1089 artigos publicados sobre “Para vestibulandos” no Blog do Redação Online.
Navegue pelos conteúdos abaixo para aprofundar seus conhecimentos sobre este tema. Cada artigo traz análises, exemplos práticos e repertórios que podem ser utilizados na sua redação do ENEM, vestibulares e concursos públicos.

Você já tá bem sabidinho e já sabe que tem que planejar o seu texto e também já sabe como fazer uma introdução de arrasar. Agora, chegou a hora de aprender a se defender. Nossa, como assim se defender??? Sim, bebê, a gente quer que você seja o Super Saiyajin da redação. Venha ver Redação por partes: Desenvolvimento. Lembra que a gente combinou que, na sua redação, você precisa ter uma tese? (Se ainda tá meio perdido com isso, espia aqui) E que tese é uma palavra mais chique para dizer opinião? Então, agora chegou a hora de você defender aquilo que você acredita. Parece discurso de livro de autoajuda, mas é de redação que a gente tá falando, mesmo. Simplesmente porque é no desenvolvimento que, como o nome já diz, você desenvolve e defende as ideias que sustentam a sua redação. Parece difícil? Mas não é, não. A gente vai ser legal (como sempre hehehe) e dar algumas dicas bem bacanas. Não tem surpresa, afinal, você já planejou o seu texto Se você planejou o seu texto e chegou até aqui, não tem mistério, pois seus argumentos já foram planejados e, inclusive, já foram citados na introdução. Então, não se descabele porque, nesse momento, tudo o que você tem a fazer é desenvolver uma ideia que já está prontinha na sua cabeça. Caso você não saiba de que planejamento estamos falando, volte duas casas e leia nosso texto sobre isso. E, a partir de hoje, jure juradinho que irá incluir o planejamento da redação em todas as suas produções textuais, tá bem? É um argumento por parágrafo de desenvolvimento, e não 5 Tá vendo porque é importante planejar? Tá, o texto não é sobre planejamento, mas fica difícil falar de um bom desenvolvimento sem relembrar sobre o quanto é importante pensar no texto inteiro antes de começar a produzi-lo, simplesmente porque, se você deixar as ideias correrem soltas, vai dar treta. Então, coloque uma coisa na sua cabecinha: mais valem 2 argumentos bem desenvolvidos, um em cada parágrafo de desenvolvimento, do que uns 5 argumentos rasos. Até rola um terceiro parágrafo de desenvolvimento e, consequentemente, um terceiro argumento. mas não mais do que isso. É impossível se aprofundar e defender um monte de argumento em um número tão limitado de linhas. Não é por acaso que a gente faz textão no facebook quando quer ganhar uma discussão. Não se esqueça que parágrafos são minitextos dentro da sua redação Você tem bons argumentos, mas trava na hora de colocá-los no papel? Tem problema, não. A gente te ajuda. O primeiro passo para construir um bom argumento, completo e bem organizado, é sempre lembrar que um parágrafo é uma redação em miniatura dentro dessa grande coisa que é a sua redação. Isso significa que ele precisa ter 3 coisas: introdução, que, na verdade, é o tópico frasal, desenvolvimento e conclusão. “Aiii, como assim tópico frasal???” Se você não lembra o que é isso, temos um vídeo pra te ajudar E já adiantamos que se trata, resumidamente, da ideia central do seu parágrafo. Tá bom, a gente sabe que com um exemplo fica mais fácil. Espia este parágrafo de desenvolvimento: “Algo que contribui para o enraizamento da noção de inferioridade da mulher na mente dos brasileiros e, portanto, para a persistência de tal violência é a representação feminina na mídia. Mesmo em 2015, comerciais de cerveja, por exemplo, reduzem a figura das brasileiras a objetos sexuais, cujo único objetivo é servir os homens. Ao mesmo tempo, propagandas de produtos de limpeza a ainda existente relação aparentemente natural entre a mulher e a cozinha, sendo o marido o único capaz de trabalhar na sociedade e sustentar a família. Assim, a diferenciação entre gêneros torna-se quase inconsciente, o que acaba servindo como justificativa para que os números de mulheres agredidas não sejam levados tão a sério.” Quer saber quem é quem? Olha: Tópico frasal: “Algo que contribui para o enraizamento da noção de inferioridade da mulher na mente dos brasileiros e, portanto, para a persistência de tal violência é a representação feminina na mídia.” Percebe que, com uma frase, a autora do texto deixou bem claro que o argumento dela se refere à forma como a mídia mostra a mulher? Depois, ela vai desenvolver a ideia. Confere: Desenvolvimento: “Mesmo em 2015, comerciais de cerveja, por exemplo, reduzem a figura das brasileiras a objetos sexuais, cujo único objetivo é servir os homens. Ao mesmo tempo, propagandas de produtos de limpeza a ainda existente relação aparentemente natural entre a mulher e a cozinha, sendo o marido o único capaz de trabalhar na sociedade e sustentar a família.” A estratégia de desenvolvimento escolhida por ela foi a exemplificação. Vamos falar sobre estratégias argumentativas já já. Conclusão: “Assim, a diferenciação entre gêneros torna-se quase inconsciente, o que acaba servindo como justificativa para que os números de mulheres agredidas não sejam levados tão a sério.” Pronto, fechou a ideia. Não fica lindo, gente? Fica. Então, daqui pra frente, prometa que vai se esforçar para construir parágrafos, sejam eles de desenvolvimento ou não, super organizadinhos, com um argumento só, bem desenvolvido, e com uma estrutura bacaninha. Não vá pra guerra sem uma tática Já viu alguém ir pra guerra sem uma tática? Não dá, gente. Assim como foi preciso escolher um tipo de introdução, também vai ser preciso optar por uma estratégia na hora de fazer o seu desenvolvimento. A tal da estratégia argumentativa. E, de novo, a gente não vai te dar um plano infalível, pois o Cebolinha tá aí pra nos mostrar que eles não costumam dar certo. Não decore receitinhas, conheça diferentes estratégias para, na hora H, se dar ao luxo de poder escolher uma, de acordo com aquilo que veio na sua cabeça no momento. Vamos ver algumas das várias táticas possíveis? Exemplo: Trazer um exemplo é sempre muito bom. E esse é o tipo de desenvolvimento que tá aí pra te mostrar que é possível defender sua opinião de forma efetiva sem precisar decorar

Leia os textos abaixo e faça uma redação sobre Tema de redação: Formas de combater as doenças sexualmente transmissíveis no Brasil. Texto I DST no Brasil As doenças sexualmente transmissíveis (DST) são consideradas como um dos problemas de saúde pública mais comuns em todo o mundo. Em ambos os sexos, tornam o organismo mais vulnerável a outras doenças, inclusive a aids, além de terem relação com a mortalidade materna e infantil. No Brasil, as estimativas da Organização Mundial de Saúde (OMS) de infecções de transmissão sexual na população sexualmente ativa, a cada ano, são Sífilis:100 000 Gonorreia: 541.800 Clamídia: 967.200 Herpes genital: 900 HPV: 400 Fonte: Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das IST, do HIV/Aids e das Hepatites Virais. Portal sobre aids, infecções sexualmente transmissíveis e hepatites virais Texto II Com cada vez mais jovens fazendo sexo de forma desprotegida, o número de ocorrências de doenças sexualmente transmissíveis tem aumentado consideravelmente no Brasil, na esteira do que já acontece no mundo. Segundo dados do Ministério da Saúde, apenas 56,6% dos brasileiros entre 15 e 24 anos usam camisinha com parceiros eventuais. A falta de prevenção no início da vida sexual vem preocupando o órgão, afirma Adele Schwartz Benzaken, diretora do Departamento de Infecções Sexualmente Transmissíveis, Aids e Hepatites Virais. “Nos últimos anos, temos observado que a população mais jovem está reduzindo o uso do preservativo”, diz ela à BBC Brasil. No Brasil, a epidemia de HIV/Aids é considerada estabilizada, mas vem avançando entre os mais jovens. Na última década, o índice de contágio mais que dobrou entre jovens de 15 a 19 anos, passando de 2,8 casos por 100 mil habitantes para 5,8 casos. Também aumentou na faixa etária entre 20 a 24 anos, chegando a 21,8 casos a cada 100 mil habitantes. […] As campanhas de prevenção miram, sobretudo, o alto número de pessoas no Brasil que têm HIV, mas ainda não sabem – aproximadamente 112 mil brasileiros – e os cerca de 260 mil que vivem com o vírus mas ainda não se tratam, aumentando o risco de propagação da doença. Apesar de o principal foco continuar sendo a prevenção de HIV/Aids, especialistas alertam para o risco de propagação de outras doenças, como HPV, herpes genital, gonorreia, hepatite B e C e, especialmente, sífilis. Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/brasil-39093771 Texto IV Fonte: https://jornalhorah.com.br/ministerio-da-saude-alerta-foliao-para-o-uso-da-camisinha-no-carnaval A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo na modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o Tema de redação: Formas de combater as doenças sexualmente transmissíveis no Brasil, apresentando proposta de solução, que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista.

Leia os textos abaixo e faça uma redação sobre Tema: Medidas para combater a prática de bullying e de ciberbullying na sociedade brasileira. Texto I A lei que obriga escolas e clubes a adotarem medidas de prevenção e combate ao bullying entrou em vigor nesta semana. O texto, publicado no “Diário Oficial da União” em 9 de novembro havia sido aprovado pela Câmara em outubro e enviado para a sanção presidencial. Pelo texto aprovado, bullying é definido como a prática de atos de violência física ou psíquica exercidos intencional e repetidamente por um indivíduo ou grupo contra uma ou mais pessoas com o objetivo de intimidar ou agredir, causando dor e angústia à vítima. O projeto determina que seja feita a capacitação de docentes e equipes pedagógicas para implementar ações de prevenção e solução do problema, assim como a orientação de pais e familiares para identificar vítimas e agressores. Também estabelece que sejam realizadas campanhas educativas e fornecida assistência psicológica, social e jurídica às vítimas e aos agressores. Segundo o texto, a punição dos agressores deve ser evitada “tanto quanto possível” em prol de alternativas que promovam a mudança de comportamento hostil. Fonte: g1 globo – lei que obriga escolas e clubes combaterem bullying entra em vigor Texto II Os altos índices de ciberbullying entre os jovens não é novidade. No entanto, um estudo publicado no Journal of Adolescent Health mostra que está crescendo o número de adolescentes que publicam ofensas anônimas nas redes sociais contra eles mesmos. Segundo informações do Daily Mail, o estudo, que entrevistou 5.593 alunos norte-americanos e britânicos com idades entre 12 e 17 anos, revela que 6% dos adolescentes admitem já ter cometido auto bullying digital através de contas falsas nas redes sociais. Dos 335 alunos que admitiram o auto ciberbullying, metade disse que fez isso somente uma vez, enquanto 35% disseram que o fizeram algumas vezes. Já 13% disseram que o fizeram várias vezes. A pesquisa também mostrou que muitos que tinham esse tipo de atitude estavam buscando respostas de encorajamento ou aprovação de outros usuários de redes sociais. […] Fonte: olhardigital – cresce-numero-de-jovens-que-praticam-ciberbullying-contra-eles-mesmos Texto III Fonte: g1.globo.com – cai-o-n-de-vitimas-de-nudes-vazadas-na-internet-do-brasil-em-2016-diz-ong A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o Tema: Medidas para combater a prática de bullying e de ciberbullying na sociedade brasileira, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa do seu ponto de vista.

Olá, Aluninho! Agora você já sabe que, pra começar uma redação, não basta baixar a cabeça a escrever, pois é preciso se planejar, né? Como prometido, chegou a hora de pegar na sua mãozinha e te mostrar como fazer cada uma das partes dela. Obviamente, vamos começar pelo começo (faça isso na sua redação também, tá?) e falar da introdução. Não por acaso a foto que introduz esse texto é um tapete vermelho, justamente porque queremos que a sua introdução deite o tapete vermelho no chão pros seus argumentos passarem. Você já viu um atacante fodástico de um grande time de futebol que não sabe as regras do impedimento? Não, né? Porque simplesmente não dá para entrar em campo sem saber as regras do jogo. Sabia que, quando se pensa em redação, também é assim? Pois é, coleguinha. Para escrever uma boa redação, você precisa saber para que serve cada parte dela. Caso contrário, corre o risco de começar a argumentar na introdução ou terminar o seu texto sem conclusão e deixar o seu corretor pensando que você não está muito bem das ideias. Então, justamente para que isso não aconteça, fica ligado nas dicas abaixo.. Bora? Afinal, o que deve ter na introdução? É bem comum a gente ouvir e/ou ler por aí que, na introdução, você deve simplesmente apresentar o tema. Tá errado? Não. Mas também não tá certo. Sim, tem que contextualizar o tema, mas isso não basta. Se estamos falando de um texto dissertativo-argumentativo, lembre-se sempre que a estrela principal dele é a sua tese, que, usando uma palavra mais simples, nada mais é do que a sua opinião sobre o tema. Não sabe elaborar a tese? A gente vai te ajudar com isso em breve, mas, enquanto isso, seguem alguns spoilers: https://youtu.be/uSjhi1pHx4whttps://youtu.be/E9WxwaPWQk0 2. É exemplo que você quer? Então lá vai: A violência contra a mulher no Brasil tem apresentado aumentos significativos nas últimas décadas. De acordo com o Mapa da Violência de 2012, o número de mortes por essa causa aumentou em 230% no período de 1980 a 2010. Além da física, o balanço de 2014 relatou cerca de 48% de outros tipos de violência contra a mulher, dentre esses a psicológica. Nesse âmbito, pode-se analisar que essa problemática persiste por ter raízes históricas e ideológicas. Essa lindeza de introdução acima traz a combinação contextualização do tema + tese de um jeito bem claro. Não conseguiu identificar quem é quem ali? Tá bom, a gente te dá essa colher de chá: Contextualização do tema: “A violência contra a mulher no Brasil tem apresentado aumentos significativos nas últimas décadas. De acordo com o Mapa da Violência de 2012, o número de mortes por essa causa aumentou em 230% no período de 1980 a 2010. Além da física, o balanço de 2014 relatou cerca de 48% de outros tipos de violência contra a mulher, dentre esses a psicológica.” Até aqui, tudo o que rolou foi uma ótima apresentação do tema. Ao ler isso, o leitor já consegue sabe que o texto vai falar sobre violência contra a mulher. Uma dica quente: nunca apresente o tema sem citar diretamente o nome dele no momento da contextualização. Se o tema fala de violência contra a mulher, não deixe de escrever “violência contra a mulher” no momento em que for apresentá-lo, por exemplo. Tem dificuldade para delimitar o tema e o confunde com o assunto? Neste vídeo, a professora Josi te ajuda com isso: Tese: “Nesse âmbito, pode-se analisar que essa problemática persiste por ter raízes históricas e ideológicas.” Olha a tese aí, minha gente. A afirmação de que a violência contra a mulher persiste por conta de raízes históricas e ideológicas é fruto da percepção que o aluno tem sobre o tema, que é baseada no seu conhecimento e na sua constituição enquanto indivíduo. Isso não estava na proposta. É a opinião dele, ou seja, é a TESE dele. Então, assim que você identificar o tema, já se pergunta logo o que você pensa sobre ele. E, não esquece, se estamos falando de texto dissertativo-argumentativo, nada de bancar o isentão e ficar em cima do muro, ok? Posicione-se! Além disso, olha outra coisa bem linda nesse exemplo: reparou que os dois argumentos estão anunciados ali? Raízes históricas: argumento 1. Raízes ideológicas: argumento 2. Quando você apresenta os argumentos desse jeito na introdução, seu texto fica lindamente “amarradinho”, o que, no caso do ENEM, vai te ajudar a ganhar pontos na competência 3. Tá apaixonado por essa introdução? Também estamos. E daqui pra frente você vai fazer introduções tão maravilhosas quanto essa. “aaaai, mas como vou fazer introdução maravilhosa se eu não sei contextualizar e fazer uma tese?” Não fique aflito, bebê. Sobre a tese, a gente já prometeu para você (e, no Redação Online, promessa é dívida!) que vai falar mais em breve, mas os spoilers dados pela professora Josi nos vídeos que indicamos acima são maravilhosos e já vão te ajudar muito. Quanto à contextualização, nosso blog tem um textinho querido com vários modelos. Leia com calma e veja que vai ser tão divertido quanto escolher sorvete no buffet. Dá pra usar dados, alusão histórica, citação, comparação, perguntas etc. Eu sei que ia parecer mais fácil se a gente apresentasse um modelo pronto e dissesse: ó, faz sempre isso aí. Mas aqui, no Redação Online, a gente não trata redação como “receita de bolo” porque quer que você aprenda de verdade. E, acredite, ter escolha é muito bom! Pensa com a gente: imagine que você, na hora da prova, olha para o tema e fica alegre porque sabe bastante sobre o contexto histórico que o envolve. Mas, em seguida, você lembra que decorou como se faz introdução com contextualização que usa dados, então não rola inserir uma referência histórica. Vai ser tipo isso: Por isso, a gente tá aqui pra te ajudar a dominar várias estratégias e, na hora H, poder escolher qual delas é mais adequada e, o mais

Leia os textos abaixo e faça uma redação sobre Tema de redação: Por que somos um país de não-leitores e como podemos mudar isso? Texto I Talvez muitos brasileiros ignorem o pouco que se lê nesse país em relação ao resto do mundo. Talvez não saibam que em um ranking dos 30 países onde mais se lê, segundo a agência Nop World, o Brasil aparece na rabeira, à frente apenas de Taiwan e Coreia. […] Ganham do Brasil em número de livros lidos e de horas de leitura por pessoa, por exemplo, Venezuela, México ou Argentina dentro do continente. Fora dele, turcos, egípcios, árabes sauditas, húngaros, poloneses, indonésios, filipinos e russos –entre muitos outros– leem mais que os brasileiros. E talvez a grande massa de brasileiros estranhasse saber que os dois países onde se leem mais livros por pessoa e se dedicam mais horas à leitura no mundo são a Índia e a China. É possível que um analfabeto ou alguém que não tenha lido um livro na vida possa revelar uma sabedoria natural, um senso comum agudo e até uma grande carga de poesia. Conheci algumas pessoas assim na minha vida. Entretanto, o mais natural é que um país que não lê ou que aparece, como o Brasil, entre os piores leitores do mundo, esteja comprometendo seu desenvolvimento futuro –não apenas cultural, mas também econômico. Mais ainda, dificilmente entrará no rio da modernidade e do progresso um país não-leitor ao mesmo tempo que será refém dos poderes dominantes. […] Fonte: brasil elpais Texto II […] – Historicamente, somos um país analfabeto. E a resposta mais simples, que é um clichê, é dizer que tudo envolve o processo educacional, que no Brasil se mostrou ser um fracasso – avalia Diego Grando, poeta e professor de literatura. Os especialistas tendem a concordar que a educação no Brasil é um problema que não se restringe à literatura, mas projetos paliativos não vão solucionar a questão central. Regina lembra que há uma tentativa de popularização do livro, mas que o preço de uma obra ainda é alto. O professor Sergius Gonzaga, ex-secretário da Cultura de Porto Alegre, avalia que só uma “discussão ampla” e uma “mudança radical dos currículos” podem fazer com que as gerações futuras mudem essas taxas. – Sem uma ação efetiva do Estado, não vejo alternativa. O Brasil iniciou tardiamente o seu processo de escolarização, e isso se deu no início dos anos 1960. Na mesma época, o país entra na era do audiovisual, com TV e cinema. Ou seja, o país pula do analfabetismo direto para o audiovisual, não consegue formar uma cultura de leitura. […] Fonte: gauchazh clicrbs Texto III Não é novidade para ninguém. Nos Estados Unidos e na Europa, um livro sai bem mais barato que no Brasil. […] O problema é a tiragem. Enquanto outros países trabalham com tiragens médias de mais de 10 000 exemplares por edição, no Brasil esse número fica na casa dos 2 000. O mercado é pequeno, vende-se pouco, e elevar essa média é produzir encalhes. Daí que, com edições reduzidas, o custo por unidade sobe. O raciocínio é bem simples. Fora o papel, que varia segundo a quantidade de exemplares, toda edição tem um custo fixo, do qual não dá para fugir. Composição das páginas, máquinas, revisões, ilustrações, tudo isso independe da tiragem. E quando se divide o custo fixo pelo número de exemplares, tem-se o custo unitário. Como o mercado brasileiro se organizou com base nas pequenas tiragens, o preço final de um volume é sempre alto. Mesmo os best-sellers, que vendem dezenas de milhares de cópias, custam caro, já que os editores fixam o preço com base em padrões (um certo “x” por página) estabelecidos a partir das baixas tiragens. A vantagem, dos editores, é que best-sellers dão mais lucro. E quase sempre compensam o prejuízo dos títulos que acabam encalhando nas prateleiras. O leitor brasileiro é prejudicado pelas tiragens pequenas. Como o mercado de livros no Brasil é bem reduzido, as edições são minguadas. Na média, não passam dos 2 000 exemplares. A equação é cruel: tiragens mínimas projetam o custo unitário lá para as alturas. O leitor, quando pode, é quem acaba pagando a conta. […] Fonte: super abril cultura Texto IV […] Em 13 de maio de 1808, foi oficializada por Dom João a instalação de uma casa impressora, que seria destinada a publicar a papelada oficial do governo. Embora fosse reservada apenas para os assuntos do governo, a Impressão Régia foi um marco de mudança, uma vez que, antes dela, os livros que se consumiam no Brasil vinham quase que exclusivamente da Europa. Se apenas em 1808 o Brasil pôde contar com uma máquina de impressão oficial, por um pouco mais de duzentos anos é que se foi fomentando, a passos de formiga, a leitura. Sendo assim, é natural que nossos índices sejam mais baixos que o restante dos países mais desenvolvidos. Entretanto, existe um detalhe nessa história. Os Estados Unidos começaram a ser colonizados um pouco antes do Brasil, mas têm um índice de leitura bem maior. Como se explica? […] Fonte: papo de homem Com base nos textos motivadores e no seu conhecimento, produza um texto dissertativo-argumentativo tendo como Tema de redação: Por que somos um país de não-leitores e como podemos mudar isso?
Leia os textos abaixo e escreva uma redação sobre Tema de Redação: Invisibilidade indígena em questão no Brasil. Texto I A (IN)VISIBILIDADE DOS DIREITOS INDÍGENAS NOS GRANDES CENTROS URBANOS: UM OLHAR SOBRE OS INDÍGENAS NA CIDADE DE PORTO ALEGRE A presença indígena nas cidades tema de grande controvérsia ante a visão e imagem estereotipada de que o índio uma vez ligado à natureza necessariamente deveria estar apartado do convívio humano. O que se evidencia, conforme as raízes históricas e de dominação cultural que permearam o processo de colonização do Brasil pelos europeus, é que na visão de muitos quando o indígena está no espaço urbano, logo o mesmo “deixa de ser índio”. No entanto, dados oficiais apontam uma forte e expressiva presença indígena nos centros urbanos do país, o que surpreende visto a existência de poucas iniciativas e elaboração de políticas públicas que incluam a questão dos direitos assegurados constitucionalmente a tais povos. O que persiste é a invisibilidade dos direitos indígenas na cidade, pois que segundo os ditames da cultura e saberes predominantes a presença dos índios nesse espaço figura como algo ilegítimo. […] Com a expansão e urbanização da cidade os indígenas sofrem com a crescente restrição dos espaços onde viviam, com uma sensível modificação nos ecossistemas naturais. Além disso, muitas vezes a presença indígena é considerada como um entrave ao desenvolvimento econômico local, desprezando-se a história desses povos com o ambiente em questão, bem como os seus saberes tradicionais de manejo sustentado da natureza tão em evidencia no contexto sócio-político de países da América Latina. Disponível em: https://www.ufrgs.br/gthistoriaculturalrs/26CDGiseldaSchneider_FranciscoQuintanilha.pdf Texto II Disponível em: https://latuffcartoons.wordpress.com/2013/06/03/charge-dincao-o-agronegocio-e-a-questao-indigena-no-brasil/ Texto III Desde a colonização, os índios viveram quase cinco séculos de extermínios, escravidão e despropriação de suas terras. Apesar do reconhecimento das reservas ter ocorrido após a Constituição de 1988, a homologação de novos territórios geram confrontos entre indígenas e ruralista. Até 1967, o Estado adotava uma perspectiva assimilacionista, entendia os índios como uma categoria social transitória, fadada ao desaparecimento. No entanto, após 1990, para atender as necessidades econômicas e culturais dos povos nativos, o número de reserva cresceu de 352 para 703, aumento de 115,8 milhões de hectares, Funai (2015). Contudo, o processo de demarcação de novas reservas ainda é conflituoso, uma vez que, se opõem aos interesses dos latifundiários. Representados pela bancada ruralista defendem que 13,6% do território nacional estão nas mãos de apenas 0,4% população, IBGE (2010). Isso prejudica o agro negócio, principalmente no Mato Grosso, maior número de confrontos armados. Desta forma, o Estado negam aos índios o direito originário de suas terras. Portanto, cabe ao Governo ampliar e regulamentar as reservas com propósito de assegurar o modo de vida tradicional dos nativos. Além disso, as universidades podem contribuir com estudos de campo, como o mapeamento geográfico de áreas de conflito. Assim, fornecer dados que equacione os interesses do agronegócio com a preservação da cultura indígena. A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o Tema de Redação: Invisibilidade indígena em questão no Brasil, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa do seu ponto de vista.

Texto 1 Quase 30% da renda do Brasil está nas mãos de apenas 1% dos habitantes do país, a maior concentração do tipo no mundo. É o que indica a Pesquisa Desigualdade Mundial 2018, coordenada, entre outros, pelo economista francês Thomas Piketty. […] Segundo os dados coletados pelo grupo de Piketty, os milionários brasileiros ficaram à frente dos milionários do Oriente Médio, que aparecem com 26,3% da renda da região. Na comparação entre países, o segundo colocado em concentração de renda no 1% mais rico é a Turquia, com 21,5% em 2015 — no dado de 2016, que poucos países têm, a concentração turca subiu para 23,4%, de acordo com o levantamento. O Brasil também se destaca no recorte dos 10% mais ricos, mas não de forma tão intensa quanto se observa na comparação do 1% mais rico. Os dados mostram o Oriente Médio com 61% da renda nas mãos de seus 10% mais ricos, seguido por Brasil e Índia, ambos com 55%, e a África Subsaariana, com 54%. […] Fonte: brasil elpais Texto 2 Fonte: arionaurocartuns – desigualdade social Texto 3 A evidência científica é robusta: a pobreza e a desigualdade social prejudicam seriamente a saúde. No entanto, as autoridades de saúde não dão a esses fatores sociais a mesma atenção que dedicam a outros quando tentam melhorar a saúde dos cidadãos. Um estudo sobre 1,7 milhão de pessoas, publicado pela revista médica The Lancet, traz de volta esse problema negligenciado: a pobreza encurta a vida quase tanto quanto o sedentarismo e muito mais do que a obesidade, a hipertensão e o consumo excessivo de álcool. O estudo é uma crítica às políticas da Organização Mundial da Saúde (OMS), que não incluiu em sua agenda este fator determinante da saúde — tão importante ou mais do que outros que fazem parte de seus objetivos e recomendações. “O baixo nível socioeconômico é um dos mais fortes indicadores de morbidade e mortalidade prematura em todo o mundo. No entanto, as estratégias de saúde global não consideram as circunstâncias socioeconômicas pobres como fatores de risco modificáveis”, dizem os autores do estudo publicado pela The Lancet, cerca de trinta especialistas de instituições de prestígio como a Universidade de Columbia, o King’s College de Londres, a Escola de Saúde Pública de Harvard e o Imperial College de Londres.[…] Fonte: brasil debate – pobreza encurta a vida mais que obesidade alcool e hipertensão A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Desigualdade social no Brasil e no mundo: um desafio a ser superado”, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa do seu ponto de vista. Leia também: Tema de redação: A questão da água no Brasil Tema de redação: Formas de combater as doenças sexualmente transmissíveis no Brasil Tema de redação: Medidas para combater a prática de bullying e de ciberbullying na sociedade brasileira Tema de redação: Por que somos um país de não-leitores e como podemos mudar isso?

O tema de redação “A pressão estética na sociedade atual” aborda um fenômeno social relevante e recorrente nos tempos atuais. A pressão estética refere-se às exigências e expectativas impostas pela sociedade em relação à aparência física, influenciando a forma como as pessoas se veem e como são vistas pelos outros. Esse tema desperta discussões importantes sobre os impactos negativos dessa pressão na vida das pessoas e na sociedade como um todo. Confira abaixo texto motivadores sobre o tema: Texto 1 As autoridades de Dublin, Irlanda, colocaram um ponto final em uma morte que chocou a cidade. Milly Tuomey, 11 anos, foi encontrada em estado crítico no quarto dela após tentar suicídio. Ao ser levada para o hospital, ela não resistiu e morreu. Segundo os investigadores, a garota já dava sinais que ia se matar por estar insatisfeita com o próprio corpo. Dois meses antes de se matar, Milly postou uma foto no Instagram e escreveu que queria morrer em um dia específico. A irmã mais velha dela e a diretora escola conversaram com os pais da garota sobre o post. Eles, então, levaram a menina ao médico. A jovem teria dito ao especialista que estava insatisfeita com a aparência e que pensava em se machucar. Logo depois, os pais a levaram a um psiquiatra, que passou remédios e indicou terapia. Em seguida, encontraram um diário com intenções suicidas. “Ela se cortou e escreveu com o sangue: ‘Garotas bonitas não comem’”, contou uma das investigadoras, segundo o jornal Daily Mail. Fonte: metropoles – menina de 11 anos se mata por estar infeliz com próprio corpo Texto 2 […] Em 13 de maio de 1808, foi oficializada por Dom João a instalação de uma casa impressora, que seria destinada a publicar a papelada oficial do governo. Embora fosse reservada apenas para os assuntos do governo, a Impressão Régia foi um marco de mudança, uma vez que, antes dela, os livros que se consumiam no Brasil vinham quase que exclusivamente da Europa. Se apenas em 1808 o Brasil pôde contar com uma máquina de impressão oficial, por um pouco mais de duzentos anos é que se foi fomentando, a passos de formiga, a leitura. Sendo assim, é natural que nossos índices sejam mais baixos que o restante dos países mais desenvolvidos. Entretanto, existe um detalhe nessa história. Os Estados Unidos começaram a ser colonizados um pouco antes do Brasil, mas têm um índice de leitura bem maior. Como se explica? […] Fonte: papo de homem – por que o brasileiro não lê Com base nos textos motivadores e no seu conhecimento, produza um texto dissertativo-argumentativo tendo como tema: A pressão estética na sociedade atual

Leia os textos abaixo e escreva sobre Tema de redação: Terrorismo nutricional. Texto I O terrorismo nutricional nada mais é do que… aterrorizar a população em relação aos alimentos e às práticas individuais que promovam “saúde Dentro dos parâmetros dessa nova moda, somente é saudável quem: frequenta a academia, tem “barriga negativa”, faz uso de suplementos alimentares e segue uma dieta difícil e específica que seja Free de alguma coisa (lactose, glúten, carboidrato etc.) […] o que está acontecendo nada mais é do que uma MODA. E modas têm o poder de assaltar as mentes, converter adeptos e fazer pessoas jurarem de pés juntos que encontraram A VERDADE. […] Este enlouquecimento em torno dessas dietas hiper-técnicas e exclusão de grupos alimentares inteiros tem tanta legitimidade quanto qualquer outro modismo: apareceu do nada.Virou uma febre. Não existem explicações racionais para o fenômeno. […] Não controlaremos a nossa vida e não nos protegeremos de eventualidades através da nossa alimentação. Isso é falsa sensação de domínio. Fazer dieta é a mais pura manifestação do desejo de controle de uma sociedade que… perdeu o controle. Perdemos o controle das nossas emoções, dos nossos valores, da nossa identidade, das nossas ambições. Controle do nosso corpo? Nunca tivemos. Por isso estamos ainda vivendo o sonho da Fonte da Juventude … no século XXI. Preferimos pagar R$ 10,00 numa barra de proteínas aprovada por renomados cientistas do que em ingredientes frescos que poderiam render quatro almoços. Será que vale a pena viver morrendo de medo de tudo o que consumimos? Fonte: https://naosouexposicao.com.br/index.php/2014/07/04/modismos-e-terrorismo-nutricional/ Texto II Existe atualmente certo medo relacionado à comida ou aos alimentos que ingerimos. Há diversas informações soltas, e muitas vezes divulgadas incorretamente, fazendo com que as pessoas evitem consumir determinados alimentos. Muitas destas informações divulgadas ou incentivadas por alguns nutricionistas, inclusive, que acabam gerando dúvidas sobre o que comer. Restringir alimentos virou moda. Restrições alimentares significam, popularmente, “ser saudável”. As dietas zero glúten e zero lactose passaram a ser sinônimos de identidade. E, sendo assim, as refeições adquiriram status de “boa” ou “má”, como se houvesse um anjo ou diabinho alimentar proibindo ou permitindo o que comer. As inúmeras dúvidas sobre o perigo ou não de algum alimento ou nutriente gera receio de consumi-lo, confundindo ainda mais as pessoas. […] Infelizmente, hoje a maioria das pessoas se alimenta com um sentimento de culpa. Deixamos de “conversar” com os alimentos e escutar o próprio corpo e passamos a julgar aquilo que comemos, e consequentemente, julgando a nós mesmos como fracassados ou superiores por ingerir ou não determinado grupo de alimentos. O nosso organismo reage, positiva ou negativamente a todas as restrições alimentares que se pode fazer. O excesso de restrições sobre o que comer pode gerar compulsão alimentar ou agravar outros transtornos alimentares, se as restrições não tiverem indicação específica ou prescrição adequada. O que é doença de caráter nutricional ou transtorno alimentar precisa ser tratado. O que não é correto é submeter pessoas às restrições sem necessidade. É absurdamente bobagem e altamente estressante definir, sem diagnóstico, o que comer ou não. O nosso comportamento diante de um alimento é tão importante quanto o tipo de alimento que comemos. Em outras palavras, é comer de forma consciente. Sem terrorismos. Fonte: https://fortissima.com.br/2014/06/30/o-que-comer-entenda-quais-os-riscos-terrorismo-nutricional-548735/ Texto III Fonte: https://www.imgrum.org/user/jaimegbr/960817017/1378353340777736574_960817017 Com base nos textos motivadores e no seu conhecimento, produza um texto dissertativo-argumentativo tendo como Tema de redação: Terrorismo nutricional.

O tema de redação “O comportamento jovem nas mídias sociais e suas consequências” aborda uma questão atual e relevante na sociedade contemporânea. Com o avanço da tecnologia e a popularização das mídias sociais, os jovens têm se inserido cada vez mais nesse universo digital, o que traz consigo uma série de consequências e impactos tanto positivos quanto negativos. Confira o tema de redação da semana: Texto 1 Dentre os aplicativos, os brasileiros também são os maiores usuários do Facebook (94%), Youtube (85%) e WhatsApp (84%) Os adolescentes brasileiros passam cada vez mais tempo hipnotizados pelos dispositivos móveis. Uma pesquisa realizada pela Amdocs em dez países aponta que os jovens entre 15 e 18 anos do país não desgrudam do celular: 64% costumam checar as redes sociais assim que acordam. “O brasileiro é um povo que gosta muito de novidade. Hoje, os jovens têm mais opções, já que existem várias plataformas diferentes. A gente vê um movimento de crescimento, que só tem aumentado”, afirma Kan Wakabayashi, diretor da Amdocs Brasil. Dentre os entrevistados no Brasil, 55% acreditam que seu smartphone os tornam mais espertos e legais. Dentre os aplicativos, os brasileiros também são os maiores usuários do Facebook (94%), Youtube (85%) e WhatsApp (84%). O levantamento foi realizado com 4.250 jovens, entre 15 e 18 anos, dos Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, Alemanha, Rússia, Índia, Cingapura, Filipinas, México e Brasil. […] Fonte: https://www.correio24horas.com.br/noticia/nid/jovens-brasileiros-sao-os-mais-dependentes-das-redes-sociais/ Texto 2 sobre jovens nas mídias sociais Instagram foi considerada a pior rede social no que concerne seu impacto sobre a saúde mental dos jovens, segundo uma pesquisa do Reino Unido. Na enquete, 1.479 pessoas com idades entre 14 e 24 anos avaliaram aplicativos populares em quesitos como ansiedade, depressão, solidão, bullying e imagem corporal. […] A pesquisa afirmou que “as redes sociais podem estar alimentando uma crise de saúde mental” entre jovens. Fonte: https://g1.globo.com/tecnologia/noticia/instagram-e-considerada-a-pior-rede-social-para-saude-mental-dos-jovens-segundo-pesquisa.ghtml Texto 3 Os altos índices de ciberbullying entre os jovens não é novidade. No entanto, um estudo publicado no Journal of Adolescent Health mostra que está crescendo o número de adolescentes que publicam ofensas anônimas nas redes sociais contra eles mesmos. Segundo informações do Daily Mail, o estudo, que entrevistou 5.593 alunos norte-americanos e britânicos com idades entre 12 e 17 anos, revela que 6% dos adolescentes admitem já ter cometido auto bullying digital através de contas falsas nas redes sociais. Dos 335 alunos que admitiram o auto ciberbullying, metade disse que fez isso somente uma vez, enquanto 35% disseram que o fizeram algumas vezes. Já 13% disseram que o fizeram várias vezes. A pesquisa também mostrou que muitos que tinham esse tipo de atitude estavam buscando respostas de encorajamento ou aprovação de outros usuários de redes sociais. […] Fonte: https://olhardigital.com.br/noticia/cresce-numero-de-jovens-que-praticam-ciberbullying-contra-eles-mesmos/72454 Texto 4 Fonte: Jarbas A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “O comportamento jovem nas mídias sociais e suas consequências”, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa do seu ponto de vista.

Texto I “[…]O programa, que tem ganhado defensores e críticos nos últimos tempos, existe desde 2004 e foi criado por membros da sociedade civil. Segundo Miguel Nagib, advogado e coordenador da organização, a ideia surgiu como uma reação contra práticas no ensino brasileiro que eles consideram ilegais. “De um lado, a doutrinação política e ideológica em sala de aula, e de outro, a usurpação do direito dos pais dos alunos sobre a educação moral e religiosa dos seus filhos”, explica. Para Nagib, todas as escolas têm essas características atualmente. A proposta do movimento é de que seja afixado na parede das salas de aula de todas as escolas do país um cartaz, onde estarão escritos os deveres do professor. Esses deveres são: 1 – O Professor não se aproveitará da audiência cativa dos alunos, para promover os seus próprios interesses, opiniões, concepções ou preferências ideológicas, religiosas, morais, políticas e partidárias. 2 – O Professor não favorecerá, não prejudicará e não constrangerá os alunos em razão de suas convicções políticas, ideológicas, morais ou religiosas, ou da falta delas. 3 – O Professor não fará propaganda político-partidária em sala de aula nem incitará seus alunos a participar de manifestações, atos públicos e passeatas. 4 – Ao tratar de questões políticas, sócio-culturais e econômicas, o professor apresentará aos alunos, de forma justa – isto é, com a mesma profundidade e seriedade –, as principais versões, teorias, opiniões e perspectivas concorrentes a respeito. 5 – O Professor respeitará o direito dos pais a que seus filhos recebam a educação moral que esteja de acordo com suas próprias convicções. 6 – O Professor não permitirá que os direitos assegurados nos itens anteriores sejam violados pela ação de estudantes ou terceiros, dentro da sala de aula. Fonte: https://www.ebc.com.br/educacao/2016/07/o-que-e-o-escola-sem-partido Texto II “[…] Esse projeto visa eliminar a discussão ideológica no ambiente escolar, restringir os conteúdos de ensino a partir de uma pretensa ideia de neutralidade do conhecimento. Trata-se de uma elaboração que contraria o princípio constitucional do pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas, assim como o da liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber, considerando como válidos determinados conteúdos que servem à manutenção do status quo e como doutrinários aqueles que representam uma visão crítica. Em recente Nota Técnica, o Ministério Público considera que o PL Escola sem Partido é inconstitucional porque ‘está na contramão dos objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil, especialmente os de ‘construir uma sociedade livre, justa e solidária’ e de ‘promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação’. […] O complemento ao cerceamento da liberdade de aprender e ensinar fica por conta do PL de autoria do deputado Rogério Marinho (PSDB-RN), que pretende alterar o Código Penal, para inclusão de detenção de três meses a um ano para professor, coordenador, educador, orientador educacional ou psicólogo escolar que praticar o dito “assédio ideológico”. O movimento político de direita na educação, “Escola Sem Partido”, que dissemina concepções e práticas preconceituosas, discriminatórias e excludentes, foi impulsionado nacionalmente para propagar ideia de que os estudantes são alvo de doutrinação política e de que os valores morais da família são afrontados por uma suposta ideologia de gênero na escola. […]” Fonte: https://www.cartacapital.com.br/educacao/escola-sem-partido-estrategia-golpista-para-calar-a-educacao Texto III Fonte: https://blogdojeffrossi.blogspot.com/2016/07/charges-sobre-escola-sem-partido.html Texto IV “[…] O economista do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Adolfo Sachsida, é um dos principais defensores do programa nas redes sociais. Em seu canal no Youtube, Sachsida, que se classifica como conservador em suas redes sociais, questiona o que chama de “doutrinação ideológica” feita por docentes. ‘A esquerda quer doutrinar os nossos alunos. O professor de português, em vez de dar aula de português, fica falando que tal partido é bom, tal partido é ruim. Mas eles falam que tudo tem ideologia. Como se o aluno fosse obrigado a ser doutrinado desde pequeno’. Em sua conta no Twitter, o economista elencou duas funções para o “Escola Sem Partido”: ‘Denunciar a doutrinação ocorrida em sala de aula (que pode ocorrer pelo professor ou pelo livro didático); e propõe solução a doutrinação efetuada pelo professor. Você pode discordar da solução (ponto 2), mas é impossível não concordar com o ponto 1’. Há pouco mais de uma semana, Sachsida chegou a ser nomeado assessor especial do ministro da Educação, Mendonça Filho (DEM-PE). O cargo, porém, foi cancelado antes mesmo que o economista tomasse posse, de acordo com publicação no Diário Oficial. […]” Fonte: https://exame.abril.com.br/brasil/5-opinioes-sobre-a-escola-sem-partido-para-voce-formar-a-sua/ Texto V Fonte: https://www.apesjf.org.br/comunicacao/charges Com base nos textos motivadores e no seu conhecimento, produza um texto dissertativo-argumentativo tendo como tema: “Escola sem partido” e suas consequências na educação brasileira.

O tema de redação “As dificuldades de inserção de jovens no mercado de trabalho e sua importância” aborda uma questão relevante e atual. A transição dos jovens para o mercado de trabalho é um desafio enfrentado por muitos países, inclusive o Brasil, e envolve uma série de obstáculos e dificuldades. Nesse contexto, a importância da inserção dos jovens no mercado de trabalho é ampla e abrange diferentes aspectos. Confira abaixo textos motivadores sobre o tema para escrever sua redação: Texto 1 sobre inserção de jovens no mercado de trabalho “[…] Allison Andrade, de 25 anos, se formou em Publicidade e tem uma pós no exterior. Conta que ao terminar o curso, “estava trabalhando satisfeito com as ofertas do mercado”, mas depois de se especializar no exterior com o intuito de conseguir um melhor salário e posição laboral, encontrou uma barreira. “Há saturação. As empresas não prezam se a pessoa fez uma boa faculdade nem uma pós, pelo menos nesta área, o que importa é aceitar trabalhar ganhando pouco, mesmo sem formação adequada”, lamenta. Andrade resolveu mudar de área e optou por Engenharia Civil, depois de passar dois semestres cursando os cursos de Ciência e Engenharia da Computação. Para ele, existe uma melhor perspectiva de salário, já que “a demanda de engenheiros é grande e o mercado necessita profissionais bem qualificados”. Andrade é o retrato de uma das gerações mais bem preparadas que se frustram ao chegar ao mercado de trabalho, mas seu perfil não é uma realidade apenas no Brasil. A OCDE, em recente estudo sobre o impacto da educação no nível econômico do jovem, constatou que isso ocorre a nível mundial. Rodrigo Castañeda Valle, da área de inovação e medição do progresso educacional e de habilidades da organização, não acredita que tudo se deva a que o jovem não saiba direito o que quer. Em alguns países, como o Brasil, “a boa remuneração de técnicos ou pessoas sem formação superior é um dos fatores que desestimula os jovens a continuarem seus estudos”. Segundo o estudo, 67% dos brasileiros com o segundo grau estão empregados, contra 55%, de média entre os países da OCDE.[…]” Fonte: https://brasil.elpais.com/brasil/2014/02/04/sociedad/1391544951_779657.html Texto 2 Fonte: https://rgcriativo.com.br/post/169/Mercado-de-Trabalho-ebaaa.html Texto 3 “[…] De fato existem vagas, entretanto, o mercado está mais exigente e a gama de profissionais capacitados está maior. Segundo a vice-presidente da Associação Brasileira de Recursos Humanos – Seccional Paraná (ABRH-PR), Susane Zanetti, em alguns casos há milhares de interessados em uma vaga, e o filtro das empresas está cada vez mais restrito, colocando o jovem em desvantagem. São profissionais com anos de experiência e que falam duas ou três línguas fluentemente contra jovens que concluíram o Ensino Médio e, em alguns casos, imaturos, ansiosos e impacientes. Ainda conforme a retrospectiva do IBGE, o percentual da População em Idade Ativa (PIA) com 11 anos ou mais de estudo passou de 46,7% para 63,8%. ‘É como se vivêssemos uma dicotomia, uma coisa muito antagônica. Termos tantos jovens desempregados e termos estas vagas. Por conta do mercado estar muito exigente, às vezes, é muito difícil este jovem conseguir, principalmente, se ele não tem nenhuma experiência’, disse Zanetti. Além disso, comportamentos normais para essa faixa etária acabam interferindo. Algo que, aparentemente, ficaria em segundo plano, destacou Zanetti, ainda tem importância nos processos seletivos, e acaba funcionando como uma armadilha para os jovens. ‘Eles são muito ingênuos ainda em algumas questões que para as empresas são importantes. A empresa busca conhecer esse jovem e entender um pouco das características que ele tem para saber se são compatíveis com a cultura e valores da empresa. As questões comportamentais ainda são muito significativas. Esse é um dos motivos em que, normalmente, o jovem não vai para frente nas entrevistas’. Algumas perguntas básica, exemplificou Zanetti, ficam sem resposta, como quando o entrevistador pede para o candidato citar os próprios pontos fortes.” Fonte: https://g1.globo.com/pr/parana/noticia/2014/03/apesar-do-aumento-de-vagas-jovens-tem-dificuldades-para-o-1-emprego.html Com base nos textos motivadores e no seu conhecimento, produza um texto dissertativo-argumentativo tendo como tema: As dificuldades inserção de jovens no mercado de trabalho.
Os artigos sobre “Para vestibulandos” são um ótimo ponto de partida para desenvolver suas habilidades de escrita. Para ir além, conte com a correção detalhada de professores especializados que vão analisar sua redação em até 24 horas, com feedback personalizado nas 5 competências do ENEM.
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