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Lamentável o caso da atriz Larissa Manoela: expôs a realidade dos pais que exploram o trabalho dos filhos. Trabalho de menores de idade e, ainda, sob pressão, pura exploração familiar!
Imediatamente, corremos para lhe entregar este tema para o Enem desta semana. Escreva uma redação dissertativa com o tema “Exploração familiar: sacrifícios emocionais e financeiros enfrentados por jovens no Brasil”. É preciso caprichar na argumentação (se você ainda sofre nessa etapa, veja nossas dicas). E não esqueça as propostas de intervenção, sempre com todos os 5 elementos exigidos.
O que é pressão parental?
Existem dois tipos diferentes de pressão dos pais: negativa e positiva. A pressão negativa é quando os pais usam de abuso verbal, físico ou emocional para que o desempenho dos filhos atenda às suas expectativas.
Já a pressão positiva dos pais, ocorre quando eles encorajam seus filhos por meio de palavras ou ações estimulantes.
Em relação à pressão negativa, os pais costumam ser superprotetores com os filhos, principalmente porque querem mantê-los seguros.
Aliás, é natural que os pais queiram o melhor para os seus filhos. No entanto, às vezes, isso pode levar a uma pressão excessiva, que pode resultar em efeitos negativos na sua saúde física e mental.
Essa situação acontece porque os pais desejam que os filhos vivam de acordo com seus padrões. Além disso, é uma forma de pressão social que força a pessoa a corresponder às expectativas dos pais, e torná-los orgulhosos.
Adaptado de blog abra a sua mente
Pais são presos em RR suspeitos de explorarem filhos para pedir dinheiro em semáforo
Um casal de venezuelanos foi flagrado e preso nesse sábado (25) em Boa Vista suspeito de usar os próprios filhos, um de 5 anos e outro de 3 meses, para pedir dinheiro em um semáforo, caracterizando exploração, segundo a Polícia Militar.
A mãe e o pai, de 20 e 30 anos, colocavam cartazes em volta do pescoço das crianças e ficavam a poucos metros de distância enquanto os filhos pediam esmola. No momento da prisão, por volta das 18h, eles tinham R$ 391 que teriam arrecadado durante todo o dia.
Adaptado de g1 globo
Caso Larissa Manoela: os pais podem usar ou controlar o dinheiro dos filhos menores de idade?
A atriz e cantora Larissa Manoela chocou o país ao revelar, em entrevista exclusiva ao Fantástico, que abriu mão de um patrimônio de R$ 18 milhões para evitar uma briga judicial com os pais, que administravam sua carreira e dinheiro.
A artista, que começou a trabalhar aos quatro anos de idade e já acumula 18 anos de carreira, afirmou que, entre outras questões, só tinha 2% de participação na empresa criada por seus pais para gerenciamento de seus contratos de trabalho e que, mesmo depois da maioridade, precisava pedir dinheiro para pagar contas de valores baixos, como idas para praia.
As declarações de Larissa incendiaram um debate bastante complexo: até que ponto os pais podem utilizar e controlar o dinheiro dos filhos menores de idade?
fonte: g1 globo
Como lidar com a pressão familiar diante dos estudos
Defina a distância entre você e os outros
Nesse sentido, é preciso estabelecer limites para quem mora em família ou mora com os pais e outros membros da família. Você precisa de tempo para suas atividades pessoais – estudar, descansar e descansar. Consequentemente, você precisa priorizar determinadas tarefas em determinados momentos.
Por isso, comunique seus familiares saber que o tempo passarão juntos não será longo, mas existirá. A dica, nesta fase, é sair do ambiente onde há pressão.
Mostre seu planejamento de estudos
Parte da pressão familiar nos seus estudos pode ser evitada contando à família sobre sua rotina e objetivos. Pode haver muitas queixas, como a falta de conhecimento sobre as horas de descanso, metas diárias de estudo e o curso que você deseja.
Afinal, que pais não querem que seus filhos desfrutem de estabilidade financeira e emocional? É essencial demonstrar como todos os seus esforços atuais se traduzirão em benefícios no futuro próximo.
adaptado de: carillon regina
primeiramente, existe um Projeto de Lei que visa a proteger crianças e adolescentes que são fonte de renda para familiares – conheça!
reportagem –
vídeo – sem dúvida, um ótimo repertório para você usar na sua redação: entrevista com uma psicanalista explicando como se resolver a exploração dos pais sobre os filhos.
reportagem – por outro lado, se você vai prestar Enem, pode estar passando por pressão familiar… veja se este caso é familiar (inclua exemplos na sua redação, vale muito a pena!)
legislação – no caso Larissa Manoela é possível que seja aplicada a Lei Maria da Penha – entenda.
vídeo – sem dúvida, não perca esta entrevista com o psicólogo Leo Fraiman: ele fala com firmeza sobre os pais que criam expectativas acadêmicas sobre os filhos!
artigo – além disso, já ouviu falar de “monetização” dos filhos? é quando os pais veem os filhos como fonte de renda; os prejuízos emocionais e psicológicos você pode conhecer aqui.
notícia – ademais, e existe exploração financeira dos pais sobre os filhos em qualquer classe social! veja e cite este caso que aconteceu em BH.
Por fim, mesmo com leis que proíbem o trabalho infantil e juvenil, muitos pais exploram os filhos, que passam por sacrifícios emocionais e financeiros no Brasil.
Pressão para fazer a faculdade que o pai quer, pressão para ser um esportista como a mãe sonhava ser… e ainda servir de fonte de renda aos pais!
Como se pode resolver isso? Estamos curiosos – queremos ver sua redação!
Envie suas redações e receba correção profissional em até 24h. Nossos especialistas aprovados nas melhores universidades vão te ajudar a alcançar a nota máxima.
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A prova de redação da Unicamp 2026, aplicada neste último domingo (30), rapidamente se tornou um dos assuntos mais comentados entre estudantes e especialistas. Isso aconteceu porque, logo na abertura do enunciado, os candidatos se depararam com duas propostas extremamente atuais, socialmente relevantes e que exigiam, sem dúvida, um nível elevado de leitura crítica e domínio dos gêneros textuais. Ambos os temas tratavam de fenômenos que atravessam o cotidiano brasileiro: de um lado, a expansão da chamada “machosfera”, universo digital marcado por discursos de ódio e radicalização masculina; de outro, a importância histórica da CLT e dos direitos trabalhistas, que estruturam a cidadania social no país. Além de surpreender, as propostas reforçaram uma tendência que a Unicamp vem consolidando ao longo dos últimos anos: a de cobrar temas ancorados em debates contemporâneos, que permitem ao estudante demonstrar conhecimento de mundo, repertório sociocultural e capacidade de argumentar de maneira crítica. Por essa razão, compreender o que foi solicitado torna-se essencial para quem deseja não apenas revisar seus acertos, mas também se preparar com estratégia para a edição de 2027. O que caiu na redação da Unicamp 2026? Os candidatos encontraram duas propostas distintas e deveriam escolher apenas uma. Ambas tinham em comum a profundidade temática e a necessidade de observar rigorosamente o gênero textual solicitado. Tema 1 — A expansão da machosfera e o discurso de ódio contra mulheres A primeira proposta exigia um depoimento pessoal narrativo-argumentativo. O estudante precisava narrar um episódio testemunhado em ambientes digitais ligados à machosfera — incluindo grupos incel e redpill — e, a partir disso, refletir criticamente sobre os riscos e consequências dos discursos de ódio contra mulheres. Isso significa que o candidato não podia apenas narrar, mas articular uma experiência verossímil com uma análise consistente do fenômeno, demonstrando consciência social e conhecimento dos mecanismos de violência simbólica e digital. Tema 2 — A importância histórica da CLT A segunda proposta solicitava que o estudante escrevesse uma nota de esclarecimento destinada ao público interno de uma empresa. A tarefa consistia em explicar o significado de “ser CLT” e argumentar sobre a relevância histórica da legislação trabalhista no Brasil. Esse gênero, mais técnico e formal, exige objetividade, clareza terminológica e domínio da função social do texto, já que uma nota interna deve informar, orientar e esclarecer. Ambas as propostas, portanto, exigiram habilidades diferentes, mas igualmente sofisticadas: no primeiro tema, a combinação de narrativa e argumentação; no segundo, a precisão formal e a articulação histórica. O que diziam os textos motivadores da prova? Para além da escolha dos temas, a Unicamp reforçou sua tradição de oferecer coletâneas densas e multirreferenciadas, que ajudassem o candidato a compreender plenamente o contexto de cada proposta. Textos motivadores do tema da machosfera A coletânea incluía: – Trechos da série Adolescência, da Netflix, que aborda a vulnerabilidade de jovens expostos a discursos radicais em fóruns como incels;– Casos reais de ataques motivados por ideologias misóginas, como Elliot Rodger (EUA), Alek Minassian (Canadá) e Jake Davison (Reino Unido);– Leis brasileiras relacionadas ao enfrentamento da violência digital, como a Lei Maria da Penha em sua dimensão online, a Lei Lola Aronovich, a Lei do Sinal Vermelho e a Lei dos Deepfakes;– Reflexão do psicanalista Christian Dunker sobre a vergonha, a solidão e o sofrimento emocional que alimentam comportamentos violentos. Esses textos convidavam o estudante a analisar não apenas episódios isolados, mas um fenômeno complexo em que vulnerabilidade emocional, misoginia e algoritmos digitais se entrelaçam. Textos motivadores do tema da CLT A coletânea trazia: – Explicações sobre a função e o histórico da CLT;– O processo de consolidação de direitos como jornada de 8 horas, férias e FGTS;– O argumento econômico de que direitos trabalhistas não prejudicam o desenvolvimento, mas o fortalecem;– O impacto do 13º salário na economia brasileira e outros dados organizados pelo Dieese. Esses textos davam ao candidato um panorama histórico e estrutural sobre a evolução dos direitos trabalhistas no Brasil, mostrando como a CLT é fundamental para a cidadania social. Como o Redação Online antecipou exatamente esses dois temas Um dos pontos que chamou a atenção após a prova foi que o Redação Online já havia trabalhado exatamente os dois eixos temáticos cobrados pela Unicamp meses antes. Essa antecipação não foi coincidência: ela é resultado de um acompanhamento contínuo das tendências sociais, legislativas e culturais que influenciam os vestibulares. A discussão sobre a cultura incel, por exemplo, foi profundamente abordada no artigo: 🔗 Caminhos para o enfrentamento da cultura incel na sociedade contemporânea Nesse conteúdo, analisamos as origens da machosfera, explicamos como fóruns digitais amplificam a misoginia e discutimos políticas públicas e repertórios fundamentais — como Bauman, Bourdieu e ONU Mulheres — que dialogam diretamente com a proposta da Unicamp. Do mesmo modo, o eixo do trabalho e da proteção trabalhista já havia sido explorado em: 🔗 O fim da escala 6×1: medida válida para a saúde mental dos trabalhadores ou uma intervenção desnecessária? Esse tema discutiu a precarização do trabalho, a saúde mental dos empregados, a função social da legislação trabalhista e o papel da CLT como proteção histórica. Em ambos os casos, os conteúdos ofereceram aos estudantes exatamente o repertório necessário para compreender profundamente as propostas da Unicamp. Além disso, a série Adolescência, utilizada no motivador da prova, também foi analisada de forma detalhada no post: 🔗 Adolescência, da Netflix: como usar a série em redações e o que ela revela sobre a juventude brasileira Essa análise permitiu que os estudantes já tivessem contato prévio com conceitos fundamentais presentes no enunciado. Por que esses dois temas fazem sentido para a Unicamp? Ambos os temas escolhidos refletem movimentos sociais amplos. No caso da machosfera, observa-se um aumento global de discursos antifeministas, reforçados por algoritmos de recomendação e pela lógica de comunidade que valida frustrações e ódios. Por conseguinte, compreender esse fenômeno exige atenção às dinâmicas emocionais, tecnológicas e sociológicas. No tema da CLT, a universidade parece reafirmar a importância de revisitar a história do trabalho no Brasil para entender os avanços sociais e os desafios contemporâneos. Ademais, ao pedir