522 artigos encontrados com a tag “banco de temas de redação”

Cada vez que uma espécie é extinta, o mundo ao nosso redor se desfaz um pouco. As consequências são profundas, não apenas nesses lugares e para essas espécies, mas para todos nós. Estas são perdas consequentes tangíveis, como a polinização das culturas e a purificação da água, mas também espirituais e culturais.

Ah… a polêmica do uso de agrotóxicos! E põe polêmica nisso! Será verdade que adoecem a população? Será verdade que, sem eles, a fome é inevitável? Role a tela e veja o embrolho que envolve esse assunto – é seu tema de redação do Enem desta semana! Assim, sua redação dissertativa argumentativa desta semana deve comentar as “causas e consequências do uso de agrotóxicos”. Além das causas e das consequências, é preciso incluir propostas de intervenção. Bem, o caso está nas suas mãos a partir de agora! TEXTO 1 O mito da superioridade dos orgânicos (…) O pesticida orgânico precisa ser um produto de ocorrência natural. Não pode ser sintético – isto é, uma molécula criada em laboratório. Mas não ser sintético não quer dizer que seja bom ou seguro. Um critério que só leva em conta origem e modo de produção ignora fatores como impacto ambiental ou riscos à saúde. Com isso, acabamos tendo produtos piores e menos eficazes, simplesmente porque são “naturais”. (…) Ademais, vale a pena comprar alimentos orgânicos? Eles são, em média, 40% mais caros que os convencionais, mas seus defensores alegam que são mais saborosos e nutritivos, não contêm resíduos de pesticidas, e que a agricultura orgânica usa modos de produção menos prejudiciais ao ambiente. (…) Assim, como o agricultor não pode usar fungicidas sintéticos, ele se vale do sulfato de cobre, um produto natural, mas muito tóxico. A ingestão de cobre é deletéria para fígado e rins em humanos, e o produto também apresenta toxicidade elevada para pássaros e pequenos mamíferos. O sulfato de cobre não degrada no solo, e pode contaminar rios e lençóis freáticos. É classificado como altamente tóxico para o meio-ambiente, altamente tóxico para microrganismos de solo, e altamente tóxico para animais aquáticos. A bula indica seu armazenamento em local com sinalização de “VENENO” para evitar acidentes. fonte: aprosoja TEXTO 2 Por que o agrotóxico é polêmico? Para ambientalistas, o produto químico muda a naturalidade do ecossistema de onde ele é aplicado, o que cria uma nova população de insetos, bactérias e ervas daninhas que não são necessariamente próprias da região. Se mal aplicado, o agrotóxico também pode atingir lavouras vizinhas, criando problemas para produções orgânicas ou, até mesmo, matar plantações e florestas sensíveis ao produto químico. Isso sem contar os riscos que os trabalhadores rurais correm se o produto não for usado da maneira correta. Além disso, o veneno mal utilizado pode ser responsável pela morte de abelhas, insetos importantíssimos para garantir a polinização das plantas, um processo fundamental no ciclo da agricultura. Ademais, outro ponto é que o agrotóxico pode deixar resíduos nos alimentos e no lençol freático, atingindo água de rios. No caso da comida, em alguns casos, o pesticida fica apenas na casca do produto, podendo ser eliminado em uma lavagem. Assim, em outras situações, ele age dentro do organismo da planta e de seus frutos, e não é possível eliminar 100% desse residual. Adaptado de: g1 globo TEXTO 3 Reginaldo Minaré, diretor técnico-adjunto da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), reconhece que os pesticidas são produtos químicos perigosos e, por isso, “precisam ser manuseados com cuidado”. Entretanto, ressalva que, considerando o volume aplicado no país, o trabalhador está até “bastante protegido”. “Temos a preocupação de preparar os agricultores e de fornecer assistência técnica para que façam uso adequado dessas substâncias, essenciais para a agricultura nacional”, diz. O Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) capacitou mais de 200 mil trabalhadores rurais para o uso de agrotóxicos na última década, segundo Minaré – há no Brasil 15 milhões de pessoas ocupadas em estabelecimentos agropecuários, conforme o Censo Agro 2017, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Ademais, o diretor da CNA defende que é preciso ampliar a conscientização sobre o emprego correto dos equipamentos. “Mas não vejo despreparo dos trabalhadores. Estamos caminhando para um patamar interessante de segurança.” fonte: Yuri Vasconcelos e Frances Jones, pesquisa Fapesp em https://revistapesquisa.fapesp.br/agrotoxicos-podem-afetar-a-saude-de-trabalhadores-rurais/ Repertórios socioculturais relacionados ao tema “Causas e consequências do uso de agrotóxicos” livro – o livro Agradeça aos agrotóxicos por estar vivo, do jornalista Nicholas Vital, é leitura obrigatória, até para leigos; resultou de uma vasta e séria pesquisa que comprova o título. estatísticas – O Guia do Estudante tem números interessantes para ajudar no repertório sobre agrotóxicos, não perca! vídeo – o professor Thiago Maia, do RJ, é muito didático ao explicar o que agricultura orgânica tem a ver com agrotóxicos – assista ao vídeo! https://www.youtube.com/watch?v=vwLN0UJocMY 1 – reportagem – o site CropLife Brasil responde se os pesticidas ficam nos alimentos, e derruba outros mitos sobre eles; pode usar como repertório: a CropLife Brasil reúne especialistas em pesquisa e desenvolvimento de tecnologias para a produção agrícola sustentável! 2- reportagem – se precisar de repertório para embasar as consequências dos defensivos agrícolas, este artigo do Estadão tem tudo. 3 – reportagem – pode ser que outros países usem mais pesticidas que o Brasil; pelo menos é o que diz o artigo da Confederação de Agricultura e Pecuária do Brasil. 4 – vídeo – há casos em que os pesticidas adoecem os trabalhadores, e você vai ver tudo sobre isso nesta reportagem. 5 – vídeo – um debate cheio de repertório para sua redação sobre os defensivos agrícolas (os agrotóxicos), no ótimo canal da USP Talks. 6 – notícia – se você acha que a polêmica é pouca, saiba que o Senado facilitou a importação de agrotóxicos no Brasil. 7 – vídeo – uma verdadeira aula cheia de repertório de estudiosos, sobre os agrotóxicos, organizada pelo pessoal da UFSC. Falar de causas e consequências do uso dos agrotóxicos não é fácil. Assim, quer dizer, não pra você, afinal você já tem todo o material necessário. E sua redação? Vai enviar para nossos corretores? Queremos ver seu nome aqui, hein…

O problema [do fanatismo] surge quando tal admiração atinge um ponto em que o fã não consegue tolerar aquilo que é diferente ou antagônico a seu objeto de fanatismo.

No passado, os humoristas Rafinha Bastos e Danilo Gentili contaram piadas machistas na TV, e tiveram problemas com isso. Por sua vez, o saudoso humorista Jô Soares divertiu gerações com seus personagens gays. Assim, para você, tem graça esse tipo de humor que envolve estereótipos de gênero? Pode parecer uma pergunta fácil de responder, mas não é, não: onde entra a liberdade de expressão nessa hora? Então, temos abaixo opiniões variadas sobre o fato, inclusive do próprio Jô Soares. Use-as para escrever uma redação dissertativa-argumentativa sobre o tema “O uso de estereótipos de gênero no humor da mídia brasileira”. Pense em argumentos fortes e propostas de intervenção. O uso de estereótipos de gênero no humor na mídia brasileira – Texto 1 Significado de Humor n.m. 1. Ação de rir ou de fazer outra pessoa rir; 2. Característica ou atributo do que é engraçado ou divertido; graça, jocosidade ou jovialidade; 3. Ânimo, estado de espírito ou disposição de um indivíduo num dado momento; 4. Aptidão ou competência para admirar o que é jocoso ou cómico. (Etm. do inglês: humour) Fonte: lexico – humor O uso de estereótipos de gênero no humor na mídia brasileira – Texto 2 A (re)produção do estereótipo nas piadas: sobre os sentidos do humor Quer seja para tornar-se a todos acessível a compreensão ou como reprodutor dos discursos que circulam clandestinamente, o humor sempre tem à mão o estereótipo como provocador do riso. No caso do humor com o homossexual ele desenha uma identidade para esse grupo social que quase sempre se traduz numa atitude de desvalor para com aqueles sujeitos que a ele pertencem. Ademais, o indivíduo homossexual torna-se preso a uma identidade que lhe é imposta de forma preconcebida e vê-se tolhido de viver muitas vezes uma sexualidade plena e livre de limitações afetivas e sociais. As limitações presentes nas relações homoeróticas são prejudiciais também aos indivíduos heterossexuais que precisam entrincheirarem-se em suas identidades convencionalmente “estáveis”; o que delimita sua visão prática da sexualidade. Então, enunciar o homossexual como efeminado, frágil, pervertido e fútil tem sido uma regularidade no discurso humorístico. Logo, este é, sem dúvida, um estereótipo que traz consigo uma discursivização sobre homossexual cujos efeitos incidem sobre a maneira como estes sujeitos vivem e constituem sua sexualidade enquanto prática social. Fonte: revista uepb edu O uso de estereótipos de gênero no humor na mídia brasileira – Texto 3 Humor como contestação: a desconstrução de estereótipos preconceituosos da mulher nos vídeos do canal porta dos fundos Ao analisarmos dois vídeos do canal humorístico Porta dos Fundos, que propõe a inversão do papel da mulher e do homem em situações bastante comuns no dia a dia, percebemos como ainda é difícil ser mulher na sociedade atual. Pouco parece ter evoluído: ainda cultua-se o machismo como religião; ainda desfaz-se por completo dos desejos, realizações e aspirações femininas; ainda atribui-se um lugar desigual às mulheres, em relação aos homens, de maneira cega. A ideologia dominante e os estereótipos criados por ela são amplamente aceitos e propagados, sem pensamento crítico ou questionamento, causando sofrimento, medo e angústia. Ademais, é chegado o momento que canais como o Porta dos Fundos venham estampar, através do humor, o absurdo escondido detrás deste véu colocado sobre nossos olhos. Ao propor inversões de papéis e quebras de expectativas, o canal escancara comportamentos degradantes e ridiculariza a ação robótica de grande parte da sociedade. Assim, graças a canais como estes e os movimentos feministas, as mulheres hoje conseguem se apoderar um pouco mais de suas próprias vidas, se sentindo, pelo menos, capazes de reclamar, gritar, reagir, ao se verem alvo de comportamentos machistas e que as desqualificam. Só o fato de se sentirem capazes de reagir já demonstra um passo no caminho da libertação. Fonte: caderno paic fae O uso de estereótipos de gênero no humor na mídia brasileira – Texto 4 Fábio Porchat: “Para que fazer piada de loira burra em 2020?” O humorista defende a renovação das piadas à medida que a sociedade evolui. “Os tempos mudam. Está mudando no humor, na propaganda, na medicina. Está mudando para todo mundo. Você tem que ficar atento para não envelhecer. Ainda mais o humorista. Se tem uma coisa que envelhece é o humor. Se você assiste um negócio de 10 anos atrás, é mais difícil dar risada. Você tem que ficar muito atento com o que acontece em sua volta, não só as situações curiosas e engraçadas do dia a dia, mas também de como o mundo está. Temos que ver como o mundo está caminhando e como poder brincar com isso, sem ofender ninguém. As pessoas falam: ‘Ah, mas eu não posso mais contar piada de gordo?’. Claro que pode, mas não do jeito que se fazia há 20 anos. Você não pode mais diminuir e humilhar as pessoas. Não pode fazer o gay virar chacota por ele ser gay”, justifica. Fonte: revista quem glob – fabio porchat para que fazer piada de loira burra em 2020 O uso de estereótipos de gênero no humor na mídia brasileira – Texto 5 “Nada descreve melhor o caráter dos homens do que aquilo que eles acham ridículo”- Frase de Goethe (1749-1832), escritor alemão. Repertórios socioculturais relacionados ao tema “O uso de estereótipos de gênero no humor da mídia brasileira” Livro – Do que riem as pessoas inteligentes?, de Manfred Geier, mostra quais os motivos de risada em todas as épocas. Opinião – escolhemos para você a opinião de uma advogada sobre o humor que usa o estereótipo gay. Vídeo – Jô Soares era bem claro quanto a fazer humor com estereótipos, não deixe de ver este trecho de sua entrevista! Informativo – você precisa visitar esta página criada por alunos do curso de Comunicação da UEM – eles mostram os personagens de Jô Soares e Chico Anísio que fizeram sucesso com humor sobre gays. Llivro-tese – leia este estudo completo, realizado para a UnB, sobre o que está por trás do humor que envolve homossexuais na mídia. Reportagem – ótimo artigo

Qualquer dorzinha e a gente já busca o Dr. Google para saber o que pode ser! Cuidado com a cibercondria, ein? Assim, antes que vire tema de redação, mostramos hoje os impactos de se buscar diagnóstico médico na internet! Então, para esta semana você vai escrever uma dissertação-argumentativa sobre a “cibercondria e os impactos do diagnóstico pela internet à saúde”. Assim, os textos de apoio, abaixo, têm todo o conteúdo que você precisa. Inclua suas propostas de intervenção, não esqueça. Texto 1 Você sabe o que é cibercondria? Os hipocondríacos da era digital resolvem estabelecer diagnósticos de forma onipotente. Fazem buscas pela internet e baseiam-se em sintomas, relatos do mundo virtual, informações em exames realizados em momentos diferentes, e experimentação de remédios, para determinar as suas doenças. Dessa forma, a pessoa acredita que esta é uma maneira eficiente para solucionar problemas de saúde, e deixa de procurar a ajuda especializada dos médicos. Alguns cibercondríacos vão ao consultório levando o seu diagnóstico definido, e exigem um tratamento avançado para o problema que acreditam ter. E não é raro esses pacientes se recusarem a passar pela avaliação do médico. Adaptado de: Santa casa sp Texto 2 O ‘doutor Google’ não é tão prejudicial quanto os médicos acham, avaliam pesquisadores Os resultados*, publicados na revista científica “Jama Network Open” no fim de março, mostravam que os participantes, depois de navegar na rede, tinham mais chances de acertar o diagnóstico e na triagem. David Levine, o médico que liderou o estudo, afirmou que costuma receber pacientes que dizem que o procuraram porque uma busca na web os convencera de que tinham câncer: “a pergunta que queria ver respondida era se todos são assim e nosso trabalho sugere que não há problemas em concordar que nossos pacientes pesquisem no Google. Na verdade, pode até ser benéfico”. Ademais, em 2018, levantamento feito pelo médico australiano Anthony M. Cocco já antecipava tal cenário. Quase 80% dos que pesquisavam os sintomas e as doenças relatavam que a investigação preliminar tinha sido uma ferramenta útil para terem elementos para discorrer sobre seu problema e entender o que o médico dizia. Então, moral da história: será inócuo tentar impedir uma consulta ao “doutor Google”, porque as pessoas não deixarão de fazê-lo. *referentes a um estudo de pesquisadores da faculdade de medicina de Harvard sobre o impacto “cibercondria” Adaptado de: g1 globo Repertórios socioculturais relacionados ao tema “Cibercondria e os impactos do diagnóstico pela internet à saúde” estatísticas – números sempre ajudam na hora do repertório e este artigo está cheio deles. documentário – “Diagnóstico” é uma série em que pacientes com os mesmos problemas de saúde se encontram na internet; será que conseguem obter diagnósticos confiáveis? assista! reportagem – uma consulta com o Dr. Google pode ter suas vantagens, sim! veja neste artigo! vídeo – este médico psiquiatra tem um alerta importante sobre a cibercondria, que pode virar repertório. estatística – você deve estar curioso para saber quais as doenças mais buscadas no Dr. Google… veja-as aqui! estudo – este é um periódico escrito por alunos da Universidade Estácio de Sá sobre o impacto da cibercondria em estudantes universitários – aproveite os ótimos dados e gráficos! música – o clássico do rock nacional “O Pulso”, dos Titãs, menciona a hipocondria – inspire-se para a redação. https://youtu.be/PH3kNbvjN9E reportagem – você encontra neste artigo um relato bem-humorado de médica sobre a cibercondria, bem como um histórico sobre como a hipocondria já criou pânico antes da internet existir. É isso: da próxima vez que você pensar em consultar o Dr. Google para saber o que é aquela dorzinha, lembre-se deste tema – a cibercondria e os impactos do diagnóstico pela internet para a saúde. Então, conta uma coisa pra gente: ter sua redação corrigida por professores seria bom? Envie a sua para nossos corretores e entenderá como conseguir nota 1000 na redação do Enem!

Respeito é bom e todo mundo gosta. Até criança! Aí é que está o problema: nem sempre a personalidade da criança é respeitada. Assim, o que pode acontecer com um adulto que foi desrespeitado na infância? Desse modo, é sobre isso a redação desta semana: “a importância do respeito à personalidade da criança em sua criação”. Planeje direitinho seu texto dissertativo argumentativo para o Enem, inclua nele seus argumentos e propostas de intervenção para minimizar esse problema. Então, para ajudar, escolhemos textos e organizamos para você, junto com repertórios! Assim, é só ler e usar! TEXTO 1 A importância de se respeitar a personalidade da criança O tempo de desenvolvimento da criança é assunto recorrente nessa praça. Infelizmente, a falta de respeito com elas tem me chamado a atenção. Hoje, há uma pressão para que a criança se enquadre em determinados parâmetros impostos pela sociedade desde o nascimento. Ela deve ser sempre feliz, sorridente, extrovertida, sociável e obediente – todos os dias e o dia todo. Timidez tem sido comparada a um pecado social. Há poucos dias, eu e minha filha presenciamos uma triste cena no supermercado: uma senhora foi brincar com uma criança que estava na fila e se escondeu entre as pernas da mãe. A tia, que a acompanhava, começou a brigar com a menina, chamando-a de bicho do mato, sem educação etc. Quanto mais a tal tia falava, mais a menina se encolhia. A minha filha, que também é um pouco tímida, olhou para mim e disse “mamãe, por que a moça está falando isso tudo para ela? Ela só está com vergonha e acho que está ficando muito assustada”. Naquele momento, ficou claro o desrespeito quanto ao tempo e à personalidade da criança. Sim, a criança deve ser educada, porém, ela tem o direito de ter dias – ou momentos – de mau humor, de tristeza, de “levadeza”ou até “braveza”. Fonte: na pracinha – a importância de se respeitar TEXTO 2 “(…) as crianças devem ser respeitadas como personalidades sociais e humanas de primeira grandeza. Por exemplo, nós achamos natural entrar [em algum lugar] e dizer às crianças: “O que vocês estão fazendo?”, “Por que você fez isso?”. Com grande frequência a criança não sabe responder. Essa interrupção abrupta não é sinal de respeito. Fazemos isso porque achamos que a personalidade da criança é inferior. Nisso estamos errados”. Maria Montessori (1870-1952) foi uma pedagoga e médica italiana, criadora do “Método Montessori” baseado na formação integral do jovem. TEXTO 3 Fonte: to gov – violência doméstica infantil e uma realidade preocupante nos lares brasileiros TEXTO 4 A partir do século XV, a preocupação com o sentimento infantil possibilita o surgimento de uma série de disposições legais, que mesmo sendo pouco aplicadas, essa legislação reforça algumas preocupações concretas com relação à proteção das crianças. Importante ressaltar que a evolução dos sentimentos com relação às crianças por parte do adultos em toda a Europa não foi manifestada de forma linear. Segundo os autores, “na França, por exemplo, o século XVII é um momento se não de reação, pelo menos de contenção. As convulsões políticas e religiosas constituem os sintomas de uma profunda crise de valores”. Há, nesse momento, inúmeras mudanças sociais. Então, a mudança cultural e social dessa época desperta o interesse pela educação. A Igreja e o Estado se encarregaram do campo educacional. Foram oferecidos alguns conhecimentos que os pais não seriam capazes de transmitir aos filhos. O casal, almejando o progresso dos filhos, era auxiliado pela Igreja e pelo Estado a deixar grande parte de seu encargo de educadores aos orientadores fornecidos por aquelas Instituições. Fonte: fdcl – a criança e a sociedade medieval Repertórios socioculturais relacionados ao tema “A importância do respeito à personalidade da criança em sua criação” Livro – O direito de ser criança, de David J. Smith, conta como é a questão do respeito ao mundo infantil em várias partes do mundo. Informativo – a personalidade da criança pode estar sendo afetada negativamente pelo ambiente em que vive; neste artigo importante você vê quais riscos ela corre Vídeo – uma entrevista completa com uma psicanalista sobre como podemos respeitar a personalidade das crianças. Informativo – conheça aqui os tipos de negligência contra crianças que podem passar despercebidos. Vídeo – este é um documentário ótimo do Unicef, feito com pais de vários países, que comenta sobre o desrespeito à personalidade da criança em forma de negligência. Informativo – a Unicef diz neste artigo quais os direitos da criança. Estatística – veja aqui tabelas que mostram o impacto da negligência sobre crianças pequenas. Vídeo – a psiquiatra Ana Beatriz Barbosa explica em detalhes como é formada a personalidade da criança. Confira: Assim, aí está um material perfeito para te ajudar a escrever sobre a importância do respeito à personalidade da criança. A equipe do Redação Online é apaixonada por organizar material de temas que possam cair na redação do Enem, de vestibulares e de concursos! E nossos corretores amam ajudar os alunos a chegar na nota 1000. Então, conheça o nosso serviço de correção de redações!

O tema da redação Enem 2022 foi “Desafios para a valorização de comunidades e povos tradicionais no Brasil”. Sendo assim, um tema bem adequado ao nível médio e presente na mídia constantemente. Então, vamos analisar passo a passo a prova e você vai entender o que poderia ser escrito na redação – continue lendo! Como de praxe, o Enem pedia uma dissertação-argumentativa sobre esse tema, incluindo proposta de intervenção respeitando direitos humanos. Analisando a prova de redação Enem 2022 “Desafios para a valorização de comunidades e povos tradicionais no Brasil” pressupõe que nossos povos tradicionais não têm sido suficientemente valorizados, percebeu? Muito bem… e qual seria o real valor dos povos tradicionais para o Brasil? Será que serviriam apenas como lembrança de um tempo distante, colonial? Não seriam importantes para o mundo de hoje? O candidato já poderia pensar num valor concreto: social, cultural… quem sabe econômico, também. Como repertório, vai bem comentar a importância econômica das quebradeiras de coco de Sergipe! Vamos agora pedir ajuda aos textos de apoio, que você pode conferir na íntegra aqui! Texto 1 do tema do Enem 2022 Esse é um texto jornalístico. A novidade que este texto traz é a lista de outros povos tradicionais, que não indígenas e quilombolas! E como usar essas informações? O candidato já poderia argumentar sobre comércio e modos de produção que envolvem essas comunidades, ou sua participação na conservação da biodiversidade. E poderia já aplicar o tema central, lembra? Qual seria o valor desses povos todos? Os indígenas são fundamentais, por exemplo, para frear o desmatamento – aqui estão as estatísticas que são ótimo repertório. Auxílio governamental e criatividade o brasileiro tem de sobra! Veja como esse raciocínio já daria ao candidato não só a argumentação de parte da redação, como ideia de proposta de intervenção! Texto 2 Neste infográfico do Ministério Público Federal há números que indicam a localização dessas famílias de povos tradicionais no Brasil. Cada aluno o interpretaria do seu modo, mas seria fácil aproveitar os números na redação. Vemos que a maior parte dos indígenas ficam no estado do AM e MS, onde há áreas verdes mais conservadas no país. Faz sentido. Os quilombolas e os povos de terreiro estão mais presentes na BA, o que tem relação com a intensa presença de etnias de matriz africana neste estado. Por falar em etnias de matriz africana, um bom repertório nessa hora é citar a influência cultural que os escravos africanos deixaram, por exemplo, com o candomblé! Bem, quando o candidato analisa esses dados, automaticamente se lembra do aspecto da conservação ambiental. E é um momento ideal para outro repertório: os números que mostram como o Brasil conserva seus biomas. O que o candidato deduziria nesse momento para colocar na redação sobre o tema do Enem 2022? Que essa conservação depende da presença desses povos tradicionais nessas localidades – desaparecendo os povos tradicionais, o meio ambiente desaparece também. Não estávamos falando de valor desses povos? Aí está um valor: a conservação ambiental sustentável. Agora vem uma “sacada” de um candidato atento! Povos tradicionais são seres humanos, e podem afetar involuntariamente os biomas onde vivem. Esse risco existe sempre. Por que não pensar numa ação educativa para que essa simbiose se mantenha?! Caminho aberto para ideias para a proposta de intervenção! Texto 3 Agora temos um texto extraído do site do Ministério do Desenvolvimento Social no tema de redação do Enem 2022. Nele ficamos sabendo da criação da Política Nacional de Desenvolvimento Sustentável dos Povos e Comunidades Tradicionais, para reconhecer e preservar outras formas de organização social por parte do Estado. Seria boa hora de o candidato elogiar essa Política Nacional, pois já é meio caminho andado para se eliminar os riscos de desaparecimento desses povos ou de seus biomas, concorda? O Sebrae, aliás, dá sua ajuda e isso poderia ser usado como repertório! Mais ideias para a proposta de intervenção estão aí! Texto 4 O último texto: extraído de um site informativo sobre a Amazônia. Nele vemos a Carta da Amazônia 2021 que foi entregue aos participantes da COP26. Nela o candidato fica sabendo que algumas entidades de povos tradicionais da Amazônia não aceitam seguir somente a lógica do mercado com leis que ameaçam seus direitos que podem ser usados no tema de redação do Enem 2022. Um candidato atento teria notado que esses povos não são contra modos que chamamos capitalistas de produção, não! Desde que sejam consideradas a experiência de cada um dos povos tradicionais locais e a cultura histórica de cada um, estão abertos a propostas! E já que aceitam evoluir em seu modo de vida, é uma ótima oportunidade para se imaginar propostas de intervenção que lhes agradariam! Vale citar como repertório a participação da China juntamente com o governo do Pará no desenvolvimento econômico dos povos tradicionais daquela região! O que poderia ser escrito na redação Enem 2022 com esse tema É verdade que a proposta não ofereceu nenhuma informação sobre quais problemas reais são vividos pelos povos tradicionais, então… isso fica por conta do conhecimento do aluno e de suas deduções. Então, problemas envolvendo comunidades tradicionais que poderiam ser mencionados no tema de redação do Enem 2022: Reunindo, agora, os problemas enfrentados por eles e a importância (valor) deles para o Brasil, além de soluções possíveis, podemos imaginar uma estrutura assim: Além disso, confira também nosso vídeo sobre o tema do Enem 2022: Então, você acabou de ver, que na prova de redação do Enem é importante ler e pensar sobre o que é fornecido. Assim é que as ideias virão à sua cabeça. O que acha? Foi bom fazermos a análise do tema de redação do Enem 2022? Desse modo, quando quiser melhorar sua redação, lembre-se do nosso serviço de correção! Além disso, se quiser descobrir gratuitamente a sua nota na redação do Enem 2022, clique aqui! Veja alguns artigos relacionados que podem te interessar: Confira as principais dúvidas sobre temas de redação do Enem:

Confira a proposta de redação cobrada no Enem 2022! Após isso, confira a nossa análise sobre a proposta! INSTRUÇÕES PARA A REDAÇÃO TEXTO l Você sabe quais são povos e comunidades tradicionais brasileiros? Talvez indígenas e quilombolas sejam os primeiros que passam pela cabeça, mas, na verdade, além deles, existem 26 reconhecidos oficialmente e muitos outros que ainda não foram incluídos na legislação. São pescadores artesanais, quebradeiras de coco babaçu, apanhadores de flores sempre-vivas, caatingueiros, extrativistas, para citar alguns, todos considerados culturalmente diferenciados, capazes de se reconhecerem entre si. Para uma pesquisadora da UnB, essas populações consideram a como uma mãe, e há uma relação de reciprocidade com a natureza. Nesta troca, a natureza fornece “alimento, um lugar saudável para habitar, para ter água. E eles se responsabilizam por cuidar dela, por tirar dela apenas o suficiente para viver bem e respeitam o tempo de regeneração da própria natureza”, diz. Disponível em g1 globo Acesso em 17 jun. 2022 (adaptado). TEXTO II Povos e comunidades tradicionais O Ministério do Desenvolvimento Social (MDS) preside, desde 2007, a Comissão Nacional de Desenvolvimento Sustentável das Comunidades Tradicionais (CNPCT), criada em 2006. Fruto dos trabalhos da CNPCT, foi instituída, por meio do Decreto 6.040, de 7 de fevereiro de 2017, a Política Nacional de Desenvolvimento Sustentável dos Povos e Comunidades Tradicionais (PNPCT). A PNPCT foi criada em um contexto de busca de reconhecimento e preservação de outras formas de organização social por parte do Estado. Disponível em mds gov br. Acesso em 17 jun. 2022 (adaptado). TEXTO III Carta da Amazônia 2021 Aos participantes da 26ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas Não podia ser mais estratégico para nós, Povos Indígenas, Populações e Comunidades Tradicionais brasileiras, reafirmarmos a defesa da sociobiodiversidade amazônica neste momento em que o mundo volta a debater a crise climática na COP26. Uma crise que atinge, em todos os contextos, os viventes da Terra! Nossos territórios protegidos e direitos respeitados são reivindicações dos movimentos sociais e ambientais brasileiros. Não compactuamos com qualquer tentativa e estratégia baseada somente na lógica do mercado, com empresas que apoiam legislações ambientais que ameacem os nossos direitos e com mecanismos de financiamento que não condizem com nossa realidade dos nossos territórios. Propomos o que temos de melhor: a experiência das nossas sociedades e culturas históricas, construídas com base em nossos saberes tradicionais e ancestrais, além do nosso profundo conhecimento da natureza. Inovação, para nós, não pode resultar em processos que venham a ameaçar nossos territórios, nossas formas tradicionais e harmônicas de viver e produzir. Amazônia, Brasil, 20 de Outubro de 2021. Entidades signatárias: CNS; Coiab; Conaq; MIQCB; Coica; ANA Amazônia e Confrem; Disponível em s3 amazonaws . Acesso em 17 jun. 2022 (adaptado). PROPOSTA DE REDAÇÃO A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da lingua portuguesa sobre o tema “Desafios para a valorização de comunidades e povos tradicionais no Brasil”, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa argumentos e fatos para a defesa de seu ponto de vista. Exemplo de redação para o tema do Enem 2022: “Desafios para a valorização de comunidades e povos tradicionais no Brasil” De acordo com o decreto nº 6040, editado em 2007, observa-se que os povos e comunidades tradicionais são grupos os quais possuem cultura e organização social própria, além de ocuparem territórios e utilizarem recursos naturais de forma sustentável. Porém, há desafios que precisam ser ultrapassados para a valorização dessas comunidades no Brasil, tais como a negligência governamental e a exploração de terras demarcadas. De início, é válido apontar a negligência governamental como uma das causas do problema. Desde 2018, por exemplo, nenhuma nova terra indígena ou quilombola foi demarcada pelo atual governo. Assim, sem o reconhecimento e a proteção governamental, comunidades tradicionais seguem vivendo em condições precárias de segurança. Isso ocorre por conta das recorrentes perseguições – como as ocorridas no Maranhão neste ano, as quais acarretaram a morte de três indígenas em menos de duas semanas. Sendo assim,percebe-se que tais povos não têm a sua cultura valorizada. Ademais, a exploração de terras nas quais vivem esses povos é outro fator a ser discutido. Segundo o antropólogo Darcy Ribeiro, “O Brasil, último país a acabar com a escravidão, tem uma perversidade intrínseca na sua herança”. Em consonância com a citação, sabe-se que os quilombos surgiram na época da escravidão no Brasil colônia. Neles havia a reunião e as práticas de atividades culturais e religiosas, além de servirem como um ambiente de refúgio e de proteção para africanos escravizados e seus descendentes. Entretanto, apesar de existirem esses espaços até os dias de hoje, eles são ameaçados devido à expansão do agronegócio, que, cada vez mais, deseja buscar novas terras para seus empreendimentos, invadindo as áreas de preservação e reparação cultural dos quilombos. Dessa forma, é necessário conservar tais ambientes. Portanto, são necessárias ações para resolver a problemática da valorização de comunidades e povos tradicionais brasileiros. Para isso, o governo federal, o qual se eximiu da tarefa desde o ano de 2018, deve demarcar áreas de conservação das comunidades tradicionais, por meio de leis feitas pelo poder legislativo, a fim de garantir a proteção dos grupos minoritários. Ademais, deve haver forte fiscalização, com o objetivo de evitar invasões nessas áreas. Dessa forma, espera-se uma diminuição da herança perversa brasileira citada por Darcy.

Todo indivíduo preso um dia sairá do sistema prisional. E aí? Ele precisa voltar à sociedade de alguma forma. Então, você o contrataria? Por que sim, ou por que não? Questão complexa essa, ein! E por falar em questão complexa, é melhor já ir treinando para não ficar surpreso se cair na prova de redação do Enem! Desta vez você vai escrever uma dissertação-argumentativa sobre “a estigmatização do preso e a importância da sua ressocialização”. Assim, dê uma lida nos textos de apoio, que são muito bons e dê uma proposta de intervenção para o caso. Texto 1 sobre ressocialização Depois das grades: um reflexo da cultura prisional em indivíduos libertos (…) A sociedade marginaliza o recluso e configura um estigma a partir da construção de uma identidade pautada na imagem de ex-presidiário. Como uma das consequências, eles normalmente permanecem desempregados, sentem-se desamparados e com baixa auto-estima. (…) a pena não ressocializa, mas estigmatiza, não limpa, mas macula, como tantas vezes se tem lembrado aos “expiacionistas”, que é mais difícil ressocializar uma pessoa que sofreu uma pena do que outra que não teve essa amarga experiência, que a sociedade não pergunta por que uma pessoa esteve em um estabelecimento penitenciário, mas apenas se lá esteve ou não. Fonte: adaptado de pepsic bvsalud – scielo Texto 2 Noruega consegue reabilitar 80% de seus criminosos A taxa de reincidência de prisioneiros libertados nos Estados Unidos é de 60%. Na Inglaterra, é de 50% (a média europeia é de 55%). A taxa de reincidência na Noruega é de 20% (16% em uma prisão apelidada de “ilha paradisíaca” pelos jornais americanos, que abriga assassinos, estupradores, traficantes e outros criminosos de peso). Os EUA têm 730 prisioneiros por 100 mil habitantes. Essa taxa é bem menor nos países escandinavos: Suécia (70 presos/100 mil habitantes), Noruega (73/100 mil) e Dinamarca (74/100 mil). Mais ao Sul, a europeia Holanda tem uma taxa de 87/100 mil, e uma situação peculiar: o sistema penitenciário do país tem “capacidade ociosa” e celas estão disponíveis para aluguel A Bélgica já alugou espaço em uma prisão da Holanda para 500 prisioneiros. Ou seja, o melhor espelho para os interessados de qualquer país em melhorar seus próprios sistemas, está na Escandinávia e arredores, não nos Estados Unidos. Três teorias A diferença entre os países está nas teorias que sustentam seus sistemas de execução penal. Segundo o projeto de reforma do sistema penal e prisional americano, descritos na Wikipédia, eles se baseiam em três teorias: 1) Teoria da “retribuição, vingança e retaliação”, baseada na filosofia do “olho por olho, dente por dente”; assim, a justiça para um crime de morte é a pena de morte, em sua expressão mais forte; 2) Teoria da dissuasão (deterrence) que é uma retaliação contra o criminoso e uma ameaça a outros, tentados a cometer o mesmo crime; em outras palavras, é uma punição exemplar; por exemplo, uma pessoa pode ser condenada à prisão perpétua por passar segredos a outros países ou a pagar indenização de US$ 675 mil dólares a indústria fonográfica, como aconteceu com um estudante de Boston, por fazer o download e compartilhar 30 músicas – US$ 22.500 por música; 3) Teoria da reabilitação, reforma e correição, em que a ideia é reformar deficiências do indivíduo (não o sistema) para que ele retorne à sociedade como um membro produtivo. Fonte: conjur – noruega reabilitar 80% criminosos prisões Texto 3 sobre ressocialização Dos atuais 125 mil [detentos] que estudam, 79 mil estão cursando educação básica na modalidade Educação de Jovens e Adultos (EJA) e educação profissional (cursos técnicos ou de formação inicial e continuada). São 26,8 mil os condenados envolvidos em projetos de leitura e 17,7 mil, em atividades educacionais complementares (videoteca, lazer, cultura etc) e 433 pessoas em atividades esportivas relacionadas ao processo educacional. Além disso, a maioria dos internos (82%, segundo dados de 2016) leem mais de dez livros por ano. A Lei da Remição pelo Estudo teve origem em projeto de lei (PLS 265/2006) do então senador Cristovam Buarque, aprovado pelo Senado em junho de 2011. Ademais, ela determina que os condenados criminalmente em todo o Brasil têm o direito de descontar um dia de pena para cada 12 horas de frequência escolar. Fonte: senado noticias – lei que permite condenado reduzir pena pelo estudo Repertórios socioculturais relacionados ao tema “A estigmatização do preso e a importância da ressocialização” Depoimentos – conheça as histórias de ex-presidiários que hoje são empresários! Notícia – conheça agora o caso de ex-detentos que estão lutando por um lugar na sociedade. Artigo – você pode ler aqui duas interessantes entrevistas feitas com dois ex-detentos do RJ. Informativo – aqui você tem todos os detalhes sobre a ressocialização no Brasil, com dados estatísticos, de autoria do Senado. Vídeo – a TV Câmara de São Paulo entrevista ex-detentos neste vídeo, contando como foram tratados ao serem reinseridos na sociedade. Artigo – veja aqui uma lista de estatísticas que você pode usar facilmente na sua redação sobre a ressocialização de ex-detentos, além de outras informações sobre o assunto. Vídeo – relatos inspiradores de como o trabalho ressocializa o ex-detento, colhidos pelo governo de MG. Documentário – o autor deste vídeo teve a brilhante ideia de se passar por ex-detento e tentar conseguir emprego em SP; será que ele conseguiu? descubra! Livro – O ressocializado — No Mundo da Lua, Atrás das Grades, foi escrito nada mais nada menos que por um ex-detento, Carlos Astro; imperdível! Filme – Fisher Stevens dirige Palmer, e conta a história real de um ex-astro do futebol americano, que, após 12 anos preso, tenta reconstruir uma vida tranquila para si mesmo. Leu os textos acima? Deu uma olhada nos repertórios que sugerimos? Se sim, então você faz parte da elite dos alunos que saberão escrever sobre a estigmatização do preso e a importância da sua ressocialização! Então, quando terminar sua redação, mande para nossos corretores – eles estão aqui pra isso!

Curioso como amamentar em público dá tanta discussão, né? Não deveria… Pois se você pensa que é só pelo tabu da exposição do corpo da mãe, leia este artigo e vai saber de outros motivos. Assim, eles exigem medidas para incentivo ao aleitamento materno no Brasil. Então, temos hoje um material de primeira, abaixo. Nele estão o que diz a lei; as vantagens para o bebê e a mãe que amamenta; por que a sociedade resiste em aceitar o aleitamento em público; casos absurdos que as mães enfrentam quando amamentam seus bebês. Em seguida, queremos que escreva uma dissertação argumentativa sobre o tema “Medidas para incentivo ao aleitamento materno no Brasil”. Então, o que você acha do caso? Quais propostas de intervenção sugere? Dessa forma, agora é com você! TEXTO 1 Senado aprova multa para quem impedir amamentação em local público O Senado aprovou, em regime de urgência, projeto para penalizar, com multa, a violação do direito à amamentação. O texto (PLS 514/2015) assegura o direito das mães de amamentar em local público ou privado sem sofrer qualquer impedimento. A matéria faz parte da pauta prioritária da bancada feminina na defesa dos direitos das mulheres e segue agora para a Câmara dos Deputados. Dessa forma, a proposta da ex-senadora Vanessa Grazziotin estabelece que, mesmo havendo espaço reservado para amamentação nos estabelecimentos, cabe somente às mães decidirem se querem ou não utilizar o local. A pena para quem proibir a amamentação é de multa com valor não inferior a dois salários mínimos. (…) Para comprovar que o preconceito continua presente na sociedade, os senadores Rose de Freitas (Pode-ES) e Weverton (PDT-MA) relataram exemplos ocorridos com eles. Weverton disse que, recentemente, sua esposa teve que enfrentar olhares de censura quando amamentava em locais públicos. Fonte: https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2019/03/12/senado-aprova-penalizacao-para-quem-impedir-amamentacao-em-local-publico TEXTO 2 Condição de trabalho interfere na duração de aleitamento materno Uma pesquisa publicada hoje (5) revela que mães em ocupações manuais semiespecializadas (manicures, sapateiras, padeiras, auxiliares de laboratórios, feirantes, entre outros) e com jornadas de trabalho de 8 ou mais horas diárias deixam com mais frequência de alimentar seus filhos exclusivamente com o leite materno durante os quatro ou seis meses após o parto. A pesquisa, publicada na Revista Cadernos de Saúde Pública, recolheu dados de 5.166 mães de nascidos vivos em 2010 na capital do estado do Maranhão, São Luís. De acordo com os dados da pesquisa, entre as mulheres que não têm nenhum tipo de trabalho remunerado (que, em tese, têm melhores condições para manter o aleitamento materno exclusivo), 46% mantiveram o leite materno como único alimento de seus bebês até o quarto mês de vida. Entretanto, já entre as mães que estão em ocupações manuais semiespecializadas o percentual caiu para 34%, mesmo índice das mães com jornadas de trabalho de 8 ou mais horas diárias. O estudo também mostrou que as mães com ocupações em funções de escritório, que trabalhavam 4-5 dias ou 6-7 dias/semana e por 5-7 horas também praticaram menos o aleitamento materno exclusivo até o sexto mês. Fonte: https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia-brasil/2022/08/06/condicao-de-trabalho-interfere-na-duracao-de-aleitamento-materno.htm TEXTO 3 Amamentação em público: por que homens e mulheres se incomodam tanto? A musicista Yara Villão foi proibida de continuar amamentando a filha recém-nascida, que estava internada por ser prematura, para que seus seios não ficassem expostos durante o horário de visitas na UTI. O hospital acabou se retratando, mas, infelizmente, este não foi o único caso de mulheres sendo constrangidas no momento em que alimentavam seus bebês. (…) Mãe de uma menina de poucos meses, Fernanda Gimenes Cruz Pacheco avalia que as pessoas se incomodam bastante com o ato de amamentar em público. “Teve uma vez que estava em um shopping com a bebê e meu filho mais velho. Sentei em um cantinho para alimentá-la e joguei a fralda para tampar seu rosto, até porque a maioria acha um absurdo não fazer isso. Uma senhora parou ao meu lado falando que o lugar de amamentar não era ali, mas no fraldário, que era minúsculo”. Fonte: https://www.uol.com.br/universa/noticias/redacao/2017/03/07/maes-ainda-sao-julgadas-ao-amamentar-em-publico-por-que-isso-ainda-e-tabu.htm TEXTO 4 Gota a gota: A História da Amamentação no Brasil (…) quando os portugueses chegaram no Brasil em 1500, depararam-se com indígenas que também mantinham o hábito do aleitamento materno. Entre os nossos povos originários, porém, amamentar era uma prática que durava até mais de dois anos em alguns casos, período que assustou os europeus, acostumados com a amamentação de seus filhos por um tempo maior. (…) A primeira metade do século XX no Brasil é marcada por uma série de transformações sociais e econômicas, um período no qual se verificam fenômenos como a migração de famílias do campo à cidade em busca de melhores condições de vida, a industrialização e a entrada da mulher no mercado de trabalho. Acompanhando essas mudanças, em especial a possibilidade das mulheres trabalharem, verifica-se o distanciamento de mães e filhos ainda no período de lactação. Fonte: https://www.sescsp.org.br/historia-amamentacao/ Repertórios socioculturais relacionados ao tema “Medidas para incentivo ao aleitamento materno no Brasil” Depoimentos – são vários casos relatados neste artigo interessante, por mães que não sabiam dos desafios para amamentar seus bebês. Filme – De Peito Aberto é um documentário que mostra como a amamentação é um ato político! Notícia – e é uma ótima notícia: aleitamento materno pode reduzir chances de câncer de mama! leia! Informativo – como amamentar sem afetar o trabalho? saiba como neste artigo. Vídeo – aleitamento materno é cidadania, como você vai ver neste vídeo da TV Educativa Livro – e-book gratuito do Ministério da Saúde com absolutamente tudo sobre aleitamento materno! Notícia – já ouviu falar de “mamaço”? veja do que se trata. Leu tudo? Leve a sério: medidas para incentivo ao aleitamento materno no Brasil tem tudo para cair na redação Enem! E não esqueça de mandar a redação pra gente corrigir! QUERO ENVIAR MINHA REDAÇÃO

Se você está aqui deve ser porque vai prestar vestibular, certo? E se você vai prestar vestibular é porque quer trabalhar, futuramente. Então, o tema que escolhemos para sua redação desta semana independe de você gostar ou não: os efeitos da supervalorização do trabalho na atualidade. Todo mundo que você conhece está trabalhando ou buscando trabalho. Isso significa que o trabalho é muito valorizado na nossa sociedade. O que queremos saber de você é se essa supervalorização nos faz evoluir, ou é prejudicial. Sua tarefa será escrever uma dissertação sobre o tema “os efeitos da supervalorização do trabalho na atualidade”, com os melhores argumentos que conseguir. Usando os textos abaixo isso não vai ser difícil. Ah! E não se esqueça de boas propostas de intervenção! Texto 1 sobre supervalorização do trabalho O que é Síndrome de Burnout? Síndrome de Burnout ou Síndrome do Esgotamento Profissional é um distúrbio emocional com sintomas de exaustão extrema, estresse e esgotamento físico resultante de situações de trabalho desgastante, que demandam muita competitividade ou responsabilidade. A principal causa da doença é justamente o excesso de trabalho. Esta síndrome é comum em profissionais que atuam diariamente sob pressão e com responsabilidades constantes, como médicos, enfermeiros, professores, policiais, jornalistas, dentre outros. Traduzindo do inglês, “burn” quer dizer queima e “out” exterior. A Síndrome de Burnout também pode acontecer quando o profissional planeja ou é pautado para objetivos de trabalho muito difíceis, situações em que a pessoa possa achar, por algum motivo, não ter capacidades suficientes para os cumprir. Essa síndrome pode resultar em estado de depressão profunda e por isso é essencial procurar apoio profissional no surgimento dos primeiros sintomas. Fonte: gov saúde de a a z – sindrome de burnout Texto 2 Workaholics: busca por recompensa e compulsão estão por trás do comportamento (…) “A gente deve lembrar que vivemos uma cultura que reforça muito a produtividade. E é uma cultura que parece que se você não estiver produtivo o tempo todo, você não enxerga valor”, destaca a psicóloga [Ana Carolina Peuker]. Por trás da personalidade workaholic*, podem existir diversos motivos. Na visão do psiquiatra e professor da The School of Life Guilherme Spadini é importante destacar que cada um tem uma história, mas a associação que as pessoas fazem entre valor e amor próprio à produtividade é bastante comum. Outro aspectos da mente do workaholic é que se ele faz todo o trabalho que tem que fazer em menos tempo, não vai se sentir bem depois. “O profissional pode sentir um vazio: ‘E agora o que eu que faço?’. Ele não consegue relaxar e aproveitar o tempo livre. A pessoa não consegue. Ela sente como se fosse um erro”, comentou Spadini. A perspectiva da compulsão e do vício também é destacada pelo médico e especialista em gestão de pessoas Roberto Aylmer. Ele explica que os desafios profissionais liberam adrenalina e as “vitórias” dão prazer porque liberam dopamina e serotonina. Esse vício de autoestimulação está por trás do perfil workaholic. *trabalhador compulsivo, ou seja, uma pessoa que se viciou no trabalho. Fonte: exame – workaholics busca por recompensa e compulsão estão por trás do comportamento Texto 3 sobre supervalorização do trabalho Geralmente assumimos que trabalhar demais é ruim para nossa saúde. Mas o que exatamente é insalubre sobre isso não é claro. É trabalhar longas horas que aumenta nosso risco de desenvolver problemas de saúde? Ou é outra coisa, como a mentalidade de trabalho compulsiva de Michael, que é prejudicial à saúde? (…) Descobrimos que as horas de trabalho não estavam relacionadas a nenhum problema de saúde, enquanto o vício em trabalho estava. Especificamente, os funcionários que trabalhavam longas horas (normalmente mais de 40 horas por semana), mas que não eram obcecados pelo trabalho, não apresentavam níveis aumentados de risco de síndrome metabólica relataram menos queixas de saúde do que os funcionários que demonstraram vício em trabalho. Descobrimos que os workaholics, trabalhando ou não longas horas, relataram mais queixas de saúde e tiveram maior risco de síndrome metabólica; eles também relataram uma maior necessidade de recuperação, mais problemas de sono, mais cinismo, mais exaustão emocional e mais sentimentos depressivos do que funcionários que simplesmente trabalhavam longas horas, mas não tinham tendências workaholics. Traduzido livremente e adaptado de hthbr – how being a workaholic differs from working long hours and why that matters for your health Texto 4 Uma estranha loucura apossa-se das classes operárias das nações onde impera a civilização capitalista. Esta loucura tem como consequência as misérias individuais e sociais que, há dois séculos, torturam a triste humanidade. Esta loucura é o amor pelo trabalho, a paixão moribunda pelo trabalho, levada até o esgotamento das forças vitais do indivíduo e sua prole. Em vez de reagir contra essa aberração mental, os padres, economistas, moralistas sacrossantificaram o trabalho. Pessoas cegas e limitadas quiseram ser mais sábias que seu próprio Deus; pessoas fracas e desprezíveis quiseram reabilitar aquilo que seu próprio Deus havia amaldiçoado. Paul Lafargue, O direito à preguiça, São Paulo, Kayrós, 2 ed., 1980. Repertórios socioculturais relacionados ao tema “Os efeitos da supervalorização do trabalho na atualidade” Filme – Soul é uma produção da Disney Pixar cheia de significados, e um deles é o de evitar fazer coisas apenas para preencher nosso dia, é preciso saber o porquê do que se faz!https://www.youtube.com/watch?v=Sz-jdlM_YGkLivro – este é um e-book gratuito com tudo sobre a síndrome de burnout; leia para se prevenir! Depoimento – a conhecida jornalista Izabella Camargo sofreu burnout e conta neste artigo como foi difícil conseguir ajuda Estatísticas – números indicando qual geração sofre mais com obsessão pelo trabalho Artigo – ótimo texto com soluções possíveis para evitar o vício no trabalho Música – conhece a “Música de Trabalho”, do Legião Urbana? ela é um bom repertório para este tema do trabalho. Dados médicos – neste artigo escrito por um médico você fica sabendo qual doença é mais comuns entre workaholics. Notícia – burnout já é classificada como doença do trabalho, segundo a OMS; veja os detalhes aqui. Pronto: com esse ótimo material

Política você sabe o que é. Mas, confesse: você participa da política? A realidade é que não tem como escapar: em todos os aspectos, percebemos a importância da participação política para o exercício da cidadania. E neste artigo organizamos para você todo tipo de informação – é um assunto com chance enorme de cair na prova de redação! Então, sua redação desta semana será sobre o tema “A importância da participação política para o exercício da cidadania”. Dessa forma, use argumentos claros, e não se esqueça de sua proposta de intervenção. Você vai gostar dos textos que escolhemos para ajudá-lo! TEXTO 1 O QUE VOCÊ TEM A VER COM A POLÍTICA? A política está relacionada com aquilo que diz respeito ao bem público, à vida em comum, às regras, leis e normas de conduta dessa vida, nesse espaço, e, sobretudo, ao ato de decisão que afetará todas essas questões. Em suma, a política foi criada para regular os conflitos sociais. É importante você se informar e participar da política, pois ela é a condução da nossa própria existência coletiva, que será refletida na nossa experiência individual, ou seja, na nossa educação ou não, na nossa saúde ou não, na nossa oportunidade de acesso ou não. Ou seja, não se trata de um mecanismo exclusivo de políticos e muito menos envolve apenas discursos, eleições e promessas falsas. Não é algo distante de nós; pelo contrário, faz-se presente em nossas vidas, por menor que seja o assunto abordado. A política foi criada para que possamos debater, discutir e suscitar questões, sem que seja preciso a utilização da violência. Através dela, foram estabelecidas regras, leis e normas, bem como o estabelecimento de direitos e deveres para conduzir as nossas ações. Adaptado de https://www.camaramedianeira.pr.gov.br/noticia/997/o-que-voce-tem-a-ver-com-a-politica#:~:text=%C3%89%20importante%20voc%C3%AA%20se%20informar,oportunidade%20de%20acesso%20ou%20n%C3%A3o. TEXTO 2 O Analfabeto político* O pior analfabeto É o analfabeto político, Ele não ouve, não fala, nem participa dos acontecimentos políticos. Ele não sabe que o custo de vida, o preço do feijão, do peixe, da farinha, do aluguel, do sapato e do remédio dependem das decisões políticas. O analfabeto político é tão burro que se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia a política. Não sabe o imbecil que, da sua ignorância política nasce a prostituta, o menor abandonado, e o pior de todos os bandidos, que é o político vigarista, pilantra, corrupto e o lacaio das empresas nacionais e multinacionais. * poema de Bertold Brecht – poeta alemão, falecido em 1956, que com sua obra visava a esclarecer as questões sociais da época. TEXTO 3 Falta conhecimento do eleitor sobre o sistema político, aponta DataSenado Televisão (37%), redes sociais (24%) e páginas na internet (23%) são os principais meios de comunicação na busca de informações sobre política. Nas redes sociais, a maior procura é pelo Facebook (35%) e pelo Instagram (27%). Apenas 14% dos entrevistados dizem seguir algum senador nas redes sociais. Entre os grupos focais, as redes sociais e os portais jornalísticos se sobressaem, especialmente entre os mais jovens, enquanto a TV atrai a faixa etária mais avançada. “No entanto, o uso da TV como meio de informação divide opiniões no estudo qualitativo. A maior parte dos entrevistados avalia que a TV é tendenciosa e distorce as informações para atender interesses de determinados grupos econômicos e políticos. Ao contrário da internet, que permite ao cidadão buscar informações livremente, a TV é vista como manipuladora. Como consequência, gera uma falta de credibilidade em uma parcela dos entrevistados”, aponta o relatório do DataSenado. Fonte: Agência Senado https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2022/03/17/falta-conhecimento-do-eleitor-sobre-o-sistema-politico-aponta-datasenado TEXTO 4 28 formas de exercer a cidadania além do voto Opinar em projetos de lei, consultas públicas e matérias legislativas através dos portais digitais oficiais do governo. Você pode acessar o e-cidadania do Senado Federal, e também o portal da Câmara dos deputados; Participar em manifestações e protestos democráticos como forma de exercer sua liberdade de expressão e opinião sobre assuntos públicos e políticos; Na escola ou universidade, participar da liderança estudantil: seja como representante ou líder de classe, engajar-se em diretórios acadêmicos ou grêmios estudantis, por exemplo; Filiar-se a um partido político! Sim, independente da sua ideologia ou preferência partidária, ser parte de um partido significa opinar sobre as pessoas que vão ser candidatas em eleições, bem como participar dos debates sobre alianças partidárias e planos de governo do partido. Além disso, quem sabe se você depois não se interessa em lançar a sua candidatura como vereador ou vereadora em sua cidade? É possível! (o Redação Online recomenda que você conheça as outras 23 formas no link original – vale a pena!) Fonte: https://www.politize.com.br/cidadania-formas-de-exercer/ Repertórios socioculturais relacionados ao tema “A importância da participação política para o exercício da cidadania” vídeo – num debate promovido pela Câmara dos Deputados, educadores e administradores públicos chegaram a estas conclusões sobre a participação dos jovens na política. opinião – será que o brasileiro é antenado na política? Renato Meirelles, do Instituto Locomotiva, responde neste artigo. estatística – neste artigo estão números sobre a participação política de jovens e mulheres, para incluir na redação. vídeo – veja o que o professor Cortella tem a dizer sobre a importância da participação política. artigo – neste post do nosso blog você encontra dados estatísticos perfeitos para uma redação sobre participação política. livro – sugerimos que você leia o livro Juventude, Educação e Participação Política, de Alexandre A. de Albuquerque, com dicas de como fazer os jovens participarem mais da política. opinião – se você se sente desiludido com a política, este vídeo do professor Pondé é para você. artigo – Paulo Freire entendia tudo de participação política e cidadania – conheça a ideia dele aqui. Então, algum texto acima o surpreendeu? Os vídeos são muito bons, não é? Dessa forma, como dissemos, a importância da participação política para o exercício da cidadania é um tema que tem tudo para cair na prova de redação! QUERO ENVIAR MINHA REDAÇÃO