas é prejudicial à saúde de mães e bebês | OMS Nesta matéria do Estadão você irá encontrar informações sobre as complicações de saúde que as pessoas nascidas de partos cirúrgicos costumam apresentar. É importante refletir, a partir destas informações, sobre a relevância do conhecido “parto humanizado”. Neste tipo de parto, são apresentadas algumas medidas para que a gestante fique mais confortável e para que as dores sejam aliviadas por meio de métodos naturais Ética médica no parto | Intervenções traumáticas O documentário “O Renascimento do Parto” (disponível na Netflix) apresenta um estudo interessante sobre o que já chamamos de “epidemia de cesáreas”. Ademais, o documentário traz relatos de experiências de mães e de profissionais a respeito do assunto. Aqui, é importante refletir sobre a ética médica na hora do parto e também sobre o futuro da profissão. Parto normal e humanizado nas telonas| Pieces Of a Woman Neste filme da Netflix, com produção de Martin Scorsese, você verá cenas fortes de um parto. Após decidir ter seu filho em casa, Martha se prepara para a chegada de sua parteira, porém esta encaminha uma substituta (Eva). O primeiro ato do filme é um plano único, sem cortes, de mais de 20 minutos, em que se dá o desenrolar do parto feito em casa. Ao assistir o filme, procure prestar atenção no trabalho da parteira e conhecer mais sobre o que são as doulas (profissionais que acompanham as gestantes durante toda a gravidez e o parto). Ah, este filme rendeu a indicação de Vanessa Kirby ao Oscar de Melhor Atriz neste ano. Vale a pena assistir! O milagre do nascimento | Ironia e crítica em Monty Python Neste vídeo, intitulado “Monthy Python – The Meaning of Life: The Miracle of Birth”, você verá cenas de um parto, retratado de forma irônica. Indo de encontro às ideias de parto humanizado, aqui você verá críticas sobre a forma como as gestantes são tratadas durante os partos contemporâneos. Ao assisti-lo, você terá a chance de refletir sobre quais são os limites do trabalho médico durante o parto. Mitos e verdades sobre o parto humanizado Já falamos bastante sobre o parto humanizado, porém, ao ler esta matéria você perceberá que a cesárea também pode ser humanizada. Ao ler, preste atenção aos mitos relacionados a isso. Como você pode ver, já citamos diversos materiais e trouxemos conteúdos que podem te ajudar a refletir sobre o tema. Você já tinha conhecimento sobre as leis e estatísticas que citamos aqui? Além destes, é importante que você faça sua própria pesquisa sobre o assunto. Lembrou de algum filme, livro ou vídeo que trate sobre o assunto, e que não citamos aqui? Conta pra gente! Talvez o seu repertório sociocultural possa ajudar outras pessoas a pensarem sobre o tema! Organize suas ideias, escreva uma redação sobre este importante tema e a envie em nossa plataforma para receber a correção em até 3 dias úteis!

Quer saber mais sobre a importância da representatividade na publicidade? Confira uma lista de repertórios que preparamos para o tema! Em uma sociedade, os indivíduos são diversos e, assim, devem ser representados em todos os cenários, inclusive na publicidade. Assim, é fundamental refletirmos sobre o tema “A importância da representatividade na publicidade“. Principalmente em um momento em que certos grupos estão sob ameaça por motivos de preconceito. Portanto, esta é a proposta de redação desta semana. Então, o que você tem a dizer sobre isso? Para ajudar no seu projeto de texto e argumentação para defesa da sua tese, trouxemos alguns conteúdos que podem ajudar a entender mais sobre o assunto. Assim, consulte-os e selecione aqueles que são mais pertinentes ao seu ponto de vista sobre o tema. Boa leitura! TODxS – Uma análise da representatividade na publicidade brasileira Neste estudo, produzido pela agência Heads Cominicação, você encontrará alguns dados relativos à representatividade na publicidade. Desde 2015 a empresa se ocupa de trazer essas informações no sentido de entender como ocorre a entrada de diferentes perfis nas campanhas e o efeito disso nos consumidores. São 31 slides com um conteúdo importante para o seu texto. Acesse e confira! Dove enfrenta nova polêmica sobre racismo em propaganda Relembre o caso de uma campanha que foi um fracasso quando surgiu nos meios de comunicação. Nela, uma mulher negra levantava uma blusa marrom para revelar, abaixo, uma mulher branca. Esse pode ser um exemplo de como a publicidade ainda tem muito que andar para ser diversa sem ofender determinados grupos sociais. Acesse a matéria aqui. Então, veja a repercussão e como a falta de cuidado põe em risco a própria reputação da marca. Comerciais de Bradesco e Natura têm casais gays inter-raciais Nesta matéria, você vai encontrar a descrição de duas campanhas em que havia casais gays e que, diferentemente do ocorrido com a empresa O Boticário em 2015, foram bem aceitas pelo público. Será que é um sinal da mudança (para melhor) da sociedade? Confira a reportagem e tire suas próprias conclusões. Além disso, reflita também sobre a importância desse tipo de representatividade na publicidade. Representatividade é: vermos nossas iguais nas telas | Cine-Delas Neste vídeo, do Canal Brasil, artistas convidadas contam como a representatividade é importante para uma sociedade igualitária. Assim, elas mostram que é necessário termos outros pontos de vista e não apenas o do homem branco. Assim, isso vale para diversas formas de cultura e mídia, assim como para a publicidade. Assista! https://youtu.be/5JRXF_e16os Representatividade: o que isso significa? Mas, afinal, o que significa REPRESENTATIVIDADE? O site Politize! traz algumas explicações sobre esse conceito. De fato, eles podem ajudar a fundamentar seus argumentos na redação. Lembre-se de que explicar conceitos conta pontos na hora de demonstrar repertório legitimado e pertinente ao tema. Portanto, leia agora mesmo! Entenda o projeto que quer proibir publicidade LGBT em São Paulo Não soube da última? A deputada Marta Costa (PSD), em um projeto de lei em tramitação, associou a comunidade LGBT a “práticas danosas” e, por isso, pretende proibir a sua representação na publicidade. Portanto, acesse a matéria do Metrópoles e entenda esse caso e ainda confira o posicionamento de publicitários sobre a questão. STF aprova a criminalização da homofobia Aproveite o caso acima (que é inconstitucional) e relembre nesta matéria que a homofobia é crime. Essas duas legislações (Constituição e Lei de Racismo n. 7716/89) podem estar na sua redação como argumentos. Certamente, saber os regramentos a que estamos sujeitos é sempre uma boa carta na manga. Assim, eles podem ser uma boa aquisição para os seus estudos de repertórios por eixos temáticos. Mídia e representatividade: esporte, filmes, literatura | Canal das Bee no GNT | Orgulho LGBTQI+ No segundo vídeo da série do Canal GNT em parceria com o Canal das Bee, Fernanda e Herbet falam sobre representatividade LGBTQI+ na mídia. Assim, a partir dele, você pode refletir sobre a importância também para o setor publicitário, que é uma mídia superimportante em uma sociedade de consumo como a nossa. Portanto, clique e assista! E aí, já tem um bocado de conteúdo para ler e assistir, não é mesmo? Com certeza, a parte da pesquisa é fundamental para fazer uma boa redação, especialmente se você não está muito por dentro do assunto. Portanto, além desses materiais, pesquise na internet outros que você julga que podem ser relevantes na sua argumentação. Lembrou de algum filme ou série, ou até mesmo um livro que trate desse tema? Escreva nos comentários. Assim, você ajuda outras pessoas a ampliarem o seu repertório sobre a representatividade na publicidade! Então, até a próxima!

Confira repertórios socioculturais para usar na sua redação sobre a Romantização da produtividade excessiva! O trabalho dignifica o homem. A nossa sociedade cresceu e se desenvolveu em torno dessa premissa. Mas, hoje, o que se vê é uma corrida pela produtividade como nunca se viu antes. O uso das tecnologias e possibilidades como teletrabalho, muito presentes por causa da pandemia, permitiram diversas mudanças que vemos no mundo. Assim, o que se percebe é uma romantização da produtividade excessiva e uma tendência de as pessoas não distinguirem mais lazer e labor. Além disso, descansar é um ato pouco valorizado e as pessoas se veem “obrigadas” a estarem ativas o tempo todo. Você já ouviu esta frase aqui: Trabalhe enquanto eles dormem, estude enquanto eles se divertem, persista enquanto eles descansam, e então, viva o que eles sonham. Ela tem sido o parâmetro para muitas pessoas que desejam o sucesso. Mas será que esse é o único caminho? E as pessoas que estão sobrecarregadas com grandes volumes de trabalho, metas etc.? Será mesmo que o único meio é viver para produzir? Então, essa é uma das reflexões que você pode fazer para tratar o tema “Romantização da produtividade excessiva”. Portanto, na sequência, vamos dar algumas indicações de repertórios para você usar na sua redação. Acompanhe! 1. Filme: Tempos Modernos Este já é um clássico nas redações, especialmente quando os participantes querem fazer uma relação com a Revolução Industrial e os meios de produção. De fato, ele ajuda a pensar na questão do aumento de produtividade e na valorização disso no mercado de trabalho. No entanto, nem tudo são flores com o avanço das tecnologias na vida das pessoas. Há, no filme, uma cena antológica em que o protagonista persegue uma mulher por achar que os botões de sua roupa são os parafusos que ele precisa apertar. Isso pode nos ajudar a pensar na relação entre o trabalho/produção excessiva e a saúde mental. Vale a pena você conferir e perceber outros detalhes. 2. Filme: Amor sem escalas Este filme pode ajudar em mais de uma temática se você conseguir traçar algumas relações. Nele, Ryan (George Clooney) tem uma profissão que consiste em viajar pelo país demitindo as pessoas. Assim seu envolvimento com o trabalho é tão grande que ele quase não se relaciona com a família (está aí um dos efeitos da produtividade excessiva). Ao mesmo tempo, ele vai tornando-se insensível para as desilusões que provoca nos demitidos – o que passa a ser questionado com a chegada de uma nova colega de trabalho e mudanças no processo da sua atividade – também visando produzir mais com menos. Confira! 3. Podcast “Fora da curva”: #9: Sem foco na pandemia? Produtividade cria sensação de fracasso Se você estava sentindo falta de dicas de repertório para ouvir enquanto você produz (brincadeirinha! rsrs), chegou a dica de podcast. Neste episódio do “Fora da curva” a empreendedora e criadora de conteúdo Monique Evelle aprofunda questões que ganharam destaque neste momento de pandemia. Devemos ser produtivos 24 horas por dia? É pertinente acompanharmos lives, fazermos cursos on-line mesmo diante de uma crise global e sem perspectivas de futuro? Além de alertar sobre o tema, são citados os autores Byung-chul Han, de a “Sociedade do Cansaço”, e Ailton Krenak, de “Ideias para Adiar o Fim do Mundo”. Então, coloque os seus fones de ouvido e bora aprender! 4. Livro: Sociedade do cansaço E por falar em Byung-Chul Han, é recomendadíssimo que você leia sua obra “Sociedade do cansaço“. Trata-se de um ensaio que relata de forma precisa o aspecto sombrio da valorização de indivíduos inquietos e hiperativos que se arrastam realizando múltiplas tarefas em um dia a dia que exige superprodutividade. O ideal é que você possa comprar ou conseguir com alguém o livro emprestado para ler na íntegra. Mas não se preocupe. Caso não consiga acessar a obra original, separamos uma resenha para que você saiba mais sobre ela. E a revista Gente também tem um material bem completo sobre os principais conceitos da obra, com infográficos e bem ilustrativo. Portanto, sem desculpas para não acessar! 5. Vídeo – Saúde: excesso de trabalho e suas consequências No vídeo do programa Conexão RS, da TV Ulbra, uma conversa sobre as principais consequências das cargas de trabalho excessivas. Entre elas, saiba mais sobre a Síndrome de Burnout. Você sabia, por exemplo, que crises de ansiedade, dificuldade de concentração, pessimismo e irritabilidade são alguns dos sintomas de esgotamento profissional? Pois é. O Brasil é o país mais ansioso do mundo. Portanto, são cerca de 18,6 milhões de brasileiros ansiosos, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS). Neste bate-papo, a psiquiatra Tamires Bastos vai explicar os riscos do excesso de trabalho, como prevenir e tratar o transtorno. 6. Vídeo: “Prioridades” – Porta dos fundos Esse esquete do Porta dos Fundos mostra de uma maneira bem-humorada como as pessoas acabam ocupando demais os seus dias, não sobrando tempo para encontrar os amigos. Assim, quando as pessoas não estão ocupando seu tempo com trabalho, elas buscam compensar com outras atividades que podem lhe dar prazer. No entanto, o reflexo disso tudo são pessoas sem tempo para quase nada que não esteja planejado, concorda? Então, assista. É rapidinho, tem menos de 5 minutos. Gostou das nossas dicas? Mas não fique restrito elas, ok? Tente se recordar de tudo que você já leu ou assistiu que possa ter alguma relação com o tema. Faça um bom projeto de texto e arrase na sua redação! Ah, não se esqueça de enviar seu texto em nossa plataforma para receber a correção em até 3 dias úteis, hein?

Um repertório sociocultural bem utilizado pode aumentar muito a sua nota na redação. Conheça alguns sobre a “Elitização artística e preconceitos no Brasil”! Que o Brasil é cheio de desigualdades todo mundo sabe. Que elas estão em diversas esferas sociais, também. Com a arte não é diferente. Além de haver uma grande desvalorização das artes mais populares, aquelas consideradas mais “importantes” muitas vezes não são acessíveis a todos. Em 2019, o tema do Enem sobre a democratização do cinema já havia chamado um pouco a atenção para isso, e olha que o cinema ainda é considerado algo “comum” para quem vive nas grandes cidades. Portanto, após ler os textos motivadores, cabe refletirmos sobre a “Elitização artística e os preconceitos no Brasil”. Acompanhe na sequência alguns repertórios socioculturais que você pode explorar, saber mais e usar na argumentação da sua redação! Boa leitura! 1. Vídeo: Colocamos um FUNKEIRO e um MAESTRO pra conversar (sem que eles soubessem) Neste episódio do quadro PRECONCEITO, do canal Spotniks, duas pessoas que nunca se viram tentam adivinhar características relevantes uma sobre a outra com base apenas no estereótipo. Trata-se de um exercício social interessante para mostrar até mesmo como as referências e gostos, para um ou outro artista, são extremamente estereotipadas. Assista! 2. Artigo: A democratização da arte Neste artigo, você vai conhecer um pouco mais sobre o potencial de levar arte a qualquer parte que o grafite tem, sendo uma forma de democratizar o acesso e também romper preconceitos, como mostra o sucesso de Eduardo Kobra, que espalha seus murais pelo mundo e tem muito reconhecimento. Além disso, a internet mostra-se também como um meio de democratizar a arte e torná-la menos elitista. 3. Documentário: Cidade Cinza Essa obra audiovisual mostra discussões atuais sobre arte e cidade. O cenário é a cidade de São Paulo e o grafite é mostrado como uma forma de fazer a cidade de concreto “respirar”. O debate também envolve como as pichações entram nisso tudo e como os movimentos políticos tentam barrar essa forma de expressão como algo que “suja” a cidade. Nele, há depoimentos de grafiteiros que ilustram prédios e muros de São Paulo, como Os Gêmeos, Nina e Nunca. 4. Artigo: Pichação é vandalismo? Quem nunca se deparou com uma pichação e sentiu alguma emoção: como a pessoa conseguiu chegar até lá? Por que ela fez isso? Qual a intenção? Pois é, aqui neste texto a revista Nova Escola propõe a discussão dessa temática em sala de aula, não como forma de incentivar as pichações – que são consideradas crimes, sim – mas para abrir o olhar e discutir o que, afinal, elas estão “gritando” nas paredes das cidades. O ponto de partida é a seguinte questão: por que alguns veem como arte urbana o que outros entendem como sujeira e desrespeito? Vale a pena refletir! Certamente trará muitas ideias para sua redação! 5. Cinebiografia: Frida Provavelmente, mesmo que nunca tenha visto qualquer quadro da Frida Kahlo, você já deve ter visto o rosto dela estampado por aí nos mais diversos produtos, de camisetas a cadernos. Pois é, ela se tornou um ícone do feminismo e veio com força nos anos recentes como uma figura icônica, sobressaindo a sua arte. Mas, para além da sua imagem de mulher, Frida tem uma relevância artística muito grande. Foi considerada a primeira artista surrealista da América Latina e em suas obras – hoje altamente valorizadas – adotou temas do folclore e da arte popular do México, além de explorar autorretratos. Ou seja, ela transformou o popular em algo cobiçado pelas elites. Temos certeza de que você conseguirá fazer uma relação entre esse filme e a temática da redação! Se ainda não assistiu ao filme, não perca tempo! 6. Artigo – Funk ostentação: a brincadeira que virou fábrica de milionários Há muito tempo o funk deixou de ser um estilo musical que encontrava público, principalmente, no alto dos morros cariocas e paulistas. Hoje, ele está presente em todos os locais, está sempre lançando novos artistas, novos hits e transformando DJs, compositores e intérpretes em pessoas muito ricas. Isso recebeu até um nome: “funk ostentação”. E até sobre isso a gente pode refletir sobre o tema, não é mesmo? Por que, quando “chega no asfalto”, o funk recebe até um nome pomposo? É uma forma de elitizar? Talvez sim, talvez não. Leia o artigo e tire as suas próprias conclusões! 7. Artigo: Criminalização do funk revela preconceito e discriminação contra as periferias Mais uma leitura que pode ajudar no seu projeto de texto da redação se você decidir ir pelo caminho de discutir o valor do funk como arte. O ponto de partida foi uma sugestão legislativa que queria criminalizar o funk. Embora tenha sido rejeitada pela Comissão de Direitos Humanos do Senado e não tenha virado projeto de lei por ferir a Constituição, a ideia recebeu mais de 20.000 apoios. Em seu texto, dizia que “É fato e de conhecimento dos Brasileiros difundido inclusive por diversos veículos de comunicação de mídia e internet com conteúdos podre alertando a população o poder público do crime contra a criança, o menor adolescentes e a família. Crime de saúde pública desta “falsa cultura” denominada ‘funk’.” Neste artigo você vai saber mais sobre essa proposta de lei e também descobrir que não é de agora que o funk sofre perseguição e que o gênero deixou de ser algo apenas de um local para fazer parte da vida de grande parte dos brasileiros. Então, é ou não é arte? E se é arte, por que “incomoda” tanto algumas pessoas? Pense nisso! Essas são algumas ideias para direcionar o seu texto sobre a “Elitização artística e preconceitos no Brasil”. Lembrou de algum outro repertório que daria supercerto com esse tema? Compartilhe aqui com a gente! Ah, e não esqueça de mandar seu texto para correção pela nossa plataforma! Bons estudos e siga treinando a sua escrita!

Você já ouviu falar em verticalização urbana? Sabe seus impactos, vantagens e desvantagens? Reflita sobre o tema e escreva uma redação! Leia os textos motivadores a seguir. Assim, com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo sobre o tema “Verticalização urbana: avanço ou problema?”. Use a em modalidade escrita formal da língua portuguesa e apresente proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Então, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista. Texto 1 Quando se fala em planejamento urbano, é impossível evitar o tema da verticalização, ou seja, a construção de prédios cada vez mais altos. Esse é um caminho do qual o Brasil, com a quarta maior população urbana do mundo, não tem como escapar. Mas esse processo traz mais benefícios ou prejuízos? Qual o seu impacto sobre as cidades? A verticalização é um fenômeno global, diretamente ligado à urbanização – ou seja, o aumento populacional das grandes cidades, em detrimento da vida no interior. De acordo com o último Censo do IBGE, o número de apartamentos no Brasil cresceu 43% entre 2000 e 2010, passando de 4,3 milhões para 6,1 milhões. Os especialistas em planejamento urbano concordam que a verticalização é um processo sem volta. Para que ele traga benefícios, é preciso garantir que, ao acomodar moradores em prédios mais altos, seja possível aumentar a densidade demográfica, ou seja, ter mais pessoas morando em uma determinada área. Fonte: https://g1.globo.com/especial-publicitario/em-movimento/noticia/verticalizacao-urbana-solucao-ou-problema.ghtml Texto 2 Texto 3 Cidade com algumas das mais belas praias paulistas, São Sebastião completa 385 anos nesta terça-feira (16) em luta para evitar a deterioração urbana que afeta outros municípios litorâneos, excessivamente verticalizados. Projeto em tramitação na Câmara de Vereadores muda o atual plano diretor do município e pode liberar a construção de prédios com o dobro de pavimentos do que o permitido atualmente. Associações de moradores e setores organizados da sociedade civil apontam o risco de serem erguidos espigões na região central e em sete praias. A mais antiga cidade do litoral norte, com 90 mil habitantes, é a que resistiu de forma mais efetiva à especulação imobiliária. A legislação municipal impede a construção de prédios e valoriza a natureza que cerca suas praias mais badaladas. Fonte: https://sao-paulo.estadao.com.br/blogs/pelo-interior/sao-sebastiao-faz-385-anos-resistindo-a-proposta-de-verticalizacao-urbana/ Texto 4 O adensamento populacional nas grandes cidades oferece inúmeros desafios aos planejadores urbanos. Ainda que não exista uma equação fácil para conciliar as demandas práticas da civilização humana com as da sustentabilidade, muitas vezes defensores de uma ou outra visão utilizam argumentos hostis uns contra os outros. Ou seja, os práticos na resolução dos problemas urbanos, sociais e econômicos defendem o adensamento das cidades, inclusive através da verticalização, enquanto outros segmentos a demonizam como mero instrumento de especulação e de imposição de força econômica. Longe de querer afirmar que a verticalização das cidades só traga vantagens, podemos e devemos ir além da crítica à especulação, mesmo porque ela é muitas vezes exagerada. É verdade que mais construções costumam atrair mais construções, de maneira que esse ciclo é alimentado e alimenta o encarecimento dos terrenos urbanos, progressivamente disputados. Essa valorização é uma das principais motivações para a verticalização dos empreendimentos, por possibilitar que o custo dos terrenos seja rateado por um número maior de unidades imobiliárias nele construídas. Com isso, a verticalização também democratiza o espaço urbano, ao franquear uma localização conveniente e bem-estruturada, para um número maior de pessoas. É importante enxergarmos que a verticalização pode trazer várias vantagens para as grandes cidades, como evitar a impermeabilização do solo. Um mesmo edifício vertical, caso tivesse suas unidades imobiliárias dispostas lado a lado na horizontal, certamente ocuparia uma extensão muito maior de terreno natural, impactando a absorção de águas pluviais. Nesse cenário, as cidades ocupariam muito mais espaço que os atuais, não apenas em função da maior área ocupada pela projeção dos edifícios, mas também pelas vias urbanas que seriam necessárias para lhes dar acesso. Fonte: https://www.em.com.br/app/noticia/opiniao/2019/08/01/interna_opiniao,1073936/a-verticalizacao-das-cidades.shtml Texto 5 Tempo seco, umidade baixa e calor são características conhecidas do clima sob o qual os brasilienses vivem boa parte do ano. No entanto, o que era para ser um fenômeno natural está se agravando em áreas verticalizadas da cidade. Brasília deveria ter o clima extremamente ameno, mas grandes construções no Distrito Federal geram ilhas de calor. Estudos e especialistas apontam o aumento da temperatura nos Setores Bancários Sul e Norte e na região de Águas Claras. A variação pode ser de até 6° C e o calor permanece por mais tempo. A falta de vegetação e de planejamento são as principais causas desse problema. A especialista em arquitetura e urbanismo e bioclimatismo da Universidade de Brasília (UnB) Marta Bustos Romero explica que há aumento da temperatura nas áreas com mais construções. “Realizamos estudos nos setores bancários Sul e Norte, na área próxima ao Noroeste e orientei uma dissertação de mestrado sobre Águas Claras. Todos os resultados apresentaram temperatura superior às regiões com mais verde”, ressalta. Portanto, a estudiosa diz que a diferença é perceptível. “Se sairmos dessas áreas de concreto e formos até o Parque da Cidade, por exemplo, notaremos a diferença instantaneamente”, assegura. Marta alerta que o fenômeno pode se expandir para cidades em processo de verticalização, como Samambaia e o Noroeste. “Sem dúvida, as ilhas de calor começam com a construção das cidades!”, diz. Então, segundo ela, os materiais urbanos, como concreto e pavimentação, têm capacidade diferente dos elementos naturais. “A luz do sol é refletida para a atmosfera, porém, esses elementos absorvem o calor e não devolvem instantaneamente. As superfícies ficam aquecidas e a temperatura só volta a ser redistribuída à noite”, esclarece. Com isso, ocorre o aumento do calor tanto no período diurno quanto no noturno, além da dificuldade de ventilação. Os danos poderiam ser amenizados com o adequado planejamento antes de construir, o que passa pela qualidade dos materiais utilizados nas edificações, uma vez que podem amenizar os danos. “Outro fator que influencia diretamente as ilhas de calor é o que nós denominamos de morfologia urbana. Ou seja, deve-se pensar a
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