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Confira os textos motivadores a seguir e escreva uma redação sobre o tema ”A desvalorização do futebol feminino no Brasil”! O futebol é um esporte que existe desde o século XIX e ganhou adeptos nas últimas décadas. O futebol masculino, hoje em dia, é um esporte multimilionário, com partidas veiculadas no mundo inteiro. Mas e o futebol feminino, por que é desvalorizado? Leia os textos motivadores e escreva sua redação sobre futebol feminino! Leia os textos motivadores para escrever sua redação sobre futebol feminino: Texto 1 para redação sobre futebol feminino A partir de 1983, quando o futebol praticado por mulheres foi liberado por lei no Brasil, milhares de meninas buscam por oportunidades tendo que lutar todos os dias por um esporte mais igualitário Por haver a chamada distinção de gênero em diversas atividades do cotidiano, as mulheres tiveram — e ainda têm — que enfrentar muitas dificuldades para exercer algumas delas, que são majoritariamente praticadas por homens. Um exemplo é o futebol. Segundo a Federação Internacional de Futebol (FIFA), o primeiro jogo oficial de futebol entre mulheres ocorreu em 23 de março de 1883, em Crouch End, na cidade de Londres, na Inglaterra. Naquela ocasião, os dois times foram classificados como Norte e Sul, representando as duas partes da cidade em que a partida era sediada. Porém, o futebol já era praticado por homens desde o século XVII. No Brasil, as mulheres começaram a conquistar seu lugar no futebol entre os anos de 1908 e 1909, quando foram datados os primeiros jogos de futebol com jogadores mistos — homens e mulheres juntos. Conforme noticiado pelo jornal A Gazeta, o primeiro jogo oficial no país entre mulheres ocorreu em 1921. As jogadoras eram dos bairros Tremembé e Cantareira, da cidade de São Paulo. Segundo o Jornal da USP, em 1941, as mulheres foram proibidas de jogar futebol ou qualquer outro esporte “incompatível com as condições da sua natureza”. O decreto-lei 3.199 de 14 de abril de 1941, foi criado na Era Vargas e vigente até 1983. Contudo, a proibição por lei não parou as jogadoras brasileiras, que continuaram jogando e resistindo ao Estado. Após mais de quarenta anos, em 1983, o decreto foi derrubado graças as muitas mulheres que defendiam que o esporte podia ser praticado por todos, sem exceção. Desde então, milhares de jovens mulheres buscam por seu espaço dentro do futebol tendo que enfrentar obstáculos que vão desde a dificuldade de inclusão no esporte até os vários tipos de assédio que enfrentam no dia a dia. Por ser praticado por mulheres, o futebol feminino no Brasil é categorizado por muitos como inferior, pois há muita comparação com o esporte praticado pelos homens. Dificuldades no início de carreira Em relação ao futebol masculino, as oportunidades de carreira dentro do esporte são bem diferentes, tendo em vista que a maioria dos clubes não investem em equipes femininas usando como justificativa o pouco retorno e visibilidade. Pensando em ajudar a mudar essa realidade, a Conmebol, em meio às mudanças que implementou em suas competições em meados de 2016, ordenou que os times que disputarem a Copa Libertadores e a Copa Sul-Americana terão de ter pelo menos uma equipe feminina. Sobre o requisito, o documento fala que “o solicitante (a disputar a competição) deverá ter uma equipe feminina ou associar-se a um clube que possua a mesma. Ademais, deverá ter ao menos uma categoria juvenil feminina, ou associar-se a um clube que possua a mesma”. Além disso, os clubes deverão oferecer apoio técnico e toda a estrutura necessária para as equipes femininas, para que possam treinar e participar de torneios. Segundo Julia Pompeo, essa foi uma decisão muito importante pois mudou os rumos do futebol feminino no Brasil e em toda a América Latina, proporcionando uma maior visibilidade ao futebol feminino. Além da falta de oportunidades, a questão dos investimentos também é um fardo que o futebol feminino carrega. Uma situação inusitada que aconteceu em outubro de 2020 chamou a atenção das mídias para esse problema. Pela segunda rodada do Campeonato Paulista de futebol, em 21 de outubro de 2020, na Arena Barueri, o time do São Paulo goleou o Taboão da Serra por 29 a 0. Apesar de o placar chamar muita atenção, um depoimento dado pela capitã do time do Taboão da Serra serviu para mostrar a dura realidade que os times femininos enfrentam no dia a dia quanto a estrutura dos clubes. Segundo Nini, o time do interior de SP possui pouco investimento e não possui nenhum apoio do clube. “Em pouca coisa o clube nos ajuda. É mais a vontade da comissão técnica mesmo. Ninguém tem salário, ninguém tem condução. A gente não tem roupa de treino, não tem apoio nenhum do clube. A gente simplesmente usa o nome do clube para participar do Campeonato Paulista porque acredita que é uma oportunidade para as meninas mais novas”, relatou a capitã à FPF TV. Com os olhares voltados para o futebol feminino durante a Copa do Mundo, muitos temas surgiram. Um levantamento realizado pelo EXTRA no ano de 2019, mostra que os 20 clubes participantes da série A (até então) investiam no máximo 1% de seus orçamentos no futebol feminino. O Santos liderava a tabela sendo o time que mais investiu. O Flamengo investe cerca de R$ 1 milhão, o que equivalia na época ao salário de um mês do Gabigol. Diante dessa situação, com o baixo incentivo e investimento a prática futebolística se torna quase impossível para as jogadoras. Levando assim, a esperança de o futebol se tornar um esporte igualitário em questão de investimentos e oportunidades. Questão salarial das jogadoras no Brasil Além da falta de investimentos em equipamentos, lugares para treinos e preparação física, uniformes, entre outros, o futebol feminino também é financeiramente afetado na questão da disparidade salarial. Segundo o site de notícias da UOL, os contratos de jogadoras de futebol que atuam no Brasil possuem a duração de um ano. Isso quando existe realmente um

Confira os textos motivadores a seguir e escreva uma redação sobre o tema ”A romantização da maternidade e a culpabilização da mulher”! Leia os textos motivadores a seguir. Assim, com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo sobre o tema “A romantização da maternidade e a culpabilização da mulher”. Use a modalidade escrita formal da língua portuguesa e apresente proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Então, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista. TEXTO 1 Aviso aos navegantes: para embarcar nesse mar de reflexões é preciso livrar-se de todo peso excedente da culpa e dos padrões. Deite tudo fora, lance todas as expectativas infantis que enfeitaram seu imaginário quando o tema em pauta era a maternidade. “Ser mãe é viver com culpa” são minhas primeiras palavras (pouco ou nada simpáticas, eu sei) às mães de primeira viagem que conheço. Digo isso não por desgosto ou por frustração, veja bem. Não mesmo! Amo ser mãe. Mas se tivessem me preparado para a culpabilização diária que a mulher-mãe (e uso essa expressão porque é assim mesmo que me vejo, uma mulher que também é mãe, sem deixar de ser mulher) se impinge, penso que tudo seria menos dramático. Ser mãe como apenas uma das muitas facetas do ser mulher é uma luta quase inglória, acredite. Os olhares julgam mais do que as palavras quando ela esquece a reunião na escola, quando esquece o presente do amiguinho, quando deixa o filho com febre com a babá, quando curte um jantar com as amigas ou quando vai fazer a unha e deixa o filhotinho com o pai… enfim, quando o filho não está no centro de tudo, tudo parece vir pesar contra a legitimidade dessa mãe. Fonte: revista cult uol – maternidade é um encontro TEXTO II Em fevereiro de 2016, circulou na rede social Facebook o “desafio da maternidade”, que convidava mulheres a postarem três fotos que mostravam situações felizes que tiveram como mãe. Entre tantas imagens que representavam os aspectos positivos de ser mãe, algumas mulheres viram a oportunidade de questionar estereótipos e expor o lado daquelas que não se sentiam tão confortáveis em exercer tal papel. Chamavam a atenção para o fato de a maternidade não ser um mar de rosas, evidenciando os momentos em que se sentiram desgastadas e cansadas, e alertando sobre a exaltação da função materna, que só acaba por sobrecarregar ainda mais as mulheres. Apesar de ter recebido o apoio de muitas pessoas, a grande maioria repudiou o ato e distribuiu ofensas para essas mães. “Vivemos em uma época onde é inadmissível fazer qualquer comentário que, de qualquer forma, possa ser interpretado como contrário à maternidade”, destaca Penteado. Porém, o que elas denunciaram é a realidade de muitas mulheres, que não se sentem confortáveis em exprimir o lado B da maternidade, com seus obstáculos e desafios. A psicanalista Anna Mehoudar, que também é fundadora do Grupo de Apoio à Maternidade e Paternidade (GAMP), ressalta que muitas mulheres se surpreendem com a rotina com um filho. “A pessoa constrói a vida e acha que está redonda, aí vem a criança na contramão. Não é como a família Doriana. Dá trabalho, é preocupação, plano de saúde, creche, aprender a lidar com o filho. Há todo um cenário para poder cuidar da criança”, aponta. Paula também destaca que a relação entre mãe e filho se dá como qualquer outra, é uma construção que acontece de “maneira gradual através de um aprendizado” e não é fruto de “geração espontânea”. Nasce da proximidade física e emocional e só pode ser conquistado com a convivência. É nessa relação do cotidiano que cresce o afeto e o amor nasce. Ela acredita que o grande problema da idealização é supor que, assim que o bebê nascer a vida da mãe será perfeita. “A romantização passa pela ingenuidade de pensar que o bebê vai nascer, a mãe sentirá uma completude e tudo será maravilhoso”, disse. Fonte: jornalismo junior – o mito da super mãe Fonte: BabyCenter Confira agora uma lista de repertórios para o tema “A romantização da maternidade e a culpabilização da mulher” . Após escrever a sua redação, envie em nossa plataforma e receba a correção em até 3 dias úteis!

Em meio à pandemia, este é um tema que tem ganhado destaque, pois este tipo de atendimento tem sido amplamente utilizado. Apesar disso, é um assunto que levanta controvérsias. Então, leia os textos motivadores e escreva sua redação! Leia os textos motivadores a seguir. Assim, com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo sobre o tema “Telemedicina no Brasil”. Use a modalidade escrita formal da língua portuguesa e apresente proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Então, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista. TEXTO 1 A Telemedicina é regulamentada no país, mas seu futuro ainda representa esperança. Desde o seu surgimento, essa área médica, que envolve o atendimento do paciente de maneira remota, tem contribuído para avanços significativos, tornando a saúde acessível a qualquer hora, em qualquer lugar. Seja para teleconsultas, exames de rotina ou em situações de urgência, esse é um apoio decisivo. Ele contribui tanto para a prevenção, quanto para o diagnóstico, monitoramento e tratamento de doenças, lesões e outras condições médicas. Tudo isso realizado à distância, ou seja, médico e paciente não precisam estar em contato físico. Após entender o que é e como funciona a Telemedicina, fica até difícil mensurar todas as contribuições da tecnologia para o avanço da atenção à saúde em nosso país. A Telemedicina tornou possível a transmissão e o compartilhamento de informações médicas a quaisquer distâncias, com segurança e melhorias também na qualidade do atendimento. Hoje, está presente dentro e fora das unidades de saúde, e até no auxílio a bases humanitárias em regiões inóspitas ou de guerra. Telemedicina é uma área da Telessaúde que oferece atendimento médico de forma remota. Sendo assim, ela permite atender pacientes através da teleconsulta, interpretar exames médicos (telediagnóstico), telemonitoramento, entre outros, tudo feito remotamente. Para tanto, ela conta com o apoio das Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs). O que é Telemedicina pelo CFM? Segundo o Conselho Federal de Medicina na Resolução CFM nº 1.643/2002, essa especialidade representa o exercício da medicina através de metodologias interativas de comunicação audiovisual e dados, com o objetivo de assistência, educação e pesquisa em saúde. Desde 1990, a Organização Mundial da Saúde (OMS) reconhece a importância dessa área médica, em especial para casos em que a distância é um fator crítico para a oferta de serviços ligados à saúde. Nesse sentido, a Telemedicina é feita por profissionais altamente capacitados. Significa, por exemplo, que o responsável pela interpretação e produção de um laudo de telerradiologia será sempre um médico radiologista. Seja no Brasil ou no mundo, a Telemedicina é uma área que tem rompido barreiras. Portanto, elimina distâncias geográficas e conectando especialistas a outros profissionais de saúde, administradores de unidades de saúde e pacientes. Esse avanço é possível graças à aplicação de tecnologias modernas, como a Internet, sistemas de áudio, imagem e vídeo. Sendo assim, todo o aparato contribui para a resolução de demandas comuns na área da saúde, como a carência de especialistas e segunda opinião médica. Fonte: telemedicina morsch – telemedicina

Confira os textos motivadores a seguir e escreva uma redação sobre o tema ”Teste em animais na fabricação de cosméticos”! Leia atentamente os textos motivadores a seguir e, com base nos seus conhecimentos, redija texto dissertativo-argumentativo acerca do tema “Teste em animais na fabricação de cosméticos?”. Use a modalidade escrita formal da língua portuguesa e apresente proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Então, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista. TEXTO 1 Lei proíbe uso de animais em testes de produtos cosméticos, higiene e perfumes em SC Em Santa Catarina, está proibido o uso de animais em desenvolvimento, experimentos e testes de produtos de higiene pessoal, cosméticos e perfumes. A medida está prevista na Lei 18.009/2020, sancionada pelo governador Carlos Moisés e publicada nesta semana no Diário Oficial do Estado. Quem infringir a determinação está sujeito a sanções previstas no artigo 72 da Lei de Crimes Ambientais, que dispõe sobre penas a condutas lesivas ao meio ambiente. Elas vão desde advertência, multas, até suspensão parcial e total da atividade. Os valores arrecadados com as multas serão destinados ao custeio das ações de conscientização da população sobre a guarda responsável e os direitos dos animais, das instituições, abrigos e santuários de animais ou aos programas da área. Fonte:sc gov TEXTO 2 Testes em animais não são proibidos no Brasil, mas realizá-los ficou mais difícil por aqui desde o dia 24 de setembro. Nessa data, terminou o prazo de cinco anos para que laboratórios adotassem métodos alternativos aos procedimentos com cobaias, conforme estipula uma resolução normativa do Conselho Nacional de Controle e Experimentação Animal (Concea). A norma exige que sejam priorizados métodos alternativos que não usem seres vivos. Os “métodos alternativos” são técnicas baseadas em ao menos um dos princípios dos 3 Rs: do inglês, reduction (redução), refinement (refinamento) e replacement (substituição). Os termos se referem, respectivamente, a diminuir o número de bichos utilizados, aperfeiçoar as metodologias para minimizar o sofrimento animal e substituir o uso de cobaias. 92% dos medicamentos aprovados em testes com animais falham quando aplicados em humanos A decisão vale para procedimentos que analisem, por exemplo, irritação nos olhos e na pele e fototoxicidade (queimaduras causadas pela substância após exposição solar). A medida se aplica a indústrias de cosméticos, medicamentos, brinquedos e até materiais escolares. Empresas que não cumprirem a determinação podem perder a licença para realizar pesquisas, além de pagar multa de R$ 5 mil a R$ 20 mil. Mas, se os métodos alternativos não apresentarem resultados que garantam a segurança do consumidor, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) pode exigir procedimentos com cobaias. O Brasil conta com 24 métodos alternativos validados — ou seja, que foram estudados em outros países, têm eficiência comprovada e passaram pela aprovação do Centro Brasileiro para Validação de Métodos Alternativos. Todo laboratório — industrial ou acadêmico — que realiza testes com cobaias ou métodos alternativos precisa estar cadastrado no Concea. Para que tal registro seja feito, é necessário que cada instituição tenha uma Comissão de Ética no Uso de Animais, que aprova projetos de pesquisa envolvendo bichos e deve ser formada por cientistas e ao menos um veterinário e um representante da sociedade civil. Fonte: revista galileu TEXTO 3 Por que os animais chegaram a ser utilizados para testes? O uso de animais na ciência gera polêmica pelas questões éticas que o envolvem. Ressaltamos que grandes avanços científicos na área da saúde só foram possíveis graças à utilização de animais como modelos para estudos. O uso destes animais salvou, e ainda salva, muitas vidas humanas, porém esta prática, que traz cura, prevenção e tratamento para doenças, também pode gerar dor e estresse nos animais, trazendo conflitos complexos, principalmente naqueles que defendem a causa animal. Os animais de laboratório também estão envolvidos em testes para garantir a segurança de produtos de composição química como medicamentos, cosméticos, agroquímicos, entre outros. Estes testes são requeridos por órgãos regulatórios, como a Anvisa no Brasil, para que os produtos possam ser registrados e comercializados. Episódios trágicos ocorreram quando tais testes não eram exigidos ou não tinham regulamentação rigorosa. Dois exemplos famosos são os casos da máscara de cílios Lash Lure, que não foi testada quanto à segurança ocular e levou a casos de cegueira e até uma morte após a utilização do produto, e da talidomida, que foi comercializada sem a realização de todos os testes pré-clínicos adequados e, após ser consumida por mulheres grávidas, gerou problemas severos nos bebês, como falta ou encurtamento de membros. Fonte: profissao biotec Confira uma lista de repertórios que preparamos para o tema “Teste em animais na fabricação de cosméticos”! Após escrever o seu texto, envie em nossa plataforma e receba a correção em até 3 dias úteis!
Você já parou para pensar em como foram produzidos e testados os cosméticos que você utiliza? Confira uma lista de repertórios que preparamos para que você escreva uma redação sobre o tema! Hoje em dia, cada vez mais gente tem se preocupado com isso e debatido sobre Testes em animais na fabricação de cosméticos, por isso é importante refletirmos acerca dessa temática na redação. Para que você possa sustentar a sua tese por meio de argumentos sólidos, separamos alguns repertórios sobre o tema da semana: “Testes em animais na fabricação de cosméticos“. Impossível não começarmos falando sobre o curta-metragem “Salve O Ralph”, produzido pela The Humane Society of the United States. A animação tem como destaque o coelho Ralph, porta-voz da campanha global para proibir os testes de cosméticos em animais. Após a sua veiculação, a hashtag #saveralph circulou pelo mundo e inúmeros abaixo-assinados foram criados. E o que dizem as leis? No Brasil, em 2019, foi aprovado pela Câmara dos Deputados uma projeto de lei que obriga as empresas a informarem, nos rótulos dos produtos, se houve teste em animais vivos. Além disso, de acordo com o R7, “oito estados contam com leis que proíbem o uso de animais em determinadas indústrias: Amazonas, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro e São Paulo. O Rio foi o primeiro estado nas Américas a promulgar uma proibição completa dos testes em animais para cosméticos.” No âmbito federal, está em tramitação o PLC 70/2014, que “Altera a Lei nº 11.794/08 – que estabelece procedimentos para o uso científico de animais – para vedar a utilização de animais de qualquer espécie em atividades de ensino, pesquisa e testes laboratoriais que visem à produção e ao desenvolvimento de produtos cosméticos e de higiene pessoal e perfumes.” Precisamos MESMO usar ANIMAIS em pesquisa? Neste vídeo, este questionamento é debatido por duas cientistas. Este vídeo, divulgado há poucos dias, é recheado de repertório, pois, entre outras coisas, discute questões éticas e históricas que envolvem o tema em questão. Como você pode ver, trouxemos materiais que podem ajudá-lo a escrever uma redação sobre o tema ”Testes em animais na fabricação de cosméticos”. Você já algum dos repertórios aqui listados? Você conhece algum repertório repertório relacionado ao tema que não citamos? Conte pra gente nos comentários! Agora é hora de organizar as ideias e escrever uma redação sobre este tema! Após isso, envie seu texto em nossa plataforma para receber a correção em até 3 dias úteis!

Confira o tema de redação cobrado na segunda fase do Vestibular UNESP 2021: “Tempo é dinheiro?” Texto 1 sobre tempo é dinheiro Tempo é dinheiro. (Provérbio inglês, já prefigurado numa frase de Teofrasto [372 a.C.-287 a.C.], filósofo da Grécia Antiga.) Fonte: Paulo Rónai. Dicionário universal de citações, 1985. Texto 2 sobre tempo é dinheiro Lembra-te que tempo é dinheiro. Aquele que com o seu trabalho pode ganhar dez xelins ao dia e vagabundeia metade do dia, ou fica deitado em seu quarto, não deve, mesmo que gaste apenas seis pence para se divertir, contabilizar só essa despesa; na verdade, gastou, ou melhor, jogou fora cinco xelins a mais. xelim: até 1971, quando ainda estava em vigor no Reino Unido, um xelim equivalia a 12 pence. Fonte: Benjamin Franklin [1706-1790]. Conselho a um jovem comerciante, 1748. https://founders.archives.gov. Texto 3 Vi quem só andava com o mesmo chinelo Com o preço de uma casa no seu sapateiro Olhei pro braço dos cria, tá geral de Rolex Finalmente pude entender porque tempo é dinheiro Fonte: Djonga [1994- ]. “Hoje não”. Histórias da minha área, 2020. Texto 4 Inventamos uma montanha de consumos supérfluos. Compramos e descartamos. Mas o que estamos gastando é tempo de vida. Quando eu compro algo, ou você compra algo, não compramos com dinheiro, compramos com o tempo de vida que tivemos de gastar para ganhar aquele dinheiro. Com uma diferença: a única coisa que não se pode comprar é a vida, a vida se gasta. Fonte: José Mujica [1935- ]. Human [documentário de Yann Arthus-Bertrand], 2015. Texto 5 Uma das coisas mais sinistras da história da civilização ocidental é o famoso dito atribuído a Benjamin Franklin “Tempo é dinheiro”. Isso é uma monstruosidade. Tempo não é dinheiro. Tempo é o tecido da nossa vida. É esse minuto que está passando. Daqui a 10 minutos eu estou mais velho, daqui a 20 minutos eu estou mais próximo da morte. Portanto, eu tenho direito a esse tempo, esse tempo pertence a meus afetos. Fonte: Antonio Candido [1918-2017]. www.cartamaior.com.br, 08.08.2006. Redação sobre esse tema: O provérbio “Tempo é dinheiro” é uma expressão amplamente reconhecida e utilizada em várias esferas da sociedade. Ela reflete a ideia de que o tempo é um recurso valioso e limitado, e seu uso eficiente está intrinsecamente relacionado ao sucesso e à prosperidade. Neste contexto, é relevante discutir a importância dessa conexão entre tempo e dinheiro na sociedade contemporânea. Vivemos em uma era caracterizada pela aceleração constante. A tecnologia, a globalização e as demandas profissionais têm aumentado a pressão sobre as pessoas para que sejam cada vez mais produtivas. Nesse cenário, a expressão “Tempo é dinheiro” adquire um significado prático, pois destaca a necessidade de utilizar o tempo de maneira eficaz para alcançar objetivos financeiros e profissionais. Além disso, é necessário reconhecer que o valor do tempo vai além da esfera econômica. O tempo é um recurso finito, e cada minuto que passa é irrecuperável. Portanto, valorizar o tempo não significa apenas usá-lo para ganhar dinheiro, mas também aproveitá-lo para buscar a felicidade, o aprendizado, o crescimento pessoal e a contribuição para a sociedade. Em conclusão, a conexão entre tempo e dinheiro é uma realidade na sociedade contemporânea. No entanto, é fundamental entender que essa relação não é absoluta, e o tempo possui um valor intrínseco que vai além do aspecto econômico. O desafio é encontrar um equilíbrio entre a busca do sucesso financeiro e a valorização das dimensões humanas da vida, a fim de viver de forma plena e significativa. O tempo, afinal, é um recurso valioso que merece ser utilizado com sabedoria e discernimento. Com base nos textos apresentados e em seus próprios conhecimentos, escreva um texto dissertativo-argumentativo, empregando a norma-padrão da língua portuguesa, sobre o tema: Tempo é dinheiro? Envie sua redação em nossa plataforma online e receba a correção em até 3 dias úteis!

Um tema interessante em nosso país, porém pouco discutido, é a quantidade de cesáreas e de partos normais e as diversas implicações relacionadas a isso. Então, leia os textos motivadores e escreva sua redação! Leia os textos motivadores a seguir e, com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo sobre o tema “Parto normal ou cesárea: escolha da mulher ou questão de saúde pública?”. Use a modalidade escrita formal da língua portuguesa e apresente proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Então, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista. TEXTO 1 Em plena madrugada, no início de abril, Adelir Carmem Lemos de Góes, de 29 anos, foi surpreendida pela visita de um oficial de justiça acompanhado de policiais armados que a forçaram, com o marido, a acompanhá-los a um hospital em Torres, município distante quase 200 quilômetros da capital gaúcha, onde foi submetida a uma cesariana sem o seu consentimento. O caso dramático e inédito de Adelir mobilizou pelas redes sociais protestos de defensores do parto humanizado e escancarou à opinião pública um dos principais desafios das políticas voltadas para a saúde da mulher: a necessidade de mudar o modelo que fez do Brasil o campeão disparado das cesáreas no mundo. Embora haja uma tendência mundial de aumento desse tipo de operação para a chegada dos bebês — em decorrência, conforme documento do Ministério da Saúde (MS), de melhor acesso aos sistemas de saúde, maior disponibilidade de tecnologias, melhoria das técnicas cirúrgicas e anestésicas, vantagens financeiras pelo custo e planejamento desse tipo de cirurgia e a percepção sobre a segurança de certos procedimentos — os países acendem o sinal vermelho quando a proporção chega a 30%. Há cinco anos, o Brasil cruzou a linha dos 50% de partos por cesárea. E de lá para cá, só tem aumentado, distanciando-se cada vez mais dos 15% recomendados pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Apesar das iniciativas do governo nos últimos 20 anos, não houve reversão do quadro. O modelo brasileiro continua centrado na medicalização dos partos e nos hospitais.Maria Esther Vilela, coordenadora geral de saúde das mulheres do MS, em entrevista ao Jornal do Senado, informa: “98% dos partos no país são hospitalares” Considerada a maior pesquisa sobre parto realizada no país, Nascer no Brasil, divulgada recentemente pelo MS e pela Fiocruz, entrevistou 23.894 mulheres atendidas em maternidades públicas, privadas ou conveniadas ao Sistema Único de Saúde (SUS), entre fevereiro de 2011 e outubro de 2012. Foram coletados dados em 266 hospitais de 191 municípios, incluindo todas as capitais e cidades do interior de todos os estados. Os resultados comprovam que não há recuo nas cesáreas. Fonte: senado legislativo – aumento de cesáreas revela violência obstétrica TEXTO 2 Projeto garante escolha entre parto normal ou cesárea no SUS Grávidas poderão optar pelo parto cesariano a partir da 39ª semana de gestação na rede pública de saúde. É o que determina o projeto de lei (PLS 3.947/2019) que aguarda designação de relator na Comissão de Assuntos Sociais (CAS). Conforme a proposta, às parturientes que optarem pelo parto normal, será garantido o direito à analgesia não farmacológica e farmacológica. O projeto, do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), determina que a grávida seja conscientizada acerca do parto normal e da cesárea, devendo a decisão ser registrada em termo de consentimento. Além disso, se o médico responsável discordar da opção da paciente, deverá registrar as razões em prontuário. Em sua justificativa, o parlamentar argumenta que, de acordo com estudos, a crescente taxa de cesarianas, nos últimos 30 anos, acompanhou a diminuição nas taxas de mortalidade materna. “As ocorrências concretas que chegam aos Conselhos de Medicina e aos Tribunais, mostram que, na rede pública, quando se recorre à cesárea, a parturiente já foi submetida a longas horas de sofrimento, buscando o parto normal”, ressalta Sérgio Petecão. A matéria estabelece também que as maternidades ou instituições, que funcionam com mesma finalidade, deverão possuir placa fixada informando que a mulher pode escolher a modalidade de parto, podendo o médico divergir da escolha e encaminhá-la a outro profissional. Resolução Em 2016, o Conselho Federal de Medicina, através da resolução 2.144, passou a prever que o médico pode atender o desejo da paciente e realizar parto cesárea a partir da 39ª semana de gestação. De acordo com a resolução, a gestante tem o direito de optar pela realização de cesariana, desde que tenha recebido todas as informações necessárias. Entretanto, conforme a justificativa do senador Sérgio Petecão, não há observância dessa medida na rede pública de saúde. “As mulheres são submetidas à verdadeira tortura, uma vez que não querem passar pelas dores e pelos riscos de um parto normal, mas não lhes é dada opção. Ademais, como já dito, surpreende saber que até mesmo analgesia lhes é negada”, ressaltou Petecão. O projeto do senador é semelhante ao texto apresentado pela deputada estadual Janaína Paschoal (PSL-SP) à Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), mas, diferentemente desse, tem abrangência nacional. Fonte: senado legislativo – projeto garante escolha entre parto normal ou cesárea no sus TEXTO 3 País com um dos maiores índices de cesariana do mundo, o Brasil teve em 2017 (último dado disponível) 55% dos seus partos realizados pelo meio cirúrgico, taxa muito superior à recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), de 15%. Há municípios, no entanto, nos quais esse índice ficou muito acima da média nacional, chegando a 100% em alguns casos. É o que mostra um levantamento inédito feito pelo Fiquem Sabendo no portal DataSUS. A análise aponta que as cidades campeãs em índices de cesárea estão nas regiões Sul e Sudeste e que em 14 desses municípios, nenhuma criança nascida em 2017 veio ao mundo via natural, o que deveria ser a regra. De acordo com o levantamento, das 14 cidades com os maiores índices de cesárea do País, 5 estão no Rio Grande do Sul e 4, no Estado de São Paulo. Há ainda duas em Minas Gerais, duas em Goiás e

Você já refletiu sobre a importância da representatividade na publicidade? Confira os textos motivadores a seguir e escreva a sua redação! Leia os textos motivadores a seguir. Assim, com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo sobre o tema “A importância da representatividade na publicidade”. Use a modalidade escrita formal da língua portuguesa e apresente proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Então, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista. TEXTO 1 Deputada estadual eleita pelo PSD, Marta Costa é autora do projeto de lei 504/20, que visa proibir a veiculação de peças publicitárias com diversidade sexual. A PL seria votada nesta terça-feira (20), mas foi adiada para a próxima quinta-feira (22). No texto, a deputada afirma que a presença de pessoas LGBTQIA+ em propagandas traria “desconforto emocional a inúmeras famílias” e que mostrariam “práticas danosas” às crianças. A proibição viria com a intenção de “evitar a inadequada influência na formação de jovens e crianças”. “É nossa intenção limitar a veiculação da publicidade que incentive o consumidor do nosso estado a práticas danosas”, reproduz o documento. A Comissão de Diversidade Sexual e de Gênero da OAB e a Associação Brasileira de Agências de Publicidade se manifestaram contrárias ao PL, apontando-o como lgtbfóbico, inconstitucional e também uma ferramenta de censura. Em nota, a Abap afirmou que a inconstitucionalidade da proposta vem devido à imposição de “discriminação à liberdade de expressão comercial e ao direito da orientação sexual”, considerando também uma tentativa de “censura de conteúdo, abrindo um precedente perigosíssimo para a liberdade de expressão aos direitos de minorias”. A comissão da Ordem dos Advogados do Brasil também aponta como inconstitucional o projeto pela justificativa de que “somente a União tem competência para regular questões relacionadas à publicidade e propaganda”. Agências de publicidade também se manifestaram contrárias ao projeto de Marta Costa. Usando a #PropagandaPelaDiversidade, pelo menos 30 delas publicaram posicionamento contrários em suas redes sociais. Fonte: veja sp abril – alesp votação pl lgbts propagandas TEXTO 2 Cada vez mais se fala de representatividade, diversidade e inclusão na publicidade, mas, até que ponto incluir diferentes etnias, origens e aparências nas campanhas publicitárias, é suficiente? Pois 80% das pessoas em todo o mundo acreditam que apenas isso não é suficiente e esperam que as empresas façam um trabalho melhor para alcançar representatividade genuína em suas publicidades. A constatação vem da atualização da pesquisa para a plataforma de insights criativos Visual GPS, da Getty Images, realizada em parceria com a YouGov, empresa global de pesquisa de mercado, que entrevistou 5 mil consumidores de 26 países e em 13 idiomas. Além disso, a atualização do estudo revelou que seis em cada dez pessoas preferem comprar de companhias que foram fundadas ou sejam representadas por pessoas como elas. Segundo Rebecca Swift, diretora global de insights criativos da Getty Images, em nota, o primeiro estudo do Visual GPS realizado antes da pandemia mostrou o quanto a representatividade é importante para as pessoas, o que motivou a sua complementação. “Nossos dados e pesquisa nos dizem que há um claro apetite para contar, ouvir e ver histórias inclusivas, mas marcas e empresas precisam ir além da inclusão simbólica para, intencionalmente, criar publicidade e comunicações comerciais que realmente capturem o autêntico estilo de vida e cultura das pessoas”, comentou. Outro ponto levantado pela pesquisa foi a questão da discriminação e preconceito, já que 62% dos entrevistados afirmaram que se sentem discriminados. Esse sentimento particular foi, notavelmente, mais comum entre a geração Z, mulheres e americanos. Entre essas pessoas, apenas 14% afirmaram que se sentem bem representadas na publicidade, e 15% nas comunicações comerciais. Fonte: meio e mensagem – 80% das pessoas esperam mais diversidade na publicidade TEXTO 3 O incômodo de trabalhar com equipes apenas de pessoas brancas ou com uma única pessoa negra e as dificuldades de conseguir espaço no mercado publicitário impulsionam jovens negros a criar suas próprias agências. Foi o que deu origem ao Gana, projeto formado por seis publicitários negros há um ano. O coletivo, com foco em conteúdo, podcast, design e audiovisual, tenta mostrar como a diversidade pode ampliar o olhar e apresentar reflexos na qualidade dos produtos finais. Em setembro de 2019, grandes agências de publicidade do país celebraram um acordo com o Ministério Público para a inclusão de jovens negros universitários em seus grupos de colaboradores. “A representatividade desses profissionais no setor é de 3%”, diz Valdirene de Assis, procuradora do Ministério Público do Trabalho em SP e coordenadora do Projeto Nacional de Inclusão de Jovens Negros Universitários. Mas ela diz já ver progressos. “As inclusões estão acontecendo. Além disso, o produto que a publicidade tem entregado para a nossa sociedade está mais diverso do ponto de vista étnico-racial.” Segundo a procuradora, o setor de publicidade foi selecionado não só pela pequena representatividade de profissionais negros mas também “pelo poder de persuasão que a publicidade exerce no público em geral”. “Infelizmente não podemos dizer ainda que a população negra consegue se enxergar na publicidade que é apresentada no Brasil.” Fonte: folha uol – publicitários negros criam agências com foco em diversidade TEXTO 4 Falta representatividade na propaganda. Não são apenas os ativistas que constatam. Recente estudo do Instituto Locomotiva, criado por Renato Meirelles, ex-Data Popular, concluiu que 67% dos consumidores brasileiros não se reconhecem nos comerciais da TV. Mas, no digital, o uso de dados pode mudar esse cenário, com ferramentas que mapeiam perfis de consumidores e exibem anúncios de forma personalizada. A personalização, aliás, toca no fator mais importante da decisão de compra: a identificação. Segundo a pesquisa, tirando preço e qualidade (quesitos característicos do item à venda), sentir-se identificado com o produto é o que mais influencia no consumo para 44% dos respondentes, à frente da opinião de um especialista (40%) e do status que ele proporciona (31%). Quem menos se vê representado na propaganda são os negros, segundo o levantamento. Eles compõem 54% da população. É um mercado de R$ 1,5 trilhão por ano interessado em aparelhos de TV, smartphones e geladeiras. Mas, diante dos comerciais desses produtos, apenas

A desvalorização das profissões é uma realidade. Conheça conteúdos pertinentes para escrever uma redação sobre esse tema! Os tempos atuais mudaram nossos modos de consumir, de nos divertirmos e até de trabalharmos. Por um lado, muitas facilidades ficaram disponíveis a um clique. Por outro, é cada vez mais presente uma desvalorização de determinadas profissões. Além disso, a possibilidade de trabalhar para aplicativos de entregas, por exemplo, tem levado muitas pessoas para a informalidade. Então, é sobre isso que você precisa refletir para escrever sobre o tema da semana: “Uberização do trabalho e precarização profissional“. “Mas e não sei nada sobre o assunto”! Calma! Nós, como sempre, trouxemos alguns conteúdos que você poderá assistir, ler ou ouvir antes de pensar no seu projeto de texto. O repertório sociocultural é um critério importante da avaliação da competência 2. Portanto, é superimportante que você invista um tempinho na pesquisa para não fugir do tema. Pronto? Então vamos lá! Boa leitura! Documentário: GIG – A Uberização do Trabalho https://youtu.be/gbSaTJ_7Zfk Este documentário, produzido em 2019, mostra que, com o crescimento do trabalho mediado por aplicativos e plataformas digitais no mundo todo, o avanço da chamada “gig economy”, conhecida no Brasil por “uberização”, passou a despertar debates sobre a precarização e a intensificação do trabalho numa sociedade cada vez mais conectada. Você certamente ficará bem informado com esse material, portanto, assista! Filme: Você não estava aqui (drama, 2019) Será que posso adquirir repertório e ao mesmo tempo me entreter? MAS É CLARO QUE SIM. A ficção sempre nos faz pensar sobre aspectos da realidade. Assim, ver filmes e séries ajuda muito e pode ser um repertório muito rico na sua redação. Então, hoje a dica é “Você não estava aqui”. Nesse filme, é contada a história de Ricky e sua família, que lutam para pagar as contas após serem afetados pela crise econômica de 2008. Assim, Ricky vislumbra a possibilidade de recuperar o controle de sua vida financeira abrindo um negócio como motorista de entregas. Além disso, sua mulher Abby (Debbie Honeywood) atua como autônoma cuidadora de idosos. Porém, o excesso de trabalho os deixa com menos tempo para se dedicarem aos filhos Seb (Rhys Stone) e Liza (Katie Proctor). Desse modo, a família fica prestes a desmoronar. MAS SEM SPOILER! Confira e descubra o que acontece! De acordo com o diretor do filme, Ken Loach, sua intenção era mostrar a exploração do trabalhador moderno. Porém, é importante também ficarmos atentos para as consequências desse modo de “ganhar a vida”, que acaba trazendo precariedade às relações pessoais e sociais. Live: Uberização, indústria digital e trabalho 4.0 | Ricardo Antunes, Paulo Galo e Luci Praun Está com tempo? Assista a esta live de lançamento do livro “UBERIZAÇÃO, INDÚSTRIA DIGITAL E TRABALHO 4.0”. Nela, o organizador da obra, o sociólogo Ricardo Antunes, comenta os artigos que a compõe e traz um importante debate sobre as condições de trabalho no mundo governado pelo digital. Então, assista, anote, e, se possível, leia o livro! Vídeo: Trabalhar com aplicativo: liberdade ou precarização? | Papo Rápido | Papo de Segunda Se ainda não entendeu bem sobre o que você precisa refletir em sua redação, assista a este “papo rápido” entre os integrantes do programa “Papo de Segunda”. Certamente, uma das grandes questões é se esse modo de trabalho representa o que veremos no futuro. Será que é positivo um sistema em que grande parte das pessoas “trabalham por conta própria”? Quais as consequências disso para todos? Essa reflexão pode ajudá-lo a determinar seu ponto de vista sobre o tema. Portanto, pense sobre isso! Podcast: Trabalheira #2: O que Henry Ford diria da Uber? Além de tratar da questão da nova forma de viver no mundo do trabalho, possibilitada pelos aplicativos, esse podcast traz um panorama histórico sobre esse tipo de relação e sobre os meios de produção. Aproveite e já relembre alguns conteúdos de Sociologia! Artigo: Uberização do trabalho e acumulação capitalista Para finalizar, leia o artigo de David Silva Franco e Deise Luiza da Silva Ferraz sobre tema. Nele, você saber mais sobre a “economia do compartilhamento” e como essas nova postura tem fundamento no capitalismo e acaba alterando as relações de trabalho. Além disso, mostra como a categoria “trabalhador” entra num sistema em que ele acaba sendo responsável por gerir os meios de produção. Assim, ele beira a gestão, porém o que se tem como reflexo é uma forma de trabalho precarizada. MAS NÃO PARE POR AQUI! Pesquise mais, veja vídeos relacionados no Youtube, procure mais artigos e reportagens sobre o assunto. Assim você conseguirá defender a sua tese com mais propriedade. LEMBRE-SE: é importante ouvir os dois lados, portanto, não fuja de artigos ou vídeos que por acaso divirjam da sua visão sobre o assunto! De fato, quanto mais informações, mais você poderá falar sobre o tema! Agora, #partiu escrever a redação? Após isso, não se esqueça de enviar em nossa plataforma para receber a correção em até 3 dias úteis, hein?

Confira os textos motivadores a seguir e escreva uma redação sobre a “Uberização do trabalho e precarização profissional”. Leia os textos motivadores a seguir. Assim, com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo sobre o tema “Uberização do trabalho e precarização profissional”. Use a modalidade escrita formal da língua portuguesa e apresente proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Então, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista. TEXTO 1 Fonte: Cesforma TEXTO 2 Com um simples clicar de botão, os softwares direcionam a oferta e demanda mercadológica, guiando motoristas e entregadores de aplicativos para quem requisita seus serviços. Desenvolvidos sob um novo espectro funcional, estabelecem novas relações de trabalho e modificam a ideia de chefe e empregado. O termo uberização foi cunhado para caracterizar essa nova forma de gerenciamento e organização do trabalho. Embora o nome remeta a uma empresa, expõe uma tendência que perpassa o mundo do trabalho e que, de forma global, vem atingindo diversas ocupações. Para além das recentes ferramentas digitais, esse processo é remanescente de décadas de flexibilização trabalhista e vem, cada vez mais, tomando espaço. A pesquisadora Ludmila Costhek Abílio, doutora em Ciências Sociais pela Unicamp, explica que o cerne dessa nova forma está na possibilidade de transformar o trabalhador em um nanoempreendedor de si próprio. “Esse nanogerente passa a estar desprovido de qualquer direito, proteção ou garantia. Ao mesmo tempo, ele passa a arcar com uma série de riscos dessa atividade”, ressalta. Fonte: ufrgs br TEXTO 3 Resumidamente, o que é a “uberização”? Em três aspectos, a uberização é uma nova maneira de gerenciamento, controle e organização do trabalho. O trabalhador não é mais um empregado. E apesar de trabalhar a hora que quiser, há a criação de um trabalhador informal que é vigiado por algoritmos. Ou seja: você pode mapear o trabalho de 200 mil motoboys, distribuí-los no espaço e determinar o valor do trabalho. A uberização é um processo de formalizar monopólios e informalizar. Ao mesmo tempo, são formados monopólios de empresas que possuem todo esse poder nas mãos e de trabalhadores cada vez mais informais. Fonte: uol TEXTO 4 As novas regras sobre a retirada dos direitos trabalhistas estão para serem aprovadas em breve. Mas elas não são as únicas que precarizam as relações de trabalho no Brasil. Em várias profissões, a graduação, ou seja fazer uma faculdade em 4 anos, e até ter uma pós-graduação já não quer dizer muita coisa no mercado. Muitas vezes contratar uma pessoa não formada, preparada apenas em treinamentos básicos para desempenhar funções de quem foi atrás da academia, pagando um salário mísero, é muito mais lucrativo para empresas, órgãos do terceiro setor ou até mesmo pelos governos cada vez mais focados em destruir a máquina pública. E atenção: isso não é uma teoria. É uma prática real, tão ou mais comum do que pensamos. Porém, desqualificar tanto assim as profissões pode sair muito caro no médio e longo prazo. Os serviços precarizados podem gerar uma economia aparente, mas a falta da qualificação profissional e os péssimos salários podem fazer com que processos judiciais se multipliquem e o prejuízo social seja cada vez mais evidente. Assim, a sobrecarga de funções em profissionais não qualificados pode gerar um efeito de insatisfação coletiva e a insegurança jurídica e até física se fará presente em todos os setores do mercado de trabalho. Mas o que quero dizer com isso? Que num futuro próximo, tanto as profissões qualificadas como as profissões que não exigirão qualificação profissional serão niveladas por baixo, e o Brasil deixará de ter técnicos competentes, para ter uma imensa massa de agentes operacionais. Portanto, se nada for feito, na próxima década teremos a geração de atendentes, que poderiam ser cientistas, médic@s, enfermeir@s, professores, assistentes sociais, psicólog@s, advogad@s, etc. , mas que mesmo formad@s infelizmente estarão do outro lado do balcão da lanchonete, oferecendo a oferta do sanduíche do dia. Fonte: contrapontosocial TEXTO 5 A taxa de desemprego ficou estável no trimestre encerrado em novembro, em 14,1%, mantendo-se no patamar recorde de 14 milhões de pessoas, segundo dados da Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), divulgados nesta quinta (28) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). A população ocupada aumentou 4,7% nos três meses até novembro e chegou a 85,6 milhões de pessoas, um incremento de 3,9 milhões ante o trimestre anterior. Esse avanço é o maior de toda a série histórica, segundo a analista da Pnad, Adriana Beringuy. O crescimento foi puxado principalmente pela informalidade, que está em 39,1%. […] Entre os informais, o número de trabalhadores sem carteira assinada cresceu 11,2% no trimestre e chegou a 9,7 milhões de pessoas. Somadas todas as categorias de informais, que incluem os domésticos, trabalhadores por conta própria sem CNPJ e os familiares, 33,5 milhões de pessoas estão na informalidade. Fonte: folha uol Confira agora uma lista de repertórios para o tema “Uberização do trabalho e precarização profissional”! Após escrever a sua redação, envie em nossa plataforma e receba a correção em até 3 dias úteis!

Confira uma lista de repertórios socioculturais para usar em sua redação sobre o tema “Desafios da produção científica no Brasil”! Porém, mesmo com toda a sua importância para a civilização, há quem acredite que o investimento nessa área é um gasto desnecessário. E o que você pensa sobre isso? Certamente, você tem uma opinião formada! Então, para que você possa argumentar melhor sobre o tema “Desafios da produção científica no Brasil” na sua redação, escolhemos alguns repertórios que para usar na sua argumentação. Boa leitura! Cinebiografia: Radioactive Algumas figuras ficaram mundialmente conhecidas por causa das suas descobertas científicas. Uma delas – já bastante mencionada em muitas redações – é a química Marie Curie. Nesta obra cinematográfica, são mostradas as dificuldades que a cientista encontrou para conseguir apoio para suas experiências devido ao fato de ser uma mulher. Então, ao conhecer Pierre Curie, ela logo se surpreende pelo fato dele conhecer seu trabalho. Assim, o filme pode ajudar a mostrar como, sem apoio, fica muito complicado desenvolver projetos que podem mudar e melhorar o mundo. Vídeo: Panorama | O desconhecimento da ciência no Brasil Para tratar da produção científica no país, nada melhor do que conhecimento. No entanto, muitos brasileiros não sabem o que é produzido aqui. Então, é fundamental que se procure saber mais sobre como a ciência funciona em nosso país. Nesta reportagem, porém, você vai ver que a maioria dos brasileiros não conhece quem e onde se faz ciência no Brasil. Além disso, verá o quanto é investido no setor e o que os cientistas tem a dizer sobre isso. Confira! Institutos de pesquisa brasileiros Com a pandemia, nomes como Fiocruz e Instituto Butantan passaram a fazer parte da nossa rotina. Vale a pena você entrar nos sites oficiais e, assim, conhecer um pouco mais da história desses dois locais em que se produz ciência no país. Palestra: Perspectivas sobre a ciência e a tecnologia no Brasil | Carlos Henrique de Brito Cruz | TEDxUNIFESP Neste vídeo, o palestrante conversa sobre o futuro da produção científica no Brasil. Afinal, você sabe onde o Brasil está inserido, em um contexto global, na geração de novos conhecimentos e tecnologias? Se não sabe, então é assista ao vídeo e conheça um pouco mais. Assim, poderá escrever melhor sobre a questão da produção científica e os desafios que ela enfrenta. Artigo: Por que é tão difícil produzir ciência no Brasil? Você sabia que o Brasil faz parte de importantes pesquisas no contexto mundial? E que aqui há cientistas de ponta em diversas áreas? Porém, mesmo assim, os desafios da produção científica nacional ainda são imensos. Neste artigo da History Brasil você poderá entender por que isso acontece. Artigo: Brasil de costas para a ciência Mais um artigo para você ler. Nesta material produzido pela revista Piauí você saberá a quantas anda o investimento no setor de ciência e como isso impacta na nossa sociedade. Você sabia que os brasileiros são os que menos acreditam em seus cientistas? Então, por que você acha que isso acontece? Leia e descubra! Unesco: Ciência, tecnologia e inovação no Brasil Acesse este material produzido pela Unesco para saber mais sobre a produção científica brasileira. Assim, relacione os dados e informações com a importância desse setor e como ele poderia ser melhor desenvolvido. Saiba mais sobre a ciência aberta, inteligência artificial, entre outros temas. Além disso, você consegue acessar os relatórios que mostram a evolução da área. Então, não perca tempo e acesse agora mesmo! Faça sua própria pesquisa Sempre gostamos de frisar que você precisa fazer a sua própria pesquisa sobre o tema antes de pensar o seu projeto de texto. Desse modo, além de aumentar seu repertório, você aumenta as chances de fazer uso produtivo dele. Afinal, como você sabe, não basta apenas citar alguém ou algo, é preciso que faça sentido à sua tese. Portanto, reserve um tempo enquanto está na fase do treino para estudar a temática e anotar algumas informações. Certamente, elas serão úteis para mais temas semelhantes. Afinal, quem sabe o que pode cair na prova, não é mesmo? Por isso, é fundamental ler bastante, assistir filmes, séries ou mesmo tentar lembrar de algo que você já viu/leu e que tenha a ver. Então, esta lista é apenas o pontapé inicial. Vá além! Precisa de ajuda? Mas se você ainda estiver perdido(a), não sabe por onde começar, que tal ter uma ajudinha dos nossos corretores para mandar bem nas competências do ENEM? Já conhece a nossa plataforma? Se não conhece, está esperando o quê? Conheça nossos planos e garanta o melhor acompanhamento para os textos, com garantia de sucesso! Então, venha para o Redação Online e descubra como arrasar na escrita!

Reflita e escreva uma redação sobre os desafios da produção científica no Brasil. Leia os textos motivadores a seguir. Assim, com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo sobre o tema “Desafios da produção científica no Brasil”. Use a modalidade escrita formal da língua portuguesa e apresente proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Então, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista. Texto 1 A ciência brasileira terá que sobreviver em 2021 com um orçamento pífio. O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) foi o que sofreu o maior corte no orçamento federal aprovado em 25 de março pelo Congresso Nacional, com uma redução de 29% dos seus recursos, em comparação com 2020. O orçamento de fomento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) — que é vinculado ao MCTI — será de apenas R$ 23,7 milhões; uma quantia absolutamente irrisória para a sustentação da produção científica nacional. O orçamento total para a produção científica previsto para o MCTI neste ano é da ordem de R$ 8,3 bilhões, comparado a R$ 11,8 bilhões em 2020. O valor reservado para “despesas discricionárias” (ou seja, efetivamente disponível para investimentos em pesquisa), porém, é de apenas R$ 2,7 bilhões, 15% a menos do que em 2020 e 58% a menos do que em 2015 (quando o orçamento já estava em queda), segundo dados apresentados pelo ministro Marcos Pontes em uma audiência pública na Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática da Câmara dos Deputados, na última quarta-feira, 7 de abril. Considerando o crescimento da comunidade científica ao longo das últimas décadas, o orçamento pode ser considerado o menor da história, em termos da sua capacidade de atender às demandas do setor. O outros dois ministérios que mais perderam recursos foram Educação e Meio Ambiente. […] Pelos cálculos da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), com base nos números originais do projeto de lei do orçamento, o CNPq terá 10% a menos de recursos para bolsas neste ano, com o agravante adicional de que mais de 60% desses recursos dependerão da liberação de créditos suplementares pelo Congresso ao longo do ano. O montante efetivamente garantido no orçamento (cerca de R$ 378 milhões) seria suficiente para pagar apenas quatro meses de bolsas. Fonte: https://jornal.usp.br/ciencias/orcamento-2021-compromete-o-futuro-da-ciencia-brasileira/ Confira agora uma lista de repertórios para o tema “Desafios da produção científica no Brasil“! Após escrever a sua redação, envie em nossa plataforma e receba a correção em até 3 dias úteis!