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Quando abordamos o tema das fobias, estamos tratando de perturbações da ansiedade causadas por um medo persistente a objetos ou situações específicas. Qualquer pessoa está suscetível a desenvolver uma fobia, e é provável que você já tenha ouvido falar em algumas das mais comuns, como claustrofobia, tripofobia, fobia social, aracnofobia e grafofobia. Neste texto, nós trazemos isso para a nossa realidade, falando a respeito da grafofobia. Você já ouviu falar nela? Mesmo que o termo não seja tão conhecido quanto os de outras fobias que vemos por aí, a grafofobia é um problema sério e que afeta milhares de brasileiros. Abaixo, você poderá entender o que é grafofobia, descobrir os sinais que indicam a existência do problema e, por fim, aprender a tratá-lo. Continue a leitura e saiba mais! O que é grafofobia? Para entender, basta analisar a palavra. “Grafo” vem de grafia, enquanto a fobia é o medo em si. Grafofobia é o medo de escrever — podendo ser em público ou não. Há quem tenha a fobia ao escrever na frente de outras pessoas, enquanto para outros a mera ideia de escrever algo já pode ser aterrorizante. Como o Redação Online atua justamente com a escrita, falar a respeito desta fobia é algo fundamental. Para quem deseja conquistar uma boa nota nos vestibulares, no ENEM ou em algum concurso, escrever uma boa redação é indispensável; em cursos mais concorridos, ela pode ser o fator que colocará um candidato à frente de outro. No entanto, quem sofre com a grafofobia dificilmente conseguirá desenvolver uma redação — na maioria dos casos, a pessoa trava antes mesmo de começar. E é exatamente por este motivo que reconhecer o problema é algo tão importante. Somente assim será possível tratá-lo e, consequentemente, poder escrever com uma maior tranquilidade. Entenda mais sobre o assunto neste vídeo: Quais são os sinais que indicam a existência do problema? Para tratar uma condição como a grafofobia, identificá-la é o primeiro passo. A boa notícia é que, assim como outras fobias, os sinais são claros. Nesse sentido, é preciso estar atento a eles e, uma vez identificados, buscar a ajuda necessária para superá-los. Considere todas as vezes em que você escreveu ou teve a intenção de escrever algo. Se em todas elas (ou na maioria) você sentiu medo e travou, esse é o principal sinal de que você pode sofrer de grafofobia. Não se limita apenas a esses casos. Como mencionado anteriormente, algumas pessoas não conseguem escrever em público. Outras têm problemas para desenvolver seus textos sabendo que outros os lerão. A verdade é que, como qualquer fobia, há diferentes níveis. Se você se reconheceu em pelo menos um desses níveis e já passou por eles, isso já é suficiente para procurar ajuda. Como tratar? O tratamento de qualquer fobia — incluindo a grafofobia — deve ser feito por um psicólogo. Dentro da psicoterapia, há algo que é chamado de terapia de exposição. Nela, o profissional utiliza a exposição para fazer com que o paciente aprenda a se dessensibilizar em relação ao objeto ou, neste caso, à situação que teme. Portanto, mesmo que alguns exercícios possam ajudar no problema, a recomendação principal é buscar o auxílio de um psicólogo. E você, já tinha ouvido falar na grafofobia? Sofre com o problema ou conhece alguém que o tenha? Caso tenha gostado das informações que trouxemos aqui e queira receber mais conteúdo, não deixe de seguir o Redação Online no Facebook e no Instagram!

argumentos coringas para usar na redação

Os movimentos literários são um tema recorrente em vestibulares por todo o Brasil, inclusive no Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM). Cada um desses períodos possuem suas características próprias e tiveram grande impacto nas produções que vemos até os dias de hoje. Por isso, é indispensável que esse conteúdo esteja bem fixado por quem irá realizar a prova. As peculiaridades de alguns movimentos também nos permitem entender um pouco sobre o contexto histórico-cultural ao qual ele estava inserido. Ou seja, quando a arte não imita a vida, ela tenta recriá-la de uma forma melhor. O blog da Redação Online preparou um resumo de cada um desses movimentos para que saiba as principais informações na hora da prova e garanta uma boa nota. Assim, poderá escolher entre uma maior variedade de opções seu curso e em qual faculdade quer entrar. Esse conteúdo é válido mesmo para quem busca estudar no exterior, temos um post completo sobre como usar sua nota do ENEM para fazer faculdade fora do país, não deixe de conferir! Conheça os movimentos literários que mais caem em prova! Em geral, as provas de vestibulares separam as áreas de conhecimento entre Linguagem, Conhecimentos Gerais e Específico. No ENEM funciona um pouco diferente, existem as Ciências da Natureza, Ciências Humanas, Matemática, e Linguagem e Códigos. Independente do caso, os conteúdos de Literatura são cobrados de forma parecida: revisitando os períodos literários e suas características, bem como algumas obras especificadas em cada edital. Por isso, vamos agora a lista dos movimentos que mais aparecem nas provas para depois falar como usá0los em sua redação! Confira também o post “10 alusões literárias para você usar nas redações” e saiba como unir os conhecimentos de Literatura à sua escrita! 1. Trovadorismo Esse estilo se caracteriza por ser poesias musicadas, compostas pelos Trovadores e apresentada tanto para realeza quanto para os servos. Existiam diferentes categorias de trovas e essa divisão quase sempre é cobrada nas provas. Podemos classificar esses poemas como: Período de destaque: 1189 até 1418.Onde surgiu: Na região que atualmente reconhecemos como França, Espanha e Itália. Naquela época, esse local era chamado de Occitânia.Principais autores: João Zorro, Afonso Sanches, Dom Dinis I de Portugal e Paio Soares de Taveirós (Portugal). 2. Humanismo O começo da literatura em prosa, produção de crônicas que valorizam as características humanas. Se afasta das características da Idade Média que o centro das produções é Deus, e começa a se voltar para o homem. Racionalismo e ascensão da ciência. Período de destaque: 1418 até 1527.Onde surgiu: Itália, por ser o berço do Renascimento que influenciou o surgimento desse movimento.Principais autores: Fernão Lopes e Gil Vicente (no teatro). 3. Quinhentismo O primeiro movimento literário do Brasil, que tem ligação com a chegada dos portugueses em nossas terras. Apesar do país ser a pauta principal, os escritos desse gênero falam sobre os navegantes que chegaram aqui. Possui como característica principal a descrição de viagens, da paisagem e relatos dos jesuítas. Período de destaque: 1500-1601.Onde surgiu: Brasil, mas era consumido na Europa.Principais autores: Pero Vaz de Caminha (Carta a el-Rei Dom Manoel, 1500), Padre José de Anchieta (Arte de gramática da língua mais usada na costa do Brasil, 1595), Padre Manuel da Nóbrega (Tratado contra a Antropofagia, 1559) e Pero de Magalhães Gândavo (Tratado da Terra do Brasil, 1576). 4. Classicismo Uma das consequências do Renascimento, movimento artístico-cultural nascido na Itália. Aparece com o surgimento da Idade Moderna, finalizando de vez com o Período Medieval. Sua característica principal é a retomada dos ideais greco-romanos: o hedonismo (busca pelos prazeres), equilíbrio e do ideal de beleza tão procurado na Antiguidade Clássica. Sua obra principal é Os Lusíadas, um poema com mais de 1000 estrofes feito por Camões que retrata a viagem de Vasco da Gama até as Índias. Esse período é marcado por poemas com métricas regulares. Período de destaque: 1527 até 1580.Onde surgiu: Europa, não se tem ao certo um local de surgimento, mas foi uma continuação da predominância do Humanismo.Principais autores: Luiz Vaz de Camões (Os Lusíadas, 1572) e Dante Alighieri (A divina comédia, 1555). 5. Barroco Após tanta valorização dos ideias renascentistas, o Barroco surge retratando o homem em conflito. Racionalismo contra fé, homem contra Deus, bem contra o mal. A Igreja Católica começa ganhar força novamente, portanto muitos dos escritos desse movimento são sermões de missas. Como seus opositores, temos poesias satíricas contra a religião e poemas eróticos. Período de destaque: 1601-1768.Onde surgiu: Itália, logo se espalhando pela Europa. Esteve presente também em toda a América Latina, incluindo o Brasil.Principais autores: Gregório de Mattos (chamado também de Boca do Inferno, é o representante do lado apegado ao prazer) e Padre Antônio Vieira (Sermão da Sexagésima, 1655). 6. Arcadismo (Neoclassicismo) Acompanha a ascensão da Revolução Industrial e da agitação da cidade. O eu-lírico se distancia dessa realidade e oferece um contraponto a essas tecnologias ao exaltar a natureza. Muito comum poemas onde o personagem está no campo, em cenários bucólicos, sendo um pastor de ovelhas. Carpe diem (aproveite o momento) é seu principal conceito. Quebra com o conflito interno do Barroco e volta olha para o homem, com ideais iluministas. Período de destaque: 1768 até 1836.Onde surgiu: No continente europeu, mas alcançou o mercado brasileiro também.Principais autores: No Brasil, Cláudio Manoel da Costa (Obras, 1768) e Tomás Antônio Gonzaga (Marília de Dirceu, 1792). Na Europa, o português Antônio Dinis da Cruz e Silva. 7. Romantismo Esse movimento literário quebra com a formalidade da poesia, apesar de manter a estrutura de versos. O que isso quer dizer é que os poemas românticos nem sempre possuem rimas. Também existe prosa nesse período. Em texto corrido ou em estrofes, os temas sempre possuem um pessimismo ligado ao amor platônico, intensidade e fuga da realidade. Os eu-líricos idealizam mulheres que amam, mas se mantém egocêntricos. No Brasil foi divido em três fases: Período de destaque: 1836 até 1881.Onde surgiu: primeiros indícios na Europa do século XVIII, mas no século XIX que se consolidou e veio para o Brasil.Principais autores: Na primeira geração,

A exposição de crianças e adolescentes a diversas formas de violências na internet, sem dúvida incluindo a pornografia infantil, um crime grave de exploração sexual, tem crescido alarmantemente. Nesse sentido, este aumento está diretamente relacionado ao maior tempo de permanência desse público no espaço virtual. Portanto, torna-se cada vez mais urgente implementar, sobretudo, medidas eficazes para combater esse problema e proteger a infância, por exemplo. Neste contexto, a redação sobre pornografia infantil se destaca como uma ferramenta fundamental para conscientizar e discutir soluções para esta questão crítica. Texto motivadores para redação sobre pornografia infantil Leia os textos motivadores a seguir e, com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo sobre o tema “Medidas para combater a pornografia infantil na internet”. Desse modo, ao final da proposta, você encontrará uma lista de repertórios socioculturais relacionados a ela! TEXTO 1 “Pornografia infantil significa qualquer representação, por qualquer meio, de uma criança envolvida em atividades sexuais explícitas reais ou simuladas, ou qualquer representação dos órgãos sexuais de uma criança para fins primordialmente sexuais”. (definição segundo o Artigo 2º, alínea c, do Protocolo Facultativo à Convenção sobre os Direitos da Criança referente à venda de crianças, à prostituição infantil e à pornografia infantil, adotado em Nova York em 25 de maio de 2000 e ratificado pelo Brasil através do Decreto n° 5.007, de 8 de março de 2004). Fonte: safer net – cartilha infância e internet TEXTO 2 ‘Packs’: grupos vendem pacotes de fotos e vídeos pornográficos em redes sociais, inclusive de menores de idade Investigando a palavra “pack” nas redes sociais, um produtor do Fantástico revelou um submundo perturbador envolvendo pornografia infantil. Nesse sentido, esse cenário inclui pais desinformados, adolescentes enganados e jovens envolvidos em atividades criminosas. Além disso, durante a infiltração em grupos privados, o produtor identificou o uso da sigla “CP” para pornografia infantil, com acesso ao material custando R$ 50. Consequentemente, a polícia, alertada por meio de uma intensa coleta de informações, efetuou a prisão de um jovem em São Paulo, como também surpreendeu sua mãe que acreditava em uma fonte de renda inofensiva do filho. Similarmente, em Salvador, a prisão de um jovem de 19 anos chocou seu pai pela seriedade do conteúdo. Adicionalmente, o Fantástico trouxe depoimentos de jovens envolvidos na venda de packs. Por isso, Mayara Lima, estudante de Sorocaba, destacou os riscos e ilusões dessa prática, enfatizando: “Você não sabe o que pode acontecer com essas fotos, onde elas vão parar”. Desse modo, esse panorama alarmante enfatiza a urgência de maior conscientização, como também medidas de proteção para crianças e adolescentes no ambiente digital. Fonte: g1 globo – grupos vendem pacotes de fotos e videos pornograficos em redes sociais Repertórios socioculturais para o tema “Medidas para combater a pornografia infantil na internet” Inicialmente, para ajudar você a desenvolver a redação e defender a sua tese, listamos alguns repertórios socioculturais sobre o tema “Medidas para combater a pornografia infantil na internet”. Continue a leitura e confira! Lei | Estatuto da Criança e Adolescente Segundo o a Lei no 8.069, de 13 de julho de 1990, do Estatuto da Criança e do Adolescente, é crime “Produzir, reproduzir, dirigir, fotografar, filmar ou registrar, por qualquer meio, ou seja, cena de sexo explícito ou pornográfica, envolvendo criança ou adolescente”. Série | Euphoria (2019) A série Euphoria (2019) está fazendo o maior sucesso e ela pode ser usada como repertório! Logo na primeira temporada, a série abre a discussão sobre pedofilia, vídeos íntimos gravados sem consentimento e a oportunidade que muitas adolescentes veem em exibir o seu corpo na internet para homens mais velhos em troca de dinheiro. A série está disponível na HBO Max. Documentário | Um crime entre nós (2020) O documentário brasileiro “Um crime entre nós” (2020) aborda a exploração sexual infantil – tanto no espaço real quanto no virtual – e alerta a importância de denunciar esses casos e proteger as crianças e adolescentes. “Um crime entre nós” está disponível no GloboPlay. Portanto, confira o trailer a seguir: https://youtu.be/ctE5Nck-C98 Dados | Estudo: mais de 80% da navegação na deep web é relacionada à pedofilia Ademais, um estudo de 2015, realizado pela University of Portsmouth, aponta que 83% do tráfego na deep web está relacionado à pornografia infantil. Por esse motivo, é um local da internet em que os crimes cibernéticos são cometidos com frequência. Para saber mais, clique aqui. Matéria | Casos de pornografia infantil aumentam durante pandemia da covid-19 no DF Segundo o jornal Correio Braziliense, os casos de pornografia infantil aumentaram durante a pandemia no DF. Leia a matéria completa aqui. Por fim, agora é hora de colocar as mãos à obra! Escreva a sua redação sobre o tema “Medidas para combater a pornografia infantil na internet” e envie em nossa plataforma que nós corrigimos em até 3 dias úteis!

Conciliar ensino médio e cursinho é um verdadeiro desafio para qualquer candidato que se dispõe a tal. Saiba aqui como fazer isso!

A classificação verbal é um tema que está muito presente nos vestibulares, incluindo o Enem. Esse assunto é relevante tanto para as questões de língua portuguesa, quanto para a construção de uma redação coerente e coesa. Acima de tudo, o conhecimento das normas sobre esse grupo de palavras permite que estudantes cometam menos erros gramaticais, o que impacta diretamente em sua nota. Muitos alunos apresentam sérias falhas no aprendizado dos tópicos que abordam o uso dos verbos. Para te ajudar, o Redação Online preparou um super resumo com o que há de mais importante sobre o assunto. Preste atenção em cada ponto para se sair ainda melhor em suas próximas provas! Confira também o conteúdo sobre como saber quando usar o ponto e vírgula, e tire suas dúvidas sobre esse sinal de pontuação! Antes de falar sobre classificação verbal, relembre o que são verbos! Não podemos ir para um assunto tão amplo como esse sem antes reforçar o conceito que lhe serve de base. A grosso modo, costumamos ouvir nas aulas que os verbos são aquele grupo de palavras que representa uma ação. Essa definição não está de todo errada, mas ela também não está completa. Essa categoria pode indicar: fenômenos naturais; desejo; mudanças ou ocorrências; estado de algo; alguns processos; e, é claro, ações. A forma mais comum de identificá-los é pelo final de cada palavra: todas acabam com a letra (r), caso estejam em sua forma infinitiva. Podemos citar exemplos como ficar, comer, relembrar, chover, desejar, ocorrer, construir, entre outros. Para serem aplicadas em períodos que passem uma ideia coerente, essas palavras precisam ser conjugadas. Esse é o critério que faz surgir as diferentes classificações verbais. Não entendeu exatamente como funciona? Fique tranquilo, vamos explicar! Classificação verbal: conheça cada categoria Para falar de classificação verbal, precisamos primeiro entender um conceito que ajuda a diferenciar a maioria dessas categorias, os radicais. Descubra o que eles são! Radical é a parte da palavra que determina seu significado básico, e serve de referência para suas flexões e derivações. Ele se une ao sufixo – partículas que ficam no final de cada termo – para criar a conjugação de cada verbo. Exemplo de radical e sufixo: Canto: “Cant” é o radical e “o” é sufixo; Vestimos: “Vest” é o radical e “imos” o sufixo; Ouvem: “Ouv” é o radical e “em” o sufixo. Trabalhamos sobre gramática na redação e o que priorizar na hora dos estudos em outro artigo aqui no nosso blog, e entre os destacados lá está a conjugação que depende do conhecimento sobre os diferentes tipos de verbo. Por isso, vamos falar com mais calma essas classificações! 1. Verbos regulares Esse grupo de palavras é determinado por aquelas nas quais o radical não se modifica em nenhuma conjugação. Ou seja, independente da flexão, ele se mantém o mesmo. Veja exemplos: amar – o radical “am”: amo, amam, amamos, amaram, amávamos, entre outros; correr – o radical “corr”: corro, correm, corremos, correram, corríamos, entre outros; parar – o radical “par”: paro, param, paramos, pararam, parávamos, entre outros. 2. Verbos irregulares O caso oposto ao anterior, quando existe conjugação desse tipo de verbo, nem sempre o radical se mantém. É o caso de: medir: o radical desse verbo é “med”, no entanto, existem conjugações dele como “meço”, que não segue a mesma regra; saber: apesar do radical ser “sabe”, existe a flexão “sei” que foge da lógica do radical; haver: “hav” é o radical, mas existem conjugações como “hei”, “houveram”, entre outras que não seguem a regra inicial. 3. Verbos abundantes São o grupo de verbos com mais de uma forma para a mesma conjugação, sendo elas equivalentes para a mesma frase. Normalmente, ocorrem no particípio. Por exemplo: Foi entregue ou foi entregado: ambas flexões do verbo entregar estão corretas e podem ser usadas como equivalentes; Eu tinha gasto ou eu tinha gastado: novamente, ambas as opções estão corretas. 4. Verbos defectivos Esses segmentos de verbos diz respeito àqueles que não possuem todas as flexões. Ou seja, não existe uma forma correta de conjugá-lo para cada tipo de pessoa de uma oração. Podemos citar como exemplo: Pronome pessoal Verbo falir – Presente do indicativo Eu não existe Tu não existe Ele não existe Nós falimos Vós falis Eles não existe 5. Verbos anômalos Os anômalos são um tipo de verbo irregular que possui uma característica tão única que acabou se tornando outra classificação verbal. Esses casos se tratam de termos que apresentam radicais primários diferentes quando são flexionados. Em muitos exemplos, cada um desses radicais aparecem em um tempo verbal distinto. Por exemplo, no verbo poder existem flexões com os radicais primários: “pod”: poderia, posso, podemos, podeis, entre outros; “pud”: puder, pudesse, pudermos, entre outros; “poss”: possa, possamos, possais, entre outros. Ou o verbo ter: “ter”: teria, terão, terei, entre outros; “tenha”: tenhamos, tenhais, tenhas, entre outros; “tiv”: tivéssemos, tivesse, tiver, entre outros. Essa são as classificações verbais da língua portuguesa que precisa saber para os vestibulares. Todas essas diferenciações não estão ligadas ao significado de cada termo, e sim a flexão que ele possui na linguagem culta. Confira o que elas são e quais os tipos que existem! Veja também o post sobre os erros gramaticais mais comuns na redação do Enem, e se prepare para não repeti-los! Flexão verbal: o que é e quais os tipos? Cada verbo possui diversas formas de aparecer em uma frase, essas variações são chamadas conjugações – ou flexões. Existem paradigmas diferentes que delimitam cada uma das maneiras que essas palavras vão ser modificadas. Ao total, são cinco tipo de flexão possível e elas serão essenciais para a concordância verbal. Conheça cada um deles! Modo A língua portuguesa apresenta três diferentes modos: imperativo, indicativo e subjuntivo. Cada um deles possui flexões diferentes em cada tempo verbal. Saiba um pouco mais sobre: imperativo: demonstra uma ordem, pedido ou conselho, e está sempre no presente. Por exemplo: Vá para a praia amanhã; indicativo: um verbo que mostra certeza (ou hábito), tanto no passado, presente ou

O bloqueio na escrita é o maior vilão de quem está estudando redação. Mas saiba que existem algumas técnicas para evitá-lo. Confira! Você já teve um bloqueio na escrita? A situação é esta: você sentou para treinar a redação para o vestibular, leu atentamente os textos motivadores sobre o tema, abriu o caderno ou um documento no word e na hora de colocar as palavras no papel não conseguiu pensar em nenhuma ideia – ou seja, ficou lá encarando a página em branco. Certamente você já passou por isso, não é? Pois saiba que o bloqueio na escrita é mais comum do que se imagina. Até mesmo os grandes escritores e profissionais do texto passam por isso – sim, acredite! O motivo se dá porque o bloqueio criativo não tem a ver com o fato de você saber escrever bem ou não. Ele é consequência de conflitos emocionais – como ansiedade, insegurança, perfeccionismo ou estresse –, que impedem a pessoa de ter inspiração para escrever um bom texto. Contudo, existem algumas técnicas para evitar esse vilão enquanto você está estudando redação. Confira neste artigo as 6 dicas que listamos para você colocar em prática e se livrar de uma vez por todas do tão temido bloqueio na escrita. Continue a leitura! 1 – Faça intervalos durante os estudos A primeira dica de todas é: faça pausas durante os estudos. Sabemos que a rotina de estudante é corrida e lidar com muitas tarefas durante o dia é um desafio. Se você passa por isso, é bem possível que o seu bloqueio na escrita possa ser consequência do cansaço ou estresse. Por isso, é importante sempre reservar momentos de pausa durante os seus estudos. Enquanto você estiver estudando redação, pare pelo menos 10 minutinhos para alongar o corpo, passar um café, passear com o seu pet, tomar um banho ou olhar pela janela. Você também pode colocar em prática técnicas de estudo, como a do pomodoro, por exemplo. Priorize neste momento fazer atividades que sejam relaxantes. Com a cabeça cheia e cansada é difícil ter produtividade, que dirá criatividade! 2 – Remova todas as distrações Essa dica é importantíssima! As distrações atrapalham muito na hora de focar e escrever uma redação que valerá um notão. Hoje, quando falamos em distrações, a internet é a primeira coisa que pensamos. Afinal, estamos o tempo todo conectados às mídias sociais. Sendo assim, evite dar aquela olhadinha no Instagram ou Tik Tok quando você estiver tentando escrever uma redação. Essa prática não é nenhum pouco estimulante para a criatividade e pode te deixar sem foco e cansado. No entanto, ao seguir essa dica, é importante que você identifique primeiro o que te distrai. Às vezes o que está tirando o seu foco é outra coisa, como o ambiente em que você está estudando. Se você estuda em casa e a sua família é a maior distração, por exemplo, tente procurar um cômodo que seja mais calmo para os estudos. 3 – Escute músicas relaxantes Escutar músicas é uma ótima forma de estimular o cérebro e a criatividade. Indicamos que você escute músicas relaxantes e instrumentais, mas isso não é uma regra. Para algumas pessoas, escutar músicas mais agitadas também funciona. Vale a tentativa, não é? Além disso, você pode aproveitar esse momento para buscar repertórios para o tema, pois as músicas também são consideradas ótimas referências para redações de vestibulares e do Enem. Aproveite esse momento para se inspirar e relaxar! 4 – Leia mais sobre o tema Essa dica é basicamente uma regra para todo mundo que vai escrever uma redação. Afinal, quanto mais você lê e estuda sobre um assunto, mais facilmente você escreverá sobre ele. Além disso, livros, artigos, manchetes ou até história em quadrinhos também servem como repertórios socioculturais. Portanto, amplie o seu conhecimento e busque boas referências. Enquanto estiver fazendo as suas leituras, tenha com você um caderno para tomar notas. Lembre-se que a leitura é fundamental para exercitar a habilidade de escrita e a criatividade. Se você não tem esse hábito, inclua na sua rotina agora mesmo! 5 – Estruture o seu texto Estruturar a redação, antes de colocar as palavras no papel, é um dos primeiros passos que sempre indicamos aqui no Redação Online. Essa dica serve para que o seu texto fique mais organizado e completo, porém ela também serve para evitar o bloqueio na escrita. Até porque, ao escrever uma redação, é essencial que você faça primeiro um planejamento. Caso contrário, é bem provável que os bloqueios surjam. Uma boa forma de estruturar a redação é por meio da técnica de mapa mental. Em um papel, organize as ideias, conceitos e argumentos que serão utilizados na conclusão, desenvolvimento e conclusão da sua redação. Assim, você terá uma visão mais ampla de tudo o que você pensou sobre o tema e ficará mais fácil escrever de forma fluída. 6 – Comece a escrever logo Às vezes o bloqueio na escrita pode ser causado pela insegurança ou perfeccionismo. Assim, para evitá-lo, comece a escrever logo a redação, mesmo que você perceba que ela não está boa o suficiente. Em um rascunho, escreva sem se preocupar com os desvios gramaticais. Quando você escreve e edita um texto ao mesmo tempo, o fluxo de ideias é interrompido e isso pode prejudicar a sua criatividade e a fluidez do texto. Então, escreva sem medo e sem julgamentos. Você vai ver que as ideias irão surgir! Depois que o texto estiver pronto, releia a redação e aí sim revise os desvios gramaticais. No entanto, ao praticar essa dica, é importante que você tenha estruturado o texto antes (ou seja, seguido a nossa dica 5). Lembre-se que esse passo é fundamental para definir a direção que a sua redação irá seguir. Nada de escrever sem planejar o texto antes, combinado? Planejamento é tudo! Gostou das dicas? Você conhece alguma pessoa que tem bloqueio na escrita com frequência? Compartilha esse artigo com

Você já escreveu uma redação sobre “Impactos da ganância humana ao meio ambiente”? Confira o tema da semana! A ganância humana, sustentada pelo atual sistema econômico, é a causa de muitos impactos negativos ao meio ambiente. Enquanto a crise climática assola o mundo inteiro, grandes empresas e lideranças políticas negligenciam as questões ambientais e a necessidade de tomar ações concretas e urgentes. Leia os textos motivadores a seguir e, com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo sobre o tema “Impactos da ganância humana ao meio ambiente”. Ao final da proposta, você encontrará uma lista de repertórios socioculturais relacionados a ela! TEXTO 1 Art. 1º – Para efeito desta Resolução, considera-se impacto ambiental qualquer alteração das propriedades físicas, químicas e biológicas do meio ambiente, causada por qualquer forma de matéria ou energia resultante das atividades humanas que, direta ou indiretamente, afetam: I – a saúde, a segurança e o bem-estar da população; II – as atividades sociais e econômicas; III – a biota; IV – as condições estéticas e sanitárias do meio ambiente; V – a qualidade dos recursos ambientais. Fonte: Resolução CONAMA nº 1, de 23 de janeiro de 1986. Disponível em: siam mg TEXTO 2 “A civilização capitalista contemporânea está em crise. A acumulação ilimitada de capital, a mercantilização de tudo, a exploração implacável do trabalho e da natureza e a catástrofe ecológica daí resultante comprometem as bases de um futuro sustentável, pondo em perigo, assim, a própria sobrevivência da espécie humana. O sistema capitalista, uma máquina de crescimento econômico movida por combustíveis fósseis desde a Revolução Industrial, é responsável pelas mudanças climáticas e pela mais ampla crise ecológica do planeta. Sua lógica irracional de expansão e acumulação sem fim leva o planeta à beira do abismo.” Fonte: racismo ambiental TEXTO 3 “Para as cidades brasileiras, morar de frente para o mar é um privilégio caro. Isso para o mercado tem um valor imenso que gera edifícios de alto padrão e de gabarito muito alto. Ao mesmo tempo que você vende aquela paisagem, você a destrói”, afirma o professor Mariz. Para ele, está cada vez mais difícil alinhar o desenvolvimento sustentável de cidades aos interesses do mercado imobiliário.” Fonte: jornal usp. TEXTO 4 O Rio? É doce. A Vale? Amarga. Ai, antes fosse Mais leve a carga. Entre estatais E multinacionais, Quantos ais! A dívida interna. A dívida externa A dívida eterna. Quantas toneladas exportamos De ferro? Quantas lágrimas disfarçamos Sem berro? Fonte: “Lira Itabirana”, por Carlos Drummond de Andrade (1984). Disponível em: movimento revista Repertórios socioculturais para o tema “Impactos da ganância humana ao meio ambiente” Sabemos que esse tema não é nada fácil de lidar, afinal, envolve mudanças profundas em nossa sociedade. Mas não se desespere, estamos aqui para ajudar você! Selecionamos alguns repertórios socioculturais para o tema “Impactos da ganância humana ao meio ambiente”. Confira! Filme | “Não olhe para cima” (2021) Certamente você já ouviu falar sobre o filme “Não olhe para cima”, não é mesmo? O longa do cineasta Adam McKay foi lançado no final de 2021 e deu o que falar na internet, inspirando discussões sobre a crise climática. No filme, Randall Mindy (Leonardo DiCaprio) e Kate Dibiasky (Jennifer Lawrence) são dois astrônomos que descobre犀利士 m que em poucos meses um meteorito destruirá o planeta Terra. A partir dessa descoberta, eles alertam as autoridades sobre o perigo que está por vir e enfrentam uma onda de negacionismo. O filme está disponível na Netflix. Se você não assistiu ainda, prepara a pipoca! Livro | “Ideias para adiar o fim do mundo”, de Ailton Krenak (2019) Ailton Krenak é um dos maiores pensadores e líderes do movimento indígena hoje no Brasil. Em seu livro “Ideias para adiar o fim do mundo” (2019), Krenak critica o pensamento colonial que vê a humanidade como algo separado da natureza e faz a seguinte provocação: “Qual é o mundo que vocês estão agora empacotando para deixar às gerações futuras?” Com uma linguagem acessível e poética, ele alerta a necessidade da sociedade romper com a relação predatória que ela tem com a Terra e lembra que a ameaça sofrida pelos povos indígenas prejudica não somente a vida deles, mas também de todo o planeta. Além do livro indicado, você pode encontrar várias entrevistas de Krenak no Youtube, como esta a seguir: Animação | “O Lórax: em busca da trúfula perdida” (2012) A animação “O Lórax: em busca da trúfula perdida” (2012) pode servir como um ótimo repertório para a sua redação! A história se passa em uma pequena cidade chamada Thneedville, onde não existem árvores de verdade, pois elas foram extintas, e as únicas que existem são de plástico. Em consequência disso, o ar que os personagens respiram é artificial e comercializado pela empresa do vilão da história, o Sr. O’hare. Nesse contexto, o menino Ted descobre que o sonho da menina que ele gosta, a Audrey, é ver uma árvore de verdade e embarca em uma aventura para realizar o seu desejo. É aí que ele conhece o Lórax, uma criatura preocupada com o futuro do planeta. Confira o trailer: Documentário |“Amazônia em Chamas” (2020) O documentário “Amazônia em Chamas” (2020), do cineasta polonês Michael Siewierski, mostra como os números alarmantes do desmatamento na floresta amazônica são resultado da ganância do agronegócio, da corrupção política e do consumo global da carne. Para discutir sobre isso, o documentário entrevista vários ativistas, médicos e cientistas brasileiros que alertam sobre os impactos negativos ao meio ambiente causados pela indústria da carne no Brasil, incluindo os agrotóxicos e a questão hídrica. O documentário está disponível no Telecine Play. Confira o trailer: Citação | Greta Thumberg Greta Thumberg é uma ativista ambiental sueca que aos 16 anos ficou conhecida mundialmente pelo seu ativismo e discursos contra as mudanças climáticas. Ela já discursou na Conferência do Clima da
Você sabia que dá usar mapa mental para a redação? Essa técnica muito utilizada em outras matérias é a queridinha dos studygrams que tanto estudantes seguem e acredite: é eficaz, inclusive, quando se trata da construção de um texto coeso e coerente. Na verdade, esses esquemas nasceram como uma ferramenta de organização no ambiente corporativo. Hoje, as escolas, procurando novas formas de absorção de conteúdo, começaram a ensinar seus alunos a fazerem mapas mentais nas mais diferentes disciplinas. Essa técnica só foi ganhando mais e mais espaço com o passar do tempo. Que tal aprender? O Redação Online te conta com clareza o que ela é, sua diferença para os mapas convencionais e, de quebra, ainda te ensina formar de aplicá-lo em sua redação. Continue a leitura! Mas antes, deixe nosso post com dicas sobre como começar a se preparar para o Enem aberto se você se encontra nessa fase da vida! Afinal, o que é um mapa mental para redação? Quem sistematizou o que hoje conhecemos como mapa mental foi Tony Buzan. O psicólogo queria encontrar uma forma de organizar um grande apanhado de informações para que o conteúdo principal fosse destacado. Para isso, ele desenhou um esquema onde o tema central da pesquisa ou estudo ficou no centro de uma folha. Todos os subtemas relacionados foram desenhados como se fossem “ramos” desse tema central. Anote: para o mapa mental, o assunto principal é a raiz e o tronco da árvore e os assuntos secundários, relacionados a esse assunto principal, são os galhos. Pensando especificamente nos mapas mentais para redação, é possível utilizá-lo tanto para aprender a estrutura de um gênero textual, quanto na hora da prova. Isso porque diversos vestibulares variam o tipo de texto a cada ano, e fica por meio do mapa mental é bem mais automático relembrar como montar cada gênero textual. Esse é um processo de resumo guiado por palavras-chave, como espécies de subtópicos. É muito importante que elas realmente mantenham relação direta com o assunto central e ajudem a trazer à memória o conteúdo estudado. Mas, vale lembrar que a memória de cada aluno funciona de uma forma, por isso é completamente possível que esses sub-títulos variem de caso para casa mesmo que o tema principal seja o mesmo. Por vezes, fazer um resumo eficiente – e assertivo – do tema pode ser muito útil para a construção de um mapa mental. Uma peculiaridade pauta-se no fato de que, normalmente, os mapas mentais são feitos à mão já que esse próprio processo de escrita é uma ótima estratégia de aquisição de memória. Entretanto, você também pode usar aplicativos criados justamente para essa finalidade. Frequentemente, também, utilizam-se cores variadas para destacar cada parte desse esquema. Essas cores facilitam a memorização e, inclusive, a memorização por blocos de subtemas. O mapa mental é, portanto, a ferramenta perfeita para alunos de aprendizado visual! Imaginemos o exemplo de um mapa mental sobre períodos literários brasileiros. Cada período literário pode ser representado por uma cor e por um desenho que lembre a principal característica do período, como uma árvore, para o Arcadismo, ou uma cruz, para o Barroco. É muito comum que usem esse conceito como sinônimo para os mapas conceituais. Você já ouviu falar sobre eles? A Redação Online te explica! Mapa mental e mapa conceitual: qual a diferença? O mapa conceitual tem como principal objetivo relacionar as ideias numa escala do mais importante para o menos importante. Foi sistematizado por Joseph Novak também enquanto ferramenta de organização, porém, ele buscava organizar os conteúdos numa gradação de relevância. Essa é a sua principal diferença com a estratégia que explicamos no tópico anterior. Geralmente é feito para abordar assuntos mais amplos, que têm muitas relações. Ao contrário do mapa mental, que tem um formato mais livre, o mapa conceitual é frequentemente representado por caixas e flechas/setas. Esse esquema não tem a adição de cores ou desenhos – eles não são proibidos, mas também não são comuns nessa técnica. Dica para montar um mapa conceitual: A caixa maior, centralizada e no topo da folha, contém o conceito que será organizado neste mapa. As caixas menores trazem os subconceitos e são ligadas à caixa central e às demais caixas por flechas/setas. Em cima das flechas, são adicionados verbos que fazem a conexão entre as caixas. Uma coisa é certa: tanto para o mapa mental quanto para o mapa conceitual é imprescindível que você tenha estudado o conteúdo anteriormente, pois tudo o que for colocado na folha precisa fazer o máximo de sentido, senão ele não funcionará enquanto ferramenta de estudos. Costumeiramente, dizemos que os mapas mentais devem ser feitos no início do processo de aprendizado e os mapas conceituais após amplo período de estudos, pois os mapas conceituais exigem informações mais complexas e completas para serem produzidos. Independentemente do tipo de mapa que você escolher – mental ou conceitual – ambos funcionam para assimilar e resumir um conteúdo. E é claro que eles também são úteis para, após algum tempo, revisar esse tema. Qual a importância de fazer um mapa mental para redação? Como já falamos, eles são uma excelente opção para a memorização e resumo de tópicos. Também são ótimas ferramentas para alunos visualizarem de forma rápida uma grande quantidade de informações. No entanto, sua importância e benefícios ainda vão além. Usar os mapas mentais também possui vantagens como: auxilia a fixar estruturas textuais de cada gênero; conseguir organizar informações desconexas; ajuda em uma sessão de brainstorming; facilita a memorização e aprendizagem de matérias; durante a prova, permite a separação das ideias para cada parte da redação; permite seu organizar melhor para construir a argumentação de seu texto; Agora que sabe como essa estratégia pode ser uma grande adição para sua rotina de estudos, está na hora de aprender a montar seu próprio mapa mental para redação. Nossas dicas também servirão para aplicar em outros tipos de conteúdos! Mapa mental para redação: Aprenda como fazer em 5 passos! Não há muito segredo para montar seu mapa mental, ele não precisa ficar esteticamente perfeito para ser funcional. Apesar do capricho ser importante, não se esqueça que

Você já ouviu falar que para tirar nota 1000 na redação do Enem é preciso escrever uma redação criativa e inovadora? Será que isso é verdade ou é mito? Assim como outros vestibulares, o Enem – Exame Nacional do Ensino Médio – cobra um texto dissertativo-argumentativo, além de algumas competências específicas. Mas como a criatividade entra nesses critérios? Bom, é o que veremos neste post! A seguir, você vai descobrir se o Enem cobra criatividade, o que é uma redação criativa e, por fim, algumas dicas para inovar na redação e surpreender a banca avaliadora. Continue a leitura! O Enem cobra uma redação criativa? Embora o Enem avalie a originalidade na competência 2, ele não cobra de fato uma redação criativa. Pensar que precisa ser criativo para receber a nota máxima na redação é um mito! De acordo com o Inep – órgão responsável pelo Enem –, o participante deve obedecer apenas cinco competências que serão avaliadas na prova. De forma geral, elas avaliam se o texto está dentro do gênero textual dissertativo-argumentativo (com introdução, desenvolvimento e conclusão), se apresenta argumentos e repertórios socioculturais que fundamentam o ponto de vista do participante e uma proposta de intervenção para o problema. Essas regras são essenciais na redação do Enem e você pode perder pontos caso não cumpri-las. Sendo assim, como você pode ver, não dá para inovar quando se trata de estrutura. No entanto, se buscarmos entender o conceito de criatividade, vamos ver que ela deve sim ser utilizada na hora de produzir a redação. Siga a leitura e entenda! O que é uma redação criativa? Para entendermos o que é uma redação criativa, vamos resgatar o conceito de criatividade. Veja o que diz os dicionários: “Qualidade de quem ou do que é inovador, criativo, original; ORIGINALIDADE” (Aulete) “Capacidade de criar ou inventar; engenho, engenhosidade, inventiva.” (Michaelis) Existem muitas definições para a criatividade, mas note que os dicionários concordam com uma coisa: a criatividade anda de mãos dadas com a inovação, ou seja, nada mais é do que a capacidade de inventar e inovar. Mas o que isso quer dizer? Quer dizer que não necessariamente ser criativo é criar coisas totalmente novas, que nunca existiram antes, mas sim criar a partir de algo que já existe, ou seja, encontrar novas soluções para os problemas. Portanto, uma redação criativa é aquela em que o autor articula o seu conhecimento de mundo aos seus argumentos. É uma redação que, sobretudo, foge do senso comum, combina ideias e faz uso de boas referências para garantir a originalidade do texto. Agora que você já sabe o que é uma redação criativa, vamos às dicas práticas? Confira a seguir! Como fazer uma redação criativa? Existem algumas estratégias para escrever uma redação criativa e surpreender os corretores do Enem, sem fugir, é claro, do gênero textual dissertativo-argumentativo. Confira abaixo algumas dicas que listamos para você colocar em prática! Fuja de modelos prontos Antes de tudo, é importante que você entenda que a redação não é uma receita de bolo. Sabe aqueles modelos prontos de redação que facilmente encontramos na internet? Fuja deles! Se você quer surpreender os corretores com uma redação criativa, evite usar os argumentos, repertórios e propostas interventivas que são sempre usadas. Lembre-se que criatividade significa inovar. Sendo assim, defina o seu ponto de vista e use o seu próprio conhecimento de mundo para fundamentar a sua redação. Para isso, é necessário prática e algumas técnicas, como fazer um brainstorming antes de colocar as palavras no papel. Amplie seu conhecimento Se engana quem pensa que a criatividade é um dom ou que ela “cai do céu”. A criatividade se alimenta de conhecimento e de outras referências. Logo, ela deve ser exercitada. Por isso, tenha o hábito de ler e escrever diariamente, assistir filmes, séries e documentários. Além disso, é importante que neste momento você saia da sua zona de conforto. Leia sobre diversas áreas, principalmente aquelas que você não domina muito bem. Uma forma de ser criativo na redação é combinar diferentes áreas na redação, que vão além das ciências humanas, como física, biologia e astronomia. Use o seu repertório sociocultural Um dos deslizes mais comuns na redação do Enem é usar repertórios de forma superficial, sem conectá-los às ideias do texto. Esses repertórios geralmente são aqueles indicados em estruturas prontas de redação e que acabam se tornando “batidos” de tanto que são usados. Sendo assim, priorize os repertórios socioculturais que fazem parte do seu universo. Isso vai trazer originalidade ao texto e impressionar os corretores. Relembre as séries, filmes, livros ou músicas que você conhece e reflita se é possível relacioná-los ao tema. Em vez de usar, por exemplo, aquela citação famosa retirada de um livro que você nunca leu, que tal usar como repertório um trecho de música ou uma série que você tanto adora? Isso vai tornar a sua redação muito mais criativa e original, acredite! Elabore uma proposta de intervenção criativa Por último, seja criativo na proposta de redação. É importante ter em mente que o Enem avalia se a proposta de intervenção é praticável, ou seja, se é possível colocá-la em prática na realidade. No entanto, existem algumas formas de você fugir das propostas mais básicas. Para isso, se informe sobre os diversos agentes sociais que podem se mobilizar e intervir no problema. Procure saber como cada um deles funciona e diversifique a sua proposta! Por exemplo, é muito comum que os participantes indiquem o governo como principal agente de intervenção, porém, dependendo do problema, é possível ir além e indicar outros agentes, como os ministérios, por exemplo. Por fim, lembre-se que a criatividade é essencial na hora de solucionar qualquer problema – inclusive do tema de redação. Porém, saiba que nem só de criatividade é feito um bom texto: é preciso de técnica. Evite usar uma linguagem rebuscada e priorize frases curtas e objetivas. Pergunte-se sempre se a informação que você está passando

Quer saber mais sobre “Medidas para combater a má alimentação entre os jovens no Brasil”? Então, confira alguns repertórios que listamos para o tema! A má alimentação entre os jovens no Brasil é uma realidade preocupante que precisa ser debatida. Afinal, uma alimentação inadequada pode potencializar doenças crônicas, como diabetes, hipertensão e obesidade, além de outras consequências graves para a saúde. Por isso, são necessárias medidas para combater o problema através do incentivo à educação alimentar, a revisão de impostos sobre alimentos naturais e políticas públicas que fomentem a alimentação saudável. Para entender sobre o tema “Medidas para combater a má alimentação entre os jovens no Brasil”, selecionamos repertórios para fundamentar a redação e ampliar o conhecimento. Continue a leitura! Guia alimentar para a população brasileira (2014) Foi lançado em 2014, é uma publicação oficial do Ministério da Saúde estabelecendo diretrizes para alimentação saudável, mas também orienta a fazer escolhas saudáveis e sustentáveis, como preferir alimentos in natura. O documento também serve para incentivar políticas e programas voltados à saúde e segurança alimentar da população. Vale a pena conferir o documento completo, disponível aqui. Vídeo | Educação alimentar, por Bela Gil A educação alimentar não é somente para crianças. Trata-se de uma medida fundamental para combater também a má alimentação entre os jovens e adultos. Neste vídeo, a chef de cozinha e nutricionista Bela Gil fala sobre a importância de educar a sociedade sobre o que é uma alimentação saudável. Segundo ela, as pessoas crescem sem educação alimentar porque “no modelo escolar e industrial que a gente vive não é lucrativo o jovem saber plantar e saber cozinhar. Não é lucrativo saber produzir a sua própria comida.” Alerta, ainda, sobre a importância de políticas públicas que incentivem a agricultura familiar e a democratização do acesso a alimentos saudáveis, uma vez que são mais caros e nem todos podem optar por esses alimentos no dia a dia. Confira: https://youtu.be/Yk8UaW7Yst4 Artigo | Alertas em rótulos não causam prejuízos às corporações de ultraprocessados A adoção de rótulos nutricionais mais claros e informativos sobre os alimentos é uma medida que facilita o acesso da população à informação nutricional. O artigo do jornal O Joio e O Trigo, mostra o estudo publicado na revista Nutrients. Como os resultados positivos do modelo de rotulagem frontal adotado no Chile no combate à obesidade , má alimentação entre os jovens e às doenças crônicas não transmissíveis. O estudo também mostra que a rotulagem frontal não prejudica salários, empregos e lucros das corporações de ultraprocessados como os fabricantes brasileiros alegam. Com esse projeto, o Chile virou referência na política de advertência nos rótulos de ultraprocessados. Assim, inspirando outros países, como o Uruguai, Peru, Argentina e Israel. Saiba mais neste link. Livro | Modernidade Líquida, de Zygmunt Bauman O tema sobre a má alimentação entre os jovens também envolve a influência que a publicidade exerce nas escolhas alimentares. Para fundamentar essa problemática, você pode utilizar a clássica teoria sociológica de Zygmunt Bauman. No livro “A modernidade líquida”, Bauman analisa que a sociedade atual não se preocupa com o futuro, mas privilegia o presente e o prazer momentâneo . Então, a tese que pode estar associada ao excesso de publicidade e à tentação que é poder consumir fast food a apenas um clique. Documentário | Fonte da Juventude (2017) Diante de um cenário em que o índice de obesidade e a má alimentação entre os jovens é crescente, o documentário brasileiro “Fonte da Juventude” (2017), do diretor Estevão Ciavatta, aborda a importância da biodiversidade e o resgate da identidade cultural alimentar do país como o caminho para uma vida mais saudável e longeva. Portanto, o filme retrata os hábitos alimentares dos brasileiros e mostra que é possível sim ter uma alimentação saudável no país. O documentário está disponível no Youtube e no Amazon Prime Video. Confira o trailer a seguir: Documentário | Fed Up (2014) O documentário estadunidense “Fed Up” (2014), da diretora Stephanie Soechtig, investiga as causas dos altos índices da obesidade infantil e a má alimentação entre os jovens, mas também desmistifica a ideia de que essa condição é consequência da gula e do sedentarismo. De acordo com o documentário, a obesidade é resultado da falta de políticas públicas que promovam a alimentação saudável e do descaso da indústria de alimentos. O documentário está disponível na Netflix. Essas são as nossas indicações de repertórios para o tema sobre a má alimentação entre os jovens, esperamos que tenha gostado! Agora é com você! Escreva a sua redação sobre o tema “Medidas para combater a má alimentação entre os jovens no Brasil” e envie em nossa plataforma que nós corrigimos em até 3 dias úteis!

Você já escreveu uma redação sobre “Medidas para combater a má alimentação entre os jovens no Brasil ”? Confira o tema da semana! A má alimentação entre os jovens no Brasil aumentou nos últimos anos, principalmente durante a pandemia, e deixou muitos especialistas em alerta. Alguns fatores apontados são o aumento do preço dos alimentos mais saudáveis e do consumo de fast food. Diante desse cenário, é necessário pensarmos em medidas para combater esse problema tão prejudicial à saúde. Vamos lá? Leia os textos motivadores a seguir e, com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo sobre o tema “Medidas para combater a má alimentação entre os jovens no Brasil”. TEXTO 1 Pandemia piorou alimentação de crianças e adolescentes, alertam debatedores A crise sanitária provocada pelo novo coronavírus aumentou outro problema que os especialistas também chamam de pandemia: a obesidade infantil. Em audiência nesta segunda-feira (5) da comissão externa da Câmara dos Deputados que discute as políticas para a primeira infância, eles apontaram a urgência de iniciativas para atenuar consequências da Covid-19 como a má alimentação de crianças e adolescentes e a falta de atividades físicas, dois determinantes diretos para o excesso de peso. Os debatedores fizeram um panorama da situação dos menores de 18 anos diante do confinamento imposto pela pandemia: mais tempo usando telas, mais inatividade e o aumento do consumo de alimentos ultraprocessados. Para as famílias mais vulneráveis, das classes D e E, a perda de renda e o aumento no preço dos alimentos mais saudáveis agravaram a situação de insegurança alimentar. Representante do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), Cristina Albuquerque mostrou que, em 13% das famílias que têm crianças e adolescentes, os menores de 18 anos tiveram problemas de acesso a alimentos por falta de dinheiro. Em 61% delas, aumentou o consumo de fast food e refrigerantes e diminuiu o de frutas e verduras. Ela faz um prognóstico pessimista se não houver políticas públicas urgentes. “Nós podemos ter, até 2025, 1 milhão de crianças e jovens no Brasil com pressão arterial elevada, outros mais de 100 mil com diabetes tipo 2 na fase adulta e 12,5 milhões de crianças obesas”, alertou Cristina. Fonte: câmara legislativa – pandemia piorou alimentacao de criancas e adolescentes alertam debatedores TEXTO 2 Magreza não é sinônimo de saúde Que fique claro: a luta com a balança não deve ter motivação estética. As doenças crônicas não transmissíveis, como hipertensão e diabetes, já são as principais causas de morte na população brasileira — e elas têm íntima relação com a obesidade. “Com o estudo Erica, pudemos perceber que esses quadros têm início na infância e na adolescência”, observa a nutricionista Amanda de Moura, do Instituto de Estudos em Saúde Coletiva (Iesc) da Universidade Federal do Rio de Janeiro e uma das responsáveis pelo levantamento. Mas o peso está longe de ser o único indicativo de saúde. Sabe aquele adolescente que come só porcaria e é magrinho? Pois ele não está isento de riscos. “Esse jovem pode esconder um acúmulo de gordura nos órgãos”, avisa Isabela. Fora que o consumo excessivo de açúcares e gorduras causa um desgaste no pâncreas e em outros cantos desde muito cedo. “Cerca de metade das crianças com colesterol ou triglicérides elevados terá doença cardíaca na vida adulta”, alerta Zilli. A hora de mudar esse futuro é agora. Fonte: saúde abril – adolescentes como esta a alimentação dos jovens no brasil TEXTO 3 Os cinco pontos para combater a “má alimentação”, segundo a ONU Para o relator, existem cinco ações prioritárias que podem recolocar os valores nutritivos no coração do sistema alimentar, quer nos países desenvolvidos, quer nos países em desenvolvimento. Identificar os produtos não saudáveis; controlar e regular os que contêm alto teor em gorduras saturadas, sal e açúcares; reduzir a publicidade da comida rápida; repensar os subsídios para a agricultura que criam desequilíbrios nos preços dos ingredientes e apoiar a produção local de produtos por forma a permitir aos consumidores um acesso fácil a alimentos frescos, nutritivos e saudáveis. Schutter chama este problema de “crise da nutrição”, que tem de ser enfrentada, porque é um problema estrutural. Fonte: news un – os cinco pontos para combater má alimentação segundo onu Agora que você leu os textos motivadores, confira a lista de repertórios sobre o tema “Medidas para combater a má alimentação entre os jovens no Brasil”. Após escrever a sua redação, envie em nossa plataforma e receba a correção em até 3 dias úteis!