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Leia e interprete os textos motivadores que se seguem para desenvolver a proposta de redação desta semana com estereótipos na mídia e na literatura – tema. Texto 1 Preconceito: pesquisa comprova que a mídia reforça estereótipos de gênero para crianças Sim, os papéis dos personagens na TV, no cinema e na televisão ensinam o que a cultura espera do seu filho de acordo com o gênero. NAÍMA SALEH 14 JUL 2017 – 11H19 Existe um movimento grande no sentido de libertar as crianças dos estereótipos de gênero. Ficou fora de moda achar que rosa é para menina e azul para menino. Famílias têm se esforçado para desconstruir a ideia de que eles não podem brincar de boneca, enquanto elas não podem preferir carrinhos. Uma porção de livros infantis que tratam do assunto foram lançados recentemente e muitas escolas têm trabalhado com carinho essa questão. Mas será que todas essas iniciativas bastam, uma vez que filmes, programas de TV e até desenhos animados continuam reforçando os estereótipos de gênero? Parece que não. A pesquisa Watching Gender: How Stereotypes in Movies and on TV Impact Kids’ Development analisou 150 artigos, entrevistas, livros e outras pesquisas científico-sociais e concluiu que os estereótipos de gêneros estão mais persistentes nos programas de TV e filmes, a mídia é capaz de ensinar as crianças culturalmente o que se espera dos meninos e das meninas. De acordo com a psicóloga e psicopedagoga educacional Marisa Irene Siqueira Castanho, conselheira da Associação Brasileira de Psicopedagogia (ABPp), o modelo de família e de gênero que conhecemos teve origem no século 19, quando a sociedade passou a dar valor à criança e à sua educação associada a uma nova ordem social com a família nuclear, instituída pelo casamento e com papéis masculinos e femininos determinados. “O modelo heterossexual assumido nessa nova ordem social levou ao desenvolvimento de relações sociais dicotômicas que associam ao homem papeis masculinos de força, atividade, agressividade, trabalho, controle de emoções, e ao papel feminino, fragilidade, docilidade, passividade, aceitação.”, explica. Ou seja: o gênero é uma construção social, algo que pode variar de acordo com a cultura. “Os procedimentos dessa pesquisa, se replicados no Brasil, trariam resultados semelhantes e provavelmente inesperados, uma vez que pela mídia não estamos sujeitos apenas a propagandas de roupas e brinquedos infantis, mas a programas que incitam violência e sexo explícito”, explica Marisa. E o problema é que as crianças entram em contato com essas ideias muito cedo, em um período em que estão construindo suas referências, solidificando paradigmas. Mais tarde, fica muito difícil de desconstruir esses padrões. Infelizmente, não há como blindar as crianças dessas influências. Mas é possível, sim, oferecer, em casa outras possibilidades, que fogem dos modelos reproduzidos por personagens na ficção. “A escolha da brincadeira e dos brinquedos pelas crianças funciona como uma espécie de tubo de ensaio daquilo que os homens e mulheres fazem no mundo adulto do trabalho e que pode ser experimentado por elas, ampliando suas experiências e vivências, treinando suas competências, apontando caminhos e escolhas”, explica a psicopedagoga. Deixe que seu filho experimente, explore, brinque e questione. E aproveite as oportunidades em que seu filho tiver contato com algum tipo de mídia – seja um filme, um desenho ou até uma propaganda – para ensiná-lo a questionar as informações que ele recebe. Comente as atitudes dos personagens, os enredos, estimule-o a pensar e a refletir. No mundo em que vivemos, o encontro com o outro, com o diferente, é inevitável. Inclusive com as ideias que são opostas aos nossos ideais. A grande questão é: como ensinaremos nossos filhos a lideram com elas? “As diferenças existem e não são elas o problema. O problema se instala quando, frente às diferenças, as relações de identidade ordenam-se em torno de oposições binárias: masculino/feminino, branco/negro, heterossexual/homossexual, usando-se um dos pares para identificar o que é normal e esperado, em detrimento do outro que é discriminado e tratado com preconceito”, completa Marisa. Tenha isso em mente e o coração aberto para que seu filho aprenda a aceitar o diferente e tenha confiança de ser ele mesmo, independente do que se espera dele por seu gênero. Fonte: www.revistacrescer.com.br Acesso em 20/05/2020. Texto 2 Nos últimos anos, Hollywood foi alvo de críticas por racismo e sexismo. Ambos são profundamente enraizados e podem ser percebidos nos atores diante das câmeras, nas pessoas que comandam o setor e também na representação de grupos sociais em filmes. Para mostrar como os estereótipos evoluíram em Hollywood, a DW examinou clichês recorrentes em mais de 6 mil filmes que concorreram ao Oscar desde 1928. Há muitos exemplos de caricaturas racistas ao longo da história de Hollywood. Negros e asiáticos são os alvos mais comuns. Um exemplo é Breakfast at Tiffany’s, com Audrey Hepburn, no qual o vizinho Mr. Yunioshi, com seus dentes tortos e sotaque típico, parodia um japonês. “Racismo, na forma de exclusão do mercado de trabalho e de papéis estereotipados, marca a indústria cinematográfica de Hollywood já desde os seus primórdios, no início dos anos 1900”, escreve a socióloga Nancy Wang Yuen no livro Reel Inequality: Hollywood Actors and Racism. De fato, nos primeiros anos, personagens asiáticos, quando existiam, apareciam sempre como clichês ofensivos: ou eram vilões misteriosos e ameaçadores ou caricaturas, como Mr. Yunioshi. Para completar, Mr. Yunioshi ainda é interpretado pelo americano Mickey Rooney, ou seja, é um exemplo de yellowface, um não asiático que é maquiado de forma caricata para se parecer com um asiático. Essa prática era comum em Hollywood. Produtores relutavam em contratar atores de minorias. Em vez disso, eles colocavam brancos para interpretarem os papéis. O processo acabou se retroalimentando: preconceitos perdem força à medida em que pessoas de diferentes grupos étnicos passam a ter mais contato entre si. “Só que os asiáticos eram historicamente segregados nos Estados Unidos. Ainda hoje, a maioria dos papéis de asiáticos e americanos de origem asiática não é interpretada por eles mesmo, mas por pessoas que não sabem muito sobre eles”, comenta o pesquisador Kent Ono, da Universidade de Utah e que estuda a representação de etnias na mídia. “Entre as pessoas que não conhecem

CONFIRA O TEMA COMPLETO CLICANDO AQUI É inegável, nunca se comprou pela internet tanto quanto agora. E não vá achando que o crescimento dos e-commerces no Brasil aconteceu só por conta da pandemia de Covid-19. Se você acompanhou os textos motivadores da proposta desta semana, notou que as vendas on-line já vinham crescendo expressivamente anos antes da chegada do vírus a nosso país. Praticidade, economia de tempo, variedade, acessibilidade e, não poucas vezes, melhores condições de pagamento têm feito com que muita gente mude seus hábitos de consumo, preferindo ficar em frente ao computador ou celular na hora de suas tão queridas comprinhas. Não é para menos que cada vez mais setores têm optado por marcar presença também com suas opções de compras virtuais. Muitos especialistas no assunto dizem que essa será a forma de consumo da maior parte da sociedade dentro de pouquíssimo tempo. Que tal conhecer um pouco mais sobre o assunto? Separamos várias sugestões que vão te ajudar a entender melhor sobre a importância do e-commerce no Brasil e como a disponibilidade de lojas virtuais altera os hábitos de consumo de nossa sociedade. Artigo sobre a história do e-commerce no Brasil. Disponível em: News – Comschool Acesso em 07/05/2020. Vamos dar aquela passeada básica pela história para entendermos onde, como, por que e para que o e-commerce surgiu e de que forma ele veio parar aqui, na nossa terrinha, já que ele é uma invenção americana. Talvez pareça estranho para você que começou a fazer suas comprinhas virtuais há pouco tempo, mas comércios on-line já contam com mais de 20 anos de existência. Artigo sobre a evolução do e-commerce no Brasil. Disponível em: E commerce Brasil Acesso em 07/05/2020. O artigo traz muitos índices, porcentagens e argumentos de quem realmente entende do assunto de comércio on-line, ou seja, o texto está repleto de informações valiosas para sua redação. Há também os apontamentos sobre faturamento divididos por estado, o que torna a pesquisa muito mais rica. Observe bem a data do artigo, pois ele foi publicado em agosto de 2019, bem antes de sequer começarmos a pensar em Covid, o que nos comprova que as vendas pela internet já eram bastante relevantes. O site E-commerce Brasil é o maior produtor de conteúdo no segmento de análise de mercado virtual no Brasil, e, por isso mesmo, extremamente respeitado no nicho. Artigo sobre a evolução do e-commerce no mundo. Disponível em: Tranformação Digital Acesso em: 07/05/2020. Talvez você tenha interesse em saber sobre a evolução do e-commerce não só no Brasil, mas no mundo como um todo e é claro que não poderíamos deixar essa informação tão relevante de fora de nossa lista. Além de ver os números (que também revelam um crescimento expressivo), você poderá saber quais setores mais crescem no mundo on-line e em que nível. Artigo de revista sobre a reinvenção dos shoppings mediante o crescimento dos e-commerces. Disponível em: Exame – Abril Acesso em: 07/05/2020. Mas se você acha que todo mundo está lindo e feliz com o avanço dos e-commerces, saiba que a história não é bem assim. Por conta da potência que as lojas virtuais possuem hoje, várias lojas físicas precisaram se reinventar, inclusive as dos shoppings. Artigo sobre grandes empresas e suas versões on-line. Disponível em: Exame Abril Acesso em: 07/05/2020. O artigo é de 2011 e quase dez anos depois ele continua igualmente relevante. Nele, você poderá ver que grandes nomes tradicionais de lojas físicas apresentam suas justificativas para também marcarem presença no e-commerce, inclusive com números e mais números para você adicionar em sua argumentação. Artigo com o paralelo de crescimento do comércio eletrônico antes e durante a pandemia de Coronavírus. Disponível em: E commerce Brasil Acesso em 07/05/2020. Mas eis que o Coronavírus infelizmente chegou e fez com que o e-commerce fosse a única alternativa de funcionamento para muitas empresas. Novamente, o site E-commerce Brasil faz um excelente levantamento sobre a situação do comércio eletrônico antes da pandemia e durante o surto, além de projetar o futuro dos e-commerces, inclusive apontando as áreas mais promissoras. Artigos sobre as mudanças nos hábitos de consumo dos brasileiros antes e durante a pandemia. Disponíveis em: E commerce Brasil Portal Terra Acesso em: 07/05/2020. E é claro que as facilidades trazidas pelo comércio eletrônico provocariam mudanças bruscas nos hábitos de compra dos brasileiros. Evidentemente, ainda há muita gente que não usufrui do e-commerce por medo de sofrer algum tipo de golpe, medo esse bastante legítimo, mas também precisamos nos lembrar de que existem cada vez mais sistemas de segurança em compras on-line, a fim de minimizar riscos. Selecionamos dois artigos para vocês: o primeiro faz a análise da mudança de hábitos do comprador antes da pandemia e o segundo lança seu olhar para as diferenças durante a pandemia. Não se esqueça de que o e-commerce tem estado em franca expansão há mais de uma década e que o Coronavírus apenas acentuou e acelerou uma tendência já prevista por vários especialistas, como você pode conferir neste texto Amcham Série Girlboss. Disponível na Netflix A série, inspirada no livro de mesmo nome, conta a história de uma garota (Sophia) em conflito com si, falida e sem ter a menor ideia de que rumo dar à sua vida. Até que ela tem uma brilhante ideia que envolve um e-commerce e que realmente faz dela uma Girlboss. Infelizmente, a série de 2017 tem apenas uma temporada, mas que vale a pena ser assistida em todos os seus 13 episódios. Artigo sobre o e-commerce após o Coronavírus. Disponível em: E commerce na Prática Acesso em: 07/05/2020. Para fechar nossas indicações de hoje, escolhemos para você mais um artigo do respeitadíssimo E-commerce Brasil em que o assunto principal é o e-commerce depois do Coronavírus. Neste momento de isolamento social, o comércio virtual é mais do que necessário tanto para que a sociedade tenha acesso aos produtos quanto para que a economia continue a girar, mas e quando este momento passar? Quais são suas apostas sobre os segmentos que ficarão

CONFIRA O TEMA COMPLETO CLICANDO AQUI Você sabia que a primeira edição dos Jogos Olímpicos aconteceu em 1896, mas que a primeira Olimpíada Paraolímpica teve lugar apenas em 1960? Esse abismo de décadas entre uma modalidade e outra já nos diz muitíssimo sobre o tema da semana. Primeiramente, você precisa compreender qual é o processo para que um atleta se torne atleta paraolímpico, por isso, sugerimos a leitura do texto do link a seguir folha uol Outro detalhe bastante relevante para nosso tema é saber sobre a avaliação que o comitê olímpico faz do atleta paraolímpico em cada uma das modalidades esportivas. A avaliação existe para que as competições sejam as mais justas e igualitárias possível. Leia mais no link globo esporte Além disso, separamos várias outras sugestões de materiais para ampliar seu repertório a respeito do assunto. 1- Artigo com a definição sobre os Jogos Paraolímpicos. Disponível em: sindrome de usher brasil Acesso em: 21/04/2020. O artigo sugerido faz um pequeno apanhado sobre a história das Olimpíadas Paraolímpicas e ainda conta quais são as modalidades em disputa e que tipo de atleta pode disputá-las. Você também vai saber que o nome oficial das Olimpíadas Paraolímpicas é Paraolimpíadas e que o termo é oficialmente aceito em redações oficiais. 2- Artigo sobre o processo de avaliação do atleta paraolímpico. Disponível em: memoria ebc Acesso em: 21/04/2020. Ao contrário dos atletas “padrão”, os atletas paraolímpicos precisam ser avaliados antes das Paraolimpíadas e há critérios bastante definidos para essa avaliação e classificação. Neste artigo, o coordenador da Classificação Funcional do Comitê Paraolímpico Brasileiro, órgão que regula as avaliações e classificações, explica por que a avaliação é essencial para os jogos. 3- Artigo sobre os atletas paralímpicos da atualidade. Disponível em: diario gaucho Acesso em: 21/04/2020. Você conhece algum atleta paraolímpico brasileiro? Se sua resposta for não, saiba que você se junta à maioria das pessoas, pois a maior parte de nossa população não sabe citar nem mesmo um nome de atleta das Paraolimpíadas. Mas claro que há formas de resolver esse problema e o artigo indicado serve exatamente para isso, pois faz um levantamento de 21 atletas paraolímpicos brasileiros que você precisa conhecer. Pense que saber quem são os atletas e conhecer um pouco de sua história pode ser uma estratégia para que você crie argumentos em sua redação com base nos casos reais contados no texto. 4- Artigo sobre o apoio da sociedade nos Jogos Paraolímpicos. Disponível em: esportes estadao Acesso em: 21/04/2020. As Paraolimpíadas de 2016 aconteceram no Rio de Janeiro e, por conta disso, a população brasileira pôde torcer pelos atletas durante as competições. Segundo alguns especialistas, o fato de o público poder acompanhar os Jogos Paraolímpicos é extremamente benéfico, pois gera diminuição de preconceito e conscientização sobre a situação do deficiente. 5- Artigo sobre o preconceito sofrido por atletas paraolímpicos. Disponível em: bbc Acesso em: 21/04/2020. Mas enquanto o Estadão viu os Jogos Paraolímpicos como forma de redução de preconceito, a BBC Brasil já teve uma visão totalmente diferente. Olhar para pontos de vista diferentes nos ajuda a formar e fortalecer o nosso ponto de vista, por isso, selecionamos duas perspectivas bastante diferentes para você ler, analisar e concluir quais delas está mais de acordo com sua forma de pensar o tema. 6- Artigos sobre patrocínios aos atletas paraolímpicos. Disponíveis em: ebc. exame abril Acesso em: 21/04/2020. De modo geral, a questão do patrocínio no esporte brasileiro já é bastante delicada. Quando falamos de atletas com algum tipo de deficiência então… Os textos nos contam que até mesmo os Jogos Paraolímpicos de 2016 foram prejudicados pela falta de patrocínio adequado. Fica aí mais um problema para você propor soluções: Como atrair mais patrocínios para os atletas paraolímpicos brasileiros? 7- Vídeo sobre os atletas paraolímpicos. Disponível em: Programa Especial – atletas paralímpicos Acesso em: 21/04/2020 Mais do que ler sobre eles, queremos ver os atletas paraolímpicos em ação e o vídeo, bastante completo, por sinal, vai te proporcionar essa experiência. Inclusive, você pode conferir neste link The Noite (05/10/16) – Entrevista com Atletas Paraolímpicos a entrevista feita com alguns dos atletas paraolímpicos medalhistas e saber mais sobre eles. 8- Vídeo sobre a visão dos treinadores de atletas paraolímpicos. Disponível em: Técnicos de atletas paralímpicos falam sobre experiência com alunos Acesso em: 21/04/2020. Vamos dar uma olhadinha no que os treinadores de atletas paraolímpicos dizem? Quais são as necessidades de adaptação dos treinos? Como eles lidam com a questão? 9- Vídeo sobre a rotina de um atleta paraolímpico. Disponível em: Conheça a rotina de Luciano Dantas, do halterofilismo paralímpico Acesso em: 21/04/2020. Os atletas paraolímpicos vivem uma rotina intensa de treinos, afinal, eles são, em primeiro lugar, atletas. Nesta sugestão, você conhecerá a rotina de Luciano Dantas que, com certeza, vai te deixar com vergonha pelos dias de preguiça em ir ao treino da academia. 10- Vídeo de competição entre atletas paraolímpicos. Disponível em: Swimming Men’s 100m Backstroke – S6 Final – London 2012 Paralympic Games Acesso em: 21/04/2020. Que tal ver um pequeno exemplo de uma competição entre atletas paraolímpicos? O vídeo é de uma competição de natação nos Jogos Paraolímpicos de 2012, em Londres. Prepare-se para ver um verdadeiro show na piscina. 11- Vídeo sobre o projeto governamental “Bolsa Atleta”. Disponível em: Bolsa Atleta beneficia esportistas nas modalidades olímpicas e paraolímpicas Acesso em: 21/04/2020. Se você está acompanhando as sugestões que demos até aqui, viu que a grande maioria dos atletas paraolímpicos são patrocinados pelo governo. O vídeo nos explicará como funciona o projeto “Bolsa Atleta”, que tem como objetivo central subsidiar atletas de alto rendimento para que eles possam se dedicar inteiramente ao esporte. 12- Livro A Saga de um Campeão, de Lars Grael. Disponível nas principais livrarias virtuais e físicas do Brasil. Lars Grael é um velejador brasileiro que foi atingido por uma lancha em uma competição e perdeu uma perna. No livro, o atleta conta como foi essa experiência e como ele se reconstruiu em sua carreira, mesmo com a perda da perna. Leitura inspiradora!

Repertório – a submissão feminina na sociedade CONFIRA O TEMA COMPLETO CLICANDO AQUI Meninas e meninos, o tema desta semana é de colocar fogo no parquinho. Falar de submissão feminina numa era de empoderamento não poderia dar em outra mesmo. Nossa proposta com este assunto é fazer com que você pense na condição da mulher sob outras perspectivas, que podem ser religiosas, culturais, sociais, temporais etc. Não se esqueça de que a forma como analisamos algo é muito influenciada pela nossa própria realidade, por isso, muitas vezes, certos comportamentos nos parecem estranhos e até mesmo inaceitáveis, mas considere que, naquele contexto, a situação pode fazer todo o sentido. Tratar da submissão da mulher é algo bastante importante, pois ela é um ponto chave para a violência doméstica e desigualdade de gênero, temas sempre relevantes quando falamos de redações de grandes testes. Não é, sobre nenhum aspecto, nossa intenção criticar essa ou aquela cultura ou religião, mas sim fazer com que você tenha contato com realidades diversas que podem fazer com que uma mulher se decida (ou seja obrigada) a ser subjugada por um homem. Então, mãos à obra? Repertório – a submissão feminina na sociedade Artigo científico sobre as origens da subjugação feminina. Disponível em: dbd puc rio – tesesabertas Acesso em 13/04/2020. Precisamos entender quando, como e por que a subjugação feminina começou e, para isso, temos de voltar às raízes do termo. Recomendamos a leitura deste extrato de artigo científico disponibilizado pela PUC Rio, pois ele faz um recorte bastante interessante a respeito da condição da mulher em cada uma das eras. Note como os aspectos sociais são extremamente relevantes quando tratamos da maneira como a mulher é vista nos diferentes tempos. Artigo científico sobre a violência doméstica enquanto efeito da subjugação feminina. Disponível em: marilia unesp Acesso em 13/04/2020. Desde a proposta de redação, você já deve ter percebido que um dos principais efeitos negativos da subjugação feminina é a violência doméstica e o artigo se propõe a discutir mais a fundo essa questão. O link te levará para um breve resumo do trabalho, a partir do qual você poderá fazer o download do artigo na íntegra. Artigo científico sobre a formação da identidade feminina em casos de violência doméstica. Disponível em: repositorio unifesp – 10152 Acesso em 13/04/2020. Por que algumas mulheres aceitam ser subjugadas e até mesmo agredidas enquanto outras dão um basta na situação logo no início? Muito disso está relacionado a aspectos psicológicos. O artigo da Unifesp analisa de forma mais aprofundada a história de vida de mulheres que foram agredidas dentro de suas casas e propõe conclusões psicológicas para o caso. Leitura muito recomendada para quem quer saber mais sobre comportamento humano. Matéria on-line sobre o movimento #tradwife Disponível em: bbc – sala social Acesso em 13/04/2020. Há cerca de dois meses, uma matéria da BBC deu o que falar nas redes sociais, tudo por conta de seu assunto: o movimento #tradwife. A hashtag em inglês faz referência às esposas tradicionais dos anos 50, aquelas que tinham como meta principal a casa em perfeita ordem, com a mesa repleta de belos pratos, cozidos maravilhosamente bem. Além disso, esse grupo extremamente conservador propõe que as esposas devem estar sempre lindas e “mimar” seus maridos ao máximo. Já entendeu por que a matéria deu todo esse babado? Se você está achando a situação surreal demais, corra para a matéria indicada no link, pois a reportagem conta com depoimentos reais e fotos para que você se convença de que isso acontece de verdade, hoje. Vídeo de canal no YouTube sobre histórias de mulheres no Oriente Médio. Disponível em: “MULHERES DEVEM SER ‘CORRIGIDAS’ 5 VEZES AO DIA” – EU PAGUEI PRA VER Acesso em 13/04/2020. O vídeo sugerido narra a história (verídica) de uma mulher que se relaciona com um afegão, mas, na verdade, grande parte dos vídeos do canal SobreVivendo na Turquia é extremamente útil para olharmos a condição da mulher com olhos bem diferentes dos nossos. Não se esqueça de que essas culturas têm costumes totalmente diferentes dos nossos e que a tolerância cultural e religiosa é critério avaliativo bastante relevante nas redações de grande porte. Busca no YouTube sobre indiferença e humilhação. Disponível em: Pesquisa: meu+marido+me+trata+com+indiferença Pesquisa: meu+marido+me+humilha Acesso em 13/04/2020. Alguma vez em sua vida você já foi tratado (a) com indiferença? É dolorido demais, não é mesmo? E quando isso acontece muitas e muitas vezes, passando a ser uma situação de humilhação? Para você ter uma ideia melhor sobre o assunto, digite na barra de pesquisa do YouTube “meu marido me trata com indiferença” e “meu marido me humilha” (resultados nos links acima) e veja como esse assunto não é nada incomum. Matéria sobre a subjugação da mulher na linguagem. Disponível em: take net – androcentrismo na linguagem Acesso em 13/04/2020. Não, não, você não leu o título errado. Até mesmo a linguagem pode ser usada para subjugar a mulher. Afinal, por que numa sala de aula com 20 alunas e 1 aluno chamamos todos de “alunos”? A matéria traz esse e muitos outros exemplos de como a linguagem pode estar a serviço da subjugação da mulher. Desenho A Bela e a Fera. Disponível por aluguel ou para compra no YouTube. Como assim A Bela e a Fera como sugestão de conteúdo para uma redação? Sim, meus queridos, é isso mesmo. Ficamos apaixonados pelo mundo incrível que a Disney representa em suas cenas e torcemos para que a Bela termine a história com a Fera e possa dançar lindamente com seu vestido amarelo no baile. Mas você já observou como é a sociedade em que a Bela está inserida? E mais um “detalhe”: a forma como a Bela e a Fera se encontram te parece natural? Livro Senhora, de José de Alencar. Disponível nas principais livrarias do país. O romance é de 1875, escrito durante o período literário do Romantismo, mas digamos que Aurélia Camargo, a protagonista, não é exatamente uma típica mulher do movimento romântico. Nesta obra incrível, Alencar

Leia e interprete os textos motivadores abaixo e após redija o que é pedido. Texto 1 Relacionamento Professor X Aluno A relação do professor com seus alunos é de fundamental importância para a Educação, pois a partir da forma de agir do mestre é que o aprendiz se sentirá mais receptivo à matéria. A reciprocidade, simpatia e respeito entre professor e aluno proporcionam um trabalho construtivo, em que o educando é tratado como pessoa e não como número, ou seja, mais um. Os objetivos da Educação seriam mais facilmente alcançados se muitos dos problemas disciplinares fossem resolvidos com maior cautela, sem dramatização, em que um simples comentário bem feito solucionasse o problema. Atividades variadas previnem a indisciplina dentro da sala de aula A elaboração de provas justas e bem dosadas estimula o aluno a estudar mais e diminui, ou até mesmo elimina, a “famosa cola”, afastando um dos maiores atritos que existem entre ambas as partes. Outra forma de melhorar essa relação é aplicando trabalhos interessantes que desafiem a capacidade do estudante e que não gerem angústia e nem desânimo pelo grau de dificuldade. […] Não é possível educar sem dialogar Buscando um melhor relacionamento, o professor será tratado com respeito e como educador, dando oportunidade ao diálogo. Às vezes, o professor usa de expressões ameaçadoras para com os alunos, como: Calem a boca! É para ser feito assim, pronto e acabou! Dessa forma, deixa transparecer que quem está à frente (o educador) não tem controle sobre a situação, atitudes e sentimentos. Existem quatro elementos fundamentais para o ato de ensinar: o processo, a matéria, o aluno e o professor, sendo esse último o fator decisivo na aprendizagem, levando em conta a influência que exerce sobre a classe para ministrar as aulas. O professor tem que estar sempre aberto às novas experiências, aos sentimentos e aos problemas de seus alunos. É claro que a responsabilidade da aprendizagem está ligada ao aluno, mas essa deve ser facilitada pelo professor, levando o aluno à autorrealização. Fonte: Brasil Escola – Educador Acesso em 05/04/2020. Texto 2 O que é ser professor nos dias atuais Por: Muriele Massucato, Eduarda Diniz Mayrink 15 de Outubro de 2015 Eu sempre digo que foi o magistério que veio atrás de mim. Quando era criança, as meninas brincavam de ser mãe ou professora. Comigo não era diferente. Eu sentava com as bonecas, escrevia no quadro, copiava os textos no caderno de cada uma delas, fazia os exercícios e depois corrigia as respostas. Outras vezes a aluna era uma colega. Naquela época, imitava minha mãe, que também era professora. Cresci e bem que tentei fugir, mas a brincadeira virou realidade e sou professora. Iniciei minha carreira dando aulas particulares para pagar a faculdade de Pedagogia. Assim que me formei, comecei a lecionar e, desde então, observo as transformações que vem ocorrendo na minha profissão. Sei o quanto preciso estar atualizada, comprometida e buscando parcerias sempre. Os avanços tecnológicos e as frequentes e intensas mudanças acarretaram impactos no âmbito educacional, no qual se viu o nascimento de um novo papel do professor, mais acessível e comprometido com o aprendizado. Mas, no entanto, apesar dos discursos, o cenário político ainda não priorizou como deveria a Educação, oferecendo condições que promovam a formação contínua deste profissional e valorizem sua missão. Ser professor hoje é uma tarefa bem difícil, mas prazerosa, pois ele precisa se dedicar, e muito, aos estudos, à pesquisa, ao seu desenvolvimento profissional e aos seus alunos. Como mediador da aprendizagem, participa ativamente do processo de aprender, incentivando a busca de novos saberes, sendo detentor de senso crítico, conhecendo profundamente o campo do saber que pretende ensinar, além de ser capaz de produzir novos conhecimentos, por meio da realidade que o cerca. Ufa, quanta coisa. Mas não é tudo. Do docente também se espera paciência, criatividade, humildade, carisma, saber lidar com público etc. A relação de autoridade entre professor e aluno, que antes permeava o ambiente educacional, deixou de existir. O docente passa a ser reconhecido e respeitado por aquilo que sabe e por como consegue fazer com que o estudante aprenda. É um profissional mais próximo do estudante, enxergando-o em sua integralidade, levando em consideração seus traços como pessoa. Esta valorização do humano deixou a prática educacional com mais significado, pois o professor passa a olhar para seus alunos como indivíduos com necessidades diferentes e particulares. O docente tem que desenvolver em si próprio o olhar integral e humano para educar, além de ser um bom conhecedor do conteúdo programático e das práticas pedagógicas. […] Ser um professor hoje é ser protagonista do ensino. É renovar e interagir com os alunos, pois, sem isso, o processo de aprendizagem não é otimizado. Quanto melhor for o desempenho do docente, melhor será o desempenho do estudante. […] Fonte: Gestão Escolar Acesso em 09/04/2020 Texto 3 Após a leitura dos textos motivadores e levando em consideração suas experiências e conhecimentos sobre o assunto, redija uma dissertação argumentativa, na modalidade padrão da Língua Portuguesa, com tamanho máximo de 30 linhas, sobre o tema: Como a relação entre professor e aluno impacta na aprendizagem? CONFIRA REPERTÓRIO PARA ESTE TEMA CLICANDO AQUI! Leia também: Tema de Redação: Educação domiciliar no Brasil Tema de Redação: A importância da música na educação infantil Tema de Redação: Educação sexual e infância Tema de redação: Os desafios da Educação Inclusiva no Brasil Tema de Redação: O histórico desafio de se valorizar o professor Tema de Redação: Desafios da alfabetização tecnológica para os idosos

CONFIRA O TEMA COMPLETO CLICANDO AQUI! Em tempos de pandemia, quem não gostaria de ter uma receita mágica em mãos que fosse capaz de resolver toda esta difícil situação que temos vivido atualmente? Todo mundo, não é mesmo? Pensamos que, diante de um cenário tão delicado, as pessoas terão bom senso, mas tem muita gente utilizando o medo da contaminação por Coronavírus como estratégia para se aproveitar das pessoas e praticar o que a lei chama de Charlatanismo. Frequentemente, ouvimos o termo Charlatanismo aplicado a várias situações, mas, como você pôde notar na proposta de redação desta semana, nossa lei qualifica enquanto Charlatanismo apenas assuntos ligados à cura. Quando tratamos de uma situação que tem amparo legal, é muito importante nos atentarmos àquilo que a lei diz, pois não podemos classificar qualquer ato de enganação às pessoas como Charlatanismo. Observar o que a lei diz e fazer classificações corretas com base na lei em questão é ainda critério de correção para muitos testes de grande porte. Você verá que as sugestões que separamos para este roteiro estão bastante centradas no campo da saúde e nos casos de Charlatanismo que se enquadram no artigo 283 do Código Penal. Matéria de revista on-line com detalhamento sobre um dos casos enquadrado enquanto Charlatanismo. Disponível em: Isto é Acesso em 28/03/2020. Para que você entenda um pouco mais a história envolvendo atos de Charlatanismo, a revista Istoé publicou em 19/03/2020 uma matéria contendo mais detalhes sobre a situação. Por meio dela, vamos conhecer a formação acadêmica da pessoa envolvida e, temos certeza, você vai se impressionar. Matéria sobre as denúncias de Charlatanismo recebidas pelo Conselho Regional de Medicina. Disponível em: Conselho Regional de Medicina Acesso em 28/03/2020. Talvez você esteja pensando que esses casos envolvendo a fabricação de fórmulas milagrosas contra o contágio por Coronavírus são uma exceção, mas infelizmente essa não é a realidade. A matéria que você lerá no link acima é de junho de 2010 e de lá para cá parece que as coisas não mudaram muito… Matéria sobre os mitos disseminados nas redes sociais a respeito do Coronavírus. Disponível em: Portal Hospitais Brasil Acesso em 28/03/2020. A matéria que te indicamos aqui é extremamente rica em informações e ilustra quais são os principais mitos (e as principais verdades) envolvendo as formas de contágio e cuidado diante do Covid-19. Além do mais, há discussões a respeito de como as redes sociais facilitam a propagação de informações incorretas. Matéria on-line sobre a influência das redes sociais na disseminação de mentiras. Disponível em: Veja – Abril Acesso em 28/03/2020. As redes sociais são recursos maravilhosos, não temos dúvida, mas elas também facilitam o ato de enganar as pessoas, principalmente aquelas com menor nível de escolaridade ou mais idade, segundo as últimas pesquisas. Querendo saber mais sobre o assunto? A matéria da Veja traz bons argumentos a esse respeito. Matéria on-line sobre as diferenças entre Propaganda Enganosa e Charlatanismo. Disponível em: Promobit Acesso em 28/03/2020. Um erro bastante comum acontece quando confundimos Charlatanismo com Propaganda Enganosa, já que eles parecem ser a mesma coisa dependendo da forma como analisamos a situação. Charlatanismo e Propaganda Enganosa não são a mesma coisa e você pode entender melhor essas diferenças na matéria acima sugerida. Matéria on-line com soluções para o Charlatanismo na área médica. Disponível em: Blog IMedicina Acesso em 28/03/2020. Muito bem, já sabemos que o Charlatanismo é um problema sério e que alguns profissionais da área da saúde, inclusive médicos, têm ajudado a fazer os índices crescerem. Na matéria sugerida aqui, o autor analisa a construção de um charlatão nos meios digitais e apresenta algumas soluções para barrar o problema. Precisando de ideias para sua proposta de intervenção? Este é um dos materiais que certamente vão te ajudar. Reserve alguns minutos para a leitura e análise do texto, pois ele está repleto de boas informações. Matéria on-line sobre como suspeitar de Charlatanismo. Disponível em: Diabetes.org / Acesso em 28/03/2020. Como podemos nos proteger de casos de Charlatanismo? O médico Mateus Dornelles Severo nos ensina 12 dicas para não cairmos nesse golpe. O mais interessante da matéria é que temos o olhar de alguém que está por dentro da Medicina, praticando-a diariamente, e que, por isso, preenche o texto de detalhes aos quais não teríamos acesso se o autor não fosse médico. Matéria on-line sobre como enganar as pessoas na internet. Disponível em: kaspersky Acesso em 28/03/2020. Partimos do princípio de que a grande maioria das pessoas sabe que não podemos confiar em tudo que vemos on-line, pois esta é uma realidade paralela, um mundo construído à parte. Mas então por que tantas pessoas ainda são enganadas por charlatões? Existem mecanismos bastante elaborados e pensados exclusivamente enquanto truques para levar as pessoas ao erro e a matéria te conta quais são eles. Música Que país é este? Disponível em: letras.mus Acesso em 28/03/2020. Legião Urbana já cantava em 1987 sobre as imensas contradições que existem em nosso país e Que país é este? continua igualmente atual. Que tal a analisar a letra da música pensando nas atuais situações de Charlatanismo que temos presenciado? Ela pode, inclusive, integrar a argumentação de sua redação. Livro O Físico. A epopeia de um médico medieval, de Noah Gordon. Disponível nas principais livrarias do país. A leitura de O Físico já vale por si só, mas, quando podemos usar um bom livro enquanto exemplo ou argumento em nossa redação, gostamos mais ainda. Em O Físico (que também tem a versão em filme), vemos um médico charlatão em prática e suas ações não só prejudicam as personagens do enredo como modificam o desenrolar da história. Essas são nossas sugestões de hoje. Esperamos que todas elas sejam úteis e que você consiga construir uma excelente redação sobre Charlatanismo. Leia também: Repertório para o tema ”Sororidade e união entre as mulheres” Repertório para o tema “Alienação parental no Brasil” Repertório para o tema “Coronavírus e emergência na saúde global” Repertório para o tema ”Gordofobia e o culto ao corpo padrão’‘ Repertório para o

Como escolher o melhor método de estudos? Você já parou para pensar por que algumas pessoas aprendem muito utilizando mapas mentais, por exemplo, e outras não entendem nada com coisa nenhuma? Já aconteceu de você ficar horas e horas estudando um conteúdo de uma matéria e assim que fechou os livros e os cadernos só conseguiu ouvir os grilos cantando dentro de sua cabeça? Já pensou em como escolher o melhor método de estudos? Achamos sempre que sabemos estudar, até mesmo porque as nossas professoras na escola nos dizem “Você tem que estudar!”, mas quantas vezes você foi ensinado (a) a estudar? Quando você teve a chance de testar vários métodos de estudos para escolher qual deles era o ideal para você? Com certeza, a ferramenta de sucesso de qualquer estudante é o estudo e estudar é algo que simplesmente se aprende a fazer, assim como os outros conteúdos com os quais lidamos na escola. Se aprender técnicas é útil para um cirurgião, um músico ou um cozinheiro, por que não seria para um estudante? Quando estudamos do modo errado, acabamos não aprendendo e vemos que todos os esforços empregados no processo foram, de certa forma, inúteis. Quando não alcançamos nossos objetivos, a frustração bate com força e não temos mais vontade de continuar a fazer algo que não nos traz resultados, o que dificulta ainda mais a situação. Resultado: técnica errada-frustração-desânimo-aumento de dificuldade. Existem muitas técnicas diferenciadas de estudo e nenhuma delas é melhor ou pior, funciona mais ou menos, há aquela que é melhor e funciona mais para você e só há uma forma de descobrir qual é ela: tentando! Vamos apresentar a você alguns pontos que precisam ser analisados quando você for procurar o melhor método de estudos para seu processo de aprendizado. Observando esses passos, a probabilidade de fazer uma escolha acertada é bem maior. Passo 1: Observe o que já funciona Obviamente, você já estudou várias vezes uma cacetada de assuntos. Analise com um pouco mais de atenção aqueles conteúdos que você estudou, aprendeu de verdade e consegue lembrar com clareza até hoje. Coloque no papel quais foram esses conteúdos. Depois, tente puxar pela memória como você estudou esses conteúdos, que método você usou? Quanto tempo você os estudou? Fez anotações? De que tipo? Tente encontrar um padrão entre eles, pois isso já vai te contar bastante sobre o que funciona ou não para você. Por exemplo, se em todas as vezes em que você aprendeu esses conteúdos, você os leu três vezes e depois fez um resumo em formato de lista, significa que esse processo de leitura repetida e de resumo objetivo (lista) traz bons resultados para seu cérebro. Lembre-se: aqui você está buscando respostas para a questão “o que foi feito?”. Passo 2: Determine o que é aprender Aprender pode ter muitos sentidos diferentes. O que é aprender? Será que todas as coisas são ou precisam ser aprendidas da mesma forma? Uma prova de química em que eu terei simplesmente de demonstrar que decorei os elementos de uma tabela periódica exige o mesmo tipo de aprendizado de uma redação para o ENEM? É claro que não. Há conteúdos que serão usados de forma totalmente isolada e que, por isso, podem ser aprendidos simplesmente com a memorização. Já outros requerem criatividade, organização e desenvolvimento de ideias e exigirão um aprendizado um pouco mais aprofundado. Há ainda aqueles conteúdos que são os mais importantes de todos, os que serão usados para a vida. Faça uma lista de quais conteúdos terão uso bastante específico e quais serão usados ao longo de sua vida pessoal ou profissional. Após fazer a lista, defina o que significa aprender em cada um desses blocos (por exemplo, no caso da tabela periódica, se você não seguir a área da química ou afins, aprender os elementos da tabela será o mesmo de decorá-los). Para que você consiga definir o que é aprender em cada um dos blocos, também será necessário refletir sobre a finalidade dos conteúdos, por isso, a resposta que você busca aqui é “para que estou aprendendo este conteúdo?”. Passo 3: Reserve um local adequado para o momento dos estudos Onde você vai estudar? Pode até parecer que não faz diferença estudar deitado na cama ou numa escrivaninha, em casa ou na biblioteca pública da cidade (sim, elas ainda existem e têm espaços específicos para estudos), mas não são poucas as pesquisas que comprovam que, sim, o local faz muita diferença no nível de rendimento. Se você tem um espaço em sua casa que pode ser usado para os estudos, isso é muito bom, porém será preciso organizá-lo adequadamente. Em primeiro lugar, você precisa liberar lugar para que os cadernos, livros e demais materiais tenham espaço suficiente, então, antes de tudo, é necessário organizar a mesa. Após a primeira etapa de liberação de espaço, pense em tudo o que você precisará para aquele momento de estudos: cadernos, livros, folhas de anotação, computador, canetas etc. Reúna tudo na mesa de uma só vez. Ter todos os materiais necessários à mão faz com que você interrompa o processo de estudo menos vezes. Cada interrupção é um momento de corte da linha de pensamento e isso deve ser evitado ao máximo. Você também precisa considerar a questão do conforto da cadeira em que você está sentado. Se a cada dois minutos você sentir uma nova dor nas costas, dificilmente conseguirá suportar essa situação por uma hora inteira. Nem sempre temos a melhor cadeira do mercado à nossa disposição, mas é possível adaptar com almofadas, travesseiros e encostos portáteis. Não se esqueça de avaliar a iluminação, que não deve ser nem fraca demais e nem forte demais (já pensou que coisa insuportável ficar exposto a uma iluminação branca extremamente forte por horas?), mas sim o suficiente para que você não precise forçar a vista para fazer as leituras e nem tenha dores de cabeça por conta da intensidade. O espaço em que você vai estudar não tem uma iluminação legal? Sem problemas! Você

Pandemias históricas para usar na redação É, minha gente, não teve jeito, o tão temido Coronavírus chegou aqui e colocou muitas pessoas diretamente dentro de casa por tempo indeterminado. Trouxemos Pandemias históricas para usar na redação. Mas nada de nos desesperar, pois, por mais apreensivos que estejamos a respeito do que vai acontecer no futuro, sempre podemos usar o momento de “pausa” para algo útil. Pensando em toda a situação que temos vivido, separamos para vocês um pequeno passeio pela história, apontando quais pandemias, além do Coronavírus, também podem ser usadas na sua redação. Venha ver Pandemias históricas para usar na redação. De modo geral, as pandemias podem ser incluídas em produções de texto que tenham relação com os temas: – Saúde pública; – Higiene pessoal e impacto na saúde geral; – Sistema de saúde do Brasil; – Desigualdade social; – Avanços tecnológicos; – Importância da vacinação; – Saneamento básico; – Retrocesso na economia; – Desemprego; – Pesquisa científica no Brasil; – Relações familiares; – Conscientização popular; – Desabastecimento alimentar; – Manipulação das informações pelas mídias de massa; – Fake news; – A condição do idoso no Brasil. Ufa! Viu só como as pandemias podem ser exploradas a partir de variadas perspectivas? Além disso, um argumento de fundo histórico atribui sempre muita força ao texto, pois ele é inquestionável. Coração preparado para conhecer as maiores pandemias históricas? Data: Segunda metade do século XIV. Local de origem: China. Locais atingidos: Ásia e Europa. Número de mortos: Estimado entre 75 a 200 milhões. Você já deve ter ouvido falar na Peste Negra ou Peste Bubônica, já que é quase impossível passar pelas aulas de História e não conhecer um pouco mais sobre essa doença que assolou o mundo. Segundo especialistas, a doença espalhou-se para outro continente por conta do comércio marítimo, mais precisamente por causa dos ratos e das pulgas que viviam nas embarcações e que carregavam o bacilo infectado neles. Os tripulantes, durante a viagem e devido às péssimas condições de saneamento básico e de saúde e higiene gerais, quando mordidos pela pulga, acabavam contaminados pela Peste Negra. A população, ao ter contato com as pulgas que estavam impregnadas nas próprias mercadorias trazidas pelas embarcações, também contraía a doença facilmente. Mais tarde, com a disseminação da doença, ela se tornou viral, ou seja, transmitida por meio de espirros e gotículas de saliva, algo semelhante ao que vemos com o Coronavírus atualmente. Os sintomas comuns da Peste Negra eram inflamação das glândulas linfáticas, inchaço (também conhecidos como “bubões”, por isso o nome “bubônica”) e manchas negras na pele (o que também originou o nome). Com a evolução da doença, a infecção atingia o sangue, que causava a morte do portador. A morte, extremamente dolorosa, acontecia no período entre dois a cinco dias após a infecção. De acordo com os percentuais, um terço da população europeia foi morto pela Peste Negra. Data: 1918-1919. Local de origem: Estados Unidos (possivelmente). Locais atingidos: Ásia, Europa, América Central, América do Sul, América do Norte. Número de mortos: Cerca de 50 milhões (30 mil apenas no Brasil). Já sei, já sei. Neste momento você deve estar se perguntando: Mas se a gripe teve origem nos Estados Unidos, por que se chama Gripe Espanhola? Mesmo após alguns meses de contágio, o governo espanhol foi o primeiro a notar que a gripe em questão não era simples, mas sim uma doença grave, daí o nome. Não se sabe exatamente até hoje o que originou a doença. O que se concluiu é que ela é uma mutação da Influenza, o mesmo vírus da gripe comum. A Gripe Espanhola espalhou-se continentes afora via contato humano (espirros, tosse e gotículas de saliva), principalmente porque neste momento muitos soldados estavam retornando a seus países após a Primeira Guerra Mundial. Seus principais sintomas eram dor de cabeça, febre, cansaço e mal-estar na fase inicial. Com a evolução da doença, surgiam manchas no rosto, tosse com sangue e hemorragias. Até mesmo o presidente do Brasil, Rodrigues Alves, faleceu em decorrência da doença. De acordo com os números, a Gripe Espanhola matou mais homens do que a Primeira Guerra Mundial, muito pela falta de tratamentos adequados à doença. Data: 1957-1958. Local de origem: China. Locais atingidos: Ásia, Europa, África, Oceania, América do Norte (Estados Unidos). Número de mortos: Estimado em 2 milhões. A Gripe Asiática espalhou-se rapidamente (cerca de dez meses) para diversos continentes e a principal causa foram as movimentações humanas por terra e pelo mar. Mesmo com tecnologia mais avançada com relação à detecção de doenças, a ciência não foi rápida o bastante para combater ou tratar o vírus eficazmente. Os principais sintomas da Gripe Asiática são os mesmos da gripe comum, porém potencializados a tal nível que levavam à morte. Data: 1968-1969. Local de origem: Hong Kong. Locais atingidos: Ásia, Europa e Oriente Médio. Número de mortos: Cerca de 3 milhões Mais uma variação do vírus Influenza foi capaz de arrasar vidas em outra pandemia. Com transmissão por meio das aves, principalmente aquelas que eram criadas sem nenhuma higiene em seu local de habitação, a Gripe de Hong Kong também tem sintomas semelhantes à gripe. Num contexto de globalização, os voos internacionais foram inicialmente bastante responsáveis na transmissão da doença. Já as transmissões locais, aconteciam por meio de contato humano. Data: Registrada pela primeira vez em 1976. Local de origem: Sudão e República Democrática do Congo (casos simultâneos). Locais atingidos: África e América do Norte (Estados Unidos). Número de mortos: Estimado em cerca de 30.000. Com taxa de mortalidade entre 25 e 90%, o Ebola tem sua maior concentração nos países do continente africano. Sua origem está no contato com chimpanzés, gorilas, macacos, morcegos, antílopes e porcos-espinhos contaminados. Já na fase de evolução, o Ebola pode ser transmitido por meio do contato com sangue, secreções e demais fluídos corporais. Como os sintomas não são específicos, o diagnóstico da doença é mais complicado, porém, as manifestações costumam ocorrer entre 2 e 21 dias após o contágio. Registram-se como sintomas comuns: – Febre; –

CONFIRA O TEMA COMPLETO CLICANDO AQUI! Talvez você não reconheça o nome, já que ele é um pouco diferente mesmo, mas a alienação parental é um fato extremamente comum e com o qual você já deve ter tido alguma experiência (por ter vivido ou por acompanhar situações de outras pessoas) ou, pelo menos, já ouviu falar de um caso. Confira o Alienação parental – Repertórios! A alienação parental não é somente uma forma de demonstrar mágoa por conta de um relacionamento que acabou, usando os filhos enquanto estratégia, mas é crime e precisa ser entendido e tratado como tal. Para que você consiga desenvolver o tema de redação proposto nesta semana com mais propriedade e conhecimento (pautado em fatos e números), selecionamos algumas sugestões sobre o assunto. Vídeo do YouTube Saiba mais- Alienação Parental. Disponível em https://www.youtube.com/watch?v=PfQLVjawJrc /Acesso em 26/01/2020. Precisando entender melhor sobre o que é, de fato, a alienação parental? Afinal, esse não é, nem de perto e nem de longe, um assunto simples de se abordar. Então ótimo! Nesse vídeo, temos a explicação de um advogado especialista em direito da família com todos os detalhes que você precisa saber sobre o tema para conseguir distinguir uma situação de alienação parental. O vídeo faz parte do canal oficial do Supremo Tribunal Federal (STF), o que garante maior confiabilidade às informações transmitidas. Alguns dados podem até mesmo compor os argumentos de sua redação, uma vez que eles são oficiais. Artigo de especialista 10 coisas que você precisa saber sobre alienação parental. Disponível em https://www.rodrigodacunha.adv.br/10-coisas-que-voce-precisa-saber-sobre-alienacao-parental/ Acesso em 26/01/2020. Compreender as leis nem sempre é algo simples, não é mesmo? Por isso, recomendamos esse artigo. Nele, o autor faz uma explicação de pontos essenciais para a compreensão da lei, o que torna nosso entendimento muito mais fácil. Se você já sabe algo sobre o tema, o artigo poderá fundamentar melhor seus conhecimentos e até esclarecer alguma possível dúvida. A leitura é rápida e as informações são valiosas, ótimas para te darem uma base mais clara a respeito do assunto. Vídeo do YouTube O que é alienação parental? Disponível em https://www.youtube.com/watch?v=rMtH4UT4oOY / Acesso em 26/01/2020. Essa é mais uma sugestão para você aprender com profundidade sobre o que é alienação parental, mas há um detalhe em especial: a visão dos pais sobre o assunto. Inclusive, a mãe também é advogada e consegue falar sobre o tema analisando-o a partir de duas perspectivas diferentes. Além de saber mais sobre alienação parental, você também conseguirá ver como os argumentos são construídos a partir de um ponto de vista. Notícia e vídeo Lei de alienação parental, que tem menos de dez anos, corre risco de revogação. Disponível em https://www.migalhas.com.br/Quentes/17,MI309251,11049-Lei+de+alienacao+parental+que+tem+menos+de+dez+anos+corre+risco+de Acesso em 26/01/2020. A alienação parental não é simplesmente uma discussão que acontece na sociedade, mas sim é uma lei, porém, a lei da alienação corre risco de ser revogada. Os motivos para a possível revogação? Você conhece na notícia e no vídeo do site Migalhas. Notícia Pai que praticava alienação parental deve indenizar ex-mulher em R$50 mil. Disponível em https://www.migalhas.com.br/Quentes/17,MI278351,61044-Pai+que+praticava+alienacao+parental+deve+indenizar+exmulher+em+R+50 Acesso em 26/01/2020. Se a alienação parental é crime e constitui até mesmo lei, isso significa que há punições para quem comete tal violação. É justamente sobre um caso desse que a notícia trata, também no site Migalhas. Nela, há o detalhamento de um homem que foi julgado como culpado por alienação parental e que recebeu enquanto sentença o pagamento de R$50 mil. Artigo de revista on-line Alienação parental: entenda o que é e como prejudica as crianças. Disponível em: https://bebe.abril.com.br/familia/alienacao-parental-o-que-e-como-prejudica-crianca/ Acesso em 27/01/2020. O artigo da revista on-line especializada em bebês e na infância de modo geral, Bebê.com.br, faz um levantamento sobre as principais consequências da alienação parental para as crianças. Os resultados levam em conta os impactos psicológicos e de desenvolvimento da criança que sofre com a situação. Artigo de revista on-line Brasil: um a cada três casamentos termina em divórcio. Disponível em: https://revistacrescer.globo.com/Familia/Sexo-e-Relacionamento/noticia/2019/04/brasil-um-cada-tres-casamentos-termina-em-divorcio.html /Acesso em 27/01/2020. Um dos grandes responsáveis pela alienação parental é o divórcio, principalmente quando ele não ocorre em comum acordo. Na matéria da Revista Crescer, vamos saber um pouco mais sobre o aumento do número de casos de divórcio em nosso país e quais são as possíveis razões para isso. Artigo de especialistas Quais as diferenças entre separação e divórcio? Disponível em https://www.mundoadvogados.com.br/artigos/quais-as-diferencas-entre-separacao-de-divorcio /Acesso em 27/01/2020. Os textos motivadores desta semana afirmam que a alienação parental está intimamente ligada à questão da separação e do divórcio, mas quais são as diferenças entre os dois? Querendo entender melhor? A página Mundo dos Advogados te disponibiliza um artigo claro e objetivo sobre o tema. Matéria de revista on-line Lar com mãe ou pai solo não afeta o bem-estar da criança, conclui estudo. Disponível em https://www.mundoadvogados.com.br/artigos/quais-as-diferencas-entre-separacao-de-divorcio /. Acesso em 27/01/2020. Mas será que todos os casos de divórcio e separação, quando há filhos envolvidos, acabam em alienação parental É claro que não! E nessa matéria, também da Revista Crescer, temos relatos bem-sucedidos de filhos que são criados só pela mãe ou só pelo pai sem que haja alienação parental. Artigo Qual o papel dos pais na formação do caráter dos filhos? Disponível em https://www.marupiara.com.br/qual-o-papel-dos-pais-na-formacao-do-carater-dos-filhos/ Acesso em 27/01/2020. O artigo é curto e objetivo, mas, por meio dele, você será capaz de compreender o quanto os pais influenciam, positiva ou negativamente, na formação do caráter de seus filhos. Apesar de ser o artigo presente na página de um colégio, as informações são bastante válidas e servem para nos fazer refletir sobre quanto as opiniões dos pais determinam a forma de pensar dos filhos. Sabemos o quanto tratar de relacionamentos familiares é um assunto complexo e delicado, por isso, sugerimos que você tenha bom-senso, capacidade analítica e moderação ao escrever sobre alienação parental. Posicionar-se de forma extremamente drástica (independentemente da posição) pode dar a impressão de radicalismo e falta de empatia. Com certeza, os materiais indicados no roteiro de estudo de hoje vão te ajudar a esclarecer melhor sobre os mecanismos de funcionamento da alienação parental e suas consequências, tanto para o indivíduo

Sim, sabemos que o ano ainda é novinho, novinho, mas muita coisa já aconteceu em nosso país (ou com influência direta nele) e que pode ser um tema em potencial para a redação do Enem 2020. Venha ler sobre os 10 assuntos de atualidades para ficar ligado em 2020. No artigo de hoje, vamos te contar quais assuntos merecem ganhar sua atenção especial desde já. Nos últimos dias, não se fala de outra coisa, todos os brasileiros estão espantados com os recordes que o valor do dólar tem alcançado em nosso país. Se apenas o alto valor já não fosse suficiente, as declarações do ministro da economia, Paulo Guedes, ajudaram- e muito- a esquentar a situação, deixando bastante gente insatisfeita tanto com os aumentos quanto com as afirmações do ministro. Para se ter uma ideia, o dólar vendido em casas de câmbio chegou a alcançar o valor de R$4,54, sem os acréscimos do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), ou seja, o seu novo celular importado vai ter que esperar mais um pouquinho. A virada do ano e as festas de réveillon costumam ser momentos de intensa alegria, mas, no que diz respeito ao meio ambiente, não podemos afirmar o mesmo. O primeiro dia do ano começou com uma enxurrada de fotos em sites e redes sociais que mostravam o lixo jogado nas ruas e praias de diversas cidades. Um acumulado absolutamente chocante! Diante disso, reacendeu-se a discussão: por que o povo brasileiro tem tão pouco cuidado com suas cidades? E mais: como resolver de forma definitiva esse problema tão recorrente em todas as passagens de ano e carnavais? Especialistas de áreas variadas deram suas declarações nos mais diferentes veículos de comunicação e todos eles levantaram um ponto em comum: a solução do problema só acontecerá quando houver uma mudança real nos processos educativos de nossos cidadãos. Mas o que a atriz Bruna Marquezine está fazendo numa relação de possíveis temas da redação do Enem? Simples, mais uma vez a atriz foi duramente criticada em suas redes sociais por conta de seu corpo. Isso porque, na noite de ano novo, Bruna postou uma foto felicitando seus seguidores e várias pessoas consideraram que ela estava extremamente magra. Não demorou nadinha para que seu público se dividisse em dois: de um lado, as pessoas diziam que a atriz é uma figura pública e que por isso deveria aceitar as opiniões de seus seguidores sem reclamações. Já de outro lado, havia quem defendesse que o corpo é de Bruna e que ninguém tem absolutamente nada a ver com o quanto ela pesa ou deixa de pesar. Fofocas à parte, a polêmica em torno da foto traz à tona um assunto sempre muito presente: a padronização do corpo da mulher e como as redes sociais têm sido utilizadas para enaltecer a beleza de umas e deprimir outras. Desde o meio de 2019, temos visto grande preocupação dos agentes de saúde por conta do aumento extremamente expressivo dos casos de sarampo no país. Até aí, nada de muito novo para nós, afinal já sobrevivemos à gripe suína, febre amarela e semelhantes, mas falar do aumento de pessoas infectadas pelo sarampo significa rediscutir a questão da vacinação. Não é de hoje que as políticas antivacina têm ganhado espaço nas mídias, conquistando um número bastante relevante de seguidores da “tendência”, e daí surge a seguinte reflexão: até que ponto a falta de vacinação influencia na expansão de uma doença? Neste verão, tem bastante gente tirando o casaco de dentro do armário para poder usar, isso porque a média de temperatura tem sido mais baixa do que a média registrada no período. É claro que não podemos ver isso com bons olhos, pois, apesar do tempo mais fresco e ameno, a baixa de temperatura está intimamente ligada às mudanças climáticas e é, na verdade, um resultado da falta de cuidado que temos com nosso planeta, que faz até com que as estações se misturem. As chuvas em 2020 não estão para brincadeira. Em especial no mês de fevereiro, chuvas intensas e inesperadas destruíram casas, soterraram pessoas, pararam cidades, inundaram carros e causaram todo tipo de estrago para a população. Os danos causados pela chuva trazem luz a três frentes de discussão diferentes: – Por que as chuvas estão sendo tão intensas? – Como o lixo jogado indevidamente nas ruas contribui com as enchentes? – Por que não há medidas efetivas do governo com relação a esse problema tão recorrente? E ao pensar nas respostas às questões acima, retornamos a dois temas já abordados no artigo de hoje: a deseducação do povo e as mudanças climáticas. Viu como tudo acaba se relacionando no fim das contas? É lógico que o Coronavírus não podia ficar de forma, pois ele tem todas as condições de se transformar numa pandemia que afetará o Brasil não só no setor da saúde, mas na economia também. O fogo tomou as florestas da Austrália por dias e mais dias, matando animais e pessoas, além de deslocar várias famílias de seus lares. Porém, novamente, o que tem os incêndios da Austrália a ver conosco, que estamos aqui no Brasil? A verdade é que, assim como tem acontecido com o Brasil, outros países também têm sofrido as consequências das mudanças climáticas e sentido na pele o resultado de séculos de descuido com a natureza. Lembra do desmatamento e das queimadas da Amazônia? Nossa situação não é muito diferente da dos nossos irmãos australianos. Faz muitos anos que o reality Big Brother Brasil não alcança tanto sucesso quanto agora, isso porque, para 2020, os diretores tiveram a excelente ideia de selecionar influencers para o confinamento. Mas o que chamou a atenção do público foram os comportamentos machistas, desrespeitosos e discriminatórios de alguns participantes do programa do sexo masculino. Não deu outra, a mulherada partiu pra cima da situação e o assunto está na boca do povo. Retornamos mais uma vez à temática da importância da mulher, do respeito total a seu corpo e integridade como um todo e

Muita festa, alegria, bloquinhos preenchendo a cidade com música e dança, fantasias, brilho. Sem dúvida, o Carnaval é uma festa bastante colorida e alegre, mas será que tudo é assim só alegria? Na proposta de redação desta semana, sugerimos que você olhe ele a partir de duas perspectivas diferentes: a da arte e a dos problemas que o Carnaval traz (para as pessoas individualmente, na sociedade, para o meio ambiente etc.). Para isso, separamos algumas indicações de materiais para te ajudar a compreender melhor essas relações. CONFIRA O TEMA COMPLETO CLICANDO AQUI! Disponível em: super abril – qual é a origem do carnaval Acesso em 23/02/2020. Precisamos ter uma compreensão mais clara e aprofundada sobre as origens dessa data, suas influências e sua forma de evolução até chegarmos ao formato que temos hoje antes de podermos entendê-lo enquanto forma de expressão artística. Neste artigo da revista Super Interessante, temos um pequeno passeio desde o nascimento do Carnaval até a maneira como o conhecemos atualmente. Ótimo conteúdo para você que está querendo saber um pouco mais sobre o histórico carnavalesco. Disponível em: Carnaval em outros países – youtube / Acesso em 23/02/2020. Vai achando que é só no Brasil que existe Carnaval. Na verdade, não é bem assim, ele é uma festa que também acontece em outros países, mas de formas bastante diferentes. O vídeo do canal Nerd Show mostra como é a festividade em vários países incluindo imagens do Carnaval desses locais. Em menos de 15 minutos, você conseguirá fazer um bom passeio por diferentes culturas. Disponível em: noticias r7 – são paulo recolhe 4565 toneladas de lixo durante festas de carnaval / Acesso em 23/02/2020. Um dos grandes problemas das festas do Carnaval sem dúvida é a quantidade de lixo descartada indevidamente, o que tem um impacto direto no nosso meio ambiente. Nesse artigo, a página G1, da Globo, trata sobre as toneladas (!) de lixo recolhidas durante os primeiros dias de Carnaval em São Paulo. Disponível em: folha uol – carnaval de rua cresce e mancha ocupada por blocos se esparrama por sp / Acesso em 23/02/2020. Nos últimos anos, o Carnaval de rua, representado em grande parte pelos famosos bloquinhos, tem agitado vários locais de nosso país que antes eram bastante calmos nessa época do ano. É claro que há benefícios e prejuízos com esse crescimento e a matéria da Folha se propõe justamente a fazer esse balanço. Disponível em: veja abril – após arrastões blocos de carnaval de sp se unem para pedir segurança Acesso em 23/02/2020. A notícia é de agorinha, de fevereiro de 2020, e, nela, a revista Veja aborda os últimos problemas relacionados à violência nessas festas e quais são as providências que estão sendo tomadas com relação a isso. São arrastões, tiroteios, depredações e muitos outros tipos de manifestações violentas que nos causam medo, quando o Carnaval, na realidade, tem a proposta de levar alegria às pessoas. Disponível em: carta capital – a violência mascarada no carnaval Acesso em 23/02/2020. No meio de uma festa em que as pessoas parecem estar felizes e com o único propósito de se divertir, como podem acontecer atos violentos? E mais, quem sofre com maior destaque com essa situação? A Carta Capital publicou em setembro de 2018 esse artigo riquíssimo em informações e reflexões preciosas. Disponível em: g1 globo – casos violência carnaval 2020 / Acesso em 23/02/2020. Para você que está querendo se atualizar sobre quais foram os atos violentos ocorridos no Carnaval 2020, o artigo e os vídeos publicados pelo G1 são excelentes, pois o material faz um passeio pelo país noticiando o que aconteceu de mais relevante durante o período carnavalesco. Disponível em: canal ciências criminais jusbrasil – carnaval os maus tratos por trás das fantasias / Acesso em 23/02/2020. Não, Carnaval não é só alegria, e não, não são “só” os humanos que sofrem com a violência, os animais também são vítimas de atrocidades de encher nossos olhos de lágrimas. A matéria indicada traz uma pequena discussão sobre o assunto, incluindo os métodos mais comuns utilizados na retirada de penas de aves, além de muitas outras indicações de leitura sobre o tema para quem tiver mais interesse. Disponível em: green me – lado triste carnaval desperdício crueldade degradação ambiental Acesso em 23/02/2020. Na continuação do assunto do item 8, o artigo do Green Me, uma página que trata especificamente de consumo consciente e cuidados com o meio ambiente, temos uma abordagem mais aprofundada sobre alguns dos problemas causados pelo Carnaval, em especial pelos desfiles das escolas de samba. Mas, como nem tudo está perdido, o mesmo artigo traz alguns exemplos de desfiles sustentáveis que podem servir enquanto referência para as festas futuras. Disponível em:bbc – brasil 42797763 / Acesso em 23/02/2020. Você sabia que aquele glitterzinho tão lindo que você coloca nos seus olhos ou que usa para desenhar um coraçãozinho na sua bochecha é um grande agente poluidor de mares? Não? Pois é. E pensar que ele parecia tão inocente, não é mesmo? Querendo entender melhor sobre o assunto? A matéria da BBC te explica o caminho que o glitter do Carnaval percorre até chegar aos peixes nos oceanos. Disponível em: medium – como o carnaval afeta a produtividade e economia do brasil / Acesso em 23/02/2020. Naturalmente, somos inclinados a pensar que os dias de folga do feriadão do Carnaval trazem impactos negativos para a economia do país, já que as pessoas não produzem nesse período. Mas será que é assim mesmo? Nesse texto, há uma análise bastante ponderada, inclusive com viés filosófico e sociológico, sobre a questão da economia no Carnaval. Disponível em: agência brasil ebc – marcado pelo turismo carnaval deve movimentar 8 bi na economia / Acesso em 23/02/2020. A Agência Brasil detalha para você qual é a estimativa de movimentação econômica para o Carnaval 2020 e como esse valor será gerado. O artigo, apesar de curto, traz muitos detalhes relevantes sobre o assunto. Após ler as recomendações, temos certeza de que você já está mais

CONFIRA O TEMA CLICANDO AQUI! Nas últimas semanas, temos sido bombardeados com a ameaça de um novo vírus que promete se tornar epidemia gravíssima no mundo todo: o Coronavírus. E é claro que, devido às grandes proporções que o tema tomou em tão pouco tempo, o assunto tem sido cotado como um dos possíveis temas de redação do Enem 2020. Por conta disso, vamos conhecer mais sobre o Coronavírus? Disponível em https://www.saude.sp.gov.br/resources/cve-centro-de-vigilancia-epidemiologica/areas-de-vigilancia/doencas-de-transmissao-respiratoria/coronavirus.html (acesso em 17/02/2020). Em primeiro lugar, precisamos entender com propriedade o que é esse tal de Coronavírus, quais são seus principais sintomas e como podemos nos proteger da doença, pois até transmissão por meio de sopa de morcego já foi cogitada (???). Uma redação oficial jamais aceitará informações que não sejam plenamente verdadeiras, por isso, sempre investigue os temas a fundo para não cair nessa armadilha. Disponível em https://panoramafarmaceutico.com.br/2020/02/12/por-que-o-coronavirus-agora-se-chama-covid-19-e-como-esses-nomes-sao-criados/ (acesso em 17/02/2020). Se você leu o texto acima, deve ter percebido que agora o Coronavírus se chama Covid-19 e essa é sua nomenclatura oficial. Mas por que houve a mudança e como os nomes são criados? É justamente isso que a matéria vai te explicar. Disponível em https://saude.abril.com.br/medicina/coronavirus-mitos-prevencao-tratamento/ (acesso em 17/02/2020). Sabia que tem gente por aí tomando litros e litros de chá de erva doce para se prevenir contra o Coronavírus? Pois é, a criatividade do povo não tem mesmo limites. No artigo da revista Saúde, há dez dos mais recorrentes boatos sobre a doença e a conclusão se ele é mito ou se realmente é eficaz de alguma forma. Disponível em https://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2020/02/16/oms-diz-que-coronavirus-ja-matou-1669-pessoas.ghtml (acesso em 17/02/2020). As informações são várias (e nem todas verdadeiras!), entretanto, qual é a real situação do Coronavírus atualmente? Em que locais ele foi de fato detectado? Qual é a taxa de letalidade? A página G1, da Globo, a partir do boletim oficial da Organização Mundial de Saúde (OMS), responde a todas essas questões. Disponível em https://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2020/02/16/na-china-numero-de-casos-de-coronavirus-diminui-pelo-terceiro-dia-seguido.ghtml (acesso em 17/02/2020). Mas nem tudo está perdido, querido (a) candidato (a), pois o Coronavírus tem apresentado queda nos últimos dias na China, mesmo que ainda esteja se espalhando para outros países. Será que muito em breve poderemos respirar mais aliviados? Disponível em https://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2020/02/15/primeira-morte-ligada-ao-coronavirus-fora-da-asia-e-confirmada-na-franca.ghtml (acesso em 17/02/2020). Realmente, a página do G1 está arrasando na cobertura das últimas notícias sobre o Coronavírus e se você quer acompanhar toda a evolução da doença, seguir o G1 pode ser uma excelente ideia. Infelizmente, a matéria fala sobre a primeira morte que ocorreu fora do território asiático, na França, um indício de que a doença está em pico de transmissão. Disponível em https://g1.globo.com/go/goias/noticia/2020/02/17/grupo-em-quarentena-em-anapolis-passa-por-segundo-exame-que-detecta-contaminacao-por-coronavirus.ghtml (acesso em 17/02/2020). Mas e o Brasil, como está nessa história toda? Temos pessoas contaminadas por aqui? Há grupos em observação? E a resposta é sim, existe a possibilidade de contaminação e há um grupo em observação (e quarentena) em Anápolis, Goiás. Disponível em https://saude.estadao.com.br/noticias/geral,laboratorios-particulares-comecam-a-oferecer-teste-para-detectar-coronavirus-no-brasil,70003200688 (acesso em 17/02/2020). Uma das principais formas de prevenção do contágio pelo Coronavírus é a rápida e exata detecção da possível contaminação, por isso, alguns laboratórios particulares estão desenvolvendo e oferecendo testes específicos a fim de diagnosticar o Coronavírus. Para saber o que levou os laboratórios a tomar essa decisão, é só ler o texto especial produzido pelo Estadão. Disponível em https://saude.estadao.com.br/noticias/geral,laboratorios-particulares-comecam-a-oferecer-teste-para-detectar-coronavirus-no-brasil,70003200688 (acesso em 17/02/2020). Apesar de o Coronavírus ter seu maior foco no outro lado do mundo, no continente asiático, os impactos dele estendem-se também à nossa economia de formas que talvez você não tenha imaginado antes. O Estadão, em sua coluna sobre saúde, traz um levantamento bastante apurado sobre o assunto e ainda inclui a visão de especialistas sobre o tema. Disponível em https://www.youtube.com/watch?v=0N7SBfTsI3s (acesso em 17/02/2020). Neste vídeo do canal Nostalgia, há um excelente apanhado de tudo o que é mais relevante a respeito do vírus. Uma ótima opção para você que está precisando saber mais a respeito do assunto, mas não está com tempo (ou coragem) de ler todos os textos. Disponível em https://www.youtube.com/watch?v=2OtzVfa6Q18 (acesso em 17/02/2020). Recentemente, tivemos a notícia de que alguns brasileiros estavam isolados na China sem autorização de regresso, a fim de se evitarem novas contaminações. Resultado: o governo precisou intervir. A reportagem do Domingo Espetacular conta com relatos dos brasileiros isolados, bem como suas versões a respeito do próprio funcionamento do isolamento. Pode ter certeza: é um processo bastante diferente do de estar participando do Big Brother Brasil. Disponível em https://www.youtube.com/watch?v=ux54eLwC428 (acesso em 17/02/2020). Mas e se (ou quando) o Coronavírus chegar em terras brasileiras, o que faremos? Será mesmo que nosso país tem condições de enfrentar um vírus desse porte? O que efetivamente está sendo feito nesse sentido? No vídeo, bastante rápido e objetivo, temos as informações atualizadas de que medidas o Brasil está tomando a fim de que não haja uma grave epidemia no país. Claro que nós estamos torcendo para que, quando você terminar de fazer todas as leituras e de assistir aos vídeos, o contágio por Coronavírus tenha sido finalizado, não passando apenas de um susto para nós, brasileiros, mas, ainda que isso aconteça, o tema tem balançado as estruturas mundiais e está na boca do povo, por isso não podemos deixá-lo passar em branco. Leia também: Repertório para o tema ”Gordofobia e o culto ao corpo padrão’‘ Repertório para o tema “Brasil e as tensões geopolíticas no Oriente Médio” Repertório para o tema ”O mercado de cosméticos falsificados’‘ Tema de redação: Formas de combater as doenças sexualmente transmissíveis no Brasil Tema de Redação: Saneamento básico no Brasil