A redação dos vestibulares desempenha um papel crítico no processo seletivo para ingresso em instituições de ensino superior. Os estudantes que almejam uma vaga nas universidades e faculdades devem dominar a redação, pois essa habilidade avalia não apenas o conhecimento do candidato, mas também suas capacidades de comunicação escrita, análise crítica e argumentação. A importância de dominar a redação dos vestibulares é evidente em vários aspectos. Em primeiro lugar, ela permite aos avaliadores avaliar a capacidade dos candidatos de expressar ideias com clareza e coerência, além de estruturar argumentos de forma lógica e convincente. Essas habilidades são essenciais para o sucesso acadêmico, já que a escrita desempenha um papel fundamental na comunicação de ideias e na conclusão de trabalhos acadêmicos. Além disso, a redação nos vestibulares desafia os estudantes a analisarem questões complexas, desenvolverem argumentos sólidos e apresentarem uma perspectiva crítica sobre tópicos variados. Essa habilidade é transferível para a vida profissional, onde a capacidade de comunicar ideias de forma eficaz é altamente valorizada. Dominar a redação para vestibulares requer prática constante, estudo de modelos de redação e desenvolvimento de estratégias de escrita. A preparação cuidadosa é fundamental para aumentar as chances de sucesso nos exames e para adquirir uma habilidade valiosa. Em resumo, a redação dos vestibulares desempenha um papel vital na seleção de candidatos para instituições de ensino superior. Os estudantes devem dominar essa habilidade, pois não apenas contribui para o sucesso nos exames, mas também prepara os estudantes. Portanto, não podemos subestimar a importância de dominar a redação dos vestibulares, já que é uma habilidade essencial para o crescimento acadêmico e profissional.
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Nessa semana teve a prova da Unicamp 2019 e com isso a famosa redação desse vestibular, o tema de redação foi “Doutrinação ideológica em sala de aula”! Para se preparar para esse vestibular e outros, confira a proposta! Proposta da redação Unicamp 2019 Você é um(a) estudante do Ensino Médio na rede pública estadual e soube de um acontecimento revoltante na sua escola: sua professora de Filosofia recebeu ofensas e ameaças anônimas por suposta tentativa de doutrinação política, ao ter iniciado o curso sobre as origens da Cidadania e dos Direitos Humanos modernos com o texto a seguir: Teócrito e o pensamento A ninguém, nem aos deuses nem aos demônios, nem às tiranias da terra nem às tiranias do céu, foi dado o poder deimpedir aos homens o exercício daquele que é o primeiro e o maior de seus atributos: o exercício do pensamento. Podem amarrar as mãos de um homem, impedindo-lhe o gesto. Podem atar-lhe os pés, impedindo-lhe o andar. Podem vazar-lhe os olhos, impedindo a vista. Podem cortar-lhe a língua, impedindo a fala. O direito de pensar, o poder de pensar, porém, estão acima de todas as violências e de todas as repressões, que nada podem contra seu exercício. (…) Parece claro que não há abuso mais abominável que o de tentar impor limitações ao pensamento de qualquer pessoa. Pretender suprimir o pensamento de quem quer que seja é o maior dos crimes. Pois não é apenas um crime contra uma pessoa, mas contra a própria espécie humana, uma vez que o pensamento é o atributo que distingue o ser humano dos demais seres criados sobre a face da terra. (…) Na vida na cidade, se um homem neutraliza dentro de si o direito de pensar, a cidade pode ser tomada e dominada pela ferocidade de um tirano, cujo despotismo levará o povo à morte pela fome, pela crueldade ou por outras formas de injustiça e prepotência. E se não o povo todo, pelo menos uma parte do povo, certamente, será arrastada à opressão, à tortura, ao cárcere ou a qualquer outra forma de perdição. Os tiranos não gostam que as pessoas pensem. (Teócrito de Corinto, filósofo grego, século II d.C.) A direção da escola ainda não se manifestou publicamente sobre o episódio. Indignado(a) com a tentativa de censura que a professora sofreu por propor aos alunos reflexões fundamentais à formação cidadã, você decidiu escrever o texto de um abaixo-assinado encaminhado à direção da escola, em nome dos estudantes, no qual deve: a) reivindicar que a escola se posicione publicamente em defesa da professora; b) reivindicar a manutenção de aulas de Filosofia que tematizem os Direitos Humanos; e c) justificar suas reivindicações. Para tanto, você deve levar em conta tanto o texto acima quanto os excertos abaixo. 1. A instrução será orientada no sentido do pleno desenvolvimento da personalidade humana e do fortalecimento do respeito pelos direitos humanos e pelas liberdades fundamentais. A instrução promoverá a compreensão, a tolerância e a amizade entre todas as nações e grupos raciais ou religiosos, e coadjuvará as atividades das Nações Unidas em prol da manutenção da paz. (Declaração Universal dos Direitos Humanos, Artigo XXVI, item 2, 1948.) 2. (Alexandre Beck. Disponível em pa unicamp. Acessado em 24/11/2018.) 3. No que toca aos direitos humanos, a filósofa Hannah Arendt identificou na ruptura trazida pela experiência totalitária do nazismo e do stalinismo a inauguração do tudo é possível, que levou pessoas a serem tratadas como supérfluas e descartáveis. Tal fato contrariou os valores consagrados da Justiça e do Direito, voltados a evitar a punição desproporcional e a distribuição não equitativa de bens e situações. Arendt propõe assegurar um mundo comum, marcado pela pluralidade e pela diversidade, o qual, através do exercício da liberdade, impediria o ressurgimento de um novo estado totalitário de natureza. No mundo contemporâneo, continuam a persistir situações sociais, políticas e econômicas que, mesmo depois do término dos regimes totalitários, contribuem para tornar os homens supérfluos e sem lugar num mundo comum, como a ubiquidade da pobreza e da miséria, a ameaça do holocausto nuclear, a irrupção da violência, os surtos terroristas, a limpeza étnica, os fundamentalismos excludentes e intolerantes. (Adaptado de Celso Lafer, A reconstrução dos direitos humanos: a contribuição de Hannah Arendt. Estudos Avançados, v. 11, n. 30, São Paulo, p. 55-65, maio/ago. 1997.) 4. O bicho está pegando na educação. Fico pensando em que mundo vivem os que acham que as escolas brasileiras sofrem de “contaminação político-ideológica” comandada por “um exército organizado de militantes travestidos de professores”. É uma baita contradição para quem diz defender a “pluralidade”, e é o caminho oposto dos países de alto desempenho em educação: Estados Unidos (em que alguns Estados oferecem educação sexual desde o século XIX), Nova Zelândia, Suécia, Finlândia e França. No Brasil, querem interditar o debate. Mesma coisa com os estudos indígenas e africanos, classificados aqui como porta de entrada para favorecer “movimentos sociais”. Já na Noruega, o currículo é generoso com o povo sami, habitantes originais do norte da Escandinávia. “Doutrinação”, por lá, chama-se respeito à diversidade e às raízes da história do país. Para piorar, o principal evangelista dessa “Bíblia do Mal” seria Paulo Freire. Justo ele, pacifista convicto e obcecado pela ideia de que as pessoas deveriam pensar livremente. Presos na cortina de fumaça da suposta doutrinação, empobrecemos um pouco mais o debate sobre educação. (Adaptado de Blog do Sakamoto.Disponível em blog do sakamoto. Acessado em 05/07/2018.) Leia também alguns artigos a redação Unicamp 2019: Tema de Redação FUVEST 2019: De que maneira o passado contribui para a compreensão do presente? Tema de Redação UNESP 2019 ; Compro, logo existo? Tema de Redação ENEM 2018: Manipulação do comportamento do usuário pelo controle de dados na internet Tema de Redação Vestibular UERJ 2019: É justificável cometer um crime para vingar outro crime? Redação Nota 1000 ENEM 2018: Uma Análise Completa

Está se preparando para o vestibular UERJ? Algo importante é se preparar analisando quais temas já caíram. Confira agora o tema da redação UERJ 2019! PROPOSTA DE REDAÇÃO – UERJ 2019 “O primeiro que matei foi o porteiro que quis impedir aminha entrada sacando uma arma da cintura. Escondi ocara atrás do balcão, peguei o elevador. Bati no apartamentodo Ziff e matei o cara que abriu a porta. Fui entrando pelacasa e matando tudo o que se mexia na minha frente, achoaté que matei um cachorro, um papagaio e um peixinhodourado dentro de um aquário”. O romance O seminarista, de Rubem Fonseca, traz como protagonista um matador dealuguel contando em primeira pessoa suas paixões, seus problemas e os assassinatos quecometeu. Depois de sua namorada ser morta por outro matador, ele procura vingança à suamaneira, como se vê no trecho acima. A partir da leitura do romance, é possível pensar sobre a seguinte questão: é justificável cometer um crime para vingar outro crime? Escreva uma redação argumentativo-dissertativa, em prosa, com 20 a 30 linhas, discutindoessa questão. Utilize a norma-padrão da língua portuguesa e atribua um título à sua redação, que deve serescrita inteiramente com caneta e não deve ser assinada Leia também: RETROSPECTIVA: Tema de Redação FUVEST 2018 – Devem existir limites para a arte? Tema de Redação – UNESP 2019: Compro, logo existo?

E aí, pessoal, tudo bem? Já estão em clima de carnaval? Não esqueça de ver os temas que caíram nos vestibulares 2018 para se preparar para 2019! Melhor não bobear e continuar estudando porque em 2019 o carnaval é só em março. No texto de hoje, como ainda estamos neste clima de começo de ano, decidimos abordar alguns temas de redação, aqueles que foram cobrados nos principais vestibulares em 2018. Vamos lá então? FUVEST Todos sabem a importância deste vestibular, não é mesmo? A prova de redação da Fuvest 2019 abordou o tema “A importância do passado para a compreensão do presente“. Foram convocados 35.371 candidatos, quantidade 62,3% maior do que em 2018. O primeiro dia de exame apresentou um índice de abstenção de 7,7%. UNESP A Unesp trouxe o tema “Compro, logo existo?“, uma reflexão sobre o mundo do consumo. É importante lembrar que este também já foi tema de uma prova do ITA, por exemplo. Veja abaixo alguns dos textos motivadores: UERJ A UERJ, como texto motivador, trouxe um trecho do romance O seminarista, de Rubem Fonseca; veja o tema: ““O primeiro que matei foi o porteiro que quis impedir a minha entrada sacando uma arma da cintura. Escondi o cara atrás do balcão, peguei o elevador. Bati no apartamento do Ziff e matei o cara que abriu a porta. Fui entrando pela casa e matando tudo o que se mexia na minha frente, acho até que matei um cachorro, um papagaio e um peixinho dourado dentro de um aquário”.” O romance O seminarista, de Rubem Fonseca, traz como protagonista um matador de aluguel contando em primeira pessoa suas paixões, seus problemas e os assassinatos que cometeu. Depois de sua namorada ser morta por outro matador, ele procura vingança à sua maneira, como se vê no trecho acima. A partir da leitura do romance, é possível pensar sobre a seguinte questão: é justificável cometer um crime para vingar outro crime? A partir do tema, o aluno deveria desenvolver um texto dissertativo-argumentativo. Unicamp A prova de redação na segunda fase do vestibular 2019 da Unicamp abordou como temas a “doutrinação ideológica na sala de aula” e a relação entre Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) e o comportamento do Produto Interno Bruto (PIB). No primeiro caso, a universidade propôs ao candidato a elaboração de um abaixo-assinado onde deve pedir explicações para uma escola, após a professora de filosofia ser alvo de ameaças anônimas por conta da suposta prática no trabalho. Já a segunda proposta do exame era a elaboração de um comentário, para fórum em rede social, a partir de dois gráficos. UFSC A redação do Vestibular UFSC 2019 apresentou como tema aos candidatos os agrotóxicos no Brasil e a possibilidade de redigir um texto em até três formatos: carta aberta, conto ou a tradicional dissertação. E foi pela mais convencional forma de escrever textos para o concurso que a maioria dos vestibulandos optou. E aí, curtiram os temas? Que tal escolher algum deles e começar a praticar a escrita em nosso site? =) Leia também: Análise do Tema da Redação do Enem 2018 Como estar pronto para qualquer tema que caia no Enem Documentários disponíveis na Netflix para escrever melhores redações

Está se preparando para o vestibular Unesp? Confira o tema de redação da Unesp 2019: “Compro, logo existo?” Texto 1 da redação Unesp 2019 Ao shopping centerPelos teus círculosvagamos sem rumonós almas penadasdo mundo do consumo.De elevador ao céupela escada ao inferno:os extremos se tocamno castigo eterno.Cada loja é um novoprego em nossa cruz.Por mais que compremosestamos sempre nusnós que por teus círculosvagamos sem perdãoà espera (até quando?)da Grande Liquidação.(José Paulo Paes. Prosas seguidas de Odes mínimas, 1992.) TEXTO 2 Nós somos consumidores agora, consumidores em primeiro lugar e acima de tudo. Para todas as dificuldades com que nos deparamos no caminho trilhado para nos afastar dos problemas e nos aproximar da satisfação, nós buscamos as soluções nas lojas. Do berço ao túmulo, somos educados e treinados a tratar as lojas como farmácias repletas de remédios para curar ou pelo menos mitigar todas as doenças e aflições de nossas vidas particulares e de nossas vidas em comum. Comprar por impulso e se livrar de bens que já não são atraentes, substituindo-os por outros mais vistosos, são nossas emoções mais estimulantes. Completude de consumidor significa completude na vida. (Zygmunt Bauman. A riqueza de poucos beneficia todos nós?, 2015. Adaptado.) Com base nos textos apresentados e em seus próprios conhecimentos, escreva uma dissertação, empregando a norma padrão da língua portuguesa, sobre o tema: Compro, logo existo? (UNESP 2019) Leia também: Tema de Redação: O consumismo e seus impactos ambientais Tema de Redação: A ambição humana e suas consequências Tema de redação: Desigualdade social no Brasil e no mundo: um desafio a ser superado Tema de Redação ENEM 2018: Manipulação do comportamento do usuário pelo controle de dados na internet RETROSPECTIVA: Tema de Redação FUVEST 2018 – Devem existir limites para a arte?

Se preparando para o vestibular Fuvest? Confira o tema de redação da Fuvest 2019 para se preparar! Texto 1 da redação Fuvest 2019 O progresso, longe de consistir em mudança, depende da capacidade de retenção. Quando a mudança é absoluta, não permanece coisa alguma a ser melhorada e nenhuma direção é estabelecida para um possível aperfeiçoamento; e quando a experiência não é retida, a infância é perpétua. George Santayana, A vida da razão, 1905, Vol. I, Cap. XII. Adaptado TEXTO 2 O Historiador Veio para ressuscitar o tempoe escalpelar os mortos,as condecorações, as liturgias, as espadas,o espectro das fazendas submergidas,o muro de pedra entre membros da família,o ardido queixume das solteironas,os negócios de trapaça, as ilusões jamais confirmadasnem desfeitas.Veio para contaro que não faz jus a ser glorificadoe se deposita, grânulo,no poço vazio da memória.É importuno,sabe-se importuno e insiste,rancoroso, fiel. Carlos Drummond de Andrade, A paixão medida, 198 TEXTO 3 Flávio Cerqueira, Amnésia, 2015 Essa escultura de um garoto negro foi esculpida no tamanho real de uma criança, com seus cabelos crespos, seu nariz largo, sua boca marcada. A criança segura uma lata por sobre sua cabeça, de onde escorre uma tinta branca sobre seu corpo feito de bronze. Nexo Jornal, 13/07/2018. TEXTO 4 A minha vontade, com a raiva que todos estamos sentindo, é deixar aquela ruína [o Museu Nacional depois do incêndio] como memento mori, como memória dos mortos, das coisas mortas, dos povos mortos, dos arquivos mortos, destruídos nesse incêndio. Eu não construiria nada naquele lugar. E, sobretudo, não tentaria esconder, apagar esse evento, fingindo que nada aconteceu e tentando colocar ali um prédio moderno, um museu digital, um museu da Internet – não duvido nada que surjam com essa ideia. Gostaria que aquilo permanecesse em cinzas, em ruínas, apenas com a fachada de pé, para que todos vissem e se lembrassem. Um memorial. Eduardo Viveiros de Castro, Público.pt, 04/09/2018. TEXTO 5 Articular historicamente o passado não significa conhecê-lo ‘como ele de fato foi’. Significa apropriar-se de uma reminiscência, tal como ela relampeja no momento de um perigo. Walter Benjamin, Sobre o conceito de história,1940 Considerando as ideias apresentadas nos textos e também outras informações que julgar pertinentes, redija uma dissertação em prosa, na qual você exponha seu ponto de vista sobre o tema: De que maneira o passado contribui para a compreensão do presente? Leia também: Como funciona a redação da FUVEST? Tema de Redação FUVEST 2018: Devem existir limites para a arte? Dicas de como fazer uma redação nota 10 na FUVEST Prepare-se: FUVEST

E aí, galerinha, tudo certo? Hoje viemos aqui, de novo, novamente, outra vez, falar um pouco sobre a FUVEST. Aqui você pode encontrar este post com várias dicas legais sobre ela! Além das dicas, que tal conhecer melhor esta prova? Você já deve saber que a FUVEST segue o modelo dissertativo-argumentativo, certo? Sobre este gênero textual, podemos dizer que nele você precisa desenvolver um posicionamento de forma clara e coerente, com argumentos aprofundados e bem fundamentados. Como funciona a pontuação, na prova da FUVEST? Nesta prova, a redação vale até 50 pontos (bastante, né?!). Além disso, a prova é corrigida por dois avaliadores. A pontuação é dividida em critérios específicos. São eles: 1. Desenvolvimento do tema e organização do texto Para se sair bem neste critério, é importante seguir corretamente o gênero dissertativo-argumentativo e também apresentar uma boa organização e progressão textual. 2. Coerência dos argumentos e articulação das partes do texto Este critério avalia, basicamente, coesão e coerência textual. Quando falamos de coesão, falamos sobre a organização das frases e dos parágrafos (é bom revisar o uso de conectivos, viu?). A coerência, por sua vez, trata da organização dos argumentos de maneira a deixar o ponto de vista claro, sem contradições. Entendeu?! Correção gramatical e adequação vocabular Aqui não tem segredo nenhum: é só se dar bem no domínio da norma culta da Língua Portuguesa! Molezinha pra você! Ainda falando sobre os critérios, cada um deles tem nota de 1 até 5, porém eles possuem pesos diferentes para a nota final. O primeiro tem peso 4 e os outros dois têm peso 3. Quer saber mais ainda sobre esta prova? Veja alguns temas já cobrados na Redação da FUVEST FUVEST 2018: Devem existir limites para a arte? Tema interessante, que abordava a discussão a respeito das manifestações artísticas (quem não lembra da exposição “Queermuseu”?). FUVEST 2017: O homem saiu de sua menoridade? Eu sei que muitos homens continuam sempre tendo a mente de criança (coff coff coff), mas o tema, neste caso, sugere a reflexão a respeito do pensamento livre e autônomo do ser humano, ou seja, trata da autonomia em si, como indivíduo. FUVEST 2016: As utopias: indispensáveis, inúteis ou nocivas? Tema bastante subjetivo, mas que pede um claro posicionamento do aluno. FUVEST 2015: Camarotização da sociedade brasileira: a segregação das classes sociais e a democracia Se em 2016 o tema era subjetivo, em 2015 a banca cobrou um tema com cunho social, abordando a segregação em diferentes classes sociais. Tem que estar preparado pra tudo, viu?! FUVEST 2014: Situação dos idosos no Brasil e no mundo Este é um tema que continuará sendo atual por bastante tempo, não é mesmo (afinal, todos envelheceremos)? FUVEST 2013: Consumismo Outro tema super coerente (quem é que não sabe que estamos no mês da Black Friday??). E aí, curtiu os temas? Nós sempre procuramos falar sobre temas passados das bancas, para que o aluno veja como a redação é abordada. No caso da Fuvest, vemos que ela pode focar tanto em temas de cunho social quanto em temas mais subjetivos, portanto, é importante praticar bastante a escrita e estar preparado na hora da prova. Tá esperando o quê, então, pra enviar o seu texto pra gente? Leia também: Conjunto de temas cobrados em vestibulares Conclusão de Redação para Vestibulares e Concursos Diferenças e semelhanças entre a redação do ENEM e de vestibulares Dicas para detonar na redação do vestibular

Leia os textos para fazer a sua redação inspirada na Fuvest 2018 Texto 1 As obras de arte assumem a função da representação da cultura de um povo desde os tempos mais remotos da história das civilizações. É através delas que o ser humano transmite uma ideia ou expressão sensível. Contudo algumas obras de arte fogem do conceito de retratação do belo e do sensível, parecendo terem sido feitas para chocar e causar polêmicas. A principal obra do escultor inglês contemporâneo Marc Quinn é uma réplica de sua cabeça feita com cerca de 4,5 litros de seu próprio sangue – extraído ao longo de cinco meses. Uma peça nova é feita a cada cinco anos, e elas ficam armazenadas em um recipiente de refrigeração especialmente desenvolvido para elas. Fonte: gente ig – cultura. Adaptado. Texto 2 Graças aos seus três urubus, a obra “Bandeira Branca” é o acontecimento mais movimentado da 29ª Bienal [2010]. No dia da abertura, manifestantes de ONGs de proteção aos animais se posicionaram diante da instalação segurando cartazes com dizeres que pediam a libertação das aves. Chegaram a ser confundidos com a própria obra. “Me entristece o fato de que apenas os animais estejam sendo ressaltados. Espalharam informações erradas sobre como os urubus estão sendo tratados”, lamenta Nuno Ramos. Na obra, os urubus estão cercados por uma rede de proteção e têm como poleiro várias caixas de som que, de tempos em tempos, tocam uma tradicional marchinha de carnaval. As aves tinham a permanência na Bienal autorizada pelo próprio Ibama, que, depois, voltou atrás, alegando que as instalações estavam inapropriadas para a manutenção dos animais. Denúncias e proibições à parte, a obra de Nuno Ramos ganha sentido e fundamentação apenas na presença dos animais. Sem eles, a obra perde seu estatuto artístico e vira mero cenário, já que os animais são seus principais atores. Fonte: IstoÉ. 08/10/2010. Adaptado. Texto 3 A exposição “Queermuseu Cartografias da Diferença na Arte Brasileira“, realizada desde 15 de agosto no Santander Cultural, em Porto Alegre, foi cancelada após protestos em redes sociais. A mostra ficaria em cartaz até 8 de outubro, mas o espaço cultural cedeu às pressões de internautas. A seleção contava com 270 obras que tratavam de questões de gênero e diferença. Os trabalhos, em diferentes formatos, abordam a temática sexual de formas distintas, por vezes abstratas, noutras, mais explícitas. São assinados por 85 artistas, como Adriana Varejão, Candido Portinari, Ligia Clark, Yuri Firmesa e Leonilson. Fonte: Folha de S.Paulo. 10/09/2017. Adaptado. Texto 4 Nos últimos dias, recebemos diversas manifestações críticas sobre a exposição “Queermuseu – Cartografias da diferença na Arte Brasileira”. Ouvimos as manifestações e entendemos que algumas das obras da exposição “Queermuseu” desrespeitavam símbolos, crenças e pessoas, o que não está em linha com a nossa visão de mundo. Quando a arte não é capaz de gerar inclusão e reflexão positiva, perdeu seu propósito maior, que é elevar a condição humana. Por essa razão, decidimos encerrar a mostra neste domingo, 10/09. Garantimos, no entanto, que seguimos comprometidos com a promoção do debate sobre diversidade e outros grandes temas contemporâneos. Fonte: facebook- SantanderCUltural. Adaptado. Texto 5 A arte é um exercício contínuo de transgressão, principalmente a partir das vanguardas do começo do século 20. Isso dá a ela uma importância social muito grande porque, ao transgredir, ela aponta para novos caminhos e para soluções que ainda não tínhamos imaginado para problemas que muitas vezes sequer conhecíamos. A seleção dos trabalhos dos artistas para a próxima edição do festival [Videobrasil], por exemplo, me fez ver que os artistas estão muito antenados com as diversas crises que estamos vivendo e oferecem uma visão inovadora para o nosso cotidiano e acho que isso é um bom exemplo. Solange Farkas. Fonte: nexojornal. Considerando as ideias apresentadas nos textos e também outras informações que julgar pertinentes, redija uma dissertação em prosa, na qual você exponha seu ponto de vista sobre o tema: Devem existir limites para a arte? Instruções: Leia também: Prepare-se: FUVEST Tema de Redação: Fuvest 2016 Dicas de como fazer uma redação nota 10 na FUVEST Conjunto de temas cobrados em vestibulares

Oi, pessoal, tudo certo? Vocês lembram que a gente já falou aqui sobre o conjunto de temas já cobrados no Enem? Pois bem, chegou a hora de falarmos sobre o conjunto de temas de redação já cobrados em outros vestibulares! Obviamente não conseguiremos falar sobre tooodos os temas de tooodos os vestibulares, mas vamos falar sobre os mais recentes e fazer uma análise de cada um, para entendermos melhor como funcionam os vestibulares. #Partiu então? Vamos começar pela Fuvest? Não temos nenhum motivo especial pra começar por este, além do fato de que UM DOS VESTIBULARES MAIS IMPORTANTES DO BRASIL, cof cof cof. As provas deste vestibular servem como seleção de alunos que visam estudar na Universidade de São Paulo (USP) ou na Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo (FCMSC-SP). Todos os anos são mais de 100 mil estudantes disputando pouco mais de 10 mil vagas. 2017: em 2017 o vestibular da Fuvest trouxe o tema “O homem saiu de sua menoridade?”. Para entender este tema o candidato precisou de bastante interpretação! Basicamente, ele falava sobre o homem sempre se orientar a partir da opinião dos outros. Bastante subjetivo, né? 2016: naquele ano a Fuvest trouxe o tema “As utopias: indispensáveis, inúteis ou nocivas?”. Repare que, novamente, o tema lançou uma pergunta que deveria ser respondida, ou seja, ele obrigatoriamente pedia que você se posicionasse perante o tema! E, novamente, trouxe um assunto bastante subjetivo. 2015: “Camarotização” da sociedade brasileira: a segregação das classes sociais e a democracia”, este foi o tema da redação daquele ano. Apesar de já terem se passado 3 anos, o tema continua bastante atual; aqui, diferente dos outros dois, a Fuvest trouxe um tema com cunho social. Mas peraê, então quer dizer que as bancas não seguem um padrão claro de temas??? A resposta é: depende! Neste caso acima houve uma variação, mas isto nem sempre se aplica. A dica mesmo é estar preparado pra tudo! Vestibular UNICAMP: outra grande porta de entrada para milhares de candidatos. Que tal conhecer um pouco mais sobre os temas deste vestibular? 2017: o aluninho tinha duas opções aqui: carta argumentativa do leitor a um órgão de imprensa sobre Imigração no Brasil; OU artigo sobre uma campanha publicitária para arrecadar fundos para uma biblioteca. Já de cara podemos dizer o óbvio: nada de dissertação. Os gêneros aqui são carta argumentativo e artigo. Um pouco difícil, né? 2016: resenha crítica a partir da leitura de uma fábula; texto de divulgação científica sobre um trecho de um livro do neurocientista António Damásio. #minhanossasenhoradovestibulandosofrido o que são estes temas, minha gente? Está claro que o aluno, pra se dar bem neste vestibular, precisa dominar vários gêneros textuais. 2015: Síntese sobre a humanização no atendimento à saúde; carta-convite de uma reunião escolar para discutir casos de violência nas dependências de um colégio. Tá bom, já chega, né? Não sei vocês, mas a gente acha mais fácil correr pras montanhas do que escrever estas coisas! Claro que com uma forcinha do Redação Online, o aluno consegue se preparar, seja qual for o gênero (hehehe). UNESP: A Unesp também mobiliza milhares de candidatos todos os anos. Vamos conhecer os últimos temas de redação? 2017: naquele ano o tema foi “A riqueza de poucos beneficia a sociedade inteira?” óia os temas de cunho social aí, gente! Bem parecido com a Fuvest, né? 2016: “O conceito de família proposto pelo Estatuto da Família: discriminação contra outros arranjos familiares”. Outro tema atual e de cunho social. Poderia até ser um tema do Enem, se fosse reformulado um pouquinho. 2015: “A redução da maioridade penal contribuirá para a diminuição da criminalidade no Brasil?” mais um tema que lança uma pergunta a ser respondida pelo candidato. Percebemos, portanto, que a Unesp se assemelha muito à Fuvest na questão dos temas cobrados. Claro que trouxemos apenas 3 das muitas universidades que existem neste nosso país tão grande, mas já deu pra ter uma ideia geral de como os temas são cobrados. Alguns seguem a linha do Enem, a maioria traz propostas de textos dissertativos, mas há também vestibulares que pedem a escrita de outros gêneros, então, não basta apenas saber um, é preciso dominar tudo aquilo que a universidade, para a qual você está se preparando, cobra. Sorte a sua que a gente tá aqui pra ajudar e no Redação Online o aluno pode escolher qualquer gênero, tema e prova para se preparar. Vamos lá então? Leia também: Diferenças e semelhanças entre a redação do ENEM e de vestibulares Dicas para detonar na redação do vestibular Conclusão de Redação para Vestibulares

Olá, aluninho! Aqui nós já te ensinamos como escrever uma conclusão de redação sensacional para o ENEM. Mas e para vestibulares e concursos? Achou que íamos te deixar órfão?! Nunca! Vem com a gente que não tem erro! Vamos começar do começo: lendo o que o edital espera de você. Se a prova pediu um texto dissertativo-argumentativo, não tem jeito, você vai ter um posicionamento. E, para que a conclusão de redação fique bem organizada, você pode começar, assim como na conclusão de redação do ENEM, retomando a sua tese. O que vem a seguir é que muda, já que você não tem necessidade de propor ações muito detalhadas. Você pode, inclusive, fazer apenas uma constatação. Tudo vai depender da pesquisa e do estudo que você vai fazer sobre a banca e sobre as provas anteriores. Pra você que tá se preparando pra concurso, a gente já falou um pouco sobre isso, mas nunca é demais reforçar que conhecer o estilo de prova é importante demais. Mas chega de conversinha porque eu sei que você quer um exemplo. Lá vai: “Dessa forma, o capitalismo inerente à maioria das nações contemporâneas trouxe consequências aterradoras para seus cidadãos. A felicidade atribuída ao ato de compras desencadeou diversas mazelas atuais, entre elas a sobreposição do “ter” em relação ao “ser”. Assim, tendo seu valor intrínseco associado às posses, as pessoas começaram a relacionar-se de forma efêmera, em um mundo onde apenas os endinheirados vivem prazeirosamente. Se Descartes vivesse no século XXI, alteraria sua afirmação para ‘Tenho, logo existo’.” Conexão/ conectivo conclusivo: “Dessa forma”. Retomada da tese: “o capitalismo inerente à maioria das nações contemporâneas trouxe consequências aterradoras para seus cidadãos.” (Aqui, a autora do texto reafirmou algo que já foi explicitado na introdução). Constatação: “A felicidade atribuída ao ato de compras desencadeou diversas mazelas atuais, entre elas a sobreposição do “ter” em relação ao “ser”. Assim, tendo seu valor intrínseco associado às posses, as pessoas começaram a relacionar-se de forma efêmera, em um mundo onde apenas os endinheirados vivem prazeirosamente.” A autora trouxe, também, o que chamamos de “floreio”, que é realizado utilizando termos mais simples. Ou seja, um jeito de enfeitar a sua redação. A grande sacada aqui foi ela ter feito isso usando o título do texto. Muito espertinha, não? Ao fazer isso, ela mostrou para o seu corretor que a sua redação está toda conectada, ou seja, tá planejada (de novo, de novo, de novo). Percebeu que não tem soluções para um problema, mas sim uma constatação? “Você quer dizer que eu não posso dar soluções para o problema na conclusão de uma redação de vestibular ou de concurso?” Pode sim, bebê. Mas tudo vai depender do recorte temático que a proposta de redação trouxe e da forma como você construiu a sua introdução e o seu desenvolvimento. Não se esqueça: a conclusão de redação é um reflexo dessas outras duas partes. Tudo precisa se encaixar. E, por fim, como a gente tá aqui para o que der e vier, vamos te dar um exemplo de conclusão de uma redação com tema subjetivo. A proposta pediu uma redação sobre “A melhor fase da vida”, ou seja, um tema super subjetivo e reflexivo, que praticamente zera a possibilidade de se sugerirem propostas elaboradas e completas como as que são feitas no ENEM. Pega este exemplo: “Dessa forma, nada mais justo afirmar que a humanidade, especialmente no contexto vigente, está deixando a vida escorrer em suas mãos sem perceber. O ser humano tende a não refletir sobre o seu presente, valorizando o passado e idealizando o futuro. Porém, seria ignorante e ineficaz comparar a inocência de Narizinho, o crescimento de Capitu e o conhecimento de dona Benta. Melhor do que isso é viver o agora, para que, ao olhar o passado não haja remorso ou vontade de retorno, e sim a saudade de uma fase boa. De todas elas.” Independente do tipo de proposta, percebe que dá para começar a conclusão de redação com um elemento de ligação, né? Então, o tema ser subjetivo não é desculpa para você ter preguiça de pensar em um conectivo bem lindão, hein? No exemplo acima, a autora do texto começou a conclusão com a início básico que falamos até agora, com a reafirmação da tese. Gostou do trecho desse texto? Então confira ele na íntegra: Veja que a autora desse texto usou exemplos literários para resumir o que ela afirmou no desenvolvimento. E se não viesse nenhum exemplo na cabeça? Tudo bem. Poderia trocar por substantivos, como criança, jovem e idoso. Para finalizar, temos ali a cereja do bolo: uma sugestão, que foi feita por meio de uma frase de impacto. Ficou top, né? Se o tema é reflexivo, nada mais legal do que fazer com que o seu corretor termine o texto refletindo sobre o que você disse. Antes que você se autodeprecie e diga que não é capaz de provocar isso em seu leitor, lembre-se que, naquele momento, você também estará refletindo sobre o tema, logo, pode confiar na sua brilhante cabecinha, pois ela também vai ferver diante de questões que nos fazem pensar na vida. Chegamos, então, ao final da nossa série “Redação por partes”. Nem preciso te dizer o que fazer agora, né? É claro que chegou a hora de produzir! Manda logo o seu texto, pois estamos ansiosos para corrigir a sua redação com as 3 partes – introdução, desenvolvimento e conclusão de redação – desenvolvidas lindamente!

O Vestibular UFSC ocorre de 09 a 11/12, ou seja, logo logo está aí. E você já sabe como funciona a redação dessa prova? Todos os vestibulares isolados podem cobrar redações muito difentes umas das outras. Por isso, aqui vamos tratar especificamente do que diferencia a redação UFSC da redação mãe, a dissertação argumentativa do ENEM. Acorda, menino! O ano tá quase acabando! Vamos de Prepare-se: UFSC! via GIPHY A produção avalia a produção textual escrita do candidato a partir de um tema ligado a um texto motivador, de acordo com o gênero textual em pauta (crônica, conto, carta, artigo de opinião, dissertação escolar etc.). Diante das propostas apresentadas, sempre há mais de uma opção, cabe ao candidato examinar criteriosamente os aspectos que envolvem os temas e definir a melhor perspectiva de abordagem, mobilizando os recursos linguísticos que lhe permitam mostrar sua competência comunicativa nesta situação específica de produção textual: a redação de vestibular. Por isso, espera-se que o candidato identifique e desenvolva o tema de acordo com o gênero textual proposto, mas também que demonstre capacidade de organizar as ideias, relacionar informações, dados, construir argumentos e se expressar de forma clara e direta, e até subjetividade, dependendo do gênero cobrado. Os quesitos de correção (que vão de 0 a 10 pontos), são os seguintes: Adequação à proposta – tema e gênero (0,00 a 2,50 pontos): compreender a proposta e desenvolver o tema apresentado de acordo com o gênero cobrado. Utilizar recursos linguísticos apropriados ao tema e ao gênero textual/discursivo da proposta escolhida. Adequar-se ao propósito comunicativo, ao estilo e à composição do gênero textual. Emprego da modalidade escrita na variedade padrão (0,00 a 2,50 pontos): o candidato deve produzir um texto escrito, adequado à variedade padrão da língua. Outras variedades da língua podem ser utilizadas apenas como recurso estilístico e com a finalidade de representar/caracterizar sociolinguisticamente personagens em contextos interacionais específicos. Coerência e coesão (0,00 a 2,50 pontos): as partes do texto devem estar articuladas entre si e ao todo de maneira clara e coerente, distribuídas em parágrafos. O texto deve apresentar relações semânticas pertinentes entre palavras, frases e parágrafos, sem contradições. As partes do texto devem ser encadeadas com continuidade (retomada de elementos no decorrer do texto) e progressão temática (sem circularidade ou redundâncias inexpressivas). Nível de informatividade e de argumentação ou narratividade, de acordo com a proposta (0,00 a 2,50 pontos): o candidato deve demonstrar que dispõe de diversidade e densidade de informações e repertório sociocultural. As informações apresentadas devem ser pertinentes ao tema e ao gênero textual/discursivo da proposta escolhida para sua produção textual; o candidato deve demonstrar que sabe selecionar argumentos e organizá-los de modo convergente, revelando criticidade, situando-se em um universo de referências concretas (ou posicionando-se subjetivamente), sem apresentar noções generalizantes, indeterminadas ou vagas, e fazendo uso de recursos expressivos que marquem sua posição de autoria, em conformidade com o tema e o gênero textual/discursivo da proposta escolhida para sua produção textual. Ó você caindo de sono e o vestibular rosnando pra você. via GIPHY Você pode zerar a redação se: ter fuga total ao tema; plajear; escrever em versos; se indentificar, de alguma forma, na folha de redação; ter letra ilegível. Sobre os temas, sabemos que são sobre atualidades, sobretudo em filosofia, sociologia, história e geografia. Ou seja, as questões humanas são mais a cara da UFSC. A proposta de redação pode ter alguma conexão com os livros cobrados pelo vestibular. O que você achou de nosso texto sobre Prepare-se: UFSC?
O que você precisa saber para fazer AQUELA Redação no vestibular da Unesp. Vamos de Prepare-se: UNESP! A prova de redação da Unesp é realizada, geralmente, na segunda fase do vestibular e costuma cair no segundo dia de provas, que, nesse ano, acontecerá nos dias 17 e 18 de dezembro. Então, tá pronto pra ser bixo? Sim?! Então confira as nossas dicas. Para essa prova é importante que, acima de tudo, que você esteja bem preparado emocionalmente, pois a redação vale muitos pontos e você já estará cansado da maratona de estudos e de provas. Engata a primeira marcha, não dê bobeira e bola pra frente, afinal são 28 pontos em jogo, dentre os 100 totais dos dois dias de segunda fase. A Unesp costuma pedir um texto dissertativo, o que facilita na hora de se preparar para a prova. Só não vale esquecer que uma dissertação é um texto argumentativo, o que te obriga a desenvolver uma ideia (ou questionamento) e, óbvio, a conclusão, que deve estar de acordo com os argumentos expostos. Se você vai prestar mais de um vestibular, com toda certeza vai ver que os critérios de avaliação da redação para a Unesp são bem parecidos com os de outros vestibulares, mas não custa nada darmos uma conferida pra você re-re-re-re-lembrar: Abordagem da proposta e do tema: Nesse item, você vai ser avaliado se o seu texto está articulado com a proposta de redação e com os textos de apoio. Também vai ser avaliado a reflexão que você fez em seu texto, as ideias expostas. Desenvolvimento: Nesse critério, você vai ser avaliado quanto ao modo como construiu sua argumentação, e se seu texto está bem desenvolvido de acordo com a estrutura base de uma dissertação: introdução, desenvolvimento e conclusão. Domínio da escrita: vale ficar atento a esse critério e não perder ponto por bobeira, pois nesse item vai ser avaliado se sua escrita está de acordo com a norma culta da língua e com os elementos de coesão. Por isso, revise seu texto antes de entregar. Sobre os temas, assim como em outros vestibulares, eles são relacionados a assuntos de destaque na mídia e nas redes sociais. Eles são temas de cunho políticos ou sociais, portanto. Aqui, colamos os cinco últimos temas de redação da Unesp, pra você ter uma ideia melhor do que estamos falando: 2016 – Publicação de imagens trágicas: banalização do sofrimento ou forma de sensibilização? – (Esse aqui tá ali embaixo, ó, pra você praticar. Lembrando que esses temas ficam disponíveis dentro da nossa plataforma de correção também). 2015 – O legado da escravidão e o preconceito contra negros no Brasil. 2014 – Corrupção no Congresso Nacional: reflexo da sociedade brasileira? 2013 – Escrever: o trabalho e a inspiração. 2012 – A bajulação: virtude ou defeito? Certamente, você consegue relacionar esses temas com assuntos que rolaram em sua timeline, ou que você viu no jornal nacional, ouviu na parada de ônibus, essas coisas? Por isso, é importante ficar atento e bem atualizado, assim, você não terá grandes surpresas durante a prova. Mas perceba também que os temas podem ter um cunho mais filosófico, como no caso do tema sobre bajulação e também no tema que discute sobre corrupção política (o crime seria reflexo da cultura brasileira). Ah, pra finalizar, se você está preocupado em ser um vacilão e zerar a redação, fique tranquilo: a redação só é anulada em casos muito específicos. Aqui vão eles: fuga do tema, letra ilegível, texto com menos de sete linhas ou identificação da autoria da redação em qualquer ponto da folha. Tema da Redação UNESP 2016: Já escreveu sua redação utilizando o tema da UNESP? Não sabe se é uma redação vencedora? Então envie para nós que nossos corretores ESPECIALIZADOS irão corrigir e comentar para você! O que achou de nosso texto sobre Prepare-se: UNESP?

Prepare-se: FUVEST Já bateu aquele cansaço de fim de ano? Levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima porque a segunda fase da FUVEST tá logo ali, no comecinho de 2018. E se você ainda não sabe como se dar bem na redação, fique ligado nas dicas abaixo. A Fuvest exige uma dissertação argumentativa, o que significa que, além de abordar o tema, você deve se posicionar sobre ele. No entanto, mesmo se tratando da sua opinião, não use a primeira pessoa do singular (eu) no texto, ok? Além disso, na hora de argumentar, não se esqueça de fundamentar a sua redação. Não sabe como fazer isso? Procure sempre trabalhar com exemplos concretos. Caso contrário, sua redação ficará baseada em “achismos”, o que não é legal. A gente sabe que vestibulando tem um monte de coisa para estudar e é exatamente por isso que acreditamos que você tem conhecimento aí guardado na caixola! Antes de olhar para o tema de redação e reproduzir o clássico pensamento “eu não sei nada sobre isso!!!!!”, lembre-se que você é um vestibulando, logo, estudou conteúdos de literatura, geografia, história, filosofia e sociologia e traz na bagagem mais de 10 anos de estudo no ensino regular. Além disso, você não é um ET que acabou de chegar na Terra, o que significa que você tem, pelo menos, a mínima ideia do que está acontecendo à sua volta, né? Além de usar o seu conhecimento, é bacana seguir estas diquinhas maneiras: Leia o título com muita calma e rabisque as palavras-chaves que lhe parecerem importantes; faça o mesmo com os textos motivadores; problematize o tema por meio de perguntas como “qual a ideia central?”, “qual o problema?”, “qual a origem dele?”, “por que persiste?”, “tem solução?”; escreva tudo o que viver na cabeça, buscando fazer associações com com outros conteúdos/coisas que você já conhece planeje o seu texto. Determine, em tópicos, o que vai abordar em cada parágrafo. Pronto! Você já tem o “esqueleto” da sua redação. E como desenvolver os tópicos planejados??? Na introdução, contextualize o tema e delimite a tese. Não lembra o que é tese? Assista esse vídeo:https://youtu.be/E9WxwaPWQk0Essa tese deve ser defendida até o fim do texto. Depois, escolha pelo menos dois bons argumentos e defenda-os um em cada parágrafo do desenvolvimento. Reitero que é muito importante trazer referências que ratifiquem o seu posicionamento. Isto será o diferencial da sua redação: investimento autoral. Na conclusão, retome a tese e ofereça sugestões de solução (caso você esteja lidando com um problema). Além disso, não se esqueça do básico: use uma linguagem objetiva e adequada à norma padrão e use conectivos para que as ideias não fiquem soltas. E como a prática leva à perfeição, chegou a hora de escrever. Manda ver aí e envie sua redação pra nós! Não sei se você sabe, mas a gente corrige! ? E ai, gostou de nosso texto sobre Prepare-se: FUVEST? Beijos!
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