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Se você está estudado gramática e precisa fixar o conceito de interjeição na memória, chegou ao lugar certo! Essa classe de palavras de linguagem emocional pode ser fascinante e inesquecível depois de compreendida! Graças a sua forte presença em nosso cotidiano, e os exemplos que separamos, ao final da leitura ficará fácil de lembrar como elas funcionam na prática. Olha só: O que é Interjeição? A interjeição diz respeito às palavras invariáveis que expressam emoções e sentimentos de diferentes formas, costumando ser sempre seguidas de um ponto de exclamação logo depois delas ou no final das frases em que aparecem. Isso por tratar-se de expressões exclamativas, mas que podem, também, ser interrogativas ao mesmo tempo! Essas palavras são chamadas de invariáveis porque na maioria das vezes não variam conforme plural, singular feminino ou masculino dentro as frases. Apesar disso, existem ainda alguns casos específicos de interjeições que sofrem variação em grau. Mas é importante salientar que trata-se de uma exceção no comportamento natural dessas palavras. Essas mudanças são permitidas apenas na linguagem afetiva. E nesse caso, o resultado são variações como: “oizinho”, “até loguinho” ou “bravíssimo”. Qual a importância de aprender sobre Interjeição? Pequenas no tamanho e grandes no significado, as interjeições costumam resumir de forma isolada, e em poucas ou uma palavra, uma expressão que poderia ser explicada em orações muito mais elaboradas. São palavras que expressam sentimentos surpresas, e fazem parte de uma classe chamada de exclamativa. Elas fazem parte de um grupo de palavras que tem a função de transmitir na escrita emoções momentâneas que expressamos durante a fala em determinadas situações. A partir dela é possível expor inúmeros efeitos de sentido. Como exaltação, susto, dor, surpresa, ordem e assim por diante. Muitas vezes elas são usadas até mesmo para reproduzir ruídos, assim como as onomatopeias, muito usadas em histórias em quadrinhos. Tipos de interjeição De modo geral, as interjeições podem ser classificadas como: Locuções interjetivas (uma ou duas palavras que juntas servem como uma interjeição) : “Meu Deus!”, “Virgem Maria!”, “Cruz-Credo!”, “Ora Bolas!”, “Ai de mim!” Sons Vocálicos, como: “Ah!”, “Ui!”, “Ué!”, “Ih!”, “Oh!” Palavras da Língua: “Oba!”, “Puxa!”, “Eita!”, “Nossa!”, “Ora!” Palavras que correspondem a barulhos de objetos ou animais: “Click”, “tic-tac”, “pá!” “pum!” Mas quando dividas em grupos, encontramos três tipos: Interjeições onomatopaicas As interjeições onomatopaicas são palavras que simulam os sons que criamos com a boca. Elas lembram o conceito de figuras de linguagem, e expressam uma tentativa de colocar esses barulhos no papel. Como: Hum! Nó! Tchê! Ué! Arre! Xi! Ui! e assim por diante. Veja agora alguns exemplo delas em ação: “Eita! deixei o baldei cair!” “Ué! parece que vocês se conhecem há anos!” “Ui! quente, quente!” Interjeições exclamativas No caso das interjeições exclamativas, as expressões ou palavras são aquelas que estão sempre acompanhadas de pontos de exclamação, e apesar de se originarem em outras classes gramaticais, exercem a função de interjeição. Como: Macacos me mordam! Cale-se! Ave Maria! Silêncio! Basta! Credo! Céus! Tomara! Desculpa! Chega! etc. Por exemplo: “Chega! cheguei no meu limite.” “Perdão! vamos encontrar uma forma de te recompensar pelo transtorno!” “Silêncio! a professora está falando!” Interjeições interrogativas Diferente das anteriores, esse tipo de interjeição tem cunho interrogativo, e conta com a pontuação aliada a sua construção de sentido, pois sempre está acompanhada de uma interrogação (?) e um tom de pergunta. Como: Hã? Sério? Hein? Oi? Mesmo? Quê? Será? Veja os exemplos: “Oi? Não consegui entender o que você disse” “Hã? Não acredito no que você está me dizendo.” “Quê? De forma alguma aceitarei isso calada.” Diferentes ideias expostas pelas interjeições Além de serem divididas por tipos, de modo geral as interjeições expressam também diferentes ideias, como de: Admiração: Oh! Ual! Alívio: Ah! Ufa! Despedida: Tchau! Adeus! Desejo: Tomara! Dor física: Ai! Ui! Saudação: Olá! Oi! Impaciência: Poxa! Ave! Exemplos práticos de uso da interjeição Podemos dizer que a interjeição compõe um fenômeno linguístico que viabiliza a externalização de emoções em diferentes situações comunicativas. Agora que você já conheceu os grupos e tipos, veja a seguir uma tabela de exemplos que relaciona os estados emocionais expressados às interjeições na prática: TIPO EXEMPLO alívio ufa! admiração, surpresa puxa! céus! caramba! opa! virgem! pô! uai! alegria ah! oh! oba! viva! aleluia! advertência cuidado! atenção! aprovação, incentivo boa! bis! viva! bravo! animação vamos! força! coragem! avante! ânimo! apelo, chamamento ei! alô! psiu! olá! socorro! concordância claro! hã-hã! sim! pois não! tá! contrariedade, impaciência hum! puxa! hem! raios! desejo Quem me dera! Quisera! tomara! pudera! oxalá! desaprovação francamente! credo! fora! basta! puxa! dor, lamentação ai! ui! que pena! ai de mim! incredulidade, dúvida, surpresa qual! qual o que! pois sim! hum! epa! ora! espanto eita! oh! chi! oxente! ué! uai! pavor, medo ui! credo! cruzes! suspensão basta! chega! alto lá! silêncio silêncio! psiu! saudação salve! adeus! viva! oi! alô! olá! Veja alguns exemplos na construção de frases: animação Exemplo 1: “Vamos! Você está quase lá!” Exemplo 2: “Coragem! Agora falta pouco para atingir o objetivo.” advertência Exemplo 1: “A estrada é perigosa, cuidado!“ Exemplo 2: “Atenção! a professora está falando.” desejo Exemplo 1: “Estou sentindo que vou atingir minha meta esse mês. Tomara!“ Exemplo 2: “Você mora na praia? Quem me dera!“ Vale salientar que as interjeições dependem totalmente dos efeitos melódicos que recebem no momento da fala, pois é isso que as torna mais ou menos expressivas. Incrível, não é? Essa foi a nossa explicação com exemplos práticos do que é a interjeição. Aproveite e veja também 5 argumentos coringas para usar na redação!
Você sabe por que é importante estudar redação? Se a sua resposta foi apenas “para passar no Enem, vestibular ou concurso”, você está enganado! É claro, sabemos que o peso da nota da redação nesses exames é significativo. Porém saber se expressar bem por meio das palavras é uma habilidade essencial para vários momentos e situações cotidianas. Isso porque a redação é uma ferramenta de expressão, que articula fatos, ideias e constrói um raciocínio coerente em um discurso. Por conta disso, ela está presente em praticamente todos os cursos, formações, no mercado de trabalho, entre outros espaços. Trata-se de uma disciplina que você levará para o resto da vida. Pensando nisso, listamos algumas vantagens de estudar redação que vão além de passar na prova de vestibular. Confira a seguir! Melhora a habilidade de interpretação de textos Quando você estuda redação, também está praticando a habilidade de leitura e interpretação de textos. Isso porque não escrevemos uma redação do zero, sempre partimos de algumas referências e leituras para nos inspirar e construir o nosso próprio texto. As provas de redação como o Enem, concursos e vestibulares sempre disponibilizam textos motivadores para os candidatos lerem e se basearem para escrever a sua redação. Então, saber interpretar os fatos, dados e opiniões desses textos é importante para entender o que a banca está pedindo e se sair bem na prova. Desenvolve a habilidade de argumentação Além da interpretação de textos, é importante estudar redação para saber argumentar. A argumentação é um recurso linguístico usado na defesa de um ponto de vista sobre um determinado assunto. É a habilidade de relacionar fatos com as suas ideias de forma objetiva e que faça sentido. Para além de um texto dissertativo-argumentativo, solicitado na banca do Enem, a argumentação é fundamental na construção de discursos tanto formais quanto informais. Saber argumentar bem ajudará você na vida profissional, pois, independente da área, nesse ambiente sempre há discussões de ideias para uma tomada de decisão. Além disso, saber construir bons argumentos é importante até em ambientes informais, como nos famosos almoços em família ou em bares com amigos. Exercita o uso de repertório sociocultural Os repertórios socioculturais nada mais são do que todo conhecimento adquirido durante a vida – seja na escola, seja no dia a dia. Se você já estudou para o Enem, é bem provável que já ouviu falar dele, uma vez que o repertório é cobrado no texto dissertativo-argumentativo. No entanto, a maior dificuldade dos candidatos é relacionar os repertórios com os seus argumentos. Quando você estuda redação, a prática de conectar suas ideias com outras referências se torna um hábito. Você passa a lembrar mais facilmente daquele filme, livro ou escritor que você já teve contato e aprende a fazer uso dessas informações em seu discurso. Além do Enem, saber relacionar o seu conhecimento e fazer uso deles na vida cotidiana mostra que você tem autoridade sobre o assunto, que você é uma pessoa informada e que se preocupa com as fontes seguras. Ajuda a ter mais segurança na comunicação Além dessas vantagens citadas, é importante estudar redação para ter mais segurança na comunicação. Isso porque a redação estimula a nossa capacidade de raciocínio e expressão. Comunicar-se bem é essencial para a vida social, desde o ambiente de trabalho até mesmo para tornar as relações pessoais melhores. Além disso, a redação é cobrada em praticamente todos os exames e processos seletivos importantes. Portanto, estudar redação com antecedência é uma forma de se preparar para qualquer momento da vida que necessite da comunicação escrita ou falada. Lembre-se: é importante estudar redação praticando Esqueça aquela velha ideia de que escrever bem só se faz com inspiração. Essa afirmação não passa de um mito! Só se aprende a escrever bem praticando e isso envolve muita prática: leitura, escrita, reescrita e revisão. Por isso, somos – ou deveríamos ser – incentivados a ler e escrever desde cedo no ambiente escolar. Afinal, escrever é possível para todos e é uma habilidade que também pode ser desenvolvida independente da sua idade. Então, inclua na sua rotina a prática de redação. Tente, pelo menos, escrever uma redação por semana e comece optando por temas que você considera mais interessantes. Depois, tente escrever sobre aqueles que mais te desafiam. Outra dica é escrever mais de uma vez a redação e aperfeiçoá-la. Nesse momento, também é importante ter profissionais que possam auxiliar e orientar você. Eles poderão identificar os seus erros e acertos e mostrar para você os pontos que precisam ser aperfeiçoados em sua escrita. Nós, do Redação Online, podemos ajudar você nessa jornada! Em nossa plataforma, você tem acesso aos nossos professores e corretores especialistas em redação do Enem, vestibulares e concursos. Além disso, também produzimos conteúdos semanais sobre redação aqui no nosso blog e em nosso canal no Youtube. Agora que você já sabe por que é importante estudar redação, que tal começar a praticar agora mesmo? Não perca tempo! Confira os planos em nosso site e continue nos acompanhando. Até mais!
Existe um estereótipo entre os jovens: o estágio é uma perda de tempo, no qual você precisa carregar documentos, tirar fotocópias, fazer um trabalho desnecessário por várias horas. Nos filmes norte-americanos, vemos os estagiários em estilo informal, às vezes de patins no escritório, sonhando em encontrar com o CEO da empresa na sala de café. Neste artigo, iremos desmistificar o conceito de estágio e mostrar que ele não é como nos filmes. Além disso, daremos dicas de como conseguir um bom estágio, onde procurar tais ofertas e no que você deve prestar atenção para que as expectativas e a realidade coincidam. Anote as nossas dicas e obtenha uma experiência valiosa, além de uma linha de bônus em seu currículo e, quem sabe, até uma oferta para um emprego permanente. O que é um estágio? Para começar, vamos descobrir o que é um estágio, quem pode se candidatar e ser chamado de estagiário. Estágio é o ato educativo escolar supervisionado e desenvolvido no ambiente de trabalho, com o objetivo de preparação do estudante para o mercado de trabalho, seja ele do ensino superior, médio, técnico ou dos anos finais do ensino fundamental. Neste caso, é celebrado um termo de compromisso entre o educando, a parte concedente do estágio e a instituição de ensino. Cabe à entidade de ensino avaliar as instalações, zelar pelo cumprimento do termo de compromisso e do plano de atividades do estagiário, que é anexo ao termo. É atribuída uma bolsa de estudos ao estagiário, que é paga nos termos previstos do termo de compromisso. Para o estágio na empresa, em regra, é atribuído ao estagiário um professor orientador: cabe a ele o acompanhamento e avaliação das atividades do estagiário. Onde procurar vagas de estágio? Vale a pena começar pelas expectativas: o que você quer obter com o estágio? Novos conhecimentos, uma linha no seu currículo, conhecer novas pessoas ou um possível emprego permanente no futuro? Anote os critérios que são importantes para você! Isso o ajudará a não se perder na diversidade de “equipe amigável e unida” e “ambiente informal”. Se você não sabe o que quer, tudo bem! Você pode descobrir durante o processo de busca, lendo a descrição das vagas atentamente e pesquisando sobre as empresas. Uma vez que você tenha decidido seus objetivos, surge a pergunta: onde um estudante deve procurar um estágio? Aqui estão os métodos gerais: Sites oficiais das empresas Bancos, empresas, indústrias, na área de TI, agências de marketing. Em geral, grandes organizações têm seções intituladas “carreira”, “trabalhe conosco” ou ”vagas”. Nestas seções, você encontra informações sobre vagas e estágios, além de entender a faixa de salários e bônus para cargos juniores. Grupos de empresas nas redes sociais Grandes marcas estão interessadas em recrutar jovens talentosos. Para isso, as empresas criam departamentos separados de promoção de carreira. Esses recursos falam sobre oportunidades e perspectivas de carreira para os alunos, convidam-nos a participar de eventos da empresa e falam sobre benefícios de trabalho de diferentes maneiras. Um dos meios são as redes sociais. Muitas empresas têm grupos no LinkedIn, por exemplo. Canais semelhantes podem ser encontrados no Telegram e no Instagram. Feiras de emprego Em tempos pré-pandemia, as feiras de emprego eram realizadas presencialmente nas universidades ou em espaços da cidade. Informações sobre tais eventos podem ser encontradas nos canais de comunicação da instituição de ensino. Agora, as feiras de emprego são realizadas de forma remota com sucesso. A vantagem das feiras é a comunicação pessoal. Você pode responder pessoalmente a perguntas de interesse de gerentes de RH, por exemplo, e pode conhecer várias empresas ao mesmo tempo, deixar seus contatos e currículo. Sites de busca de emprego Estágios em sites de busca de emprego não são comuns, mas existem. Aqui, você já precisa entender exatamente o que está procurando. Ao acessar estes sites, você insere o nome da especialidade desejada na barra de pesquisa e escolhe as condições de trabalho e ofertas dos empregadores, no caso, uma vaga de estágio. Aqui, por exemplo, você encontra estágios atuais no Brasil. Boa busca! Dicas para o processo seletivo de estágio Encontrar o estágio certo é metade da batalha. Agora, vamos descobrir como conseguir, de fato, esse estágio. As etapas de seleção e os critérios de avaliação em várias empresas costumam ser padronizados e rigorosos. Para conseguir um estágio, geralmente você precisa passar por uma seleção competitiva em várias etapas, que pode incluir o preenchimento de um questionário ou currículo, a escrita de uma redação, a aprovação em um teste e/ou uma entrevista. Como escrever um currículo de estágio? Existem dois erros típicos em currículos de jovens candidatos: pouca informação ou, inversamente, muita informação. Um gerente de RH analisa dezenas de currículos de candidatos todos os dias, e seu perfil deve ser cativante, conciso e compreensível. O que o currículo de estágio precisa ter? Um currículo é um documento que precisa ter uma estrutura clara. Essa estrutura ajuda os recrutadores a encontrar as informações de que precisam mais rapidamente. Pensa bem nesta estrutura pode aumentar as suas chances de sucesso. Digite seu nome completo sem abreviações, as informações devem indicar várias formas de contato. Certifique-se de verificar a exatidão dos dados especificados. Mais da metade dos gerentes de RH visualiza contas de mídia social: certifique-se de criar uma conta no LinkedIn e de verificar se está tudo certo com suas outras contas. Que bom que você conhece a Bahia, que você tem um abdômen malhado e o cachorro mais fofo do mundo: mas o recrutador não precisa saber disso! Sua foto deve ser em estilo comercial, onde o rosto fique bem visível, sem detalhes desnecessários. A mesma dica vale para foto do LinkedIn! Muitas vezes, os jovens candidatos deixam a seção em branco, o que reduz significativamente as chances de um convite cobiçado. Se não houver experiência formal de trabalho, indique informal: educacional, cursos on-line, trabalho de pesquisa, supervisão de cursos
Um dos temas que tem tudo para cair no Enem dentro dos eixos temáticos tecnologia e educação é o uso de inovações tecnológicas na educação. A tecnologia está cada vez mais presente em nosso dia a dia, principalmente entre a geração mais nova. Por conta disso, é muito importante que o modelo educacional se adapte a essa nova demanda. Leia os textos motivadores a seguir e, com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo sobre o tema “O uso de inovações tecnológicas na educação”. Após ler a proposta, confira uma lista de repertórios socioculturais que preparamos sobre o tema! TEXTO 1 As potencialidades do uso da tecnologia na educação “Barreiras à parte, o uso da tecnologia na educação deve ser visto como uma evolução natural dos métodos de ensino — logo, benéfico para alunos, professores e instituições de ensino. Em vez de manterem uma infraestrutura gigantesca com bibliotecas extensas e livros desatualizados, as escolas e universidades podem criar repositórios de conhecimento on-line (com e-books e wikis, por exemplo), transformando alunos e professores em criadores do seu próprio conhecimento. O ambiente escolar pode ultrapassar os muros e ir até a casa do aluno, até a praia ou o campo, ampliando as oportunidades de estudo para milhares de pessoas. A obrigatoriedade de estar todos os dias em sala de aula em horários predeterminados também deixa de existir, pois os alunos podem ter acesso aos conteúdos de aula em qualquer lugar, bastando acessar um ambiente virtual de aprendizagem. Alunos que têm dificuldades de expressão oral têm a oportunidade de participarem ativamente de debates, chats e fóruns, fortalecendo a sua autoconfiança e dando aos professores mais recursos para a avaliação da aprendizagem. Professores podem acompanhar com mais eficiência o desenvolvimento de cada aluno e, assim, darem um tratamento mais justo e igualitário nas avaliações. Como você pode ver, o uso de tecnologia na educação traz muito mais vantagens do que desvantagens. Não é à toa que, segundo estudos, 75% dos educadores acreditam que o uso de tecnologias na educação é positivo. O grande diferencial está em como as tecnologias são utilizadas para potencializar o ensino.” Fonte: Portal Una Acesso em 2022. TEXTO 2 “Dados do Censo Escolar 2020, divulgados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) em 29 de janeiro, mostram a situação das escolas da educação básica brasileira no que diz respeito à disponibilidade de equipamentos de tecnologia da informação e comunicação. A pesquisa tem relevância particular por revelar a infraestrutura disponível a alunos, professores e gestores, em contexto anterior à pandemia de COVID-19. Com a necessidade da implementação de iniciativas baseadas em tecnologia para minimizar os impactos negativos nos processos de ensino e aprendizagem, as aulas a distância, a conexão por internet, o uso de computadores e a oferta de equipamentos tecnológicos em geral passaram a ser ainda mais urgentes. O Censo Escolar revela que, na educação infantil, a internet banda larga está presente em 85% das escolas particulares. Já na rede municipal, que é a rede com a maior participação na oferta de educação infantil, o percentual é de 52,7%. Quando se trata do ensino fundamental, a rede escolar dos municípios, maior ofertante também nessa etapa de ensino, é a que tem a menor capacidade tecnológica. Nesse caso, 9,9% das escolas possuem lousa digital, 54,4% têm projetor multimídia, 38,3% dispõem de computador de mesa, 23,8% contam com computadores portáteis, 52,0% possuem internet banda larga e 23,8% oferecem internet para uso dos estudantes.” Fonte: inep Repertórios socioculturais para o tema “O uso de inovações tecnológicas na educação” Agora que você já leu os textos motivadores, confira a lista de repertórios socioculturais que selecionamos sobre o tema “O uso de inovações tecnológicas na educação”. Confira! TED | Educação para o Futuro, por Atila Iamarino Neste TEDxUSP, o biólogo Atila Iamarino fala sobre os métodos educacionais atuais e como eles podem melhorar com o uso da tecnologia. Ele aborda a importância da inovação nos métodos de ensino, de modo a acompanhar as novas gerações. Assista ao vídeo: https://youtu.be/B_x8EccxJjU Vídeo | Escola e internet, por Manuel Castells Neste vídeo, o sociólogo espanhol Manuel Castells fala sobre o comportamento de aprendizagem das gerações mais novas, que se dividem em duas formas: na escola, apenas para conseguir um diploma; e na internet, onde realmente aprendem de verdade. Ele critica o ensino tradicional atual que não se adequa às novas gerações e defende a importância das inovações tecnológicas na educação para haver mais interatividade e criatividade – e menos memorização. Confira: Citações sobre o uso de inovações tecnológicas na educação Que tal usar citações em sua redação? Mas lembre-se: use-as com sabedoria! Procure mais sobre o autor, o seu pensamento, os seus argumentos e use a citação de forma contextualizada na redação. Confira algumas citações sobre o tema: “A tecnologia é só uma ferramenta. No que se refere a motivar as crianças e conseguir que trabalhem juntas, um professor é um recurso mais importante.” (Bill Gates) “A economia da educação torna-se refém da tecnologia da informação. De intensiva de trabalho, a escola passará a intensiva de capital.” (Peter Drucker) “A tecnologia move o mundo”.”(Steve Jobs) Confira nossas dicas sobre como usar citação na redação! Documentário | Future Learning (2021) O documentário norte-americano Future Learning: what’s wrong with school? (Aprendizagem do futuro: o que há de errado com a escola?), com direção de Eli Akira Kaufman, aborda como o ambiente educacional pode engajar os alunos a estudarem de forma mais independente por meio de inovações tecnológicas. Confira: https://youtu.be/qC_T9ePzANg Como você pode ver, o uso de inovações tecnológicas pode ser muito benéfico tanto para o ensino básico quanto para o superior. Além desses repertórios que citamos, é possível até mesmo usar como repertório algumas plataformas de educação que você conhece, como a própria Redação Online. Plataforma inteligente de correção de redações para escolas | Redação Online
Se você está com o objetivo de alcançar excelentes resultados no vestibular, saiba que o seu planejamento deve ir além do cronograma de estudos. Otimizar o tempo, adotar técnicas para fixar melhor o conteúdo e treinar muito através de simulados, também são ótimas estratégias para aumentar a produtividade nos estudos. Porém, existe um detalhe que muitos estudantes acabam deixando de lado e que faz toda a diferença para aumentar a performance: a organização do espaço onde você vai ficar horas em frente aos livros. Acredite! Um ambiente limpo, arrumado, bem iluminado e sem elementos que causam distrações é capaz de exercer forte influência na sua rotina de estudos. Pensando nisso, a equipe do Redação Online separou 5 dicas de organização para você aumentar a produtividade nos estudos. Acompanhe e prepare-se para impulsionar os seus resultados! 1. Mantenha uma rotina de estudos É recomendado que os estudos aconteçam sempre no mesmo lugar e, de preferência, nos mesmos horários. Você sabe o motivo? A nossa mente trabalha por associações, isso quer dizer que, ao montar uma rotina de estudos para o mesmo horário e ambiente, você estará condicionando o seu cérebro a associar aquela situação à necessidade de concentração. Também procure ficar o mais longe possível das distrações – isso inclui televisão, aparelhos de som e, claro, o inseparável smartphone com as suas redes sociais preferidas. Separe o estojo, o caderno, uma garrafa de água, entre outros objetos essenciais para o seu processo de aprendizagem. Assim, você não precisará sair do espaço e pode manter a motivação por mais tempo. Lembre-se, um período com algumas privações pode ser recompensador quando você alcançar aquele objetivo tão desejado! 2. Escolha um ambiente calmo e silencioso No quesito foco, a família também tem papel importante para manter a atenção do estudante nos estudos. Além de questões práticas, como espaço e barulho, existe outro fator que torna essa situação ainda mais delicada: a falta de empatia. Infelizmente, não é sempre que todos os moradores da casa respeitam os seus horários e o seu espaço. Portanto, caso necessário, deixe um lembrete na porta do ambiente de estudos para que ninguém entre e atrapalhe a sua concentração. Essa é uma atitude simples que pode evitar a sua queda de produtividade nos estudos. 3. Priorize a limpeza Para muitos estudantes, a limpeza do ambiente de estudos é fundamental para que o cérebro esteja preparado para absorver o conteúdo das provas. É como se o ambiente físico precisasse estar em perfeita sintonia com o ambiente mental. Por isso, nada melhor que planejar um espaço agradável para o momento de dedicação aos estudos. Ambientes bagunçados e abafados são verdadeiros inimigos da nossa concentração. Uma pesquisa da Universidade da Califórnia, em Los Angeles, descobriu que, quando estamos em um espaço confuso, nossos índices de cortisol e estresse aumentam. Dessa forma, os sentidos se sobrecarregam, levando à distração e à incapacidade de concentração. Vamos combinar que você não está precisando disso, concorda? Então, é hora de colocar tudo em ordem! 4. Garanta uma boa iluminação Você sabia que uma iluminação correta pode influenciar a sua produtividade nos estudos? Pois é! Quem nunca teve uma dor de cabeça intensa e colocou a culpa nas horas dedicadas aos livros e ao computador? Isso é muito comum de acontecer, mas é bom que você saiba que o problema pode ter relação direta com a má iluminação do ambiente de estudos. Além disso, outro relato comum de muitos estudantes é a sensação de ardência nos olhos. Isso pode ocorrer com frequência, caso o tom e o direcionamento da luz não estejam adequados. Por isso, é fundamental se organizar para garantir a correta iluminação do seu ambiente: 5. Tenha cuidado com a ergonomia A última dica, mas não menos importante, vai proporcionar maior produtividade nos estudos e manter a saúde do seu corpo em dia! Quem precisa passar horas sentado em uma cadeira, sabe o quão é importante se sentir bem e confortável para ter foco no aprendizado. Portanto, a organização também deve passar pela questão da ergonomia do espaço, ou seja, no quanto ele é adaptável e se ajusta às suas necessidades. É fundamental, por exemplo, ter uma cadeira confortável – mantendo a região lombar apoiada no encosto da cadeira e os pés apoiados no chão -, além de uma mesa que disponha de espaço para todos os seus materiais de estudo. Pronto, com essas 5 dicas de organização as suas horas de estudos renderão muito mais! Agora que você já sabe como ter mais produtividade nos estudos, é só seguir o Redação Online no Facebook, no Instagram e no TikTok para receber mais conteúdos como este!
Se engana quem pensa que a cultura machista afeta apenas a vida das mulheres. Essa ideologia também afeta a vida dos homens e está diretamente relacionada ao tabu da saúde masculina – nosso tema da semana! Leia os textos motivadores a seguir e, com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo sobre o tema “Medidas para combater o tabu da saúde masculina”. Após ler a proposta, confira a lista de repertórios socioculturais que preparamos sobre ela! TEXTO 1 O tabu da saúde do homem “O homem sempre foi visto pela sociedade como um ser forte e inabalável, aquele que é invulnerável, que não pode expressar suas emoções ou sentimentos. Tais conceitos criados sobre essa população pode ter sido um dos principais fatores para interferir nos cuidados com a sua saúde. Segundo Cavalcanti e colaboradores (2014), esses preceitos históricos em relação a masculinidade faz com que estes não deem o devido valor à sua saúde e, muito menos, na prevenção de doenças. Este contexto da não preocupação com a prevenção é nítido ao avaliar determinados dados em que é demonstrado que o homem só procura o serviço de saúde nos níveis de atenção secundário e terciário, principalmente. Por meio desta característica é notável que a população masculina procura um atendimento de saúde quando a situação se agravou. Os momentos de procura pelos atendimentos dos serviços de saúde pelos homens é bem diferente das mulheres, pois eles se concentram assistência a agravos e doenças, ou seja, em geral, acontece em situações extremas de emergência e/ou em nível especializado ou de urgência (Moura, et al., 2014). […] Entretanto, esse paradigma do ‘sexo forte’ é quebrado ao ser feita uma análise de estudos dos últimos anos. Segundo o Ministério da Saúde entre os anos de 2009 e 2014 nas taxas de mortalidade registradas de pessoas na faixa etária de 20 a 59 anos, predominou o sexo masculino, principalmente por causas externas, doenças do aparelho circulatório e neoplasias. Já as internações prevaleceu nesta população as causas por lesões e eventos externos, seguido por doenças do aparelho circulatório e respiratório (Brasil, 2018). Segundo o INCA (Instituto Nacional de Câncer José Alencar da Silva) em 2013 as causas de mortalidade nos homens devido ao câncer, cerca de 13,3% foram da próstata, ficando atrás apenas do de traqueia e pulmão. Uma das medidas mais eficaz para que haja uma diminuição desses valores de mortalidade devido ao câncer de próstata seria a detecção precoce, entretanto, aparece novamente a barreira da ‘masculinidade’. Falar em realizar o exame de toque retal na população masculina é o tema que mais enfrenta o preconceito, pois muitos relatam que não fazem para preservar a sua masculinidade. Vários homens alegam não realizarem o exame pois acreditam que terão essa sua masculinidade ‘ferida’, além é claro da preocupação de serem alvos dos preconceitos dentro do seu círculo de amigos (Gomes, 2008; Paiva e Mota, 2011).” ROZA, G. A. O tabu da saúde do homem. Jornal de Ciências Biomédicas e Saúde, Uberaba/MG, v.4, n.3, 2019. Disponível em: Sumários – O TABU DA SAÚDE DO HOMEM TEXTO 2 Saúde do homem: autocuidado vai além do exame de próstata “Ter um acompanhamento médico e realizar, quando indicado, exames é fundamental para acompanhar índices de saúde importantes e diagnosticar determinadas doenças de forma precoce. Problemas como açúcar elevado no sangue e colesterol alto, por exemplo, não costumam causar sintomas, mas são facilmente identificados em um exame de sangue simples, de forma que é possível tomar medidas para controlar a situação antes que ela se agrave. ‘Tão importante quanto a avaliação prostática, muitas vezes a visita ao consultório do urologista é a porta de entrada do homem no sistema de saúde. Não raro, acabamos diagnosticando casos de hipertensão arterial, diabetes ou outras doenças com alta prevalência e encaminhando para o especialista’, destaca o médico da SBU. Mas não é preciso esperar tanto tempo para iniciar esse acompanhamento. ‘Na infância, meninos e meninas passam no pediatra. Quando chega a adolescência, a menina adolescente passa a ser acompanhada por um ginecologista. E aquele menino que entrou na adolescência deixa de fazer o acompanhamento. Isso é errado. É importante também que o adolescente do sexo masculino passe em atendimento, porque existem algumas doenças que ocorrem na adolescência e que vão trazer consequências na idade adulta. Um exemplo comum, por exemplo, é o varicocele, que são varizes em volta do testiculo que podem prejudicar a fertilidade deles’, afirmou o dr. Truzzi no episódio do Saúde sem Tabu sobre saúde masculina. ‘Quando um adolescente passa para fazer uma avaliação periódica com urologista, é feita uma avaliação da saúde de modo geral e não apenas do trato urinário’, completou ele. Cuidados que promovem uma maior longevidade e qualidade de vida incluem manter uma alimentação equilibrada, a prática de exercícios físicos, controlar o consumo de álcool e, nos casos de quem fuma, largar o cigarro. Deixar de fumar não é nada fácil, mas a medida traz grandes benefícios para a saúde de maneira geral (não somente para a saúde respiratória). Ainda há outras medidas simples, conforme mencionamos acima, como beber água todos os dias (a recomendação é cerca de 2 litros) e usar preservativo para prevenir a ocorrência de IST.” Fonte: drauzio varella – saúde do homem autocuidado vai além do exame de prostata TEXTO 3 Saúde masculina além do tabu “Aos 60 anos, o comerciante Clovis de Sousa sabe que é exceção entre seus amigos do sexo masculino quando o assunto é cuidado com a saúde. O morador do Jardim Iracema, anualmente, entre outubro e novembro, mês conhecido como Novembro Azul, alusivo ao combate ao câncer de próstata, vai a SESI Clínica fazer seus exames de rotina. ‘Tenho amigos que não fazem por preconceito do exame de toque e realizam apenas o PSA (antígeno prostático específico). Acho que todos deveriam se cuidar e enfrentar, me sinto mais seguro indo ao médico’, revela o comerciante que perdeu um avô com câncer de

Conta pra gente, você realmente sabe o que é pleonasmo vicioso e como usá-lo pode prejudicar sua redação? Se você está se preparando para ingressar no ensino superior, a importância de caprichar no ENEM é uma excelência que você busca, mas para ter êxito na redação essa preparação vai além de estar por dentro do tema abordado: é fundamental uma escrita boa e coerente. Muitos alunos comprometem seus textos com pleonasmo, que por vezes passa despercebido na escrita e enchem o texto com excesso de palavras que produzem o mesmo significado. Essa redundância de termos usados na escrita pode descontar pontos na nota final da sua redação e é claro que nós da Redação Online não queremos que isso aconteça! Se você quer fugir desse problema e garantir uma excelente produção textual, que para muitas instituições tem maior peso na composição final da nota, continue a leitura e tenha certeza que não vai cometer esse erro! Afinal, o que é pleonasmo? Pleonasmo é a repetição de palavras diferentes em um único contexto para dar maior ênfase ou clareza, mas que possuem o mesmo significado. Ou seja, toda vez que você diz “descer para baixo” você está cometendo um pleonasmo. A palavra descer já esclarece que alguém está se deslocando para baixo e isso não deve acontecer na língua escrita ou na fala. É muito comum ouvir repetições de palavras no dia a dia, isso da um efeito mais intenso na construção de uma frase, e por vezes passa despercebido, porém não é admitido na língua portuguesa. Dependendo a intenção do falante ao reproduzir a repetição na narrativa, o pleonasmo pode ser considerado um vício de linguagem ou uma figura de linguagem. Quais são o tipos de pleonasmo? Existem dois tipos de pleonasmo que são caracterizados de acordo com a intenção do falante em enfatizar a mensagem, podendo ser classificado em: literário e vicioso. 1. Pleonasmo literário O pleonasmo literário é empregado de modo intencional e acontece quando o falante tenta destacar uma ideia ou conceito, reforçando o significado de forma mais poética. É muito comum o uso de pleonasmo literário em epítetos da natureza, um bom exemplo é “mar salgado”. Veja que na expressão existe um repetição de palavras distintas, mas que possuem o mesmo contexto. Dizer “salgado” para o “mar” é pleonasmo, mas a ênfase da frase traz um efeito lírico para que o leitor ou ouvinte se admire com o enunciado. Pleonasmo empregado de modo intencional transmite a sensação de o passa é muito mais intenso e ocorre muito mais na fala do que na escrita. Veja alguns exemplos abaixo. “surpresa inesperada”; “fatos reais”; “opinião pessoal”; “adiar para depois”; “há anos atrás”. 2. Pleonasmo vicioso O pleonasmo vicioso, também chamado de redundância, traz um vicio de linguagem na fala ou na escrita do comunicador, ou seja, é a repetição desnecessária de palavra ou ideia que já está incluída no discurso e não acrescenta nenhum valor, mas que utilizamos muito no nosso cotidiano sem perceber. Para entender melhor, veja a seguir alguns exemplos comuns de termos distintos que possuem o mesmo significado empregados no mesmo enunciado, muitas vezes de modo não intencional. “ver com os olhos”; “gritar alto”; “inaugurar o novo”; “congelar de frio”; “subir para cima”; “descer para baixo”; “criação nova”; “ciclo vicioso”; “principal protagonista”. São enunciados vistos como inadequado e que não geram efeito de destaque ou esclarecimento. A redundância acontece por um vicio na construção da fala ou da escrita, muitas vezes por falta de conhecimento do significado dos termos empregados. Qual a diferença entre pleonasmo e redundância? Quando o pleonasmo não é empregado propositalmente pela pessoa emissora na fala ou na escrita, acontece o que chamamos de vício na linguagem, que são palavras que não correspondem à norma-padrão da língua portuguesa, designadas como pleonasmo literário. Em contrapartida, a redundância, também denominada pleonasmo vicioso, é a expressão normal da língua portuguesa na linguagem coloquial, entretanto, em algumas expressões não devem ser empregadas na forma escrita e são reprováveis em uma redação. Porém, a redundância pode acontecer quando o comunicador não tem conhecimento da língua ou não sabe o significado da palavra. É muito comum palavras depender de significados radicais gregos e latinos que necessitam de conhecimento mais aprofundado, inclusive na escrita. Veja alguns exemplos: “habitat natural”; “fato verídico”; “novidade inédita”; “breve alocução”; “preconceito intolerante”; “labaredas de fogo”. Agora que você já tudo sobre pleonasmo, é hora de colocar em prática todo conteúdo e garantir nota máxima na redação. Aprimore seu conhecimento com os conteúdo disponíveis no blog Redação Online! Acesse agora e veja todas as dicas e informações sobre produção textual. Se você é aquela pessoa que tem bloqueio na escrita e não sabe como se prepara para a redação do vestibular ou ENEM, não deixe de conferir o conteúdo exclusivo com algumas técnicas de como evitar esse vilão e arrasar nas produções textuais. Alcance seus objetivos com as materiais gratuitos que disponibilizamos em nossa plataforma. Até a próxima!
A adultização infantil é o termo usado para se referir a uma criança que vive a aceleração das fases da vida e é estimulada de forma inadequada a fazer “coisas de adulto”. Trata-se de uma problemática que tem aumentado em nossa sociedade, uma vez que elas não vivem uma etapa da vida fundamental ao desenvolvimento humano: a infância. Leia os textos motivadores a seguir e, com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo sobre o tema “Crianças sem infância: o aumento da adultização infantil”. Após ler os textos motivadores, confira também os repertórios socioculturais que listamos sobre o tema! TEXTO 1 Adultização infantil leva à dificuldade de socialização e baixa autoestima O termo adultização infantil é novo para você? Salão de beleza, roupas da moda, atividades que preenchem o dia inteiro e experiências destoantes fazem parte deste processo de aceleração da infância e pré-adolescência. Neste cenário, as crianças são estimuladas a comportamentos que não condizem com sua idade, ocupando-se de uma rotina de responsabilidades antecipadas e que desconsidera marcos importantes para o seu crescimento. Esse período é etapa essencial para que os pequenos adquiram concepções psicológicas e morais que vão acompanhá-los para o resto da vida, o que faz do amadurecimento precoce algo tão nocivo à essência desse ser humano em formação. Segundo a psicóloga Monique Luz, “trazer o universo adulto para a criança, sem que haja a maturidade emocional para entender o que está acontecendo, faz com que ela fique vulnerável a qualquer tipo de informação recebida”. É um contexto em que a distorção no entendimento das informações oferecidas pode ser carregada a vida toda. “Estruturar personalidades de maneira forçada faz a pessoa perder suas capacidades e não permite uma vida saudável. Sem brinquedos, sem espaços lúdicos, interrompe-se o desenvolvimento”, explica o psiquiatra Rimon Roseck Hauli. Principais riscos da adultização Cada criança tem necessidades específicas de acordo com o momento da infância que está vivenciando. Além disso, é importante considerar que indivíduos diferentes em desenvolvimento também requerem atenção e cuidados igualmente distintos. Por outro lado, existe um consenso sobre o que é tarefa obrigatória nessa fase vida: brincar. É nessa atividade que se descobre a convivência com outras pessoas, entende-se a autonomia e estimula-se a imaginação. O processo de adultização prejudica todas essas instâncias. “Ocorre afastamento de exercícios essenciais para a evolução de relações afetivas, processos cognitivos, habilidades motoras e de linguagem”, afirma o psicólogo Helison Fernando de Brito. Segundo o profissional, as consequências dessas limitações apontam para a dificuldade de socialização, o aumento do estresse familiar, de hábitos de consumo inadequados e do sedentarismo, a erotização precoce e a baixa autoestima. Brito destaca que a ausência de respeito à infância e suas especificidades pode acarretar diversos fatores negativos ao longo da vida, conduzindo a transtornos depressivos, de ansiedade, sentimentos de inadequação, relacionados a traumas e estresses. “Podemos acrescentar que o maior determinante de nossos comportamentos são as relações que estabelecemos com o ambiente, em especial as construídas dentro da família”, diz. Fonte: Portal UOL TEXTO 2 ‘Adultização’ de crianças é tema sério que merece atenção dos pais “[…] A psicóloga Adriana Grosse explicou que na década passada as crianças ocupavam um lugar diferenciado nas famílias, não participavam das conversas dos adultos e nunca podiam opinar. “Quase sempre estavam com outras crianças, tinham pouco convívio com os adultos e, quando tinham, sabiam o seu lugar de criança. Não era dado um espaço para elas argumentarem e nem ao menos mostrar seus desejos e vontades, reprimindo sua criatividade. Porém, hoje estamos ao extremo, no qual nossas crianças podem muito e são confundidas com ‘adultos mirins’. Antes não podiam nada e hoje podem quase tudo, pulando fases iniciais para o seu desenvolvimento psíquico”, disse a especialista. […]” Fonte: Folha do Litoral Repertórios socioculturais para o tema “Crianças sem infância: o aumento da adultização infantil” Você viu nos textos motivadores que a adultização infantil traz muitos riscos às crianças e se manifesta por conta da influência da cultura de consumo, da mídia e até mesmo do uso precoce das tecnologias. Por se tratar de um fenômeno que afeta uma fase importante de desenvolvimento, é importante pensarmos em soluções para garantir que as crianças vivam cada fase como deve ser. Assim, para ajudar você a desenvolver uma redação sobre esse tema, listamos a seguir alguns repertórios socioculturais. Confira! Vídeo | Adultização das Crianças: a infância descartada Neste vídeo do Canal Criar e Crescer, o pediatra Daniel Becker fala sobre o fenômeno da adultização infantil, as influências e como pode afetar negativamente a vida das crianças no presente e, principalmente, no futuro. Além disso, ele fala sobre a importância de brincar para desenvolver habilidades fundamentais ao ser humano. Confira: https://youtu.be/ZLLBSutMUwA Documentário | Criança, a Alma do Negócio (2008) O documentário “Criança, a Alma do Negócio” (2008), da cineasta Estela Renner, investiga como a publicidade e as mídias afetam as crianças e aponta que elas são as principais influentes na decisão de compra dentro de casa. O filme entrevista pais e especialistas para debater sobre os efeitos negativos da exposição às propagandas, como a escolha de produtos não saudáveis e de produtos que contribuem para a adultização infantil. Assista o documentário completo no Youtube: Filme | Pequena Miss Sunshine (2006) O filme “Pequena Miss Sunshine” (2006) conta a história de uma família de classe média que vai viajar com o objetivo de levar a caçula Olive para participar de um concurso de beleza infantil. Diferente de Olive, as meninas do concurso estão vestidas como “pequenas mulheres” e não como meninas. O filme aborda como desde cedo as meninas são afetadas pelos padrões de beleza inalcançáveis e a outro fenômeno que anda junto ao nosso tema: a erotização infantil. Assista o trailer a seguir: Legislação | Direito de brincar Desde 1959, a ONU por meio da Declaração Universal dos Direitos da Criança reconhece que brincar
Você tem dúvidas sobre o uso dos porquês? Essa é uma regra gramatical que causa muita confusão entre os estudantes que estão prestando vestibulares, concursos ou o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Afinal, na língua portuguesa existem quatro tipos de porquês – “por que”, “porquê”, “por quê” e “porque” – e o uso de cada um vai depender do sentido que pretendemos dar a um enunciado. É bem provável que você já se perguntou quando usar cada um, não é mesmo? Para você não errar mais no uso dos porquês na redação ou até mesmo nas questões objetivas dos exames, fizemos este artigo explicando quando usar cada um. Você confere também exemplos e dicas para não cometer mais esse erro. Continue a leitura! Quando usar “por que” separado e sem acento O “por que” separado e sem acento é sempre usado para expressar “motivo” ou “razão”. Pode ser usado no início das frases interrogativas diretas (com ponto de interrogação no final) ou no meio das frases interrogativas indiretas (finalizadas com ponto final). Nesse sentido, “por que” é usado em perguntas ou como pronome relativo, uma vez que ele pode ser substituído pelas expressões “pelo qual” ou “por qual”. Veja alguns exemplos a seguir: Ficou difícil? Uma dica para não errar, é substituir o “por que” pelas expressões “por qual motivo” ou “por qual razão”. A frase citada acima, por exemplo, ficaria assim: “Por qual motivo você não foi na aula?” ou “Quero saber por qual razão você não foi na aula.” Por se tratar de uma pergunta, esse tipo de porquê não é muito usado na redação do Enem e vestibulares, visto que em um texto dissertativo-argumentativo não é recomendado usar frases interrogativas. Isso não significa que você não pode usar, mas sim que é preciso ter cuidado e escrever uma resposta logo em seguida. Quando usar “porquê” junto e com acento O “porquê” junto e com acento circunflexo é o que mais causa dúvidas. Afinal, ele é usado como um substantivo e como sinônimo de “motivo” e “razão”. Por ter valor substantivo, geralmente ele será antecedido pelo artigo definido “o” (podendo estar no singular ou no plural) ou, ainda, pelo artigo indefinido “um”. Veja os exemplos: Observe que nas duas frase é possível trocar o “porquê” pelos sinônimos “motivo”ou “razão”. Assim: “A mídia precisa explicar o motivo dessas campanhas serem importantes.”, “São muitas as razões de persistir esse problema na sociedade.” e “Deve haver uma razão disso acontecer.” Na redação, esse tipo de porquê é mais indicado e você pode usá-lo para apontar motivos na sua argumentação. Quando usar “por quê” separado e com acento O “por quê”, separado e com acento circunflexo, é sempre usado no final de frases antes de pontuação – ponto de interrogação, exclamação ou ponto final. Além disso, ele também pode ser usado de maneira isolada, desde que seja seguido por pontuação. Confira alguns exemplos: Esse tipo de porquê é usado no sentido de “por qual motivo” ou “por qual razão”. Sendo assim, ele também expressa um questionamento e, por isso, deve ter cuidado na hora de usá-lo na redação. Quando usar “porque” junto e sem acento O quarto e último tipo é o “porque” junto e sem acento. Ele é o preferido dos falantes da língua e é usado para frases que apontam uma causa, motivo ou explicação. Em outras palavras, ele é usado sempre para responder uma pergunta. Confira alguns exemplos: Como você pode ver nos exemplos, o “porque” pode ser utilizado em contextos que você precisa explicar os motivos e causas de uma questão ou problema. Logo, ele é perfeito para um texto dissertativo-argumentativo. Quer conferir mais dicas sobre o uso dos porquês na redação? Confira o vídeo que a professora Chay, do Redação Online, preparou para você: https://youtu.be/w5VIMy0ropg Resumo sobre o uso dos porquês Para você não errar mais no emprego dos porquês, vamos recapitular tudo o que vimos nesse conteúdo? Vamos lá! Como você pode ver, existem regras diferentes que definem o uso dos porquês. Não é à toa que um dos erros gramaticais mais cometidos pelos falantes é esse, não é mesmo? Agora ficou mais fácil de entender quando usar os porquês? Garantimos que quanto mais você treinar, fazendo exercícios e/ou aplicando na redação, mais fácil será usá-los em qualquer contexto. Aqui no blog ou em nosso canal no Youtube estamos sempre dando dicas práticas de português como essa. Continue acompanhando nossos conteúdos semanais!
Pois é, muitos assim como você também se perguntam o que é tópico frasal e, olha, em algum momento de sua vida — mesmo que seja lá no fundo do profundo do que já não existe mais — você já deve ter ouvido sobre isso, ainda que não tenha notado. E pode ter certeza: enquanto você estudar redação, a temática de tópico frasal é inevitável. Quem primeiro usou o termo “tópico frasal” foi o gramático Othon Moacyr Garcia, que em seu livro Comunicação em Prosa Moderna (vai cursar Letras? Prepare-se, esse livro estará na sua lista de leitura e ele é simplesmente incrível), de 1967, definiu-o como: “…um ou dois períodos curtos iniciais que contêm a ideia-núcleo do parágrafo em texto dissertativo, descritivo ou narrativo.” (GARCIA, 1967). E aí, entendeu tudo? Bora pra redação então? Se você pensa que só essa sentença não é explicação suficiente, vem ler o conteúdo explanado tim-tim por tim-tim no portal Redação Online: O que é tópico frasal? O tópico frasal, de fato, nada mais é do que é uma estrutura textual utilizada para iniciar uma argumentação. Sua conceituação é realmente simples, mas não se engane que, por conta disso, utilizar um tópico frasal é absolutamente dispensável. Muito pelo contrário: se você quer tornar o seu parágrafo argumentativo (numa estrutura textual argumentativa) muito mais organizado e interessante, tanto a construção textual como a do conteúdo ali inserido faz toda a diferença. Por isso mesmo, inclusive, o tópico frasal também pode ser conhecido como a ideia central ou nuclear de um parágrafo de desenvolvimento. Tipos de tópicos frasais Segundo a pesquisa do nosso amigo gramático lá em cima, o Moacyrzinho, apesar de existir uma porrada de formas de se escrever um tópico frasal, 60% deles estão inseridos em 6 classificações distintas: 1. Declaração inicial Tanto na forma positiva quanto na forma negativa, o tópico frasal por declaração inicial traz uma ideia muito forte já de cara. Tão forte que o leitor tem até mesmo dúvidas se ele pode questionar aquele ponto de vista ou não. É praticamente como colocar todas as cartas na mesa de uma vez e pedir truco. Mas é preciso tomar cuidado, pois, quando um parágrafo é iniciado por declaração inicial, espera-se que as ideias secundárias, mesmo que estejam em segundo lugar, também sejam bastante relevantes com relação ao assunto do texto. Se houver uma queda de intensidade muito grande entre o tópico frasal por declaração inicial e as ideias secundárias, isso pode dar a impressão ao leitor/corretor que faltou unidade no parágrafo ou que você não tinha argumentos suficientes para desenvolver o tópico frasal – ou pior ainda, os dois. Vamos dar uma olhadinha num exemplo de redação com nota máxima no ENEM e que tem o parágrafo introdutório com tópico frasal por declaração inicial? “Não há ligação direta entre a violência urbana e a pobreza ou o racismo. Suas raízes estão lançadas, na verdade, sobre uma sociedade desigual, que privilegia uma minoria, deixando todos os demais à margem da sociedade, distante de oportunidades iguais”. Outro exemplo montado por nós, só para você perceber como é possível desenvolver um raciocínio completo a partir de um tópico frasal: “A saúde mental é tão indispensável quanto a saúde física. Isso porque, em um corpo são, também deve co-existir uma mente que caminha em paridade com o bem-estar externo”. A parte em negrito corresponde à declaração inicial. Percebeu o quanto essa ideia é forte e não deixa nenhuma dúvida a respeito do ponto de vista de quem a redigiu? E, novamente, tudo o que vem depois são explicações secundárias. 2. Definição Técnica muito utilizada quando o tema da redação traz termos relativamente desconhecidos ou novos. O tópico frasal por definição é aquele que apresenta o sentido de uma palavra que seja extremamente relevante para o tema. Observe o exemplo: “A palavra intolerância tem o sentido de falta de habilidade ou vontade de reconhecer as diferenças como válidas, mas sua aplicação mais comum tem acontecido com o significado de rejeição, separação, diferenciação, preconceito.” Essa ficou mais fácil, né? Afinal, definir palavras não é algo assim tão estranho para nós. Se você optar por esse tipo de tópico frasal, tome cuidado para não fazê-lo simplesmente por achar bonitinho exercer o trabalho de dicionário. Essa definição precisa ter ligação com o tema e te ajudar a desenvolvê-lo de alguma forma. Não se esqueça de que o leitor/avaliador muito possivelmente sabe o significado das palavras, por isso a relevância é tão essencial. Tenha uma boa razão para escolher esta técnica. 3. Contraste ou comparação Precisa colocar dois ou mais assuntos lado a lado para diferenciá-los ou para apontar a semelhança entre eles? Essa técnica é a que você está buscando. De novo, nada de comparar ou diferenciar só por fazer algo diferente. Tenha um propósito com isso, uma razão que ficará clara ao longo do desenvolvimento do parágrafo. Vamos ver como a técnica funciona na prática? “Num oposto, alunos desinteressados e desmotivados, no outro oposto, professores cansados, esgotados, sem força para mais nada. Esse é o retrato de grande parte das relações educacionais atuais.” 4. Divisão O objetivo aqui é separar ideias que estão ligadas a um mesmo assunto, porém com a função de acrescentar clareza a quem lê. A técnica da divisão é muito usada em temas que possuem etapas de realização, por isso, ele aparece com menor frequência nas redações. O parágrafo abaixo terá um tópico frasal por divisão. “A vida dos homens divide-se três fases diferentes: infância, adolescência e idade adulta. Cada uma delas tem seus desafios, bem como seus pontos positivos.” É muito comum haver dois pontos em tópicos frasais por divisão. Os dois pontos anunciam a divisão que virá em seguida. 5. Alusão histórica Iniciar um parágrafo utilizando uma alusão histórica faz com que o leitor se situe no tempo e no espaço, compreendendo de forma mais aprofundada o caminho que você quer dar ao texto. Não escolha a alusão histórica só para citar um fato histórico. Ele precisa ser usado como

Linguagem nada mais é do que comunicação, uma atividade realizada por humanos e necessária para o convívio e interação social, mas quando falamos sobre a linguagem culta e a coloquial e seus pontos de destaque e diferenças nem sempre vem à mente uma ideia instantânea e cristalina. A capacidade que o homem possui para interagir com seus interlocutores para expressar ideias e sentimentos pode, mesmo, se subdividir dessa forma? Na verdade, sim. Dependendo do contexto social na qual a linguagem é produzida, o interlocutor pode usar tanto a norma padrão culta ou a coloquial. Mas e na redação, qual das duas diretrizes devo seguir; você se pergunta. Para te ajudar a sanar todas as dúvidas sobre o tema, a Redação Online preparou um conteúdo completo sobre o assunto que vai ajudar a se sair ainda melhor nessa jornada importante e destacar como a escolha de linguagem pode impactar significativamente sua prova. Papel e caneta na mão? Aproveite e já deixei nosso conteúdo sobre exemplos de figuras de linguagem e como usar no ENEM aberto para ler depois como complemento a esse artigo! O que é e como é a linguagem culta? A modalidade culta na linguagem é aquela que deve ser aplicada em contextos formais que exigem o uso da norma padrão seguindo rigidamente as regras gramaticais, tanto na fala quanto na escrita. Como o próprio nome já diz, a linguagem culta está presente em pronuncias mais polidas e são mais comuns em ambientes jurídicos, congressos, revistas cientificas, trabalhos acadêmicos, entre outros, ou seja, locais com maior prestígio social e de nível cultural mais adequado para a língua padrão. A linguagem culta é muito cobrada em provas de ENEM e vestibulares para a construção de redações, entretanto, ter domínio sobre o tema para desenvolver um texto adequado e garantir uma pontuação satisfatória é super importante. O que é a linguagem coloquial, então? A linguagem coloquial está muito presente no cotidiano das pessoas, mas é tão importante quanto a linguagem formal. A modalidade é a variante linguística popular, ou seja, está muito relacionada a culturas e estilos popular. No entanto, a modalidade informal deve, preferencialmente, ser mais presente na fala e nunca na escrita – quando falamos de uma redação de vestibular ou ENEM –, uma vez que a escrita deve o uso correto da gramática. A modalidade coloquial é aquela em que os locutores não tem preocupação com as normas gramaticais, aceita gírias, expressões próprias e palavras de forma contraída na comunicação, ou seja, uma norma com menos rigidez que deixa o diálogo muito mais espontâneo. Entendendo melhor sobre a variação linguística Todo mundo já deve ter ouvido falar de variação linguística, não é mesmo? Você que está nessa fase da vida como vestibulando então, mais ainda! Isso se dá porque, por mais que exista uma norma-padrão da língua portuguesa, é impossível não se deparar com mudanças em diferentes contextos de comunicação. A variação linguística nada mais é do que “vícios” presentes na fala dos indivíduos predisposto pelas suas regiões geográficas, contexto histórico e cultural, e ainda muito influenciados pela cenário social do país. A internet, também, traz variações linguísticas bem específicas. Desse modo, podemos defini-las como expressões linguísticas com regras e características próprias. Para ajudar a compreender melhor as variações de expressões e dominar o assunto, diferenciamos os três grupos em tópicos. Veja! 1. Variação regional A variação linguística regional está relacionada ao local ocupado pelo falante que sofre forte influencia do espaço geográfico. Essas variantes são perceptíveis pelo sotaque e regionalismo. Sotaque: são pronuncias de determinadas palavras de forma particular de cada indivíduo. Essa diferença linguística é muito comum no Brasil devido a mudança de falar em cada região, um exemplo é a forma como os Goianos pronunciam o R. Regionalismo: Está relacionado ao vocabulário com palavras e expressões próprias da região, como por exemplo na Região Norte que “muidinho” significa menino. 2. Variação histórica e diacrônica As variações históricas advém de linguagens que já caíram em desuso – arcaísmo –, mas ainda são encontradas em obras literárias, documentos antigos e até em musicas. Um exemplo clássico é a palavra “pirralho”, que significa menino ou guri. 3. Variação social A variação social não depende da região que vive, mas sim está diretamente relacionada aos grupos sociais na qual está inserido, como classe social, nível de escolaridade, profissão, entre outros. Os grupos desenvolvem características próprias na linguagem, podendo ser uma linguagem formal ou informal. A variação linguística social é dividida em dois fatores: Gírias: palavras que não seguem a norma culta da língua portuguesa que entram e saem da moda entre grupos específicos – Ex: mano (amigo) Jargão: palavras de um grupo específico ligado a profissão – Ex: peticionar (ato de entrar com uma ação) Qual a diferença entre a linguagem culta e coloquial? É muito importante saber diferenciar a língua oculta da coloquial para que não cause confusão ao ponto de gerar prejuízos na hora de produzir uma redação. Sabemos que a forma visual é de maior captação e entendimento para diversos alunos, então preparamos uma tabela com as principais diferenças entre os tipos de linguagem que vai te ajudar a memorizar e sair dominando o assunto. Acompanhe! Linguagem culta Linguagem coloquial Regulada nas normas gramaticais Variante linguística popular Usada em relações formais Usada em relações informais Não usa gírias Uso de gírias Variante prestigiada Presença de expressões próprias da fala Pronuncia polida Uso de formas contraídas ou reduzidas – Ex: “pra” para Bom, você deve saber que conteúdos gramaticais são sempre muito cobrados em redações de vestibulares e ENEM, então, coloque nossa tabela no seu plano de estudos! Imprimi-la e colar na sua parede, no campo de visão, pode ser bem legal! Para ler depois: “Mapa mental para redação: saiba mais sobre!” Porque existem variedades linguísticas se temos uma linguagem padrão culta a ser seguida? Nós vivemos em sociedade, e no próprio dia-a-dia, é possível notar que grupos distintos se identifiquem e criem, assim, sua identidade. O meio social é muito rico e democrático, e é

A violência no trânsito está entre as maiores causas de mortes no mundo. O desrespeito às leis, o alcoolismo, o uso de celular e a má infraestrutura viária são alguns fatores que influenciam esse dado. Você já escreveu uma redação sobre “Medidas para combater a violência no trânsito no Brasil”? Confira o tema da semana!