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Você já parou para refletir sobre ”Pressão escolar e saúde mental”? Confira o tema da semana e escreva a sua redação sobre ele! A pressão para se sair bem na escola afeta diversos alunos. Em temos de pandemia, alunos e professores se viram em uma situação inusitada, pois agora o foco é o ensino a distância. Sendo assim, é importante a reflexão acerca da pressão escolar e saúde mental nos dias de hoje. Leia os textos motivadores a seguir e, com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo sobre o tema “Pressão escolar e saúde mental”. TEXTO 1 No contexto da pandemia de Covid-19, muitos foram os desafios impostos pela necessidade de cumprir os protocolos de controle da doença. Na rotina dos estudantes, a pressão escolar é grande, afeta a estabilidade psicológica e causa impactos negativos preocupantes. Por essa razão, é necessário buscar medidas que preservem a saúde mental de crianças e adolescentes. Tendo isso em vista, o psicólogo Antônio Chaves Filho, irá explicar como a pressão escolar impacta a saúde dos jovens, principalmente, nos períodos de provas finais e na chegada do Enem e de outros vestibulares. Entenda o que deve ser feito para que essa pressão não resulte em comprometimentos emocionais e em sensações potencialmente negativas. Relação entre pressão escolar e saúde mental A necessidade de isolamento social criou um cenário propício para situações de estresse e ansiedade, o que compromete tanto a saúde mental dos educadores quanto a dos estudantes que sofrem com a pressão escolar na pandemia. As mudanças no processo de ensino e aprendizagem comprometem não apenas a qualidade do ensino, como aumentam os riscos de desajustes mentais. Todo esse processo gera um sofrimento psíquico e contribui para o desenvolvimento de sintomas que colocam em xeque a estabilidade emocional do estudante. Os mais evidentes são irritabilidade, apatia, insônia, mau humor, desinteresse pela escola e problemas de concentração. Além disso, as aulas remotas causam maior pressão escolar porque responsabilizam a criança e o adolescente pelo próprio aprendizado. Por ser muito diferente dos meios convencionais, essa prática gera muita preocupação entre os profissionais da saúde. Tanto que a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) elaborou uma cartilha com orientações sobre a saúde da criança e do adolescente na pandemia. Nessas circunstâncias, os estudantes sofrem uma sobrecarga enorme, tornam-se mais vulneráveis à depressão, aos sentimentos de frustração e ao esgotamento mental. Por isso, crianças e adolescentes necessitam de mais apoio dos pais e de avaliação profissional para reequilibrar as sensações. Ensino remoto e os reflexos na qualidade de vida O ensino remoto também tem seus desafios no quesito qualidade de vida, já que o fato de o aluno ter que dar conta de suas tarefas escolares praticamente sozinho gera muita insegurança. Devido à pandemia de coronavírus, todos tiveram que se adaptar, de forma abrupta, a esse novo modelo de ensino. O setor da Educação foi um dos mais afetados pela atual pandemia, o que resultou em grandes impactos do ensino remoto sobre o bem-estar e a qualidade de vida de alunos e professores. De repente, berçários, escolas e faculdades foram fechadas e todos precisaram se adaptar a essa metodologia. Na verdade, ninguém estava preparado para lidar com os desafios impostos pela pandemia. Consequentemente, novas sensações negativas afloraram e influenciaram a estabilidade psicológica de pais, educadores e alunos. Quanto mais nova a criança, mais variável é o seu comportamento e menor a capacidade para lidar com o estresse e os desafios diários, segundo o Jornal da USP. Além de todas as correlações mentais associadas ao período de quarentena, o medo de tirar nota baixa e de ser reprovado no final do ano também influencia bastante e gera muitos conflitos. Nesse contexto, pais e professores precisam apoiar os estudantes e, se necessário, encaminhá-los para avaliação com um profissional especializado no cuidado com as emoções. Necessidade de atenção à pressão pré-vestibular Época de vestibular é, geralmente, um período de tensão familiar. O jovem vestibulando precisa se adaptar a uma jornada diferente e dedicar grande parte do dia e da noite a horas de estudo. Por essa razão, muitos estudantes abrem mão de várias coisas durante essa etapa e entram em uma rotina que exige muita dedicação e esforço. Nessa perspectiva, percebe-se que a maioria dos jovens está batalhando cada vez mais por bons resultados no Enem e nos vestibulares mais concorridos de faculdades públicas. Nessas circunstâncias, ainda há uma sobrecarga enorme de desafios gerados pela pressão escolar, sobretudo, para estudantes concluintes do Ensino Médio. Essa rotina exige muitas horas de estudo e, com isso, pode prejudicar a saúde física e gerar desequilíbrios na saúde mental. São incontáveis listas de exercícios e aulas em demasia que levam ao cansaço mental extremo, noites mal dormidas, irritabilidade e crise de pânico. Muitos jovens recorrem a medicamentos para aperfeiçoar o desempenho, pois além da pressão escolar, ainda existe a incerteza de qual carreira seguir. Cobranças familiares e a pressão dos pais sobre a escolha do curso geram medo e angústia. Porém, adultos devem ter a sensatez de deixar que o filho faça essa escolha, de acordo com a vocação dele e vontade própria. Fonte: hospital santa monica TEXTO 2 A Organização Mundial da Saúde (OMS) alerta: 1 em cada 5 adolescentes enfrentará problemas de saúde mental, cujos casos cresceram exponencialmente nos últimos 25 anos. A maior parte, porém, não é diagnosticada ou tratada. Na escola, problemas de saúde mental podem piorar o desempenho e ampliar a evasão escolar. Embora a capacitação de professores seja uma medida importante, a saúde mental ainda está fora da formação. “Na classe de 30 alunos, estima-se que entre 3 e 5 terão algum problema de saúde mental, incluindo transtornos de ansiedade, depressão e déficit de atenção e hiperatividade”, explica Rodrigo Bressan, autor de Saúde Mental na Escola e fundador do Y-Mind – Centro de Prevenção em Transtornos Mentais, que defende uma maior conscientização sobre o tema para os educadores. 75% dos transtornos mentais começam antes dos 24 anos50% dos transtornos mentais começam antes dos 14 anos18% foi

Você já parou para pensar o ”Êxodo urbano na pandemia”? Confira a proposta da semana e escreva a sua redação sobre ela! Leia os textos motivadores a seguir e, com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo sobre o tema “Êxodo urbano na pandemia”. TEXTO 1 O movimento de êxodo urbano, quando as pessoas deixam de viver nas grande cidades em busca de uma vida no campo, ou em centro menores, não é novidade na história da humanidade. Em tempos de grandes pandemias, há uma tendência dessa movimentação ganhar ainda mais força. A população de Nova York, por exemplo, diminuiu 66% entre 1920 e 1970 após a pandemia da gripe espanhola. O atual contexto pandêmico do Brasil, um levantamento feito pelo grupo imobiliário ZAP mostrou que de janeiro a maio de 2020 a procura por imóveis com mais de 100 quilômetros de distância de São Paulo, o maior centro urbano do país, cresceu 340%. Além disso, muitas vezes por questões de sobrevivência, também há uma movimentação de pessoas voltando para suas regiões ou cidades de origem – no interior – pelo fato de perderem sua fonte de renda durante a pandemia e se verem obrigadas a voltarem para perto de suas famílias. Muitas vezes as condições de vida nas grandes cidades colocam essa parcela da população em situações de vulnerabilidade. Fonte: hypeness – êxodo urbano e pandemia as pessoas estão mesmo deixando as cidades TEXTO 2 Quando notou que gastava R$ 2.000 por ano em couve orgânica, Luísa Matsushita começou a repensar sua vida em São Paulo. Pouco tempo depois, em meados de 2017, a artista plástica e vocalista da banda Cansei de Ser Sexy vendeu seu apartamento de 98 metros quadrados em Higienópolis e se mudou para um pequeno barraco que ela mesmo construiu numa região cercada por ruas de terra em Garopaba, Santa Catarina. “Um vizinho meu é um cavalo, e o outro são várias vacas, um cavalo e umas galinhas. Eu nunca imaginei que seria essa pessoa que acorda às 5h30 e vai surfar. Eu não era a sereia do mar que curtia praia. Eu sempre fui a criança que ficava dentro do quarto desenhando”, conta, numa ligação telefônica com sons de grilo e coaxar de sapos ao fundo. Trocar o barulho dos carros da metrópole pelo zumbido dos insetos no meio do mato —ou da praia— é um sonho que passou a ser realizado por artistas e milionários de outras profissões nos últimos anos. Impulsionados pela pandemia e em busca de mais isolamento social em oposição à densidade das capitais, eles deram forma ao seu idílio no campo, seja em casas de 12 metros quadrados, como a de Matsushita, ou em mansões de quatro suítes e seis vagas na garagem que valem R$ 8 milhões em condomínios de luxo próximos a São Paulo. “Com a pandemia, o papel da grande cidade foi ainda mais questionado”, afirma Stefano Arpassy, futurólogo da agência de tendências WGSN. Saturados da lógica da competitividade e da produtividade das metrópoles, que foi o que os atraiu num primeiro momento, devido às oportunidades de trabalho, essas pessoas agora vão em busca de uma vida mais saudável para a mente e o corpo e maior qualidade de vida, acrescenta o pesquisador. Quem encara essa mudança são aqueles que podem exercer seus trabalhos de forma remota, como artistas e profissionais liberais, e que não dependem integralmente da dinâmica da vida na cidade grande, acrescenta Arpassy. Por não se tratar de um movimento de massas, no entanto, ele acha incorreto definir esse cenário como êxodo urbano. Fonte: folha uol – pandemia turbina fuga das cidades e influencers vendem novo lifestyle rústico chique TEXTO 3 O historiador Laurent-Henri Vignaud, da Universidade de Borgonha, afirma que “uma epidemia sempre é um momento de teste para uma sociedade e uma época”. Podemos concordar com o historiador – e ainda acrescentar – que além de um momento de teste, a pandemia também acarreta importantes mudanças sociais. Assim como as grandes epidemias no passado, o coronavírus tem deixado marcas por todo o planeta, com países em isolamento, fronteiras fechadas e uma economia fragilizada. Ao lembrarmos da gripe espanhola, em 1918, e da peste negra, no século XIV, causadoras de profundas transformações sociais na época, teremos poucos elementos em comum entre a Europa do final da Idade Média ou então da Primeira Guerra Mundial com a nossa sociedade atual, globalizada e super conectada. Analisemos dois cenários sociais distintos causados – e incrementados – pela pandemia da Covid-19. O primeiro deles é a observação de um êxodo urbano, de características centradas na busca por melhor qualidade de vida; e o segundo aspecto define a aceleração do e-commerce, em constante incremento como opção pessoal – e até como sobrevivência dos usuários em reclusão – para abastecimento de bens de consumo. Já não é de hoje que a turbulência das grandes cidades causa problemas significativos de ansiedade e estresse. Seja pelo efeito nocivo de horas e horas no rush do trânsito de início e fim de expediente, seja pela aglomeração em espaços de compras, falta de tempo para atividades recreativas ou insegurança. Um número significativo de famílias impactadas pelo estresse – que aumenta concomitantemente com o número de casos da doença – contribui para um aumento à procura de moradas maiores e com área verde, longe dos grandes centros, em cidades de porte médio ou mesmo pequenas e até em zonas rurais. Assim se verifica em alguns países como Estados Unidos, França e Canadá, dentre outros. Em Nova York, uma das cidades mais atingidas pelo novo coronavírus, observa-se uma tendência de êxodo urbano determinando uma demanda por cidades mais baratas, menores e mais seguras, uma vez que o vírus torna os grandes centros urbanos bem mais vulneráveis pela maior densidade populacional. Em Montreal e Toronto, no Canadá, cidades atingidas duramente pela crise sanitária e – onde o dia a dia é rápido e envolvente – as inseguranças e restrições tornaram a vida insuportável para alguns

Você já parou para pensar na importância da ”Representatividade no esporte ”? Confira a proposta da semana e escreva a sua redação sobre ela! Nos últimos dias o mundo todo parou para assistir às competições dos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020. Aqui no Brasil não foi diferente: nos emocionamos com o skate, com as medalhas da ginástica artística e com os saques do voleibol. O esporte emociona, porém, é importante falarmos também sobre representatividade em relação a isso. Leia os textos motivadores a seguir e, com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo sobre o tema “Representatividade no esporte”. TEXTO 1 As histórias são mais raras do que no passado, mas ainda machucam. Se a representatividade dos negros cresceu nas delegações olímpicas e paralímpicas do Brasil nos últimos anos, o racismo infelizmente não abandonou o cotidiano destes atletas. Seja no ambiente esportivo ou fora dele, de forma velada ou explícita, o preconceito ainda se faz presente. Quando se observa as posições de poder do esporte nacional, o cenário ainda é discrepante. Nenhum dos 33 presidentes das Confederações Olímpicas Brasileiras é negro – Gerli Santos foi o mandatário da Confederação Brasileira de Esgrima (CBE) por quatro anos, mas não segue mais no cargo. Entre os principais dirigentes do Comitê Olímpico do Brasil, todos são brancos. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) afirma que mais da metade da população brasileira se declara negra ou parda no censo. Mas nem o COB nem o Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) possuem um levantamento preciso sobre quantos eram os atletas negros a competirem na Rio 2016. Como esta declaração de etnia, pelos conceitos do IBGE, é pessoal e voluntária, não podemos precisar a expressão total da participação negra nas delegações nacionais. Fonte: ge globo – Consciência negra: representatividade no esporte cresce, mas racismo ainda fere TEXTO 2 Lucas Alcântara, homem trans e corredor, relatou um pouco de sua história em entrevista ao Eu Atleta, Globo. Lucas destacou a importância da representatividade em todos os segmentos, pois é uma forma de encorajar e inspirar outras pessoas e outras histórias. “Em 2017, eu entendi que era uma pessoa trans e me dediquei muito à corrida, porque era uma forma de terapia também” – lembra o esportista, explicitando que a atividade física o ajudou a superar as adversidades. “Quando um clube lança uma modalidade, a tendência é que outros façam o mesmo com o tempo. Acredito muito que o esporte é um meio de interação social muito grande, tem um papel importante na vida das pessoas. Poder liderar esse grupo, com pessoas em vários níveis diferentes, está sendo bem especial. Acredito que vá ser um divisor de águas na modalidade no meio LGBTQIA+ no Rio, fortalecendo o esporte”, disse. “Participando de competições, mostramos que nós existimos, que o esporte LGBTQIA+ existe, que a gente pode jogar futebol, correr, fazer o que quiser. É importante sermos vistos”, destaca. Fonte: observatoriog uol – Homem trans, líder de equipe de corrida relata sua história e comemora representatividade TEXTO 3 Todos os dias, mulheres no mundo todo enfrentam obstáculos pelo simples fato de serem… mulheres. No esporte, não é diferente. A prática de exercícios físicos por mulheres no país é 40% inferior aos homens, segundo o relatório “Movimento é Vida”, do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) – um indicativo de que o cenário esportivo ainda tem muita desigualdade de gênero. Por trás de todos os dados, números e pesquisas, temos histórias fortes, recorrentes e graves, como a de Gisele Vale, enfermeira obstetra: – Eu já sofri um estupro na rua, isso acabou com meu psicológico. Buscar uma arte marcial me deu segurança, voltei a ter vida – desabafou. Gisele faz parte de um grupo exclusivamente feminino reunido pela securitária e faixa preta Pricila Engelberg para encorajar mulheres que querem praticar o jiu-jitsu, mas não têm meios nem companhia do mesmo sexo. – Eu comecei o jiu-jitsu quando ainda era muito machista, quase não tinham mulheres, quase 90% homens e duas mulheres no tatame. Tinha o preconceito de ser faixa branca, eles não queriam treinar comigo. Você tem que dar a cara à tapa, mostrar que não é a força que vai garantir a finalização, mas a técnica – contou Pricila, sobre os treinos do jiu-jitsu entre homens e mulheres. A professora e pesquisadora da Unicamp, de Campinas, Helena Altmann é quem escreveu o artigo complementar “Atividades Físicas Esportivas e Mulheres no Brasil”. Ela lembra que na legislação brasileira, no período da ditadura militar, esportes como o jiu-jitsu já foram proibidos para mulheres. “Art. 54. Às mulheres não se permitirá a prática de desportos incompatíveis com as condições de sua natureza, devendo, para este efeito, o Conselho Nacional de Desportos baixar as necessárias instruções às entidades desportivas do país” (DECRETO-LEI Nº 3.199, DE 14 DE ABRIL DE 1941). Em 1965, o Conselho Nacional de Desportos deliberou: 2. Não é permitida [às mulheres] a prática de lutas de qualquer natureza, futebol, futebol de salão, futebol de praia, polo-aquático, pólo, rugby, halterofilismo e baseball. A cultura de não incentivar as mulheres aos esportes, principalmente coletivos, pode ser explicada inclusive pelo pouco acesso ao lazer devido às tarefas domésticas, que ocupam em média 20,5 horas semanais das mulheres, enquanto os homens gastam 10 horas por semana nas atividades de casa. A falta de segurança, o preconceito, a falta de incentivo nas escolas, todos esses são fatores que devem ser apontados quando se constata que o esporte no Brasil não tem o mesmo acesso por meninos e meninas. O relatório do PNUD indica uma urgência em se criar políticas públicas que possam permitir maior igualdade. Fonte: ge globo – Mulheres no Esporte: o tabu e a história por trás da pouca representatividade feminina Confira agora uma lista de repertórios para o tema “Representatividade no esporte”. Após escrever a sua redação, envie em nossa plataforma e receba a correção em até 3 dias úteis!

Você já parou para pensar no tema ”Vício em videogames na infância e na adolescência”? Confira a proposta da semana e escreva a sua redação sobre ela! Leia os textos motivadores a seguir. Assim, com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo sobre o tema ”Vício em videogames na infância e na adolescência”. Use a modalidade escrita formal da língua portuguesa e apresente proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Então, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista. Texto 1 Pela primeira vez na história, a OMS (Organização Mundial de Saúde) classificou o vício em videogame como um distúrbio mental. Em janeiro de 2018, foi anunciado que o transtorno de vício em games seria incorporado como doença pelo 11º Catálogo Internacional de Doenças. O documento descreve o problema como um padrão de comportamento frequente de vício em games, tão grave que leva o indivíduo a preferir os jogos a qualquer outro interesse na vida. Para Marcelo Calcagno Reinhardt, médico especialista em Psiquiatria da Infância e Adolescência, a medida da OMS “reflete o retrato do comportamento da sociedade pós-moderna, em que a diversão em muitos casos é em demasia, os horários são inadequados, alguns jogos, inclusive estão sendo usados por crianças com faixa etária incompatível com a temática e que incitam a violência e aumentam a ansiedade”. Alguns países identificaram essa condição e já adotaram medidas mais severas para combater o problema. Na Coreia do Sul, por exemplo, o governo criou uma lei para proibir o uso de games por pessoas menores de 18 anos entre meia-noite e seis da manhã. No Japão, os jogadores recebem uma advertência caso ultrapassem mais do que uma determinada quantidade de horas por mês jogando videogame. Até na China, gigante do mundo tecnológico, determina-se um limite de quantidade de horas que uma criança pode jogar. Para a Associação Americana de Pediatria, os pais devem limitar o tempo que seus filhos passam em frente à tela, seja televisão, computador, celular ou tablet, para duas horas por dia. Esse tempo não inclui, no entanto, o uso dos aparelhos para fins acadêmicos. Fonte: ndmais – adaptado Texto 2 A pesquisa, publicada no Developmental Psychology Journal, da Associação Americana de Psicologia, determina qual é a proporção de pessoas suscetíveis à dependência em video games. Os cientistas descobriram que, para 90% dos jogadores, os games são apenas um passatempo divertido, não sendo prejudiciais ou representando consequências negativas por muito tempo. No entanto, 10% podem se tornar realmente viciados, com consequências de longo prazo para saúde mental, social e comportamental. O vício é caracterizado pelo tempo excessivo gasto jogando videogame, pela dificuldade em parar de jogar e pela interrupção de outras atividades saudáveis devido aos jogos. Resultados da pesquisa da BYU Durante 6 anos, 385 adolescentes fãs de videogame na transição para a vida adulta responderam a vários questionários uma vez por ano. O objetivo das perguntas era medir sintomas como depressão, ansiedade, agressão, delinquência, empatia, sociabilidade e timidez. Os relatórios buscavam identificar níveis de reatividade sensorial, estresse financeiro e uso problemático de telefones celulares. Foram encontradas duas principais características dos viciados em jogos eletrônicos: ser homem e ter baixos níveis de sociabilidade. Graus mais altos de comportamento pró-social ou voluntário, destinado a beneficiar outra pessoa, tendiam a ser um fator protetor contra os sintomas de dependência. O estudo ainda encontrou três trajetórias de vício em video games. Um nível baixo apareceu em 72% dos adolescentes pesquisados; 18% apresentaram sintomas moderados ao longo do estudo; e apenas 10% tiveram níveis crescentes e preocupantes de vício. Desconstrução de estereótipo O estudo também desconstruiu o estereótipo de jogadores que moram no porão dos pais e são incapazes de se sustentar financeiramente ou conseguir um emprego por causa da fixação em jogos eletrônicos. Pelo menos no caso das pessoas que participaram do estudo, os viciados em video games pareceram ser tão financeiramente estáveis e ter um desenvolvimento profissional quanto aqueles que não são dependentes. Fonte: tecmundo – adaptado Texto 3 Crianças que jogam até 16 horas de videogames por dia podem estar viciadas e desenvolver comportamento mais agressivo, intolerante e de isolamento da sociedade, segundo aponta um estudo da Associação Britânica de Gerenciamento da Raiva (BAAM, na sigla em inglês). Em uma pesquisa que ouviu 204 famílias da Grã-Bretanha, a entidade ressalta os riscos do excesso da atividade e a necessidade de que os pais estabeleçam limites na relação que as crianças desenvolvem com os jogos eletrônicos. Os pais de crianças entre 9 e 18 anos acreditam que o videogame influencie o convívio familiar e as habilidades sociais de seus filhos. A pesquisa apurou que 46% dos pais acham que o excesso dos jogos leva a menos cooperação em casa. “A situação mais típica que encontramos é da criança que se torna irritada e agressiva quando solicitada a arrumar o quarto, fazer os deveres de casa ou jantar, quando o que ela realmente quer é continuar jogando videogame”, disse à BBC Brasil Mike Fisher, diretor da BAAM. Na escola, professores se queixam de alunos com falta de concentração, sonolência, irritabilidade e dificuldades de interagir com os colegas. Mas esses são apenas alguns dos efeitos que a obsessão pelos jogos pode causar, explica Fisher. Estudos e exemplos práticos mostram que a continuidade do isolamento social pode levar a casos extremos como os dois adolescentes que mataram 12 colegas e um professor em Columbine, nos Estados Unidos, em 1999, e do norueguês Anders Breivik, que em julho do ano passado matou 69 pessoas em um ataque a uma colônia de férias. Nos dois casos emblemáticos os assassinos passavam mais de dez horas por dia jogando videogames violentos. “Breivik admitiu jogar ‘Call of Duty’, um game de violência, por mais de 16 horas por dia, com o objetivo de treinar a coordenação necessária para atirar com eficiência”, diz Fisher. Fonte: bbc Confira agora uma lista de repertórios para o tema ”Vício em videogames na infância
Você já parou para pensar nos impactos ambientais causados pelo consumo excessivo de carne? Confira a proposta da semana e escreva a sua redação sobre ela! Leia os textos motivadores a seguir. Assim, com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo sobre o tema ”Impactos ambientais do consumo excessivo de carne”. Use a modalidade escrita formal da língua portuguesa e apresente proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Então, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista. Texto 1 O consumo excessivo de carne não só afeta a saúde das pessoas como também prejudica o meio ambiente”, resume o professor de nutrição Lluís Serra-Najem, da Universidade de Las Palmas, nas Ilhas Canárias. Existem quatro variáveis ambientais que limitam a produção de carne em escala global: a superfície ocupada pelas pastagens; a água consumida, tanto por parte dos animais como no processo de produção; os gases de efeito estufa provocados pela flatulência do gado —atualmente 14,5% do que é lançado na atmosfera, segundo a a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO)—, e a energia necessária durante o processo. Atualmente, grande parte da população mundial não consome produtos à base de carne nem laticínios, mas à medida que as condições socioeconômicas dos países em desenvolvimento melhoram, a demanda por esses alimentos aumenta, colocando em xeque os recursos ambientais da Terra. Será que o mundo come carne para além de suas possibilidades? Para que uma vaca produza 1 quilo de proteína, ela precisa consumir entre 10 e 16 quilos de cereais, enquanto um porco requer 4 quilos. “Para produzir um filé de 200 gramas, são necessários cerca de 45 bacias de cereais”, ilustra Laura Ordóñez, cientista ambiental e professora da Escola Internacional de Naturopatia, em Granada, na Espanha. Fonte: brasil el pais Texto 2 Nos últimos 50 anos, o consumo de carne no mundo aumentou de forma acelerada. Hoje, a produção é quase cinco vezes maior do que no começo da década de 1960. O salto foi de 70 milhões de toneladas para mais de 330 milhões em 2017. No Brasil, esse cenário não é diferente. Desde 1990, o consumo de carne quase dobrou. Essa tendência é impulsionada, em grande parte, pelo aumento da renda média do brasileiro. Países que registraram um importante crescimento econômico nas últimas décadas refletem um aumento na alimentação baseada em proteína animal. Um brasileiro come, em média, 40 quilos de carne bovina por ano, o que coloca o país na quarta posição do ranking de consumo desse tipo de proteína. Além disso, um brasileiro médio come também 11 quilos de porco e 32 quilos de frango todo ano. Para conter uma crise alimentar e uma catástrofe climática, é importante reduzir a ingestão de proteína de origem animal. Nesse cenário, o relatório do Instituto de Recursos Mundiais (WRI) aponta que os consumidores devem reduzir em 40% a ingestão de carne. As alternativas que o estudo indica para não piorar o quadro do aquecimento global ou gerar desequilíbrio alimentar são praticar o consumo consciente, elevar a produção por hectare e acabar com o desperdício de alimentos, que atinge um terço da população mundial. Afinal, quais são os prejuízos do alto consumo de carne para a sociedade? Além de afetar o meio ambiente de diversas formas, a pecuária está diretamente relacionada com as emissões de gases. Esses animais liberam grandes quantidades de gás metano na atmosfera, que pode poluir até 21 vezes mais do que o gás carbônico. Além disso, o desmatamento causado para manter a agricultura e a pecuária em ampla escala colabora para a redução de florestas que atuam como importantes regiões de retenção de carbono. Outro problema das grandes áreas devastadas é o impacto na biodiversidade local. Há cientistas que afirmam que os países ocidentais devem reduzir 90% do consumo de carne para controlar o aquecimento global e evitar que o planeta entre em crise. Além dos pontos apresentados, a produção de alimentos usa quantidades insustentáveis de água. A Organização das Nações Unidas (ONU) prevê que a população mundial chegará a9,7 bilhões de pessoas até 2050, o que exigirá aumentar em 50% a produção de alimentos para sustentar todas as pessoas. Se seguirmos os mecanismos atuais, isso pode gerar impactos ambientais irreparáveis e fazer com que a Terra deixe de ser um espaço seguro para a humanidade. Fonte: blog brkambiental Texto 3 Fonte: eco debate Confira agora uma lista de repertórios para o tema ”Impactos ambientais do consumo excessivo de carne” . Após escrever a sua redação, envie em nossa plataforma e receba a correção em até 3 dias úteis!

Você já ouviu falar sobre “Pobreza Menstrual”? Confira a proposta de redação da semana e escreva a sua redação sobre a proposta! Leia os textos motivadores a seguir. Assim, com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo sobre o tema ”Desafios no combate à pobreza menstrual”. Use a modalidade escrita formal da língua portuguesa e apresente proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Então, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista. TEXTO 1 Uma pesquisa online encomendada pela marca Always descobriu que, em algum momento da vida, 29% das entrevistadas não tiveram dinheiro para comprar produtos higiênicos voltados ao período menstrual. Realizado pela Toluna no início de 2020, o levantamento contou com a participação de 1.124 brasileiras de 16 a 29 anos de todas as regiões e classes sociais. Pelo menos metade das respondentes contou já ter substituído os absorventes por soluções alternativas, com destaque para o papel higiênico. Durante um evento sobre a pesquisa, a antropóloga Mirian Goldenberg apontou outro dado impactante: 63% das jovens se sentem pouco confiantes na fase menstrual. “A falta de absorvente multiplica isso. E acontece todo mês!”, comentou. Fonte: saúde abril – pobreza menstrual e realidade no brasil TEXTO 2 A pobreza menstrual traz consequências negativas em diversos setores da vida. Pode impactar a saúde quando pessoas que menstruam recorrem a materiais anti-higiênicos que aumentam o risco de infecções urinárias. Também pode provocar constrangimento e estresse, além de prejudicar a vida escolar quando as meninas deixam de ir à escola por estarem menstruadas. […] Autoridades e legisladores estão começando a voltar sua atenção para o tema da pobreza menstrual. Recentemente, a Escócia se tornou o primeiro país do mundo a garantir a obrigatoriedade do fornecimento de produtos de higiene menstrual gratuitamente para a população. O projeto de lei foi aprovado pelo parlamento escocês em novembro de 2020. Em dezembro de 2020, o Conselho Nacional dos Direitos Humanos fez uma recomendação oficial ao presidente da República, da Câmara dos Deputados e do Senado Federal a respeito da necessidade de se criar um marco legal para superar a pobreza menstrual no Brasil. O estado do Rio de Janeiro já se moveu nesta direção, sancionando em julho de 2020 uma lei para incluir absorventes na cesta básica. No Piaui, o movimento Girl Up redigiu o projeto de Lei Menstruação Sem Tabu Número 36/2020, que coloca o absorvente como item de primeira necessidade – o PL aguarda apenas a sanção do governador Wellington Dias. Fonte: plan org – entenda o que é a pobreza menstrual TEXTO 3 Não é mimimi, são direitos humanos. O combate à pobreza menstrual, algo que vem crescendo no mundo e felizmente no Brasil também, precisa ser um grito de todos que se importam com educação. Meninas deixam de ir à escola e até acabam por abandoná-la porque não têm absorventes quando estão menstruadas. Sim, é algo básico. Mas um problema real e triste em um país com milhões de famílias vulneráveis – empobrecidas mais ainda com a pandemia. […] Uma em dez meninas no mundo perde aulas quando está menstruada, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU). As estimativas são de que elas ficam sem ir à escola 45 dias por ano. Outro estudo do Unicef e do UNFPA sobre pobreza menstrual, divulgado mês passado, indica que no Brasil há 4 milhões de meninas que não têm itens básicos de higiene nas escolas para quando estão menstruadas. E 713 mil que vivem sem acesso a banheiro ou chuveiro. Adolescentes negras têm três vezes mais chances de estarem nessa situação. Pode parecer bobagem, mas um pacote de um bom absorvente custa pelo menos R$ 10 e um só às vezes não é suficiente para o período menstrual. O valor é alto para famílias pobres. Há relatos de meninas que usam jornal e miolo de pão como absorvente, algo trágico e que pode claramente levar a infecções. Fonte: educação estadão – geral,pobreza menstrual Confira agora uma lista de repertórios para o tema ”Desafios no combate à pobreza menstrual” . Após escrever a sua redação, envie em nossa plataforma e receba a correção em até 3 dias úteis!

Confira os textos motivadores a seguir e escreva uma redação sobre o tema ”Desafios no acesso à universidade pública”! Afinal o acesso à universidade pública não é algo fácil! Leia os textos motivadores a seguir. Assim, com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo sobre o tema ”Desafios no acesso à universidade pública”. Use a modalidade escrita formal da língua portuguesa e apresente proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Então, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista. TEXTO 1 Depois de um ano escolar completamente atrapalhado pela pandemia de Covid-19, as provas da edição de 2020 do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) estão marcadas para começar no próximo domingo (17), sob a expectativa de revelar discrepâncias ainda maiores do que o usual. […] De acordo com os dados da última edição da avaliação, 22,4% dos estudantes não tinham acesso à internet, e 46% não tinham computador em casa. Considerando que a situação sanitária decorrente do novo coronavírus deixou as escolas brasileiras fechadas por praticamente o ano todo, o déficit de aprendizagem deve se refletir na prova. “Importante frisar que esta desigualdade não deve ser apenas entre estudantes de escolas públicas e privadas de alto nível [como nas edições anteriores], mas entre os próprios estudantes da escola pública, que formam um grupo bastante heterogêneo”, afirma o ex-secretário de Educação de São Paulo Alexandre Schneider, presidente do Instituto Singularidades e pesquisador da Universidade de Columbia e da Fundação Getúlio Vargas. “Os estudantes das escolas privadas partirão de uma posição ainda mais vantajosa do que nos anos anteriores e haverá uma maior disputa entre os alunos de escola pública nas vagas reservadas às políticas de cotas, o que prejudicará o acesso dos mais vulneráveis à universidade”, acrescenta Fonte: Portal G1 Globo TEXTO 2 Para muitos, conseguir entrar em uma faculdade é a realização de um sonho com a perspectiva de um futuro melhor ao atuar na profissão escolhida. No entanto, o acesso ao ensino superior no Brasil ainda continua restrito e os estudantes se esbarram nas dificuldades de fazer uma graduação. O número de oportunidades para o ensino superior é um dos fatores, reduzindo à duas alternativas: tentar conseguir uma pontuação alta para ter acesso aos benefícios de programas oferecidos pelo governo ou entrar em uma faculdade particular e não ter como arcar com a mensalidade integral do curso. De acordo com o MEC, analisando dados gerais da rede privada, houve o registro da primeira queda nas matrículas em um período de 25 anos, com uma redução de 16.529 alunos (0,3%). Outro ponto que reduz mais as chances de obter uma formação profissional é a desigualdade racial. De acordo com Censo do Ensino Superior 2016, predominam nas regiões Sul com 79,93%, Sudeste com 59,63% e Centro Oeste com 46,15%, Nordeste com 32,52%, e Norte com 23,61% pessoas brancas no ensino superior. Já para pessoas pretas o número cai: Sul com 4,37%, Nordeste com 12,27%, Centro Oeste com 8,90%, Sudeste com 8,42% e Norte com 7,71%. E aqueles que se declaram pardos há maior predominância na região Norte com 63,08% e Nordeste com 51,79%. As pessoas amarelas e indígenas são as que sofrem ainda mais para ter acesso ao ensino superior principalmente na região Sul com 1,20% e 0,26%, Sudeste com 2,30% e 0,43% e Centro Oeste com 2,69% e 0,61% respectivamente. Fonte: Educa mais Brasil TEXTO 3 Segundo a pesquisadora Tatiana Dias Silva, autora de estudo sobre ação afirmativa e população negra na educação superior, publicado em agosto pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 36% dos jovens brancos naquela faixa etária estão estudando ou terminaram sua graduação. Entre pretos e pardos, esse percentual cai pela metade: 18%. A Meta 12 do Plano Nacional de Educação (Lei n° 13.005/2014) prevê que, até 2024, 33% da população de 18 a 24 anos estejam cursando ou concluindo a universidade. A preocupação da especialista é que a desigualdade persista por muito tempo e afete o desenvolvimento do país. “Como sociedade isso é inadmissível. Se a questão racial é um elemento estruturante, ele precisa ser enfrentado. Como a gente pode pensar o projeto de desenvolvimento do país que não incorpora esse desenvolvimento para todos os grupos?”, pergunta em entrevista à Agência Brasil. A partir da base dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o estudo de Tatiana Silva contabiliza que, em 2017, 22,9% de pessoas brancas com mais de 25 anos tinham curso superior completo. A proporção de negros com a mesma escolaridade era de 9,3%. Fonte: Agência Brasil TEXTO 4 Fonte: blog do Catarino Confira agora uma lista de repertórios para o tema “Desafios no acesso à universidade pública” . Após escrever a sua redação, envie em nossa plataforma e receba a correção em até 3 dias úteis!

Quer saber mais sobre relacionamento abusivo entre pais e filhos? Confira a lista de repertório que preparamos para o tema! Que atire a primeira pedra quem nunca pensou que nossos pais são os grandes responsáveis por nossas crises, choros e traumas. A verdade é que todo tipo de relacionamento é complicado em algum nível, pois nenhuma pessoa é igual à outra. Quando falamos de pais, então, a coisa tende a piorar, pois passamos as primeiras etapas da nossa vida ao lado deles (infância e adolescência, pelo menos). Estas primeiras etapas são aquelas em que nos sentimos mais sensíveis e inseguros, e por isso tudo que nossos pais fazem ou dizem tende a nos afetar. Para ajudar a desenvolver a sua tese e preparar os seus argumentos sobre o tema dessa semana, trouxemos conteúdos que tratam sobre o assunto. Assim, estude-os e selecione aqueles que vão te auxiliar na defesa do seu ponto de vista na redação. Boa leitura! Precisamos falar sobre filhos que estão em quarentena com pais abusivos Não é fácil identificar uma relação abusiva, e é ainda mais complicado de ver isto em relações entre pais e filhos. Neste artigo você irá ler sobre os filhos que estão isolados em quarentena com pais abusivos. As dificuldades com relação a isto são duas: identificar a relação tóxica e superá-la, pois, diferente de namoros, não há como simplesmente “terminar” uma relação com os pais. Leia o artigo com calma, para entender mais sobre o assunto antes de iniciar a escrita da sua redação. Framing Britney Spears: A Vida de uma Estrela | Movimento #FreeBritney Neste documentário, disponível no Globoplay, pessoas próximas à cantora avaliam sua carreira, enquanto ela batalha com o pai no tribunal. Além do documentário, é importante destacar o movimento “Free Britney”, que pede a liberdade da cantora. Desde 2008 os bens, a carreira e a vida pessoal de Britney são controlados pelo pai, Jamie Spears. De lá para cá, algumas pessoas têm citado abusos do pai. Iggy Azalea fez, recentemente, revelações sobre o assunto, como neste trecho: “Eu a vi restringida até mesmo nas coisas mais bizarras e triviais: como quantos refrigerantes ela podia beber”. Relacionamentos entre mãe e filho nos filmes de Xavier Dolan Os filmes “Eu matei minha mãe” e “Mommy” – ambos do ator e cineasta canadense Xavier Dolan – mostram relações conturbadas entre uma mãe e seu filho. No primeiro deles (Eu matei minha mãe), de 2009, é o próprio Xavier quem vive o personagem Hubert, filho de 17 anos de idade que vê a mãe com desprezo. A relação que se constrói entre a mãe e o filho se torna cada vez mais abusiva no decorrer do tempo. No filme Mommy (2014), dirigido por Dolan, Diane Després é uma mulher com muitos problemas: um deles é seu filho, Steve, que acaba de ser expulso da instituição onde vinha sendo tratado por problemas de comportamento. Juntos, os dois têm uma relação de amor e ódio, expressa em picos de carência e violência. A tensão entre os dois é constante e qualquer motivo faz com que as conversas progridam para agressões. FILME | Lady Bird Neste filme de 2017 é retratada a história de Christine McPherson, adolescente, e de sua mãe. A mãe frequentemente demonstra impaciência ao ver Christine tomando decisões com as quais não concorda. Vale destacar, no filme, a frustração da mãe quanto ao futuro imaginado para a filha, o que é um indício de relação abusiva entre pais e filhos. Carta ao pai | O desabafo de Kafka Conhecido pela obra A Metamorfose, Kafka é conhecido hoje como um dos maiores escritores alemães de todos os tempos. Em Carta ao pai podemos ler a carta que Kafka escreveu (e nunca enviou) para seu pai, após ter ficado insatisfeito com a reação deste diante do anúncio de seu noivado. Nela, o filho expõe toda a sua mágoa em relação ao pai autoritário, que ele chama, alternadamente, de tirano, regente, rei e Deus. FILME| Fuja Este filme, disponível na Netflix, traz a história de uma mãe que cuida de sua filha e, juntas, elas passam por várias dificuldades. Até aí tudo bem, certo? Devido a problemas de saúde, Chloe (a filha) toma remédios e vive isolada com a mãe. De acordo com os títulos de abertura, Chloe convive com uma série de doenças: arritmia, hemocromatose, asma, diabetes e paralisia. Isso a coloca em uma cadeira de rodas e ela precisa de uma variedade diária de comprimidos. Porém, na verdade é a mãe quem faz a filha ficar com a paralisia, devido aos medicamentos dados, para que esta fique sempre ao seu lado. Pegue sua pipoca e curta este ótimo suspense! MINISSÉRIE | The Act The Act, minissérie original de 2019 da Hulu, dramatiza a história verídica de Dee Dee e Gypsy, conhecidas mundialmente por um dos crimes mais bizarros dos EUA. A trama aborda o complexo e absurdo abuso parental sofrido por Gypsy, uma jovem que passou a vida inteira acreditando que tinha uma grave doença por causa de Dee Dee, sua mãe superprotetora. Como você pode ver, já citamos diversos materiais e trouxemos conteúdos que podem te ajudar a refletir sobre o tema. Além destes, é importante que você faça sua própria pesquisa sobre o assunto. Lembrou de algum filme, livro ou vídeo que trate sobre o assunto, e que não citamos aqui? Conta pra gente! Talvez o seu repertório sociocultural possa ajudar outras pessoas a pensarem sobre o tema “Relacionamento abusivo entre pais e filhos”! Organize os repertórios e escreva seu texto!

Confira os textos motivadores a seguir e escreva uma redação sobre o tema ”Relacionamento abusivo entre pais e filhos”! Há uma brincadeira que diz que “a nossa conta da psicóloga deveria ser enviada aos nossos pais”. Esta brincadeira surgiu devido aos inúmeros traumas causados nos filhos por seus progenitores. Como este é um assunto relevante, resolvemos trazer um tema de redação a respeito: Relacionamento abusivo entre pais e filhos. Leia os textos motivadores a seguir e, com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo sobre o tema “Relacionamento abusivo entre pais e filhos”. TEXTO 1 Quando falamos em relacionamentos abusivos, a discussão muitas vezes se restringe às relações amorosas. No entanto, amigos, colegas de trabalho e mesmo familiares podem criar laços tóxicos. A psicóloga Josie Conti explica que pode ser difícil perceber quando um relacionamento passa do limite comum dos altos e baixos e começa a ser abusivo. “Todo relacionamento sofre nuances, assim como o nosso humor no dia a dia se altera. Mas existe um um ponto nas relações que pode indicar um desajuste maior do que o esperado”, diz. Esse ponto seria, segundo a psicóloga, quando há um desequilíbrio grande entre perdas e ganhos para as duas partes. Em relacionamentos abusivos, uma das pessoas sempre precisa ceder e sofre com isso, enquanto a outra ‘dita as regras’. Essa dinâmica se aplica, por exemplo, àquele amigo que começa a ignorar o outro em uma conversa quando é contrariado, aos pais que fazem o filho sentir que não será amado a menos que cumpra certas exigências, como escolher certa profissão, entre outras atitudes que exijam esforço e concessões emocionais de apenas uma parte. “Enquanto a pessoa engole essas atitudes para não magoar o outro, ela magoa a si mesma e vai se fragilizando como ser humano”, explica Josie. Para identificar um relacionamento abusivo, a psicóloga explica que é preciso prestar atenção a um ciclo que se repete. Primeiro, começam a ocorrer momentos de tensão motivados por algo sem significância. Em seguida, há incidentes de comportamento abusivo – que pode ser físico ou emocional. Gritos, xingamentos, ameaças, vitimização, intimidação e culpabilização são alguns exemplos. Depois disso, há reconciliação. A pessoa abusiva pede desculpa ou acha desculpas para seu comportamento abusivo. Com isso, começa uma fase de calmaria, em que a vítima consegue perdoar o ‘incidente’ e o relacionamento volta a ser ‘bom’. Pelo menos até o próximo momento de tensão, quando tudo recomeça, alerta Josie. “É um ciclo destrutivo que vai minando a autoestima da pessoa, e ela não enxerga que pode sair, encontra até mesmo desculpas para o outro.” O relacionamento abusivo normalmente só chega ao fim quando a vítima percebe o ciclo e impõe uma mudança de comportamento ou rompe a relação. Mas isso pode demorar muito para acontecer, pois há uma ‘simbiose’ entre as duas pessoas, explica Josie. Enquanto uma das partes sente que ‘precisa’ da outra, aquele que abusa nutre seu narcisismo ou necessidade de controle e de imposição a partir do abuso. Segundo a psicóloga, um relacionamento abusivo pode, sim, ser melhorado com terapia. “Pode ser até que o abusador sofra por fazer isso [ter atitudes abusivas] – a não ser no caso dos sociopatas. Se for um relacionamento tóxico, buscar terapia pode ajudar a identificar o que faz o abusador precisar desse controle. Há sim uma possibilidade de melhora.” Já com a vítima, trabalha-se a autoestima e a necessidade de impor limites e se libertar do ciclo. Fonte: emais estadão – relacionamento abusivo não acontece apenas entre casais TEXTO 2 Eu passei a minha vida inteira escutando coisas como “Queria ser amiga dos meus pais como você”, “Eu considero os seus pais como meus, porque com os que tenho não posso contar” e coisas do gênero. Quando era mais nova, me considerava apenas uma pessoa sortuda – afinal, eu sempre tive meus pais como meus melhores amigos, eles sempre me deram liberdade de conversar sobre qualquer assunto com eles. Hoje em dia, depois de adulta, percebi que alguns dos casos citados pelos meus amigos se classificavam como relacionamento abusivo – e, claro, conversar com meu psicólogo sobre o assunto também me fez prestar mais atenção nessas coisas externas. Sim, isso existe entre pais e filhos também! No entanto, vamos com calma: não é porque seu pai não te deixou ir naquela festa por causa do horário ou porque sua mãe deu uma bronca em você por algo errado que encontrou, que significa que você está em um relacionamento abusivo com seus pais, ok? Não vamos confundir as coisas! O fato deles falarem ‘não’ algumas vezes ou não deixarem que tudo aconteça da forma que a gente quer, não significa que rola algum tipo de abuso, pelo contrário, eles estão apenas exercendo a função de pais. O relacionamento abusivo, neste caso, acontece como em um namoro. Sabe quando você vê uma mãe colocando todas as ações do filho como inferiores? Quando não o aceita do jeito que ele é, bate, tranca dentro de casa e se acha no direito de fazer o que bem entende ele, porque, afinal, “fomos nós que te colocamos no mundo”? Ou qualquer tipo de abuso psicológico, físico ou sexual? ISSO, sim, é problemático – e muito. Também existe aquele tipo de relacionamento que não chega a ser tão grave quanto agressões e questões psicológicas, mas atinge tanto quanto: quando os pais sentem dificuldade de “liberar as amarras” e te impedem de crescer, algumas vezes até fazendo chantagem emocional quando você pensa em morar sozinho, por exemplo, ou começa a namorar e, consequentemente, fica menos tempo em casa. O pior de tudo é que muita gente de fora da situação realmente passa a mão na cabeça de pais e mães que tomam atitudes assim, aquele famoso “não é minha família, não vou me meter, eles sabem o que é melhor para a educação do filho deles”. Nem sempre é assim! Mas não vamos depositar toda a culpa nos pais que agem dessa forma. Na maioria dos casos, isso

Confira os textos motivadores a seguir e escreva uma redação sobre o tema ”O conflito entre gerações”! Leia os textos motivadores a seguir. Assim, com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo sobre o tema ”O conflito entre gerações”. Use a modalidade escrita formal da língua portuguesa e apresente proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Então, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista. Texto 1 Para o sociólogo húngaro Karl Mannheim, a geração consiste em um grupo de pessoas nascidas na mesma época, que viveram os mesmos acontecimentos sociais durante a sua formação e crescimento e que partilharam a mesma experiência histórica, sendo esta significativa para todo o grupo. Estes fatores dão origem a uma consciência comum, que permanece ao longo do respectivo curso de vida. A interação de uma geração mais nova com as precedentes origina tensões potencializadoras de mudança social. O conceito que aqui está patente atribui à geração uma forte identidade histórica, visível quando nos referimos, por exemplo, à “geração do pós-guerra”. O conceito de “geração” impõe a consideração da complexidade dos fatores de estratificação social e da convergência sincrônica de todos eles; a geração não dilui os efeitos de classe, de gênero ou de raça na caracterização das posições sociais, mas conjuga-se com eles, numa relação que não é meramente aditiva nem complementar, antes se exerce na sua especificidade, ativando ou desativando parcialmente esses efeitos. Fonte: noticias r7 Texto 2 O momento histórico e social em que cada pessoa nasceu influenciará o desenvolvimento do jeito como ela vê o mundo. E não só isso, influenciará também a forma como ela o percebe e como reage a ele. A questão é que muitas vezes dentro de um ambiente organizacional, essas perspectivas não estão alinhadas. E, devido a uma certa dificuldade do ser humano em lidar com o diferente, surgem conflitos que podem atrapalhar todo um clima organizacional. E não são poucas as empresas que passam por isso. Segundo pesquisa realizada pela Câmara Americana de Comércio para o Brasil (Amcham), 75% das empresas enfrentam problemas geracionais. E os resultados desses conflitos são muito prejudiciais. Um estudo feito pela ASTD Workforce Development em parceria com a VitalSmarts mostrou que cerca de 35% dos entrevistados admite que sua companhia gasta pelo menos cinco horas de trabalho por semana em conflitos entre gerações. Ou seja, existe uma perda de produtividade de cerca de 12%. Além disso, esses conflitos podem ser um dos diversos fatores estressores na prática laboral, uma vez que contribuem para o detrimento da saúde física e mental dos colaboradores. Como já mencionamos em outra publicação, empresas que possuem altos níveis de estresse apresentam também funcionários com mais sintomas clínicos de doenças mentais e o dobro de licenças não planejadas. Isso tem, além de custos diretos, um enorme impacto na produtividade da empresa. Fonte: vitalk Texto 3 É possível falar de convívio entre gerações em arranjos familiares, sejam eles casais com filhos, mães ou pais solteiros com filhos, biológicos ou não, e avós que criam os netos. Essas pessoas, muitas vezes, fazem parte de épocas diferentes e, provavelmente, discordam em alguns aspectos da vida. Ceneide Maria de Oliveira Cerveny, doutora em psicologia e professora na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), estuda relações familiares e intergeracionalidade. Ela afirma que o ser humano nasce com uma dupla tarefa. “[temos de] ser nós mesmos e, ao mesmo tempo pertencermos a uma família situada sempre em um tempo e espaço”, explica. É devido a essa dualidade que ocorrem os conflitos de gerações. O contexto em que cada indivíduo cresce influencia na forma com que ele analisa os problemas enfrentados ao longo da vida. Camila Barbosa Lima, formada em design gráfico, pertence aos Millennials e é mãe. Ela acredita que o contexto econômico ao qual uma pessoa está submetida também influencia as suas percepções de mundo. “Questões como feminismo e machismo são muito fortes no conflito entre gerações por causa disso. Quanto menos acesso à informação, menos tolerantes ficamos com o que é diferente de nós”, pontua Camila. No entanto, ela acredita que as novas gerações questionam os valores e as regras seguidas pelas de seus antecessores. “Entre pais e filhos, percebo que as novas gerações aceitam cada vez menos a imposição dos pais nas suas escolhas, assim como a imposições de padrões sociais toleráveis ou estabelecidos pelas gerações anteriores”, explica. Fonte: reporter unesp Confira agora uma lista de repertórios para o tema “O conflito entre gerações” . Após escrever a sua redação, envie em nossa plataforma e receba a correção em até 3 dias úteis!

Confira os textos motivadores a seguir e escreva uma redação sobre o tema ”Desafios na prática do estágio”! Uma redação sobre estágio! Leia os textos motivadores a seguir. Assim, com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo sobre o tema ”Desafios na prática do estágio”. Use a modalidade escrita formal da língua portuguesa e apresente proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Então, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista. TEXTO 1 Muitos estagiários entraram no mercado de trabalho no meio da pandemia e tiveram que começar seu primeiro emprego, na maioria dos casos, já em home office. Segundo eles, a maior dificuldade é em relação à integração nas atividades, porque presencialmente eles conseguem obter um melhor acompanhamento do supervisor no início do estágio e entender como funcionará seu cargo dentro da empresa. A distância não os impede de receber as orientações de suas funções, mas às vezes precisam ir um pouco pelo feeling. Fonte: em todo lugar TEXTO 2 De principal porta de entrada no mercado de trabalho, o estágio se tornou um obstáculo à formação de jovens que hoje encontram menos oportunidades e um grau de exigência mais elevado para contratação. Segundo especialistas em recursos humanos, a crise econômica fez crescer os casos de empresas que ignoram a finalidade principal do estágio. No lugar de uma experiência prática supervisionada que contribui para a formação profissional, os alunos — vistos muitas vezes como fonte de mão de obra barata — são alocados em postos essenciais, independentemente da área de estudo. Há empresas que já exigem conhecimento aprofundado de uma segunda língua e experiência para estudantes que ainda não concluíram nem mesmo o ensino médio. Fonte: oglobo TEXTO 3 Um ano depois da Covid-19 chegar ao Brasil, os universitários ainda sentem os impactos da crise econômica na hora de buscar estágio e ingressar no mercado de trabalho. Levantamento realizado pelo Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE) aponta que foram abertas cerca de 26 mil vagas ao mês de janeiro a fevereiro de 2021. O patamar é o mais alto desde o início da pandemia, mas ainda é 37,1% menor em comparação com os dois primeiros meses de 2020, quando a Covid-19 ainda não havia chegado ao país. O percentual é semelhante ao enxugamento de vagas em 2020. No ano passado, 191.500 vagas foram abertas para jovens estudantes — 36,7% a menos que em 2019, quando 303 mil oportunidades foram ofertadas aos universitários. Fonte: g1 globo TEXTO 4 Todos sabem que o período de estagiário tem por objetivo o aprendizado, o conhecimento do aluno no ambiente de trabalho que esteja vinculado à área que escolheu estudar e atuar. Por essa razão, cabe à empresa designar um supervisor para acompanhar o desenvolvimento desse jovem em seu dia a dia dentro da empresa; além de auxiliá-lo, ensiná-lo e cobrá-lo sobre as atividades que lhe foram designadas. A sobrecarga de funções pode causar uma série de problemas tanto para o aluno quanto para a empresa. O trabalho excessivo pode gerar estresse, abrindo espaço para falhas, inseguranças, confusões, esquecimentos e, muitas vezes, ineficiência. O preconceito é outro fator comum sofrido por aqueles que deveriam ocupar um cargo de auxiliar, ajudando um funcionário experiente a executar seu serviço e aprendendo como este deve ser feito. No entanto, não é difícil ouvirmos a frase “a culpa é do estagiário” quando algo sai errado. Pode até ser que o erro tenha sido cometido pelo jovem iniciante, mas toda a responsabilidade não deve cair exclusivamente sobre ele, mas também sobre seu supervisor direto, pois este deveria estar atento ao trabalho executado pelo jovem. O estagiário precisa de supervisão e orientação constantes. Fonte: blog humber seguros Confira agora uma lista de repertórios para o tema “Desafios na prática do estágio” . Após escrever a sua redação, envie em nossa plataforma e receba a correção em até 3 dias úteis!

Quer saber mais sobre o assunto que envolve a desvalorização do futebol feminino no Brasil? Confira a lista de repertórios que preparamos para o tema! As diferenças entre futebol masculino e futebol feminino em nosso país são gritantes – desde salários até situações de machismo em campo. Para entender melhor as causas deste problema, preparamos esta lista de repertórios. Assim, estude-os e selecione aqueles que vão te auxiliar na defesa do seu ponto de vista na redação sobre o tema da semana: ”A desvalorização do futebol feminino no Brasil”. Boa leitura! Eu, jogadora | entre a realidade e o sonho | Curta-metragem sobre desvalorização do futebol feminino Este curta-metragem traz depoimentos de jogadoras e da primeira mulher a ter sido técnica da seleção brasileira de futebol feminino. As dificuldades dentro de casa, a falta de aceitação dos pais e dos amigos, os xingamentos dentro de campo e os desafios com a falta de dinheiro para perseguir o sonho – tudo isso é demonstrado por meio das falas das jogadoras. “Eu, Jogadora” é fruto de uma parceria entre A Vitrine do Futebol Feminino e o Acervo da Bola, com direção de Edson de Lima, Cristiano Fukuyama e Luiz Nascimento. Já sabe, né? Pegue sua pipoca e seu caderninho de anotações e curta o curta! https://youtu.be/ggv8l6p6500 Ela é o cara (She’s the Man) | 2006 Este é um filminho bem gostoso de assistir, pois traz pitadas de comédia e de drama adolescente. No filme, Viola jogava em um time de futebol que foi extinto, então ela decide fingir que é o irmão gêmeo e jogar no time da escola dele. Vale a pena assistir em uma tarde de preguicinha e anotar o que pode ser utilizado para o desenvolvimento da sua redação. Futebol Feminino no Brasil: Do seu Início à Prática Pedagógica Neste artigo a autora Suraya Cristina Darido se propõe a explicitar as discriminações e preconceitos associados à questão de gênero, a partir da prática do futebol feminino no Brasil. Ao ler o artigo, você irá descobrir, por exemplo, que o início do futebol feminino esteve associado a jogos realizados entre empregadas domésticas, boates homossexuais e jogos entre modelos, na década de 1970. Além de ser importante para entendermos o contexto histórico do futebol feminino no Brasil, o artigo se propõe a citar o papel do professor de educação física e procedimentos pedagógicos para incluir as meninas nos jogos escolares. Legislação | Decreto-Lei de 1941 Este artigo do Globo Esporte fala sobre o Decreto-Lei que proibiu a prática do futebol feminino. Em 14 de abril de 1941 (mais de 80 anos atrás), Getúlio Vargas baixou o decreto que proibia as mulheres de praticarem esportes que não fossem “adequados a sua natureza”. Além disso, durante a Ditadura Militar no Brasil, conforme já mencionado nos textos motivadores, o Conselho Nacional de Desportos citou o futebol, especificamente, como um dos esportes proibidos para o público feminino. Vale a pena ler o artigo e focar nas informações sobre leis e decretos que já existiram acerca do assunto. Minas do Futebol | “O impossível é temporário” Este filme traz a história do time feminino do A.D. Centro Olímpico. Como em 2016 não existia campeonato de futebol sub-13 feminino, o time propôs participar de um campeonato masculino (Copa Moleque Travesso). Marta, a melhor jogadora do mundo Se você não conhece a Marta, deveria conhecer. A brasileira já foi eleita seis vezes pela FIFA a melhor jogadora do mundo! Marta Vieira da Silva, de 34 anos, é a maior goleadora da seleção brasileira e dos Mundiais. Em 2019 jogou sua quinta Copa do Mundo, na França. Em homenagem a Marta, o estado do Rio de Janeiro decretou o dia 19 de fevereiro como o dia do Futebol Feminino (data de aniversário da jogadora). Vale a pena conhecer mais sobre a história da jogadora e os desafios que ela teve de superar para se tornar a jogadora de futebol feminino mais conhecida do mundo. Como você pode ver, já citamos diversos materiais e trouxemos conteúdos que podem te ajudar a refletir sobre o tema. Além destes, é importante que você faça sua própria pesquisa sobre o assunto. Lembrou de algum filme, livro ou vídeo que trate sobre o assunto, e que não citamos aqui? Conta pra gente! Talvez o seu repertório sociocultural possa ajudar outras pessoas a pensarem sobre o tema! Foque na organização das ideias e até a próxima!