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E aí, galera! O assunto do blogpost de hoje são as marcas de oralidade, tá? Então, bora catar o caderno e ficar por dentro do assunto! Olá, pessoal! O assunto do blogpost de hoje são as marcas de oralidade! Então, vamos pegar o caderno e saber mais sobre o que são e como evitá-las! A definição das marcas de oralidade pode ser exemplificada por momentos da nossa fala cotidiana representados textualmente. Você consegue notar a diferença entre as frases que iniciaram o texto? A primeira, está com diversas marcas de oralidade. Já a segunda está escrita de maneira mais formal. Exemplos de marcas de oralidade Tudo que é comum na fala e é representado por meio da escrita pode ser considerado uma marca de oralidade. Veja agora quais são os principais tipos de marcas de oralidade! Termos comuns Uma simples palavra pode representar uma marca de oralidade! Confira alguns exemplos: Aí; Tá; Né; Dai; Viu; Bom; Veja; Olha; Você; Okay; Entendeu; Compreende. Expressões populares Expressões são recursos da fala e da escrita que recebem novos sentidos quando utilizados em contextos específicos. A interpretação da expressão precisa ser efetuada de forma geral. Então, não é possível avaliar separadamente os elementos daquela sentença. É por essa razão que as expressões não são traduzidas ao pé da letra para outro idioma, pois não faria sentido para quem não conhece o termo. Portanto, veja algumas expressões muito utilizadas no nosso dia a dia: Maria-vai-com-as-outras: falta de personalidade ou aquela pessoa facilmente influenciável; Abandonar o barco: desistir de alguma situação; Dar mancada: trair a confiança de alguém ou desonrar um compromisso previamente marcado; Bola para frente: frase motivacional para continuar, seguir mesmo perante alguma dificuldade; Trocar seis por meia dúzia: realizar uma troca que não mudará nada para ninguém; Viajar na maionese: dizer algo confuso ou incoerente, não entender algo; Botar o carro na frente dos bois: pular etapas, não seguir o fluxo normal das coisas; Subir pelas paredes: relacionado à angústia ou desespero; Gírias A gíria é definida na linguagem como uma palavra não convencional utilizada para designar uma outra palavra. Ela possui uma peculiaridade e pode mudar de significado dentro da mesma língua, por exemplo: a palavra “dinheiro” pode ser chamada de “grana”, “dindim”, “tostão”, “pila” – e outras que vão surgindo de acordo com o contexto. O fenômeno não tem explicação, uma vez que é uma contribuição cultural à língua de forma geral. Pensando assim, é possível mapear as gírias devido ao uso! Veja quais gírias são usadas regionalmente no português brasileiro. Norte Brocado: com fome; Chibata: algo muito legal; Fuleiro: pouco confiável; Grelhar: fazer sucesso; Pitiú: cheiro muito forte; Égua: espanto; Tubão: soco no rosto. Nordeste Abestado: bobo, leso, tolo; Froxo: que tem medo; Balaio: cesto grande; Cabrita: menina; Avacalhar: Esculhambar; Bizonho: triste, calado; Pisa: apanhar; Sul Tesão: muito legal; Tri: bastante; Trocinho: pessoa; Biju: bonita; Piá: menino; Guria: menina; Esbudegado: cansado; Sudeste Maneiro: legal; Goma: casa; Trem: alguma coisa; Migué: mentir; Tiquim: algo pequeno; Parça: amigo; Pisante: sapato; Centro-Oeste Abiscoitar: herdar; Descabriado: descontrolado; Bitelo: algo grande; Quebrado: pessoa sem dinheiro; Treta: confusão; Trocar ideia: conversar; Zueira: brincadeira; Por que evitar as marcas de oralidade? Quando utilizadas em textos mais informais, como as crônicas, as marcas de oralidade podem servir como uma ótima ferramenta para a construção da história. Isso porque pode ser até mais fácil se expressar por meio delas. Entretanto, algumas situações devem evitar a oralidade, por exemplo nos textos dissertativos-argumentativos exigidos em testes seletivos, como vestibulares e Enem. Assim, ao escrever utilizando as marcas de oralidade pode ser interpretado que você não entende do gênero textual solicitado –pois esses textos devem ser escritos de maneira impessoal. Ao utilizá-las, sua nota final será diretamente impactada. Portanto, evite-as ao máximo, pois elas fazem parte das 10 coisas que você não deve fazer na redação. Além disso, é inviável pressupor que o leitor compreenda todos os aspectos da língua falada – até porque palavras e expressões mudam de região para região. É por essa razão que a norma padrão existe, pois ela servirá de base para que, durante a leitura, todos entendam o que está escrito no texto. Isso faz com que o uso da norma padrão seja um dos fatores positivos para as provas avaliativas. Marcas de oralidade: como evitar? Agora que você conhece as marcas de oralidade e o motivo de evitá-las, fica mais fácil saber o que não fazer. Portanto, confira um pequeno guia sobre como fugir desses vícios de linguagem. Evite expressar sentimentos ao escrever um texto. As interjeições podem ser consideradas como algo inadequado ao redigir uma redação; Não use verbos no imperativo, pois eles demandam o cumprimento de uma ação. Mas lembre-se de que em textos dissertativos-argumentativos não há um leitor específico – uma vez que o seu interlocutor deve ser universal. Então, é impossível direcionar-se diretamente ao destinatário; Evite as marcas de oralidade! Lembre: palavras, expressões ou gírias, não podem entrar no seu texto, pois são normalmente abstratas. Então, deixe-as para serem usadas na oralidade do seu dia a dia! Seguindo as nossas dicas de como fazer uma redação, você estará cada vez mais preparado para arrasar na sua prova. Portanto, não deixe de acompanhar o nosso blog e fique por dentro do que já foi postado por aqui!
Quer saber mais sobre “A insegurança alimentar e a fome no Brasil”? Confira alguns repertórios que listamos para o tema! O ano de 2021 ficou marcado pelo aumento da insegurança alimentar e da fome no Brasil. O problema está relacionado a muitos fatores, como o aumento do desemprego, o salário mínimo e auxílio emergencial insuficiente, além de problemas estruturais como a desigualdade social e a miséria. Não é um problema simples de ser solucionado, por isso listamos alguns repertórios socioculturais para você entender mais sobre o assunto e até mesmo usar na sua redação sobre o tema “A insegurança alimentar e a fome no Brasil”. Confira! Vídeo | Como o Brasil que alimenta 1 bilhão no mundo tem 10 milhões passando fome Este vídeo da BBC News mostra como o Brasil, um país que alimenta 1 bilhão de pessoas no mundo, enfrenta hoje o pior número já registrado nos últimos 15 anos de pessoas passando fome. O repórter Ricardo Senra explica esse cenário mostrando como funciona e para quem se destina a produção de alimentos realizada pelo agronegócio e pela agricultura familiar. Enquanto o agronegócio é destinado à exportação e possui maior incentivo para a sua produção, a agricultura familiar – que é realizada pelos pequenos produtores rurais e destinada à população local – não possui apoio. O vídeo também mostra outros fatores que contribuem para o aumento da fome no Brasil. Assista ao vídeo e entenda: https://youtu.be/lDS5VhVGSZc Livro | Quarto do Despejo, de Carolina Maria de Jesus O livro Quarto de Despejo: diário de uma favelada, da escritora Carolina Maria de Jesus, é um repertório perfeito para o tema! No livro, publicado em 1960, Carolina relata a sua vida como catadora de sucatas na favela do Canindé, localizada na Zona Norte de São Paulo. Em seus escritos, vários problemas estruturais do país são abordados, como a desigualdade social, a miséria e o racismo. Nesse contexto, ela denuncia a fome como um direito básico negado, a alta dos preços no mercado provocada pela inflação da época e a angústia de não ter comida para alimentar seus três filhos. Em um cenário onde comer é para poucos, ela escreve: “O maior espetáculo do pobre da atualidade é comer” – citação que ilustra muito bem a realidade atual, não é mesmo? Dados | IBGE: insegurança alimentar grave atinge 10,3 milhões de brasileiros Segundo os dados da Pesquisa de Orçamentos Familiares 2017-2018: Análise da Segurança Alimentar no Brasil, divulgada pelo IBGE em 2020, a insegurança alimentar grave atingiu 10,3 milhões de brasileiros. Vale lembrar que esse nível de insegurança é quando as pessoas não conseguem acessar alimentos para consumo, ou seja, passam fome. Confira os dados neste link. Notícia | Garimpo contra a fome Você lembra daquela notícia que circulou há alguns meses atrás de pessoas revirando caminhões de descarte de ossos em busca de comida? O aumento da pobreza e da fome fez com que muitas pessoas em situação de vulnerabilidade acabassem buscando restos de carne e ossos que são rejeitados pelos mercados. Essa cena chocou o Brasil ao retratar a situação grave que vivemos e, por causa disso, os ossos acabaram virando um símbolo nacional em protestos contra a fome. Trata-se de um caso recente que pode ser usado como repertório, o você acha? Para ler a notícia completa, acesse aqui. Legislação | Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional O acesso à alimentação adequada é um direito garantido por lei e, por isso, é dever do Estado investir em políticas e ações para que se torne uma realidade. É o que diz a Lei nº 11.346, de 15 de setembro de 2006, veja: “Art. 2º A alimentação adequada é direito fundamental do ser humano, inerente à dignidade da pessoa humana e indispensável à realização dos direitos consagrados na Constituição Federal, devendo o poder público adotar as políticas e ações que se façam necessárias para promover e garantir a segurança alimentar e nutricional da população.” Essa lei criou o Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional – SISAN com o objetivo de estabelecer diretrizes para que o poder público e a sociedade civil realizem programas que garantam a segurança alimentar para todos os cidadãos. É uma lei importante para o combate à miséria e à fome. Acesse a legislação neste link. Filme | O poço (2019) O filme O poço (2019), exibido pela Netflix, faz uma metáfora sobre a lógica da sociedade vertical. Em uma prisão onde os detentos são alimentados por uma plataforma descendente, as pessoas que estão nos níveis mais altos comem mais do que o necessário e os que estão nos andares mais baixos ficam com os restos. Nesse cenário, a insegurança alimentar e a fome podem ser percebidas pela miséria vivida pelas pessoas que estão no fundo do poço. O filme, de maneira metafórica, denuncia o problema da má distribuição de recursos e a desigualdade social. Assista ao trailer a seguir: Quer saber mais sobre como O poço pode ser usado na redação? Leia este post que fizemos sobre o filme! Documentário | Histórias da Fome no Brasil (2017) A fome é um problema estrutural que atinge o Brasil há séculos. É o que mostra o documentário Histórias da Fome no Brasil, produzido pela Ação da Cidadania e com o apoio da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO). O documentário faz um panorama sobre a fome no Brasil e mostra como o país enfrentou esse problema desde o Brasil Colônia até as políticas públicas que resultaram na saída do Brasil, em 2014, do Mapa da Fome. Reserve um tempo e assista! O documentário está disponível no GloboPlay ou no Youtube, a seguir: E aí, o que você achou dos repertórios que selecionamos? Você conhece outras referências que poderiam ser relacionadas ao tema? Queremos muito saber qual é a sua opinião e solução para o problema! Escreva a sua redação sobre “A insegurança

Você já escreveu uma redação sobre “A insegurança alimentar e a fome no Brasil”? Confira o tema da semana! Nos últimos anos, a insegurança alimentar virou pauta recorrente nos noticiários. O motivo se dá por causa do aumento do número de pessoas que estão nessa situação e que enfrentam a fome diariamente. Por se tratar de um problema urgente, é necessário pensarmos nas suas causas e soluções. Foi por isso que escolhemos esse tema para você treinar a sua redação! Leia os textos motivadores a seguir e, com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo sobre o tema “A insegurança alimentar e a fome no Brasil”. TEXTO 1 O que é insegurança alimentar? O termo é utilizado para especificar quando uma pessoa não tem acesso regular e permanente a alimentos em quantidade e qualidade suficientes para sua sobrevivência saudável. Ou seja, quando, por qualquer razão, não há condições de se manter ao menos três refeições diárias saudáveis e em quantidade suficiente para suprir as necessidades do corpo. Não é só a falta de comida, mas também a substituição de alimentos ricos em nutrientes e vitaminas por alimentos mais baratos na tentativa de compensar o preço. Tais alimentos têm alto teor de farinhas e açúcares. Isso traz impactos para a saúde, como enfraquecimento do corpo, prejuízos no desenvolvimento físico e mental e aumento da probabilidade de doenças. Tipos de insegurança alimentar Para fins de estudos, a insegurança alimentar é classificada em três tipos: […] Insegurança alimentar: o que está acontecendo no Brasil? “A produção de comida de verdade, como alimentos frescos (frutas, verduras, legumes e cereais), vem tendo cada vez mais um custo elevado por escolhas governamentais; especialmente nos últimos cinco anos, pelo desestímulo contínuo às políticas de crédito à agricultura familiar”, explica a nutricionista Melissa de Araújo, coordenadora da Conselho de Segurança Alimentar e Nutricional Sustentável de Minas Gerais. “É esse tipo de agricultura que, de fato, é responsável pela produção de alimentos para suprir às necessidades da população.” Ela aponta ainda que o acesso aos alimentos, sobretudo nas áreas urbanas, depende do acesso à renda. “Não podemos e não devemos ter uma visão simplista sobre a situação, acreditando que somente políticas assistencialistas de doação de cestas básicas serão capazes de resolver o problema”, enfatiza. Paulo Petersen, membro do Núcleo Executivo da Articulação Nacional de Agroecologia, explica ainda que a maior parte da produção na agricultura brasileira está destinada à produção de ração, combustíveis e exportação. “Hoje o governo deixou de regular as políticas de segurança alimentar e há uma inflação muito alta junto de níveis de desemprego cada vez mais altos”, adiciona. “Alimento não pode ser uma mercadoria como outra qualquer”, defende. “É necessário incentivar a agricultura familiar, que segue sendo a principal fonte dos alimentos consumidos, e políticas que favoreçam a distribuição local”, afirma, citando o Programa Nacional de Alimentação Escolar e o Programa de Aquisição de Alimentos da Agricultura Familiar, que estão sendo desmantelados. Fonte: https://www.opovo.com.br/noticias/brasil/2021/10/23/inseguranca-alimentar-entenda-o-que-e-e-qual-a-situacao-do-brasil.html Agora que você leu os textos motivadores, confira a lista de repertórios sobre o tema “A insegurança alimentar e a fome no Brasil”. Após escrever a sua redação, envie em nossa plataforma e receba a correção em até 3 dias úteis!

Fugir ou tangenciar o tema pode prejudicar a nota da sua redação. Mas você sabe o que esses termos significam e como se diferenciam? Descubra neste post!

Você vai fazer o ENEM 2022? Comece a se preparar para a redação agora! Confira as dicas que preparamos para você neste post. O Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) é uma prova muito importante para quem sonha entrar na universidade, pois tirar uma boa nota na prova pode ser uma porta de entrada para aquele curso super concorrido. Você vai fazer o exame no próximo ano? Então, comece a se preparar para a redação do ENEM 2022 agora! Afinal, essa etapa da prova possui um grande peso na nota final e, por isso, deve ser estudada com atenção e antecedência. Confira a seguir as dicas que preparamos para você organizar os seus estudos e se sair bem na redação do ENEM 2022. Siga a leitura! Conheça as competências avaliadas Antes de tudo, é essencial que você se informe sobre como é avaliada a redação do ENEM e a estrutura cobrada. Em suma, os participantes devem desenvolver um texto dissertativo-argumentativo de acordo com o tema proposto pela banca, que somente é revelado no dia da prova. Nesse texto, você deverá: Segundo a Cartilha do Participante, a redação deve obedecer algumas competências que são exigidas e avaliadas pela banca avaliadora, são elas: Para entender mais a fundo como a redação do ENEM 2022 vai funcionar, leia a Cartilha do Participante disponibilizada pelo Inep e fique de olho no edital do ENEM que sempre é publicado alguns meses antes da prova. Faça um cronograma de estudos A nossa segunda dica é: planeje os seus estudos! Para se dar bem na redação do ENEM é necessário investir em uma preparação antecipada e muito treinamento. Isso quer dizer que não adianta deixar para estudar em cima da hora, viu? É estudando um pouco a cada semana que você irá assimilar o aprendizado, desenvolver a sua habilidade para a escrita e alcançar a nota máxima. Nós indicamos que você treine a redação pelo menos uma vez por semana. Para isso, defina um dia para estudar a redação e escolha um tema diferente a cada semana para treinar. Anote todas as dúvidas que surgirem durante a escrita em um caderninho e, depois, reserve um tempo para dar atenção a esses pontos que devem ser melhorados. Você percebeu que tem mais dificuldade em formular a proposta de intervenção? Ou a sua maior dificuldade é a gramática? Reserve uma hora para estudar essas competências! Amplie o seu repertório Os repertórios socioculturais fazem parte dos critérios avaliados pela banca e se referem ao conhecimento de mundo do participante sobre o tema. Trata-se de referências como filmes, citações, livros, séries, notícias, pesquisas ou até mesmo uma música daquele artista que você tanto gosta! É muito comum que os participantes tenham dificuldades de lembrar de um repertório relacionado ao tema no dia do exame. Por isso, uma dica prática que irá te ajudar é anotar em um caderno tudo o que você consumir durante o ano e achar que pode ser usado na redação. Assistiu a um filme que aborda um assunto pertinente para o ENEM? Leu uma manchete de jornal ou uma pesquisa atual? Anote em seu caderno! Ao tomar notas, você exercita a sua memorização e consegue lembrar mais facilmente dos repertórios no dia da prova. Acompanhe as notícias atuais Estar por dentro das atualidades é essencial para se sair bem na prova do ENEM, tanto na redação quanto nas questões. Portanto, tenha o hábito de ler sites de notícias confiáveis e/ou acompanhar os noticiários e podcasts. Nós sabemos que, muitas vezes, com a correria do dia a dia é difícil acompanhar tudo o que acontece no mundo. Por isso, o ideal é reservar pelo menos uma horinha do dia para se informar sobre as notícias que estão rolando no momento. Isso fará com que o seu repertório e conhecimento de mundo aumentem muito! Leia redações anteriores Uma ótima forma de se preparar para a redação do ENEM 2022 é ler as redações nota mil das edições anteriores. Você consegue acessar alguns exemplos de redações no final da própria Cartilha do Participante. Ao ler uma redação nota 1000, observe a forma como as ideias foram construídas e articuladas aos repertórios e proposta de intervenção. Pratique a redação Lembre-se dessa dica como um mantra: só se aprende a escrever bem, escrevendo! A escrita é uma habilidade que só se adquire com muito treino, por isso é importante que você inclua em sua rotina de estudos a prática de redação. Porém, não basta colocar apenas a mão na massa. Neste momento, é fundamental que você tenha uma ajuda profissional para corrigir a sua redação e direcionar você sobre como melhorá-la. Afinal, muitas vezes não conseguimos identificar os nossos pontos fracos sozinhos. Inclusive, discutimos sobre isso no oitavo episódio do Papo Redação, o nosso podcast, dá uma olhada: É aí que a plataforma do Redação Online pode ajudar você nessa jornada! Nossa equipe de corretores especializados em redação pode ajudar você a aperfeiçoar a sua escrita e alcançar a tão sonhada nota máxima no ENEM! Funciona assim: ao assinar um dos nossos planos, você tem acesso à plataforma e pode escolher um tema de redação para praticar – toda semana nós postamos aqui no blog e na plataforma um tema novo! Em apenas três dias, um corretor irá corrigir a sua redação, dar uma pontuação e dicas para aperfeiçoá-la! Que tal começar o ano com a gente? Confira os nossos planos e comece a se preparar agora para a redação do ENEM 2022! Quer conferir mais dicas de como se preparar para a redação do ENEM 2022? Confira o vídeo que a professora Chay preparou: https://youtu.be/VgnPjaHwf9M
Quer saber mais sobre “Falta de acesso ao planejamento familiar no Brasil”? Confira alguns repertórios que listamos para o tema! Decidir sobre quantos filhos ter – ou simplesmente não ter – e qual é o melhor momento para gestar é um direito de cidadania no Brasil. No entanto, a falta de acesso ao planejamento familiar é uma realidade de muitas pessoas, principalmente das classes baixas, que enfrentam a falta de assistência e dificuldades no acesso a métodos contraceptivos. É sobre isso que o nosso tema da semana aborda: a “Falta de acesso ao planejamento familiar no Brasil”. Para ajudar você a desenvolver a sua redação e refletir sobre essa problemática, selecionamos neste artigo alguns repertórios socioculturais sobre o tema. Confira! Vídeo | Falta de planejamento Neste vídeo, o médico Drauzio Varella entrevista mulheres que lidam com a gravidez não planejada – entre elas uma adolescente – e profissionais da saúde para falar sobre a importância do planejamento familiar. Ele enfatiza que a taxa de natalidade é maior entre adolescentes pobres, sendo um fator que contribui para o ciclo da pobreza. Além disso, o vídeo apresenta os diferentes métodos contraceptivos disponíveis no SUS, como diafragma, pílulas, DIU de cobre, laqueadura e vasectomia, bem como os preservativos (masculino e feminino) que protegem também contra as ISTs – infecções sexualmente transmissíveis. Confira: https://youtu.be/yqloJ1EOcns Reportagem | Profissão Repórter mostra como é o acesso das mulheres a métodos contraceptivos no Brasil O Profissão Repórter apresenta a luta de mulheres para ter acesso aos métodos contraceptivos no Brasil e aponta que 25% das mulheres que vivem na cidade de Cristalândia, em Tocantins, preferem fazer laqueadura por considerarem ser um método mais eficaz para evitar a gestação. Além disso, a reportagem mostra o trabalho de médicas que atuam para que o acesso ao planejamento familiar e reprodutivo seja efetivado, mesmo em meio a tanto conservadorismo. Confira a matéria completa no g1 globo. Artigo | Direitos reprodutivos: uma história de avanços e obstáculos Você sabe o que são direitos reprodutivos? Trata-se de um conceito fundamental para a nossa discussão, pois envolve o direito ao planejamento familiar. Neste artigo, o jornal Nexo explica o conceito, a sua relação com o movimento feminista e a luta pela equidade de gênero e como esses direitos ligados à reprodução e sexualidade passaram a fazer parte dos direitos humanos. O artigo também destaca que a implementação dos direitos reprodutivos enfrenta alguns obstáculos: a resistência de grupos religiosos e políticas conservadoras que impedem o seu avanço. Leia o artigo completo aqui. Dados | Falta de acesso aos serviços de planejamento familiar na pandemia Segundo o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), 12 milhões de mulheres em 115 países, incluindo o Brasil, perderam o acesso a serviços de planejamento familiar em 2020 por conta da pandemia da Covid-19. Esse fator levou a 1,4 milhões de gravidezes indesejadas. De acordo com Astrid Bant, representante da UNFPA no Brasil, as regiões mais afetadas pela falta de acesso a serviços de saúde reprodutiva foram o Norte e Nordeste. Segundo ela: “Durante crises de saúde e crises humanitárias, são as pessoas em situação de maior vulnerabilidade que enfrentam possíveis rupturas em seu acesso a serviços. E é preciso lembrar que o acesso a contraceptivos, assim como atendimento em saúde reprodutiva, é um direito humano, e temos trabalhado para garanti-lo”. Além desses dados, esta matéria do jornal O Globo também mostra os impactos da pandemia nos serviços de planejamento familiar e reprodutivo, ao afirmar que a oferta do DIU e laqueadura pelo SUS caiu mais de 40%. Documentário | Meninas (2006) Meninas (2006) é um documentário brasileiro, dirigido por Sandra Werneck, que aborda a gravidez na adolescência por meio da história de Evelin (13 anos), Luana (15 anos), Edilene (14 anos) e Joice (15 anos). Todas são adolescentes que moram em comunidades pobres do Rio de Janeiro e têm suas vidas afetadas pela gravidez precoce. O documentário alerta para a importância de incentivar políticas sociais e educativas sobre sexualidade e que conscientizem adolescentes sobre os impactos de uma gravidez indesejada e não planejada em suas vidas. Meninas (2006) está disponível no Youtube, a seguir: Série | The Handmaid’s Tale (2017) A premiada série The Handmaid’s Tale (2017) também pode ser um repertório para a sua redação! O drama, baseado no livro homônimo de Margaret Atwood, aborda a perda dos direitos sexuais e reprodutivos das mulheres. Em um futuro distópico, o planeta enfrenta uma crise de natalidade causada por problemas ambientais em que grande parte da população se torna infértil. Nesse cenário, os EUA sofrem um golpe e se transformam em um Estado totalitário e fundamentalista cristão, chamado República de Gileade. Para manter os níveis demográficos da população, as poucas mulheres férteis – as Aias – são forçadas a procriar com a elite, ou seja, elas perdem a sua autonomia e têm seus direitos sexuais e reprodutivos completamente negados. Assista ao trailer a seguir: E aí, você gostou dos repertórios que selecionamos? Esperamos que eles ajudem você a fundamentar a sua tese! Agora, escreva a sua redação sobre o tema “Falta de acesso ao planejamento familiar no Brasil” e envie em nossa plataforma que a corrigimos em até 3 dias úteis!

Você já escreveu uma redação sobre “Falta de acesso ao planejamento familiar no Brasil”? Confira o tema da semana! Não é de hoje que a falta de acesso ao planejamento familiar persiste no Brasil e no mundo. O problema afeta principalmente as mulheres mais pobres, que não possuem outros direitos básicos – como moradia, renda, alimentação e educação –, o que aprofunda cada vez mais as desigualdades sociais. Com isso em mente, leia os textos motivadores a seguir e, com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo sobre o tema “Falta de acesso ao planejamento familiar no Brasil”. TEXTO 1 O que é planejamento familiar? “Conforme a lei federal 9.263/96, o planejamento familiar é direito de todo o cidadão e se caracteriza pelo conjunto de ações de regulação da fecundidade que garanta direitos iguais de constituição, limitação ou aumento da prole pela mulher, pelo homem ou pelo casal. Em outras palavras, planejamento familiar é dar à família o direito de ter quantos filhos quiser, no momento que lhe for mais conveniente, com toda a assistência necessária para garantir isso integralmente. Para o exercício do direito ao planejamento familiar, devem ser oferecidos todos os métodos e técnicas de concepção e contracepção cientificamente aceitos e que não coloquem em risco a vida e a saúde das pessoas, garantindo a liberdade de opção.” Fonte: Biblioteca Virtual em Saúde – o que é planejamento familiar TEXTO 2 Planejamento familiar “Em agosto de 2004, o jornal Folha de São Paulo publicou informações contidas no banco de dados do município, colhidas no período de 2000 a 2004 pela Fundação SEADE. A reportagem nos ajuda a avaliar o potencial explosivo que a falta de acesso aos métodos de contracepção gera na periferia e nas favelas das cidades brasileiras. Se tomarmos os cinco bairros mais carentes, situados nos limites extremos de São Paulo – Parelheiros, Itaim Paulista, Cidade Tiradentes, Guaianazes e Perus -, a proporção de habitantes inferior a 15 anos varia de 30,4% a 33,4% da população. Esses números estão bem acima da média da cidade: 24,4%. Representam mais do que o dobro da porcentagem de crianças encontrada nos cinco bairros com melhor qualidade de vida. O grande número de jovens, associado à falta de oferta e trabalho na periferia, fez o nível de desemprego no extremo leste da cidade atingir 23,5% – contra 12,4% no centro da cidade no ano passado. Ele também explica por que a probabilidade de um jovem morrer assassinado na área do M’Boi Mirim, na zona sul, é 19 vezes maior do que em Pinheiros, bairro de classe média. Nem haveria necessidade de números tão contundentes para tomarmos consciência da associação de pobreza com falta de planejamento familiar e violência urbana: o número de crianças pequenas nas ruas dos bairros mais violentos fala por si. O de meninas em idade de brincar com boneca aguardando atendimento nas filas das maternidades públicas também. Basta passarmos na frente de qualquer cadeia brasileira em dia de visita para nos darmos conta do número de adolescentes com bebês de colo na fila de entrada. Todos nós sabemos quanto custa criar um filho. Cada criança concebida involuntariamente por casais que não têm condições financeiras para criá-las empobrece ainda mais a família e o País, obrigado a investir em escolas, postos de saúde, hospitais, merenda escolar, vacinas, medicamentos, habitação, Fome Zero e, mais tarde, na construção de cadeias para trancar os malcomportados. O que o pensamento religioso medieval e as autoridades públicas que se acovardam diante dele fingem não perceber é que, ao negar o acesso dos casais mais pobres aos métodos modernos de contracepção, comprometemos o futuro do País, porque aprofundamos perversamente a desigualdade social e criamos um caldo de cultura que contém os três fatores de risco indispensáveis à explosão da violência urbana: crianças maltratadas na primeira infância e descuidadas na adolescência, que vão conviver com pares violentos quando crescerem.” Fonte: drauzio varella – planejamento familiar artigo TEXTO 3 Para onde vamos em um país sem planejamento familiar? “Desde que me formei e comecei a atuar no SUS eu coleciono histórias de gestações indesejadas e não planejadas. Já vi isso ocorrer nem sei quantas vezes e, em muitas, a chegada de um novo bebê significava uma pequena tragédia econômico-familiar. Nos idos de 2011, no meu primeiro emprego depois de formada, atendi uma moça na sua quinta gestação. Como de praxe, perguntei a ela se era um evento planejado e desejado. Ela disse que não. Que engravidou usando a pílula e amamentando seu bebê de 6 meses. ‘Que estranho! Posso ver as cartelas?’ Chequei a data de validade. Tudo certo. Eram mini-pílulas. Daquelas que se deve tomar todos os dias, sempre no mesmo horário e sem fazer pausa entre as cartelas para que funcionem. ‘Te explicaram direito como se deve usar?’ ‘O médico me deu no lugar da injeção que eu sempre usei. Não tinha a injeção no dia que sai da maternidade. Parece que tá em falta até hoje.’ Peguei a receita e lá estava escrita a forma correta de se tomar os comprimidos. ‘Tomar todos os dias, sempre no mesmo horário e sem dar pausa entre as cartelas. Certo?’ ‘Sem pausa? Mas eu tava dando as pausas. Igualzinho eu fazia quando usava uma outra pílula.’ Era uma moça miserável e analfabeta. Por óbvio, não havia lido as instruções de uso. Também não foi perguntada sobre sua capacidade de leitura. Não foi informada adequadamente sobre o modo correto de tomar os comprimidos. Não pôde usar o método que já estava acostumada a usar porque ele não estava disponível no SUS e ela não tinha dinheiro para comprar. Engravidou do quinto filho morando em uma casa miserável e sem condições financeiras de cuidar de nenhum.” Fonte: uol – para onde vamos em um país sem planejamento familiar Confira a lista de repertórios sobre o tema “Falta de acesso ao planejamento familiar no Brasil”. Após escrever a sua redação, envie

A Síndrome de Burnout se tornou uma das condições mais comuns da sociedade moderna. Saiba mais sobre ela e como evitá-la!

Você sabe quais são os vestibulares mais concorridos do Brasil? Neste texto, o Redação Online compilou os principais. Descubra!

Quer saber mais sobre “Direitos dos animais no esporte”? Confira alguns repertórios que listamos para o tema! Você viu nos textos motivadores que a legislação brasileira é considerada frágil quando se trata de direitos dos animais. Essa fragilidade se dá porque não há uma lei específica que trata do tema e, além disso, as leis que abordam os animais são conflitantes: ao mesmo tempo que no Código Civil brasileiro os animais são entendidos como “objetos”, há outras leis vigentes e em tramitação que protegem os animais de crueldade. O tema é polêmico, nós sabemos! No entanto, é importante que o debate seja feito. Para você entender mais sobre o tema “Direitos dos animais no esporte”, separamos alguns repertórios socioculturais para ajudar você a fundamentar a sua redação. Boa leitura! Legislação | Constituição Federal Embora não haja uma lei específica que assegura os direitos dos animais no esporte, é possível usar na redação outros artigos da legislação brasileira que mencionam a proteção dos animais. A Constituição Federal, por exemplo, fala sobre a proteção dos animais e o meio ambiente nos artigos 23 e 225. O art. 23 afirma que é dever dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios preservar as florestas, a fauna e a flora. Já o artigo 225 estabelece que todos têm o direito ao meio ambiente “ecologicamente equilibrado” e enfatiza que o Poder Público e a coletividade devem preservá-lo e defendê-lo para as futuras gerações. Além disso, este artigo diz que o Poder Público deve: “VII – proteger a fauna e a flora, vedadas, na forma da lei, as práticas que coloquem em risco sua função ecológica, provoquem a extinção de espécies ou submetam os animais à crueldade.” Vídeo | Direito e proteção aos animais no Brasil Neste vídeo, as professoras de Direito Ana Cristina Tasaka e Gisele Porto Barros apontam uma problemática relacionada à Constituição Federal. Como vimos, a Constituição ressalta que é dever de todos proteger os animais da crueldade, porém o artigo 225 apresenta uma exceção: não são consideradas práticas cruéis aos animais aquelas desportivas consideradas manifestações culturais (como a vaquejada). Essa exceção foi incluída por meio da Emenda Constitucional 96 e enfatiza que práticas como essas devem assegurar o bem-estar dos animais envolvidos. Confira o bate-papo: Documento | Declaração Universal dos Direitos dos Animais A Declaração Universal dos Direitos dos Animais, criada em 1977 pela Liga Internacional dos Direitos dos Animais e proclamada pela UNESCO, reforça a ideia de que os animais não humanos possuem o direito a uma vida digna. O documento apresenta 14 princípios que servem até hoje como referência para a criação de leis focadas nos direitos dos animais em todo o mundo. Leia a Declaração completa aqui. Documentário | Animais Seres Sencientes – WSPA Brasil O documentário “Animais Seres Sencientes”, produzido pela WSPA – Sociedade Mundial de Proteção Animal, discute um conceito comprovado cientificamente: a senciência, ou seja, a capacidade dos animais em sentir dor, alegria, saudade, prazer etc. Trata-se de um conceito fundamental para a defesa dos direitos dos animais e a proteção da sua integridade. O documentário aborda a senciência de animais de companhia, animais silvestres e os animais utilizados para produção, trabalho e entretenimento. Assista a seguir: Filósofo | Jeremy Bentham Jeremy Bentham foi um filósofo do século XVIII que ajudou a criar a base para os direitos dos animais. Na época ele já argumentava que os animais devem ter direitos pelo fato de possuírem a capacidade de sofrer. Além disso, ele recusava a ideia de que a falta de “lógica” deveria ser um critério para tratarmos outros seres como inferiores. O autor ficou conhecido pela famosa frase: “A questão não é ‘eles pensam?’ ou ‘eles falam?’, a questão é ‘eles sofrem?’”. Filme | Como treinar o seu dragão (2010) Você já assistiu a animação “Como treinar o seu dragão” (2010)? Ele é um repertório de entretenimento perfeito para esse tema! A história gira em torno de Soluço, um adolescente viking que vive em um lugar onde os combates entre vikings e dragões são muito comuns. O conflito da história começa quando Soluço captura um dragão, mas não consegue matá-lo. Após esse episódio, Soluço solta o dragão, cuida do seu ferimento e constrói uma verdadeira relação de amizade com o dragão que passa a se chamar Banguela. O filme está disponível na Netflix. Confira o trailer: Documentário | Zero boi (2016) A vaquejada é considerada uma prática desportiva de manifestação cultural do Nordeste brasileiro que volta e meia está em pauta no Congresso por conta da pressão pública pelos direitos dos animais. O mini-documentário “Zero Boi” aborda a legalidade/ilegalidade da vaquejada e mostra diferentes pontos de vista (a favor e contra) sobre essa prática. Hoje, a vaquejada é considerada legal e é entendida como patrimônio cultural brasileiro. Assista ao documentário abaixo: Cartilha | Manual de Boas Práticas para o Bem-Estar Animal em Competições Equestres No Brasil, os esportes que envolvem animais devem priorizar os cuidados com a saúde e bem-estar animal. Em 2015, o MAPA lançou o “Manual de Boas Práticas para o Bem-Estar Animal em Competições Equestres”. O guia conta com orientações sobre o uso de equipamentos adequados, métodos de treinamento dos animais, conduta dos esportistas, regulamentos das competições, entre outros. Confira o manual completo neste link. Artigo | Direitos dos animais: quais são e por que eles precisam ser defendidos Este artigo da ONG Animal Equality apresenta um panorama sobre os direitos dos animais no Brasil, os principais teóricos que ajudaram a fundamentar o conceito e casos marcantes da história relacionados à causa animal na justiça. No artigo, a advogada Letícia Filpi, da ABRAA, faz uma crítica às normas de bem-estar animal vigentes na legislação brasileira, afirmando que elas “não trazem efetivamente bem-estar para um ser senciente pois ele está sendo tratado como coisa”. Acesse o artigo completo aqui. Agora queremos saber: qual é o seu ponto de

Você já escreveu uma redação sobre “Direitos dos animais no esporte”? Confira o tema da semana! A Olimpíada de Tóquio 2021 levantou uma discussão importante sobre os direitos dos animais no esporte após uma técnica de hipismo bater em um cavalo na prova. O resultado disso foi a exclusão dessa modalidade nos Jogos Olímpicos de Los Angeles em 2028. Para além desse episódio, o debate sobre a utilização de animais no esporte divide opiniões: de um lado, há quem defenda o uso dos animais desde que a prática assegure o seu bem-estar; por outro lado, há quem questione a utilização dos animais em qualquer prática esportiva. Leia os textos motivadores a seguir e, com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo sobre o tema “Direitos dos animais no esporte”. TEXTO 1 Técnica da Alemanha é desqualificada das Olimpíadas por bater em cavalo A técnica de pentatlo moderno da Alemanha, Kim Raisner, foi desclassificada das Olimpíadas de Tóquio por bater em um cavalo, disse a União Internacional de Pentatlo Moderno (UIPM) em um comunicado neste sábado (7). O incidente ocorreu enquanto Raisner tentava ajudar a pentatleta alemã Annika Schleu na sexta-feira (6), antes de sua rodada de saltos no evento feminino. Schleu foi vista lutando esforçadamente para controlar Saint Boy, o cavalo com o qual ela havia sido designada para pular. “O Conselho Executivo da UIPM deu um cartão preto à técnica da seleção alemã Kim Raisner, desqualificando-a do restante dos Jogos Olímpicos de Tóquio em 2020”, disse a UIPM. “O comitê analisou o vídeo que mostrava a senhora Raisner aparentando golpear o cavalo Saint Boy, montado por Annika Schleu, com seu punho durante a disciplina de equitação da competição feminina de pentatlo moderno.” Resistência Saint Boy estava resistindo e se recusando a trotar ao redor da pista enquanto Schleu tentava controlá-lo. Os atletas no pentatlo recebem cavalos para competir aleatoriamente e têm apenas 20 minutos para se relacionarem com os animais antes do início da rodada de saltos. “A competição de hoje na equitação do pentatlo moderno foi parcialmente caracterizada por cenas que prejudicaram a imagem do esporte”, disse o comitê olímpico alemão em nota enviada à CNN neste sábado. “Precisa ser mudado para que o cavalo e o cavaleiro fiquem protegidos. O bem-estar do animal e uma competição justa para os atletas precisam ser o foco.” Fonte: cnn brasil TEXTO 2 Um pouco dos animais no esporte Eles estão lá, mas apenas porque foram colocados. Eles não falam, falam por eles. E eles reclamam, mas escolhemos o quanto queremos ouvir. Os animais estão presentes no mundo dos esportes, em meio aos grandes eventos, premiações e apostas milionárias. Contudo, o maior questionamento está no que de fato é feito a favor dos interesses desses animais, a partir de como são vistos socialmente. Classificação legal Não há muita segurança a esses seres no âmbito jurídico. No Código Civil brasileiro os animais são classificados como objetos, mais especificamente como “bens semoventes”. De acordo com o Artigo 82: “São móveis os bens suscetíveis de movimento próprio, ou de remoção por força alheia, sem alteração da substância ou da destinação econômico-social”. Ainda há trechos referentes à condição animal no Código de Defesa do Consumidor, no qual há o direito de arrependimento, que estabelece ser “absolutamente ilegal cláusula que estabelece a recusa da devolução do animal”. Assim, em caso de arrependimento com seu produto, o comprador pode devolvê-lo, tornando a situação dos animais extremamente vulnerável. A professora Ivanira Pancheri, uma das responsáveis pela disciplina Direito dos Animais na Faculdade de Direito da USP, explica que essa classificação do animal como coisa vem do Direito Romano. Tais nomenclaturas foram criadas como uma forma de proteger essa coisa, tornando-a algo que poderia ser apropriado. Atualmente, não há mais uma discussão sobre os animais serem sencientes, ou seja, de manifestarem emoções. Segundo ela, há um movimento em países como Alemanha e Suíça, para elevar esses animais, e diferenciá-los de objetos não vivos, como uma cadeira, por exemplo. No entanto, nenhum país no mundo atingiu o nível de fornecer uma personalidade jurídica aos animais. Ivanira também pontua a importância do pensamento denominado One Health, que ajuda a centralizar as principais questões da discussão: “Se não houver esse viés de direito animal, de uma visão exclusiva para o bem-estar do animal, do ser senciente, com respeito à dignidade e à liberdade daquele ser, há um segundo viés que é possível colocar na discussão. A saúde do animal é importante para a saúde do meio ambiente e para uma saúde única, inclusive que nos afeta”. Há no Brasil um projeto de lei em tramitação que trata sobre essa mudança de status primária. Contudo, o PLC 27/2018, inicialmente proposto pelo deputado federal Ricardo Izar, sofreu intensas modificações a partir da inserção de emendas que, na opinião da professora, restringiram os grupos de animais que se beneficiariam desse reconhecimento. No final de setembro de 2020, o presidente Jair Bolsonaro assinou sancionar a PL1095 que altera a Lei de Crimes Ambientais. A partir de agora, a legislação conta com um item específico que diz respeito à proteção de gatos e cachorros. Fonte: jornalismo junior TEXTO 3 Ativistas e criadores divergem sobre projeto que transforma animais em sujeitos de direito Aspectos jurídicos do Projeto de Lei 6054/19, conhecido como “PL animal não é coisa”, colocaram em lados opostos, nesta sexta-feira (15), ativistas da causa animal e criadores. Para os ativistas, o texto garante que animais vítimas de maus-tratos tenham, por via judicial, a devida reparação do dano a ele causado. Criadores, adestradores e segmentos do agronegócio acreditam que a proposta abre brechas para demandas judiciais absurdas, tais como questionar a pecuária e o adestramento sob a alegação de proteção animal. O Projeto de Lei 6054/19 (antigo PL 6799/13) cria um regime jurídico especial para animais não humanos, assegurando a eles, mesmo não tendo personalidade jurídica, o direito de serem representados na Justiça em caso

Vai fazer a redação do vestibular da Unesp? Saiba como funciona a redação e prepare-se para o dia da prova! A redação da Unesp será cobrada na segunda etapa do vestibular, que acontecerá no próximo domingo (19). Nesse dia, além da redação, serão avaliadas 60 questões objetivas de múltipla escolha, divididas entre as áreas de Linguagens e Códigos, Ciências Humanas, Ciências da Natureza e Matemática. A redação é uma das maiores preocupações de quem está prestando vestibular. Afinal, ela tem um grande peso na nota final da prova. Por isso, fizemos este artigo para explicar para você como funciona a redação da Unesp, quais são os critérios de avaliação e os últimos temas cobrados. No final do artigo, também daremos algumas dicas para você se sair bem na redação e garantir a vaga tão sonhada em uma das melhores universidades do país. Continue a leitura! Como funciona a redação da Unesp? A redação da Unesp faz parte da segunda etapa do vestibular. Essa etapa possui caráter classificatório e vale 28 pontos dos 100 pontos totais desta etapa do processo seletivo. Assim como no Enem, a redação exigida pela Unesp é um texto dissertativo-argumentativo. Portanto, com base nos textos motivadores e no seu conhecimento de mundo, você deverá apresentar o seu ponto de vista sobre o tema de redação e defendê-lo com bons argumentos. No entanto, diferente da redação do Enem, você não precisará apresentar uma proposta de intervenção na conclusão. Assim, ao final da redação, espera-se que você apenas apresente uma consideração final de acordo com os argumentos apresentados ao longo do texto. Como a redação da Unesp é avaliada? Para se sair bem na redação, é importante que você conheça os critérios de avaliação da instituição. Assim, você se sentirá mais preparado/a no dia da prova e conseguirá desenvolver uma boa redação. Segundo o manual do candidato da Unesp, a avaliação é realizada conforme três critérios: tema, estrutura e expressão. Veja a seguir o que se avalia nesses três critérios: Quando a redação pode ser zerada? Como vimos, uma redação dentro dos parâmetros da Unesp deve obedecer o tema proposto, a estrutura do texto dissertativo-argumentativo e, claro, a norma-padrão da língua portuguesa. Porém, há também alguns critérios para que uma redação seja zerada e, por isso, você deve evitar ao máximo esses erros. São eles: Quais foram os últimos temas cobrados? Uma boa forma de se inspirar e se preparar para a redação é conhecer os temas cobrados nos vestibulares anteriores. Para ajudar você a ter uma ideia das temáticas propostas na redação do vestibular da Unesp, selecionamos os temas cobrados nos últimos cinco anos. São eles: Como fazer uma boa redação da Unesp? Agora que você já sabe como funciona a redação da Unesp, confira a seguir algumas dicas práticas que ajudarão você a garantir uma ótima nota! Faça um projeto de texto Essa dica vale para toda redação de vestibular: projete o seu texto. Ou seja, antes de escrever na folha de entrega, use o rascunho para projetar as ideias da sua redação, definir o seu ponto de vista e os argumentos que você irá utilizar para sustentá-lo. Aproveite este momento para pensar também nos repertórios que serão produtivos para os seus argumentos e como você irá concluir a redação. Após fazer o esboço, passe a redação a limpo na folha oficial de entrega. Foque no tema de redação Essa dica parece óbvia, mas acredite: não é! A pressão do momento muitas vezes faz com que os/as participantes não prestem tanta atenção na frase temática e nos textos motivadores, o que pode ocorrer fuga do tema – erro que, como vimos, pode zerar a redação. Sendo assim, leia com atenção a frase temática e os textos de apoio. Aproveite para circular as palavras-chave e/ou dados importantes dos textos. Lembre-se que eles estão ali para servir de inspiração para você! O ideal é que você saiba interpretar as informações dos textos de apoio, o tema proposto e associá-los à sua argumentação. Faça uma boa argumentação Como já falamos, a argumentação é a base de um texto dissertativo-argumentativo. Assim, é necessário que você defina o seu posicionamento sobre o tema e, depois, selecione os argumentos para defendê-lo. A argumentação na redação Unesp deve ser bem consistente. Por isso, assim como na redação do Enem, você pode fazer uso de citações, dados de pesquisas, livros, filmes ou casos que você viu nos jornais para fundamentá-la. Mas, é claro, lembre-se que o repertório deve ser coerente com a tese e os argumentos apresentados, certo? Administre o tempo da prova Por último, administre o tempo da prova! Defina o tempo necessário para realizar as questões de múltipla escolha e a redação. Lembre-se que a duração da prova é de 5 horas. Então, reserve um tempo para projetar o texto e passá-lo a limpo. Seguindo esses passos e mantendo a calma, temos certeza que você irá se sair bem! Gostou de saber como funciona a redação da Unesp? Esperamos que este conteúdo ajude você a se preparar para a segunda etapa de vestibular e se tranquilizar para a prova! Se você precisar de ajuda, pode contar com a gente! Confira os nossos planos e aproveite para treinar até lá. Não se esqueça de enviar o se rascunho pra gente após a prova! No mais, o Redação Online deseja a você uma ótima prova!