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Confira a proposta de redação cobrada no Enem 2022! Após isso, confira a nossa análise sobre a proposta! INSTRUÇÕES PARA A REDAÇÃO TEXTO l Você sabe quais são povos e comunidades tradicionais brasileiros? Talvez indígenas e quilombolas sejam os primeiros que passam pela cabeça, mas, na verdade, além deles, existem 26 reconhecidos oficialmente e muitos outros que ainda não foram incluídos na legislação. São pescadores artesanais, quebradeiras de coco babaçu, apanhadores de flores sempre-vivas, caatingueiros, extrativistas, para citar alguns, todos considerados culturalmente diferenciados, capazes de se reconhecerem entre si. Para uma pesquisadora da UnB, essas populações consideram a como uma mãe, e há uma relação de reciprocidade com a natureza. Nesta troca, a natureza fornece “alimento, um lugar saudável para habitar, para ter água. E eles se responsabilizam por cuidar dela, por tirar dela apenas o suficiente para viver bem e respeitam o tempo de regeneração da própria natureza”, diz. Disponível em g1 globo Acesso em 17 jun. 2022 (adaptado). TEXTO II Povos e comunidades tradicionais O Ministério do Desenvolvimento Social (MDS) preside, desde 2007, a Comissão Nacional de Desenvolvimento Sustentável das Comunidades Tradicionais (CNPCT), criada em 2006. Fruto dos trabalhos da CNPCT, foi instituída, por meio do Decreto 6.040, de 7 de fevereiro de 2017, a Política Nacional de Desenvolvimento Sustentável dos Povos e Comunidades Tradicionais (PNPCT). A PNPCT foi criada em um contexto de busca de reconhecimento e preservação de outras formas de organização social por parte do Estado. Disponível em mds gov br. Acesso em 17 jun. 2022 (adaptado). TEXTO III Carta da Amazônia 2021 Aos participantes da 26ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas Não podia ser mais estratégico para nós, Povos Indígenas, Populações e Comunidades Tradicionais brasileiras, reafirmarmos a defesa da sociobiodiversidade amazônica neste momento em que o mundo volta a debater a crise climática na COP26. Uma crise que atinge, em todos os contextos, os viventes da Terra! Nossos territórios protegidos e direitos respeitados são reivindicações dos movimentos sociais e ambientais brasileiros. Não compactuamos com qualquer tentativa e estratégia baseada somente na lógica do mercado, com empresas que apoiam legislações ambientais que ameacem os nossos direitos e com mecanismos de financiamento que não condizem com nossa realidade dos nossos territórios. Propomos o que temos de melhor: a experiência das nossas sociedades e culturas históricas, construídas com base em nossos saberes tradicionais e ancestrais, além do nosso profundo conhecimento da natureza. Inovação, para nós, não pode resultar em processos que venham a ameaçar nossos territórios, nossas formas tradicionais e harmônicas de viver e produzir. Amazônia, Brasil, 20 de Outubro de 2021. Entidades signatárias: CNS; Coiab; Conaq; MIQCB; Coica; ANA Amazônia e Confrem; Disponível em s3 amazonaws . Acesso em 17 jun. 2022 (adaptado). PROPOSTA DE REDAÇÃO A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da lingua portuguesa sobre o tema “Desafios para a valorização de comunidades e povos tradicionais no Brasil”, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa argumentos e fatos para a defesa de seu ponto de vista. Exemplo de redação para o tema do Enem 2022: “Desafios para a valorização de comunidades e povos tradicionais no Brasil” De acordo com o decreto nº 6040, editado em 2007, observa-se que os povos e comunidades tradicionais são grupos os quais possuem cultura e organização social própria, além de ocuparem territórios e utilizarem recursos naturais de forma sustentável. Porém, há desafios que precisam ser ultrapassados para a valorização dessas comunidades no Brasil, tais como a negligência governamental e a exploração de terras demarcadas. De início, é válido apontar a negligência governamental como uma das causas do problema. Desde 2018, por exemplo, nenhuma nova terra indígena ou quilombola foi demarcada pelo atual governo. Assim, sem o reconhecimento e a proteção governamental, comunidades tradicionais seguem vivendo em condições precárias de segurança. Isso ocorre por conta das recorrentes perseguições – como as ocorridas no Maranhão neste ano, as quais acarretaram a morte de três indígenas em menos de duas semanas. Sendo assim,percebe-se que tais povos não têm a sua cultura valorizada. Ademais, a exploração de terras nas quais vivem esses povos é outro fator a ser discutido. Segundo o antropólogo Darcy Ribeiro, “O Brasil, último país a acabar com a escravidão, tem uma perversidade intrínseca na sua herança”. Em consonância com a citação, sabe-se que os quilombos surgiram na época da escravidão no Brasil colônia. Neles havia a reunião e as práticas de atividades culturais e religiosas, além de servirem como um ambiente de refúgio e de proteção para africanos escravizados e seus descendentes. Entretanto, apesar de existirem esses espaços até os dias de hoje, eles são ameaçados devido à expansão do agronegócio, que, cada vez mais, deseja buscar novas terras para seus empreendimentos, invadindo as áreas de preservação e reparação cultural dos quilombos. Dessa forma, é necessário conservar tais ambientes. Portanto, são necessárias ações para resolver a problemática da valorização de comunidades e povos tradicionais brasileiros. Para isso, o governo federal, o qual se eximiu da tarefa desde o ano de 2018, deve demarcar áreas de conservação das comunidades tradicionais, por meio de leis feitas pelo poder legislativo, a fim de garantir a proteção dos grupos minoritários. Ademais, deve haver forte fiscalização, com o objetivo de evitar invasões nessas áreas. Dessa forma, espera-se uma diminuição da herança perversa brasileira citada por Darcy.

Corretores de redação do Enem são gente cheia de segredos. A equipe do Redação Online descobriu 10 segredos que os corretores do Enem não te contam! Está tudo neste artigo! 1. Segredos corretores Enem: O corretor tira pontos se você separar sílabas assim Translineação é quando você separa as sílabas de uma palavra, deixando parte dela numa linha e parte na linha de baixo. Como você faz isso? Se você faz assim então os corretores mandam avisar que esse tracinho sob a linha não é aceito, ok? O tracinho correto é um hífen, então fica no meio do espaço entre linhas, não abaixo da linha. Tracinho abaixo da linha não existe no português. Fazendo esse tracinho tão inocente abaixo da linha você certamente perde pontos na competência 1! 2. O corretor tira pontos se você esquecer esta pontuação Veja esta frase: “As informações que seguimos têm um algoritmo, na maioria das vezes.” Agora veja esta: “As informações que seguimos têm, na maioria das vezes, um algoritmo.” Nós mudamos a posição do adjunto adverbial na maioria das vezes. O segredo que corretores não contam é que adjunto adverbial no meio da frase precisa vir entre vírgulas. O corretor não vai tirar pontos seus se o adjunto adverbial tiver 1 ou 2 palavras somente, mas, se tiver mais que isso, por favor, ponha as vírgulas! 3. Segredos corretores Enem: O corretor gosta desta ordem de argumentos Sabe aquele argumento que deixa o leitor sem palavras? Sempre tem um argumento assim, mais forte. Os corretores não abrem o jogo sobre isso, mas esse argumento deve ser o último a aparecer na sua redação. Deixe-o para o final, perto da conclusão. Isso que é a perfeita progressão de ideias! 4. O corretor sabe se você fez rascunho Espertinho ele, né? Corretores nascem com uma incrível capacidade secreta de descobrir se o aluno fez um rascunho da redação e se releu e melhorou esse rascunho com cuidado. Não tem como enganá-los… E nessa hora crucial é que eles tiram pontos na competência 2, a da autoria. Faça rascunho, releia e releia. 5. Segredos corretores Enem: O corretor não liga para um certo tipo de repetição É sério! E você aí perdendo tempo substituindo palavras por sinônimos! Acabou o segredo do corretor do Enem: eles nunca contam quantas vezes uma palavra foi repetida. Jamais. A história é a seguinte: eles analisam se foi importante repetir a tal palavra, porque sabem que repetição é fun-da-men-tal para coesão. Por exemplo, se notarem que a palavra repetida é exatamente o tema central, ou palavras da própria proposta de redação, a repetição é aceita, sem problema nenhum. Agora, se a repetição for aquela sem necessidade (aquela que passa batida porque o candidato tem preguiça de reler), então ele tira uns pontinhos do candidato, sem dó. 6. O corretor deixa você usar “através de” como quiser Você pode até ter aprendido na escola que “através de” só pode ser usado quando se atravessa algum elemento físico de um lado para o outro. Você aprendeu que ele não serviria para mostrar como alguma coisa será realizada – o modo. Por exemplo, você não poderia usar “através de” para o seu elemento “meio/modo” da proposta de intervenção. E isso é correto mesmo, para a norma culta do português. Mas os corretores do Enem são bonzinhos com isso: não tiram ponto nenhum se você usar “através de” para o seu elemento “meio/modo”! Você pode escrever “…. através de ….”, como nesta frase: “… para que esses filtros da internet sejam extintos, através de um investimento pesado do Governo…” (Bem que eles podiam já ter revelado isso antes…) 7. Corretores percebem conectivos sem sentido Sabe aqueles conectivos que, talvez, você tenha decorado para começar seus parágrafos? Aqueles que você nem pensa bem o que significam e já vai pondo na redação? Não se sabe bem como corretores conseguem esta façanha, mas são ótimos em perceber se o conectivo liga os parágrafos corretamente ou foi só “chute” do candidato. É incrível como percebem se um “Ademais” serviu mesmo para adicionar algo… se um “Nesse sentido” serviu de verdade para seguir na mesma linha do que foi dito antes! Por isso nós alertamos: não vale a pena arriscar na hora de escolher conectores. Veja bem se o sentido do conector está adequado ao que você quer dizer! 8. O corretor não exige que a proposta de intervenção venha na conclusão Ficou chocado? Pois é, pode escrever sua proposta de intervenção em qualquer parágrafo até na introdução! Acreditamos que os corretores nunca revelaram isso só para se divertirem com tudo que foi inventado sobre o lugar certo da proposta de intervenção do Enem. Mas agora já não é mais segredo, pelo menos para você. Está tudo bem espalhar a proposta em vários parágrafos, conforme você vai argumentando… e também está tudo bem fazer um parágrafo só para ela. 9. O corretor só vai avaliar uma proposta de intervenção Pode fazer mais de uma proposta de intervenção na redação do Enem, fique à vontade. Corretores não costumam falar sobre o assunto, mas eles vão escolher só a proposta de intervenção que estiver mais completa para dar pontos na competência 5. O negócio, portanto, é caprichar em uma delas, sem se preocupar tanto com as outras (se tiver outras). 10. O corretor não liga para introdução sem contextualização A contextualização é uma opção. Você faz contextualização se quiser. Se não quiser, tudo bem, não vai perder pontos por isso. É mais um segredo de corretor de redação Enem que deixa de ser segredo a partir de hoje! Claro que os corretores têm notado como os candidatos gostam de começar a redação com um contexto. E muitas vezes acontece o pior: tiram pontos de candidatos que usam contextos sem nexo com a redação. Eles não comentam nada, mas gostariam de lembrar os candidatos de que existem outras formas charmosas e atraentes para se começar um texto: Temos um vídeos sobre isso em nosso canal do Youtube! Confira:

Se você não acompanhou os debates das eleições de 2022, não sabe quantos dados socioculturais perfeitos para pôr na redação foram divulgados! Mas não faz mal: continue lendo este artigo, porque reunimos as melhores informações para a sua redação! Então, tivemos a ideia de separar os dados socioculturais por temas para facilitar. Dessa forma, leia agora o que preparamos. A educação no Brasil Quais dados você teria para sua redação sobre a situação da educação no Brasil? Estes são atualizados: De 2019 a 2021, o número de crianças de 6 a 7 anos que não sabem ler ou escrever é de 2,36 milhões. Isso significa metade das crianças brasileiras nessa faixa etária; Nas escolas públicas de SP 61,6% dos estudantes do 5º ano não conseguem resolver um problema simples de subtração e 96% dos que estão no 3º ano do EM não sabem o básico em matemática; Houve queda de 13,9% de ingressantes nos cursos presenciais devido à pandemia de covid-19, mas houve um aumento de 26,2% nos ingressantes da modalidade à distância; Fonte: https://webcache.googleusercontent.com/search?q=cache:ApUJAkx8YC4J:https://valor.globo.com/opiniao/coluna/o-proximo-presidente-e-a-educacao.ghtml&cd=1&hl=pt-BR&ct=clnk&gl=br As universidades públicas perderam 6,4% de alunos, em 2020, o que pode levar a uma falta de profissionais qualificados em breve. fonte: https://g1.globo.com/jornal-hoje/noticia/2022/06/02/numero-de-alunos-das-universidades-federais-caiu-64percent-em-2020.ghtml Violência no Brasil Veja que dados importantes nesta lista, sobre a violência no Brasil: Houve 45.503 homicídios no ano de 2019, uma queda de 22,1% em relação ao ano de 2018; Ademais, houve uma queda ligeira, de 2,4%, no número de feminicídios em 2021 em relação ao ano anterior; Além disso, 1.319 mulheres foram vítimas de estupro em 2021; Houve um aumento de 3,7% de estupros contra mulheres, entre 2020 e 2021. Os números são estes: 56.098 estupros de mulheres em 2021. Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/brasil-61358907 Somado a isso, houve diminuição da gravidez na infância desde 2014, quando 28.245 meninas tiveram filhos. Dois anos depois, em 2016, foram 24.139 garotas. Em 2019, antes da pandemia, foram registrados 19,3 mil nascimentos de mães de até 14 anos. Fonte: https://g1.globo.com/saude/noticia/2022/06/22/brasil-tem-mais-de-17-mil-maes-de-ate-14-anos-mostram-dados-do-sus.ghtml Emprego no Brasil Sobre trabalho no Brasil, temos estes dados: O desemprego caiu de 11,1% para 9,3% no ano de 2022; Santa Catarina foi o estado com maior aumento em novas vagas ocupadas (87,4%), seguido por São Paulo (81,0%) e Paraná (80,9%); Somado a isso, a taxa de desocupação de jovens de 18 a 24 anos era 22,8% no 1º trimestre e foi para 19,3% no 2º trimestre de 2022; O rendimento médio mensal recebido pelos trabalhadores nos meses de abril, maio e junho de 2022 foi estimado em R$ 2.652; Além disso, um terço (34%) dos jovens brasileiros de 18 a 24 anos frequentam escolas ou faculdades. Três em cada dez jovens nessa faixa etária estão empregados, não frequentam escola nem curso superior; 13% dos jovens não estão nem na escola nem empregados (geração nem-nem); 23% dos jovens não estudam nem procuram emprego Fonte: https://www.terra.com.br/noticias/educacao/geracao-nem-nem-no-brasil-e-o-dobro-do-que-em-paises-ricos,900d8cf41b4f51c9c6d704b18d35b3ed89wfbrmc.html Fome no Brasil Veja só que dados para sua redação sobre esse problema da fome: Mais da metade (58,7%) da população brasileira convive com algum tipo de insegurança alimentar em grau leve, moderado ou grave (de fome total). Em números absolutos, são 125,2 milhões de brasileiros nessas condições, aumento de 7,2% em relação a 2020, início da pandemia de Covid-19; No Norte e Nordeste, os índices de insegurança alimentar chegam, respectivamente, a 71,6% e 68% – números expressivamente maiores do que a média nacional de 58,7%. A fome fez parte do dia a dia de 25,7% das famílias na região Norte e de 21% no Nordeste. A média é de aproximadamente 15% no Sudeste e 10% no Sul; 65% dos lares comandados por pessoas pretas e pardas convivem com restrição de alimentos em qualquer nível. Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/agravada-pela-pandemia-fome-avanca-no-brasil-e-atinge-33-milhoes-de-pessoas-diz-estudo/ Desigualdade social O tema de onde se originam tantos outros… Use estes dados: A metade da população brasileira mais pobre só ganha 10% do total da renda nacional: 50% mais pobres ganham 29 vezes menos do que recebem os 10% mais ricos no Brasil; Ademais, em 2021, os 50% mais pobres tinham só 0,4% da riqueza brasileira; Os 10% mais ricos no Brasil possuem quase 80% do patrimônio privado do país. O 1% mais abastado da população possuía, em 2021, praticamente a metade (48,9%) da riqueza nacional. Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/brasil-59557761#:~:text=Os%2050%25%20mais%20pobres%20ganham,10%25%20mais%20ricos%20no%20Brasil. Saúde no Brasil Leia agora os dados que colhemos para sua redação sobre saúde: Além do mais, a média de consultas de saúde por habitante no Brasil é de apenas 2,8, conforme o relatório do Tribunal de Contas da União; Houve 12,5% na taxa de sobrepeso entre os brasileiros, entre 2006 e 2016; O consumo de álcool no Brasil disparou de 5,9%, em 2013, para 17,1% em 2019; Ademais, o Brasil destina somente 4% do PIB para a saúde pública, responsável pela assistência de mais de 70% dos brasileiros; A média per capita gasta com a saúde dos brasileiros é 30% inferior à global; Somado a isso, 30% aguardam mais de um ano para receber atendimento; Além disso, o Brasil perdeu 40 mil leitos entre 2008 e 2018, sendo 23 mil deles em entidades públicas; Enquanto a razão média nacional é de 2,27 médicos por mil habitantes, a região Norte apresenta taxa de 1,30, e a Sudeste, taxa de 3,15. Fonte: https://telemedicinamorsch.com.br/blog/saude-publica-no-brasil Gostou da ideia que a equipe do Redação Online teve de reunir todos esses dados!? Então, seria muito bom agora se você enviasse sua redação para nossos corretores para saber como melhorar sua escrita! QUERO ENVIAR MINHA REDAÇÃO

Mostramos neste artigo como os livros da Fuvest 2023 podem cair na prova e como você pode aproveitá-los para usar na sua redação! Poemas Escolhidos – Gregório de Matos Este livro tem poemas satíricos, sobre a situação social na Bahia colonial. Além disso, há também poemas religiosos e líricos. Questões sobre Poemas Escolhidos que podem cair na prova Ademais, para se preparar para as questões que podem cair, nossa dica é focar nestes aspectos: Livros da Fuvest 2023: Como usar Poemas Escolhidos na redação? O livro tem muita relação com desigualdade social. Então, você também pode se inspirar nele para mostrar como a corrupção existe em todas as camadas e instituições sociais. Quincas Borba – Machado de Assis Nesse romance o destaque são as injustiças – Machado era ótimo em observá-las: armações, trapaças, amizades descartadas. Questões sobre Quincas Borba que podem cair na prova Na prova do vestibular a banca poderá pedir algo deste tipo: Livros da Fuvest 2023: Como usar Quincas Borba na redação? Comportamento humano é a tônica deste livro, portanto, ele pode ser citado em temas de redação em que o comportamento inadequado afeta a convivência social. Alguma Poesia – Carlos Drummond de Andrade Primeiríssimo livro do grande Carlos Drummond, dedicado a Mário de Andrade, que ele muito admirava, e Mário elogiou a obra. Questões sobre o livro Alguma Poesia que podem cair na prova Há uma grande chance de você encontrar na prova estas questões: Como usar o livro Alguma Poesia na redação? Um tema possível para usar este livro é a vida em cidades muito pequenas, que o poeta acha entediante, em “Cidadezinha Qualquer”; e outro é a presença da religiosidade no Brasil, retratado em “Romaria”. Angústia – Graciliano Ramos O autor escreveu esse livro na prisão – era uma época tensa socialmente. O personagem central, Luís, vive essa angústia num clima de delírio. Questões sobre o livro Angústia que podem cair na prova Estas são as que têm mais probabilidade de caírem: Como usar o livro Angústia na redação? Em temas com viés social, que mostram as agruras da vida das famílias mais pobres é interessante citar o livro, bem como em temas mais ligados à evolução do comportamento de um indivíduo em sociedade. Mensagem – Fernando Pessoa Esse livro perpassa a História da formação de Portugal e suas conquistas marítimas. A mensagem é de que precisamos enfrentar adversidades, sem medo, de seguir no que se acha justo. Questões sobre o livro Mensagem que podem cair na prova Estas perguntas são as mais prováveis: Como usar o livro Mensagem na redação? O tema da necessidade de termos um objetivo grandioso em mente, e não egoísta, pode incluir citação deste livro. Terra Sonâmbula – Mia Couto Neste livro, Mia Couto expõe a guerra civil em Moçambique, em 1977, a qual terminou simplesmente, porque o país foi destruído por completo. Questões sobre Terra Sonâmbula que podem cair na prova Esteja preparado para estas: Como usar Terra Sonâmbula na redação? O drama da guerra e suas consequências – esse tema maior pode ser relacionado com redações que dissertem sobre as atitudes destrutivas do ser humano, seja do tipo que for. Campo Geral – Guimarães Rosa Em Campo Geral você vai conhecer os momentos bons e os ruins da família média brasileira, dos anos 1960, que ainda era patriarcal. Questões sobre o livro Campo Geral que podem cair na prova Sugerimos que se atente a estas questões: Como usar o livro Campo Geral na redação? Se a redação for sobre o processo necessário de desenvolvimento e maturidade do ser humano, este livro pode perfeitamente ser citado, bem como se for sobre conflito de gerações. Romanceiro da Inconfidência – Cecília Meireles Esse é um livro de poemas em que há o mártir Tiradentes como personagem central. Questões sobre Romanceiro da Inconfidência que podem cair na prova Estude estas: Como usar Romanceiro da Inconfidência na redação O tema dos indivíduos que lideram e se entrega a uma causa pode surgir numa redação e este livro cai bem. Nove Noites – Bernardo Carvalho Este livro tem dois narradores criando hipóteses sobre o suicídio de um antropólogo em 1939 no Tocantins. Questões sobre Nove Noites que podem cair na prova Estude estas: Como usar Nove Noites na redação? Ademais, uma possibilidade é a de temas que falem sobre a interpretação que fazemos de fatos. Além disso, a outra é a sina de terminarmos a vida sozinhos e abandonados. Então, quer saber como é a redação da Fuvest? Confira nosso vídeo abaixo: https://youtu.be/3G5xIeTYzFA Então, se você chegou até aqui, já conhece as melhores dicas sobre os livros da Fuvest 2023! Assim, se quiser, tem mais outras aqui sobre como usar livros na redação! Desse modo, se estiver se preparando para a redação da Fuvest, saiba que nossos corretores entregam o feedback detalhado nesse modelo! Envie a sua redação pra gente! QUERO ENVIAR MINHA REDAÇÃO

Menos de dois meses para o Enem e a pergunta inevitável começa a martelar a cabeça dos estudantes: será que já é hora de começar a revisão para a prova? Não se preocupe, há resposta para a questão – ainda que varie um pouco de acordo com alguns elementos. Conversamos com os coordenadores Madson Molina, do Curso Anglo, e Carlos Massaiti Okubo, do Curso Poliedro de São Paulo. De acordo com os especialistas, os estudantes devem separar de 4 a 5 semanas antes do vestibular para realizar a revisão. Mas não basta apenas reservar esse tempo: tem que saber aproveitá-lo bem! Por isso, listamos abaixo dicas para ajudar na sua organização para a revisão. Confira! 1- Foque nos seus objetivos Primeiramente, o estudante precisa olhar com atenção para as provas que ele irá prestar, pensando desde as datas – para definir o cronograma da revisão – até as características do vestibular. Isso vai ajudar a direcionar seus esforços de acordo com o que costuma mais aparecer em determinado vestibular e também ficar habituado com a forma que são cobrados os conteúdos naquela prova. 2- Fique atento a sua saúde mental Manter o emocional equilibrado nessa reta final é essencial. Segundo Massaiti é muito comum a essa altura, depois de passar por uma grande quantidade de conteúdo, os estudantes se desesperarem por acharem que não lembram de mais “nada” do que foi visto nos primeiros dias de aula. “Se o aluno estudou, treinou para fixar, ele vai lembrar ao ter contato novamente com o conteúdo. É importante que ele entenda que nenhum estudante vai tão bem em tudo e também não vai tão mal em tudo. Precisa confiar no seu potencial“, aconselha o coordenador do Poliedro. 3- Busque a sua estratégia Não existe um receita global para fazer uma revisão eficiente. Cada estudante precisa achar a sua estratégia. Molina afirma que o vestibulando tem que buscar a equalização de conteúdos. Ou seja, não adianta o jovem gastar tempo estudando uma parte que ele já domina. Ele precisa focar exatamente nos seus pontos frágeis – um assunto que deixou passar durante o ano, ou aquele conteúdo que ele aprendeu mas não recorda com clareza, e também os temas de alta complexidade. O coordenador diz que é ainda mais interessante trabalhar essas fragilidades junto com as estatísticas dos vestibulares que vai prestar – como pontuamos na primeira dica. “O estudante precisa identificar os assuntos que mais caem na prova e otimizar com isso. O que ele sabe e cai muito no exame é um assunto que, eventualmente, ele já superou. Ele tem que trabalhar o que ele não sabe e cai bastante“, sugere Molina. + O que mais cai no Enem em cada disciplina 4 – Saiba identificar suas dúvidas Molina ressalta a importância dos estudantes registrarem – em um caderno ou aparelho digital – suas dúvidas e dificuldades ao longo do ano. Segundo ele, muitos alunos generalizam dizendo que têm problema em exatas, mas é preciso ser mais específico, uma vez que dentro de exatas existem muitos assuntos e aulas. “O primeiro passo para resolver o problema é saber exatamente qual é o problema. A generalização coloca muita fumaça no caminho e o estudante não vai direto ao ponto na sua dificuldade. Às vezes, o problema nem é a aula inteira, é uma parte, uma equação”, explica. Ter as dúvidas bem discriminadas pode trazer segurança, assertividade e otimização de tempo. 5 – Não se desespere se ainda não terminou novos conteúdos Nem sempre é possível terminar todos os conteúdos para começar a revisão. Mas isso não é motivo para se desesperar. Os especialistas entrevistados pelo GUIA orientam que, também nesses casos, os estudantes reservem um mês antes das provas para a revisão. Com organização, é possível revisar assuntos já tratados em paralelo com o conhecimento de novos conteúdos. Uma possibilidade é tirar um tempo no sábado e domingo para revisar as disciplinas. Lembrando de sempre separar um tempinho no fim de semana para o descanso e lazer, viu? 6- Cuidado com o exagero! De fato, é necessário otimizar tempo e ser assertivo durante a época de revisão. Um erro comum dos estudantes, segundo os coordenadores, é sair resolvendo dezenas de exercícios sem um filtro. Como já falamos aqui, é importante pensar nas características dos vestibulares e nas suas habilidades e fraquezas pessoais. Além disso, é interessante perceber os melhores caminhos para revisar um determinado tema. “Tem assuntos em que vale a pena uma revisão teórica. É o caso de Ondulatória, na qual a parte matemática não é tão profunda, mas que exige do aluno o reconhecimento de fenômenos. Diferentemente de Mecânica, em que um exercício bem resolvido e explorado faz muito sentido”, exemplifica Molina. Massaiti alerta os estudantes que pegam muitas provas de anos anteriores. “Resolver questões passadas é uma boa ferramenta de estudo. Mas a cada cinco anos as provas costumam mudar de formato e de nível. Se ele pegar provas muito antigas, vai gastar tempo resolvendo exercícios desatualizados”, explica. Ele então aconselha que os candidatos façam provas de cinco anos atrás, no máximo. Revisão para a segunda fase A revisão para a segunda fase é um pouco diferente, já que os assuntos já foram revistos antes da primeira fase. Então é o momento de trabalhar a habilidade das questões discursivas. Os professores recomendam que, além dos conteúdos cobrados, os estudantes fiquem atentos aos comandos nos enunciados das provas (identifique, compare, dê um exemplo). Uma ótima ferramenta para isso é ler e analisar resoluções comentadas disponíveis nos sites de cursinhos e até de universidades, como é o caso da Unicamp. Este texto é fruto de uma parceria entre o Guia do Estudante e o Redação Online, plataforma de correção de redações. Clicando aqui é possível acessar os planos de correção disponíveis. Utilize o cupom GUIADOESTUDANTE20 e ganhe 20% de desconto.

Neste artigo você terá todas as orientações para se inscrever no processo seletivo para corretores do Enem, e também dicas do que estudar para passar no teste de seleção. Aliás, você pode começar a treinar imediatamente sendo um dos corretores da nossa equipe – envie seu currículo agora mesmo, porque nossos inscritos na plataforma estão esperando! Como se inscrever para ser corretor do Enem? No caso do Enem, tudo funciona como num concurso público, com inscrições para candidatos a corretores feitas diretamente à instituição organizadora da prova (que foi a FGV em 2021), de forma virtual. Fique atento – as inscrições costumam ocorrer no segundo semestre do ano do Enem ao qual você vai se candidatar – marque aí na sua agenda. Quem pode ser corretor do Enem? Há 3 pré-requisitos para ser candidato a corretor do Enem: ser graduado em Letras/Língua Portuguesa ou Linguística; não estar inscrito como candidato naquele exame do Enem; não estar trabalhando para o consórcio que aplica a prova; e não estar lecionando em cursinho pré-vestibular. Ah, você também precisará de um computador com conexão à internet! Então, se você preenche esses pré-requisitos, vamos ver como será sua avaliação. Como é a capacitação para ser corretor do Enem? 1. Curso on-line Assim começa sua avaliação: por meio de um curso on-line, com 93 horas de duração em 9 módulos. São textos e vídeos, seguidos de questões de múltipla escolha. No final, haverá uma questão dissertativa e um exercício final. Logo, se você obtiver nota zero em alguma dessas questões, fica automaticamente eliminado. Além disso, a aprovação fica para quem obtiver as notas mais altas na questão e no exercício final, e já estão selecionados para continuarem no processo seletivo. 2. Confirmação de interesse Exatamente: depois de aprovado no curso de capacitação, é preciso assinar um termo de compromisso e de sigilo, como dissemos antes: o corretor Enem não pode revelar informações sobre o processo de correção. Ademais, esse termo fica a cargo da organizadora da prova. 3. Capacitação presencial Quando o candidato se inscreve para o processo seletivo de corretores do Enem, já opta por duas cidades-sede onde gostaria de fazer as etapas presenciais, que vêm agora. A capacitação presencial durará 16 horas, divididas em 2 dias, e será um treino tendo como base a cartilha de correção do Enem. Essa cartilha contém os critérios de correção da redação, que foi disponibilizada no ano de 2020. 4. Pré-teste Este pré-teste é realizado on-line. Nada mais é que corrigir 50 redações do Enem daquele mesmo ano da aplicação. Essa correção será avaliada pelo Inep. Dicas para se preparar para o teste de corretor do Enem Acreditamos que você saiba corrigir redações. Contudo, se está “fora de forma”, pode passar pelo nosso treinamento indicado para quem quer corrigir redações Enem, peça detalhes! Enquanto isso, revise os itens abaixo para ajudar na sua aprovação. 1. Convenções de escrita Isso inclui acentos, ortografia, uso de maiúsculas e minúsculas, e separação silábica. Tenha em mente que está em vigor a ortografia do Novo Acordo Ortográfico, obrigatório desde 2016. No Enem, as palavras de outros idiomas numa redação não devem fazer parte da avaliação. Lembrete: não prejudique o aluno que não tem letra bonita. 2. Falhas gramaticais Aqui se enquadram aquelas falhas clássicas, de regência, concordância, pontuação, paralelismo, crase… Normalmente são as mais consideradas em redações escolares. 3. Falhas de registro Estas exigem um pouco mais de atenção do corretor: são as que envolvem coloquialismos e nível de formalidade. É que é preciso analisar o sentido dos termos em seus contextos. De maneira geral, não aceite gírias nem abreviações, como as usadas em conversas pela internet. No que diz respeito a falhas de vocabulário, especificamente, é comum ocorrer inadequação ou vaguidão, quando um termo não transmite a ideia precisa do aluno. 4. Conexão entre períodos Problemas com períodos truncados indicam falha de conexão (ou coesão), e são aqueles que criam, às vezes, frases que perdem o sentido; indicam dificuldade do aluno em subordinar ou coordenar frases. O oposto também vai aparecer nas redações: a sobreposição de frases é falha comum. 5. Análise da abordagem de um tema Esteja pronto para analisar até que ponto uma redação do Enem tangenciou o tema, ou se, simplesmente, fugiu do tema. Pergunte-se se o aluno focou a questão levantada pela proposta, sem deixar “escapar” um aspecto que faz toda a diferença para a discussão do assunto. 6. Análise do tipo de texto Acontecerá, às vezes, de você encontrar redações que nem são exatamente um texto, no sentido de ter palavras e frases interligadas. Isso, logicamente, é um problema que significa perda de pontos. E podem surgir redações que incluem outros tipos de composição textual – sua função será descobrir até que ponto elas dominam o texto (que deve ser dissertativo-argumentativo). 7. Análise de repertório Repertório é um tanto complexo de ser analisado. Nele o corretor do Enem avaliará estes aspectos: Foi obtido dos textos fornecidos? Se sim, é cópia ou é base para algum repertório próprio? Não foi obtido dos textos fornecidos? Se não foi, pertence a alguma área do conhecimento que dê garantia da veracidade? Está ligado ao tema? Se sim, até que ponto? Foi útil para discussão? 8. Análise do direcionamento do texto O corretor deve analisar se o candidato tinha um direcionamento no texto, que é indicativo de que ele fez um esquema/rascunho cuidadoso, raciocinando sobre onde queria chegar. 9. Tipos de coesão No Enem, a coesão deve ser analisada mais profundamente pelo corretor, em seus vários tipos. Aqui entra a análise de como foi feita a coesão por todo o texto – e coesão não é apenas uma palavra. 10. Análise da proposta de intervenção O diferencial do Enem é essa proposta de intervenção, e nela o corretor precisa verificar se os 5 elementos estão presentes ali: agente ação modo finalidade detalhamento E então, vai ser corretor de redação do Enem? Se você se sente “fora de forma” para isso, por que não começa hoje nosso treinamento para corretores? Ele

Reunimos recomendações que te ajudam a ficar em dia com o que acontece no mundo Em ano de eleições, novas doenças, conflitos geopolíticos e de resquícios da pandemia de covid-19, acompanhar as atualidades pode parecer uma tarefa quase hercúlea para os vestibulandos, certo? Então, será que é possível ficar em dia com tudo que acontece e chegar preparado para as provas? Por isso, é bom podcasts para estudar atualidades! Acredite ou não, mas é possível se atualizar gastando até menos de uma hora todos os dias. Assim, separamos 6 podcasts para estudar atualidades que apresentam e analisam os principais acontecimentos do Brasil e do mundo. Vamos ler abaixo as dicas? Café da Manhã A primeira dica, é fruto da parceria entre Folha de S. Paulo com o Spotify Studios, esse podcast foi feito para ser a primeira parte do seu dia. Por isso, ele reúne as notícias mais quentes e que devem bombar durante o dia, seja na área da saúde, da política e da cultura. Para ficar por dentro das notícias você precisará ver os episódios que duram no máximo 30 minutos e, ainda, têm entrevistas de especialistas para debater o tema. Disponível no site da Folha de S. Paulo e no Spotify. O Assunto Já esse podcast é apresentado pela jornalista Renata Lo Prete, trazendo o assunto do momento com profundidade. Além da contextualização, ela recebe outros jornalistas e analistas do Grupo Globo para conversar sobre as temáticas. Disponível no site do G1, no Spotify, no Apple Podcasts e no Google Podcasts. ++10 podcasts para você ir além do Inglês Foro de Teresina Com episódios longos e análises profundas, o podcast de política é apresentado pelos jornalistas Fernando de Barros e Silva, Thais Bilenky e José Roberto de Toledo, com novos episódios publicados todas as sextas-feiras. Além disso, apresenta dados e pesquisa sobre os assuntos, os apresentadores comentam e trazem mais referências para o debate. Para ficar por dentro das novidades, baOs episódios duram em torno de uma hora. Disponível no site da Revista piauí, no Spotify, no Apple Podcast, no Google Podcasts e no YouTube. Durma com essa Neste podcast do jornal digital Nexo, é possível você encontrar boas análises e interpretações equilibradas. De segunda a quinta, a principal notícia do dia é explicada por jornalistas da redação. Além disso, eles trazem a contextualização e uma análise sobre o tema com materiais de referência da própria publicação. Os episódios duram em torno de 10 a 20 minutos. Disponível no site do Nexo Jornal, no Spotify, no Apple Podcasts, no Google Podcasts e no Deezer. Mamilos A penúltima dica, o podcast Mamilos tem essa proposta “Jornalismo de peito aberto”. Ju Wallauer e Cris Bartis debatem os temas semana de forma leve e com bom-humor, sem deixar de lado dados e argumentos sólidos. Os programas são semanais e têm um cardápio de assuntos variados. Além das análises das apresentadoras, elas sempre propõe um debate com especialistas para que você forme sua opinião. Disponível no site da B9, no Spotify, no Apple Podcasts e no YouTube. Guia do Estudante – Atualidades Por fim, você sabia que o Guia do Estudante também está com você em formato podcast? Assim, reunindo os assuntos mais relevantes do momento, o GE – Atualidades te ajuda a se preparar para o vestibular com episódios de até 20 minutos. O programa foi criado em parceria com o Curso Anglo. Disponível no site do Guia do Estudante, no Spotify e no Google Podcasts. Portanto, esse texto é fruto de uma parceria entre o Guia do Estudante e o Redação Online, plataforma de correção de redações. Clicando aqui é possível acessar os planos de correção disponíveis. Utilize o cupom GUIADOESTUDANTE20 e ganhe 20% de desconto.

Você sabia que escolher corretamente o ministérios como agente e detalhar sua função na proposta de intervenção é essencial para garantir até 80 pontos na competência 5 e arrasar na conclusão da sua redação do ENEM? Nesse sentido, a escolha correta dos ministérios para usar na redação contribui para eficácia e a clareza no detalhamento, além de serem elementos-chave, sobretudo, para uma proposta de intervenção bem-sucedida. Dessa forma, neste artigo, apresentamos uma lista atualizada dos ministérios do governo brasileiro, bem como explicaremos como cada um pode ser utilizado na sua redação. Logo, essa informação é vital para construir uma proposta de intervenção assertiva! Vamos lá? O que você irá encontrar aqui: Quais órgãos usar na proposta de intervenção, os GOMIFES? Você já se perguntou quem pode colocar em prática a sua proposta de intervenção na redação do ENEM? Os GOMIFES representam os principais agentes: governo, organizações não governamentais, mídia, iniciativas privadas, indivíduo, família, escola e sociedade. Nesse sentido, neste artigo, vamos focar no governo, especificamente nos ministérios. Mas por que eles são tão importantes? o governo, através dos seus ministérios, possui um papel central na implementação de políticas públicas e soluções para problemas sociais. Então, vamos explorar os ministérios atualizados e como cada um pode ser utilizado na sua redação. Por exemplo, se o tema é saúde pública, qual ministério você acha que poderia intervir? Quais ministérios usar na redação? Os ministérios são órgãos fundamentais do governo, cada um com responsabilidades específicas em diversas áreas, como educação, saúde, meio ambiente. De fato, na redação do ENEM, mencionar os ministérios é uma maneira de enriquecer sua argumentação e proposta de intervenção. Afinal, são mais de 30 ministérios no atual governo brasileiro, cada um com seu papel e área de atuação. Dessa maneira, escolher o ministério correto para citar em sua redação pode fortalecer seus argumentos e demonstrar sua compreensão sobre como soluções práticas podem ser implementadas, entre outros. >> Leia também: o guia completo escrever redações do Enem e vestibulares Qual a lista completa com todos os ministérios para usar na redação? Agricultura e Pecuária De início, como você pode imaginar, este ministério cuida de atividades ligadas aos produtores e aos produtos rurais. Diante disso, se sua proposta de intervenção, sobretudo, tem a ver com controle de pragas na agricultura, doenças do gado e preservação do meio ambiente concomitantemente com a atividade agrícola, é este ministério que vai cuidar de tudo. Ministério das Cidades Em seguida, para soluções ligadas a saneamento básico, transportes públicos e mobilidade urbana, moradia e habitação e trânsito, este é o ministério que você deve citar, já que temas relacionados a esses tópicos são bem comuns na redação do Enem. Em suma, o Ministério das Cidades é que cuida do Minha Casa Minha Vida, sabia? Ciência, Tecnologia e Inovação Por outro lado, suponhamos que sua proposta de intervenção exija atuação em uma área mais tecnológica, mais científica. Aqui está o ministério que vai cuidar disso, dado que o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações é responsável pela biossegurança e até pelos serviços postais. Ministério das Comunicações Em contrapartida, caso sua redação trata de temas como tecnologia da informação, telecomunicações ou inclusão digital, o Ministério das Comunicações é o agente ideal. Afinal, esse ministério é responsável por desenvolver políticas e diretrizes para o setor de comunicações, incluindo internet, radiodifusão e serviços postais. Salvo que ele atua na expansão e modernização das infraestruturas de comunicação. Cultura Agora, se sua redação aborda temas culturais, patrimônio histórico ou artístico, o Ministério da Cultura é o agente ideal, visto que é responsável por políticas de incentivo às artes, preservação do patrimônio cultural e promoção da diversidade cultural brasileira. Ministério da Defesa Também, é válido mencionar que em propostas relacionadas à segurança nacional, defesa ou questões militares, o Ministério da Defesa é essencial, isto é, ele supervisiona as Forças Armadas e atua na proteção do território nacional. Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar Já para temas como reforma agrária, agricultura familiar ou desenvolvimento rural, o Ministério do Desenvolvimento Agrário é o indicado, ou seja, ele foca em políticas de apoio ao pequeno agricultor e na gestão de terras. Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome Do mesmo modo, se sua redação trata de assistência social, políticas para famílias ou combate à fome, este ministério é a escolha certa. Isso porque ele desenvolve e coordena políticas sociais voltadas para as camadas mais vulneráveis da sociedade. Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços Similarmente, em assuntos relacionados à economia, indústria e comércio, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços é o agente chave, ou seja, ele atua na promoção do desenvolvimento econômico e apoio ao setor industrial e comercial. Direitos Humanos e da Cidadania Sob o mesmo ponto de vista, se o foco da sua redação são os direitos humanos, igualdade social ou questões de cidadania, este ministério é o ideal, dado que ele também trabalha na promoção e defesa dos direitos humanos e na garantia da cidadania. Ministério da Educação Semelhantemente, para propostas que envolvem educação, políticas educacionais ou reformas no ensino, o Ministério da Educação é o agente mais apropriado, uma vez que ele é responsável pela gestão e desenvolvimento das políticas educacionais no país. Agora, confira no nosso Instagram os agentes poderosos para usar na proposta de intervenção e arrasar na escolha para redação do Enem: Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Redação Online (@redacaonline) Ministério do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte Apesar de ser focado em pequenas empresas e empreendedorismo, este ministério, antes de tudo, é vital em redações sobre economia e negócio, dado que ele apoia o crescimento de micro e pequenas empresas, um motor chave da economia. Esporte Por outro lado, para temas de esporte, atividades físicas e políticas públicas nessa área, este ministério é, sem dúvida, a escolha certa, já que promove o esporte como ferramenta de inclusão social e desenvolvimento humano. Ministério da Fazenda Agora, em assuntos econômicos, gestão fiscal e políticas financeiras, o Ministério da Fazenda é essencial, uma vez que gerencia

O Dia do Estudante é comemorado em 11 de agosto. Assim, essa data celebra um direito básico dos cidadãos e uma fase da vida na qual dedicamos em buscar conhecimento por meio do estudo constante. Ser estudante significa pesquisar, ser curioso em relação aos conhecimentos e estar sempre pronto para aprender mais. O estudante está sempre em constante pressão da sociedade e da família, para saber como andam os estudos, como estão as notas e quais os planos para o futuro: se já está se preparando para o Enem, vestibulares ou concursos públicos. Quer saber por que o Dia do Estudante se comemora em 11 de agosto e indicações de frases e outros materiais relacionados aos estudantes? Então, continue lendo este artigo! Como surgiu o Dia do Estudante? A história dessa data começou em 11 de agosto de 1827, quando o Imperador D. Pedro I instituiu no Brasil os dois primeiros cursos de ensino superior do país nas áreas de Ciências Jurídicas e Ciências Sociais. Assim, esses cursos eram ofertados na Faculdade de Direito de Olinda, em Pernambuco, e na na Faculdade de Direito do Largo São Francisco, em São Paulo. Em 11 de agosto de 1927 aconteceu a comemoração dos 100 anos do curso de Direito, quando o advogado Celso Grand Ley solicitou que o dia 11 de agosto ficasse registrado como o Dia Nacional do Estudante. Além disso, essa data também possui outro significado importante: em 11 de agosto de 1937 surgiu a União Nacional de Estudantes (UNE), que protege os direitos e deveres de todos os alunos do país. A importância dos estudantes Os estudantes tem um papel muito importante para o desenvolvimento da sociedade. As escolas, cursinhos e faculdades formam profissionais que tem muita importância para o funcionamento de sistemas e das comunidades. Afinal, todos nós, em algum momento da vida, iremos precisar de bons médicos, enfermeiros, advogados, professores e outros. Ao se prepararem para se tornarem bons profissionais, os estudantes também contribuem para a movimentação da economia. Assim, quando ingressam no mercado de trabalho, os estudantes ajudam empresas a ficarem mais fortes para gerarem mais empregos e renda para a população. Atividades para o Dia do Estudante As instituições de ensino podem comemorar a data de diferentes maneiras. Logo, a escola pode, por exemplo, realizar atividades que promovam a união dos alunos e que transmitam a importância de ser estudante para o seu futuro. Sugestão 1: As escolas podem criar um mural do Dia do Estudante com a participação de todos os estudantes, para eles contarem sobre suas experiencias, o que estão aprendendo no momento e o que mais gostam de estudar. Sugestão 2: Durante a semana do Dia do Estudante, fazer um dia da semana voltada a jogos e brincadeiras com os alunos para eles se distraírem e se divertirem. Frases sobre Estudantes “É fundamental que o estudante adquira uma compreensão e uma percepção nítida dos valores. Tem de aprender a ter um sentido bem definido do belo e do moralmente bom.” – Albert Einstein “Numa sociedade com base no conhecimento, por definição é necessário que você seja estudante a vida toda.” – Tom Peters “Um bom professor percebe que ele também é um estudante e cujo objetivo não é impor respostas, mas estimular a criatividade.” – Herbie Hancock “Quanto mais conhecimento você tem, mais iluminado será o seu caminho.” – Mestre Yoda Outras celebrações relacionadas ao Dia do Estudante Dia da Escola: 15 de março Dia do Estudante de Direito: 19 de maio Dia do Pedagogo: 20 de maio Dia do Vestibulando: 24 de maio Dia da Educação: 28 de abril Dia do Professor: 15 de outubro Dia Internacional do Estudante: 17 de novembro Repertórios socioculturais sobre estudantes Filmes: Ao Mestre, Com Carinho (1967), Sociedade dos Poetas Mortos (1989), Como Estrelas na Terra (2007), D.U.F.F – Você Conhece, Tem ou É (2015), A Barraca do Beijo (2018), After (2019), Deep (2021), Lulli (2021), A Crônica Francesa (2021), Adeus, Professor (2018), A Química Que Há Entre Nós (2020), Palavras nas Paredes dos Banheiros (2020). Livros: O Estudante (Adelaide Carraro), Este Lado do Paraíso (F. Scott Fitzgerald), Vidas Secas (Graciliano Ramos), Liberdade (Jonathan Franzen), Laranja Mecânica (Anthony Burgess), O Poder do Hábito (Charles Duhigg), Educar na Esperança em Tempos de Desencanto (Chico Alencar e Pablo Gentili), A Importância do Ato de Ler: em três artigos que se complementam (Paulo Freire). Documentários: Maria: Não Esqueça Que Eu Venho dos Trópicos (2017), Lorena, La de Pies Ligeros (2019), The Call to Courage (2019). Séries: Glee (2009), Elite (2018), Biologia Avançada (2018), #NãoMeJulgue (2018), Euphoria (2019). É estudante? Então, conheça AGORA a nossa plataforma de correção de redações e torne-se mestre na escrita dos textos cobrados em provas como o Enem, Fuvest, Unicamp, Cebraspe, FGV e muitas outras! É professor ou educador? Então, implante em sua instituição de ensino a maior plataforma de correção de redações para escolas, faculdades e cursinhos preparatórios. Além de contar com inteligência artificial, detector de plágio e anti-cheating. Assim, aumente a taxa de aprovação dos seus alunos ou otimize a correção de redações em processos seletivos, com a nossa tecnologia!

Hoje a equipe do Redação Online vai mostrar como é corrigida a redação do Enem. Portanto, se você vai prestar Enem, este artigo é para você, caro vestibulando! Então, os detalhes abaixo vão facilitar muito na hora de você treinar a redação. Continue lendo! A redação do Enem é corrigida por um professor? Nem sempre será um professor, mas obrigatoriamente será um bacharel em Letras (Português ou Linguística). Porém há também outras exigências para ser corretor da sua redação no Enem: Não pode estar inscrito na respectiva prova do Enem; Não pode ter parente de 1º grau inscrito na prova do Enem; Não pode estar trabalhando para o consórcio que aplica a prova. Pode ficar tranquilo, porque o corretor das redações do Enem é bem treinado: passará por longo curso de capacitação do Inep. Afinal, quem escolhe os corretores é a mesma organização que prepara a prova. Além disso, os candidatos a corretor passam por uma prova com questões dissertativas e um exercício final, ambos com nota, e os que tiverem notas mais altas estão prontos para receber as redações dos candidatos! Você já deve ter ouvido falar do compromisso de sigilo que os corretores Enem assinam, não? Pois é, sabia que eles não podem revelar informações sobre o processo de correção? Aliás, se seu professor do cursinho pré-vestibular afirma ser corretor do Enem, desconfie – corretores de redação do Enem também não podem estar lecionando em cursinhos ao mesmo tempo! Afinal, como será que é o processo de corrigir, em si? Será como na sua escola, no seu cursinho? Onde os corretores ficam? Revelaremos tudo agora. Como é o processo de correção da redação do Enem? Primeiramente, depois de terminar as provas do Enem, quando você provavelmente você fica de férias, talvez role a curiosidade de como será feita a correção da sua redação! Bem, vamos detalhar tudo. Um mês depois da prova os corretores começam a receber as redações para corrigir em suas casas. Eles as recebem em envelopes e fazem o trabalho de correção remotamente. Cada corretor deve corrigir 100 redações por dia, ou até o dobro disso. Dessa forma, faça os cálculos e verá que cada corretor levará uns poucos minutos para corrigir cada redação. Um ex-corretor revelou, anos atrás, que levava 1,5 minuto nesse processo. Ou seja, é um tempo apertado, então seja claro e organizado na sua redação – ajude o corretor a te ajudar! Cada redação será corrigida por 2 corretores que não se conhecem, assim a correção fica mais justa. A correção de todas as provas de redação do Enem leva pouco menos de 1 mês para ser feita. O que acontece se houver discrepância entre as notas de uma redação Enem Ademais, se a correção de uma redação Enem receber dos 2 corretores notas iguais ou divergentes em no máximo 100 pontos na média final, obtém-se a média que é a nota final. Mas pode acontecer, sim, de as notas dos 2 corretores serem muito discrepantes. Se as notas finais forem divergentes em mais de 100 pontos, um terceiro corretor, que é mais experiente, entra em cena. Se essa discrepância na nota persistir, a redação vai para uma banca que a corrige de forma presencial. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Redação Online (@redacaonline) Como você está constatando, a correção da redação é muito rigorosa e cuidadosa. Desse modo, tirar zero na redação do Enem significa receber nota zero de dois corretores… ou fazer algo que automaticamente zere a sua redação. O que leva à nota zero na redação Enem Bobagenzinhas que os alunos fazem num momento de tensão podem zerar a redação Enem. Assim, é uma questão de tomar cuidado, apenas, com estas situações: Texto em branco; Sinais gráficos fora do espaço do texto; Ilegibilidade; o corretor vai tentar entender ao máximo, e vai corrigir o que der para entender; Fuga do tema; Fuga ao tipo textual; Texto insuficiente (menos de 7 linhas); Prova com desenhos, ainda que sejam apenas simpáticos emojis; Prova com números fora do espaço do texto; Prova assinada (sua assinatura será feita apenas no cabeçalho!); Anulação proposital; Recusa em escrever a redação; Ofensas, deboches; Comentários sobre a prova; Bilhetinhos para o corretor (mesmo que sejam carinhosos); Orações; Mensagem de cunho político, do tipo “Fora fulano”; Texto predominantemente em língua estrangeira. O que você precisa fazer, então, é só prestar muita atenção, para não cometer esses deslizes – você não quer inutilizar todo seu tempo de estudo por um descuido! Além disso, é bom também você saber se rasura, letra feia e cópia de textos motivadores anulam ou não a redação do Enem. O que NÃO anula a redação do Enem Todo aluno quer saber se isto pode significar um zero: Linhas em branco; Destaques no título ou no texto; Rasura de letra; Letra estilizada; Cópia integral de textos fornecidos; Tangenciamento do tema; Letra feia. Quanto a se desrespeitar direitos humanos na proposta de intervenção, isso zera a competência 5, não a redação toda, como dizia o boato anos atrás. No entanto, se o desrespeito apareceu na argumentação, ele pode prejudicar enormemente outras competências. Ademais, por falar em competências, elas já deixam claro os critérios que os corretores usarão para corrigir sua redação do Enem. Quais os critérios na correção da redação Enem As competências do Enem têm em si os critérios, mas como elas são extremamente detalhadas, vamos resumi-las aqui, que é mais fácil para memorizar: Competência 1 – Domínio da norma padrão da língua portuguesa; Competência 2 – Compreensão da proposta de redação do Enem; Competência 3 – Seleção e organização das informações no texto; Competência 4 – Capacidade de argumentação e demonstração de conhecimento; Competência 5 – Elaboração de uma solução para os problemas abordados, respeitando os valores e considerando as diversidades socioculturais, o que o Inep

Saber elaborar um bom cronograma de estudos para o Ensino Médio é essencial, pois uma das maiores dificuldades dos estudantes é conseguir conciliar os estudos, trabalho e vida social. Infelizmente, sem essa ferramenta podemos ter resultados ruins nas provas, bem como apresentar uma baixa absorção dos conhecimentos. Criar uma rotina de estudos pode fazer muita diferença no seu dia a dia. Pensando nisso, neste post vamos te mostrar como montar um cronograma de estudos para você terminar o Ensino Médio preparado para fazer o Enem. Continue a leitura para aprender! Organize sua rotina Já é hora de você se dedicar ao Enem, pois a prova é daqui a alguns meses. Então, escreva num papel todos os seus compromissos e crie uma grade de horários do seu dia a dia. Coloque o horário de sua escola e do seu cursinho (se for o caso). Inclusive, se tiver atividades extras, como estágio, exercícios físicos, curso de idiomas, entre outros, anote tudo. Organizar a rotina é essencial para que você consiga saber como utilizar melhor o seu tempo. Assim, poderá dedicar a quantidade de horas necessárias para cada atividade sem deixar de descansar. Ficará mais fácil obter os resultados esperados, ou seja, obter um bom desempenho nas provas. Crie um cronograma Seu cronograma deve ser organizado em formato de calendário semanal e deve conter seis dias da semana. Então, escolha um dia do seu final de semana para descansar. A partir daí, comece a montar seus horários de acordo com os compromissos que você tem no dia a dia. Não se esqueça de incluir as atividades extras e os momentos de descanso. É importante sempre deixar um espaço no cronograma para os estudos fora da sala de aula. Pois esse momento é essencial para fixar os conhecimentos repassados pelos professores no período normal de aula, bem como para estudar temas do Enem. Por exemplo, você pode incluir as horas de estudo na escola no período da manhã e os estudos extras na parte da tarde ou vice-versa. Leia também: 5 dicas de organização para aumentar a produtividade nos estudos Separe os assuntos e as matérias O próximo passo é separar todos os assuntos e as matérias que vão cair no Enem. Lembre-se de deixar em destaque aquelas que você tem mais dificuldade. Isso porque é importante dar atenção necessária para elas, pois o Enem avalia todos as disciplinas por igual, exceto redação, que tem peso maior. Então, organize seu cronograma intercalando as áreas, como história e física, português e biologia, entre outros. Também prefira estudar as matérias mais difíceis em horários que você tem mais disposição. Assim, é possível cansar menos e poderá fixar melhor os conteúdos. Defina os horários Após separar as matérias que precisa estudar, você deve definir quais são os melhores dias e horários para incluir no seu cronograma de estudos. Afinal, quantas horas você vai se dedicar aos estudos? Lembre-se de que não pode ser de mais e nem de menos, ou seja, deve existir um equilíbrio. É muito importante delegar o mesmo tempo de estudo para cada disciplina. Além disso, a cada hora de estudo, faça um intervalo de 10 a 15 minutos. Porém, cuidado para não passar disso. Leia também: Ensino Médio e cursinho: como conciliar? Encontre o local de estudo Agora que você já sabe o que e quando estudar, escolha bem o seu lugar de estudos. Às vezes sua casa ou seu quarto não é a melhor opção para isso, pois podem haver muitas distrações. Nesse caso, você pode optar por estudar em uma biblioteca ou em um coworking. Porém, não esqueça que você pode precisar de algumas coisas durante as horas de estudo, como ir ao banheiro ou fazer um lanche. Também é importante escolher um local calmo, bem iluminado e arejado. Assim, é possível ter maior qualidade no estudo. Reveja os assuntos da aula Se você ainda cursa o terceiro ano do Ensino Médio, ou faz algum cursinho, tente conciliar os assuntos do dia ao seu cronograma. Com isso você aprende realmente o que foi dado na aula e fixa melhor os estudos. E assim evita ter que estudar todos os assuntos na véspera das provas. Isso é essencial para você ter um melhor aproveitamento dos estudos do dia a dia. Essa prática poupa tempo e esforço, já que reforça o conteúdo estudado no dia. Assim, você não precisará ficar se matando nos dias que antecedem os exames da escola. Não se esqueça de incluir essa revisão no seu cronograma esses estudos. Treine! Faça simulados Muito importante que você programe um simulado a cada duas semanas, resolva provas antigas, treine sua redação e resolva tudo no tempo da prova. É bom se preparar de todas as formas possíveis. O momento da prova pode ser muito estressante e se você já estiver acostumado, isso pode fazer a diferença. Além disso, cole lembretes no seu espelho, na sua porta e no guarda-roupa. Assim, a informação é assimilada naturalmente pelo seu cérebro. Comece o seu cronograma! Portanto, criar um cronograma de estudos é essencial para você conseguir os resultados esperados. Seja em relação às provas, vestibulares e ao Enem. É extremamente importante montar e colocar em prática no dia a dia. Não basta apenas estruturá-lo no papel, também deve-se transformá-lo em realidade. Agora que você já sabe como montar um cronograma de estudos e organizar toda sua rotina, mãos a obra! Como mencionamos, não adianta ficar só na vontade, tem que pôr em prática. Mas se você acredita que o sono pode atrapalhar sua nova rotina, leia o nosso artigo Estudar com sono – Saiba como reverter essa situação e confira as dicas.

Tem professor de redação que enfrenta um drama para melhorar a escrita dos alunos, mesmo corrigindo montanhas de redações! Se você é um desses professores de redação, continue lendo para ter dicas práticas sobre como melhorar a redação dissertativa dos alunos. Adaptar a sala de aula melhora a escrita dos alunos É isso mesmo: em sua próxima aula de redação, experimente sair do centro da aula. Professor que se preze tem que descer do tablado! Pare de dar regras e teorias: a escrita do aluno só melhora se ele mesmo puser a mão na massa. Isso não significa que você vai largá-los lá mexendo nos celulares e vai ler seu jornal. Você estará orientando e observando o tempo todo. Diga adeus àquele seu desgaste vocal no fim do dia e ainda melhore a escrita de seus alunos. A classe perfeita para um professor de redação tem sua conformação em semicírculo. É assim que seus alunos debaterão temas, lerão em voz alta o que escreveram, opinarão sobre o que ouvem – você não queria alunos participativos?! A redação dissertativa nada mais é que alguém dando sua opinião, para alguém que está lendo a opinião. Por isso os debates são o jeito ideal de melhorar rápido a redação dos alunos! Se sua classe permitir um único semicírculo, maravilha! As carteiras em verde na imagem serão ocupadas por debatedores – aqueles alunos que debaterão um tema. Ou você pensou que todos os 40 alunos falariam ao mesmo tempo?! Se não for possível fazer semicírculos com toda a classe, ok, mas pelo menos crie aquele pequeno semicírculo lá na frente, é fundamental. Quanto a você, “oculte-se” numa das carteiras – se você se mantiver na frente da classe, os alunos esperarão ouvir sua voz. Faça debates para melhorar a escrita dos alunos Todo professor de redação sabe que dissertação é um texto com opinião e justificativas para a opinião. Portanto, ensinar dissertação começa com opinar e aprender a se justificar. Não começa com regras. Regras vêm depois, e paulatinamente. Parece tão simples – e é! Mas sabemos de professores que começam com esquemas na lousa, indicando quantas linhas um parágrafo tem, como se começa um parágrafo, quais filósofos se pode citar, e coisas do tipo. Isso é importante, mas deve vir depois! Lance um tema para os alunos Tema é o que não falta (pelo menos não aqui, né?). Tudo bem usar os de vestibulares anteriores, só não se prenda à tendência de escrever sobre problemas sociais – os adolescentes escrevem melhor sobre o que envolve diretamente sua vida pessoal. Passe para temas mais complexos e até temas subjetivos aos poucos. Outro detalhe crucial: aceite as ideias de seus alunos, porque a intenção não é que o aluno agrade ao professor. Opiniões estão sempre certas – dê o exemplo, ensine o respeito pelo outro. Faça debates na aula de dissertação (sem enlouquecer) Formado o semicírculo na sala de aula, vamos ensinar como fazer debates interessantes e produtivos. Debater o tema vai ensinar seus alunos a opinar e se explicar, antes de encarar a folha de papel! Debates são maravilhosos para quebrar o bloqueio que os alunos desenvolvem, exatamente pela tendência de se ensinar redação com regras. Aqui vão 3 jeitos fáceis para isso: Escolha um tema em segredo, chame 5 ou 6 dos alunos para irem à frente, no semicírculo menor, ou pergunte quem quer ir. Revele o tema e… vamos ao debate! Dê um tema para a classe, e só então forme o grupinho de 5 ou 6 alunos para ir à frente. Comece o debate! Dê um tema para a classe para ser debatido apenas na próxima aula – assim os alunos podem se preparar e ler sobre ele. Na aula seguinte, escolha 5 ou 6 alunos para debater. A partir dessas dicas você pode variar. Por exemplo, você pode levantar um tema que os alunos desejem debater. Desde que seja um assunto sobre o qual eles possam opinar, já é suficiente. Pronto! agora seus alunos são o centro da aula! Somente esses 5 ou 6 é que discutirão o tema, o resto assistirá. Você vai adorar vê-los totalmente atentos sem que você gaste suas cordas vocais. Peça à classe que dê notas aos debatedores para critérios como participação, argumentação, ou o que você desejar. Elas comporão a média final dos alunos. Viu que fácil e envolvente melhorar a escrita dos seus alunos?! Finalizado o debate (15 ou 20 minutos em média), abra a sessão de perguntas do restante da classe para esses debatedores. Como você vê, todos terão tarefas a cumprir – isso garante 100% de aproveitamento. Se quiser, faça suas perguntas, mas seja sempre o último. Não seja crítico – muitos alunos ficam irritados quando corretores fazem anotações criticando as ideias deles, então apenas ajude-os a pensar. Peça uma dissertação por escrito Agora, sim, seus alunos podem rascunhar as redações, sem precisar de fórmulas ou citações. Regras da estrutura de uma dissertação devem vir aos poucos: ideias vêm antes. Temos algumas dicas para ajudar no seu trabalho e melhorar ainda mais a escrita dos alunos: Ao corrigir as redações de seus alunos, faça-o usando apenas um ou dois critérios por vez. Isso reduz seu tempo de correção, e os alunos acham mais fácil entender o que não ficou bom. Aproveite a correção para elogiar seu aluno! Um elogio tem mais poder de melhorar a redação dele que uma crítica! Comente algo na redação sobre sua opinião sobre as ideias deles – alunos (de qualquer idade) amam perceber que o professor leu com atenção o que eles escreveram. Acostume seus alunos à ideia de que terão de reescrever a redação; reescrever é um passo praticamente obrigatório para quem busca a evolução na escrita. Então peça isso a eles com base nos seus comentários. As dicas acima são simples, mas vão melhorar a escrita dos seus alunos sem dúvida. Tudo começa nas ideias e só depois passa para o papel. Agora, para otimizar o seu trabalho de correção, conheça a nossa plataforma