170 artigos nesta categoria

Um repertório sociocultural bem utilizado pode aumentar muito a sua nota na redação. Conheça alguns sobre a “Elitização artística e preconceitos no Brasil”! Que o Brasil é cheio de desigualdades todo mundo sabe. Que elas estão em diversas esferas sociais, também. Com a arte não é diferente. Além de haver uma grande desvalorização das artes mais populares, aquelas consideradas mais “importantes” muitas vezes não são acessíveis a todos. Em 2019, o tema do Enem sobre a democratização do cinema já havia chamado um pouco a atenção para isso, e olha que o cinema ainda é considerado algo “comum” para quem vive nas grandes cidades. Portanto, após ler os textos motivadores, cabe refletirmos sobre a “Elitização artística e os preconceitos no Brasil”. Acompanhe na sequência alguns repertórios socioculturais que você pode explorar, saber mais e usar na argumentação da sua redação! Boa leitura! 1. Vídeo: Colocamos um FUNKEIRO e um MAESTRO pra conversar (sem que eles soubessem) Neste episódio do quadro PRECONCEITO, do canal Spotniks, duas pessoas que nunca se viram tentam adivinhar características relevantes uma sobre a outra com base apenas no estereótipo. Trata-se de um exercício social interessante para mostrar até mesmo como as referências e gostos, para um ou outro artista, são extremamente estereotipadas. Assista! 2. Artigo: A democratização da arte Neste artigo, você vai conhecer um pouco mais sobre o potencial de levar arte a qualquer parte que o grafite tem, sendo uma forma de democratizar o acesso e também romper preconceitos, como mostra o sucesso de Eduardo Kobra, que espalha seus murais pelo mundo e tem muito reconhecimento. Além disso, a internet mostra-se também como um meio de democratizar a arte e torná-la menos elitista. 3. Documentário: Cidade Cinza Essa obra audiovisual mostra discussões atuais sobre arte e cidade. O cenário é a cidade de São Paulo e o grafite é mostrado como uma forma de fazer a cidade de concreto “respirar”. O debate também envolve como as pichações entram nisso tudo e como os movimentos políticos tentam barrar essa forma de expressão como algo que “suja” a cidade. Nele, há depoimentos de grafiteiros que ilustram prédios e muros de São Paulo, como Os Gêmeos, Nina e Nunca. 4. Artigo: Pichação é vandalismo? Quem nunca se deparou com uma pichação e sentiu alguma emoção: como a pessoa conseguiu chegar até lá? Por que ela fez isso? Qual a intenção? Pois é, aqui neste texto a revista Nova Escola propõe a discussão dessa temática em sala de aula, não como forma de incentivar as pichações – que são consideradas crimes, sim – mas para abrir o olhar e discutir o que, afinal, elas estão “gritando” nas paredes das cidades. O ponto de partida é a seguinte questão: por que alguns veem como arte urbana o que outros entendem como sujeira e desrespeito? Vale a pena refletir! Certamente trará muitas ideias para sua redação! 5. Cinebiografia: Frida Provavelmente, mesmo que nunca tenha visto qualquer quadro da Frida Kahlo, você já deve ter visto o rosto dela estampado por aí nos mais diversos produtos, de camisetas a cadernos. Pois é, ela se tornou um ícone do feminismo e veio com força nos anos recentes como uma figura icônica, sobressaindo a sua arte. Mas, para além da sua imagem de mulher, Frida tem uma relevância artística muito grande. Foi considerada a primeira artista surrealista da América Latina e em suas obras – hoje altamente valorizadas – adotou temas do folclore e da arte popular do México, além de explorar autorretratos. Ou seja, ela transformou o popular em algo cobiçado pelas elites. Temos certeza de que você conseguirá fazer uma relação entre esse filme e a temática da redação! Se ainda não assistiu ao filme, não perca tempo! 6. Artigo – Funk ostentação: a brincadeira que virou fábrica de milionários Há muito tempo o funk deixou de ser um estilo musical que encontrava público, principalmente, no alto dos morros cariocas e paulistas. Hoje, ele está presente em todos os locais, está sempre lançando novos artistas, novos hits e transformando DJs, compositores e intérpretes em pessoas muito ricas. Isso recebeu até um nome: “funk ostentação”. E até sobre isso a gente pode refletir sobre o tema, não é mesmo? Por que, quando “chega no asfalto”, o funk recebe até um nome pomposo? É uma forma de elitizar? Talvez sim, talvez não. Leia o artigo e tire as suas próprias conclusões! 7. Artigo: Criminalização do funk revela preconceito e discriminação contra as periferias Mais uma leitura que pode ajudar no seu projeto de texto da redação se você decidir ir pelo caminho de discutir o valor do funk como arte. O ponto de partida foi uma sugestão legislativa que queria criminalizar o funk. Embora tenha sido rejeitada pela Comissão de Direitos Humanos do Senado e não tenha virado projeto de lei por ferir a Constituição, a ideia recebeu mais de 20.000 apoios. Em seu texto, dizia que “É fato e de conhecimento dos Brasileiros difundido inclusive por diversos veículos de comunicação de mídia e internet com conteúdos podre alertando a população o poder público do crime contra a criança, o menor adolescentes e a família. Crime de saúde pública desta “falsa cultura” denominada ‘funk’.” Neste artigo você vai saber mais sobre essa proposta de lei e também descobrir que não é de agora que o funk sofre perseguição e que o gênero deixou de ser algo apenas de um local para fazer parte da vida de grande parte dos brasileiros. Então, é ou não é arte? E se é arte, por que “incomoda” tanto algumas pessoas? Pense nisso! Essas são algumas ideias para direcionar o seu texto sobre a “Elitização artística e preconceitos no Brasil”. Lembrou de algum outro repertório que daria supercerto com esse tema? Compartilhe aqui com a gente! Ah, e não esqueça de mandar seu texto para correção pela nossa plataforma! Bons estudos e siga treinando a sua escrita!

Você já ouviu falar em verticalização urbana? Sabe seus impactos, vantagens e desvantagens? Reflita sobre o tema e escreva uma redação! Leia os textos motivadores a seguir. Assim, com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo sobre o tema “Verticalização urbana: avanço ou problema?”. Use a em modalidade escrita formal da língua portuguesa e apresente proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Então, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista. Texto 1 Quando se fala em planejamento urbano, é impossível evitar o tema da verticalização, ou seja, a construção de prédios cada vez mais altos. Esse é um caminho do qual o Brasil, com a quarta maior população urbana do mundo, não tem como escapar. Mas esse processo traz mais benefícios ou prejuízos? Qual o seu impacto sobre as cidades? A verticalização é um fenômeno global, diretamente ligado à urbanização – ou seja, o aumento populacional das grandes cidades, em detrimento da vida no interior. De acordo com o último Censo do IBGE, o número de apartamentos no Brasil cresceu 43% entre 2000 e 2010, passando de 4,3 milhões para 6,1 milhões. Os especialistas em planejamento urbano concordam que a verticalização é um processo sem volta. Para que ele traga benefícios, é preciso garantir que, ao acomodar moradores em prédios mais altos, seja possível aumentar a densidade demográfica, ou seja, ter mais pessoas morando em uma determinada área. Fonte: https://g1.globo.com/especial-publicitario/em-movimento/noticia/verticalizacao-urbana-solucao-ou-problema.ghtml Texto 2 Texto 3 Cidade com algumas das mais belas praias paulistas, São Sebastião completa 385 anos nesta terça-feira (16) em luta para evitar a deterioração urbana que afeta outros municípios litorâneos, excessivamente verticalizados. Projeto em tramitação na Câmara de Vereadores muda o atual plano diretor do município e pode liberar a construção de prédios com o dobro de pavimentos do que o permitido atualmente. Associações de moradores e setores organizados da sociedade civil apontam o risco de serem erguidos espigões na região central e em sete praias. A mais antiga cidade do litoral norte, com 90 mil habitantes, é a que resistiu de forma mais efetiva à especulação imobiliária. A legislação municipal impede a construção de prédios e valoriza a natureza que cerca suas praias mais badaladas. Fonte: https://sao-paulo.estadao.com.br/blogs/pelo-interior/sao-sebastiao-faz-385-anos-resistindo-a-proposta-de-verticalizacao-urbana/ Texto 4 O adensamento populacional nas grandes cidades oferece inúmeros desafios aos planejadores urbanos. Ainda que não exista uma equação fácil para conciliar as demandas práticas da civilização humana com as da sustentabilidade, muitas vezes defensores de uma ou outra visão utilizam argumentos hostis uns contra os outros. Ou seja, os práticos na resolução dos problemas urbanos, sociais e econômicos defendem o adensamento das cidades, inclusive através da verticalização, enquanto outros segmentos a demonizam como mero instrumento de especulação e de imposição de força econômica. Longe de querer afirmar que a verticalização das cidades só traga vantagens, podemos e devemos ir além da crítica à especulação, mesmo porque ela é muitas vezes exagerada. É verdade que mais construções costumam atrair mais construções, de maneira que esse ciclo é alimentado e alimenta o encarecimento dos terrenos urbanos, progressivamente disputados. Essa valorização é uma das principais motivações para a verticalização dos empreendimentos, por possibilitar que o custo dos terrenos seja rateado por um número maior de unidades imobiliárias nele construídas. Com isso, a verticalização também democratiza o espaço urbano, ao franquear uma localização conveniente e bem-estruturada, para um número maior de pessoas. É importante enxergarmos que a verticalização pode trazer várias vantagens para as grandes cidades, como evitar a impermeabilização do solo. Um mesmo edifício vertical, caso tivesse suas unidades imobiliárias dispostas lado a lado na horizontal, certamente ocuparia uma extensão muito maior de terreno natural, impactando a absorção de águas pluviais. Nesse cenário, as cidades ocupariam muito mais espaço que os atuais, não apenas em função da maior área ocupada pela projeção dos edifícios, mas também pelas vias urbanas que seriam necessárias para lhes dar acesso. Fonte: https://www.em.com.br/app/noticia/opiniao/2019/08/01/interna_opiniao,1073936/a-verticalizacao-das-cidades.shtml Texto 5 Tempo seco, umidade baixa e calor são características conhecidas do clima sob o qual os brasilienses vivem boa parte do ano. No entanto, o que era para ser um fenômeno natural está se agravando em áreas verticalizadas da cidade. Brasília deveria ter o clima extremamente ameno, mas grandes construções no Distrito Federal geram ilhas de calor. Estudos e especialistas apontam o aumento da temperatura nos Setores Bancários Sul e Norte e na região de Águas Claras. A variação pode ser de até 6° C e o calor permanece por mais tempo. A falta de vegetação e de planejamento são as principais causas desse problema. A especialista em arquitetura e urbanismo e bioclimatismo da Universidade de Brasília (UnB) Marta Bustos Romero explica que há aumento da temperatura nas áreas com mais construções. “Realizamos estudos nos setores bancários Sul e Norte, na área próxima ao Noroeste e orientei uma dissertação de mestrado sobre Águas Claras. Todos os resultados apresentaram temperatura superior às regiões com mais verde”, ressalta. Portanto, a estudiosa diz que a diferença é perceptível. “Se sairmos dessas áreas de concreto e formos até o Parque da Cidade, por exemplo, notaremos a diferença instantaneamente”, assegura. Marta alerta que o fenômeno pode se expandir para cidades em processo de verticalização, como Samambaia e o Noroeste. “Sem dúvida, as ilhas de calor começam com a construção das cidades!”, diz. Então, segundo ela, os materiais urbanos, como concreto e pavimentação, têm capacidade diferente dos elementos naturais. “A luz do sol é refletida para a atmosfera, porém, esses elementos absorvem o calor e não devolvem instantaneamente. As superfícies ficam aquecidas e a temperatura só volta a ser redistribuída à noite”, esclarece. Com isso, ocorre o aumento do calor tanto no período diurno quanto no noturno, além da dificuldade de ventilação. Os danos poderiam ser amenizados com o adequado planejamento antes de construir, o que passa pela qualidade dos materiais utilizados nas edificações, uma vez que podem amenizar os danos. “Outro fator que influencia diretamente as ilhas de calor é o que nós denominamos de morfologia urbana. Ou seja, deve-se pensar a

No Dia Internacional das Mulheres, conheça as ideias e os pensamentos de 7 mulheres importantes para citar nas suas redações! As questões de gênero têm avançado bastante, se comparado ao passado. Mas ainda estamos distantes de conquistar a tão sonhada igualdade entre homens e mulheres em nossa sociedade. Você sabia que, em 2019, um estudo apontou que as mulheres são maioria nas universidades brasileiras? No entanto, elas ainda encontram mais dificuldades para se colocar no mercado de trabalho. Outro dado relevante de 2019 é que 60% das redações nota mil do ENEM daquele ano foram escritas por mulheres. Isso nos mostra que, apesar das barreiras, as mulheres seguem mostrando sua capacidade de contribuir com a sociedade na construção do saber. Pensando nisso, trouxemos sete exemplos de mulheres importantes para citar nas suas redações. Hannah Arendt Arendt é uma das autoras que mais recebe citações, na hora da redação. Filósofa política alemã, de origem judaica, foi uma das mais influentes no século XX. Entre algumas de suas ideias está o conceito de pluralismo político, discorreu sobre a banalidade do mal e também refletiu sobre a condição humana a partir da perspectiva do trabalho. Sua obra, vasta e complexa, não poderia ser descrita aqui em poucas linhas. Porém, separamos um vídeo interessante para te ajudar a entender um pouco melhor sobre suas obras. Nele, o professor Pedro Duarte apresenta “As origens do totalitarismo”, uma de suas principais obras. O vídeo é resultado do Ciclo “Obras fundamentais”, promovido pela Casa do Saber Rio. Portanto, tire um tempo para assisti-lo e anotar algumas informações! https://youtu.be/EWpnkVJsyEs Simone de Beauvoir Considerada um grande ícone feminista e na luta da igualdade de gênereo, Simone de Beauvoir foi uma filósofa, ativista, escritora francesa. Certamente, você já ouviu algumas frases dela por aí. Uma bastante clássica é a que diz que “ninguém nasce mulher, torna-se mulher”. Lembrou? Pois, é! Beauvoir também era defensora da teoria existencialista, que tem como principal característica a liberdade. Em sua mais famosa obra, “O segundo sexo”, Simone discorre sobre o papel mulher na sociedade e as dificuldades e opressões sofridas em um mundo dominado pelos homens. O livro chegou a ser inserido na lista de negra do Vaticano. Em outras obras, Simone ainda trata sobre temas como política, mora, dogmas da igreja, comportamentos da família burguesa, casamento e maternidade. Com seus pensamentos, Beauvoir conquistou muitos admiradores em todo o mundo. Veja algumas frases da autora: “Toda opressão cria um estado de guerra”. “Um dos benefícios que a opressão assegura aos opressores é de o mais humilde destes se sentir superior”. “A sociedade tão encarniçada na defesa dos direitos do embrião se desinteressa da criança a partir do nascimento”. “Querer ser livre é também querer livres os outros”. “Cada um de nós é responsável por tudo e por todos os seres humanos”. Simone merece destaque e, por isso, disponibilizamos abaixo um vídeo para você conhecer um pouco mais sobre os vida e obra desta importante mulher! Além disso, lembre-se: sempre que for referenciar alguém em seus texto, isso precisa ser feito de modo produtivo.https://youtu.be/K7zva6pXnsw Rosa Luxemburgo Rosa Luxemburgo foi uma filósofa e economista marxista polaco-alemã e ativista pelos direitos dos trabalhadores e trabalhadoras europeus. Devido às suas abordagens e temáticas, portanto, algumas de suas ideias também já são clássicas nas redações. Por exemplo, temos as seguintes frases: “Quem não se movimenta, não sente as correntes que o prendem.” “Por um mundo onde sejamos socialmente iguais, humanamente diferentes e totalmente livres.” Assista ao vídeo abaixo para conhecer um pouco mais da vida e a obra desta grande mulher.https://youtu.be/Y1zU8aaTJF8 Chimamanda Ngozi Adichie Chimamanda Ngozi Adichie é uma feminista e escritora nigeriana. Ela é reconhecida como uma das mais importantes jovens autoras anglófonas. No entanto, ganhou muito destaque na mídia quando Beyoncé usou um trecho da palestra “Sejamos Todos Feministas” na música e no clipe “Flawless”, de seu álbum de 2013. Algumas de suas palestras, como a já citada, estão disponíveis em livro. Assim aconteceu com “O perigo da história única” (que você pode assistir abaixo), que propõe a ideia de diversificarmos as fontes do conhecimento e sermos cautelosos ao ouvir somente uma versão da história. Vale a pena conferir! Angela Davis Professora e filósofa norte-americana, Angela Davis ganhou maior visibilidade mundial a partir de sua atuação, nos anos 1970, no partido Panteras Negras. Entre suas principais lutas, portanto, estão os direitos da população negra e das mulheres nos EUA. Nesse sentido, foi uma das responsáveis por incluir a questão de racial no feminismo. Para saber mais sobre ela, você pode ler algumas de suas obras: Mulheres, Raça e Classe Mulheres, Cultura e Política Estarão as Prisões Obsoletas? A Liberdade é Uma Luta Constante Além disso, assista ao vídeo abaixo para saber um pouco mais sobre ela!https://youtu.be/qK8Ccg7sack Djamila Ribeiro Aproveitando o vídeo anterior, não poderia faltar uma brasileira em nossa lista de mulheres importantes para você citar em suas redações. Assim, natural que falemos de Djamila Ribeiro. Entre os principais conceitos que ela popularizou recentemente estão o de lugar de fala e a importância de sermos antirracistas. Ela é filósofa, feminista negra, escritora e acadêmica brasileira. Contribui como colunista na Folha de S. Paulo e tem 3 livros publicados. Veja algumas de suas frases: “O não ouvir é a tendência a permanecer num lugar cômodo e confortável daquele que se intitula poder falar sobre os Outros, enquanto esses Outros permanecem silenciados.” “O falar não se restringe ao ato de emitir palavras, mas de poder existir.” “Não dá para falar em consciência humana enquanto pessoas negras não tiverem direitos iguais e sequer forem tratadas como humanas.” “Aqui no Brasil, como se criou esse mito da “democracia racial”, de que todo mundo se ama e todo mundo é legal, muitas vezes o próprio sujeito negro tem dificuldade para entender que nossa sociedade é racista.” Para saber mais, veja a entrevista que ela deu ao Saia Justa sobre lugar de falar. Certamente esse é um conceito que você pode usar nas suas redações em diversos temas.https://youtu.be/AINEmjM4Ki4 Marilena Chaui Para fechar a

Anote alguns repertórios por eixo temático para você se informar e poder produzir uma argumentação bem fundamentada na sua redação! Você sabia da importância de conhecer repertórios dos diversos eixos temáticos? Entender os diferentes repertórios por eixo temático é crucial para argumentar com eficácia em qualquer tema de redação, seja no Enem ou em outros concursos e vestibulares. Além disso, é importante explorar e interagir com uma variedade de conteúdos. Assista filmes, leia livros, ouça podcasts e anote as informações relevantes, organizando-as por eixo temático para uma aplicação eficaz em suas redações. Consequentemente, ter um repertório bem desenvolvido é vital para se sair bem na competência 2 do Enem. Com um repertório diversificado, você estará preparado para enfrentar qualquer tema proposto, garantindo que sempre terá argumentos sólidos e relevantes à mão. Vamos conhecer os principais? Repertórios por eixos temáticos: oque são eixos temáticos na redação? Primeiramente, vamos entender o que são eixos temáticos. Eles são grandes áreas de abordagem que englobam uma variedade de assuntos. Na redação, esses eixos desempenham um papel crucial, pois ajudam a organizar e estruturar os argumentos de maneira lógica e coerente em torno de um tema central. Por isso, a compreensão dos eixos temáticos é essencial. Eles não só facilitam a subdivisão dos argumentos dentro de um tema, mas também garantem que sua redação tenha uma abordagem abrangente e bem fundamentada. Afinal, conhecer os diferentes eixos e como eles se inter-relacionam pode enriquecer significativamente seu texto. Repertórios por eixos temáticos: qual a importância do eixo temático? Como não é impossível prever o tema da redação do Enem, a prática com base em temas específicos pode levar a desvios. Por isso, utilizar eixos temáticos na preparação para a redação simplifica os estudos e ajuda a evitar desvios do tema. De fato, isso é crucial para não cometer erros que possam levar a uma nota zero, uma vez que os eixos temáticos funcionam como guias, permitindo a exploração de tópicos amplos e garantindo que os argumentos se mantenham relevantes. Além do mais, na competência 2 do Enem, a importância dos eixos temáticos é ainda mais evidente, já que essa competência avalia a compreensão do tema e a aplicação adequada do repertório sociocultural. Por essa razão, o repertório utilizado deve ser pertinente, legítimo e produtivo, enriquecendo a redação dentro do contexto do eixo temático escolhido. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Redação Online (@redacaonline) Quais são os principais repertórios por eixos temáticos? Os eixos temáticos frequentemente abordados em redações são: Educação, Lazer, cultura e comportamento, Meio ambiente e sustentabilidade, Segurança, Direitos e cidadania e Linguagem, comunicação e tecnologias. Confira abaixo: Repertórios por eixos temáticos: educação Existem alguns documentos legais, programas governamentais, políticas públicas que podem ser tema de redação. Em 2017, a educação de surdos no Brasil foi o foco. Assim, conhecer a legislação é importante, e alguns artigos delas podem constar no seu texto. Então, anote alguns e leia-os na íntegra. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional Base Nacional Comum Curricular Lei 10.639, de 9 de janeiro de 2003, que institui a obrigatoriedade de inclusão no currículo das escolas do ensino da “História e Cultura Afro-Brasileira” Política Nacional de Alfabetização Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com deficiência Lei de cotas Constituição Federal, que pode ser usada em diversos outros eixos também, como de saúde, por exemplo. Série “Segunda chamada”, que trata de um grupo de professores da educação para jovens e adultos que tentam mostrar aos alunos o poder de transformação social que a educação pode proporcionar. Repertórios por eixos temáticos: Meio ambiente e sustentabilidade A ação humana na natureza causa fortes impactos, e a sociedade não pode ignorá-los. Portanto, veja quais repertórios podem enriquecer seus textos sobre essa temática: Política Nacional do Meio Ambiente Lei dos crimes ambientais Política nacional dos recursos hídricos Série “Aruanas”, disponível na Globoplay, que trata da história de três amigas, líderes de uma ONG, e da estagiária da organização que investigam uma quadrilha de crimes ambientais na Amazônia. Repertórios por eixo temático: Lazer, cultura e comportamento Embora o cinema tenha sido tratado recentemente como tema de redação no Enem, nada impede que algo relacionado à cultura e ao lazer seja foco novamente. Além disso, devemos considerar o comportamento das pessoas na sociedade, as mudanças que atravessam as suas vidas e modos de usufruir desses bens. Em função da pandemia, por exemplo, as pessoas foram privadas de ter acesso à algumas formas de cultura, bem como o lazer ficou bastante restrito. O impacto disso, além de atingir a própria saúde mental das pessoas, também bateu forte na economia. Por outro lado, houve uma reinvenção em alguns setores, como a instituição das “lives” de shows, teatro virtual, entre outras formas de produzir e consumir entretenimento de forma segura. Então, na sequência, veja alguns repertórios que podem ajudar a trabalhar esse eixo temático nas redações. Lei de incentivo à cultura Lei do livro, cuja diretriz mais importante está em seu primeiro artigo, que diz que foi instituída para “assegurar ao cidadão o pleno exercício do direito de acesso e uso do livro”. Livro “Cultura e sociedade no Brasil“, de Carlos Nelson Coutinho, disponível na página da editora. Black Mirror, certamente muitos dos episódios podem ajudar a tratar de questões comportamentais da nossa atualidade, concorda? Segurança Tratar da segurança na sociedade brasileira é bastante relevante, especialmente com os índices de violência cada vez mais alarmantes. Sobre isso, há uma infinidade de artigos de jornal, revistas, além de filmes e séries disponíveis nas plataformas on-line. Desde clássicos, como “Tropa de Elite” e Cidade de Deus”, até os mais recentes, como “Impuros”, o fato é que o assunto ao mesmo tempo que apavora também fascina as pessoas. O desejo por justiça e a clássica disputa entre “policiais e bandidos” fazem com que tais produções recebam bastante atenção. Algumas delas, certamente, podem fazer parte do seu repertório. Acompanhe as nossas sugestões: Código penal brasileiro “Por uma vida melhor”, filme da Netflix que discute o tráfico humano “Bom dia, Verônica”, série baseada no livro

Confira repertórios para o tema Maus-tratos a crianças e adolescentes no Brasil e fundamente os argumentos da sua redação. Recentemente, o caso de um menino encontrado amarrado em um barril em Campinas (SP) chocou o país pela crueldade. Assim, levantou-se novamente a questão sobre os maus-tratos contra crianças e adolescentes no Brasil. Com a pandemia, o número de denúncias caiu. Porém, alega-se que isso se deve ao fato de ser nas escolas que se identificam esses casos, geralmente. Desse modo, diante das situações de violência que atentam contra os direitos das crianças e adolescente, assegurados pelo ECA, é fundamental que se reflita sobre essas ocorrências. Então, para ajudar você, a seguir, selecionamos alguns repertórios para o tema maus-tratos para se preparar melhor para discorrer sobre o tema Maus-tratos a crianças e adolescentes no Brasil. Portanto, fique atento(a) às dicas! 1. Estatuto da Criança e do Adolescente Primeiramente, acesse a íntegra do ECA. Assim, fique bem informado(a) sobre o que diz nossa legislação para proteger a infância e a adolescência dos brasileiros. 2. Documentário: TODA CRIANÇA É CRIANÇA – o Estatuto da Criança e do Adolescente Produzido pela TV Câmara, o documentário “Toda Criança é Criança” mostra um panorama do funcionamento do Estatuto da Criança e do Adolescente no Brasil. Desse modo, relembra mobilizações e ações da rede de proteção à infância e à juventude. Além disso, mostra depoimentos da relatora do projeto e de outros parlamentares que atuaram para a aprovação do ECA e são comentados os principais acontecimentos históricos sobre os direitos da criança e do adolescente. Portanto, assista ao vídeo para complementar suas informações sobre o Estatuto!https://youtu.be/yt4ZdpwogQ0 3. Reportagem: Menino de 11 anos é resgatado após passar um mês acorrentado pelo pai e preso em um barril Assista a íntegra da reportagem que chocou o país no dia 31 de janeiro deste ano e que comentamos no início deste post. Além de mostrar a face cruel de quem poderia proteger o garoto, essa triste história pode aparecer como um exemplo de maus-tratos na sua introdução ou na argumentação da sua redação. 4. Projeto crescer sem violência – Canal Futura O projeto tem o objetivo de abordar o tema da violência sexual praticada contra crianças e adolescentes, uma das formas de maus-tratos pelas quais eles passam. A intenção é tratar desse tema tão pesado de forma didática e lúdica, e é fruto de uma parceria entre o Canal Futura, o Unicef Brasil e ONG Childhood Brasil. Do projeto, surgiram 3 séries para alertar educadores, crianças, adolescentes e famílias sobre o conhecimento do próprio corpo, a importância da autoproteção e do respeito ao direito à sexualidade. O projeto e os episódios das séries podem ser acessados aqui. Abaixo, destacamos um vídeo que narra o caminho para a denúncia de abusos.https://youtu.be/SVJBwVVGeu8 5. Filme: SPOTLIGHT – SEGREDOS REVELADOS Vencedor do Oscar de melhor filme em 2016, Spotlight conta a saga de um grupo de jornalistas que descobre e denuncia o abuso sexual de crianças por padres católicos em diversas partes do mundo. Com base em fatos reais, o filme mostra que nem mesmo em instituições religiosas as crianças e adolescentes têm segurança. https://youtu.be/EwdCIpbTN5g 6. Série: Conselho Tutelar Com três temporadas, a série “Conselho tutelar”, da RecordTV, inspira-se em casos reais mostra dramas pessoais de seus personagens principais que trazem luz às negligências, maus-tratos e abusos sofridos por crianças e adolescentes antes que se tornem irremediavelmente danificados. https://youtu.be/XFVbsrxjs0U 7. Observatório da criança e do adolescente Acesse o portal do Observatório da criança e do adolescente e acompanhe as propostas legislativas ligadas à questão da violência contra essa população mais vulnerável da nossa sociedade. Além disso, o site é uma fonte de pesquisa sobre temas e indicadores relacionados às crianças e adolescentes de todo o Brasil. Certamente é importante que você anote algumas dessas informações em seu cadernos de estudos por eixos temáticos. 8. Artigo: Atenção aos sinais: as várias formas de violência contra crianças e adolescentes, sujeitos em condição peculiar de desenvolvimento Este artigo traz importantes informações sobre o marco legal de proteção da infância e da adolescência no Brasil. Desse modo, esclarece sobre o ECA e destaca os tipos de violência existentes. Ainda há destaque para para os profissionais que atuam na defesa desses grupos e, além disso, mostra qual o melhor caminho para a denúncia de violações aos direitos. Portanto, acesse e leia todo o conteúdo, pois ele pode ser um dos repertórios para o tema maus-tratos contra crianças e adolescentes no Brasil. 9. Pandemia acentua os casos de violência contra crianças e adolescentes Por fim, conheça os efeitos que a pandemia de Covid-19 trouxe também para o cenário da violência contra crianças e adolescentes no Brasil. Assim, leia o artigo da revista Cláudia. Nela, ainda se destaca a lembrança do caso do vídeo publicado pelo atual ministro da Educação intitulado “A Vara da Disciplina” em que ele afirmava: […] que as crianças deveriam sentir dor para que fossem de fato educadas. Segundo o ministro, a correção não seria obtida por “métodos suaves”. “Deve haver rigor, desculpe. Severidade. E vou dar um passo a mais, talvez algumas mães até fiquem com raiva de mim. [As crianças] devem sentir dor”, diz ele no vídeo. O que você pensa sobre essa declaração? Bom, depois dessa, está na hora de reunir os seus argumentos, fazer o projeto de texto e começar a treinar, não é mesmo? Então, agora que você já tem algumas ideias de por onde começar, faça a sua própria pesquisa. Certamente você já viu algum filme ou série, ou mesmo leu algum livro que traga exemplos sobre essa temática tão importante de pensar. Assim, reúna todos os seus conhecimentos e produza uma redação nota mil. Não sabe se está indo bem na escrita? Não se preocupe! Conheça nossos planos e conte com uma equipe de especialistas em redação para melhorar o seu desempenho! Tá esperando o quê?

Trouxemos uma dica de um repertório sociocultural muito atual para você: como usar o reality Big Brother Brasil 21 na redação! Pegue seu caderno e anote todos os temas discutidos nesta edição! Quem disse que você só pode usar só séries, filmes e livros como repertórios socioculturais nas redações? Na-na-ni-na-não! Os reality shows também podem ser repertórios incríveis se usados corretamente, afinal são jogos de convivência e experimentos sociais riquíssimos! Sendo assim, preparamos uma super dica com o reality do momento: como usar Big Brother Brasil 21 na redação! Confira os temas presentes nesta edição: Luta racial e representatividade negra Uma pauta muito comentada a partir da divulgação dos participantes, quando o público descobriu que 9 negros fariam parte do elenco. Bifobia Após Lucas Penteado ter beijado Gilberto Nogueira e ter se assumido bissexual em rede nacional, começou a sofrer uma série de ataques de outros participantes, que não pareceram aceitar sua orientação sexual, julgando-a como uma estratégia de jogo. Xenofobia Juliette Freire, participante paraibana, sofreu uma série de ataques pelo seu jeito de falar, principalmente da rapper Karol Conká, que afirmou ter mais educação que a nordestina por ser de Curitiba. Pressão e tortura psicológica Alguns participantes foram pressionados e até torturados psicologicamente durante o pouco tempo de programa, recebendo críticas sem fim em frente aos outros, sendo excluídos, recebendo punições e ordens e tendo suas lutas deslegitimadas. Este foi, inclusive, o motivo para a desistência de Lucas Penteado do reality. Colorismo O colorismo é a discriminação racial baseada exclusivamente em fenótipos e tons de pele. Mesmo entre pessoas negras ou afrodescendentes, há diferenças no tratamento, vivências e oportunidades, a depender do tom da pele. Alguns participantes debocharam de Gilberto que se autodeclara negro, afirmando que ele é branco demais. Em meio à discussão, Nego Di afirma que Gil “é um pouquinho sujinho, se ele se esfregar bem.” Banalização de pautas importantes Alguns temas, como o racismo, são muito discutidos no programa, na maioria das vezes de uma forma não esperada pelo público. Após a discussão entre Karol Conká e Carla Diaz, Lumena afirmou que a casa ficou ao lado de Carla por ela ser fenotipicamente branca, quando, na verdade, a casa não aceitou as mentiras proferidas pro Conká. Assédio e relacionamento abusivo Em uma das festas, Karol Conká insistiu para que Arcrebiano a beijasse, causando a indignação dos espectadores, que levantaram a tag “Não é não” no twitter. Dias após a festa, quando se afastaram, Karol fez a casa inteira acreditar que Arcrebiano havia sido abusivo com ela e que a havia usado por conveniência. Difamação Difamar é atribuir a alguém um fato ofensivo a sua reputação e é considerado um crime contra a honra. Karol Conká difamou a atriz Carla Diaz para outros participantes, afirmando que a participante teria dado em cima de Arcrebiano e dito a ela que ele e Conká “não combinavam”, sendo que se tratavam de mentiras inventadas pela rapper. Cultura do cancelamento Essa edição trouxe à tona uma prática comum em tempos de hiper-conexão e exposição: o cancelamento. Ainda que sejamos todos canceladores e cancelados em potencial, a exposição da prática em rede nacional por alguns participantes causou surpresa e revolta mesmo sendo algo comum e recorrente fora da casa mais vigiada do Brasil. Agora que você já sabe como usar o Big Brother Brasil 21 na redação, não deixe de enviar sua redação pra gente conferir como ficou, hein?

Conheça repertórios e referências para poder escrever sobre o tema “Whitewashing e o racismo no cinema e TV”. Agora que você já conferiu o tema de redação sobre whitewashing, aposto que já lembrou de situações que ocorreram no Brasil sobre o assunto, não é mesmo? Pois é, em 2016, a novela “Sol Nascente” apresentou atores brancos como representantes de uma família asiática. Assim, no ano de 2020, em uma live, a atriz Dani Suzuki trouxe à tona novamente o tema do racismo no cinema e na TV. A seguir, apresentamos alguns conteúdos para que você saiba um pouco mais sobre o tema e utilize situações como referências socioculturais na sua redação. Então, acompanhe a leitura e depois coloque a mão na massa! 1. O que é whitewashing? Saber conceitos é superimportante na hora de escrever o seu texto. Assim, dê uma olhada nesse material feito pela FOLHA que explica, de forma didática e com exemplos, o termo. Certamente você lembrará de outras situações que pode usar no seu projeto de texto a partir dessa leitura. Acesse agora mesmo! 2. Artigo: Remakes de filmes e séries: há limite para troca de etnias? Leia na íntegra um artigo cujo trecho está nos textos motivadores do nosso tema de redação. Assim, saiba um pouco mais sobre com o racismo no cinema e na TV se apresentam e o que pode ser feito para repensar essas ocorrências. 3. Artigo: ‘Whitewashing’: relembre críticas à escolha de atores com pele mais clara que seus personagens Se é de exemplos que você precisa, seus problemas acabaram! Leia este artigo e relembre alguns casos famosos de atores escalados para papéis que poderiam trazer mais representatividade e diversidade para a TV e o cinema. 4. Podcast: Lista Preta – #3 – Hollywood: Estereótipos Racistas,White Savior e whitewashing Chegou aquele momento de colocar os fones de ouvido e adquirir repertório enquanto laça a louça ou leva o cachorrinho para passear. No episódio 3 do podcast Lista Preta. A ideia foi discutir os estereótipos racistas, a figura do “branco salvador”e o whitewashing que têm espaço, até hoje, no cinema. Às vezes é complicado entender certas questões quando elas não no afetam diretamente, então, não deixe de ouvir para aprender mais! 5. Vídeo: CASOS de WHITEWASHING MAIS ABSURDOS nas NOVELAS Neste vídeo do canal Melodramáticos são comentados os casos de embranquecimento nas novelas que, segundo o canal, foram os “mais descarados”. Assim, clique e confira! https://www.youtube.com/watch?v=SiFqidfeoZc 6. Vídeo: racismo e Entretenimento – “Whitewashing” Então, aproveite que você já está na plataforma de vídeos e assista também essa discussão proposta pelo canal “Papo de Preta”.https://www.youtube.com/watch?v=GgToYKuTlJo 7. Vídeo: Embranquecimento e falta de representatividade na mídia | Paula Kim Vídeo bastante necessário para entendermos como as pessoas asiáticas são representadas de forma estereotipada na mídia. Certamente você vai aprender bastante nesses menos de 3 minutos de vídeo. Portanto, assista! https://www.youtube.com/watch?v=j7ZDgFxLImIEntão, agora é com você! Faça sua própria pesquisa, relembre outros casos de whitewashing e racismo no cinema e na tv e, assim, escreva uma redação bem articulada sobre o assunto. Precisa de ajuda com a correção? Conheça nossos planos e comece agora mesmo a se preparar para as próximas provas. Venha com a gente!

Saiba mais sobre a literacia familiar por meio de repertórios que selecionamos para ajudar a fundamentar a sua argumentação na redação! O tema de redação que preparamos para esta semana tem como foco a literacia familiar. Você já tinha ouvido falar sobre isso? Trata-se de um conceito trabalhado por pedagogos norte-americanos e que, em 2019, veio para o Brasil. Mais especificamente, o tema passou a ser evidenciado no país em função de um programa governamental, o “Conta pra mim”. No entanto, isso não significa que algumas das ideias sobre literacia familiar já não fizessem parte do nosso cotidiano. Assim, o envolvimento dos pais na educação dos filhos e no incentivo à leitura já é previsto tanto pela Constituição quanto pelas políticas educacionais. Caso você não esteja familiarizado com o assunto, separamos alguns conteúdos que poderão ajudar a fundamentar a sua argumentação na redação. Lembre-se de que o desenvolvimento de um bom projeto de texto é um passo fundamental para um bom texto ( e quem sabe até uma redação nota mil!). Portanto, a pesquisa sobre a temática deve ser aprofundada, então não fique restrito(a) às nossas sugestões. Selecionar, relacionar, interpretar e organizar as informações deve ser o seu objetivo em todo o texto que for produzir. Então, vamos às dicas? Acompanhe! 1. Notícia: MEC lança material para incentivar pais a lerem para os filhos Que tal começar vendo esta notícia de quando o “Conta pra mim” foi lançado pelo MEC? No vídeo e no texto, você saberá que se trata de um programa que faz parte da Política Nacional de Alfabetização (PNA). Além disso, conhecerá os objetivos do programa, materiais produzidos e os valores de verba destinados a ele. Também saberá um pouco mais sobre a PNA e sobre o que é a literacia familiar. Assim, não perca tempo: clique e confira! 2. Entrevista: Catherine Snow Lei a íntegra da entrevista com a professora de Harvard Catherine Snow para a Revista Nova Escola. Realizada em março de 2020, buscou mostrar o que a educadora – que é uma das referências do MEC na defesa da literacia familiar – sugere como forma de as famílias contribuírem para o desenvolvimento literário dos filhos. Então, por se tratar de um argumento de autoridade, vale a pena você conhecer mais sobre essas ideias. 3. Reportagem: Incentivo à leitura na Educação Infantil: como envolver a família Ainda na revista Nova Escola você pode encontrar esta matéria que explica de que forma a escola pode ajudar a envolver os pais na educação dos filhos. Além de mostrar algumas iniciativas de educadores para estimular essa aproximação entre família e escola, a matéria explica um pouco mais sobre a literacia familiar. Além disso, apresenta alguns pontos de normativas da educação nacional e aponta dicas para educadores estimularem as crianças a terem o gosto pela leitura. Então, quem sabe algumas delas não ajudam você a pensar em uma proposta de intervenção? Não deixe de ler! 4. Filme: O contador de histórias (2009) Este filme baseia-sena história real do educador e contador de histórias Roberto Carlos Ramos. Aos 6 anos ele foi deixado por sua mãe na Fundação Estadual para o Bem Estar do Menor (Febem), pois ela acreditava que assim ele teria uma vida melhor. No entanto, a instituição não era nada do que se imaginava à época. Assim, o menor passou a se envolver em delitos e chegou até a ser usuário de drogas. A vida do garoto muda aos 13 anos quando uma pedagoga francesa, Margherit Duvas, aparece. Ela dá a ele um lar, alfabetiza e incentiva a estudar. Trata-se, portanto, de uma história de sucesso de uma responsável que transformou o destino de um jovem por meio da educação, do carinho e da literatura. Assista! https://www.youtube.com/watch?v=1Aqn_jO_HAM&pp=ygUhbyBjb250YWRvciBkZSBoaXN0w7NyaWFzIHRyYWlsZXIg 5. Filme: As Aventuras do Avião Vermelho (2014) Esta animação inspirou-se na obra de Érico Veríssimo de mesmo nome. Nela, narra-se a história de Fernandinho, menino de 8 anos que, após a morte da mãe, fica solitário. O pai, então, tenta animá-lo com presentes. Mas o que consegue tirá-lo da tristeza é receber do pai um livro que foi da sua infância. Tem bastante a ver com o nosso tema de redação, hein? Procure saber mais sobre o filme ou mesmo sobre o livro que deu origem a ele.https://www.youtube.com/watch?v=VSSdaFnekmY&pp=ygUlYXZlbnR1cmFzIGRvIGF2acOjbyB2ZXJtZWxobyB0cmFpbGVyIA%3D%3D 6. Caderno da Política Nacional de Alfabetização (PNA) Em agosto de 2019 o MEC divulgou o Caderno da Política Nacional de Alfabetização. Ele é um guia que explica detalhadamente a PNA. Além de trazer dados a respeito do cenário atual da alfabetização, marcos históricos e normativos brasileiros, aborda conceitos, como o da literacia familiar. De acordo com o Ministério da Educação, a política se inspira no que é realizado em países que tiveram aumento de seus indicadores educacionais. Assim, cita como exemplos: Austrália, Canadá, Chile, Estados Unidos, França e Portugal. Então, consulte o caderno e anote algumas informações para fundamentar a argumentação da sua redação. Certamente você encontrará muitos dados nele. Agora é com você! Depois de ler e acessar as nossas recomendações, procure outros conteúdos que tenham a ver com seu projeto de texto sobre a Literacia Familiar. Faça uma redação no estilo Enem e mande pra gente! Ainda não conhece nossos planos de correções de redação? Não perca mais tempo! Escolha o seu agora mesmo e receba a ajuda dos nossos corretores para se dar muito bem na prova! Até mais!

Conheça as leis aprovadas em 2020 que podem virar tema ou fazer parte do seu repertório para a redação Enem. Leia agora! Embora seja muito difícil acertar o tema que será cobrado no Enem, fato é que a prova há muito tempo se debruça sobre questões sociais. Muitas delas, inclusive, foram temas de debates na Câmara de Deputados e no Senado. A proposição de uma nova lei, a depender da temática, gera muita polêmica. Desse modo, os palcos virtuais de debate, como o Twitter, e os canais de comunicação dão muita atenção às propostas dos nossos parlamentares. Por essa razão, é importante que você se atualize a respeito desses assuntos sempre que possível. Assim, para ajudá-lo, montamos uma lista das principais leis aprovadas em 2020 para você ficar de olho! Acompanhe! 1. (Novo) Código de Trânsito Brasileiro (Lei n. 14.071, de 13 de outubro de 2020) A lei aprovada em 2020 altera a Lei n. 9.503, de 23 de setembro de 1997 (Código de Trânsito Brasileiro). Assim, modifica a composição do Conselho Nacional de Trânsito e amplia o prazo de validade das habilitações. Além disso, dá outras providências, como o aumento considerável do limite de pontuação por infrações. Nesta matéria do UOL você lerá as principais mudanças e as que geraram maiores polêmicas. 2. Lei n. 14.026, de 15 de julho de 2020 Com a aprovação desta lei, segundo o sociólogo Edson Aparecido da Silva, “o Brasil dá um passo atrás na perspectiva da universalização do acesso aos serviços de saneamento básico“. Para ele, os agentes privados ganharão espaço com a nova lei. Assim, áreas mais carentes e que demandam maiores investimentos não serão contempladas com os benefícios do saneamento. Desse modo, não se alcançará a universalização visto que o lucro é o que importa a esses agentes que, certamente, visarão às áreas já urbanizadas. Confira o texto da lei e também o artigo de opinião do sociólogo para saber mais. 3. Lei n. 14.038, de 17 de agosto de 2020 Entre as leis aprovadas em 2020 temos esta que dispõe sobre a regulamentação da profissão de Historiador e dá outras providências. Mas por que essa lei gerou certo debate na sociedade? Bom, você sabe que muito do que constrói a Nação vem do nosso passado. A História é responsável não só pela manutenção da memória como também auxilia a entendermos o presente. Na atualidade, porém, há quem conteste dados e acontecimentos históricos, e uma interpretação equivocada da proposta, feita por alguns grupos, deu a entender que se trataria de uma questão ideológica tal aprovação. Contudo, a regulamentação visa apenas garantir que se considere historiador aquele que de fato possui formação na área ou em situações correlatas. No Brasil, muitos professores de história estão fora das salas de aula por desmotivação e, assim, professores de outras áreas ministram a disciplina. Isso, além de evidenciar a desvalorização da profissão, demonstra descaso com a Educação. Uma das possibilidades abertas com a nova lei é permitir a regulamentação a professores com outras graduações que ministram História há pelo menos cinco anos. Saiba mais neste artigo da ANPUH. 4. Lei n. 14.069, de 1º de outubro de 2020 O objetivo dessa lei foi criar o Cadastro Nacional de Pessoas Condenadas por Crime de Estupro. Ela determina que o cadastro conterá as características físicas e as impressões digitais dos estupradores, além de informação do DNA e fotos. Para o preso em liberdade condicional, também deverá constar informação do local de moradia e de trabalho nos últimos três anos. A proposta, do deputado Hildo Rocha (MDB-MA), então, pretende barrar o crescimento de uma assustadora estatística. De fato, no país, são registrados 181 estupros por dia de acordo com o Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2020. Além disso, os dados mostram que 57,9% das vítimas de estupro no Brasil, em 2019, tinham no máximo 13 anos; 18,7% tinham entre 5 e 9 anos de idade; e 11,2% eram bebês de zero a 4 anos. Certamente esse tipo de violência é algo sobre o qual precisamos ficar bem atentos! 5. Lei n. 14.113, de 25 de dezembro de 2020 Esta lei regulamenta o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), de que trata o art. 212-A da Constituição Federal, revoga dispositivos da Lei n. 11.494, de 20 de junho de 2007 e dá outras providências. O Fundeb é uma das principais formas de financiamento da Educação Básica. Assim, uma emenda à Constituição prevê repasses maiores da União, de forma progressiva, até 2026. Portanto, a complementação que hoje é de 10% chegará a 23%. Uma das polêmicas envolvendo a tramitação dessa lei no Congresso dizia respeito ao desejo de o atual governo permitir que escolas privadas sem fins lucrativos, entre elas as ligadas a igrejas (confessionais) recebessem recursos do Fundeb, dentro de um limite de 10% das vagas ofertadas. Porém, devido a ações de entidades organizadas, alguns políticos e até o Ministério Público Federal, essa proposta não foi adiante. Saiba mais lendo a matéria da Folha. 6. Decreto n. 10.502, de 30 de setembro de 2020 (Política Nacional de Educação Especial) Quando lançamos os temas de redação sobre capacitismo e educação inclusiva já comentamos sobre esse decreto. Ele prevê implementação de programas e ações voltados para o atendimento especializado das pessoas com deficiência ou necessidades especiais. Além disso, pretendia incentivar a criação de escolas e classes especializadas ou bilíngues de surdos. No dia 18 de dezembro de 2020, no entanto, o STF assinou uma liminar suspendendo este decreto. Essa legislação gerou muito debate e foi considerada um retrocesso ao trabalho de inclusão nas escolas regulares. Informe-se mais sobre esse assunto e escreva uma redação para treinar! 7. Lei Geral de Proteção de Dados Embora aprovada em 2018, entrou em vigor em agosto de 2020 a Lei n. 13.709/2018. A LGPD funcionará como ferramenta governamental que regulamentará o modo como os dados dos brasileiros são tratados, armazenados e protegidos. Assim, prevê multas altas às empresas que vazarem informações. Embora a

Conheça alguns conteúdos que podem ajudar a pensar sobre a internet e o emburrecimento da sociedade. Treine seus argumentos para a redação! No nosso cotidiano, são inegáveis as diversas facilidades trazidas pelo avanço tecnológico, especialmente pela internet. No entanto, há quem acredite que o uso massivo dessa ferramenta tem prejudicado a capacidade de aprendizado de crianças e adolescentes. Certamente, a questão é polêmica, por isso escrever uma redação sobre o tema da semana, Internet e o emburrecimento da sociedade, pode ser um desafio. Em primeiro lugar, você precisa definir a sua tese: concorda ou não que há uma geração que está menos inteligente que a anterior? Se você está de acordo, busque referências que ajudem a defender esse ponto de vista. Mas, caso pense que isso não faz sentido, escolha repertórios pertinentes para argumentar bem por esse caminho. A seguir você encontra uma lista de materiais para ler, ver e ouvir e, assim, ajudar a ter mais fundamentação no desenvolvimento do seu texto. Confira nossas sugestões de repertório sociocultural para o tema Internet e o emburrecimento da sociedade e comece a treinar! 1. Entrevista com o neurocientista francês Michel Desmurget Nossa primeira dica é que você leia na íntegra a entrevista publicada pela BBC News com o neurocientista Michel Desmurget. Um trecho dela está nos textos motivadores do tema. Com vastos trabalhos na área, o entrevistado dá outras respostas interessantes que explicam a interferência da internet no desenvolvimento cognitivo das novas gerações. Assim, você vai compreender por que para ele viver conectado tem criado jovens menos inteligentes que seus pais. 2. Entrevista com a neurocientista britânica Susan Greenfield Sempre é bom ter uma segunda opinião sobre um tema complexo. Nesta entrevista, Susan Greenfield, pesquisadora sênior da Universidade de Oxford, afirma que “as tecnologias digitais afetaram nosso cérebro da mesma forma que qualquer elemento de interação que faça parte do nosso cotidiano”. Para ela, no entanto, o ponto mais crítico do uso da internet e suas ferramentas é a mudança que causaram na formação da nossa identidade. Assim, nos tornamos mais dependentes da visão de outras pessoas, alterando o modo de nos relacionarmos e de distribuirmos o uso do nosso tempo. Greenfield, ao contrário de Desmurget, afirma que é possível que a nova geração tenha QI mais alto e boa memória. #polêmica Leia toda a entrevista e saiba de que maneiras a internet afeta o nosso cérebro. Na mesma página você ainda conseguirá acessar a três vídeos de palestras da pesquisadora. Vale a pena conferir todo esse material! 3. Música: Televisão – Titãs A televisão me deixou burro, muito burro demais Agora todas coisas que eu penso me parecem iguais […]https://www.youtube.com/watch?v=7psItZeHmqUCertamente você já ouviu os versos acima em algum momento da sua vida. Antes mesmo da internet, outras telas já foram responsabilizadas por “emburrecerem” a população. A televisão até hoje não é bem-vista por muita gente, mas também é usada para entreter crianças desde muito pequenas. De fato, muitas vezes a chamam de “babá eletrônica”. Pense sobre os efeitos da programação televisiva nas pessoas, especialmente da nova geração. Assim, um caminho é traçar essa relação com a chegada da internet e de seus recursos na argumentação do seu texto. 4. Estamos ficando mais burros? | Nerdologia Neste episódio, roteirizado e apresentado pelo ícone da pandemia, Átila Iamarino, procura-se responder à pergunta: “será que estamos mais burros?”. A questão levantada tem muito a ver com o nosso tema de redação. Aqui, pretende-se compreender se a internet e a facilidade de encontrar informações com os smartphones estão afetando a nossa capacidade de apreender. Além disso, o vídeo sugere outras fontes que podem ampliar o seu repertório ainda mais. O vídeo tem menos de 7 minutos e bastante informação! Acesse!https://youtu.be/nW-Mqe9Tgjc 5. Matéria de Capa – A internet e o cérebro De 2012, esse programa da TV Cultura mostra que os efeitos da internet no cérebro não são uma preocupação só de agora. Portanto, pense em todos os avanços que ocorreram nas tecnologias de lá para cá, e mesmo assim estamos ainda debatendo a questão. A reportagem é bem completa e tem menos de 30 minutos. Um dos pontos levantados refere-se à queda de capacidade de memorizar informações, por exemplo. Assista!https://youtu.be/7OV1W7aXTl8 6. Entrevista com Nicholas Carr Em 2010, o escritor norte-americano Nicholas Carr esteve no Brasil e falou sobre “Os superficiais, o que a internet tem feito com nossos cérebros”. Então, na obra ele defende a tese de que a internet pode emburrecer e dificultar o aprendizado, embora seja considerada a revolução na área educacional. Acesse o conteúdo e, assim, conheça as suas ideias. 7. Vídeo: Uso abusivo da tecnologia pode causar problemas em crianças Nesta reportagem veiculada pela TV Brasil em 2016 já se discutia de que formas o uso exagerado da tecnologia afeta as crianças. Portanto, assista e saiba um pouco mais sobre esse assunto.https://youtu.be/LSB17LbYLJ4Conhece outra referência que pode ser usada na redação sobre “Internet e o emburrecimento da sociedade“? Compartilhe conosco nos comentários! Não sabe nada sobre o assunto? Então, além das nossas dicas, faça sua própria pesquisa na internet. Precisa de ajuda para saber se sua redação está no caminho certo? Conheça nossos planos e use a nossa plataforma de correção! Saiba todos os benefícios de receber orientações dos nossos corretores! Venha para o Redação Online! Ainda dá tempo de fazer aquela redação nota mil para o Enem!
Repertório sociocultural bem utilizado eleva o nível da redação. Conheça algumas referências para escrever sobre a alfabetização infantil. Confira o tema ”Desafios na alfabetização infantil”. Durante o ano de 2020, o Ministério da Educação focou sua comunicação, especialmente nas redes sociais, no tema da alfabetização. Por essa razão, chegamos mesmo a desconfiar que esse é um possível tema de redação Enem. Independentemente disso, é sempre importante refletirmos e treinarmos a redação com assuntos da atualidade. A alfabetização infantil e os desafios para concretizá-la são demandas sociais relevantes. Certamente escrever sobre isso será um excelente treino para o dia da prova. Veja na sequência algumas referências para que você saiba mais sobre alfabetização infantil e escreva um texto com uso produtivo de repertório sociocultural. Então, vamos lá? 1. Política Nacional de Alfabetização (PNA) Conhecer as políticas públicas e a legislação sobre o tema deve ser a sua primeira preocupação para desenvolver uma argumentação bem fundamentada. Assim, acesse o site exclusivo sobre a questão da alfabetização infantil do MEC. Nele, você encontrará informações sobre o Decreto n. 9.765, de 11 de abril de 2019, que instituiu a PNA, inclusive comentada artigo a artigo. Há também um espaço para professores e outro para pais e responsáveis, os quais explicitam dois programas governamentais que você deve conhecer: Tempo de aprender e Conta pra mim. Na aba “O que dizem as pesquisas”, há dois depoimentos a respeito do método fônico, que o governo brasileiro quer priorizar. Enfim, navegue pela página e encontre muitas referências que podem ajudar na hora da escrita. 2. Vídeo: Alfabetização pelo método fônico divide especialistas Neste vídeo, publicado no canal da TV UNESP, você conhecerá as opiniões de especialistas na área de educação e alfabetização a respeito do sistema que a PNA indica como mais eficiente para promover a alfabetização na idade certa. Acesse e saiba mais sobre isso. O vídeo é curtinho, em menos de 11 minutos você já ficará bem informado(a) sobre o assunto! https://youtu.be/0663kgsqoFM 3. Vídeo: Métodos de alfabetização – Magda Soares – Entrevista Magda Soares é professora titular emérita e pesquisadora do Centro de Alfabetização, Leitura e Escrita da Faculdade de Educação da UFMG. Certamente, é um dos grandes nomes brasileiros nessa área, o que pode ser um argumento de autoridade interessante para ter na manga. Nessa entrevista, a professora da UFMG comenta os métodos para alfabetizar. Assim, ela esclarece o debate entre aqueles que pensam a associação entre sons e letras como mais eficaz e os que condenam esse tipo de abordagem. De fato, o método fônico desconsidera o contexto social do aluno e o conhecimento que ele já possui sobre leitura. Portanto, em um país com tamanhas desigualdades como o Brasil, tal método funcionaria? Reflita. 4. Cealecast Sempre gostamos de dar uma dica de podcast para quem não tem muito tempo de ver vídeos ou ler nossas outras indicações. O CEALE – Centro de Alfabetização, Leitura e Escrita da Faculdade de Educação da UFMG, do qual Magda Soares é uma das pesquisadoras, lançou neste ano o seu canal. O primeiro episódio trata do desafio da educação durante a pandemia e o papel dos pais e da família nesse processo. Vale a pena dar uma “ouvida”, pois pode ser um caminho para abordar o tema. Confira também os demais episódios já lançados. 5. Filme: Como estrelas na Terra (2007) Outra visão que pode ser trazida como um desafio para a alfabetização infantil são os casos de crianças disléxicas que desconhecem a sua condição. De fato não é raro encontrar quem apresenta dificuldades de aprendizado devido a fatores que nada têm a ver com a qualidade do ensino, mas sim com algo externo à sala de aula. Nesse filme é narrada a história de Ishaan, de 9 anos de idade, cujo irmão é o exemplo da sala, enquanto Ishaan apresenta dificuldades no ensino-aprendizado e repetiu a terceira série pela segunda vez. Na escola onde estuda o ensino é tradicional e há uma professora autoritária e arrogante que trata as dificuldades de Ishaan como um caso de indisciplina. Então, certo dia, a diretora relatou à família que o aluno não acompanha as aulas e, ao fazer alguma leitura, ele relata que “as letras são dançarinas”. Com isso, é transferido a um colégio interno em que, depois de algum tempo, encontra um professor substituto de artes que percebe que há algo acontecendo com o estudante. É um filme emocionante e você certamente terá uma boa visão sobre essa questão e como ela afeta a alfabetização. Afinal, quanto brasileiros não devem passar por situações parecidas? Assista! 6. Série documental: Alfabetismo Brasil A série documental “Alfabetismo Brasil”, produzida pelo Canal Futura, trata-se de uma reflexão para a sociedade. Isso porque ela mostra como está o país em relação ao alfabetismo funcional entre os brasileiros de 15 a 64 anos. Sim, é importante conhecer um pouco mais sobre isso porque um dos efeitos de uma má alfabetização infantil ou mesmo a sua ausência é uma nação de pessoas que desconhecem o fantástico mundo da leitura e da escrita. Assim, a série conta com 8 episódios que comentam o assunto por diversos vieses. Confira! 7. IBGE Educa Sempre é bom conhecer alguns dados estatísticos a respeito do tema de redação para usar na argumentação. No site do IBGE você poderá encontrar alguns deles que tratam da questão da alfabetização e do analfabetismo. Dê uma olhada nos números e anote aqueles que julgar mais relevantes. Há muitos percentuais disponíveis. Por exemplo, as taxas por região, por idade, por raça, por gênero. Certamente algum deles poderá fazer parte do seu projeto de texto. Então, gostou dessas dicas? Também faça sempre a sua própria pesquisa sobre o tema relacionado à alfabetização infantil! Escreva um rascunho, releia, passe a limpo. Reescreva. Sim! Essa é a rotina de quem está se preparando para a redação Enem. Conhece algum repertório pertinente ao tema? Divida seus conhecimentos conosco nos comentários! E não esqueça: caso queira a correção de um profissional, conte com a nossa ajuda!

Uma boa redação precisa ter um repertório interessante. Confira conteúdos para falar sobre a educação inclusiva no Brasil! O tema que lançamos nesta semana é “Educação Inclusiva no Brasil”. Assim, para poder escolher fatos, dados e opiniões para usar na sua argumentação, é necessário pesquisar sobre o assunto. Não sabe por onde começar? Fique tranquilo(a)! Como sempre, neste post selecionamos alguns conteúdos que podem fazer parte do desenvolvimento da sua redação. Vamos lá! 1. Política Nacional de Educação Especial -PNEE O primeiro passo para poder falar bem sobre o tema é conhecer a PNEE na íntegra. Leia o documento e tenha informações sobre a contextualização da sua implementação, princípios e objetivos, público-alvo, entre outras. No material há ainda uma nota do ministro da educação sobre essa nova política. Assim, não deixe de acessar! 2. Constituição Federal de 1988 O principal documento do país também pode ajudar a entender o porquê das polêmicas em torno da nova PNEE. Nele, estão dispostos nossos direitos e deveres dos cidadãos brasileiros, inclusive quando o assunto é educação. Embora seja bastante clichê citar a Constituição na redação Enem, é inegável a sua importância e relevância. Desse modo, é um recurso que, se bem utilizado, funciona com a maioria dos temas. 3. Vídeo: Educação inclusiva: toda criança tem direito de ir à escola Este vídeo curto da trata-se de uma animação sobre a importância de um sistema educacional que respeite as características de cada criança. Produzido pelo Instituto Alana, é um meio acessível para entender um pouco mais sobre a temática. Caso você nunca tenha ouvido falar, o Alana é uma organização sem fins lucrativos com a missão de fomentar e promover assistência social, educação, cultura, proteção e amparo da população em geral. Para saber um pouco mais sobre as suas ações, portanto, entre no site. Assim, quem sabe você não o escolhe como um agente na sua proposta de intervenção? #ficadica 4. Palestra: Pensar utopicamente a educação: David Rodrigues at TEDxLisboaED Partindo da ideia de utopia de Thomas More, o professor de educação especial da Universidade Técnica de Lisboa David Rodrigues comenta sobre a possibilidade da educação inclusiva de forma efetiva e real. Certamente, esse bate-papo ajudará a você a ter ideias sobre a argumentação da sua redação. O vídeo tem menos de 18 minutos! Não deixe de assistir e, assim, refletir um pouco mais sobre a educação inclusiva.https://youtu.be/0kDL5kxDg_A 5. Filme: Extraordinário (2017) Você deve lembrar que este filme estava nas indicações de repertório do tema “Capacitismo no Brasil“. Pois é! Então, se ainda não viu, é uma boa hora para assisti-lo! Baseado no livro homônimo de R. J. Palacio, escritora norte-americana, mostra a rotina de Auggie Pullman, o protagonista. O menino tem uma uma deformidade facial conhecida como síndrome de Treacher Collins. Portanto, ao ingressar na escola, ele precisa aprender a conviver nesse ambiente, que não está preparado para lidar com o diferente. Assim, Auggie é vítima de bullying e tem sua autoestima abalada. No entanto, ele persiste na escola, apoiado por sua família e pelos novos amigos que conheceu. Enfim, a história mostra que a inclusão escolar da pessoa com deficiência traz novas experiências para a vida dela.https://youtu.be/6g80d7igX0k 6. Filme: Hoje eu quero voltar sozinho (2014) Este longa brasileiro mostra a rotina de Leonardo, estudante cego de uma escola regular de ensino. Além de mostrar as dificuldades e também as suas relações de amizade na escola, o filme mostra a descoberta do amor pelo personagem principal. O roteiro e a direção são de Daniel Ribeiro e a obra cinematográfica foi baseada no curta “Eu não quero voltar sozinho”, disponível no Youtube.https://youtu.be/lpHKXyko358 7. Podcast: “Cá entre nós” Para aqueles que curtem se informar em qualquer momento, seja na ida ao supermercado ou à padaria, com seus fones de ouvido, temos uma indicação de podcast. No primeiro episódio, a pergunta norteadora do debate é: O que está em jogo na revisão da Política Nacional de Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva (PNEEPEI), atualmente em andamento no âmbito do MEC e do CNE? A partir disso, a professora Maria Teresa Eglér Mantoan, coordenadora do LEPED da FE-Unicamp, faz uma análise e mostra porque esse processo pode causar um retrocesso nas políticas de inclusão educacional para milhares de crianças e adolescentes. Certamente essa discussão poderá contribuir para a sua argumentação, não é mesmo? Então, ouvidos atentos! Acesse agora mesmo! 8. Reportagem especial – Educação inclusiva: o Brasil está preparado? Publicada no site da Câmara dos Deputados, essa reportagem repercute o Estatuto da Pessoa com Deficiência. Ele possui três artigos que asseguram o direito à educação inclusiva adaptada às necessidades das pessoas com deficiência. No entanto, a garantia desses direitos na prática ainda é um desafio. Desse modo, acesse o material e saiba quais as punições para o descumprimento desta lei, as dificuldades dos docentes e também quais avanços já foram feitos na área. Ah! Além de ler, também é possível ouvir esse conteúdo! Agora é com você! Continue a pesquisa sobre o tema Educação Inclusiva no Brasil ou, então, faça seu projeto de texto com base nas nossas sugestões. Tá precisando de uma mãozinha para a avaliação? Que bom que você está no lugar certo! Conheça nossos planos de correção de redação e, assim, conte com uma equipe focada no seu sucesso! É redação nota mil que você quer? Venha para o Redação Online! A gente mostra o caminho para chegar lá!
170 artigos encontrados
Envie suas redações e receba correção profissional em até 24h com feedback detalhado de especialistas aprovados nas melhores universidades
Ver Planos de Correção